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"O Blog dos Colegas"

 



DO FUNDO DA MEMÓRIA (5)

 

Por Carlos Chagas

Título: O melhor porque outros foram piores

Não houve, nos artigos anteriores sobre os mais de quarenta anos do movimento militar de 1964, qualquer intuito megalômano de fazer história. Outro autor bem mais competente, além de mil vezes duplicado o espaço aqui perdido, talvez venha a suprir as necessidades de uma tarefa que apenas o futuro promoverá com isenção. Sem as paixões e os condicionamentos daqueles que viveram a deflagração e o desenrolar de um regime ates de tudo ditatorial, truculento e cruel.

Mas um regime não apenas marcado por essas características. Foi, também, um período em que o Brasil conseguiu garantir sua soberania, garantir a maior parte de seus interesses, crescer, afirmar-se como nação e resistir ao assalto infelizmente responsável, hoje, por nossa transformação em apêndice desimportante da quadrilha neoliberal que nos domina.

Existiu um propósito encoberto neste despretensioso mergulho no passado: a apresentação dos contrários quem sabe contribuirá para a óbvia conclusão de que o Brasil só sairá do sufoco através da superação de seus ressentimentos internou.

Ninguém foi, como ninguém é, completamente mocinho. Nem bandido. Durante os 21 anos em que governaram, os militares erraram e acertaram. Imaginaram-se detentores das verdades absolutas, substituindo o povo quando se tratou de promover as sucessivas trocas de guarda. Mesmo assim, importa registrar que nem eles, podendo tudo, tiveram coragem de impor a reeleição. Muito menos de entregar o patrimônio nacional aos estrangeiros ou de escancarar nossas nossas portas à especulação financeira predatória.

Castelo Branco aceitou a prorrogação de seu mandato por um ano, mas fez questão de acrescentar à mão, no texto de um dos atos institucionais, que ficava inelegível para o próximo mandato. Hoje, é unanimemente referido como o mais democrata dos generais-presidentes. Talvez tenha sido o menos ditatorial, na medida em que mandou investigar denuncias de tortura, aliás mal investigadas, e não admitiu a censura à imprensa. Esta, é claro, auto-censurou-se.

O presidente recebia jornalistas, para conversar informalmente. Abordava todos os temas, exceção de uma tarde de Sábado, quando, no Rio, convocou os repórteres políticos dos principais jornais. O Secretário de Imprensa avisou que aquele encontro seria diferente. O presidente estava constrangido e tinha um único assunto a esclarecer. Ele desceu as escadas do segundo andar do palácio Laranjeiras de cenho carregado. E nos pediu que encontrássemos uma forma de divulgar, quem sabe nas colunas sociais, não no noticiário político, que o casamento era uma página virada em sua vida. Viúvo, venerando e adornado a lembrança da mulher falecida há pouco, não pensava em outra união. Conseguimos esclarecer as coisas: Castelo ressentia-se de notas publicadas nas colunas sociais a respeito de seu possível casamento com Sandra Cavalcanti, deputada e então presidente do Banco Nacional de Habitação. Não queria magoar a colaboradora, que admirava muito e jamais foi responsável por aquela fofoca.

Durante seu período de governo mandatos foram cassados, prisões ilegais consumadas e torturas praticadas. Até direitos sociais se viram suprimidos, como a estabilidade no emprego. O Congresso ficou fechado alguns dias, depois da invasão armada da Câmara dos Deputados, com direito a tanques, metralhadoras e tudo o mais.

No reverso da medalha, Castelo Branco refez estruturas econômicas arcaicas, atacou como ninguém a corrupção, propôs ao Congresso o voto do analfabeto e uma reforma agrária que, caso executada, não existiria hoje o MST.

Costa e Silva passaria à crônica política como o mais injustiçado dos presidentes militares, autor do Ato Institucional número 5, o pior de todos, não fosse a revelação de haver empenhado a saúde e a vida na tentativa de dar a volta por cima e acabar com aquele instrumento de opróbio. Castelo não o queria como sucessor, fez tudo para evitá-lo, mas Costa e Silva, ministro do Exército, tinha mais tanques e soldados.

Empossado, tentou governar com a nova Constituição, sem a legislação excepcional então revogada. Não conseguiu, pressionado pelos generais radicais que o cercavam e não admitiam estudantes e povo na rua protestando contra a ditadura. Cedeu, menos de dois anos depois de feito presidente, quando resistir à truculência institucional. Cada general, cada coronel, cada cabo corneteiro julgava-se detentor do poder revolucionário, podendo praticar as arbitrariedades que bem entendesse. Prisões em massa, tortura e censura à imprensa aconteciam por iniciativa de certos chefes militares. Mas era ele o responsável.

Ajudado pelo vice-presidente Pedro Aleixo, Costa e Silva preparou a revogação do AI-5. Faltava uma semana para a solenidade, que também reabriria o Congresso, quando se viu acometido pela trombose cerebral. Ainda tentou, sem voz e sem movimentos do lado esquerdo do corpo, assinar com a mão direita o fim da exceção. O comando do cérebro já não chegava à caneta. Entrou em choro convulsivo e saiu da História.

Foi durante seu governo que o país começou a crescer. Não havia dívida externa impagável, nem crise do petróleo, nem desemprego. Investimentos maciços se fizeram em telecomunicações, petroquímica, industria naval e obras de infra-estrutura, entre elas a Transamazônica, a Ponte Rio-Niterói e os metrôs do Rio e São Paulo. (continua amanhã)

Recebo do sempre leitor atento..

( ou será que a Rosinha lê e ele copidesca???)


olides,
o dr. breno foi autuado pelo leite batizado com água produzido na GRANJA que ele tinha alí por perto de onde hoje fica o pólo petroquímico. confere o nome da granja com o pessoal que trabalhou bastante tempo na casa de caldas, tipo o mourinha. eles sabem tudo
haras é para criar CAVALO. em haras não tem vaca que dê leite. o haras do dr. breno, a propósito, se chamava 'haras do arado'.
essa história (ou lenda) da notícia sobre a autuação surgiu porque alguém foi lá reclamar para ele de uma notícia que o cp ou a ft publicaram. foi então que ele mostrou um recorte que tinha guardado sobre o tampo de vidro da escrivaninha. e comentou que, se nem ele escapava, como iria segurar nostícias referente aos outros. a notícia vinha com o 'dr.' e tudo (ele era formado em direito, como tantos o eram na época, o que os impedia, pelo menos, de escrever tanta bobagem como os jornalistas de agora produzem - já coloquei uma referência a este aspecto no meu blog)
abraço
lauro d.


DESENVOLVIMENTO


Zulke destaca interesse de empresários em investir no RS
O deputado federal Ronaldo Zulke (PT) representou a Câmara dos Deputados no Café com Energia, evento promovido pela Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP) na última quarta-feira (27) no Rio de Janeiro. Na ocasião, o governador Tarso Genro apresentou informações sobre o novo modelo de desenvolvimento do Rio Grande do Sul, em especial para o crescimento do polo naval.
Segundo Zulke, o diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Estrella, e o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Construção Naval e Offshore (Abenav), Augusto Mendonça, elogiaram as ações do governo do Estado. Ainda de acordo com o deputado, após a apresentação, empresários manifestaram, de imediato, o interesse em investir no Rio Grande do Sul, a exemplo de Nelson Naibert e Marco Pfizer.
Pré-Sal

O deputado Ronaldo Zulke informa que acompanha, na Câmara dos Deputados, o debate sobre a participação da indústria nacional no fornecimento de máquinas, equipamentos e componentes para a cadeia produtiva do pré-sal. Zulke propôs, inclusive, uma Comissão Especial para tratar do tema.

Prezado leitor

A muito custo fiz o serginho voltar. mas só eu sei o que me custou este acordo.

em primeiro lugar, não posso mais dizer que ele trabalhou no tempo da ditabranda...é que pegam no pé dele na tal mesa mais inteligente de brasilia.
agora só vou dizer que ele era o kid da Ultima Hora, onde só existiam comunas...e o engraçado é que quando fizeram o livro da Ultima Hora, colocaram todo mundo e não colocaram a ele. Desvio ou retaliação ideológica?


Estou testando o meu computador que voltou do conserto. Estava estragado. Minha namorada mineira, que diz entender desta máquina, resolveu fazer alguns consertos e deixou ele pior do que o time do Gremio.
Quanto a minha saude, está tudo bem. Se vestir a camisa onze do teu time,sou escalado na hora.
Hoje,mesmo ,com 77 anos nas costas,não perco pra ninguém daquele ataque, que mais parece um ataque de tosse.
Sergio

PS: Para não perder a viagem vai aqui duas notinhas.

O Sarney, que está voltando da Italia, onde na Pascoa, foi recebido pelo Papa Paulo VI, deixou de pintar os cabelos.Não se sabe se por vontade própria ou se foi ordens da patroa. Ele está aparecendo um tubiano. As pontas dos cabelos estão já brancas mas a raiz está cor de cajú.Por sinal um cajú horroroso, É coisa de nordestino(os nordestinos que me perdoem,mas eles tem cada uma...)
A outra notinha é que a dona Dilma,está arrancando os cabelos,também mal pintados.Depois que voltou da China chegou aqui e encontrou o país numa lerda. Tem mantido contatos diariamente com alguns de seus ministros e até porrada está ameaçando dar.O Mantega coitado é o que mais tem levado esporros.
A dona Dilma está furiosa com a inflação, a saude e com esta guerra da gasolina.
Já ameçou demitir meio mundo. Eu acho que a tal reforma do seu ministério,escolhida pelo Lula,e que deveria acontecer no final do ano,já deve começar logo, logo,Não aguenta até julho...


Sergio Ross

Neusinha Brizola

A morte do meu pai foi uma surpresa

Todas as fotos: acervo de Neuza Pinto Penalvo

Na Foto Fernanda Lima, Neuza e Gonzalo Penalvo, Neuzinha e Paulo César e Walter Prieb na Casa onde hj é o Memorial JG. em SB


Igreja Nossa Senhora da Conceição - Bairro do Passo - São Borja -07/04/97

Batismo de dois netos de Brizola e da Lara, filha do Paulo Penalvo, neta de Percy e Celeste Penalvo.


Percy Penalvo e o neto Gonzalo Penalvo Rohleder, Leonel Brizola e a filha Neusa Maria Goulart Brizola - Aeroporto de São Borja


Neusinha lê um Salmo na Missa de celebração do Batismo dos sobrinhos e da Lara - 07/04/98 - o celebrante foi o já falecido Padre Paulo Aripe.

 

Na primeira entrevista após a morte do pai, a
ex-cantora conta os últimos dias de Leonel Brizola, quer ser deputada e diz que ele preocupava a família pelo fato de comer demais
Luís Edmundo Araújo - revista Isto É Gente nº 256, de 05.07.2004
Caçula dos três filhos do político Leonel Brizola, morto de enfarte aos 82 anos na segunda-feira 21, Neusinha Brizola deu muito trabalho ao pai na juventude. Enquanto Brizola governava o Rio em dois mandatos (1983 a 1986 e 1991 a 1993), sua filha, hoje com 49 anos, aprontava. Em 1983, ela posou para a Playboy, em 1983, o que obrigou o pai a suspender a publicação da revista. E também envolveu-se com drogas. Os tempos de loucura, porém, ficaram no passado. Há 10 anos longe das drogas, a mãe de dois dos nove netos (Laila, 29, e Paulo César, 22) e avó de três dos quatro bisnetos (Túlio, 10, Breno, 4, e Marina, 2) de Brizola quer ser a guardiã do nome da família. Solteira após três casamentos desfeitos, Neusinha tem trabalhado como produtora de teatro, mas não descarta uma tentativa de entrar na política. A profissão de cantora, dos tempos de Mintchura, seu único hit, há 15 anos, é que está definitivamente sepultada. Agora só canto no chuveiro, diz.
O que pretende fazer após a morte de Leonel Brizola?
Quero atuar como guardiã do nome da família. Tenho que honrar esse nome por mim e por tudo que meu pai fez. Não houve político mais investigado do que ele no Brasil e ninguém provou nada contra. Todos os herdeiros, netos, filhos, temos de ter essa coerência, essa honestidade em respeito à memória dele, para não deixar ninguém aparecer do nada usando o nome dele.
Acha que existe esse risco?
Não, absolutamente. Ele deixou netos. Tem o Carlito (de 25 anos, filho de José Vicente, primogênito de Brizola) que já é candidato a vereador no Rio de Janeiro. Sairá como Brizola Neto e nós da família já nos fechamos em torno dele. Para as futuras eleições, tem também o meu filho Paulo César, que trabalhava com meu pai desde os 13 anos. De repente, até eu posso entrar na política.
Pretende entrar para a política?
Por enquanto ainda é tudo prematuro, mas existe essa possibilidade. Não para esse ano, quando nosso candidato será o Carlito. Mas tenho vontade, talvez, de me candidatar a deputada federal em 2006. É uma questão de conversar com o partido. A vontade de seguir os passos do meu pai está no sangue, até para manter essa chama acesa.
Tem outros projetos com relação ao seu pai?
Quero participar ativamente dos trabalhos na Fundação Alberto Pasqualini (fundação que desenvolve projetos sociais, ligada ao PDT, que, como o partido, era presidida por Leonel Brizola). Minha preocupação é manter vivo o nome Brizola. Gostaria de fazer como a Lucinha Araújo fez com o Cazuza e a Viviane Senna, com o Ayrton Senna.
Desde quando você se interessa por política?
Tivemos uma vida muito sofrida. Vivemos no exílio durante a ditadura militar. Tudo isso tornou toda a nossa família muito politizada. Lemos jornais todos os dias, temos nossa ideologia, acompanhamos tudo. Meu pai conversava muito com todos nós. Víamos o trabalho dele. Ele nos deu o exemplo. Foi uma jóia rara, uma grande escola.
Qual foi o momento mais duro na vida da família?
O golpe militar de 1964. Era pequena na época, tinha 9 anos. Não tinha muita noção das coisas, mas para mim foi como se tivesse ido dormir como princesa e acordasse como sapa. Meu pai foi para a clandestinidade e nós tivemos de sair do País. Ficamos com a minha mãe num hotelzinho de Montevidéu. Minha mãe rezando o terço, a gente rezava terço todo dia, pedindo para o meu pai ficar bem. Minha mãe fazia todo mundo ir à igreja todo dia.
E os últimos dias de seu pai?
Fiquei com o meu pai praticamente o tempo todo depois que ele voltou do Uruguai (na quarta-feira 16). Apesar de estar de cama, ele estava bem, animado. Foi um enfarte fulminante. Graças a Deus, ele não sofreu nada, não teve que ficar entrevado numa cama. Morreu dignamente, com as mãos limpas. A morte do meu pai foi uma surpresa. Na véspera ele estava ótimo, conversou comigo, quis saber da família, se estava tudo bem.
Ultimamente a saúde de Brizola preocupava a família?
Tínhamos uma preocupação normal com alguém de 82 anos, mas meu pai era um homem sem vícios. Não fumava, só bebia um vinhozinho de vez em quando, tinha uma vida muito regrada. Seu único problema era que comia de tudo. Comia lingüiça no café da manhã, gostava de mocotó, rabada, e sempre o arroz de carreteiro acompanhando. Mas meu pai era um touro. Às vezes, não agüentava o pique dele.
Como assim?
Na campanha de 1998, quando ele era vice da chapa do Lula, fui com ele para Bom Jesus da Lapa, na Bahia. Estava de salto, andando ao lado dele, mas eu não agüentei. Pedi para sentar no jardim da casa de uma senhora de lá enquanto meu pai seguiu com a passeata, sem demonstrar nenhum cansaço. Na volta da passeata é que me encontrei com ele de novo. Talvez por isso a ficha ainda não tenha caído direito pra mim. Ainda está o número do telefone dele no meu celular. De vez em quando me esqueço e tenho o ímpeto de ligar para ele. Ainda não assimilei direito.
Leonel Brizola era avô coruja?
O mais coruja de todos. Ele adorava quando levávamos as crianças ao sítio da família em Itaipava (região serrana fluminense), para almoçar nos domingos. Ele gostava de comer melancia com as crianças depois do almoço. Abria a melancia no jardim e ficava lá, comendo com os netos e os bisnetos.
Como estava o relacionamento de vocês, ultimamente?
Meu pai sempre foi um aglutinador na política e na família. Procurava manter todos debaixo da asa. Comigo, especial-mente nos últimos anos, era uma coisa de eu ligar dizendo que estava com dor de garganta e ele mandar na hora o motorista me trazer um remédio. Nos falávamos praticamente todos os dias. Ele trazia ovos do sítio e me mandava sagu (espécie de canjica fervida com vinho), que ele também adorava. Perdi um amigo. Meu pai era um fofo.
Qual foi a última briga entre você e seu pai?
Faz muito tempo, uns 10 anos. Foi na época em que eu tinha problemas com drogas. Hoje estou limpa, só fumo um cigarro de vez em quando. Filho sempre briga com o pai, ainda mais a gente, que tinha o mesmo temperamento. Mas o engraçado é que depois de todas as brigas eu sempre dava o braço a torcer. Ele me cantava, vai acontecer isso", e acontecia.
Pode dar um exemplo?
Meu primeiro casamento (com o produtor Franco Bruni, em 1983). Ele dizia que não ia dar certo e não deu. Meu pai sempre tinha razão, era impressionante. Inclusive, antes
de casar ele nunca quis conhecer meus namorados. Dizia
que eu mudava muito de namorado e que iria acabar confundindo os nomes.
O ex-governador falava da briga com o José Vicente (filho de Brizola, rompido com o pai desde 2000 e que tinha ligações com o PT)?
Não. Isso já passou. A família agora está unida, em memória da minha mãe (Neusa Goulart, morta em 1993) e de meu pai.
Como a família viu a reaproximação do secretário de Segurança Anthony Garotinho e da governadora Rosinha Matheus com seu pai (Na véspera da morte de Brizola, Rosinha e Garotinho estiveram na casa do ex-governador para lhe oferecer a candidatura à prefeitura numa coligação com o PMDB)?
Estamos observando, o futuro dirá. Eles foram muito
gentis em oferecer o Palácio Guanabara para o velório. Colocaram-se à disposição desde o início. Eles me abraça-
ram, me deram os pêsames, mas não conversamos porque naquele momento não tinha como.
O que achou das vaias ao presidente Lula no velório?
A família não concordou, tanto que tentamos impedir. Mas
não era só o meu pai que estava insatisfeito com o governo.
O Brasil inteiro está um pouco decepcionado, esperáva-
mos uma mudança que não ocorreu. E esse salário mínimo
é uma vergonha. Ele é que deveria viver com R$ 260 para
ver como é bom.
Chegou a falar com Lula no velório?
Nós todos da família pedimos para ele continuar a obra dos Cieps, em homenagem a meu pai, mas ele não pôde responder. Estava muito tumulto, tinha muita gente.

Os jogos da dupla GRENAL são na quarta-feira

Por Luiz Oscar Matzenbacher

Levantei do sofá às 21h30min de quinta-feira, com o corpo dolorido, cansado, as pernas latejando, como se eu tivesse participado da peleia entre o Peñarol 1 x 1 Internacional, disputada bem longe de minha casa, no Estádio Centenário, em Montevidéu. Fui até a sacada, respirei fundo o ar gelado e salgado do Pampa misturado à maresia. Beberiquei um gole do vinho branco seco moscato Del Grano e disse, "escapamos por pouco". Foi o jogo mais tenso, disputado, difícil que eu eu acompanhei pela TV nos últimos anos. Mas o Internacional de Falcão soube suportar a pressão, a velocidade e a garra habilidosa da equipe uruguaia. Por isto, posso responder afirmativamente, do ponto de vista colorado, à pergunta que segue.
-Teremos mesmo um GRENAL na Libertadores, apesar da piada que circula na Rua dos Andradas, a Rua da Praia, no Centro de Porto Alegre, afirmando que o futebol do Grêmio é imortal, mas só enquanto dura?"
Ficou difícil chegarmos ao GRENAL da Libertadores, depois de Grêmio 1 X 2 Universidade Católica, em pleno Olímpíco. Mas, imortal é imortal. Quem duvida?
A tarefa do Internacional nessa quinta-feira foi duríssima. O Peñarol, no Centenário, foi mesmo mais firme que assado de tira de costela de nelore tostado na brasa, bem além do ponto. Talvez a estrela do Falcão e os craques diferenciados tenham ajudado o Colorado. Mas, no Beira-Rio, na próxima quarta-feira, o Inter vai precisar de mais garra, disposição e muito apoio da torcida. O Peñarol é rápido, preciso e joga um futebol duro e ríspido.
O futebol de los hermanos está cada vez mais competitivo. Ninguém ganhará a Libertadores no grito. Tem é que jogar muita bola.
O Grêmio também pode virar o jogo na quarta-feira em Santiago do Chile contra a Universidade Católica. Mas antes, teremos o GRENAL do Returno do Gauchão. Sinceramente, os jogos de verdade da dupla são os da quarta-feira. O GRENAL do Gauchão servirá apenas para ajustar os times. Mas, GRENAL é GRENAL.


Prefeito Mariovane Weis é eleito presidente da Famurs

Crédito: DECOM/PSB

Eleição Famurs


O prefeito Mariovane Weis foi escolhido nesta quarta-feira (27/04) o novo presidente da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs). A votação ocorreu na sede estadual do PDT, em Porto Alegre. Além de Mariovane, mais dois prefeitos estavam na disputa: Eduardo Loureiro, de Santo Ângelo, e Clemir Rigo, de Coxilha.
Dos 129 prefeitos e vice prefeitos aptos a participar, 112 estiveram presentes. Após a contagem dos votos, constatou-se um empate com 53 votos entre Mariovane e Loureiro. De acordo com os critérios aprovados pelo três candidatos, em caso de igualdade de votos o vencedor seria o prefeito com maior idade. Com base neste quesito, o prefeito de São Borja, que tem 45 anos, venceu a disputa do prefeito de Santo Ângelo, de 37 anos. O mandato terá a duração de um ano e inicia-se em junho.

Em sua manifestação o prefeito Mariovane Weis salientou a importância da entidade: “A Famurs é a casa dos municípios. Através dela, os representantes municipais ganham força para realizarem suas reivindicações”. Entre as iniciativas que serão tomadas durante o mandato, Weis destacou a distribuição igualitária de recursos: “Atualmente os municípios estão sobrecarregados. O governo federal concentra a maioria dos recursos e não repassa os valores devidos às administrações municipais. Existem cidades que gastam 34% do seu orçamento com a saúde, sendo que a Constituição prevê apenas 15%. Isto precisa mudar e vamos nos esforçar para isso”.

Para realizar a campanha à presidência, o prefeito Mariovane Weis tirou férias, visitando 112 cidades do Rio Grande do Sul e conversando pessoalmente com 119 prefeitos e vice prefeitos. Ao todo foram percorridos aproximadamente 17 mil quilômetros. Durante as visitas o prefeito apresentava as suas propostas que serão colocadas em prática no mandato.

A Famurs é a entidade que representa todos os 497 municípios gaúchos, por meio das 27 associações regionais que a compõem. Sua atuação institucional, política e técnica tem como objetivo principal o fortalecimento do municipalismo, a qualificação dos agentes públicos municipais e o assessoramento às prefeituras gaúchas.


Deputado luta por melhorias na rodovia que liga Carazinho a Não-Me-Toque


O deputado Luciano se uniu à comunidade da região de Carazinho para lutar pela conclusão da ERS-142, no trecho que liga o município a Não-Me-Toque. Ele entrou em contato com o diretor-geral do Daer, Marcos Ledermann, e com o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Beto Albuquerque, para insistir que seja retomado o asfaltamento da rodovia. Luciano ressaltou que o trecho representa riscos para os veículos que trafegam pelo local e lembrou que há desníveis de até 30 centímetros em alguns pontos entre a pista e o acostamento. O problema vem causando acidentes e prejuízos financeiros aos condutores. No início de abril, houve protestos da comunidade para reivindicar a retomada das obras. A população argumenta que as operações tapa-buracos não resolvem mais os transtornos enfrentados todos os dias pelos motoristas.
Informativo Deputado Luciano



Notícias de casos judiciais - Espaço Vital


Unimed condenada a custear prótese peniana para usuário idoso

Ele também receberá reparação financeira de R$ 10 mil, pelo dano moral sofrido durante a demora até a solução judicial. Modelos infláveis - fabricados nos EUA - têm vantagens sobre os maleáveis produzidos no Brasil.


Cidade Poema exibe poetas em fotos, ilustrações e vídeos

Poetas que vivem no Estado serviram de modelo para as fotografias e ilustrações reunidas na exposição do projeto Cidade Poema que começa às 19 horas de terça-feira (3/5) no saguão térreo da Câmara Municipal de Porto Alegre. São 40 fotos em preto e branco de 30x45cm feitas por Fernanda Bigio Davoglio e Leonardo Brasiliense e 15 desenhos de Guilherme Moojen que exibem poetas e um músico em situações diferentes, "longe do computador", como define a idealizadora do evento - a jornalista Laís Chaffe.

Nas cenas capturadas por Fernanda, por exemplo, uma lupa acompanha o retratado. Também compõem a mostra poemas em adesivos, vídeos em que poetas dizem versos e a performance Cardápio Poético, com a atriz Débora Finocchiaro (na abertura).

Leonardo Brasiliense fotografou os escritores Alexandre Brito, Ana Mello, Armindo Trevisan, Celso Gutfreind, Diego Grando, Dilan Camargo, Everton Behenck, Fabrício Carpinejar, José Antonio Silva, Laís Chaffe, Liana Timm, Maria Carpi, Marô Barbieri, Paulo Seben, Pedro Stiehl, Ricardo Silvestrin, Ronald Augusto, Sandra Santos, Sergio Napp e Sidnei Schneider.

As fotos de Fernanda Bigio Davoglio mostram Ana Mariano, Andreia Laimer, Augusto Franke Bier, Berenice Sica Lamas, Carlos Urbim, Diego Petrarca, Flavio Brasil, Jaime Vaz Brasil, José Eduardo Degrazia, Luis Fernando Verissimo, Luiz Coronel, Luiz de Miranda, Marco de Menezes, Marcelo Pires, Marlon de Almeida, Paula Taitelbaum, Paulo Bentancur, Susana Vernieri, Silvestrin Roberto e Walmor Santos.

Nas ilustrações, Guilherme Moojen retrata Alexandre Brito, Armindo Trevisan, Augusto Franke Bier, Celso Gutfreind, Diego Petrarca, Fabrício Carpinejar, José Eduardo Degrazia, Laís Chaffe, Maria Carpi, Paula Taitelbaum, Ricardo Silvestrin e Telma Scherer, além do músico Yanto Laitano, que assina trilhas de alguns dos minimetragens (de 30 segundos) que serão apresentados.

Laís Chaffe lembra que a exposição ocorre paralelamente à FestiPoa Literária, que apoia o projeto Cidade Poema. A mostra também conta com o apoio do Memorial da Câmara Municipal, do gabinete do vereador Adeli Sell (PT), da editora Casa Verde, de Bona Propaganda e Cadcolor.

A mostra pode ser visitada até 27 de maio, das 9 às 18 horas, de segundas a quintas-feiras, e das 9 às 16 horas, às sextas-feiras, com entrada franca. A Câmara fica na Avenida Loureiro da Silva, 255. Informações no Memorial da Câmara, pelo telefone (51) 3220-4318, ou com Laís Chaffe, pelo celular (51) 9121-7707, e-mail lchaffe@gmail.com ou nos sites www.cidadepoema.com e www.chaffe.com.br


Claudete Barcellos (reg. prof. 6481)

CONDIÇÕES DE TRABALHO EM BUENOS AIRES



De Buenos Aires
Gelson Farias

Olides.

Tem uma diferença os contratos de trabalho aqui em Buenos Aires, como de resto em toda a Argentina, diferentemente da nossa CLT, ai no Brasil. Claro que existem algumas semelhanças, mas é em poucos artigos. Vejamos: Aqui em Buenos Aires, no meu caso, tenho, que estar legalmente habilitado em todos os sentidos com minha documentação de estrangeiro. Não existe aqui, o jeitinho brasileiro de se conseguir as coisas nas coxas, não. Tem de se obter permissão no “Centro Nacional de Migraciones” que se localiza no Ministério do Interior, Rua 25 de Mayo 101/145, centro de Buenos Aires, (AR), Fax, (011) Web: http://www.mininterior.gov.ar. Esse é o caminho para tirar os documentos que permitem ao brasileiro viver e trabalhar na Argentina (tudo isso depois de já ter feito, desde o Brasil, os documentos de permanência por dois anos): Portanto, Olides, aqui vai uma ajuda para quem deseja morar e trabalhar aqui, em Buenos Aires. É uma longa caminhada, mas vale à pena.

Passo Um.

Sacar o turno para o Centro de Imigrações
www.migraciones.gov.ar/ - "solicite seu turno" – Demora três meses de fila em média.
Esse turno serve para você tirar o documento chamado Residência Precária, que te permite viver em paz e permite tirar o documento para trabalhar legalmente.
Dica: marque este turno pela internet o mais rápido possível. Mesmo antes de sair do Brasil

Passo dois:
Preparação dos documentos para levar ao centro de imigrações no dia do seu "turno"
Os Documentos Necessários são:
1. Ingresso na argentina (te dão no aeroporto quando você chega)
2. 2 (duas) fotos 4x4 que podem ser tiradas no andar de baixo da estação de trem do Retiro, que fica ao lado do centro de imigrações, e eles já sabem o formato necessário
3. Identidade brasileira (RG) original e cópia (não precisa autenticar)
4. Passaporte original e cópia (não precisa autenticar)
5. Certificado de antecedentes penais judiciais brasileiros.
Pode ser tirado pela internet no site: www.dpf.gov.br de qualquer computador em qualquer país, porém no meu caso, que tenho um nome+sobrenome muito comum - Marina de Luca- que não pude tirar pela internet você pode ir pessoalmente a policia perto da sua casa na cidade que você mora no Brasil, ou pedir para algum familiar com uma procuração sua fazer isso, e depois autenticar no consulado brasileiro da argentina, Endereço: Carlos Pellegrini 1363 - 5° Piso Cidade: Buenos Aires Cep: C1011AAA Telefone: (00xx5411) 4515-6500 ) . No caso de você pedir na polícia do Brasil, ela demora até 15 dias para ficar pronta e você deve retirar no lugar onde pediu.
Obs: Qualquer certificado de antecedentes criminais tem validade de 90 dias a partir do dia que você a recebeu.
Para autenticar: ir ao consulado (endereço: XXXX) com documentos originais e o papel para autenticar.
6. Certificado de antecedentes penais argentino
Pode ser tirado no centro de imigrações: Rua Antártica Argentina, 1355. Leve passaporte original e cópia. O valor é entre 26 e 40 pesos variando de acordo com a urgência que você precisa. Ele pode ficar pronto em 24 as ou até uma semana e deve ser retirado pessoalmente.
Obs: Também tem validade de 90 dias.
Não se preocupe com este documento, é o mais simples de todos.
7. Certificado de residência
Vá até a Policia (que eles chamam de Comissária) mais perto da sua casa na argentina e dê o endereço de onde você mora. No dia seguinte em qualquer horário eles vão até lá ver se você está lá e de fato mora lá. Mas eles não chegam entrar na sua casa. Só tocam a campainha e te entregam o papel.
Custa 10,00 pesos que devem ser pagos na polícia no dia do requerimento.

Passo três:
Ir ao Centro de Imigrações (dia agendado no passo 1)
Endereço: Rua Antártica Argentina, 1355
Próximo à estação retiro de trem e metrô
Levar todos os documentos do passo 2.
Solicitar a residência precária e o DNI (carteira de identidade de estrangeiro).
Nós brasileiros temos o direito de sacar a residência permanente direto, então quando você chegar ao guichê peça ao mocinho a Residência Permanente.
Assim, depois de 3 meses vai chegar na sua casa a residência Precária e o DNI, e em seguida, alguns meses depois, a Permanente. Custa entre 35 e 25 pesos.
Obs.: Se você se mudar de casa nesses 3 meses e não estiver pessoalmente para receber (exigência feita), terá que ir buscar na Av. Jujuy (o número exato do lugar peça quando for ao Centro de Migrações) no horário comercial, pessoalmente.

Passo Quatro:
Para poder trabalhar você precisa de um documento chamado Cuil, que funciona como uma espécie de carteira de trabalho.
Para tirar o Cuil vá ao ANSES (um órgão do governo)
Já com seu documento de residência precária ou permanente na mão, o passaporte e cópia
Anses (Endereço: Av. Santa Fé, 5140 – estação Carranza do metrô), sai na hora. O atendiento é das 8; horas ás 13; horas porque termina o expediente as duas horas.( aqui muitos dos serviços públicos somente tem expediente pela manhã). As senhas para o atendimento são dstribuídas somente até ai meio dia.

Os empregados com pelo menos seis meses de serviço com o mesmo empregador durante um único ano do calendário têm direito a férias pagas, em função da antiguidade dos trabalhadores: é: pequenas empresas, onde o período de aviso nunca é mais do que um mês.

De 14 dias, quando o trabalhador tiver menos de cinco anos de serviço Em setembro de 2005 o salário mínimo na Argentina, foi levantado a partir de AR $ 350 AR $ 450/month. O salário médio na Argentina em 2005 foi de AR $ 539/month. O valor do salário varia de acordo com o nível de educação que você tem. Muitas pessoas em trabalhos de Argentina, sem ter um contrato, elas ganham, em média AR $ 305/month. O salário médio varia de acordo com a localização geográfica. Em 2004, as médias para a cidade de Buenos Aires (AR $ 881,5)
O legal período máximo de trabalho é de 8 horas / dia e 48 horas / semana. Entanto, a semana de trabalho normal não poderá exceder 44 horas / semana para o trabalho diário, 42 horas / semana para trabalhar a noite ou 36 horas / semana em que o trabalho é realizado em condições perigosas. Trabalho não é normalmente autorizada na tarde de sábado e domingo, embora haja exceções para certas profissões. Overtime taxa é de 50 por cento mais, pelo trabalho realizado de segunda a 1, aos sábados, e 100 por cento para as obras realizadas nas tardes de sábado, aos domingos e feriados.
Qualquer trabalhador com idade superior a 18 tem direito a ganhar o salário mínimo. Isso é definido por acordo coletivo, que varia em função da ocupação e da indústria. Além do salário regular, um trabalhador tem direito a um bônus (Aguinaldo) equivale a um mês de remuneração por ano. É calculado com base no salário médio anual, metade é paga em junho e a outra metade em dezembro.
A LCT (Ley de Contrato de Trabajo / Lei do contrato de trabalho) regula o contrato de emprego, direitos do empregador / empregado e obrigações de proteção do salário. Contratos de trabalho são geralmente assinados por um período ilimitados de tempo. Contratos a termo são permitidos, mas tem que ser escrito e não pode ultrapassar um período de cinco anos. Contratos de trabalho por prazo indeterminado também são possíveis, como são os contratos de estágios. Um empregado deve dar 15 dias de antecedência de rescindir o contrato. O aviso exigido para um empregador varia com base no comprimento do funcionário de serviço.
• 15 dias quando o empregado tiver menos de três meses de serviço
• um mês quando o comprimento de trabalho do serviço é entre três meses e cinco anos
• dois meses quando o tempo de serviço seja superior a cinco anos, salvo em
• 21 dias, de 5 a 10 anos de serviço
• 28 dias de calendário 10 a 20 anos de serviço
• 35 dias de calendário, quando o empregado tiver mais de 20 anos de serviço.
É proibido na Argentina, para forçar os empregados do sexo feminino para trabalhar entre um período de 45 dias antes e 45 dias após o parto.

Gelson Farias
051-85252352
e-mail: gelson.aargentina@hotmail.com
msn: gelsonnunesfarias@hotmail.com

Dia do trabalho

O dia do Trabalho passou, mas a comissão organizadora do troféu dos maiores " trabalhadores" proposto por este site, só agora me passou o resultado de quem foram os escolhidos....como grandes eméritos do trabalho.

senão vejamos.

Em Serafina Corrêa( terra natal do redator)

Flávio Soccol, grau máximo (passou a vida nas costas da mulher, a adelina Montanari....hoje cuida de um asilo em Guaporé, mas só vai lá no sábado a tarde...)

Mire Arroque( filho do gerente do frigorífico, não fazia os temas de casa e tentava enrolar o nosso professor padre Ciotola,até que um dia este perdeu a paciência e o expulsou...depois voltou....hoje é promotor do ministério público estadual)

Mauro Rocha, filho do exator Mário....é importado de são chico....seu trabalho maior em serafina foi jogar bola na cancha de futebol sete no Gaúcho...hoje da´aula na UPF e vive na ESPARTANA Palmeira...


Ademir Bacca. Nasceu em serafina mas vive em Bento...escreveu alguns livros,até onde se sabe....

Em São Borja

O conselho eleitor do troféu teve dificuldades, mas depois de muito debate chegaram a conclusão. O pre^mio é do Clemar eo dr. Israel lopes

Clemar Dias: demora uma hora pra ir de sua casa na Getúlio Vargas,até o café La Barca, ...duas quadras nem isto. Levou anos preparando a edição do seu mais recente livro.....

Dr. Israel Lopes: demora uma hora pra cruzar a praça XV de novembro. Vai parando nela e dando audiências pros seus clientes, porque é advogado trabalhista. Eles o interrompem pra saber como vão os processos.


Em Porto Alegre:

Tem tantos, mas dizem que um ilustre preguiçoso e Luis F. Verissimo. Bem que faz. O preguiçoso aproveita a vida.

O redator deste site, não vale. trabalha 14 horas por dia!!!!


Corpo de Neusa Brizola chega a São Borja

Enterro ocorrerá no mesmo local em que os pais dela estão sepultados

Marina Lopes

Exatamente às 12h31min pousou no aeroporto João Manoel, em São Borja, o avião carregando o corpo da filha do ex-governador Leonel Brizola, Neusa Maria Goulart Brizola, morta quarta-feira aos 56 anos. Os dois filhos de Neuzinha, Laila e Paulo César, o neto Túlio e sobrinhos chegaram em um voo meia hora antes do esquife. O corpo já foi velado no Rio de Janeiro e seguirá cortejo fúnebre pelas ruas do centro da cidade até as capelas do Cemitério Jardim da Paz onde, após uma rápida cerimônia, deve haver o sepultamento.

Já aguardavam a família no aeroporto os sobrinhos de Neuzinha, a deputada Juliana Brizola e Cristopher Goulart, além de amigos da família, como o trabalhista Romeu Barleze, padrinho de casamento de Neuzinha, exilado junto com Brizola.

— Ela era muito amiga das minhas filhas e a ligação com a família é grande. É um dia triste — diz Barleze.

O filho de Neuzinha, Paulo César Brizola, disse ao descer em São Borja que a perda da mãe significava uma perda para os trabalhistas mas, principalmente, para a família, já que, depois de seu avô, era a figura mais agregadora.

— Era uma mãe de bom coração — disse.

Neuzinha Brizola é enterrada em jazigo da família Goulart

familiares se despedem, na sexta,dia 29/04/2011 do corpo de Neusa Maria Goulart Brizola, a Neusinha Brizola! foto de Zero Hora

Filha de Leonel Brizola morreu na quarta-feira

Marina Lopes | marina.lopes@zerohora.com.br

Na presença de um grupo pequeno de familiares e amigos, foi enterrada no início da tarde a filha do ex-governador Leonel Brizola, Neusa Maria Goulart Brizola. Ela foi sepultada no jazigo da família Goulart, no cemitério Jardim da Paz, no mesmo tumulo onde estão os restos mortais de sua mãe, Neusa Brizola , de seu pai e de seu tio, João Goulart.

Neuzinha morreu na quarta-feira e foi velada no Rio de Janeiro. O corpo chegou em São Borja por volta de 12h30min, seguiu em cortejo fúnebre pela cidade até as capelas do cemitério. Houve uma rápida cerimônia religiosa antes do sepultamento. Os filhos e o neto se despediram de Neuzinha jogando rosas vermelhas sobre o caixão.
ZERO HORA


O ENTERRO DE

NEUSINHA BRIZOLA!

fotos de Neuza Pinto Penalvo

sepultamento da neusinha Brizola


Deputada Juliana Brizola e Prefeito de SB Mariovane Weis - Aeroporto João Manoel


- A GENTE REZAVA TODO DIA PEDINDO PARA MEU PAI FICAR BEM, disse Neusa Maria Goulart Brizola a um jornalista que a entrevistou sobre o exílio em Montevideo...Ela tinha apenas 9 anos em 1964, quando sua mãe, Neusa Goulart Brizola, a levou para o exílio, mas o ex-governador ainda não havia chegado....



Romeu Barleze, de Carazinho - Amigo e companheiro de exílio no Uruguay e padrinho de casamento de Neusinha.

Quis o destino que no última sexta, 29/04/2011, Neusa Maria Brizola, a Neusinha,morta na quarta passada, aos 56 anos, voltasse a "encontrar" seus pais, desta vez para uma morada definitiva: ela foi sepultada perto das 13h30 minutos, no jazigo da família Goulart, no cemitério Jardim da Paz, na Terra dos Presidentes, Ali já fora sepultada Neusa Goulart Brizola em 8 de abril de 1993 e Leonel de Moura Brizola em 26.06.2004.Neste jazigo, além de outros membros da família Goulart, estão os restos mortais do ex-presidente Jango Goulart, o único presidente brasileiro a morrer no exílio.


rmãos não vieram!

 

Os irmãos de Neusa Maria Goulart Brizola, José Vicente e José Otávio não compareceram ao enterro em São Borja. Eles estiveram no velório no Rio de Janeiro.
- Estavam muito emocionados e cansados, disse uma fonte.

Compareceram os filhos de Neusinha Brizola, Layla e Paulo Cesar.Também o neto Túlio, que tem 18 anos, esteve no enterro em São Borja. Layla tem cinco filhos.

Além da deputada estadual do PDT gaúcho, Juliana Brizola, compareceram o vereador carioca Leonel Brizola Neto( que é irmão gêmeo de Juliana), Carlito e o deputado federal Brizola Neto( que assumiu a vaga de deputado federal pelo PDT há cerca de 15 dias. ) Ele publica o blog Tijolaço.
Também esteve no enterro de Neusa Maria Tânia Fayal, que é assessora do deputado federal Brizola Neto e que integra o Diretório Nacional do PDT

Além da deputada Juliana Brizola, compareceram alguns dos seus assessores.

Houve uma pequena demora pra o fechamento do jazigo da família Goulart, onde foi sepultada a ex-cantora de rock dos anos 80, autora de uma música de muito sucesso....MINTCHURA!!!!


DELÚBIO VOLTANDO AO PT ( DE ONDE NUNCA SAIU - FOI JOGO DE CENA )


Trechos da denúncia do Mensalão, assinada pelo Procurador Geral da República, que ainda será julgada pelo STF:
"Pelo que já foi apurado até o momento, o núcleo principal da quadrilha era composto pelo ex Ministro José Dirceu, o ex tesoureiro do Partido dos Trabalhadores, Delúbio Soares, o ex Secretário-Geral do Partido dos Trabalhadores, Sílvio Pereira, e o ex Presidente do Partido dos Trabalhadores, José Genoíno."

"Portanto, foi exatamente nessa empreitada criminosa pretérita que ele adquiriu o conhecimento posteriormente oferecido ao Partido dos Trabalhadores, o qual, por meio de José Dirceu, Delúbio Soares, Sílvio Pereira e José Genoíno, prontamente aceitou."
" As provas colhidas no curso do Inquérito demonstram exatamente a existência de uma complexa organização criminosa, dividida em três partes distintas, embora interligadas em sucessivas operações: a) núcleo central: José Dirceu, Delúbio Soares, José Genoíno e Sílvio Pereira..."

" O esquema criminoso em tela consistia na transferência periódica de vultosas quantias das contas titularizadas pelo denunciado Marcos Valério e por seus sócios Ramon, Cristiano e Rogério, e principalmente pelas empresas DNA Propaganda Ltda e SMP&B Comunicação Ltda, para parlamentares, diretamente ou por interpostas pessoas, e pessoas físicas e jurídicas indicadas pelo Tesoureiro do PT, Delúbio Soares, sem qualquer contabilização por parte dos responsáveis pelo repasse ou pelos beneficiários."
"Delúbio Soares, por sua vez, era o principal elo com as demais ramificações operacionais da quadrilha (Marcos Valério e Rural), repassando as decisões adotadas pelo núcleo central."

"Delúbio Soares tinha a função de operacionalizar, juntamente com Marcos Valério, o esquema de repasse de dinheiro em nome do Partido dos Trabalhadores, uma vez que era o Tesoureiro do Partido,
atividade pelo mesmo nominada como Secretário de Finanças e Planejamento do Partido dos Trabalhadores."
"Com efeito, uma vez sob disposição do núcleo Marcos Valério, o montante foi empregado para pagar propina e dívidas de campanhas eleitorais por ordem de José Dirceu, José Genoíno, Sílvio Pereira e Delúbio Soares."
" Para a implementação dos repasses de dinheiro, Marcos Valério era informado, por Delúbio Soares, do destinatário e do respectivo montante. A partir daí, o próprio Marcos Valério, Simone Vasconcelos ou Geiza Dias entravam em contato com o beneficiário da quantia."
" Após formalizado o acordo criminoso com o PT (José Dirceu, Delúbio Soares, José Genoíno e Sílvio Pereira), os pagamentos começaram a ser efetuados pelo núcleo publicitário-financeiro. Os recebimentos, por sua vez, eram concretizados com o emprego de operações de lavagem de dinheiro para dissimular os reais destinatários dos valores que serviram como pagamento de propina".

SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS


Do site Comunique-se

Repórter de TV é acusada de plagiar reportagem de jornal de SP

Izabela Vasconcelos

Um leitor do jornal Diário do Grande ABC, que preferiu não se identificar, acusa a repórter Hanna Zamboni, que trabalhava como estagiária na TVABCD, de plagiar uma reportagem do jornal paulista, escrita pelo repórter Thiago Mariano. A matéria tratava do livro "Triângulo Rosa", de Rudolf Brazdam, prisioneiro de um campo de concentração nazista, que relata sua vida como homossexual no regime de Adolf Hitler.

De 156 palavras na matéria da estagiária, apenas 19 são diferentes da reportagem de Mariano. A matéria da repórter da TV ABCD não altera nada no texto do jornalista do Diário do Grande ABC, apenas corta alguns parágrafos e inclui algumas linhas a mais.

Mariano não sabia do plágio e ficou surpreso com a informação. O jornalista já acionou o departamento jurídico do Diário do Grande ABC, para avaliar se alguma medida deve ser tomada. Procurada pelo Comunique-se, o jurídico do veículo informou que o processo é sigiloso e não poderia dar detalhes do que será feito.

O departamento jurídico da TVABCD ainda não se pronunciou sobre o caso. A repórter não trabalha mais no veículo. O Comunique-se tentou contato com a estudante, mas ela ainda não foi localizada.

Compare os textos:

TVABCD
Gay sobrevivente dos campos nazistas conta sua história em autobiografia

Rudolf Brazda foi descoberto em 2008, quando inauguraram um monumento em homenagem aos gays vítimas do nazismo.

Aos 20 anos, o jovem homossexual tcheco Rudolf Brazda, ao que tudo indicava, teria uma vida feliz. Ao lado do companheiro Werner, o rapaz tinha até a benção da família no amor que resolveu assumir.

Então chegou o dia 30 de junho de 1934, ocasião em que o episódio conhecido como A Noite das Facas Longas aconteceu. O partido nazista, que havia chegado ao poder em 1933, sofreu revés comandado por Adolf Hitler.

A partir daí, como conta o livro "Triângulo Rosa", a liberdade de todos os gays estava ameaçada no império nazista. Em depoimento ao autor Jean-Luc Schwab, Brazda, o último sobrevivente gay do campo de concentração de Buchenwald, relata a sua história. O autor, em minuciosa pesquisa, resgata dados relativos aos sofrimentos aplicados aos homossexuais no período.

http://www.tvabcd.com.br/noticias/3012/gay-sobrevivente-dos-campos-nazistas-conta-sua-historia-em-autobiografia


Diário do Grande ABC
Orgulho e Preconceito
Thiago Mariano

Em 1933, a história de Rudolf Brazda já parecia resolvida. Aos 20 anos, o jovem homossexual tcheco, ao que tudo indicava, teria uma vida feliz. Ao lado do companheiro Werner, morando de aluguel na casa da senhora Mahrenholz - uma religiosa testemunha de Jeová afetuosa e condescendente com a relação dos dois locatários -, o rapaz tinha até a benção da família no amor que resolveu assumir.

Então chegou o dia 30 de junho de 1934, ocasião em que o episódio conhecido como A Noite das Facas Longas aconteceu. O partido nazista, que havia chegado ao poder em 1933, sofreu revés comandado por Adolf Hitler. Parte de seus integrantes foi morta.

A principal baixa foi a do chefe da SA (organização paramilitar do partido) Ernst Röhm. O líder nazista resolveu matá-lo por divergências políticas, mas alegou que a causa do assassinato se dava pelo fato de o militar ser homossexual, cujas fraquezas e vícios poderiam derrubar o regime e colocar o povo contra o nazismo.

A partir daí, como conta o livro "Triângulo Rosa" (Mescla Editorial, 184 pág., R$ 49), a liberdade de todos os gays estava ameaçada no império nazista. Em depoimento ao autor Jean-Luc Schwab, Brazda, o último sobrevivente gay do campo de concentração de Buchenwald, relata a sua história. O autor, em minuciosa pesquisa, resgata dados relativos aos sofrimentos aplicados aos homossexuais no período.

Com a morte de Röhm, veio o endurecimento do parágrafo 175 do código penal do Império Alemão, que considerava a "luxúria contra o que é natural" crime.

Perseguidos, muitos homossexuais foram presos. Brazda sofreu sua primeira reclusão em 1937, sendo expulso em seguida do território alemão. Werner, que então prestava serviço militar, nunca mais reencontrou o amante.

Depois, com o avanço das tropas nazistas, Brazda foi pego novamente na Tchecoslováquia, em 1941, e logo transferido para o campo de concentração, onde tornou-se um triângulo-rosa (a figura geométrica era costurada ao uniforme do preso para identificá-lo de acordo com seu segmento social. Os presos políticos utilizavam um triângulo de cor vermelha, os gays, rosa).

Contando episódios de antes e depois da Segunda Guerra Mundial, autor e personagem compõem um painel de como foi a vida dos homossexuais no campo de concentração, tocando na delicada questão da sexualidade nas prisões.

PELOS CAMPOS
Entre os casos relatados, há o de que era muito comum que gays fossem utilizados como cobaias humanas. "As ‘experiências médicas'' se multiplicam, assim como os desaparecimentos repentinos dos triângulos-rosa", descreve Schwab em determinado trecho.

O campo de Buchenwald, onde Brazda esteve preso, abrigou por volta de 250 mil pessoas. Pelo menos 51 mil morreram lá. Em território onde funciona uma pedreira, o serviço para suprir a máquina nazista era todo realizado pelos encarcerados, que eram amontoados em pequenos barracões, com direito a duas refeições diárias e poucas roupas, padecendo de frio.

Por um golpe de sorte - um dos comandantes do campo interessou-se por Brazda, mas não aconteceu nada entre os dois -, ele serviu como enfermeiro no local, posição um pouco mais privilegiada, que lhe permitia ter alguma regalia e lhe dava mais chances de sobreviver, pois foram muitos os que morreram pelo excesso de trabalho na pedreira.

"Acabamos nos habituando à ideia de poder morrer a qualquer instante. Não tínhamos medo de morrer. Ver gente morrendo nos deixava quase indiferentes, pois isso era constante no cotidiano. Hoje, choro toda vez que me lembro desses instantes terríveis, mas na época eu endureci para sobreviver...como os outros", conta ele.

LIBERDADE
Brazda, em liberdade, seguiu para Mulhouse, na França. Em 1950, conheceu Édouard, o Edi. Os dois passaram a morar juntos em 1959. Foram companheiros até 2003, ano em que Edi morreu.

Rudolf Brazda foi descoberto em 2008, quando inauguraram um monumento em homenagem aos gays vítimas do nazismo. Até então, todos pensavam que nenhum dos quase dez mil triângulos-rosa registrados nos campos de concentração estivesse vivo.

Trechos
"Fico revoltado quando recordo meus anos de cativeiro impostos por esses crápulas nazistas! E tudo isso por quê? Por causa dos meus atos considerados ‘antinaturais''. O que eles sabem da natureza? E da minha natureza, aquela que eu não escolhi?... Confesso ter nutrido um ódio especial pelo diretor da prisão de Eger, esse calhorda que nos fez passar por todo tipo de humilhação. Após a guerra, fiquei indeciso de passar ou não por sua casa, em Eibenstock, de onde ele era, para lhe quebrar a cara. Mas, por fim, pensei que outros sem dúvida tinham se ocupado dele durante o período de desnazificação, e eu deixei pra lá..."

"Qualquer novato não entra no campo sem primeiro passar pela desinfecção...Rudolf está nu como veio ao mundo para ter os pelos raspados da cabeça aos pés...Em seguida vem a desinfecção propriamente dita, em uma enome cuba cheia de uma solução de cresol. Só se pede que eles avancem em fila e se afundem no líquido um após o outro..."

"Quando Rudolf toma conhecimento de que os presos homossexuais são esperados na praça de chamada para seguir com uma coluna de marcha com destino a Berghof, ele não pestaneja: corre para se esconder... Enfurnado em seu esconderijo, Rudolf escuta, ao longe, tiros de artilharia que se aproximam nesse 11 de abril...São os últimos espamos defensivos dos poucos soldados que permaneceram no campo tentando conter o avanço americano"

http://www.dgabc.com.br/News/5879705/orgulho-e-preconceito.aspx


SOCIEDADE VIOLENTA

ADELI SELL*

O povo decidiu que o país tem que continuar armado e se armando. É uma decisão legítima. Discordo dela. Sou, na verdade, pelo desarmamento.
Como a Lei existe, vamos tentar educar o povo a não ser violento. Se for usar uma arma que não seja para matar, mas para se defender. Mas... CUIDADO! Quem não é da força policial dificilmente leva a melhor. É bom ficar atento.
Mas a violência não está apenas nas armas. Está também na forma desastrosa como alguns policiais agem na sociedade, partindo para ações violentas contra cidadãos indefesos, mas deixam o traficante às soltas. Isto não só existe no Rio de Janeiro, aqui também já estamos vivenciando este lado bandido nas nossas corporações.
A corrupção policial é um drama na sociedade atual.
Como se explica que os ferros velhos conhecidos como desmanches, local de acúmulo de peças de carros roubados continuam suas ações sem serem importunados pela força policial?
Temos recebido várias denúncias que levamos adiante às autoridades sobre policiais que recebem jabá todo mês destes "empresários do crime". A receptação é que gera a violência, pois sem ela não haveria roubo de carros. Sem receptador nao existiria ladrão de carro.
É verdade que o jogo de máquinas e bingos é uma contravenção. Não está legalizado, portanto está fora da Lei. Mas pior do que ser contraventor é ser um policial que exige propina para o estabelecimento funcionar. E se não receber, manda o colega arrebentar portas, levar máquinas ou quebrar as mesmas. E pior, muitos deles acabam vendendo as peças das máquinas de volta para o mercado.
E querem outro tema da violência? O bullying está presente em toda a nossa sociedade. O que a gente vê por aí é menino e menina na escola sendo vítima de terror de seus colegas.
E o que fazem os pais e professores? Será que estão fazendo a sua parte? Ou os pais deixam os filhos às soltas, sem orientação, criando-se como pequenos mostros da violência.
E a violência contra as mulheres? A chamada violência doméstica é hoje terrível. E contra as crianças? Veja os casos e casos de abusos contra seres indefesos.
É hora de colocar este cardápio de violências na nossa frente e começar a pensar como enfrentar isto tudo, pois isto gera uma congestão de males que está matando a nossa socidade.
Por isso, luto pela paz na sociedade, busco mostrar que é preciso ter paciência nos engarrafamentos no trânsito. Enfim, estou na peleia por um mundo melhor.

* ADELI SELL é vereador e presidente do PT-POA


ARGENTINA: MORRE AOS 99 ANOS ESCRITOR ERNESTO SÁBATO


Romancista presidiu comissão que investigou desaparecidos políticos.
Vencedor do Prêmio Cervantes, morreu após bronquite, disse a mulher.

De Buenos Aires
Gelson Farias

O escritor Ernesto Sábato, vencedor do Prêmio Cervantes de Literatura e um dos maiores autores argentinos do século XX, morreu aos 99 anos em sua residência de Santos Lugares, na província de Buenos Aires. A informação foi divulgada neste sábado (30) pela mulher de Sabato, Elvira González Fraga. "Há 15 dias teve uma bronquite e na idade dele isto é terrível", declarou Elvira à rádio Mitre, ao confirmar o falecimento do escritor.



Ernesto Sábato
Sábato seria homenageado no domingo (1) na Feira do Livro pelo Instituto Cultural da província de Buenos Aires. Segundo o jornal argentino "Clarín", Elvira disse que o escritor estava sofrendo havia algum tempo, "mas tinha momentos bons, principalmente quando escutava música". Romancista, ensaísta e artista plástico, Sábato é autor de obras como "O Túnel" (1948) e "Sobre Heróis e Tumbas" (1961). O pedido do então presidente argentino Raúl Alfonsín, dirigiu entre 1983 e 1984 a Comissão Nacional sobre o Desaparecimento de Pessoas (Conadep), cuja investigação, publicada no relatório "Nunca Mais", considerado o estopim para o julgamento de militares por crimes cometidos durante o regime militar argentino (1976-1983). O jornal "Clarín" o definiu como "um dos rostos emblemáticos do regresso democrático" no país e um dos "ícones mais populares" da literatura argentina.

O escritor em sua biblioteca

Parentes informaram que o velório será realizado a partir das 17h deste sábado (30) no Clube dos Defensores de Santos Lugares, local onde o escritor passava as manhãs em partidas de dominó com amigos. O escritor, que nasceu na cidade de Rojas em 24 de junho de 1911, obteve o título de doutor em Física em 1938 pela Universidade Nacional de La Plata, mas deixou a carreira científica nos anos 40 para se voltar à literatura com a publicação da compilação de ensaios "Alguém e o Universo". O reconhecimento internacional veio em 1961 com "Sobre Heróis e Tumbas", e a consagração definitiva ocorreu em 1974 com "Abadon, o Exterminador", que completam a trilogia iniciada com "O Túnel" (1948), adaptada ao cinema em 2006. Após ser agraciado com o Prêmio Cervantes em 1984, foi proposto como candidato ao Nobel de Literatura de 2007.
A última obra publicada por Sábato, que também recebeu os prêmios Gabriela Mistral (1983) e Menéndez Pelayo (1997), foi "Espanha nos Diários da Minha Velhice", fruto de suas viagens ao país em 2002, enquanto a Argentina submergia na mais feroz crise econômica de sua história. Seus últimos livros, conforme o Clarín inclui memórias e crônicas que se constituem como uma despedida da literatura. Ele completaria 100 anos em 2011 e vivia com sua colaboradora no trabalho, Elvira, que dirige uma fundação que leva o nome do escritor. Segundo contou seu filho Mario Sábato, autor de um documentário sobre a vida de seu pai, o escritor já não saía de casa, estava sob cuidado de enfermeiras e quase não falava, embora ocasionalmente rompesse seu silêncio para ter algum breve diálogo com a família.

Qualificação imediata para a Copa do Mundo 2014

Setor turístico se reúne para discutir “Hotelaria: Tendências & Oportunidades”

A qualificação dos meios de hospedagem, com foco imediato para a Copa do Mundo 2014, é um dos temas que será discutido pelos 27 presidentes estaduais da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), no 25º Encontro Catarinense de Hoteleiros (Encatho), que ocorrerá no CentroSul, em Florianópolis (SC), entre os dias 4 e 6 de maio.

Os organizadores do evento ressaltam que os trabalhos de qualificação não podem ser iniciados na véspera do Mundial, portanto, devem começar agora. Com essa visão estratégica, haverá durante o Encatho um estande para inscrições no programa Bem Receber Copa – ação de qualificação profissional do Ministério do Turismo, em parceria com entidades do setor -, que será feito através da Escola Virtual dos Meios de Hospedagem (EVMH).

Em Florianópolis, a meta é qualificar 500 profissionais da chamada “linha de frente”, ou seja, aqueles que terão contato direto com os turistas da Copa, entre os quais motoristas, camareiros, garçons, recepcionistas, capitães-porteiros, mensageiros, governantas e média gerência. O programa de qualificação profissional em Santa Catarina será coordenado pela consultora Bianca Antonini, que também estará durante o Encatho coordenando o 1º Fórum de A&B (Alimentos e Bebidas).


Tendências & Oportunidades na Hotelaria

A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Santa Catarina (ABIH-SC), responsável pelo 25º Encatho, visando não apenas qualificar o setor turístico no Estado, mas também discutir assuntos ligados ao desenvolvimento do setor e das políticas voltadas ao segmento, promoverá uma extensa programação técnica. Ao todo, serão nove eventos, desde oficinas, palestras, seminários, simpósios, fóruns e cases, que vão discutir aspectos do tema central do encontro - Hotelaria: Tendências & Oportunidades.

Três importantes entidades nacionais do setor turístico realizarão suas reuniões durante o 25º Encontro Catarinense de Hoteleiros (Encatho) e a 23ª Feira de Produtos e Serviços para Hotéis (Exprotel): a ABIH Nacional com todos presidentes das ABIH´s estaduais, o Instituto Brasileiro de Hospitalidade (IBH) e a Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), para tratar de assuntos ligados ao desenvolvimento do setor e das políticas voltadas ao segmento.

Fazem parte também do Encatho: 3° Simpósio de Governança Hoteleira; 2ª Rodada de Negócios com Operadoras, Agentes e Clubes de Turismo; 1º Fórum de A&B (Alimentos e Bebidas); Palestras; 9º Seminário de Turismo e Hotelaria; 1º Fórum de Gestores Comerciais e 5º Ciclo de Oficinas de Atualização.

Serviço:
O que: 25º Encatho / 23ª Exprotel
Quando: 4, 5 e 6 de maio de 2011
Local: CentroSul – Centro de Convenções de Florianópolis
Funcionamento da Feira: das 14h às 21h
Assessoria de Imprensa: Marisa Ribeiro (IBADE)
Fones (48) 3249-0825 e (48)3240-1658

As asneiras da Zero Hora e o excesso de litigiosidade dos gaúchos

Depois não sabem por que a ZH vende duas vezes menos (*) que o Diário Gaúcho! Perdem tempo aporrinhando a paciência dos leitores com assuntos como este da contracapa de hoje: uma quezília boba sobre o padre que mandou tirar a touceira que encobria a Gruta da Glória.

Praticamente queimaram a contracapa com essa bobagem. Possivelmente, o padre até tem razão: pelas fotos (claro que não perdi tempo lendo a matéria, nem abri o jornal, só olhei a contracapa porque estava na feição) pode-se imaginar que aquele verde sobre a gruda da Santinha poderia por em perigo a estrutura.

Ao fim e ao cabo, essa matéria da ZH é o relato de mais um capítulo da atual mania - dos gaúchos em geral e porto-alegrenses em particular - de gerar polêmica por qualquer dá-cá-aquela-palha. É o que alguns já definem como 'excesso de litigiosidade' dos gaúchos. Litigam por tudo! Daí que os fóruns e o TJ abarrotado de questiúnculas.


* Um ponto de venda na praia me informou que recebeu 70 DG e 35 ZH.

por Lauro Dieckmann

DA REVISTA ISTO É:



Está de volta à cena política um dos principais operadores do PT. No fim de semana, mais de 2.000 dias depois de afastá-lo pelo envolvimento no escândalo do Mensalão, o Diretório Nacional da legenda aprovou o pedido de refiliação do ex-tesoureiro Delúbio Soares. Considerado um arquivo vivo do momento mais crítico da história do partido, o "professor", como é tratado por amigos mais próximos, refugiou-se no silêncio nos últimos cinco anos e seis meses e demonstrou rara lealdade aos chamados capas pretas do partido. "A palavra é prata, o silêncio é ouro", diz Delúbio quando é abordado sobre os dias de "exílio". Agora, de volta ao partido que ajudou a fundar, com as bênçãos do ex-presidente Lula, de quem nunca deixou de ser amigo pessoal, Delúbio trabalhará mais à vontade. A amigos, tem dito que a principal lição aprendida nos últimos anos foi a de assimilar a "virtude da discrição". No entanto, a esses mesmos amigos, Delúbio assegura que irá retomar a influência que mantinha no partido e que em seu horizonte próximo estão as urnas. Pode ser já no ano que vem, na disputa municipal em Buriti Alegre (GO), onde nasceu, ou em 2014. "Seu projeto não descarta a possibilidade de disputar uma cadeira no Senado, caso consiga retomar musculatura no PT", disse um dos principais aliados de Delúbio no partido na tarde da quarta-feira 27. "Muitos especulam que ele pensa em se candidatar a vereador no ano que vem, mas Delúbio quer voar mais alto."

Comento eu: se for candidato, vai ser "eleitado" com uma grande votação. Já imaginaram Delúbio Senador ?

Aí teremos que lembrar de
Stanislaw Ponte Preta
(Sérgio Porto) : o

u restaure-se a moralidade ou locupletemo-nos todos!

SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS


Recebo do Mazza:


Gringo!

01) – Estivestes em Serafina, circulastes com o prefeito e nada
dissestes e muito pouco escrevestes. Um injustiça!
02) – Deves estar de bronca com tua terra natal? Ou seja, Elis Vive!
03) – Ruas limpas, cidade arborizada (centro- bairros), três núcleos
habitacionais em construção, creche para ser inaugurada, dois postos de
saúde projetados, um ginásio de esportes nos planos. Isto numa cidade de
15 mil habitantes.
04) – Também a construção de uma Via Sacra/Capitéis até o Morro do
Cristo.
05) – E vimos tudo isto na companhia do prefeito Ademir (Bico
Branco), que ao mostrar as obras comentava: “tem muito ainda po r fazer”.
06) - Sobre eu estar dormindo, enquanto circulávamos, deve ser fruto
do teu momento poético, coisas de escritor. Aprendi que no meio de
jornalistas e políticos, nunca se fecha um olho, imagine dois. Ainda mais
ao lado de duas cobras criadas.
07) – De interessante é que o Bico Branco afirma ainda estar em
dúvida se vai à reeleição. Imagine se dúvida não houvesse mais.
08) – E cito as obras, pois circulo em municípios onde o prefeito só
tem tempo para reclamar.
09) – De bronca foi a ausência de mulheres bonitas circulando pela
rua principal, ainda mais num sábado, pela manhã. E no café da cidade só
malas. Uma tradição do Vale do Taquari, Rio Pardo e Serra. Sim, o mundo
se repete.
10) – O Hotel Cá Dei Monti, um belo ambiente, no próximo século vai
virar museu. Deverá ser a Centro Cultural Olides Canton. Imagine, a
cidade faturando com a imagem e histó ria de seu escritor maldito.
11) – Bah! Se hospedar no hotel, no feriadão e ler a biografia do
Sarney é coisa de internação, talvez eletrochoque.
12) – Viva Serafina, a cidade que conheceu o desenvolvimento depois
que alguns dela saíram.

Abraço,
mazzarino


Folha Popular de Teutônia

Rudimar Thomas


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DELUBIO III - REPORTAGEM DA REVISTA ÉPOCA


Com a estrela no bolso

Delúbio Soares volta ao PT, de onde nunca saiu de verdade, e traz com ele os negócios de sua família, tocados à sombra do poder público
Num dia ensolarado em setembro do ano passado, o petista Delúbio Soares encaminhou-se ao complexo empresarial Brasil XXI, no centro de Brasília, entrou pela garagem e se dirigiu à sala 320 do Bloco E. Lá, o grupo petista ligado ao ex-ministro José Dirceu mantém um discreto escritório, destinado a encontros políticos reservados e a negociações obscuras. Na portaria do prédio, uma placa informa que ali funciona a "Lobato Advocacia e Consultoria Jurídica", do advogado Marthius Lobato. Ele presta serviços ao Fenadados, sindicato petista que reúne trabalhadores de empresas de informática. O Fenadados é chefiado pelo sindicalista Carlos Alberto Valadares, conhecido como Gandola, amigo de Delúbio.

A mesma sala 320 serve de sede oficial de outro escritório de advocacia, do petista e sindicalista Luiz Egami, também amigo de Delúbio e nome ligado a José Dirceu em Brasília. Lobato, Egami e Gandola são personagens desconhecidos do público, assim como Delúbio, companheiro de todos eles, uma vez foi. Nenhum deles tem cargo no governo, mas todos transitam pelos mesmos gabinetes do poder onde o setor do PT capitaneado por Dirceu reina há oito anos. A missão dessa equipe, assim como a de Delúbio sempre foi, é defender os interesses políticos e econômicos do PT. A sala 320 é um dos principais pontos de encontro do grupo.

O próprio Dirceu, o "chefe da organização criminosa" do mensalão, nos dizeres da Procuradoria-Geral da República, costuma frequentar as reuniões na sala 320. Desta vez, porém, ele não estava lá. Numa das salas do escritório, em volta de uma mesa quadrada de vidro, Delúbio e outros sete companheiros reuniram-se para discutir os rumos da campanha de Dilma Rousseff. Dois deles, que frequentam o local, aceitaram contar a ÉPOCA o que se passava ali. Naquela ocasião, a turma de Dirceu debatia formas de captar mais recursos para a campanha de Dilma. Também discutiam estratégias políticas, sobretudo ações em redes sociais como o Twitter, para enfraquecer a candidatura do tucano José Serra. Segundo petistas, políticos e lobistas ouvidos por ÉPOCA, Delúbio fez de tudo para ajudar na campanha presidencial de Dilma.

Ao final da reunião, Delúbio compartilhou com os amigos duas boas notícias. Primeiro, contou que sua vida financeira estava melhorando. "Passei momentos difíceis, mas eles estão me ajudando muito", afirmou Delúbio, apontando com um aceno de cabeça três torres que se erguiam em frente à ampla janela da sala 320, construídas pela incorporadora Brookfield. Egami, seu amigo e lobista de empresas de informática, deu mais explicações: "Ele (Delúbio) está prestando consultorias para a Brookfield". Um ano antes, em 2009, a Brookfield vendera duas das torres para a Previ, o bilionário fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil. A Previ não investia em novos imóveis havia nove anos. Valor do negócio: R$ 342 milhões.

A Brookfield também constrói imóveis para o principal programa habitacional do governo, o Minha Casa Minha Vida. Segundo a Caixa Econômica Federal, a Brookfield construiu 1.808 imóveis. Marcelo Borba, executivo da Brookfield s que tocou a venda das torres à Previ e coordena as construções do Minha Casa Minha Vida, é amigo da família de Delúbio. Na reunião, Delúbio não deu mais detalhes sobre a natureza de seus serviços à incorporadora.

Em seguida, deu a segunda boa notícia. "Assim que a Dilma ganhar, eu finalmente volto ao partido", disse Delúbio. "O Lula já me garantiu." No último fim de semana, era dada como certa a demonstração de que Delúbio não se jactara levianamente com amigos. Até o fechamento desta edição de ÉPOCA, estava tudo preparado para que o PT aceitasse o pedido de refiliação encaminhado por Delúbio dias antes [Atualização: diretório nacional do partido reintegrou Delúbio]. Fora do partido, o retorno oficial do tesoureiro do mensalão provocou perplexidade, indignação. Dentro, provocou choros catárticos, especialmente dos que, como Delúbio, assumiram o papel de vítimas - dizendo-se injustiçados pela imprensa, pela Polícia Federal, pelo Ministério Público, pela Justiça.

Na reunião em que discutiu sua volta, Delúbio apelou ao sentimento que define muitos dos petistas: a lealdade ao partido. "A minha identidade política é a mesma do PT. Preciso da minha identidade política de volta", afirmou Delúbio em seu discurso. Alguns dos dirigentes petistas lacrimejaram. Nos bastidores, próceres do PT admitem que o retorno de Delúbio deu-se pelo "sacrifício" que ele fez pelo partido. Permaneceu em silêncio quando o PT mais precisou. Se tivesse falado o que fizera e o que sabia, teria causado danos ainda maiores ao partido. É por essa lealdade que o ex-presidente Lula deu aval à volta de Delúbio.

Apesar de dizer que sempre seguiu as ordens de Dirceu e de Lula, Delúbio assumiu a responsabilidade pelo esquema de compra de apoios no Congresso montado pelo PT. É réu no Supremo Tribunal Federal por corrupção ativa e formação de quadrilha no caso do mensalão. Delúbio também é réu por corrupção ativa, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro por seu envolvimento na máfia dos vampiros, que fraudava licitações de medicamentos no Ministério da Saúde - a PF descobriu que parte do dinheiro público foi desviada para o PT. Há um ano, Delúbio foi condenado por improbidade administrativa pela Justiça de Goiás. Ele apresentava declarações falsas para receber salários como professor da rede pública de ensino do Estado. Ele morava em São Paulo quando recebia o salário. Seus direitos políticos foram cassados e ele terá de devolver R$ 165 mil aos cofres públicos.

Contratos com o governo

Os problemas com as autoridades não impediram a volta de Delúbio ao PT nem atrapalharam seus negócios. ÉPOCA descobriu que Delúbio e sua família prosperaram como empresários - sempre perto do poder público, de uma forma ou de outra. Em 2007, Delúbio criou um site para divulgar anúncios imobiliários em Goiânia. Em sociedade com sua irmã, Delma Soares, investiu R$ 30 mil na constituição da Geral Imóveis, que funciona em duas salas minúsculas de uma galeria encravada numa área nobre de Goiânia. Delúbio distribui cartões da empresa em que aparece como diretor. Até metade de 2009, o site era pobre em ofertas de imóveis. Hoje, há ofertas de lançamentos, alguns com valores superiores a R$ 500 mil, loteamentos e fazendas. O site e a empresa também ajudam os interessados a conseguir um financiamento do governo no Minha Casa Minha Vida.

O site de Delúbio Soares agora tem publicidade. Um dos anunciantes é o grupo Brookfield, o mesmo que, segundo Delúbio contou aos companheiros na reunião e reiterou em outras ocasiões, tem lhe ajudado. Em entrevista a ÉPOCA, Marcelo Borba, executivo da Brookfield, negou que Delúbio tenha ajudado na venda dos prédios à Previ - ou em qualquer outro negócio da empresa com o governo. Borba afirmou, no entanto, ter relações com a família de Delúbio. Também contou que se encontrou "algumas vezes, por acaso", com Delúbio nos últimos meses. (Em 2004, empresas de Borba doaram R$ 75 mil à campanha de um irmão de Delúbio a vereador, em Goiânia.) "Nós costumamos contratar a empresa Brasil Gerais, de Carlos Rubens Soares, irmão do Delúbio, para prestar serviços de logística nas obras da construtora", afirmou Borba. Ele confirmou que a empresa do irmão de Delúbio participou da construção dos prédios vendidos à Previ. "E de muitos outros", disse Borba. Ele não informou quanto foi pago à Brasil Gerais.

ÉPOCA foi até a sede da Brasil Gerais, em Goiânia. Trata-se de uma casa sem identificação na porta. Dentro, uma secretária informou que ali funciona a empresa, confirmou que o irmão de Delúbio trabalha no local e que Delúbio frequenta a casa. Ela se recusou a fornecer os contatos dos donos. Nos registros da Junta Comercial de Goiás, Carlos Rubens Soares não consta como sócio da empresa.

Logo após a reportagem deixar a sede da Brasil Gerais, na manhã da última sexta-feira, Delúbio ligou para ÉPOCA e disse que não prestaria esclarecimentos. Em seguida, ÉPOCA telefonou duas vezes para Delúbio e questionou-o sobre sua participação na empresa Brasil Gerais e nos demais negócios da família. Delúbio ouviu, pausou por um momento e afirmou: "Não, não vou dar entrevista". (Por Diego Escosteguy e Murilo Ramos, com Marcelo Rocha, em Época, 30-4-2011)

Sergio Oliveira


Roteiro do findi...

Como domingo é dia do trabalhador, em porto haverá passe livre. então o pessoal vai muito a parques,festas promovidas pelos sindicatos...

E tem o zoologico de sapucaia, que sempre é uma boa pra levar a criançada....

Ah,ouvi no rádio que o prefa Jorge Jairo(tá aí uma promessa do PT pro futuro) vai botar bus gratuito no domingo também em Canoas. Bom pro povão....


A imprensa e Neusa Brizola( a morte)


A ZH deu ontem uma boa matéria, de meia página sobre a morte da filha do ex-governador Brizola. Já o jornal o Globo, o mais importante do Rio de Janeiro - onde Brizola foi duas vezes governador - deu uma pequena matéria no obituário.

Quase um registro com uma pequena chamada de capa.

É hoje enterro de Neusa Brizola.

acervo de Neuza Pinto Penalvo

No Jazigo da Familia em SB. crédito Neuza Penalvo
Pewrcy Penalvo, Sereno Chaise, Dr. Brizola, Neusinha, Dr. Florêncio,Dênis Marques, Celeste Penalvo, Nonô Goulart

acervo de Neuza Pinto Penalvo

Neuza P.Penalvo, Neusinha e D. Iolanda Rebés Guimarães (mãe do Florêncinho)

acervo de Neuza Pinto Penalvo

Celeste penalvo e Neusinha Goulart Brizola . Aeroporto de São Borja. 02/11/98

Será enterrada hoje no túmulo da família Goulart, onde já estão sepultados seus pais, Leonel e Neusa Goulart, a filha caçula do ex-governador Brizola, falecida na quarta-feira última. O velório foi feito no Rio de Janeiro.

O corpo chega hoje às 11 horas e o sepultamento será direto, sem velório.



No dia do enterro de Leonel Brizola, sua filha Neusa Maria Goulart Brizola esteve presente. Aqui está na Praça XV de Novembro, ao lado de Aldo Rebello( deputado federal do PCdoB) Juliana Brizola, sobrinha de Neusa Maria, então vereadora de Porto Alegre, Ligia Vargas,esposa do Viriato Vargas, Dr. Viriato Vargas, sobrinho-neto de Getúlio Vargas(filho do general Serafim Vargas), Ana Maria Guimarães, o ex-governador carioca, Antonhy Garotinho( foto de Dillermando Messa, acervo de Florencinho Guimarães) S/oao Borja, dia 26.06.2004.


NEUSINHA BRIZOLA

Texto de Osvaldo Maneschy ( do site do PDT Nacional )

Neusinha morreu na Clínica São Vicente, no Rio, em conseqüência de uma hepatite C que sofria há tempos e vinha complicando sua saúde. Mãe de Paulo César e Laila, Neusa Maria Goulart Brizola era a caçula dos três filhos de Brizola e deixa dois irmãos - João Otávio e José Vicente; além de quatro netos.
Quando seu pai morreu, em 2004, Neusinha anunciou que passaria a atuar como uma espécie de "guardiã" do nome da família e justificou: "Tenho que honrar esse nome por mim e por tudo o que meu pai fez, já que não houve político mais investigado do que ele no Brasil e ninguém provou nada contra". E acrescentou: "Todos nós, herdeiros, netos, filhos, temos que ter essa coerência e essa honestidade em respeito à memória dele".
Sobre a vida em família, na mesma entrevista, ela reconheceu: "Tivemos uma vida muito sofrida". Em 64, Neusinha tinha nove anos, mas se lembrava: "fui dormir princesa e acordei sapa". Com o pai na clandestinidade, todos tiveram que sair do país às pressas e foi obrigada a viver, com a mãe, durante bom tempo, em um hotel de Montevideu.
"A gente rezava todo o dia pedindo para meu pai ficar bem", lembrou na entrevista
Depois que família voltou ao Brasil, após 15 anos de exílio, Brizola se elegeu governador do Rio de Janeiro em 1982. Nesta época Neusinha tornou-se nacionalmente conhecida não só pelo lançamento de um disco seu em local público, que obrigou seu pai a exonerar os auxiliares que permitiram a irregularidade, como também pelo seu estilo de vida radical - conseqüência talvez dos seis anos que passou na Holanda, na época de exílio.
No afã de atacar o candidato à presidência da República e desconstruir o homem público inatacável, a grande mídia não vacilou em usar Neusinha. A mídia dava publicidade a tudo o que ela fazia ou deixava de fazer, não a poupava de nada. Sua vida, suas declarações e seus casamentos foram devassados e expostos - sempre de forma escandalosa - para atingir politicamente Brizola, o pai.
Neusinha foi vítima.
Houve até o absurdo da Rede Globo de Televisão colocar no "Jornal Nacional", no ar, declarações suas totalmente desconexas, só para desqualificar - o seu pai - o arquiinimigo Leonel de Moura Brizola.
Os anos passaram e, mais madura, Neusinha sossegou. Tornou-se produtora cultural, passou a se dedicar mais ao pai e aos filhos. Numa entrevista a revista "Isto É" em 2.000, ela comentou: "Graças a Deus superei essa fase. Minha terapia foram meus filhos e minhas cachorras".


Do Fundo da Memória (4)

Por Carlos Chagas

Resistência não houve ao movimento de 1964, logo depois de sua eclosão. O governo deposto e seus aliados buscaram refúgio no exterior, no anonimato e no silêncio, quando não em traições e falsas adesões. Só mais tarde, aos poucos, sobreveio a inexorável reação nacional ao arbítrio e à truculência.

João Goulart exilou-se no Uruguai, seguido quinze dias depois por Leonel Brizola, frustrado pela impossibilidade de repetir 1961. Ministros pedindo asilo em embaixadas, líderes políticos, sindicais e estudantis perseguidos, intelectuais obrigados à clandestinidade. Do outro lado, desenfreada euforia nas elites, celebrações na maior parte da classe média, passeatas monumentais de dondocas de salto alto, marchas “da Família com Deus e pela Liberdade”. E o telegrama de congratulações passado pelo presidente dos Estados Unidos, Lyndon Johnson.

Não faltou a frenética busca de heróis para exaltar, por parte de uma imprensa há muito posta a serviço do golpe. Foi um golpe, aliás, para a mídia pressurosa em bajular os novos donos do poder, quando o general Mourão Filho resolveu conceder uma entrevista. Triste por haver sido marginalizado com sua nomeação para presidente da Petrobrás, ele surpreendeu os jornalistas definindo-se como “uma vaca fardada”.

Os generais tomaram a chefia do movimento, isolando políticos espertos que imaginavam ocupar o palácio do Planalto através do eterno substituto, Raniéri Mazzilli, presidente da Câmara. No Rio, formou-se uma Junta Militar, denominada Comando Supremo da Revolução, com o general Costa e Silva, o almirante Augusto Rademaker e brigadeiro Francisco de Assis Correia de Mello. Frustrou-se a tentativa deles permanecerem indefinidamente no comando da nação, mesmo depois que buscaram legitimar-se através de um instrumento de exceção, o Ato Institucional que não tinha número, pois se presumia fosse único. O autor? O mesmo da Constituição fascista de 1937, o jurista Francisco Campos, aliás, “Chico Ciência”.

O sentimento então predominante nas Forças Armadas, impulsionado pelas críticas generalizadas do mundo democrático, acabou levando um Congresso desmoralizado, sem representatividade por conta de dezenas de cassações, a eleger o marechal Castello Branco para completar o malfadado mandato antes pertencente a Jânio Quadros e depois a João Goulart.

Quarenta anos depois, importa reunir os argumentos e o sentimento verificados entre os militares de hoje, a respeito da intervenção de seus antecessores. A versão deles, os atuais e os que restaram daqueles idos, beira também a cobrança e insurge-se contra a interpretação feita pelos adversários.

Em primeiro lugar, dizem, só saíram dos quartéis quando estimulados pela opinião pública. Poderia ter sido a opinião publicada, mas tanto faz. Caso João Goulart não fosse levado à ilusão de quebrar a hierarquia castrense, é possível que permanecessem apenas na resistência ao que imaginavam a tentativa de decretação da República Sindicalista do Brasil. O planeta encontrava-se dividido em duas ideologias distintas e, sem a menor dúvida, por formação e indução, as Forças Armadas integravam o bloco liderado pelos Estados Unidos. Era inadmissível para eles cair nos braços da outra superpotência, a União Soviética.

Não dispunham de plano ou programa de governo. O poder caiu-lhes nos ombros sem estar preparados para ele. Concordam, os de hoje, com o diagnóstico feito na época pelo então deputado Pedro Aleixo: não se tratava de uma revolução, mas de uma contra-revolução.

Os generais de agora eram aspirantes ou tenentes, em 1964. Cumpriam ordens, tomavam conhecimento dos fatos pelos jornais, mas mantém lealdade e respeito diante da ação dos antecessores. Apesar disso, reconhecem o erro que foi não ter sido devolvido o poder aos civis, depois de Castello Branco.

Recusam o rótulo de torturadores para os chefes de antanho, ainda que não neguem as torturas praticadas. Era uma guerra, acentuam, com o outro lado assaltando, matando, sequestrando e intranquilizando – o que é verdade. Muitos militares foram sacrificados naquela absurda luta entre brasileiros. Discordam, é evidente, dos métodos ainda recentemente expostos em livro pelo jornalista Elio Gaspari, autor da triste revelação de que o general Ernesto Geisel concordava com a eliminação física de guerrilheiros e terroristas.

Sustentam os militares de hoje que apesar da ojeriza às esquerdas e ao comunismo, mesmo sendo mais generais do que presidentes, os cinco generais-presidentes souberam manter firmes as estruturas da soberania nacional e a presença do Estado nas atividades fundamentais da nação. Não passou pela cabeça de nenhum deles privatizar a Petrobrás, a Vale do Rio Doce, a siderurgia, a navegação de cabotagem, o sistema de geração de energia elétrica e, em especial, o sistema de telecomunicações, que implantaram. Antes dos governos militares, o Brasil se comunicava com o Brasil pelas linhas telefônicas e por um precário sistema de rádio. A rede de micro-ondas havia sido iniciada por Juscelino Kubitschek, mas foi a partir de 1964 que passou a integrar nossas diversas regiões, depois interligadas pelos satélites, nos quais se investiu para valer. Nosso ingresso na energia nuclear também aconteceu naquele período, enquanto se construíram usinas hidrelétricas do porte de Itaipu. Até a industria bélica se afirmou, com a produção de tanques, carros de combate e armamento sofisticado, que exportamos por vários anos, antes de sua destruição por obra de manobras estrangeiras. Para não citar a indústria aeronáutica, sobrevivendo até agora.

A defesa da Amazônia tornou-se uma obsessão através do mote “integrar para não entregar”. Chegamos a romper o acordo militar com os Estados Unidos.

Uma constatação também feita pelos militares de hoje é de que durante a vigência do regime de 1964 a política econômica, mesmo alinhada ao mundo ocidental, jamais favoreceu a especulação financeira desmedida ou serviu para sufocar a indústria nacional. Muito menos a dívida externa tornou-se impagável. Nem o desemprego, a indigência, a fome, a miséria e a violência urbana nos assolavam tanto quanto neste início de novo século. Se havia inflação, havia reposição salarial.

Em suma, quarenta anos depois, os militares continuam rejeitando a análise de que o movimento de 1964 se resume aos excessos praticados, que reconhecem. (continua amanhã)

Colaborações

A pedido do titular do blog, Olides Canton, vão os tópicos a seguir.

Falta alguém em Nuremberg

Dia destes Paulo Santana em ZH criticou o que supõe ser uma postura conivente de setores da crônica esportiva com o novo treinador do Internacional, denunciando um possível "endeusamento" de Paulo Roberto Falcão. Mas o que dizer, então, de Renato Portaluppi? É vísivel que a equipe do Grêmio é mal treinada, não tendo mecânica de jogo. Mesmo assim o que se ouve e vê são críticas à diretoria e, principalmente, a alguns dos atletas, que não teriam qualidade suficiente para ostentarem a titularidade. O treinador passa incólume por esse inventário pós-vexame, embora sobre ele devesse recair a carga maior de cobranças.
É evidente que falta qualidade ao grupo, mas isso não absolve o treinador em relação, por exemplo, ao posicionamento equivocado da defesa, capaz de levar gols de cabeça até de Nelson Ned, se fosse este o centro-avante adversário. É de responsabilidade do técnico colocar Adilson como articulador, quando ele erra onze passes em dez. Seu apego a Gilson nos remate a uma patologia a ser melhor estudada. E se constitui em heresia superlativa o fato de se ver Fernando e Mário Fernandes no banco enquanto Rafa Marques, Gilson e Adilson flanam como titulares absolutos.

A Roupa do Rei de Roma

Só há um jeito de o Grêmio voltar a ter chance de classificação na Libertadores e de conquistar o campeonato gaúcho. Precisaria que o presidente Paulo Odone, pessoalmente, restabelecesse a hierarquia interna de funções. Que o presidente fizesse o que o departamento de futebol não tem força para fazer, que é obrigar Renato a treinar mais o time e menos a torcida. E que o vestiário seja sacudido por uma nova ordem.
Isso acontecendo talvez até pudéssemos ganhar o clássico. E diante da tão decantada elegância do treinador do Internacional, uma boa flauta de segunda-feira seria proclamar que "Renato roeu a roupa do Rei de Roma".

Wolmer Jardim

Grenal

Voltou o corneteiro colorado de Sarandi, o "zator"( o apelido tem origem porque o pai dele, Mauro, trabalhista histórico, mas que sempre perdeu as duas eleições que disputou) era chamado pelos colonos de Serafina de ZATOR, haja visto que era exator estadual.) m- é que gosto de explicar ao leitor as coisas...

E eu aqui sem ninguém pra contrabalançar. O Remindo e o Wolmer, " fugaram" como diria o inspetor de Polícia....

A continuar nesta linha , não teremos a oportunidade de encontrarmos o
'IMORTAL', na Libertadores !!!!!!!!!!!!!!!!!!!


O malhor deve estar se mordendo!!!!!!!!!!!!!!!!!o gás do padeiro se ga fini !

Prof. Mauro Santos Rocha
Diretor - UPF Sarandi

 


Ausência

Depois de um bom tempo, o filho do zator voltou a se comunicar. Eu achava que ele tinha se amolado com algo, mas é pura paranóia minha....

bom, como não corro atrás de mulher - só as muito gostosonas - não ia correr atrás do filho do zator...

Mas esta história dele de que ele trabalha muito, é pura atochada.

Em Serafina temos três grandes " inimigos del lavoro" - se é que me entendem: Flávio Soccol, Ademir Bacca e Mauro Rocha....

Eles aplicavam há muito tempo aquela máximo de que o OCIO É CRIATIVO!!!!!

Olides !

Deves ter sentido "muiiiiiiiiiiiito" minha falta de contato.Em breve
te enviarei notícias e com novidades. Speta um boquetin
!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Belo texto aquele do Mazza, para o Rui. Fizeste bem em publicá-lo.
Muito apresentei o Biriva no Carijo em Palmeira. A propósito, fui
vizinho da poetisa NADILCE, en la undeze. Tens o e-mail dela ?

Teu Blog tem, neste ano, um charme especial.Abre com referência aos 50
anos da Legalidade. Que prato cheio para ti nesta volta !!!!!


Um abraço do fiol de Zator, quel que laurava massa, tuti jorni !!!!!!!!!!!!!


Prof. Mauro Santos Rocha
Diretor - UPF Sarandi


De São Borja

OS NOVOS PAPA-DEFUNTOS

Pela presteza com que espalharam a notícia da morte de Neusinha Brizola, na quarta passada, Letier Vivian e Eduardo Belmonte já ganharam um novo apelido nas rodas de fofocas do bar do Chita; OS PAPA DEFUNTOS. Dizem até as piores línguas do local - como do Clemar Dias e do Wolmer Jardim - que em breve a dupla vai abrir uma funerária....

Sucesso pra eles,então!


Eleição na Famurs

credencia Mariovane Weis

a voos mais altos...


A vitória do prefeito de São Borja(PDT), Mairovane Weis, do PDT, na noite de quarta passada pra Famurs credencia o prefeito da Fonteira Oeste a voos mais altos na política. Dizem que quer ser deputado estadual- vai fazer frente a Cassiá Carpes, que é de São Borja mas que mora em Porto Alegre.E até Mariovane teria montado um slogan: SÃO BORJA MERECE UM DEPUTADO!

Uma estocada maior no Cassiá, impossível!

Eleições na Famurs....

DEpois de ter apoiado em São Borja Flávio Lammel, que não se elegeu pra deputado estadual , Mariovane Weis da Terra dos Presidentes que se elegeu o próximo presidente da Famurs - uma considerável vitrine estadual e nacional - ganhou na campanha o apoio do neto de Jango, Cristopher Goulart, que candidato a deputado estadual não teve o apoio local do prefeito.

Cris, no meu entender, fez um gesto de inteligência....Como disse Ademar de Barros, do PRP paulista, ao jornalista Samuel Wainer, depois de ter se acomodado na poltrona do seu jatinho e de sair da estância do Itu, em 1950, e ter feito um acordo com Getúlio:

- Este teu amigo é um canalha, mas vamos ter que marchar com ele....

A politica também tem a ver com interesses,...ou praticidade.


Coleguinhas


Não fizeram nada pra " morta" Folha da tarde, que fez niver em 27.04. Quem fazia era a Jurema Josefa e o velho Benito Giusti. Eles largaram de mão e não saiu mais nada. O Valter Galvani ainda tentou, mas estes caras só ficam na balaca...
Olha se o Galvani ia organizar um almoço. isto dá trabalho....

Logo ele que gosta tanto de conselhos de cultura. Isto é coisa de quem não gosta de trabalhar...


De São Borja

EX-PRESIDENTE DO PDT

PROTOCOLA REINGRESSO

E PEDIDO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS

Como prometera que faria dias atrás, o advogado Clair Ribas, ex-presidente do PDT de São Borja requereu ao atual presidente Dr. Janot Marques de Oliveira o seu reingresso e concomitantemente solicitou " uma prestação de contas" conforme o pedido anexo.

O mesmo espaço do Dr. Clair está assegurado ao dr. Janot.

Clique aqui para ler o documento.


Memória da Imprensa


Breno Caldas, o todo-podereso dono do Correio do Povo e outros da Caldas Junior era um grande ironico...Uma vez foi fazer um passeio no seu barco Aventura e na volta contou como o vento jogara o barco de cá pra lá. Ai o Paulo Gouvea, um dos seus homens mais próximos, pra agradá-lo lhe disse:

- Dr. Breno, como o senhor dormia com este mar revolto?

- Assim, oh...e fez o gesto de quem dorme placidamente, disse Breno.


Breno (1)

Outra do velho jornalista:

Nunca se viu ele de gravata: só a usava quando iam cumprimentá-lo pelo niver do Correio do Povo e da Guaíba.

Nem mesmo quando seu amigo Médici vinha comer churrasco no Arado, Breno colocava gravata.


Breno(2)

Conta o jornalista Wanderlei Soares que uma vez um fiscal da prefeitura passando por Belém Novo multou o haras de Breno porque o leite que ele servia tinha água dentro( se tinha ou não, ninguém sabe...)

Aí a lista dos produtores foi divulgada por um órgão da prefeitura e acabou saindo no Correio do Povo, por distração de todo mundo( isto acontece seguidamente).

Mas quando chegou no revisor, ele viu o nome do patrão e colocou na frente um DR, porque todos os empregados tratavam o Breno, por DR.

Breno fez do limão a limonada. Botou aquela notícia debaixo do vidro de sua mesa e sempre que um chato ia se queixar de alguma notícia, ele sacava aquilo e diziaq:
- Mas falam mal de mim no jornal. Como não podem falar do senhor!!!


Breno(3)

Ah, ha um boato de que Breno tinha uma amante que morava ao lado do Correio do Povo, no edificio OUVIDOR....

Dizem até que o velho teria tido um filho com ela...mas ficou sempre oculta...Quem está fazendo a biografia do Breno está pesquisando isto. Não sei se acharam algo.


Breno (4)

A adulação em torno do Dr. Breno era pelo poder que ele tinha, não por ele. Isto todos sabemos.

Mas ele era , por exemplo, muito amigo do Júlio Brunelli.que foi deputado.

Não se conhecem cores partidárias de Breno, mas ele apoiou a Revolução de 64. DEpois começou a dar umas notícias que os milicos não gostavam e teve até jornais apreendidos.

Diz o Bicudo que Breno sempre priorizou a noticia, o noticiário, em detrimento da parte comercial

Breno(5)

Sobre seu filho, Francisco Antônio, seria o caso de um filho que nunca saiu da sombra do pai...

Morreu seis meses antes.

Aguardemos então uma boa biografia do velho breno!


DILMA


Dilma: "Governo está diuturnamente e noturnamente atento às pressões inflacionárias"
Diuturnamente é uma derivação de diuturno, que significa algo que vive muito tempo; que tem longa duração, que se prolonga, prorroga ou se protela no tempo.
Diuturno é uma palavra derivada do Latim diuturnu (adj. :que vive muito tempo; que dura muito.)
Desta forma, diuturnamente não tem nada a ver com o dia; já noturno tem a ver com a noite; noturnamente é algo que se faz à noite. Diurno é que tem a ver com dia; diurnamente é aquilo que se faz ao dia.
Diurnamente é o contrário de noturnamente. E não diuturnamente.
Ela misturou alhos com bugalhos.
Acho que Dilminha, mais uma vez, ofeliou, de Ofélia, aquela do Fernandinho, da TV, a que só abria a boca quando tinha certeza.

SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS


De São Borja

São Borja vai enterrar hoje a filha caçula de Leonel Brizola e Neusa Goulart.A última vaga que há no túmulo da família Goulart, no cemitério Jardim da Paz, é surpeendente no mínimo que seja ocupada pela Neuzinha Mintchura que tanto atazanou, em vida, a vida do pai....Vai ver que os dois se amavam mais do que as aparências...

Quando as exéquias em si, tenho certeza que São Borja vai fazer um show, já que eles tem " tecnologia" de sobra em enterrar pessoas ilustres....

De Sarandi

recebo do prof. Mauro Rocha, de sarandi, que manda news de lá....

Continuo , sempre, interessado nas coisas que dizem respeito a la
undeze. E a forma de me manter atualizado é lendo teu blog. Que bom
que outro colega entrou na parada do encontro. Dou força e rezarei
para estar presente.Rever os colegas de ginásio, me trará muita
satisfação.Tenho muita saudade daquele tempo. Aliás, tenho me sentido
muito nostálgico em relação ao meu tempo em Serafina.Tomara que não
seja início de depressão. Valorizei muito aquele período.De Serafina,
trouxe muito, mais muito mais do que lá deixei( acho que quase nada),
mas uma plêiade de amigos eternos, veio comigo, anca ti !!!!!!!!!!!,
apesar dos pesares.E o malhor ? Deve estar sofrendo com o Grêmio e os
"nervo" do Renato (viem su i nervi com quela squadra lá).

Não sumi, só sai de órbita. Mudei de cidade( retornei a residir na
legendária, centenária e ESPARTANA Palmeira mas continuo a trabalhar
em Sarandi.

De Sarandi posso informar que o nosso amigo Nicola-futuro prefeito,
pois foi absolvido no supremo e pode concorrer, natra volta -, hoje
está atuando no governo do estado, assessorando o Afonso Motta, na
secretaria de apoi aos municípios, no palácio. Vê se faz uma matéria
com ele pois o homem está bem na parada, seguidamente tem
representado o sr. Governador, em eventos no grande Sarandi.


A casa dos Tasca foi vendida, em breve, será mais um "arranha céu" em
Sarandi.La sorella de Tasca diz que te va spacar !!!!!!!!!!!!!!!!.

Quanto à morte do Hoteleiro, SR. PELIZARRI,foi puro azar. Um jovem
casal, na busca de praticar um assalto e arrumar dinheiro para compra
de droga, tocou a campanhia, num sábado, às dez da noite. O dono foi
atender, pensando tratar-se de um cliente, quando foi surpreendido
pelo jovem assaltante que, em ato contínuo, anunciou o assalto e
efetuou os disparos, que foram fatais para o sr. Pelizzari.

A droga, seu consumo e suas mazelas !!!!!!!!!!!!!!!!!.

Aliás, ao meu ver, trata-se do maior fragelo da humanidade.


Um abraço.

MAURO ROCHA -FIOL DE ZATOR, QUEL QUE LAURAVA MASSSSSSSSSA !!!!!!!!!!!!!!!


Mauro Rocha, comentarista isento

só dá colorado!


Mi no ga paura do padeiro. Vocês não tem time( plantel),para o Renato
trabalhar. Note que ele está cada vez mais nervoso, à beira do
gramado. Sinal claro de desestabilização.( Foi o que comentei, hoje,
na Rádio Sarandi, na Resenha Esportiva, programa no qual, dou minhas
pinceladas, quando convidado. Sempre com muiiiiiiita isenção claro
!!!!!!!!!!!!!!!!

Tenho cadeira cativa no mesmo, mas não venho fora "cativo", quando meu
INTER não ganha.

s.m.j., o gauchão é de vocês !!!!!!!!!!


Não abri o blog hoje, mas deves ter falado sobre a Neusinha, óbvio.

MAURO


De São Borja


ROUBARAM A FOTO

DO ANJO NEGRO


NO CEMITÉRIO !!!!!


QUEM FOR AO ENTERRO HOJE EM SÃO BORJA DA NEUSA MARIA GOULART BRIZOLA PODERÁ OBSERVAR QUE NO TUMULO, LOCALIZADO AO LADO DO TUMULO DA FAMILIA GOULART, DO ANJO NEGRO, O TENENTE GREGÓRIO FORTUNATTO ROUBARAM SUA FOTO.....


E QUEM VAI AGORA PROVIDENCIAR?????

SE OS DESCENDENTES DE GREGÓRIO ESTÃO TODOS SUMIDOS DE SÃO BORJA!!!!

sEGUNDO O ADMINISTRADOR DO CEMITÉRIO JARDIM DA PAZ, HÁ MUITOS ANOS QUE NINGUÉM COLOCA UMA FLOR OU LIMPA O TUMULO DO ANJO NEGRO, O GUARDA-COSTAS DE GETÚLIO VARGAS, QUE PROVOCOU UMA CRISE INUSITADA NO EPISÓDIO DA RUA TONELERO E QUE DEU NO SUICÍDIO DO PRESIDENTE GETÚLIO DORNELLES VARGAS EM 24/08/1954.


Bares que fizeram lenda.....

LA CAMORRA....

O PAI DE SANTO

ENROLOU O "OVELHA",

O DONO!


Ficava na av. Goethe,89 e foi fundada no começo dos anos 90, pelo conhecido empresário da noite, JOSÉ AUGUSTO FAILLACE KRAUSE, o OVELHA.... que depois do fechamento do La Camorra retirou-se da noite, depois de ter tido vários bares.

fUNCIONAVA das 20 horas em diante, menos domingos e segundas.
Tinha estacionamento privativo com manobrista.

Ar condicionado, com pista de dança chique.

Tinha um ambiente requintado com dois mezzaninos, restaurante com o chamado cardápio internacional e pista de dança.

La Camorra foi inaugurada em outubro de 1993 e era,segundo Ovelha, " um glamour só...."

Era frequentando por um público de Classe A.

Tinha dois andares.

- A boite foi um estouro, diz Ovelha.

Muito do público que frequentava o ROSE Place, outra casa do Ovelha, migrou pro La Camorra.

Em 1997, cansado de ter o Rose e o La Camorra, Ovelha desfez-se do primeiro e ficou só com a boite da av. Goethe.

Onome La Camorra foidado porque Ovelha desde criança sempre gostou muito da Itália e gostava de ver filmes sobre a Máfia, cujo apelido e´La Camorra.
Ele lembrava dos cassinos, de umas coisas diferentes
E a boite La Camorra foi feita toda encima de uma decoração como se fosse um cassino...

Em 1998, ele a vendeu, mas antes houve um lance que entrou pro folcore da noite de porto alegre.

Foi o seguinte:O radialista Sérgio Abrão e o "pai de santo" pai Lepúcio foram fazer um trabalho na casa.

Dizem algumas versões que o preço do trabalho teria sido o carro Omega do Ovelha e mais 12 mil reais.Este teria sido o custo do " trabalho" feito pelo pai de santo ao Ovelha.


ESCOLA DO LEGISLATIVO

Preservação ambiental é tema de conversa com fotógrafo

Vanessa Lopez - MTB 7525 - 27/4/2011 - 12:20

A exposição reúne imagens feitas por Vicente Wolff no Vale do Rio Forqueta

A utilização da fotografia como instrumento de preservação ambiental é o tema do bate-papo com o artista Vicente Wolff, fotógrafo autodidata especializado em imagens da flora e da fauna, que acontece na terça-feira (3), a partir das 17h, no jardim do Solar dos Câmara. A atividade é uma parceria entre o Departamento de Relações Públicas e Atividades Culturais e a Escola do Legislativo Deputado Romildo Bolzan da Assembleia Legislativa e dá início às celebrações do dia 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente. A entrada é franca e a participação aberta à comunidade em geral. A conversa com o público precederá a abertura da exposição assinada por Wolff, intitulada Fotografia Ambiental, marcada para às 18h, na sala J. B. Scalco.

A ideia de Wolff é incentivar a conservação da natureza por meio da imagem fotográfica, dentro da proposta de que quem conhece, preserva. "Infelizmente, hoje, diferentes atividades, muitas delas predatórias, têm ameaçado nosso rico patrimônio natural", analisa o autor. Seus cliques da fauna e da flora da Mata Atlântica que integram a exposição foram feitos, principalmente, na Reserva Ecológica Agrofloresta, em Maquiné.

O fotógrafo

Vicente Wolff mora na Reserva Ecológica Agrofloresta, criada por ele próprio, no Vale do Rio Forqueta, no Rio Grande do Sul. Ali, desenvolve atividades de educação ambiental, agroecologia e ecoturismo. Desde 2007, realiza exposições relacionadas ao tema preservação da natureza.

A exposição

A exposição poderá ser apreciada gratuitamente na sala J.B. Scalco, no Solar dos Câmara, do dia 3 de maio ao dia 3 de junho, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 18h30. O acesso é pelo prédio principal da Assembleia (Praça Marechal Deodoro, 101).

Do Fundo da Memória (3)

Por Carlos Chagas

Título: Dos Juristas aos Jurilas

Quarenta e sete anos depois, sobrou o quê, do movimento militar de 1964? Para começo de conversa, cobranças, mesmo com o tempo fazendo a poeira assentar. Cobranças de parte a parte.

De um lado, existem os que continuam criticando, protestando e apresentando a conta. São os que, de uma forma ou de outra, viram-se atingidos pela truculência do regime. Não apenas os torturados, exilados, censurados, demitidos e marginalizados. Ou seus familiares, se eles não estão mais entre nós.

Muitas instituições também tem o que cobrar. A imprensa, por exemplo, obrigada a omitir tudo o que prejudicava os donos do poder. Sem esquecer que a maior parte dos veículos de comunicação da época esmerava-se em divulgar aquilo que agradava os poderosos. Temendo represálias ou programando benesses, acomodaram-se quase todos os barões da mídia e muitos de seus acólitos. Seria menos ridículo que, hoje, certos falsos heróis de uma resistência inexistente ficassem calados ao invés de tentarem faturar aquilo que não praticaram.

De um modo geral, porém, a imprensa sofreu e involuiu. Jamais as tiragens dos jornais ficaram tão reduzidas, proporcionalmente ao número de leitores. “Comprar jornal para quê?” – insurgia-se o cidadão comum, se era para ler elogios ao falso milagre brasileiro ou, em contrapartida, versos de Camões ou receitas culinárias. Com a televisão e o rádio, perseguidos até no roteiro de suas novelas, pior ainda. Transmitiam a impressão de vivermos num outro mundo.

Massacrados da mesma forma foram os advogados. O regime confundia o sagrado dever de defender o semelhante com a integração obrigatória do defensor nas práticas do réu. Um monumento deveria ser erigido ao Advogado Desconhecido, mesmo a gente conhecendo o nome da maioria desses abnegados bacharéis que honraram a profissão. E sofreram por isso.

Sofreu também o Poder Judiciário, atingido em seus tradicionais predicamentos constitucionais de vitaliciedade, inamovibilidade e irredutibilidade de vencimentos. Ministros dos tribunais superiores e simples juizes de primeira instância, intimidados, acomodados ou dispostos à resistência, assistiram desmanchar-se a estrutura fundamental da democracia, erodida por absurdos como o de que os atos revolucionários seriam insusceptíveis de apreciação judiciária. É claro que também pontificaram os “jurilas” de todas as ditaduras, misto de juristas e de gorilas tão a gosto do regime. Reconheça-se o papel altivo do Superior Tribunal Militar, que num sem-número de ocasiões desfazia aquilo que nas instâncias inferiores a voracidade da exceção buscava transformar em regra.

Os políticos, da mesma forma, perderam o que lhes restava de credibilidade junto à opinião pública. A sombra das cassações de mandatos e das suspensões de direitos políticos só não agredia tanto a prática parlamentar quanto os ucasses que transformaram o Congresso em apêndice desimportante do Executivo. Atos institucionais, atos complementares, decretos-leis, casuísmos, fechamentos e recessos parlamentares fizeram com que a atividade política e eleitoral se transformasse em objeto de chacota nacional. Num determinado momento, para sepultar laivos de independência, os militares dissolveram os partidos, criando o bipartidarismo obrigatório. Para continuar na política seria pertencer ao partido do “sim”, a Arena, ou ao partido do “sim senhor”, o MDB, mais tarde inflado pela indignação, transformando-se num dos principais aríetes responsáveis pelo fim da ditadura. Para cada dr. Ulysses ou para cada “autentico” que se insurgia, centenas de desfigurados marionetes candidatavam-se a se ajoelhar no altar da exceção.

O movimento sindical implodiu nos primeiros dias do novo regime. Perseguidos como inimigos públicos, os tradicionais líderes trabalhistas desapareceram nas masmorras, no exílio ou no esquecimento. Terá sido este um dos erros fundamentais da ditadura, porque, conforme a natureza das coisas, em política não existem espaços vazios. Foram-se os dirigentes em grande parte viciados pelo sabujismo ao ministério do Trabalho, mas emergiram líderes operários autênticos. Vem daí as origens do Lula e de muitos outros.

O mesmo aconteceu no movimento estudantil. Perseguidos, eclipsaram-se os estudantes profissionais que dominavam as organizações de classe, boa parte atrelada ao ministério da Educação. Ganharam o exílio aqueles que tentavam renovar as estruturas viciadas vindas do Estado Novo, como José Serra, o último presidente da União Nacional dos Estudantes, obrigado a refugiar-se no Chile. O fenômeno foi o mesmo dos sindicalistas: surgiram dirigentes de verdade, oriundos dos bancos escolares. José Dirceu, Wladimir Palmeira, Jean Marc, Alfredo Sirkis, Honestino Guimarães, Franklin Martins e quantos mais? Identificados, após ações de toda espécie, até tresloucadas e radicais, acabaram detidos, alguns desaparecidos até hoje, mas plantaram a semente. Ainda agora o movimento estudantil pertence aos estudantes.

A cultura vergou mas não quebrou. Das músicas de protesto ao teatro de arena e de vanguarda, das entrelinhas do “Pasquim” à poesia de combate e ao cinema novo, os intelectuais resistiram. Tornaram-se figuras de expressão nas passeatas, nos manifestos e na arte de estrilar. Apanharam, foram presos e muitos se exilaram. Imagina-se o que teriam produzido em regime de liberdade plena. Talvez bem menos do que produziram sob pressão.

Esse tipo de cobrança estende-se até nossos dias, ainda que cada vez mais esmaecido pelo tempo, com as exceções de sempre. Intelectuais, estudantes, operários, políticos, magistrados, advogados e jornalistas, em maioria, não esqueceram. Talvez nem tenham perdoado, ainda que lentamente varridos pelos ventos da renovação. (continua amanhã)

Saudações esportivas

FUTEBOL IMORTAL?

O futebol do Grêmio é imortal, só enquanto dura.

Ficou difícil chegarmos ao GRENAL da Libertadores, depois de Grêmio 1X2 Universidade Católica. A tarefa do Internacional hoje também é duríssima. O Peñarol no Centenário é mais firme que tira de costela de nelore passada além do ponto. Talvez a estrela do Falcão e os craques diferenciados ajudem os colorados.
Saudações Esportivas.

Luiz Oscar Matzenbacher

Do Espaço Vital


OAB-RS divulga com impacto a exclusão de advogados

Nota oficial publicada hoje nos principais jornais do Estado muda longa tradição de discreção na publicação dos nomes de ex-inscritos que estão proibidos de advogar.


Mateada da Cidadania é trasnferida

A Mateada da Cidadania, promovida pela Câmara de Vereadores, que seria neste domingo, 01 de maio, em comemoração ao Dia do Trabalhador, foi transferida em função do Grenal. A mateada acontecerá no dia 22 de maio, ás 15 hs, na Praça Assis Brasil do bairro do Passo.
A Mateada da Cidadania contará com serviços para a comunidade como corte de cabelo e posto de atendimento do Ministério do Trabalho. Também terá erva mate e água quente a disposição da comunidade. Entre as atrações do evento estará a exposição itinerante, que tem passado pelas escolas da cidade, sobre os 50 anos da Campanha da Legalidade.

Assessoria de Imprensa Câmara Municipal de Vereadores de São Borja/RS


Vereadores verificam demandas na Rodoviária de Porto Alegre

Rodoviária "do feriadão" provoca

interesse dos vereadores
que ontem visitaram o terminal.


Vereadores verificam demandas na Rodoviária de Porto Alegre

A Comissão de Urbanização, Transporte e Habitação (Cuthab) da Câmara Municipal farão visita à Estação Rodoviária de Porto Alegre nesta quarta-feira (27/4), às 10 horas. Na ocasião, os vereadores da Cuthab verificarão as condições da Estação e o que é necessário para melhorar os serviços prestados aos passageiros. Taxistas que atuam no ponto de táxi da Rodoviária solicitaram a intermediação da Cuthab. Eles reivindicam que seja construída uma cobertura para o embarque e desembarque de passageiros em toda a fachada da Rodoviária, onde estão localizados os pontos de táxi.


Carlos Scomazzon (reg. prof. 7400)

Feira para as mães reúne 34 bancas de presentes

A Câmara Municipal de Porto Alegre promove, até esta quinta-feira (28/4), sua Feira de Artesanato para as Mães. O bazar funciona das 9 às 17 horas no térreo da Casa, oferecendo 34 bancas de presentes feitos a mão por funcionários e familiares. A entrada é franca. A Câmara fica na Avenida Loureiro da Silva, 255. Informações: (51) 3220-4392 e 3220-4187, e-mail claudiah@camarapoa.rs.gov.br

Claudete Barcellos (reg. prof. 6481)


De São Borja!


Medalha Tiradentes condecora servidores da área da segurança na Câmara



Ocorreu na Câmara Municipal de Vereadores de São Borja, nesta terça-feira, 26 de abril, a sessão solene de entrega da premiação “Medalha Tiradentes”. A Medalha é uma forma de condecoração as pessoas residentes em São Borja e aos trabalhadores da área da segurança pública, tanto municipal, estadual ou federal que de uma forma ou de outra, se destacaram em nosso município por atos de bravura ou heroísmo ou que tenham recebido no ano anterior, medalhas ou condecorações, de suas entidades.

Receberam a homenagem o 3º Sargento do exército João Batista da Silva Nunes, o 2º Sargento do corpo de bombeiros Elbio Eliseu Rodrigues Escobar, o Escrivão da polícia federal Tiago Mauricio Motta, o Inspetor da policia rodoviaria federal Luiz Andre Pereira Costa, o 3º Sargento da Brigada Militar Serafim Ferreira Martins, o Soldado da Brigada Militar Benhur Samarone Garcia Gomes e o Fiscal de Trânsito Carlos Corso da Sila.

O vereador Jeovane Contreira (PPS), autor do Decreto que instituiu a premiação “Medalha Tiradentes” no município, explicou que a criação da medalha foi devido a importância dos órgãos de segurança para a sociedade de São Borja na defesa do cidadão, da ordem jurídica e da democracia.

Assessoria de Imprensa Câmara Municipal de Vereadores de São Borja/RS


ProJovem: CPI tem dois depoimentos nesta quinta

A CPI do ProJovem deverá ouvir nesta quinta-feira (28/4) o Secretário Municipal da Juventude, Luizinho Martins, e o assessor da secretaria na administração de Mauro Zacher (PDT), Rafael Fleck. A reunião está marcada para as 9 horas, no Plenário Otávio Rocha da Casa. Presidida pelo vereador Luiz Braz (PSDB) e tendo como relator o vereador Reginaldo Pujol (DEM), a CPI tem por objetivo investigar denúncias de irregularidades no Programa ProJovem, oferecido pela SMJ. Também fazem parte da CPI os vereadores Engenheiro Comasseto (PT), Fernanda Melchionna (PSOL), Idenir Cecchim (PMDB), Nilo Santos (PTB), Mario Fraga (PDT), Paulinho Rubem Berta (PPS), Airto Ferronato (PSB), Mauro Pinheiro (PT) e Waldir Canal (PRB).

Regina Andrade (reg. prof. 8423)


100 ANOS

DO LAJEADENSE


O radialista Rodrigo Conte , da rádio Independente, de Lajeado, está escrevendo a história do SPORT CLUBE LAJEADENSE, de Lajeado, que completa 100 anos.


Histórias de La Ùndeze


LALO já voltou ao batente


O advogado Oraldo Rodrigues,que tirou durante uma cirurgia três hérnias de íngua, já está trabalhando. Mas passou por maus pedaços.

Teve pressão alta( é diabético)antes da cirurgia e sangrou muito também.

Mas, restabelecido, já está no seu escritório.

LALO, como é conhecido em SErafina, fugiu três vezes da cirurgia. Mas agora teve que enfrentá-la porque já não suportava a dor.

- Terminava sempre numa cadeira de rodas quando ia passear no Bourbon, disse ontem em seu escritório, quando já atendia seus clientes. Lalo é especializado em INSS e já aposentou meia serafina.


Dia 28 de abril começa a 4ª edição da FestiPoa Literária


Evento cultural consolidado na cidade, a Festa Literária de Porto Alegre - FestiPoa Literária acontece anualmente, desde 2008, reunindo escritores, poetas, dramaturgos, tradutores, professores, jornalistas e artistas. Durante onze dias, os convidados se apresentam em painéis, debates, saraus, mesas-redondas, shows, perfomances, mostras de filmes, exposição de artes, lançamentos de livros, leituras e oficinas literárias em livrarias e espaços culturais da cidade.
Em suas três primeiras edições o evento atingiu, a cada ano, um público médio de mil e quinhentas (1.500) pessoas interessadas em arte e literatura, público que vem crescendo gradativamente de uma edição para outra. Em 2010, recebeu o Prêmio Fato Literário, na categoria Projeto Literário, pelo voto do júri popular.
Neste ano, a 4ª edição da FestiPoa vai ocorrer de 28 de abril a 08 de maio e terá diversos nomes de destaque da literatura nacional e, ainda, alguns convidados internacionais. Antonio Cicero, Nelson de Oliveira, Xico Sá, Ramon Mello, Maria Rezende, José Castello, Carlos Nejar, Lúcia Rosa (projeto Dulcinéia Catadora), Paulo Scott, Vitor Ramil, Nicolas Behr, Rogério Pereira (editor do jornal Rascunho), Ademir Assunção (editor, junto com Marcos Losnak e Rodrigo Garcia Lopes, da revista Coyote), Laerte, Carpinejar, Adão Iturrusgarai, Paulo César Pinheiro, Charles Kiefer, Zeca Baleiro e Marcelino Freire são alguns dos nomes confirmados, dentre os quase uma centena de convidados. O evento dedicará momentos da programação ao projeto Portuguesia, idealizado e coordenado pelo poeta Wilmar Silva (MG), que já foi realizado em Portugal, Belo Horizonte e São Paulo.Portuguesia fará parte da FestiPoa e receberá um convidado muito especial, o poeta português Ernesto E. Melo e Castro, que virá à Porto Alegre lançar dois livros.
O escritor João Gilberto Noll é o homenageado da 4ª FestiPoa. Noll abrirá o evento, lendo trechos de seus livros e após conversará com o crítico literário e escritor José Castello.
A programação traz mais de 30 atividades espalhadas pelas livrarias Letras & Cia, Palavraria e Bamboletras, Goethe Institut Porto Alegre, Instituto Estadual do Livro, Casa de Cultura Mario Quintana, OX/Ocidente, Casa de Teatro, Beco, Matita Perê, Pé Palito Bar, Cinebancários, Sala P.F. Gastal e Espaço Cultural Casa dos Bancários.
Dos cursos e oficinas, destacam-se o curso Que é Poesia, com o poeta e ensaísta Antonio Cicero; Literaturas Francófonas das Américas tropicais, ateliê com a educadora e gestora do acervo da biblioteca do Colégio Justin Cateyée Dominique Boisdron; o minicurso Cosmovisão - a literatura encontra a tecnologia, a arte encontra a ciência, com o escritor e Doutor em Letras Nelson de Oliveira; História é pra contar, oficina com a professora, escritora e contadora de histórias Marô Barbieri; Eu era cronista e não sabia, oficina com a escritora e professora doutora em Estudos Literários Eliana Mara Chiossi e Poesia falada, oficina com a poeta maranhense Lúcia Santos. (vide informações de locais, datas e inscrições em anexo).
No segmento de cinema, a 4ª FestiPoa Literária promove mostras de filmes, com entrada franca, em três salas: CineBancários, PF Gastal e Norberto Lubisco (informações em anexo).
Acompanhe a programação completa através do site www.festipoaliteraria.com e do blog http://festipoaliteraria.blogspot.com. Toda a programação do evento tem acesso gratuito. Somente há cobrança de taxa de inscrição para a oficina Poesia falada e para o curso Cosmovisão.
A FestiPoa Literária é produzida pelo jornal Vaia, com a co-produção do coletivo Cabaré do Verbo. O patrocínio cultural do evento é do Sindicato dos Trabalhadores da Justiça Federal RS (Sintrajufe). O evento conta, ainda, com os apoios culturais das livrarias Letras & Cia., Palavraria, Sesc-RS, Instituto Estadual do Livro e Casa de Cultura Mario Quintana.


Assessoria de Imprensa:
Simone Lersch
(51) 3029.6390 / 9803.4420




sobre a legalidade (50 anos)

manda o colega A. Goulart que está fazendo uma série pra revista PRESS


Sobre a série que estou preparando para a revista Press, sobre os 50 anos da Legalidade, vejam o que descobri: Porto Alegre em 1961 tinha oito jornais diários. Hoje, quantos são? Apenas cinco. Quanto às televisões, naquela época, havia só a TV Piratini, canal 5. A Gaúcha (hoje RBSTV) foi inaugurada em dezembro do ano seguinte. Os veículos que desapareceram: Diário de Notícias, A Hora, Folha da Tarde, Folha Esportiva, Última Hora e Jornal do Dia.


Coleguinhas

*Um dos narradores contratados pela Guaíba pra substituir o Haroldo de Souza imita o titular que foi pra Band em tudo...até nas expressões populares. Muitos ouvintes fazem confusão...


*Regina Lemos t- que vive em Sampa - tem que provar todos os anos que está VIVA PRA RECEBER PENSÃO DO IPE...RECLAMAÇÃO DELA é pelos 20 pilas que tem que pagar no cartório pra autenticar um documento.


* Nilza Scotti que estava na prefeitura de Gravataí, na imprensa, se estressou com a secretária de comunicação e pediu as contas. Está desempregada.


Correção!

Oi, legal, mas o dep Postal está no QUINTO MANDATO e completou 49 anos !!
abçs

Celso Luiz Bender
Assessor de Comunicação
Gab. Dep. Alexandre Postal


Morreu Neusinha Brizola....

Acabou de falecer a Neusinha Brizola
Abaixo a notícia retirada do blog do Brizola Neto

Neusa Maria Goulart Brizola, Neusinha (1954-2011)
Acaba de falecer minha tia, Neusa Maria Goulart Brizola, a Neusinha, aos 56 anos. Ela estava internada desde domingo na Clínica São Vicente, no Rio, com complicações pulmonares decorrentes de uma hepatite.
Neusinha tinha dois filhos, meus primos Laila e Paulo Cesar, aos quais mando daqui o meu abraço, antes mesmo de minha volta ao Rio de Janeiro.
Neusinha, que com todos os desentendimentos que a imprensa sempre explorou, foi sempre objeto de um carinho especial de meus avós, será sepultada ao lado deles, em São Borja.
Peço licença a todos para interromper, por isso, as postagens. Algum assunto urgente, meus colaboradores trarão ao blog.


Morreu a Neusinha

"MINTCHURRA...."

Aos 57 anos, faleceu,ontem no Rio de Janeiro, a filha de Leonel Brizola e de Neusa Goulart Brizola. Sempre a achei com um rosto triste...Tenho uma foto dela no enterro do pai dela, na Praça XV de Novembro em São Borja, com uma expressão muito triste.( Amanhã vou publica-la).
Ultimamente, Neusinha Brizola estava no PV, Partido Verde. Lembro que o ex-governador, numa entrevista, disse" que a Neusinha se tornou uma ótima mãe".

Mas o que comentavam era que quando seu pai foi governador, ela " fervia", como se diz na gíria.

O enterro deve ser realizado hoje em São Borja, onde estão enterrados seus pais.

Ontem, o presidente da Câmara Municipal de São Borja, vereador Celso Lopes, que estava no interior, colocou à disposição a instituição pra realizar o velório.

morte de professora


morreu no dia 21/04 em porto alegre IVONILDA MELLO HANSEN que foi professora da PUC na área de Sociologia. Foi diretora de Planejamento da Secretaria de Educação no governo Yeda Crusius, quando Marisa Abreu ocupou a pasta da educação.


Minha grande amiga! Foi professora da PUC toda a vida profissional na
área de Sociologia.
Foi Diretora de Planejamento da Secretaria de Educaçcao no governo passado.

De São Borja


RADIO CULTURA FAZ

HISTÓRIA MAIS UMA VEZ....


a rádio cultura de são borja, fez ontem, dia 27/04, mais um furo jornalístico sensacional. Por uma coincidência histórica foi a primeira rádio gaúcha a dar a notícia, antes mesmo das rádios da capital.


Letier Vivian, assessor do presidente da Câmara Municipal de São Borja, viu a notícia da morte no twiter do Brizola Neto, sobrinho de Neusinha Brizola, e ligou pro excelente repórter EDUARDO BELMONTE, o PRATO FINO, que entrou ao vivo na Cultura, interrompendendo a programação da tarde.


Isto se chama JORNALISMO.....


Parabéns a toda a equipe, digo aqui deste site, que proporcionou mais um furo jornalistico para uma rádio da fronteira, embora São Borja, seja São Borja!

Memória da Imprensa


O DIA QUE QUASE BATERAM O

BRIM DO TERLERA NO FLORESTAL!


oNTEM, DIA 26.04, a Assembléia Legislativa homenageou o Esporte Clube Lajeadense, um clube muito conhecido no Vale do Taquari. Rival do Estrela FC era contra este que se realizava o tradicional CLASSICO DAS BARRANCAS, COMO o chamou o jornalista ANTONIO CARLOS PORTO, O PORTINHO. O JORNALISTA João Carlos Terlera, quando trabalhava na rádio Alto Taquari, de Estrela, que era uma potência, foi narrar um jogo em Lajeado e se deu mal.Ele conta:
- dos clássicos me lembro de um que era pra ser jogado no Florestal. Mas o estádio foi impugnado pela Federação Gaúcha de Futebol(FGF).
O jogo ficou pra o estádio do Zequinha, em Lajeado, mesmo. O Estrela fez dois golos no primeiro tempo, mas o Lajeadense empatou no segundo turno com um gol olimpico no último minuto. No meio da torcida do Lajeadense, Terlera disse, falando ao microfone, que o time do adversário praticara naquele jogo um futebol de " esquina"!


Os torcedores entenderam que Terlera tivesse dito futebol de " Clube de Esquina" e tomaram a classificçaão como ofensa grave.
Na mesma semana , vinte comerciantes de Lajeado cancelaram os anúncios na Rádio Alto Taquari, entre elesclientes como Lojas Americanas,Reunidas e joalherias.

A ZYN-9 pertencia a Emissoras Reunidas do Frederico Ballvé que mandou de Porto Alegre os inspetores Paulo Amorim Salgado e José Remião pra trazer de volta os anunciantes.
A rádio guardara, pra sorte de Terlera, a gravação, os inspetores a ouviram e assim o radialista salvou sua pele junto aos donos da emissora.

Do Fundo da Memória (2)

Por Carlos Chagas

Título: A legalidade das elites

Hoje, dois terços da população falam por ouvir falar. Quando falam. Os que tinham idade suficiente para entender e até para viver aqueles idos de 1964 continuam divididos.

Para uns, tratou-se de um golpe cruel vibrado nas instituições democráticas, ao qual seguiram-se 21 anos de ditadura, tortura, censura à imprensa, supressão dos direitos humanos e prevalência do poder econômico sobre os anseios das massas.

Para outros, foi um basta à subversão e à corrupção, uma interrupção no processo de anarquia e de desagregação da sociedade ameaçada pelo perigo comunista expresso pelo próprio governo.

Contradiz-se também a farta literatura produzida de lá para cá a respeito do movimento dito militar. Tanto tempo depois, será preciso atentar para a importância de não dividir o Brasil de quarenta anos atrás entre mocinhos e bandidos, tanto faz a posição de onde se observam aqueles acontecimentos.

Nem as Forças Armadas foram as únicas responsáveis pela truculência verificada nas duas décadas seguintes, nem poderão apenas ser tidas como as mãos do gato, utilizadas pelas elites para retirar as castanhas do fogo. Tiveram sua responsabilidade explícita, exposta através dos governos de cinco generais-presidentes e de duas juntas militares, mas, no reverso da medalha, evitaram o quanto foi possível a transformação do Estado brasileiro em apêndice desimportante dos interesses políticos, econômico-financeiros e até culturais do conglomerado internacional que hoje nos domina, e ao planeta também.

Indaga-se como foi possível cair feito fruta madura um governo democrático, forjado na luta e na resistência de três anos antes em favor do cumprimento da Constituição e da posse do vice-presidente, após o histriônico episódio da renúncia do presidente Jânio Quadros.

João Goulart terá sido derrubado mais pelas suas virtudes do que por seus defeitos, mas estes foram imensos. Ingenuidade, em primeiro lugar, se imaginou que reformas sociais profundas poderiam ser conquistadas no grito, de uma só vez, com as elites conformando-se em abrir mão de seus privilégios sem organizar-se nem resistir. Depois, ilusão de que as massas dispunham-se a respaldá-lo acima e além dos comícios e da retórica fácil. Acrescente-se a frágil concepção de que, por estar exercendo legitimamente o poder, contaria com a anuência das estruturas que buscava modificar e reformar. A favor delas, deixando as coisas como estavam, obteria sucesso, o que seria uma incongruência para quem pretendia passar à História como um reformador igual ao seu mestre, Getúlio Vargas.

Demonstrou-se, nos eventos de 31 de março e de 1o de abril, a precariedade do poder formal. O "esquema militar monolítico" que defenderia a legalidade só existia na cabeça dos áulicos palacianos. Quando precisou das Forças Armadas para garantir-lhe o direito de continuar governando, João Goulart percebeu have-las perdido por inteiro. Parte foi porque admitiu "reformá-las", prestigiando tentativas de quebra de hierarquia. Parte por conta da formidável movimentação das elites econômico-financeiras infensas a perder privilégios. Nesse aspecto, a mídia exerceu papel fundamental, inoculando na opinião civil e militar o germe da insegurança.

Organizada, com fartura de dólares e de pensadores, a direita dispunha de um objetivo claro: impedir quaisquer reformas capazes de arranhar-lhe os benefícios, mesmo que para isso se tornasse necessário desestabilizar, primeiro, e depor, em última instância, um governo constituído.

Já as esquerdas... As esquerdas dividiam-se entre a euforia inconsequente da suposição de que já tinham conquistado o poder e alterado estruturas ainda imutáveis, de um lado, e, de outro, as eternas desavenças entre seus diversos grupos inconciliáveis. No meio delas, mesmo percebendo que a reação se avolumava, achava-se um presidente cuja única saída acabou sendo a fuga para a frente. O diabo é que diante dele não se descortinava a avenida das reformas sociais, mas o precipício do retrocesso e do cáos institucional.

É claro que as teorias cedem sempre, quando surgem os fatos. A dúvida dominava os dois lados. Os conspiradores ignoravam a facilidade com que o governo se dissolveria. Estavam preparados para a guerra civil, capaz de levar meses. Por isso, não se animavam ao primeiro gesto ostensivo. Precisou um general meio doido botar precipitamente suas tropas na rua, em Juiz de Fora, mesmo sem saber se seria esmagado em poucas horas. Do Rio, os principais chefes da conspiração tentaram demovê-lo, exigindo que voltasse com os poucos tanques e canhões postos na estrada União e Indústria. Mourão Filho reagiu, não faltando em sua negativa as quixotescas afirmações que ali estava para "vencer ou morrer". Não morreu, senão anos depois, de doença e de desânimo, porque quem venceu foram os outros. Numa questão de horas mudaram de lado as tropas ditas legalistas que subiram a Serra de Petrópolis para barrar a progressão dos revoltosos mineiros. Em São Paulo, no Nordeste, no resto do país, a mesma coisa.

João Goulart estava no Rio, negou-se a autorizar que uns poucos aviões da FAB ainda sob as ordens de seu ministro da Aeronáutica bombardeassem as tropas do general Mourão com napaln. "Vai matar muita gente, isso eu não permito!"

Para não ser preso, voou até Brasília, mas, na capital, sua segurança revelou-se ainda mais precária. Buscou resistir no Rio Grande do Sul, imaginando a repetição dos episódios de 1961. Esqueceu-se de que a História só se repete como farsa. Lá, o governador não era mais Brizola, porém Ildo Meneghetti, golpista. O general que ainda lhe era fiel, Ladário Pereira Telles, garantiu-lhe apenas por uma hora condições para conduzi-lo ao aeroporto e tomar o rumo do Uruguai. Aceitou. Ladário indagou de Leonel Brizola, também presente, se viajaria junto. Resposta: "Eu não me chamo João Goulart! Vou resistir!" (continua amanhã)


Feira oferece presentes artesanais para as mães

A Câmara Municipal de Porto Alegre vai inaugurar sua Feira de Artesanato para as Mães às 9 horas desta terça-feira (26/4). O bazar funcionárá até quinta-feira (28/4) no térreo da Casa, oferecendo 34 bancas de presentes feitos a mão por funcionários e familiares. A entrada é franca. A Câmara fica na Avenida Loureiro da Silva, 255. Informações: (51) 3220-4392 e 3220-4187, e-mail claudiah@camarapoa.rs.gov.br

Claudete Barcellos (reg. prof. 6481)


Rui Biriva

Olides!
Publiquei nos jornais A Hora, de Lajeado e Antena, de Encantado.
Foi em fevereiro 2011.

Clique aqui para ler.

mazzarino

De São Borja

Prefeitura inaugura prédio para ESF

Unidade Pelayo Olea atenderá cerca de 850 famílias da vila Santa Rosa

Um ato na terça-feira (18/04) inaugurou o prédio do Estratégia de Saúde da Família (ESF) número três da vila Santa Rosa, região norte da cidade. A unidade Pelayo Moraes de Olea vai atender em torno de 2800 pessoas em sua área de abrangência. Estiveram presentes o prefeito em exercício Jefferson Olea Homrich, familiares de Pelayo Olea, o Deputado Estadual Cassiá Carpes, o presidente da Câmara Celso Lopes e os vereadores Beto Souza, Jeovane Contreira, Farelo Almeida, Roque Feltrin e Valério Cassafuz. Ainda prestigiaram o ato, o prefeito João Carlos Brum e o vereador Gerson Luis, ambos de Alvorada, região metropolitana de Porto Alegre. As autoridades realizaram também o descerramento da placa inaugural e da foto do homenageado no interior do prédio.

A obra teve um investimento de aproximadamente R$ 120 mil entre recursos próprios do município e de emenda parlamentar do deputado federal Luiz Carlos Busato. A emendas totalizam R$ 200 mil e é destinada também à construção do ESF número dois da vila Vicentinos que será inaugurado no próximo dia 10 de maio, às 10h30. A nomeação de Pelayo Moraes de Olea foi efetivada através da lei municipal número 4.321 de 9 de novembro de 2010, proposta na Câmara de Vereadores pelo vereador Beto Souza.

O evento foi assinalado pela emoção, agradecimentos e momentos de recordação. Os servidores da unidade receberam uma homenagem do morador e usuário da unidade Daniel Pereira, que escreveu e recitou um poema dedicado os profissionais. "Eu pessoalmente agradeço as enfermeiras e ao doutor. Eu sempre dei valor aos trabalhos que deram bons efeitos, tratando-nos com dignidade e respeito. Que Deus ajude a cuidar da nossa saúde como agora tem feito", dizia um dos versos escritos por ele, que não se identifica como poeta, apenas um amante da poesia.

Com um discurso emocionado relembrando o ente querido, Eudon Henrique Olea representou a família. Eudon recordou o espírito solidário de Pelayo. "Várias vezes quando a população do Rincão de Santana precisava de atendimento médico, Pelayo vinha até a cidade, às vezes de noite e em meio as chuvas. A situação era difícil, as estradas eram precárias. Mesmo assim, ele buscava um médico para atender quem precisava".

"Um orgulho para nós denominar a unidade, temos que resgatar a memória das pessoas que ajudaram o município", afirmou o vereador Beto Souza, proponente da denominação da unidade. Desta forma, as homenagens a Pelayo seguiram. "Um homem sempre preocupado com São Borja", destacou o presidente da Câmara ao relembrar Pelayo. Celso Lopes declarou também São Borja é um dos municípios estado que mais investe na saúde – cerca de 25% do orçamento, segundo ele. Enfatizando, Celso Lopes acrescentou: "O estado do Rio Grande do Sul é um dos que menos investe na saúde e São Borja possui hoje 14 Esf's, mostra que é preocupada com a saúde da população", registrou.

Em seu discurso, o secretário da saúde e prefeito em exercício Jefferson Olea Homrich, citou as ações realizadas na saúde e a aquisição de equipamentos destinados às unidades, como consultórios dentários e microcomputadores. Ele enfatizou que em alguns municípios postos de saúde estão sendo fechados, enquanto São Borja está investindo na abertura de novos e remodelando os que estão em operação. "Estamos deixando os prédios alugados e nos instalando em prédios próprios, atendendo a padronização do ministério da saúde", comentou. Homrich também fez menção ao deputado Luiz Carlos Busato, deputado estadual Cassiá Carpes e ao ex-senador Sérgio Zambiazi, pela liberação da verba.

A unidade de saúde conta com médico clínico geral para consultas, uma vez que verificado o problema no paciente é efetuado o encaminhamento para um médico especialista. A unidade também dispõe de atendimento odontológico, programa de agentes comunitários de saúde, além de equipe permanente. Segundo a enfermeira Laureane Meireles, responsável pela unidade, também são mantidas reuniões com os grupos de hipertensos, diabéticos e gestantes. Conforme a enfermeira, as reuniões tratam de educação e saúde. "Os grupos orientam os participantes de cuidados com a saúde e de outras campanhas desenvolvidas, como dengue e leishmaniose. As gestantes recebem palestras de comportamento pós-gestação e cuidados com o bebê", sinaliza.

No entanto, todas as unidades de saúde da cidade mantém as atividades desenvolvidas pelo Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF). As ações englobam caminhadas, controle de obesidade e glicose, ainda atendimento com profissionais técnicos entre fisioterapeuta, nutricionista e assistente social. As atividades servem de apoio das ações preventivas de saúde e objetivam a diminuição na demanda hospitalar.

Casado com Iracema Nunes Olea, o sãoborjense do Rincão de Santana, Pelayo Moraes Olea, teve nove filhos e faleceu aos 73 anos em outubro de 1973. Foi um dos fundadores da Associação Rural, da extinta Cooperativa de Lãs Missioneira e contribuinte espontâneo do antigo Hospital São Francisco.


Prêmio Açorianos de Música 2010


Prezado Goulart

Como diria o senador RADICAL DA PRUDENCIA, Pedro Simon, pretendo ir sim ao chimarão. Quando ao desdém sobre minhas matérias, não tou nem aí. Como dizia o Millor, a caravana passa enquanto os cães ladram....


Muito bom o texto sobre o Coojornal. Meus cumprimentos. Dá gosto de ler. Nem parece que é teu... (brincadeirinha). Vais ao chimmarão do Ayres nesta quarta?
Goulart

Niver(1)

Ontem, o deputado estadual na sua quarta legislatura, Alexandre Postal, do PMDB completou 47 anos.

Niver (2)

No dia 11 de junho, no Clube Farrapos, o ex-governador Olívio Dutra comemora 70 anos.

Mazzarino

Recebo as " gracinhas" do Mazzarino. Mas eu dou crédito ao contrário dele. A expressão " gracinhas" são do Serginho Ros.


01) - leitor habitual do teu blog, percebo uma distância entre o que
escreves e o que eu leio. A culpa deve ser da Dilma. Eu não li nada da
pessoas referida. Tem sobre tudo, até do Oriente Médio, menos...


02) - É natural que devas ter garantias sobre a remessa de material,
afinal eu quando digo que mando, acabo ficando na promessa. Deve ser
influência da vizinha Nova Brescia.

03) - Espero ler amanhã e durante a semana muita notícia da Fronteira.
Tu és o nosso Homem de Malboro. Enquanto isto a Serra Gaúcha fica em
busca de valorização. Os filhos nunca percebem o potencial da terra mãe.
E ainda xin gam os colegas vizinhos.

Viva o eletro choque!Viva Serafina! Viva Bico Branco que deveria ser
diretor clinico de hospício.


Cantiga

Marcha Soldado
Cabeça de Papel
Se não marchar direito
Vai preso pro quartel

O quartel pegou fogo
A polícia deu sinal
Acorda acorda acorda
A bandeira nacional

Pois foi esta marchinha aí que minha neta Helena saiu cantando pelas ruas, depois de irmos tomar um café na noite de segunda, pouco antes dela voar com seus pais de volta pro rio, onde vive...

aquele pitoquinho de gente cantando espontaneamente esta cantiga me fez lembrar a peça bailei na curva que começa justamente com uma turma de crianças no Menino Deus cantando a musiquinha e aos fundos entra a voz do Lauro Hagemann anunciando a deposição do Jango e sua saída de Brasília, rumo a Porto Alegre.
Sem querer, minha neta me fez mergulhar nos últimos cinquenta anos da história brasileira.

Perfil do deputado Alexandre Postal


Perfil do deputado Alexandre Postal, do PMDB, que fez niver ontem junto com seu irmão gêmeo, Fernando.


Alexandre Postal nasceu em Guaporé, em 26 de abril de 1962, é casado com Rosepaula Cavanus Postal e tem uma filha, Manuela. É militante do PMDB desde a época estudantil. Foi eleito prefeito de Guaporé aos 26 anos. Tem pautado sua conduta e sua atividade parlamentar na defesa da ética, do desenvolvimento com ênfase na infra-estrutura de transportes, das ações de incentivo à agricultura, do estímulo às atividades esportivas, da segurança como um direito intrínseco do cidadão e da educação como base para o crescimento de toda a sociedade.

Cargos que ocupou/ocupa:
• Assumiu a Primeira Secretaria da Assembleia pelo terceiro mandato
• Eleito para o quinto mandato com 45.631 votos
• Presidente da Comissão Especial que fiscalizará os investimentos nas rodovias do Estado. Início em junho/2010
• Reeleito Tesoureiro Geral da UNALE
• Vice-presidente da Comissão de Finanças, Planejamento, Controle e Fiscalização na Assembleia gaúcha. Escolhido em maio/2010
• Eleito Tesoureiro Geral da UNALE
• Líder da Bancada do PMDB em 2008
• Presidente da Comissão de Ética da ALRS em 2006 e 2007
• Eleito pela segunda gestão como presidente da União Nacional dos Legislativos Estaduais (UNALE) em 2007
• Reeleito Deputado Estadual em 2006 com 44.816 votos
• Secretário de Estado dos Transportes de junho/2004 a abril/2006
• Líder de Governo do RS em 2003 e 2004
• Reeleito Deputado Estadual em 2002 com 38.198 votos
• Primeiro-Secretário da Assembleia gaúcha em 2001 e 2002
• Secretário-Geral do PMDB/RS em 2001
• Eleito Presidente da União Nacional dos Legislativos Estaduais (UNALE) em 2003
• Reeleito Deputado Estadual em 1998 com 29.726 votos
• Vice-Líder de Governo do RS de 1995 a 1998
• Eleito Deputado Estadual em 1994 com 22.176 votos
• Assessor da presidência da TRENSURB
• Presidente da Associação dos Prefeitos do PMDB
• Presidente da AMESNE (Associação dos Municípios da Encosta Superior do Nordeste)
• Prefeito de Guaporé de 1989 a 1992
• Secretário-geral e vice-presidente do PMDB de Guaporé


Celso Luiz Bender
Assessor de Comunicação
Gab. Dep. Alexandre Postal

Espanhol registrou grandes momentos da Legalidade



Tropas tomam conta do Parque da Redenção - Foto: José Abraham


Nubia Silveira
Um dos grandes fotógrafos gaúchos nasceu em Barcelona, na Espanha, trabalhou como padeiro, lutou nas Forças Republicanas,
Ex-padeiro, o fotógrafo José Abraham chegou em Porto Alegre, vindo de Barcelona, em 1952foi preso e — passada a segunda guerra mundial — migrou para o Brasil. O destino foi Porto Alegre, onde José Abraham chegou, em 1952, com mulher e filho. A escolha pela capital gaúcha se justificava: o casal tinha familiares vivendo na cidade. E foi um dos parentes que o levou para trabalhar no laboratório fotográfico da Empresa Jornalística Caldas Jr, editora, naquela época, dos jornais Correio do Povo e Folha da Tarde.
Até as máquinas fotográficas digitais invadirem as redações, o laboratório funcionou como uma espécie de estágio. Entre a revelação dos filmes e cópias de fotos, os laboratoristas aprendiam a lidar com as velhas Rolleiflex, aqueles caixotes com visor na parte superior. Logo saiam do quarto escuro para as ruas da cidade. Com Abraham não foi diferente. Em pouco tempo, Santos Vidarte, o chefe da Fotografia, convidou-o a trocar de lugar.
Chamado por todos de Espanhol – seu forte sotaque não deixa dúvidas sobre a razão do apelido -, Abraham saiu para um de seus primeiros trabalhos acompanhado pelo repórter Walter Galvani. Ambos focas, iniciantes na profissão, foram cobrir uma enchente ocorrida em Pelotas. Não fizeram feio.
Alfonso Abraham, que herdou do pai a capacidade de fotografar e, também, o apelido, guarda com carinho os velhos negativos, que contam um pouco da história do Rio Grande do Sul e do Brasil. Em homenagem ao pai e aos 50 anos da Campanha da Legalidade, Alfonso prepara uma exposição das fotos do Espanhol, que revelam momentos importantes dos dias de indefinição política.
As fotos serão expostas no Café da Imprensa, que Alfonso mantém no térreo do edifício sede da Associação Riograndense de Imprensa (ARI) — Borges de Medeiros 915, no Centro de Porto Alegre. A mostra será inaugurada no final de agosto e permanecerá aberta à visitação até setembro. O sonho de Alfonso, que começou a trabalhar no laboratório com o pai, é ter, além do café, já em funcionamento, uma galeria, que chamará de Assis Hoffmann, seu primeiro chefe na fotografia, para mostrar o trabalho dos fotógrafos.

Povo atende ao apelo de Brizola e se concentra em frente ao Piratini - Foto:José Abraham


AMOR E REVOLUÇÃO

Inestimável novela péssima
A nova novela do SBT, Amor e Revolução, que vai ao ar por volta das 10 da noite, causa uma primeira impressão de quase repulsa, uma primeira impressão que nos desencoraja a esperar pela segunda. É como se ela tivesse vindo para ridicularizar os jovens que, em armas, resistiram ao golpe militar de 1964. Em matéria de melodrama, os guerrilheiros mereciam coisa melhor. A novela acaba com eles. Faz com que recitem falas que soariam primárias até mesmo na boca de ativistas imberbes de um centro acadêmico do ensino médio. Sobra para eles um papel de tolos infantilizados e armados, cujos sonhos socialistas são reedições fáceis dessas campanhas publicitárias que grandes bancos veiculam na TV às vésperas do Natal. Os combates físicos entre policiais e militantes de esquerda são ainda mais constrangedores: lembram uma coreografia canhestra de balé moderno em cidade do interior. Eis enfim a primeira impressão: esses esquerdistas do SBT seriam reprovados em qualquer assembleia de verdade, não seriam aceitos nem no jardim da infância do movimento estudantil.
É uma pena, mas a gente não desiste. A gente resiste e insiste. E não desliga a TV. Conforme os capítulos avançam, a gente nota que não é por mal que a novela fala tão mal da luta armada – e aí vem a segunda impressão que nos envolve: não, não é por querer que Amor e Revolução vai apatetando a esquerda. Aquilo que foi tragédia nos anos 60 agora volta como vexame de TV, mas, a cada nova cena, a gente mantém a esperança: esse vexame virá para o bem.
Desastre estético
Amor e Revolução é uma novela ruim pela qual vale a pena torcer. Se há algo de que o Brasil precisa é, vamos usar aqui uma palavra pernóstica, "revisitar" os bastidores e os traumas da luta armada, aí incluída a dura repressão política. A tortura precisa aparecer na TV. É bem verdade que já houve, na década passada, logo após a posse de Fernando Henrique Cardoso como presidente, não uma novela, mas uma minissérie que falou dos guerrilheiros.
Foi Anos Rebeldes, na Globo. Mas, naquela minissérie, o tema da tortura recebeu um tratamento elíptico, distanciado. Agora, Amor e Revolução traz longas sequências de tortura. O problema é que elas não são bem-feitas. Ao contrário, poderiam ser chamadas de sensacionalismo melodramático: promovem o encontro estilístico entre o mau gosto e o realismo impostado, que lembra a encenação de crimes de sangue em teatro de circo mambembe. O valor estético é nenhum, mas sempre há o mérito, vá lá, de tocar no assunto. Daí a torcida para que o vexame não seja total nem totalitário.
Quanto à tortura, a novela traz mais do que cenas de ficção. Ao fim de cada capítulo, seres humanos reais, tanto aqueles que defenderam o regime militar como os que o enfrentaram e sobreviveram, dão depoimentos detalhados, em primeira pessoa. Nisso, no uso que faz de testemunhos de gente de verdade ao fim dos capítulos, o SBT apenas copia sem a menor cerimônia a fórmula que fez escola em novelas da Globo, mas, desta vez, o que temos são relatos das vítimas da tortura, num nível de profundidade e numa extensão que nunca se viu na TV brasileira.
Apenas por esses depoimentos, Amor e Revolução já teria valido. Ela ajuda o País a desvelar o tabu, a libertar dos arquivos mortos um assunto que os brasileiros têm o direito de conhecer. Isso não significa revanchismo nem pleitear a devida punição aos torturadores e a seus chefes. Trata-se simplesmente de saber o que aconteceu nas masmorras dos anos 60 e 70 – e só por isso vale torcer para que a nova novela do SBT não sucumba inteira e prematuramente à força imperiosa de seu desastre estético. Torce-se para que o tema da novela ganhe mais repercussão, apesar da própria novela. Quanto ao mais, Amor e Revolução é inestimável por levantar um tema que ainda é tabu, mas é péssima no modo de tratá-lo.
Falta clareza
O mais terrível é que não foi por falta de recursos que ela saiu tão mal. Ao contrário, suas deficiências decorrem da combinação entre a abundância de elementos de produção – roupas, carros, cenários, luzes – e a escassez desconcertante de sensibilidade, conhecimento histórico e mesmo inteligência. Há um quê de ingenuidade tardia nessa produção, como se seus autores e diretores não soubessem que já houve, na televisão brasileira, um programa chamado Casseta & Planeta que, definitivamente, mudou o limite do que é ridículo. Às vezes, Amor e Revolução lembra o velho humorístico da Globo caçoando de novelas da própria Globo. Parece um quadro de Casseta & Planeta perdido no tempo.
O que se dá com os figurinos é um belo sintoma da ausência de esmero. Eles estão todos lá, mas, no meio da estrada de terra, não há uma mancha de poeira na farda do soldado que se engalfinha com os guerrilheiros. O colarinho do torturador nunca perde a goma. Assim, todos os trajes de todos os personagens cheiram a naftalina (além de cores, a televisão às vezes transmite cheiros). Todas as mentiras soam cômicas, e todas as verdades ganham a pompa de um embuste.
Por falta de clareza, de legitimidade e de articulação política, a esquerda armada levou a pior na vida real. Por falta de delicadeza, de pensamento crítico e de arte, a novela do SBT, apesar das intenções, vai massacrar os guerrilheiros uma segunda vez.

Por Eugênio Bucci em 19/4/2011

MAO DE MULITA


CONHECIDO MÃO DE MULITA, O EX-PREFEITO DE PORTO ALEGRE, GUILHERME SOCIAS VILLELA E ATUAL CONSELHEIRO DA AGERGS FOI VISTO ONTEM NO SANTA MARTA, DO INSS, TOMANDO DE GRAÇA A VACINA CONTRA A GRIPE.

E AINDA FOI ORIENTADO PELO GUARDA PRA IR NO LOCAL CERTO DE TOMAR A INJEÇÃO.


100anos do lajeadense!


http://www.jornalahora.inf.br/?oxi=lerCadernos&jid=140&cadernoId=21


http://www.independente.com.br/player.php?cod=12875


Inventário da

Coojornal


uma das poucas recordações da frente da Coojornal. O prédio era do pai do José (Zé) Teofilo Abujamra, que era então o marido da associada Marina Wodtke.

Tânia Krütscha e o fotógrafo Gerson Schirmer, que passou pra Oposição dentro da Coojornal.

O primeiro presidente da Coojornal foi o atual dono da Coletiva Net, José Antônio Vieira da Cunha. O vice foi Luis Claudio Cunha. A secretária foi Rejane Baeta( a Polaca) e o gerente administrativo foi Eládio Dias Vieira da Cunha.

O editor dos boletins era o Bicudo, Elmar Bones da Costa.

Na verdade, a fundação da Coojornal foi uma resposta a demissão de cerca de 30 profissionais da Folhinha da Manhã, da Cia Jornalistica Caldas Junior.

A casa ( que aparece na foto) durante um ano foi dividida( por causa dos poucos recursos) coma Banner Publicidade que em setembro de 1975 decidiu-se mudar-se No primeiro boletim que a Coojornal editou - e que está na coleção dos jornais da Hipólito da Costa - a data da fundação da Coojornal foi devidamente fotografada e divulgada neste boletim. Uma raridade.

No prédio da Comendador Coruja, 372, a Coojornal foi crescendo rapidamente e andava ficando sem espaço. Por isto que ficou registrado que a mudança da Banner Publicade foi bem vista.

A Coojornal tinha ficado sem espaço até para colocar seus pertences até no andar de cima. Mesmo o banheiro já estava sendo usado como depósito. No próprio banheiro, colocavam coisas de arquivo.

Por isto, num boletim os jornalistas comemoravam a conquista:

- Agora estamos folgados. E , acrescenta o boletim dos jornalistas que depois virou o Coojornal, ganhamos um belo pátio, com abacateiros, ameixeiras, uma parreira, uma churrasqueira e um jardim florido.

O boletim O Bancário também mostrou-se entusiasmado com o crescimento do Coojornal, naquela segunda metade dos anos 70:
- A COOPERATIVA AGORA ESTÁ OCUPANDO TAMBÉM O ANDAR TÉRREO DO CASARÃO DA COMENDADOR CORUJA!

uMA DATA HISTÓRICA DA COOJORNAL é 15 de novembro de 1975, quando circulou o número um do boletim da cooperativa, que se tornaria o famoso Coojornal.

O nome, originalmente, não era este: mas depois de algumas trocas de idéias ficou a abreviatura da cooperativa mesmo como o nome.
E o primeiros números ela aparecia como BOLETIM DA COOPERATIVA DOS JORNALISTAS DE PORTO ALEGRE.


E quando começaram as filiações - grande maioria dos novos sócios eram ou das sucursais dos grandes jornais de Porto Alegre - ou dos jornalistas que tinham saída da caldas junior. Uma das condições pra ser sócio era ter domíclio em Porto Alegre. Mas alguns jornalistas gaúchos que estavam em São Paulo se filiaram porque tinham familiares que moravam em Porto Alegre.

A cooperativa foi crescendo como bolo com muito fermento: um ano depois de fundada já tinha 200 associados e editava o Jornal do Inter e cinco jornais para empresas.


Pessoas que fizeram a Coojornal

Gerson Schirmer

Umdos mais controvertidos sócios da Coojornal. O fotógrafo foi praticamente um dos que fechou a Coojornal.Um dos que apagou a luz....

Gerson Lopes Schirmer nasceu em Porto Alegre em 13.10.1950, filho de Lauro Schirmer e de Lucy Carvalho Lopes.

Foi sempre repórter fotografico.

Quando entrou pra Coojornal, já tinha sido um dos fotógrafos do jornal ZH.

Hoje vive em Florianópolis, depois de ter passado pela TVE, onde coordenou um projeto de memória dos perseguidos políticos durante a ditadura.

Gerson foi também, nos anos 80, dono do celébre restaurante DOCE Vida , na República, frequentado por boêmios, jornalistas, intelectuais e artistas em geral.


TANIA HELENA KRüscka Barros

Nascido em sao Jerônimo, em 16.06.1946,filha de Carlos Krütscka e de Zely de O. Krütscka. Trabalhou na Folha da Tarde, antes de ir pra Coojornal.

Era uma das jornalistas que editava os jornais pras empresas pela Cooperativa.

Trabalhou ainda na Igreja de Confissão Luterana.

Morreu nos anos 80, durante uma cirurgia eletiva por um choque com a anestesia. Foi a incentivadora pra que o então marido, nos anos 70, o também Jornalista Jefferson Barros, escreve-se nos anos 90, o livro GOLPE MATA JORNAL.

ELA NÃO ESTAVA MAIS VIVA pra ver o resultado do seu incentivo.


Sala da Presidencia da Câmara é denominada Pérsio Colombo Lima



Foi inaugurada nesta terça feira, 26 de abril, na sala da presidência da Câmara de vereadores a placa denominando a sala de Pérsio Colombo Lima, uma homenagem proposta pelo vereador Beto Souza. Estavam presentes representantes da família do ex vereador e presidente desta casa Pérsio Colombo Lima. A filha Maria Fernanda Lima Mattos agradeceu a homenagem, o filho Leonardo Moretti Lima colocou a placa no lugar e a filha Ilma Helena Moretti Lima recebeu as flores do presidente Celso Lopes.


Farelo sugere posto de coleta e distribuição da Defesa Civil

A prefeitura acolheu a sugestão do vereador Farelo Almeida (PDT) e irá criar o posto de coleta e distribuição de materiais da Defesa Civil.
A ideia é que as pessoas possam fazer doações e que este material fique todo em um só lugar, onde as pessoas saibam a localização e tenha um telefone de emergência disponível. Assim em casos de enchentes ou temporais se tenha uma reserva técnica. “Sempre que acontece catástrofe natural precisamos tomar medidas de urgência e com isso o município acaba gastando mais. Se tivermos um lugar com doações, suprimentos e materias para este tipo de problema facilitará para prestar ajuda mais rápido”, destacou Farelo.


Assessoria de Imprensa Câmara Municipal de Vereadores de São Borja/RS

Convite

Eu, Admar Pozzobom, na condição de presidente da Comissão de Políticas Públicas Cidadania e Assuntos Regionais, tenho a honra de convidá-lo para Reunião Pública com a finalidade de discutir a Lei Municipal nº5434, conhecida como Lei Anti-Fumo, que proibe o consumo de cigarros, charutos ou de qualquer outro produto fumígeno, derivado ou não de tabaco.

Data: 04 de maio de 2011
Hora: 14h
Local: Plenário da Câmara de Vereadores de Santa Maria
Admar Pozzobom - Vereador

FAMURS É HOJE ELEIÇÃO

CANDIDATOS SÃO MISSIONEIROS!

NA SEDE DO PDT EM PORTO ALEGRE SERÁ HOJE A ELEIÇÃO DO NOVO PRESIDENTE DA FAMURS...

DISPUTAM EDUARDO LOUREIRO, PREFEITO DE SANTO ANGELO E MARIOVANE WEIS, DE SÃO BORJA.

É UMA BOA BRIGA MISSIONEIRA.
O Mandato dura um ano....

Não há prognósticos, mas pesquisas particulares indicam a vitória de Eduardo, filho de Adroaldo Loureiro, deputado pedetista.

O PIT-STOP DOS "TERRORISTAS", OU

"SUBVERSIVOS" RUMO AO PAíS SOCIALISTA

DE ALLENDE!


Domingos Calza(de oculos) pai do padre Sérgio, Genovino Migliavacca(cunhado do padre Mário Dagostini), padre Mário Dagostini e o padre norte-americano Paul Seatle em Villa Elisa, em La Plata, Argentina, entre os anos 70/71 do seculo passado. acervo Marieto Migliavacca.

A CASA DOS PADRES localizada em Villa Elisa, em La Plata, Argentina,administrada pela Mitra Católica de Buenos Aires era onde os chamados subversivos ou terroristas do Brasil paravam por alguns dias, até se deslocarem ao Chile, onde eram acolhidos pelo governo de Salvador Allende.

A casa,q ue funcionava como um recanto de repouso de padres que trabalhavam em fábricas e nos arrabaldes da capital portenha, era do tempo em que os ingleses tinham construído as ferrovias argentinas.

- Ela era muito bonita, sobria, com jardins, canchas de golpe e gramados pra andar a cavalo porque o inglês gosta disto, conta o arquiteto Mário Migliavacca que a conheceu no começou dos anos 70, porque lá morava seu tio, o padre Mário Dagostini.

- Chegavam lá muitos subversivos do Brasil. Eles ficavam não mais que dois dias, porque o padre Mário os mandava seguir pro Chile. Ele tinha medo que a polícia argentina invadisse lá .
Naqueles anos começou a atuação dos Montoneros e outros guerrilheiros e todo dia apareciam uns 5 ou 6 mortos. Não sabíamos se estes mortos eram do EXército ou dos guerrilheiros,conta Mário, que diz que o padre Mário Dagostini o aconselhou a regressar ao Brasil e ele se mudou pro EStados Undios, onde vive até hoje, aposentado como capelão militar do Exército norte-americano.

Mário lembra que um dos subversisos que passou por lá rumo ao Chile era de Garibaldi, do RS.


Histórias de la Undeze


O DIA QUE JURIDES SANTIN


IA MATAR CHICO CALZA....


JURIDES SANTIN morava DE aluguel numa casinha, nos fora de Serafina mas comprou um terreno na rua do Imigrante, um bairro que nos anos 90 estava começando a se desenvolver na cidade.Ele que se criara trabalhando em Caxias, onde acabou casando, foi pra serafina, onde tinha nascido, Mas o que a prefeitura prometeu fazer, que era a rua e o "abaixamento" da mesma,- porque as casas tinham dificuldade de fazer a saída dos carros por ser terreno íngreme - nunca fazia.

Era aquela enrolação...

E a obra andando e o dinheiro contadinho.

Até que um dia, depois de um almoço, Jurides, o dono da casa perdeu a paciência. Pegou o 38, colocou na cintura e foi na prefeitura. Chegou lá a uma da tarde, entrou direto no gabinete do Chico Calza,secretário de obras, e lhe disse:

- São uma da tarde. Se até as tres tu não mandar as máquinas abaixar a rua, venho aqui e te mato.

E fez o gesto de levantar a camisa pra mostrar o que tinha debaixo.

Foi pra casa e pouco antes as 3 da tarde, o trator começou a roncar na rua do Imigrante, abaixando a rua ...Mesmo assim, pros moradores saírem das garagens das casas, é uma dificuldade por causa do terreno inclinado que ficou porque a Imigrantes não foi baixada como havia sido prometido.


Implantação do Pisa será vistoriado pela Cosmam nesta terça

Em reunião externa, nesta terça-feira (26/4), os vereadores da Comissão de Saúde e Meio Ambiente (Cosmam) da Câmara Municipal de Porto Alegre irão percorrer as regiões da cidade conhecidas como Ponta da Cadeia, junto à Usina do Gasômetro, o terreno do extinto Estaleiro Só, proxímo ao Museu Iberê Camargo, a orla do Guaiba no Bairro Cristal, e as margens na Ponta da Serraria.

O objetivo é tomar conhecimento do estágio de implantação das tubulações do Programa Integrado Socioambiental (Pisa) de Porto Alegre. Nessas regiões, estão localizados os principais pontos de bombeamento subaquático e em terra do projeto de tratamento de esgotos da cidade.

Foram convidados para a inspeção representantes da Smam, do Dep, da PGM, da Defesa Civil, da Secretaria municipal de Governança, da Promotoria de Justiça e Defesa do Meio Ambiente e do Departamento de Pesquisa e Desastres Ambientais da Ufrgs. A visita terá início às 9 horas na área da Usina do Gasômetro.

Fernando Cibelli de Castro (reg. prof. 6881)

Alienação parental e Agapan em destaque na sessão desta segunda

A Semana de Conscientização contra a Alienação Parental será abordada na tarde desta segunda-feira (25/4), na Tribuna Popular da sessão ordinária da Câmara Municipal de Porto Alegre. Presidente da Associação Brasileira criança Feliz, Sérgio de Moura Rodrigues será o orador. Também na tarde de hoje, no período de Comunicações, será assinalado o transcurso dos 40 anos da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (AGAPAN).

A sessão tem seu início marcado para às 14 horas, no Plenário Otávio Rocha do Palácio Aloísio filho, sede do Legislativo municipal. As atividades dos vereadores em plenário podem ser acompanhadas ao vivo nas galerias, pela Rádio Câmara ou TV Câmara, ambas com links disponíveis na página eletrônica www.camarapoa.rs.gov.br. Nas segundas e quintas-feiras as sessões ordinárias também são transmitidas ao vivo pelo Canal 16 da NET. A sede da Câmara Municipal de Porto Alegre está localizada na Avenida Loureiro da Silva, 255.

Helio Panzenhagen (reg. prof. 71554)

Do Fundo da Memória (1)

Por Carlos Chagas

A Conspiração das Elites

Castelo Branco, que assumiu em 1964, é cumprimentado pela raposa política gaúcha, Ildo Meneghetti, no aeroporto salgado filho.

De vez em quando é bom mergulhar no passado, quando nada para não repetir erros, porque se não nos diz o que fazer, o passado sempre nos dirá o que evitar.

Há mais de quarenta anos vivia o Brasil uma situação de crise iminente. Depois da entusiástica reação nacional ao golpe, em 1961, liderada por Leonel Brizola, entramos em 1964 sob a égide da conflagração. O então presidente João Goulart tivera assegurada sua posse e governava, por força da resistência do cunhado, governador do Rio Grande do Sul e logo depois o deputado federal mais votado da história do país, eleito pela Guanabara. O problema estava na permanência ativa das forças que tentaram rasgar a Constituição e permaneciam no mesmo objetivo. Uns pela humilhação da derrota, outros por interesse, estes ingênuos, aqueles infensos a quaisquer reformas sociais – todos se vinham fortalecendo sob a perigosa tolerância de Goulart. Conspirações germinavam em variados setores sob a batuta de um organismo central, o IPES, singelo Instituto de Pesquisas Econômicas e Sociais, mas, na verdade, um milionário centro de desestabilização do governo trabalhista, erigido em cima de milhões de dólares. Sua chefia era exercida pelo general Golbery do Couto e Silva, na reserva, arregimentando políticos, governadores, prefeitos, militares das três armas, fazendeiros, empresários aos montes, classe média e até operários e estudantes. O polvo tinha diversos tentáculos, como o CCC (Comando de Caça aos Comunistas), MAC (Movimento Anticomunista), CAMDE (Campanha da Mulher pelas Democracia), IBAD (Instituto Brasileiro de Ação Democrática) e outros, muito bem subsidiados, que se encarregavam de agir nas ruas.

Claro que a maioria da imprensa dava ampla cobertura a essas diversas atividades, sempre escondidas sob a fantasia da defesa da democracia “ameaçada pelas reformas de base pretendidas pelo governo comunista de João Goulart”. Publicidade e dinheiro vivo era o que não faltava, além, é claro, das inclinações pessoais dos barões da mídia.

Do outro lado, organizavam-se as forças que imaginavam estar o Brasil marchando para o socialismo. O CGT (Comando Geral dos Trabalhadores), a Frente Nacionalista, o Grupo dos Onze, as Ligas Camponesas e outros.

Depois da ridícula experiência parlamentarista o presidente retomara, através de um plebiscito, a plenitude de seus poderes. Diante da resistência do Congresso em votar as reformas, Jango decidiu promovê-las “na marra”. Abria perigosamente o leque, ao invés de realizá-las de per si, uma por uma. Ao mesmo tempo, pregava a reforma agrária, pela desapropriação de terras por títulos da dívida pública; a reforma bancária, com a estatização do sistema financeiro; a reforma educacional, com o fim do ensino privado; a reforma urbana, através da proibição de os proprietários manterem casas e apartamentos fechados, sem alugar; a reforma na saúde, pela criação de um laboratório estatal capaz de produzir remédios a preços baratos; a reforma da remessa de lucros, limitando o fluxo de dólares que as multinacionais enviavam às suas matrizes; a reforma das empresas, impondo a participação dos empregados no lucro dos patrões e a co-gestão; a reforma eleitoral, concedendo o direito de voto aos analfabetos, aos soldados e cabos. Entre outras.

Contava-se, como piada, haver um túnel secreto ligando as instalações do IPES à embaixada dos Estados Unidos, no Rio. Verdade ou mentira, os americanos estavam enfiados até o pescoço na conspiração, por meio do embaixador Lincoln Gordon e do adido militar, coronel Wernon Walters, antigo oficial de ligação do Exército americano com a Força Expedicionária Brasileira, na Itália. Linguista exímio, sabendo falar até mesmo o português do Brasil e o de Portugal, em separado, tornara-se amigo dos majores e coronéis que lutaram na Itália, agora generais importantes. E em grande parte, conspiradores.

A estratégia inicial era impedir as reformas de base e deixar o governo Goulart exaurir-se, desmoralizado, até o final do mandato. Tudo mudou quando o presidente se deixou envolver por outra reforma, a militar. Partindo de um inexplicável artigo da Constituição que limitava a possibilidade de os sargentos se candidatarem a postos eletivos, bem como das dificuldades antepostas pela Marinha para a organização sindical dos subalternos, tudo transbordou. Pregava-se a quebra da hierarquia entre os militares. Acusada de estar criando um soviete, a Associação dos Marinheiros e Fuzileiros rebelou-se, instalando-se na sede do sindicato dos Metalúrgicos. Mais de mil marinheiros e fuzileiros recusaram-se a voltar aos seus navios e quartéis, tendo o governo preferido a conciliação em vez da punição. A ironia estava em que o chefe da revolta, o cabo Anselmo, o mais inflamado dos insurrectos, era um agente provocador a serviço do golpe. Quanto mais gasolina no fogo, melhor.

Juntava-se a isso a decisão de Goulart de realizar monumentais comícios populares, onde assinaria, por decreto, as reformas negadas pelos deputados e senadores. Só fez um, a 13 de março, sexta-feira, no Rio, quando desapropriou terras ao longo das rodovias e ferrovias federais, encampando também as refinarias particulares de petróleo. Naquela noite, na Central do Brasil, e ironicamente diante do prédio do ministério da Guerra, discursaram revolucionáriamente os principais líderes de esquerda: José Serra, presidente da União Nacional dos Estudantes, Dante Pelacani, dirigente do CGT, Miguel Arraes, governador de Pernambuco, Leonel Brizola, deputado federal, e outros. Cada orador sentia a necessidade de ir além do que pregara o antecessor. Quando chegou a vez do presidente Goulart, não lhe restou alternativa senão superar os companheiros. Fez um discurso que os historiadores precisam resgatar. Uma espécie de grito de revolta diante das elites, a pregação da independência para os humildes e os explorados. O desfecho estava próximo, demonstrando que, do lado de cá do planeta, enquanto a esquerda faz barulho, a direita age. (continua amanhã)



A Carta publicada ontem no Globo

Por Gil Cordeiro Dias Ferreira

 

Que venha o novo referendo pelo desarmamento. Votarei NÃO, como da primeira vez, e quantas forem necessárias. Até que os Governos Federal, Estaduais e Municipais, cada qual em sua competência, revoguem as leis que protegem bandidos, desarmem-nos, prendam-nos, invistam nos sistemas penitenciários, impeçam a entrada ilegal de armas no País e entendam de uma vez por todas que NÃO lhe cabe desarmar cidadãos de bem.
Nesse ínterim, proponho que outras questões sejam inseridas no referendo:
• Voto facultativo? SIM!
• Apenas 2 Senadores por Estado? SIM!
• Reduzir pela metade os Deputados Federais e Estaduais e os Vereadores? SIM!
• Acesso a cargos públicos exclusivamente por concurso, e NÃO por nepotismo? SIM!
• Reduzir os 37 Ministérios para 12? SIM!
• Cláusula de bloqueio para partidos nanicos sem voto? SIM!
• Fidelidade partidária absoluta? SIM!
• Férias de apenas 30 dias para todos os políticos e juízes? SIM!
• Ampliação do Ficha-limpa? SIM!
• Fim de todas as mordomias de integrantes dos três poderes, nas três esferas? SIM!
• Cadeia imediata para quem desviar dinheiro público? SIM!
• Fim dos suplentes de Senador sem votos? SIM!
• Redução dos 20.000 funcionários do Congresso para um terço? SIM!
• Voto em lista fechada? NÃO!
• Financiamento público das campanhas? NÃO!
• Horário Eleitoral obrigatório? NÃO!
• Maioridade penal aos 16 anos para quem tirar título de eleitor? SIM!
UM BASTA! NA POLITICAGEM RASTEIRA QUE SE PRATICA NO BRASIL? SIM !!!!!!!!!!!

Coleguinhas


*Mazza consegui um exemplar do Pioneiro do findi pra ti. vai via correio. Mas manda o material do Lajeadense...


*Edgar Maróstica vai substituir o falecido Guerinet de Costa na VOCE DEL VENETO, na Odisséia FM,d e serafina, a partir do dia 1/05. Mas vaifazer o programa na Odisséia que será transmitido em cadeia com uma rádio de Veranópolis, onde ele já tinha o programa.


*Falar nisto. fiquei sabendo o real motivo da ida embora do Luis Carlos Fiorin, da Odisséia. Pelo menos é o que me passaram:

Tava dando tanta incomodação com prefeitos da região que os Massolini, principalmente o Enio, que é dono da rádio,segundo dizem, resolveu botar um ponto final. E medo de processos, né.


*Fiorin a ainda é o sócio da Gazetinha? Não se sabe. há quem diga que ele vendeu sua parte.


*Rogério Mendelski estava meio de má vontade com um ouvinte da Guaíba, ontem, que disse estar ele fazendo um programa muito macabro.

O polaco se irritou com com o ouvinte. Ouviente ás vezes torra mesmo, mas o cara tem sempre razão.


*Correinho fez duas boas matérias que eu li neste feriadão: uma sobre o apoio do PP ao governador Tarso na Assembleia e a outra no domingo sobre quem são sos " kids" do governador no governo estadual...


*Fábio Marçal foi transferido pra horário mais civilizado. 7:15 da manha. Espero que não perca o mau humor que era o melhor dele.

*Dia 1/05 começa de novo o correspondente da Guaíba..

*Ninguém sabe porque a Mariana Bertolucci perdeu a coluna social da ZH.


*Depois que o Gasparotto saiu deste espaço - alías fato que gerou muitos boatos sosbre a real motivação de sua saída - o espaço VIP do segundo caderno de ZH andou trocando de mãos muitas vezes.


Sorte de uns, azar de outros

O entendimento do STJ em ações sobre loterias e apostas. Entre dez casos, os insucessos judiciais de um apostador gaúcho e do Grêmio Esportivo Brasil, de Pelotas. E a derrota do matemático Oswald de Souza na ação contra CEF, por causa da loteria "Certo ou Errado".

Espaço Vital


Revolução dos cravos: primavera em Lisboa

Dois colegas, que não estáo mais entre nós - eta expressãozinha pra dizer que já morreram - pegaram a revolução dos Cravos. clovis ott e josué guimarães! clovis fez matérias pra folhinha da manhã e o Josué pra Folha de são paulo!

por Lincoln Secco*

Em abril de 1974, soldados liderados por um capitão do Exército deixaram os quartéis rumo à sede do governo. Saudados pela população, que os presentearam com cravos vermelhos e brancos, eles marcharam para derrubar uma ditadura que já durava mais de 40 anos
Passavam 20 minutos da meia-noite de 25 de abril de 1974 quando os acordes de “Grândola, Vila Morena” começaram a tocar numa rádio de Lisboa. Os poucos ouvintes notívagos estranharam, afinal, aquela era uma música proibida, cujos versos foram censurados pelo governo: “Em cada esquina um amigo/ Em cada rosto igualdade/ Grândola, Vila Morena/ Terra da fraternidade.” A canção, que havia se tornado um hino dos jovens e intelectuais contra a ditadura que já durava mais de 40 anos, naquela noite, era um sinal: a revolução começara. A poucos quilômetros de Lisboa, sob o comando do capitão Salgueiro Maia, as tropas do quartel de Santarém começaram a movimentar-se. O mesmo ocorria em vários pontos do país.
Fundamental em todo movimento de sublevação, naquela madrugada, a velocidade de marcha era um fator especialmente importante. Era preciso deslocar-se num ritmo maior que as notícias, pois os revolucionários deveriam tomar Lisboa antes que o governo descobrisse as operações. Às portas da capital, no entanto, a coluna de carros de combate parou abruptamente. Salgueiro Maia, que estava à retaguarda, gritou para saber o que tinha ocorrido. Por que parou? Ouviu algumas risadas, antes de lhe darem a resposta. O primeiro carro se havia detido diante de um sinal vermelho. O condutor do veículo, no cumprimento das leis de trânsito (e do bom senso dos dias comum, num dia incomum), havia atrasado em alguns minutos o, naquele momento, irrevogável curso da história. Contornado o problema, o comboio seguiu.
Amanhecia quando os militares revolucionários chegaram ao Terreiro do Paço, onde ficavam os ministérios. Não foram necessários combates – apenas alguns tiros para o alto foram disparados – ou escaramuças. As tropas mobilizadas ganhavam cada vez mais adesões e o povo tomou as ruas, apoiando o movimento. Alguns telefonemas, emissários e um ultimato. Em poucas horas o governo de Marcelo Caetano – que assumira o poder depois de Oliveira Salazar, o ditador que governou Portugal de 1933 até a morte, em 1970 – foi deposto. Ainda na manhã do dia 25, a cidade foi tomada por manifestações populares, cartazes coloridos e flores. Sem ninguém saber bem a razão, floristas de Lisboa distribuíam cravos, símbolos da cidade desde os tempos imemoriais, para os soldados que os exibiam, gloriosos, nas lapelas.
Mas uma revolução não nasce do dia para noite. E um governo que durou mais de 40 anos não acaba assim de repente. Quando o capitão Salgueiro Maia colocou seus homens na rua, expressava um sentimento comum a militares e civis de todo o país: pôr fim à ditadura e, sobretudo, terminar com a Guerra Colonial na África.
A questão do ultramar era um espinho na garganta do governo português desde os anos 50. No século 19, Portugal viveu o desejo e a ilusão de continuar sendo o grande império da época dos descobrimentos. Depois da independência do Brasil, em 1822, Portugal sonhava com o projeto de reviver na África os lucrativos negócios que tinham por aqui. Por uma série de razões, não funcionou. No entanto, nas complexas negociações da divisão dos territórios africanos com outras potências européias, mesmo sem poder econômico e militar comparável ao de Inglaterra e França, os portugueses mantiveram Angola, Moçambique, Guiné-Bissau e outras possessões menores.
No século 20, o período do pós-guerra detonou uma série de movimentos de libertação nesses países. A presença portuguesa era garantida à custa de uma dispendiosa ocupação militar, que cada vez mais indispunha o governo com os setores da sociedade que não estavam mais dispostos a pagar por isso. Portugal tornava-se um império periférico, que cedia, cada vez mais, à exploração de suas colônias a empresas estrangeiras e vinculava-se economicamente ao mercado europeu. Em 1961, teve início a chamada Guerra no Ultramar. Tropas guerrilheiras em Moçambique, Angola e Guiné-Bissau rebelaram-se contra o governo português, que obrigou o país a desviar ainda mais recursos do orçamento para manter o conflito que durou até 1974. A revolução lusa colocou um ponto final no sonho colonial português, que fora moldado com as idéias e as práticas do século 19.
Pode parecer estranho fazer uma revolução para depor um governo cujo ditador havia morrido alguns anos. Mas foi o que ocorreu. Salazar tomou o poder em Portugal em 1933 e governou com mão de ferro. Na década de 30, ele não estava sozinho e, ao lado de Francisco Franco, da Espanha, de Benito Mussolini, da Itália, e Adolf Hitler, da Alemanha, integrou o clube dos ditadores que fizeram o auge do totalitarismo na Europa. Quando a Segunda Guerra explodiu, no entanto, o governo português tinha muitos interesses econômicos fora do Eixo, e, ao lado dos espanhóis, preferiu a neutralidade. Nos anos que se seguiram, o país mergulhou numa mórbida placidez. Salazar desestimulou a economia, preferindo incentivar o grosso da população a permanecer no campo. As elites do país viviam do que conseguiam tirar da África e qualquer crítica ao governo era punida pela Polícia Interna de Defesa do Estado, que prendia, torturava e matava os opositores.
Quando Salazar morreu, em 1970, a ditadura continuou com o professor de direito Marcelo Caetano que, na prática, já governava como ministro de Salazar, que, depois de um derrame, em 1968, estava impedido de exercer o cargo de presidente. Os anos de repressão e isolamento político haviam colocado no mesmo barco, o da oposição, um largo espectro de descontentes: socialistas, comunistas, liberais, ex-combatentes da guerra na África, exilados e desertores. Porém, somente quatro anos após a morte do grande ditador, a revolta estourou.
É por isso que, naquela madrugada fria de 25 de abril, o capitão Salgueiro Maia e seus homens sabiam muito bem o que iriam fazer em Lisboa. O governo tinha de cair a qualquer custo. E caiu com uma facilidade impressionante. Nos dias em que se seguiram ao exílio de Marcelo Caetano – primeiro na Ilha da Madeira e depois no Rio de Janeiro –, a felicidade parecia fácil de ser alcançada. Lisboa viu-se tomada por protestos de todo tipo, com murais inspirados na revolução cultural de Mao Zedong e mulheres pedindo liberdade sexual, entoando em conjunto uma das estrofes mais feministas da história: “Homens na cozinha!”
A troca de governo foi rápida. Tão rápida que para muitos permaneceu, naqueles primeiros dias, a sensação de que não havia governo algum. Como em qualquer revolução, a disputa pelo poder foi acirrada. No primeiro momento, assumiu o governo o general António Spínola, antigo aliado do governo de Caetano, mas já rompido com ele quando eclodiu o movimento. Nos anos de 1975 e 1976, uma sucessão de governos provisórios, golpes e contragolpes culminou no afastamento de Spínola, na estatização dos bancos e outras medidas socialistas e radicais. Um alto membro do governo americano, assustado com a influência do Partido Comunista Português, chegou a lamentar a perda dos “irmãos lusos para os inimigos vermelhos da União Soviética”. Um exagero. Talvez a Revolução dos Cravos não tenha sido aquela em que os mencheviques venceram, como afirmou um de seus líderes civis mais proeminentes, Mário Soares, do Partido Socialista, que depois assumiria a presidência do país, em alusão aos moderados que perderam a batalha para os bolcheviques de Lênin, em 1917. O fato é que a revolução, que tinha um discurso socialista, foi, pouco a pouco, caminhando para um regime social-democrata, mais preocupado em integrar Portugal à comunidade européia e ao capitalismo.
No entanto, naquele dia, 25 de abril de 1974, enquanto nascia o Portugal de hoje, com flores vermelhas na lapela, os soldados e a população, sem imaginar o que viria, mas confiantes no futuro, entoavam em conjunto a música proibida: “Em cada esquina um amigo/ Em cada rosto igualdade/ Grândola, Vila Morena/ Terra da fraternidade”.
* Lincoln Secco é doutor em história pela Universidade de São Paulo
Saiba mais
Livro
A Revolução dos Cravos, Lincoln Secco, Alameda/Cátedra Jaime Cortesão, 312 páginas, Preço: R$38,60



De São Borja


Repercute os eventos da Legalidade da TERRA DOS PRESIDENTES.

Recebo do Letier Vivian, da câmara local!

Abre esse link e procura o programa Jornal do Almoço do dia 18/04 e ve a reportagem que fizeram

http://wp.clicrbs.com.br/rbstvuruguaiana/page/2/?topo=52%2C1%2C1%2C%2C268%2Ce268


Padre Marcelo Rossi revela que foi impedido de chegar perto do papa

COMO DIZIA O JOÃO BATISTA MARÇAL, O " LOKO" MAIS MARAVILHOSO E SÓBRIO( SÓ NÃO BEBE GUARANÁ)QUE CONHEÇO; É LAMA PURA E LAMA NA SANTA MADRE IGREJA CATOLICA,APOSTOLICA ROMANA

domingo, 17 de abril de 2011

Em entrevista à Veja, Padre Marcelo Rossi revela que foi impedido de chegar perto do papa Bento XVI durante sua visita ao Brasil


Aos domingos, acordo e vou direto a caixa do correio. Pego a Veja, folheio e pinço as matérias mais interessantes. Neste domingo de Ramos, início da Semana Santa, as famosas páginas amarelas de Veja trouxeram uma entrevista com o Padre Marcelo Rossi, que se encaixa mais como um desabafo. O padre se diz ressentido com alguns membros da arquidiocese de SP que, segundo ele, o impediram de cantar e sequer chegar perto de do papa Bento XVI, durante sua visita ao Brasil em 2007. Na mesma entrevista, ele chama a Igreja Universal de seita e elogia as igrejas evangélicas que têm uma doutrina como a Assembléiade Deus.


Padre Marcelo fala a Veja: Ressentimentos amarelados

veja alguns trechos da entrevista:

SOBRE VAIDADE

VEJA: O senhor é vaidoso?

PADRE MARCELO ROSSI: Tomo remédio para não ficar careca. Um amigo meu me avisou que ele aumenta o risco de impotência, mas para um padre fiel ao celibato isso não é problema.


SOBRE AS IGREJAS EVANGÉLICAS

VEJA: Como é sua relação com as igrejas evangélicas

PADRE MARCELO ROSSI: Até hoje algumas me viram a cara,mas eu respeito as igrejas que tem uma doutrina como a Assembléia de Deus. A Universal não considero igreja e sim uma seita. Gugu uma vez me chamou para ir no programa dele, mas Record não dá pra ir.


PADRE MARCELO REVELA QUE ALGUNS MEMBROS DA ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO IMPEDIRAM ELE DE CHEGAR PERTO DO PAPA EM 2007

"Integrantes da arquidiocese de SP capricharam em me humilhar.Eu tinha um sonho de cantar para o papa na minha terra, mas nos colocaram para cantar às 5:30 da manhã e é claro que o papa não estaria lá a esta hora. Um policial federal nos barrou dizendo que nossos crachás não davam acesso ao palco principal. Ficamos do lado de fora e com frio até alguém resolver nos deixar entrar".

VEJA: A que o senhor atribui esta humilhação?

PADRE MARCELO ROSSI: ( faz o gesto de dor de cotovelo) Dor de cotovelo , mas aprendi com o sofrimento a não remoer mágoas


DEPRESSÃO

VEJA: O senhor chegou a ter depressão por causa desses episódios?

PADRE MARCELO ROSSI: Não sei se foi depressão, mas fiquei muito triste e o fato disso tudo foi eu ter sido impedido de ver o papa em 2007. Sofri uma queda na esteira ergométrica e passei dois meses em cadeira de roda, engordei 14 quilos.Não dividi minha angústia com ninguém a não ser meu bispo.


Fonte: Veja nº 2. 213


DE SÃO BORJA

BAITA ELOGIO

O WOLMER JARDIM NA SUA COLUNA DE SEXTA PASSADA ELOGIA OS EVENTOS DA LEGALIDADE EM SÃO BORJA. E OLHA QUE UM ELOGIO DO WOLMER É COISA RARA!


Vou transcrever a nota dele. Segue abaixo:


COMEÇO COM O PÉ DIREITO (epa!)

Fico sabendo que a programação inicial comemorativa aos 50 anos da Legalidade (foto) foi um tremendo sucesso na Câmara Municipal, apesar da ausência de Carlos Bastos, jornalista que coordena a programação a ser desenvolvida pela Assembleia Legislativa, referente ao mesmo fato histórico/políticos.
A organização, com Letier participando ativamente, beirou à perfeição, segundo ouvi dizer. Parabéns, ao Vereador Celso Lopes, à Mesa Administrativa e, principalmente, aos funcionários da Casa e às demais pessoas que se envolveram na elaboração das comemorações.


Rio(1)

Quem ia pro rio,ontem, no voo das 8 horas, teve que mudar de vida. O voo foi cancelado por causa da neblina. Passageiros foram transferidos pras 22 hora s do mesmo dia.


Rio(2)


Quem passou feriadão no rio, pegou sol, mas a água do mar estava gelada.....

Norminha Duval


Na quinta-feira (28), o Sarau no Solar apresenta Norminha Duval, interpretando grandes nomes da MPB. O evento, que ocorrerá na José Lewgoy, do Solar dos Câmara (Duque de Caxias, 968), iniciará às 18h30, com entrada franca. Revelada em um programa de talentos infantis da Rádio Farroupilha, Norminha iniciou sua trajetória na música quando ainda era criança.

Conhecida pelo seu estilo “flamenco” de tocar, a artista tinha 15 anos quando foi contemplada com uma bolsa para estudar violão clássico, em Barcelona. Em 2009, apresentou-se na Freguesia de Santo Vila Nova do Conselho de Guimarães, em Portugal. Recuperada de um atropelamento que afastou por seis meses a artista dos palcos, Norminha realizará o Sarau entoando músicas de Chico Buarque, Vinícius de Moraes, Roberto Carlos e outros consagrados artistas da música popular brasileira.



A REVOLUÇÃO QUE O ARENA TRICOLAR VAI FAZER

NO BAIRRO HUMAITÁ.

VEJA IMAGENS VIRTUAIS!


Feriadão(1)

Foi o maior movimento em rodovias e rodoviárias desde 2003...


Feriadão(2)

Não há como atender bem com tanta demanda...mas me chamou a atenção o engarrafamento da 386, a presidente Kennedy.

Feriadão(3)

Rodoviária da capital está defasada. está na hora de fazerem uma perto da arena do Grêmio!


O DIA QUE DEISE DESFILOU EM SERAFINA

Acervo de Julia Santin

Da esquerda para a direita: Juridis Santin, Julia, Deise Nunes, Alessandra e Frederico. 25 de julho de 2000.


FAZ TEMPO. 11 ANOS. fOI NUM ANIVERSÁRIO DO MUNICIPIO EM 25 DE JULHO DE 2000 QUE A MISS BRASIL DEISE NUNES DESFILOU, A CONVITE, NO MUNICÍPIO DE SERAFINA CORREA PELA PASSAGEM DO NIVER DO MUNICÍPIO.

MAS COMO NÃO HAVIA VAGA EM HOTÉIS, DEISE E SEU MARIDO, LAIR FERST, FICARAM HOSPEDADOS NA CASA DO JURIDES SANTIN, QUE VINHA ENTÃO A SER IRMÃO DA ENTÃO PRIMEIRA DAMA, MARIA HELENA(LODI) SANTIN.

Eles chegaram lá pelo sábado de noite e eu fui fazer um churrasquinho. Eles tinham outras coisas pra fazer depois, mas nem foram. Comeram e depois se recolheram, diz Jurides

O anfitrião preparou aquele " churra" mas ficou cabreiro que o marido da miss lhe tomou quase todo um litro de OLD EIGHT que ele tinha em casa.

- Mas foi bom, a visita deles foi muito agradável, comenta até hoje Júlia, mulher de Jurides.

E pra encerrar a visita, eles fizeram a tradicional foto em frente da casa que guardam com carinho até hoje.

Diário de Serafina...

Sábado de Aleluia, 23/04/2011


Inaugurou recente aqui na av. Miguel Soccol o OPEN, restaurante diferenciado. Preços mais altos, mas dizem quem foi que Serafina precisava.Lucimar Zarpelon Magon foi e aprovou....


*E a rádio-corredor já diz que são sócios dele o ex-prefa daqui Valcir Reginato, o Poli, e seu irmão Leta, aliás os mesmos donos dos cadernos Panamericano.Em Serafina, como toda cidade pequena, o segredo dura 2 horas e olhe lá....


*Meu primo Jurides Santin, sócio da Soma, é bodegueiro inveterado. Frequenta o Clube dos Motoristas e o Tanaka, uma bodega da Doze...Como viaja muito porque é vendedor sabe pouco de Serafina. Mas agora com a internet diminuiram as viagens, muitas vendas são feitas via computador...

*Histórica: muitos anos atrás, quando era vivo o Guerino Massolini, ex -prefeito daqui( foi o segundo portanto 1964/1969) ele tava tomando seu uísque numa bodega na colônia com os amigos. Chegou seu filho Paulo, hoje médico e vereador pra buscá-lo prum churrasco,digamos, oficial:
- Não vou,disse o velho Massolini. ficarei aqui com meus amigos.

Aliás o Massolini, pai de todos estes que aí estão, gostava de reunir os peões nas sextas e fazer um churrasco e comemorar com eles...Era quando cantava suas músicas do tempo da guerra, como dizem ou testemunham quem o viu cantar, como Luiz Zanluchi.

*" Fino" é como é conhecido o Sérgio Massolini, que foi prefeito aqui e hoje dirige a Associação Comercial local.

*Muitos fronteiriços trabalham aqui na Perdigão.Hospedam-se em " repúblicas",isto aí, alugam porões de casas e trabalham na Perdigão.Mas aluguéis e comida são caros aqui em Serafina. Grande procura inflacionou tudo.


*Roberto Ivo Soccol, advogado com escritório e da prefeitura municipal, foi um dos fundados do PFL local, hoje DEM.

*O Gazetinha, jornal local do Redder e do Fiorin, completou cinco anos agora em março último. Aqui deste blog dou os parabéns a equipe toda.

Serafinenses que moram longe daqui assinam porque o jornal, pelo pão durismo do Fiorin, não está na internet...

*Apto do Fiorin, por sinal, está a venda desde que ele foi embora pro Paraí.....

Enterraram um gato preto lá que ele não consegue vender...ou então tá pedindo muito.


*Mãe dos Massolini, viúva de Guerino Massolini, uma Dalla Pasqua, andava amolada de saúde estes dias.


*Vem mudanças no Hospital local, mas cuidado: ele tem um valor fundamental pra região. Quando médicos não resolvem aqui, mandam pro São Vicente de Paulo.


Diário de Serafina

23/04/2011

Nem notei que era Sexta feira santa aqui em Serafina, ontem. Não vi procissão, não vi nada. Só notei que era um feriado, nada mais...E na casa dos meus vlehos, lá pelas cinco e meia pediram licença que iam escutar a missa pelo rádio. Nada demais.O Clube dos Motoristas estava aberto, o Open, aberto, a Calabria aberta, o Grão de Bico aberto...Uma noite comum de feriado....Aquelas babaquices de antigamente da Sexta feira foram pro saco. ainda bem. Uma vez estava em Nova Iorque num dia destes e os bancos trabalhavam normalmente.

Nem vi procissão no Cristo Rei, que me parece aconteceu de manhã, que fazia um sol bonito.

Já a poetisa Nadilce Zanatta que estava viajando ao meio-dia de sexta, de ontem,portanto, de" Cazias"( olha o Iotti sendo copiado,aí...) pro F.Fundo, com pit stop em Serafina pra ver sua " madrasta amada" - deve ser a única no mundo - escreveu que pegou congestionamento em Guaporé. Diz ela:
- Pelo meio dia encontrei todo o trânsito em Guaporé congestionado. Na altura do Cristo Redentor, nunca vi tanta gente descendo aquele morro!

Então fica o registro do evento da cidade vizinha.

Diário de serafina


No dia 18/04, Catarina Santin reuniu filhos, noras, netos e netas pra comemorar seus 78 anos. Foi um jantar no OPEN...
Tudo pago por ela, e cash....

Jurides Santin lamentou que estava com indisposição estomacal senão teria mandado uns uísques "stranja" no mol, mas a indisposição o fez ficar só no campari e de leve...


A conta pra turma toda deu mais de 500 contos, ou reais....


MOVIMENTO DE JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS/Brasil INFORMA:

En Argentina. Podría interrogarse al ex jefe de la oficina de la CIA en Uruguay

Reapertura del caso Goulart

La familia del ex presidente brasileño Joao Goulart expresó que tiene "nuevas esperanzas para descubrir la verdad", luego de que una fiscal federal argentina ordenara reabrir la investigación acerca de la muerte del ex mandatario, ocurrida en el vecino país en 1976.

Joao Goulart.

Familiares tienen la convicción de que fue víctima del Plan Cóndor.
Así lo consignaron el pasado lunes las agencias ANSA y Telam en donde su hijo João Vicente dijo que no descartaba que la Fiscal Federal Bilda Carvalho pida que la justicia estadounidense interrogue a Frederick Latrash, jefe de la oficina de la CIA en Uruguay en 1976, de quien se sospecha que pudo haber participado en el presunto asesinato de Goulart.
Los parientes de Goulart sospechan que el ex mandatario pudo haber sido asesinado en el contexto del Plan Cóndor, como se llamó a la coordinación entre las dictaduras de los países del Cono Sur de aquella época para perseguir y exterminar opositores.
Asimismo, se manifestaron ilusionados en que la reapertura de la investigación incluya la exhumación del cuerpo de Goulart para realizar nuevos estudios, tal como ordenó la semana pasada la justicia chilena en el caso del ex presidente Salvador Allende.
La reapertura de la investigación sobre las circunstancias de la muerte de Goulart fue ordenada días atrás por la Fiscal Carvalho quien, entre otras diligencias, reclamó que la justicia brasileña pida a las autoridades argentinas información sobre los análisis realizados al cuerpo del ex mandatario antes de que sus restos fueran enviados a Brasil.
Como se recordará, Goulart, fue derrocado por las fuerzas armadas el 1º de abril de 1964, en lo que fue el comienzo de una dictadura que se prolongó hasta 1985, y falleció el 6 de diciembre de 1976 en una casa de campo de Mercedes, en el interior de la provincia de Corrientes.
La investigación sobre las causas de la muerte de Goulart había sido archivada por la Fiscalía Federal en el Estado Río Grande do Sul.

La resolución de la Fiscal "es una noticia que nos da nuevas esperanzas para descubrir la verdad sobre la muerte de nuestro padre, que fue perseguido por las dictaduras de Brasil, Uruguay y Argentina", afirmó João Vicente Goulart, hijo del ex presidente, según reportó la agencia de noticias ANSA.
El hijo del ex mandatario subrayó que su familia sigue "teniendo la convicción" de que su padre "fue víctima de la red (Plan) Cóndor" y no descartó la eventual participación de la Agencia Central de Inteligencia (CIA) de Estados Unidos.
No ocultó su deseo: "Queremos conocer la verdad; para nosotros hasta sería mejor saber que la muerte de Jango (sobrenombre del ex mandatario) no fue consecuencia de una conspiración del Cóndor; eso nos traería más paz. Pero en estos años hemos visto muchos obstáculos para llegar a la verdad y eso alimenta nuestras sospechas, además de los muchos indicios que hemos descubierto".
Para el familiar de Goulart la hipótesis que la familia considera "más sólida" es que su padre fue víctima de una operación "orquestada" por quienes manejaban el Plan Cóndor porque el "posible retorno a Brasil" de Goulart "causaba preocupación a los militares" que gobernaban entonces el país.
Agregó a la agencia ANSA que le parece "importante" que la resolución de Carvalho tenga lugar en momentos en que volvió a tomar impulso en el Congreso el proyecto para formar una "comisión de la verdad" que investigue los crímenes ocurridos durante la dictadura, pues la justicia brasileña "hasta ahora no trató el tema" como sí ocurrió, en diversos grados, en la Argentina, Chile y Uruguay.

Casos de Allende y Frei

"Ahora Chile autoriza estudiar los restos del presidente Salvador Allende para saber si su muerte fue suicidio o asesinato, y esto nos aporta un precedente importante, nos trae esperanzas para esclarecer la muerte de nuestro padre", sostuvo João Vicente en declaraciones a la agencia ANSA.
El juez chileno Mario Carroza ordenó la semana pasada que se exhumen los restos de Allende, fallecido el 11 de septiembre de 1973, durante el golpe que depuso su gobierno, para establecer si fue asesinado por las tropas que encabezó el dictador Augusto Pinochet o se suicidó en el Palacio de la Moneda, sede del gobierno.
Además del caso Allende, el familiar de Goulart mencionó como otro antecedente las investigaciones que la justicia chilena realizó sobre el supuesto envenenamiento del ex mandatario Eduardo Frei Montalva, fallecido cuando se encontraba hospitalizado en 1982, durante la dictadura de Pinochet.
Al respecto, João Vicente afirmó que "hoy el veneno es detectable en un cuerpo gracias a nuevas técnicas como las utilizadas en los análisis de la momia de Tutankamón, que permitieron develar la causa-mortis hace milenios".
Para la familia de Goulart, quien padecía problemas cardíacos, agentes de los servicios secretos pudieron haber adulterado sus medicinas con sustancias letales.
Por otra parte, el descendiente de Goulart indicó que "lamentablemente" la muerte de su padre no fue tema de las recientes conversaciones entre la presidenta brasileña Dilma Rousseff y su colega estadounidense Barack Obama, lo cual "hubiera sido un gesto valioso" porque el esclarecimiento también depende de la apertura de archivos del gobierno de Estados Unidos.

Filme documental "Jango en tres actos"

El 22 de junio de 2009, en Montevideo, el nieto del ex presidente brasileño João Goulart presentó ayer en conferencia de prensa el film documental "Jango en tres actos", que narra la historia política de su abuelo, desde su derrocamiento en 1964 hasta su muerte en el exilio, en 1976.
Marcos Goulart, nieto del primer presidente brasileño muerto en el exilio, participó del proyecto producido por la TV Senado de Brasilia, por el cual se rastreó la vida de "Jango" en el exilio. El proyecto demandó dos años de filmación y un año de edición.
La idea surgió tras una entrevista del periodista Roger Rodríguez al ex integrante de la inteligencia uruguaya Mario Barreiro Neira -publicada en LA REPUBLICA en 2002-, en la cual confesó integrar el grupo especial encargado de asesinar a "Jango", explicó Marcos Goulart.
Los realizadores se propusieron, por tanto, entrevistar al ex integrante del Grupo Gamma, recluido en una cárcel de máxima seguridad de Porto Alegre por delitos comunes. Barreiro Neira confesó ante las cámaras que realizó seguimientos y escuchas telefónicas de "Jango" desde 1973 hasta su muerte en 1976, y afirmó que el ex presidente no murió de un paro cardíaco sino que fue envenenado.
Marcos Goulart se mostró "orgulloso" por participar en la elaboración del documental, en el cual "no hay banderas, ni del Frente Amplio ni del Partido Nacional ni del Partido Colorado; es (acerca de lo) que pasó en las dictaduras y que pasó con mi abuelo".
La presentación incluyó la emisión de un extracto de ocho minutos del documental con declaraciones de Barreiro Neira ante los periodistas norteños. La diputada del MPP Nora Gauthier dijo que las imágenes fueron "muy duras, impactan, aun para los que somos de esa época y hemos vivido y testimoniado esa dura época en nuestro país". El documental será presentado el lunes 6 de julio en la Sala Cinemateca de 18 de Julio y Yaguarón.

"NO QUERIA CREER QUE LO HUBIERAN MATADO"

El 7 de julio de 2009 en entrevista publicada por el diario LA REPUBLICA a instancias del periodista Roger Rodríguez, la ex primera dama de Brasil, María Teresa Fontela, viuda de Goulart, recordó sobre el fallecimiento del mandatario: "No quería creer que lo hubieran matado".
En aquella ocasión, la viuda del derrocado presidente brasileño Joao Goulart sospechaba que su marido pudo haber sido asesinado y afirmaba que, ante la falta de voluntad política en Brasil, debería presentar el caso ante organismos internacionales y la Justicia de Argentina, donde Jango murió.
Reproducimos un extracto de la entrevista en nuestro matutino:
A fines de los años 90, un amigo de Jango, Enrique Foch Díaz, publicó un libro titulado "Jango, el crimen perfecto" en el que afirma que Goulart fue asesinado. ¿Qué pensó entonces ante la hipótesis de un homicidio?
-Foch Díaz me había buscado enseguida que falleció mi marido, cuando estuve viviendo un tiempo en Porto Alegre, en el hotel Plaza. El vino, pidió para verme y dijo que no creía que hubiera sido una muerte natural. Me dijo que lo habían asesinado. Yo dije que no, no quise creer que lo hubieran matado. No puede ser, dije, eso no es verdad. Tengo todos los recortes de las noticias que salieron sobre su muerte y eso no se manejaba. Nunca quise leer el libro...
Pero hace unos años atrás, cuando aparece el ex agente uruguayo Mario Ronald Barreiro Neira en una cárcel de Porto Alegre y comienza a dar datos sobre el complot para asesinar a Jango, ¿las cosas cambiaron?
-Ahora yo tengo serias preocupaciones de que algo sucedió, porque son varias cosas que uno va juntando y se da cuenta de que algo pasó.
¿Y cómo cree que se puede llegar a la verdad?
-Yo he conversado con mis hijos de que para hacer averiguaciones en Brasil ninguna persona tomó providencias. Entonces yo creo que aquí, en Uruguay, o en Argentina sería más fácil conseguir que alguien nos ayudase en la investigación.
¿Incluso podrían presentarse en una causa ante la Justicia argentina y aún ante foros internacionales para que los gobiernos desarchiven documentos secretos y se indague a nivel de los Estados?
-Sí, yo tengo ganas de hacer eso y creo que mis hijos también.
Fuente: La Republica, viernes

Feliz Páscoa!


Um abraço.

Ronaldo Zulke
Deputado federal


COOREINHO TENDENCIOSO?

O Correinho já tá na linha editorial religiosa? pois parece, pelo que vi não teve cobertura da subida do Morro da Cruz, nem outros babados que são dos católicos.

Mas continuou dando todos os demais eventos. Vaticano no Correinho, nem pensar....


Diário de Serafina!


BICO BRANCO, o prefa daqui, nos sequestrou, no bom sentido, no sábado de aleluia e fomos ver todas as obras que ele está fazendo em dois anos e meio.

Diz Bico Branco que nunca se fez tanto. IGUAL A JUSCELINO 50 ANOS EM CINCO!

mAS QUE O HOMI TÁ TRABALHANDO, TÁ.

Então apliquem nele o mesmo lema do Lula; DEIXEM O HOMEM TRABALHAR.

REELEJAM O BICO BRANCO NO ANO QUE VEM!

eLE VAI, SIM PORQUE A COLIGAÇÃO PP/PT VAI SER MANTIDA.


De Serafina!

Nadilce Zanata, serafinense " extraditada" para CAZIAS, passou o findi fazendo a mudança da mãe de P.Fundo pra lá.

Ela que tem um blog(de poemas, mas sem o financiamento que a Maria Bethânia pediu ao Governo) deverá lançar um livro de memórias.

MAZZARINO EM SERAFINA

Fnalmente, depois de várias ameaças o Mazzarino veio a serafina neste sábado de aleluia.

Mas excedeu-se na comida no rio Carreiro e o esperto pegou no banco de trás do prefa que nos levou a ver todas suas obras( diz ele que apenas 20%)

Ficamos 3 horas percorrendo bairros de serafina, que virou uma mini CAZIAS


Mas o mazza, como gosta de ser chamado, dormindo atrás no banco. só faltou roncar...e volta e meia acordava do sono que tirava e dizia:

- Prefeito, otimo, grande obras.

Numa destas vezes, o prefa me olhou de lado e meio que desconfiou. só faltou dizer este cara não está ciuco(bebado)?

Mas depois me vinguei do Mazzarino. fiz ele subir a pé o morro que dá aqui no hotel onde me hospedo.

O mazzarino bufava....subia e reclamava:
- depois de uma comilança destas não preicsava me fazer subir um morro destes!

Outra vez vou fazer ele subir o morro do cristo pra ver o que é bom pra tosse.


De Serafina


Postos de saude e creches(uma 24 horas) e escolas e casas populares são as obras que a prefeitur alocal está priorizando!


De Serafina

BICO BRANCO deseja visitar São Borja. Pra ciúmes do Mazzarino que anda corneteando que tem muito são borja neste site.

*Ademir Prestto, prefa daqui, se alinha mais com o deputado Luis Carlos Heinze, do que com Ana Amélia Lemos.


De serafina

Termino aqui meu diário de 4 dias.Peguei chuva e tempo bom!

Cheguei a uma conclusão: morar no interior seria uma boa.

Mas podendo ir a porto de vem em quando!


Dieckmann - News


"Difícil é andar sobre o fio de uma navalha, árduas são as veredas da salvação" (S. Maugham)

quinta-feira, 21 de abril de 2011
Quatro fotinhos do início do feriadão

Paraíso Tropical (*)


Obrigado, Lulinha! Obrigado, Dilminha!
A estradinha ficou ótima!


Deu praia!


Balões ao por-do-sol

* Hoje, como tinha bastante movimento na loja do Maquiné, estava todo mundo tirando fotos da paisagem exuberante, tanto para o lado da lagoa, como para o lado da serra

MEMÓRIA

COOJORNAL


A CICATRIZ QUE NÃO

QUER SARAR....

Se há um assunto que provoca polêmica em quem esteve envolvido no projeto, este é o da Cooperativa dos Jornalistas de Porto Alegre, fundada em 1975, no salão nobre da Associação Rio-grandense de Imprensa, sob o olhar desconfiado que emanava das fotos dos barões da imprensa gaúcha, como Breno Caldas, Ernesto Correa e tantos outros que voluntária,ou involuntariamente, representam o status quo do poder da imprensa gaúcha.
Estes barões deveriam estar pensando: o que estes guris de merda querem aqui sentados no salão nobre da ARI? Imitar-nos? Serem iguaís a nós?!
Pois o tempo em parte diria que sim, em parte que não....
O assunto Coojornal é tão polêmico - porque não saudosista ? - que numa reunião realizada no verão passado, num bar de um shopping center com o propósito de ouvir pessoas que estivessem a fim de depôr para um livro que o Rafael Guimarães está preparando botou mais de cinquinta pessoas no convescote.É verdade que alguns foram mais pra xeretear, porque nem sócios foram da Coojornal.

Há,neste assunto Coojornal sobretudo, um desejo de um acerto de contas, de uma história( será que de amor? ou de ódio?) que ficou muito mal resolvida e bota mal resolvida nisto.

Falou-se de tudo quando a Coojornal foi a bancarrota, desde comentários e acusações de que colegas teriam levado equipamentos da cooperativa, até gente que ficou marcada para sempre por causa das dívidas que teve que arcar, porque assinara papagaios à esquerda para o projeto poder andar.( Carlos Karnas lamenta até hoje o papagaio que avalizou no Banrisul a pedido do Antoninho Gonzalez e que depois teve que saldar mesmo com as dificuldades de começo de carreira: João Aveline, Vieira da Cunha(pai do deputado) e o professor do jornalismo da PUC Marques Leonam pagaram durante muitos meses o aluguel atrasado junto a imobiliária porque eram os fiadores do imóvel alugado a rua Comendador Coruja, 372/373.Mas os maiores perdedores foram Antoninho Gonzalez e Clarice Aquistapace com o aval de um financiamento junto a Caixa Economica Estadual(CEE).
Antônio Manoel de Oliveira e Osmar Trindade, por exemplo, dois dos principais diretores da Coojornal foram embora assim que o projeto naufragou: foram ser cooperantes em Maputo, Moçambique.
Um outro fundador e colaborador do Coojornal, Licinio de Azevedo, que morava em Maputo,veio contratá-los par aum projeto de ensino de jornalismo no país que recém se livrara do jogo de Portugual.
Sua saída do Brasil foi coisa de cinema:numa noite de fevereiro de 1983, tomaram todas no bar Lamas até altas horas e de manhã ao embarcar no Galeão, estavam temerosos de que a Polícia Federal os grampeasse por causa dos rolos recentes da Coojornal.

- Naquela madrugada fui dormir na casa do Jorge Freitas pra esperar a viagem. Não tive nem tempo de chegar até a cama, desabei no primeiro sofá que vi, recorda Antônio de Oliveira, hoje chefe do setor de jornalismo da Assembléia Legislativa gaúcha.

Pra sorte, não houve nada, nadica de nada e eles puderam entrar no avião da African Air Lines que os levou, depois de cinco horas voando contra a noite, a Joanesburgo, onde ficaram mais 24 horas porque haviam perdido a conexão para Maputo.

- A primeiro impressão, o primeiro choque, conta Antônio, foi com a negritude dos africanos. Não é igual aos nossos.

Feridas "moçambicanas"!

Pois uma carta que recebi em 1996,quando faleceu o ex-presidente da ARI, Antônio Gonzales , o Antoninho, mostrou como as feridas do fechamento do Coojornal, ainda sangravam, mesmo que a pessoa que me escrevia estivesse a milhares de quilômetros da capital gaúcha, onde tudo tinha acontecido na segunda metade dos anos 70 e começo dos anos 80.
É que Antoninho, um dos " prejudicados" do projeto Coojornal - ele deu seu apartamento da Quintino Bocaiuva como garantia num financiamento da Coojornal da Caixa Economica Estadual, este nunca foi pago e quando viram a dívida tinha chegado a um montante que foi preciso entregar o imóvel para pagá-lo por vontade do próprio dono, diga-se de passagem - tinha morrido em 8 de agosto de 1996 e os amigos fizeram um boletimzinho homenageando o falecido, com edição da colega da Famecos do Antoninho, Beatriz Dornelles.
No boletim, que o homenageava, Antoninho fazia seu primeiro desabafo público sobre a perda do imóvel, quase que como uma espécie de testamento, meio que antevendo sua morte.

Mandei o boletim a colega Lenora Vargas, participante do projeto da Coojornal e ela me respondeu, irada, poucos meses depois:

- "SUTILISSIMA a idéia DE ME MANDAR AQUELE BOLENTIZINHO SAFADO DA ARI QUE VIROU ' NEWSLETTER', quá,quá,quá.....realmente,q uando leio coisas como aquelas passo a entender melhor como o jornalismo gaúcho involuiu. A Beatriz Dornelles teve a chance de ouro de sair do anonimato. que triste glória, não?Ela que é uma balzeakeana de fato e de texto , já devia ter aprendido que em qualquer reportagenzinha de m....ouve-se sempre os dois lados Mas ela preferiu( ou quem dirige aquele vibrante newsletter o tom oba-oba da galera bajuladora do DINOSSAURO DE PAPELÃO que foi o Antoninho Gonzalez. À parte esta minha reação, acho que quem de direito deveria se manifestar seria os cinco principais dirigentes da Coojornal.Eu faria isso.
Porque só o que falta é o Antoninho Gonzalez, depois de morto, e a Clarisse Aquistapace( nota do redator: também teve perdas na fiança) viva, mas nem tanto, se tornarem os resgatadores oficiais da história da Coojornal e da honra da categoria. Eles que nunca puseram os pés na cooperativa".

E Lenora acrescenta ainda que sabe que o assunto é explosivo.Anota ainda que a lenha certa da fogueira é a palavra oficial.

' TODOS NO SACRIFICIO"

O professor da UFRGS, Luis Eduardo Achutti, era um dos fotógrafos da Coojornal.Os outros foram EduardoTavares(Dudu) Baru Derquim, Daniel de Andrade,Gérson Schirmer e Luis Abreu.

Poucos dias atrás, preparando alguns dados pra escrever esta matéria, perguntei ao Achutti sobre sua participação no projeto da Coojornal.
Transcrevo seu bilhete:

- Olides, não vivi toda a história mas o final dela.
Sobre o fim da Coojornal, Achutti opinia:
- Primeiro foi a luta política interna, colegas fazendo Oposição,etc...DEpois foi a política na rua , amerda da ditadura nos perseguindo. Depois da prisão e da condenação do Rafael,Trindade(Osmar)Bicudo e Rosvita, clientes do especializado,jornais para terceiros que fazíamos começaram a ser perseguidos para não mais contratarem a Coojornal.Teve ainda algumas bancas que foram incendiadas e poucos queriam vender o jornal COOJORNAL. A entrada de grana foi diminuindo, recebíamos o salário em partes, a dívida foi aumentando e os cortes não resolviam e perdíamos clientes.

No final estávamos todos no sacríficio. Lembro que estava no começo da carreira e precisava me sustentar, adorava a Coojornal, mas tive que sair para tentar a vida como free, logo depois tiveram que fechar a porta.Foi tudo parar no depósito público, perdemos os prazos e acabaram queimando tudo que estava guardado na Justiça, não ficamos sabendo e não pudemos impedir.

Minha esperança é que tinha um cara que morava na frente que tinha as chaves quem sabe ele não salvou os negativos que um dia vão aparecer!!!"


A seguir alguns personagens que fizeram a COOJOrnal.

Carlos Alberto Wagner

O popular " Gago"

Era o entregador na Coojornal, dirigia um kombi.Hoje é grife da reportagem da ZH.Na Coojornal,também foi repórter.

Teve, no meio, um longo caminho.
Na época da Coojornal, era uma figura desconhecida. DEpois virou famoso na reportagem gaúcha.
Nascido em Santa Cruz do Sul em 21.09.1950. Filho de Ilony Maria Wagner.Morou logo que aqui chegou na avenida João Pessoa, 437/1005.

Teve como companheira Denize de Avila Berni( 25.07.1951) com quem tem a filha Carolina(17.05.1979).

Separado, teve outros casamentos.


Najar Tubino

Uma "fera" do jornalismo da Coojornal.Repórter investigativo desde que isto não era moda, Najar, parente do delegado Luis Fernando Tubino,nasceu em Porto Alegre, em 14.10.1955. Filho de Nilton Tubino e de Saturnina Godoy Tubino. Residiu na Teixeira de Freitas,885 e na Luiz Tamanias, 61, em Terersópolis.

Fez algumas reportagens bastante polêmicas.

Entre elas, a do sequestro dos uruguaios, Lilian Celiberti e Universindo Diaz quando foi " con vocado" pelo delegado que comandava o inquérito a depor .
Najar hoje está no Mato Grosso.

CARLOS RAFAEL GUIMARAENS FILHO


Um dos quatro presos - episódio que tornou celébre o Coojornal, mas que fechou também muito as portas da cooperativa naquilo que ela fazia para terceiros - Rafael está se propondo agora a escrever um livro sobre a Coojornal. Não é o primeiro, porque Danilo da Silva Ucha tem uma boa pesquisa, embora modesta, publicada.

Conhecido por RAFA,OU RAFINHA, largou a política, onde assessorou o PT durante muitos anos.

A matéria que foi publicada e que acabou na prisão dos quatro editores eram os documentos secretos sobre a Guerirlha do Vale da Ribeira. Rafael diz que muita gente confunde com a Guerrilha do Araguaia.
Um soldado se apresentou no Coojornal com estes arquivos e a Coojornal apostou em publicar a matéria.

Nunca se soube se o soldado vendeu ou cedeu espontaneamente a documentação, induzido por algum superior, como forma de disputa entre o Exército, Marinha e Aeronautica, que naquele final da década de 70 estavam muito divididos sobre o projeto de abertura lenta e gradual do presidente Ernesto Geisel.

Rafael é filho de Carlos Rafael Guimaraes(outro conhecido jornalista do Correião) e de Vera S. Guimaraens.

Já residiu na av. Independência 1087/202. Hoje mora no Menino DEus.
EStá casado com a Clô Barcellos, que tem a editora LIBRETOS, pela qual sairá o livro da Coojornal, se realmente vier a lume....

CARLOS FERNANDO KARNAS


O hoje morador do interior de São Paulo foi um dos que marchou com o projeto dos jornalistas " sonhadores"!

- Fiquei indo ao Banrisul pagar apólices de um empréstimo que avalisei, me disse na última feira do lviro de Porto Alegre,quando aqui esteve.

Mas Karnas não guarda tanto rancor assim...

Um dos jornalismas mais conhecidos de Porto Alegre, nos anos 60 e 70, do século passado, ele trabalhouna Caldas Junior(atual sistema Record )no Diário de Noticiasna Folha da Tarde, na Zero Hora e na TV Gaúcha. sempre em postos de chefia, afora a Folha da Tarde, onde foi repórter.
Nascido em 22.11.1946 é filho de Carlos Pedro Karnas e de Adelina Rossi Karnas. Em Porto Alegre residiu na Av. Pernambuco, 2688/3 e na av. Bastian, 35/103 e na Gal. Portinho 355/35

No ano que ganhou o prêmio ARI de jornalismo, pela Folha da Manhã, casou.

Se formou pela Famecos, da pUC.Na Caldas, além de repórter foi Pauteiro.

ELAINE LERNER

uMA das principais responsáveis pelo rápido crescimento da Coojornal na prestação de serviços para terceiros.

Era editora.Não afeita a discussões poliítico-ideológicas, Elaine trabalhou depois na Plural, do Jorge Polydoro,, que era o principal vendedor da Cooperativa dos Jornalistas.Junto com a editora Rosvita Sauressig( que na Coojornal era conhecida por "CAPITÃO FRONER" numa alusão ao treinador do mesmo nome que tinha esta alcunha pela sua dureza com os jogadores),Elaine pode ser considerada uma das " sargentonas" da Coojornal, ou seja, com mando forte.

Elaine nasceu em Porto Alegre em 13.04.1954 filha de Ijaimel Lerner e de Julieta Lerner.

Residiu na av. Berlim, 137/3
Além da Coojornal trabalhou na TV Gaucha, Gazeta Mercantil,TVE e na Plural.

Não é casada e não tem filhos.

DELMAR MARQUES

Um dos mais arrojados
( hoje o presidente Lula chamaria de aloprados)da Coojornal, apesar do seu imenso talento.QUANDO BOTAVA UMA coisa na cabeça era dificil de convencê-lo do contrário.
Atuava muito no jornalismo econômico. Faleceu em abirl de 2008.

Natural de Rio Grande, onde nasceu em 11.03.1948.

Seu nome completo é Delmar Marques Corrêa.

Residiu em Porto Alegre na Lima e Silva, 1704/26.

Foi editor chefe do Jornal do Comércio,além de ter sido repórter da Gazeta Mercantil e redator da rádio Gaúcha e do Jornal do Brasil.Trabalhou tanto na Fiergs como na Fiesp.

Jornalismo que não fez faculdade, seu registro era de PROVISIONADO. Filho de Admar Corrêa e de Divina Marques Correa.


ANTONIO MANOEL DE OLIVEIRA

Foi dos principais dirigentes da Coojornal. Nascido em Imbitua(SC) em 13.06.1944. Filho de Manoel Inácio de Oliveira e de Inez de S. Machado. Morou na rua Miguel Tostes, 414/4.

Hoje dirige a comunicação da Assembléia Legislativa do Estado e foi assessor de Olívio Dutra no governo do mesmo.

Tem a filha Laura(21.05.1975) com a primeira esposa( Clara Beatriz, nascida em 21.03.1948) e agora está casado com a Teresa, com quem também tem filhas.Em 1983, logo após a crise da Coojornal por causa da prisão de quatro colegas, ele se mudou para Maputo, onde ficou cinco anos em terras moçambicanas.

OSMAR BOÉSSIO TRINDADE

pRO BEM,OU PRO MAL, um dos principais nomes da Coojornal. No seu enterro, no dia 30 de junho de 2009, 90% dos que tinham trabalhado na Coojornal, se fizeram presentes.
Junto com Antônio, também viajou para Moçambique, onde trabalhou durante cinco anos.Ao voltar, foi pro Amapá e quando adoeceu, estava em Brasília.

Nascido em Santana do Livramento em 11.10.1936, era filho de Beltrão Trindade e de Bruna Béssio.

Trabalhou na Platéia, no Jornal da Semana, em O Globo, na Coojornal( onde fez matéria do sequestro dos uruguaios)na TV Gaúcha, onde editou o Campo e Lavoura( depois de uma crise demitiu-se junto com 12 repórteres da emissora). Faleceu vitimado por um câncer, aos 72 anos.

Teve três filhos - Jefferson, Márcio Jailton e Jadson - do primeiro casamento com Eny e Tércio das segundas núpcias com Lenora Vargas.

Foi um dos vice-presidentes da Coojornal. Morou na ave. Venancio Aires, 134/61 Bloco B.
Trindade foi dos fundadores da Coojornal, em 1975, ao sair da Folha da Manhã, da Caldas Junior, quando tomaram a decisão de fundar a cooperativa.


ASSIS VALDIR HOFFMANN(FOTOGRAFO)

Foi um dos primeiros a ver que a Coojornal não estava indo bem porque não queriam,segundo ele, valorizar as fotos na venda.

- Eu não acredito em papai noel, disse Assis aos diretores notando que o furo era mais embaixo.

Natural da fronteira como se diz, de Santiago do Boqueirão, Assis nasceu lá em 30.09.1941.

Fotografo conhecido que chefiou os departamentos de ZH e da caldas junior, depois de três anos nesta éultima, pediu demissão. Foi pra coojornal e de lá montou sua empresa, a FOTOCOMTEXTO.
hOJE É DONO DE UMA POUSADA NA PRAIA DO ROSA, MAS VIVE EM PORTO ALEGRE.

ANTONIO FIRMO DE OLIVEIRA GONZALEZ, O ANTONINHO


Desaconselhado por Alberto André, veterano "malandro "da área do jornalismo - conhecia os índios da aldeia - a ser fiador de um empréstimo pra Coojornal, Antoninho, como é conhecido, perdeu seu apartamento localizado na avenida Quintino Bocaiuva,100/1202 justamente porque este empréstimo não foi pago( os motivos são os mais variados alegados) e ele acabou como um dos nomes que involuntariamente mais ficou ligado a história da Coojornal.

Num boletim da ARI, que fizeram no fim de sua vida, ele externou toda sua mágoa pelo ocorrido.

' PO FOI SACANAGEM!!!!!!" é o título do tópico que fala deste assunto.

Muita gente tomou conhecimento do fato pela primeira vez neste boletim.

Falecido prematuramente em 8.8.1996 deixou a esposa Mirtes filhos e netos.

Foi editor de polícia da Folha da Tarde, professor e diretor da Famecos e lecionava em várias faculdades do interior pra onde ia dirigindo seu possante carro todo turbinado. Quem pegava uma carona com ele, nunca mais voltaria a pegar outra.

Tinha um costume estranho: como era muito ocupado,aproveitava o tempo e "despachava",segundo relata o colega Antônio Goulart, nos restaruantes que frequentava. Assim chegava com os editores dos boletims e ia lendo as matérias, enquanto tomava seu uísquizinho sempre em fartas doses servidas pelos garçãos que o conheciam pela farta gorjeta que dava.Uma das colegas com quem mais fazia boletins era Beatriz Dornelles.Homem muito bem relacionado, terminou a vida como juiz classista no TRT.


JORGE FRAGA

O popular Fraga foi muito ligado ao primeiro presidente da Coojornal, José Antônio Vieira da Cunha, o Vieirinha, hoje dono da Coletiva.net.
E Fraga também era ligado a Jorge Polidoro,com quem tinha dividido a redaçãod a Folha da Manhã.

Fraga é de Porto Alegre, onde nasceu em 16.05.1946.

Da turma de cartunistas amigos do " rei" LFV, ele encarnou o ANALISTA DE BAGÉ, o livro de maior sucesso de Verissimo.

( próximo texto; O LEGADO DA COOJORNAL)

Histórias de La Ùndeze!


La vergine de Serafina!!!

Esta tarefa me foi dada por um conterrâneo, o Guigon Montanari....

Quantas existiram,quantas foram...tarefa dura de prospectar....

Mas encontrei o Beto Arroque na Pizzaria de Grão de Bico e em poucos minuotos ele citou vários nomes, afora le monege(as freiras, como ele disse)

É evidente que não posso dar nomes mas eu tenho uma prima, vizinha de meus pais, pela qual botaria as mãos no fogo. Nunca deve ter conhecido um homem. Sempre que ela assoma a porta de sua casa e é pouco, me lembro do Gariel Garcia Marques e de suas tias solteironas e virgens, descritas no romance Cem anos de Solidão.

Só que a serafina falta um Gabito!!!!

Xenofobia...

Jorge Possebom, do PSDB, votou contra o projeto do deputado Raul Carrion(PCdoB) que manda não se falar mais estrangeirismos. com o que em parte o redator concorda!


da " Terra dos Presidentes"!


Celso Lopes pedeinclusão da COOTRISAL em programa do Governo Estadual


O vereador Celso Lopes (PDT) protocolou moção de apoio pedindo o envio de expediente ao Secretário Estadual de Desenvolvimento Rural e Cooperativismo, Ivar Pavan , manifestando apoio ao projeto de saneamento, capitalização e fomento às cooperativas agropecuárias do Estado.
De acordo com Celso Lopes o cooperativismo gaúcho há algum tempo necessita de iniciativas para sanar suas crises e a proposta da Secretaria de Desenvolvimento Rural vem ao encontro dos principais problemas das cooperativas. “Ao manifestar nosso apoio também queremos chamar a atenção para a nossa Cootrisal, a Cooperativa Tritícola São-borjense, que sempre cuidou e ajudou os pequenos agricultores e agora está passando por graves problemas financeiros. Em nossa solicitação pedimos que ela seja incluída no projeto”, destacou o vereador trabalhista.
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Assessoria de Imprensa Câmara Municipal de Vereadores de São Borja/RS
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Rua Olinto Arami Silva, 1043
São Borja/RS

Da " Terra dos Presidentes"!


Homenagem ao Dia do Trabalhador com Mateada da Cidadania
Homenagem ao Dia do Trabalhador com Mateada da Cidadania
A Câmara de Vereadores de São Borja realizará no próximo dia 01 de maio, ás 15 hs, na Praça Assis Brasil no bairro do Passo a Mateada da Cidadania.
Entre as atividades e serviços a serem prestados já estão confirmados corte de cabelo, posto de atendimento do Ministério do Trabalho e a Exposição dos 50 anos da Legalidade. Outras atividades serão confirmadas ao longo da semana.
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Da Terra dos Presidentes


Pedido de vereadores sobreflexibilização na questão do calçamento é aceito pela Caixa


Representantes da Caixa Econômica Federal estiveram presentes no dia 20 de abril na Câmara de Vereadores para informar que o pedido de revisão das condições de financiamento feito pelos vereadores havia sido aceito.
O Presidente da Câmara, vereador Celso Lopes (PDT), informou que a maior revindicação da casa era quanto a necessidade de calçamento nas ruas para aprovação do financiamento. “Na visita de hoje nos informaram que todos os processos que ja foram protocolodos terão uma flexibilidade na questão do calçamento, principalmente os do projeto “Minha casa, minha vida”. Havíamos recebido várias reclamações e pedidos de ajuda da comunidade quanto a essa importante questão e a Caixa prontamente entendeu a situação e flexibilizou o processo”, declarou Celso Lopoes.
Com essas informações fornecidas pela Caixa Federal foi desmarcada a reunião que haveria de 26 de abril com o Superintende do banco.
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Luciano cobra posicionamento da Assembleia sobre pensões a ex-governadores

O deputado Luciano Azevedo (PPS) subiu à tribuna da Assembleia Legislativa para insistir que o Parlamento gaúcho se posicione em relação às pensões vitalícias concedidas a ex-governadores. Ele lembrou que a Assembleia do Paraná discutiu o tema nesta semana. Apesar de 24 deputados paranaenses terem se manifestado a favor da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que previa o fim do pagamento, não houve votos suficientes para aprovar a matéria. ?A Assembleia gaúcha também precisa dis cutir esse tema publicamente. A população espera que seus representantes manifestem sua opinião sobre as pensões?, ressaltou Luciano. Desde 2007, tramita no Parlamento gaúcho o projeto de lei de autoria do deputado Luciano que extingue a concessão do benefício aos ex-governadores. Neste ano, proposta do governo do Estado que altera os critérios para o pagamento das pensões passou a tramitar em conjunto com o projeto do deputado.


Quem não quer o GRENAL da Libertadores?

Por Luiz Oscar Matzenbacher

Porto Alegre é a Milão da América Latina. Mas, o Inter (Internacional) é o vermelho e o Milan (Grêmio) é o azul. É de deixar qualquer italiano maluco. Ou seria redundância? Na Copa Libertadores de 2011, caso passem nas oitavas de final pelo Peñarol (UR) e Universidade Católica (CH) – jogos duríssimos - os dois clubes mais importantes de Porto Alegre vão se enfrentar em confronto direto de 180 minutos nas quartas de final do torneio continental. Mas, antes, o Internacional terá uma espécie de confronto continental de clubes do povo pela frente, o Clássico do Pampa. Vai pegar o Peñarol, o mais popular clube uruguaio. Enquanto o aristocrático Grêmio enfrentará a forte burguesia da Universidade do Chile.
Em Porto Alegre, como também em todo o Sul e Oeste de todo o Brasil, desde o Chuí ao Pico da Neblina, nenhum desportista sonha diferente. Todos querem um confronto Inter x Grêmio nas quartas de final. Seria o clássico GRENAL do Novo Milênio. Aliás, seriam os dois GRENAIS, pois é o confronto de ida e volta.
O esperado GRENAL da Copa Libertadores da América, depois de 110 anos do primeiro jogo entre os dois clubes, será na verdade um confronto de dois jogos. A Rua dos Andradas, a Rua da Praia, para os íntimos, já vive este momento ímpar em 110 anos de História - o dos clássicos GRENAIS da Copa Libertadores.
Há um frenesi se espalhando pelos jovens, pelos executivos engravatados e pelas jovens e senhoras que freqüentam as lojas populares e as galerias aristocráticas e históricas com mais de um século, como a Galeria Chaves, a Galeria Malcon; ou os largos (esquinas) com dois séculos de história, como o Largo dos Medeiros e a Esquina Democrática.
A Galeria Chaves, por exemplo, com os cafés de jornalistas e esportista e as agências de viagens, já vive o GRENAL do Milênio. Os 11 milhões de gaúchos que moram no Rio Grande do Sul e mais os outros 10 milhões de gaúchos que vivem espalhados em outros estados ou nos cinco continentes, já pensam em reservar passagens e ingressos. Nem mesmo dez estádios Maracanãs lotados contemplariam todos os torcedores gaúchos que gostariam de estar dentro dos estádios Olímpico e Beira-Rio, neste jogo de 180 minutos.
Os cambistas já sonham com lucros milionários. Mas em todos os corações bate uma desconfiança surda, persistente. “E, se o Peñarol e a Universidade Católica aprontarem para cima de nós?”. Somos, mesmo, “nós”.
Nunca os colorados e gremistas rezaram juntos, mas agora todos rezam juntos, pedindo a classificação da dupla gaúcha para as quartas de final. Já não é importante vencer a Libertadores 2011. O mais importante é estar vivo nas quartas de final.
O GRENAL do Milênio já começou. Duvido que algum gremista vá torcer pelo Peñarol ou algum colorado para a Universidade. Pela primeira vez não existirão secadores no Rio Grande do Sul. GRENAL é GRENAL...
Depois, que venham o Santos, o Cruzeiro, o Once Caldas ou o América do México e mais adiante o Fluminense, Vélez, o Jaguares. O troféu maior da Copa Libertadores da América, no Sul, é o confronto GRENAL nas quartas de final da própria Copa Libertadores de América. Depois, tudo será lucro.


Sem Pulo e Túnel do tempo


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Histórias de La Undeze!

" MI NONO SGNAOLIN"
( MEU AVO SGNAOLIN")

mEU pai sonhou na noite do dia 21.04 com seu sogro, no caso meu avó Frederico Sgnaolin. Pra variar, no sonho Frederico estava bêbado - que era seu estado mais do que normal na vida real - e tentava se segurar na sua esposa, a segunda que teve com quem não teve filhos, Virgínia....

- Havia mais um monte de gente no sonho e o nono Sgnaolin vestia um pijama listrado, contou-me meu pai...


É uma das lembranças mais antigas que tenho da minha memória afetiva: eu, minha mãe e meu irmão mais velho, Renato, indo no sábado visitarmos meu avó que morava além da atual linha do trem...

num local meio que cafundó do judas.
A véspera da nossa visita era de muita expecativa lá em casa porque guris tínhamos a sensação então de uma grande caminhada, o que na verdade não passava de uns 3 kms, mas que feitos a pé pareciam uma grande distância.

Voltávamos no domingo depois do almoço.

Minha mãe ainda mocinha tinha uma energia invejável. Hoje penso em como conseguiu criar sua prole com tanto esforço...


Acho que ela nos levava ainda pequenos, com um pouco mais do que a idade de minha neta, porque queria nos mostrar pra seu pai, no caso nos exibir-mos. As vezes de calças curtas, saía um xixi nas calças, mas tudo berm, secava...

Nós fomos crescendo, nos distanciando do nono(avó) Sgnaolin e ele foi morar na capela saúde, onde morreu em 1979 e lá foi enterrado. Tinha os olhos azuis..igual a minha segunda filha, Ana, que os herdou...

Mas mesmo quando morava na capela Saúde ele pegava sua égua tobiana e aos domingos vinha na igreja. Só que depois tomava seu trago nas bodegas e ao chegar em casa, de tardezinha, ameaçava a Virginia, sua mulher, com sua ronconeta( um canivete especial que um ferreiro fazia aqui).

E era assediador e namorador o nono Sgnaolin...
Quando via uma colona na roça trabalhando, se aproximava dela e a convidava para far ele jugueto( para transar)

Uma vez uma delas o denunciou a Polícia e ele teve que pagar-lhe uma pesada multa.

Numa das bodegas, alguém o lembrou do caro que tinha pago por aquela aventura e ele disparou:

- Ghem pagaria nantre tanti...( pagaria outra vez....)

Tinha gostado da brincadeira.

Os restos mortais do nono Sgnaolin estão agora no cemitério municipal mas foi de sua memória que me lembrei nesta quinta feira, 21 de abril de 2011, quando ouvi meu pai contar que sonhara com seu sogro. Aliás, foi ele que deixou lá em casa, pela primeria vez, exemplares de grão de soja para que fossem plantados.

E não duvido que muito do empreenderismo que seus netos mostram hoje em Serafina, também venha do sangue do Nono Sgnaolin, que era conhecido por RICO SGNAOLIN, porque seu nome era Frederico.

Ele que foi tanto ridicularizado em vida, por causa dos seus tragos( suas quatro filhas tinham vergonha dos porres) que tomavam devem se orgulhar do seu legado!

MILÃO DOS PAMPAS

Porto Alegre é a Milão da América

Por Luiz Oscar Matzenbacher

Porto Alegre é a Milão da América Latina, dizem muitos gaúchos. Não só por causa do vermelho contra o azul, da dupla GRENAL, mas também em função da existência da existência desses dois clubes extremamente rivais, dividindo a cidade e ampliando a rivalidade pelo estado, país, continente e através do mundo inteiro. Mas, o Inter - Internacional - é o vermelho; e o Milan - Grêmio - é o azul. É de deixar qualquer italiano desnorteado. Pois na Copa Libertadores de 2011, caso passem nas oitavas de final pelo Peñarol (UR) e Universidade Católica (CH) – jogos duríssimos - os dois clubes mais importantes de Porto Alegre vão se enfrentar em confronto direto de 180 minutos nas quartas de final do torneio continental. O Internacional terá uma espécie de confronto continental de clubes do povo pela frente, o Clássico do Pampa. Vai pegar o Peñarol, o mais popular clube uruguaio. Enquanto o aristocrático Grêmio enfrentará a forte burguesia da Universidade Católica do Chile.
Em Porto Alegre, como também em todo o Sul e Oeste de todo o Brasil, desde o Chuí ao Pico da Neblina, nenhum desportista sonha diferente. Todos querem um confronto Inter x Grêmio nas quartas de final. Seria o clássico GRENAL do Novo Milênio. Aliás, seriam os dois GRENAIS, pois é o confronto de ida e volta.
O esperado GRENAL da Copa Libertadores da América, depois de 110 anos do primeiro jogo entre os dois clubes, será na verdade um confronto de dois jogos. A Rua dos Andradas, a Rua da Praia, para os íntimos, já vive o momento ímpar em 110 anos de História - o dos clássicos GRENAIS da Copa Libertadores.
Há um frenesi se espalhando pelos jovens, pelos executivos engravatados e pelas jovens e senhoras que freqüentam as lojas populares e as galerias aristocráticas e históricas com mais de um século, como a Galeria da Livraria do Globo, ao lado da Galeria Chaves que está em obras para ficar ainda mais elegante, a Galeria Malcon; ou os largos com quase dois séculos de história, como o Largo dos Medeiros e a Esquina Democrática.
O comércio no entorno da Galeria Chaves, por exemplo, com os cafés de jornalistas e esportista e as agências de viagens, já vive o GRENAL do Milênio. Os 11 milhões de gaúchos que moram no Rio Grande do Sul e mais os outros 10 milhões de gaúchos que vivem espalhados em outros estados ou nos cinco continentes, já pensam em reservar passagens e ingressos. Nem mesmo dez estádios Maracanãs lotados contemplariam todos os torcedores gaúchos que gostariam de estar dentro dos estádios Olímpico e Beira-Rio, neste jogo de 180 minutos.
Os cambistas já sonham com lucros milionários. Mas em todos os corações bate uma desconfiança surda, persistente. “E, se o Peñarol e a Universidade Católica aprontarem para cima de nós"? Somos, mesmo, “nós”.
Nunca os colorados e gremistas rezaram juntos, mas agora todos imploram a classificação da dupla gaúcha para as quartas de final. Já não é importante vencer a Libertadores 2011. O mais importante é estar vivo nas quartas de final.
O GRENAL do Milênio já começou. Duvido que algum gremista vá torcer pelo Peñarol ou algum colorado para a Universidade. Pela primeira vez não existirão secadores no Rio Grande do Sul. GRENAL é GRENAL...
Depois, que venham o Santos, o Cruzeiro, o Once Caldas ou o América do México e mais adiante o Fluminense, Vélez, o Jaguares. O troféu maior da Copa Libertadores da América, no Sul, é o confronto GRENAL nas quartas de final da própria Copa Libertadores de América. Depois, tudo será lucro.

Diário de serafina...
Dia 22/04

Fico sabendo das chances de PMDB e DEM se unirem pra eleição do ano que vem! Mas isto é como reunir agua com azeite? Será possível?

*Por questões pessois, mandões do PP e do DEM, não se bicam muito em Serafina. E isto que os caras são primos. Imagina se não fossem , bom, talvez fosse melhor.


*Pe Agostinho da paróquia daqui quer se ver livre do Hospital. Ele quer cuidar da religão, não de problemas com SUS e afin s.
Hospital de serafina é paroquial. Mas dos sócios só restam 28 vivos. Vão ter que fazer nova sociedade.

*Deputado estadual Alexandre Postal(PMDB) deu 48 mil pra reforma da lavanderia do hospital e o deputado federal Wilson Covatti(PP) deu 100 mil pra pintura externa. Administrador Rogério faz o que pode

*No tempo em que a Salete Cadore foi secretária da Saúde, do governo do PMDB, do Polaco, ela queria municipalizar o hospital. Cada vez que a Salete chegava no hospital e iam avisar o padre na casa canônica, ele entravam em xiliques, com medo da secretária...

É que a fama dela é de faca na bota...


*Hoje secretaria da saúde está com ex-prefeito Salvi, que é do PT. e que dizem formará chapa na próxima eleição com Breda, também do PT, atual vice-prefeito.


*Agora uma de primeira: o sino da Igreja, que antigamente era tocada pela MARINA CAMPANELA, TEM até uma música da Maria Amélia Arroque homenageando a empregada do padre que ia tocar o sino - hoje está todo automatizado. Quando toca não tem mais ninguém que puxa corda nenhuma.

E foi um alemão de Teutônio que fez a mexe e cobrou da paróquia 4 mil reais para isto.


*Terreno onde fica o monumento do Cristo Rei, no alto de um morro não era escriturado até pouco tempo atrás. Qualquer um poderia ter reclamado pra si....O terreno foi uma doação do falecido GENOVINO MIGLIAVACCA, que por ser fabricante de vassouras era chamado aqui de COEL DE LE SCOE- AQUELE DAS VASSOURAS...


IGTF divulga músicas classificadas para o Ronco do Bugio

A comissão julgadora do 20° Festival Ronco do Bugio, reunida na sede da Fundação Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore (IGTF), instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, selecionou 12 músicas finalistas do evento que acontecerá nos dias 27 a 29 de maio, em São Francisco de Paula.

Os autores têm até o dia 28 de abril para encaminhar a gravação arranjada e finalizada, juntamente com a ficha técnica e a autorização assinada para que a mesma seja incluída no CD oficial que será lançado nos dias do festival. O Ronco do Bugio integra a programação da Festa Nacional do Pinhão e chega a sua vigésima edição como o mais representativo da região serrana do Rio Grande do Sul.
A origem da criação desse gênero musical é controversa. Alguns afirmam que o ritmo e os movimentos executados na dança são inspirados no bugio, um tipo de macaco que vive nas matas no sul do país. Outros, atribuem o surgimento desse estilo a um erro cometido por um gaiteiro.
Até a década de 1960, o gênero bugio estava restrito a um grupo da sociedade gaúcha, sendo aceita aos poucos pela alta sociedade. Atualmente, pode-se afirmar que é um gênero musical importante do cancioneiro gaúcho que movimenta os fandangos e bailes no Estado.
Músicas selecionadas

- AINDA HÁ TEMPO
Letra: Fábio Prates
Melodia: Sérgio Rosa

- AS MARCAS DO TEMPO
Letra: Elson Lemos
Melodia: Paullo Costa
Intérprete: Paullo Costa

BUGIO VELHO
Letra: Chico Saga e Rivadávia Barreto
Melodia: Chiso Saga e Mario Tressoldi
Intérprete: Grupo Chão de Areia

- COISAS DA SERRA
Letra: Dionisio Costa e Zezinho
Melodia: Zezinho
Intérprete: Zézinho e Grupo Floreio

- DESCENDÊNCIA
Letra: Érlon Péricles
Melodia: Érlon Péricles

- JEITO SERRANO
Letra: Moisés Menezes
Melodia: Nenito Sarturi
Intérprete: Nenito Sarturi

- MAS QUE TAL O BUGIO
Letra: Mario Amaral
Melodia: Mario Amaral
Intérprete: Marinês Siqueira

- MOLDURA DE UM NOVO TEMPO
Letra: Edilson Villagran
Melodia: Nelson Cardoso
Intérprete: Nelson Cardoso

- O HOMEM E O BUGIO
Letra: Rico Basquera
Melodia: Rico Basquera
Intérprete: Rico Basquera e Grupo Tarumã

- OS OLHOS DA BUGIA
Letra: Heleno Cardeal
Melodia: Samuca
Intérprete: Mauricio Barcellos

- SARTANDO OS BUTIÁ DOS BORSO
Letra: Alex Casanova
Melodia: Alex Casanova

- TROPA MUDA
Letra: Jairo Fonseca
Melodia: Volnei Gomes
Intérprete: Volnei Gomes

Assessoria de imprensa
Rita Escobar - Mtb 6079
(51) 3228.1711/9327.5434

Histórias de La Undeze


O transportador que

namorava todas no Rio...


Nelson Assoni teve teve seus tempos de glória. O conhecido Janguta, dos tempos do Colégio Conceição,quando montou uma transportadora - a Serrafrio - morava praticamente no Rio de Janeiro, por questões de trabalho.

E lá próspero que era, namorava deste as mulatas do Sargentelli até a Rita Cadillac...

Estes tempos se foram e nos encontros que ele tem agora em Serafina, os gozadores, durante as jantas que fazem, perguntam ao companheiro:
- Nelson, que investimento tu fizestes na Rita Cadillac...

Ele costuma ficar quieto.

Mas Nelson é um dos mais prósperos criadores de Serafina. A Serrafrio ele a vendeu para os Braido.

Do seu casamento, tem um casal de filhos: a mulher é comissária de bordo e o rapaz trabalha com o pai. Conhecido por Pachu, recentemente montou o bar Calábria, em Serafina.


Blogueira da revista TPM acusa jornalista de plagiar seus textos

Izabela Vasconcelos

A jornalista Leonor Macedo, que mantém o blog Eneaotil no site da revista TPM, acusa a blogueira Gabriela Yamada, editora do site EPTV Ribeirão Preto (afiliada da Globo), de copiar seus textos e publicar em seu blog pessoal, alterando apenas nomes dos personagens e alguns trechos. Gabriela nega o plágio e afirma que admira Leonor e que seus textos apenas serviram como fonte de inspiração.

Os textos são pessoais e tratam dos pais de Leonor e de seu filho. “Isso é homenagem ou plágio?”, ironiza Leonor. “Se tivesse pedido desculpas, tudo bem, mas quando questionei ela apagou os dois textos”, diz.

Gabriela se defende. “Tenho a Leonor como uma grande fonte de inspiração, e quero pedir desculpas se houve a aparência de ter ocorrido plágio. Não quero entrar em atrito com ela, e por conta disso, enviei um e-mail a ela e já removi os textos dos quais ela se refere. Continuo admirando o blog da Leonor, e desejo a ela todo o sucesso profissional”, afirma.

A blogueira da TPM afirmou que, a princípio, não pretende processar Gabriela, mas não quer que o caso se repita. No começo de 2010, Leonor foi vítima de plágio, ao lado de outros oito blogueiros. O texto “As figas de papai e o tricampeão da copa do Brasil” foi copiado por Roberto Chalita para os blogs Boteclando e Boteco Pensante, e também tratava de assuntos pessoais.

Este site voltará a ser atualizado na segunda, dia 25.04
Desejamos aos leitores uma boa páscoa!



Agradeço e retribuo todos os votos de boa páscoa!!!!


Feliz Páscoa

UM GRITO CONTRA A ESPECULAÇÃO


Por Carlos Chagas


Segunda-feira, na primeira sessão desta semana, que por ser santa também é morta, três senadores ocupavam o plenário. Um presidia, outro discursava e o terceiro ouvia. Foi pena para os 78 ausentes, porque o pronunciamento do senador Roberto Requião insere-se como um dos mais importantes do corrente ano. Sem fazer questão da presença dos gazeteiros, o ex-governador do Paraná começou analisando a crise econômica mundial para depois chegar ao Brasil e aos perigos que nos cercam.

Lembrou ser a especulação financeira a essência do mal que de novo assola a Europa e os Estados Unidos, lançando olhares para a América do Sul. Em suas palavras, há uma impiedosa transferência de trilhões de dólares pelo mundo, sem compromisso com a vida do ser humano e atrás apenas do lucro fácil, favorecido e estimulando a inflação. A quebra das indústrias, o desemprego, a compressão dos salários, o aumento de impostos e o atraso tecnológico são consequências inevitáveis da especulação hoje acentuada em Portugal, Grécia, Irlanda, Espanha e outras nações. Trata-se da receita obrigatória imposta pelos governos e entidades internacionais, os mesmos responsáveis pela crise e agora empenhados em resolvê-la através de métodos que só fazem piorar as agruras de suas populações.

Requião referiu-se aos privilégios exorbitantes concedidos aos Estados Unidos, centro do mercado financeiro de curto prazo, que elimina as economias nacionais e nem por isso poupa a própria sociedade americana. Em nome do lucro, cortam direitos sociais e empregos, ao mesmo tempo gerando crises de representação e inflando o populismo de direita.

Para o senador, Brasil, China, Índia e Rússia devem levantar-se em contraposição ao domínio do dólar, levando a Europa a adotar políticas de proteção ao trabalho e de prevalência da produção sobre a especulação. Investimentos precisam ser feitos em habitação, alimentação e educação. Cabe aos países em desenvolvimento pressionar os Estados Unidos e sacudir o jugo do capitalismo financeiro, sob pena de mergulharmos no abismo que já domina boa parte do mundo.

Lamentável foi o palco onde transcorreu a denúncia de Roberto Requião, carente de atores e de platéia, mas não se dirá que ele deixou de cumprir seu dever, também ignorado pela mídia. Sequer um registro de suas palavras mereceu espaço nos jornais de ontem. Fica o protesto.

PARAR ENQUANTO É TEMPO

Dispõe o artigo 220 da Constituição, no capítulo da Comunicação Social, que a lei estabelecerá mecanismos capazes de defender a pessoa e a família dos excessos da programação de rádio e televisão. Passados quase 23 anos da promulgação de nossa lei maior, nem Congresso nem governo tiveram coragem para dar início ao debate dessa óbvia necessidade, que nada tem a ver com censura. Trata-se de punir baixarias a posteriori para evitar que se repitam. Multas, advertências, suspensões e até cassação de concessões bastariam para restabelecer um mínimo de dignidade a nossas telinhas e microfones, hoje invadidas pelo que há de pior em termos de comunicação de massa.

O pavor de deputados e senadores, bem como de integrantes do governo, é de desagradar os barões televisivos e, assim, perderem espaço promocional e até ganharem perseguições.

Não dá, no entanto, para continuar assistindo programas que denigrem o cidadão, humilham a sociedade e induzem à quebra de valores inerentes à pessoa humana.

Dirão os responsáveis por esse lixo crescente estarem dando ao telespectador aquilo que ele deseja, daí o crescimento dos índices de audiência e a multiplicação da publicidade. Essa prática não caracteriza liberdade, senão licenciosidade. Caberia ao poder público agir, porque tudo tem limite, menos a desfaçatez de uns e a covardia de outros. Não será por falta de opção que o público aplaude as baixarias?

A CASA DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Brasília não é apenas a capital da República, sede dos três poderes da União. Na prática, constitui-se também na casa do presidente, dos parlamentares e dos grandes juízes. À exceção do fundador, porém, nenhum outro chefe do governo parece haver-se interessado pela sorte de seus vizinhos. Vivendo em palácios ou em guetos super-protegidos, Suas Excelências e os Meretíssimos pouca importância dão ao que acontece à sua volta. Trafegam em comboios especiais que fecham o trânsito, no caso mais gritante do (da) presidente da República. Isso quando não utilizam helicópteros ligando residências a locais de trabalho e ao aeroporto. Por conta de uma pretensa segurança, omitem-se e se isolam da comunidade, com suas necessidades e despesas realizados num território inexpugnável.

O resultado aí está: a casa do presidente da República e dos integrantes dos demais poderes virou a “Casa da Mãe Joana”, sem que eles se dêem conta nem se preocupem como que acontece no mundo à sua volta. No passado, ainda indicavam os governantes locais, sentindo-se meio responsáveis pelo que acontecia. Ganhando autonomia política, Brasília ganhou também o desprezo das autoridades maiores. Seria bom que se integrassem, senão na vida comunitária, ao menos na recuperação de sua própria casa.

DESAFIO INCONSEQUENTE

Irrompeu o sociólogo com mais uma de suas inconsequentes intervenções no reino ao qual não pertence mais, da política. Depois da indagação do ex-presidente Lula sobre porque teria estudado tanto para dizer bobagens, o ex-presidente Fernando Henrique ultrapassou o limite das próprias, quer dizer, das bobagens. Com base em resultados eleitorais do passado, quando venceu por duas vezes o adversário, acaba de desafiá-lo para mais uma disputa. Claro que sabendo ser impossível, inviável e fantasioso esse novo embate. Jamais conseguiria sair candidato, nem pelo PSDB nem por qualquer outro partido. Mas se saísse, imagine-se o resultado...

A NECESSIDADE DE O LULA PRESIDIR O PT

Por Carlos Chagas

De que maneira o ex-presidente Lula assumirá, no PT e adjacências, a liderança pelos esforços para a realização da reforma política? Claro que conversando, reunindo, dialogando e ouvindo os companheiros e seus aliados, mas apenas na condição de ex-presidente da República e de presidente de honra do partido?

Na reunião de ontem com parlamentares e líderes petistas, ficou óbvio que muito melhores condições terá o Lula de tocar a reforma política caso aceite a presidência de fato do PT. Senão vago, o lugar encontra-se vazio, com a enfermidade do atual presidente, José Eduardo Dutra. É excepcional a condição de ex-presidente da República, ainda mais popularíssimo, somado à presidência de honra, mas não bastam. Muito mais reforçado ficaria o coordenador da reforma se investido da real presidência da legenda oficial. Nessa condição procuraria os dirigentes dos demais partidos e poderia deslocar-se pelo país, freqüentando ainda corredores e gabinetes do Congresso. Reforçaria o diálogo.

Por enquanto o Lula hesita em assumir de direito o que já exerce de fato, o comando do PT. Tem ouvido que em nada essa condição lhe tolheria os passos de conferencista internacional. Bastaria encontrar um vice-presidente ou um secretário-geral disposto a carregar o piano, ou seja, a cuidar do varejo das montagens e seqüelas municipais e paroquiais. Não se trata de encontrar títulos e honrarias para dialogar com Dilma Rousseff, pois o relacionamento entre eles supera de muito as nomenclaturas. Mas para a economia interna do PT e o entendimento com os demais partidos, torna-se importante que se apresente com a formalidade.

A reforma política será pesada. Uma guerra, tendo em vista as divergências já verificadas na Câmara e no Senado. O próprio PT não apresenta unanimidade, ainda que sua maioria parlamentar apóie as duas propostas mais a gosto do Lula: o financiamento público das campanhas e a votação em listas partidárias para deputado, quer dizer, a proibição do voto fulanizado. Há forte resistência em outras bancadas, a começar pelo PMDB, quanto ao voto na legenda. Da mesma forma, a equipe econômica do governo torce o nariz para gastar dinheiro público bancando a eleição de políticos. Para não falar na suposta opinião pública. Como o ex-presidente sustenta essas duas mudanças, entre outras, precisaria entrar blindado nas negociações. Nada melhor do que entrar nelas com a presidência do PT de estandarte.

BRINDANDO COM FOGO

será demais repetir que o MST foi dos mais importantes movimentos criados no país nas últimas décadas. Exprimiu, e ainda exprime, um anseio real da sociedade excluída, um grito de revolta contra o regime da propriedade rural e, sema menor dúvida, uma alavanca para o desenvolvimento e a justiça social.

Feito o óbvio reconhecimento, deve-se passar ao reverso da medalha. Radicalismo nada tem a ver com firmeza. Ocupar terras improdutivas é um dever, mas invadir fazendas que vem produzindo, um exagero descabido. Neste mês de abril já são mais de 150 as propriedades invadidas. Quantas se incluem no rol daquelas utilizadas para a especulação e a ganância dos donos da terra? Nem a metade.

Um dia desses fatalmente acontecerá a tragédia. Ou as milícias organizadas por fazendeiros extrapolarão de suas já duvidosas atribuições ou um grupo mais fanatizado do MST se encarregará de produzir vítimas. Sem esquecer as polícias militares estaduais, de reconhecida truculência. Será acender o pavio da luta no campo, com trágicas consequências para todos, a começar pelo governo federal, incapaz de escudar-se por mais tempo no dispositivo constitucional de que a manutenção da ordem cabe aos estados. Também cabe à União, em especial se os estados mostram-se incapazes de cumprir seus deveres.

TODO CUIDADO É POUCO

Congresso iniciou ontem uma semana de pouco trabalho mas, contrariando as expectativas, muita fofoca. Ocupou conversas e reações variadas o episódio da cassação da carteira de motorista do senador Aécio Neves, mais a discutida versão de que se teria negado a fazer o teste do bafômetro. Trata-se da imagem que todo político deve manter a qualquer custo, ainda mais em se tratando de um candidato à presidência da República. Não há nada contra ao fato de o ex-governador de Minas, solteiro, haver tomado uma taça de vinho e de estar trafegando com a namorada, altas horas, num dos mais movimentados bairros da zona sul do Rio. O diabo foi estar vencida sua carta de dirigir. Além da versão de ter rejeitado o teste da ingestão de álcool. Isso uma semana depois de pronunciar um dos mais importantes discursos oposicionistas do ano, quando permaneceu mais de seis horas na tribuna do Senado, recebendo homenagens variadas. Imagine-se a reação de fato de seus concorrentes, ainda que apenas mensagens de solidariedade estejam chegando ao seu gabinete.

FUSÃO IMPOSSÍVEL

Não há hipótese de PSDB e DEM se unirem numa só legenda. Primeiro porque os tucanos aceitariam apenas a adesão, dada a desproporção de contingentes. Depois porque os democratas perderiam a independência. A hipotética fusão determinaria uma diáspora monumental em seus quadros. Menos da metade de seus parlamentares e líderes estaduais e municipais admitiriam ficar sob a tutela dos atuais aliados. Boa parte, até, encontraria no episódio o pretexto para aderir ao governo.

Quanto ao PSD de Gilberto Kassab, já vem recebendo o apelido de “Partido Conceição”, aquele que se subiu, ninguém sabe, ninguém viu...

Recebo do Lauro Dieckmann


que involuntariamente vira pauteiro dos coleguinhas....

No jornalismo, quem nasce com isto na veia, nasce, ....é difícil " comprar " na esquina jornalistas....


Não, olides, não li a matéria da ZH que mencionaste. Não tenho lido ZH nos últimos tempos. A Rosa é que, às vezes, me fala de alguma coisa que está na ZH e que ela acha que pode me interessar. Só ando lendo a Folha de São Paulo, pela internet, e as páginas na internet dos jornais franceses e da Deutsche Welle. Também não ouço a Guaíba nem a Gaúcha (muito menos a Band e que tais). No carro, tenho ouvido a Continental, dos Gadret (que ousaram copiar o nome daquela que foi a mais criativa rádio gaúcha, embora sejam eles o mais conservadores e convencionais possível). A rádio tem uma boa programação musical, mas comete o pecado de não mencionar o nome dos autores das músicas nem dos intérpretes. Isso que a lei garante a NOMINAÇÃO, ou seja, a divulgação do nome do autor de qualquer produção intelectual (música, filme, livro etc...). Mas pertencendo a rádio quem pertence, tá explicado. Ssão os mesmos que colocam ponto final em MANCHETE do jo rnal O Sul!

Já quanto à comandante, foi curioso, logo que sentei na poltrona do avião, como a cabine de comando estava aberta, espichei o olho para lá (uma das minhas paixões é a aeronáutica e a pilotagem) e percebi uns cabelos estranhos no que seria o comandante, ou pelo menos em quem estava sendado na cadeira dele. Comentei com meus botões: "Deve ser mulher". Quando ela falou para os passageiros, aquela conversa sobre condições do vôo etc (que geralmente a gente não compreende, ou porque os comandantes falam muito mal, ou porque o sistema de som dos aviões está pifado), confirmou-se que era a senhora aquela da foto que coloquei no blog. Quando desembarcávamos, em São Paulo, não aguentei e perguntei para um dos comissários se dava para fotografar a piloto (não iria escrever pilota, claro, ela não é a Dilminha Presidenta, não é?). Deu e foi para o blog.

Mas, para ser justo (sou libriano e de Xango, "da Justiça", como me disse um Pai-de-Santo), volta e meia, quando estão sem assunto, os jornais fazem matérias sobre mulheres aviadoras. Esta que mencionaste no teu blog certamente foi mais uma.

Abraço

Lauro Dieckmann

MOVIMENTO DE JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS/Brasil INFORMA:


Habla Jair Krischke sobre la Comisión de la Verdad

“Confiamos en Dilma”

Brasil está debatiendo la creación de una Comisión de la Verdad, una propuesta que existía desde la presidencia de Luiz Inácio Lula da Silva, pero que fue retomada con mayor fuerza por Dilma Rousseff. Jair Krischke es consejero fundador del Movimiento de Justicia y Derechos Humanos y días atrás visitó Buenos Aires, desde donde hizo con Página/12 un repaso crítico de la administración de Lula y compartió sus esperanzas de que el mandato de Rousseff traiga aliento a los que luchan por el castigo de los represores de la dictadura brasileña (1964-1985).
–¿Qué opinión tiene de la Comisión de la Verdad que impulsa el gobierno?
–Es un problema. Costó mucho trabajo y mucho esfuerzo de las organizaciones de derechos humanos y de los familiares para llegar hasta este momento. El ministro de Defensa, Nelson Jobim, quiere unir verdad con reconciliación. Eso es absolutamente imposible. La reconciliación es una palabra muy hermosa pero trae exigencias: quien ofendió tiene que reconocer lo que hizo, que cometió un crimen; luego tiene que pedirles perdón a los familiares de las víctimas, que lo perdonarán o no.
Pero los militares brasileños no reconocen lo que hicieron y jamás pedirán perdón.
–¿Tiene esperanzas de que se concrete la comisión?
–Yo confío en Dilma. Ella no es Lula, que con el tema no quería saber nada. Durante los ocho años que estuvo en el gobierno, no recibió nunca a los familiares. Dilma es distinta. Es una mujer ubicada en el tema, sabe de qué se trata y quiere que se cree la Comisión de la Verdad. Tenemos grandes expectativas pero sabemos que no va a ser fácil.
–¿Cómo evalúa el trabajo de la actual Secretaría de Derechos Humanos?
–La ministra María del Rosario ya declaró públicamente que comparte la postura con el ministro Jobim. Eso nos preocupa pero la sociedad civil brasileña va a trabajar en el tema para ver si logramos un avance. María del Rosario declaró a la prensa que la Comisión de la Verdad no va a punir a nadie. Claro que ninguna Comisión de a Verdad no va a castigar a nadie. Lo que debe hacer es entregarle la información a la Justicia.
–¿Qué piensa de que el Tribunal Supremo haya ratificado el año pasado la Ley de Amnistía de 1979?
–Antes de hacer la presentación ante la Justicia, yo le dije al presidente del Colegio de Abogados que no deberíamos hacerlo. Porque conociendo cómo se posiciona siempre nuestra Corte Suprema, ingresar esta causa y salir perdiendo iba a implicar cerrar el tema. Y este tema no es para nada jurídico: es político y se tiene que discutir a nivel político.
–¿Puede servir para eso la sanción del año pasado de la Corte Interamericana de Derechos Humanos por la vigencia de esa norma?
–Eso fue muy importante para nosotros. Las organizaciones de derechos humanos le mandamos una carta a la presidenta para pedirle que se cumpla con la decisión de la Corte-IDH.
–La sanción de la Corte IDH se refiere a la represión contra la guerrilla de Araguaia. ¿Qué pasó con los archivos secretos que se refieren al accionar de los militares en ese caso?
–Cuando Lula asumió, la Justicia mandó a abrir los archivos sobre el tema Araguaia. La orden decía que si no lo hacía en quince días, pesaría una multa diaria. El gobierno fue hasta la Suprema Corte para apelar esa resolución y perdió. La notificación final que exigía la apertura llegó en octubre de 2007 al Palacio del Planalto. Inmediatamente, Jobim designó un equipo para ir a Araguaia a buscar los cuerpos, pero sin los familiares. El equipo no encontró nada. Una semana o diez días después, una hermana de uno de los desaparecidos fue e hizo unas excavaciones a 30 metros y encontró huesos. Parece una broma, pero esa era la posición de Lula: no hacer nada.
Entrevista: Luciana Bertoia.


As jovens vinícolas da Campanha

Confesso um especial carinho pela Campanha Gaúcha, a partir de antigas ligações familiares, dos tempos em que a pecuária significava quase tudo naquela região. Depois surgiram os arrozeiros e há um quarto de século a Almadén, que desencadeou o processo de descolamento da Serra Gaúcha, até então tida e havida como único sinônimo do vinho no Rio Grande.

Hoje ocorre um verdadeiro boom da vitivinicultura, onde antes se vivia com um olho no céu e outro no campo, torcendo para que a seca não viesse, o pasto vicejasse, os bois ganhassem peso, preço e fosse produtiva a tosa das ovelhas. Os parreirais nem precisam de tanta torcida: eles encontraram na Campanha o clima adequado, um terroir particularíssimo, a real possibilidade de ali cultivar preciosas cepas, capazes de se transformar em vinhos brancos agradáveis e tintos robustos.

É o que têm feito as 15 vinícolas que se distribuíram ao longo de uma linha imaginária, que serpenteia ao longo da fronteira, às vezes mais, às vezes menos distante dela. Começa ao Sul, em Candiota, sobe por Bagé, Dom Pedrito, Santana do Livramento, Rosário do Sul, Alegrete, Quaraí e Uruguaiana, até chegar a Itaqui. Foi onde se instalou a Campos de Cima (foto), objetivando ser uma vinícola-butique, com pequena produção e olhar também voltado ao enoturismo, ainda pouco explorado na região.

Naquele município ela cultiva 11 variedades, tendo a Tannat e a Ruby Cabernet como geradoras dos vinhos mais vendidos. As outras uvas presentes nas espaldeiras da Campos de Cima (foto menor) são Chardonnay, Viognier, Pinot Noir, Merlot, Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon, Shiraz, Malbec e Tempranillo. Em 2012 será iniciada a vinificação em instalações próprias, que estão sendo erguidas próximo à fronteira com a Argentina.

Ela irá se juntar a Almadén, Fortaleza do Seival, Aliança, Cordilheira de Santana, Peruzzo, Rio Velho, Vinoeste e Rothier Darricarrere, que já possuem os meios de elaborar vinhos em suas sedes. Em breve, além da Campos de Cima, a Guatambu passará a integrar esse elenco, concluindo obras em execução.

Blog Homem na cozinha


Parlamentar reitera apoio a servidores da FUGAST

Durante ato de servidores da FUGAST (Fundação Riograndense Universitária de Gastroenterologia), realizado na Assembleia Legislativa na terça (18), o líder da bancada do PSDB, Jorge Pozzobom, reiterou seu apoio aos manifestantes.
O parlamentar, que é relator na Comissão de Constituição e Justiça, apresentou no dia 5 de abril parecer favorável à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) n.º 211/2011, que busca regularizar a vida funcional dos servidores. No parecer, Pozzobom destacou o fato de nesses 36 anos foi o Estado gaúcho o único mantenedor da instituição. Por essa razão é que está devidamente expresso no estatuto da FUGAST que, quando for extinta a fundação, todo o seu patrimônio será incorporado ao Estado do Rio Grande do Sul. Portanto conclui que todos os seus servidores eram servidores públicos do Estado de fato, pois sempre prestaram serviços diretamente para o Estado. Não eram, portanto, delegatários de serviços públicos, nem a FUGAST concessionária de serviços públicos.


Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul


Recebo do colega Matz....


sobre as fotos enviadas por ele....( pô, ele demorou pra identificar os caras, e se tivesse baixando uma matéria???com o Fehlberg na coleira, como ia ficar???!!!!)

Olides, as fotos de Bombinhas em 1970 pertencem ao Renato Cyppel, um dos que
figura na imagem. Me foi cedida pelo nosso amigo Mário de Santi que as encontrou
perdidas em uma gaveta, as escaneou e me enviou. Não consigo reconhecer a todos,
inclusive eu demorei para me encontrar.
Abraços.
Luiz Oscar Matzenbacher

Laura e a pauta da zh...que comentei aqui!

Não, olides, não li a matéria da ZH que mencionaste. Não tenho lido ZH nos últimos tempos. A Rosa é que, às vezes, me fala de alguma coisa que está na ZH e que ela acha que pode me interessar. Só ando lendo a Folha de São Paulo, pela internet, e as páginas na internet dos jornais franceses e da Deutsche Welle. Também não ouço a Guaíba nem a Gaúcha (muito menos a Band e que tais). No carro, tenho ouvido a Continental, dos Gadret (que ousaram copiar o nome daquela que foi a mais criativa rádio gaúcha, embora sejam eles o mais conservadores e convencionais possível). A rádio tem uma boa programação musical, mas comete o pecado de não mencionar o nome dos autores das músicas nem dos intérpretes. Isso que a lei garante a NOMINAÇÃO, ou seja, a divulgação do nome do autor de qualquer produção intelectual (música, filme, livro etc...). Mas pertencendo a rádio quem pertence, tá explicado. Ssão os mesmos que colocam ponto final em MANCHETE do jo rnal O Sul!

Já quanto à comandante, foi curioso, logo que sentei na poltrona do avião, como a cabine de comando estava aberta, espichei o olho para lá (uma das minhas paixões é a aeronáutica e a pilotagem) e percebi uns cabelos estranhos no que seria o comandante, ou pelo menos em quem estava sendado na cadeira dele. Comentei com meus botões: "Deve ser mulher". Quando ela falou para os passageiros, aquela conversa sobre condições do vôo etc (que geralmente a gente não compreende, ou porque os comandantes falam muito mal, ou porque o sistema de som dos aviões está pifado), confirmou-se que era a senhora aquela da foto que coloquei no blog. Quando desembarcávamos, em São Paulo, não aguentei e perguntei para um dos comissários se dava para fotografar a piloto (não iria escrever pilota, claro, ela não é a Dilminha Presidenta, não é?). Deu e foi para o blog.

Mas, para ser justo (sou libriano e de Xango, "da Justiça", como me disse um Pai-de-Santo), volta e meia, quando estão sem assunto, os jornais fazem matérias sobre mulheres aviadoras. Esta que mencionaste no teu blog certamente foi mais uma.

Abraço

Lauro Dieckmann

MEMORIA

VINTE E SEIS ANOS DA MORTE DE TANCREDO!

nESTE 21/04, completam-se 26 anos da morte do primeiro presidente pós ditadura militar.

Todos os que tem a minha idade, lembram daquele final de feriadão, quando apareceu o recém convertido em celebridade nacional, o Antônio Britto Filho,com cara de sério, no auditório do Instituto do Coração, o Incor, pra anunciar à Nação que a agonia do presidente acabara.
Surgiram muitas especulações de que Tancredo estava morto há dias e que esperaram pra lançar o anúncio no dia de Tiradentes.Brittto desmente - bom, ele não ia confirmar, né - isto no depoimento que deu no livro dos porta-vozes lançado no ano passado.

O anúncio de Britto aquela noite foi este:

LAMENTO INFORMAR QUE O EX. SR. PRESIDENTE DA REPÚBLICA TANCREDO DE ALMEIDA NEVES FALECEU ESTA NOITE ÁS 10 HORAS E 23 MINUTOS.

ACRESCENTO O SEGUINTE:

nos ULTIMOS CINQUENTA ANOS A VIDA PÚBLICA DE TANCREDO NEVES CONFUNDIU-SE COM OS SONHOS E COM OS IDEAIS BRASILEIROS DE UNIÃO, DE DEMOCRACIA E DE JUSTIÇA SOCIAL E DE LIBERDADE. NOS ÚLTIMOS MESES, PELA VONTADE DE TANCREDO NEVES, ESSES IDEAIS SE TRANSFORMARAM NA NOVA REPUBLICA.
A EMOCIONANTE CORRENTE DE FÉ E DE SOLIDARIEDADE DAS ÚLTIMAS SEMANAS ENQUANTO O TANCREDO LUTAVA PELA VIDA SÓ FEZ CRESCER ESTE SENTIMENTO DE UNIÃO QUE3 SEMPRE FOI AÇÃO , EXEMPLO E OBJETIVO DE TANCREDO NEVES.

COM A MESMA FÉ COM A MESMA DETERMINAÇÃO , O BRASIL HAVERÁ A PARTIR DE AGORA DE REALIZAR OS IDEAIS DO LIDER QUE ACABAMOS DE PERDER; TANCREDO NEVES.

De São Borja


Comemorando 40 anos

BARRANQUEIROS estão no PESQUEIRO

cOMEÇARAM A CHEGAR ONTEM, oriundos de todo o estado e de fora dele, até da Argentina, os cerca de 300 barranqueiros que vão participar deste 40 encontro num pesqueiro, como eles chamam.Também chamado de Comicio dos espíritos eles se encontram anualmente para compor,tomar trago e desopilar. Tudo surgiu de uma brincadeira entre Nico Fagundes, Tio Manduca e Aparício Silva Rillo, como contou o próprio Nico dias atrás na UFRGS,durante show dos músicos.

O FEstival da Barranca como é chamado - por isto os participantes se autointitulam de BARRANQUEIROS - tem uma peculariedade: NINGUÉM ENTRA SEM SER CONVIDADO POR OUTRO BARRANQUEIRO...

e O " MALA" QUE SE PREPARE PORQUE NÃO É MAIS CONVIDADO NA OUTRA EDIÇÃO....

eNTRE AS FIGURAS ILUSTRES QUE PARTICIPAM DELE, ESTÃO LUIS CARLOS BORGES, NICO FAGUNDES, ELTON SALDANHA,ENTRE OUTROS MÚSICOS ...YAMANDU COSTA,ENTRE OUTROS.

nUM LIVRETO LANÇADO TEMPOS ATRAS HÁ UM PARAGRAFO QUE EXPLICA A AUSENCIA DE MULHERES NO EVENTO:

- segundo os organizadores do evento, a presença de mulheres também não é permitida pelos barranqueiros.Alegam que não haveria infra-estrutura para tanto.

Outros explicam esta não presença do belo sexo por uma reverência aos primeiros festivais que não permitiam a presença de mulheres.

Na sexta-feira santa é dado um tema e todos saem a compor porque as apresentações com disputa por um troféu - não é dinheiro e não tem patrocínio - são feitas nas noites de sábado santo. No domingo, todos voltam pra suas casas.

Desde o primeiro festival, a regra é o que o chamado Tio Manduca propôs: é dado o tema e os participantes tem até o sa´bado à tarde pra fazer a letra e compor a música.No primeiro acampamento o tema foi a Pescaria. Quem venceu foi Nico Fagundes.
Houve três concorrentes que disputaram aquele troféu que virou histórico.

O troféu fica em poder do vencedor até o ano seguinte, depois ele o passa adiante.

Não há nenhum festival semelhante no país....dizem seus organizadores.


O PMDB NÃO É GOVERNO

Por Carlos Chagas

Com o retorno da presidente Dilma ao país reabre-se a questão do preenchimento dos postos de segundo e terceiro escalões do governo, que o PMDB espera cada vez com mais impaciência. Menos pelos medalhões ainda escanteados, como José Maranhão, Orlando Passutti e Helio Costa, mais pelos feudos que perdeu no setor elétrico e nos bancos estatais, o partido não esconde o mal-estar. E joga a responsabilidade pela demora das nomeações sobre os ombros do vice-presidente Michel Temer, que durante a semana em que exerceu a presidência foi pressionado e precisou reunir-se com os companheiros mais afoitos, pedindo-lhes paciência.
Paciência vem sendo produto em falta nas prateleiras do PMDB, do Sul ao Nordeste. Bem que os ministros peemedebistas, muitos exasperados, gostariam de engrossar as fileiras dos deputados e senadores descontentes, mas falta-lhes coragem. Estão cada vez mais isolados, sem integrar o núcleo de poder real estabelecido em volta da presidente Dilma, onde predomina o PT. Existem pelo menos ministros que, passados cem dias, ainda não despacharam isoladamente com a chefe do governo. Desconhecem a cor do mobiliário de seu gabinete e hesitam entre reclamar ou deixar as coisas como estão. Melhor não levar puxões de orelha, mesmo vendo paralisados planos e propostas que ainda não tiveram oportunidade de expor.
Entre essas duas paralelas segue o outrora maior partido nacional: ocupar vagas capazes de demonstrar a influência perdida e tentar confirmar os vaticínios um dia feitos por Michel Temer, de que o PMDB não estaria no governo porque era governo. Não é.
JESUS NÃO GOSTARIA
Estivesse entre nós de corpo presente e Jesus sentiria ímpetos de pegar o chicote e novamente vergastar não apenas os vendilhões do Templo, mas os gazeteiros de Brasília. Porque nesta Semana Santa nos tribunais superiores não haverá sessões plenárias. Teoricamente de folga a partir de quarta-feira, nem hoje nem amanhã deverão ser julgadas questões de vulto. A moda possivelmente se estenderá a instâncias inferiores.
No Congresso, apesar do esforço de alguns abnegados deputados e senadores para reunir suas comissões, nenhum projeto importante será sequer discutido, quanto mais votado.
E no Executivo, será diferente? Seria bom prestar atenção nas agendas dos 37 ministros. A madre superiora estará vigilante, mas quantas noviças se dedicarão a inspecionar obras ou participar de conferências e seminários, fora de Brasília? Por coincidência, em seus estados de origem.


Turismo da Capital lança Guias Básicos de Línguas para profissionais do setor



A Secretaria Municipal de Turismo lançará, na terça-feira, 19, a série Guias Básicos de Línguas, destinada a ajudar profissionais de diferentes segmentos relacionados ao receptivo da cidade a se comunicarem com turistas estrangeiros. O lançamento ocorrerá às 11h, no Paço Municipal, com a presença do prefeito José Fortunati e lideranças do setor.

Editada em português/inglês e português/espanhol, a série é composta por livretos de bolso temáticos para as áreas de Hotéis, Aeroporto, Transporte, Gastronomia e Compras, segmentos identificados em pesquisa como os que o turista mais têm contato durante sua permanência num destino.

A série é composta por dez edições diferentes, com uma tiragem inicial de 50 mil exemplares impressos em cores. Os guias serão disponibilizados a entidades e empresas do trade turístico da Capital, muitas integrantes da Câmara Temática Turismo e Hotelaria Copa 2014, para servir de apoio aos cursos de capacitação em idiomas que desenvolvem em seus segmentos.

Nos guias, recepcionistas, garçons, taxistas, comerciários entre outros profissionais que atuam na linha de frente do atendimento aos turistas encontrarão diálogos comuns ao seu cotidiano, uma seção de vocabulário específico e outra de vocabulário geral para as demais situações, assim como o alfabeto e números com suas respectivas pronúncias. A metodologia foi desenvolvida por profissionais especializados e utiliza frases simples e de fácil entendimento.



O que: Lançamento dos Guias Básicos de Línguas
Dia: 19 de abril (terça-feira)
Hora: 11h
Local: Paço Municipal

Eliana Zarpelon (MTb 3821)

NOVA VIDA...

WOLMER JARDIM JÁ ANDA POR PORTO ALEGRE, DEPOIS DE UNS TEMPOS ENTRE URUGUAIANA,SÃO BORJA E ALEGRETE. ATÉ O OLÍMPICO,DO IMORTAL, TEM FREQUENTADO.....


Coleguinhas

Ouvintes do BOM DIA, como eu, dando BOAS VINDAS AO LOCUTOR WLADIMIR OLIVEIRA....QUE O PROGRAMA FICA MELHOR, FICA...WLADIMIR SABE FICAR MAIS NA DELE E O PROBLEMA DA ELLEN E DO ROGÉRIO É QUE OS DOIS FALAM AO MESMO TEMPO....

AÍ NÃO DÁ. MUDA-SE DE ESTAÇÃO!!!!!!

Fotos

reconheci na foto a dilza de santi, o marido mário, o loko do Matz, o Olyr zavaschi, um filho do olir...


Em fevereiro de 1979 ou 1980, um grupo de gaúchas e gaúchos - jornalistas, psiquiatras, médicos(as), publitários(as) e seus filhos e filhas, desfrutavam dos bons ares, dos bons mares e dos bons tempos de Bombinhas, a praia que era então a mais cultuada em Santa Catarina.
Bons tempos, amigo Olides.

Abraços.

Luiz Oscar Matzenbacher

na foto, Mário de santi, O loko Matz, sua esposa de então, a Lúcia, agachados Dilza de Santi, Olir Zavaschi,entre outros.

Regalito catarina

Mais uma foto dos gaúchos e gaúchas felizes, descobrindo que "o mar é para quem o sabe amar", em Bombinhas dos anos 1970/1980.
Saudades dos bons tempos.
Luiz Oscar Matzenbacher

acervo de Mario de santi e renato Cyppel.



Nosso correspondente " informal" em sua casa de Porto Belo!


Olides, esta última foto sou eu em minha casinha, em Porto Belo. Modesta, bem distante do mar, mas no meu cantinho sossegado, para escrever meus livros e desfrutar de uma aposentadoria. O começo foi cedo em 1962, como auxiliar de escritório na Samrig, no Setor de Comunicação.

Abraços.
Luiz Oscar Matzenbacher

De São Borja

Diversas

*Sem a presença do jornalista Carlos Bastos, a Câmara Municipal de São Borja deu início,ontem, aos eventos dos 50 anos da LEGALIDADE( movimento que impôs Jango na presidência da República). O jornalista não foi por motivos pessoais.

*Na quinta da semana passada, o prefeito Mariovane Weis andava a cata do celular da deputada Juliana Brizola pra pedir seu apoio a presidência da Famurs.


*O GUAIPECA, na rua Fernando Machado, foi escolhido pro happy hour dos sãoborjenses da Câmara Municipal que estiveram na capital pra fazer curso na semana passada. E lá encontraram um garção sãoborjense também.Virou tudo em família.

De São Borja

A ex- primeira dama Maria Thereza Fontella Goulart participou ontem na Matriz da Igreja de São francisco de Borja da missa de sétimo dia pela alma de dona IOLANDA MARQUES GOULART, falecida na semana passada, em Porto Alegre, aos 95 anos. Ela era a última das irmãs do ex-presidente Jango viva.

PSDB

Que derrota da ex-governadora dentro do PSDB!

Está colhendo o que plantou!!!!!

O unico a gravar a entrevista do Jango

Tensão e tumulto na entrevista de Jango, que teve um único jornalista a gravá-la, Júlio Pacheco,então com 17 anos e já dos quadros da Gaúcha.

Também estão na fotoMarco Aurélio Barbosa, Carlos Conturusi(fotógrafo muito ligado a Brizola)Eloidi Rodrigues,Marne Barcelos,Amir Domingues( da rádio Guaíba) Fernando Barros e Flávio Gonçalves Dias.

a foto é do acervo do Julinho Pacheco.

Quando chegou do Uruguai,depois de negociar a posse na presidência, condicionado ao parlamentarismo, Jango teve que dar um desdobre do tamanho do Beira-Rio: muitos dos jornalistas que o esperavam na Piratini, tinham virado militantes da causa de brizola, ou seja, a Legalidade, isto é, a posse de Jango no presidencialismo.

Habilmente, Jango foi desdobrando as perguntas mais difíceis de todos eles, e o único que tinha um gravador a mão era o Julinho Pacheco. Ele tinha então 17 anos e estava começando na Gapucha. Depois doi diretor da RBS e hoje está na rede Vida.

Julinho acompanhou o papo do Jango com sua gravaodra portátil GRUNDIG, o último grito no radiojornalismo de então.

Era acondicionada em uma maleta parecida com a dos médicos.

Poucos dias depois da entrevista, por sinal, muito tumultuada, com alguns jornalistas gritando com Jango, Julinho Pacheco providenciou a transcrição da integra do material, que em parte saiu meio deturpada pela gritaria do encontro do Jango com os coleguinhas. Muitos anos depois, Norberto da Silveira teve acesso ao conteúdo da mesma a publicou num livro que ele editou.


De São Borja

Sucesso da EXposição dos 50 anos da Legalidade!


Plenário da Câmara de VEreadores de São Borja completamente lotado! Completamente.
Grande sucesso.
Apresentação do Coral das crianças do Colégio Tereza Verzeri cantou o hino da Legalidade, de forma emocionante.
Após 12 gaúchos pilchados entraram no plenário carregando os banner's da exposição de fotos que conta o que foi o levante.
Depois foi apresentado um vídeo produzido pela Câmara.
Cassiá Carpes presentando a AL discursou, depois o Mariovane, Celso e Dr. Dino Lopes palestrou sobre o tema.
Estou feliz por ter dado certo... minha idéia da exposição de banner, a câmara de Itaqui e Alegrete já solicitaram a mesma.
Fiquei contente com a resposta ao nosso trabalho.
Abraço Olides.
Tu faz parte desse sucesso!

Letier

Segue fotos do lançamento da Legalidade.

Platéia antes do início do evento


Apresentação do Coral


Parte dos banner's da exposição itinerante

Vereador Celso discursando


Mesa dos trabalhos da Sessão Solene

Entrega de troféu de participação ao Dr. Dino Lopes, Ex-Vereador e palestrante do evento

3º FÓRUM INTERNACIONAL DE
RESÍDUOS SÓLIDOS EM JUNHO

Será realizado de 13 a 15 de junho de 2011, no Centro de Eventos
da Fiergs, em Porto Alegre, o 3º Fórum Internacional de Resíduos Sólidos,
numa promoção do Instituto Venturi para Estudos Ambientais, Centro Nacional
de Tecnologias Limpas (CNTL/SENAI-RS) e do Banco de Resíduos/Conselho de
Cidadania.
Nesta sua terceira edição, o Fórum consolida-se como o evento
técnico e científico mais importante da Região Sul, no tema resíduos
sólidos, abrangendo desde estudos acadêmicos até a visão governamental e
empresarial.
Terá por foco o debate sobre o melhor gerenciamento integrado de
resíduos sólidos entre o setor privado, municípios e prestadores de serviços
de limpeza urbana - aspecto-chave para o meio ambiente e a saúde pública.
Informações adicionais sobre o Fórum já podem ser obtidas pelos
fones (51)3024-4008 / 4101-6186 ou e-mail forum@institutoventuri.net.br /
site www.institutoventuri.com.br/forum2011

Todt Comunicação

Páscoa

Para ler clique aqui.


Deputado defende no plenário da Câmara a legalização da maconha e o plantio para consumo pessoal

Evandro Éboli - O Globo

BRASÍLIA - Escolhido pelo Ministério da Justiça o interlocutor do governo para revisão da lei sobre drogas, o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) defende a legalização da maconha e do porte de pequenas quantidades para consumo pessoal. Em discurso na tarde desta quarta-feira, no plenário da Câmara, Teixeira citou exemplos de países que descriminalizaram o porte de pequenas quantidades, como Portugal e México. Teixeira defendeu também o fim da pena de prisão para o viciado que, para sustentar seu vício, vira um traficante. - No caso da maconha, por exemplo, é possível legalizar sim, desde que tenhamos uma regulamentação mais severa do que a que existe hoje para o álcool e o tabaco. É possível e necessário fazer uma política de transição entre o estágio atual e a legalização, com a descriminalização do uso e da posse de pequenas quantidades para o uso pessoal. Defendo que o Brasil também faça a descriminalização do uso e do porte para consumo próprio - disse Paulo Teixeira.
" No caso da maconha, por exemplo, é possível legalizar sim, desde que tenhamos uma regulamentação mais severa do que a que existe hoje para o álcool e o tabaco "
O deputado afirmou que a descriminalização reduziu o consumo a maconha nos países que adotaram essa medida. Teixeira acredita que não pode dividir a questão da droga apenas entre usuário e traficante.
- É uma separação que nem sempre é simples e que pode gerar injustiças. Um usuário que em razão de uma dependência química passa a comercializar a substância para garantir o seu consumo não pode ser tratado da mesma forma do que a pessoa que busca o lucro nestas atividades, exerce controle territorial sobre regiões e usa de violência e mortes para cobrar eventuais dívidas. A pena de prisão pode provocar mais danos à sociedade do que outra forma de punição, mais eficiente para combater esta dependência e com menos impactos na vida do indivíduo.
" Um usuário que em razão de uma dependência química passa a comercializar a substância para garantir o seu consumo não pode ser tratado da mesma forma do que a pessoa que busca o lucro "
O parlamentar petista também é a favor do plantio da maconha para consumo pessoal, desde que com acompanhamento médico.
- O nosso país também precisa regular o autoplantio, com licenças concedidas pelo Ministério da Saúde e acompanhamento médico, para permitir que, as pessoas que queiram, possam consumir maconha sem ter de recorrer a criminosos para adquiri-la.
Outra proposta de Paulo Teixeira é a criação de locais de uso seguro da droga para viciados crônicos e permissão de tratamento a substituição da droga pesada por uma mais leve, como ação de redução de danos. Essas unidades seriam instaladas em hospitais.
- É importante que a comunidade médica brasileira discuta como fazer o tratamento do dependente crônico e problemático, inclusive com a análise de estratégias que deram certo em outros países, como os tratamentos de substituição de uma droga ilícita por substância lícita ou ilícita, a prescrição médica de substância ilícita e a criação de salas de uso seguro, para que as pessoas possam fazer o consumo seguro e com os efeitos da droga monitorados.
Para o deputado, a proibição do consumo de maconha leva o usuário a entrar em contato com criminosos, o que poderia ser evitado.
- Há grande procura por drogas na sociedade brasileira. Parte do consumo destas substâncias ilícitas é eventual e não apresenta risco à sociedade. São pessoas que usam maconha, por exemplo, sem que o consumo prejudique a sua vida social e produtiva. Como no álcool, existe muita gente que faz o uso responsável e uma parte que acaba tendo problemas causados pelo abuso. A proibição também provoca que estes consumidores tenham um contato com criminosos que eles próprios, em muitos casos, não gostariam de ter. Por conta desta relação, os usuários passam a ser estigmatizados pela sociedade e, em muitas situações, apontados injustamente como responsáveis pelo financiamento do crime organizado.
Paulo Teixeira afirmou que encaminhará suas propostas ao Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (Conad), cujo secretário-geral é o general Paulo Roberto Uchôa, secretário Nacional Antidrogas.
EM 17 de abril de 2011
Plantou, fumou, pirou: líder do PT defende a criação de Cooperativas de Maconheiros.
O líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP), defende a liberação do plantio de maconha e a criação de cooperativas formadas por usuários. Num recente debate sobre o assunto, o deputado disse que a política de "cerco" às drogas é "perversa" e gera mais violência. Dilma assumiu o governo incluindo entre suas prioridades o combater "sem tréguas" ao crime organizado e às drogas. Em janeiro, a presidente desistiu de nomear o então secretário Nacional de Justiça Pedro Abramovay para a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas depois que ele sugeriu numa entrevista a adoção de penas alternativas para pequenos traficantes.

Assim como Abramovay, o líder do PT na Câmara afirmou que a prisão de pequenos traficantes contribui para engrossar as fileiras das organizações criminosas. "São mães de família que sozinhas têm que criar os filhos e passam a vender", disse o deputado. "As prisões têm levado a organizar a violência contra a sociedade." Teixeira falou sobre o assunto num debate organizado pelos grupos "Matilha Cultural" e "Desentorpecendo a Razão" em São Paulo, em 24 de fevereiro, um mês após a queda de Abramovay. Um vídeo com a íntegra da exposição foi publicado no blog do deputado e no site Hempadão (cujo título faz uma brincadeira com as palavras "hemp", maconha em inglês, e "empadão").

Teixeira disse no debate que o governo deveria autorizar a criação de cooperativas para o plantio e a distribuição da maconha. "O melhor modelo é o da Espanha: cooperativas de usuários, onde se produz para o consumo dos próprios usuários, sem fins lucrativos", afirmou. O líder do PT disse que, se comer sanduíches do McDonald's, "talvez o maior crime", não é proibido, o governo não poderia impedir também o plantio de maconha. "Cabe ao Estado dizer que faz mal à saúde. Não existe crime de autolesão. Se eu quero, eu posso usar, tenho direitos como usuário. E isso o Estado não pode te negar."

Segundo ele, a forma como o governo e alguns juízes tratam as drogas é um tiro no pé: não garante a segurança nem a saúde dos usuários. A Folha fez vários pedidos de entrevista ao deputado desde 16 de março, mas sua assessoria não deu resposta. No debate de fevereiro, Teixeira fez um apelo aos usuários de maconha: "Só a coragem pública daqueles que vão às ruas discutir fará com que esse tema avance". Ele disse que irá sugerir ao Ministério da Justiça que o Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas faça um projeto com as "mudanças óbvias".

O deputado afirmou ainda que pedirá o apoio do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB) -defensores da descriminalização de drogas. Para o líder do PT, a proliferação do crack complicou a discussão sobre a maconha. "Ele não é o todo, ele é uma parte. É o resultado dessa política de cerco. Ele não pode interditar o debate sobre as demais drogas recreativas". Ao defender a regulamentação do plantio da maconha, Teixeira afirmou que isso não aumentaria a oferta da droga. "Esse cenário que as pessoas têm medo, de que "no dia em que legalizar, vão oferecer ao meu filho", não é o futuro, é o presente. Hoje liberou geral. É mais fácil adquirir drogas na escola do que comprar antibióticos." A legislação atual prevê medidas socioeducativas para usuários da droga apanhados em flagrante e prisão para os traficantes. (Da Folha de São Paulo)

REMETIDO POR: SERGIO OLIVEIRA - CHARQUEADAS - RS


MOVIMENTO DE JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS/Brasil INFORMA:

Anistia. Memória e justiça

Contribuem para este debate os seguintes entrevistados: Cecília Coimbra, Castor Ruiz, Edson Teles, Jair Krischke, José Carlos Moreira Filho, José de la Fuente, Nora Hochbaum, Paulo Abrão e Reyes Mate.
Países como Argentina, África do Sul, Chile e Espanha, entre outros, têm, no que se refere à anistia, à memória e à justiça dos crimes cometidos durante os regimes ditatoriais que assolaram seus povos, uma experiência diferente da nossa, no Brasil. Mais de 40 anos depois do golpe militar de 1964, ainda não conseguimos desatar este nó. A presente edição da revista IHU On-Line volta a debater o tema neste inicio do governo da presidenta Dilma Rousseff.


Revista do Instituto Humanitas Unisinos

Entrevista c/ Jair Krischke: A lei da anistia e o esquecimento da barbárie da ditadura

http://www.ihuonline.unisinos.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3782&secao=358


A lei da anistia e o esquecimento da barbárie da ditadura

A verdade completa sobre o terrorismo de Estado brasileiro precisa vir à tona, acentua Jair Krischke. Resquícios do entulho autoritário continuam existindo, como o paradigma da impunidade e a violência das polícias, vinculadas ao Exército brasileiro

Por: Márcia Junges

Com a Lei de Anistia os militares brasileiros queriam “promover o esquecimento do barbarismo que promoveram durante os largos anos de ditadura. Equivocaram-se redondamente! A toda hora, saltam dos mais variados ‘armários’ esqueletos que os interrogam com toda a veemência. Não haverá trégua até que se conheça toda a verdade sobre o terrorismo de Estado que foi promovido no Brasil”.
A constatação é de Jair Krischke na entrevista que concedeu por e-mail à IHU On-Line. Para ele, um dos problemas mais graves que enfrentamos em nosso país é a impunidade, que vai se consolidando como paradigma. “Muito se fala em reconciliação da sociedade brasileira, mas esquecem-se de que, para haver uma verdadeira reconciliação, faz-se necessário, fundamental mesmo, o autor da ofensa reconhecê-la como de sua autoria, arrepender-se e pedir perdão à vitima. Com o ânimo ainda existente nas forças armadas brasileiras, seria possível esperar este gesto?” E completa: “Historicamente, os militares sempre se dão bem no Brasil, mesmo quando praticam crimes os mais horrendos”.

Jair Krischke é ativista dos direitos humanos no Brasil, Argentina, Uruguai, Chile e Paraguai. Em 1979, fundou o Movimento de Justiça e Direitos Humanos do Rio Grande do Sul, a principal organização não governamental ligada aos Direitos Humanos da Região Sul do Brasil. Também é o fundador do Comitê de Solidariedade com o Povo Chileno.

Confira a entrevista.

IHU On-Line - Hoje a Lei de Anistia brasileira representa esquecimento? Por que e em que sentido?

Jair Krischke - A memória, diz Pilar Calveiro, encarrega-se de desfazer e de refazer, sem tréguas, aquilo que evoca. Porque é um ato de recriação do passado desde a realidade do presente, projetando-se para o futuro. É desde as premências atuais que se interroga o passado, rememorando-o. Entretanto, ao mesmo tempo, é das particularidades desse passado, respeitando suas coordenadas específicas, que podemos construir uma memória fiel. Certamente, os militares brasileiros pretendiam com esta Lei de Anistia promover o esquecimento do barbarismo que promoveram durante os largos anos de ditadura. Equivocaram-se redondamente! A toda hora saltam dos mais variados “armários” esqueletos que os interrogam com toda a veemência. Não haverá trégua até que se conheça toda a verdade sobre o terrorismo de Estado que foi promovido no Brasil.

IHU On-Line - Como compreender que a Lei de Anistia tenha abrangido crimes contra a humanidade, como aqueles perpetrados pelos militares torturadores?

Jair Krischke - Qualquer pessoa, razoavelmente alfabetizada, lendo o texto da Lei de Anistia, poderá entender que não é bem assim. Senão, vejamos:
Art. 1º - É concedida anistia a todos quantos, no período compreendido entre 2 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979, cometeram crimes políticos ou conexo com estes, crimes eleitorais, aos que tiveram seus direitos políticos suspensos e aos servidores da Administração Direta e Indireta, de fundações vinculadas ao poder público, aos Servidores dos Poderes Legislativo e Judiciário, aos Militares e aos dirigentes e representantes sindicais, punidos com fundamento em Atos Institucionais e Complementares.

§ 1º - Consideram-se conexos, para efeito deste artigo, os crimes de qualquer natureza relacionados com crimes políticos ou praticados por motivação política.
Os agentes do Estado, quer sejam civis ou militares, não podem cometer “crimes políticos ou conexos”, pois representam o “Estado”, que, no exercício de seu múnus, não praticam atos “políticos”, e sim atos de Estado. É por essa razão que nós, os militantes de direitos humanos, chamamos estes acontecimentos de “terrorismo de Estado”

IHU On-Line - Por que foi escolhido o recurso da anistia na esteira pós-ditadura com o recorte específico que teve? Quais são suas principais limitações e por que ela não pode valer para ambos os lados (os que lutavam pela liberdade do Brasil, e aqueles que se valiam do aparato estatal para cometer crime de lesa-humanidade)?
Jair Krischke - O recurso da Lei de Anistia tem um histórico muito expressivo na América Latina, seguidamente sacudida por ditaduras cruéis. É a forma de reconciliar aqueles que, frente à tirania, decidiram rebelar-se, lutando para reconquistar um patamar democrático aceitável. Estes, sim, são passiveis dos benefícios da anistia e ninguém mais. Na Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão (Revolução Francesa), já se encontrava consagrado o direito à rebelião:

Art. 2.º A finalidade de toda associação política é a conservação dos direitos naturais e imprescritíveis do homem. Esses direitos são a liberdade, a propriedade, a segurança e a resistência à opressão.
Também na novel constituição portuguesa encontramos:
Artigo 21.


Direito de resistência

Todos têm o direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e garantias e de repelir pela força qualquer agressão, quando não seja possível recorrer à autoridade pública.
Não ser igual para ambos os lados, creio haver respondido anteriormente. Mas sempre é bom chamar a atenção para o seguinte:

Lei de Anistia

§ 2º - Excetuam-se dos benefícios da anistia os que foram condenados pela prática de crimes de terrorismo, assalto, sequestro e atentado pessoal.
Este parágrafo 2º diz claramente o que não foi anistiado pela Lei, os chamados “crimes de sangue”. Depois da promulgação da lei, muitos militantes continuaram presos, tanto que até greve de fome fizeram.

IHU On-Line - O que uma nova interpretação da lei da anistia pode representar para a memória e os direitos humanos no Brasil? E como isso pode repercutir na consolidação da nossa democracia ainda jovem e imperfeita?

Jair Krischke - Não se trata de uma nova interpretação, trata-se tão só e simplesmente de interpretá-la corretamente. Além do mais, com a decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos, que condenou o Brasil por descumprir sua obrigações internacionais, determinou que a Lei de Anistia é totalmente inválida, no que se refere a impunidade dos repressores, não sendo reconhecida em nível internacional.
Quanto à memória, ou seja, o conhecimento da verdade dos acontecimentos, ao que parece vamos lentamente avançando. Isto porque encontra-se no Congresso Nacional um projeto de lei quer trata da criação de uma “Comissão da Verdade” que, segundo a impressa, é prioritário para a presidenta Dilma. São atos e fatos que vão consolidando uma jovem democracia, de um país que não é muito afeito a ela.

IHU On-Line - A Justiça brasileira está longe de seguir os exemplos dos tribunais da Argentina, Chile e Uruguai, que já abriram seus arquivos da época da ditadura? Como esses países lidaram com o pós-ditadura?

Jair Krischke - A Justiça, quer seja no Brasil ou em qualquer outra parte, é sempre o último poder a redemocratizar-se. A Constituição diz solenemente que todo o poder emana do povo e em seu nome será exercido. Não conheço qualquer pessoa que, em um pleito eleitoral, tenha sido chamada a votar em juízes e desembargadores. Para cúmulo, nosso Supremo Tribunal Federal, provocado pela OAB Nacional, pronunciou-se pela constitucionalidade da Lei de Anistia, tal qual a interpretam os que violaram os direitos humanos dos brasileiros. Mesmo os ministros que votaram favoravelmente, o fizeram usando uma argumentação simplesmente lamentável.

Em relação à Argentina, o Supremo Tribunal julgou absolutamente inconstitucional as leis de Obediencia Debida e a de Punto Final. Daí em diante, toda a Justiça da Argentina retomou os julgamentos de muitíssimas causas, com um número apreciável de condenações. No Uruguai passou-se o mesmo: sua Suprema Corte entendeu inconstitucional a Lei de Caducidad, para alguns casos, que foram demandados. Por outro lado, o plebiscito que pretendia anular a referida Lei de Caducidad foi derrotado nas ultimas eleições, impedindo assim, uma total abrangência. Mas, mesmo com dificuldades, o último presidente eleito antes do golpe, Bordaberry (um golpista por excelência), e o presidente da ditadura, general Gregório Alves, cumprem pena de 25 anos de prisão, bem como um ex-ministro de Relações Exteriores, e vários oficiais de alta patente.
No Chile, mesmo vigente uma Lei de Anistia, vários generais e coronéis cumprem largas penas de prisão. Na verdade, poucos arquivos foram abertos; porém, já se tem acesso a muito material da repressão nestes países. Como se pode ver, nada de maior aconteceu no processo de redemocratização dos países referidos, prova de que é possível avançar, consolidando a democracia em nossos países.
Mesmo sem a abertura de arquivos, vamos progredindo a cada dia. São aquelas vítimas que, amedrontadas, ainda não haviam contado suas histórias, o que está acontecendo agora. Por exemplo, agora mesmo, um cidadão argentino que vivia com sua família e trabalhava em Passo Fundo, foi vítima de uma Operação Condor, em 12 de setembro de 1978. Na ocasião, intervimos com o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados e conseguimos levá-los para a Suécia, na condição de asilado. Nunca mais tive notícias deles. Agora, ele reaparece, bem documentado, provando o que lhe aconteceu naqueles dias.

IHU On-Line - Não se trata de vingança, mas de justiça o fato de se punir os crimes cometidos contra a humanidade no período da ditadura brasileira. Poderia comentar essa diferença de interpretação quanto ao que realmente significa punir os torturadores?

Jair Krischke - Punir aos torturadores significa fazer justiça tão somente. Um dos mais graves problemas de nosso país é justamente a impunidade, que certamente se origina neste fato, ou seja, se pode matar, torturar, desaparecer que não acontece nada. Esta cultura pouco a pouco vai impregnando o tecido social, tornando-se paradigma. Muito se fala em reconciliação da sociedade brasileira, mas esquecem-se de que, para haver uma verdadeira reconciliação, faz-se necessário, fundamental mesmo, o autor da ofensa reconhecê-la como de sua autoria, arrepender-se e pedir perdão à vitima. Com o ânimo ainda existente nas forças armadas brasileiras, seria possível esperar este gesto?

IHU On-Line - Na Europa há toda uma conscientização sobre o que significou o Holocausto. Já no Brasil, os anos de chumbo da ditadura são maquiados, para dizer o mínimo. O que explica essa diferença de conduta e compreensão?

Jair Krischke - Vejamos alguns dados.

Tribunal de Nuremberg
285 dias de julgamentos
Ouviu 240 mil testemunhas – anotou 300 mil declarações – gerando 4 bilhões de palavras
Acusação final: 25 mil páginas
Condenados: 9 à morte – 12 à perpétua – 6 a penas de 10 a 20 anos – 3 absolvidos.

É a diferença de cultura. Aqui, os poderosos podem tudo! Historicamente, os militares sempre se dão bem no Brasil, mesmo quando praticam crimes os mais horrendos.

IHU On-Line - A violência das Forças Armadas do período ditatorial migrou para que outras instituições brasileiras? A semente da violência atual do aparato policial foi plantada na ditadura?

Jair Krischke - Vamos examinar alguns dados sobre o aparelho repressivo no Brasil:
Número de agentes: 24 mil
Prendeu por razões políticas: 50 mil pessoas
Torturou: 20 mil pessoas
É bom ter em conta que nossas polícias sempre foram violentas e adeptas da tortura. O que mudou com a ditadura foi a sofisticação da tortura. Também faz parte do entulho autoritário a criação das polícias militares por Decreto Lei, vinculadas ainda hoje ao Exército brasileiro. Em Brasília, no famoso Forte Apaches, existe uma porta com a placa “Inspetor Geral das Polícias Militares”, exercido por um general. Sempre é bom lembrar, quando nos dizem, por exemplo: a Brigada Militar tem 170 anos. Sim, é verdade, mas como exército particular do governador do estado, é o mesmo caso das Forças Públicas de São Paulo, Minas Gerais e Pernambuco.


DE São Borja

TODOS OS CAMINHOS LEVAM A SÃO BORJA


O EX-DEPUTADO FEDERAL ROBERTO JEFFERSON, SIM AQUELE DO MENSALÃO, QUE DISSE SAI DAÍ ZÉ, ESTÁ CHEGANDO A SÃO BORJA. O QUE IRÁ FAZER ELE NA TERRA DOS PRESIDENTES. SÓ FALTA QUE ESTEJA INDO TAMBÉM PRA BARRANCA. NÃO DUVIDO!


Estelionato travestido de fé

-“Aquele seu dinheiro na poupança, aquela sua moto, aquele seu carro, aquele seu apartamento... entregue para o senhor! Ele te dará em dobro e você estará a salvo no reino dos céus”. – Ao digitar o tema: “Estelionato nas igrejas” no site youTube vários vídeos desta lamentável prática são encontrados. Abusando da fragilidade emocional e até mesmo da ignorância das pessoas algumas igrejas usam a fé como uma ferramenta eficaz na obtenção de lucro. Neste sentido, até que ponto uma instituição religiosa deve estar amparada pelo art. 19 da Constituição Brasileira ou enquadrada no art. 171 do código penal?

Evidentemente que o debate entre ciência e religião – quando contido de argumentação inteligente e respeitosa – é bastante profícuo para a sociedade. Quando, porém, o diálogo dá lugar à imposição ideológica, então a autonomia do ser humano se perde e é ferida. Desta forma, no momento em que uma instituição que se diz religiosa usa de argumentos ilógicos, porém persuasivos, para a obtenção de um dinheiro não tributado e prometendo, para tanto, a salvação divina, fica bem claro a tipificação do ato criminoso de estelionato (art. 171 do Código Penal Brasileiro).

Por outro lado, é necessário enaltecer o trabalho de instituições sérias que recebem dinheiro e prestam contas de sua movimentação financeira, tendo na ação prática a concretização do seu discurso. Até porque quando isto não ocorre a hipocrisia fica caracterizada, como por exemplo, uma pessoa promíscua falar de fidelidade; um inadimplente que passa cheques sem fundos falar de responsabilidade; o agressor da esposa falar de valores da família; etc.

Felizmente o Brasil é um Estado laico que prima pela liberdade de escolha e prática religiosa do seu povo, apesar de concessões públicas de canais de TV aberta para algumas igrejas específicas. De um modo geral, este país tem uma população que convive pacificamente com a diversidade cultural e religiosa, ao contrário de alguns países com religiões fundamentalistas que justificam a guerra por causa da interpretação equivocada de seus livros sagrados. É importante, contudo, salientar que há no Brasil um mascaramento do estelionato travestido de fé, em que a “salvação” é vendida como maçã em feira. Isto num processo de lavagem cerebral de pessoas – na maioria das vezes humildes- que estão perdendo o patrimônio em detrimento da riqueza de verdadeiros ladrões que se dizem profetas. Por fim, urge o Ministério Público avaliar até que ponto tais instituições estão perto do art. 19 ou do 171, isto porque um país sério não se constrói com golpistas.

Hermison Frazzon da Cunha


Exposição Itinerante dos 50 anos da Legalidade inicia pela Escola Getúlio Vargas



Após o lançamento oficial na noite do dia 18 de abril na Câmara de Vereadores de São Borja, a Exposição Itinerante em comemoração aos 50 anos da Legalidade foi inaugurada na terça – feira, 19 de abril, pela manhã, na Escola Estadual Getúlio Vargas.
Alunos da oitava e terceiro ano participaram do ato no salão de eventos da escola, que foi aberto pelo Professor Alvino Felício. Na oportunidade, o Presidente da Câmara de Vereadores, Celso Lopes, entregou a Diretora da Escola, Vera Wermuth, o vídeo para ser trabalhado com os alunos, o edital do concurso de redação, os folders para distribuição e uma lembrança dos 50 anos da Rede da Legalidade para ficar registrada a passagem da exposição pelo colégio.
A exposição fica na escola por uma semana. Depois parte para outro colégio. Escolas interessadas em receber a exposição podem agendar através do telefone 34314150.
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Assessoria de Imprensa Câmara Municipal de Vereadores de São Borja/RS


Projeto prevê ampliação e restauração do Museu Getúlio Vargas



O projeto de ampliação e restauração de um dos principais pontos turísticos de São Borja foi apresentado na última sexta-feira (15/04). As diretoras da Lahtu Sensu Administração Cultural e Cida Planejamento Cultural, Lúcia Silber e Maria Aparecida Herok, co-produtoras do projeto, realizaram uma explanação na Sala do Servidor Iolanda Rebés Guimarães demonstrando quais etapas foram efetuadas e quais ocorrerão nos próximos meses. A representante da Art/Meio Propaganda, Mara Kunzler, expôs o novo logotipo do Museu.

O material demonstrado foi o mesmo encaminhado ao Sistema Pró-Cultura da Secretaria Estadual da Cultura. No órgão o projeto está em análise, com o objetivo de receber os benefícios da Lei de Incentivo à Cultura do Estado. Se aprovado, o projeto será patrocinado pela AES Sul. Em 2008/2009, a empresa investiu recursos no restauro do Memorial João Goulart.

A produtora cultural Lúcia Silber detalhou todos os passos realizados até agora. Em 2009, a Prefeitura investiu recursos para realização do levantamento cadastral do projeto. Em 2010, a AES Sul investiu diretamente R$ 50 mil para a contratação dos projetos técnicos de arquitetura e complementares. “Os técnicos ficaram impressionados com o acervo do Museu. São exclusivos e nem o Museu do Catete, no Rio de Janeiro, possui um acervo tão singular”, destacou Lúcia.

Em pesquisa foi realizada para definir qual imagem de Getúlio ilustraria o logotipo. A escolhida foi a imagem clássica de Getúlio pousando com a faixa presidencial. De acordo com Mara Kunzler, o tom em bronze remete ao apreço pela terra que o ex-presidente possuía.

O coordenador operacional da AES Sul em São Borja, Cristiano Pires, enfatizou a parceria com o município nos restauros do Memorial João Goulart e agora do Museu Getúlio Vargas: “O investimento realizado pela AES Sul é uma valorização da comunidade em que está inserida, do patrimônio histórico e cultural da cidade e da memória de dois presidentes que marcaram a história do país”.

Para o prefeito em exercício, Jefferson Olea Homrich, “São Borja possui uma história conhecida em todo o país através de Getúlio e Jango e as reformas dos museus que os representam valorizam ainda mais o legado deixado por eles”. Jefferson também destaca a parceria com a AES Sul, que investirá recursos na reforma e ampliação do Museu: “A AES Sul ficará marcada na história de São Borja e será sempre lembrada por patrocinar estes projetos tão importantes”.

O Museu Getúlio Vargas é imóvel tombado pelo patrimônio do Estado. O projeto abrange, além das obras físicas de restauro e ampliação, a implantação de um novo projeto expográfico (o conjunto de registros de objetos que estão em exposição). As ações atenderão aos padrões museológicos contemporâneos e buscam qualificar o espaço.

O projeto é uma promoção da Prefeitura de São Borja, com realização da Lahtu Sensu e Cida Planejamento Cultural. Com a aprovação no Pró-Cultura, passará a contar com o financiamento da Secretaria de Cultura do Rio Grande do Sul e patrocínio da AES Sul. Conta ainda com o apoio do IPHAE – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado e da UNIPAMPA/São Borja.

NOVO PARTIDO

Não, não é o PSD do Kassab; na Bahia, em diversos municípios estão sendo criados diretórios de um certo
Partido dos Servidores Públicos e dos Trabalhadores da Iniciativa Privada do Brasil (PSPB).
Pelo menos é o que seguidamente consta no Blog Demais, de Dimas Oliveira, de Feira de Santana.

SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS


DOS DESCAMISADOS A MONTONEROS


Confluência de militantes do Movimento Nacionalista Estudantil Taquara

Olides. Sobre a origem do grupo Montoneros, aqui vai o que consegui.

Conversando com um argentino mais velho, Roberto Uribe, ele me conta que a época, Dona Evita Perón, chamava os empresários a Casa Rosada e pedia uma contribuição para a Fundação Eva Perón - nunca menos que um milhão de dólares (... isso a época!!! ) e se o sujeito não desse, era taxado pelos jornais (provavelmente pelo mesmo Lá Nación bonzinho de agora) de inimigo do "explorador dos descamisados” e outros chavões Peronistas. Segundo ele, Piazolla dizia que mais que os militares, Perón foi quem destruiu a argentina.
Continua ele... As raízes do movimento podem-se encontrar na década de 1960, na confluência de militantes do movimento nacionalista estudantil Taquara, a Agrupação de Estudos Sociais de Santa Fé, e o integração das províncias de Buenos Aires, Santa Fé e Córdoba. Destas ditas vertentes perfilam-se grupos que logo se juntam à militância católica pertencentes à classe média e alta, cujo órgão de imprensa aglutinante era a revista Cristianismo y Revolución, dirigida por Juan Garcia Elorrio. A partir dali forma-se o Comando Camilo Torres, o qual, junto ao grupo conduzido por José Sabino, podem ser consideradas as células iniciais de Montoneros.
A 30 de junho de 1969 na sede da União Operária Metalúrgica na Rua La Rioja 1945 da Capital Federal, foi assassinado Augusto Timoteio Vandor por um grupo comando que se identificou mediante um "Parte de guerra" como "Exército Nacional Revolucionário" Este grupo era integrado por vários dos quadros combatentes do que logo seria a organização Montonero. Participaram da operação: Carlos Garride, Rodolfo Walsh e dardo cabo entre os mais notórios. Na realidade, este comando foi inicialmente o gérmen de uma organização político militar, denominado “Descamisado”, que em 1972 se dissolveria e integraria em Montoneros.
A mim parece que os argentinos são hiperbólicos. Ou seja. Conceitos essenciais ao desenvolvimento do trabalho, que por eles poderia ser desenvolvido por muito tempo sem, na realidade serem molestados. Por isso digo que: Como seria a situação da Argentina hoje, se os Montoneros tivessem chegado ao poder, antes de começar a se matar uns aos outros. O grupo é um dos responsáveis pelo Massacre de Ezeiza, , episódio em que, na volta de Perón do exílio, ocorreu a morte de dezenas de participantes. O pior atentado do grupo aconteceu em 1976, quando fizeram explodir uma bomba na Polícia Federal Argentina, com 24 mortos.
Com o tempo, o grupo Montonero passou a perder o apoio da população, isolando-se. Seu fim tornou-se claro com o chamado Processo de Reorganização Nacional, iniciado após a destituição de Isabelita Perón, viúva de Perón, da presidência. Devido às estratégias e investigações ilegais, o grupo foi sistematicamente perseguido pelo regime militar de Jorge Videla, tendo hoje muitos de seus ex-integrantes nas listas de desaparecidos durante a ditadura na Argentina.
Um braço. Gelson.


Em 1970 os Montoneros fizeram uma estréia explosiva na política, seqüestrando e assassinando o general e ex-presidente Pedro Aramburu. Em 1955, ele havia liderado o golpe militar que depôs Perón. Um dos atos da ditadura recém-estabelecida foi sumir com o cadáver de Evita, que estava exposto na principal central sindical do país. O corpo permaneceu desaparecido por quase 20 anos – uma das exigências dos Montoneros para soltar Aramburu era que os militares devolvessem Evita. Ora, o peronismo não acabou com a deposição e exílio do líder. Pelo contrário, a ausência lhe deu um ar místico e o movimento idealizou a figura do ex-presidente e de sua primeira-dama. Na radicalização política dos anos 60, um grupo de católicos de esquerda misturou Cristo, Marx, Perón e Evita e fundou os Montoneros. O nome é o das antigas colunas guerrilheiras dos Pampas, uma espécie de cangaço que existiu na época das guerras civis do século XIX.

É claro que essa mistura inconsistente e explosiva não podia dar boa coisa e poucos grupos de luta armada foram tão ousados e violentos. Na mesma época, acontece, vinganças regadas a sangue e degolas, pouco comuns na, até então Argentina enlouquecida pelas paixões e agressões políticas, que nem a morte consegue encerrar. Em tempo: os Montoneros seqüestraram novamente Aramburu – isto é, seu cadáver – quatro anos depois da primeira vez. Exigiram novamente a devolução do corpo de Evita. Foram atendidos.
Tudo começa com Evita... Um mito, discutindo sua meteórica ascensão de atriz de rádio de segunda linha ao posto de primeira-dama, papel que exerceu de forma inovadora, posicionando-se como uma figura pública com uma mensagem social na era de política de massas. Alguém então começa a examinar as velhas fotos, os vestidos de Evita e faz uma análise inovadora da propaganda dos peronistas, mostrando como estavam atentos para a força política do rádio, do cinema e da fotografia.

“ Tudo é esmiuçado do mesmo modo que são verificados os documentos dos Montoneros, seus manifestos distribuídos para as massas operárias que consiste num gênero literário de suspense e melodrama cristão, que aos poucos vai desvendando as entrelinhas de sua correspondência com Perón. Exilado na Espanha, o ex-presidente achou que podia manipular seus jovens e revolucionários admiradores, com conseqüências trágicas para todos. Pensemos um pouco nelas, nesta semana em que a Argentina relembra os 30 anos de seu mais recente golpe militar. Oxalá tenha sido o último.


Vale dos Vinhedos nos preparativos para Encenação da Sexta- Feira Santa

No dia 22 de abril, às 19h, será realizada a 14ª edição da Encenação e Procissão da Sexta-feira Santa no distrito de Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves. Vinho, tenho certeza, não faltará.
A abertura da encenação terá início na Gruta do Ceará da Graciema, com a Benção da Macela (ou Marcela) pelos padres da Paróquia de Cristo Rei e apresentação do tema da Campanha da Fraternidade 2011 "A criação geme em dores de parto" realizada por estudantes do Colégio Sagrado Coração de Jesus de BG. A seguir haverá a encenação da Santa Ceia com os 12 apóstolos e a condenação de Jesus Cristo. Durante a caminhada de aproximadamente 700 metros até o Morro da Paixão (onde estão localizadas as antenas de rádio), será encenada a Via Sacra. Na chegada ao morro acontecerá a encenação de crucificação, morte e ressureição com jogo de luzes e som. A organização conta com mais de 80 participantes, sendo sua maioria pertencentes das 11 comunidades que formam o Vale dos Vinhedos. Tradicionalmente, a encenação atrai muitos visitantes que realizam caminhadas até o local da apresentação. O campo de futebol da comunidade ficará disponível para estacionamento.

Blog do Ucha

SÃO BORJA REVERENCIA

QUEM A FEZ SER O QUE É....


três ícones (Brizola, Jango e Getúlio) estão enterrados no "abrigo" do trabalhismo!

A Câmara Municipal de São Borja teve sessão solene ontem para lembrar os 128 anos de nascimento do líder político - Getúlio Dornelles Vargas - que lhe deu projeção nacional e internacional.Além da sessão solene na Câmara, houve visita ao Museu Getúlio Vargas, na avenida do mesmo nome.Outras referências dizem que Getúlio teria nascido em 1882.

No Museu quem falou foi Alceu Nicola, trabalhista e hoje proprietário da estância do Itu - que fica no município de Itaqui - que se tornou célebre porque foi lá que Getúlio Vargas, ditador de 1930 a 1945, fez seu bunker para voltar ao poder em 1950, através do voto direto.

Também estiveram em São Borja para um evento do PTB(Partido Trabalhista Brasileiro) membros do partido, da direção nacional,entre eles o ex-deputado federal, Roberto Jefferson, famoso nacionalmente por ter sido o centro das atenções no episódio do mensalão, no governo Lula da Silva.

Estilo próprio

Produto de seu meio,seu tempo e sua época, Getúlio Dornelles Vargas, dizem seus biógrafos, foi um homem "fechado", que mais ouvia do que falava.

" Ele sempre via os dois lados das coisas" testemunha seu filho Maneco, o último dos filhos a morrer.

O imenso folclore político em torno da figura mais carismática do século passado no Brasil diz que ele também era um homem perverso, que brincava com as " fraquezas" humanas. Certa vez, ele dava audiência a um deputado e foi interrompido pra atender uma solicitação de um emprego.
Depois que aprovou o pedido, o suplicante fez menção de lhe beijar a mão, o que Getúlio teria recusado.

Quando o eleitor se retirou, Getúlio, testemunha o deputado que estava com ele, deu enormes gargalhadas de " desprezo" pelo gesto do eleitor que ele acabara de receber no Catete.

Outra de Getúlio: uma vez ele estava em Alegrete e seu contemporrâneo Osvaldo Aranha num discurso vibrante num comício improvisado num hotel encheu de loas a sua terra natal, Alegrete. Getúlio, quieto, teria ficado só ouvindo. No fim, perguntou a Aranha:
- E agora, Osvaldo, o que eu vou dizer lá em São Borja???!!!!

Pois a cidade que o homenageou,ontem,dia 19/04, com sessão solene na Câmara Municipal viu nascer, dar seus primeiros passos políticos e foi nela que se auto-exilou em 1945.

Do Itu, saiu para uma campanha meteórica pra voltar em 1950. Voltou definitivamente em 1954 para "descansar" no túmulo da família Vargas até que em 2004, seus restos mortais foram transladados para o Mausoléu construído na Praça XV de Novembro,em projeto do arquiteto Oscar Niemeyer.


Fa Gomes


Por parte dos poderes públicos do RS, foram paupérrimas e desajeitadas as homenagens prestadas à memória do jornalista Flávio Alcaraz Gomes. Lembro de quando o morreu o torturador estatal Romeu Tuma, ilustres gaúchos referenciaram o abominável defunto como nada mais nada menos do que um irrepreensível senador da República. Em seu programa “Guerrilheiros da Notícia” muita gente que está no poder angariou votos


comentário do vanderlei soares, no O SUL, por ocasião da morte de FAGomes....



Retrato de um técnico quando jovem jogador do Inter


11/04/2011. Escrito por Emanuel Mattos



Paulo Roberto Falcão, aos 20 anos: um desafio a seus críticos no Beira-Rio
A foto acima foi feita há 37 anos, no gramado do Estádio Beira-Rio. O treino recém havia terminado e Falcão batia bola, isolado, o que não era habitual.
Achei estranho e fui ao seu encontro. Na época, fazia a cobertura do time colorado para a Folha da Manhã, tarefa que dividia com Telmo Zanini, hoje na Rede Globo. O irrequieto matutino, então sob o comando de Ruy Carlos Ostermann sucedia a Folha da Tarde Esportiva, jornal de cor azul.
A Folha da Manhã, ao contrário, era vermelha. Na cor e nos textos, tanto que foi a última a resistir na queda de Salvador Allende, em setembro de 1973, ao manchetear que um grupo de militares defendia o presidente do Chile, o que nunca ocorreu. Pinochet tomou o poder depois de bombardear o Palácio de La Moneda, onde Allende preferiu sair morto a entregar o governo.
Naquela redação de mentes arejadas ocorreram episódios hilários. Como o dia em que Telmo Zanini levou Terezinha Morango, auto-intitulada ‘rainha da torcida colorada’, à redação, onde ela subiu em uma mesa e cantou, fato que não presenciei mas testemunhado por Afonso Licks e Vieira da Cunha.
Era uma equipe de jovens de textos brilhantes, como José Antônio Vieira da Cunha, Elmar Bones da Costa, Jefferson Barros, Arthur Monteiro, José Antônio Pinheiro Machado, Paulo de Tarso Riccordi, José Onofre, os críticos de cinema Luiz Carlos Merten e Tuio Becker, e o então presidente do sindicato dos jornalistas, João Borges de Souza. O Edgar Vasques nos fazia rir com suas charges contundentes. A ele se agregaram os talentosos Neltair Rebés Abreu, o Santiago, Ronaldo Westermann e José Guaraci Fraga.
O Esporte tinha um timaço: José Félix Valente (editor), João Carlos Ferreira da Silva, o Joca, Afonso Licks, Eugênio Bortolon, Cláudio Dienstmann, Mário Marcos de Souza, Luiz Rache Vitello, Paulo Gerson Antunes de Oliveira, Sérgio Roberto de Souza Moita, Lenora Vargas e Heloísa Knapp, o colunista Ivo Corrêa Pires e quatro setoristas para a cobertura da dupla Gre-Nal: Jodoé Souza e Sérgio Toniello acompanhavam o Grêmio; e no Inter, Telmo Zanini e eu, contratado por Antônio Britto em abril de 1974, a quem substitui quando saiu do Esporte para criar a Central do Interior da Caldas Junior. Britto, como se sabe, governou o Rio Grande do Sul de 1995 a 1998.
Nas editorias, só craques. A cobertura policial era feita por Erni Quaresma, Renato Pinto, Caco Barcellos, Licínio Azevedo, Omar de Barros Filho, o Matico, editados pelo Osmar Trindade, cujo olhar esverdeado estremecia as jovens repórteres e excelentes profissionais como Marina Wöedke, Letânia Mezeses, Imara Stalbaum, Maristela Bairros e Rosvita Saueressig.
Como permaneci na Folha da Manhã só seis meses – de abril a setembro de 1974 -, antes de aceitar o convite para integrar a redação do Hoje, o único vespertino que a RBS lançou (durou apenas nove meses – de outubro de 1974 a junho de 1975), não convivi com alguns ícones que iniciaram naquele matutino, como Gilberto Pauletti, Paulo Totti, José Antônio Severo, Nei Duclós, Caio Fernando Abreu e Luiz Fernando Veríssimo, entre outros.
Abri esse vasto parêntesis para registrar um período nostálgico, do qual alguns nem estão mais entre nós, como José Onofre, Sérgio Moita, Jefferson Barros, Ronaldo Westermann, Ivo Corrêa Pires, Luiz Vitello e Tuio Becker.
Agora, volto à foto acima, razão principal desse post. Como relatei no início, ao ver Falcão brincando com uma bola, sozinho, me aproximei. Fui direto:
- Algum problema?
Apontou os jornalistas que cercavam o técnico Rubens Minelli e desabafou a raiva de seus 20 anos contra críticas que havia recebido na última atuação:
- Esse pessoal não sabe nada de futebol. Eu entendo mais do que eles.
Na foto, ele olha para o grupo e tento descobrir a quem se referia, pois não citou ninguém e nem perguntei. Um fotógrafo da Zero Hora registrou o momento. Meses depois, quando retornei à RBS, me deu de presente. Até hoje não sei quem é o autor. Espero que agora, enfim, seja identificado.
Essa foto também é pretexto para contar uma história engraçada. Como nossos cabelos eram parecidos, tínhamos quase a mesma idade e altura, quando viajava com o Inter ouvia pedidos de autógrafos. Seguia em frente e ouvia resmungos de “mascarado”. Um dia contei ao Falcão. Ele, pragmático:
- Então dá o autógrafo, pô!
Na época, eu imitava direitinho a assinatura dele. Lembro que era um ‘P’ maiúsculo, emendado com ‘Falcão’. A partir daí, quem pediu o seu autógrafo, levou o ‘PFalcão’ na hora. Certa vez, o Inter jogou amistoso com o Guarani de Garibaldi. Depois, a imprensa almoçou na churrascaria de um torcedor. Não sabia que antes o Valtair Santos, setorista da Zero Hora, havia prometido para o dono que traria o Falcão junto. O proprietário ia e vinha com os melhores espetos, que me servia, deliciado. Tudo ia bem até que, no final, ele trouxe uma bandeira do Inter e pediu uma dedicatória de presente para seu filho. Minha sorte é que a conta estava alta e aquele bando de muquiranas ficou quieto enquanto assinei o ‘PFalcão’ na bandeira colorada.
Vida que segue. Fui repórter da Revista Placar em Porto Alegre, entre 1979 e 1981, em lugar de Divino Fonseca, que havia sido transferido para São Paulo. Foi exatamente o ano em que o Inter conquistou o único campeonato brasileiro invicto. Seu técnico era Ênio Andrade e o preparador físico, Gilberto Tim, ambos inesquecíveis, que só me chamavam de “Falcãozinho”.
Em 1980, testemunhei um dos momentos que Falcão gostaria de esquecer. No vestiário do Estádio Centenário, em Montevidéu, ele descalçava as chuteiras depois de sua última partida com o Inter, derrotado pelo Nacional por 1×0. Como o primeiro jogo havia sido 0×0, no Beira-Rio, ele perdera a chance de ser campeão da Libertadores. Já vendido para o Roma, disse:
- Vou para a Itália, mas volto para encerrar a minha carreira aqui.
Na hora, duvidei. – Quem vai para o mundo, não volta, lhe disse. Depois de se consagrar como “Rei de Roma”, onde atuou quatro anos, Falcão retornou, mas para jogar no São Paulo, onde conquistou o título paulista em 1985. Mesmo não tendo realizado seu sonho de pendurar as chuteiras no Beira-Rio, até hoje é considerado o melhor jogador da história do Internacional.
Sua passagem pela seleção brasileira é um capítulo à parte. Estive no jogo que marcou a sua estreia em competições oficiais. Foi na vitória do Brasil sobre a Argentina, por 2×1, em pleno Monumental de Nunez, em Buenos Aires, válido pela Copa Roca, sob o comando do gaúcho Osvaldo Brandão. Seu futebol já pedia passagem como titular, mas em 1978, no auge da forma, deixou de disputar o Mundial da Argentina, preterito pelo militar Cláudio Coutinho, que preferiu levar o tosco Chicão. Poderia ter sido decisivo no empate de 0×0 contra a Argentina, em Mar del Plata, resultado que praticamente decidiu a eliminação do Brasil, que ficou fora da final por causa da ‘marmelada’ dos peruanos que levaram 6×0 dos donos da casa.
Em 1982, era titular absoluto da canarinho, com Telê Santana, e foi considerado um dos destaques no Mundial da Espanha. Marcou três gols, um deles contra a Itália, mas fomos eliminiados ao perder por 3×2 quando até o empate servia. E em 1986, Telê o levou ao México, mas já não estava no melhor de sua forma e atuou pouco, aos 32 anos. Foi reserva e só entrou nos dois primeiros jogos, tendo o desprazer de ver, no banco, o Brasil ser eliminado pela França, nos pênaltis, na segunda fase. Falcão, Zico e Sócrates fizeram parte de uma geração que encantou o mundo, mas nunca conquistaram uma Copa do Mundo para o Brasil. Uma imensa injustiça.
Sua carreira de técnico iniciou de forma estrondosa, em 1990, no comando da seleção brasileira. O presidente da CBF pretendia uma renovação com o objetivo de disputar com chance de vencer a Copa de 1994. Falcão acreditou, revelou caras novas. Porém, depois de pressões da imprensa pelo vice na Copa América, foi demitido por Ricardo Teixeira em 1991. Mas formou a base da seleção que conquistou o Tetra no Mundial dos EUA.
Depois de treinar o América do México, tornou-se técnico do Inter em 1993. Ficou em 5º lugar entre oito times de seu grupo, após 14 jogos, 5 vitórias, 4 empates e 5 derrotas e o Inter foi eliminado na primeira fase do Brasileirão. Em 1994, chegou a iniciar a temporada e venceu três amistosos até fevereiro, quando aceitou o convite para treinar a seleção japonesa e encerrou de forma melancólica a primeira passagem no comando do Inter.
Há dois anos, nos reencontramos. Editava a Revista VOTO e o entrevistei. Como pauta o fato de Porto Alegre ter sido escolhida para uma das sedes da Copa de 2014. Naquela tarde, sentado na cafeteria do Supermercado Zaffari do Menino Deus, Falcão revelou que seu sonho era voltar a treinar, de preferência um time. Tive a sensação de estar frente a um homem amadurecido, em busca de uma nova chance para mostrar que entende mais de futebol do que “eles”, como dissera à beira do gramado, em 1974.
Seu sonho foi realizado em 11/4, quando retornou ao Beira-Rio e revelou dois objetivos: conquistar títulos e permanecer o maior tempo possível como técnico do Inter, desafios que só alguém com muita personalidade seria capaz de propor. Bem característicos do histórico de Paulo Roberto Falcão.
Por tudo o que relatei, tenho certeza de que o futebol brasileiro ganhará muito com o retorno de Falcão ao comando técnico do Internacional. O folclórico centroavante Dario dizia: “Jogador deve ir na bola como quem vai num prato de comida”. Desta vez, Falcão vai treinar o Inter como quem recebe uma nova oportunidade da vida. Certamente não vai desperdiçá-la.
Meu desejo é que ele se realize. Como no último pedido feito pelo capitão John Miller (personagem de Tom Hanks) antes de morrer, após cumprir a missão de salvar a vida de um jovem no filme “O resgate do soldado Ryan”:
- Faça por merecer.

REproduzo aqui este texto porque é um grande momento da memória do colega, principalmente da redação da FM.

apenas um adendo: também fiz, por dois meses, parte da equipe de polícia da FM no começo de 1974.

Obrigado pelo artigo Emanuel.


A elegancia do Falcão

Quando, vi o que o Falcão o técnico colorado usava, levei um susto, Sapato-tênis listrado de vermelho e branco, camisa xadrez e blazer. Achei que era aquele outro Falcão, o debochado cantor e humorista nordestino. E os puxas-saco crônica elogiavam sua elegancia.

Remindo Sauim

De São Borja

PTBISTAS se retiram

e sessão solene começa sem eles!


A sessão solene da Câmara Municipal em homenagem ao nascimento de Getúlio Vargas teve um pequeno senão: a turma do PTB se retirou e acabou não retornando para a sessão solene . O presidente Celso Lopes, do PDT, mandou iniciar a sessão sem a presença deles.


Um pedetista lembrou que esta deferência era feito ao ex-governador Leonel Brizola quando ele se deslocava a São Borja porque às vezes o avião atrasava e então a sessão começava sem sua presença.


IBOPE

O blog que dava mais audiência ná rádio Guaíba era o PASSARELA DO SAMBA, do Bagé.

Mas ele teve que retirá-lo do ar.....


CAIXA ALTA


Falcão, o treinador, estaria ganhando 400 mil reais por Mês. E caso mandado embora, teria dois meses de adianto pra receber....

Rápido no gatilho

Dias atrás, um coleguinha de uma rádio do interior ligou pra imprensa do Beira-Rio. Queria uma entrevista com o novo treinador. O coleguinha foi ser gentil:
- Pra quando?

- Pra daqui há cinco minutos!!!!


DE São Borja

Chamou a atenção dos presentes, a elegância do presidente da Câmara Municipal na sessão do último dia 18, homenageando os 50 anos da legalidade. Celso Lopes raramente põe gravata. Pois neste dia o fez.


Como viviam os gaúchos e a capital de 635 mil habitantes em 1961


Desde o início da década anterior até aquele ano, Porto Alegre recebeu 90 mil novos moradores, a maioria vinda do interior do Estado

Centro da cidade era atração para moradores e visitantes
Rui Felten
Quando o governador Leonel Brizola mobilizava os gaúchos, e também o resto do Brasil, em agosto de 1961, na rebelião pela posse do vice-presidente da República João Goulart como presidente, no lugar deixado pelo renunciante Jânio Quadros, Porto Alegre tinha 635 mil habitantes, dos quais cerca de 120 mil estavam entre os 15 e os 25 anos de idade. A expectativa de vida na cidade ficava em 53 anos – contra 43 anos e sete meses da média nacional.Viviam ao todo, no Rio Grande do Sul, 5.388.659 pessoas, conforme o levantamento do censo realizado em 1960. Desde o início da década anterior até aquele ano, a Capital havia recebido em torno de 90 mil novos moradores, que emigraram principalmente do interior do Estado.

Jânio frustra os gaúchos e não vem mais ao Estado
A Campanha da Legalidade – como foi chamado o movimento em que Brizola enfrentou as Forças Armadas, que não queriam João Goulart, o Jango, na presidência da República – estourou no dia seguinte à renúncia de Jânio, ocorrida em 25 de agosto. O presidente era esperado em Porto Alegre dia 26, para instalar o governo federal simbolicamente, visitar a Feira de Animais (atual Expointer) e assistir a uma partida de Gre-Nal. Seria hospedado pelo comandante do 3º Exército, general José Machado Lopes, em sua residência oficial, no alto da Avenida Cristóvão Colombo. Jânio havia pedido para que a casa fosse pintada e que no quarto a ser ocupado por ele ficasse à disposição um estoque de vinho Lacryma Christi – produzido nos arredores do Monte Vesúvio, na Campânia (Itália).
Greve no transporte coletivo
Poucas semanas antes, Porto Alegre tinha estado às voltas com uma greve de 1.800 motorneiros e cobradores da Companhia Carris (pertencente à Prefeitura), que interromperam as linhas dos bondes. O governo do Estado foi acusado pelo prefeito José Loureiro da Silva de ter incitado a greve. Brizola ameaçou retomar a Carris para o Estado e respondeu a Loureiro da Silva dizendo que as afirmações demonstravam o desespero dele pelo fracasso que estava sendo o seu retorno à administração municipal.

Bondes transportavam a população da Capitl - Foto: Arquivo/Carris
Dissidente do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), que ajudara a fundar junto com Brizola, Loureiro já tinha sido prefeito de Porto Alegre, de 1937 a 1943, nomeado no período de ditadura do Estado Novo de Getúlio Vargas. A paralisação durou oito dias e terminou com os funcionários do transporte coletivo sendo atendidos na reivindicação de um acréscimo de 27,5% em cima dos salários de dezembro de 1960. Mas ali já se anunciava o fim da era dos bondes, ainda hoje relembrada com saudosismo por quem viveu na Porto Alegre daquele tempo. A Capital aumentava de tamanho, a população crescia e os bondes foram sendo substituídos pelos ônibus. Antes de parar definitivamente, os carros elétricos já serviam apenas os bairros ao redor do Centro.
O número de automóveis na cidade era de aproximadamente 40 mil. Dividiam espaço nas ruas com 110 bondes e cerca de 400 ônibus. E a situação do trânsito era considerada “aflitiva”, como definiu o então presidente da Assembleia Legislativa, Hélio Carlomagno, ao assumir o cargo de governador em uma ocasião em que Brizola viajou a Punta del Este, no Uruguai. “O porto-alegrense estava apaixonado por carros. A cada mês, 400 novos automóveis eram emplacados”, recorda Rafael Guimaraens, autor do livro “Porto Alegre – Agosto 61”. As montadoras instaladas no país pela política modernizadora do antecessor de Jânio Quadros, Juscelino Kubitscheck, despejaram no mercado 400 mil veículos fabricados em cinco anos. A maior parte dos carros que transitavam na capital gaúcha, porém, ainda eram dos anos 1940 e 1950, e montados nos Estados Unidos.
O tostão não venceu o milhão
A economia nacional, no entanto, não ia bem. Eleito em 3 de outubro de 1960 pela coligação PTN-PDC-UDN-PR-PL, com a maior votação no Brasil até aquela data (5,6 milhões de votos) e derrotando o adversário marechal Henrique Lott por mais de 2 milhões de votos, Jânio Quadros tinha angariado apoio nas urnas com este slogan” O tostão vai vencer o milhão”. Para decepção dos brasileiros, o cruzeiro – a moeda da época – desvalorizou-se 100% frente ao dólar em sete meses. A equivalência era de 200 cruzeiros para um dólar. A Casa da Moeda emitia 5 bilhões de cruzeiros a cada mês. Bancos europeus emprestaram 110 milhões de dólares ao Banco do Brasil. E a inflação minguava os salários.
Agosto chegou trazendo aumentos de 205% para os selos de cartas, 100% para os jornais, 25% para pão e o quilômetro rodado por táxis (na época, chamados de carros de praça), 20% para remédios e 35% para o leite. O quilo de carne sem osso passou de 100 cruzeiros para 114 cruzeiros e o de carne com osso, de 95 cruzeiros para 110 cruzeiros.

Brizola: aumento emergencial para servidores públicos
Era um mês de aperto. “Produtos como leite, pão e carne tiveram aumentos abusivos e, em muitos casos, dobraram de preço. Tanto que foi formado um Comitê contra a Carestia, reunindo estudantes, sindicalistas e donas-de-casa”, lembra Guimaraens. Esse comitê havia preparado uma mobilização popular para protestar durante a visita de Jânio a Porto Alegre, que não aconteceu. Guimaraens acrescenta: “Várias categorias profissionais estavam em campanha salarial, incluindo os servidores públicos, que só não entraram em greve porque Brizola cedeu um aumento emergencial”.
“Os investimentos em Educação, com a construção de centenas de pequenas escolas, conhecidas como Brizoletas, espalhadas por todo o Interior e pela Capital, foram também uma das importantes marcas do governo Brizola, pelo menos até a Legalidade”, diz o professor de História da PUCRS Luciano Aronne de Abreu. “Em termos econômicos, o Rio Grande do Sul já vivia uma importante crise naquele momento, devido à falta de modernização de setores produtivos tradicionais do Estado, como o pecuário. A agricultura comercial, em larga escala, recém começava a se desenvolver, especialmente nas regiões mais ao norte. Além disso, Brizola acusaria a política desenvolvimentista de JK de agravar a crise do Rio Grande do Sul, por ser concentradora de investimentos e de renda nas regiões centrais do país. A partir da Legalidade, o clima de radicalização e de polarização política entre trabalhistas e antitrabalhistas se agravaria ainda mais, bem como a crise econômica do Estado”.
Faltava luz e telefonar era difícil
Além de ver o seu dinheiro desvalorizado pela inflação, os gaúchos volta e meia ficavam sem luz. E telefonar nem sempre era uma tarefa bem-sucedida, por causa das deficiências no sistema. Brizola tinha encampado a Companhia Estadual de Energia Elétrica, subsidiária da empresa canadense Bond and Share, ligada ao grupo norte-americano Amforp (American & Foreign Power), e a Companhia Telefônica Nacional (CTN), subsidiária da ITT (International Telephon and Telegraph Corporation). Expropriar essas empresas estrangeiras e assumir o controle dos serviços de energia elétrica e de telefonia fora uma ousadia e tanto. Mas acontece que o Estado não dispunha de recursos imediatos para investimentos, e isso ocasionou dificuldades no atendimento à população.
Mas assim mesmo a população se divertia. Em Porto Alegre, a Rua da Praia (ou dos Andradas) era atração de sobra para quem morava na cidade ou vinha passear e fazer compras. “O point da juventude, à tarde, era na quadra entre a Rua Marechal Floriano e a Vigário José Inácio. O pessoal ficava na calçada, encostado nos carros e motos ou em um barzinho ao lado da Casa Lyra, que tinha o nome de Barzinho mesmo”, conta Rafael Guimaraens. “Em 61, foi inaugurada a Galeria Malcon, que passou a abrigar lojas de discos e boutiques de moda jovem, um perfil que conserva até hoje. Naquele época, os clubes ainda eram muito fortes, e as grandes festas jovens aconteciam no Juvenil, no Clube do Comércio, no União, na Germânia, que reunia os descendentes de alemães”.
Cinema, literatura e teatro

Erico Verissimo concluía trilogia O Tempo e o Vento - Foto: Divulgação
Cafés e confeitarias também atraíam muita gente ao Centro. À noite, quem procurasse diversão podia ir, por exemplo, aos bares Cotillon, na Avenida Salgado Filho, ou ao Je Reviens, no segundo andar do Edifício do Relógio – como foi apelidado o prédio Chaves Barcelos, na Rua da Praia com a General Câmara. Os cinemas ainda eram aqueles com telões imensos e plateias enormes. Havia sete deles na região da Rua da Praia e arredores. Brigitte Bardot, em “Quer Dançar Comigo?”, Sophia Loren, em “Jogadora Infernal” e Elisabeth Taylor, em “Gata no Telhado de Zinco Quente”, enchiam as salas. O cinema gaúcho rodava “Coração de Luto”, de Teixeirinha. E para quem gostasse de ler, a boa notícia era que Erico Verissimo estava entregando à Livraria do Globo os originais de “Arquipélago”, que concluiria a trilogia “O Tempo e o Vento”.

Teatro de Equipe: crítica à realidade política e cultural - Foto: PUCRS
No palco, o Teatro de Equipe, fundado em 1958 por Paulo José, Milton Mattos, Mario de Almeida e Paulo Cesar Peréio (um dos autores do Hino da Legalidade com Lara de Lemos e Demóstenes Gonsalez), encenava a peça “Despacho”, que satirizava a política brasileira na gestão Jânio Quadros. O texto era de Mario de Almeida. Criado com o propósito de produzir espetáculos críticos sobre a realidade política e cultural do país, o Teatro de Equipe tinha também no elenco Ítala Nandi e a jornalista Ivette Brandalise. Para construir sua sede própria – na Rua General Vitorino, no Centro de Porto Alegre -, contou com a colaboração, entre outros, da jornalista Celia Ribeiro e dos artistas plásticos Vasco Prado, Iberê Camargo e Xico Stockinger, que leiloavam obras para arrecadar fundos.

De São Borja


Sempre que vai a SBorja, o ex-deputado federal Roberto Jefferson, que é carioca, aproveita pra atravessar a ponte da Integração e ir num cassino em Santo Thomé.


AUSENCIA NOTADA....

Na votação de um projeto da UERGS, ontem no plenário da Assembléia Legislativa, chamou a atenção a não presença da deputada Juliana Brizola(PDT) que comanda a Comissão de Educação.

A CPI da Juventude " travou" a neta de Brizola.


A VERDADE SEM JUSTIÇA
Uma história inventada para manter Newsprint

Queda de braço. Maior holding do jornalismo argentino paga caro por adotar uma posição crítica ao governo do país, que aprovou no Congresso uma draconiana Lei de Mídia que rebaixou o preço de suas ações e pode acabar inviabilizando os negócios da empresa.

De Buenos Aires
Gelson Farias

O objetivo principal a instauração na Argentina de um sistema político que denominavam Socialismo Nacional, e que considerava como a evolução histórica natural do peronismo, foi a instalação de um grupo secreto armado, denominado “organização armada Montoneros” que ficou conhecida da sociedade argentina em junho de 1970, quando do seqüestro e posterior assassinato do general Pedro Eugenio Aramburu, que foi o comandante da autodenominada Revolução Libertadora. Foram inúmeros os atos de terrorismo praticados por seus militantes, até ser desbaratada pela ditadura militar argentina.
Observem que a técnica usada era a mesma dos subversivo-terroristas que militaram na luta armada no Brasil nas décadas de 60 e 70 e, agora, é a mesma da ideologia vermelha: revanchismo, vingança, acusações sem provas em troca de muita grana.


Presidente Cristina Kirchner, sob o “ Viva de Perón”.


Baseados em fatos reais que a história da Argentina registra, o governo da presidente Cristina Kirchner apresentará denúncia nos tribunais de La Plata (capital da província de Buenos Aires) contra os jornais Clarín e La Nación, acusados pela Casa Rosada de cumplicidade no seqüestro e em torturas sofridas por membros da família Graiver que, em novembro de 1976, venderam a empresa Papel Prensa aos diários. Segundo o jornal Perfil, a denúncia inclui o pedido de imediata detenção de Hernestina Herrera de Noble, dona do grupo Clarín; Héctor Magnetto, principal acionista do grupo; e Bartolomé Mitre, diretor do La Nación. O objetivo do ex-presidente Néstor Kirchner é que os donos dos jornais sejam condenados pela suposta compra irregular da Papel Prensa, empresa que atualmente abastece 75% do mercado de papel.
O governo Kirchner sustenta que os proprietários dos diários foram cúmplices da perseguição à família Graiver, uma versão que é respaldada por Lidia Papaleo de Graiver, viúva de


David Graive( foto) herdeiro da Papel Prensa, que faleceu num misterioso acidente de avião em 1976. Segundo o Perfil, os donos do Clarín e do La Nación também serão denunciados por participação no sequestro e assassinato de Jorge Rubinstein, advogado de Graiver. Neste caso, informou o jornal, o governo acusará os empresários de homicídio. Meses depois de vender a Papel Prensa, após a morte de seu marido, Lídia e outros membros da família Graiver foram seqüestrados e levados para centros clandestinos de tortura da última ditadura militar (1976-1983).


Lidia Papaleo, viúva de Graiver.


A viúva de Graiver (que, segundo versões extra-oficiais, teria negociado um milionário acordo com a Casa Rosada) disse ter sofrido ameaças por parte dos jornais que adquiriram a Papel Prensa, para obrigá-la a vender a empresa. Já Isidoro Graiver, irmão de David e encarregado de selar a operação com o Clarín e o La Nación, afirmou ter vendido a companhia em condições normais e favoráveis para a família. O governo faz questão de ignorar o vínculo entre a família Graiver o os Montoneros (braço armado da esquerda peronista). Segundo confirmaram ex-colaboradores da família, David Graiver, que era dono de várias empresas e bancos no país, administrou milhões de dólares que os Montoneros obtiveram seqüestrando empresários argentinos durante a ditadura militar. Para os jornais acusados pelo governo, o relacionamento entre Graiver e os Montoneros explica, em grande medida, a perseguição à família por parte do governo. Montoneros - Organização subversivo-terrorista argentina que empreendeu uma luta armada, na forma de guerrilha urbana, entre 1970 e 1979 (sendo que seu período de máximo poder se estendeu até 1976).
Seus objetivos secundários eram a desestabilização da ditadura militar governante, a autodenominada Revolucion Argentina ("Revolução Argentina") e o retorno ao poder do General Juan Domingo Perón.


O que é que existe por trás deste confronto de Cristina com o Clarín, grupo de mídia que foi aliado do casal presidencial durante cinco anos? É simplesmente uma luta por mais poder? Esse confronto surge a partir da guerra com o campo (a crise do governo com o setor ruralista, em 2008). O Clarín ficou do lado dos ruralistas e, desde aquele dia terminou a amizade recíproca do GovernoxClarín. O confronto ficou conhecido pelos argentinos de “como brigar com um touro de touradas” Em outra frente contra o Clarín - e os demais jornais do país -, O governo pretende tomar o controle da Papel Prensa, a maior produtora de papel para jornal da Argentina.
Desde 1976, a empresa é controlada pelo Grupo Clarín (49% das ações), o jornal La Nación (22,49%) e o Estado argentino (27,46%). Em sua maior parte, por questão de custo, os jornais têm optado por utilizar papel importado. Mas, para muitas organizações de defesa da liberdade de expressão, o assalto à Papel Prensa poderia ser o passo prévio de uma ação do Estado para intervir nas operações de importação do produto. Guardadas as proporções, ressaltam os opositores, o casal Kirchner - que sempre manteve uma relação conturbada com a imprensa - optou por trilhar o caminho do venezuelano Hugo Chávez, de calar as críticas por meio de ações de força contra a mídia, sob a alegação de que ela seria parte de uma conspiração contra o governo.

Sede da Papel Prensa S.A.


Por outro lado, o Jornal Tiempo Argentino ( arte) revela, neste final de semana, documentos da ditadura militar provando que diretores do Clarin, La Nación e La Razón tramaram com o aparato de repressão, para obter monopólio do controle de papel de imprensa no país. Durante a ditadura militar, representantes dos três jornais tiveram reuniões, com o responsável pelo seqüestro, tortura da família Gravier, controladora de empresa que fabricava papel de imprensa no país. David Graiver morreu de forma misteriosa. O atual CEO do Clarin, assim como diretores dos outros dois jornais, esteve nas reuniões com o general Gallino, que comandava a operação, para preparar o interrogatório da família Graiver, com objetivo de ter as informações detalhadas das transações comerciais e, principalmente, as informações que necessitavam para arruinar o grupo econômico da família.



Assim os três jornais obtiveram o controle acionário da empresa fornecedora do papel de imprensa, ou seja, expropriaram a família Graiver, mediante o emprego da violência do terrorismo de estado; roubo qualificado e crime lesam humanidade de prática da tortura. Essa é a grande imprensa do nosso tempo, diz o editorial do Jornal Tiempo. Vale lembrar que, desde o final do ano passado, a família dona do Clarin é acusada de ter adotado uma criança, filha de vítima da repressão ditatorial. A acusação partiu de uma das avós da Praça de Maio que teve a filha desaparecida durante a ditadura. Agora se revela que a cumplicidade do jornal com os torturadores foi muito mais intensa do que se tem notícia.




O Grupo Aramado Montoneros, foi uma organização político-militar argentina que empreendeu uma luta armada, na forma de guerrilha urbana, entre 1970 e 1979 (sendo que seu período de máximo poder se estendeu até 1976. Suas raízes se encontram na situação política do país na década de 1960, e seus objetivos foram a desestabilização da ditadura militar governante, a autodenominada Revolución Argentina ("Revolução Argentina") (Onganía, Levingston Lanusse / 1966 - 1973); o retorno ao poder do General Juan Domingo Perón; e a instauração na Argentina de um sistema político que denominavam Socialismo Nacional, e que consideravam como a evolução histórica natural do peronismo. A organização armada Montoneros se apresentou à sociedade em 1 de junho de 1970, mediante o seqüestro e posterior assassinato do general Pedro Eugenio Aramburu, que foi o comandante da autodenominada Revolução Libertadora. Na prática o grupo já existia como organização política desde alguns meses, ainda que menor e quase secreto. Durante seus primeiros anos de existência receberam o apoio do General Perón e de boa parte do movimento peronista - que mantiveram farto diálogo com a guerrilha, visto que sua lealdade lhes foi útil para pressionar e desestabilizar a ditadura militar que governava anteriormente o país - porém a partir de 1º de maio de 1974 os graves erros políticos cometidos ocasionaram o repúdio por parte do mesmo líder e dos setores sindicais e políticos do peronismo ortodoxo, motivaram o gradual isolamento e a passagem à clandestinidade do grupo que, posteriormente, foi aniquilado pela ditadura militar que derrubou a viúva de Perón, María Estela Martínez, em 24 de março de 1976.

O grupo é um dos responsáveis pelo Massacre de Ezeiza, episódio em que, na volta de Perón do exílio, ocorreu à morte de dezenas de participantes. O pior atentado do grupo aconteceu em 1976, quando fizeram explodir uma bomba na Polícia Federal Argentina, com 24 mortos. Com o tempo, o grupo, passou a perder o apoio da população, isolando-se. Seu fim tornou-se claro com o chamado Processo de Reorganização Nacional, iniciado após a destituição de Isabelita Perón, viúva de Perón, da presidência. Devido às estratégias de terrorismo de Estado e investigações ilegais, o grupo foi sistematicamente perseguido pelo regime militar de Jorge Videla, tendo hoje muitos de seus ex-integrantes nas listas de desaparecidos na ditadura Argentina.

MOVIMENTO DE JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS/Brasil INFORMA:



PUBLICADO EN CARAS&CARETAS
Montevideo, Viernes, 15 de abril de 2011
ANULACIÓN DE LEY DE CADUCIDAD CIERRA POSDICTADURA Y ABRE DEBATE SOBRE LA DEMOCRACIA

Hacia el fin de la transición

La anulación de la ley de caducidad, iniciada el martes 12 de abril por la mayoría frenteamplista en la cámara de Senadores, abrió especulaciones en el escenario judicial, político y social uruguayo. Unos estudian cuántas causas pueden ser reabiertas, cuántos militares desfilarán por los juzgados y qué decisiones puede adoptar el Poder Judicial. Otros, apuntan a las consecuencias de la renuncia del senador Fernández Huidobro y la repercusión en el tablero político. Finalmente, se aguardan las reacciones de los criminales de lesa humanidad y las acciones de las organizaciones de derechos humanos. La transición termina y abre un debate sobre la democracia que se quiere.

TEXTO: ROGER RODRIGUEZ

Veinticinco años después de su aprobación, la Ley 15.848 por la que se otorgó impunidad a los militares y policías que violaron los derechos humanos en los años de la dictadura será finalmente anulada. Cuatro períodos de gobierno, cientos de miles de firmas para posibilitar dos plebiscitos, quince marchas anuales de silencio, extensas jornadas de debate parlamentario, horas de televisión y radio, toneladas de papel escrito con ríos de tinta, mantuvieron - desde el mismo 22 de diciembre de 1986 en que fue aprobada - el debate sobre la polémica norma impuesta por un voto en aquel Parlamento.
La Ley de caducidad de la pretensión punitiva del Estado, comenzó a ser anulada ahora en el Senado, también por un voto, y antes del próximo 20 de mayo –cuando se realice la XXVI Marcha del Silencio- la cámara de Diputados terminará de dejarla “sin efecto”, como exigió a Uruguay en una condena la Corte Interamericana de Derechos Humanos de la OEA y como reclamaban las organizaciones no gubernamentales, los familiares de de los desaparecidos, de los muertos y las propias víctimas de la tortura implementada en forma sistemática por la represión desatada entre 1973 y 1985.
El lento proceso de anulación se produce finalmente en el mismo Parlamento que la creó, luego de tres años de discusiones sobre una ley interpretativa dentro del mayoritario Frente Amplio, que para su primer período de gobierno, bajo la presidencia de Tabaré Vázquez, había excluido de su programa electoral la modificación de la resistida ley, pero que en su última plataforma electoral, con la que fue electo el presidente José Mujica y se obtuvo la actual mayoría parlamentaria, había vuelto a incorporar una expresa cláusula programática para la eliminación de la caducidad.
En el debate parlamentario, los legisladores blancos y colorados –hoy minoritaria oposición- acusaron al Frente Amplio de no respetar la voluntad ciudadana que en dos plebiscitos “ratificó” la ley. El 16 de abril de 1989, bajo amenaza de golpe de Estado, la ley fue mantenida por el voto amarillo con un 57% contra un 43% de voto verde que pedía su derogación. El 25 de octubre de 2009 el voto rosado, propiciado por el Pit-Cnt para la anulación de la ley, llegó al 47,98% y no logró a la mitad más uno de los sufragios incluidos votos en blanco y anulados. Ese mismo día, el Frente Amplio obtuvo la mayoría parlamentaria con la que el martes, finalmente, empezó a eliminar la ley.

ENTRETELONES POLÍTICOS

Dos de los tres legisladores que en la coalición estaban en contra de la ley interpretativa de anulación de la caducidad terminaron cambiando su voto luego que un Congreso del Frente Amplio declarará el tema como “asunto político” y mandatara a sus legisladores. Sólo el ex nacionalista Jorge Saravia se mantuvo en contra. El ex vicepresidente Rodolfo Nin Novoa pidió licencia para que ingresara su suplente, Gustavo Guarino, quien acató la decisión política. El ex guerrillero Eleuterio Fernández Huidobro mantuvo la obediencia partidaria, pero a la vez que expresaba su voto a favor, argumentó en contra de la ley y anunció su renuncia a la bancada parlamentaria.
El abandono de una banca parlamentaria en discrepancia con un mandato político del Frente Amplio ya había ocurrido en la anterior legislatura, cuando el diputado Guillermo Chifflet dejo la cámara baja por negarse a aprobar un envío de tropas a Haití. Pero el peso político de Fernández Huidobro genera hoy suspicacias sobre la reacción que tendrá su grupo, la CAP-L, que desde hace años reclama sin suerte un lugar en la ejecutiva Mesa Política de la coalición. “El Ñato no se va para la casa, va a seguir militando y haciendo política”, confían sus allegados quienes destacan el gesto del presidente Mujica, quien se apersonó al Senado para saludar a su viejo amigo.
Algunos observadores hacen especulaciones sobre quién sucederá a Fernández Huidobro en la banca de la cámara alta, ya que ocasionalmente la ocupa su secretario, el ex diputado Carlos Gamou, pero su suplente oficial es el actual ministro de Defensa Nacional, Luis Rosadilla, quien también se pronunció en contra de la ley interpretativa. Los analistas llegan a hacer “política ficción” en el manejo de una serie de “enroques” dentro del gabinete del presidente Mujica, quien se reunirá con Rosadilla y los tres comandantes en jefe de las Fuerzas Armadas para tratar el tema de la anulación de la ley de caducidad.
El escenario también fue condimentado con crónicas que recordaron entretelones del Pacto del Club Naval donde frenteamplistas, colorados y militares acordaron las elecciones con “proscriptos” en 1984 con los derechos humanos “sobrevolando”; las reuniones de Wilson Ferreira Aldunate con los militares en 1986 que derivaron en la Ley de Caducidad; y un acuerdo entre el MLN y la logia militar Tenientes de Artigas en los noventa (tras el homicidio del ex tupamaro Ronald Scarzella el 23 de abril de 1993) por el cual, según reveló el coronel José Carlos Araújo del Foro Libertad y Concordia, se selló un compromiso de “excombatientes” para terminar con el “revisionismo”.

LA SUPREMA DECISIÓN

Mientras uno debaten sobre los argumentos expuestos en la larga sesión parlamentaria y otros insisten con la ya rechazada posibilidad de que el presidente Mujica vete la ley interpretativa, muchos conocedores ponen sus ojos en el escenario judicial donde la Suprema Corte de Justicia (SCJ) podría tomar determinaciones que definirán el rumbo de las causas de los derechos humanos y pueden asentar jurisprudencia en la materia para resolver una serie de dudas sobre tipificaciones penales, tiempos de prescripción de los delitos y la constitucionalidad o no de las normas que está aprobando el Poder Legislativo y que pueden ser reclamadas ante el máximo órgano judicial uruguayo.
A fines de 2009 la fiscal Mirtha Guianze presentó un recurso de casación sobre la sentencia que el juez penal de 19º Turno, Luis Charles, dictó al procesar a ocho ex militares, dos ex policías y un ex soldado por el secuestro en Argentina y desaparición del militante del PVP, Adalberto Soba. El reclamo ante la SCJ no refería a la eventual inocencia de Gavazzo, Arab, Rama, Maurente, Vázquez, Silveira, Medina, Sande y Soca, sino a la tipificación del delito. Guianze pidió “desaparición forzada” y Charles procesó por “privación de libertad especialmente agravado”.
La diferencia entre la fiscal y el juez está para resolución de los ministros de la Corte, quienes tienen que decidir si asiste razón al ministerio público que pide aplicar la Ley 18.026 por la que desde el 25 de setiembre de 2006 se adaptó el Tratado de Roma a la normativa uruguaya y se incorporó al Código Penal la tipificación de delitos de lesa humanidad, que son imprescriptibles, inamnistiables y perseguibles en cualquier tiempo en que se hayan cometido, o en la causa corresponde mantener la vieja normativa por la que no se tipifican la tortura, la desaparición forzada y otros delitos que ya existen en los convenios y tratados internacionales.
La Suprema Corte de Justicia dio una señal favorable al ministerio público el 25 de marzo último cuando desestimó un recurso en contra de la jueza Mariana Mota por el procesamiento del ex coronel Carlos Calcagno en el caso de desaparición de Nelson Santana y Gustavo Inzaurralde. Los defensores del militar, con el apoyo público del ex presidente Jorge Batlle y el ex vicepresidente Gonzalo Aguirre, acusaron a la jueza de pretender que el coronel se “autoincriminara”. Otro tanto ocurre con la muerte de Nibia Sabalsagaray, por la que el general Miguel Ángel Dalmao fue procesado como cómplice de homicidio por negarse a decir quién fue el autor material del crimen.
La decisión que en la materia adopte la SCJ, puede desechar los ya anunciados reclamos de inconstitucionalidad contra la ley interpretativa de la caducidad que se está aprobando, y resolver, a la vez, la discusión sobre si en noviembre próximo prescribirían o no buena parte de las causas por violaciones a los derechos humanos. Si el sistema judicial uruguayo admite definitivamente la tipificación de crímenes de lesa humanidad –que sólo se mantiene hoy en la causa contra el dictador Juan María Bordaberry- el país se habrá incorporado a la modernidad de la persecución delictiva como establecen convenciones y organismos internacionales.

ASUNTOS PENDIENTES

En los juzgados penales, mientras tanto, se aguarda sin mayor expectativa la presentación de nuevas denuncias penales por violaciones a los derechos humanos, mientras se continúa con los casos del homicidio del estudiante Ramón Peré, la muerte de Cecilia Fontana de Heber, el Caso Gelman, las desapariciones de Horacio Gelós Bonilla y Julio Castro, el secuestro de los niños Julién Grisonas, una causa por 19 muertes por tortura, el caso de los Fusilados de Soca y la denuncia por torturas en Boisso Lanza presentada por el colectivo de ex presos políticos nucleados en Crysol.
Entre las causas que se presume pueda pedirse la reapertura judicial una vez anulada la ley de caducidad, se encuentran todos los casos de desaparecidos en Uruguay (Carlos Arébalo, Luis Arigón, José Arpino Vega, Oscar Baliñas, Ricardo Blanco, Eduardo Bleier, Juan Brieba, Julio Correa, Oscar De Gregorio, Claudio y Lila Epelbaum, Julio Escudero, Luis Eduardo González, Mónica Grispón y Claudio Logares, Miguel Mato Fagián, Fernando Miranda, Otermín Montes de Oca, Félix Ortiz, Antonio Paitta, Amelia Sanjurjo y Oscar Tassino), el homicidio de Diana Maidanik, Laura Raggio y Silvia Reyes, como las circunstancias en las que murieron 116 personas durante la dictadura.
La anulación de la ley y la reapertura de las causas es analizada por los servicios de inteligencia uruguayos que tienen “bajo observación” a una serie de grupos de ex militares o de confesa definición nazi que podrían realizar “acciones militares” –según ya adelantó Caras&Caretas- en algunas fechas claves como el pasado 14 de abril (Día de los caídos en la lucha contra la subversión por el que ayer se realizaban dos actos públicos), el 19 de abril (en relación a la robada Bandera de los 33 Orientales), el 20 de abril (natalicio de Adolfo Hitler) o el 18 de Mayo (Día del Ejército y fecha en que fueron muertos cuatro soldados custodios del general Florencio Gravina en 1972).
Entre los “grupos objetivos” que analizan los servicios de inteligencia, se incluyen dos organizaciones nazis identificadas que ya realizaron pintadas en las ciudades de Flores y San Carlos, como la organización de ex oficiales militares de Maldonado que integran los ex represores coroneles José Baudean y Eduardo Ferro (quien ha vuelto a desempeñarse en el turístico Hotel Dunas de Punta del Este) y los ex oficiales Héctor Varela González, Alfredo Campos y Mario Musto, entre otros militares retirados que suelen realizar prácticas de combate y tiro en un polígono de ese departamento.
La anulación de la Ley de Caducidad, a veinticinco años de su aprobación, abre también un debate sobre la democracia que los uruguayos quieren (no pocos piensan ya en una asamblea constituyente), donde la institucionalidad de país, la pluralidad de ideas en el ámbito político, la autonomía en las decisiones del poder judicial y la garantía de la seguridad pública, terminarán de establecer el esperado final de la larga transición vivida desde los años de la dictadura cívico militar, para dar comienzo a una nueva etapa sin impunidad en la que se asegure que aquello no ocurra nunca más.

PROJETO “SONS DA CIDADE” VOLTA COM BLUEGRASS E OLY JR




O projeto “Sons da Cidade”, realizado pela Coordenação de Música da Secretaria Municipal de Cultura, volta em 2011 ao Teatro Renascença na terça-feira, dia 19 de abril, às 20h, com o Conjunto Bluegrass Porto-alegrense e Oly Jr. A entrada é um quilo de alimento não-perecível. A partir desta edição, a curadoria do projeto ficará a cargo do jornalista e radialista Paulo Moreira.
O Conjunto Bluegrass Porto-alegrense foi formado em 2009 por Heine Wentz (violino e voz); Márcio Petracco (mandolin e voz); Ricardo Sabadini (violão e voz) e Pedro Marini (baixo acústico e voz) e se dedica à preservar as raízes do bluegrass, uma forma de música de raiz norte-americana, com forte influência da música irlandesa, escocesa e afro-americana.
Uma das características é a de que as apresentações do Conjunto Bluegrass Porto-alegrense se realizam em frente a um único microfone, bem ao estilo dos tocadores de bluegrass da década de 40, nos Estados Unidos. Além disso, normalmente o CBPA se apresenta nas ruas de Porto Alegre, especialmente na Praça da Alfândega e no Brique da Redenção. Esta será uma rara oportunidade de ver o grupo no palco do Teatro Renascença.
O CBPA lançou no ano passado seu primeiro disco.
A outra atração do “Sons da Cidade 2011” é o cantor e compositor Oly Jr. Ele começou sua carreira em 1998, tocando blues. Aos poucos, foi acrescentando elementos do rock, do folk e da milonga. Tem 8 (oito) discos gravados e realizou shows e espetáculos ao lado de nomes como Júlio Reny, Bebeto Alves, Solon Fishbone, Frank Jorge, entre outros.
Seu trabalho se caracteriza pela mistura da milonga gaúcha ao blues norte-americano. Tem um disco neste estilo chamado “Milonga Blues”, que recebeu três troféus do Prêmio Açorianos de Música 2009/2010, como Melhor Compositor, Intérprete e Melhor Disco de Blues/Jazz. É acompanhado pelo grupo Os Tocaios, formado por Jacques Jardim no baixo e Jaques Trajano na bateria e cajón.
Oly Jr ainda tem projetos paralelos com a banda Baby Blues, como vocalista e guitarrista de releituras de Bob Dylan e Janis Joplin, e com os Irish Boys, grupo que acompanha o cantor e compositor Júlio Reny.


SONS DA CIDADE
OLY JR. / CONJUNTO BLUEGRASS PORTO-ALEGRENSE
TEATRO RENASCENÇA - 19/04/2010 – TERÇA-FEIRA – 20H
ENTRADA FRANCA – UM QUILO DE ALIMENTO NÃO-PERECÍVEL



DIVULGAÇÃO
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Coordenação de Música
Secretaria Municipal da Cultura



De São Borja


A FSB deu que este site furou todo mundo: noticiou que o ex-presidente do PDT local vai requerer seu reingresso no partido e quer ver as contas do partido.

Tá na FSB da semana passada.


*É hoje de noite na Câmara Municipal a abertura das festividades dos 50 anos da LEGALIDADE com a presença do jornalista Carlos Bastos.


*Celso Lopes, do PDT, quer levar o ex-senador Brossard a São Borja nos eventos dos 50 anos da LEGALIDADE.


*e ESTA SEMANA a Câmara homenageia os 40 anos da Barranca....Entre os barranqueiros que estarão em SB, o ex-governador Olívio Dutra, que não ter perdido uma ...

Já Luiz Carlos Borges esteve em 28 das 40 realizadas até agora.


*Fofoca política: dizem que a atual coordenadora da SEC sediada em SB poderia a compor uma chapa como vice pra prefeitura no ano que vem, junto com o PDT

Mais trabalho escravo: Ministério Público processa frigoríficos

Carne=floresta destruída
http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&Itemid=18&task=detalhe&id=42434
15/4/2011


O Ministério Público Federal no Acre entrou com ação civil pública contra 14 frigoríficos que compraram mais de 10 mil cabeças de gado ilegal, correspondendo a um volume de carne comercializada de mais de 2 milhões de toneladas.
A notícia é do blog Ecopolítica, 14-04-2011.
A carne foi adquirida em propriedades embargadas pelo IBAMA por graves irregularidades ambientais, entre elas desmatamento ilegal e por prática de trabalho escravo, segundo o Ministério Público do Trabalho. Alguns desses frigoríficos têm sido generosamente financiados com créditos subsidiados de bancos federais, inclusive o BNDES, que é o gestor do Fundo Amazônia. O JBS Friboi, por exemplo, que está entre os processados, recebeu significativos empréstimos do BNDES.
A falta de coerência nas políticas das diferentes agências do Governo Federal, a inconsistência da política ambiental e de redução do desmatamento põem em risco a continuação da queda do desmatamento. Fica mais difícil, também, garantir as metas de desmatamento e a trajetória rumo ao desmatamento zero. Para manter o desmatamento baixo e tendendo a zero, é preciso que a política governamental como um todo desincentive práticas ilegais na Amazônia e que o governo se convença de que a região precisa de um novo modelo de desenvolvimento, de alto valor agregado e que mantenha a floresta em pé.
Para ler mais:
Estudo mostra os beneficiários da destruição na Amazônia

Frigoríficos não cumprem meta ambiental

Brasil: o bife mais caro do mundo?


Juliano Zabka
http://jzabka.wordpress.com/

Colaboração de leitor:

Ellen Augusta




O aeroporto do Paim


Deu no Correinho de ontem (sexta) que o senador Painho (*) resolveu abraçar uma proposta de um grupo de entendidos em aviação, que sugere a criação de um novo aeroporto na RM de P.Alegre(**).
O tal novo aeroporto ficaria entre Nova Santa Rita e Portão. Uma boa localização, até para, por exemplo para evitar que o pessoal do Vale do Sinos e adjacências venha atrolhar o Salgado Filho.
Pois, olhem, eu há havia conversado com meus botões, há tempos, sobre uma coisa assim: em vez de espicharem a pista do Salgado Filho, com toda a mão-de-obra que está dando, construir um aeroporto novinho, com uma baita pista, que receba até o Airbus A 380, que é o maior avião do mundo atualmente (***).
Orly, Heatrow, e o Aeroporto Internacional Ministro PIstarini (****), por exemplo, ficam entre 20 a 30 km das capitais a que servem. A corrida de táxi ficaria mais cara, sim, mas o governo Lula/Dilma não aumentou o poder aquisitivo do brasileiro? Então, qual o problema?
Eu e meus botões gostaram da pilha que colocaram no senador Painho. E ele, assim, como os problemas dos aposentados e do salário-mínimo já estão resolvidos, encontra uma nova bandeira para justificar o mandato.


* Se eu perdesse o trocadilho não seria eu a fazer este blog

** A abreviatura de Porto Alegre é P. Alegre. POA é o código do Aeroporto Salgado Filho. E já andam usando BsB como abreviatura de Brasília. É errado, mas que fica mais prático, ah! isso fica.

*** E deve continuar assim por muito tempo, pois a concorrente, que é a Boeing, refugou a corrida para fazer o maior avião do mundo. Preferiram fazer um menor, super-avançado. Estão, porém, dando com os burros n'água nesse projeto.

**** Ou, simplesmente, Ezeiza, hehehe

Em tempo: o cavalo-de-batalha do homem das cadeiras de roda e dos colchões d'água era a ponte do Guaíba, então, cai bem que o cavalo-de-batalha do Painho seja este novo aeroporto. Tudo pelo social! Pobre agora não está andando de avião também?


Do Blogo do Lauro Dieckmann.....


LAURO DIECKMANN VOLTA

A SER PAUTEIRO DA ZERO HORA( DO CADERNO DONNA)

nESTE DOMINGO QUE PASSOU O DONA DA ZH VEIO COM UMA MATERIA SOBRE AS COMANDANTES. NADA MAIS COPIA´VEL. FAZ POUCO TEMPO O LAURO DIECKMANN POSTOU NO SEU BLOG UMA PILOTA,OU COMANDANTE QUE ELE TINHA PEGO NUM VOO INDO PRO EXTERIOR.

TU VIU, LAURO, COMO NADA SE CRIA, TUDO SE COPIA.....

VOLTASTES DA DAR PAUTA PRA ZH, AGORA PRO CHIC DO CADERNO DONNA....


BOM E ORIGINAL JORNAL DO INTERIOR.


GOSTO DE LER A IMPRENSA DO INTERIOR, FEITA NO INTERIOR, NÃO DE GRANDES REDES....ENFIM, OS JORNAIS QUE REPRESENTAM A COMUNIDADE LOCAL. SEM A VISÃO DA CAPITAL, TRANSPORTADA PRO INTERIOR, SE É QUE ME FAÇO ENTENDER....
POIS AOS SABADOS GERALMENTE COMPRO NUMA BANCA DA RODOVIÁRIA O JORNAL A RAZÃO, QUE ESTES TEMPOS ANDOU NUMA PINDAÍBA BRABA. DONA ZAIRA, A DONA NÃO TAVA PAGANDO OS REPORTERES E ELES ENTRARAM EM GREVE. ACHO QUE HOUVE UMA RECUPERAÇÃO E O JORNAL CONTINUA MUITO BOM


COMO SEMPRE FAÇO, LEIO A COLUNA DO CLAUDEMIR PEREIRA, QUE É UM VENENO SÓ, PRINCIPALMENTE CONTRA O PREFA LOCAL, O CARECA DO SCHIRMER. E O SCHIRMER TEM HORROR DELE....SE REFERE A ELE COMO AQUELE FDP....

MAS NESTE SABADO TINHA UMA MATERIA MUITO BOA, ORIGINAL. DE UMA TURMA DE AMIGOS QUE SE ENCONTRAM FAZ 31 ANOS PRA TOMAR MATE....VE SÓ: CLARO QUE AGORA QUEREM BOTAR O BLOCO NO GUINESS ESTAS BOBAGENS TODAS, MAS A MATERIA TÁ BEM FEITINHA, ABOTOADAINHA ETC E TAL.

AH, E LEIO SEMPRE A COLUNA SOCIAL DO JORNAL QUE É UMA DAS PARTES QUE EU MAIS GOSTO.


cOMO DIRIA OUTRO COLUNISTA, ESTE DE SÃO BORJA, EU VOU MAS EU VOLTO.....


Trem projetado por Helena


helena boechat já monta trem...e o coitado do pai, na rabeira.....


Trem projetado por Helena
Detalhe do passageiro litro de leite! Ela q montou td, ate o pai.


TV Brasil contrata blogueiro por R$ 660 mil sem licitação


Com o contrato, Luis Nassif terá faturado, sem licitação, pelo menos R$ 2,1 milhões do governo federal em menos de três anos
15 de abril de 2011 | 19h 04

Leandro Colon, de O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA - A Empresa Brasil de Comunicação (EBC), órgão do governo federal, dispensou licitação para contratar por R$ 660 mil os serviços do jornalista Luis Nassif pelos próximos 12 meses. A decisão é do dia 8 de abril e foi publicada nesta sexta-feira no Diário Oficial da União. A presidente da EBC, Maria Tereza Cruvinel, é quem assina o "ato de inexigibilidade de licitação". Luis Nassif, dono de um blog pró-governo, será contratado, segundo a EBC, "para a prestação de serviços jornalísticos" com uma remuneração mensal média de R$ 55 mil. Ele vai trabalhar na TV Brasil, braço da EBC.
Relembre:
Blogueiro que critica a mídia é contratado da EBC
O contrato com o governo é por meio de uma empresa de Nassif, a Dinheiro Vivo Consultoria Ltda. No mês passado, encerrou-se outro contrato, sem licitação, de R$ 180 mil, assinado em setembro. Antes disso, entre junho de 2009 e julho de 2010, Nassif recebeu R$ 1,2 milhão da mesma EBC. Ao todo, ao término do novo contrato em 2012, o jornalista terá faturado, sem licitação, pelo menos R$ 2,1 milhões do governo federal em menos de três anos.
A EBC informou que a ausência de licitação nesta contratação "se justifica pela notória e reconhecida especialização do jornalista Luís Nassif". "Os valores do contrato são compatíveis com a remuneração paga, no mercado jornalístico, a profissionais do mesmo nível e valoração de Luis Nassif", diz a empresa. Segundo a EBC, o jornalista vai receber os R$ 660 mil para atuar na TV Brasil "como comentarista especializado em economia do telejornal 'Repórter Brasil- Noite'" e ser "apresentador e jornalista responsável pelo programa semanal 'Brasilianas.org', com uma hora de duração".
A EBC menciona o artigo 25 da lei de licitações (8.666/93) e o artigo 64 do decreto 6.505/2008, que trata da contratação de serviços e aquisição de bens da empresa. "É inexigível a licitação quando houver inviabilidade de competição", diz o artigo da lei 8.666. Ao Estado, Nassif disse que receberá "valores de mercado" da EBC. Ele também justificou o contrato com base na legislação que permite contratações por "notória especialização". Ele destacou o trecho que permite dispensa de concorrência "para contratação de profissional de qualquer setor artístico, diretamente ou através de empresário exclusivo, desde que consagrado pela crítica especializada ou pela opinião pública".



Coleguinhas

Esse coleguinha Luis Nassif saiu melhor que a encomenda....quando o PT era Oposição, ele criticava, criticava,agora faz tudo igual ao que criticava...


Nada como um dia depois do outro, com uma noite bem dormida no meio....


Rastreando os coleguinhas


Aqui num cyber tive um tempinho neste final de domingo de dar uma xereteada pelos blogs dos coleguinhas...nem todos que gostaria....

O adão oliveira continua com a melhor crônica política. curto e grosso. sem lero lero...


O lauro Dieckmann é o mais original. como não se acha e não tá competindo com ninguém escreve solto e direto...


O Prévidi tem boas informações de coleguinhas, só não entendi ele dizendo que o Felipe Vieira é um cavalheiro...era uma critica a Ieda Risco?


O Mendelski também tem boas informações e sempre enxuto....

enfim, eles tão aí pras nos fazer concorrência...o que é saudável....

BANCO KFW

RESUMO DO ESCÂNDALO DA CGTEE (27.11.2007)

A CGTEE, principal empresa de energia térmica do Rio Grande do Sul, aparece como fiadora de 12 contratos de empréstimos em benefício de empresas. O aval significa que a CGTEE pode ter de usar dinheiro público para saldar dívidas privadas em caso de inadimplência.

Os contratos somam financiamentos de pelo menos 157 milhões de euros (aproximadamente R$ 409,5 milhões pelo câmbio desta terça-feira) junto ao banco alemão Kreditanstalt fur Wiederaufbau (KfW). Oito deles beneficiam a Hamburgo e quatro, a Winimport.

Em 1º de junho, o então diretor técnico da CGTEE, Carlos Marcelo Cecin, foi exonerado do cargo. Ele alega ter assinado documentação prévia, insuficiente para avalizar empréstimos. Nos financiamentos da Hamburgo, aparecem assinaturas de Cecin e do diretor financeiro da CGTEE, Clovis Ilgenfritz. Conforme laudo contratado pela companhia, as assinaturas são falsas.
No Caderno 2, do jornal O Estado de São Paulo, de 14.04.2011, coluna Direto da Fonte, de Sonia Racy, consta o seguinte:
Tipo exportação
Eurides Mescolotto, da Eletrobrás , voltou da Alemanha trazendo um empréstimo do Banco KFW a...fundo perdido. Tamanha a sintonia com a Eletrosul, conhecida por produzir energia limpa. Ele volta para lá no começo do ano.
O banco em questão não tinha nada a ver com o escândalo da CGTEE, então ?

SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS


Brizola elege-se governador aos 36 anos com 670 mil votos



Leonel Brizola nos porões do Palácio Piratini - Foto: Reprodução
Rui Felten
O desempenho de Leonel Brizola como secretário de Obras do governo Ernesto Dorneles, a partir de 1952, revelou um talento administrativo que o credenciaria a governar o Rio Grande do Sul seis anos depois. Antes de concorrer ao Palácio Piratini, elegeu-se deputado federal, em 1954 (com o maior número de votos: 103 mil), e prefeito de Porto Alegre, em 1956. Foi eleito governador do Estado aos 36 anos, em 3 de outubro de 1958, quando derrotou Walter Peracchi Barcellos (PSD-PL-UDN), com 670 mil votos.
Como governador, levantou, em quatro anos, 5.902 escolas primárias, 278 escolas técnicas e outros 131 estabelecimentos, entre ginásios, colégios e escolas do curso Normal (que formava professores primários). Essa nova estrutura para o ensino possibilitou a abertura de 688.209 matrículas e a contratação de 42.153 professores. Seriam justamente as realizações em benefício da Educação que lhe renderiam o maior reconhecimento público.
Nas eleições de 1958, o PTB (Partido Trabalhista Brasileiro), do qual Brizola foi um dos fundadores em 1945, saiu-se bem em todos os níveis. Além de Brizola no Rio Grande do Sul, deu a vitória a outros quatro candidatos a governador — Gilberto Mestrinho (Amazonas), Francisco das Chagas Rodrigues (Piauí), José Parcifal Barroso (Ceará) e Roberto Silveira (Rio de Janeiro). Para a Câmara Federal, elegeu 66 dos 326 deputados. E entre 21 senadores, consagrou cinco nas urnas.
Apoio do Partido Comunista
“Percebia-se uma aproximação maior do PTB com o PCB (Partido Comunista Brasileiro), que apoiava os candidatos nacionalistas, afirmando que a luta pelo nacionalismo era a questão política fundamental. Os inimigos eram todos aqueles que apoiavam o capital estrangeiro, então chamados de entreguistas”, observa a doutora em História do Brasil pela Universidade Federal Fluminense (UFF) Marieta de Moraes Ferreira, autora do livro “João Goulart — Entre a Memória e a História” (Editora FGV, 2006), em parceria com a também doutora em História Janaína Amado.

Leonel Brizola, ex-governador do RS - Foto: Reprodução
Mas o flerte comunista com o PTB no pleito de 1958 não chegou a ser bem correspondido por Brizola. Pelo menos não abertamente, o que gerou um episódio engraçado citado por historiadores. O PCB emitiu uma manifestação de apoio ao partido trabalhista. Logo depois, em uma entrevista, Brizola disse que não aceitaria. A resposta veio em outra entrevista, dada por Luiz Carlos Prestes, o líder comunista que ficou celebrizado como Cavaleiro da Esperança e que, naquele momento, era secretário-geral do PCB. “A opinião do senhor Brizola sobre nosso apoio é irrelevante. Nós vamos apoiar o melhor candidato, e o melhor candidato é ele”, proclamou Prestes.
Reforma agrária
Eleito, Brizola baixou decreto em que determinava a compra de terras para colonização e loteamento, e criou o Instituto de Reforma Agrária (Igra). Desapropriou terras onde não havia produção e também outras onde a produção existia, mas não em quantidade que, no entender do governo, justificasse a posse da área. Foram entregues a colonos sem terra 14 mil títulos de propriedade de terras. Pela Constituição Estadual, era assegurado o repasse de terras quando reivindicado por abaixo-assinado com o mínimo de 100 participações. Os abaixo-assinados eram incentivados por Brizola em acampamentos de agricultores.
Outra decisão polêmica tomada por ele foi a de encampar a Companhia Estadual de Energia Elétrica, que era subsidiária da empresa canadense Bond and Share, vinculada ao grupo norte-americano Amforp (American & Foreign Power), e a Companhia Telefônica Nacional (CTN), subsidiária da ITT (International Telephon and Telegraph Corporation). O grupo Amforp e a Light, sediada no Rio de Janeiro, monopolizavam o abastecimento de energia elétrica nos grandes centros brasileiros.
A ousadia das encampações tornou o nome de Brizola falado internacionalmente. Mas também fez estremecer as relações entre Brasil e Estados Unidos. “A imprensa americana assumiu, unanimemente, posição condenatória ao ato do governo rio-grandense e, de modo geral, classificou de inadequada a importância depositada em juízo como pagamento pelos bens desapropriados”, escreveu João Carlos Guaragna, em seu livro “Brizola, a Revoada do Exílio — Histórias de Um Pombo Correio”, fazendo referência ao caso da CNT. Guaragna sempre orgulhou-se de ter fundado, em 1983, o Movimento de Apoio à Candidatura de Leonel Brizola à Presidência da República.
As obras do secretário Brizola
No começo da gestão de Ernesto Dorneles (também ele um trabalhista), Brizola era presidente estadual do PTB. E antes de assumir a Secretaria de Obras, ocupou a pasta de Interior e Justiça. Entre as obras públicas que realizou como secretário de Obras, a construção da ponte do Guaíba foi uma de suas maiores façanhas. O projeto foi totalmente executado por empresas gaúchas.
Construiu também a ponte sobre o rio Pardo, a Estação Ferroviária Diretor Pestana (em Porto Alegre), ampliou o transporte intermunicipal com a instalação de linhas do trem diesel Minuano e tocou mais de 100 projetos de obras em estradas, entre a abertura de novas rodovias e o prolongamento de outras. O Daer (Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem) e o Departamento de Portos, Rios e Canais passaram por melhorias importantes. Mesma coisa ocorreu no Aeroporto Salgado Filho. Para garantir o abastecimento de água no interior gaúcho, construiu 40 hidráulicas. Tudo isso fazia parte do Plano de Obras da administração de Dorneles.
“Com extraordinária força de vontade, Brizola conseguiu formar-se em Engenharia, sem nenhum pendor pela profissão, pois desejava apenas o título para nele se apoiar na conquista do objetivo em vista — o poder político”, escreveu o marechal José Machado Lopes no livro “O III Exército na Crise da Renúncia de Jânio Quadros” (Editorial Alhambra, 1979). Machado Lopes era o comandante do 3º Exército em 1961, quando Jânio Quadros renunciou e os militares não queriam a posse do vice-presidente João Goulart, o Jango, como previa a Constituição Federal.
Na época general, Machado Lopes tinha ordens do ministro da Guerra, Odílio Dennys, para desmantelar a rebelião nacional liderada por Brizola do porão do Palácio Piratini, onde montou uma rede nacional de rádio, e bombardear Porto Alegre, se fosse preciso. Surpreendentemente, no entanto, o comandante entrou no Piratini e, ao ser recebido por Brizola, anunciou que estava do lado dele e da população na Campanha pela Legalidade — como ficou historicamente conhecido o movimento pelo cumprimento da Constituição.
Cunhado não é parente
Machado Lopes, que morreu em 1990, no Rio de Janeiro, aos 90 anos, escreveu também, em seu livro de memórias, que Brizola era um admirador de Fidel Castro, a quem procurava imitar: “Era grotesco vê-lo, no auge da crise, com uma metralhadora portátil numa das mãos e a Constituição na outra. Sem levar em conta que, no Brasil, cabem muitas dezenas de Cubas e que o seu sistema ortográfico não possui uma só Sierra Maestra, imaginava repetir aqui o que lá fizera Fidel na esperança de poder cubanizar o Brasil”.

Brizola com Jango: cunhado não é parente - Foto: Reprodução
Outra lembrança guardada de Brizola por Machado Lopes foi o episódio pitoresco de que o ex-governador, em certa época, desejava se tornar ministro da Fazenda. Casado com a irmã de Jango, Neusa Goulart, ele era, portanto, cunhado de um governante federal. Saindo à frente dos comentários que poderiam surgir que estaria querendo se beneficiar dessa situação, Brizola espalhou pelo Brasil o slogan: “Cunhado não é parente”.
“Sempre mantivemos boas relações protocolares, sem nunca nos aproximarmos muito, dado o antagonismo de gênios e de propósitos que nos possuía”, recordou Machado Lopes.
Obstinado pela educação
No livro “Brizola e a Legalidade” (Editora Rígel), de Anselmo F. Amaral, o professor Antônio de Pádua Ferreira da Silva diz que nos quase 60 anos de convivência atestou uma das grandes obstinações do líder gaúcho: “melhoria das condições de vida do povo brasileiro e, para atingi-la, jamais se afastar da legalidade”. Lembra também que na campanha para deputado estadual, em 1947, Brizola defendia a educação para todos. Mais tarde, o próprio candidato teria explicado: “A minha mensagem era a seguinte: não se pode entender como um estudante militar tem tudo — livros, fardamento, pensão e até um ordenado – e nós não temos

Do site Sul 21



Estado do RS abre licitação para a compra de 13 pênis de borracha

Por solicitação da Diretoria Sócio-Educativa da Fase (Fundação de Atendimento Sócio-Educativo do RS), ex-Febem, a Central de Compras do Estado do RS abriu licitação para a compra de 13 pênis de borracha para aquela instituição, que tem 13 unidades de atendimento. Presume-se, assim, que cada unidade receberá do Estado um pênis destinado às aulas de educação sexual.

A informação é do colunista Wanderley Soares, e foi publicada na edição do dia 12 deste mês do jornal O Sul, de Porto Alegre. O jornalista avalia que "a partir deste precedente - que envolve menores em situação de risco - em breve também os alunos, tanto do ensino fundamental como do médio, terão direito a aulas sobre sexo devidamente ilustradas com pênis de borracha ou material assemelhado adquiridos em licitações públicas".

A compra foi confirmada pela assessoria de comunicação da Fase. Esta é responsável pela execução das medidas sócio-educativas de internação e de semiliberdade, determinadas pelo Poder Judiciário, a adolescentes autores de ato infracional.

Em sutil ironia, o jornalista escreve estar-se diante de "uma discriminação, a menos que seja apenas o início de um projeto de maior grandeza". E justifica: "preocupa-se a Diretoria Sócio-Educativa da instituição apenas com a aquisição de pênis de borracha; mas o sexo - aquele considerado normal - envolve, minimamente, um pênis e uma vagina".

A Fase respondeu na edição do dia 15: "a compra de material destina-se a auxiliar os profissionais de saúde nas consultas e atividades de grupos voltadas à prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, métodos contraceptivos, ações de higiene, autocuidado, paternidade consciente e gravidez na adolescência. Estas ações em saúde são preconizadas pelas políticas de atendimento voltadas à nossa clientela, sobretudo à prevenção de novos casos de paternidade precoce e gravidez na adolescência".

O jornalista agradeceu as informações e - ao considerar a riqueza de material didático existente na Internet e nas mais modestas bibliotecas do planeta sobre o tema, ferramentas que vão muito além dos pênis de borracha que serão patrocinados pelo erário - deixou para os leitores "interpretarem esse episódio, mas sempre questionando a ausência das vaginas".

Na edição de ontem (17) do jornal porto-alegrense veio o epílogo. Wanderley Soares escreve que "se todos os pedagogos do País adotarem o uso desse equipamento para menores em situação de risco, teremos uma explosão na indústria de pênis, o que é bom para a economia".

O artigo avalia que certamente "haverá a discussão se os pênis deverão ser somente brancos ou se os negros também terão a sua cota", sem esquecer que "o tamanho do artefato estará em estudo, pois influirá no custo final".

A coluna avança fazendo uma digressão sobre uma hipotética situação de os 13 pênis, de repente, se transformarem em 12.

Wanderlei Soares então arremata: "Digamos que um pênis venha a desaparecer. Tudo é possível. O desaparecimento de um pênis deverá provocar, no mínimo, uma sindicância, e, se a coisa evoluir, até mesmo o Ministério Público terá de intervir. Haverá, inclusive, a responsabilização de quem estava com a guarda do pênis, o que iria estourar em uma professora ou em um professor".

Mas o articulista admite que o objetivo da compra do material fala mais alto porque, "em síntese, o Rio Grande entra na história como o primeiro Estado a fazer uma licitação pública para a compra de treze pênis de borracha e esta glória ninguém vai nos tirar".


Wanderley Soares do site Espaço Vital


Recebo e publico



Prezado Sr. Jornalista Olides Canton

Navegando na rede, por acaso encontro a menção a minha pessoa no seu blog:

Sem nada a declarar

O professor de história Jurandi Malerba, da PUC-RS,tirado do anonimato pelo colunista JUremir Machado, não quer dar entrevista sobre um livro no qual Laurentino Gomes teria se espelhado(ou chupado) pra fazer seu 1808, um best seller que vendeu 500 mil exemplares.

Causa-me espécie esse tipo de referência. Por suposto que foi só agora que chegou a discussão na Província de São Pedro. Os melhores profissionais da área no Brasil, porém, sabem do que se trata, desde que em 2008 publicou-se a obra do Sr. Laurentino Gomes. Mas onde vejo certa perversão em sua matéria é pelo fato de usar meu nome a minha revelia. Pois não recebi nenhum contato de sua parte sobre essa polêmica que aconteceu por ocasião da Feira do Livro de ano passado. Nenhum email; nenhum contato telefônico. Sua matéria sugere - e ai reside a perversão - que eu fui instado a "dar entrevista", mas me furtei a tal. Valha-me, meu Senhor.

É lamentável esse tipo de atitude; e ainda ao colocar-me no "anonimato". Anonimato para quem, onde? sou anônimo para a imprensa gaúcha? (Nem para esta, pois venho publicando amiúde no Zero Hora.) Definitivamente, não sou tão anônimo assim meridianos acima, autor de vários livros em editoras como Companhia das Letras, Edusc, Fundação Getúlio Vargas, com trabalhos acadêmicos publicados em seis idiomas em 10 países. Meu livro sobre historiografia latino-americana, que saiu aqui pela FGV (2009) e na Argentina pela Prohistória (2010), acaba de sair (2011) em russo, pela Kanon, de Moscou. O livro que lancei ano passado na FL de POA, Lições de HIstória (FGV/Edipucrs), tem colaboradores das melhores universidades do Brasil, além do historiador francês François Dosse (veja resenha publicada no Estadão: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101023/not_imp628579,0.php)
Já colaborei como articulista na Folha de São Paulo, em O Estado de São Paulo. Na academia, por certo o meu nicho, sou lider de grupo de pesquisa e bolsista de produtividade do CNPq. [http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4782404Z8]
Conhecido por quem e onde vale-me algo ser conhecido.


Atenciosamente,


Jurandir Malerba


Nota do editor.

1)O professor Jurandir Malerba tem todos meus respeitos. Porque iria desrespeitar uma pessoa que nem conheço?

2) na ocasião, tentei muito o contato com ele. Mas o que me informaram no depto dele na PUC é que ele não falaria deste assunto.

3) Agora falou...

4) pra nosso orgulho!


O Falcão Inglês

O Falcão inglês estréia na casamata colorada

Por Luiz Oscar Matzenbacher

Finalmente a Sportv vai transmitir um jogo do Internacional em 2011. Será a estréia de Paulo Roberto Falcão como técnico colorado na Libertadores de América. O jogo, Inter x Emelec, será às 20h15min desta terça-feira, dia 19/04, no Gigante da Beira-Rio. Vamos ver um outro Internacional, mais inglês, jogando no clássico 4-4-2 e com retoques do Inter de 1979, do Ênio Andrade e alguns toques do Inter de 1976, do Rubens Minelli. Dará certo com quatro meias e sem um volante clássico?
Basta um empate e o Internacional estará na próxima fase, junto com o Cruzeiro e o Grêmio - já classificados - e provavelmente o Santos. O Fluminense ainda tem chances, mas não depende só dele.
Seria ótimo vermos os cinco clubes brasileiros na próxima fase da Libertadores, a de oitavas de final, em jogos de ida e volta. Sem os grandes argentinos - Boca e River - na disputa, seria uma barbada. Mas em Libertadores de América existem sempre muitas equipes com grandes surpresas surgindo das encostas nevadas e dos vales da Cordilheira dos Andes ou do Pampa do Sul.

Serpentário

1) pra se irritar, todas as noites dos domingos, depois dos jogos, o Nelson MOura vê os tres PORQUINHOS como ele chama o Pedro Ernesto Denardim, NandoGross e Maurício Saraiva, na TV COM, noBate Bola.


2) E depois na segunda chega puto das calças no serpentário porque ele alega que os 3 porquinhos são todos colorados....


Bombinhas


Fui passear em Bombinhas (SC), em um domingo fora de temporada e me lembrei nostalgicamente daqueles velhos tempos em que metade das redações de jornais e os profissionais dos consultórios médicos de Porto Alegre se transferiam para o Litoral Catarinense, sempre em fevereiro. As fotos das crianças, papais, mães, avós se divertindo com toda a praia à disposição, serão difíceis de vermos repetidas no próximo Feriadão de Páscoa. A previsão é de milhares e milhares de gaúchos, uruguaios, argentinos e paranaenses, sem esquecer os paulistas e os próprios catarinense, ocupando cada milímetro de areia de Bombinhas, apesar dos gargalos da BR-101 entre Torrres e Palhoça.

Boa Páscoa.
Abraços.

Luiz Oscar Matzenbacher

Como são maldosos...

... como gostam de contrariar, de criar caso, de gerar problemas. É uma 'regra de ouro' às avessas esta da crônica esportiva porto-alegrense.

A chuva obrigou o Bola-Bola a fazer o treino no campo suplementar, à vista de todos, e os 'coleguinhas' deitaram e rolaram. Pelo menos os do CP (a ZH ainda não vi, nem pretendo).
Hoje contaram tintim por tintim no jornal tudo o que o treinador queria manter em segredo, esconder dos adversários.
O tom da matéria é todo de superioridade, de soberba: 'viu, tentou esconder mas não adiantou'.
Que falta de respeito!
Que gente!

Em tempo 1: com a recente morte do Flávio Alcaraz, lembrei de uma constatação que fiz há tempos. Grande parte dos jornalistas de antigamente não exerciam a profissão, mas também tinham diploma de advogados. Acho que é por isso que não faziam tanta besteira quanto os atuais formados só nas faculdades de Jornalismo. O próprio Flávio era formado em Direito, assim como, por exemplo, o Streck e o Lazier. Está bem, não são grande coisa, ou são grande coisa apenas em termos provincianos, mas, em questões como seriedade e visão profissional, estão bem acima da média dos Mendelski (uma biruta, que vira conforme o vento, uma metralhadora giratória), dos Juremir, dos Lauro Quadros (este, acho que se tem ginásio é muito), dos Macedo etc...

Em tempo II: uma coisa puxa a outra: lembrei da historinha de dois 'coleguinhas' que, segundo me contaram, entraram na faculdade de Direito (uma destas faculdades de periferia) com certificados falsos do Colegial. Eles eram policiais e era o tempo da 'ditabranda', quando os órgãos de segurança mandavam na SEC (o secretário era um coronel!). Daí que ficava fácil forjarem documentos. Ouvi esta história quando era repórter policial, contada por um terceiro "tira", que era também 'coleguinha' e já é falecido. Menciono a historinha porque, em casos assim, claro, não vale o que escrevi no 'Em tempo' anterior.


Em tempo III: no meu caso, estudei Direito mas foi quando só quando já estava deixando o jornalismo. E só com meu cursinho da Famecos nunca pretendi ser como estes medalhões que andam por aí. Fiquei todo o tempo fazendo meu trabalho de formiguinha conforme o João Aveline disse que era para eu fazer. E num curso de Direito não se aprende só Direito Civil e Direito Penal, mas também muita coisa que é útil no jornalismo, como Direito Financeiro e Finanças, Direito Empresarial, Direito Tributário, Direito Econômico etc... Quer dizer, no mínimo, aprende-se a não falar (ou escrever) bobagens.
do blog do Lauro Dieckcmann....

concordo com o Lauro em muitos pontos, mas é preciso ver que ele também, como eu, estamos defasados em relação as redações atuais. Nós sómos o ARCHIMDES FORTINI DE ONTEM...LAURO....

e as redações hoje em dia pelo que sei, porque não frequento, não são mais um centro de notícias e de cultura, como a gente pegou,ainda...

Não sei bem em que viraram, mas não são mais isto. Sem querer dizer que no nosso tempo era melhor. Nosso tempo era nosso tempo, hoje é diferente e pronto.
Postado por Lauro Dieckmann

Memória

O DONO DO RESTAURANTE

ESCONDIA O UISQUE NO COFRE


a assembléia legislativa do estado já teve no 11 andar um baita restaurante. Metade do andar era a cozinha, outra metada a parte do restaurante em si.

acontece que a cozinha era muito pesada e como no 12 andar havia a biblioteca, com milhares de volumes, os deputados trataram de tirar tanto a biblioteca, como o restaurante, com medo que tudo viesse abaixo, um dia.

Mas neste restaurante sabe-se que deputados corriam no carteado a noite inteira. Alguns saíam de lá em plena madrugada....

O economo era seu DIMMER, QUE TAMBÉM , como os dois garçãos - um de nome Leo - mandava um trago que só a ver...

O Dimmer, por exemplo, guardava seu litro de Drurys dentro do cofre.Ali estava mais garantido.


E os dois garçãos mandavam ver um trago bonitaço, também.

Um deles, ninguém sabia como bebia, ou como ele se encharcava daquele jeito porque saía do trabalho sempre cambaleante. Até que um dia foram ver e era um litro disfarçado de guaraná, onde ele guardava seu trago.

Não há garção que não beba, não dono de restaurante que não beba, mas este do seu Dimmer entrou pro folclore porque era frequentado por jornalistas e por deputados.

Desativado, nunca mais voltou a funcionar, nem em outro local.


historias de la Undeze...


O LADO SE OPERA HOJE!

o CARA QUE MAIS SE LEMBRA DA ANTIGA SERAFINA é um advogado que mora desde 1968 em Porto Alegre(ou terá sido 1967) e quando pra veio, foi morar na pensão da dona Odila Massolini, na frente do então badaladissimo ENCOURAÇADO BUTIKIN na av. Independência.

O Lalo, como é conhecido, veio trabalhar na IOSPHE e quando nós chegamos em dezembro de 1968 pra fazer exames de adminissão no Julinho , ele era um senhor que já dominava a capital e nos esnobava....

Pois hoje o Lalo vai se operar no Moinhos de Vento. Me ligou na sexta e estava bem nervoso. Vai operar um íngua, mas ele já se internou três vezes e fugiu as três do Hospital, de medo da cirurgia. Mas desta vez vai pra faca, porque precisa.

Temos certeza que o nosso amigo Lalo vai se dar bem na cirurgia e que voltará restabelecido.

Em tempo:

A memória do Lalo é tão grande que na sexta ele me ligou pra dizer que faziam 15 anos que tinha morrido um colega nosso de JUC, o SPIGIORIN, de Guaporé.

Mas eu entendi que o Lalo estáva era com cagacite da cirurgia e o acalmei, pelo menos tentei....


FAMURS

NA QUINTA DA SEMANA PASSADA a assessoria do prefeito Mariovane WEis, de São Borja, andava procurando o celular da deputada Juliana Brizola pra lhe pedir apoio na eleição pra Famurs.


Preso? porque!!!


Boatos durante o " sumiço" de Mariovane Weis,prefeito de São Borja, diziam que ele estaria preso, ou doente....


O GUAIPECA VIROU

A REPUBLICA DE SÃO BORJA


Assessores da Câmara Municipal de São Borja que estiveram na semana passada em Porto Alegre prum curso de aperfeiçoamento elegeram o GUAIPECA, um bar na Fernando Machado, como seu point....Depois do trabalho, era lazer puro.

Só que uma noite, passou um carro e lá de dentro disparou um flash, como se fosse de uma máquina fotografica, na direção deles, que tomavam umas " guaranás".

- Fixcamos com medo que fosse o Giovani Grizzotti( repórter investigativo da Gaúcha) disse um deles a este repórter.


Sem Pulo - Túnel do Tempo


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Bar do espanhol...

Nobar do espanhol, no térreo do prédio da ARI, já está servindo também pra unir alguns desafetos do passado.


BIGNONE: ÚLTIMO DITADOR ARGENTINO É CONDENADO A PRISÃO PERPÉTUA


Quase 30 anos depois, um tribunal de Buenos Aires condenou Bignone ...


De Buenos Aires
Gelson Farias

Olides.
Quando chequei aqui, ontem, por volta das 22 horas, fiquei sabendo através do noticiário da TV, que o general Bignone havia sido condenado a prisão, perpétua. Como já havíamos feito inúmeras matérias sobre a ditadura argentina, somente reabri o arquivo do meu Notebook para dar uma penteada no material e atualizá-lo. Veja que aqui, na Argentina, a justiça – por morosa nos seu trabalho do dia-a-dia -- não brinca em serviço. Sem exceção todos os militares ( presidentes e ministros em Chefe das Forças Armadas Argentina, foram condenados a prisão perpétua. Aqui, neste mural(abaixo) estão todo os ministros militares de baixa patente e colaboradores que durante a ditadura da argentina, prenderam e mataram centena de homens, mulheres e crianças. Muitos, tiveram seus corpos encontrados e sepultados pelos seus familiares. Outros, no entanto, nunca foram localizados. E no Brasil, quando os militares serão julgados e condenados?
Um abraço Olides.


O último ditador argentino, Reynaldo Bignone (1982-1983, 85 ) foi condenado nesta quinta-feira à prisão perpétua por crimes contra a humanidade, informou a TV em Buenos Aires. Bignone já havia sido condenado em abril de 2010 a 25 anos de prisão por privação ilegal de liberdade e tortura de presos políticos durante a ditadura (1976-1983).
"Estes repressores são perigosos, não importa sua idade. Nunca se arrependem do que fizeram", disse Estela de Carlotto, presidente das Avós da Praça de Maio, após a leitura da sentença.



Bignone sendo conduzido ao tribunal para ouvir a sentença

O Tribunal Federal de San Martín também condenou à prisão perpétua o ex-subcomissário e ex-prefeito de Escobar (periferia oeste de Buenos Aires) Luis Patti, 59 anos, por seqüestro, tortura e homicídio. Na mesma audiência, foram condenados à prisão perpétua o general Santiago Omar Riveros e o oficial de inteligência Martín Rodríguez.



Passeata em Buenos Aires pelos desaparecidos


Como último ditador argentino, Bignone entregou o poder a Raúl Alfonsín (1983-1989), primeiro presidente eleito após a ditadura argentina. Desde a anulação das leis de anistia, em 2005, a Justiça argentina já condenou mais de 200 chefes militares, e há outros 800 processos em andamento contra militares e policiais ligados à ditadura. Segundo organismos de defesa dos direitos humanos, mais de 30 mil pessoas desapareceram na Argentina durante a ditadura e 500 crianças, filhos de desaparecidos, foram roubadas ou entregues a repressores, das quais 103 já recuperaram sua identidade.


Flávio(1)


Flávio Alcaraz quando ainda estava na Guaíba costumava dizer que quem estava mandando lá era o HEBREU- DONO DA REVISTARIA PAPYRUS que fazia um programete de tarde - o sidinei coelho( do comercial) e o carlinhos(irmão do renato ribeiro...)


Flávio(2)

Um dia o Flávio invadiu o estúdio da Guaíba enquanto o HEBREU apresentava seu programa e aos berros gritava:
- Tu pagastes tuas contas, tu pagastes tuas contas...

É que o Jovem hebreu, como ele chamava o vendedor de livros - hoje mudou de nome sua empresa - era duro na queda pra pagar as contas. todos sabem disto.


Flávio(3)

Quando fazia sua coluneta no correinho, Flávio a batia na máquina de escrever, depois gritava pra todo mundo que estava a sua volta:
- Olha aqui o ]que eu escrevi, olha!!!

CRÍTICA


Maria do Rosário recebeu dinheiro de uma empresa fabricante de armas para a sua camapnha e é a favor do desarmento. Não se pode criticar, pois "há coisas no BR que nunca irão mudar, pois em vez de as pessoas se focarem no todo da questão, ficam procurando coisas no partido A ou no partido oposto e não percebe que certas coisas vem sendo endossadas desde a ditadura com a aprovação de todos os governos."

Obviamente, se quem tivesse recebido o dinheiro da fábrica de armas e fosse a favor do desarmamento pertencesse a partido que não fosse o PT, Maria do Rosário e quem a defende estaria criticando.

Quando é o PT sempre há uma desculpa e a culpa passa sempre a ser de quem critica, acusa, etc. e tal. Só quem tem o monopólio da critica é o PT, pois é o partido da "ética". É o partido da ética ?

Quando o PT iniciou eles tinham esta pretensão, de ter o monopólio da ética, da honestidade, como se isto nunca tivesse existido ( aliás, tudo o que existe é obra do PT; antes era o caos, as trevas; com o PT fez-se a luz ).

Às vezes temos a impressão de ter visto algo e depois constatamos que não era nada daquilo que imaginávamos e constatamos que tudo não passou de uma "ilusão de ótica".

Com a ética do PT aconteceu algo parecido: depois do mensalão, dos aloprados, do caso Bancoop, entre outros, constatou-se que era pura "ilusão de ética".

Continuo com a minha opinião e cada um que continue com a sua.

Respeitosamente.


SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS

CONCERTAÇÃO ?????????????????????????????


Concertação: significa, em primeiro lugar, identificar os temas estruturantes de um novo Contrato social e, ato contínuo, significa buscar posições pactuadas, que possam ser amplamente majoritárias e também hegemônicas na sociedade. Tudo para transitarmos, com o menor custo político e social possível, para uma sociedade com mais igualdade, inclusiva, com altas taxas de crescimento econômico e radicalmente democrática (www.tarsogenro.com.br/artigos)

DEFINIÇÕES:

Use concerto quando tiver significado de audição musical, harmonia de instrumentos ou vozes, composição musical extensa.

Use conserto quando tiver significado de reparo, restauração, reforma, remediar, corrigir, colocar algo em bom estado.

Veja outros exemplos:

a) Vou consertar o erro que fiz. (corrigir)
b) Vou consertar essa situação que causei. (remediar)
c) Consertam-se roupas. (restaurar)
d) Vamos ao concerto da Filarmônica de Minas Gerais? (audição musical)
e) A Orquestra Filarmônica de Berlim tem concertos muito famosos. (composição musical)

Pergunto, então: de que palavra "concertação" é derivada ? Em que dicionário a encontramos ?

Aí, na reunião do Conselhão, que possui 90 componentes, 23 participaram e 15 enviaram suplentes (38): era para debater a proposta da primeira CARTA DE CONCERTAÇÃO. Dunga ( ex-jogador e treinador de futebol), Daiane dos Santos (ginasta), Werner Schünemann (ator)
e Giba Assis Brasil (cineasta), os famosos, não compareceram.

Segundo foi divulgado, um participante teria dito: - Esse troço é uma perda de tempo que eu nunca vi igual.
Ainda: o prazo para que os conselheiros enviassem propostas para a tal Carta de Concertação encerrava-se no dia 15.04 e até o dia 14
o governo tinha recebido 25 contribuições. São 90 os componentes.

SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS



Luciano e Prefeitura atuam juntos para garantir mais linhas aéreas em Passo Fundo

O deputado Luciano Azevedo (PPS) fez nesta semana, em parceria com a Prefeitura de Passo Fundo, nova investida para levar ao município mais opções de ligação aérea com o centro do país. Ele esteve reunido, no Rio de Janeiro, com a direção da Webjet Linhas Aéreas Econômicas para demonstrar o interesse da cidade em contar com novos voos. Luciano expôs em detalhes o potencial de Passo Fundo e entregou material com informações sobre a cidade ao vice-presidente Comercial da empresa, Sad iq Gillani, e ao diretor de Aeroportos, André Lima. Ele também encaminhou carta do prefeito Airton Dipp (PDT) solicitando que a empresa avalie a possibilidade de operar em Passo Fundo. O deputado destacou que tanto a Prefeitura quanto a Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística estão à disposição para fornecer mais informações, caso a empresa julgue necessário.

De São Borja


Telmo Motta Jr. que vem a ser o responsável atual, nomeado pelo governador Tarso, do Parque de Esteio,e que se especula seja candidato pelo PT a prefeito de São Borja-embora hoje esteja no PDT - é irmão do NEGO MOTTA, um dos apresentadores do show do Festival da Barranca.

Eles não são de São Borja, mas se aquerenciaram por aqui....


PATROLADO PELA MEMÉIA....

Ninguém comenta no PP(Partido Progressista) mas muitos falam baixinho: as pretensões do deputado federal Luiz Carlos Heinze(PP) de ser candidato a governador, um dia, já foram patroladas pela atual senadora Ana Amélia Lemos, a MEMÉIA...dos amigos.

Ana Amélia era assim na sucursal da RBS em Brasília: quem se colocava na sua frente, virava picadinho...Que o digam alguns colegas que estão aí na ativa. E até mesmo uma nova direção da Zero Hora, no começo dos anos 90, que tentou defenestrá-la teve suas pretensões derrubadas: simplesmente a então diretora colocou a REPUBLICA em sua casa, numa recepção que deu....


CONCERTAÇÃO


EM ANGOLA, LÁ NA ÁFRICA, TAMBÉM TEM CONCERTAÇÃO. VEJA NO TEXTO A SEGUIR COMO É TODO O NOME DA COISA LÁ.

14-04-2011

Angola Press

Ingombota realiza conselho de concertação social

Luanda - O desempenho das autoridades administrativas do município da Ingombota, nas diversas esferas, durante o primeiro trimestre deste ano, será analisado nesta sexta-feira, durante a segunda reunião dos membros da administração local.
De acordo com um documento chegado hoje, quinta-feira, à Angop, a reunião terá duração de um dia e nela as administrações municipais, repartições e secções vão apresentar os relatórios das actividades desenvolvidas de Janeiro a Março de 2011.
O combate à venda ambulante em pequenos mercados informais localizados em diversos pontos dos municípios, segurança dos moradores, principalmente residentes em prédios, construções anárquicas estará igualmente em análise na reunião.
Sob orientação da administradora municipal, Suzana de Melo, o encontro vai também abordar a questão da responsabilização dos funcionários da administração, no âmbito das suas tarefas como servidores públicos, onde o munícipe deve ser atendido dentro dos prazos estabelecidos por lei.
Vão participar igualmente no encontro o administrador adjunto, administradores comunais, chefes de repartição e de secção.
O Conselho de Auscultação e Concertação Social tem como objectivo, ponderar as medidas de política económica e social a tomar pela administração municipal, promover o diálogo e a concertação entre a administração local e parceiros sociais.

Com uma população estimada em aproximadamente 600 mil habitantes, este município ocupa uma área de 13 mil metros quadrados e é composto pelas comunas da Ingombota (sede), Patrice Lumumba, Ilha do Cabo, Kinanga e Maculusso.
A PIADA É MUNDIAL.....
SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS


Líder do PSDB promove reunião sobre o Programa Casas da Solidariedade



O deputado Jorge Pozzobom, líder da bancada do PSDB, promoveu uma reunião, na tarde desta quarta-feira (13), com o líder da bancada do PMDB, Giovani Feltes, e a líder do governo, Miriam Marroni, para discutir o Programa Casas da Solidariedade. O projeto visa disponibilizar meios de hospedagem para usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) e seus acompanhantes, que necessitam de tratamento médico hospital ou realização de exames fora do município de origem.

Para Pozzobom, é preciso esclarecer e discutir a forma de execução do programa. “Esse é um projeto extremamente importante para o Rio Grande do Sul. Por isso, é necessário debatermos, no Parlamento, a inclusão de algumas emendas. Queremos evitar que agentes políticos se beneficiem com dinheiro público” destacou o parlamentar, que defende a execução do programa por meio de convênio com os municípios.

Na próxima semana, os deputados se reunirão com representantes da Secretaria de Saúde do Estado para obter dados, como o número de pessoas habilitadas para o programa. Segundo Pozzobom, as informações são necessárias para se fazer uma previsão orçamentária do projeto.


Pozzobom participa do lançamento do Mapa Estratégico em Santa Maria
Na noite da quinta-feira (14), o deputado Jorge Pozzobom participou do lançamento do Mapa Estratégico do Movimento “A Santa Maria que Queremos”. O Mapa é resultado de uma série de entrevistas e pesquisa, realizada pela Prefeitura de Santa Maria, com o objetivo de planejar a cidade com vistas ao ano de 2020.
No seminário “Visão do Futuro” foram conhecidas as prioridades apontadas pelo povo santa-mariense. O parlamentar considera o trabalho fundamental para o futuro do município. “Acompanhei desde o início o projeto "A Santa Maria que Queremos". É muito importante conhecer as prioridades na ótica do povo para, a partir daí, poder planejar a Santa Maria do futuro”.


Conselheiros tutelares recebem apoio de Pozzobom
Os representantes da Associação dos Conselheiros Tutelares do Rio Grande do Sul, Rodrigo Farias dos Reis (vice-presidente) e Eduardo Formagio (tesoureiro), reuniram-se na manhã dedesta quinta-feira (14) com o líder da bancada do PSDB, deputado Jorge Pozzobom, para pedir apoio ao Projeto 220/2010, que trata das condições de trabalho dos Conselheiros Tutelares no Estado.
O parlamentar, que é relator do projeto na Comissão de Constituição e Justiça, já emitiu parecer favorável com emendas. “Confesso ter ficado um pouco triste quando alguém, anonimamente, criou uma versão de que meu parecer seria contrário aos interesses dos conselheiros tutelares. Pozzobom tem a convicção de que melhorar as condições de trabalho e infraestrutura dos conselheiros tutelares significa efetivamente melhorar o sistema de atendimento às crianças e adolescentes que se encontram em situação de vulnerabilidade social. "Assumi o compromisso antes da eleição e com muito orgulho estarei agora honrando a palavra empenhada”, finalizou.


Pozzobom discute implementação de escola técnica com vereador de Carazinho
O líder da Bancada do PSDB, deputado Jorge Pozzobom, recebeu, nesta quarta-feira (13), o vereador de Carazinho Gilnei Jarré. No encontro foram discutidas medidas para a implementação de uma escola técnica de metal mecânica no município. “É uma necessidade de Carazinho. Temos mais de 80 empresas de metal mecânica na região, mas não possuímos uma escola técnica na área. Precisamos qualificar a nossa mão-de-obra” destacou o vereador.

O deputado, que apoiou a iniciativa, irá verificar a possibilidade da criação do curso junto ao órgão responsável - a Secretaria de Educação do Rio Grande do Sul. “Estou ao lado da população de Carazinho e de toda a região nessa luta” afirmou Pozzobom.

Líder da bancada do PSDB representa o Parlamento Gaúcho na reunião-almoço da Associação do Aço do RS
A convite do presidente da Associação do Aço do Rio Grande do Sul, José Antônio Martins, o deputado Jorge Pozzobom representou oficialmente a Assembleia Legislativa em reunião-almoço, nesta terça-feira (12), no salão de convenções da FIERGS. Durante o evento, o vice-presidente da Usiminas, Sérgio Leite de Andrade, falou sobre “Perspectivas da Siderurgia Brasileira – a Ação da Usiminas”.
Na palestra, Andrade disse que a Usiminas está investindo fortemente para abastecer o mercado do aço e, por ter há mais de uma década relações comerciais com o Rio Grande do Sul, pediu ao Governo do Estado investimentos na área de infraestrutura, pois o aço é transportado 100% nas rodovias. Pozzobom disse ao vice-presidente da Usiminas que incluiu nos grandes debates do Parlamento o tema “infraestrutura e logística” e colocou-se à disposição para discutir o assunto com o órgão competente.


Deputado Jorge Pozzobom inclui três grandes temas para o Rio Grande do Sul nos debates do Parlamento
O lançamento do programa Destinos e Ações para o Rio Grande, que busca valorizar o papel da Assembleia Legislativa no debate político do Estado e nos assuntos importantes para os gaúchos, contou, nesta segunda-feira (11), com a participação do deputado Jorge Pozzobom (PSDB). O parlamentar é responsável pela inclusão de três temas estratégicos nas discussões do Parlamento gaúcho: novo Código Florestal, Reforma Política e Infraestrutura e Logística.

Para o parlamentar, o novo Código Florestal trará avanço social e econômico para Estado do Rio Grande do Sul, desde que sejam considerados os pequenos produtores, pois no Rio Grande do Sul 65,3% que têm até 20 hectares possuem, em média, apenas 5,85% de RL (Reserva Legal) e APPs (Área de Preservação Permanente). “Deve haver equilíbrio com vistas ao desenvolvimento econômico, social e ambiental” afirma Pozzobom. Na última terça-feira (05), o deputado participou, em Brasília, do manifesto em defesa das mudanças na legislação ambiental. “É uma luta do Brasil com grande reflexo na economia do povo gaúcho” defende.

A Reforma Política, que na visão de Pozzobom trata-se de uma reforma eleitoral, não pode ser discutida apenas pela comissão do Senado e Câmara Federal. “A Assembleia Legislativa gaúcha tem papel fundamental e preponderante no tema. Já em maio deste ano teremos, aqui no parlamento gaúcho, um debate conjunto com a Câmara Federal. E queremos trazer, ainda, a comissão do Senado para qualificar e aprofundar ainda mais o debate” destaca Pozzobom, após conversa com os senadores Ana Amélia Lemos e Aécio Neves.

A infraestrutura, tema diretamente ligado ao desenvolvimento do Estado gaúcho, é outro tema defendido pelo Deputado Jorge Pozzobom . O líder da bancada do PSDB propôs, em fevereiro deste ano, a criação da Comissão Permanente de Infraestrutura e Logística, para discutir obras necessárias a curto, médio e longo prazo, como a nova ponte do Guaíba e os empreendimentos para a Copa do Mundo de 2014. “Estou muito feliz, pois nos primeiros dias de meu mandato, na tribuna do parlamento, fiz a proposição ao presidente da Assembleia Legislativa para que incluísse esses três temas. Como foram contemplados, tenho a satisfação de estar contribuindo para um Rio Grande do Sul melhor. Esse é o resultado do compromisso que assumimos: oposição com proposição” concluiu o deputado.


Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul
Praça Mal. Deodoro, 702 - 7º andar - Porto Alegre - CEP: 99010-300 - Fone (51) 3210-2330

Dia do Livro Infantil será comemorado com brincadeiras para crianças hospitalizadas

A Biblioteca Municipal Getúlio Vargas e um grupo de alunos do CESB comemoram o dia nacional do livro infantil (18/04) com o Projeto Passeios de Emília. Em sua quarta edição, este ano eles realizarão visita, caracterizados como personagens do Sitio do Pica-pau Amarelo ao Hospital Infantil Ivan Goulart. Entre as atividades previstas está a hora do conto, brincadeiras e diversão com as crianças hospitalizadas no local.

O dia 18 de abril foi instituído como o dia nacional da literatura infantil em homenagem à Monteiro Lobato. Mesmo após mais de 60 anos de sua morte, José Bento Renato Monteiro Lobato, foi um dos maiores e mais influentes autores da literatura infanto-juvenil brasileira. Entre suas publicações mais famosas destaca-se Reinações de Narizinho (1931), Caçadas de Pedrinho (1933) e O Picapau Amarelo (1939). Como viveu parte de sua vida em fazendas, seus grandes sucessos fizeram referências à vida no campo, criando assim o Jeca Tatu, personagem de um caipira muito preguiçoso.


Errata:

O ex-deputado Naio Lopes de Almeida não está sepultado no jazigo da família Goulart como noticiei.

Perguntar não ofende...

O delegado que escreve neste espaço poderia nos ajudar a entender uma coisa: porque a polícia divulga estes vídeos do louco que matou as crianças no Realengo. Isto não é dar carne aos leões, ou seja, a mídia ADORA ESTE TIPO DE COISA PORQUE VENDE, mas cá na minha modeste visão, ISTO INCENTIVA OUTROS LOUCOS....

E DEPOIS A MÍDIA VEM DAR UMA BONZINHA, DE DONA DA ETICA E DA MORAL...

A MIDIA QUER É VENDER...ACHO QUE A POLICIA NÃO DEVERIA CAIR NESTA!!!

MAS QUEM SOU EU!!!

COLEGUINHAS

VALDIR DOS SANTOS MANDA DIZER AQUI PRA GENTE QUE JÁ ESTÁ SE RESTABELECENDO DO DEDINHO QUE FRATUROU NO PÉ. OLHA SÓ A IMPORTÃNCIA DE UM DEDINHO. SEM ELE, NÃO SE CAMINHA....

JORNAIS DE BRASÍLIA
ESTÃO A PERIGO

Sergio Ross

Brasília hoje tem dois jornais diários. Um é o Correio Braziliense, que pertence aos Diários Associados e um segundo que é o Jornal de Brasília,um
tablóide, não muito confiável e que pertence a um grupo de empresários de Goias. Hoje o CB, tem uma tiragem de mais de 50 mil exemplares. 51% são mulheres que o lêem e 49%,é lido por homens.
O outro jornal o Jornal de Brasília ,tem uma tiragem de 10 mil jornais. 45% lido por mulheres e 49%,lido por homens.
Pois bem,estes dois jornais, poderão até deixar de circular se não forem tomadas providências urgente por seus donos.
Acontece, esses diários são mantidos pela publicidade que é distribuída pelo governo do Distrito Federal,já que a publicidade comercial,pouco existe em Brasília. Com a posse do novo governador do DF,Agnelo
Queiros eleito pelo PT, essa publicidade ficou muito rala. Para se tenham idéia,durante anos e anos, ou seja
desde a fundação da nova capital, esses jornais foram abastecidos única e exclusivamente por verba do governo do DF. Agora o novo governador Agnelo Queiroz, decidiu cortar essa colher de chá que o jornais de Brasília absorviam mensalmente. O negócio começou a complicar para os dois jornais, tanto assim que o Correio Braziliense, já demitiu nos últimos dias,
mais de 200 funcionário e o Jornal de Brasília,demitiu
mais de cem jornalistas.
O bicho está pegando por aqui. Já os nacionais,como O Globo,o Estado de São Paulo,Folha e Zero Hora e outros, vivem de publicidades comerciais de
seus estados.


Desarmamento



Colocar a questão complexa do desarmamento como culpa da Maria do Rosário se torna rasteiro, pois sabemos todos nós que não nascemos ontem, que as armas fabricadas não vão parar todas nas mãos do “cidadão de bem” ou dos traficantes diretamente. Boa parte delas vão para as forças armadas (exército, etc) e depois de lá, “misteriosamente” e não importa o governo, elas vão parar nos traficantes.
Os caçadores podem andar armado, mesmo a caça sendo proibida aqui no RS as lojas de “caça e pesca” exibem armas de fogo. Ninguém questiona. As doações das empresas de fumo e de armas para campanhas são comuns e elas ainda ganham selo de responsabilidade social. Mas TODO governo apóia isso, todo governo vai considerar o lobby das empresas de fumo, que recentemente se sentiram feridas por determinações da ANVISA.

Uma mudança de mentalidade deve passar por todos os governos e pelas pessoas, que a meu ver tem muita gente mau caráter e muita paixão, mas pouca efetividade.
Tenho notado que quase todo projeto no Brasil dá errado por causa da corrupção e do mau caratismo do Brasileiro (a mania de levar vantagem que no fim das contas é contra si mesmo), então não acredito que essa questão seja razão para criticar o trabalho da Maria do Rosário em particular, pois eu acompanhei o trabalho dela aqui. Veremos então como será lá.
Há coisas no BR que nunca irão mudar, pois em vez de as pessoas se focarem no todo da questão, ficam procurando coisas no partido A ou no partido oposto e não percebe que certas coisas vem sendo endossadas desde a ditadura com a aprovação de todos os governos.

Ellen Augusta


TUCANO SEM PLUMAS, PENAS E BICOS


Por Carlos Chagas


Dessa vez o sociólogo quebrou a cara. Não encontrou um tucano, sequer, que concordasse com sua proposta elitista para o PSDB, de dedicar-se à classe média, esquecendo o povão. Muito menos os aliados do DEM e do PPS admitiram a distorção. Alguns com jeito, como Aécio Neves, opinaram que Fernando Henrique foi mal interpretado. Outros, como José Serra, exigiram mais clareza e coerência por parte do companheiro. ACM Neto quer as oposições na rua, dialogando com as camadas menos favorecidas, e José Agripino Maia simplesmente discordou e desautorizou o ex-presidente. Roberto Freire foi adiante e afirmou que não contem com os ex-comunistas para excluir as massas.

FHC insistiu no equívoco, durante palestra realizada no interior do Paraná. Rendeu-se ao PT, na medida em que os companheiros dominam a área sindical e dispõem do apoio da população carente. Insistiu em que o PSDB deve voltar-se para camadas pouco representadas no universo político, como a classe média.

A conclusão surge óbvia: durante os oito anos de seu reinado, o governo esqueceu o andar de baixo, perdendo um tempo precioso que o Lula recuperou em seus dois mandatos. Não será repetindo os erros do passado que os tucanos chegarão ao poder. Nem em 2014 nem depois, se ainda tiverem asas para voar. Felizmente para eles, só um parece sem plumas, penas e bicos.

PROPOSTA DESNECESSÁRIA

Um animal, a tiros de revólver, assassinou doze crianças numa escola, no Rio. Por conta disso, deve-se proibir a posse de armas de fogo? Fosse assim e os automóveis deveriam ser banidos da civilização. Ou ainda há pouco um tarado não investiu e atropelou dezenas de ciclistas, em Porto Alegre?

Sugere o senador José Sarney, através de projeto de lei, a realização de um novo plebiscito para saber se o cidadão comum apóia a proibição. Essa manifestação já aconteceu, anos atrás, e a resposta da sociedade foi clara, pelo direito de dispor de revólveres ou espingardas, em casa. Até porque, sabia-se de antemão, os bandidos ignoraram o primeiro plebiscito e continuaram utilizando suas armas.

Nos tempos de Vitorino Freire e mesmo depois, quando da dissidência da Frente Liberal, Sarney botou o revólver na cintura e saiu de casa disposto a matar ou morrer, como está registrado em sua biografia autorizada. Aceitaria ser humilhado, se um plebiscito tivesse estabelecido a proibição, décadas atrás?

PRIMEIRO-MINISTRO AD-HOC

Nesta semana de permanência da presidente Dilma Rousseff na China, o vice Michel Temer programou algumas atividades, inclusive homenageando, no Rio, o sargento que enfrentou o assassino das doze crianças na escola do Realengo. Visitou uma feira de armas, reuniu-se com dirigentes do PMDB, mas não ocupou o gabinete presidencial, no terceiro andar do palácio do Planalto. Também não determinou qualquer diretriz aos ministros. Apenas cumpriu o protocolo.

Por conta disso a administração parou? Nem por sombra. O governo continuou funcionando pelas mãos do chefe da Casa Civil, Antônio Palocci. Faltasse alguma evidência dele ser o primeiro-ministro de fato e a viagem de Dilma ao exterior comprovaria o óbvio.

COMO RECUPERAR DÉCADAS DE ATRASO

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, não arrefece em sua determinação de ver as forças armadas melhor aparelhadas e em condições de cumprir suas missões. Sabe muito bem que as deficiências de equipamento devem-se à falta de recursos e aos contingenciamentos orçamentários, como não ignora que tudo depende da presidente Dilma e da equipe econômica. Luta o quanto pode e não pode, como no caso do adiamento da compra dos aviões de caça. Esta semana referiu-se às décadas de atraso na aquisição de material bélico e de apoio para Exército, Marinha e Aeronáutica, mas como ficaria constrangedor criticar o próprio governo a que pertence, optou pela fórmula clássica de todas as reclamações, batendo no Congresso. Disse que só uma nova legislação garantirá orçamentos estáveis, capazes de assegurar a renovação do equipamento militar. O problema é que o orçamento votado pelo Congresso, por mais pródigo que seja, estará sempre à mercê da tesoura do Executivo. Infelizmente, é assim mesmo: em casa onde não há pão, todos brigam e ninguém tem razão...


MOVIMENTO DE JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS/Brasil INFORMA:

ENTREVISTA DIGITAL
• Internacional

Jueves, 14/4/2011
Brasil ya actúa como potencia regional
Lula abandona su política de no injerencia en América Latina y trabaja activamente por la victoria de Ollanta Humala en las presidenciales de Perú
FERNANDO GUALDONI (ENVIADO ESPECIAL) - Lima - 13/04/2011


Brasil se ha estrenado en Perú como auténtica potencia regional al influir sin tapujos en la victoria del candidato nacionalista Ollanta Humala en la primera vuelta de las presidenciales. Dos asesores, ambos miembros del gobernante Partido de los Trabajadores (PT), trabajan desde enero en Lima para moderar el discurso radical de Humala, con el fin de ampliar la base electoral del candidato. Hasta ahora Brasil había sido árbitro en varios conflictos regionales, como los que hubo entre Venezuela y Colombia, la crisis interna boliviana y el golpe de Estado hondureño, pero nunca se había implicado tan directamente en una carrera presidencial extranjera.
• Humala busca calmar a los inversionistas y promete no cambiar el modelo económico
• La desigualdad social se dispara pese al éxito de la economía peruana
• Humala busca calmar a los inversionistas y promete no cambiar el modelo económico
• Kuczynski admite la derrota ante Fujimori para disputar la segunda vuelta de las presidenciales en Perú
• Perú mira hacia el Atlántico

Brasil
A FONDO
Capital:
Brasilia.
Gobierno:
República Federal.
Población:
191,908,598 (2008)
La noticia en otros webs


Brasilia nunca se había implicado tan directamente en una carrera presidencial
Dos miembros del gobernante Partido de los Trabajadores asesoran a Humala
Los asesores brasileños Luis Favre y Valdemir Garreta imitaron la llamada estrategia de "paz y amor" ideada por el experto João Santana para los comicios de octubre de 2002 en los que Lula logró la presidencia tras tres intentos fallidos. La táctica fue simple: evitar las confrontaciones y las propuestas radicales para quebrar la resistencia a la imagen de líder sindical de Lula. Con Humala el trabajo ha sido más duro porque es un exmilitar golpista y se le considera un discípulo del chavismo.
"Yo pensaba que Ollanta tenía que comenzar la campaña fortaleciendo su base de apoyo con promesas radicales. Pero los estrategas brasileños dijeron que había que hacer lo contrario, que era necesario reducir la resistencia al proyecto nacionalista. Y tuvieron razón", explica Sinesio López, un colaborador muy cercano a Humala. "Ollanta está lejos de Hugo Chávez. Admira a países como Brasil y Uruguay. Él sería un presidente de perfil similar al de José Mujica en Uruguay o de Lula en Brasil", subraya.
El sociólogo cuenta que los asesores también le sugirieron a Humala que incluyera en su lista para el Congreso a políticos de izquierda moderada. Fue el caso de Javier Diez Canseco, uno de los principales opositores al Gobierno de Fujimori. El político es asiduo del Foro de São Paulo, el encuentro anual de partidos de izquierda fundado por el PT en 1990. El foro incluye a todo el arco de grupos, desde los más radicales a los más moderados, que gobiernan en una decena de países de la región o son la principal oposición en otros cinco.
Tras el triunfo del domingo y con vistas a una segunda vuelta muy dura ante Keiko Fujimori, el entorno de Humala ha filtrado que no descartan ofrecer a Beatriz Merino la jefatura de Gabinete del hipotético futuro Gobierno. Ella ya ocupó ese puesto durante el mandato de Toledo y acaba de cerrar su etapa como Defensora del Pueblo. Tiene el mismo perfil que uno de los ministros estrella de la era Lula, el extitular de Economía y actual jefe de Gabinete de la presidenta Dilma Rousseff, Antonio Palocci, nada sospechoso de militar en el extremismo de izquierda. Merino es además del círculo de amigos del Nobel de Literatura Mario Vargas Llosa.
A finales de marzo la periodista Jacqueline Fowks, de IDL-Reporteros, advirtió que la Carta Compromiso con el Pueblo Peruano, presentada por Humala para tranquilizar a los empresarios y las clases conservadoras sobre su plan de gobierno, era idéntica a la Carta ao Povo Brasileiro utilizada con el mismo fin por Lula en junio de 2002. "Humala ha estado varias veces en Brasil para reunirse con Lula. La última vez fue en febrero, con motivo del 31º aniversario del PT, al que fue invitado por expresa orden de la cúpula del partido", explica Fowks.
"Hay muchas empresas brasileñas de construcción que ya han hecho grandes negocios con el Gobierno de Alan García a las que les interesa mantener esos privilegios. Brasil y Perú firmaron un acuerdo de cooperación energética del que los peruanos nos enteramos por los medios brasileños. El pacto prevé la construcción de varias centrales hidroeléctricas para proveer de energía a Brasil, entre ellas la de Inambari, la más próxima a la frontera", añade la periodista. Brasilia además ha invertido mucho en el trazado de dos carreteras interoceánicas (una terminada y la otra en construcción) para tener acceso a los puertos del Pacífico peruano y de ahí saltar al mercado asiático.

Vila Topázio recebe o Câmara na Comunidade nesta sexta

A regularização fundiária da Vila Topázio será uma das questões observadas pelo Câmara na Comunidade nesta sexta-feira (15/4). Vila de ocupação irregular que existe desde a década de 1960, a Topázio, localizada em área de risco no bairro Vila Nova, tem uma população de aproximadamente 1.100 pessoas convivendo com problemas como esgoto a céu aberto, fornecimento precário de energia elétrica e falta de limpeza em áreas pública. A visita de vereadores e órgãos do Executivo terá início às 9h30min, com ponto de encontro na esquina das ruas Amapá e Serafim Moraes Martins.

Serão convidados para o Câmara na Comunidade desta semana, além de vereadores, representações da CEEE, dos departamentos municipais de Águas e Esgotos (Dmae) e Esgotos Pluviais (Dep), e das secretarias municipais de Meio Ambiente (Smam), Educação (Smed) e Obras e Viação (Smov). O Câmara na Comunidade é um projeto da atual presidência da Câmara Municipal de Porto Alegre promovido sempre nas sextas-feiras. O objetivo é ouvir as comunidades, conhecer seus problemas de infraestrutura e encaminhar, junto ao Executivo, possíveis soluções.

Helio Panzenhagen (reg. prof. 7154)


Encontro

O vereador Adeli Sell, do PT, teve uma conversa com a deputada federal Manoela D"avila, do PCdoB, que lidera a intenção de votos pra prefeitura da capital em 2012.


Festival da Barranca


Duas ausências notadas...

Rui Biriva e Bagre Fagundes. os dois estão no estaleiro.


Bagre andou colocando um stensil no coração, mas dias atrás voltou a se sentir mal.


Festival da Barranca(1)

Ernesto Fagundes contou que quando eram pequenos, ele e o Neto,irmãos, iam a Barranca. E lá o Aparício Silva Rillo dizia pro pai deles, o Bagre:

- ESTES ALEVINOS( apelido deles) CANTAM COMO DOENTES E COMEM COMO SÃOS....


PRESIDENTE CRISTINA KIRCHNER DESMAIA DURANTE AUDIÊNCIA NA CASA ROSADA

Por Enriqueta Sollares

De Buenos Aires


Pela segunda vez este ano, a presidente Cristina Kirchner teve de ser assistida por seus médicos. Assim como em janeiro, foram suspensos todos os compromissos da agenda presidencial. O porta-voz presidencial Alfredo Scoccimarro, foi quem anunciou a notícia através de um comunicado pela televisão canal 32.

Nota.
“A Unidade Médica Presidencial comunica que às 14h30min hoje, 12 de Abril de 2011, a senhora presidente da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, sofreu um quadro de pressão arterial alta quando participava de uma reunião na Casa Rosada com membros de uma delegação do Senegal. Segundo o porta-voz, a presidente terá de ficar em repouso absoluto por 24 horas. Com 58 anos de idade, Cristina Kirchner foi descansar na residencial Oficial de Olivos”.

Por determinação médica a presidente esta proibida de fazer exercícios físicos diário de ginástica e aeróbica na esteira por causa de sua pressão arterial. Por enquanto, não está claro se Cristina viajará amanhã para o México,
Fontes próximas a presidente disseram que ela sofreu um quadro semelhante ocorrido há cerca de um mês. Este quadro clínico de Cristina não é a segunda vez que acontece desde janeiro último. Por solicitação médica, no verão de 2009, os compromissos da presidente Cristina Kirchner, tiveram de ser adiados por uma semana. Cristina estava com viagem marcada para Cuba e Venezuela, para viajar para Cuba e Venezuela, quando sofreu um desmaio na Casa Rosada. Naquela época, o médico presidencial pediu que Cristina ficasse em repouso por 48 horas. Hoje, mais uma vez a presidente sentiu uma forte crise na pressão (hipertensão arterial) que resultou na suspensão da reunião agendada para 18h30min de hoje com o governador reeleito de Salta, Juan Manuel.

O QUE É A PRESSÃO ARTERIAL

Pressão arterial baixa, ou hipotensão arterial, ocorre quando a pressão arterial durante e após cada batimento do coração é muito menor do que o habitual, o que significa que o coração, cérebro e outras partes do corpo não recebem o fluxo sanguíneo necessário. A pressão sanguínea que está no limite de baixa para uma pessoa pode ser normal para outra. O fator mais importante é como alterações da pressão arterial a partir da condição normal. Tenha em mente que, dependendo da estrutura do corpo da pessoa, que é para a pressão arterial baixa, por outro pode ser normal. Um recém-nascido tem uma pressão diferente da de um adolescente, uma mulher em idade fértil ou idosos com várias doenças. O que é importante, portanto, é observar a diferença de que poderia ser apresentado em relação ao valor normal de cada pessoa Na maioria a pressão arterial normal esta na faixa de 90/60 milímetros de mercúrio (mm Hg) a 130/80 mm Hg mas uma queda significativa, mesmo de apenas 20 mm Hg, pode causar problemas para alguns pessoas. Existem três tipos principais de hipotensão arterial, hipotensão ortostática, neuromediada e grave, causada por uma perda repentina de sangue (? choque?). A primeira é causada por uma súbita mudança de posição do corpo, geralmente quando passar de deitado para em pé e, normalmente, dura apenas alguns segundos ou minutos. Se este tipo de ocorrer hipotensão após a ingestão, é chamado de hipotensão ortostática pós-prandial mais comumente afeta os idosos, pessoas com pressão arterial elevada e as pessoas com NMH Parkinson. Acomete mais freqüentemente em adulto jovem e crianças Ela ocorre quando uma pessoa se encontra parado por um longo tempo. As crianças costumam superar este tipo de hipotensão pressão arterial baixa. É geralmente causado por medicamentos como calmantes, antidepressivos, diuréticos, medicamentos para o coração e pressão arterial elevada, drogas usadas para a cirurgia e analgésicos. Além disso, calor. O consumo de álcool em excesso pode resultar em baixa pressão. Por outro lado, a queda ou a alta da pressão pode ser causada por diabetes, alergias, arritmia, desidratação, desmaios, ataques cardíacos, insuficiência cardíaca, shok (causada por uma infecção grave, acidente vascular cerebral, choque anafilático) , entre outros


De São Borja


Candidaturas prováveis no ano que vem


1) Comenta-se que o provável candidato a prefeito pelo Partido dos Trabalhadores seria o Telmo Motta Junior que é até agora do PDT. Há quem duvide que ele saia do PDT. Sua esposa sempre foi do PT. Telmo Motta Junior já ocupou a presidência do PDT em São Borja.

No momento, ele é Administrador Geral do Parque Assis Brasil e presidente da Exposição Internacional de Esteio.

Em São Borja, sempre se soube que ele tem o " sonho" de ser prefeito da " Terra dos Presidentes".

Na oportunidade em que tentou ser candidato a prefeito pelo PDT, foi derrobado na convenção pelo Dr. Hugo Rubin Pereira e que depois na eleição ficou em terceiro lugar de votos em São Borja o que foi considerado por muitos militantes e simpatizantes do partido de Leonel Brizola como " um fiasco"!


2) João Manoel Bicca pode deixar o PSDB e ingressar no PMDB. Daí a ser candidato do partido a prefeito, tem um longo caminho. Primeiro preciso conversar com o Ibsen( no caso o presidente do PMDB-RS, Ibsen Pinheiro) me disse ele na noite em que os Angueras se apresentavam no auditório da reitoria da UFRGS.

Programa de findi


1) sindibancários tem um filme brasileiro que eu aconselho: O LIQUIDIFICAR!


2) show domingo no santander cultural,sempre atrações boa....


3) já com friozinho o pessoal procura feijoada nos botecos e nos hotéis. Então vamos lá "engordar" um pouco.


4) pros católicos é domingo de ir à Igreja assistir a benção de oliveiras....e a procissão do domingo de Ramos.


JUSTINO MARTINS X FLÁVIO ALCARAZ

CONTA O STRECK EM SUA COLUNA DE O SUL QUE JUSTINO MARTINS E FLÁVIO ALCARAZ FORAM COMPANHEIROS DE QUARTO EM PARIS,QUANDO LÁ OS DOIS MORARAM...

LÁ JUSTINO ERA CORRESPONDENTE DA REVISTA DO GLOBO( DEPOIS FOI DA REVISTA MANCHETE)

O PROBLEMA ERA QUE NENHUM DOS DOIS LAVAVA PRATOS. AS PILHAS SE ACUMULAVAM NA PIA DA COZINHA...NUNCA SE ACERTAVAM EM QUE TINHA QUE LAVAR A PILHA DE LOUCA....


CONHEÇO OUTRA HISTÓRIA DE COLEGUINHAS DESTE TIPO...

JEFFERSON BARROS( FALECIDO) - AH, VÃO DIZER QUE ESTOU FALANDO MAL DE MORTO, MAS A HISTORINHA VALE - E A SUA COMPANHEIRA DA ÉPOCA, ROSINHA FISCHER FORAM MORAR EMIJUI PORQUE O JEFFERSON FOI FAZER UMA REVISTA,OU JORNAL PROS FREIS DE LÁ...NA FIDENE...

E A ROSINHA TAMBÉMERA EXCELENTE REPÓRTER( HOJÉ É PESQUISADORA DA ufrgs);...

mAS O jEFFERSON,COMO BOM INTELECTUAL NÃOERA DADO AS LIDES DOMÉSTICAS. E NA HORA DE LAVAR A LOUÇA( NAQUELES ANOS 70 HAVIA UM MODISMO DE QUE TODO MUNDO TINHA QUEFAZER TUDO, REPARTIR ALÉM DO PÃO, AS TAREFAS DOMÉSTICAS, ESTAVA ACABANDO O IMPÉRIO MASCULINO DENTRO DE CASA DE SER SERVIDO, OS HOMENS TINHAM QUE LAVAR LOUÇA, ROUPA E AFINS, MAS ENFIM O JEFFERSON, QUE ERA DAS ANTIGAS SE RECUSAVA A LAVAR LOUÇA.

E DESDENHAVA DA COMPANHEIRA,FERINAMENT:
- AQUI EU PENSO

SÓ QUE UM DIA VOARAM VÁRIOS PRATOS NA SUA DIREÇÃO...

ELE FOI LAVAR LOUÇA TAMBÉM E DEIXAR DE PENSAR UM POUCO...

Coleguinhas


Tude Munhoz, o primeiro antenado do nativismo no jornalismo..

Sei que o Tude Munhoz anda vivendo em Viamão, mas parece que não exerce mais a fotografia...estaria residindo num sítio...

Na quarta, vendo o Borghetinho no show dos Angueras me lembrei do Tude no começo dos anos 80 falando do músico que na época ninguém sabia quem era...sabia-se do Borghetão,seu pai, e olhe lá...

E me lembrei ainda do colega Tude porque ele vivia cantando O ESQUILADOR,do Telmo de LIma Freitas, que recém tinha ganho oFESTIVAL DA CALIFORNIA....

Pois vendo o Telmo,sentado num banquinho, cantando no festival dos 40 anos da Barranca, fiquei torcendo pra que cantasse o esquilador, mas isto não ocorreu.

ERa tudo de bom,ver ao vivo e a cores o autor do Esquilador cantando aquele que é seu maior sucesso. José Tude Munhoz é de dom pedrito, onde nasceu a 14.04.1953 filho de Luiz Carlos MUnhoz.


Foi casado com Dulce Elaine(19.01.1961) E TEM O FILHO Luiz Carlos ( 25.04.1981).

Tem uma historinha do Tude.

Ele fez umas fotos de um acidente grave com um onibus da OUro e Prata. Chegou ali na hora....

DEpois colocou as fotos numa exposição pra disputar um prêmio. O velho Willy Fleck viu as fotos e mandou chamá-lo pra saber qual o valor do prêmio. Pagou pra que o Tude retirasse as fotos e foi o que ele fez...

 

Colaboração de leitor


http://www.reporterbrasil.org.br/clipping.php?id=1613

11/04/2011 Folha de S. Paulo

Clipping: Minha Casa, Minha Vida tem trabalho degradante

Operários encaram falta de salário e alojamentos precários no interior de SP

Reportagem flagrou alojamentos lotados, com trabalhadores em condições precárias de saneamento e higiene

Uma das principais vitrines do governo Dilma Rousseff, o programa Minha Casa, Minha Vida tem trabalhadores em condições degradantes em São Paulo. Desde o início do ano, fiscais do Ministério do Trabalho e procuradores do Ministério Público do Trabalho flagraram casos de pessoas do Norte e do Nordeste atraídos pela oferta de emprego nos canteiros de obras, mas que acabam vivendo precariamente e com situação trabalhista irregular.

A maioria dos casos partiu de denúncias do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil da região de Campinas (93 km da capital).

A Folha visitou alojamentos e obras de casas populares do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) onde trabalhadores vivem em locais superlotados, sem ventilação e com problemas de higiene e saneamento.

Nos locais, podem ser vistos colchões ou beliches construídos com madeira da própria obra ao lado de botijões de gás e rede elétrica.

Os operários são contratados por empreiteiros terceirizados de grandes construtoras e ganham abaixo do piso da categoria (de R$ 990 para pedreiro, por exemplo), apesar da promessa de que receberiam o dobro.

As construtoras delegam aos empreiteiros a tarefa de fornecer alimentação, moradia e registro em carteira.

"Eles chegam com a promessa de ganhar R$ 2.000, são registrados por R$ 900 e acabam tirando R$ 500 porque [o empreiteiro] desconta o valor da passagem", afirma Francisco da Silva, diretor do sindicato em Campinas.

O Ministério Público registrou casos de retenção da carteira. A meta do governo federal até 2014 é construir 2 milhões de imóveis para famílias de baixa renda.
Recém-chegado do Piauí, Manuel Edionaldo, 30, disse à reportagem estar há 21 dias com a carteira retida porque o empreiteiro desapareceu.

Mas, por enquanto, não quer nem ouvir falar em retornar ao Estado natal. "Lá está pior, não tem trabalho."

Edionaldo está no alojamento com 12 trabalhadores da Flávio Ferreira ME, que disseram estar há um mês sem salário. Como o empreiteiro sumiu, tentavam resolver com as construtoras. A Folha não o localizou.

No local, estão sendo erguidas 2.380 habitações, com R$ 120,8 milhões, para famílias que recebem até três salários mínimos mensais.

Em fevereiro, a Polícia Federal chegou a prender três pessoas da empreiteira JKRJ, prestadora de serviços da Odebrecht e da Goldfarb, responsáveis pelas obras na região, por suspeita de aliciamento e maus tratos.

"As construtoras deveriam fiscalizar pois podem ser responsabilizadas", diz a procuradora Eleonora Coca.

Predominam nordestinos, que relatam que foram procurados por intermediadores, que negociam com pequenas agências de turismo.

Em Americana (SP), empregados da Cardoso Xavier, subcontratada da MRV Engenharia, ficaram sem salários por 40 dias porque o dono da empreiteira sumiu.

No local, destinado a 670 moradias, procuradores flagraram aliciamento de 24 operários do MA e 22 de AL.

Segundo o sindicato, o fluxo de operários é intenso e os contratados por empreiteiras são 90% do pessoal.
Veja mais fotos dos trabalhadores em Campinas (SP)
folha.com.br/fg2616

SILVIO NAVARRO
ENVIADO ESPECIAL A CAMPINAS (SP)


Clipping: Escravas da moda

Escravas da moda: costureiras bolivianas são a parte mais frágil de uma rede que envolve tráfico de pessoas, cativeiros, chantagens e ameaças de morte

Submetidas a jornadas de trabalho de até 20 horas por dia em pequenas confecções, é essa mão de obra que alimenta grandes redes de varejo das quais somos clientes. Conversamos com duas mulheres que viveram esse drama para entender por que o custo da nossa roupa pode ser muito mais alto do que o preço gravado na etiqueta
Ambientes pequenos, quentes, sujos, cheios de pilhas inflamáveis de tecido. Crianças sobre as máquinas de costura. Uma imensa nuvem de pó. Trabalhadores costurando das seis da manhã até as duas da madrugada para receber como pagamento um prato de comida. Rottweillers no quintal para impedir tentativas de fuga. A cena que você acabou de visualizar não acontece em uma fábrica de roupas chinesa. É uma realidade comum nas oficinas de costura situadas na Zona Norte e no Centro da cidade de São Paulo, onde é produzida boa parte das roupas vendidas em grandes magazines, lojas de rua e até de shoppings centers do país.
Estima-se que existam 100 mil bolivianos trabalhando em condições análogas à escravidão em 8 mil pequenas confeccções na capital paulistana. "É uma mão de obra que chega ao Brasil devendo o custo da viagem aos seus patrões. A dívida gera uma relação de servidão que pode se arrastar por meses e até anos", diz Renato Bignami, auditor-fiscal do Ministério do Trabalho. A quitação desse valor equivale à alforria.
A rota do tráfico
O trabalho escravo em oficinas de costura brasileiras está ligado ao tráfico de pessoas. Para fugir da miséria, os bolivianos procuram os coiotes - responsáveis por levar pessoas de forma ilegal de um país para o outro - para migrar. Esses coiotes se apresentam como "agências de emprego" e transportam os trabalhadores para a Argentina e o Brasil. Prometem empregos em confecções, com salários em torno de US$ 500 (cerca de R$ 890). Lorena*, 20 anos, deixou a mãe e os seis irmãos em Santa Cruz de La Sierra para tentar ganhar em São Paulo um salário maior do que os 600 soles bolivianos (o equivalente a R$ 150) que recebia como vendedora em uma loja de roupas. Depois de ouvir relatos entusiasmados de conterrâneos que afirmavam ganhar bem no Brasil, procurou uma "agência" que dizia cobrar o equivalente a R$ 180 pela viagem.
Em março de 2009, tomou um ônibus clandestino na periferia de Santa Cruz rumo a São Paulo. Sem que ela soubesse o motivo, o ônibus parou em Ciudad del Este, no Paraguai. O coiote disse que não poderiam prosseguir - mais tarde ela foi saber que a fiscalização na fronteira daquele país com o Brasil estava acirrada. Durante a noite, a mando do coiote, ela e os outros passageiros desembarcaram em um lugar desconhecido, que parecia ser uma garagem de ônibus. Nos fundos do terreno, tinha uma pequena casa, onde os viajantes ficaram hospedados. Havia grávidas e idosos entre os passageiros.
"Tinha outros bolivianos esperando para seguir viagem. Éramos umas 90 pessoas em uma casa com cinco camas e um banheiro. Uma senhora nos trazia comida uma vez por dia. O senhor que organizava a viagem nos disse que ficaríamos ali até que pudéssemos prosseguir e não deu mais explicações. Ficamos com medo, dúvidas, mas ele era tão bravo que ninguém teve coragem de perguntar nada. Fiquei assustada, mas tive medo de chorar. Depois de dias naquela situação, uma senhora ficou desidratada. Fomos reclamar. O senhor disse que deveríamos pagar a viagem para ir embora - não tínhamos dinheiro. Caso contrário, ele nos entregaria para a polícia - estávamos sem documentos. A casa era vigiada por um cachorro grande, que nos impedia de fugir. Um homem começou a cavar um túnel no chão com um pedaço de ferro. Depois de duas semanas, um ônibus nos pegou e seguimos viagem sem mais explicações." Aqui, ela encontrou trabalho em uma oficina que produz roupas para lojas de rua do Centro de São Paulo e para uma grande multinacional.
Boa parte dos bolivianos traficados entra no país pela fronteira com o Paraguai. A costureira Elisabete*, de 39 anos, percorreu o mesmo caminho de Lorena quando veio para o Brasil, em 2003. Deixou Santa Cruz de La Sierra no final da tarde e depois de dois dias de viagem desceu em Assunção, a capital paraguaia. Lá, o coiote acomodou os passageiros em vans carregadas de cigarros, também traficados para o Brasil. "Nesse momento o senhor que organizou a viagem perguntou se alguém tinha droga e começou a nos revistar. Tudo o que eu tinha eram US$ 80. Ele pegou o dinheiro, olhou as cédulas na contraluz e disse que eram falsas. Se eu quisesse prosseguir, deveria deixar com ele. Fiquei nervosa, apavorada. Mas não reclamei, ele era agressivo. Tive medo de morrer e pensei nos meus três filhos, que estavam com minha mãe na Bolívia. Chorando, deixei o dinheiro com ele. Naquele momento, percebi que algo estava errado e que eu não poderia fazer nada. Não tinha documentos para entrar no Brasil legalmente", diz Elisabete. Os coiotes não informam os passageiros sobre a documentação necessária para a migração. "Dormimos dois dias dentro do ônibus, em uma garagem. Não havia o que comer. Depois, nos levaram para um hotel, onde ficamos mais dois dias. Num determinado momento, avisaram que a polícia ia fazer uma busca e nos colocaram dentro de um túnel pequeno e escuro. Éramos uns 70 escondidos ali. As crianças choravam. Duas grávidas desmaiaram. Ninguém as acudiu. Ficamos duas horas lá dentro. Quando saímos, pegamos nossas coisas (eu tinha uma mochila, a roupa do corpo e um cobertor) e entramos nas vans. Na Ponte da Amizade, descemos do carro e entramos no Brasil andando."
O comércio de pessoas
Os ônibus bolivianos costumam chegar aos domingos de madrugada em São Paulo. Estacionam em ruas do Centro e da periferia da cidade, onde outras vans buscam os passageiros, que serão vendidos como costureiros nas oficinas. "A perua vai de porta em porta perguntando para os donos das oficinas quem quer costureiro. O proprietário da que fui trabalhar me recebeu bem. Ele era fornecedor de lojas da região central de São Paulo. Disse que eu dormiria em um quarto com outras mulheres e que estava devendo R$ 500 pela viagem para ele. Trabalharia das sete da manhã às dez da noite e ganharia R$ 0,30 por peça. Se tivesse muito serviço, deveria costurar até meia-noite. Só comecei a receber meu dinheiro três meses depois que paguei a dívida. Até então, ganhava o suficiente para comprar xampu, sabonete e papel higiênico. A comida era fornecida pelo patrão. Depois, comecei a ganhar R$ 80, R$ 90 por mês. À noite, perdia o sono preocupada porque não conseguia juntar dinheiro, chorava de desespero."
O dia a dia
É comum que os trabalhadores morem e costurem no mesmo local - 12 pessoas, em média. Os quartos são coletivos, os travesseiros e cobertores são feitos pelos próprios costureiros com retalhos da confecção. Os donos das oficinas são os responsáveis pela alimentação dos trabalhadores, que costumam ter meia hora para cada refeição. O menu é quase sempre o mesmo: arroz, feijão e salsicha. Pela manhã, café preto e pão puro. Não é raro que a alimentação seja usada como instrumento de chantagem e coerção. Em uma das oficinas que Elisabete trabalhou, só tinha direito à refeição quem produzisse uma quantia de roupas estipulada pelo patrão.
Banhos só são permitidos depois da longa jornada de trabalho. Assim como em qualquer outra atividade que não está relacionada à costura. As mulheres costumam lavar as roupas de madrugada. Aos sábados, quando a alimentação fica por conta dos trabalhadores, o expediente costuma ir até às 13 h. Domingo é dia de folga. Quem não está exausto vai assistir aos jogos de futebol em quadras da região central de São Paulo. Os times são formados pelos próprios bolivianos, divididos de acordo com o local de trabalho. Mulheres também jogam. Lorena se divide entre os jogos e os cultos evangélicos. Elisabete diz que prefere dormir aos domingos.
Geralmente, o dono da confecção é o homem de negócios, responsável pela contratação da mão de obra, a compra das máquinas, a venda das peças de roupa. A mulher dele cozinha. Um terceiro membro da família ou um funcionário de confiança age como capataz. Checa o ritmo de produção e delata eventuais tramas e tentativas de fuga. Foi por causa de um capataz como esse que Elisabete ficou reclusa por cerca de um mês em uma das oficinas que trabalhava. "Eu dividia o quarto com uma grávida. Ela estava muito cansada, vomitava por causa dos enjoos e o dono da oficina não ajudava. Começamos a conversar sobre procurar outro lugar para trabalhar. O capataz ouviu nossos planos e contou para o patrão. Um dia, o chefe nos chamou e disse que sabia das nossas intenções. Falou que, se fugíssemos dali, mandaria nos matar. Havia dois rottweilers no quintal. Ele trancou as janelas e a porta do nosso quarto. Passamos os finais de semana sem comer. Conseguimos fugir em um dia de semana, quando a mulher do patrão esqueceu as chaves na porta. Me contaram que o dono da oficina saiu armado atrás da gente, mas não nos encontrou." Elisabete foi acolhida e assistida pela Defensoria Pública da União em São Paulo e, como testemunhou contra o ex-patrão em um processo criminal, entrou para o programa de proteção à vítima do governo paulista. Passava cada noite em uma cidade, até que foi enviada de volta para Santa Cruz de La Sierra.
O sonho da legalidade
Ao chegar à sua cidade natal, Elisabete diz ter ficado frustrada. "Por pior que sejam minhas condições no Brasil, são melhores do que na Bolívia. Lá, não temos como ganhar dinheiro, não tem emprego e o trabalho na agricultura rende menos do que nas oficinas brasileiras. Fiquei com meus filhos, matei as saudades. Depois de três meses meu dinheiro estava acabando e comprei uma passagem de ônibus regular para o Brasil. Dessa vez queria tirar meus documentos e trabalhar como uma brasileira, com todos os meus direitos. Hoje tenho carteira de trabalho e ganho R$ 800 para trabalhar 12 horas por dia, também em uma oficina. Agora que estou legalizada, quero mudar de ramo e ter uma vida melhor. Não tenho vergonha da minha história. Nunca fiz nada de errado. Fui vítima do tráfico de pessoas e do trabalho escravo. Meu sonho é ganhar melhor para ajudar meus filhos a terminar os estudos e poder visitá-los. Não quero mais viver na Bolívia. Meu país é o Brasil."
Em busca de uma solução
As fotos que ilustram essa reportagem (exceto a dessa página) foram tiradas em fevereiro por fiscais em uma oficina que produzia roupas para as lojas Marisa. Por causa das irregularidades, a empresa foi autuada e a oficina fechada. O Ministério do Trabalho não sabe informar o atual paradeiro dos trabalhadores que estavam lá no momento da fiscalização. "As oficinas, fornecedoras tanto de grandes magazines como de lojas que de atacado, estão espalhadas pela cidade. Só chegamos até elas por meio de denúncias", diz Bignami. "É a primeira vez que uma grande empresa de moda é punida por causa do trabalho escravo urbano". Ele afirma que outras redes e lojas de shoppings estão sob investigação. A ideia das autoridades é pressionar as grandes empresas para fiscalizar seus fornecedores. "É o jeito mais eficiente de acabar com essa situação", afirma Bignami. "Depois, partiremos para os menores". Procurada por Marie Claire, a Marisa disse que "repudia relações de trabalho em condições degradantes". Em nota, afirmou que "descredenciou imediatamente o fornecedor que fazia uso da oficina de confecção investigada". Diz ainda que "realiza auditorias periódicas em seus fornecedores" e "reafirma que não endossa qualquer prática trabalhista irregular".
Um bom exemplo de que é possível acabar com esse tipo de exploração na cadeia produtiva foi dado pela Nike. Acusada de ter usado trabalho infantil em fábricas terceirizadas no sul da Ásia, a multinacional foi alvo de um boicote mundial que agrediu fortemente sua imagem. Num esforço para limpar o nome, assinou acordos em que se compromete a exigir fornecedores social e ecologicamente responsáveis. Os nomes e endereços de todas as fábricas terceirizadas estão no site da empresa. Aqui, as autoridades cobram a entrada das empresas de moda em pactos firmados pelo governo e sociedade civil para a erradicação do trabalho escravo. É um bom começo para aquelas que pretendem se alinhar aos padrões internacionais.
* Os nomes foram trocados para proteger a identidade das entrevistadas.


DESARMAMENTO


Tudo, então, que a Maria do Rosário faz é em prol do povo? Mas bah ! Mesmo sendo incoerente ? Querem acabar com a venda legal de armas, mas ela aceita doação de uma empresa que fabrica e vende, legalmente, armas.

Disse ela:

"Eu acredito que a população brasileira vai amadurecendo a cada ano. Se tivermos clareza que o objetivo de uma nova jornada de desarmamento são as armas ilegais e sensibilização para que aqueles que tenham um arma, ainda que legalizada, percebam que esta arma é a que cai na mão dos assassinos, podemos reverter e reduzir o número de mortos por armas de fogo no Brasil".

Aí Reinlado Azevedo escreveu:
1- Segundo Maria do Rosário, a venda legal de armas contribui com a violência;
2 - A Taurus é uma empresa de armas e contribuiu para a campanha de Maria do Rosário;
3 - Logo, Maria do Rosário foi beneficiária da violência!
É elementar, não é mesmo? Pretende-se que as armas legais estão sujas com o sangue das crianças. Se é assim, a campanha de Maria do Rosário está suja com o sangue das crianças. Proponho uma troca: Maria do Rosário abandona a política, e a gente proíbe as armas. Que tal, hein? Pode até ser uma boa idéia!!!
Mas tudo bem, ela está sempre lutando em prol do povo.
SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS



MOVIMENTO DE JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS/Brasil INFORMA:


São Paulo, quarta-feira, 13 de abril de 2011

Aeronáutica monitorou políticos após ditadura

Cerca de 1.300 relatórios foram produzidos nos governos Sarney, Collor e Itamar

Documentos inéditos da Aeronáutica poderão ser consultados a partir de hoje no Arquivo Nacional, em Brasília

RUBENS VALENTE
JOÃO CARLOS MAGALHÃES
DE BRASÍLIA

Documentos que serão liberados a partir de hoje pelo Arquivo Nacional revelam que a Aeronáutica monitorou políticos, partidos e organizações de esquerda mesmo após o fim da ditadura militar, nos governos civis de José Sarney (1985-1990), Fernando Collor (1990-1992) e Itamar Franco (1992-1994).
Cerca de 50 mil documentos (150 mil páginas) foram entregues em 2010 por ordem do comandante da Aeronáutica, Juniti Saito. É a primeira vez, desde o fim da ditadura, que um serviço de inteligência das Forças Armadas entrega documentos ao Arquivo, vinculado ao Ministério da Justiça.
Ontem, o Arquivo disponibilizou uma listagem com os títulos de 35 mil documentos. As íntegras serão divulgadas a partir de hoje.
Outros 15 mil papéis, segundo o Arquivo, conteriam informações relacionadas à intimidade, vida privada, honra e imagem dos investigados e, por isso, só poderão ser consultados pelos próprios ou pelos parentes.
As investigações da Aeronáutica eram produzidas pelo Cisa (Centro de Informações e Segurança), que mantinha escritórios nos sete comandos aéreos do país. Cerca de 1.190 documentos foram produzidos durante o governo Sarney, 111 no governo Collor e 23 sob Itamar, todos hoje senadores.
O restante dos documentos foi produzido durante a ditadura (1964-1985).
A lista revela que, na gestão Collor, os militares manifestavam interesse sobre o PT -em especial uma de suas tendências mais à esquerda, a Convergência Socialista-, o PPS, o PCB e as relações entre brasileiros e ONGs com o governo de Cuba.
O Cisa fez relatório sobre as eleições do sindicato dos metalúrgicos de Osasco (SP) e a 1ª Romaria do Trabalhador, realizada em 1991. A situação da esquerda no Chile e na Bolívia também foram objeto de relatórios.

SEM-TERRA
Movimentos de trabalhadores sem-terra foram objeto de atenção nos três governos. A CPT (Comissão Pastoral da Terra), jornalistas estrangeiros e organizações sindicais de diversos setores também foram acompanhados na gestão de Sarney.
A história da liberação dos papéis da Aeronáutica começou em março de 2008, quando a OAB pediu providências da Procuradoria-Geral de Justiça Militar para que fosse averiguada a eventual destruição de documentos históricos, incluindo os relacionados à guerrilha do Araguaia, ocorrida nos anos 70.
A procuradora-geral de Justiça Militar, Cláudia Márcia Luz, solicitou informações aos comandos do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. Apenas a Aeronáutica entregou documentos.
Segundo a assessoria do MPM (Ministério Público Militar), a Marinha e o Exército responderam em 2008 ter seguido a legislação que tratava da destruição de documentos, mas não esclareceram se possuíam arquivos semelhantes aos da FAB.


Próximo Texto: Collor e Itamar dizem que não sabiam de ações

DIVULGAÇÃO LANÇAMENTO DAS COMEMORAÇÕES DOS 50 ANOS DA LEGALIDADE

Boa tarde,

Solicitamos aos orgãos de imprensa colaboração para ampla divulgação para a comunidade do Lançamento das comemorações dos 50 anos da Legalidade no município de São Borja.O ato acontecerá dia 18 de abril, ás 19 horas, no Plenário da Câmara de Vereadores. Na oportunidade será lançada as comemorações com a exposição permanente de banners e mostra de um vídeo produzido pela Câmara para ser exibido nas exposições itinerantes nas escolas da cidade.
Também será lançado o concurso de redação promovdo pela Câmara de Vereadores sobre os 50 anos da Legalidade.


Desde já agradecemos sua atenção e contamos com sua presença no dia.


Assessoria de Imprensa Câmara Municipal de Vereadores de São Borja/RS
www.camarasaoborja.com.br
Twitter: camarasaoborja
Telefone: (55)34314150
Rua Olinto Arami Silva, 1043
São Borja/RS


São Borja abre comemorações pelos 50 anos da Legalidade

Está marcado para o dia 18 de abril, ás 19 horas o lançamento das comemorações pelos 50 anos da Legalidade no Plenário da Câmara de Vereadores. O movimento político liderado por Leonel Brizola que mostrou resistência e defendeu a Constituição e a garantia da Posse de João Goulart, após a renuncia de Jânio Quadros não passará em branco na cidade. A iniciativa das comemorações partiu do Presidente da Câmara de Vereadores, vereador Celso Lopes (PDT), que instituiu 2011 como o Ano da Legalidade.
O lançamento das comemorações será uma apresentação a sociedade do material que depois circulará em exposições pelas escolas de São Borja. “Não queremos as comemorações só na Câmara de Vereadores, mas levar as nossas escolas para que os jovens tenham conhecimento e orgulho de nossa história. Um importante movimento político como este liderado pelo Brizola não pode passar em branco, ainda mais na terra que ele escolheu e adotou como sua”, declarou o vereador trabalhista.
A festividade terá a presença do coral de crianças do Centro de Formação Tereza Verzeri. Na oportunidade será lançado tamém o concurso de redação sobre os 50 anos da Legalidade.
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Assessoria de Imprensa Câmara Municipal de Vereadores de São Borja/RS


URBANO STATION TEM
PROMOÇÃO DE VENDAS


A R.Correa Engenharia está lançando uma promoção especial para a
Páscoa e o Dia das Mães visando a comercialização das últimas unidades ainda
disponíveis no empreendimento Urbano Station. A campanha oferece, entre
outras vantagens, desconto de 10% sobre o montante do pagamento realizado no
ato da compra. Localizado na Av. da Azenha, nº 680, o Urbano Station está em
fase final de construção, com previsão de entrega para 31 de julho próximo.
Os apartamentos são de 1 e 2 dormitórios, com Box de estacionamento e contam
com financiamento do Banrisul.

Todt Comunicação


Show gratuito reunirá grandes nomes da música nativista

O Grupo Amador de Artes Os Angueras, com o apoio da Prefeitura e a Câmara de Vereadores, realizará no próximo dia 20 a Quarentena da Barraca. A partir das 19h30, no Cais do Porto, músicos que participarão da 40º edição do Festival da Barranca farão uma apresentação gratuita à população de São Borja. Entre as presenças confirmadas estão Elton Saldanha, Luis Carlos Borges, Cristiano Quevedo, Pirisca Grecco, Erlon Pericles, Mario Barbará, Angelo Franco, Jorge Freitas, Nico Fagundes e Telmo de Lima Freitas.

Os Angueras informam que haverá recolhimento de alimentos e agasalhos no evento que posteriormente serão encaminhados para a Secretaria do Trabalho, Assistência Social e Cidadania (SMTASC). Também haverá distribuição de material de conscientização ao combate à dengue.


Rodeio country faz sucesso na fronteira gaúcha

Durante quatro dias, 2° São Borja Rodeio Country Show marcou presença

O espetáculo é aberto pelo show pirotécnico. O olhar do público é embalado pelas trilhas musicais e pela voz forte do locutor e comentarista Celso Russo, quando anuncia que “a emoção vai tomar conta dos corações”. As luzes convergem ao portão de entrada da arena. César Paraná entona uma mensagem de reflexão que aborda temas de amor, felicidade e também de tristezas. Na quinta-feira (07/04), na primeira noite do rodeio, ele e o padre Irineu Machado pediram um minuto de silêncio em homenagem as 12 crianças assassinadas na escola Tasso da Silveira no Rio de Janeiro. O momento é marcado pela comoção do público, enquanto isso o telão exibia as imagens de crianças nas áreas mais remotas do mundo. A emoção ganha a trilha do sucesso gravado em 1972 por Lennon e Yoko Onno – Happy Xmas (Feliz Natal) ou War is Over, na tradução geral A guerra está acabada.

As mensagens também servem para os peões demonstrarem a devoção pedindo para tudo corra bem durante o rodeio. Para o peão Claudemir Soares, de Deodápolis, Mato Grosso do Sul, o momento da prece é um dos mais importantes no evento: “Nós agradecemos e pedimos a proteção tanto do peão como ao animal. Também pedimos para que tudo corra bem com os colegas e com o público”, comenta. Após as orações é dado o início do rodeio. Com 20 anos nas arenas, Claudemir expressa que o tempo regulamentar de oito segundos é uma eternidade no lombo do touro. “Tem que estar atento, um milésimo de bobeira pode ser que vai tudo por água abaixo”. Na parte da tarde, um sorteio é realizado para definir em qual animal o peão vai montar nas próximas horas. Segundo Claudemir, é neste período que o cowboy conhece o touro e as dificuldades que vai enfrentar na arena. A preparação dos touros começa muito antes da porta de entrada dos rodeios. Proprietária de uma cabanha no interior de Gravataí, Cristina Borba, explica que não é qualquer touro que está apto a ir a um rodeio. Conforme ela, a cada mil bezerros nascidos, um pode virar touro atleta. “Após os dois anos é observado que o animal tem futuro no esporte, é feito uma série de exames e começa um tratamento especial na alimentação e também são inseridas diversas atividades físicas […] Só depois de três anos, no mínimo, ele está apto a entrar em uma arena”.

Ela revela que o transporte também é diferenciado para este tipo de touro, com caminhões forrados com materiais especiais, de maneira que não os machuquem durante o deslocamentos. Cristina ressalta que a cada rodeio o animal é substituído, permanecendo em um período de repouso na cabanha. Desta forma, os animais não sofrem nenhum tipo de exploração. A lei n° 10.519 de 17/07/2002, chamada “lei do rodeio”, foi sancionada pelo então presidente da república Fernando Henrique Cardoso e proíbe os maus tratos aos animais. Segundo o artigo 4º da lei, os apetrechos técnicos utilizados nas montarias, bem como as características do arreamento, não poderão causar injúrias ou ferimentos aos animais. O chamado Sedem, cinta confeccionada de lã natural é colocada na virilha, de maneira a causar cócegas nos animais, fazendo pular, explica Cristina.

Outra lei que faz parte dos rodeios é a 10.220 de 2001 que dispõe da regulamentação da atividade de peão de rodeio equiparando como atleta profissional. A busca do sonho e da realização profissional foi um dos alvos do peão Ricardo dos Santos, de apenas 18 anos, o mais novo entre os peões. Há cerca de um ano ele circula pelas arenas e relembra que tudo começou em uma brincadeira de amigos em sua cidade no interior de Mato Grosso do Sul. “Comecei a montar nos bois em casa – em um sítio - e levei a sério, criei paixão, fui parar num rodeio. Me sinto bem no lombo do touro”, comenta.

De acordo com o empresário Mauri de Lima, os cowboys fazem a inscrição junto a empresa César Paraná Rodeios e garantem as vagas para participar. A principal meta da empresa é trazer o rodeio country ao sul do Brasil: “O rodeio é um dos esportes que mais leva público, depois do futebol”.

Na arena, o público presencia um silêncio seguido por um grito de grande intensidade “Helloooo Peopleeee”, que anuncia o show de peões e touros na área central do evento. César Paraná, criador do jargão, lembra que era locutor de rádio quando começou a citar esta expressão. Para ele, a emoção de estar no meio da arena é mútua ao ver a alegria no rosto do público. “É uma sensação que não existe palavras para descrever, o carinho do público é a nossa energia”, pondera. A animação e as brincadeiras atrai olhares e sorrisos de crianças e adultos, às vezes chamados até o centro do evento. A dupla de palhaços, ou animadores de arena, “Passa Fome e Mentira” se encarrega das gargalhadas do público, inclusive assessorando o narrador. Fabiano Alves Pereira, ou “Mentira”, confessa que no início da profissão era muito tímido mas ao longo dos quatro anos aperfeiçoou a técnica de provocar o riso nas pessoas. Ele descreve que a maior alegria é ver as pessoas felizes. “A nossa motivação é ver o sorriso no rosto da pessoa. Isto é gratificante”.

Espantada com a habilidade dos bull riders, a plateia assiste ao espetáculo ouvindo a narração mesclado com músicas sertanejas, pagodes e sucessos internacionais mixados pelo DJ K.são. Celso Russo comenta os detalhes de cada montaria e, caso o cowboy não consiga permanecer os oito segundos em cima do animal, ganha um entonado “Bye bye cowboy”. O eletricista João Viana assiste com a família e pondera que é a primeira vez que vai ao rodeio country, motivado pelo comentário dos amigos. “Os colegas do trabalho estavam falando e resolvemos vir olhar de perto”. Pela primeira ou segunda vez, alguns presenciaram a edição realizada no ano passado e resolvem repetir a dose este ano, como a estudante Flávia Casarolli. Ela aguarda também a realização para o ano que vem. “É um diferencial, traz muita emoção. Espero que a atração venha novamente no ano que vem”, enfatiza. A queima de fogos e as surpresas dos shows são fatores que chamam a atenção, como a do funcionário público André Lima. “Muito bonito, também as mensagens que são apresentadas”. Moradora há poucos dias em São Borja, a auxiliar administrativa Andreia Stringuini Pinheiro afirma que é algo diferente nunca visto antes. “O pessoal fala muito e vim conferir”.

A última noite foi para conhecer os vencedores da etapa São Borja e os cinco melhores colocados foram premiados. A classificação ficou a seguinte: 1° lugar, Saulo Paião com 223 pontos que levou o prêmio de R$ 5 mil; em 2°lugar, Fernando Farian com 163 pontos; em 3° lugar Renilson Cruz com 156 pontos; em 4º lugar Edson Padilha com 152 pontos e em 5º lugar Antonislei Fabrício com 146 pontos.

Segundo o secretário de Turismo, Esporte Eventos e Juventude Eldomir Marchezan, o evento superou as expectativas. Ao todo, as quatro noites reuniram cerca de 15 mil pessoas. Parte da arrecadação será destinada as entidades APAE, Centro de Formação Tereza Verzeri e Asilo São Vicente de Paula.

Sponholz

do blog do CH. Esta é bem bolada, mesmo! Humorista neste país, tem o trabalhado facilidado por ELLES.....


DE SÃO BORJA

SANBORJENSES SURPRESOS

COM O ENTERRO DE DONA IOLANDA MARQUES GOULART EM PORTO ALEGRE

São-borjenses ficaram surpresos com o fato de dona Iolanda Marques Goulart, viúva do falecido deputado do PSD( partido social democrata)Naio Lopes de Almeida - nada a ver com o do Kassab,de agora - que faleceu aos 95 anos madrugada de terça, ter sido enterrada em Porto Alegre.

É que no jazigo dos Goulart, no cemitério Jardim da Paz, em São Borja, há uma vaga que muita gente pensou que seria para ela.

Como não foi enterrada, alguns especuladores estão falando que o local tenha sido reservado para a ex-primeira dama Maria Thereza Goulart, que vive no Rio.

Morta com idade avançada, dona Iolanda, a última das irmãos de Jango que ainda vivia, enterrou o marido e dois filhos: o jornalista Coi Lopes de Almeida( cujo nome era Aubert) mais conhecido por Coi - que trabalhou em vários jornais da capital e foi fundador do inovador Pato Macho - e o outro filho, que tinha ficado em São Borja, Vicente Donário Goulart Lopes de Almeida, cujo apelido era Nono. Ele incorporou o apelido,quando concorreu a vereador na Terra dos Presidentes.


EM TEMPO: O marido de dona Iolanda Marques Goulart está sepultado no jagizo da família Goulart em São Borja.



Coleguinhas

Marcelo Rech "quase" encontra

a morte em Blumenau....



Marcelo Rech em Moscou....

Marcelo Rech, depois de ter feito cobertura de guerras - como do Iraque, no começo de 1990 - quase encontra a morte dormindo num hotel, no caso o Plaza, em Blumenau na madrugada de terça. Ele narra na zh de ontem que estava hospedado no Plaza quando houve a explõsão de duas caldeiras que por pouco não provocam uma carnificina.Não houve feridos.

Rech, hoje diretor de produtos da RBS, já foi editor-chefe do jornal zero hora.

Ele nasceu em santa cruz do sul em 1960. Seu pai era um general. Da caserna do pai, herdou o estilo prussiano de ser....

Começou na EBN - Empresa Brasileira de Noticias - e depois em 1988 transferiu-se como repórter especial para a ZH.Em 1997, deixou a reportagem pra assumir a editoria, no lugar de Augusto Nunes, que fora "importado" de São Paulo.

Rech foi promovido nos últimos tempos a diretor de produtos do grupo RBS e seu lugar foi para Ricardo Stefanelli.

Mas ainda dá pitacos no jornalismo, como ontem, quando narrou o que ocorreu dentro do Plaza, de Blumenau.


Você tem Sefoia?

SEFOIA: Enfermidade ainda não aceita pela classe médica. Entretanto, milhões de pessoas em todo mundo padecem deste mal e esperam a aprovação da Organização Mundial de Saúde para que se estude e se encontre a cura para esta mortal enfermidade que, cada dia, é adquirida por milhares de pessoas.

Se você tiver 3 ou mais sintomas indicados abaixo é sinal de alerta vermelho!!!!

SINTOMAS QUE DEFINEM O APARECIMENTO DESTA PATOLOGIA:
1.- Se um café te provoca insônia.
2.- Se uma cerveja te leva direto ao banheiro.
3.- Se tudo te parece muito caro.
4.- Se qualquer coisa te altera.
5.- Se todo pequeno excesso alimentar te provoca aumento de peso.
6.- Se a feijoada "cai" como chumbo no estômago.
7.- Se o sal sobe a tua pressão arterial.
8.- Se em uma festa pedes a mesa mais distante possível da música e das pessoas.
9.- Se o amarrar os sapatos te produz dor nos quadris.
10.- Se a TV te provoca sono.
Todos esses sintomas são prova irrefutável que padeces de Sefoia
SE-FOI-A juventude !!!!!!!!!!
Nem adianta me xingar... tb recebi!!


Sessão de quinta-feira tem radioamadorismo, esculturas públicas e esquerda tunisiana

Três eventos estão marcados para a sessão ordinária desta quinta-feira (14/4) na Câmara Municipal de Porto Alegre: o comparecimento de Amami Nizar, militante de esquerda na Tunísia; a divulgação do ensino de Física através do radioamadorismo; e o lançamento do Projeto Esculturas Públicas em Porto Alegre. A sessão terá por local o Plenário Otávio Rocha do Palácio Aloísio Filho, sede do Legislativo municipal, com o início previsto para as 14 horas.

Nizar - Militante do Sindicato dos Correios e Telégrafos da Tunísia e membro da Liga de Esquerda Obreira, desde 7 de abril Nizar está no Brasil participando de atividades com partidos políticos e sindicatos, em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Nizar falará ao plenário em período de Comparecimento*.

Física - O Clube de Radioamadores do Colégio Militar de Porto Alegre ocupará a Tribuna Popular para falar sobre o ensino de Física através do radioamadorismo baseado nos inventos do padre Roberto Landell de Moura. Será orador o professor 1º tenente Gentil César Bruscato.

Esculturas - No período de Comunicações Temáticas será feito o lançamento do Projeto Esculturas Públicas de Porto Alegre. O pesquisador e especialista em arte pública José Francisco Alves será o palestrante. Alves é autor do livro A Escultura Pública de Porto Alegre - História, Contexto e Significado. Também é professor do Atelier Livre da Prefeitura.

As atividades do Plenário Otávio Rocha podem ser acompanhadas ao vivo nas galerias, pela Rádio Câmara ou TV Câmara, ambas com links disponíveis na página eletrônica www.camarapoa.rs.gov.br. Nas quintas-feiras as sessões ordinárias também são transmitidas ao vivo pelo Canal 16 da NET. A sede da Câmara Municipal de Porto Alegre está localizada na Avenida Loureiro da Silva, 255.

Helio Panzenhagen (reg. prof. 71554)
(*Com informações de http://internacionalpsol.wordpress.com)


Valério Cassafuz cria homenagem a desportistas de São Borja



Foi aprovado na sessão ordinária do dia 12 de abril projeto de autoria do Vereador Valério Cassafuz (PDT) que cria a premiação Destaque no Esporte Amador – Vereador Luis Carlos Lopes, para homenagear os desportistas da cidade.
De acordo com Valério a intenção é incentivar e homenagear os desportistas de São Borja. “Sabemos a importância do esporte no desenvolvimento de nossas crianças, além disso a evolução do esporte aqui no município é cada vez maior. A ideia do projeto é destacar essas lideranças esportivas através das indicações das associações”, informou o vereador trabalhista.
--
Assessoria de Imprensa Câmara Municipal de Vereadores de São Borja/RS


DESARMAMENTO


Mas não foi só o PT que recebeu deste pessoal,imagino...se não fica que parece que o PT gosta de dinheiro de revólver....

Concordo, mas quem recebeu e achou bom não pode pregar desarmamento.

SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS


FESTIVAL DA BARRANCA


sHOW DE BOLA....

Não devem mais usar esta expressão, mas é o que se pode dizer do que se viu na reitoria da UFRGS na quarta passada, à noite.

Bombou....POdia ter mais público, porque foram três horas de grandes músicos.

E,cara, eles conseguiram trazer pro palco da reitoria - naquele ambiente um poucoaustero - o clima do festival que esta edição completa 40 anos...

Atrações como TELMO DE LIMA FREITAS, NICO FAGUNDES,ELTON SALDANHA,MÁRIO BARBARÁ,PIRISKA ,BORGHETINHO( sempre muito discreto) E OUTROS NOMES MENOS CONHECIDOS, MAS IGUALMENTE DE MUITO TALENTO....

Nico contou como surgiu o festival....agora chamado de COMICIO DOS ESPIRITOS....


Todo mundo já sabe, mas nunca é demais contar.


Do meu lado, tinha um " gauchão" todo a rigor, que nasceu em Santo Angelo,mas que agora está " desgarrado" em Criciúma, Santa Catarina.


E o show durou umas três horas. Uma moça sorteada escolheu o tema dos 40 anos do festival pra eles comporem. Numa hora e pouca já tinham saído várias músicas.

- Imagine o que éstes loucos fazem em três dias acampados. O que sai de música, disse o apresentador da noite.

Engraçado que eles se tratam com camaradagem, como se fossem uma irmandade. DE vez em quando saem umas rusgas, próprias de quem tem intimidade ...

Nico e sua turma do Alegrete debocharam a vontade da cidade. Nico disse que a cidade produziu O ESTUPIDO MAIS CAVALHEIRO QUE ELE CONHECE. Claro que tava se referindo a si próprio....

Enfim,um show pra ser lembrado. Nâo é todo santo dia que se vê um acontecimento destes.

Coisas que anotei( não são críticas)

1) Não se podia matear dentro da reitoria. O funcionário disse que o festival chegou na reitoria mas que as regras dela seriam mantidas....

2)O roqueiro ROGER LERINA, DA ZH E DA GAUCHA estava lá e ficou até o fim

3) O fotógrafo Emilio Pedroso, de zero hora,fotografou tudo.
Ele é um entusiasta do festival da Barranca.

Pra comemorar os 40 anos, foram feitos shows em quatro localidades:porto alegre e duas cidades do interior(santa maria e santo angelo ou caxias,nãotenhocerteza,agora) e no dia 21 será feito um show,aberto ao publico, no cais doporto em são borja.

Não percam!

Olides Canton e Ayres Cerutti no Sonoridades de hoje (13.04). As histórias e "estórias" da noite porto-alegrense nesta quarta às 21h pela 1080 AM- Rádio da UFRGS


Os jornalistas Olides Canton e Ayres Cerutti são os convidados especialíssimos do Sonoridades da noite de hoje. Olides tem o site www.deolhoseouvidos.com.br e edita há muitos anos o informativo Fitness. Ambas experiências jornalísticas bacanérrimas. Já o Ayres é editor da histórica revista Programa (www.programa.com.br) e atual diretor financeiro da Associação Riograndense de Imprensa (http://www.ari.org.br/).
O tema do bate-papo da noite desta quarta quem sugeriu foi o Olides, que está finalizando um livro que promete demaaaaaaaaais sobre a história da noite de Porto Alegre, seus bares e lendas. Eis que ele me manda um email esses dias sugerindo falarmos sobre a noite lado “C” de POA, freqüentada por muitos, mas admitida por poucos. Não preciso dar mais detalhes, né? Mas claro que três jornalistas reunidos acabam pautando-se uns aos outros e a coisa foi mais longe e a 1h dessa quarta foi pouco, e na quarta que vem tem mais. A segunda parte. Quer saber mais sintoniza hoje às 9 da noite na 1080 AM ou via web. Agora se você perder pode ir depois no site da Rádio da Universidade que o programa estará disponível no link do Sonoridades dentro de Programação. Abraços


ENTREVISTA COM OLIDES CANTON E AYRES CERUTTI

Pauta: A noite porto-alegrense de ontem e de hoje


Quando: 13 de ABRIL

Horário: 21 HORAS

Onde: Rádio da Universidade 1080 AM ou www.ufrgs.br/radio

Apresentação/produção: Guto Villanova e Mozart Dutra

Operação técnica: Deivid Ribeiro

Supervisão: Prof. André Prytoluk



Guto Villanova
Jornalista
Assessoria de Imprensa MS2 produtora e outros


Zulke prestigia abertura da Fimec



O deputado federal Ronaldo Zulke (PT) prestigia, neste momento, a abertura da Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes – Fimec, nos pavilhões da Fenac, em Novo Hamburgo. O parlamentar representa oficialmente a Câmara dos Deputados.

A edição de 2011 da Fimec apresenta mais de 1.200 marcas, cerca de 600 expositores de 20 países, e expectativa de 50 mil visitantes de todos os continentes. Os pavilhões da Fenac funcionarão das 13h às 20h, de terça a sexta-feira.

Igor- Parte 2 e 3

LEIAM QUE É UM BELO DEPOIMENTO DE UM JOVEM PIÁ GAUCHO PERDIDO NOS CONFINS DA CHINA.

E A NARRATIVA PARA OS PARENTES DO DIA A DIA DO POVO CHINES....

AGORA QUE A PRESIDENTE DILMA ESTÁ LÁ, PODEMOS NESTE TEXTO VER UM POUCO DE COMO VIVEM OS CHINESES...

A NARRATIVA É DO ENGENHEIRO MECANICO IGOR FERNANDES, DE SANTA MARIA QUE FOI PARA A CHINA TRABALHAR.ELE TRABALHA NUMA FABRICA EM HANGZHOU PERTO DE SHANGAI, QUE É UMA FÁBRICA DE TURBINAS PARA HIDROELETRICAS.ALIAS É A SEGUNDA MAIOR FABRICA DO MUNDO NO GENERO.
IGOR SE FORMOU HÁ POUCO. ESTÁ APRENDENDO COM OS CHINESES....

 



Já estavam com saudades das notícias mirabolantes da China? Então Let’s go for some international news from China

Como já sabem primeiro vamos a algumas respostinhas e respostas dos últimos e-mails que recebi. Mas já vou avisando que ainda estou sem máquina digital, estou esperando resolver minha vida a respeito do meu visto de permanência aqui, depois vou ir a Rivera opsss Hong Kong todo mês.

Thiego você deve ter visto muita coisa passeando por Chinatown sim. Você não ta por fora não meu amigo, eu que to vendo as coisas por trás dos bastidores aqui diariamente heheheh.
Impacto que eu tive nessa primeira semana? Digamos pra ser bem curto, tive todos os tipos possíveis de choque cultural. Da pra dizer o seguinte esse povo aqui é tudo de bom, agente entende bem direitinho quando vive o lado deles, porque eles comem esse monte de coisa estranha e porque os preços aqui são muito barato, é muita gente, eles precisam se alimentar, precisam se vestir, e precisam se locomover. Eles possuem uma população gigantesca o governo faz de tudo pra que o povo viva e consiga se alimentar e se vestir. A maioria das pessoas aqui ganha em torno de 290 dólares, ou seja, eles se viram nos 30 todo os dias.

Eu conversei com alguns e realmente é bem difícil pra um Chinês sair do pais, é difícil pra eles terem uma vida tranqüila com tempo pra gastar em besteiras que nem agente, eles não gostam muito do governo não, mas entendem que faz parte e eles amam o país que vivem.

Você não vê em nenhum momento criminalidade, assalto, seqüestro, nada é perigoso aqui, nada você precisa se preocupar, perguntar se é seguro esse ou aquele lugar é algo incompriensível pra eles. Bom tenho que confesar que alguém que me disse que bicicletas são roubadas, mas se roubarem logo logo você consegue comprar outra porque no mercado uma bicicleta novinha em folha sai por 200 Yuans, algo como 29 dolares ou seja 50 reais acreditem é isso mesmo. Lógico que eu vou comprar pro próximo final de semana.

Transito caótico porque é tudo tão bem planejado, com faixa de segurança, sinaleiras pra pedestres, motos, carros, em todos cruzamentos, e simplesmente ninguém respeita NADA, é a lei do mais forte sempre, coisa de louco mesmo porque as vezes a sinaleira fica verde para as 2 mãos ao mesmo tempo então fica tudo parado no meio daquelas avenidas enormes. O pedestre praticamente não existe aqui é mera decoração ( senhora decoração de 8 milhões de pessoas) kkkkkkkk.
Antes de vir pra cá peguei algumas dicas com o Paulo que morou aqui na China por 5 anos trabalhando na Embraco ele me deu um monte de conselhos e avisos, só que ele esqueceu de dizer pra trazer abafador de ouvido por que aqui a buzina é uma metralhadora é muito barulho, muito mesmo, aqui só pedestre não tem buzina, porque moto, bicicleta e carro tem e é uma coisa de louco de ficar surdo as vezes.

Wikepédia aqui é restrita só funciona em inglês, boa saída do governo porque ninguém entende inglês mesmo, então deixa rolar hahahaha. Por falar em inglês to pensando seriamente em não falar mais nada de inglês na rua, eles não entendem bolhufas mesmo, assim eles já vão aprendendo algumas palavrinhas em português no vocabulário deles, vai da na mesma no final das contas compreensão zero no monólogo.

Facebook e derivados???? BLOQUEADO, nada de fazer novas amizades pelo mundo e muito menos encontrar amigos por ai, até porque aqui já tem o bastante né, ou vocês acham 1 bilhão e 300 milhões pouca gente pra bater um papinho e contar as novidades? hahahahaha.

Tenho que fazer um esclarecimento pra minha sogra e pra mais um monte de amigos que perguntaram a mesma coisa!!!! Curiosidade sobre o desodorante, não existe isso aqui, eles não usam e já fui em todos lugares possíveis, farmácia, mercado,etc. O Povo aqui não tem pelos então não precisam consequentemente não fedem pelo menos não a aza.

Gian dizer que o Milktea deles é praticamente o gosto do nosso rio Uruguai é realmente um imperalismo gaudério, mas vou te contar que já ta quase descendo redonto esse treco. Daqui uns dias mando a receita pra Ana Maria Graga vocês vão ver..

A Empresa onde estou trabalhando fica 20 minutinhos caminhando de onde moro então quando venho as 07:30 da pra ver muita coisa nova, e quando eu volto mais ainda, ontem achei churrasco inclusive, o china espetou uma costelinha de porco fez as casinhas de tijolos bem como agente faz, colocou Brasa e ficou assando várias costelinhas ali pra vender, fiquei parado 5 minutos na calçado como se nunca tivesse visto nada parecido antes, na verdade não tinha visto mesmo, aqui na China não hahahaha.
Voltando um pouco sobre a Empresa, antes de chegar aqui pensei que era apenas uma grande empresa de equipamentos de geração de energia, mas depois de ontem visitando a outra sede da fábrica e conversando durante o percurso de 1 hora e meia com o vice presidente da Zhefu e outros colegas de trabalho, percebi que estou trabalhando numa companhia gigantesca, fui contratado para ser membro do departamento de engenharia internacional da segunda maior empresa da China no ramo de geração de energia por meios hídricos. Só perde pra primeira porque é do governo chinês, a nossa é 100% privada. Meu grupo de trabalho não podia ser melhor todos bem descontraídos, cada um responsável por uma parte do mundo fazendo negócios de milhões de dólares todos os dias.
Meu horário de trabalho é 08:00 as 11:45 e 13:00 as 17:00, no primeiro dia já me deram 50% do salário adiantado e mais toda a infra estrutura necessária. O setor é internacional mas aqui só 2 falam inglês, nem o supervisor do setor fala hilária fazer uma reunião com eles tudo em chinês e o meu colega traduzindo tudo pela metade.

O Apartamento saiu caro assim Cris, por causa de 3 fatores. Primeiro porque é de 3 quartos, e isso é bem difícil e segundo porque é no centro então como em qualquer lugar no mundo eu acho, perto do centro é mais caro e terceiro porque Hangzhou é uma cidade bem cara, uma das que tem os maiores poderes aquisitivos da China. E não é tão caro assim se formos pensar que sairá 150 dólares por mês pra mim, com Tv a cabo, gás e luz para serem pagos de 3 em 3 meses.
Betina tua amiga Chinesa tava mais que certa, aqui eles comem tudo que tem 4 pernas menos as mesas e cadeiras, 2 pernas menos o ser o humano, acrescento ainda tudo que vem da água e tudo que rasteja.

A cidade de Hangzhou é uma cidade magnífica pra morar, salvo a poluição que é bem intensa como em grandes cidades, achei que tinha visto poluição em São Paulo, lá o céu é uma limpeza perto daqui. Não vemos o sol quase nunca só aquela sensação de abafado quando passa dos 20 graus. Segundo o diário de bordo chinês aqui é a cidade mais segura da China, mais tranqüila e oferece uma qualidade de vida bem prolongada.

Meu bairro é um bairro bem velho mora bastante velinhos, por falar em velho aqui na China é o mesmo que dizer quase pré histórico então imagem né. É de ficar bobo vendo o que eu vejo todos os dias olhando pela janela, aquele monte de roupa pinduradas pra tudo que é canto, panela em prateleiras com as maiores gambiarras que vocês possam imaginar, galinha depenada em ganchos pra fora da cozinha, e por ai vai. Só fiquei um pouco incucado só com o tamanho dos sutiãs das Chinesas, elas não tem tudo isso de peito pra usar sutiã daquele tamanho,vão me desculpar mas até pra mim fica grande ahhahahahahaah. É muito sutiã pra pouco peito,não entendi porque mas também ta ai uma coisa que vou morrer e não vou saber.

A impressão que eu tenho por enquanto é estar passando pelo Jack Chan umas milhões de vezes por dia, juro que no parque que eu fui no domingo passado cheguei a virar pra ver se era, mas acho que não era. E por falar em Jack Chan aqui ele faz propaganda de tudo, head & shoulders, Kaspersky, Kodak, e o mais engraçado ele faz propaganda pra 2 massas concorrentes hahahaha aqui time is Money. Não tem essa de que se sou garoto propaganda da Bozzano não posso ser da gilete kkkkkkkkk. Resumindo o Jack Chan ta por tudo e tem corrente o Jet Lee também ta por ai bem sorridente no cartaz da colgate.

Minhas refeições aqui já estão bem adaptadas, uma que eu não pergunto mais o que é, que carne é, enfim gostei da cor e do cheiro to mandando. O nosso típico espetinho da esquina ai do Brasil é substituído por espetinho de tentáculos de lula é o cara frita na chapa e fica bem assadinho, bem bom.
O refeitório aqui na Empresa é um algo de se ver, tipo é um self service onde você pega uma bandeja e vai escolhendo quantas cambuquinhas vai querer, cada uma é uma coisa, antes disso claro os famosos chopsticks, você tem que pegar um par de pauzinho e mais uma colher muito estranha para a sopa. No final a conta é paga pelo número de bandejas que você pegou. No final do corredor eles tem um panelão elétrico do tamanho daquelas de fazer risoto na paróquia sabem? Só que elétrica e cheia de arroz pra quem quiser repetir, imagina senão repetem de graça.
A conta da sempre em torno de 11RMB isso é 2 reais e 10 centavos. Apenas um upgrade a respeito da minha evolução com os chopsticks é que consigo comer tranqüilo sem fazer fiasco mais inclusive pegar grão por grão de feijão.

Curiosidades em relação aos preços aqui. Acreditem é isso mesmo eu também fiquei de boca aberta com algumas coisas.
Caneca – 0.75 centavos
Panela de alumínio tamanho médio com tampa de vidro temperado – 7 reais
Academia de musculação – 100 dólares por 1 ano
Internet – 6 meses por 125 reais
Edredom – 14 reais e bem bom
Mcdonald’s – 5.10 reais
Outras curiosidades que vou me adaptar bem ligeiro eu acho. Aqui eles comem muito rápido, tipo 10 minutos e deu, já tem alguém em volta pra sentar e comer. Outra coisa eles não baixam a tampa do vazo, pelo menos nos 2 lugares que eu morei aqui ninguém baixa ahahahaha.
Tava pensando ontem voltando pra casa, o como eu fui cruel com o Kalel fazendo ele aprender tudo ligeirinho e tão complexo, to um analfabeto completo aqui e ele aprendeu tudo tão rápido putzzzzzzzzzzzz.. Só me vem as palavras da Marina dizendo “Igor isso é muito complexo pra ele entender”. É kalel voltei pro jardim de infância junto contigo meu filho.

Pois é vou ter que aprender essa língua rápido é meta falar pelo menos um pouco e entender um outro tanto, mas a respeito dos caracteres eu já esqueci esses vai ser desafio pra 5 anos no mínimo.

Outra coisa, ta pensando em vir pra China e usar só cartão de crédito? Bom talvez você consiga comprar alguma coisa no aeroporto porque depois de sair de lá, esquece que você vai achar algo que aceitei o nosso cartão de crédito INTERNACIONAL, aqui não é internacional não pelo que vi até agora. Ou você tem cartão de crédito que é débito Chinês ou você não tem nada. É difícil entender e principalmente pra mim que andava com no máximo 5 reais no bolso, aqui você anda com muito dinheiro sempre tipo você tem que ter no mínimo uns 3000RMB aqui. Então te prepara pra pagar sempre tudo com dinheiro vivo.

Acho que deu por hoje gente, acabei não falando do mercado publico chinês nem das atrações turísticas da cidade. Vou contar na próxima vez, eu to anotando os preços das coisas também pra contar pra vocês e uma história muito louca de quando cheguei em casa semana passada.

Não deixem de escrever pra mim, quero saber tudo e se quiserem adicionar alguém na lista me avisa que eu mando sem problema. Agora estou com celular é tranqüilinho de ligar. O número ta no final do e-mail.

Beijão pessoal ótimos dias pra vocês.
Sucesso

--
Igor Dibi Fernandes
Mechanical Engineer of International Engineering Department
ZHEFU Hydropower Equipment Co., LTD
Add: A-16, huanxing Times Plaza,No.478 Wensan Rood, Hangzhou, China
Mobile: +86 (571) 13615712203


PESQUISA DE
BRASÍLIA

Sergio Ross

Uma boa pesquisa foi feita
recentemente em Brasília. É sobre o Ministério da Presidente Dilma Rouseff.

Segunda a Agencia Siga Brasil, teve quatro deputados que até agora não foram recebidos pela Presidente.
São eles:
Deputado Moreira Franco,que é do Ministério de Assuntos Estratégicos. Foi indicado pelo PMDB e comanda uma pasta paralisada e sem orçamento ainda.
Pedro Novais. Comanda o Ministério do Turismo. Foi indicado pelo PMDB. Assumiu o comando alvejado por denuncias. Foi acusado,de não fiscalizar com eficiência os recursos de emendas parlamentares.
Minha opinião: vai ser um dos primeiros a ser demitido.
Wagner Rossi. Comanda os ministérios da Agricultura e
Pecuária. Indicado também pelo PMDB. Dizem que tem
uma posição afinada com a Presidente e negocias o novo
Código Florestal.
Mário Negromonte. É de um importante ministério, o Ministério das Cidades. É do PP e já articulou o
aumento de recursos para estados e municípios visando obras de saneamento e pavimentação.
Agora, os Ministros que foram recebidos pela Presidente:
Guido Mantega. É o Ministro da Fazenda. Foi recebido oficialmente 12 vezes. Mas conversa com a Presidente várias vezes por dia. Cortou R$ 50 bilhões do Orçamento,mas não tem conseguido conter a queda do dólar e a volta da inflação.
Minha opinião: briga diariamente com o Antônio Palocci,pelo poder junto a “cumpanheira.
Antonio Patriota,Ministro das Relações Exteriores. É um
dos mais próximos da Dilma e tocou a mudança de posicionamento do país em relação ao Irã.
Minha opinião: tem jogo de cintura. É um cara que discretamente já levou algumas broncas mas conseguiu
superar as pequena crises surgidas na casa de Rio Branco
Vai longe o “cumpanheiro”. Foi recebido oficialmente nove vezes,mas tem acesso a Presidente diariamente por telefone.
Atonio Palocci. É o chefe da Casa Civil. Considerado o número dois do governo,tem feito algumas articulações politicas.
Minha opinião: tem jogo de cintura também,mas saiu do governo de Lula muito mal. Conhece economia e fala diariamente pela manhã com o Delfin Netto. Foi recebido na agenda oficial 7 vezes,mas também conversa pessoalmente com a Presidente várias vezes por dia.
Helena Chagas, Ministra da Comunicação Social. Tem
atuação de bastidores e coordena o relacionamento com veículos de imprensa.
Minha opinião:a briga dela com Dilma,nos bastidores é briga de cachorro grande. A moça é competente mas não é fácil de lidar. Oficialmente, foi recebida por Dilma
7 vezes,mas está permanentemente em contato com a
chefe
Fernando Haddad. É o ministro da Educação. Foi também recebido oficialmente sete vezes.
Enfrentou severas críticas por problemas crônicos da pasta,especialmente os referentes ao Enem.
Minha opinião. Veio do Governo Lula. Foi imposto pelo “cumpanheiro”. Acho que não tem vida muito longa com
a dona Dilma. Deve cair antes do fim do ano,quando será feita a primeira mudança no atual ministério.
Fernando Pimentel. É o ministro do Desenvolvimento,Industria e Comercio Exterior. Foi recebido 6 vezes. É um dos ministros mais próximos a Dilma. Recebe pedidos diretos da presidente.
Alexandre Padilha. É o ministro da Saúde. Foi recebido
6 vezes. Está aí às voltas com a Dengue. Está perdendo para os mosquitos. Se não acabar logo com a gripe, que se alastra pelo país, não sei não se chega até o fim do ano
Teresa Campelo. É a ministra do Desenvolvimento Social.
Foi recebida seis vezes. É a responsável pelo Bolsa Família. É uma das mais discretas da Esplanada. A pasta foi favorecida pelo aumento no valor do benefício em patamares acima da inflação.
Minha opinião. Não tenho...
Edison Lobão. Manda no Ministério das Minas e Energia.
É da cota do PMDB no Senado. Enfrentou apagão no Nordeste logo nos primeiros dias de governo,
Minha opinião: vem do governo Lula onde foi muito bem.
Mesmo na mudança que Dilma pretende fazer até o fim do ano,deverá permanecer. É homem de confiança do Presidente do Senado,José Sarney. Oficialmente teve 6
vezes com a Presidente Dilma, mas tem bom relacionamento com ela. Já foi jornalista e foi muito protegido pelo Presidente Geisel.
Miriam Belchior. É a Ministra do Planejamento. Foi ela quem planejou o corte de R$ 50 bilhões no Orçamento e o cancelamento de concursos públicos. Foi recebida em audiências por 5 vezes.
Minha opinião: até agora,não mostrou muito serviço, Está deitando nos cortes que fez. Apesar de ser Bento,não sou machista,mas acho que a moça não tem bala na agulha. Mas como é assim,assim,com a chefe,sei lá,deve ficar onde está.
Orlando Silva é o Ministro do Esporte. É do PCB do B. Enfrenta denuncias recorrentes na gestão do programa Segundo Tempo e tem sido alvo de criticas pela pela organização da Copa do Mundo de 2014.
Foi recebido oficialmente 5 vezes.
Minha opinião: o homem não tem cara de que entenda de futebol. Está sendo blindado pelo Partido e pelo pessoal da CBD. Se mijar mais uma vez fora do pinico,não chega na Copa. Dona Dilma está engolindo o homem. Eu acho que não chega a 2014.
Nelson Jobim. É a cota do PMDB. Foi prejudicado pelos cortes no orçamento e pelo adiamento da compra dos caças franceses para 2012. Esteve oficialmente só 4 vezes com a Presidente
Minha opinião: é herança do Presidente Lula. Dona Dilma não o vê com bons olhos. Na compra dos caças franceses,já fez muitas atrapalhadas. Inclusive já comemorou a venda em grande estilo, na França, quando chegou a anunciar que o Brasil havia fechado o negócio. Apesar de gaúcho e neto de um governador que marcou época no sul, não herdou nada do avô e nem da nossa terra. Não tem nada como político do Rio Grande.
Não sei se chega até o fim do ano.
José Eduardo Cardoso. Trabalha para reorganizar a Polícia Federal alvo de cortes no Orçamento. Oficialmente foi recebido 4 vezes pela Presidente. Trabalhou na sua campanha e é amigo muito próximo da chefa.
Minha opinião: pelo antigo relacionamento com Dilma,vai longe. Mas até agora,não mostrou muita coisa.
Fernando Bezerra. É o Ministro da Integração Nacional. Foi indicado pelo PSB. Está em alta pelo atendimento às vítimas das tragédias no Rio de Janeiro. É um dos responsáveis pelo Sistema Nacional de Defesa Civil. Foi
recebido 3 vezes.
Paulo Bernardo. Ministro da Comunicações. Trabalhou no Planejamento no governo do Presidente Lula. É assim com o homem que o impôs ao governo da dona Dilma.
O ministro tem tocado um dos pilares do governo, o Plano Nacional da Banda Larga.
Minha opinião. Foi incumbido pela Presidente de fazer uma reforma nos Correios que está entregue às baratas.
Chegou, demitiu todo mundo. Do Presidente aos boys. Mas até agora a coisa por lá, não melhorou nada. Tinha que ter colocado no serviço, homens técnicos. Que nada,deu emprego para o pessoal do PT que só entende de política. Esteve com a Presidente 3 vezes. Está vinculado à Presidência.
Aluizio Mercadante. É o Ministro da Ciência e Tecnologia.
Ex senador teve atuação nas tragédias do Rio de Janeiro ao anunciar o Sistema Nacional de Defesa Civil. Esteve com a Presidente oficialmente 3 vezes.
Minha opinião: É mais político do que técnico. Já que é do partido e precisa se recompensado,poderia ter ocupado outro ministério.
Alfredo Nascimento. É o homem do Ministério dos Transportes. Mesmo com o maior orçamento em investimentos da Esplanada, o senador do PR submergiu politicamente.
Isabela Teixeira. É do Meio Ambiente. É uma indicação do PT. A ministra negocia o texto do novo Código Florestal. Oficialmente esteve apenas duas vezes com Dona Dilma.
Minha opinião: até agora não mostrou muita coisa.
Iriny Lopes. É a ministra das Politicas para as Mulheres.
Foi oficialmente ao Palácio do Planalto duas vezes. Foi indicada pelo PT da Câmara. A deputada tem atuado na integração dos espaços de lazer do PAC.
Minha opinião: vou ter que consultar alguem, para me explicar do que se trata. Realmente este país não é tão serio assim...
Gilberto Carvalho. É o Secretário Geral da Presidência.
Segundo o Palácio do Planalto, o homem que foi o braço direito de Lula é hoje o responsável por manter contatos com os movimento sociais. Negociou questões do salário mínimo.
Minha opinião: é da panelinha da cúpula do partido. Mas não é muito chegado a Presidente. Amanhã ou depois poderemos ter uma surpresa por aí.
Carlos Lupi. Ministro do Trabalho. Oficialmente esteve com dona Dilma,duas vezes. É o presidente do PDT e esteve em situação complicada ao fechar com o salário mínimo diferente do defendido pelo governo.
Minha opinião: Se dizia amigo de Brizola. Mas não tinha essa bola todo com o homem. Lupi impôs a dona Dilma sua indicação a Ministro. Foi um negócio vexatório. Se o
cumpanheiro dr. Brizola estivesse vivo, seria outra conversa.
Luiz Sérgio – Relações Institucionais. É o articulador político da Presidência. Tem feito dobradinha
com o Palocci nas demandas de parlamentares.
Minha opinião: vou procurar saber mais sobre o homem.
Ideli Salvatti. A catarinense é a ministra da Pesca e Agricultura. Foi senadora pelo PT. Teve como principal ação anunciar maior rigidez na aduana de peixes vindo da Asia. Esteve oficialmente com a Presidente, uma vez.
Minha opinião: esse emprego foi um tapa buraco,pois a ex senadora catarinense exigia estar no ministério. Afinal de contas ela mora em Florianópolis,na beira do mar...
Luiza Bairros – é a Ministra da Igualdade Racial.
É cota do PT. Tem uma atuação discreta no seu ministério. Também esteve apenas uma vez com a Presidente Dilma.
Alexandre Tombini. É o homem do Banco Central. Está às voltas com a inflação e a queda dos dolares. Esteve uma vez só oficialmente, com a Presidente.
Minha opinião: não é por ser gaucho,mas estou botando as minhas fichas nele. Já me disseram que o homem é competente.
Garibaldi Alves. É o Ministro da Previdência.
Cota do PMDB do Senado. Teve prejudicado o plano de
abertura de agências do INSS com os cortes no Orçamento. Oficialmente,esteve uma vez só em audiência com dona Dilma.
Minha opinião: o homem é puta velha em política. Podemos ter surpresa por aí.
Leônidas Cristino. É o ministro dos Portos. Também só esteve uma vez em audiência oficial
com a Presidente. Foi indicado pelo PSB e tem tocado
planos de ampliações dos portos.
Minha opinião: no meu tempo quem cuidava dos portos no Brasil era o Ministério dos Transportes,que tinha ainda o DNER,a EBTU,GEIPOT e outras empresas ligadas a área. E funcionava muito bem.
Essas empresas todas,foram criminosamente extintas pelo Fernando Collor um homem inteligente e de muita visão...Ah! Ah! Ah! Hoje essas empresas servem, na verdade é de cabides de empregos.
Maria do Rosário. Ministra do Ministério dos Direitos Humanos. Foi indicada pelo PT da Câmara. Segundo sua assessoria a Ministra tem evitado conflito com militares,mas enfrenta questões polemicas à frente,com a Comissão da Verdade...
Oficialmente,esteve também,só uma vez na presidência.
Minha opinião: é inteligente e poderá se dar
bem na sua função.
Afonso Bandeira Florence. Ministro do Desenvolvimento Agrário. Foi indicado pelo PT nordestino. Participa das negociações pelo Código Florestal.
Ana de Holanda é a Ministra da Cultura. Oficialmente só esteve uma vez na Presidência. É da cota petista na Esplanada. É alvo de polemicas relativas à liberação de recursos para artistas.
Minha opinião: é irmã do Chico Buarque, que poderia dar mais força a ela.
General José Elito Carvalho. O Ministro marcou os 100 dias do governo Dilma,com um tropeço ao dizer que não era uma vergonha para o país, ter desaparecidos políticos. É homem do gabinete da Presidente.
Minha opinião final: é muito ministério para tão pouco governo...É muito ministério para servir de cabide a cumpanheirada.



A TERRA É AZUL

Por Carlos Chagas

Mais do que necessários, são imprescindíveis os mergulhos no passado. Acaba de completar 50 anos o primeiro vôo espacial da História. Um russo foi para o céu, assombrando o mundo inteiro. Por menos de duas horas Yuri Gagárin, major, 27 anos, circundou o planeta a bordo de uma cápsula onde mal cabiam suas pernas.

A festa durou dias. O jovem comandante recebeu todo o tipo de homenagens, a começar por um tapete vermelho de quase um quilômetro, que percorreu acompanhado por câmeras de televisão e máquinas fotográficas, para no final levar um beijo do então todo-poderoso Nikita Kruschev. A União Soviética não se cansava de alardear a vitória do socialismo sobre o capitalismo. Anos antes os russos já haviam lançado o Sputnik, primeiro satélite artificial, conquistando agora inegável supremacia científica sobre os americanos.

Naqueles idos, o Muro de Berlim ainda não havia sido levantado, a invasão da Hungria pelo Exército Vermelho era tida como reação necessária à conspiração da CIA e, na União Soviética, ninguém pensava em ocupar o Afeganistão. O perigo, para os russos, estava na China, demonstrando como Mao Tzetung era precavido. John Kennedy, nos Estados Unidos, dava a impressão de promover ampla reviravolta para extirpar o racismo e a pobreza. Fidel Castro ensaiava os primeiros passos para transformar Cuba numa República Popular, com Che Guevara empolgando a juventude. A França ressurgia das cinzas pela volta de De Gaulle ao poder, Nehru, na Índia, e Tito, na Iugoslávia, assentavam as bases do Terceiro Mundo. No Vaticano, um velhinho feito Papa para protelar um impasse eclesiástico surpreendia céus e terra ao realizar formidável alteração de rumos na antes conservadora Igreja Católica. Até no Brasil um líder meio histriônico, meio doido, concentrava as atenções. Ora a esquerda, ora a direita, aplaudiam o recém-eleito Jânio Quadros.

Em suma, para os jovens, o mundo se descortinava à frente como um imenso paraíso. O futuro pertencia a todos nós.

Depois, foi o que se viu. Nem é preciso lembrar que Kruschev foi deposto, Mao impôs ao seu povo uma abominável Revolução Cultural, Kennedy acabou assassinado, Fidel, transformado em títere, Nehru e Tito passaram, De Gaulle renunciou, João XXIII foi para o céu e Jânio Quadros surpreendeu o país na tentativa de dar um golpe, felizmente malogrado, para tornar-se ditador.

Cinqüenta anos depois, o socialismo saiu pelo ralo, o Terceiro Mundo se desfez e o Brasil viveu 21 anos de ditadura militar. Valeu? Pelo menos naqueles dias em que Yuri Gagárin transmitia, lá de cima, que a Terra era azul.

DANE-SE O ANDAR DE BAIXO

Parece uma sina, quem sabe maldição, mesmo. A verdade é que o sociólogo não deixa passar uma semana sem tentar conturbar o processo político. A última de Fernando Henrique é que a oposição deve esquecer o andar de baixo. Lixar-se para o povão e sensibilizar apenas a classe média.

Trata-se de elitismo explícito, aliás, já praticado em seus oito anos de poder. Por isso o Lula venceu as eleições de 2002: conquistou as camadas mais pobres da população, que o antecessor agora tenta desconsiderar como alvo para o PSDB. Em sua última intervenção, Fernando Henrique demonstra o receio de que Dilma Rousseff empolgue a classe média, mantendo o povão. Não demora muito para o ex-presidente neoliberal pregar a volta à monarquia. Imaginem com que família real...

ESTÃO TESTANDO A PRESIDENTE

Significa o quê, essa nova onda de invasões de terra promovida pelo MST? Mais do que a luta pela reforma agrária, o movimento parece testar a presidente Dilma. Seus líderes querem saber até onde ela vai. Resistirá, procurando manter a ordem no campo sem cair na rede dos ruralistas? Ou na mobilização de forças para evitar excessos na ocupação de fazendas, acabarão aparecendo vítimas? Seria precisamente esse o objetivo, que faz dos camponeses miseráveis simples biombo ou massa de manobra para a concretização sabe-se lá de que objetivos? Se pretendem a revolução no campo, estão atrasados de várias décadas. Se darão agora o passo tantas vezes adiado, de constituir-se num partido político, melhor olharem para as dificuldades encontradas por Gilberto Kassab.

BATENDO DE FRENTE

Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobrás, precisa definir-se. Ou continua anunciando aumento nos preços da gasolina, batendo de frente com a equipe econômica e com o ministro Edison Lobão, quer dizer, com a presidente Dilma, ou dedica-se à sua candidatura para prefeito de Salvador. Seguir nas duas paralelas, não dá. A Petrobrás vem obtendo os maiores lucros que uma empresa brasileira poderia aspirar. Agüentaria com facilidade o tranco de mais um aumento nos preços internacionais do petróleo sem mexer nos preços da gasolina. Até porque, quando o petróleo baixar, ninguém cogitará de reduzir também os preços de seus e derivados.

ADEUS, REFORMA POLÍTICA...

Por Carlos Chagas

Sobre a reforma política, apesar do jogo de cena promovido pelas comissões especiais do Senado e da Câmara, tudo indica que dará em nada. Ou, no máximo, em perfumaria.
O Congresso não aprovará a proibição do voto personalizado para deputado. Rejeitará o voto na legenda e em listas preparadas pelos caciques partidários. Trata-se, essa proposta, de um desejo dos dirigentes, não das bases. No caso da aprovação, os caciques seriam eleitos sem fazer força, colocando-se nos primeiros lugares das listas. Por isso, a idéia será rejeitada também pelos parlamentares que não tem voz ativa nem comando nos partidos, mas formam maioria nas bancadas e nos diretórios municiais e estaduais. Muito menos deixarão de protestar as novas gerações interessadas em ingressar na vida pública, infensas a começar na rabeira, sem chance, mesmo sendo populares e podendo dispor de votos. Junte-se a esses setores o conjunto do eleitorado, desde já irritado pela proposta de cassação de seu direito de eleger quem quiser, obrigado a aceitar seu voto beneficiando quem não conhece, não gosta e não escolheu.
Outra mudança condenada ao fracasso, nas regras do jogo político, seria a revogação do princípio da reeleição para presidentes da República, governador e prefeito. A tentação para os que não chegaram a esses patamares só não é maior do que a daqueles que se elegeram, reelegeram-se e agora aguardam a oportunidade de voltar para mais dois mandatos. Mesmo em se tratando a reeleição de uma vigarice, por conta do direito de o mandatário disputar o segundo mandato no exercício do primeiro, sem desincompatibilizar-se, está o país diante do fato consumado. É a historia contada nos nossos tempos de criança, a respeito dos tigres da Índia: uma vez tendo provado carne humana, jamais admitiam outra refeição.
Uma terceira reforma de que se fala muito, também a ser desfeita no ar, é o financiamento público das campanhas. Primeiro porque despertará a irritação nacional diante da classe política: se faltam recursos para escolas, hospitais, estradas, habitações e tanta coisa a mais, como justificar dinheiro aos montes para a eleição de deputados e senadores? Depois porque o governo, qualquer governo, pensará duas vezes na hora de desembolsar centenas de milhões sob o pretexto de moralizar o processo eleitoral, sabendo que por baixo do pano prosseguirão os gastos não contabilizados, o caixa dois, a compra de votos e a corrupção.
Sobre a cláusula de barreira, destinada a diminuir o número de partidos e acabar com as legendas de aluguel, permanecerá o mesmo obstáculo de sempre, há anos impedindo sua aprovação: quem quer afastar a hipótese de, rompido com seu partido, recomeçar em outro mais maleável? Existe ainda a questão dos pequenos partidos históricos, com lugar doutrinário e ideológico garantido pela lógica. Como separa-los dos partidos de aluguel?
Discute-se também, à maneira de quem enxuga gelo, a extinção dos suplentes de senador, ou, ao menos, do segundo suplente. Nem que a vaca tussa, porque em todos os estados as eleições de senador envolvem montes de composições, entendimentos e compensações. Jogar votos fora, ninguém joga.
Voto distrital constitui risco para boa parte dos candidatos a deputado, de olho em receber sufrágios pingados em todo o estado. Concentrar as candidaturas apenas num grupo de bairros, nas grandes cidades, ou num conjunto de pequenos municípios, diante de um adversário forte, equivalerá a comprar passaporte para a derrota. Quanto ao reverso da medalha, o distritão em que se tornaria cada estado, poderia ensejar a eleição apenas dos mais votados, mas como reagirão quantos conseguem eleger-se sem alcançar o quorum necessário, nas sobras de outros? Sendo assim, também fica impossível imaginar o fim das coligações, taboa de salvação para muita gente.
O resultado, sem a emissão de juízo de valor sobre ser um bem ou um mal é que reforma política, adeus...

Comem e viram o coxo...

assim diz o gaúcho ao ingrato....

certas atitudes me fazem pensar: como tem gente que serviu a ditadura militar, se valeu dela e agora não quer ser linkado nem de longe. esqueçam que serviram a farda....não interessa mais, renegam a biografia....

e há até empresas que se ergueram no tempo dos milicos e agora donas da comunicação chamam ao período de anos de chumbo...a mais conhecida e notória e a folha de são paulo que ficou marcada por ter escrito que houve uma ditabranda, não dura....

Ah, bem anteviu o genial golbery do couto e silva: nós vamos ser corridos daqui....não só corridos, renegados....

Dia 13 de abril de 1992

triste dia na redação da zero hora

( memória)

Hoje completam-se 19 anos de um dia muito triste e de muita tensão dentro da redação da zero hora. 46 profissionais foram demitidos numa tarde....

Os " decapitadores" - no caso os que diziam pro repórter ou editor se continuaria ou seria demitido - foram EDuardo Bueno, o Peninha( que na segunda esteve dando palestra no forum da liberdade, junto com o músico Lobão). Numa sala, eles tinham uma papelada na mão e na medida que um profissional era chamado já se sabia a sorte do outro. Se aquele que saíra da pequena reunião tinha sido confirmado, o seguinte seria demitido...e assim foi durante toda a tarde...num verdadeiro pânico que se estabeleceu dentro da redação.

Houve cenas chocantes, que não vale a pena mais relembrar....
Gente demitida que se recusou a ser demitida....

Entre os demitidos, estava o editor Danilo Ucha, que foi comunicado bem no fim do expediente. Ucha saiu de mansinho, se cobrindo com um livro.

EStas as lembranças de uma segunda-feira, proximidades de Páscoa de 19 anos atrás...

Engraçado era que os colegas demitidos depois foram se reencontrando no banco pra receber o fundo desemprego....

E aos poucos só nas audiências da Justiça do Trabalho, pra quem nela ingressou....

Em tempo: o outra colega que participou do comunicado dos dispensados foi Clovis Heberle.


100 dia do Governo Tarso

Passei no Largo Glênio Peres, mas lá não havia ninguém do PT panfleteando a favor do governo Tarso. Pelo menos eu não vi....


O ato do PMDB contou com a participação dos deputados estaduais, presidente do PMDB municipal, PMDB Regional, PMDB Jovem, PMDB Mulher, Movimento Negro do PMDB e, também contou com a presença de ex-deputados estaduais do PMDB. Foram produzidos 100 mil jornais e distribuídos, na Esquina Democrática, 5 mil exemplares. Os demais serão distribuídos no interior do Estado.

Abração,
Mauro L. Moraes

Foto de MAURO L. MORAES

Recebo da leitora Naira Sanes


de Santa Maria da Boca do Monte!


UM ABRAÇO DE TRÊS VOLTAS, DO TAMANHO DO RIO GRANDE DO SUL..
BAH LOCO ...
TÁ SOPRANDO UMA ARAGE DAS BOAS POR ESSAS BANDAS
Muito TRI...

O sotaque mais xucro, grosso e assustador de todo o universo conhecido........(e do desconhecido também) é o nosso, oriundo do gaúcho bravio, meio italianado. Esse dicionário é quase perfeito, especialmente para quem não é 'nativo' deste chão!!!
E pra quem não sabe falar com a gente então manda o dicionário abaixo:


Alemoa: loura
Atorá: cortar
Atucanado: ocupado, atarefado
Baita: grande
Bem Capaz: jamais, negação enfatizada
Cagar a pau: bater
Camassada de pau: apanhar
Campiá: procurar
Capaz: verdade?
Chumaço: conjunto de alguma coisa
Cóça de laço : apanhar
Crêendios pai: exclamação quando algo dá errado
De revesgueio: de um tal jeito
Fincá: cravar
Garrão: calcanhar
Incebando: enrolando, fazendo cera
Ingrupi: enganar
Ínôzá: amarrar (já viu palavra com todas as sílabas com acento?)
Intertê: fazer passar o tempo com algo
Inticá: provocar
Invaretado: nervoso
Japona: jaqueta de lã ou de nylon
Jóssa: coisa
Judiá: mal tratar
Kakedo: pessoas que não valem nada
Malinducado: mal educado
Paiêro: fumo de palha
Pânca: modo de se portar, por exemplo: panca de motoqueiro
(jeito de motoqueiro)
Pare, home do céu: parar, o mesmo que 'se par de bobo' e
'deusolivre home'.
Pardal: radar fixo
Pestiado: com alguma doença
Pexada: acidente
Podá: ultrapassar, ou cortar, o mesmo que podá
Pozá: dormir em algum lugar
Rancho: compra do mês
Relampejando: trovejando
Resbalão: escorregar
Sinalêra: semáforo
Táio: corte
Tchuco: bêbado
Trupicá: tropeçar
Tri atucanado: muito ocupado
Tunda de laço : apanhar
Vortiada: passeio
Ximia: doce de passar no pão
Exemplo de aplicação:
Agora manda esse e-mail para intertê os teus amigos, aproveita enquanto teu chefe foi dá uma vortiada... Não sei como ele não vê que mesmointuiado de trabalho você fica incebando o dia inteiro... Pare de campiá desculpa, fica falando que tápestiado e ainda consegue ingrupi o coitado do chefe... Mas vai logo, antes que ele volte e fique invaretado de te ver pescociando... Pare de se bostiá, home do céu, não sejamalinducado e manda essa jóssa de uma vez...



Liga Homeopática completa
70 anos de serviço à comunidade gaúcha


No dia 17 de abril, a Liga Homeopática do Rio Grande do Sul (LHRS) completa 70 anos de atuação no Estado, destacando-se como uma das instituições pioneiras no Brasil na divulgação da homeopatia como especialidade da área da saúde e na prestação de serviços à comuniudade.
Até o final do ano, a Liga programa realizar uma série de atividades para comemorar a data, entre elas uma confraternização, inauguração de medalhão em homenagem a David Castro e Tribuna Popular na Câmara Municipal de Porto Alegre. O objetivo é promover a especialidade e a Liga entre os profissionais médicos, farmacêuticos, odontólogos e veterinários, bem como divulgar a homeopatia para o público em geral.

Programação
Para marcar o aniversário, a entidade promove um coquetel para autoridades, parceiros, profissionais e simpatizantes no dia 16 de abril, às 17h, em sua sede, localizada na avenida Getúlio Vargas, 169, bairro Menino Deus, Porto Alegre. Na ocasião, serão lembrados os profissionais que fizeram parte da história da homeopatia no Rio Grande do Sul e instalado a efígie do médico pernambucano David Castro (1915-1980), fundador da LHRS. A peça irá substituir o monumento de Joaquim Murtinho, furtado da sede da LHRS em março de 2009.
No dia 28 de abril, às 14h, a Câmara Municipal de Porto Alegre (avenida Loureiro da Silva, 255) homenageia a Liga na Tribuna Popular – uma iniciativa do vereador professor Garcia.
De acordo com a médica veterinária Elisandra Pezzetta, presidente da LHRS, a entidade tem motivos de sobra para comemorar. “Nosso principal objetivo é divulgar a homeopatia e queremos que todos desfrutem desta terapêutica”, pontua. Como uma das mais antigas e tradicionais instituições do Brasil, a Liga segue os princípios fundamentados pelo criador da homeopatia, Christian Friedrich Samuel Hahnemann (1755-1843), comprovando os benefícios da terapia homeopática, que trata o semelhante com o semelhante. “Para nós, profissionais que atuamos voluntariamente, é uma grande alegria comemorar estes 70 anos”, finaliza.

Histórico
Criada em 1941, por iniciativa do médico homeopata pernambucano David Castro, a Liga Homeopática do Rio Grande Sul tem como objetivo a difusão da especialidade da homeopatia.
Através de Castro, a LHRS manteve programas de rádio, crônicas nos jornais locais e publicou por mais de 20 anos o Boletim da Homeopatia, iniciativas pioneiras no País. Foi responsável pela criação do primeiro monumento à homeopatia na América do Sul: a herma de Hahnemann do Parque Farroupilha (Redenção), em 1943, e pela implantação do Dia da Homeopatia no Brasil - 21 de novembro, em 1959. Além do atendimento médico nos três dispensários homeopáticos existentes à época, a Liga tornou-se sede de cursos regulares de homeopatia que se estabeleceram a partir da regulamentação da especialidade médica, a partir dos anos 1980.
Com mais de 70 anos de história e constituindo marco fundamental da homeopatia gaúcha e brasileira, a Liga continua prestando atendimento médico e veterinário homeopático à população e aos animais, por meio do trabalho voluntário de 12 médicos e 9 médicos veterinários.

Informações e entrevistas:
Elisandra Pezzetta, médica veterinária, presidente da LHRS
Tel.: (51) 35 94 33 74/35 98 52 38
Cel.: (51) 98 15 94 75
E-mail: epezzetta@bol.com.br
www.ligahomeopaticars.com.br

Assessoria de imprensa:
Jornalista Gelcira Teles, 6790/RS
On Mídia Comunicação Integrada


Livraço abre programação da Semana do Livro 2011


Encontro ocorre no domingo, 17 de abril, no Parque Farroupilha, em frente ao Monumento ao Expedicionário

A Câmara Rio-Grandense do Livro, com apoio de entidades ligadas ao setor, promove a abertura das atividades da Semana do Livro 2011. Um dos mais aguardados momentos de incentivo ao livro e à leitura do Estado começa com uma ação democrática em um dos parques mais populares da capital gaúcha, a Redenção. No dia 17 de abril, a partir das 11 horas, o Livraço Por Uma Porto Alegre Mais Leitora vai reunir amantes da literatura com seus livros preferidos. O ponto de encontro será em frente ao Monumento ao Expedicionário no Parque Farroupilha. Os participantes vão ler trechos das obras e depois poderão trocar os livros entre si ou doá-los a bibliotecas.Esta será a 9ª edição da Semana do Livro e ocorrerá entre 17 a 23 de abril com atividades programadas em Porto Alegre e em várias cidades do Interior do Estado, como Caxias do Sul, Carazinho, Santa Rosa, Canoas, São Leopoldo e Montenegro, entre outras.

Tanta agitação se deve ao Dia Mundial do Livro e do Direito do Autor, que é comemorado em 23 de abril, data instituída pela Unesco. Foi nesse dia que morreram Miguel de Cervantes e William Shakespeare. A Câmara Rio-Grandense do Livro prepara uma solenidade especial para a Semana, com homenagens a pessoas e instituições que, no ano passado, desenvolveram ou apoiaram ações de promoção à leitura e de incentivo ao livro, além dos jubilados do livro, titulares e funcionários de empresas associadas que completaram 25 e 35 anos de dedicação ao setor livreiro. O evento será no dia 18 de abril, no Auditório Barbosa Lessa, do Centro Cultural CEEE Erico Verissimo.

Sobre a Câmara Rio-Grandense do Livro: é uma sociedade civil sem fins lucrativos que representa os interesses do setor editorial e livreiro gaúcho. A entidade atua de forma independente e tem como principal finalidade unir todos os que trabalham pelo livro, promovendo sua defesa e fomento, a difusão do gosto da leitura, a formação de novos leitores e o desenvolvimento da economia livreira e da cultura regional. Conta com 153 associados, todos com sede no Rio Grande do Sul, entre editores, distribuidores de livros, livreiros e creditistas, assim como outras instituições que se dedicam à produção e comercialização do livro. Além da Semana do Livro, realizada há nove anos, promove a Feira do Livro de Porto Alegre, a maior feira de livros a céu aberto das Américas, de forma ininterrupta desde 1955. Hoje, a Feira do Livro é Patrimônio Imaterial de cunho cultural da cidade de Porto Alegre.

Assessoria de Imprensa Câmara do Livro
Milim Comunicação


Vierinha e a

memória trabalhista

JULIANA BRIZOLA, NETA DO HOMENAGEADO,AUSENTE!


O deputado federal Vieira da Cunha(PDT), o Vieirinha tem se preocupado com a memória trabalhista:quando era presidente do legislativo estadual foi ele que se interessou em mandar fazer um memorial ao Getúlio na Praça XV de Novembro, em São Borja. Memorial construído pelo Oscar Niemeyer. E agora,segundo noticia ZH, fará uma estatua a Leonel Brizola na praça da Matriz, em Porto Alegre, pra lembrar a Legalidade.

Na apresentação da maquete da estatua deBrizola, chamou a anteção da ausência da deputada estadual Juliana Brizola(PDT), que coordena dentro do legislativo estadual os 50 anos da Legalidade....

Será resquício da CPI da Juventude no legislativo municipal????


Rolo na galeria Edith...

Rescaldo do rolo que teve no último domingo, na galeria Edith, quando gravaram,ou melhor a Zeppelin gravou um comercial da OI...

Um dos inquilinos de uma loja chegou pra arrumar algumas coisas e preparar a segunda e viu que haviam tirado até seu letreiro na frente da galeria. emputeceu,literalmente. Aí veio um empregado que trabalhava e lhe ofereceu açaí com guaraná, aí ele chutou o pau da baraca.....

 


Anonymus pelo Mundo chega a Portugal


Nova temporada do quadro que integra o programa de José Antonio Pinheiro Machado já começou a ser gravada
O quadro Anonymus pelo Mundo, que integra o programa Anonymus Gourmet, da RBS TV, iniciou a gravação da sua segunda temporada. O apresentador José Antonio Pinheiro Machado e sua equipe embarcaram nesta semana para Portugal, onde serão gravados cinco programas em duas localidades do país: Douro e Lisboa. Na programação, uma reportagem sobre a Academia de Vinhos do CS Vintage House Hotel, um passeio a bordo do Pipa D’Ouro e um jantar no restaurante DOC, do chefe de cozinha Rui Paula. A equipe ainda vai percorrer as seculares ruas da cidade do Porto, experimentar a gastronomia portuguesa, com destaque para os doces, além dos vinhos que vêm de várias regiões, como Bairrada e Alentejo.

A nova temporada Anonymus pelo Mundo tem direção de Vivian Cunha, imagens de Marcos Pacheco e participação especial de Alarico e Márcia Lutz.


Em tempo: por isto que não se choca notícia.Na sexta última, o Anonymus contou pra mim e pro Beto, do Odeon, que ele viajaria pra lá. eu mosquiei e não dei. agora vi na coletiva . net


é por isto que sempre que posso não choco notícia.....

chirrus sem eleição...


Foi adiada a eleição da chirruada do sindicato dos rodoviários de porto alegre. Uma liminar na Justiça, da chapa dois, comandada pelo BALA, adiou a eleição. E o candidato da situação, o ACOSTA ESTÁ HÁ 18 ANOS NO PODER. ELE PERTENCE A FORÇA SINDICAL.


GAROPABA PROVOCA
NOSTALGIA NA LAURA PEIXOTO


eis aí sua cronica, férias atrasadas, publicada no jornal Opinião, de Encantando.


Escrevo da praia.

De garopaba.

quem foi mesmo que disse ser março o melhor mês para veranear no verão?

Chove.

Chove muito.

Horrorizada pergunto ao meu filho como ele sobrevive sem computador, sem internet.

Como?

Ele sorri e mostra o mar.

Mas eu não surfo.

Então leio.

Leio, leio, leio.

*****

Na praia,resolvi voltar às origens: fervo os panos de prato. Dentro de uma panela. nada de tanque, nada de máquina de lavar.Fervura para desencardir. Ou para libertar a alma?

Só lamento que não seja em fogão à lenha. Nada é perfeito- penso entre os vapores escaldantes que transformaram a cozinha numa sauna.


*****


Anna Carolina, nacuriosidade de seus quase 10 anos, quer saber porque uso desvios e estradinhas de chão batido para transitar entre Garopaba e a praia da Ferrugem.

- Por saudades.

Ela faz uma cara de tédio resignado.


Tenho saudades de uma Garopaba nativa, mais " Fuscão Preto", mais pescador, mais cabrito, mais banho de cachoeira na Encantada, mais trilha no Morro da Vigia sem aqueles monstrengos arquitetônicos se equilibrando por lá.


*****

A panela onde fervo os panos de prato transborda e queima minha nostalgia de final dos anos 70.

O mais triste não é o asfalto e os pardais na rodovia de acesso a cidadezinha. O mais triste não é o crescimento comercial que promoveu o corte de árvores na rua principal que se debruça na beira-mar e onde as ressacas, aos poucos, terminam com a faixa de areia da praia.

O mais triste é não ter memória...

****


Dipinduro os panos deprato no varal. Como se lenços , para atrair bons presságios. Um vento sopra e fico na torcida para que traga de volta dias melhores. Pelo menos, mais secos.

***

Agora eu vou dar um conselho pra Laura,se é que se pode:

_ Não se volta a locais onde se foi feliz. Parece que tudo fica triste...mas valeu pela tua crônica Laura. Viajei no tempo, me lembrei dos pescadores, das caminhadas ao longo do mar que se fazia nos ano s70, quando éramos jovens e loucos....


de Ilton Saffer


Animais: projeto do Executivo cria nova secretaria municipal

O prefeito José Fortunati deverá protocolar na manhã desta quarta-feira (13/4), na Câmara Municipal de Porto Alegre, projeto de lei do Executivo que cria a Secretaria Municipal do Bem Estar Animal. Fortunati deverá ser recebido pela presidente do Legislativo municipal, vereadora Sofia Cavedon (PT), às 11 horas, no Salão Nobre Dilamar Machado.

O projeto, após ser recebido e protocolado, deverá ser apregoada ao Plenário em uma das próximas sessões ordinárias e depois, em duas outras sessões consecutivas, avaliado no período de Discussão Preliminar de Pauta. Após esse trâmite, o texto é examinado pelas Comissões Permanentes da Câmara Municipal e, somente depois, volta ao Plenário para ser votado no período de Ordem do Dia.

Havendo acordo de lideranças, o projeto de lei poderá receber, para sua votação, Pedido de Urgência na tramitação, conforme o artigo 81 da Lei Orgânica do Município.

Helio Panzenhagen (reg. prof. 7154)


Fotografia é história
Genioso, mas agradecido


Seu Amador Aguiar, falecido em 1991, na sede do Bradesco. Seu primeiro trabalho foi como lavrador numa fazenda de café no interior de São Paulo. Depois, foi office-boy de um pequeno banco. Galgou posições até tornar-se o dono. Grande empreendedor. Anos após, era o presidente da maior instituição financeira privada do Brasil.

Como foi – A Veja tinha uma matéria grande sobre a economia brasileiro e o destaque principal era Seu Amador. Portanto, era necessário fotografá-lo com maior capricho. Ele era famoso por ter personalidade forte, ser duro com o pessoal que o cercava, ter poucos amigos e de sorrir raramente. Genioso. Mas era também humilde, paciente e, sobretudo vaidoso, embora jamais demonstrasse ostentação. Discreto, não queria imagem sua na reportagem. Daria entrevista, mas nada de câmara. Eu o havia fotografado meses antes, em Brasília, num encontro com seu sócio Antônio Carlos de Almeida Braga. Na época morando em São Paulo, deixei minha mesa de editor e acompanhei os colegas Silvio Ferraz e Antônio Machado à presidência do Bradesco. Seu Amador viu-me, reconheceu-me e lembrou-se da gentileza de eu ter lhe enviado algumas fotos dele com Braguinha.

Do blgo do Claudio Humberto

O que sei do seo Amador Aguiar é que ele não USAVA MEIAS NEM QUANDO IA AO PALÁCIO DO PLANALTO.

UMA VEZ O PRESIDENTE FIGUEIREDO QUIS CONFERIR NUMA AUDIENCIA SE AMADOR REALMENTE ESTAVA SEM MEIAS E ESTAVA....

E SEMPRE FAZIA REZAR MISSAS NA CHAMADA CIDADE DE DEUS, EM OSASCO, ONDE FICAVA A SEDE DO BRADESCÃO.....

SE NÃO ME ENGANO, SEO AMADOR RESIDIA NO COPAN, EM SÃO PAULO!

MEMORIA DA IMPRENSA


Em 1982, como recordei,ontem, Jair Soares se refugiou numa fazendola do Hotel Plaza, em Jaquirana, interior de São Chico.

Os repórteres levaram dias pra descobrir. Até que quem levantou o paradeiro foi o Antônio Carlos Ribeiro, secretário do Correio do Povo( que pararia de circular em 1984).

Mas foi a Folha da Tarde que deu o furo. Foram pra lá com uma tele(aquelas lentes de longo alcanse) e fotografaram o futuro governador num tratorzinho, trabalhando na fazenda. Deram na capa.

O Carlos Fehlberg, na zero hora, enlouqueceu com o furo da concorrente. Era pro Flávio Pereira ter pego a matéria, mas ele não conseguiu.

E Fehlberg dificilmente engolia um furo. Levava semanas pra digerir....

João Carlos Terlera que fazia uma coluna de política disse que aquele furo era inevitável porque a Caldas Jr. descobriu por um acaso.

Ele acha que o fato de Jair ter se escondido num sítio do dono do Plazinhaq - Terlera diz que o sobrenome do cara era Souza - é porque seguramente o Plazã tava apoiando o Jair em contraposição ao EDuardo Viana Pinto, que tinha dois hotéis e que era o arrecadador da campanha do rival maior de Jair, Pedro Simon, do PMDB...

Enfim, coisas da famosa campanha a governador de 1982, que teve candidatos que depois todos se tornaram governadores: Collares, Simon e Olívio.


Registro

faleceu e foi enterrada ontem dona Iolanda Marques Goulart, última irmã do ex-presidente Jango viva. Ele foi mãe dos jornalistas Coi Lopes de Almeida( já falecido) e da primeira fotógrafa da zero hora Ana lopes de almeida.

E ainda mais dois coleguinhas que tinham envolvimento afetivo com ela: Graça Guindani, diagramadora era sua nora e era cuidada,ultimamente, pela também diagramadora, Neusa Tasca.....

Olha aí o Charqueadas com as pesquisas dele....!!!!

Mas não foi só o PT que recebeu deste pessoal,imagino...se não fica que parece que o PT gosta de dinheiro de revólver....


DESARMAMENTO


Na eleição para a Prefeitura de Porto Alegre a Maria do Rosário recebeu R$ 75 mil de doação das Forjas Taurus, fabricante de armas; Luciana Genro recebeu R$ 10 mil da mesma empresa. Ela é a favor do desarmamento? Maria do Rosário, ao que consta, será uma das coordenadoras da nova campanha pelo desarmento. Nada a ver? Em 2006 o Miguel Rossetto recebeu como doação a importância de R$ 100 mil da Cia Brasileira de Cartuchos; ele é contra ou a favor do desarmamento?
Outra coisa: nas eleições de 2010, em São Paulo, 63,50% dos presos que votaram deram seu voto para a Dilma; 65,71% para o Mercadante; no Rio, dos 478 aptos a votar, 94 o fizeram na Dilma, 41 no Serra e os demais anularam, votaram em branco, ou não votaram.
Os coordenadores da campanha pelo desarmamento não poderiam convocar estes presos como cabos eleitorais da campanha; eles pediriam que seus colegas, que estão fora das prisões, entregassem seus arsenais, abandonando o crime. A SEGURANÇA MELHORARIA MUITO. NÃO SERIA UMA MARAVILHA ?

SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS

QUE TAL ?


Oi, avisa o Sergio, de Charqueadas, que se ele não sabe, boa parte das doações para campanhas anti fumo vem de empresas de cigarros. Algumas empresas de cigarro (não vou citar nomes) por conta disso tem até selo de responsabilidade social.
Admiro muito o trabalho da Maria do Rosário e tenho certeza de que ela empregará bem qualquer doação, verba ou o que quer que seja no bem das pessoas por quem ela trabalha.

abs

Ellen Augusta

Falcão(1)

Quem vai dirigir e treinar seria o Julinho Camargo, pelo que depreendi...

Falcão entra com a grife...

Falcão (2)

Acabou a era FERNANDO cARVLAHO, NO INTER...FICOU CLARO, ISTO!!!!

Catarinenses estão eufóricos com o Falcão no Inter

Por Luiz Oscar Matzenbacher

Os desportistas de Santa Catarina, com justo motivo, estão mais eufóricos do que os próprios torcedores colorados com a contratação do Paulo Roberto Falcão, o Rei de Roma, para ser o técnico do Sport Club Internacional. Falcão nasceu em Abelardo Luz (SC), mas foi ainda menino, morar em Canoas (RS), acompanhando os pais, catarinenses eram colorados e o levaram para as categorias de base do Beira-Rio.
Os principais colunistas dos jornais Diário Catarinense e do Jornal de Santa Catarina estão se referindo sempre ao "catarinense" Paulo Roberto Falcão, quando falam no novo técnico do Inter. Creio que com o Falcão, o Inter vai ganhar quase tantos torcedores novos em Santa Catarina como no próprio Rio Grande do Sul.
É bom lembrar que o atacante catarinense Valdomiro Vaz Franco é outro ídolo colorado, da época do Falcão, mas nascido em Criciúma, onde mora até hoje e mantém o Museu do Futebol.
Convém lembrar também que o atual maior goleador do Brasil, o paulistano Leandro Damião, o número nove do Inter de agora, também se revelou para o futebol do Internacional em Santa Catarina. Precisamente no Atlético de Ibirama, clube do Alto Vale do Itajaí que ainda detém parte dos direitos federativos dele.
Paulo Roberto Falcão, o catarinense que chegou a ser o Rei de Roma, é realmente o novo técnico do Internacional. Eu gosto muito do Falcão. Me acostumei a vibrar com as jogadas elegantes do Falcão, cadenciando e agilizando o futebol do Inter nos anos 1970/1980. Depois me acostumei a conviver com ele nas redações gaúchas, quando ele se transformou em nosso colega jornalista. O considero o melhor comentarista de futebol do Brasil.
Passei a admirar mais ainda o Falcão depois que ele acolheu e ajudou o poeta Mário Quintana, que passava dificuldades na velhice.
Por gostar tanto da eficiência do Falcão eu não gostei inicialmente da idéia dele vir a ser o técnico do Internacional em 2011. Vai ser difícil voltar aos vestiários que hoje são habitados por jogadores bem diferentes da geração Falcão/Minelli. Pode não dar certo.
Mas será bonito ver o Falcão gesticulando para a meia-cancha de Oscar, Guinnazu, D'Alessandro, Andrezinho e Bollatti. Talvez o Minnelli tenha feito o Falcão assimilar tudo do futebol ofensivo, carinhoso, mas sem perder a rudeza jamais.


Pré-lançamento do projeto do Museu Getúlio Vargas ocorre nesta sexta-feira

Na próxima sexta-feira (15/04) haverá o pré-lançamento do projeto de Restauração e Ampliação do Museu Getúlio Vargas, às 16h, na Sala do Servidor da Prefeitura de São Borja. Na ocasião também será lançada a nova logomarca do Museu Getúlio Vargas.

As co-produtoras do projeto, Lahtu Sensu Administração Cultural e Cida Planejamento Cultural, através de suas diretoras, Lucia Silber e Maria Aparecida Herok, apresentarão um histórico da estruturação do projeto e uma síntese de seus conteúdos, conforme os materiais encaminhados em 31 de março ao Sistema PRÓ-CULTURA da Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul, órgão onde o projeto está sendo analisado, com o intuito de receber os benefícios da Lei de Incentivo à Cultura do Estado.

Em 2009, a Prefeitura de São Borja investiu recursos na ordem de R$ 13.400, 00 para realização do levantamento cadastral do projeto. Em 2010, a AES Sul investiu diretamente R$ 50 mil reais para a contratação dos projetos técnicos de arquitetura e complementares. Com a aprovação no Sistema PRÓ-CULTURA, estará garantindo o patrocínio ao projeto através da AES Sul, que, em 2008/2009, patrocinou a restauração da Casa do Ex-Presidente João Goulart, hoje Memorial Casa João Goulart, na mesma cidade. O projeto também contará com recursos financeiros da Prefeitura Municipal, na ordem de 10% do montante total.

O Museu Getúlio Vargas é imóvel tombado pelo patrimônio do Estado e possui um significativo acervo documental praticamente inédito no país. O projeto abrange, além das obras físicas de restauro e ampliação, a implantação de um novo projeto expográfico e de um plano de sustentabilidade para o espaço. Essas ações atenderão aos padrões museológicos contemporâneos e buscam qualificar o espaço de forma que o equipamento cultural possa espelhar, em sua proporção, a dimensão do Presidente Getúlio Vargas na história brasileira.

O projeto é uma promoção da Prefeitura de São Borja, com realização da Lahtu Sensu e Cida Planejamento Cultural. Com a aprovação no PRÓ-CULTURA, passará a contar com o financiamento deste órgão da Secretaria de Cultura do Estado do Rio Grande do Sul e patrocínio da AES Sul. Conta com o apoio do IPHAE – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado e da UNIPAMPA/São Borja.

 

DEPOIS DA CHINA, A AMÉRICA LATINA


Por Carlos Chagas


Depois da China, a América Latina. Mais do que uma rima, trata-se de uma necessidade. A presidente Dilma Rousseff passa a semana do outro lado do mundo, mas, quando voltar, em termos de política externa, deverá dedicar-se à América Latina. Pretende visitar nossos vizinhos e afins, dentro do espírito de solidariedade e colaboração, ainda que com características diversas daquelas adotadas pelo presidente Lula.

Porque o antecessor, com todo o respeito, foi complacente demais com nossos hermanos. De uma posição de supremacia que nos é inerente, acabou dando a impressão de fraqueza diante do Paraguai, Bolívia, Equador, Venezuela e até Argentina. Não é o que vai repetir-se no atual governo. O Brasil estará pronto a dialogar com todos, até mesmo a celebrar acordos capazes de beneficiar economias mais fracas, mas jamais aceitará jogos de cena, imposições ou declarações mal-educadas.

O Paraguai continuará a receber nossa compreensão, ainda que nada vá conseguir fazendo exigências descabidas com relação à energia de Itaipu, para a qual contribuiu apenas com parte da água do rio Paraná. A Bolívia deve esquecer a prática de nacionalizar empresas brasileiras sem antes negociar ao extremo, muito menos ocupando-as militarmente. Vale o mesmo para o Equador. Dilma jamais admitirá comentários pouco protocolares por parte de Hugo Chaves, devendo cobrar, também, a participação da Venezuela em projetos comuns. Em paralelo, não se admitirá Cristina Kirschner repetindo o gesto do falecido marido, que quando presidente da Argentina ficou falando ao telefone celular enquanto o Lula discursava, retirando-se da mesa dos trabalhos sem dar satisfação aos presentes.

Em suma, a estratégia será a mesma, diferindo apenas a tática. Firmeza e respeito são preliminares para os diálogos futuros.

EM DEFESA DE ULYSSES

Afinal, uma voz em favor de quem não pode mais defender-se. O senador Jarbas Vasconcelos foi à tribuna para desagravar a memória de Ulysses Guimarães, agredido na biografia autorizada de José Sarney, recém-publicada. O ex-presidente da República refere-se ao saudoso comandante das oposições como um político menor, sem espírito público, interessado apenas no poder. Sem dúvidas, um diagnóstico infeliz, em especial por ser feito tanto tempo depois da morte de Ulysses. Coube ao ex-governador de Pernambuco repor a História em seus devidos termos.

EMPURRANDO COM A BARRIGA

A Constituição de 88 ampliou os limites da democracia direta, regulando o referendo e o plebiscito, duas formas de a sociedade manifestar-se sem intermediários. Desde sua promulgação, nossa lei maior ensejou diversos pronunciamentos, desde o regime ao sistema de governo e até a propriedade de armas de fogo.

Agora que o Congresso examina a reforma política, nada mais natural do que submeter ao eleitorado as propostas afinal aprovadas pela maioria dos deputados e senadores.

Só que tem azeitona nessa empada. Já flui pelos corredores do Legislativo a idéia de que a referida consulta popular deve acontecer em outubro do ano que vem, junto com as eleições municipais. Quer dizer, uma reforma imprescindível, que se espera votada ainda neste primeiro semestre, ficaria mais de um ano na geladeira. E nem valeria para as eleições municipais de 2012. Só se aplicaria, caso recebendo o apoio popular, em 2014. País que tem tempo é outra coisa.

O MAIOR MURO DO MUNDO

Com toda razão preocupado com a fragilidade de nossas fronteiras, lembrou o senador Marcelo Crivela recente visita feita aos Estados Unidos. Lá, apesar de todos os meios de vigilância na fronteira com o México, os americanos ainda erigiram um muro. Aqui, seria impossível repetir a experiência, dada a extensão de uma fronteira terrestre que começa no Amapá e termina no Rio Grande do Sul. Para evitar a entrada de drogas e de contrabando, a solução seria multiplicar os postos militares de fronteira. Ampliar a presença do poder público nas faixas de limite com nossos vizinhos. Sem isso a droga e as armas continuarão entrando com toda liberdade em nosso território.

 

Recebo e publico!


Café da Imprensa - com exclusividade

Quero informar ao jornalista Olides Canton, o Café da Imprensa localizado na Borges de Medeiros , 915
no predio da ARI, vai homenagear o lendário reporter policial Vanderlei Soares, hoje colunista do jornal O Sul, com um espaço que levará seu nome.


Alfonso Abraham Blog

www.espanholfotos.blogspot.com

 

Jundiá

1) O jundiá, pro leitor saber, era o falecido João Aveline

2) Eu sei o que incomodou o serginho....

3) Já dizia Antônio Gramsci, a verdade é revolucionária...

Mas digo eu: ninguém gosta de ouvi-la, nem eu....

PQP,como tu escreves besteira. É uma pena que o Jundiá,não está mais conosco.
Larga dessa mania de fazer gracinha no teu blog. Seja um jornalista sério.Vais ter muito mais vantagem.

Sergio Ross


A História não tem pressa


Carlos Chagas


Vivemos de modismos. De idéias pré-concebidas. Por que, por exemplo, determinar 100 dias como primeiro prazo para o julgamento de um governo ou de uma governante? Por que não 102 ou 110, ou 200, 500 ou 800? Dirão muitos que a vida é assim. Os casamentos são contados por bodas de prata, de ouro e até de diamante. As guerras, por décadas ou séculos. As religiões, por milênios.

Se não insurgir-se, Dilma Rousseff deveria dar de ombros para a cascata de análises, interpretações e diagnósticos apresentados pela mídia no fim de semana, a respeito de seu desempenho na presidência da República. Afinal, a data que interessa mesmo é a de cada dia, com ênfase para o último de seu mandato.

Para Getúlio Vargas, foi 24 de agosto de 1954, mesmo tendo ele permanecido por quinze anos variadíssimos, numa primeira etapa, e três anos e meio de incompreensões, no segundo.

Juscelino Kubitschek preferiu ressaltar os 50 anos em 5, no começo, para no final fixar-se na data futura que não chegou, de 3 de outubro de 1965, quando voltaria ao poder. Jânio Quadros jamais imaginou que 25 de agosto de 1961 seria o fim, muito menos João Goulart, de que tudo terminaria no 1º de abril de 1964. Dos generais-presidentes, note-se apenas a sequência de seus mandatos com dia certo para transmitirem o poder, exceção de Costa e Silva que adoeceu antes. Para Tancredo Neves o destino não deixou um dia sequer, para José Sarney um ano lhe foi surripiado. Fernando Collor imaginou vinte anos, defenestrado em dois e meio, ao contrário de Fernando Henrique, que era para ser julgado depois de quatro anos e burlou seus julgadores, estendendo o prazo para oito. O mesmo tempo concedido ao Lula, de olho em mais oito, ainda que sem prazo certo para iniciar o retorno.
Essas considerações se fazem por conta da evidência de que a análise da ação dos presidentes da República não deve ser medida em dias, meses ou sequer anos. A História não tem pressa e não comporta açodamentos, ainda que se apresente pródiga em surpresas. Dilma pode ter ido bem nos primeiros 100 dias, mas quem garante que seguirá assim nos seguintes? Melhor aguardar.?

A MELHOR IMAGEM

Diz a sabedoria popular que o melhor juiz, numa partida de futebol, é aquele que não aparece, do qual a torcida não toma conhecimento.

Deveria ser assim no Poder Judiciário, isto é, sendo naturais e acordes com o Bom Direito, suas sentenças não precisariam despertar polêmicas e muito menos protestos. Conforme essa evidência, em termos de opinião publica e publicada, o ano não começou bem no Supremo Tribunal Federal. A decisão a respeito da lei ficha limpa desagradou o sentimento nacional, mesmo sem a emissão de juízos de valor sobre sua constitucionalidade.

O problema é que nova frustração poderá ser oferecida pela mais alta corte nacional de justiça, no correr de 2011. Num caso, se for mais uma vez protelado o julgamento dos 40 mensaleiros, que agora dizem ser 38. São réus, já foram denunciados pelo Procurador Geral da República por formação de quadrilha e outros crimes, mas multiplicam recursos e expedientes de toda ordem. Pior ficaria a situação, porém, na hipótese de, julgados, serem absolvidos. Importa menos a argumentação de seus advogados. Vale mais a natureza das coisas.

OITO MAIS UM

Os oito governadores do PSDB preferem ficar com Aécio Neves, apesar das críticas por ele formuladas a Dilma Rousseff e ao PT, do que engajar-se na corrente da intransigência sustentada por José Serra, Fernando Henrique e Sérgio Guerra. Gostariam que o senador mineiro tivesse sido um pouco mais tolerante com a presidente da República, mas dispõem de mecanismos para absorver o discurso de Aécio como uma necessidade oposicionista. Do que fogem feito o diabo da cruz é do radicalismo da ala paulista dos tucanos. Afinal, para cumprirem suas promessas de campanha, os governadores precisam do palácio do Planalto. Até Geraldo Alckmin.

FEDERASUL HOMENAGEIA ESCRITÓRIO
FARACO DE AZEVEDO

Durante a reunião-almoço Tá na Mesa, a Federasul homenageia
nesta quarta-feira (13) a Faraco de Azevedo Advogados, de Porto Alegre pelo
seu 60º aniversário de fundação. O Escritório foi fundado em 1951 pelo
advogado gaúcho Hélio Faraco de Azevedo e já atuou em mais de 35 mil
processos em todas as áreas do direito.

Todt Comunicação


PERSISTÊNCIA DA MEMÓRIA

Um homem sem memória é como um relógio que se derrete. Imaginando ser esta a idéia de Salvador Dali quando pintou a tela intitulada “Persistência da memória”, que poderia representar perfeitamente a perda de memória do homem contemporâneo, surge-me a idéia de relacionar tal percepção ao atual momento da política externa brasileira.
Considerando as manchetes anunciando “Dilma vai à China turbinar vendas”, nada mais coerente lembrar que estamos no ano cinqüentenário da viagem oficial de outro líder brasileiro para a China. Foi em agosto de 1961. João Goulart, na condição de vice-presidente, era recebido por Mao-Tse-Tung. O propósito? Justamente o mesmo de nossa atual mandatária da Nação: relações comerciais.
Naquele então, a iniciativa visava construir para o Brasil uma alternativa comercial de independência econômica do eixo americano e dar potencialidade a economia nacional. Era o Brasil buscando uma política externa independente, buscando romper o alinhamento econômico exclusivo aos Estados Unidos. De lá pra cá, a China se tornou uma potência mundial e o maior parceiro comercial do Brasil.
Hoje o desafio do Governo é conquistar a segunda maior economia do mundo. E que bom que o mundo mudou, pois em outros tempos, onde o contexto geopolítico mundial girava em torno da guerra fria, era uma ofensa aos bons costumes das elites aristocráticas do Brasil, um vice-presidente estar na China comunista. Pois o Gaúcho Jango entrou para a história por ser o primeiro líder latino americano a buscar a abertura de mercado com países Comunistas, onde hoje está Dilma Roussef.
Nossa história de relações comerciais com a China não é recente: completa cinqüenta anos em agosto, e quase custou a posse legítima de um Presidente da República denunciado como comunista, por ter uma visão estratégica de mercado mundial. Jango abriu caminhos para o futuro do Brasil, mas poucos lembram. Sendo assim, cabe a reflexão de Friedrich Nietzsche: “A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez”.

Christopher Goulart
Presidente do Memorial João Goulart

Coleguinhas

Se por acaso o Chagas vier a fazer uma biografia do Brizola - não estou afirmando - o Serginho Ros seguramente vai ser seu confidente...
É que ele sabe muito do ENGENHEIRO como sempre chamou o tio Briza, desde que o conheço em 1983...e isto que ainda era no tempo dos milicos, que o Serginho serviu, com dignidade.

Pois aqui abro meu arquivo implacável e mostro o serginho a bordo do avião do então governador gaúcho leonel brizola, quando voltavam de Carazinho, no dia que Brizola resolveu desmembrar o rio grande do sul do resto do país num discurso lá - depois voltou atrás - e disse que não era nada daquilo que tinha dito.

Já na outra foto o Serginho então diretor da Manchete em Brasilia cumprimento o alemão Geisel, na biblioteca do Palácio da Alvorada, no dia que Geisel resolveu fazer as fotos oficiais depois de eleito presidente.

- Eu sou o filho do Miguel Ros, de Bento e o senhor quem é? teria perguntado Serginho ao alemão geisel....

- Saiba seo baixinho, que eu sou o presidente Geisel,disse o presidente da abertura lenta gradual e segura....


Memória de eleições

A eleição " roubada" de Jair!

Em 1982, na eleição pra governador doEStado, todos achavam que Pedro Simon, do PMDB ganharia, mas ele perdeu a eleição para Jair Soares, do PDS.

E Jair, que comandava antes o Ministério da Previdência Social, escondeu-se em Jaquirana, então distrito de São Chico de Paula, pra esperar a eleição.

Lá a imprensa nem desconfiava que o candidato estivesse homiziado. Mas o Carlos MOnteiroda Folha da Tarde foi no Plaza onde sabia que Jair tinha apoio e lá lhe informaram que o candidato tinha rumado pro sítio do gerente do Plaza, que ficava em Jaquirana.

Monteirinho se mandou pra lá comuma kombi da Caldas e com fotógrafo. E ficava num hotel de São Chico,indo todos os dias até a fazendola esta onde o futuro governador descansava e esperava a finalização da contagem dos votos, porque isto demorava muito.

- Nós íamos toda hora até a fazendola pegar entrevista com ele, quando desse. A medida que ele ia sendo confirmado governador, começavam a subir pra lá os futuros secretários pra cumprimentá-lo.

Um deles foi Joseph Zukauskas, que era do Jornal do Brasil, mas que já estava assessorando Jair informalmente. Zuka, como era chamado pelos colegas, era homem do Triches e de Jair.
Acabou sendo o homem da imprensa de Jair.

NO fim da eleição, Simon, que em Rainha do Mar jogara a toalha dando uma entrevista dizendoque tinha perdido a eleição, ainda encostou em Jair e ficou com apenas 22 mil votos a menos. E passou o resto da vida dizendo que aquela eleição lhe foi roubada...


Comercial da Rua da Praia


No domingo último vim pro centro e vi uma grande produção na frente daloja da OI, quase junto a Uruguai.


Era a Zepelin fazendo a gravação de um comercial da OI....

Tiraram o luminoso até das lojas da galeria EDith. Um dono que por acaso veio na loja,mesmo sendo domingo, virou uma fera. foi pedir explicações.

A galeria também virou um depósito de gente da produção fazendo refeições e acampada.

Alegria de uns, irritação de outros.

Zepelin ligou

Na segunda, portanto, ontem um produtor da Zepelin ligou pra loja da galeria EDith, perguntando se estava tudo bem...

Resolveram na conversa....

PMDB faz ato para 100 dias do Governo Tarso


Os deputados estaduais do PMDB estarão promovendo um ato de protesto para marcar os 100 dias do Governo do Tarso nesta terça-feira (12), a partir das 13 horas, na Esquina Democrática, no centro de Porto Alegre. Além de uma avaliação dos primeiros 100 dias de governo, a movimentação pretende denunciar à opinião pública gaúcha a profunda incoerência, os erros e os atos verdadeiramente ilegais que marcam este curto período da atual gestão.

Fatos como o escândalo dos pardais e a operação-abafa da CPI na Assembleia Legisliva, a criação de mais de 500 CCs e sua repercussão nas finanças públicas, o descumprimento da promessa do Piso Nacional aos professores e a omissão diante dos temas de grande interesse do Estado, entre outros, serão expostos através da distribuição de um boletim impresso nos pontos de maior circulação de Porto Alegre. O material também será distribuído para todas regiões do RS.

Assessoria de Imprensa PMDB-RS / Assembleia Legislativa

MAURO LEWA MORAES


O REFERENDO VAI DERROTAR A REFORMA POLÍTICA


Por Carlos Chagas


Podem deputados e senadores optar pelo que bem entender, em matéria de reforma política.Voto em listas partidárias, sem o eleitor escolher seu candidato a deputado, dinheiro do governo para financiar eleições, voto facultativo, diminuição do número de partidos e quanto mais queiram. Tanto faz se essas mudanças venham a ser aprovadas pelos plenários da Câmara e do Senado, mesmo invertendo-se a aprovação nas duas casas.

Na verdade, essa terá sido a reforma política feita pelos políticos, como de tantas vezes anteriores. Elaboradas por eles, para eles. Sem maior identidade com o sentimento nacional. Por isso, e sem questionar a prerrogativa natural de o Congresso mudar, suprimir ou aprimorar as leis, ficaremos diante de um impasse de graves conseqüências. Porque certas decisões precisam transcender das clássicas atribuições parlamentares.

Tome-se a questão do desarmamento. Anos atrás Câmara e Senado aprovaram projeto proibindo qualquer cidadão de possuir armas em casa. As elites aprovaram, a mídia também. Felizmente a matéria foi ao referendo popular. Qual o resultado? A sociedade discordou de seus representantes. Desarmar, sim, mas primeiro os bandidos, infensos a aceitar a lei. Enquanto eles existissem, deveria o cidadão comum dispor de condições para defender-se, já que o poder público deixava de cumprir o seu papel.

Na reforma política é a mesma coisa. Proibir o eleitor de escolher pessoalmente o seu candidato, votando nos partidos, pode constituir-se solução ideal, mas desde que os partidos deixem de comportar-se como quadrilhas. Crie-se, primeiro, a verdade partidária. Depois, será passado um cheque em branco para cada legenda.

Assim as demais propostas em exame. Financiamento público das campanhas? Ótimo, mas desde que extirpados os gastos particulares que certamente continuarão por muitos anos. Depois, se houverem recursos disponíveis no tesouro público, em seguida ao seu uso para desatar o nó na educação e na saúde pública. Nos transportes coletivos, também.

Resultado: a reforma política precisará ser submetida a um referendo. Imaginem qual o resultado...

QUANTOS EMPREGOS A MAIS?

Os trágicos acontecimentos numa escola do Realengo, no Rio, levam à conclusão de que ensino não se limita a salas de aula e à merenda escolar. É preciso proteger as escolas e os alunos. Dar-lhe condições de não ser invadidos e assassinados. Tivessem as autoridades se preocupado com a segurança dos jovens, contratando guardas e vigias em número suficiente para cada unidade e esse animal responsável pela morte de nove meninas e um menino não teria sequer entrado no estabelecimento em questão. Muito menos armado dois revolveres, transitando como bem entendeu pelos corredores e salas de aula.

Recursos? Ora, e as centenas bilhões de dólares remetidos todos os anos para o exterior, como remessa de lucros do capital especulativo que chega aqui sem a menor preocupação com nosso sistema de ensino? Sem falar na fonte de empregos criados com a imprescindível segurança...

QUEM CHAMA QUEM?

Transcorridos cem dias do governo Dilma Rousseff, dos 37 ministros, mais dois que assumem nos próximos dias, pelo menos oito ainda não receberam qualquer convocação da presidente da República, salvo para comparecer às duas reuniões conjuntas do ministério, realizadas até agora. Viram a chefe de longe, sem a oportunidade de mostrar planos, propostas e dificuldades. Vamos evitar o constrangimento de fulanizações, mas a verdade é que não foram chamados e nem se animam a pedir para despachar isoladamente. Talvez temam repreensões e reprimendas, quem sabe estejam agastados coma falta de atenção.

Esse pode ser um dos males de grandes ministérios. Napoleão dizia ser impossível ganhar uma batalha com mais de nove generais a ele subordinados. Com 37 então, nem se fala. O então presidente Fernando Collor percebeu essa aberração, nomeou apenas seis ministros, mas, com todo o respeito, nomeou tão mal que nada funcionou.

Para Dilma, agora não dá para começar a extinguir ministérios, mas bem que ela podia receber os ministros que faltam conhecer o seu gabinete.

QUANTOS MAIS VIRÃO?

políticos de primeiro time foram implacavelmente alvejados por José Sarney, na sua biografia autorizada recém-publicada, aliás elogiável, escrita por Regina Echeverria: Ulysses Guimarães, que não pode mais defender-se, e Bernardo Cabral, que deve estar preparando a réplica.

A informação é de que o ex-presidente da República dá os retoques finais às suas memórias, certamente bem mais apimentadas e profundas do que a biografia. Outros alvos serão objeto de sua pontaria, a ser verdadeiro o comentário de Fernando César Mesquita, de que Sarney não esquece agravos. Guarda-os na geladeira para devolve-los na melhor oportunidade. Tem gente tremendo por antecipação.

IGTF lança concurso para escolha da música tema da Semana Farroupilha



A Comissão Estadual dos Festejos Farroupilha 2011 aprovou, em reunião realizada esta semana na sede da Fundação Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore (IGTF), o regulamento do concurso para escolha da canção tema da Semana Farroupilha, que acontecerá nos dias 13 a 20 de setembro em diversos municípios do Rio Grande do Sul.
De acordo com o regulamento as inscrições pela internet, para compositores de todo o Brasil, estão abertas até 15 de junho de 2011. Também serão aceitas inscrições realizadas pelo correio desde que postadas até data-limite de 15 de junho de 2011.
As canções deverão ser inéditas, compostas especificamente para o evento, contemplando ritmos consagrados do cancioneiro riograndense e enfocando o tema "Nossas raízes", que servirá de fio condutor do desfile temático. A música vencedora será anunciada no dia 20 de junho.

Séulo 21


A direita brasileira não se deu conta ainda que está ainda na primeira metade do século passado, usando a filosofia e o modo de atuação da antiga UDN. O nosso principal partido de esquerda se atualizou nos primeiros anos deste novo século. Evoluiu, derrotou seus adversários e levou a nação a um novo patamar, em que luta atual é a eliminação da pobreza no país. Os oito anos do governo Lula colocaram o país no cenário mundial.

A direita brasileira no entanto tenta preservar os maiores entraves ao desenvolvimento nacional. É contra o aborto, obrigando milhões de mulheres a usarem procedimentos fora dos grandes hospitais ou a continuarem tendo filhos que não querem e que não podem criar. É contra os sindicatos, tentando manter uma massa escrava de empregados a seu dispor. É contra os sistemas de cotas para os negros e índios, tentando também manter estes povos fragilizados na competição por melhores empregos. É também contra a complementarão de renda aos brasileirinhos menos favorecidos pela sorte.

Assim a direita brasileira está numa encruzilhada, ou entra de corpo e alma no século 21 ou abandonará a cena política brasileira.

De São Borja

O rodeio que aconteceu no final de semana foi um sucesso de público, informa o radialista Eduardo Belmonte, da rádio Cultura AM.

" Tinha lugar pra oito mil pessoas e em todas as noites teve sempre entre 5 e 6 mil pessoas" disse Belmonte. Os ingressos, nos camarotes, custavam 250,00 reais e a entrada comum o preço era de 10,00 reais.


de São Borja


EX PRESIDENTE DO PDT


VAI VOLTAR AO DIRETORIO MUNICIPAL


O advogado Clair Ribas que ocupou a presidência do PDT de São Borja quando se elegeu pela primeira vez o atual prefeito Mariowane Weis(PDT)- no momento um dos candidatos do PDT a presidência da Famurs - informou a este site que está requerendo seu ingresso no diretório municipal do partido em São Borja.Clair diz ainda em missiva remetida a este site no último domingo que vai querer saber onde está o dinheiro das contribuições partidária e caso não obtenha informação recorrerá ao Ministério Público.

O presidente do diretório municipal do PDT é o coronel aposentado da Brigada Militar, ex-vereador e advogado Janot Marques de Oliveira.Ele tem o mesmo espaço,se quiser, que o ex-presidente Clair.

A seguir a carta de Clair endereçada ao site:

- eSTOU VOLTANDO AO DIRETÓRIO MUNICIPAL REQUERENDO MEU INGRESSO COMO EX-PRESIDENTE AINDA MAIS QUE O MINISTRO CARLOS LUPI FOI REELEITO NO DRIETÓRIO NACIONAL.

OS MEUS COMPANHEIROS ESTÃO ME EXIGINDO, NÃO EXISTE MAIS NADA DE PROGRAMA ATUALMENTE NO PDT DAQUI NO MUNICIPIO.

TODO MUNDO DO DIRETÓRIO É MANIPULADO PELO PREFEITO OU CCS

VOU VOLTAR AO PDT PARA SBER ONDE ESTÃO OS PROGRAMAS DO PARTIDO E OS PLANOS DE GOVERNO QUE FICARAM EM ATA DO PARTIDO, VOU BUSCAR PARA ESCLARECER A POPULAÇÃO E OS COMPANHEIROS DE QUE O PARTIDO FICOU ACÉFALO DEPOIS DE MINHA SAÍDA VOU BUSCAR SABER ONDE ESTÁ O DINHEIRO DAS CONTRIBUIÇÕES PARTIDÁRIAS O DIZIMO, QUEM USOU OU ESTÁ USANDO SE TIVER QUE DENUNCIAR AO MP VOU FAZ~E-LO. PASSEI MUITO TRABALHO PARA RESTABELECER O PDT LOCAL E ELEGER O ATUAL PREFEITO A QUEM CLASSIFICO COMO VISLUMBRADO QUE NADA CUMPRIU.


Quanta imitação

O Grêmio ganhou o primeiro Gre-nal e depois veio a imitação.
Primeiro ganhamos a Copa do Brasil e depois veio a imitação.
Ganhamos duas Libertadores e depois veio a imitação.
Ganhamos um Mundial e depois veio a imitação.
Contratamos nosso maior ídolo para técnico e lá e veio a imitação.

Remindo Sauim


Agenda lotada

Um assessor de uma Cãmara Municipal do interior mandou um email para um amigo em Porto Alegre avisando de que estará a partir de hoje na capital ..e que já tinha a agenda lotda....ei-la

De manhã: dormir

Tarde: quiosque da Brahma(shopping rua da praia)

Noite: Boteco Tchê, show do Marío Barbará

quarta: concentração durante o dia pra noite ir no DOMINó

quinta: Matinê na tia Carmen e de noite de novo no Boteco Tchê show de Cesar Oliveira e Rogério Melo

sexta:a programar.


Durma-se com um barulho destes....


Programinha


É hoje de noite no Boteco do Tchê, na José do Patrocínio com Joaquim Nabuco lançamento do CD de Mário Barbará....

A colônia sanborjense promete bombar por lá....


Rixa

Começou a rixa Renato X Falcão...

Recebo da leitora Rita Martins, colorada doente;


FALCÃO( SERIO, INTELIGENTE E CHIQUE )

RENATO: SEM SAL, SEM AÇUÇAR E AINDA POR CIMA SE ACHANDO A ÚLTIMA BOLACHINHA DO PACOTE...!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


qUERO VER O PRIMEIRO GRENAL .....


O DIA SEGUINTE(1)


acho que o Inter contratou um marqueteiro,não um treinador.Se der certo, o tempo vai dizer.


O dia seguinte(2)

O Falcão não tem nada com isto...Inteligente ele é...mas como treinador é uma nulação.


O dia seguinte(3)

No momento, como tem muito associado não pagando as mensalidades, a diretoria quis dar uma injeção de animo. Isto é coisa do Luigi, quer fez isto muito bem feito na rodoviária. O Giovani é um administrador e nas novas conversas de muitos anos atrás, quando ele era um simples gerente na rodoviária, ele me dizia que precisava ENCANTAR O PASSAGEIRO, O CLIENTE.

O dia seguinte(4)

Tenho certeza que o Falcão vai dar por um tempo um novo ânimo no Beira Rio. Isto também ajuda...Casmurrice do Roth não tava com nada...

O dia seguinte(5)

Mas cuidado: só papo não enche barriga.


De São Borja

Um vereador do PP me disse ontem que o PT vai ganhar a eleição da prefeitura no ano que vem. E o nome segundo ele é uma bomba arrasa quarteirão. Quem será meu Deus??? a esposa do deputado federal Paulo Pimenta????


Histórias de La Ùndeze!

Esta foto que eu saquei do blog do prefeito, é pros serafinenses matarem a saudade da paisagem de Serafina na época do plantio de soja e milho....

Ainda sobram uns poucos matos nos fins das colônias que eram geralmente desmatadas da casa em direção ao fim da terra. Por isto que os colonos sobraram umas matas nos fins de suas terras. Hoje está tudo impedido de cortar.

Na região já houve muitas serrarias que hoje se mudaram pro Mato Grosso, que é onde tem madeira.


O REI DE ROMA NO BERA-RIO

FALCÃO NO INTER

FOI MEU O FURO DE REPORTAGEM

Por Luiz Oscar Matzenbacher

Quem anunciou o Falcão, o Rei de Roma e Soberano do Beira-Rio, como o novo técnico do Inter fui eu. Ainda na sexta-feira. Podem ler lá no horário do texto enviado por e-mail ao Olides: 8/4/2011-13h29min. Por modéstia eu disse "anunciaram" na matéria, mas ninguém ainda havia lembrado o Falcãozinho, como opção para substituir o Roth.

PDT


Faz algum tempo a RBS realizou a promoção os 20 Gaúchos do Século.
Entre os vinte tivemos Getúlio Vargas, Alberto Pasqualini e João Goulart.
Brizola ficou no 21º lugar.
O que eles fizeram, quando estiveram em Governos?
É só pesquisar: eles tem história.
Diante disto o PDT tem necessidade de estar a reboque do PT?
Por que não ter vida própria? Independência ?

SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS


QUE TAL ?


Ao que parece o Ministro da Justiça e a Ministra dos Direitos Humanos comandarão uma campanha de desarmamento.
Maria do Rosário recebeu contribuição para sua campanha das Forjas Taurus, fabricante de armamentos.
Ah,ah,ah,ah....


http://1.bp.blogspot.com/-pPARqoyzMxw/TaEUJljuK1I/AAAAAAAAL6Y/DwA2X_TCdco/s1600/MaRo.png


SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS


Fila

Vejam.a gente morre e não vai ter visto tudo mesmo!!!!!


http://www.contraovento.com.br/wp-content/uploads/2011/04/fila-gif.gif


Nesta o Charqueadas se esmerou!!!!!


http://www.contraovento.com.br/wp-content/uploads/2011/04/os-filhos-da-GIF.gif

SERÁ ESTA A CARTILHA DO LULA?

O lingüista esquerdista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das 10 estratégias de manipulação? através da mídia:

1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes.
A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto Armas silenciosas para guerras tranqüilas).
2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.
Este método também é chamado problema-reação-solução. Cria-se um problema, uma situação prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo dolorosa e necessária, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que tudo irá melhorar amanhã e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver Armas silenciosas para guerras tranqüilas).

6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos

7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver Armas silenciosas para guerras tranqüilas).

8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto
9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!
10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o sistema tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.

SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS

Sem Pulo - Túnel do Tempo

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FALCÃO NO INTER????

Olha Serginho, acho que o Inter foi buscar um cara com o carisma do Renato. Aqui eles vivem esta rixa que os alimenta...

Porque treinar mesmo, acho que nenhum dos dois sabe....



Não tenho nada que me meter no Inter.Mas cá pra nós, acho que o Falcão como treinador do Inter,vai entrar pelo cano. Foi sem dúvida um cracaço e hoje é um bom colunista. Agora,ser treinador,acho que é emprego para seis meses.
Se puderes, escreve para ele não fazer esta besteira.

Sergio Ross

Música Disco anos 70


Depois dos Embalos de sábado a noite, curta a música que embalou a geração disco.
Paulo Bettanin
Acesse o link ou entre no blog.
O Urbanascidades se multiplicou. Agora, temos páginas por temas, para facilitar sua navegação.
Urbanasarquiteturas com Arquitetura, Urbanismo e post sobre Porto Alegre;
Urbanasmelodias com o melhor da música do Urbanascidades;
Urbanasimagens com fotografia, cinema, teatro e tv;
Urbanasculturais com literatura, artes plásticas e os editoriais do Urbanascidades.

http://urbanascidadespoa.blogspot.com/2011/04/musica-disco-anos-70.html

Do enviado a Porto Belo, Matzenbacker

O REI DE ROMA NO BERA-ERIO

Não creio, o regime é presidencial,. Manda o presidente. O Luigi eu vi, muitas vezes, vibrando com as jogadas do Falcão, lá nas cadeiras e nas sociais do Beira-Rio, no Década de 1970.


Pelo menos os colorados vão ser felizes até na derrota. É melhor perder jogando para frente e bonito do que vendo a mais poderosa meia-cancha do Brasil trabalhando para municiar apenas um atacante cercado por dois ou três zagueiros.
Luiz Oscar Matzenbacher

Os caras de Bento,tcho...

O Serginho aguentou na pau o exame de biopsia na su apróstata. Diz ele que o médico deu medicamento pra dormir, mas como é HIPERATIVO, não pegou nada.E que aguentou no osso do peito o exame. É que em Bento tão acostumado a arrancar dente sem anestesia..


Biografias


1) Leonel brizola tá precisando de uma ....porque o Chagas não faz????


2) Nelson Marchezan tá precisando de uma ...disseram que o Congresso tinha conttratado o Carlos Fehlberg pra escrever, mas até agora não saiu


3) Tem um cara fazendo uma do Getúlio. Mas tem algumas, já.


Aquele Abraço

Gilberto Gil

Composição : Gilberto Gil

O Rio de Janeiro
Continua lindo
O Rio de Janeiro
Continua sendo
O Rio de Janeiro
Fevereiro e março
Alô, alô, Realengo
Aquele Abraço!
Alô torcida do Flamengo
Aquele abraço
Chacrinha continua
Balançando a pança
E buzinando a moça
E comandando a massa
E continua dando
As ordens no terreiro
Alô, alô, seu Chacrinha
Velho guerreiro
Alô, alô, Terezinha
Rio de Janeiro
Alô, alô, seu Chacrinha
Velho palhaço
Alô, alô, Terezinha
Aquele Abraço!
Alô moça da favela
Aquele Abraço!
Todo mundo da Portela
Aquele Abraço!
Todo mês de fevereiro
Aquele passo!
Alô Banda de Ipanema
Aquele Abraço!
Meu caminho pelo mundo
Eu mesmo traço
A Bahia já me deu
Régua e compasso
Quem sabe de mim sou eu
Aquele Abraço!
Prá você que me esqueceu
Ruuummm!
Aquele Abraço!
Alô Rio de Janeiro
Aquele Abraço!
Todo o povo brasileiro


Quando comecei a tomar contato com a tragédia do Rio,ainda na quinta, me chamou a atenção do Bairro Realengo onde fica a escola da mortandade: ai fui ler no Valor Economico que fez um bom trabalhou sobre a realidade do Barrio que tem 200 mil habitantes, todos de classe média baixa, muitos militares morando ali.

E sabia que a palavra estava numa música. Aí fui ver que era naquele abraço que o Gil fez em 1969 quando se despedindo do Brasil escreve aqueles versos poéticos.

Porque será que o Gil foi se lembrar do Realengo? qual seu vínculo afetivo ali em 1969? boa pergunta pro ex-ministro da cultura.

Faltaram jornais....


Na sexta passada, quem procurou jornais do rio nas bancas do centro de porto alegre, não achou. Esgotaram todos....

Falcão X Renato!

Foi até bom não ter Grenal. O Renato ia desmoralizar o Falcão logo na quarta que vem. Assim tem uma sobrevida....


Brizola

Eu sou barriga fria mesmo....Acho que não demora e o Congresso vai mandar escrever uma biografia oficial do Brizola.

Biografia do Brizola

E não será um brizolista de quatro costados que irá escrever esta biografia...não será um Sebastião Nery, nem um Roberto D'Avila, pra ficar em dois nomes conhecidos: será mesmo um jornalista cujo nome nunca foi vinculado a Brizola.

Como dizia o velho Ulisses, quem faz o melhor bocado, nem sempre o come....

(Neste caso, é também de que propõs a idéia, né...)


SEMANA SANTA

PRETTI E MONEGE EM ROMA....

Um conselho que um taxista me deu em 1986, na vez que estive em Roma: não vá a CIDADE ETERNA NA SEMANA sANTA que você tá ferrado a não ser que reserve hotel com muita antecedência.É a semana em que PRETTI E MONEGUE- padres e freiras - do mundo todo visitam Roma e lotam a cidade eterna....


Domingo que vem também é uma data importante no calendário dos católicos: é o domingo de Ramos,dia em que são bentos os ramos de Olivo.

Meu finado avo José contribuía sempre com grandes ramos de oliveira para o padre que depois de benzê-las as distribuia ao povo em geral. E eram usados quando temporais se armavam: OS católicos acreditam que o ramo de oliveira acalma a tempestade....

TRIBUTO A UM GRANDE JORNALISTA


O Goulart mandou dizer que é pra dizer que saiu primeiro no Prévidi. Não tem problemas, saiu então primeiro no Previdi, mas meu leitores tambémvão gostar. o editor


TRIBUTO A UM GRANDE JORNALISTA

Com a morte de Flávio Alcaraz Gomes perde o RS seu maior repórter dos tempos modernos. Muitos podem criticar se estilo, seu comportamento, mas ninguém pode negar que foi um profissional completo.
Fui testemunha de um pequeno episódio em que ele revelou gana e decisão no exercício do seu ofício. Aconteceu em Lisboa, em 1972, quando o presidente Médici, em visita oficial ao país, foi homenageado com um banquete num palácio histórico, com a presença da famosa fadista Amália Rodrigues. Os jornalistas credenciados também foram convidados. Mas, na entrada, o Flávio foi barrado por um segurança brasileiro, porque estava levando um gravador (daqueles grandes, como o do cacique Juruna). O Flávio levantou a voz e disse que gravador não era arma e exigiu a presença do chefe da segurança. Veio o capitão Coutinho e com ele o secretário de imprensa, o gaúcho Carlos Fehlberg. A situação foi contornada numa boa. E o Flávio entrou, mas continuou argumentando: "O presidente do meu país vai ser homenageado pela maior cantora de Portugal e um jornalista não pode gravar sua voz para levar ao público do Brasil. Isso não tem cabimento".
Esse era o estilo de trabalho de Flávio Alcaraz Gomes.
Do amigo
Antônio Goulart

OS GAÚCHOS
TEM CADA UMA


Tem uma gauchada por aqui,que não brinca
em serviço. É a turma do “trago”. Para fugirem dos bafómetros, só não fazem chover...
Dias atrás um gaúcho de Bagé e que joga no primeiro time do Ministério Agricultura,porque é muito competente(não vou dizer o nome do cara,é lógico...)depois do expediente a tardinha saiu para tomar uns tragos com uns amigos.
Trago vai,trago vem,foi chegando a meia noite. Hora de ir para casa. Preocupado com uma blitz
da polícia de Brasília, que na porta do bar,já aguardava
a rapaziada cheia de cana nos corno. O que ele fez então: chamou um taxi e combinou com o motorista o
seguinte. O motorista ganharia o dobro pelo serviço para dirigir o seu carro, uma BMW, tinindo de novinho e ele, o gauchão bageense iria dirigindo o taxi. Os dois passaram pela blitz lépidos e fagueiros...
Um outro gauchão,bom de bola,durante uma noitada, conheceu uma mulher linda de morrer. Animado, foi para um motel com a moça. Depois do serviço feito mas cheio de sono,continuou na cama tirando uma soneca. Quando acordou,já era quase seis hora da matina. Assustado com o que poderia acontecer
quando chegasse em casa e tivesse que enfrentar a patroa, também gaúcha mas de faca na bota, não teve
dúvidas. Pagou a mulher linda de morrer e se mandou
para o hospital mas próximo. No hospital, foi procurar
um médico,também gaúcho e velho amigo que estava de plantão. Contou o seu drama e pediu que fosse levado para casa em uma ambulância. Como amigo é para essas
coisas,chegou em casa de ambulância e a sirene
aos berros.
A patroa chamada na portaria,chegou assustada e recebeu uma baita recomendação do médico amigo.”Olha o teu marido teve um principio de enfarto mas agora está bem. Ele precisa repousar um pouco e comer só uma sopinha. Nada de bebida alcoólica por uns quinze dias. Só uma sopinha e sem sal...” A emenda,foi pior do que o soneto. O gauchão bebum,já está há mais de uma semana saindo do escritório de advocacia dele,direto para a casa e já não agüenta mais tanta sopinha...


Do massacre em Realengo nasce um herói policial


*Archimedes Marques

O brutal e inexplicável assassinato em massa praticado pelo frio e calculista marginal, Wellington Menezes de Oliveira, contra inocentes estudantes na flor da idade ocorrido na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, Zona Oeste do Rio de Janeiro, deixou até o presente momento 11 famílias em eterno sofrer com a perda prematura dos seus entes queridos em tragédia jamais esperada e esquecida.
O massacre que fez chorar todos os brasileiros e, porque não dizer, todas as pessoas de sentimento, deixa o país de luto e mostra também a vulnerabilidade em que todos vivemos.
Facilmente o assassino adentrou na escola dizendo ter sido convidado para dar uma palestra aos alunos, subiu dois andares do prédio e entrou numa sala onde aproximadamente 40 alunos da nona série assistiam a uma aula, abrindo fogo contra os estudantes que um dia esperavam vencer na vida. Da rápida ação criminosa 11 adolescentes tiveram as suas vidas interrompidas por conta de uma pessoa totalmente insana e desprovida de qualquer sentimento de amor ou compaixão.
Alguns alunos que foram baleados estão em estado grave de saúde devido os tiros terem acertado pontos vitais dos seus organismos e correm sérios risco de morte ou de sofrerem seqüelas irreparáveis para o resto das suas vidas.
Após o ataque naquela sala de aula, o assassino não satisfeito da sua sede por sangue, ainda muito bem municiado e armado com dois revolveres calibre .38, pelo corredor tentava chegar a escada e subir para uma conseqüente investida noutra sala, fato não concretizado em virtude de ter encontrado no seu caminho um bravo, corajoso e valoroso policial que o fez parar com um tiro na perna e, este por sua vez, na sua desvairada loucura, cometeu o suicídio antes do previsto, atirando contra a sua própria cabeça.
O destemido herói, 3º Sargento Marcos Alves, do Batalhão da Polícia Rodoviária, estava trabalhando próximo a escola e tomou conhecimento do fato através de dois alunos feridos acompanhados de uma professora que, em pânico, corriam pela rua pedindo socorro. Em detrimento da sua real e nobre missão, o Sargento logo chegou ao trágico local e impediu um massacre maior.
A carta de teor fundamentalista encontrada no bolso do assassino, cujo texto dizem conter frases desconexas e incompreensíveis, com menções ao Islamismo e até mesmo práticas terroristas, parece ser tão confusa quanto o seu autor.
O fato dele ter matado 10 meninas e 1 só menino, assim como, pelo fato da maioria dos feridos também ser do sexo feminino, comprova que o seu objetivo era matar somente elas. Os estudantes foram atingidos por balas perdidas dos seus alvos.
Teria no Islamismo menção somente a exterminar mulheres?... Por qual razão ele entendia que só as meninas eram pessoas impuras?... Respondo a tais interrogações com uma motivação simples e lógica: O assassino foi rejeitado pelas suas colegas de sala quando estudou naquela escola e por isso criou na sua mente doentia e criminosa essa maldita vingança.
Assim, é fácil de concluir que se não fosse o grande herói, Sargento Alves, certamente a matança seria bem maior, e além das 11 vítimas fatais e 13 adolescentes feridas, outras tantas famílias, principalmente oriundas das meninas estudantes, estariam chorando em desespero, pois enquanto tivesse munição o assassino não pararia de matar para no final praticar o tramado suicídio.
Os atos do Sargento Alves, além de o tornarem um digno herói, massageiam o ego dos verdadeiros policiais e nos trás orgulho de ser Polícia na mais pura expressão da palavra.

(Delegado de Policia no Estado de Sergipe. Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Segurança Publica pela Universidade Federal de Sergipe) archimedes-marques@bol.com.br

No dia do seu niver


Moura não pinta no SERPENTÁRIO....


Na sexta, dia que escrevo este tópico, o MOurinha ficou com vergonha e não pintou no serpentário...A Vânia que nos atende lá todos os dias, ficou surpresa com a idade - 80 anos - do colega..Já,diz ela!!!!


Deixei umlivro pra ele de presente, com os autografos meus, do Leo Guerreiro e da Vânia.


E roubei pra mim o segundo caderno do JC, que ele rouba todos os dias e leva pra patroa...


Coleguinhas


Mazarino, chegaram os jornais....


Luciano irá homenagear os 30 anos da Jornada de Literatura de Passo Fundo

As três décadas da Jornada Nacional de Literatura de Passo Fundo serão homenageadas pelo deputado Luciano Azevedo (PPS), no Grande Expediente da Assembleia Legislativa do dia 4 de maio. Ele justificou a iniciativa de registrar a força e a importância do evento. Há 30 anos, a Jornada motiva as pessoas a saírem de casa em busca de literatura e arte. A lona de circo, palco do evento, transformou-se em marca de congregação, que enche de orgulho a nossa cidade e o nosso Estado, enfatizou Luciano. Ele elogiou o trabalho da coordenadora geral das Jornadas Literárias, Tania Rösing, que desde o início liderou a movimentação cultural. Ao comentar a homenagem, Tania afirmou que a caminhada de 30 anos do evento demonstra o esforço para estimular a formação de leitores e mediadores de leitura.

Informativo Deputado Luciano

A tragédia dos negros...

Olhando pras fotos, vi que a escola de Realengo é praticamente só de negros. Pelo menos os familiares são, a maioria.

Assim fica mais fácil entender como o cara( maluco ou não, não é o que tou discutindo)entroulá sem que ninguém lhe perguntasse o que ia fazer.

Ou seja,somos o país dos ricos brancos e dos pardos e negros pobres.

Toda a outra discussão em três dias terá passado...


O Rei de Roma volta ao Beira-Rio

Por Luiz Oscar Matzenbacher


Vibrei ao anúncio do Paulo Roberto Falcão, o Soberano de Porto Alegre e Rei de Roma, ser o novo técnico do Internacional. Eu gosto muito do Falcão. Me acostumei a vibrar com as jogadas elegantes do Falcão, cadenciando e agilizando o futebol do Inter nos anos 1970/1980. Depois me acostumei a conviver com ele nas redações gaúchas, quando ele se transformou em nosso colega jornalista. O considero o melhor comentarista de futebol do Brasil.
Passei a admirar mais ainda o Falcão depois que ele se transformou no protetor da velhice do poeta Mário Quintana.
Por gostar tanto da eficiência do Falcã