Blog de celebridades, fofocas, opinião e notícias



1º de abril de 2015

MEMORIAS PERUANAS

la puesta del sol

A praia de el silencio fica 50 km ao sul de lima.

Não tem o charme de Punta Hermosa, ao lado, local de surf.

Iamos de Lima a El Silencio pela Panamericana.

Gaivotas sobrevoavam o ceu em El Silencio.

Nesta pequena praia, sempre havía ceviche pra almoçar.

Prato peruano feito de peixe cru,limão e alface.

A ida e a volta sempre era de carona.

O hit do momento - 1975, no verão - era LUCY IN THE SKY WICH DIAMONDS(LUCI NO CEU COM DIAMENTES, um hino ao LSD)

Muitos dos carros que nos davam carona eram norteamericanos. Uns carrões velhos e que consumiam muita gasolina. importados.

Dava muito status na classe média limenha ter um carro destes. Todos sonhavam com os states...ou com a venezuela, onde se dizia que havia petroleo.

Na praia,coçavamos o dia todo...era um point...

Do meio dia até o entardecer, ficávamos por lá.

Ninguém tomava o rumo de lima pra voltar, antes de ' la puesta del sol'....

naqueles anos psicodélicos, o por do sol, era algo venerado.

Lembro de umagarota, chamada de PATTY, UMA ESPECIE DE GAROTA REBELDE e meio marginal, que sempre frequentava este grupo...

O sol descendo começávamos o ritual da volta, pro no dia seguinte começar tudo de novo. até que o verão terminou e aí é outra história(OC)

 

memoria

de serafina

quando casou, no rio, em 9.2.79, o meu irmão valmor veio passar uma temporada na casa dos pais em serafina. foi bom porque salvou, nas suas fotos, toda uma originalidade do lugar antigo. hoje não tem mais nada disto. vamos a descrição



eliane camara dando comida as galinhas caipiras( pra nós eram simplesmente galinhas, não tinha o termo caipira, o que tinha eram raposas que nas noites de inverno iam lá comer algumas, isto sim, tanto que meu pai nas noites de muita chuva e frio dizia: 'que note de rapose...".no fundo o paiol,original, com a carroça, e ao fundo mais ainda o torcho, que se usava pra torcer e moer cana de açuçar. da guarapa fazia-se o açuçar de cana. era um luxo ter um em casa porque inicialmente havia um comum que ficava nas terras do selvino de costa, onde hoje se situa a ' curva dos amendoins do selvino', já que dizem que ali a rodovia faz uma curva que foi pra não ter que tirar a plantação dos amendoins do dono da terra.



valmor, meu irmão , tirando uma descansada, na frente da casa. na fr3ente dele está o que chamavamos de ' cortivo', um pequeno pátio com árvores, não frutiferas. apenas pra dar sombra nas tardes de muito calor da primavera e do verão.



a brasilia branca com que o renato veio trazendo o valmor e sua esposa eliane. diz or enato que ele a comrpou de um coronel em Nazaré paulista, onde vivia e tinha o restaurante mate amargo.

veio de são paulo pra serafina numa pegada só. quando chegaram em erechim, pararam pra jantar e a esposa do valmor chorava porque estava com medo de fazer todo este trecho em apenas um dia.

mas foram e voltaram.



a foto mais nostálgica de todas....

dois dos antigos moradores da capela são pedro, severino giombelli e meu pai, estão levando bagaço de uva que é pro severino fazer graspa.

fazia-se graspa do bagaço das uvas. que se chamava de bagaço mas tinha umt ermo cujo nome não recordo. dio can me manca la memoria...

este bagaço ficava com um cheiro legal e dentro dele se punha oqueijo pra virar um queijo de ralar. minha mae fazia isto depois ralava o queijo e ficava tri gostoso principalmente na sopa de anholini.

severino giombelli e falecido claro como meu pai também. dois dos moradores que lembro da capela são pedro, quase totalmente desaparecidos.

esta carroça tinha que subir e andar numa estrada antiga, velha, puro cascalho. ela antecedeu a atual rodovia que demanda ao rio carreiro e que foi aberta com dinheiro do banco mundial através de financimaneto no tempo do pedro simon.

o prefeito sergio massolini pegou bem este pr0jeto e tinha pressa nele, porque o prazo estava quase esgotando foi quando entrou um morador da san piero e embargou a obra. teve que ser na justiça. ai que houve uma enorme derrubada de arvores e outros objetos, cujo resquicio da dor que provocou é lembrado até hoje pela familia que não gosta de tocar no assunto.

' quem apanha demora pra esquecer, diz o ditado.

o atual prefeito bico branco prometeu que faria um vacaduto pra esta familia até o fim do seu mandato. vamos ver se consegue.

seria o fim de um longo calvário pra eles, que tem que passar todos os dias, 4 vezes ao dia, as vacas de um lado a outro.

na foto, eliane camara ,esposa do meu irmão valmor, apenas observa a força dos bois e severino giombeli tocando os bois pra subirem aquelas pirambeiras brabas.(OC)

 

Colocando as coisas no lugar

esclarecimento ao publico!

Enviada: Terça-feira, 31 de Março de 2015 12:22
Para: olidescanton@bol.com.br

COLOCANDO AS COISAS NO LUGAR: o Laurinho da Venâncio avisa q NÃO é frequentador do dito "galinheiro" situado nas redondezas da Praça dos Burgueses conforme mencionado neste blog. O Laurinho frequenta apenas, nos fins de semana e para almoçar, o restaurante "Di Rihan Bistro" q fica nas proximidades.
Enfim, quem inventa é inventor.

 

SALA DE REDAÇÃO!

Ze vitor 1 X JJALmeida neto 0

foi melhor o zé vitor na apresentação do sala na segunda.

não puxou o saco do inter, nem falou nele.

contou uma piada bagaceira - do cara cagado na rua da praia - que provocou risos no coordenador.

já o almeida neto foi mal. puxou os aco do gremio.

esqueceu de antonio augusto e do rech que lhe deram espaço no passado.

 

Sala

Sempre é bom lembrar que o velho sala foi uma invenção do candido norberto e que tinha como produtor, antonio britto.

* uma bela pesquisa seria fazer um apanhado de todos os caras que passaram pelo sala.

* o sala criou escola. hoje no horário tem trocentos programas semelhantes.

 

donna

O DONNA DE DOMINGO TAVA FRACO. SO SE SALVOU A MATERIA DA CELIA....

 

MARIPOSA AMIL

MARIPOSA, APELIDO DADO PELO FALECIDO JCCTERLERA, voltou a frequentar o pmdb.

domingo passado tava lá.

* quer ser candidato ao senado.

* é ex-governador.

 

SERGS INICIA DEBATES SOBRE TEMAS DA ÁREA TECNOLÓGICA DO ESTADO

A Sociedade de Engenharia do Rio Grande do Sul – SERGS – deu início nesta terça-feira (31) à série de debates de 2015 sobre temas relacionados com o desenvolvimento do Estado, com ênfase para as áreas de infraestrutura, logística e energia, entre outras. O evento foi realizado na sede central da entidade, em Porto Alegre, com a abordagem da questão da mobilidade urbana. O palestrante foi o diretor da empresa Sinaleiro Projetos de Sinalização Viária, eng. João Otávio Marques Neto, que falou sobre Cidades em Trânsito – Mobilidade Urbana e Circulação Viária. O presidente da SERGS, eng. Hilário Pires, anunciou, na oportunidade, que já está programado para o dia 13 de abril, no Hotel Plaza São Rafael, o debate sobre o Panorama da Energia Eólica no Rio Grande do Sul, estando em fase de definição novos encontros que serão levados a efeito nos próximos meses para a análise de outras questões de interesse dos profissionais da área tecnológica gaúchos.

 

A grande derrota da esquerda francesa (ou o q vc ñ vai ler na ZH)

se alguem entender a lingua mae do laurinho da venancio, ai vai um bom texto(OC)

Enviada: Terça-feira, 31 de Março de 2015 18:25
Para: olidescanton@bol.com.br

A esquerda francesa q nos tempos áureos fez e aconteceu, tomou um baita tufo nas eleições da semana pasada. Com um extemporâneo e inusitado presidente socialista apelidado de "flan" (a mídia brasileira traduz por pudim) a esquerda francesa cavou o próprio túmulo. Quem souber Francês pode ler o retrato bem desenhado pelo Le Monde q ai vai:

"Pourquoi la gauche peut mourir
Par Gérard Courtois (Le Monde)

Le poids des chiffres est accablant. Au premier tour du scrutin départemental, le 22 mars, l’ensemble de la gauche avait recueilli à peine plus du tiers des suffrages, un des étiages les plus bas de son histoire contemporaine. Au second tour, elle a perdu 28 départements, soit près de la moitié de ceux qu’elle détenait depuis 2011.

Le choc des symboles n’est pas moins éloquent. Quand des forteresses du socialisme tombent, comme le Nord et les Bouches-du-Rhône, quand de vieilles terres de conquête comme les Côtes-d’Armor de Claudy Lebreton basculent à droite, quand sont perdus les fiefs de François Hollande (Corrèze), de Laurent Fabius (Seine-Maritime), de Ségolène Royal (Deux-Sèvres), de Manuel Valls et du frondeur Jérôme Guedj (Essonne), de Martine Aubry (Nord) ou d’Arnaud Montebourg (Saône-et-Loire), quand le Territoire de Belfort, autrefois apanage de Jean-Pierre Chevènement, s’effondre, quand le Parti communiste ne conserve plus qu’un seul département (Val-de-Marne), c’est toute la gauche qui est touchée de plein fouet.

D’autant que cette lourde défaite est la quatrième en un an, après les municipales désastreuses de mars 2014, les européennes calamiteuses de mai et les sénatoriales perdues de septembre. Voilà quelques mois, le premier ministre et le premier secrétaire du PS avaient sonné le tocsin, dans l’espoir de rameuter leurs troupes : « La gauche peut mourir », avaient alerté Manuel Valls et Jean-Christophe Cambadélis. Chaque scrutin, désormais, semble accréditer cette sombre prophétie.
RENAÎTRE DE SES CENDRES

Les plus optimistes – y compris à l’Elysée – peuvent bien se raccrocher au constat que ces élections intermédiaires sont le plus souvent cruelles pour la majorité au pouvoir, accusée de tous les maux du moment. Les mêmes peuvent tenter de se rassurer en rappelant que la gauche a connu pires raclées électorales, comme aux cantonales, législatives et européennes de 1992-1994, avant de renaître de ses cendres dès 1997. L’on assisterait, en quelque sorte, à une fin de cycle douloureuse certes, mais pas dramatique.

On peut en douter, tant le mal semble profond. Tout y contribue. Une sévère crise de résultats, d’abord, qui ruine la crédibilité du pouvoir exécutif. Il faudra bien plus que les timides signes d’amélioration actuels pour effacer le bilan des trois premières années de mandat de François Hollande : un demi-million de chômeurs supplémentaires, une croissance atone, une brutale ponction fiscale, des déficits et une dette publique incompressibles. Impuissante face à la crise et ses ravages sociaux, tétanisée par la mondialisation, incapable de redéfinir ce que pourrait être une politique économique à la fois conforme à ses valeurs et adaptée aux enjeux du temps présent, la gauche de gouvernement apparaît, au choix, inopérante ou obsolète. Elle en paye lourdement le prix dans les urnes.

S’y ajoute une profonde crise structurelle. Depuis un quart de siècle, le communisme municipal et cantonal avait été largement rayé de la carte politique. Aujourd’hui, c’est le socle historique – existentiel pourrait-on dire – du socialisme municipal et départemental qui est ébranlé, voire menacé. Aux municipales de 2014, le PS a perdu, en solde net,133 des 371 villes de plus de 9 000 habitants (sur les 1 018 que compte la France) qu’il administrait jusque-là. En un an, le PS aura perdu quelque deux mille conseillers municipaux et plusieurs centaines de conseillers départementaux. Autant de précieux cadres intermédiaires et relais locaux qui lui feront défaut à l’avenir.
DIVISIONS MORTIFÈRES

Quant au désormais mythique « peuple de gauche », il a fondu comme neige au soleil. Au premier tour de la présidentielle de 2012, l’ensemble des candidats de gauche ne rassemblait plus que 41 % du vote des ouvriers (29 % pour M. Hollande) et 46 % du vote des employés (28 % pour M. Hollande). A l’inverse, le Front national s’est imposé, depuis vingt ans, comme le premier parti ouvrier de France et il ambitionne de le devenir chez les employés.

Et que dire de la crise strictement politique qui mine aujourd’hui la gauche et le PS ! Plus que jamais, leurs divisions ont pesé dans leur échec aux départementales. Les lendemains de défaite n’étant jamais propices aux réconciliations, chacun, déjà, réitère les griefs ressassés depuis des mois : le premier ministre pour dénoncer les divisions mortifères, les frondeurs socialistes pour réclamer urgemment un changement de cap économique, le Front de gauche pour fustiger un gouvernement qui n’a, à ses yeux, plus rien de gauche, tandis que les écologistes ne savent plus à quel saint se vouer.

Or, ces aigreurs tenaces témoignent de désaccords qui sont trop sérieux pour n’être pas durables. Sur la politique économique, le rôle et les moyens de l’Etat-providence, sur la construction européenne toujours plus décriée, sur l’école qui ne parvient pas à tenir sa promesse émancipatrice, sur la laïcité, enfin, qui peine à faire barrage aux communautarismes, les divergences idéologiques se creusent, de plus en plus inexorables.

Chacun sait que la forte progression du FN chamboule les habitudes électorales : en 2017, il n’y aura que deux places pour trois au second tour de la présidentielle. C’est donc dès le premier tour que les candidats de la gauche, de la droite et de l’extrême droite devront rassembler leur camp pour ne pas être éliminé. La gauche, à l’évidence, n’en prend pas le chemin. Il faut « refonder totalement le PS, tout recommencer à zéro », a conclu le socialiste Julien Dray, lundi 30 mars. Il reste à peine deux ans pour réussir cette résurrection. Ou plutôt cette prouesse."

 

de Serafina

Município de Serafina Corrêa é 3º colocado no Programa de Coleta de Óleo Saturado

No dia 26 de Março de 2015, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente esteve na Expoagro AFUBRA para recebimento dos cheques bônus do Programa de Coleta de Óleo Saturado desenvolvido pela Associação dos Fumicultores do Brasil. Após mais um ano de trabalho, foram coletados 7.415,5 litros de óleo, o que fez com que Serafina Corrêa ficasse em terceiro lugar entre os municípios participantes dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Foram premiadas 12 escolas serafinenses, as quais poderão reverter em material para suas atividades os mais de R$ 3.700,00 de prêmio recebido. O programa vem sendo desenvolvido em Serafina Corrêa desde 2009 e é coordenado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, a qual faz o recolhimento do óleo nas escolas, estocagem, controle de quantidades, intermédio e agendamento de coletas com a AFUBRA, entrega de prêmios, além de também captar óleo, que é doado pela Secretaria às escolas. A participação das instituições de ensino tem sido fundamental na conscientização dos alunos e comunidade, promovendo a coleta de milhares de litros de gordura que foram transformados em biodiesel e deixaram de poluir o meio ambiente.

Em nome da Prefeitura Municipal, a Secretaria de Meio Ambiente agradece o empenho e parabeniza todas as escolas participantes:
Escola Municipal João Corso;
Pré-Escolar Castelinho do Saber;
Escola Raio de Luz;
Escola Municipal Infantil Jeito de Criança;
Escola Estadual Geny Pinto Cadore;
Escola Municipal Professora Estherina Marubin;
Escola Municipal Infantil Nostri Bambini;
Escola Municipal Agrícola;
Escola Municipal Leonora Marchioro Bellenzier;
Colégio Estadual Carneiro de Campos;
Escola Municipal Infantil Santa Lúcia; e
Escola Municipal Infantil Pedacinho de Céu.

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente convida a população serafinense a engajar-se na campanha, armazenando em garrafas PET o óleo vegetal, gordura hidrogenada ou banha usados, e entregando em uma das escolas do município.

 

Prorrogada a Campanha de Vacinação contra o HPV 2015

Começou, no dia 09 de Março, a campanha de vacinação contra o HPV. Em 2015, a vacina é destinada a meninas de 09 a 11 anos e terá a aplicação de 3 doses, sendo que a 1ª e a 2ª doses serão aplicadas nas escolas públicas e privadas do município. A vacinação nas escolas foi prorrogada até o dia 17 de Abril. A vacinação contra o HPV é uma prevenção do câncer do colo do útero, a segunda maior causa de morte por câncer em mulheres no Brasil. Neste ano, os pais precisam autorizar a aplicação da vacina. Cada menina é de um jeito, mas todas precisam de proteção. Meninas de 09 a 11 anos devem ser vacinadas. Fique atento ao período de vacinação na escola que acontecerá até o dia 17 de Abril. As demais meninas que completarem 9 anos ao longo de 2015 deverão ser vacinadas no Centro Municipal de Saúde de Serafina Corrêa. Ressaltamos que a Campanha HPV 2015 prevê a vacina da 1ª e 2ª doses, portanto as meninas que já fizeram a vacina no ano anterior (1ª e 2ª doses) não serão vacinadas.



ARQUIVO

2007
           
 Set
 Out
2008
2009
2010
2011
2012
2013
2014

Abr01
Abr02

2015
Mar01
Mar02
                 



OLIDES CANTON - JORNALISTA E ESCRITOR

Nascido em 16 de Janeiro de 1952 na cidade de Serafina Corrêa-RS, Olides Canton passou nesta cidade toda a sua infância. Mudando-se para Porto Alegre, cursou a Escola Julio de Castilhos, tornando-se Bacharel em Comunicação Social pela FABICO/UFRGS em 1982. Trabalha como Jornalista desde 1970. Trabalhou na Companhia Jornalística Caldas Júnior, Jornal Zero Hora. No Jornal do Brasil e Revista Carga e Transporte atuou como free-lancer. Editor do Jornal de Bordo e Revista Fitness. Possui 9 livros publicados. Ganhou quatro prêmios de Jornalismo, um do Badesul, dois do Setcergs e um da ARI. Registro no Sindicato dos Jornalistas RS: 2776 - Registro Jornalista - Mtb 4959.

Telefone: (51) 3330-6803
e-mail: contato@deolhoseouvidos.com.br

Autor de inúmeros livros, Olides Canton firmou-se como um
exímio contador de histórias contemporâneas.
Conheça agora as obras do autor
© "de Olhos e Ouvidos"  -  Todos os direitos reservados
Os textos e imagens publicados neste site são de inteira responsabilidade de Olides Canton.


EDIÇÕES DO FITNESS

Edição 177 - feverero 2015
Edição 176 - janeiro 2015

Edição 175 - dezembro 2014
Edição 174 - novembro 2014

Edição 173 - outubro 2014

Edição 172 - agosto 2014

Edição 171 - junho 2014

Edição 170 - maio 2014

Edição 169 - março 2014
Edição 168 - janerio 2014
Edição 167
Edição 166
Edição 165
Edição 164
Edição 163
Edição 162

Edição 161
Edição 160
Edição 159
Edição 158
Edição 157
Edição 156
Edição 155
Edição 154
Edição 153
Edição 152
Edição 151
Edição 150
Edição 149
Edição148
Edição 147
Edição146
Edição145
Edição144
Edição143
Edição 142

Edição 141
Edição 140
Edição 139
Edição 138
Edição 137
Edição136
Edição135
Edição134
Edição 133
Edição132
Edição 131
Edição 130
Edição129
Edição128
Edição127
Edição 126
Edição125
Edição 124

Edição 123
Edição 122
Edição 121
Edição 120
Edição 119
Edição 118
Edição 117
Edição 116
Edição 115
Edição 114
Edição 113
Edição 112
Edição 111
Edição 110
Edição 109
Edição 108
Edição 107
Edição 106
Edição 105
Edição 104
Edição 103
Edição 102
Edição 101
Edição 100
Edição 99


ESTÃO À VENDA


Cidades vizinhas (A briga entre cidades gaúchas) • R$ 15


Cosi la ze stata (Breves histórias de Serafina Correa/RS) • R$ 20


Getulio Vargas, depoimentos de um filho (Maneco Vargas fala de Getulio) • R$ 20


Estradas do Rio Grande (A história da construção pesada no RS) • R$ 50

Mais a postagem. Procure pelo olidescanton@bol.com.br.


ANUNCIE NO SITE

Entre em contato conosco

Edições Anteriores do Blog