Blog de celebridades, fofocas, opinião e notícias



17
de abril de 2015

LEILOEIRA VENDE 3 CADEIRAS PERPETUAS DO BEIRA RIO EM CINCO MINUTOS

nESTA MANHAA NO AUDITORIO DO CAFF - centro administrativo do estado - a leiloeira Fernanda VON ZUCCALMAGLIO ( filha da vereadora Esther) vendeu em cinco minutos 3 cadeiras perpetuas do BEIRA RIO.

Elas eram da extinta CEE(Caixa Economia Estadual) que o Britto extinguiu em 1999.

( porque a CEE mantinha 3 cadeiras perpétuas no Beira Rio não se sabe. provavelmente pros diretores irem aos jogos. mordomia de estatal....)



O lance inicial de cada uma foi 57.936,00 reais, mas todas sairam por mais.

Daniela Silva, acompanhada pela mãe comprou uma por 60 mil reais.

foi a mais cara das tres.
Engraçado é que havia pouca gente no auditório.
E as cadeiras saíram rápido, em menos de 5 minutos, o martelo tinha batido nas tres.



Muito rápida no gatilha, a leiloeira - uma loira charmosa - dizia:

- dou-lhe uma, dou-lhe duas....

e lá vinha o lance....

Daniela Silva se deixou fotografar, e disse que é colorada....



Muitos leiloeiros experientes consultados por mim, achavam que o preço era muito alto:

- Não vão vender por este preço, disse Julinho Pacheco, um experiente leiloeiro que vendia camarotes do carnaval...

(Olides canton)

daniela silva que comprou umacadeira no beira rio hoje. estava lá com a mãe.

o leilão das cadeiras perpétuas do beira-rio realizado hj no CAFF

 

de serafina.



Inaugurou a nova rodoviária. tavam sem desde 31 demaio passado.!!!!!

depois de vários meses - foi fechada em 31.05.14 serafina conta com nova rodoviária. foi inaugurada esta aqui ontem de manhã pelo DAER, concessionário e pelo prefa BICO BRANCO.

Nahora da inauguração da nova rodoviária, olha lá os politicos....quando tinha fechado, sumiram(OC)

a nova rodoviária de serafina.

 

Show

grande show da betania.

estou chegando agora de lá....

quem puder ir hj que vá....

oportunidade única. acho que ainda há ingressos.

o público saiu de alma lavada.

2 hs de show....

canta de tudo, de raul seixas aos filhos de francisco....

 

LOBBY

a entidade esta onde são as coletivas é uma mera fachada....

* quem arrecada é a fecomercio, que agora fará nova sede....

* me disse isto um colega que entende do setor, não é o cascata( aquele que dizia que o trem teria só um trilho, afirmava peremptoriamente porque um engenherio lhe disse no dona maria, de onde ele não saía...agora virou abstemio....o coleguinha este...)

* esta entidade faz lobby...os empresários sempre se reúnem antes com o cara que é convidado...

* e é também um bom patrocinio que saía dali. é só ver o anúncio nos fundos do palestrante....

* tiram leite de vaca morta.

 

Victor hugo

não quer fechar cinemas da CCMQ

os 3 cinemas da CCMQ terão que trocar os equipamentos pro sitema digital. cada um custa quase 400 mil reais.

* O sec da cultura vitor hugo me disse agora de manhã que pelo menos um dos 3 ele quer com sistema digital. os outros dois não disse o que fará.

 

memorias novaiorquinas

O RACISMO NORTE - AMERICANO

Depois que desci naquele aeroporto em NYersey, fomos pra casa da Regina, uma portoalegrense casada com um nortemericano.

Lá estava sua mãe, que viera de POA, e sua tia , que mora no meio oeste dos USA,casada com um americano.

Não darei o nome de ambas....

Uma vive , a outra não sei....

Por acaso, eu não sabia nada disto,quando a Regina nos largou em Manhattan, era 17 de março( o ano 1987...acho)...

Manhattran estava tomada pelos irlandeses. claro, era o dia da cidade....dia de Valentines Day, o dia dos namorados....

quando cruzamos a quinta avenida, a tia da regina, que mora no meio oeste,começou a gritar pra irmã:

- Olha eles aí...olha eles aí....

Referia-se aos negros....

Ela tinha medo e enquanto caminhavamos na multidão, quando aparecia um, ela dizia:

- Olha eles ai.....

Passamos o dia em Manhattan e somente voltamos a noitinha pra casa.

Me impressionou os irlandeses com seus foles de gaita...era ainda frio.

Estava tendo meu primeiro contato com Manhatan, que tanto tinha visto em filmes....(OC)

 

NY

Laurinho da venancio viaja a NY por estes dias. espero que pelo menos mande material

* tem um local em NY que a gente compra ingressos em liquidação de peças de teatro.

* O Lauro Schirmer sabia bem estes esquemas de terceiro mundo

* um passeio pelo rio Hudson com aquele barco vale a pena

 

MOLECAGEM DO LAURO SCHIRMER: tv GAUCHA FORA DO AR....

Foi em junho ou julho de 1964 , numa 4 feira, que a Esquina Modas, uma loja da rua da praia colocou uma mulher só de monoquini - apenas a parte debaixo - desfilando ...aquilo encheu de gente e foi a sensaçãod atarde.

Lauro Schirmer que fazia um noticioso na tv gaúcha conseguiu que a monoquini fosse a noite no noticioso.

- eu naõ estava lá naquele dia porqu era meu dia de folga, conta julio pacheco, que era o apresentador do programa.

mas sei que a monoquini, que era feia, era uma mulher paulsita, apareceu caminhando pra lá e pra cá no fim do programa, já com os créditos passando encima dela.

Mesmo assim, Paulo Brossard, então secretário da Justiça de Menheghetti - por isto que dizem que ele apoiou o golpe militar, mas Brossard era do PL, nunca foi pra Arena - tirou a TV Gaucha do ar.

- Ele e o Mauricio tiveram uma discussão...lembra Julio Pacheco, sem entrar em detalhes.

Fernando Ernesto Correa dizia que Brossard não podia fazer aquilo, mas a decisão foi por cumprir as 24 hs de suspensão que foram cumpridas no dia 11 de setembro de 1964:

- Era tb uma 4 feira, lembra Pacheco. Naquele dia ninguém foi trabalhar.

Julio diz que Lauro,apesar da carranca de sério e de formal, era muito gozador.

Esta molecagem,digo eu, custou 24 hs fora do ar da TV Gaucha.

O dono,sem faturar, cumpriu mas ficou furioso,tanto com Brossard como com o eidtor do noticioso(OC)

 

DO MENINO DEUS

TV registra arrombamentos


PMs a pé voltaram a fazer parte da paisagem após reunião com autoridades

POR BERTRAND KOLECZA

Na manhã desta quinta-feira, 16/04/15, uma equipe de reportagem da RBS TV entrevistou comerciantes que tiveram seus imóveis arrombados no Menino Deus. Uma casa de croissants, dois salões de beleza, uma academia de ginástica, um gráfica expressa estão entre os estabelecimentos que foram arrombados e furtados nos últimos 40 dias, apenas em um trecho pequeno do bairro, compreendendo quatro a cinco quadras da avenida Getúlio Vargas e transversais.

No último dia 25/03, 250 pessoas compareceram a uma reunião no Grêmio Náutico Gaúcho para reclamar da situação terrível de assaltos a pedestres, assaltos a casas comerciais, roubos a pedestres, furtos em coletivos. Uma das causas para esta epidemia de criminalidade, segundo o representante da BM naquela reunião, é a "cultura da impunidade" que hoje vigora no país todo. Segundo ele, o 1o BPM prende seis pessoas por dia, em média, em ações de policiamento. Mas a maioria acaba solto em pouco tempo, desmoralizando e desmotivando o trabalho dos policiais. Desde então, o policiamento no bairro melhorou, com PMs a pé, de moto e de bicicleta. Mas os arrombamentos ocorrem à noite, quando já não há policiais nas ruas para inibir sua ação.

 

Paralisação

quarta feira no meio da tarde. na pr. paraobé, povo sem onibus. greve dos motoras.

 

Colocando as coisas no lugar - A "dama de vermelho"

Enviada: Quinta-feira, 16 de Abril de 2015 12:52
Para: olidescanton@bol.com.br

COLOCANDO AS COISAS NO LUGAR - Para ver como era irresponsável a UH: não havia"dama de vermelho" nenhuma. Isso me confessou o próprio inventor da coisa. Irresponsabilidade e falta de respeito total diante do drama q acontecera no casarão da Sto. Ângelo. Como a Polícia batia cabeça e andava às voltas sem chegar a lugar nenhum (como ñ chegou até hoje), inventaram a história da "dama de vermelho" para tentar manter o assunto vivo. Para a UH o q interessava era o sensacionalismo. Qto ao q tu viu examinando a coleção da UH, bem, cada um vê do jeito q lhe convém. Na época dos fatos, a UH era vista simplesmente como lixo.

 

zh

N concordo com o laurinho que a ZH tenha sido um ' jornaleco'...o que diziam era ' expreme e sai sangue'....

* é um tipo de jornalismo.

* mas eramelhor que o DG de hoje, sem dúvida.

 

Band

ojr. gente sem o alemão fica mais pobre....

* está em hannover, onde vai todos os anos....patrocinado pela favorit.

 

HANNOVER

o fabio marçal veio como estepe a hannover.

* não tinha ng aqui em porto alegre e aí mandaram o marçal.

* o alemão da band é outro que sempre vai.

 

Órgão

 

AINDA A NOTA SOBRE O SALA DE REDAÇÃO.

no que tenho aqui não lembro do cabral....vou ver, mas o cabral filho não apitou muito no salaq, quem mais fez história lá foi o pai dele...o velho cid. tem outra coisa, o sala não é mais o bicho que era. hj tem na band, na guaiba, na grenal,tudo no mesmo horário, assim que o sala é apenas mais um programa domeio dia....já foi o que era.

outro coisa, leal. originais são poucos....(OC)

From: EDUARDO LEITE LEAL
Sent: Qua 15/04/15 21:40

Boa noite, Olides. Não saberia te precisar a data, mas lembro que li o depoimento do Wianey, afirmando que saiu após a chegada dos novos comandantes (portanto, final dos 80 - início dos 90 ). O livro foi escrito em comemoração ao aniversário do programa _ 30 anos à época, acho eu _, e traz depoimentos muito francos dos debatedores, especialmente do falecido Cláudio Cabral (grande nome) e do Wianey Carlet. Quem encontrar o livro, deve ler. Cordialmente, EDUARDO L. LEAL _ P. ALEGRE/RS

 

FILMAR: ATIVIDADE ÁRIDA

por Eron Duarte Fagundes

Filmar é um ato árido. Exige uma certa ordem e uma certa minúcia. Mesmo quando o espírito é apanhado dentro de seu caos. Mas boa parte do cinema que vemos nas telas glamuriza este ato: converte uma energia árida num luxo estelar. O português Pedro Costa, em Onde jaz o teu sorriso (2001), vai na direção contrária ao comum: fazer retornar o ato de filmar à sua aridez primitiva. Mesmo o terrível existencialismo de criação de Oito e meio (1963), do italiano Federico Fellini, apresenta um charme intelectual de que o realizador lusitano abdica para deixar diante do espectador o grão essencial, quase uma célula bressoniana, não fossem algumas circunvoluções mais próximas do Tejo.

Para edificar esta estrutura seca, impávida, Costa sai em busca de dois cineastas franceses que formaram ao longo da história um ente só, o casal Danièle Huillet e Jean-Marie Straub. Costa os surpreende quando montavam uma terceira versão do filme Sicília. O documentário exacerbado de Costa se passa quase todo na mesa de montagem onde Danièle e Jean-Marie tergiversam e fazem o filme. Ele fala muito: teoriza, Ela corta os pedaços de celuloide e exibe as cenas numa espécie de moviola. O cinema como pedaços de frases e de imagens é a visão de Pedro Costa sobre a criação de Danièle e Jean-Marie. As falas de Jean-Marie e os contrapontos das coisas repartidos em imagens e palavras na telinha monitorada por Danièle são tudo o de que a observação sobre cinema de Costa necessita para expor-se assim: uma reflexão cinematográfica.

Pedro Costa é mais um diretor português de exceção desconhecido por aqui. Assim como Danièle e Straub permanecem também à margem das referências fílmicas mais evidentes. É claro: pensando na vida no set ou na sala de montagem como uma série de gestos áridos, tornam à energia inicial do cinema e fogem àquela ideia de que filmar é gostoso e o observador pode partilhar deste gostoso, como certa vez escreveu Pauline Kael sobre um filme de Brian de Palma.

 

de Serafina

Serafina Corrêa está entre as 35 cidades mais igualitárias do Brasil!

A conceituada Revista Exame divulgou, no dia 14 de Abril de 2015, importante levantamento, com as 35 cidades com menores índices de exclusão social do Brasil, publicado pela Editora Cortez. Para chegar a essa lista, os pesquisadores Alexandre Guerra, Marcio Pochmann e Ronnie Aldrin Silva elaboraram um Índice de Exclusão Social (IES), com base em sete indicadores: pobreza, emprego, desigualdade, alfabetização, escolaridade, juventude e violência. Cada um desses itens recebeu um peso, dentro do IES. Segundo o levantamento, as 35 cidades com menores índices de exclusão social ficam nos estados de Santa Catarina (13 municípios); Rio Grande do Sul (13 municípios); e São Paulo (9 municípios). Serafina Corrêa está em 18º no ranking das cidades mais igualitárias do Brasil, isso quer dizer que o município é um dos 35 que concentra os melhores índices em quesitos como emprego, escolaridade e violência, de acordo com o Atlas da Exclusão Social do Brasil. Confira a matéria completa no site: www.exame.abril.com.br, As 35 cidades mais igualitárias do Brasil

 

Coral da Terceira Idade de Serafina Corrêa na FEMAÇÃ

No dia 11 de Abril de 2015, o Coral da Terceira Idade, Projeto Social da Prefeitura Municipal de Serafina Corrêa, esteve participando do Encontro Regional de Coros que aconteceu na Femaçã, na cidade de Veranópolis. O grupo fez uma linda apresentação, cantando duas músicas e recebeu muitas palmas do público presente. Acompanharam o Coral o Regente Moisés Zaffari, o gaiteiro Mateus Lodi e a Orientadora da Terceira Idade Gabriela Assoni Grechi.

 

Prefeito em reunião com o Presidente do FNDE

O Prefeito Ademir Antonio Presotto esteve em reunião com o Presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Antonio Idilvan de Lima Alencar. A importante audiência aconteceu no dia 09 de Abril de 2015, em Brasília, e contou com a presença do Deputado Federal Luiz Carlos Busato. Foi uma importante oportunidade do Chefe do Executivo buscar apoio a projetos que visem à educação e a qualificação dos ambientes educativos.

 

Reunião com 11ª Região Tradicionalista

Na segunda-feira, 13 de Abril de 2015, a Secretária de Assuntos Especiais de Governo, Inelves Maria Pilotto Carnavalli, esteve em reunião com o Coordenador da 11ª Região Tradicionalista, Luiz Carlos Rigon, a Diretora Cultural da 11ª Região Tradicionalista, Adriana Borrile, a Patroa do CTG Sinuelo da Serra, Vanda Corrêa Trento, e a Agregada das Pilchas, Neura Roso Rossetto. A visita da Coordenadoria Regional teve como finalidade a organização da 46ª Ciranda Cultural de Prendas e do 28° Entrevero Cultural de Peões, em sua fase regional. Os eventos acontecerão em Junho deste ano e terão a coordenação do CTG Sinuelo da Serra, com apoio do Poder Público Municipal. O município receberá mais de 60 candidatos, envolvendo 25 municípios e 39 entidades tradicionalistas, que serão envolvidos em dois finais de semana com provas de cunho artístico, cultural e campeiro.


16
de abril de 2015

MEMÓRIAS NOVAIORQUINAS

DESCENDO EM NEW JERSEY

minha ida a NY começou por Miami. Fui num congresso internacional de transporte.

Fiquei hospedado num big hotel em Miami.

( podem ficar com inveja, tenha blindado isto tudo....)

depois fui a NY.

No congresso não entendi quase nada pq era tudo em ingles e eu entendo pouco.

Neste congresso estava presente a mãe de um americano que morava em Washington. Este cara representava uma empresa aqui de porto alegre que tinha me convidado pra ir a Miami.

Depois das refeições, quando eu pegava(ainda pego) um palito, a véia ficava horrorizada:

- Vcs parecem índios africanos com estes gestos!

pobre veia.

Ela falava ingles mas um colega me traduzia o horror da veia.

Foi depois de quase uma semana em Miami que voei a NY num voo comercial interno.

De Miami despachei algumas coisas pra porto alegre, que o emissário que as trouxe largou num ponto onde só fui reaver muito tempo depois. Ele não teve nem a gentileza de mandar entregar no endereço que eu havia pedido.

Em Miami havia visto muito velho e só fui entender isto quando desci no aeroporto de New Jersey, acho que o nome é Net alguma coisa. precisa procurar mas no momento não tenho saco. não é o presidente kennedy, é um aeroporto onde descem voos internos.

Aí fui entender que aquela velharia de Miami era porque no inverno eles descem da costa leste rumo a miami onde tem sol. era março, se não tou enganado e ainda fazia frio em NY.
No aeroporto me esperava a regina e sua mãe, que estava de visita aos USA...(OC)

 

Eliseu Padilha

a coletiva do padilha sobre aviação não deu p...nenhuma. todos repercutiram o caso da terceirização. era isto que foram fazer o valor, o globo, jc, zh entre outros.

só tinha lá um reporter que queria saber do aeroporto de vila oliva( que é um vilarejo....)

a colunista rosane aparecida de lenço verde chegou tarde, mas padilha a acomodou ao lado dele. e a 'bajulou' muito durante a coletiva, citando seu nome várias vezes....

* dos demais presentes, ele não citou ng pelo nome.



* paDILHA ME PARECEU simples, não o via há anos....

* pelo que entendi está no NUCLEO DO PODER DE BSB, sem que tenha um cargo pra isto....

 

PADILHA



no elevador hoje disse ao min padilha que o kolecza está em tratamento de saúde.

* perguntou o que seria.

* um aspone se apresentou e disse.

Padilha quando prefeito ' contribuia' com um jornal muito combativo que kolecza fundou quando saiu da ZH. nome do jornal DENUNCIA. quem quiser conhecer vá ao MCSHJC.

* e hoje se lembrou muito bem de quem eu falava.

* e o respeito do veio kolecza como profissional.

 

 

Coleguinhas

a coleguinha patricia comunello do jc, se agacha pra falar no cel. durante coletiva do padilha....



é uma loucura como ficam agitados os repórteres antes da coletiva. depois tudo passa....

 

Coleguinhas

RENATÃO BOURROUCH, do cp, estaria assessorando o Padilha aqui no RS?

 

padilha



FELIPE VIEIRA CHEGOU MEIO ' EXIBICIONISTA' NA COLETIVA.

* o editor do site imprensa livre rs fez umas perguntas cabeludas a padilha. que respondeu.não se furtou...

 

BO, HJ VOU VER A MARIA BETANIA....

* GRAÇAS AO JULINHO DA FIERGS E A SIRLEY QUE GENTILMENTE MANDOU AQUI PRA GENTE OS CONVITES.

* COMO DIZIA O COLUNISTA AQUELE DO RIO, SORRY PERIFERIA.....

 

SANTANDER

O PRESIDENTE DO BANCO SANTANDER, JESÚS SABALZA ANDOU POR PORTO ALEGRE, HOJE QUARTA FEIRA.

* FOI VISITAR O SANTANDER CULTURAL....

* QUE NÃO TEM ASCENSORISTAS NOS ELEVADORES, MAS IMPROVISARAM DUAS MOÇAS COMO TAL....

 

Coleguinhas

DIFERETE DO QUE AS RADIOS DIZEM NESTA 4 F, O DIA AQUI AMANHECEU COMO UM FERIADO. UM POUCO DIFERENTE.

* IMPRESSIONANTE COMO O VANDERLEY CAPPELARI, DA EPTC, CONVERSA ' BEM' ESTES CARAS DA MIDIA QUE ESTÃO SP DESINFORMADOS.

* SO SABEM AS COISAS PELA INTERNET.

FALO DA BAND E DA GUAIBA QUE OUÇO DE MANHA.

* NA GUAIBA DAVA PENA, SO SABIAM AQUILO QUE OS OUVINTES MANDAVAM DIZER.

* TOTALMENTE PERDIDOS.

* NA BAND NÃO ERA MUITO DIFERENTE.

* NÃO MONTARAM NENHUM ESQUEMA DE COBERTURA.

NA GUAIBA ESTA 4 F, O FABIO MARÇAL ENTRA DA ALEMANHA COM ENTREVISTA GRAVADA....

* E AQUI TUDO PARADO...

* NA BAND COMEÇARAM ANTES DASW OITO DAR BOLETINS DA CARRIS....

COMO DIZIA O REGIS DEBRAY, A IMPRENSA CHEGA SEMPRE DEPOIS QUE A HISTORIA ESTÁ ESCRITA....

 

JN

os veinhos do JN

 

Me contaram

eu sei é a editora....é puro ciúme do talento dela.(OC)

Enviada: Quarta-feira, 15 de Abril de 2015 13:00
Para: olidescanton@bol.com.br

Me contaram q uma das tuas atuais ídolas da ZH está levando uma surra das seguidoras dela na internet. Ñ aguentam + tanta futilidade.

 

Colocando as coisas no lugar

lauro tu te esquece, ou não sabe que eu fiz um livro sobre a UH. e por isto tive que ler toda a coleção no museu. li até toda aquela história do Jockmann sobre a dama de vermelho(OC)

Enviada: Quarta-feira, 15 de Abril de 2015 12:58
Para: olidescanton@bol.com.br

COLOCANDO AS COISAS NO LUGAR - Tu ñ viveu a época da UH. Tu nem tava em PoA nesta época. Tu veio para PoA só em 1969, muuuito tempo de pois q a UH do Samuel Wainer tinha ido para o saco. E duvido q a UH chegasse a Serafina. Quer dizer, tu só sabe da UH de ouvir dizer. A UH, na verdade, só é levada a sério por quem tem interesse em q a história seja reescrita. Na época, a UH era considerada com o maior desprezo. Na essência, era um jornal do tipo "espreme-sai-sangue" com algumas fotos de vedetes do teatro rebolado em "trajes sumários", como então se dizia. Pura apelação. Coisa bem no tipo "Notícias Populares". Ou seja, um jornal sensacionalista q enfatizava o "mondo cane". Um jornaleco, sim. Os gaúchos, acostumados com a FT, a F. Esportiva, o CP e o Diário de Notícias, desprezavam a UH. Q recebera financiamento do BB, para ser um jornal "chapa branca", de defesa dos interesses do Dr. Getúlio, mas nem isso o S.W. fazia direito (há registro histórico de reclamação do G.V. neste sentido). O S.W. tinha o DNA de jornalista sensacionalista (como de resto todos os jornais cariocas da época) e acabava privilegiando a bagaceirice do mundo cão e esquecia de defender o Governo. O pior é q a existência da UH acabou acirrando o ódio dos Chateaubriand, Marinho e Lacerda contra o "Velhinho" e deu no q deu. Ninguém me contou isso: eu vi.
A ZH pouco a pouco tentou se afastar desta herança maldita. Qdo andei pior lá - de 71 a 74 - a bagaceirice da crônica policial na capa se limitava a um rodapé em negativo (na época do S. W./Ary de Carvalho, a manchete era geralmente policial). Quer dizer, depois q os irmão Jaime e Maurício assumiram, tratou de ñ ser mais o jornal do tipo "torce-sai-sangue" q volta e meia tu diz q era. Qdo tu apareceu por lá, já ñ era +. Mas nunca deixou de ser um jornaleco, um jornal menor, q teve uma fase um pouco melhor depois q a Caldas Júnior fechou e ela ficou sozinha no mercado. Uma fase q agora acabou em decorrência do seu próprio artificialismo e da realidade dos novos tempos, a realidade da nova Economia e das novas tecnologias. Os fatos são estes, o resto é lenda.

 

Um mérito da UH

disto eu não sabia(OC)o que sei é que li muito o jornal qdo fui fazer o livro nos anos 90 e aquilo não era jornaleco nem aqui, nem na china(OC)

Enviada: Quarta-feira, 15 de Abril de 2015 16:50
Para: olidescanton@bol.com.br

UH tinha um mérito: os releases iam direto para o lixo. Ñ tinha nem essa lorota de hoje em dia de serem considerados "pauta".
Pq jornalismo à base de releases é o fim da picada.

 

do Terra

"Gisele nunca aceitou um 8,5", diz diretor de escola no RS

Na adolescência, Gisele Bündchen sofria bullying na escola por ser alta e magra e não arranjava namorado

Daniel Favero

A vida dá voltas, Gisele Bündchen é um exemplo vivo disso. Quando era adolescente em Horizontina, cidade onde nasceu, sofria bullying na escola por ser alta e magra. Era chamada de Olívia Palito, não arrumava namorado e era o patinho feio da família quando colocada ao lado das irmãs. Quem conviveu com ela nessa época jamais imaginaria que pouco tempo depois ela se tornaria a modelo mais bem paga de mundo no ano passado. Por outro lado, capitã do time de vôlei, a modelo fazia de tudo para se dar bem no esporte e tirar notas boas.

“Gisele nunca aceitou um 8,5. Sempre buscou mais no esporte, na dança, no teatro e no que ela fazia. Ela não se contentava com pouca coisa, sempre ela queria o máximo, era uma coisa assim”, lembra o diretor da escola onde a modelo estudou na infância, Sedelmo Desbessel.
  
Foto: Daniel Favero / Terra

O diretor do Centro Tecnológico Frederico Jorge Logemann - escola onde Gisele estudou de 1983 a 1994- conta que tinha uma relação muito próxima com a família Bündchen, e até hoje guarda lembranças do tempo em que ela estudou por lá. “Eu tive a felicidade de carregá-la no colo, até pela minha ligação com a família, fora a Raquel, todas as outras filhas se criaram todas aqui na escola”, conta.
“A Gisele só tinha uma opção, que era ser atleta de vôlei. Porque ela era um palito, super-magra, diferente da irmã gêmea que tinha um corpo mais cheinho e teoricamente era a mais bonita, comparado com a outra. Não que o rosto não fosse bonito, mas ela era um esqueleto... então ela quando passou aqui sem ter namorado era muito difícil. A Gisele era tão magra que... ela arrumava namorado para as outras amigas, não que ela não quisesse, mas ninguém queria ela”, lembra Debessel.

Reprodução

Foto da equipe de vôlei

Foto: Daniel Favero / Terra

Carteirinha de vôlei de Gisele

Como era muito alta e magra, conforme foi se desenvolvendo, Gisele começou a ter uma postura encurvada. E por conta disso a mãe, Vânia, resolveu inscrever ela e a irmã Patrícia, para o curso de manequim que estava sendo promovido por Dilson Stein.
O objetivo era apenas melhorar a postura, mas o descobridor de modelos, convencido do potencial de Gisele, não sossegou até convencer o pai, Valdir Bündchen, de que a filha tinha talento. “Tem uma coisa importante, a família tomou uma opção muito forte. Porque o Valdir não queria de forma alguma. Ela acabou participando porque o Dilson Stein acabou fazendo um curso de modelo. E como a Gisele era muito alta e estava se desenvolvendo fisicamente, começou a se encurvar, e a mãe dela resolveu colocá-la no curso para melhorar a postura. Só que aí ela estourou e não teve mais como o pai segurar”, lembra Debessel.

Foto: Daniel Favero / Terra

Quadro que a modelo trouxe de presente para os professores depois de viagem ao Japão

Na época em que foi descoberta, Gisele teve dificuldades para terminar a 8ª série por conta das faltas provocadas pela carreira que se iniciava. Uma tia chegou a fazer a matrícula para 1º ano do ensino médio, mas ela não chegou a frequentar. Até hoje Debessel se pergunta se ela conseguiu concluir os estudos. Mas, apesar da impossibilidade de continuar na escola, ela demonstrava que sentia carinho por aquele lugar. Tanto que ao voltar de uma das viagens que fez ao Japão trouxe de presente para os professores um quadro que até hoje está na sala dos professores.

Foto: Daniel Favero / Terra

Sedelmo Desbessel, diretor da escola onde Gisele Bündchen estudou

Mesmo depois de ter deixado Horizontina há 20 anos, por mais que se diga o contrário, Gisele ainda tem relações com a cidade. Ela é responsável por um projeto que recuperou a nascente do rio Lajeado Pratos, que foi tocado pela família, e há alguns anos esteve lá com o marido, o astro de futebol americano Tom Brady, onde tomou sorvete na Casbel, para espanto até do dono da sorveteria.

Foto: Daniel Favero / Terra

Casa onde Gisele passou a infância e parte da adolescência

No entanto, os mais jovens já não têm lembranças pessoais com Gisele. Enxergam a conterrânea como uma celebridade e supermodelo. Tanto que essa última passagem por Horizontina acabou inspirando uma peça teatral encenada pelos alunos da escola onde ela estudou. A produção “O casamento de Gisele Bündchen”, que fez uma paródia com o rebuliço causado pela presença da filha ilustre.

Reprodução

Peça "O Casamento de Gisele Bündchen" idealizada e encenada por alunos da escola onde a modelo estudou

“O grupo se inspirou em um fato inusitado que foi a passagem dela pela cidade e fez uma comédia”, explica a professora Cida Berwanger de Andrade, responsável pelo grupo de teatro da escola. A trama se passa em meio a um programa de TV com a participação de famosos e de amigas imaginárias de Gisele.

“Vinha o repórter entrevistar sobre o casamento, tinha o padre, a mãe, a vovó, no final a Gisele não queria mais casar, e a vovó casou com o padre... uma das amigas tinha ciúmes da Gisele, a outra era boa no vôlei, a outra queria ser modelo como a Gisele Bündchen , e dizia que ela tinha roubado o lugar dela, enfim, elas contavam como tinha sido a vida dela em Horizontina“, explica, dizendo que, no final, Gisele deixava o palco em cima de um trator de plástico da John Deere (fábrica que é um orgulho local) ao som da música tema do filme Titanic.
Paola Christmann, 14 anos, que interpretou uma das repórteres na peça, conta que apesar de não ter convivido com Gisele, as jovens de sua idade acompanham a carreira da modelo e se inspiram com sua história de vida de uma menina que saiu de uma cidade pequena para ganhar destaque internacional.
“A gente sempre vê o que ela posta, acompanha e até se inspira. Pensa: ’é de Horizontina’, a gente também pode ter essa possibilidade de um dia, quem sabe, ser uma modelo... quem sabe a gente também consiga ser”, conta, para completar, “dá orgulho de saber que mesmo ela sendo tão rica e tão famosa ela não se desligou das origens ela veio para cá“.
Pedro Pinheiro pensa da mesma forma, “qualquer um pode se tornar uma pessoa importante, não precisa estar na mídia para isso, como é o trabalho de um professor. Eu faço essa comparação de que todos trabalhos são importantes, mas me inspira”, conta.

Foto: Daniel Favero / Terra

Pedro Pinheiro e Paola Christmann, alunos da escola onde Gisele estudou e atores da peça inspirada na passagem da modelo por Horizontina

 

do NH

'Castigada' pela Anatel, ligações de orelhões da Oi serão gratuitas

Medida já está valendo desde esta quarta-feira, inclusive aqui no Rio
Grande do Sul

A partir desta quarta-feira, 15, as ligações locais para telefones fixos
realizadas nos orelhões da Oi em 15 Estados não poderão ser cobradas. A medida é resultado do trabalho da Anatel no monitoramento dos patamares mínimos de disponibilidade dos telefones públicos da concessionária em sua área de atuação.

Na medição realizada no último dia 31 de março de 2015, a concessionária Oi não atingiu os patamares mínimos de disponibilidade nos Estados do Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Sergipe. A disponibilidade da planta de orelhões deve ser de no mínimo 90% em todas as Unidades da Federação e de no mínimo 95% nas
localidades atendidas somente por orelhões (acesso coletivo).

As chamadas devem permanecer gratuitas até que os patamares
satisfatórios de disponibilidade sejam alcançados, mediante aprovação da Anatel. Estão previstas novas medições para 30 de agosto de 2015, 29 de fevereiro de 2016 e 30 de agosto de 2016 e a cada seis meses.

 

a polemica dos batuques

 

A DESCOBERTA DO OUTRO NO DESERTO AMERICANO

por Eron Duarte Fagundes

Tommy Le Jones é um veterano do cinema americano. Mais como ator. Mas é um ator que de alguma maneira determina certos rumos do cinema de seu país: isto é, um ator autor. Dívida de honra (The homesman; 2014), dirigido por Jones, não deixa de ser uma suma de sua trajetória fílmica. Dirigido e também pondo-se diante das câmaras, o ator-diretor propõe uma reflexão insistentemente melancólica (mas é uma melancolia cheia de vivacidade e desejo estético) sobre as coisas da sociedade americana e de sua representação em imagem, o cinema particularmente.

Antes de mais nada, Dívida de honra é uma narrativa de intensidade plástica. O deserto americano de Nebraska é filmado em grandes e belos planos abertos que remetem ao faroeste, não como mimetização, mas atualizando os velhos conceitos. Há uma luz que vem do ponto do horizonte na fotografia que se choca meio delirantemente com a carroça em que vão as personagens, alguns deserdados do mundo social americano. No deserto, que é para onde o realizador remete suas criaturas, a reflexão sobre as coisas se torna mais aguda; isolado, o ser transparece, mais do que simplesmente aparece, e esta transparência transcende —e é pensando no prefixo “trans” que vejo a lenta transformação do cinema do concreto americano num veio emocional mais ou menos inesperado. Citado em Cinefilia: invenção de um olhar, história de uma cultura (2003), ensaios de Antonio de Baecque, o crítico francês Roger Tailleur aponta: “O cinema americano é o maior do mundo porque fala do concreto.” Certo; mas é preciso continuar os apontamentos: este concreto, como o concreto de cimento, precisa depois ser pintado; no caso do cinema, é a emoção que o pinta: é o que Tommy Lee Jones faz diferentemente.

Como intérprete, exubera. E ainda faz um dueto maravilhoso com Hillary Swank. E brinda o espectador com a aparição, breve, de outro mito americano moderno, a atriz Meryl Streep. Casando com extrema precisão os elementos de seu filme, Lee Jones faz de Dívida de honra uma obra tão clássica quanto atualíssima. As loucas conduzidas por Lee Jones e Hillary pelo deserto americano rumo de um tratamento médico são símbolos da própria demência social; o suicídio de Hillary é fruto de seu misticismo, e este misticismo só vai atingir o coração de Lee Jones, que faz uma personagem pragmaticamente americana, depois que ela morre. Ali, neste preciso momento, o egoísmo do homem faz sua descoberta do outro: no silêncio do deserto.



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OLIDES CANTON - JORNALISTA E ESCRITOR

Nascido em 16 de Janeiro de 1952 na cidade de Serafina Corrêa-RS, Olides Canton passou nesta cidade toda a sua infância. Mudando-se para Porto Alegre, cursou a Escola Julio de Castilhos, tornando-se Bacharel em Comunicação Social pela FABICO/UFRGS em 1982. Trabalha como Jornalista desde 1970. Trabalhou na Companhia Jornalística Caldas Júnior, Jornal Zero Hora. No Jornal do Brasil e Revista Carga e Transporte atuou como free-lancer. Editor do Jornal de Bordo e Revista Fitness. Possui 9 livros publicados. Ganhou quatro prêmios de Jornalismo, um do Badesul, dois do Setcergs e um da ARI. Registro no Sindicato dos Jornalistas RS: 2776 - Registro Jornalista - Mtb 4959.

Telefone: (51) 3330-6803
e-mail: contato@deolhoseouvidos.com.br

Autor de inúmeros livros, Olides Canton firmou-se como um
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