Boas noticias merecem Replay
(51) 3333.8362

 

"O Blog dos Colegas"

 



DO FUNDO DA MEMÓRIA (5)

 

Por Carlos Chagas

Título: O melhor porque outros foram piores

Não houve, nos artigos anteriores sobre os mais de quarenta anos do movimento militar de 1964, qualquer intuito megalômano de fazer história. Outro autor bem mais competente, além de mil vezes duplicado o espaço aqui perdido, talvez venha a suprir as necessidades de uma tarefa que apenas o futuro promoverá com isenção. Sem as paixões e os condicionamentos daqueles que viveram a deflagração e o desenrolar de um regime ates de tudo ditatorial, truculento e cruel.

Mas um regime não apenas marcado por essas características. Foi, também, um período em que o Brasil conseguiu garantir sua soberania, garantir a maior parte de seus interesses, crescer, afirmar-se como nação e resistir ao assalto infelizmente responsável, hoje, por nossa transformação em apêndice desimportante da quadrilha neoliberal que nos domina.

Existiu um propósito encoberto neste despretensioso mergulho no passado: a apresentação dos contrários quem sabe contribuirá para a óbvia conclusão de que o Brasil só sairá do sufoco através da superação de seus ressentimentos internou.

Ninguém foi, como ninguém é, completamente mocinho. Nem bandido. Durante os 21 anos em que governaram, os militares erraram e acertaram. Imaginaram-se detentores das verdades absolutas, substituindo o povo quando se tratou de promover as sucessivas trocas de guarda. Mesmo assim, importa registrar que nem eles, podendo tudo, tiveram coragem de impor a reeleição. Muito menos de entregar o patrimônio nacional aos estrangeiros ou de escancarar nossas nossas portas à especulação financeira predatória.

Castelo Branco aceitou a prorrogação de seu mandato por um ano, mas fez questão de acrescentar à mão, no texto de um dos atos institucionais, que ficava inelegível para o próximo mandato. Hoje, é unanimemente referido como o mais democrata dos generais-presidentes. Talvez tenha sido o menos ditatorial, na medida em que mandou investigar denuncias de tortura, aliás mal investigadas, e não admitiu a censura à imprensa. Esta, é claro, auto-censurou-se.

O presidente recebia jornalistas, para conversar informalmente. Abordava todos os temas, exceção de uma tarde de Sábado, quando, no Rio, convocou os repórteres políticos dos principais jornais. O Secretário de Imprensa avisou que aquele encontro seria diferente. O presidente estava constrangido e tinha um único assunto a esclarecer. Ele desceu as escadas do segundo andar do palácio Laranjeiras de cenho carregado. E nos pediu que encontrássemos uma forma de divulgar, quem sabe nas colunas sociais, não no noticiário político, que o casamento era uma página virada em sua vida. Viúvo, venerando e adornado a lembrança da mulher falecida há pouco, não pensava em outra união. Conseguimos esclarecer as coisas: Castelo ressentia-se de notas publicadas nas colunas sociais a respeito de seu possível casamento com Sandra Cavalcanti, deputada e então presidente do Banco Nacional de Habitação. Não queria magoar a colaboradora, que admirava muito e jamais foi responsável por aquela fofoca.

Durante seu período de governo mandatos foram cassados, prisões ilegais consumadas e torturas praticadas. Até direitos sociais se viram suprimidos, como a estabilidade no emprego. O Congresso ficou fechado alguns dias, depois da invasão armada da Câmara dos Deputados, com direito a tanques, metralhadoras e tudo o mais.

No reverso da medalha, Castelo Branco refez estruturas econômicas arcaicas, atacou como ninguém a corrupção, propôs ao Congresso o voto do analfabeto e uma reforma agrária que, caso executada, não existiria hoje o MST.

Costa e Silva passaria à crônica política como o mais injustiçado dos presidentes militares, autor do Ato Institucional número 5, o pior de todos, não fosse a revelação de haver empenhado a saúde e a vida na tentativa de dar a volta por cima e acabar com aquele instrumento de opróbio. Castelo não o queria como sucessor, fez tudo para evitá-lo, mas Costa e Silva, ministro do Exército, tinha mais tanques e soldados.

Empossado, tentou governar com a nova Constituição, sem a legislação excepcional então revogada. Não conseguiu, pressionado pelos generais radicais que o cercavam e não admitiam estudantes e povo na rua protestando contra a ditadura. Cedeu, menos de dois anos depois de feito presidente, quando resistir à truculência institucional. Cada general, cada coronel, cada cabo corneteiro julgava-se detentor do poder revolucionário, podendo praticar as arbitrariedades que bem entendesse. Prisões em massa, tortura e censura à imprensa aconteciam por iniciativa de certos chefes militares. Mas era ele o responsável.

Ajudado pelo vice-presidente Pedro Aleixo, Costa e Silva preparou a revogação do AI-5. Faltava uma semana para a solenidade, que também reabriria o Congresso, quando se viu acometido pela trombose cerebral. Ainda tentou, sem voz e sem movimentos do lado esquerdo do corpo, assinar com a mão direita o fim da exceção. O comando do cérebro já não chegava à caneta. Entrou em choro convulsivo e saiu da História.

Foi durante seu governo que o país começou a crescer. Não havia dívida externa impagável, nem crise do petróleo, nem desemprego. Investimentos maciços se fizeram em telecomunicações, petroquímica, industria naval e obras de infra-estrutura, entre elas a Transamazônica, a Ponte Rio-Niterói e os metrôs do Rio e São Paulo. (continua amanhã)

Recebo do sempre leitor atento..

( ou será que a Rosinha lê e ele copidesca???)


olides,
o dr. breno foi autuado pelo leite batizado com água produzido na GRANJA que ele tinha alí por perto de onde hoje fica o pólo petroquímico. confere o nome da granja com o pessoal que trabalhou bastante tempo na casa de caldas, tipo o mourinha. eles sabem tudo
haras é para criar CAVALO. em haras não tem vaca que dê leite. o haras do dr. breno, a propósito, se chamava 'haras do arado'.
essa história (ou lenda) da notícia sobre a autuação surgiu porque alguém foi lá reclamar para ele de uma notícia que o cp ou a ft publicaram. foi então que ele mostrou um recorte que tinha guardado sobre o tampo de vidro da escrivaninha. e comentou que, se nem ele escapava, como iria segurar nostícias referente aos outros. a notícia vinha com o 'dr.' e tudo (ele era formado em direito, como tantos o eram na época, o que os impedia, pelo menos, de escrever tanta bobagem como os jornalistas de agora produzem - já coloquei uma referência a este aspecto no meu blog)
abraço
lauro d.


DESENVOLVIMENTO


Zulke destaca interesse de empresários em investir no RS
O deputado federal Ronaldo Zulke (PT) representou a Câmara dos Deputados no Café com Energia, evento promovido pela Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP) na última quarta-feira (27) no Rio de Janeiro. Na ocasião, o governador Tarso Genro apresentou informações sobre o novo modelo de desenvolvimento do Rio Grande do Sul, em especial para o crescimento do polo naval.
Segundo Zulke, o diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Estrella, e o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Construção Naval e Offshore (Abenav), Augusto Mendonça, elogiaram as ações do governo do Estado. Ainda de acordo com o deputado, após a apresentação, empresários manifestaram, de imediato, o interesse em investir no Rio Grande do Sul, a exemplo de Nelson Naibert e Marco Pfizer.
Pré-Sal

O deputado Ronaldo Zulke informa que acompanha, na Câmara dos Deputados, o debate sobre a participação da indústria nacional no fornecimento de máquinas, equipamentos e componentes para a cadeia produtiva do pré-sal. Zulke propôs, inclusive, uma Comissão Especial para tratar do tema.

Prezado leitor

A muito custo fiz o serginho voltar. mas só eu sei o que me custou este acordo.

em primeiro lugar, não posso mais dizer que ele trabalhou no tempo da ditabranda...é que pegam no pé dele na tal mesa mais inteligente de brasilia.
agora só vou dizer que ele era o kid da Ultima Hora, onde só existiam comunas...e o engraçado é que quando fizeram o livro da Ultima Hora, colocaram todo mundo e não colocaram a ele. Desvio ou retaliação ideológica?


Estou testando o meu computador que voltou do conserto. Estava estragado. Minha namorada mineira, que diz entender desta máquina, resolveu fazer alguns consertos e deixou ele pior do que o time do Gremio.
Quanto a minha saude, está tudo bem. Se vestir a camisa onze do teu time,sou escalado na hora.
Hoje,mesmo ,com 77 anos nas costas,não perco pra ninguém daquele ataque, que mais parece um ataque de tosse.
Sergio

PS: Para não perder a viagem vai aqui duas notinhas.

O Sarney, que está voltando da Italia, onde na Pascoa, foi recebido pelo Papa Paulo VI, deixou de pintar os cabelos.Não se sabe se por vontade própria ou se foi ordens da patroa. Ele está aparecendo um tubiano. As pontas dos cabelos estão já brancas mas a raiz está cor de cajú.Por sinal um cajú horroroso, É coisa de nordestino(os nordestinos que me perdoem,mas eles tem cada uma...)
A outra notinha é que a dona Dilma,está arrancando os cabelos,também mal pintados.Depois que voltou da China chegou aqui e encontrou o país numa lerda. Tem mantido contatos diariamente com alguns de seus ministros e até porrada está ameaçando dar.O Mantega coitado é o que mais tem levado esporros.
A dona Dilma está furiosa com a inflação, a saude e com esta guerra da gasolina.
Já ameçou demitir meio mundo. Eu acho que a tal reforma do seu ministério,escolhida pelo Lula,e que deveria acontecer no final do ano,já deve começar logo, logo,Não aguenta até julho...


Sergio Ross

Neusinha Brizola

A morte do meu pai foi uma surpresa

Todas as fotos: acervo de Neuza Pinto Penalvo

Na Foto Fernanda Lima, Neuza e Gonzalo Penalvo, Neuzinha e Paulo César e Walter Prieb na Casa onde hj é o Memorial JG. em SB


Igreja Nossa Senhora da Conceição - Bairro do Passo - São Borja -07/04/97

Batismo de dois netos de Brizola e da Lara, filha do Paulo Penalvo, neta de Percy e Celeste Penalvo.


Percy Penalvo e o neto Gonzalo Penalvo Rohleder, Leonel Brizola e a filha Neusa Maria Goulart Brizola - Aeroporto de São Borja


Neusinha lê um Salmo na Missa de celebração do Batismo dos sobrinhos e da Lara - 07/04/98 - o celebrante foi o já falecido Padre Paulo Aripe.

 

Na primeira entrevista após a morte do pai, a
ex-cantora conta os últimos dias de Leonel Brizola, quer ser deputada e diz que ele preocupava a família pelo fato de comer demais
Luís Edmundo Araújo - revista Isto É Gente nº 256, de 05.07.2004
Caçula dos três filhos do político Leonel Brizola, morto de enfarte aos 82 anos na segunda-feira 21, Neusinha Brizola deu muito trabalho ao pai na juventude. Enquanto Brizola governava o Rio em dois mandatos (1983 a 1986 e 1991 a 1993), sua filha, hoje com 49 anos, aprontava. Em 1983, ela posou para a Playboy, em 1983, o que obrigou o pai a suspender a publicação da revista. E também envolveu-se com drogas. Os tempos de loucura, porém, ficaram no passado. Há 10 anos longe das drogas, a mãe de dois dos nove netos (Laila, 29, e Paulo César, 22) e avó de três dos quatro bisnetos (Túlio, 10, Breno, 4, e Marina, 2) de Brizola quer ser a guardiã do nome da família. Solteira após três casamentos desfeitos, Neusinha tem trabalhado como produtora de teatro, mas não descarta uma tentativa de entrar na política. A profissão de cantora, dos tempos de Mintchura, seu único hit, há 15 anos, é que está definitivamente sepultada. Agora só canto no chuveiro, diz.
O que pretende fazer após a morte de Leonel Brizola?
Quero atuar como guardiã do nome da família. Tenho que honrar esse nome por mim e por tudo que meu pai fez. Não houve político mais investigado do que ele no Brasil e ninguém provou nada contra. Todos os herdeiros, netos, filhos, temos de ter essa coerência, essa honestidade em respeito à memória dele, para não deixar ninguém aparecer do nada usando o nome dele.
Acha que existe esse risco?
Não, absolutamente. Ele deixou netos. Tem o Carlito (de 25 anos, filho de José Vicente, primogênito de Brizola) que já é candidato a vereador no Rio de Janeiro. Sairá como Brizola Neto e nós da família já nos fechamos em torno dele. Para as futuras eleições, tem também o meu filho Paulo César, que trabalhava com meu pai desde os 13 anos. De repente, até eu posso entrar na política.
Pretende entrar para a política?
Por enquanto ainda é tudo prematuro, mas existe essa possibilidade. Não para esse ano, quando nosso candidato será o Carlito. Mas tenho vontade, talvez, de me candidatar a deputada federal em 2006. É uma questão de conversar com o partido. A vontade de seguir os passos do meu pai está no sangue, até para manter essa chama acesa.
Tem outros projetos com relação ao seu pai?
Quero participar ativamente dos trabalhos na Fundação Alberto Pasqualini (fundação que desenvolve projetos sociais, ligada ao PDT, que, como o partido, era presidida por Leonel Brizola). Minha preocupação é manter vivo o nome Brizola. Gostaria de fazer como a Lucinha Araújo fez com o Cazuza e a Viviane Senna, com o Ayrton Senna.
Desde quando você se interessa por política?
Tivemos uma vida muito sofrida. Vivemos no exílio durante a ditadura militar. Tudo isso tornou toda a nossa família muito politizada. Lemos jornais todos os dias, temos nossa ideologia, acompanhamos tudo. Meu pai conversava muito com todos nós. Víamos o trabalho dele. Ele nos deu o exemplo. Foi uma jóia rara, uma grande escola.
Qual foi o momento mais duro na vida da família?
O golpe militar de 1964. Era pequena na época, tinha 9 anos. Não tinha muita noção das coisas, mas para mim foi como se tivesse ido dormir como princesa e acordasse como sapa. Meu pai foi para a clandestinidade e nós tivemos de sair do País. Ficamos com a minha mãe num hotelzinho de Montevidéu. Minha mãe rezando o terço, a gente rezava terço todo dia, pedindo para o meu pai ficar bem. Minha mãe fazia todo mundo ir à igreja todo dia.
E os últimos dias de seu pai?
Fiquei com o meu pai praticamente o tempo todo depois que ele voltou do Uruguai (na quarta-feira 16). Apesar de estar de cama, ele estava bem, animado. Foi um enfarte fulminante. Graças a Deus, ele não sofreu nada, não teve que ficar entrevado numa cama. Morreu dignamente, com as mãos limpas. A morte do meu pai foi uma surpresa. Na véspera ele estava ótimo, conversou comigo, quis saber da família, se estava tudo bem.
Ultimamente a saúde de Brizola preocupava a família?
Tínhamos uma preocupação normal com alguém de 82 anos, mas meu pai era um homem sem vícios. Não fumava, só bebia um vinhozinho de vez em quando, tinha uma vida muito regrada. Seu único problema era que comia de tudo. Comia lingüiça no café da manhã, gostava de mocotó, rabada, e sempre o arroz de carreteiro acompanhando. Mas meu pai era um touro. Às vezes, não agüentava o pique dele.
Como assim?
Na campanha de 1998, quando ele era vice da chapa do Lula, fui com ele para Bom Jesus da Lapa, na Bahia. Estava de salto, andando ao lado dele, mas eu não agüentei. Pedi para sentar no jardim da casa de uma senhora de lá enquanto meu pai seguiu com a passeata, sem demonstrar nenhum cansaço. Na volta da passeata é que me encontrei com ele de novo. Talvez por isso a ficha ainda não tenha caído direito pra mim. Ainda está o número do telefone dele no meu celular. De vez em quando me esqueço e tenho o ímpeto de ligar para ele. Ainda não assimilei direito.
Leonel Brizola era avô coruja?
O mais coruja de todos. Ele adorava quando levávamos as crianças ao sítio da família em Itaipava (região serrana fluminense), para almoçar nos domingos. Ele gostava de comer melancia com as crianças depois do almoço. Abria a melancia no jardim e ficava lá, comendo com os netos e os bisnetos.
Como estava o relacionamento de vocês, ultimamente?
Meu pai sempre foi um aglutinador na política e na família. Procurava manter todos debaixo da asa. Comigo, especial-mente nos últimos anos, era uma coisa de eu ligar dizendo que estava com dor de garganta e ele mandar na hora o motorista me trazer um remédio. Nos falávamos praticamente todos os dias. Ele trazia ovos do sítio e me mandava sagu (espécie de canjica fervida com vinho), que ele também adorava. Perdi um amigo. Meu pai era um fofo.
Qual foi a última briga entre você e seu pai?
Faz muito tempo, uns 10 anos. Foi na época em que eu tinha problemas com drogas. Hoje estou limpa, só fumo um cigarro de vez em quando. Filho sempre briga com o pai, ainda mais a gente, que tinha o mesmo temperamento. Mas o engraçado é que depois de todas as brigas eu sempre dava o braço a torcer. Ele me cantava, vai acontecer isso", e acontecia.
Pode dar um exemplo?
Meu primeiro casamento (com o produtor Franco Bruni, em 1983). Ele dizia que não ia dar certo e não deu. Meu pai sempre tinha razão, era impressionante. Inclusive, antes
de casar ele nunca quis conhecer meus namorados. Dizia
que eu mudava muito de namorado e que iria acabar confundindo os nomes.
O ex-governador falava da briga com o José Vicente (filho de Brizola, rompido com o pai desde 2000 e que tinha ligações com o PT)?
Não. Isso já passou. A família agora está unida, em memória da minha mãe (Neusa Goulart, morta em 1993) e de meu pai.
Como a família viu a reaproximação do secretário de Segurança Anthony Garotinho e da governadora Rosinha Matheus com seu pai (Na véspera da morte de Brizola, Rosinha e Garotinho estiveram na casa do ex-governador para lhe oferecer a candidatura à prefeitura numa coligação com o PMDB)?
Estamos observando, o futuro dirá. Eles foram muito
gentis em oferecer o Palácio Guanabara para o velório. Colocaram-se à disposição desde o início. Eles me abraça-
ram, me deram os pêsames, mas não conversamos porque naquele momento não tinha como.
O que achou das vaias ao presidente Lula no velório?
A família não concordou, tanto que tentamos impedir. Mas
não era só o meu pai que estava insatisfeito com o governo.
O Brasil inteiro está um pouco decepcionado, esperáva-
mos uma mudança que não ocorreu. E esse salário mínimo
é uma vergonha. Ele é que deveria viver com R$ 260 para
ver como é bom.
Chegou a falar com Lula no velório?
Nós todos da família pedimos para ele continuar a obra dos Cieps, em homenagem a meu pai, mas ele não pôde responder. Estava muito tumulto, tinha muita gente.

Os jogos da dupla GRENAL são na quarta-feira

Por Luiz Oscar Matzenbacher

Levantei do sofá às 21h30min de quinta-feira, com o corpo dolorido, cansado, as pernas latejando, como se eu tivesse participado da peleia entre o Peñarol 1 x 1 Internacional, disputada bem longe de minha casa, no Estádio Centenário, em Montevidéu. Fui até a sacada, respirei fundo o ar gelado e salgado do Pampa misturado à maresia. Beberiquei um gole do vinho branco seco moscato Del Grano e disse, "escapamos por pouco". Foi o jogo mais tenso, disputado, difícil que eu eu acompanhei pela TV nos últimos anos. Mas o Internacional de Falcão soube suportar a pressão, a velocidade e a garra habilidosa da equipe uruguaia. Por isto, posso responder afirmativamente, do ponto de vista colorado, à pergunta que segue.
-Teremos mesmo um GRENAL na Libertadores, apesar da piada que circula na Rua dos Andradas, a Rua da Praia, no Centro de Porto Alegre, afirmando que o futebol do Grêmio é imortal, mas só enquanto dura?"
Ficou difícil chegarmos ao GRENAL da Libertadores, depois de Grêmio 1 X 2 Universidade Católica, em pleno Olímpíco. Mas, imortal é imortal. Quem duvida?
A tarefa do Internacional nessa quinta-feira foi duríssima. O Peñarol, no Centenário, foi mesmo mais firme que assado de tira de costela de nelore tostado na brasa, bem além do ponto. Talvez a estrela do Falcão e os craques diferenciados tenham ajudado o Colorado. Mas, no Beira-Rio, na próxima quarta-feira, o Inter vai precisar de mais garra, disposição e muito apoio da torcida. O Peñarol é rápido, preciso e joga um futebol duro e ríspido.
O futebol de los hermanos está cada vez mais competitivo. Ninguém ganhará a Libertadores no grito. Tem é que jogar muita bola.
O Grêmio também pode virar o jogo na quarta-feira em Santiago do Chile contra a Universidade Católica. Mas antes, teremos o GRENAL do Returno do Gauchão. Sinceramente, os jogos de verdade da dupla são os da quarta-feira. O GRENAL do Gauchão servirá apenas para ajustar os times. Mas, GRENAL é GRENAL.


Prefeito Mariovane Weis é eleito presidente da Famurs

Crédito: DECOM/PSB

Eleição Famurs


O prefeito Mariovane Weis foi escolhido nesta quarta-feira (27/04) o novo presidente da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs). A votação ocorreu na sede estadual do PDT, em Porto Alegre. Além de Mariovane, mais dois prefeitos estavam na disputa: Eduardo Loureiro, de Santo Ângelo, e Clemir Rigo, de Coxilha.
Dos 129 prefeitos e vice prefeitos aptos a participar, 112 estiveram presentes. Após a contagem dos votos, constatou-se um empate com 53 votos entre Mariovane e Loureiro. De acordo com os critérios aprovados pelo três candidatos, em caso de igualdade de votos o vencedor seria o prefeito com maior idade. Com base neste quesito, o prefeito de São Borja, que tem 45 anos, venceu a disputa do prefeito de Santo Ângelo, de 37 anos. O mandato terá a duração de um ano e inicia-se em junho.

Em sua manifestação o prefeito Mariovane Weis salientou a importância da entidade: “A Famurs é a casa dos municípios. Através dela, os representantes municipais ganham força para realizarem suas reivindicações”. Entre as iniciativas que serão tomadas durante o mandato, Weis destacou a distribuição igualitária de recursos: “Atualmente os municípios estão sobrecarregados. O governo federal concentra a maioria dos recursos e não repassa os valores devidos às administrações municipais. Existem cidades que gastam 34% do seu orçamento com a saúde, sendo que a Constituição prevê apenas 15%. Isto precisa mudar e vamos nos esforçar para isso”.

Para realizar a campanha à presidência, o prefeito Mariovane Weis tirou férias, visitando 112 cidades do Rio Grande do Sul e conversando pessoalmente com 119 prefeitos e vice prefeitos. Ao todo foram percorridos aproximadamente 17 mil quilômetros. Durante as visitas o prefeito apresentava as suas propostas que serão colocadas em prática no mandato.

A Famurs é a entidade que representa todos os 497 municípios gaúchos, por meio das 27 associações regionais que a compõem. Sua atuação institucional, política e técnica tem como objetivo principal o fortalecimento do municipalismo, a qualificação dos agentes públicos municipais e o assessoramento às prefeituras gaúchas.


Deputado luta por melhorias na rodovia que liga Carazinho a Não-Me-Toque


O deputado Luciano se uniu à comunidade da região de Carazinho para lutar pela conclusão da ERS-142, no trecho que liga o município a Não-Me-Toque. Ele entrou em contato com o diretor-geral do Daer, Marcos Ledermann, e com o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Beto Albuquerque, para insistir que seja retomado o asfaltamento da rodovia. Luciano ressaltou que o trecho representa riscos para os veículos que trafegam pelo local e lembrou que há desníveis de até 30 centímetros em alguns pontos entre a pista e o acostamento. O problema vem causando acidentes e prejuízos financeiros aos condutores. No início de abril, houve protestos da comunidade para reivindicar a retomada das obras. A população argumenta que as operações tapa-buracos não resolvem mais os transtornos enfrentados todos os dias pelos motoristas.
Informativo Deputado Luciano



Notícias de casos judiciais - Espaço Vital


Unimed condenada a custear prótese peniana para usuário idoso

Ele também receberá reparação financeira de R$ 10 mil, pelo dano moral sofrido durante a demora até a solução judicial. Modelos infláveis - fabricados nos EUA - têm vantagens sobre os maleáveis produzidos no Brasil.


Cidade Poema exibe poetas em fotos, ilustrações e vídeos

Poetas que vivem no Estado serviram de modelo para as fotografias e ilustrações reunidas na exposição do projeto Cidade Poema que começa às 19 horas de terça-feira (3/5) no saguão térreo da Câmara Municipal de Porto Alegre. São 40 fotos em preto e branco de 30x45cm feitas por Fernanda Bigio Davoglio e Leonardo Brasiliense e 15 desenhos de Guilherme Moojen que exibem poetas e um músico em situações diferentes, "longe do computador", como define a idealizadora do evento - a jornalista Laís Chaffe.

Nas cenas capturadas por Fernanda, por exemplo, uma lupa acompanha o retratado. Também compõem a mostra poemas em adesivos, vídeos em que poetas dizem versos e a performance Cardápio Poético, com a atriz Débora Finocchiaro (na abertura).

Leonardo Brasiliense fotografou os escritores Alexandre Brito, Ana Mello, Armindo Trevisan, Celso Gutfreind, Diego Grando, Dilan Camargo, Everton Behenck, Fabrício Carpinejar, José Antonio Silva, Laís Chaffe, Liana Timm, Maria Carpi, Marô Barbieri, Paulo Seben, Pedro Stiehl, Ricardo Silvestrin, Ronald Augusto, Sandra Santos, Sergio Napp e Sidnei Schneider.

As fotos de Fernanda Bigio Davoglio mostram Ana Mariano, Andreia Laimer, Augusto Franke Bier, Berenice Sica Lamas, Carlos Urbim, Diego Petrarca, Flavio Brasil, Jaime Vaz Brasil, José Eduardo Degrazia, Luis Fernando Verissimo, Luiz Coronel, Luiz de Miranda, Marco de Menezes, Marcelo Pires, Marlon de Almeida, Paula Taitelbaum, Paulo Bentancur, Susana Vernieri, Silvestrin Roberto e Walmor Santos.

Nas ilustrações, Guilherme Moojen retrata Alexandre Brito, Armindo Trevisan, Augusto Franke Bier, Celso Gutfreind, Diego Petrarca, Fabrício Carpinejar, José Eduardo Degrazia, Laís Chaffe, Maria Carpi, Paula Taitelbaum, Ricardo Silvestrin e Telma Scherer, além do músico Yanto Laitano, que assina trilhas de alguns dos minimetragens (de 30 segundos) que serão apresentados.

Laís Chaffe lembra que a exposição ocorre paralelamente à FestiPoa Literária, que apoia o projeto Cidade Poema. A mostra também conta com o apoio do Memorial da Câmara Municipal, do gabinete do vereador Adeli Sell (PT), da editora Casa Verde, de Bona Propaganda e Cadcolor.

A mostra pode ser visitada até 27 de maio, das 9 às 18 horas, de segundas a quintas-feiras, e das 9 às 16 horas, às sextas-feiras, com entrada franca. A Câmara fica na Avenida Loureiro da Silva, 255. Informações no Memorial da Câmara, pelo telefone (51) 3220-4318, ou com Laís Chaffe, pelo celular (51) 9121-7707, e-mail lchaffe@gmail.com ou nos sites www.cidadepoema.com e www.chaffe.com.br


Claudete Barcellos (reg. prof. 6481)

CONDIÇÕES DE TRABALHO EM BUENOS AIRES



De Buenos Aires
Gelson Farias

Olides.

Tem uma diferença os contratos de trabalho aqui em Buenos Aires, como de resto em toda a Argentina, diferentemente da nossa CLT, ai no Brasil. Claro que existem algumas semelhanças, mas é em poucos artigos. Vejamos: Aqui em Buenos Aires, no meu caso, tenho, que estar legalmente habilitado em todos os sentidos com minha documentação de estrangeiro. Não existe aqui, o jeitinho brasileiro de se conseguir as coisas nas coxas, não. Tem de se obter permissão no “Centro Nacional de Migraciones” que se localiza no Ministério do Interior, Rua 25 de Mayo 101/145, centro de Buenos Aires, (AR), Fax, (011) Web: http://www.mininterior.gov.ar. Esse é o caminho para tirar os documentos que permitem ao brasileiro viver e trabalhar na Argentina (tudo isso depois de já ter feito, desde o Brasil, os documentos de permanência por dois anos): Portanto, Olides, aqui vai uma ajuda para quem deseja morar e trabalhar aqui, em Buenos Aires. É uma longa caminhada, mas vale à pena.

Passo Um.

Sacar o turno para o Centro de Imigrações
www.migraciones.gov.ar/ - "solicite seu turno" – Demora três meses de fila em média.
Esse turno serve para você tirar o documento chamado Residência Precária, que te permite viver em paz e permite tirar o documento para trabalhar legalmente.
Dica: marque este turno pela internet o mais rápido possível. Mesmo antes de sair do Brasil

Passo dois:
Preparação dos documentos para levar ao centro de imigrações no dia do seu "turno"
Os Documentos Necessários são:
1. Ingresso na argentina (te dão no aeroporto quando você chega)
2. 2 (duas) fotos 4x4 que podem ser tiradas no andar de baixo da estação de trem do Retiro, que fica ao lado do centro de imigrações, e eles já sabem o formato necessário
3. Identidade brasileira (RG) original e cópia (não precisa autenticar)
4. Passaporte original e cópia (não precisa autenticar)
5. Certificado de antecedentes penais judiciais brasileiros.
Pode ser tirado pela internet no site: www.dpf.gov.br de qualquer computador em qualquer país, porém no meu caso, que tenho um nome+sobrenome muito comum - Marina de Luca- que não pude tirar pela internet você pode ir pessoalmente a policia perto da sua casa na cidade que você mora no Brasil, ou pedir para algum familiar com uma procuração sua fazer isso, e depois autenticar no consulado brasileiro da argentina, Endereço: Carlos Pellegrini 1363 - 5° Piso Cidade: Buenos Aires Cep: C1011AAA Telefone: (00xx5411) 4515-6500 ) . No caso de você pedir na polícia do Brasil, ela demora até 15 dias para ficar pronta e você deve retirar no lugar onde pediu.
Obs: Qualquer certificado de antecedentes criminais tem validade de 90 dias a partir do dia que você a recebeu.
Para autenticar: ir ao consulado (endereço: XXXX) com documentos originais e o papel para autenticar.
6. Certificado de antecedentes penais argentino
Pode ser tirado no centro de imigrações: Rua Antártica Argentina, 1355. Leve passaporte original e cópia. O valor é entre 26 e 40 pesos variando de acordo com a urgência que você precisa. Ele pode ficar pronto em 24 as ou até uma semana e deve ser retirado pessoalmente.
Obs: Também tem validade de 90 dias.
Não se preocupe com este documento, é o mais simples de todos.
7. Certificado de residência
Vá até a Policia (que eles chamam de Comissária) mais perto da sua casa na argentina e dê o endereço de onde você mora. No dia seguinte em qualquer horário eles vão até lá ver se você está lá e de fato mora lá. Mas eles não chegam entrar na sua casa. Só tocam a campainha e te entregam o papel.
Custa 10,00 pesos que devem ser pagos na polícia no dia do requerimento.

Passo três:
Ir ao Centro de Imigrações (dia agendado no passo 1)
Endereço: Rua Antártica Argentina, 1355
Próximo à estação retiro de trem e metrô
Levar todos os documentos do passo 2.
Solicitar a residência precária e o DNI (carteira de identidade de estrangeiro).
Nós brasileiros temos o direito de sacar a residência permanente direto, então quando você chegar ao guichê peça ao mocinho a Residência Permanente.
Assim, depois de 3 meses vai chegar na sua casa a residência Precária e o DNI, e em seguida, alguns meses depois, a Permanente. Custa entre 35 e 25 pesos.
Obs.: Se você se mudar de casa nesses 3 meses e não estiver pessoalmente para receber (exigência feita), terá que ir buscar na Av. Jujuy (o número exato do lugar peça quando for ao Centro de Migrações) no horário comercial, pessoalmente.

Passo Quatro:
Para poder trabalhar você precisa de um documento chamado Cuil, que funciona como uma espécie de carteira de trabalho.
Para tirar o Cuil vá ao ANSES (um órgão do governo)
Já com seu documento de residência precária ou permanente na mão, o passaporte e cópia
Anses (Endereço: Av. Santa Fé, 5140 – estação Carranza do metrô), sai na hora. O atendiento é das 8; horas ás 13; horas porque termina o expediente as duas horas.( aqui muitos dos serviços públicos somente tem expediente pela manhã). As senhas para o atendimento são dstribuídas somente até ai meio dia.

Os empregados com pelo menos seis meses de serviço com o mesmo empregador durante um único ano do calendário têm direito a férias pagas, em função da antiguidade dos trabalhadores: é: pequenas empresas, onde o período de aviso nunca é mais do que um mês.

De 14 dias, quando o trabalhador tiver menos de cinco anos de serviço Em setembro de 2005 o salário mínimo na Argentina, foi levantado a partir de AR $ 350 AR $ 450/month. O salário médio na Argentina em 2005 foi de AR $ 539/month. O valor do salário varia de acordo com o nível de educação que você tem. Muitas pessoas em trabalhos de Argentina, sem ter um contrato, elas ganham, em média AR $ 305/month. O salário médio varia de acordo com a localização geográfica. Em 2004, as médias para a cidade de Buenos Aires (AR $ 881,5)
O legal período máximo de trabalho é de 8 horas / dia e 48 horas / semana. Entanto, a semana de trabalho normal não poderá exceder 44 horas / semana para o trabalho diário, 42 horas / semana para trabalhar a noite ou 36 horas / semana em que o trabalho é realizado em condições perigosas. Trabalho não é normalmente autorizada na tarde de sábado e domingo, embora haja exceções para certas profissões. Overtime taxa é de 50 por cento mais, pelo trabalho realizado de segunda a 1, aos sábados, e 100 por cento para as obras realizadas nas tardes de sábado, aos domingos e feriados.
Qualquer trabalhador com idade superior a 18 tem direito a ganhar o salário mínimo. Isso é definido por acordo coletivo, que varia em função da ocupação e da indústria. Além do salário regular, um trabalhador tem direito a um bônus (Aguinaldo) equivale a um mês de remuneração por ano. É calculado com base no salário médio anual, metade é paga em junho e a outra metade em dezembro.
A LCT (Ley de Contrato de Trabajo / Lei do contrato de trabalho) regula o contrato de emprego, direitos do empregador / empregado e obrigações de proteção do salário. Contratos de trabalho são geralmente assinados por um período ilimitados de tempo. Contratos a termo são permitidos, mas tem que ser escrito e não pode ultrapassar um período de cinco anos. Contratos de trabalho por prazo indeterminado também são possíveis, como são os contratos de estágios. Um empregado deve dar 15 dias de antecedência de rescindir o contrato. O aviso exigido para um empregador varia com base no comprimento do funcionário de serviço.
• 15 dias quando o empregado tiver menos de três meses de serviço
• um mês quando o comprimento de trabalho do serviço é entre três meses e cinco anos
• dois meses quando o tempo de serviço seja superior a cinco anos, salvo em
• 21 dias, de 5 a 10 anos de serviço
• 28 dias de calendário 10 a 20 anos de serviço
• 35 dias de calendário, quando o empregado tiver mais de 20 anos de serviço.
É proibido na Argentina, para forçar os empregados do sexo feminino para trabalhar entre um período de 45 dias antes e 45 dias após o parto.

Gelson Farias
051-85252352
e-mail: gelson.aargentina@hotmail.com
msn: gelsonnunesfarias@hotmail.com

Dia do trabalho

O dia do Trabalho passou, mas a comissão organizadora do troféu dos maiores " trabalhadores" proposto por este site, só agora me passou o resultado de quem foram os escolhidos....como grandes eméritos do trabalho.

senão vejamos.

Em Serafina Corrêa( terra natal do redator)

Flávio Soccol, grau máximo (passou a vida nas costas da mulher, a adelina Montanari....hoje cuida de um asilo em Guaporé, mas só vai lá no sábado a tarde...)

Mire Arroque( filho do gerente do frigorífico, não fazia os temas de casa e tentava enrolar o nosso professor padre Ciotola,até que um dia este perdeu a paciência e o expulsou...depois voltou....hoje é promotor do ministério público estadual)

Mauro Rocha, filho do exator Mário....é importado de são chico....seu trabalho maior em serafina foi jogar bola na cancha de futebol sete no Gaúcho...hoje da´aula na UPF e vive na ESPARTANA Palmeira...


Ademir Bacca. Nasceu em serafina mas vive em Bento...escreveu alguns livros,até onde se sabe....

Em São Borja

O conselho eleitor do troféu teve dificuldades, mas depois de muito debate chegaram a conclusão. O pre^mio é do Clemar eo dr. Israel lopes

Clemar Dias: demora uma hora pra ir de sua casa na Getúlio Vargas,até o café La Barca, ...duas quadras nem isto. Levou anos preparando a edição do seu mais recente livro.....

Dr. Israel Lopes: demora uma hora pra cruzar a praça XV de novembro. Vai parando nela e dando audiências pros seus clientes, porque é advogado trabalhista. Eles o interrompem pra saber como vão os processos.


Em Porto Alegre:

Tem tantos, mas dizem que um ilustre preguiçoso e Luis F. Verissimo. Bem que faz. O preguiçoso aproveita a vida.

O redator deste site, não vale. trabalha 14 horas por dia!!!!


Corpo de Neusa Brizola chega a São Borja

Enterro ocorrerá no mesmo local em que os pais dela estão sepultados

Marina Lopes

Exatamente às 12h31min pousou no aeroporto João Manoel, em São Borja, o avião carregando o corpo da filha do ex-governador Leonel Brizola, Neusa Maria Goulart Brizola, morta quarta-feira aos 56 anos. Os dois filhos de Neuzinha, Laila e Paulo César, o neto Túlio e sobrinhos chegaram em um voo meia hora antes do esquife. O corpo já foi velado no Rio de Janeiro e seguirá cortejo fúnebre pelas ruas do centro da cidade até as capelas do Cemitério Jardim da Paz onde, após uma rápida cerimônia, deve haver o sepultamento.

Já aguardavam a família no aeroporto os sobrinhos de Neuzinha, a deputada Juliana Brizola e Cristopher Goulart, além de amigos da família, como o trabalhista Romeu Barleze, padrinho de casamento de Neuzinha, exilado junto com Brizola.

— Ela era muito amiga das minhas filhas e a ligação com a família é grande. É um dia triste — diz Barleze.

O filho de Neuzinha, Paulo César Brizola, disse ao descer em São Borja que a perda da mãe significava uma perda para os trabalhistas mas, principalmente, para a família, já que, depois de seu avô, era a figura mais agregadora.

— Era uma mãe de bom coração — disse.

Neuzinha Brizola é enterrada em jazigo da família Goulart

familiares se despedem, na sexta,dia 29/04/2011 do corpo de Neusa Maria Goulart Brizola, a Neusinha Brizola! foto de Zero Hora

Filha de Leonel Brizola morreu na quarta-feira

Marina Lopes | marina.lopes@zerohora.com.br

Na presença de um grupo pequeno de familiares e amigos, foi enterrada no início da tarde a filha do ex-governador Leonel Brizola, Neusa Maria Goulart Brizola. Ela foi sepultada no jazigo da família Goulart, no cemitério Jardim da Paz, no mesmo tumulo onde estão os restos mortais de sua mãe, Neusa Brizola , de seu pai e de seu tio, João Goulart.

Neuzinha morreu na quarta-feira e foi velada no Rio de Janeiro. O corpo chegou em São Borja por volta de 12h30min, seguiu em cortejo fúnebre pela cidade até as capelas do cemitério. Houve uma rápida cerimônia religiosa antes do sepultamento. Os filhos e o neto se despediram de Neuzinha jogando rosas vermelhas sobre o caixão.
ZERO HORA


O ENTERRO DE

NEUSINHA BRIZOLA!

fotos de Neuza Pinto Penalvo

sepultamento da neusinha Brizola


Deputada Juliana Brizola e Prefeito de SB Mariovane Weis - Aeroporto João Manoel


- A GENTE REZAVA TODO DIA PEDINDO PARA MEU PAI FICAR BEM, disse Neusa Maria Goulart Brizola a um jornalista que a entrevistou sobre o exílio em Montevideo...Ela tinha apenas 9 anos em 1964, quando sua mãe, Neusa Goulart Brizola, a levou para o exílio, mas o ex-governador ainda não havia chegado....



Romeu Barleze, de Carazinho - Amigo e companheiro de exílio no Uruguay e padrinho de casamento de Neusinha.

Quis o destino que no última sexta, 29/04/2011, Neusa Maria Brizola, a Neusinha,morta na quarta passada, aos 56 anos, voltasse a "encontrar" seus pais, desta vez para uma morada definitiva: ela foi sepultada perto das 13h30 minutos, no jazigo da família Goulart, no cemitério Jardim da Paz, na Terra dos Presidentes, Ali já fora sepultada Neusa Goulart Brizola em 8 de abril de 1993 e Leonel de Moura Brizola em 26.06.2004.Neste jazigo, além de outros membros da família Goulart, estão os restos mortais do ex-presidente Jango Goulart, o único presidente brasileiro a morrer no exílio.


rmãos não vieram!

 

Os irmãos de Neusa Maria Goulart Brizola, José Vicente e José Otávio não compareceram ao enterro em São Borja. Eles estiveram no velório no Rio de Janeiro.
- Estavam muito emocionados e cansados, disse uma fonte.

Compareceram os filhos de Neusinha Brizola, Layla e Paulo Cesar.Também o neto Túlio, que tem 18 anos, esteve no enterro em São Borja. Layla tem cinco filhos.

Além da deputada estadual do PDT gaúcho, Juliana Brizola, compareceram o vereador carioca Leonel Brizola Neto( que é irmão gêmeo de Juliana), Carlito e o deputado federal Brizola Neto( que assumiu a vaga de deputado federal pelo PDT há cerca de 15 dias. ) Ele publica o blog Tijolaço.
Também esteve no enterro de Neusa Maria Tânia Fayal, que é assessora do deputado federal Brizola Neto e que integra o Diretório Nacional do PDT

Além da deputada Juliana Brizola, compareceram alguns dos seus assessores.

Houve uma pequena demora pra o fechamento do jazigo da família Goulart, onde foi sepultada a ex-cantora de rock dos anos 80, autora de uma música de muito sucesso....MINTCHURA!!!!


DELÚBIO VOLTANDO AO PT ( DE ONDE NUNCA SAIU - FOI JOGO DE CENA )


Trechos da denúncia do Mensalão, assinada pelo Procurador Geral da República, que ainda será julgada pelo STF:
"Pelo que já foi apurado até o momento, o núcleo principal da quadrilha era composto pelo ex Ministro José Dirceu, o ex tesoureiro do Partido dos Trabalhadores, Delúbio Soares, o ex Secretário-Geral do Partido dos Trabalhadores, Sílvio Pereira, e o ex Presidente do Partido dos Trabalhadores, José Genoíno."

"Portanto, foi exatamente nessa empreitada criminosa pretérita que ele adquiriu o conhecimento posteriormente oferecido ao Partido dos Trabalhadores, o qual, por meio de José Dirceu, Delúbio Soares, Sílvio Pereira e José Genoíno, prontamente aceitou."
" As provas colhidas no curso do Inquérito demonstram exatamente a existência de uma complexa organização criminosa, dividida em três partes distintas, embora interligadas em sucessivas operações: a) núcleo central: José Dirceu, Delúbio Soares, José Genoíno e Sílvio Pereira..."

" O esquema criminoso em tela consistia na transferência periódica de vultosas quantias das contas titularizadas pelo denunciado Marcos Valério e por seus sócios Ramon, Cristiano e Rogério, e principalmente pelas empresas DNA Propaganda Ltda e SMP&B Comunicação Ltda, para parlamentares, diretamente ou por interpostas pessoas, e pessoas físicas e jurídicas indicadas pelo Tesoureiro do PT, Delúbio Soares, sem qualquer contabilização por parte dos responsáveis pelo repasse ou pelos beneficiários."
"Delúbio Soares, por sua vez, era o principal elo com as demais ramificações operacionais da quadrilha (Marcos Valério e Rural), repassando as decisões adotadas pelo núcleo central."

"Delúbio Soares tinha a função de operacionalizar, juntamente com Marcos Valério, o esquema de repasse de dinheiro em nome do Partido dos Trabalhadores, uma vez que era o Tesoureiro do Partido,
atividade pelo mesmo nominada como Secretário de Finanças e Planejamento do Partido dos Trabalhadores."
"Com efeito, uma vez sob disposição do núcleo Marcos Valério, o montante foi empregado para pagar propina e dívidas de campanhas eleitorais por ordem de José Dirceu, José Genoíno, Sílvio Pereira e Delúbio Soares."
" Para a implementação dos repasses de dinheiro, Marcos Valério era informado, por Delúbio Soares, do destinatário e do respectivo montante. A partir daí, o próprio Marcos Valério, Simone Vasconcelos ou Geiza Dias entravam em contato com o beneficiário da quantia."
" Após formalizado o acordo criminoso com o PT (José Dirceu, Delúbio Soares, José Genoíno e Sílvio Pereira), os pagamentos começaram a ser efetuados pelo núcleo publicitário-financeiro. Os recebimentos, por sua vez, eram concretizados com o emprego de operações de lavagem de dinheiro para dissimular os reais destinatários dos valores que serviram como pagamento de propina".

SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS


Do site Comunique-se

Repórter de TV é acusada de plagiar reportagem de jornal de SP

Izabela Vasconcelos

Um leitor do jornal Diário do Grande ABC, que preferiu não se identificar, acusa a repórter Hanna Zamboni, que trabalhava como estagiária na TVABCD, de plagiar uma reportagem do jornal paulista, escrita pelo repórter Thiago Mariano. A matéria tratava do livro "Triângulo Rosa", de Rudolf Brazdam, prisioneiro de um campo de concentração nazista, que relata sua vida como homossexual no regime de Adolf Hitler.

De 156 palavras na matéria da estagiária, apenas 19 são diferentes da reportagem de Mariano. A matéria da repórter da TV ABCD não altera nada no texto do jornalista do Diário do Grande ABC, apenas corta alguns parágrafos e inclui algumas linhas a mais.

Mariano não sabia do plágio e ficou surpreso com a informação. O jornalista já acionou o departamento jurídico do Diário do Grande ABC, para avaliar se alguma medida deve ser tomada. Procurada pelo Comunique-se, o jurídico do veículo informou que o processo é sigiloso e não poderia dar detalhes do que será feito.

O departamento jurídico da TVABCD ainda não se pronunciou sobre o caso. A repórter não trabalha mais no veículo. O Comunique-se tentou contato com a estudante, mas ela ainda não foi localizada.

Compare os textos:

TVABCD
Gay sobrevivente dos campos nazistas conta sua história em autobiografia

Rudolf Brazda foi descoberto em 2008, quando inauguraram um monumento em homenagem aos gays vítimas do nazismo.

Aos 20 anos, o jovem homossexual tcheco Rudolf Brazda, ao que tudo indicava, teria uma vida feliz. Ao lado do companheiro Werner, o rapaz tinha até a benção da família no amor que resolveu assumir.

Então chegou o dia 30 de junho de 1934, ocasião em que o episódio conhecido como A Noite das Facas Longas aconteceu. O partido nazista, que havia chegado ao poder em 1933, sofreu revés comandado por Adolf Hitler.

A partir daí, como conta o livro "Triângulo Rosa", a liberdade de todos os gays estava ameaçada no império nazista. Em depoimento ao autor Jean-Luc Schwab, Brazda, o último sobrevivente gay do campo de concentração de Buchenwald, relata a sua história. O autor, em minuciosa pesquisa, resgata dados relativos aos sofrimentos aplicados aos homossexuais no período.

http://www.tvabcd.com.br/noticias/3012/gay-sobrevivente-dos-campos-nazistas-conta-sua-historia-em-autobiografia


Diário do Grande ABC
Orgulho e Preconceito
Thiago Mariano

Em 1933, a história de Rudolf Brazda já parecia resolvida. Aos 20 anos, o jovem homossexual tcheco, ao que tudo indicava, teria uma vida feliz. Ao lado do companheiro Werner, morando de aluguel na casa da senhora Mahrenholz - uma religiosa testemunha de Jeová afetuosa e condescendente com a relação dos dois locatários -, o rapaz tinha até a benção da família no amor que resolveu assumir.

Então chegou o dia 30 de junho de 1934, ocasião em que o episódio conhecido como A Noite das Facas Longas aconteceu. O partido nazista, que havia chegado ao poder em 1933, sofreu revés comandado por Adolf Hitler. Parte de seus integrantes foi morta.

A principal baixa foi a do chefe da SA (organização paramilitar do partido) Ernst Röhm. O líder nazista resolveu matá-lo por divergências políticas, mas alegou que a causa do assassinato se dava pelo fato de o militar ser homossexual, cujas fraquezas e vícios poderiam derrubar o regime e colocar o povo contra o nazismo.

A partir daí, como conta o livro "Triângulo Rosa" (Mescla Editorial, 184 pág., R$ 49), a liberdade de todos os gays estava ameaçada no império nazista. Em depoimento ao autor Jean-Luc Schwab, Brazda, o último sobrevivente gay do campo de concentração de Buchenwald, relata a sua história. O autor, em minuciosa pesquisa, resgata dados relativos aos sofrimentos aplicados aos homossexuais no período.

Com a morte de Röhm, veio o endurecimento do parágrafo 175 do código penal do Império Alemão, que considerava a "luxúria contra o que é natural" crime.

Perseguidos, muitos homossexuais foram presos. Brazda sofreu sua primeira reclusão em 1937, sendo expulso em seguida do território alemão. Werner, que então prestava serviço militar, nunca mais reencontrou o amante.

Depois, com o avanço das tropas nazistas, Brazda foi pego novamente na Tchecoslováquia, em 1941, e logo transferido para o campo de concentração, onde tornou-se um triângulo-rosa (a figura geométrica era costurada ao uniforme do preso para identificá-lo de acordo com seu segmento social. Os presos políticos utilizavam um triângulo de cor vermelha, os gays, rosa).

Contando episódios de antes e depois da Segunda Guerra Mundial, autor e personagem compõem um painel de como foi a vida dos homossexuais no campo de concentração, tocando na delicada questão da sexualidade nas prisões.

PELOS CAMPOS
Entre os casos relatados, há o de que era muito comum que gays fossem utilizados como cobaias humanas. "As ‘experiências médicas'' se multiplicam, assim como os desaparecimentos repentinos dos triângulos-rosa", descreve Schwab em determinado trecho.

O campo de Buchenwald, onde Brazda esteve preso, abrigou por volta de 250 mil pessoas. Pelo menos 51 mil morreram lá. Em território onde funciona uma pedreira, o serviço para suprir a máquina nazista era todo realizado pelos encarcerados, que eram amontoados em pequenos barracões, com direito a duas refeições diárias e poucas roupas, padecendo de frio.

Por um golpe de sorte - um dos comandantes do campo interessou-se por Brazda, mas não aconteceu nada entre os dois -, ele serviu como enfermeiro no local, posição um pouco mais privilegiada, que lhe permitia ter alguma regalia e lhe dava mais chances de sobreviver, pois foram muitos os que morreram pelo excesso de trabalho na pedreira.

"Acabamos nos habituando à ideia de poder morrer a qualquer instante. Não tínhamos medo de morrer. Ver gente morrendo nos deixava quase indiferentes, pois isso era constante no cotidiano. Hoje, choro toda vez que me lembro desses instantes terríveis, mas na época eu endureci para sobreviver...como os outros", conta ele.

LIBERDADE
Brazda, em liberdade, seguiu para Mulhouse, na França. Em 1950, conheceu Édouard, o Edi. Os dois passaram a morar juntos em 1959. Foram companheiros até 2003, ano em que Edi morreu.

Rudolf Brazda foi descoberto em 2008, quando inauguraram um monumento em homenagem aos gays vítimas do nazismo. Até então, todos pensavam que nenhum dos quase dez mil triângulos-rosa registrados nos campos de concentração estivesse vivo.

Trechos
"Fico revoltado quando recordo meus anos de cativeiro impostos por esses crápulas nazistas! E tudo isso por quê? Por causa dos meus atos considerados ‘antinaturais''. O que eles sabem da natureza? E da minha natureza, aquela que eu não escolhi?... Confesso ter nutrido um ódio especial pelo diretor da prisão de Eger, esse calhorda que nos fez passar por todo tipo de humilhação. Após a guerra, fiquei indeciso de passar ou não por sua casa, em Eibenstock, de onde ele era, para lhe quebrar a cara. Mas, por fim, pensei que outros sem dúvida tinham se ocupado dele durante o período de desnazificação, e eu deixei pra lá..."

"Qualquer novato não entra no campo sem primeiro passar pela desinfecção...Rudolf está nu como veio ao mundo para ter os pelos raspados da cabeça aos pés...Em seguida vem a desinfecção propriamente dita, em uma enome cuba cheia de uma solução de cresol. Só se pede que eles avancem em fila e se afundem no líquido um após o outro..."

"Quando Rudolf toma conhecimento de que os presos homossexuais são esperados na praça de chamada para seguir com uma coluna de marcha com destino a Berghof, ele não pestaneja: corre para se esconder... Enfurnado em seu esconderijo, Rudolf escuta, ao longe, tiros de artilharia que se aproximam nesse 11 de abril...São os últimos espamos defensivos dos poucos soldados que permaneceram no campo tentando conter o avanço americano"

http://www.dgabc.com.br/News/5879705/orgulho-e-preconceito.aspx


SOCIEDADE VIOLENTA

ADELI SELL*

O povo decidiu que o país tem que continuar armado e se armando. É uma decisão legítima. Discordo dela. Sou, na verdade, pelo desarmamento.
Como a Lei existe, vamos tentar educar o povo a não ser violento. Se for usar uma arma que não seja para matar, mas para se defender. Mas... CUIDADO! Quem não é da força policial dificilmente leva a melhor. É bom ficar atento.
Mas a violência não está apenas nas armas. Está também na forma desastrosa como alguns policiais agem na sociedade, partindo para ações violentas contra cidadãos indefesos, mas deixam o traficante às soltas. Isto não só existe no Rio de Janeiro, aqui também já estamos vivenciando este lado bandido nas nossas corporações.
A corrupção policial é um drama na sociedade atual.
Como se explica que os ferros velhos conhecidos como desmanches, local de acúmulo de peças de carros roubados continuam suas ações sem serem importunados pela força policial?
Temos recebido várias denúncias que levamos adiante às autoridades sobre policiais que recebem jabá todo mês destes "empresários do crime". A receptação é que gera a violência, pois sem ela não haveria roubo de carros. Sem receptador nao existiria ladrão de carro.
É verdade que o jogo de máquinas e bingos é uma contravenção. Não está legalizado, portanto está fora da Lei. Mas pior do que ser contraventor é ser um policial que exige propina para o estabelecimento funcionar. E se não receber, manda o colega arrebentar portas, levar máquinas ou quebrar as mesmas. E pior, muitos deles acabam vendendo as peças das máquinas de volta para o mercado.
E querem outro tema da violência? O bullying está presente em toda a nossa sociedade. O que a gente vê por aí é menino e menina na escola sendo vítima de terror de seus colegas.
E o que fazem os pais e professores? Será que estão fazendo a sua parte? Ou os pais deixam os filhos às soltas, sem orientação, criando-se como pequenos mostros da violência.
E a violência contra as mulheres? A chamada violência doméstica é hoje terrível. E contra as crianças? Veja os casos e casos de abusos contra seres indefesos.
É hora de colocar este cardápio de violências na nossa frente e começar a pensar como enfrentar isto tudo, pois isto gera uma congestão de males que está matando a nossa socidade.
Por isso, luto pela paz na sociedade, busco mostrar que é preciso ter paciência nos engarrafamentos no trânsito. Enfim, estou na peleia por um mundo melhor.

* ADELI SELL é vereador e presidente do PT-POA


ARGENTINA: MORRE AOS 99 ANOS ESCRITOR ERNESTO SÁBATO


Romancista presidiu comissão que investigou desaparecidos políticos.
Vencedor do Prêmio Cervantes, morreu após bronquite, disse a mulher.

De Buenos Aires
Gelson Farias

O escritor Ernesto Sábato, vencedor do Prêmio Cervantes de Literatura e um dos maiores autores argentinos do século XX, morreu aos 99 anos em sua residência de Santos Lugares, na província de Buenos Aires. A informação foi divulgada neste sábado (30) pela mulher de Sabato, Elvira González Fraga. "Há 15 dias teve uma bronquite e na idade dele isto é terrível", declarou Elvira à rádio Mitre, ao confirmar o falecimento do escritor.



Ernesto Sábato
Sábato seria homenageado no domingo (1) na Feira do Livro pelo Instituto Cultural da província de Buenos Aires. Segundo o jornal argentino "Clarín", Elvira disse que o escritor estava sofrendo havia algum tempo, "mas tinha momentos bons, principalmente quando escutava música". Romancista, ensaísta e artista plástico, Sábato é autor de obras como "O Túnel" (1948) e "Sobre Heróis e Tumbas" (1961). O pedido do então presidente argentino Raúl Alfonsín, dirigiu entre 1983 e 1984 a Comissão Nacional sobre o Desaparecimento de Pessoas (Conadep), cuja investigação, publicada no relatório "Nunca Mais", considerado o estopim para o julgamento de militares por crimes cometidos durante o regime militar argentino (1976-1983). O jornal "Clarín" o definiu como "um dos rostos emblemáticos do regresso democrático" no país e um dos "ícones mais populares" da literatura argentina.

O escritor em sua biblioteca

Parentes informaram que o velório será realizado a partir das 17h deste sábado (30) no Clube dos Defensores de Santos Lugares, local onde o escritor passava as manhãs em partidas de dominó com amigos. O escritor, que nasceu na cidade de Rojas em 24 de junho de 1911, obteve o título de doutor em Física em 1938 pela Universidade Nacional de La Plata, mas deixou a carreira científica nos anos 40 para se voltar à literatura com a publicação da compilação de ensaios "Alguém e o Universo". O reconhecimento internacional veio em 1961 com "Sobre Heróis e Tumbas", e a consagração definitiva ocorreu em 1974 com "Abadon, o Exterminador", que completam a trilogia iniciada com "O Túnel" (1948), adaptada ao cinema em 2006. Após ser agraciado com o Prêmio Cervantes em 1984, foi proposto como candidato ao Nobel de Literatura de 2007.
A última obra publicada por Sábato, que também recebeu os prêmios Gabriela Mistral (1983) e Menéndez Pelayo (1997), foi "Espanha nos Diários da Minha Velhice", fruto de suas viagens ao país em 2002, enquanto a Argentina submergia na mais feroz crise econômica de sua história. Seus últimos livros, conforme o Clarín inclui memórias e crônicas que se constituem como uma despedida da literatura. Ele completaria 100 anos em 2011 e vivia com sua colaboradora no trabalho, Elvira, que dirige uma fundação que leva o nome do escritor. Segundo contou seu filho Mario Sábato, autor de um documentário sobre a vida de seu pai, o escritor já não saía de casa, estava sob cuidado de enfermeiras e quase não falava, embora ocasionalmente rompesse seu silêncio para ter algum breve diálogo com a família.

Qualificação imediata para a Copa do Mundo 2014

Setor turístico se reúne para discutir “Hotelaria: Tendências & Oportunidades”

A qualificação dos meios de hospedagem, com foco imediato para a Copa do Mundo 2014, é um dos temas que será discutido pelos 27 presidentes estaduais da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), no 25º Encontro Catarinense de Hoteleiros (Encatho), que ocorrerá no CentroSul, em Florianópolis (SC), entre os dias 4 e 6 de maio.

Os organizadores do evento ressaltam que os trabalhos de qualificação não podem ser iniciados na véspera do Mundial, portanto, devem começar agora. Com essa visão estratégica, haverá durante o Encatho um estande para inscrições no programa Bem Receber Copa – ação de qualificação profissional do Ministério do Turismo, em parceria com entidades do setor -, que será feito através da Escola Virtual dos Meios de Hospedagem (EVMH).

Em Florianópolis, a meta é qualificar 500 profissionais da chamada “linha de frente”, ou seja, aqueles que terão contato direto com os turistas da Copa, entre os quais motoristas, camareiros, garçons, recepcionistas, capitães-porteiros, mensageiros, governantas e média gerência. O programa de qualificação profissional em Santa Catarina será coordenado pela consultora Bianca Antonini, que também estará durante o Encatho coordenando o 1º Fórum de A&B (Alimentos e Bebidas).


Tendências & Oportunidades na Hotelaria

A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Santa Catarina (ABIH-SC), responsável pelo 25º Encatho, visando não apenas qualificar o setor turístico no Estado, mas também discutir assuntos ligados ao desenvolvimento do setor e das políticas voltadas ao segmento, promoverá uma extensa programação técnica. Ao todo, serão nove eventos, desde oficinas, palestras, seminários, simpósios, fóruns e cases, que vão discutir aspectos do tema central do encontro - Hotelaria: Tendências & Oportunidades.

Três importantes entidades nacionais do setor turístico realizarão suas reuniões durante o 25º Encontro Catarinense de Hoteleiros (Encatho) e a 23ª Feira de Produtos e Serviços para Hotéis (Exprotel): a ABIH Nacional com todos presidentes das ABIH´s estaduais, o Instituto Brasileiro de Hospitalidade (IBH) e a Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), para tratar de assuntos ligados ao desenvolvimento do setor e das políticas voltadas ao segmento.

Fazem parte também do Encatho: 3° Simpósio de Governança Hoteleira; 2ª Rodada de Negócios com Operadoras, Agentes e Clubes de Turismo; 1º Fórum de A&B (Alimentos e Bebidas); Palestras; 9º Seminário de Turismo e Hotelaria; 1º Fórum de Gestores Comerciais e 5º Ciclo de Oficinas de Atualização.

Serviço:
O que: 25º Encatho / 23ª Exprotel
Quando: 4, 5 e 6 de maio de 2011
Local: CentroSul – Centro de Convenções de Florianópolis
Funcionamento da Feira: das 14h às 21h
Assessoria de Imprensa: Marisa Ribeiro (IBADE)
Fones (48) 3249-0825 e (48)3240-1658

As asneiras da Zero Hora e o excesso de litigiosidade dos gaúchos

Depois não sabem por que a ZH vende duas vezes menos (*) que o Diário Gaúcho! Perdem tempo aporrinhando a paciência dos leitores com assuntos como este da contracapa de hoje: uma quezília boba sobre o padre que mandou tirar a touceira que encobria a Gruta da Glória.

Praticamente queimaram a contracapa com essa bobagem. Possivelmente, o padre até tem razão: pelas fotos (claro que não perdi tempo lendo a matéria, nem abri o jornal, só olhei a contracapa porque estava na feição) pode-se imaginar que aquele verde sobre a gruda da Santinha poderia por em perigo a estrutura.

Ao fim e ao cabo, essa matéria da ZH é o relato de mais um capítulo da atual mania - dos gaúchos em geral e porto-alegrenses em particular - de gerar polêmica por qualquer dá-cá-aquela-palha. É o que alguns já definem como 'excesso de litigiosidade' dos gaúchos. Litigam por tudo! Daí que os fóruns e o TJ abarrotado de questiúnculas.


* Um ponto de venda na praia me informou que recebeu 70 DG e 35 ZH.

por Lauro Dieckmann

DA REVISTA ISTO É:



Está de volta à cena política um dos principais operadores do PT. No fim de semana, mais de 2.000 dias depois de afastá-lo pelo envolvimento no escândalo do Mensalão, o Diretório Nacional da legenda aprovou o pedido de refiliação do ex-tesoureiro Delúbio Soares. Considerado um arquivo vivo do momento mais crítico da história do partido, o "professor", como é tratado por amigos mais próximos, refugiou-se no silêncio nos últimos cinco anos e seis meses e demonstrou rara lealdade aos chamados capas pretas do partido. "A palavra é prata, o silêncio é ouro", diz Delúbio quando é abordado sobre os dias de "exílio". Agora, de volta ao partido que ajudou a fundar, com as bênçãos do ex-presidente Lula, de quem nunca deixou de ser amigo pessoal, Delúbio trabalhará mais à vontade. A amigos, tem dito que a principal lição aprendida nos últimos anos foi a de assimilar a "virtude da discrição". No entanto, a esses mesmos amigos, Delúbio assegura que irá retomar a influência que mantinha no partido e que em seu horizonte próximo estão as urnas. Pode ser já no ano que vem, na disputa municipal em Buriti Alegre (GO), onde nasceu, ou em 2014. "Seu projeto não descarta a possibilidade de disputar uma cadeira no Senado, caso consiga retomar musculatura no PT", disse um dos principais aliados de Delúbio no partido na tarde da quarta-feira 27. "Muitos especulam que ele pensa em se candidatar a vereador no ano que vem, mas Delúbio quer voar mais alto."

Comento eu: se for candidato, vai ser "eleitado" com uma grande votação. Já imaginaram Delúbio Senador ?

Aí teremos que lembrar de
Stanislaw Ponte Preta
(Sérgio Porto) : o

u restaure-se a moralidade ou locupletemo-nos todos!

SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS


Recebo do Mazza:


Gringo!

01) – Estivestes em Serafina, circulastes com o prefeito e nada
dissestes e muito pouco escrevestes. Um injustiça!
02) – Deves estar de bronca com tua terra natal? Ou seja, Elis Vive!
03) – Ruas limpas, cidade arborizada (centro- bairros), três núcleos
habitacionais em construção, creche para ser inaugurada, dois postos de
saúde projetados, um ginásio de esportes nos planos. Isto numa cidade de
15 mil habitantes.
04) – Também a construção de uma Via Sacra/Capitéis até o Morro do
Cristo.
05) – E vimos tudo isto na companhia do prefeito Ademir (Bico
Branco), que ao mostrar as obras comentava: “tem muito ainda po r fazer”.
06) - Sobre eu estar dormindo, enquanto circulávamos, deve ser fruto
do teu momento poético, coisas de escritor. Aprendi que no meio de
jornalistas e políticos, nunca se fecha um olho, imagine dois. Ainda mais
ao lado de duas cobras criadas.
07) – De interessante é que o Bico Branco afirma ainda estar em
dúvida se vai à reeleição. Imagine se dúvida não houvesse mais.
08) – E cito as obras, pois circulo em municípios onde o prefeito só
tem tempo para reclamar.
09) – De bronca foi a ausência de mulheres bonitas circulando pela
rua principal, ainda mais num sábado, pela manhã. E no café da cidade só
malas. Uma tradição do Vale do Taquari, Rio Pardo e Serra. Sim, o mundo
se repete.
10) – O Hotel Cá Dei Monti, um belo ambiente, no próximo século vai
virar museu. Deverá ser a Centro Cultural Olides Canton. Imagine, a
cidade faturando com a imagem e histó ria de seu escritor maldito.
11) – Bah! Se hospedar no hotel, no feriadão e ler a biografia do
Sarney é coisa de internação, talvez eletrochoque.
12) – Viva Serafina, a cidade que conheceu o desenvolvimento depois
que alguns dela saíram.

Abraço,
mazzarino


Folha Popular de Teutônia

Rudimar Thomas


clique na imagem para ampliar


clique na imagem para ampliar

DELUBIO III - REPORTAGEM DA REVISTA ÉPOCA


Com a estrela no bolso

Delúbio Soares volta ao PT, de onde nunca saiu de verdade, e traz com ele os negócios de sua família, tocados à sombra do poder público
Num dia ensolarado em setembro do ano passado, o petista Delúbio Soares encaminhou-se ao complexo empresarial Brasil XXI, no centro de Brasília, entrou pela garagem e se dirigiu à sala 320 do Bloco E. Lá, o grupo petista ligado ao ex-ministro José Dirceu mantém um discreto escritório, destinado a encontros políticos reservados e a negociações obscuras. Na portaria do prédio, uma placa informa que ali funciona a "Lobato Advocacia e Consultoria Jurídica", do advogado Marthius Lobato. Ele presta serviços ao Fenadados, sindicato petista que reúne trabalhadores de empresas de informática. O Fenadados é chefiado pelo sindicalista Carlos Alberto Valadares, conhecido como Gandola, amigo de Delúbio.

A mesma sala 320 serve de sede oficial de outro escritório de advocacia, do petista e sindicalista Luiz Egami, também amigo de Delúbio e nome ligado a José Dirceu em Brasília. Lobato, Egami e Gandola são personagens desconhecidos do público, assim como Delúbio, companheiro de todos eles, uma vez foi. Nenhum deles tem cargo no governo, mas todos transitam pelos mesmos gabinetes do poder onde o setor do PT capitaneado por Dirceu reina há oito anos. A missão dessa equipe, assim como a de Delúbio sempre foi, é defender os interesses políticos e econômicos do PT. A sala 320 é um dos principais pontos de encontro do grupo.

O próprio Dirceu, o "chefe da organização criminosa" do mensalão, nos dizeres da Procuradoria-Geral da República, costuma frequentar as reuniões na sala 320. Desta vez, porém, ele não estava lá. Numa das salas do escritório, em volta de uma mesa quadrada de vidro, Delúbio e outros sete companheiros reuniram-se para discutir os rumos da campanha de Dilma Rousseff. Dois deles, que frequentam o local, aceitaram contar a ÉPOCA o que se passava ali. Naquela ocasião, a turma de Dirceu debatia formas de captar mais recursos para a campanha de Dilma. Também discutiam estratégias políticas, sobretudo ações em redes sociais como o Twitter, para enfraquecer a candidatura do tucano José Serra. Segundo petistas, políticos e lobistas ouvidos por ÉPOCA, Delúbio fez de tudo para ajudar na campanha presidencial de Dilma.

Ao final da reunião, Delúbio compartilhou com os amigos duas boas notícias. Primeiro, contou que sua vida financeira estava melhorando. "Passei momentos difíceis, mas eles estão me ajudando muito", afirmou Delúbio, apontando com um aceno de cabeça três torres que se erguiam em frente à ampla janela da sala 320, construídas pela incorporadora Brookfield. Egami, seu amigo e lobista de empresas de informática, deu mais explicações: "Ele (Delúbio) está prestando consultorias para a Brookfield". Um ano antes, em 2009, a Brookfield vendera duas das torres para a Previ, o bilionário fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil. A Previ não investia em novos imóveis havia nove anos. Valor do negócio: R$ 342 milhões.

A Brookfield também constrói imóveis para o principal programa habitacional do governo, o Minha Casa Minha Vida. Segundo a Caixa Econômica Federal, a Brookfield construiu 1.808 imóveis. Marcelo Borba, executivo da Brookfield s que tocou a venda das torres à Previ e coordena as construções do Minha Casa Minha Vida, é amigo da família de Delúbio. Na reunião, Delúbio não deu mais detalhes sobre a natureza de seus serviços à incorporadora.

Em seguida, deu a segunda boa notícia. "Assim que a Dilma ganhar, eu finalmente volto ao partido", disse Delúbio. "O Lula já me garantiu." No último fim de semana, era dada como certa a demonstração de que Delúbio não se jactara levianamente com amigos. Até o fechamento desta edição de ÉPOCA, estava tudo preparado para que o PT aceitasse o pedido de refiliação encaminhado por Delúbio dias antes [Atualização: diretório nacional do partido reintegrou Delúbio]. Fora do partido, o retorno oficial do tesoureiro do mensalão provocou perplexidade, indignação. Dentro, provocou choros catárticos, especialmente dos que, como Delúbio, assumiram o papel de vítimas - dizendo-se injustiçados pela imprensa, pela Polícia Federal, pelo Ministério Público, pela Justiça.

Na reunião em que discutiu sua volta, Delúbio apelou ao sentimento que define muitos dos petistas: a lealdade ao partido. "A minha identidade política é a mesma do PT. Preciso da minha identidade política de volta", afirmou Delúbio em seu discurso. Alguns dos dirigentes petistas lacrimejaram. Nos bastidores, próceres do PT admitem que o retorno de Delúbio deu-se pelo "sacrifício" que ele fez pelo partido. Permaneceu em silêncio quando o PT mais precisou. Se tivesse falado o que fizera e o que sabia, teria causado danos ainda maiores ao partido. É por essa lealdade que o ex-presidente Lula deu aval à volta de Delúbio.

Apesar de dizer que sempre seguiu as ordens de Dirceu e de Lula, Delúbio assumiu a responsabilidade pelo esquema de compra de apoios no Congresso montado pelo PT. É réu no Supremo Tribunal Federal por corrupção ativa e formação de quadrilha no caso do mensalão. Delúbio também é réu por corrupção ativa, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro por seu envolvimento na máfia dos vampiros, que fraudava licitações de medicamentos no Ministério da Saúde - a PF descobriu que parte do dinheiro público foi desviada para o PT. Há um ano, Delúbio foi condenado por improbidade administrativa pela Justiça de Goiás. Ele apresentava declarações falsas para receber salários como professor da rede pública de ensino do Estado. Ele morava em São Paulo quando recebia o salário. Seus direitos políticos foram cassados e ele terá de devolver R$ 165 mil aos cofres públicos.

Contratos com o governo

Os problemas com as autoridades não impediram a volta de Delúbio ao PT nem atrapalharam seus negócios. ÉPOCA descobriu que Delúbio e sua família prosperaram como empresários - sempre perto do poder público, de uma forma ou de outra. Em 2007, Delúbio criou um site para divulgar anúncios imobiliários em Goiânia. Em sociedade com sua irmã, Delma Soares, investiu R$ 30 mil na constituição da Geral Imóveis, que funciona em duas salas minúsculas de uma galeria encravada numa área nobre de Goiânia. Delúbio distribui cartões da empresa em que aparece como diretor. Até metade de 2009, o site era pobre em ofertas de imóveis. Hoje, há ofertas de lançamentos, alguns com valores superiores a R$ 500 mil, loteamentos e fazendas. O site e a empresa também ajudam os interessados a conseguir um financiamento do governo no Minha Casa Minha Vida.

O site de Delúbio Soares agora tem publicidade. Um dos anunciantes é o grupo Brookfield, o mesmo que, segundo Delúbio contou aos companheiros na reunião e reiterou em outras ocasiões, tem lhe ajudado. Em entrevista a ÉPOCA, Marcelo Borba, executivo da Brookfield, negou que Delúbio tenha ajudado na venda dos prédios à Previ - ou em qualquer outro negócio da empresa com o governo. Borba afirmou, no entanto, ter relações com a família de Delúbio. Também contou que se encontrou "algumas vezes, por acaso", com Delúbio nos últimos meses. (Em 2004, empresas de Borba doaram R$ 75 mil à campanha de um irmão de Delúbio a vereador, em Goiânia.) "Nós costumamos contratar a empresa Brasil Gerais, de Carlos Rubens Soares, irmão do Delúbio, para prestar serviços de logística nas obras da construtora", afirmou Borba. Ele confirmou que a empresa do irmão de Delúbio participou da construção dos prédios vendidos à Previ. "E de muitos outros", disse Borba. Ele não informou quanto foi pago à Brasil Gerais.

ÉPOCA foi até a sede da Brasil Gerais, em Goiânia. Trata-se de uma casa sem identificação na porta. Dentro, uma secretária informou que ali funciona a empresa, confirmou que o irmão de Delúbio trabalha no local e que Delúbio frequenta a casa. Ela se recusou a fornecer os contatos dos donos. Nos registros da Junta Comercial de Goiás, Carlos Rubens Soares não consta como sócio da empresa.

Logo após a reportagem deixar a sede da Brasil Gerais, na manhã da última sexta-feira, Delúbio ligou para ÉPOCA e disse que não prestaria esclarecimentos. Em seguida, ÉPOCA telefonou duas vezes para Delúbio e questionou-o sobre sua participação na empresa Brasil Gerais e nos demais negócios da família. Delúbio ouviu, pausou por um momento e afirmou: "Não, não vou dar entrevista". (Por Diego Escosteguy e Murilo Ramos, com Marcelo Rocha, em Época, 30-4-2011)

Sergio Oliveira


Roteiro do findi...

Como domingo é dia do trabalhador, em porto haverá passe livre. então o pessoal vai muito a parques,festas promovidas pelos sindicatos...

E tem o zoologico de sapucaia, que sempre é uma boa pra levar a criançada....

Ah,ouvi no rádio que o prefa Jorge Jairo(tá aí uma promessa do PT pro futuro) vai botar bus gratuito no domingo também em Canoas. Bom pro povão....


A imprensa e Neusa Brizola( a morte)


A ZH deu ontem uma boa matéria, de meia página sobre a morte da filha do ex-governador Brizola. Já o jornal o Globo, o mais importante do Rio de Janeiro - onde Brizola foi duas vezes governador - deu uma pequena matéria no obituário.

Quase um registro com uma pequena chamada de capa.

É hoje enterro de Neusa Brizola.

acervo de Neuza Pinto Penalvo

No Jazigo da Familia em SB. crédito Neuza Penalvo
Pewrcy Penalvo, Sereno Chaise, Dr. Brizola, Neusinha, Dr. Florêncio,Dênis Marques, Celeste Penalvo, Nonô Goulart

acervo de Neuza Pinto Penalvo

Neuza P.Penalvo, Neusinha e D. Iolanda Rebés Guimarães (mãe do Florêncinho)

acervo de Neuza Pinto Penalvo

Celeste penalvo e Neusinha Goulart Brizola . Aeroporto de São Borja. 02/11/98

Será enterrada hoje no túmulo da família Goulart, onde já estão sepultados seus pais, Leonel e Neusa Goulart, a filha caçula do ex-governador Brizola, falecida na quarta-feira última. O velório foi feito no Rio de Janeiro.

O corpo chega hoje às 11 horas e o sepultamento será direto, sem velório.



No dia do enterro de Leonel Brizola, sua filha Neusa Maria Goulart Brizola esteve presente. Aqui está na Praça XV de Novembro, ao lado de Aldo Rebello( deputado federal do PCdoB) Juliana Brizola, sobrinha de Neusa Maria, então vereadora de Porto Alegre, Ligia Vargas,esposa do Viriato Vargas, Dr. Viriato Vargas, sobrinho-neto de Getúlio Vargas(filho do general Serafim Vargas), Ana Maria Guimarães, o ex-governador carioca, Antonhy Garotinho( foto de Dillermando Messa, acervo de Florencinho Guimarães) S/oao Borja, dia 26.06.2004.


NEUSINHA BRIZOLA

Texto de Osvaldo Maneschy ( do site do PDT Nacional )

Neusinha morreu na Clínica São Vicente, no Rio, em conseqüência de uma hepatite C que sofria há tempos e vinha complicando sua saúde. Mãe de Paulo César e Laila, Neusa Maria Goulart Brizola era a caçula dos três filhos de Brizola e deixa dois irmãos - João Otávio e José Vicente; além de quatro netos.
Quando seu pai morreu, em 2004, Neusinha anunciou que passaria a atuar como uma espécie de "guardiã" do nome da família e justificou: "Tenho que honrar esse nome por mim e por tudo o que meu pai fez, já que não houve político mais investigado do que ele no Brasil e ninguém provou nada contra". E acrescentou: "Todos nós, herdeiros, netos, filhos, temos que ter essa coerência e essa honestidade em respeito à memória dele".
Sobre a vida em família, na mesma entrevista, ela reconheceu: "Tivemos uma vida muito sofrida". Em 64, Neusinha tinha nove anos, mas se lembrava: "fui dormir princesa e acordei sapa". Com o pai na clandestinidade, todos tiveram que sair do país às pressas e foi obrigada a viver, com a mãe, durante bom tempo, em um hotel de Montevideu.
"A gente rezava todo o dia pedindo para meu pai ficar bem", lembrou na entrevista
Depois que família voltou ao Brasil, após 15 anos de exílio, Brizola se elegeu governador do Rio de Janeiro em 1982. Nesta época Neusinha tornou-se nacionalmente conhecida não só pelo lançamento de um disco seu em local público, que obrigou seu pai a exonerar os auxiliares que permitiram a irregularidade, como também pelo seu estilo de vida radical - conseqüência talvez dos seis anos que passou na Holanda, na época de exílio.
No afã de atacar o candidato à presidência da República e desconstruir o homem público inatacável, a grande mídia não vacilou em usar Neusinha. A mídia dava publicidade a tudo o que ela fazia ou deixava de fazer, não a poupava de nada. Sua vida, suas declarações e seus casamentos foram devassados e expostos - sempre de forma escandalosa - para atingir politicamente Brizola, o pai.
Neusinha foi vítima.
Houve até o absurdo da Rede Globo de Televisão colocar no "Jornal Nacional", no ar, declarações suas totalmente desconexas, só para desqualificar - o seu pai - o arquiinimigo Leonel de Moura Brizola.
Os anos passaram e, mais madura, Neusinha sossegou. Tornou-se produtora cultural, passou a se dedicar mais ao pai e aos filhos. Numa entrevista a revista "Isto É" em 2.000, ela comentou: "Graças a Deus superei essa fase. Minha terapia foram meus filhos e minhas cachorras".


Do Fundo da Memória (4)

Por Carlos Chagas

Resistência não houve ao movimento de 1964, logo depois de sua eclosão. O governo deposto e seus aliados buscaram refúgio no exterior, no anonimato e no silêncio, quando não em traições e falsas adesões. Só mais tarde, aos poucos, sobreveio a inexorável reação nacional ao arbítrio e à truculência.

João Goulart exilou-se no Uruguai, seguido quinze dias depois por Leonel Brizola, frustrado pela impossibilidade de repetir 1961. Ministros pedindo asilo em embaixadas, líderes políticos, sindicais e estudantis perseguidos, intelectuais obrigados à clandestinidade. Do outro lado, desenfreada euforia nas elites, celebrações na maior parte da classe média, passeatas monumentais de dondocas de salto alto, marchas “da Família com Deus e pela Liberdade”. E o telegrama de congratulações passado pelo presidente dos Estados Unidos, Lyndon Johnson.

Não faltou a frenética busca de heróis para exaltar, por parte de uma imprensa há muito posta a serviço do golpe. Foi um golpe, aliás, para a mídia pressurosa em bajular os novos donos do poder, quando o general Mourão Filho resolveu conceder uma entrevista. Triste por haver sido marginalizado com sua nomeação para presidente da Petrobrás, ele surpreendeu os jornalistas definindo-se como “uma vaca fardada”.

Os generais tomaram a chefia do movimento, isolando políticos espertos que imaginavam ocupar o palácio do Planalto através do eterno substituto, Raniéri Mazzilli, presidente da Câmara. No Rio, formou-se uma Junta Militar, denominada Comando Supremo da Revolução, com o general Costa e Silva, o almirante Augusto Rademaker e brigadeiro Francisco de Assis Correia de Mello. Frustrou-se a tentativa deles permanecerem indefinidamente no comando da nação, mesmo depois que buscaram legitimar-se através de um instrumento de exceção, o Ato Institucional que não tinha número, pois se presumia fosse único. O autor? O mesmo da Constituição fascista de 1937, o jurista Francisco Campos, aliás, “Chico Ciência”.

O sentimento então predominante nas Forças Armadas, impulsionado pelas críticas generalizadas do mundo democrático, acabou levando um Congresso desmoralizado, sem representatividade por conta de dezenas de cassações, a eleger o marechal Castello Branco para completar o malfadado mandato antes pertencente a Jânio Quadros e depois a João Goulart.

Quarenta anos depois, importa reunir os argumentos e o sentimento verificados entre os militares de hoje, a respeito da intervenção de seus antecessores. A versão deles, os atuais e os que restaram daqueles idos, beira também a cobrança e insurge-se contra a interpretação feita pelos adversários.

Em primeiro lugar, dizem, só saíram dos quartéis quando estimulados pela opinião pública. Poderia ter sido a opinião publicada, mas tanto faz. Caso João Goulart não fosse levado à ilusão de quebrar a hierarquia castrense, é possível que permanecessem apenas na resistência ao que imaginavam a tentativa de decretação da República Sindicalista do Brasil. O planeta encontrava-se dividido em duas ideologias distintas e, sem a menor dúvida, por formação e indução, as Forças Armadas integravam o bloco liderado pelos Estados Unidos. Era inadmissível para eles cair nos braços da outra superpotência, a União Soviética.

Não dispunham de plano ou programa de governo. O poder caiu-lhes nos ombros sem estar preparados para ele. Concordam, os de hoje, com o diagnóstico feito na época pelo então deputado Pedro Aleixo: não se tratava de uma revolução, mas de uma contra-revolução.

Os generais de agora eram aspirantes ou tenentes, em 1964. Cumpriam ordens, tomavam conhecimento dos fatos pelos jornais, mas mantém lealdade e respeito diante da ação dos antecessores. Apesar disso, reconhecem o erro que foi não ter sido devolvido o poder aos civis, depois de Castello Branco.

Recusam o rótulo de torturadores para os chefes de antanho, ainda que não neguem as torturas praticadas. Era uma guerra, acentuam, com o outro lado assaltando, matando, sequestrando e intranquilizando – o que é verdade. Muitos militares foram sacrificados naquela absurda luta entre brasileiros. Discordam, é evidente, dos métodos ainda recentemente expostos em livro pelo jornalista Elio Gaspari, autor da triste revelação de que o general Ernesto Geisel concordava com a eliminação física de guerrilheiros e terroristas.

Sustentam os militares de hoje que apesar da ojeriza às esquerdas e ao comunismo, mesmo sendo mais generais do que presidentes, os cinco generais-presidentes souberam manter firmes as estruturas da soberania nacional e a presença do Estado nas atividades fundamentais da nação. Não passou pela cabeça de nenhum deles privatizar a Petrobrás, a Vale do Rio Doce, a siderurgia, a navegação de cabotagem, o sistema de geração de energia elétrica e, em especial, o sistema de telecomunicações, que implantaram. Antes dos governos militares, o Brasil se comunicava com o Brasil pelas linhas telefônicas e por um precário sistema de rádio. A rede de micro-ondas havia sido iniciada por Juscelino Kubitschek, mas foi a partir de 1964 que passou a integrar nossas diversas regiões, depois interligadas pelos satélites, nos quais se investiu para valer. Nosso ingresso na energia nuclear também aconteceu naquele período, enquanto se construíram usinas hidrelétricas do porte de Itaipu. Até a industria bélica se afirmou, com a produção de tanques, carros de combate e armamento sofisticado, que exportamos por vários anos, antes de sua destruição por obra de manobras estrangeiras. Para não citar a indústria aeronáutica, sobrevivendo até agora.

A defesa da Amazônia tornou-se uma obsessão através do mote “integrar para não entregar”. Chegamos a romper o acordo militar com os Estados Unidos.

Uma constatação também feita pelos militares de hoje é de que durante a vigência do regime de 1964 a política econômica, mesmo alinhada ao mundo ocidental, jamais favoreceu a especulação financeira desmedida ou serviu para sufocar a indústria nacional. Muito menos a dívida externa tornou-se impagável. Nem o desemprego, a indigência, a fome, a miséria e a violência urbana nos assolavam tanto quanto neste início de novo século. Se havia inflação, havia reposição salarial.

Em suma, quarenta anos depois, os militares continuam rejeitando a análise de que o movimento de 1964 se resume aos excessos praticados, que reconhecem. (continua amanhã)

Colaborações

A pedido do titular do blog, Olides Canton, vão os tópicos a seguir.

Falta alguém em Nuremberg

Dia destes Paulo Santana em ZH criticou o que supõe ser uma postura conivente de setores da crônica esportiva com o novo treinador do Internacional, denunciando um possível "endeusamento" de Paulo Roberto Falcão. Mas o que dizer, então, de Renato Portaluppi? É vísivel que a equipe do Grêmio é mal treinada, não tendo mecânica de jogo. Mesmo assim o que se ouve e vê são críticas à diretoria e, principalmente, a alguns dos atletas, que não teriam qualidade suficiente para ostentarem a titularidade. O treinador passa incólume por esse inventário pós-vexame, embora sobre ele devesse recair a carga maior de cobranças.
É evidente que falta qualidade ao grupo, mas isso não absolve o treinador em relação, por exemplo, ao posicionamento equivocado da defesa, capaz de levar gols de cabeça até de Nelson Ned, se fosse este o centro-avante adversário. É de responsabilidade do técnico colocar Adilson como articulador, quando ele erra onze passes em dez. Seu apego a Gilson nos remate a uma patologia a ser melhor estudada. E se constitui em heresia superlativa o fato de se ver Fernando e Mário Fernandes no banco enquanto Rafa Marques, Gilson e Adilson flanam como titulares absolutos.

A Roupa do Rei de Roma

Só há um jeito de o Grêmio voltar a ter chance de classificação na Libertadores e de conquistar o campeonato gaúcho. Precisaria que o presidente Paulo Odone, pessoalmente, restabelecesse a hierarquia interna de funções. Que o presidente fizesse o que o departamento de futebol não tem força para fazer, que é obrigar Renato a treinar mais o time e menos a torcida. E que o vestiário seja sacudido por uma nova ordem.
Isso acontecendo talvez até pudéssemos ganhar o clássico. E diante da tão decantada elegância do treinador do Internacional, uma boa flauta de segunda-feira seria proclamar que "Renato roeu a roupa do Rei de Roma".

Wolmer Jardim

Grenal

Voltou o corneteiro colorado de Sarandi, o "zator"( o apelido tem origem porque o pai dele, Mauro, trabalhista histórico, mas que sempre perdeu as duas eleições que disputou) era chamado pelos colonos de Serafina de ZATOR, haja visto que era exator estadual.) m- é que gosto de explicar ao leitor as coisas...

E eu aqui sem ninguém pra contrabalançar. O Remindo e o Wolmer, " fugaram" como diria o inspetor de Polícia....

A continuar nesta linha , não teremos a oportunidade de encontrarmos o
'IMORTAL', na Libertadores !!!!!!!!!!!!!!!!!!!


O malhor deve estar se mordendo!!!!!!!!!!!!!!!!!o gás do padeiro se ga fini !

Prof. Mauro Santos Rocha
Diretor - UPF Sarandi

 


Ausência

Depois de um bom tempo, o filho do zator voltou a se comunicar. Eu achava que ele tinha se amolado com algo, mas é pura paranóia minha....

bom, como não corro atrás de mulher - só as muito gostosonas - não ia correr atrás do filho do zator...

Mas esta história dele de que ele trabalha muito, é pura atochada.

Em Serafina temos três grandes " inimigos del lavoro" - se é que me entendem: Flávio Soccol, Ademir Bacca e Mauro Rocha....

Eles aplicavam há muito tempo aquela máximo de que o OCIO É CRIATIVO!!!!!

Olides !

Deves ter sentido "muiiiiiiiiiiiito" minha falta de contato.Em breve
te enviarei notícias e com novidades. Speta um boquetin
!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Belo texto aquele do Mazza, para o Rui. Fizeste bem em publicá-lo.
Muito apresentei o Biriva no Carijo em Palmeira. A propósito, fui
vizinho da poetisa NADILCE, en la undeze. Tens o e-mail dela ?

Teu Blog tem, neste ano, um charme especial.Abre com referência aos 50
anos da Legalidade. Que prato cheio para ti nesta volta !!!!!


Um abraço do fiol de Zator, quel que laurava massa, tuti jorni !!!!!!!!!!!!!


Prof. Mauro Santos Rocha
Diretor - UPF Sarandi


De São Borja

OS NOVOS PAPA-DEFUNTOS

Pela presteza com que espalharam a notícia da morte de Neusinha Brizola, na quarta passada, Letier Vivian e Eduardo Belmonte já ganharam um novo apelido nas rodas de fofocas do bar do Chita; OS PAPA DEFUNTOS. Dizem até as piores línguas do local - como do Clemar Dias e do Wolmer Jardim - que em breve a dupla vai abrir uma funerária....

Sucesso pra eles,então!


Eleição na Famurs

credencia Mariovane Weis

a voos mais altos...


A vitória do prefeito de São Borja(PDT), Mairovane Weis, do PDT, na noite de quarta passada pra Famurs credencia o prefeito da Fonteira Oeste a voos mais altos na política. Dizem que quer ser deputado estadual- vai fazer frente a Cassiá Carpes, que é de São Borja mas que mora em Porto Alegre.E até Mariovane teria montado um slogan: SÃO BORJA MERECE UM DEPUTADO!

Uma estocada maior no Cassiá, impossível!

Eleições na Famurs....

DEpois de ter apoiado em São Borja Flávio Lammel, que não se elegeu pra deputado estadual , Mariovane Weis da Terra dos Presidentes que se elegeu o próximo presidente da Famurs - uma considerável vitrine estadual e nacional - ganhou na campanha o apoio do neto de Jango, Cristopher Goulart, que candidato a deputado estadual não teve o apoio local do prefeito.

Cris, no meu entender, fez um gesto de inteligência....Como disse Ademar de Barros, do PRP paulista, ao jornalista Samuel Wainer, depois de ter se acomodado na poltrona do seu jatinho e de sair da estância do Itu, em 1950, e ter feito um acordo com Getúlio:

- Este teu amigo é um canalha, mas vamos ter que marchar com ele....

A politica também tem a ver com interesses,...ou praticidade.


Coleguinhas


Não fizeram nada pra " morta" Folha da tarde, que fez niver em 27.04. Quem fazia era a Jurema Josefa e o velho Benito Giusti. Eles largaram de mão e não saiu mais nada. O Valter Galvani ainda tentou, mas estes caras só ficam na balaca...
Olha se o Galvani ia organizar um almoço. isto dá trabalho....

Logo ele que gosta tanto de conselhos de cultura. Isto é coisa de quem não gosta de trabalhar...


De São Borja

EX-PRESIDENTE DO PDT

PROTOCOLA REINGRESSO

E PEDIDO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS

Como prometera que faria dias atrás, o advogado Clair Ribas, ex-presidente do PDT de São Borja requereu ao atual presidente Dr. Janot Marques de Oliveira o seu reingresso e concomitantemente solicitou " uma prestação de contas" conforme o pedido anexo.

O mesmo espaço do Dr. Clair está assegurado ao dr. Janot.

Clique aqui para ler o documento.


Memória da Imprensa


Breno Caldas, o todo-podereso dono do Correio do Povo e outros da Caldas Junior era um grande ironico...Uma vez foi fazer um passeio no seu barco Aventura e na volta contou como o vento jogara o barco de cá pra lá. Ai o Paulo Gouvea, um dos seus homens mais próximos, pra agradá-lo lhe disse:

- Dr. Breno, como o senhor dormia com este mar revolto?

- Assim, oh...e fez o gesto de quem dorme placidamente, disse Breno.


Breno (1)

Outra do velho jornalista:

Nunca se viu ele de gravata: só a usava quando iam cumprimentá-lo pelo niver do Correio do Povo e da Guaíba.

Nem mesmo quando seu amigo Médici vinha comer churrasco no Arado, Breno colocava gravata.


Breno(2)

Conta o jornalista Wanderlei Soares que uma vez um fiscal da prefeitura passando por Belém Novo multou o haras de Breno porque o leite que ele servia tinha água dentro( se tinha ou não, ninguém sabe...)

Aí a lista dos produtores foi divulgada por um órgão da prefeitura e acabou saindo no Correio do Povo, por distração de todo mundo( isto acontece seguidamente).

Mas quando chegou no revisor, ele viu o nome do patrão e colocou na frente um DR, porque todos os empregados tratavam o Breno, por DR.

Breno fez do limão a limonada. Botou aquela notícia debaixo do vidro de sua mesa e sempre que um chato ia se queixar de alguma notícia, ele sacava aquilo e diziaq:
- Mas falam mal de mim no jornal. Como não podem falar do senhor!!!


Breno(3)

Ah, ha um boato de que Breno tinha uma amante que morava ao lado do Correio do Povo, no edificio OUVIDOR....

Dizem até que o velho teria tido um filho com ela...mas ficou sempre oculta...Quem está fazendo a biografia do Breno está pesquisando isto. Não sei se acharam algo.


Breno (4)

A adulação em torno do Dr. Breno era pelo poder que ele tinha, não por ele. Isto todos sabemos.

Mas ele era , por exemplo, muito amigo do Júlio Brunelli.que foi deputado.

Não se conhecem cores partidárias de Breno, mas ele apoiou a Revolução de 64. DEpois começou a dar umas notícias que os milicos não gostavam e teve até jornais apreendidos.

Diz o Bicudo que Breno sempre priorizou a noticia, o noticiário, em detrimento da parte comercial

Breno(5)

Sobre seu filho, Francisco Antônio, seria o caso de um filho que nunca saiu da sombra do pai...

Morreu seis meses antes.

Aguardemos então uma boa biografia do velho breno!


DILMA


Dilma: "Governo está diuturnamente e noturnamente atento às pressões inflacionárias"
Diuturnamente é uma derivação de diuturno, que significa algo que vive muito tempo; que tem longa duração, que se prolonga, prorroga ou se protela no tempo.
Diuturno é uma palavra derivada do Latim diuturnu (adj. :que vive muito tempo; que dura muito.)
Desta forma, diuturnamente não tem nada a ver com o dia; já noturno tem a ver com a noite; noturnamente é algo que se faz à noite. Diurno é que tem a ver com dia; diurnamente é aquilo que se faz ao dia.
Diurnamente é o contrário de noturnamente. E não diuturnamente.
Ela misturou alhos com bugalhos.
Acho que Dilminha, mais uma vez, ofeliou, de Ofélia, aquela do Fernandinho, da TV, a que só abria a boca quando tinha certeza.

SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS


De São Borja

São Borja vai enterrar hoje a filha caçula de Leonel Brizola e Neusa Goulart.A última vaga que há no túmulo da família Goulart, no cemitério Jardim da Paz, é surpeendente no mínimo que seja ocupada pela Neuzinha Mintchura que tanto atazanou, em vida, a vida do pai....Vai ver que os dois se amavam mais do que as aparências...

Quando as exéquias em si, tenho certeza que São Borja vai fazer um show, já que eles tem " tecnologia" de sobra em enterrar pessoas ilustres....

De Sarandi

recebo do prof. Mauro Rocha, de sarandi, que manda news de lá....

Continuo , sempre, interessado nas coisas que dizem respeito a la
undeze. E a forma de me manter atualizado é lendo teu blog. Que bom
que outro colega entrou na parada do encontro. Dou força e rezarei
para estar presente.Rever os colegas de ginásio, me trará muita
satisfação.Tenho muita saudade daquele tempo. Aliás, tenho me sentido
muito nostálgico em relação ao meu tempo em Serafina.Tomara que não
seja início de depressão. Valorizei muito aquele período.De Serafina,
trouxe muito, mais muito mais do que lá deixei( acho que quase nada),
mas uma plêiade de amigos eternos, veio comigo, anca ti !!!!!!!!!!!,
apesar dos pesares.E o malhor ? Deve estar sofrendo com o Grêmio e os
"nervo" do Renato (viem su i nervi com quela squadra lá).

Não sumi, só sai de órbita. Mudei de cidade( retornei a residir na
legendária, centenária e ESPARTANA Palmeira mas continuo a trabalhar
em Sarandi.

De Sarandi posso informar que o nosso amigo Nicola-futuro prefeito,
pois foi absolvido no supremo e pode concorrer, natra volta -, hoje
está atuando no governo do estado, assessorando o Afonso Motta, na
secretaria de apoi aos municípios, no palácio. Vê se faz uma matéria
com ele pois o homem está bem na parada, seguidamente tem
representado o sr. Governador, em eventos no grande Sarandi.


A casa dos Tasca foi vendida, em breve, será mais um "arranha céu" em
Sarandi.La sorella de Tasca diz que te va spacar !!!!!!!!!!!!!!!!.

Quanto à morte do Hoteleiro, SR. PELIZARRI,foi puro azar. Um jovem
casal, na busca de praticar um assalto e arrumar dinheiro para compra
de droga, tocou a campanhia, num sábado, às dez da noite. O dono foi
atender, pensando tratar-se de um cliente, quando foi surpreendido
pelo jovem assaltante que, em ato contínuo, anunciou o assalto e
efetuou os disparos, que foram fatais para o sr. Pelizzari.

A droga, seu consumo e suas mazelas !!!!!!!!!!!!!!!!!.

Aliás, ao meu ver, trata-se do maior fragelo da humanidade.


Um abraço.

MAURO ROCHA -FIOL DE ZATOR, QUEL QUE LAURAVA MASSSSSSSSSA !!!!!!!!!!!!!!!


Mauro Rocha, comentarista isento

só dá colorado!


Mi no ga paura do padeiro. Vocês não tem time( plantel),para o Renato
trabalhar. Note que ele está cada vez mais nervoso, à beira do
gramado. Sinal claro de desestabilização.( Foi o que comentei, hoje,
na Rádio Sarandi, na Resenha Esportiva, programa no qual, dou minhas
pinceladas, quando convidado. Sempre com muiiiiiiita isenção claro
!!!!!!!!!!!!!!!!

Tenho cadeira cativa no mesmo, mas não venho fora "cativo", quando meu
INTER não ganha.

s.m.j., o gauchão é de vocês !!!!!!!!!!


Não abri o blog hoje, mas deves ter falado sobre a Neusinha, óbvio.

MAURO


De São Borja


ROUBARAM A FOTO

DO ANJO NEGRO


NO CEMITÉRIO !!!!!


QUEM FOR AO ENTERRO HOJE EM SÃO BORJA DA NEUSA MARIA GOULART BRIZOLA PODERÁ OBSERVAR QUE NO TUMULO, LOCALIZADO AO LADO DO TUMULO DA FAMILIA GOULART, DO ANJO NEGRO, O TENENTE GREGÓRIO FORTUNATTO ROUBARAM SUA FOTO.....


E QUEM VAI AGORA PROVIDENCIAR?????

SE OS DESCENDENTES DE GREGÓRIO ESTÃO TODOS SUMIDOS DE SÃO BORJA!!!!

sEGUNDO O ADMINISTRADOR DO CEMITÉRIO JARDIM DA PAZ, HÁ MUITOS ANOS QUE NINGUÉM COLOCA UMA FLOR OU LIMPA O TUMULO DO ANJO NEGRO, O GUARDA-COSTAS DE GETÚLIO VARGAS, QUE PROVOCOU UMA CRISE INUSITADA NO EPISÓDIO DA RUA TONELERO E QUE DEU NO SUICÍDIO DO PRESIDENTE GETÚLIO DORNELLES VARGAS EM 24/08/1954.


Bares que fizeram lenda.....

LA CAMORRA....

O PAI DE SANTO

ENROLOU O "OVELHA",

O DONO!


Ficava na av. Goethe,89 e foi fundada no começo dos anos 90, pelo conhecido empresário da noite, JOSÉ AUGUSTO FAILLACE KRAUSE, o OVELHA.... que depois do fechamento do La Camorra retirou-se da noite, depois de ter tido vários bares.

fUNCIONAVA das 20 horas em diante, menos domingos e segundas.
Tinha estacionamento privativo com manobrista.

Ar condicionado, com pista de dança chique.

Tinha um ambiente requintado com dois mezzaninos, restaurante com o chamado cardápio internacional e pista de dança.

La Camorra foi inaugurada em outubro de 1993 e era,segundo Ovelha, " um glamour só...."

Era frequentando por um público de Classe A.

Tinha dois andares.

- A boite foi um estouro, diz Ovelha.

Muito do público que frequentava o ROSE Place, outra casa do Ovelha, migrou pro La Camorra.

Em 1997, cansado de ter o Rose e o La Camorra, Ovelha desfez-se do primeiro e ficou só com a boite da av. Goethe.

Onome La Camorra foidado porque Ovelha desde criança sempre gostou muito da Itália e gostava de ver filmes sobre a Máfia, cujo apelido e´La Camorra.
Ele lembrava dos cassinos, de umas coisas diferentes
E a boite La Camorra foi feita toda encima de uma decoração como se fosse um cassino...

Em 1998, ele a vendeu, mas antes houve um lance que entrou pro folcore da noite de porto alegre.

Foi o seguinte:O radialista Sérgio Abrão e o "pai de santo" pai Lepúcio foram fazer um trabalho na casa.

Dizem algumas versões que o preço do trabalho teria sido o carro Omega do Ovelha e mais 12 mil reais.Este teria sido o custo do " trabalho" feito pelo pai de santo ao Ovelha.


ESCOLA DO LEGISLATIVO

Preservação ambiental é tema de conversa com fotógrafo

Vanessa Lopez - MTB 7525 - 27/4/2011 - 12:20

A exposição reúne imagens feitas por Vicente Wolff no Vale do Rio Forqueta

A utilização da fotografia como instrumento de preservação ambiental é o tema do bate-papo com o artista Vicente Wolff, fotógrafo autodidata especializado em imagens da flora e da fauna, que acontece na terça-feira (3), a partir das 17h, no jardim do Solar dos Câmara. A atividade é uma parceria entre o Departamento de Relações Públicas e Atividades Culturais e a Escola do Legislativo Deputado Romildo Bolzan da Assembleia Legislativa e dá início às celebrações do dia 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente. A entrada é franca e a participação aberta à comunidade em geral. A conversa com o público precederá a abertura da exposição assinada por Wolff, intitulada Fotografia Ambiental, marcada para às 18h, na sala J. B. Scalco.

A ideia de Wolff é incentivar a conservação da natureza por meio da imagem fotográfica, dentro da proposta de que quem conhece, preserva. "Infelizmente, hoje, diferentes atividades, muitas delas predatórias, têm ameaçado nosso rico patrimônio natural", analisa o autor. Seus cliques da fauna e da flora da Mata Atlântica que integram a exposição foram feitos, principalmente, na Reserva Ecológica Agrofloresta, em Maquiné.

O fotógrafo

Vicente Wolff mora na Reserva Ecológica Agrofloresta, criada por ele próprio, no Vale do Rio Forqueta, no Rio Grande do Sul. Ali, desenvolve atividades de educação ambiental, agroecologia e ecoturismo. Desde 2007, realiza exposições relacionadas ao tema preservação da natureza.

A exposição

A exposição poderá ser apreciada gratuitamente na sala J.B. Scalco, no Solar dos Câmara, do dia 3 de maio ao dia 3 de junho, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 18h30. O acesso é pelo prédio principal da Assembleia (Praça Marechal Deodoro, 101).

Do Fundo da Memória (3)

Por Carlos Chagas

Título: Dos Juristas aos Jurilas

Quarenta e sete anos depois, sobrou o quê, do movimento militar de 1964? Para começo de conversa, cobranças, mesmo com o tempo fazendo a poeira assentar. Cobranças de parte a parte.

De um lado, existem os que continuam criticando, protestando e apresentando a conta. São os que, de uma forma ou de outra, viram-se atingidos pela truculência do regime. Não apenas os torturados, exilados, censurados, demitidos e marginalizados. Ou seus familiares, se eles não estão mais entre nós.

Muitas instituições também tem o que cobrar. A imprensa, por exemplo, obrigada a omitir tudo o que prejudicava os donos do poder. Sem esquecer que a maior parte dos veículos de comunicação da época esmerava-se em divulgar aquilo que agradava os poderosos. Temendo represálias ou programando benesses, acomodaram-se quase todos os barões da mídia e muitos de seus acólitos. Seria menos ridículo que, hoje, certos falsos heróis de uma resistência inexistente ficassem calados ao invés de tentarem faturar aquilo que não praticaram.

De um modo geral, porém, a imprensa sofreu e involuiu. Jamais as tiragens dos jornais ficaram tão reduzidas, proporcionalmente ao número de leitores. “Comprar jornal para quê?” – insurgia-se o cidadão comum, se era para ler elogios ao falso milagre brasileiro ou, em contrapartida, versos de Camões ou receitas culinárias. Com a televisão e o rádio, perseguidos até no roteiro de suas novelas, pior ainda. Transmitiam a impressão de vivermos num outro mundo.

Massacrados da mesma forma foram os advogados. O regime confundia o sagrado dever de defender o semelhante com a integração obrigatória do defensor nas práticas do réu. Um monumento deveria ser erigido ao Advogado Desconhecido, mesmo a gente conhecendo o nome da maioria desses abnegados bacharéis que honraram a profissão. E sofreram por isso.

Sofreu também o Poder Judiciário, atingido em seus tradicionais predicamentos constitucionais de vitaliciedade, inamovibilidade e irredutibilidade de vencimentos. Ministros dos tribunais superiores e simples juizes de primeira instância, intimidados, acomodados ou dispostos à resistência, assistiram desmanchar-se a estrutura fundamental da democracia, erodida por absurdos como o de que os atos revolucionários seriam insusceptíveis de apreciação judiciária. É claro que também pontificaram os “jurilas” de todas as ditaduras, misto de juristas e de gorilas tão a gosto do regime. Reconheça-se o papel altivo do Superior Tribunal Militar, que num sem-número de ocasiões desfazia aquilo que nas instâncias inferiores a voracidade da exceção buscava transformar em regra.

Os políticos, da mesma forma, perderam o que lhes restava de credibilidade junto à opinião pública. A sombra das cassações de mandatos e das suspensões de direitos políticos só não agredia tanto a prática parlamentar quanto os ucasses que transformaram o Congresso em apêndice desimportante do Executivo. Atos institucionais, atos complementares, decretos-leis, casuísmos, fechamentos e recessos parlamentares fizeram com que a atividade política e eleitoral se transformasse em objeto de chacota nacional. Num determinado momento, para sepultar laivos de independência, os militares dissolveram os partidos, criando o bipartidarismo obrigatório. Para continuar na política seria pertencer ao partido do “sim”, a Arena, ou ao partido do “sim senhor”, o MDB, mais tarde inflado pela indignação, transformando-se num dos principais aríetes responsáveis pelo fim da ditadura. Para cada dr. Ulysses ou para cada “autentico” que se insurgia, centenas de desfigurados marionetes candidatavam-se a se ajoelhar no altar da exceção.

O movimento sindical implodiu nos primeiros dias do novo regime. Perseguidos como inimigos públicos, os tradicionais líderes trabalhistas desapareceram nas masmorras, no exílio ou no esquecimento. Terá sido este um dos erros fundamentais da ditadura, porque, conforme a natureza das coisas, em política não existem espaços vazios. Foram-se os dirigentes em grande parte viciados pelo sabujismo ao ministério do Trabalho, mas emergiram líderes operários autênticos. Vem daí as origens do Lula e de muitos outros.

O mesmo aconteceu no movimento estudantil. Perseguidos, eclipsaram-se os estudantes profissionais que dominavam as organizações de classe, boa parte atrelada ao ministério da Educação. Ganharam o exílio aqueles que tentavam renovar as estruturas viciadas vindas do Estado Novo, como José Serra, o último presidente da União Nacional dos Estudantes, obrigado a refugiar-se no Chile. O fenômeno foi o mesmo dos sindicalistas: surgiram dirigentes de verdade, oriundos dos bancos escolares. José Dirceu, Wladimir Palmeira, Jean Marc, Alfredo Sirkis, Honestino Guimarães, Franklin Martins e quantos mais? Identificados, após ações de toda espécie, até tresloucadas e radicais, acabaram detidos, alguns desaparecidos até hoje, mas plantaram a semente. Ainda agora o movimento estudantil pertence aos estudantes.

A cultura vergou mas não quebrou. Das músicas de protesto ao teatro de arena e de vanguarda, das entrelinhas do “Pasquim” à poesia de combate e ao cinema novo, os intelectuais resistiram. Tornaram-se figuras de expressão nas passeatas, nos manifestos e na arte de estrilar. Apanharam, foram presos e muitos se exilaram. Imagina-se o que teriam produzido em regime de liberdade plena. Talvez bem menos do que produziram sob pressão.

Esse tipo de cobrança estende-se até nossos dias, ainda que cada vez mais esmaecido pelo tempo, com as exceções de sempre. Intelectuais, estudantes, operários, políticos, magistrados, advogados e jornalistas, em maioria, não esqueceram. Talvez nem tenham perdoado, ainda que lentamente varridos pelos ventos da renovação. (continua amanhã)

Saudações esportivas

FUTEBOL IMORTAL?

O futebol do Grêmio é imortal, só enquanto dura.

Ficou difícil chegarmos ao GRENAL da Libertadores, depois de Grêmio 1X2 Universidade Católica. A tarefa do Internacional hoje também é duríssima. O Peñarol no Centenário é mais firme que tira de costela de nelore passada além do ponto. Talvez a estrela do Falcão e os craques diferenciados ajudem os colorados.
Saudações Esportivas.

Luiz Oscar Matzenbacher

Do Espaço Vital


OAB-RS divulga com impacto a exclusão de advogados

Nota oficial publicada hoje nos principais jornais do Estado muda longa tradição de discreção na publicação dos nomes de ex-inscritos que estão proibidos de advogar.


Mateada da Cidadania é trasnferida

A Mateada da Cidadania, promovida pela Câmara de Vereadores, que seria neste domingo, 01 de maio, em comemoração ao Dia do Trabalhador, foi transferida em função do Grenal. A mateada acontecerá no dia 22 de maio, ás 15 hs, na Praça Assis Brasil do bairro do Passo.
A Mateada da Cidadania contará com serviços para a comunidade como corte de cabelo e posto de atendimento do Ministério do Trabalho. Também terá erva mate e água quente a disposição da comunidade. Entre as atrações do evento estará a exposição itinerante, que tem passado pelas escolas da cidade, sobre os 50 anos da Campanha da Legalidade.

Assessoria de Imprensa Câmara Municipal de Vereadores de São Borja/RS


Vereadores verificam demandas na Rodoviária de Porto Alegre

Rodoviária "do feriadão" provoca

interesse dos vereadores
que ontem visitaram o terminal.


Vereadores verificam demandas na Rodoviária de Porto Alegre

A Comissão de Urbanização, Transporte e Habitação (Cuthab) da Câmara Municipal farão visita à Estação Rodoviária de Porto Alegre nesta quarta-feira (27/4), às 10 horas. Na ocasião, os vereadores da Cuthab verificarão as condições da Estação e o que é necessário para melhorar os serviços prestados aos passageiros. Taxistas que atuam no ponto de táxi da Rodoviária solicitaram a intermediação da Cuthab. Eles reivindicam que seja construída uma cobertura para o embarque e desembarque de passageiros em toda a fachada da Rodoviária, onde estão localizados os pontos de táxi.


Carlos Scomazzon (reg. prof. 7400)

Feira para as mães reúne 34 bancas de presentes

A Câmara Municipal de Porto Alegre promove, até esta quinta-feira (28/4), sua Feira de Artesanato para as Mães. O bazar funciona das 9 às 17 horas no térreo da Casa, oferecendo 34 bancas de presentes feitos a mão por funcionários e familiares. A entrada é franca. A Câmara fica na Avenida Loureiro da Silva, 255. Informações: (51) 3220-4392 e 3220-4187, e-mail claudiah@camarapoa.rs.gov.br

Claudete Barcellos (reg. prof. 6481)


De São Borja!


Medalha Tiradentes condecora servidores da área da segurança na Câmara



Ocorreu na Câmara Municipal de Vereadores de São Borja, nesta terça-feira, 26 de abril, a sessão solene de entrega da premiação “Medalha Tiradentes”. A Medalha é uma forma de condecoração as pessoas residentes em São Borja e aos trabalhadores da área da segurança pública, tanto municipal, estadual ou federal que de uma forma ou de outra, se destacaram em nosso município por atos de bravura ou heroísmo ou que tenham recebido no ano anterior, medalhas ou condecorações, de suas entidades.

Receberam a homenagem o 3º Sargento do exército João Batista da Silva Nunes, o 2º Sargento do corpo de bombeiros Elbio Eliseu Rodrigues Escobar, o Escrivão da polícia federal Tiago Mauricio Motta, o Inspetor da policia rodoviaria federal Luiz Andre Pereira Costa, o 3º Sargento da Brigada Militar Serafim Ferreira Martins, o Soldado da Brigada Militar Benhur Samarone Garcia Gomes e o Fiscal de Trânsito Carlos Corso da Sila.

O vereador Jeovane Contreira (PPS), autor do Decreto que instituiu a premiação “Medalha Tiradentes” no município, explicou que a criação da medalha foi devido a importância dos órgãos de segurança para a sociedade de São Borja na defesa do cidadão, da ordem jurídica e da democracia.

Assessoria de Imprensa Câmara Municipal de Vereadores de São Borja/RS


ProJovem: CPI tem dois depoimentos nesta quinta

A CPI do ProJovem deverá ouvir nesta quinta-feira (28/4) o Secretário Municipal da Juventude, Luizinho Martins, e o assessor da secretaria na administração de Mauro Zacher (PDT), Rafael Fleck. A reunião está marcada para as 9 horas, no Plenário Otávio Rocha da Casa. Presidida pelo vereador Luiz Braz (PSDB) e tendo como relator o vereador Reginaldo Pujol (DEM), a CPI tem por objetivo investigar denúncias de irregularidades no Programa ProJovem, oferecido pela SMJ. Também fazem parte da CPI os vereadores Engenheiro Comasseto (PT), Fernanda Melchionna (PSOL), Idenir Cecchim (PMDB), Nilo Santos (PTB), Mario Fraga (PDT), Paulinho Rubem Berta (PPS), Airto Ferronato (PSB), Mauro Pinheiro (PT) e Waldir Canal (PRB).

Regina Andrade (reg. prof. 8423)


100 ANOS

DO LAJEADENSE


O radialista Rodrigo Conte , da rádio Independente, de Lajeado, está escrevendo a história do SPORT CLUBE LAJEADENSE, de Lajeado, que completa 100 anos.


Histórias de La Ùndeze


LALO já voltou ao batente


O advogado Oraldo Rodrigues,que tirou durante uma cirurgia três hérnias de íngua, já está trabalhando. Mas passou por maus pedaços.

Teve pressão alta( é diabético)antes da cirurgia e sangrou muito também.

Mas, restabelecido, já está no seu escritório.

LALO, como é conhecido em SErafina, fugiu três vezes da cirurgia. Mas agora teve que enfrentá-la porque já não suportava a dor.

- Terminava sempre numa cadeira de rodas quando ia passear no Bourbon, disse ontem em seu escritório, quando já atendia seus clientes. Lalo é especializado em INSS e já aposentou meia serafina.


Dia 28 de abril começa a 4ª edição da FestiPoa Literária


Evento cultural consolidado na cidade, a Festa Literária de Porto Alegre - FestiPoa Literária acontece anualmente, desde 2008, reunindo escritores, poetas, dramaturgos, tradutores, professores, jornalistas e artistas. Durante onze dias, os convidados se apresentam em painéis, debates, saraus, mesas-redondas, shows, perfomances, mostras de filmes, exposição de artes, lançamentos de livros, leituras e oficinas literárias em livrarias e espaços culturais da cidade.
Em suas três primeiras edições o evento atingiu, a cada ano, um público médio de mil e quinhentas (1.500) pessoas interessadas em arte e literatura, público que vem crescendo gradativamente de uma edição para outra. Em 2010, recebeu o Prêmio Fato Literário, na categoria Projeto Literário, pelo voto do júri popular.
Neste ano, a 4ª edição da FestiPoa vai ocorrer de 28 de abril a 08 de maio e terá diversos nomes de destaque da literatura nacional e, ainda, alguns convidados internacionais. Antonio Cicero, Nelson de Oliveira, Xico Sá, Ramon Mello, Maria Rezende, José Castello, Carlos Nejar, Lúcia Rosa (projeto Dulcinéia Catadora), Paulo Scott, Vitor Ramil, Nicolas Behr, Rogério Pereira (editor do jornal Rascunho), Ademir Assunção (editor, junto com Marcos Losnak e Rodrigo Garcia Lopes, da revista Coyote), Laerte, Carpinejar, Adão Iturrusgarai, Paulo César Pinheiro, Charles Kiefer, Zeca Baleiro e Marcelino Freire são alguns dos nomes confirmados, dentre os quase uma centena de convidados. O evento dedicará momentos da programação ao projeto Portuguesia, idealizado e coordenado pelo poeta Wilmar Silva (MG), que já foi realizado em Portugal, Belo Horizonte e São Paulo.Portuguesia fará parte da FestiPoa e receberá um convidado muito especial, o poeta português Ernesto E. Melo e Castro, que virá à Porto Alegre lançar dois livros.
O escritor João Gilberto Noll é o homenageado da 4ª FestiPoa. Noll abrirá o evento, lendo trechos de seus livros e após conversará com o crítico literário e escritor José Castello.
A programação traz mais de 30 atividades espalhadas pelas livrarias Letras & Cia, Palavraria e Bamboletras, Goethe Institut Porto Alegre, Instituto Estadual do Livro, Casa de Cultura Mario Quintana, OX/Ocidente, Casa de Teatro, Beco, Matita Perê, Pé Palito Bar, Cinebancários, Sala P.F. Gastal e Espaço Cultural Casa dos Bancários.
Dos cursos e oficinas, destacam-se o curso Que é Poesia, com o poeta e ensaísta Antonio Cicero; Literaturas Francófonas das Américas tropicais, ateliê com a educadora e gestora do acervo da biblioteca do Colégio Justin Cateyée Dominique Boisdron; o minicurso Cosmovisão - a literatura encontra a tecnologia, a arte encontra a ciência, com o escritor e Doutor em Letras Nelson de Oliveira; História é pra contar, oficina com a professora, escritora e contadora de histórias Marô Barbieri; Eu era cronista e não sabia, oficina com a escritora e professora doutora em Estudos Literários Eliana Mara Chiossi e Poesia falada, oficina com a poeta maranhense Lúcia Santos. (vide informações de locais, datas e inscrições em anexo).
No segmento de cinema, a 4ª FestiPoa Literária promove mostras de filmes, com entrada franca, em três salas: CineBancários, PF Gastal e Norberto Lubisco (informações em anexo).
Acompanhe a programação completa através do site www.festipoaliteraria.com e do blog http://festipoaliteraria.blogspot.com. Toda a programação do evento tem acesso gratuito. Somente há cobrança de taxa de inscrição para a oficina Poesia falada e para o curso Cosmovisão.
A FestiPoa Literária é produzida pelo jornal Vaia, com a co-produção do coletivo Cabaré do Verbo. O patrocínio cultural do evento é do Sindicato dos Trabalhadores da Justiça Federal RS (Sintrajufe). O evento conta, ainda, com os apoios culturais das livrarias Letras & Cia., Palavraria, Sesc-RS, Instituto Estadual do Livro e Casa de Cultura Mario Quintana.


Assessoria de Imprensa:
Simone Lersch
(51) 3029.6390 / 9803.4420




sobre a legalidade (50 anos)

manda o colega A. Goulart que está fazendo uma série pra revista PRESS


Sobre a série que estou preparando para a revista Press, sobre os 50 anos da Legalidade, vejam o que descobri: Porto Alegre em 1961 tinha oito jornais diários. Hoje, quantos são? Apenas cinco. Quanto às televisões, naquela época, havia só a TV Piratini, canal 5. A Gaúcha (hoje RBSTV) foi inaugurada em dezembro do ano seguinte. Os veículos que desapareceram: Diário de Notícias, A Hora, Folha da Tarde, Folha Esportiva, Última Hora e Jornal do Dia.


Coleguinhas

*Um dos narradores contratados pela Guaíba pra substituir o Haroldo de Souza imita o titular que foi pra Band em tudo...até nas expressões populares. Muitos ouvintes fazem confusão...


*Regina Lemos t- que vive em Sampa - tem que provar todos os anos que está VIVA PRA RECEBER PENSÃO DO IPE...RECLAMAÇÃO DELA é pelos 20 pilas que tem que pagar no cartório pra autenticar um documento.


* Nilza Scotti que estava na prefeitura de Gravataí, na imprensa, se estressou com a secretária de comunicação e pediu as contas. Está desempregada.


Correção!

Oi, legal, mas o dep Postal está no QUINTO MANDATO e completou 49 anos !!
abçs

Celso Luiz Bender
Assessor de Comunicação
Gab. Dep. Alexandre Postal


Morreu Neusinha Brizola....

Acabou de falecer a Neusinha Brizola
Abaixo a notícia retirada do blog do Brizola Neto

Neusa Maria Goulart Brizola, Neusinha (1954-2011)
Acaba de falecer minha tia, Neusa Maria Goulart Brizola, a Neusinha, aos 56 anos. Ela estava internada desde domingo na Clínica São Vicente, no Rio, com complicações pulmonares decorrentes de uma hepatite.
Neusinha tinha dois filhos, meus primos Laila e Paulo Cesar, aos quais mando daqui o meu abraço, antes mesmo de minha volta ao Rio de Janeiro.
Neusinha, que com todos os desentendimentos que a imprensa sempre explorou, foi sempre objeto de um carinho especial de meus avós, será sepultada ao lado deles, em São Borja.
Peço licença a todos para interromper, por isso, as postagens. Algum assunto urgente, meus colaboradores trarão ao blog.


Morreu a Neusinha

"MINTCHURRA...."

Aos 57 anos, faleceu,ontem no Rio de Janeiro, a filha de Leonel Brizola e de Neusa Goulart Brizola. Sempre a achei com um rosto triste...Tenho uma foto dela no enterro do pai dela, na Praça XV de Novembro em São Borja, com uma expressão muito triste.( Amanhã vou publica-la).
Ultimamente, Neusinha Brizola estava no PV, Partido Verde. Lembro que o ex-governador, numa entrevista, disse" que a Neusinha se tornou uma ótima mãe".

Mas o que comentavam era que quando seu pai foi governador, ela " fervia", como se diz na gíria.

O enterro deve ser realizado hoje em São Borja, onde estão enterrados seus pais.

Ontem, o presidente da Câmara Municipal de São Borja, vereador Celso Lopes, que estava no interior, colocou à disposição a instituição pra realizar o velório.

morte de professora


morreu no dia 21/04 em porto alegre IVONILDA MELLO HANSEN que foi professora da PUC na área de Sociologia. Foi diretora de Planejamento da Secretaria de Educação no governo Yeda Crusius, quando Marisa Abreu ocupou a pasta da educação.


Minha grande amiga! Foi professora da PUC toda a vida profissional na
área de Sociologia.
Foi Diretora de Planejamento da Secretaria de Educaçcao no governo passado.

De São Borja


RADIO CULTURA FAZ

HISTÓRIA MAIS UMA VEZ....


a rádio cultura de são borja, fez ontem, dia 27/04, mais um furo jornalístico sensacional. Por uma coincidência histórica foi a primeira rádio gaúcha a dar a notícia, antes mesmo das rádios da capital.


Letier Vivian, assessor do presidente da Câmara Municipal de São Borja, viu a notícia da morte no twiter do Brizola Neto, sobrinho de Neusinha Brizola, e ligou pro excelente repórter EDUARDO BELMONTE, o PRATO FINO, que entrou ao vivo na Cultura, interrompendendo a programação da tarde.


Isto se chama JORNALISMO.....


Parabéns a toda a equipe, digo aqui deste site, que proporcionou mais um furo jornalistico para uma rádio da fronteira, embora São Borja, seja São Borja!

Memória da Imprensa


O DIA QUE QUASE BATERAM O

BRIM DO TERLERA NO FLORESTAL!


oNTEM, DIA 26.04, a Assembléia Legislativa homenageou o Esporte Clube Lajeadense, um clube muito conhecido no Vale do Taquari. Rival do Estrela FC era contra este que se realizava o tradicional CLASSICO DAS BARRANCAS, COMO o chamou o jornalista ANTONIO CARLOS PORTO, O PORTINHO. O JORNALISTA João Carlos Terlera, quando trabalhava na rádio Alto Taquari, de Estrela, que era uma potência, foi narrar um jogo em Lajeado e se deu mal.Ele conta:
- dos clássicos me lembro de um que era pra ser jogado no Florestal. Mas o estádio foi impugnado pela Federação Gaúcha de Futebol(FGF).
O jogo ficou pra o estádio do Zequinha, em Lajeado, mesmo. O Estrela fez dois golos no primeiro tempo, mas o Lajeadense empatou no segundo turno com um gol olimpico no último minuto. No meio da torcida do Lajeadense, Terlera disse, falando ao microfone, que o time do adversário praticara naquele jogo um futebol de " esquina"!


Os torcedores entenderam que Terlera tivesse dito futebol de " Clube de Esquina" e tomaram a classificçaão como ofensa grave.
Na mesma semana , vinte comerciantes de Lajeado cancelaram os anúncios na Rádio Alto Taquari, entre elesclientes como Lojas Americanas,Reunidas e joalherias.

A ZYN-9 pertencia a Emissoras Reunidas do Frederico Ballvé que mandou de Porto Alegre os inspetores Paulo Amorim Salgado e José Remião pra trazer de volta os anunciantes.
A rádio guardara, pra sorte de Terlera, a gravação, os inspetores a ouviram e assim o radialista salvou sua pele junto aos donos da emissora.

Do Fundo da Memória (2)

Por Carlos Chagas

Título: A legalidade das elites

Hoje, dois terços da população falam por ouvir falar. Quando falam. Os que tinham idade suficiente para entender e até para viver aqueles idos de 1964 continuam divididos.

Para uns, tratou-se de um golpe cruel vibrado nas instituições democráticas, ao qual seguiram-se 21 anos de ditadura, tortura, censura à imprensa, supressão dos direitos humanos e prevalência do poder econômico sobre os anseios das massas.

Para outros, foi um basta à subversão e à corrupção, uma interrupção no processo de anarquia e de desagregação da sociedade ameaçada pelo perigo comunista expresso pelo próprio governo.

Contradiz-se também a farta literatura produzida de lá para cá a respeito do movimento dito militar. Tanto tempo depois, será preciso atentar para a importância de não dividir o Brasil de quarenta anos atrás entre mocinhos e bandidos, tanto faz a posição de onde se observam aqueles acontecimentos.

Nem as Forças Armadas foram as únicas responsáveis pela truculência verificada nas duas décadas seguintes, nem poderão apenas ser tidas como as mãos do gato, utilizadas pelas elites para retirar as castanhas do fogo. Tiveram sua responsabilidade explícita, exposta através dos governos de cinco generais-presidentes e de duas juntas militares, mas, no reverso da medalha, evitaram o quanto foi possível a transformação do Estado brasileiro em apêndice desimportante dos interesses políticos, econômico-financeiros e até culturais do conglomerado internacional que hoje nos domina, e ao planeta também.

Indaga-se como foi possível cair feito fruta madura um governo democrático, forjado na luta e na resistência de três anos antes em favor do cumprimento da Constituição e da posse do vice-presidente, após o histriônico episódio da renúncia do presidente Jânio Quadros.

João Goulart terá sido derrubado mais pelas suas virtudes do que por seus defeitos, mas estes foram imensos. Ingenuidade, em primeiro lugar, se imaginou que reformas sociais profundas poderiam ser conquistadas no grito, de uma só vez, com as elites conformando-se em abrir mão de seus privilégios sem organizar-se nem resistir. Depois, ilusão de que as massas dispunham-se a respaldá-lo acima e além dos comícios e da retórica fácil. Acrescente-se a frágil concepção de que, por estar exercendo legitimamente o poder, contaria com a anuência das estruturas que buscava modificar e reformar. A favor delas, deixando as coisas como estavam, obteria sucesso, o que seria uma incongruência para quem pretendia passar à História como um reformador igual ao seu mestre, Getúlio Vargas.

Demonstrou-se, nos eventos de 31 de março e de 1o de abril, a precariedade do poder formal. O "esquema militar monolítico" que defenderia a legalidade só existia na cabeça dos áulicos palacianos. Quando precisou das Forças Armadas para garantir-lhe o direito de continuar governando, João Goulart percebeu have-las perdido por inteiro. Parte foi porque admitiu "reformá-las", prestigiando tentativas de quebra de hierarquia. Parte por conta da formidável movimentação das elites econômico-financeiras infensas a perder privilégios. Nesse aspecto, a mídia exerceu papel fundamental, inoculando na opinião civil e militar o germe da insegurança.

Organizada, com fartura de dólares e de pensadores, a direita dispunha de um objetivo claro: impedir quaisquer reformas capazes de arranhar-lhe os benefícios, mesmo que para isso se tornasse necessário desestabilizar, primeiro, e depor, em última instância, um governo constituído.

Já as esquerdas... As esquerdas dividiam-se entre a euforia inconsequente da suposição de que já tinham conquistado o poder e alterado estruturas ainda imutáveis, de um lado, e, de outro, as eternas desavenças entre seus diversos grupos inconciliáveis. No meio delas, mesmo percebendo que a reação se avolumava, achava-se um presidente cuja única saída acabou sendo a fuga para a frente. O diabo é que diante dele não se descortinava a avenida das reformas sociais, mas o precipício do retrocesso e do cáos institucional.

É claro que as teorias cedem sempre, quando surgem os fatos. A dúvida dominava os dois lados. Os conspiradores ignoravam a facilidade com que o governo se dissolveria. Estavam preparados para a guerra civil, capaz de levar meses. Por isso, não se animavam ao primeiro gesto ostensivo. Precisou um general meio doido botar precipitamente suas tropas na rua, em Juiz de Fora, mesmo sem saber se seria esmagado em poucas horas. Do Rio, os principais chefes da conspiração tentaram demovê-lo, exigindo que voltasse com os poucos tanques e canhões postos na estrada União e Indústria. Mourão Filho reagiu, não faltando em sua negativa as quixotescas afirmações que ali estava para "vencer ou morrer". Não morreu, senão anos depois, de doença e de desânimo, porque quem venceu foram os outros. Numa questão de horas mudaram de lado as tropas ditas legalistas que subiram a Serra de Petrópolis para barrar a progressão dos revoltosos mineiros. Em São Paulo, no Nordeste, no resto do país, a mesma coisa.

João Goulart estava no Rio, negou-se a autorizar que uns poucos aviões da FAB ainda sob as ordens de seu ministro da Aeronáutica bombardeassem as tropas do general Mourão com napaln. "Vai matar muita gente, isso eu não permito!"

Para não ser preso, voou até Brasília, mas, na capital, sua segurança revelou-se ainda mais precária. Buscou resistir no Rio Grande do Sul, imaginando a repetição dos episódios de 1961. Esqueceu-se de que a História só se repete como farsa. Lá, o governador não era mais Brizola, porém Ildo Meneghetti, golpista. O general que ainda lhe era fiel, Ladário Pereira Telles, garantiu-lhe apenas por uma hora condições para conduzi-lo ao aeroporto e tomar o rumo do Uruguai. Aceitou. Ladário indagou de Leonel Brizola, também presente, se viajaria junto. Resposta: "Eu não me chamo João Goulart! Vou resistir!" (continua amanhã)


Feira oferece presentes artesanais para as mães

A Câmara Municipal de Porto Alegre vai inaugurar sua Feira de Artesanato para as Mães às 9 horas desta terça-feira (26/4). O bazar funcionárá até quinta-feira (28/4) no térreo da Casa, oferecendo 34 bancas de presentes feitos a mão por funcionários e familiares. A entrada é franca. A Câmara fica na Avenida Loureiro da Silva, 255. Informações: (51) 3220-4392 e 3220-4187, e-mail claudiah@camarapoa.rs.gov.br

Claudete Barcellos (reg. prof. 6481)


Rui Biriva

Olides!
Publiquei nos jornais A Hora, de Lajeado e Antena, de Encantado.
Foi em fevereiro 2011.

Clique aqui para ler.

mazzarino

De São Borja

Prefeitura inaugura prédio para ESF

Unidade Pelayo Olea atenderá cerca de 850 famílias da vila Santa Rosa

Um ato na terça-feira (18/04) inaugurou o prédio do Estratégia de Saúde da Família (ESF) número três da vila Santa Rosa, região norte da cidade. A unidade Pelayo Moraes de Olea vai atender em torno de 2800 pessoas em sua área de abrangência. Estiveram presentes o prefeito em exercício Jefferson Olea Homrich, familiares de Pelayo Olea, o Deputado Estadual Cassiá Carpes, o presidente da Câmara Celso Lopes e os vereadores Beto Souza, Jeovane Contreira, Farelo Almeida, Roque Feltrin e Valério Cassafuz. Ainda prestigiaram o ato, o prefeito João Carlos Brum e o vereador Gerson Luis, ambos de Alvorada, região metropolitana de Porto Alegre. As autoridades realizaram também o descerramento da placa inaugural e da foto do homenageado no interior do prédio.

A obra teve um investimento de aproximadamente R$ 120 mil entre recursos próprios do município e de emenda parlamentar do deputado federal Luiz Carlos Busato. A emendas totalizam R$ 200 mil e é destinada também à construção do ESF número dois da vila Vicentinos que será inaugurado no próximo dia 10 de maio, às 10h30. A nomeação de Pelayo Moraes de Olea foi efetivada através da lei municipal número 4.321 de 9 de novembro de 2010, proposta na Câmara de Vereadores pelo vereador Beto Souza.

O evento foi assinalado pela emoção, agradecimentos e momentos de recordação. Os servidores da unidade receberam uma homenagem do morador e usuário da unidade Daniel Pereira, que escreveu e recitou um poema dedicado os profissionais. "Eu pessoalmente agradeço as enfermeiras e ao doutor. Eu sempre dei valor aos trabalhos que deram bons efeitos, tratando-nos com dignidade e respeito. Que Deus ajude a cuidar da nossa saúde como agora tem feito", dizia um dos versos escritos por ele, que não se identifica como poeta, apenas um amante da poesia.

Com um discurso emocionado relembrando o ente querido, Eudon Henrique Olea representou a família. Eudon recordou o espírito solidário de Pelayo. "Várias vezes quando a população do Rincão de Santana precisava de atendimento médico, Pelayo vinha até a cidade, às vezes de noite e em meio as chuvas. A situação era difícil, as estradas eram precárias. Mesmo assim, ele buscava um médico para atender quem precisava".

"Um orgulho para nós denominar a unidade, temos que resgatar a memória das pessoas que ajudaram o município", afirmou o vereador Beto Souza, proponente da denominação da unidade. Desta forma, as homenagens a Pelayo seguiram. "Um homem sempre preocupado com São Borja", destacou o presidente da Câmara ao relembrar Pelayo. Celso Lopes declarou também São Borja é um dos municípios estado que mais investe na saúde – cerca de 25% do orçamento, segundo ele. Enfatizando, Celso Lopes acrescentou: "O estado do Rio Grande do Sul é um dos que menos investe na saúde e São Borja possui hoje 14 Esf's, mostra que é preocupada com a saúde da população", registrou.

Em seu discurso, o secretário da saúde e prefeito em exercício Jefferson Olea Homrich, citou as ações realizadas na saúde e a aquisição de equipamentos destinados às unidades, como consultórios dentários e microcomputadores. Ele enfatizou que em alguns municípios postos de saúde estão sendo fechados, enquanto São Borja está investindo na abertura de novos e remodelando os que estão em operação. "Estamos deixando os prédios alugados e nos instalando em prédios próprios, atendendo a padronização do ministério da saúde", comentou. Homrich também fez menção ao deputado Luiz Carlos Busato, deputado estadual Cassiá Carpes e ao ex-senador Sérgio Zambiazi, pela liberação da verba.

A unidade de saúde conta com médico clínico geral para consultas, uma vez que verificado o problema no paciente é efetuado o encaminhamento para um médico especialista. A unidade também dispõe de atendimento odontológico, programa de agentes comunitários de saúde, além de equipe permanente. Segundo a enfermeira Laureane Meireles, responsável pela unidade, também são mantidas reuniões com os grupos de hipertensos, diabéticos e gestantes. Conforme a enfermeira, as reuniões tratam de educação e saúde. "Os grupos orientam os participantes de cuidados com a saúde e de outras campanhas desenvolvidas, como dengue e leishmaniose. As gestantes recebem palestras de comportamento pós-gestação e cuidados com o bebê", sinaliza.

No entanto, todas as unidades de saúde da cidade mantém as atividades desenvolvidas pelo Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF). As ações englobam caminhadas, controle de obesidade e glicose, ainda atendimento com profissionais técnicos entre fisioterapeuta, nutricionista e assistente social. As atividades servem de apoio das ações preventivas de saúde e objetivam a diminuição na demanda hospitalar.

Casado com Iracema Nunes Olea, o sãoborjense do Rincão de Santana, Pelayo Moraes Olea, teve nove filhos e faleceu aos 73 anos em outubro de 1973. Foi um dos fundadores da Associação Rural, da extinta Cooperativa de Lãs Missioneira e contribuinte espontâneo do antigo Hospital São Francisco.


Prêmio Açorianos de Música 2010


Prezado Goulart

Como diria o senador RADICAL DA PRUDENCIA, Pedro Simon, pretendo ir sim ao chimarão. Quando ao desdém sobre minhas matérias, não tou nem aí. Como dizia o Millor, a caravana passa enquanto os cães ladram....


Muito bom o texto sobre o Coojornal. Meus cumprimentos. Dá gosto de ler. Nem parece que é teu... (brincadeirinha). Vais ao chimmarão do Ayres nesta quarta?
Goulart

Niver(1)

Ontem, o deputado estadual na sua quarta legislatura, Alexandre Postal, do PMDB completou 47 anos.

Niver (2)

No dia 11 de junho, no Clube Farrapos, o ex-governador Olívio Dutra comemora 70 anos.

Mazzarino

Recebo as " gracinhas" do Mazzarino. Mas eu dou crédito ao contrário dele. A expressão " gracinhas" são do Serginho Ros.


01) - leitor habitual do teu blog, percebo uma distância entre o que
escreves e o que eu leio. A culpa deve ser da Dilma. Eu não li nada da
pessoas referida. Tem sobre tudo, até do Oriente Médio, menos...


02) - É natural que devas ter garantias sobre a remessa de material,
afinal eu quando digo que mando, acabo ficando na promessa. Deve ser
influência da vizinha Nova Brescia.

03) - Espero ler amanhã e durante a semana muita notícia da Fronteira.
Tu és o nosso Homem de Malboro. Enquanto isto a Serra Gaúcha fica em
busca de valorização. Os filhos nunca percebem o potencial da terra mãe.
E ainda xin gam os colegas vizinhos.

Viva o eletro choque!Viva Serafina! Viva Bico Branco que deveria ser
diretor clinico de hospício.


Cantiga

Marcha Soldado
Cabeça de Papel
Se não marchar direito
Vai preso pro quartel

O quartel pegou fogo
A polícia deu sinal
Acorda acorda acorda
A bandeira nacional

Pois foi esta marchinha aí que minha neta Helena saiu cantando pelas ruas, depois de irmos tomar um café na noite de segunda, pouco antes dela voar com seus pais de volta pro rio, onde vive...

aquele pitoquinho de gente cantando espontaneamente esta cantiga me fez lembrar a peça bailei na curva que começa justamente com uma turma de crianças no Menino Deus cantando a musiquinha e aos fundos entra a voz do Lauro Hagemann anunciando a deposição do Jango e sua saída de Brasília, rumo a Porto Alegre.
Sem querer, minha neta me fez mergulhar nos últimos cinquenta anos da história brasileira.

Perfil do deputado Alexandre Postal


Perfil do deputado Alexandre Postal, do PMDB, que fez niver ontem junto com seu irmão gêmeo, Fernando.


Alexandre Postal nasceu em Guaporé, em 26 de abril de 1962, é casado com Rosepaula Cavanus Postal e tem uma filha, Manuela. É militante do PMDB desde a época estudantil. Foi eleito prefeito de Guaporé aos 26 anos. Tem pautado sua conduta e sua atividade parlamentar na defesa da ética, do desenvolvimento com ênfase na infra-estrutura de transportes, das ações de incentivo à agricultura, do estímulo às atividades esportivas, da segurança como um direito intrínseco do cidadão e da educação como base para o crescimento de toda a sociedade.

Cargos que ocupou/ocupa:
• Assumiu a Primeira Secretaria da Assembleia pelo terceiro mandato
• Eleito para o quinto mandato com 45.631 votos
• Presidente da Comissão Especial que fiscalizará os investimentos nas rodovias do Estado. Início em junho/2010
• Reeleito Tesoureiro Geral da UNALE
• Vice-presidente da Comissão de Finanças, Planejamento, Controle e Fiscalização na Assembleia gaúcha. Escolhido em maio/2010
• Eleito Tesoureiro Geral da UNALE
• Líder da Bancada do PMDB em 2008
• Presidente da Comissão de Ética da ALRS em 2006 e 2007
• Eleito pela segunda gestão como presidente da União Nacional dos Legislativos Estaduais (UNALE) em 2007
• Reeleito Deputado Estadual em 2006 com 44.816 votos
• Secretário de Estado dos Transportes de junho/2004 a abril/2006
• Líder de Governo do RS em 2003 e 2004
• Reeleito Deputado Estadual em 2002 com 38.198 votos
• Primeiro-Secretário da Assembleia gaúcha em 2001 e 2002
• Secretário-Geral do PMDB/RS em 2001
• Eleito Presidente da União Nacional dos Legislativos Estaduais (UNALE) em 2003
• Reeleito Deputado Estadual em 1998 com 29.726 votos
• Vice-Líder de Governo do RS de 1995 a 1998
• Eleito Deputado Estadual em 1994 com 22.176 votos
• Assessor da presidência da TRENSURB
• Presidente da Associação dos Prefeitos do PMDB
• Presidente da AMESNE (Associação dos Municípios da Encosta Superior do Nordeste)
• Prefeito de Guaporé de 1989 a 1992
• Secretário-geral e vice-presidente do PMDB de Guaporé


Celso Luiz Bender
Assessor de Comunicação
Gab. Dep. Alexandre Postal

Espanhol registrou grandes momentos da Legalidade



Tropas tomam conta do Parque da Redenção - Foto: José Abraham


Nubia Silveira
Um dos grandes fotógrafos gaúchos nasceu em Barcelona, na Espanha, trabalhou como padeiro, lutou nas Forças Republicanas,
Ex-padeiro, o fotógrafo José Abraham chegou em Porto Alegre, vindo de Barcelona, em 1952foi preso e — passada a segunda guerra mundial — migrou para o Brasil. O destino foi Porto Alegre, onde José Abraham chegou, em 1952, com mulher e filho. A escolha pela capital gaúcha se justificava: o casal tinha familiares vivendo na cidade. E foi um dos parentes que o levou para trabalhar no laboratório fotográfico da Empresa Jornalística Caldas Jr, editora, naquela época, dos jornais Correio do Povo e Folha da Tarde.
Até as máquinas fotográficas digitais invadirem as redações, o laboratório funcionou como uma espécie de estágio. Entre a revelação dos filmes e cópias de fotos, os laboratoristas aprendiam a lidar com as velhas Rolleiflex, aqueles caixotes com visor na parte superior. Logo saiam do quarto escuro para as ruas da cidade. Com Abraham não foi diferente. Em pouco tempo, Santos Vidarte, o chefe da Fotografia, convidou-o a trocar de lugar.
Chamado por todos de Espanhol – seu forte sotaque não deixa dúvidas sobre a razão do apelido -, Abraham saiu para um de seus primeiros trabalhos acompanhado pelo repórter Walter Galvani. Ambos focas, iniciantes na profissão, foram cobrir uma enchente ocorrida em Pelotas. Não fizeram feio.
Alfonso Abraham, que herdou do pai a capacidade de fotografar e, também, o apelido, guarda com carinho os velhos negativos, que contam um pouco da história do Rio Grande do Sul e do Brasil. Em homenagem ao pai e aos 50 anos da Campanha da Legalidade, Alfonso prepara uma exposição das fotos do Espanhol, que revelam momentos importantes dos dias de indefinição política.
As fotos serão expostas no Café da Imprensa, que Alfonso mantém no térreo do edifício sede da Associação Riograndense de Imprensa (ARI) — Borges de Medeiros 915, no Centro de Porto Alegre. A mostra será inaugurada no final de agosto e permanecerá aberta à visitação até setembro. O sonho de Alfonso, que começou a trabalhar no laboratório com o pai, é ter, além do café, já em funcionamento, uma galeria, que chamará de Assis Hoffmann, seu primeiro chefe na fotografia, para mostrar o trabalho dos fotógrafos.

Povo atende ao apelo de Brizola e se concentra em frente ao Piratini - Foto:José Abraham


AMOR E REVOLUÇÃO

Inestimável novela péssima
A nova novela do SBT, Amor e Revolução, que vai ao ar por volta das 10 da noite, causa uma primeira impressão de quase repulsa, uma primeira impressão que nos desencoraja a esperar pela segunda. É como se ela tivesse vindo para ridicularizar os jovens que, em armas, resistiram ao golpe militar de 1964. Em matéria de melodrama, os guerrilheiros mereciam coisa melhor. A novela acaba com eles. Faz com que recitem falas que soariam primárias até mesmo na boca de ativistas imberbes de um centro acadêmico do ensino médio. Sobra para eles um papel de tolos infantilizados e armados, cujos sonhos socialistas são reedições fáceis dessas campanhas publicitárias que grandes bancos veiculam na TV às vésperas do Natal. Os combates físicos entre policiais e militantes de esquerda são ainda mais constrangedores: lembram uma coreografia canhestra de balé moderno em cidade do interior. Eis enfim a primeira impressão: esses esquerdistas do SBT seriam reprovados em qualquer assembleia de verdade, não seriam aceitos nem no jardim da infância do movimento estudantil.
É uma pena, mas a gente não desiste. A gente resiste e insiste. E não desliga a TV. Conforme os capítulos avançam, a gente nota que não é por mal que a novela fala tão mal da luta armada – e aí vem a segunda impressão que nos envolve: não, não é por querer que Amor e Revolução vai apatetando a esquerda. Aquilo que foi tragédia nos anos 60 agora volta como vexame de TV, mas, a cada nova cena, a gente mantém a esperança: esse vexame virá para o bem.
Desastre estético
Amor e Revolução é uma novela ruim pela qual vale a pena torcer. Se há algo de que o Brasil precisa é, vamos usar aqui uma palavra pernóstica, "revisitar" os bastidores e os traumas da luta armada, aí incluída a dura repressão política. A tortura precisa aparecer na TV. É bem verdade que já houve, na década passada, logo após a posse de Fernando Henrique Cardoso como presidente, não uma novela, mas uma minissérie que falou dos guerrilheiros.
Foi Anos Rebeldes, na Globo. Mas, naquela minissérie, o tema da tortura recebeu um tratamento elíptico, distanciado. Agora, Amor e Revolução traz longas sequências de tortura. O problema é que elas não são bem-feitas. Ao contrário, poderiam ser chamadas de sensacionalismo melodramático: promovem o encontro estilístico entre o mau gosto e o realismo impostado, que lembra a encenação de crimes de sangue em teatro de circo mambembe. O valor estético é nenhum, mas sempre há o mérito, vá lá, de tocar no assunto. Daí a torcida para que o vexame não seja total nem totalitário.
Quanto à tortura, a novela traz mais do que cenas de ficção. Ao fim de cada capítulo, seres humanos reais, tanto aqueles que defenderam o regime militar como os que o enfrentaram e sobreviveram, dão depoimentos detalhados, em primeira pessoa. Nisso, no uso que faz de testemunhos de gente de verdade ao fim dos capítulos, o SBT apenas copia sem a menor cerimônia a fórmula que fez escola em novelas da Globo, mas, desta vez, o que temos são relatos das vítimas da tortura, num nível de profundidade e numa extensão que nunca se viu na TV brasileira.
Apenas por esses depoimentos, Amor e Revolução já teria valido. Ela ajuda o País a desvelar o tabu, a libertar dos arquivos mortos um assunto que os brasileiros têm o direito de conhecer. Isso não significa revanchismo nem pleitear a devida punição aos torturadores e a seus chefes. Trata-se simplesmente de saber o que aconteceu nas masmorras dos anos 60 e 70 – e só por isso vale torcer para que a nova novela do SBT não sucumba inteira e prematuramente à força imperiosa de seu desastre estético. Torce-se para que o tema da novela ganhe mais repercussão, apesar da própria novela. Quanto ao mais, Amor e Revolução é inestimável por levantar um tema que ainda é tabu, mas é péssima no modo de tratá-lo.
Falta clareza
O mais terrível é que não foi por falta de recursos que ela saiu tão mal. Ao contrário, suas deficiências decorrem da combinação entre a abundância de elementos de produção – roupas, carros, cenários, luzes – e a escassez desconcertante de sensibilidade, conhecimento histórico e mesmo inteligência. Há um quê de ingenuidade tardia nessa produção, como se seus autores e diretores não soubessem que já houve, na televisão brasileira, um programa chamado Casseta & Planeta que, definitivamente, mudou o limite do que é ridículo. Às vezes, Amor e Revolução lembra o velho humorístico da Globo caçoando de novelas da própria Globo. Parece um quadro de Casseta & Planeta perdido no tempo.
O que se dá com os figurinos é um belo sintoma da ausência de esmero. Eles estão todos lá, mas, no meio da estrada de terra, não há uma mancha de poeira na farda do soldado que se engalfinha com os guerrilheiros. O colarinho do torturador nunca perde a goma. Assim, todos os trajes de todos os personagens cheiram a naftalina (além de cores, a televisão às vezes transmite cheiros). Todas as mentiras soam cômicas, e todas as verdades ganham a pompa de um embuste.
Por falta de clareza, de legitimidade e de articulação política, a esquerda armada levou a pior na vida real. Por falta de delicadeza, de pensamento crítico e de arte, a novela do SBT, apesar das intenções, vai massacrar os guerrilheiros uma segunda vez.

Por Eugênio Bucci em 19/4/2011

MAO DE MULITA


CONHECIDO MÃO DE MULITA, O EX-PREFEITO DE PORTO ALEGRE, GUILHERME SOCIAS VILLELA E ATUAL CONSELHEIRO DA AGERGS FOI VISTO ONTEM NO SANTA MARTA, DO INSS, TOMANDO DE GRAÇA A VACINA CONTRA A GRIPE.

E AINDA FOI ORIENTADO PELO GUARDA PRA IR NO LOCAL CERTO DE TOMAR A INJEÇÃO.


100anos do lajeadense!


http://www.jornalahora.inf.br/?oxi=lerCadernos&jid=140&cadernoId=21


http://www.independente.com.br/player.php?cod=12875


Inventário da

Coojornal


uma das poucas recordações da frente da Coojornal. O prédio era do pai do José (Zé) Teofilo Abujamra, que era então o marido da associada Marina Wodtke.

Tânia Krütscha e o fotógrafo Gerson Schirmer, que passou pra Oposição dentro da Coojornal.

O primeiro presidente da Coojornal foi o atual dono da Coletiva Net, José Antônio Vieira da Cunha. O vice foi Luis Claudio Cunha. A secretária foi Rejane Baeta( a Polaca) e o gerente administrativo foi Eládio Dias Vieira da Cunha.

O editor dos boletins era o Bicudo, Elmar Bones da Costa.

Na verdade, a fundação da Coojornal foi uma resposta a demissão de cerca de 30 profissionais da Folhinha da Manhã, da Cia Jornalistica Caldas Junior.

A casa ( que aparece na foto) durante um ano foi dividida( por causa dos poucos recursos) coma Banner Publicidade que em setembro de 1975 decidiu-se mudar-se No primeiro boletim que a Coojornal editou - e que está na coleção dos jornais da Hipólito da Costa - a data da fundação da Coojornal foi devidamente fotografada e divulgada neste boletim. Uma raridade.

No prédio da Comendador Coruja, 372, a Coojornal foi crescendo rapidamente e andava ficando sem espaço. Por isto que ficou registrado que a mudança da Banner Publicade foi bem vista.

A Coojornal tinha ficado sem espaço até para colocar seus pertences até no andar de cima. Mesmo o banheiro já estava sendo usado como depósito. No próprio banheiro, colocavam coisas de arquivo.

Por isto, num boletim os jornalistas comemoravam a conquista:

- Agora estamos folgados. E , acrescenta o boletim dos jornalistas que depois virou o Coojornal, ganhamos um belo pátio, com abacateiros, ameixeiras, uma parreira, uma churrasqueira e um jardim florido.

O boletim O Bancário também mostrou-se entusiasmado com o crescimento do Coojornal, naquela segunda metade dos anos 70:
- A COOPERATIVA AGORA ESTÁ OCUPANDO TAMBÉM O ANDAR TÉRREO DO CASARÃO DA COMENDADOR CORUJA!

uMA DATA HISTÓRICA DA COOJORNAL é 15 de novembro de 1975, quando circulou o número um do boletim da cooperativa, que se tornaria o famoso Coojornal.

O nome, originalmente, não era este: mas depois de algumas trocas de idéias ficou a abreviatura da cooperativa mesmo como o nome.
E o primeiros números ela aparecia como BOLETIM DA COOPERATIVA DOS JORNALISTAS DE PORTO ALEGRE.


E quando começaram as filiações - grande maioria dos novos sócios eram ou das sucursais dos grandes jornais de Porto Alegre - ou dos jornalistas que tinham saída da caldas junior. Uma das condições pra ser sócio era ter domíclio em Porto Alegre. Mas alguns jornalistas gaúchos que estavam em São Paulo se filiaram porque tinham familiares que moravam em Porto Alegre.

A cooperativa foi crescendo como bolo com muito fermento: um ano depois de fundada já tinha 200 associados e editava o Jornal do Inter e cinco jornais para empresas.


Pessoas que fizeram a Coojornal

Gerson Schirmer

Umdos mais controvertidos sócios da Coojornal. O fotógrafo foi praticamente um dos que fechou a Coojornal.Um dos que apagou a luz....

Gerson Lopes Schirmer nasceu em Porto Alegre em 13.10.1950, filho de Lauro Schirmer e de Lucy Carvalho Lopes.

Foi sempre repórter fotografico.

Quando entrou pra Coojornal, já tinha sido um dos fotógrafos do jornal ZH.

Hoje vive em Florianópolis, depois de ter passado pela TVE, onde coordenou um projeto de memória dos perseguidos políticos durante a ditadura.

Gerson foi também, nos anos 80, dono do celébre restaurante DOCE Vida , na República, frequentado por boêmios, jornalistas, intelectuais e artistas em geral.


TANIA HELENA KRüscka Barros

Nascido em sao Jerônimo, em 16.06.1946,filha de Carlos Krütscka e de Zely de O. Krütscka. Trabalhou na Folha da Tarde, antes de ir pra Coojornal.

Era uma das jornalistas que editava os jornais pras empresas pela Cooperativa.

Trabalhou ainda na Igreja de Confissão Luterana.

Morreu nos anos 80, durante uma cirurgia eletiva por um choque com a anestesia. Foi a incentivadora pra que o então marido, nos anos 70, o também Jornalista Jefferson Barros, escreve-se nos anos 90, o livro GOLPE MATA JORNAL.

ELA NÃO ESTAVA MAIS VIVA pra ver o resultado do seu incentivo.


Sala da Presidencia da Câmara é denominada Pérsio Colombo Lima



Foi inaugurada nesta terça feira, 26 de abril, na sala da presidência da Câmara de vereadores a placa denominando a sala de Pérsio Colombo Lima, uma homenagem proposta pelo vereador Beto Souza. Estavam presentes representantes da família do ex vereador e presidente desta casa Pérsio Colombo Lima. A filha Maria Fernanda Lima Mattos agradeceu a homenagem, o filho Leonardo Moretti Lima colocou a placa no lugar e a filha Ilma Helena Moretti Lima recebeu as flores do presidente Celso Lopes.


Farelo sugere posto de coleta e distribuição da Defesa Civil

A prefeitura acolheu a sugestão do vereador Farelo Almeida (PDT) e irá criar o posto de coleta e distribuição de materiais da Defesa Civil.
A ideia é que as pessoas possam fazer doações e que este material fique todo em um só lugar, onde as pessoas saibam a localização e tenha um telefone de emergência disponível. Assim em casos de enchentes ou temporais se tenha uma reserva técnica. “Sempre que acontece catástrofe natural precisamos tomar medidas de urgência e com isso o município acaba gastando mais. Se tivermos um lugar com doações, suprimentos e materias para este tipo de problema facilitará para prestar ajuda mais rápido”, destacou Farelo.


Assessoria de Imprensa Câmara Municipal de Vereadores de São Borja/RS

Convite

Eu, Admar Pozzobom, na condição de presidente da Comissão de Políticas Públicas Cidadania e Assuntos Regionais, tenho a honra de convidá-lo para Reunião Pública com a finalidade de discutir a Lei Municipal nº5434, conhecida como Lei Anti-Fumo, que proibe o consumo de cigarros, charutos ou de qualquer outro produto fumígeno, derivado ou não de tabaco.

Data: 04 de maio de 2011
Hora: 14h
Local: Plenário da Câmara de Vereadores de Santa Maria
Admar Pozzobom - Vereador

FAMURS É HOJE ELEIÇÃO

CANDIDATOS SÃO MISSIONEIROS!

NA SEDE DO PDT EM PORTO ALEGRE SERÁ HOJE A ELEIÇÃO DO NOVO PRESIDENTE DA FAMURS...

DISPUTAM EDUARDO LOUREIRO, PREFEITO DE SANTO ANGELO E MARIOVANE WEIS, DE SÃO BORJA.

É UMA BOA BRIGA MISSIONEIRA.
O Mandato dura um ano....

Não há prognósticos, mas pesquisas particulares indicam a vitória de Eduardo, filho de Adroaldo Loureiro, deputado pedetista.

O PIT-STOP DOS "TERRORISTAS", OU

"SUBVERSIVOS" RUMO AO PAíS SOCIALISTA

DE ALLENDE!


Domingos Calza(de oculos) pai do padre Sérgio, Genovino Migliavacca(cunhado do padre Mário Dagostini), padre Mário Dagostini e o padre norte-americano Paul Seatle em Villa Elisa, em La Plata, Argentina, entre os anos 70/71 do seculo passado. acervo Marieto Migliavacca.

A CASA DOS PADRES localizada em Villa Elisa, em La Plata, Argentina,administrada pela Mitra Católica de Buenos Aires era onde os chamados subversivos ou terroristas do Brasil paravam por alguns dias, até se deslocarem ao Chile, onde eram acolhidos pelo governo de Salvador Allende.

A casa,q ue funcionava como um recanto de repouso de padres que trabalhavam em fábricas e nos arrabaldes da capital portenha, era do tempo em que os ingleses tinham construído as ferrovias argentinas.

- Ela era muito bonita, sobria, com jardins, canchas de golpe e gramados pra andar a cavalo porque o inglês gosta disto, conta o arquiteto Mário Migliavacca que a conheceu no começou dos anos 70, porque lá morava seu tio, o padre Mário Dagostini.

- Chegavam lá muitos subversivos do Brasil. Eles ficavam não mais que dois dias, porque o padre Mário os mandava seguir pro Chile. Ele tinha medo que a polícia argentina invadisse lá .
Naqueles anos começou a atuação dos Montoneros e outros guerrilheiros e todo dia apareciam uns 5 ou 6 mortos. Não sabíamos se estes mortos eram do EXército ou dos guerrilheiros,conta Mário, que diz que o padre Mário Dagostini o aconselhou a regressar ao Brasil e ele se mudou pro EStados Undios, onde vive até hoje, aposentado como capelão militar do Exército norte-americano.

Mário lembra que um dos subversisos que passou por lá rumo ao Chile era de Garibaldi, do RS.


Histórias de la Undeze


O DIA QUE JURIDES SANTIN


IA MATAR CHICO CALZA....


JURIDES SANTIN morava DE aluguel numa casinha, nos fora de Serafina mas comprou um terreno na rua do Imigrante, um bairro que nos anos 90 estava começando a se desenvolver na cidade.Ele que se criara trabalhando em Caxias, onde acabou casando, foi pra serafina, onde tinha nascido, Mas o que a prefeitura prometeu fazer, que era a rua e o "abaixamento" da mesma,- porque as casas tinham dificuldade de fazer a saída dos carros por ser terreno íngreme - nunca fazia.

Era aquela enrolação...

E a obra andando e o dinheiro contadinho.

Até que um dia, depois de um almoço, Jurides, o dono da casa perdeu a paciência. Pegou o 38, colocou na cintura e foi na prefeitura. Chegou lá a uma da tarde, entrou direto no gabinete do Chico Calza,secretário de obras, e lhe disse:

- São uma da tarde. Se até as tres tu não mandar as máquinas abaixar a rua, venho aqui e te mato.

E fez o gesto de levantar a camisa pra mostrar o que tinha debaixo.

Foi pra casa e pouco antes as 3 da tarde, o trator começou a roncar na rua do Imigrante, abaixando a rua ...Mesmo assim, pros moradores saírem das garagens das casas, é uma dificuldade por causa do terreno inclinado que ficou porque a Imigrantes não foi baixada como havia sido prometido.


Implantação do Pisa será vistoriado pela Cosmam nesta terça

Em reunião externa, nesta terça-feira (26/4), os vereadores da Comissão de Saúde e Meio Ambiente (Cosmam) da Câmara Municipal de Porto Alegre irão percorrer as regiões da cidade conhecidas como Ponta da Cadeia, junto à Usina do Gasômetro, o terreno do extinto Estaleiro Só, proxímo ao Museu Iberê Camargo, a orla do Guaiba no Bairro Cristal, e as margens na Ponta da Serraria.

O objetivo é tomar conhecimento do estágio de implantação das tubulações do Programa Integrado Socioambiental (Pisa) de Porto Alegre. Nessas regiões, estão localizados os principais pontos de bombeamento subaquático e em terra do projeto de tratamento de esgotos da cidade.

Foram convidados para a inspeção representantes da Smam, do Dep, da PGM, da Defesa Civil, da Secretaria municipal de Governança, da Promotoria de Justiça e Defesa do Meio Ambiente e do Departamento de Pesquisa e Desastres Ambientais da Ufrgs. A visita terá início às 9 horas na área da Usina do Gasômetro.

Fernando Cibelli de Castro (reg. prof. 6881)

Alienação parental e Agapan em destaque na sessão desta segunda

A Semana de Conscientização contra a Alienação Parental será abordada na tarde desta segunda-feira (25/4), na Tribuna Popular da sessão ordinária da Câmara Municipal de Porto Alegre. Presidente da Associação Brasileira criança Feliz, Sérgio de Moura Rodrigues será o orador. Também na tarde de hoje, no período de Comunicações, será assinalado o transcurso dos 40 anos da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (AGAPAN).

A sessão tem seu início marcado para às 14 horas, no Plenário Otávio Rocha do Palácio Aloísio filho, sede do Legislativo municipal. As atividades dos vereadores em plenário podem ser acompanhadas ao vivo nas galerias, pela Rádio Câmara ou TV Câmara, ambas com links disponíveis na página eletrônica www.camarapoa.rs.gov.br. Nas segundas e quintas-feiras as sessões ordinárias também são transmitidas ao vivo pelo Canal 16 da NET. A sede da Câmara Municipal de Porto Alegre está localizada na Avenida Loureiro da Silva, 255.

Helio Panzenhagen (reg. prof. 71554)

Do Fundo da Memória (1)

Por Carlos Chagas

A Conspiração das Elites

Castelo Branco, que assumiu em 1964, é cumprimentado pela raposa política gaúcha, Ildo Meneghetti, no aeroporto salgado filho.

De vez em quando é bom mergulhar no passado, quando nada para não repetir erros, porque se não nos diz o que fazer, o passado sempre nos dirá o que evitar.

Há mais de quarenta anos vivia o Brasil uma situação de crise iminente. Depois da entusiástica reação nacional ao golpe, em 1961, liderada por Leonel Brizola, entramos em 1964 sob a égide da conflagração. O então presidente João Goulart tivera assegurada sua posse e governava, por força da resistência do cunhado, governador do Rio Grande do Sul e logo depois o deputado federal mais votado da história do país, eleito pela Guanabara. O problema estava na permanência ativa das forças que tentaram rasgar a Constituição e permaneciam no mesmo objetivo. Uns pela humilhação da derrota, outros por interesse, estes ingênuos, aqueles infensos a quaisquer reformas sociais – todos se vinham fortalecendo sob a perigosa tolerância de Goulart. Conspirações germinavam em variados setores sob a batuta de um organismo central, o IPES, singelo Instituto de Pesquisas Econômicas e Sociais, mas, na verdade, um milionário centro de desestabilização do governo trabalhista, erigido em cima de milhões de dólares. Sua chefia era exercida pelo general Golbery do Couto e Silva, na reserva, arregimentando políticos, governadores, prefeitos, militares das três armas, fazendeiros, empresários aos montes, classe média e até operários e estudantes. O polvo tinha diversos tentáculos, como o CCC (Comando de Caça aos Comunistas), MAC (Movimento Anticomunista), CAMDE (Campanha da Mulher pelas Democracia), IBAD (Instituto Brasileiro de Ação Democrática) e outros, muito bem subsidiados, que se encarregavam de agir nas ruas.

Claro que a maioria da imprensa dava ampla cobertura a essas diversas atividades, sempre escondidas sob a fantasia da defesa da democracia “ameaçada pelas reformas de base pretendidas pelo governo comunista de João Goulart”. Publicidade e dinheiro vivo era o que não faltava, além, é claro, das inclinações pessoais dos barões da mídia.

Do outro lado, organizavam-se as forças que imaginavam estar o Brasil marchando para o socialismo. O CGT (Comando Geral dos Trabalhadores), a Frente Nacionalista, o Grupo dos Onze, as Ligas Camponesas e outros.

Depois da ridícula experiência parlamentarista o presidente retomara, através de um plebiscito, a plenitude de seus poderes. Diante da resistência do Congresso em votar as reformas, Jango decidiu promovê-las “na marra”. Abria perigosamente o leque, ao invés de realizá-las de per si, uma por uma. Ao mesmo tempo, pregava a reforma agrária, pela desapropriação de terras por títulos da dívida pública; a reforma bancária, com a estatização do sistema financeiro; a reforma educacional, com o fim do ensino privado; a reforma urbana, através da proibição de os proprietários manterem casas e apartamentos fechados, sem alugar; a reforma na saúde, pela criação de um laboratório estatal capaz de produzir remédios a preços baratos; a reforma da remessa de lucros, limitando o fluxo de dólares que as multinacionais enviavam às suas matrizes; a reforma das empresas, impondo a participação dos empregados no lucro dos patrões e a co-gestão; a reforma eleitoral, concedendo o direito de voto aos analfabetos, aos soldados e cabos. Entre outras.

Contava-se, como piada, haver um túnel secreto ligando as instalações do IPES à embaixada dos Estados Unidos, no Rio. Verdade ou mentira, os americanos estavam enfiados até o pescoço na conspiração, por meio do embaixador Lincoln Gordon e do adido militar, coronel Wernon Walters, antigo oficial de ligação do Exército americano com a Força Expedicionária Brasileira, na Itália. Linguista exímio, sabendo falar até mesmo o português do Brasil e o de Portugal, em separado, tornara-se amigo dos majores e coronéis que lutaram na Itália, agora generais importantes. E em grande parte, conspiradores.

A estratégia inicial era impedir as reformas de base e deixar o governo Goulart exaurir-se, desmoralizado, até o final do mandato. Tudo mudou quando o presidente se deixou envolver por outra reforma, a militar. Partindo de um inexplicável artigo da Constituição que limitava a possibilidade de os sargentos se candidatarem a postos eletivos, bem como das dificuldades antepostas pela Marinha para a organização sindical dos subalternos, tudo transbordou. Pregava-se a quebra da hierarquia entre os militares. Acusada de estar criando um soviete, a Associação dos Marinheiros e Fuzileiros rebelou-se, instalando-se na sede do sindicato dos Metalúrgicos. Mais de mil marinheiros e fuzileiros recusaram-se a voltar aos seus navios e quartéis, tendo o governo preferido a conciliação em vez da punição. A ironia estava em que o chefe da revolta, o cabo Anselmo, o mais inflamado dos insurrectos, era um agente provocador a serviço do golpe. Quanto mais gasolina no fogo, melhor.

Juntava-se a isso a decisão de Goulart de realizar monumentais comícios populares, onde assinaria, por decreto, as reformas negadas pelos deputados e senadores. Só fez um, a 13 de março, sexta-feira, no Rio, quando desapropriou terras ao longo das rodovias e ferrovias federais, encampando também as refinarias particulares de petróleo. Naquela noite, na Central do Brasil, e ironicamente diante do prédio do ministério da Guerra, discursaram revolucionáriamente os principais líderes de esquerda: José Serra, presidente da União Nacional dos Estudantes, Dante Pelacani, dirigente do CGT, Miguel Arraes, governador de Pernambuco, Leonel Brizola, deputado federal, e outros. Cada orador sentia a necessidade de ir além do que pregara o antecessor. Quando chegou a vez do presidente Goulart, não lhe restou alternativa senão superar os companheiros. Fez um discurso que os historiadores precisam resgatar. Uma espécie de grito de revolta diante das elites, a pregação da independência para os humildes e os explorados. O desfecho estava próximo, demonstrando que, do lado de cá do planeta, enquanto a esquerda faz barulho, a direita age. (continua amanhã)



A Carta publicada ontem no Globo

Por Gil Cordeiro Dias Ferreira

 

Que venha o novo referendo pelo desarmamento. Votarei NÃO, como da primeira vez, e quantas forem necessárias. Até que os Governos Federal, Estaduais e Municipais, cada qual em sua competência, revoguem as leis que protegem bandidos, desarmem-nos, prendam-nos, invistam nos sistemas penitenciários, impeçam a entrada ilegal de armas no País e entendam de uma vez por todas que NÃO lhe cabe desarmar cidadãos de bem.
Nesse ínterim, proponho que outras questões sejam inseridas no referendo:
• Voto facultativo? SIM!
• Apenas 2 Senadores por Estado? SIM!
• Reduzir pela metade os Deputados Federais e Estaduais e os Vereadores? SIM!
• Acesso a cargos públicos exclusivamente por concurso, e NÃO por nepotismo? SIM!
• Reduzir os 37 Ministérios para 12? SIM!
• Cláusula de bloqueio para partidos nanicos sem voto? SIM!
• Fidelidade partidária absoluta? SIM!
• Férias de apenas 30 dias para todos os políticos e juízes? SIM!
• Ampliação do Ficha-limpa? SIM!
• Fim de todas as mordomias de integrantes dos três poderes, nas três esferas? SIM!
• Cadeia imediata para quem desviar dinheiro público? SIM!
• Fim dos suplentes de Senador sem votos? SIM!
• Redução dos 20.000 funcionários do Congresso para um terço? SIM!
• Voto em lista fechada? NÃO!
• Financiamento público das campanhas? NÃO!
• Horário Eleitoral obrigatório? NÃO!
• Maioridade penal aos 16 anos para quem tirar título de eleitor? SIM!
UM BASTA! NA POLITICAGEM RASTEIRA QUE SE PRATICA NO BRASIL? SIM !!!!!!!!!!!

Coleguinhas


*Mazza consegui um exemplar do Pioneiro do findi pra ti. vai via correio. Mas manda o material do Lajeadense...


*Edgar Maróstica vai substituir o falecido Guerinet de Costa na VOCE DEL VENETO, na Odisséia FM,d e serafina, a partir do dia 1/05. Mas vaifazer o programa na Odisséia que será transmitido em cadeia com uma rádio de Veranópolis, onde ele já tinha o programa.


*Falar nisto. fiquei sabendo o real motivo da ida embora do Luis Carlos Fiorin, da Odisséia. Pelo menos é o que me passaram:

Tava dando tanta incomodação com prefeitos da região que os Massolini, principalmente o Enio, que é dono da rádio,segundo dizem, resolveu botar um ponto final. E medo de processos, né.


*Fiorin a ainda é o sócio da Gazetinha? Não se sabe. há quem diga que ele vendeu sua parte.


*Rogério Mendelski estava meio de má vontade com um ouvinte da Guaíba, ontem, que disse estar ele fazendo um programa muito macabro.

O polaco se irritou com com o ouvinte. Ouviente ás vezes torra mesmo, mas o cara tem sempre razão.


*Correinho fez duas boas matérias que eu li neste feriadão: uma sobre o apoio do PP ao governador Tarso na Assembleia e a outra no domingo sobre quem são sos " kids" do governador no governo estadual...


*Fábio Marçal foi transferido pra horário mais civilizado. 7:15 da manha. Espero que não perca o mau humor que era o melhor dele.

*Dia 1/05 começa de novo o correspondente da Guaíba..

*Ninguém sabe porque a Mariana Bertolucci perdeu a coluna social da ZH.


*Depois que o Gasparotto saiu deste espaço - alías fato que gerou muitos boatos sosbre a real motivação de sua saída - o espaço VIP do segundo caderno de ZH andou trocando de mãos muitas vezes.


Sorte de uns, azar de outros

O entendimento do STJ em ações sobre loterias e apostas. Entre dez casos, os insucessos judiciais de um apostador gaúcho e do Grêmio Esportivo Brasil, de Pelotas. E a derrota do matemático Oswald de Souza na ação contra CEF, por causa da loteria "Certo ou Errado".

Espaço Vital


Revolução dos cravos: primavera em Lisboa

Dois colegas, que não estáo mais entre nós - eta expressãozinha pra dizer que já morreram - pegaram a revolução dos Cravos. clovis ott e josué guimarães! clovis fez matérias pra folhinha da manhã e o Josué pra Folha de são paulo!

por Lincoln Secco*

Em abril de 1974, soldados liderados por um capitão do Exército deixaram os quartéis rumo à sede do governo. Saudados pela população, que os presentearam com cravos vermelhos e brancos, eles marcharam para derrubar uma ditadura que já durava mais de 40 anos
Passavam 20 minutos da meia-noite de 25 de abril de 1974 quando os acordes de “Grândola, Vila Morena” começaram a tocar numa rádio de Lisboa. Os poucos ouvintes notívagos estranharam, afinal, aquela era uma música proibida, cujos versos foram censurados pelo governo: “Em cada esquina um amigo/ Em cada rosto igualdade/ Grândola, Vila Morena/ Terra da fraternidade.” A canção, que havia se tornado um hino dos jovens e intelectuais contra a ditadura que já durava mais de 40 anos, naquela noite, era um sinal: a revolução começara. A poucos quilômetros de Lisboa, sob o comando do capitão Salgueiro Maia, as tropas do quartel de Santarém começaram a movimentar-se. O mesmo ocorria em vários pontos do país.
Fundamental em todo movimento de sublevação, naquela madrugada, a velocidade de marcha era um fator especialmente importante. Era preciso deslocar-se num ritmo maior que as notícias, pois os revolucionários deveriam tomar Lisboa antes que o governo descobrisse as operações. Às portas da capital, no entanto, a coluna de carros de combate parou abruptamente. Salgueiro Maia, que estava à retaguarda, gritou para saber o que tinha ocorrido. Por que parou? Ouviu algumas risadas, antes de lhe darem a resposta. O primeiro carro se havia detido diante de um sinal vermelho. O condutor do veículo, no cumprimento das leis de trânsito (e do bom senso dos dias comum, num dia incomum), havia atrasado em alguns minutos o, naquele momento, irrevogável curso da história. Contornado o problema, o comboio seguiu.
Amanhecia quando os militares revolucionários chegaram ao Terreiro do Paço, onde ficavam os ministérios. Não foram necessários combates – apenas alguns tiros para o alto foram disparados – ou escaramuças. As tropas mobilizadas ganhavam cada vez mais adesões e o povo tomou as ruas, apoiando o movimento. Alguns telefonemas, emissários e um ultimato. Em poucas horas o governo de Marcelo Caetano – que assumira o poder depois de Oliveira Salazar, o ditador que governou Portugal de 1933 até a morte, em 1970 – foi deposto. Ainda na manhã do dia 25, a cidade foi tomada por manifestações populares, cartazes coloridos e flores. Sem ninguém saber bem a razão, floristas de Lisboa distribuíam cravos, símbolos da cidade desde os tempos imemoriais, para os soldados que os exibiam, gloriosos, nas lapelas.
Mas uma revolução não nasce do dia para noite. E um governo que durou mais de 40 anos não acaba assim de repente. Quando o capitão Salgueiro Maia colocou seus homens na rua, expressava um sentimento comum a militares e civis de todo o país: pôr fim à ditadura e, sobretudo, terminar com a Guerra Colonial na África.
A questão do ultramar era um espinho na garganta do governo português desde os anos 50. No século 19, Portugal viveu o desejo e a ilusão de continuar sendo o grande império da época dos descobrimentos. Depois da independência do Brasil, em 1822, Portugal sonhava com o projeto de reviver na África os lucrativos negócios que tinham por aqui. Por uma série de razões, não funcionou. No entanto, nas complexas negociações da divisão dos territórios africanos com outras potências européias, mesmo sem poder econômico e militar comparável ao de Inglaterra e França, os portugueses mantiveram Angola, Moçambique, Guiné-Bissau e outras possessões menores.
No século 20, o período do pós-guerra detonou uma série de movimentos de libertação nesses países. A presença portuguesa era garantida à custa de uma dispendiosa ocupação militar, que cada vez mais indispunha o governo com os setores da sociedade que não estavam mais dispostos a pagar por isso. Portugal tornava-se um império periférico, que cedia, cada vez mais, à exploração de suas colônias a empresas estrangeiras e vinculava-se economicamente ao mercado europeu. Em 1961, teve início a chamada Guerra no Ultramar. Tropas guerrilheiras em Moçambique, Angola e Guiné-Bissau rebelaram-se contra o governo português, que obrigou o país a desviar ainda mais recursos do orçamento para manter o conflito que durou até 1974. A revolução lusa colocou um ponto final no sonho colonial português, que fora moldado com as idéias e as práticas do século 19.
Pode parecer estranho fazer uma revolução para depor um governo cujo ditador havia morrido alguns anos. Mas foi o que ocorreu. Salazar tomou o poder em Portugal em 1933 e governou com mão de ferro. Na década de 30, ele não estava sozinho e, ao lado de Francisco Franco, da Espanha, de Benito Mussolini, da Itália, e Adolf Hitler, da Alemanha, integrou o clube dos ditadores que fizeram o auge do totalitarismo na Europa. Quando a Segunda Guerra explodiu, no entanto, o governo português tinha muitos interesses econômicos fora do Eixo, e, ao lado dos espanhóis, preferiu a neutralidade. Nos anos que se seguiram, o país mergulhou numa mórbida placidez. Salazar desestimulou a economia, preferindo incentivar o grosso da população a permanecer no campo. As elites do país viviam do que conseguiam tirar da África e qualquer crítica ao governo era punida pela Polícia Interna de Defesa do Estado, que prendia, torturava e matava os opositores.
Quando Salazar morreu, em 1970, a ditadura continuou com o professor de direito Marcelo Caetano que, na prática, já governava como ministro de Salazar, que, depois de um derrame, em 1968, estava impedido de exercer o cargo de presidente. Os anos de repressão e isolamento político haviam colocado no mesmo barco, o da oposição, um largo espectro de descontentes: socialistas, comunistas, liberais, ex-combatentes da guerra na África, exilados e desertores. Porém, somente quatro anos após a morte do grande ditador, a revolta estourou.
É por isso que, naquela madrugada fria de 25 de abril, o capitão Salgueiro Maia e seus homens sabiam muito bem o que iriam fazer em Lisboa. O governo tinha de cair a qualquer custo. E caiu com uma facilidade impressionante. Nos dias em que se seguiram ao exílio de Marcelo Caetano – primeiro na Ilha da Madeira e depois no Rio de Janeiro –, a felicidade parecia fácil de ser alcançada. Lisboa viu-se tomada por protestos de todo tipo, com murais inspirados na revolução cultural de Mao Zedong e mulheres pedindo liberdade sexual, entoando em conjunto uma das estrofes mais feministas da história: “Homens na cozinha!”
A troca de governo foi rápida. Tão rápida que para muitos permaneceu, naqueles primeiros dias, a sensação de que não havia governo algum. Como em qualquer revolução, a disputa pelo poder foi acirrada. No primeiro momento, assumiu o governo o general António Spínola, antigo aliado do governo de Caetano, mas já rompido com ele quando eclodiu o movimento. Nos anos de 1975 e 1976, uma sucessão de governos provisórios, golpes e contragolpes culminou no afastamento de Spínola, na estatização dos bancos e outras medidas socialistas e radicais. Um alto membro do governo americano, assustado com a influência do Partido Comunista Português, chegou a lamentar a perda dos “irmãos lusos para os inimigos vermelhos da União Soviética”. Um exagero. Talvez a Revolução dos Cravos não tenha sido aquela em que os mencheviques venceram, como afirmou um de seus líderes civis mais proeminentes, Mário Soares, do Partido Socialista, que depois assumiria a presidência do país, em alusão aos moderados que perderam a batalha para os bolcheviques de Lênin, em 1917. O fato é que a revolução, que tinha um discurso socialista, foi, pouco a pouco, caminhando para um regime social-democrata, mais preocupado em integrar Portugal à comunidade européia e ao capitalismo.
No entanto, naquele dia, 25 de abril de 1974, enquanto nascia o Portugal de hoje, com flores vermelhas na lapela, os soldados e a população, sem imaginar o que viria, mas confiantes no futuro, entoavam em conjunto a música proibida: “Em cada esquina um amigo/ Em cada rosto igualdade/ Grândola, Vila Morena/ Terra da fraternidade”.
* Lincoln Secco é doutor em história pela Universidade de São Paulo
Saiba mais
Livro
A Revolução dos Cravos, Lincoln Secco, Alameda/Cátedra Jaime Cortesão, 312 páginas, Preço: R$38,60



De São Borja


Repercute os eventos da Legalidade da TERRA DOS PRESIDENTES.

Recebo do Letier Vivian, da câmara local!

Abre esse link e procura o programa Jornal do Almoço do dia 18/04 e ve a reportagem que fizeram

http://wp.clicrbs.com.br/rbstvuruguaiana/page/2/?topo=52%2C1%2C1%2C%2C268%2Ce268


Padre Marcelo Rossi revela que foi impedido de chegar perto do papa

COMO DIZIA O JOÃO BATISTA MARÇAL, O " LOKO" MAIS MARAVILHOSO E SÓBRIO( SÓ NÃO BEBE GUARANÁ)QUE CONHEÇO; É LAMA PURA E LAMA NA SANTA MADRE IGREJA CATOLICA,APOSTOLICA ROMANA

domingo, 17 de abril de 2011

Em entrevista à Veja, Padre Marcelo Rossi revela que foi impedido de chegar perto do papa Bento XVI durante sua visita ao Brasil


Aos domingos, acordo e vou direto a caixa do correio. Pego a Veja, folheio e pinço as matérias mais interessantes. Neste domingo de Ramos, início da Semana Santa, as famosas páginas amarelas de Veja trouxeram uma entrevista com o Padre Marcelo Rossi, que se encaixa mais como um desabafo. O padre se diz ressentido com alguns membros da arquidiocese de SP que, segundo ele, o impediram de cantar e sequer chegar perto de do papa Bento XVI, durante sua visita ao Brasil em 2007. Na mesma entrevista, ele chama a Igreja Universal de seita e elogia as igrejas evangélicas que têm uma doutrina como a Assembléiade Deus.


Padre Marcelo fala a Veja: Ressentimentos amarelados

veja alguns trechos da entrevista:

SOBRE VAIDADE

VEJA: O senhor é vaidoso?

PADRE MARCELO ROSSI: Tomo remédio para não ficar careca. Um amigo meu me avisou que ele aumenta o risco de impotência, mas para um padre fiel ao celibato isso não é problema.


SOBRE AS IGREJAS EVANGÉLICAS

VEJA: Como é sua relação com as igrejas evangélicas

PADRE MARCELO ROSSI: Até hoje algumas me viram a cara,mas eu respeito as igrejas que tem uma doutrina como a Assembléia de Deus. A Universal não considero igreja e sim uma seita. Gugu uma vez me chamou para ir no programa dele, mas Record não dá pra ir.


PADRE MARCELO REVELA QUE ALGUNS MEMBROS DA ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO IMPEDIRAM ELE DE CHEGAR PERTO DO PAPA EM 2007

"Integrantes da arquidiocese de SP capricharam em me humilhar.Eu tinha um sonho de cantar para o papa na minha terra, mas nos colocaram para cantar às 5:30 da manhã e é claro que o papa não estaria lá a esta hora. Um policial federal nos barrou dizendo que nossos crachás não davam acesso ao palco principal. Ficamos do lado de fora e com frio até alguém resolver nos deixar entrar".

VEJA: A que o senhor atribui esta humilhação?

PADRE MARCELO ROSSI: ( faz o gesto de dor de cotovelo) Dor de cotovelo , mas aprendi com o sofrimento a não remoer mágoas


DEPRESSÃO

VEJA: O senhor chegou a ter depressão por causa desses episódios?

PADRE MARCELO ROSSI: Não sei se foi depressão, mas fiquei muito triste e o fato disso tudo foi eu ter sido impedido de ver o papa em 2007. Sofri uma queda na esteira ergométrica e passei dois meses em cadeira de roda, engordei 14 quilos.Não dividi minha angústia com ninguém a não ser meu bispo.


Fonte: Veja nº 2. 213


DE SÃO BORJA

BAITA ELOGIO

O WOLMER JARDIM NA SUA COLUNA DE SEXTA PASSADA ELOGIA OS EVENTOS DA LEGALIDADE EM SÃO BORJA. E OLHA QUE UM ELOGIO DO WOLMER É COISA RARA!


Vou transcrever a nota dele. Segue abaixo:


COMEÇO COM O PÉ DIREITO (epa!)

Fico sabendo que a programação inicial comemorativa aos 50 anos da Legalidade (foto) foi um tremendo sucesso na Câmara Municipal, apesar da ausência de Carlos Bastos, jornalista que coordena a programação a ser desenvolvida pela Assembleia Legislativa, referente ao mesmo fato histórico/políticos.
A organização, com Letier participando ativamente, beirou à perfeição, segundo ouvi dizer. Parabéns, ao Vereador Celso Lopes, à Mesa Administrativa e, principalmente, aos funcionários da Casa e às demais pessoas que se envolveram na elaboração das comemorações.


Rio(1)

Quem ia pro rio,ontem, no voo das 8 horas, teve que mudar de vida. O voo foi cancelado por causa da neblina. Passageiros foram transferidos pras 22 hora s do mesmo dia.


Rio(2)


Quem passou feriadão no rio, pegou sol, mas a água do mar estava gelada.....

Norminha Duval


Na quinta-feira (28), o Sarau no Solar apresenta Norminha Duval, interpretando grandes nomes da MPB. O evento, que ocorrerá na José Lewgoy, do Solar dos Câmara (Duque de Caxias, 968), iniciará às 18h30, com entrada franca. Revelada em um programa de talentos infantis da Rádio Farroupilha, Norminha iniciou sua trajetória na música quando ainda era criança.

Conhecida pelo seu estilo “flamenco” de tocar, a artista tinha 15 anos quando foi contemplada com uma bolsa para estudar violão clássico, em Barcelona. Em 2009, apresentou-se na Freguesia de Santo Vila Nova do Conselho de Guimarães, em Portugal. Recuperada de um atropelamento que afastou por seis meses a artista dos palcos, Norminha realizará o Sarau entoando músicas de Chico Buarque, Vinícius de Moraes, Roberto Carlos e outros consagrados artistas da música popular brasileira.



A REVOLUÇÃO QUE O ARENA TRICOLAR VAI FAZER

NO BAIRRO HUMAITÁ.

VEJA IMAGENS VIRTUAIS!


Feriadão(1)

Foi o maior movimento em rodovias e rodoviárias desde 2003...


Feriadão(2)

Não há como atender bem com tanta demanda...mas me chamou a atenção o engarrafamento da 386, a presidente Kennedy.

Feriadão(3)

Rodoviária da capital está defasada. está na hora de fazerem uma perto da arena do Grêmio!


O DIA QUE DEISE DESFILOU EM SERAFINA

Acervo de Julia Santin

Da esquerda para a direita: Juridis Santin, Julia, Deise Nunes, Alessandra e Frederico. 25 de julho de 2000.


FAZ TEMPO. 11 ANOS. fOI NUM ANIVERSÁRIO DO MUNICIPIO EM 25 DE JULHO DE 2000 QUE A MISS BRASIL DEISE NUNES DESFILOU, A CONVITE, NO MUNICÍPIO DE SERAFINA CORREA PELA PASSAGEM DO NIVER DO MUNICÍPIO.

MAS COMO NÃO HAVIA VAGA EM HOTÉIS, DEISE E SEU MARIDO, LAIR FERST, FICARAM HOSPEDADOS NA CASA DO JURIDES SANTIN, QUE VINHA ENTÃO A SER IRMÃO DA ENTÃO PRIMEIRA DAMA, MARIA HELENA(LODI) SANTIN.

Eles chegaram lá pelo sábado de noite e eu fui fazer um churrasquinho. Eles tinham outras coisas pra fazer depois, mas nem foram. Comeram e depois se recolheram, diz Jurides

O anfitrião preparou aquele " churra" mas ficou cabreiro que o marido da miss lhe tomou quase todo um litro de OLD EIGHT que ele tinha em casa.

- Mas foi bom, a visita deles foi muito agradável, comenta até hoje Júlia, mulher de Jurides.

E pra encerrar a visita, eles fizeram a tradicional foto em frente da casa que guardam com carinho até hoje.

Diário de Serafina...

Sábado de Aleluia, 23/04/2011


Inaugurou recente aqui na av. Miguel Soccol o OPEN, restaurante diferenciado. Preços mais altos, mas dizem quem foi que Serafina precisava.Lucimar Zarpelon Magon foi e aprovou....


*E a rádio-corredor já diz que são sócios dele o ex-prefa daqui Valcir Reginato, o Poli, e seu irmão Leta, aliás os mesmos donos dos cadernos Panamericano.Em Serafina, como toda cidade pequena, o segredo dura 2 horas e olhe lá....


*Meu primo Jurides Santin, sócio da Soma, é bodegueiro inveterado. Frequenta o Clube dos Motoristas e o Tanaka, uma bodega da Doze...Como viaja muito porque é vendedor sabe pouco de Serafina. Mas agora com a internet diminuiram as viagens, muitas vendas são feitas via computador...

*Histórica: muitos anos atrás, quando era vivo o Guerino Massolini, ex -prefeito daqui( foi o segundo portanto 1964/1969) ele tava tomando seu uísque numa bodega na colônia com os amigos. Chegou seu filho Paulo, hoje médico e vereador pra buscá-lo prum churrasco,digamos, oficial:
- Não vou,disse o velho Massolini. ficarei aqui com meus amigos.

Aliás o Massolini, pai de todos estes que aí estão, gostava de reunir os peões nas sextas e fazer um churrasco e comemorar com eles...Era quando cantava suas músicas do tempo da guerra, como dizem ou testemunham quem o viu cantar, como Luiz Zanluchi.

*" Fino" é como é conhecido o Sérgio Massolini, que foi prefeito aqui e hoje dirige a Associação Comercial local.

*Muitos fronteiriços trabalham aqui na Perdigão.Hospedam-se em " repúblicas",isto aí, alugam porões de casas e trabalham na Perdigão.Mas aluguéis e comida são caros aqui em Serafina. Grande procura inflacionou tudo.


*Roberto Ivo Soccol, advogado com escritório e da prefeitura municipal, foi um dos fundados do PFL local, hoje DEM.

*O Gazetinha, jornal local do Redder e do Fiorin, completou cinco anos agora em março último. Aqui deste blog dou os parabéns a equipe toda.

Serafinenses que moram longe daqui assinam porque o jornal, pelo pão durismo do Fiorin, não está na internet...

*Apto do Fiorin, por sinal, está a venda desde que ele foi embora pro Paraí.....

Enterraram um gato preto lá que ele não consegue vender...ou então tá pedindo muito.


*Mãe dos Massolini, viúva de Guerino Massolini, uma Dalla Pasqua, andava amolada de saúde estes dias.


*Vem mudanças no Hospital local, mas cuidado: ele tem um valor fundamental pra região. Quando médicos não resolvem aqui, mandam pro São Vicente de Paulo.


Diário de Serafina

23/04/2011

Nem notei que era Sexta feira santa aqui em Serafina, ontem. Não vi procissão, não vi nada. Só notei que era um feriado, nada mais...E na casa dos meus vlehos, lá pelas cinco e meia pediram licença que iam escutar a missa pelo rádio. Nada demais.O Clube dos Motoristas estava aberto, o Open, aberto, a Calabria aberta, o Grão de Bico aberto...Uma noite comum de feriado....Aquelas babaquices de antigamente da Sexta feira foram pro saco. ainda bem. Uma vez estava em Nova Iorque num dia destes e os bancos trabalhavam normalmente.

Nem vi procissão no Cristo Rei, que me parece aconteceu de manhã, que fazia um sol bonito.

Já a poetisa Nadilce Zanatta que estava viajando ao meio-dia de sexta, de ontem,portanto, de" Cazias"( olha o Iotti sendo copiado,aí...) pro F.Fundo, com pit stop em Serafina pra ver sua " madrasta amada" - deve ser a única no mundo - escreveu que pegou congestionamento em Guaporé. Diz ela:
- Pelo meio dia encontrei todo o trânsito em Guaporé congestionado. Na altura do Cristo Redentor, nunca vi tanta gente descendo aquele morro!

Então fica o registro do evento da cidade vizinha.

Diário de serafina


No dia 18/04, Catarina Santin reuniu filhos, noras, netos e netas pra comemorar seus 78 anos. Foi um jantar no OPEN...
Tudo pago por ela, e cash....

Jurides Santin lamentou que estava com indisposição estomacal senão teria mandado uns uísques "stranja" no mol, mas a indisposição o fez ficar só no campari e de leve...


A conta pra turma toda deu mais de 500 contos, ou reais....


MOVIMENTO DE JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS/Brasil INFORMA:

En Argentina. Podría interrogarse al ex jefe de la oficina de la CIA en Uruguay

Reapertura del caso Goulart

La familia del ex presidente brasileño Joao Goulart expresó que tiene "nuevas esperanzas para descubrir la verdad", luego de que una fiscal federal argentina ordenara reabrir la investigación acerca de la muerte del ex mandatario, ocurrida en el vecino país en 1976.

Joao Goulart.

Familiares tienen la convicción de que fue víctima del Plan Cóndor.
Así lo consignaron el pasado lunes las agencias ANSA y Telam en donde su hijo João Vicente dijo que no descartaba que la Fiscal Federal Bilda Carvalho pida que la justicia estadounidense interrogue a Frederick Latrash, jefe de la oficina de la CIA en Uruguay en 1976, de quien se sospecha que pudo haber participado en el presunto asesinato de Goulart.
Los parientes de Goulart sospechan que el ex mandatario pudo haber sido asesinado en el contexto del Plan Cóndor, como se llamó a la coordinación entre las dictaduras de los países del Cono Sur de aquella época para perseguir y exterminar opositores.
Asimismo, se manifestaron ilusionados en que la reapertura de la investigación incluya la exhumación del cuerpo de Goulart para realizar nuevos estudios, tal como ordenó la semana pasada la justicia chilena en el caso del ex presidente Salvador Allende.
La reapertura de la investigación sobre las circunstancias de la muerte de Goulart fue ordenada días atrás por la Fiscal Carvalho quien, entre otras diligencias, reclamó que la justicia brasileña pida a las autoridades argentinas información sobre los análisis realizados al cuerpo del ex mandatario antes de que sus restos fueran enviados a Brasil.
Como se recordará, Goulart, fue derrocado por las fuerzas armadas el 1º de abril de 1964, en lo que fue el comienzo de una dictadura que se prolongó hasta 1985, y falleció el 6 de diciembre de 1976 en una casa de campo de Mercedes, en el interior de la provincia de Corrientes.
La investigación sobre las causas de la muerte de Goulart había sido archivada por la Fiscalía Federal en el Estado Río Grande do Sul.

La resolución de la Fiscal "es una noticia que nos da nuevas esperanzas para descubrir la verdad sobre la muerte de nuestro padre, que fue perseguido por las dictaduras de Brasil, Uruguay y Argentina", afirmó João Vicente Goulart, hijo del ex presidente, según reportó la agencia de noticias ANSA.
El hijo del ex mandatario subrayó que su familia sigue "teniendo la convicción" de que su padre "fue víctima de la red (Plan) Cóndor" y no descartó la eventual participación de la Agencia Central de Inteligencia (CIA) de Estados Unidos.
No ocultó su deseo: "Queremos conocer la verdad; para nosotros hasta sería mejor saber que la muerte de Jango (sobrenombre del ex mandatario) no fue consecuencia de una conspiración del Cóndor; eso nos traería más paz. Pero en estos años hemos visto muchos obstáculos para llegar a la verdad y eso alimenta nuestras sospechas, además de los muchos indicios que hemos descubierto".
Para el familiar de Goulart la hipótesis que la familia considera "más sólida" es que su padre fue víctima de una operación "orquestada" por quienes manejaban el Plan Cóndor porque el "posible retorno a Brasil" de Goulart "causaba preocupación a los militares" que gobernaban entonces el país.
Agregó a la agencia ANSA que le parece "importante" que la resolución de Carvalho tenga lugar en momentos en que volvió a tomar impulso en el Congreso el proyecto para formar una "comisión de la verdad" que investigue los crímenes ocurridos durante la dictadura, pues la justicia brasileña "hasta ahora no trató el tema" como sí ocurrió, en diversos grados, en la Argentina, Chile y Uruguay.

Casos de Allende y Frei

"Ahora Chile autoriza estudiar los restos del presidente Salvador Allende para saber si su muerte fue suicidio o asesinato, y esto nos aporta un precedente importante, nos trae esperanzas para esclarecer la muerte de nuestro padre", sostuvo João Vicente en declaraciones a la agencia ANSA.
El juez chileno Mario Carroza ordenó la semana pasada que se exhumen los restos de Allende, fallecido el 11 de septiembre de 1973, durante el golpe que depuso su gobierno, para establecer si fue asesinado por las tropas que encabezó el dictador Augusto Pinochet o se suicidó en el Palacio de la Moneda, sede del gobierno.
Además del caso Allende, el familiar de Goulart mencionó como otro antecedente las investigaciones que la justicia chilena realizó sobre el supuesto envenenamiento del ex mandatario Eduardo Frei Montalva, fallecido cuando se encontraba hospitalizado en 1982, durante la dictadura de Pinochet.
Al respecto, João Vicente afirmó que "hoy el veneno es detectable en un cuerpo gracias a nuevas técnicas como las utilizadas en los análisis de la momia de Tutankamón, que permitieron develar la causa-mortis hace milenios".
Para la familia de Goulart, quien padecía problemas cardíacos, agentes de los servicios secretos pudieron haber adulterado sus medicinas con sustancias letales.
Por otra parte, el descendiente de Goulart indicó que "lamentablemente" la muerte de su padre no fue tema de las recientes conversaciones entre la presidenta brasileña Dilma Rousseff y su colega estadounidense Barack Obama, lo cual "hubiera sido un gesto valioso" porque el esclarecimiento también depende de la apertura de archivos del gobierno de Estados Unidos.

Filme documental "Jango en tres actos"

El 22 de junio de 2009, en Montevideo, el nieto del ex presidente brasileño João Goulart presentó ayer en conferencia de prensa el film documental "Jango en tres actos", que narra la historia política de su abuelo, desde su derrocamiento en 1964 hasta su muerte en el exilio, en 1976.
Marcos Goulart, nieto del primer presidente brasileño muerto en el exilio, participó del proyecto producido por la TV Senado de Brasilia, por el cual se rastreó la vida de "Jango" en el exilio. El proyecto demandó dos años de filmación y un año de edición.
La idea surgió tras una entrevista del periodista Roger Rodríguez al ex integrante de la inteligencia uruguaya Mario Barreiro Neira -publicada en LA REPUBLICA en 2002-, en la cual confesó integrar el grupo especial encargado de asesinar a "Jango", explicó Marcos Goulart.
Los realizadores se propusieron, por tanto, entrevistar al ex integrante del Grupo Gamma, recluido en una cárcel de máxima seguridad de Porto Alegre por delitos comunes. Barreiro Neira confesó ante las cámaras que realizó seguimientos y escuchas telefónicas de "Jango" desde 1973 hasta su muerte en 1976, y afirmó que el ex presidente no murió de un paro cardíaco sino que fue envenenado.
Marcos Goulart se mostró "orgulloso" por participar en la elaboración del documental, en el cual "no hay banderas, ni del Frente Amplio ni del Partido Nacional ni del Partido Colorado; es (acerca de lo) que pasó en las dictaduras y que pasó con mi abuelo".
La presentación incluyó la emisión de un extracto de ocho minutos del documental con declaraciones de Barreiro Neira ante los periodistas norteños. La diputada del MPP Nora Gauthier dijo que las imágenes fueron "muy duras, impactan, aun para los que somos de esa época y hemos vivido y testimoniado esa dura época en nuestro país". El documental será presentado el lunes 6 de julio en la Sala Cinemateca de 18 de Julio y Yaguarón.

"NO QUERIA CREER QUE LO HUBIERAN MATADO"

El 7 de julio de 2009 en entrevista publicada por el diario LA REPUBLICA a instancias del periodista Roger Rodríguez, la ex primera dama de Brasil, María Teresa Fontela, viuda de Goulart, recordó sobre el fallecimiento del mandatario: "No quería creer que lo hubieran matado".
En aquella ocasión, la viuda del derrocado presidente brasileño Joao Goulart sospechaba que su marido pudo haber sido asesinado y afirmaba que, ante la falta de voluntad política en Brasil, debería presentar el caso ante organismos internacionales y la Justicia de Argentina, donde Jango murió.
Reproducimos un extracto de la entrevista en nuestro matutino:
A fines de los años 90, un amigo de Jango, Enrique Foch Díaz, publicó un libro titulado "Jango, el crimen perfecto" en el que afirma que Goulart fue asesinado. ¿Qué pensó entonces ante la hipótesis de un homicidio?
-Foch Díaz me había buscado enseguida que falleció mi marido, cuando estuve viviendo un tiempo en Porto Alegre, en el hotel Plaza. El vino, pidió para verme y dijo que no creía que hubiera sido una muerte natural. Me dijo que lo habían asesinado. Yo dije que no, no quise creer que lo hubieran matado. No puede ser, dije, eso no es verdad. Tengo todos los recortes de las noticias que salieron sobre su muerte y eso no se manejaba. Nunca quise leer el libro...
Pero hace unos años atrás, cuando aparece el ex agente uruguayo Mario Ronald Barreiro Neira en una cárcel de Porto Alegre y comienza a dar datos sobre el complot para asesinar a Jango, ¿las cosas cambiaron?
-Ahora yo tengo serias preocupaciones de que algo sucedió, porque son varias cosas que uno va juntando y se da cuenta de que algo pasó.
¿Y cómo cree que se puede llegar a la verdad?
-Yo he conversado con mis hijos de que para hacer averiguaciones en Brasil ninguna persona tomó providencias. Entonces yo creo que aquí, en Uruguay, o en Argentina sería más fácil conseguir que alguien nos ayudase en la investigación.
¿Incluso podrían presentarse en una causa ante la Justicia argentina y aún ante foros internacionales para que los gobiernos desarchiven documentos secretos y se indague a nivel de los Estados?
-Sí, yo tengo ganas de hacer eso y creo que mis hijos también.
Fuente: La Republica, viernes

Feliz Páscoa!


Um abraço.

Ronaldo Zulke
Deputado federal


COOREINHO TENDENCIOSO?

O Correinho já tá na linha editorial religiosa? pois parece, pelo que vi não teve cobertura da subida do Morro da Cruz, nem outros babados que são dos católicos.

Mas continuou dando todos os demais eventos. Vaticano no Correinho, nem pensar....


Diário de Serafina!


BICO BRANCO, o prefa daqui, nos sequestrou, no bom sentido, no sábado de aleluia e fomos ver todas as obras que ele está fazendo em dois anos e meio.

Diz Bico Branco que nunca se fez tanto. IGUAL A JUSCELINO 50 ANOS EM CINCO!

mAS QUE O HOMI TÁ TRABALHANDO, TÁ.

Então apliquem nele o mesmo lema do Lula; DEIXEM O HOMEM TRABALHAR.

REELEJAM O BICO BRANCO NO ANO QUE VEM!

eLE VAI, SIM PORQUE A COLIGAÇÃO PP/PT VAI SER MANTIDA.


De Serafina!

Nadilce Zanata, serafinense " extraditada" para CAZIAS, passou o findi fazendo a mudança da mãe de P.Fundo pra lá.

Ela que tem um blog(de poemas, mas sem o financiamento que a Maria Bethânia pediu ao Governo) deverá lançar um livro de memórias.

MAZZARINO EM SERAFINA

Fnalmente, depois de várias ameaças o Mazzarino veio a serafina neste sábado de aleluia.

Mas excedeu-se na comida no rio Carreiro e o esperto pegou no banco de trás do prefa que nos levou a ver todas suas obras( diz ele que apenas 20%)

Ficamos 3 horas percorrendo bairros de serafina, que virou uma mini CAZIAS


Mas o mazza, como gosta de ser chamado, dormindo atrás no banco. só faltou roncar...e volta e meia acordava do sono que tirava e dizia:

- Prefeito, otimo, grande obras.

Numa destas vezes, o prefa me olhou de lado e meio que desconfiou. só faltou dizer este cara não está ciuco(bebado)?

Mas depois me vinguei do Mazzarino. fiz ele subir a pé o morro que dá aqui no hotel onde me hospedo.

O mazzarino bufava....subia e reclamava:
- depois de uma comilança destas não preicsava me fazer subir um morro destes!

Outra vez vou fazer ele subir o morro do cristo pra ver o que é bom pra tosse.


De Serafina


Postos de saude e creches(uma 24 horas) e escolas e casas populares são as obras que a prefeitur alocal está priorizando!


De Serafina

BICO BRANCO deseja visitar São Borja. Pra ciúmes do Mazzarino que anda corneteando que tem muito são borja neste site.

*Ademir Prestto, prefa daqui, se alinha mais com o deputado Luis Carlos Heinze, do que com Ana Amélia Lemos.


De serafina

Termino aqui meu diário de 4 dias.Peguei chuva e tempo bom!

Cheguei a uma conclusão: morar no interior seria uma boa.

Mas podendo ir a porto de vem em quando!


Dieckmann - News


"Difícil é andar sobre o fio de uma navalha, árduas são as veredas da salvação" (S. Maugham)

quinta-feira, 21 de abril de 2011
Quatro fotinhos do início do feriadão

Paraíso Tropical (*)


Obrigado, Lulinha! Obrigado, Dilminha!
A estradinha ficou ótima!


Deu praia!


Balões ao por-do-sol

* Hoje, como tinha bastante movimento na loja do Maquiné, estava todo mundo tirando fotos da paisagem exuberante, tanto para o lado da lagoa, como para o lado da serra

MEMÓRIA

COOJORNAL


A CICATRIZ QUE NÃO

QUER SARAR....

Se há um assunto que provoca polêmica em quem esteve envolvido no projeto, este é o da Cooperativa dos Jornalistas de Porto Alegre, fundada em 1975, no salão nobre da Associação Rio-grandense de Imprensa, sob o olhar desconfiado que emanava das fotos dos barões da imprensa gaúcha, como Breno Caldas, Ernesto Correa e tantos outros que voluntária,ou involuntariamente, representam o status quo do poder da imprensa gaúcha.
Estes barões deveriam estar pensando: o que estes guris de merda querem aqui sentados no salão nobre da ARI? Imitar-nos? Serem iguaís a nós?!
Pois o tempo em parte diria que sim, em parte que não....
O assunto Coojornal é tão polêmico - porque não saudosista ? - que numa reunião realizada no verão passado, num bar de um shopping center com o propósito de ouvir pessoas que estivessem a fim de depôr para um livro que o Rafael Guimarães está preparando botou mais de cinquinta pessoas no convescote.É verdade que alguns foram mais pra xeretear, porque nem sócios foram da Coojornal.

Há,neste assunto Coojornal sobretudo, um desejo de um acerto de contas, de uma história( será que de amor? ou de ódio?) que ficou muito mal resolvida e bota mal resolvida nisto.

Falou-se de tudo quando a Coojornal foi a bancarrota, desde comentários e acusações de que colegas teriam levado equipamentos da cooperativa, até gente que ficou marcada para sempre por causa das dívidas que teve que arcar, porque assinara papagaios à esquerda para o projeto poder andar.( Carlos Karnas lamenta até hoje o papagaio que avalizou no Banrisul a pedido do Antoninho Gonzalez e que depois teve que saldar mesmo com as dificuldades de começo de carreira: João Aveline, Vieira da Cunha(pai do deputado) e o professor do jornalismo da PUC Marques Leonam pagaram durante muitos meses o aluguel atrasado junto a imobiliária porque eram os fiadores do imóvel alugado a rua Comendador Coruja, 372/373.Mas os maiores perdedores foram Antoninho Gonzalez e Clarice Aquistapace com o aval de um financiamento junto a Caixa Economica Estadual(CEE).
Antônio Manoel de Oliveira e Osmar Trindade, por exemplo, dois dos principais diretores da Coojornal foram embora assim que o projeto naufragou: foram ser cooperantes em Maputo, Moçambique.
Um outro fundador e colaborador do Coojornal, Licinio de Azevedo, que morava em Maputo,veio contratá-los par aum projeto de ensino de jornalismo no país que recém se livrara do jogo de Portugual.
Sua saída do Brasil foi coisa de cinema:numa noite de fevereiro de 1983, tomaram todas no bar Lamas até altas horas e de manhã ao embarcar no Galeão, estavam temerosos de que a Polícia Federal os grampeasse por causa dos rolos recentes da Coojornal.

- Naquela madrugada fui dormir na casa do Jorge Freitas pra esperar a viagem. Não tive nem tempo de chegar até a cama, desabei no primeiro sofá que vi, recorda Antônio de Oliveira, hoje chefe do setor de jornalismo da Assembléia Legislativa gaúcha.

Pra sorte, não houve nada, nadica de nada e eles puderam entrar no avião da African Air Lines que os levou, depois de cinco horas voando contra a noite, a Joanesburgo, onde ficaram mais 24 horas porque haviam perdido a conexão para Maputo.

- A primeiro impressão, o primeiro choque, conta Antônio, foi com a negritude dos africanos. Não é igual aos nossos.

Feridas "moçambicanas"!

Pois uma carta que recebi em 1996,quando faleceu o ex-presidente da ARI, Antônio Gonzales , o Antoninho, mostrou como as feridas do fechamento do Coojornal, ainda sangravam, mesmo que a pessoa que me escrevia estivesse a milhares de quilômetros da capital gaúcha, onde tudo tinha acontecido na segunda metade dos anos 70 e começo dos anos 80.
É que Antoninho, um dos " prejudicados" do projeto Coojornal - ele deu seu apartamento da Quintino Bocaiuva como garantia num financiamento da Coojornal da Caixa Economica Estadual, este nunca foi pago e quando viram a dívida tinha chegado a um montante que foi preciso entregar o imóvel para pagá-lo por vontade do próprio dono, diga-se de passagem - tinha morrido em 8 de agosto de 1996 e os amigos fizeram um boletimzinho homenageando o falecido, com edição da colega da Famecos do Antoninho, Beatriz Dornelles.
No boletim, que o homenageava, Antoninho fazia seu primeiro desabafo público sobre a perda do imóvel, quase que como uma espécie de testamento, meio que antevendo sua morte.

Mandei o boletim a colega Lenora Vargas, participante do projeto da Coojornal e ela me respondeu, irada, poucos meses depois:

- "SUTILISSIMA a idéia DE ME MANDAR AQUELE BOLENTIZINHO SAFADO DA ARI QUE VIROU ' NEWSLETTER', quá,quá,quá.....realmente,q uando leio coisas como aquelas passo a entender melhor como o jornalismo gaúcho involuiu. A Beatriz Dornelles teve a chance de ouro de sair do anonimato. que triste glória, não?Ela que é uma balzeakeana de fato e de texto , já devia ter aprendido que em qualquer reportagenzinha de m....ouve-se sempre os dois lados Mas ela preferiu( ou quem dirige aquele vibrante newsletter o tom oba-oba da galera bajuladora do DINOSSAURO DE PAPELÃO que foi o Antoninho Gonzalez. À parte esta minha reação, acho que quem de direito deveria se manifestar seria os cinco principais dirigentes da Coojornal.Eu faria isso.
Porque só o que falta é o Antoninho Gonzalez, depois de morto, e a Clarisse Aquistapace( nota do redator: também teve perdas na fiança) viva, mas nem tanto, se tornarem os resgatadores oficiais da história da Coojornal e da honra da categoria. Eles que nunca puseram os pés na cooperativa".

E Lenora acrescenta ainda que sabe que o assunto é explosivo.Anota ainda que a lenha certa da fogueira é a palavra oficial.

' TODOS NO SACRIFICIO"

O professor da UFRGS, Luis Eduardo Achutti, era um dos fotógrafos da Coojornal.Os outros foram EduardoTavares(Dudu) Baru Derquim, Daniel de Andrade,Gérson Schirmer e Luis Abreu.

Poucos dias atrás, preparando alguns dados pra escrever esta matéria, perguntei ao Achutti sobre sua participação no projeto da Coojornal.
Transcrevo seu bilhete:

- Olides, não vivi toda a história mas o final dela.
Sobre o fim da Coojornal, Achutti opinia:
- Primeiro foi a luta política interna, colegas fazendo Oposição,etc...DEpois foi a política na rua , amerda da ditadura nos perseguindo. Depois da prisão e da condenação do Rafael,Trindade(Osmar)Bicudo e Rosvita, clientes do especializado,jornais para terceiros que fazíamos começaram a ser perseguidos para não mais contratarem a Coojornal.Teve ainda algumas bancas que foram incendiadas e poucos queriam vender o jornal COOJORNAL. A entrada de grana foi diminuindo, recebíamos o salário em partes, a dívida foi aumentando e os cortes não resolviam e perdíamos clientes.

No final estávamos todos no sacríficio. Lembro que estava no começo da carreira e precisava me sustentar, adorava a Coojornal, mas tive que sair para tentar a vida como free, logo depois tiveram que fechar a porta.Foi tudo parar no depósito público, perdemos os prazos e acabaram queimando tudo que estava guardado na Justiça, não ficamos sabendo e não pudemos impedir.

Minha esperança é que tinha um cara que morava na frente que tinha as chaves quem sabe ele não salvou os negativos que um dia vão aparecer!!!"


A seguir alguns personagens que fizeram a COOJOrnal.

Carlos Alberto Wagner

O popular " Gago"

Era o entregador na Coojornal, dirigia um kombi.Hoje é grife da reportagem da ZH.Na Coojornal,também foi repórter.

Teve, no meio, um longo caminho.
Na época da Coojornal, era uma figura desconhecida. DEpois virou famoso na reportagem gaúcha.
Nascido em Santa Cruz do Sul em 21.09.1950. Filho de Ilony Maria Wagner.Morou logo que aqui chegou na avenida João Pessoa, 437/1005.

Teve como companheira Denize de Avila Berni( 25.07.1951) com quem tem a filha Carolina(17.05.1979).

Separado, teve outros casamentos.


Najar Tubino

Uma "fera" do jornalismo da Coojornal.Repórter investigativo desde que isto não era moda, Najar, parente do delegado Luis Fernando Tubino,nasceu em Porto Alegre, em 14.10.1955. Filho de Nilton Tubino e de Saturnina Godoy Tubino. Residiu na Teixeira de Freitas,885 e na Luiz Tamanias, 61, em Terersópolis.

Fez algumas reportagens bastante polêmicas.

Entre elas, a do sequestro dos uruguaios, Lilian Celiberti e Universindo Diaz quando foi " con vocado" pelo delegado que comandava o inquérito a depor .
Najar hoje está no Mato Grosso.

CARLOS RAFAEL GUIMARAENS FILHO


Um dos quatro presos - episódio que tornou celébre o Coojornal, mas que fechou também muito as portas da cooperativa naquilo que ela fazia para terceiros - Rafael está se propondo agora a escrever um livro sobre a Coojornal. Não é o primeiro, porque Danilo da Silva Ucha tem uma boa pesquisa, embora modesta, publicada.

Conhecido por RAFA,OU RAFINHA, largou a política, onde assessorou o PT durante muitos anos.

A matéria que foi publicada e que acabou na prisão dos quatro editores eram os documentos secretos sobre a Guerirlha do Vale da Ribeira. Rafael diz que muita gente confunde com a Guerrilha do Araguaia.
Um soldado se apresentou no Coojornal com estes arquivos e a Coojornal apostou em publicar a matéria.

Nunca se soube se o soldado vendeu ou cedeu espontaneamente a documentação, induzido por algum superior, como forma de disputa entre o Exército, Marinha e Aeronautica, que naquele final da década de 70 estavam muito divididos sobre o projeto de abertura lenta e gradual do presidente Ernesto Geisel.

Rafael é filho de Carlos Rafael Guimaraes(outro conhecido jornalista do Correião) e de Vera S. Guimaraens.

Já residiu na av. Independência 1087/202. Hoje mora no Menino DEus.
EStá casado com a Clô Barcellos, que tem a editora LIBRETOS, pela qual sairá o livro da Coojornal, se realmente vier a lume....

CARLOS FERNANDO KARNAS


O hoje morador do interior de São Paulo foi um dos que marchou com o projeto dos jornalistas " sonhadores"!

- Fiquei indo ao Banrisul pagar apólices de um empréstimo que avalisei, me disse na última feira do lviro de Porto Alegre,quando aqui esteve.

Mas Karnas não guarda tanto rancor assim...

Um dos jornalismas mais conhecidos de Porto Alegre, nos anos 60 e 70, do século passado, ele trabalhouna Caldas Junior(atual sistema Record )no Diário de Noticiasna Folha da Tarde, na Zero Hora e na TV Gaúcha. sempre em postos de chefia, afora a Folha da Tarde, onde foi repórter.
Nascido em 22.11.1946 é filho de Carlos Pedro Karnas e de Adelina Rossi Karnas. Em Porto Alegre residiu na Av. Pernambuco, 2688/3 e na av. Bastian, 35/103 e na Gal. Portinho 355/35

No ano que ganhou o prêmio ARI de jornalismo, pela Folha da Manhã, casou.

Se formou pela Famecos, da pUC.Na Caldas, além de repórter foi Pauteiro.

ELAINE LERNER

uMA das principais responsáveis pelo rápido crescimento da Coojornal na prestação de serviços para terceiros.

Era editora.Não afeita a discussões poliítico-ideológicas, Elaine trabalhou depois na Plural, do Jorge Polydoro,, que era o principal vendedor da Cooperativa dos Jornalistas.Junto com a editora Rosvita Sauressig( que na Coojornal era conhecida por "CAPITÃO FRONER" numa alusão ao treinador do mesmo nome que tinha esta alcunha pela sua dureza com os jogadores),Elaine pode ser considerada uma das " sargentonas" da Coojornal, ou seja, com mando forte.

Elaine nasceu em Porto Alegre em 13.04.1954 filha de Ijaimel Lerner e de Julieta Lerner.

Residiu na av. Berlim, 137/3
Além da Coojornal trabalhou na TV Gaucha, Gazeta Mercantil,TVE e na Plural.

Não é casada e não tem filhos.

DELMAR MARQUES

Um dos mais arrojados
( hoje o presidente Lula chamaria de aloprados)da Coojornal, apesar do seu imenso talento.QUANDO BOTAVA UMA coisa na cabeça era dificil de convencê-lo do contrário.
Atuava muito no jornalismo econômico. Faleceu em abirl de 2008.

Natural de Rio Grande, onde nasceu em 11.03.1948.

Seu nome completo é Delmar Marques Corrêa.

Residiu em Porto Alegre na Lima e Silva, 1704/26.

Foi editor chefe do Jornal do Comércio,além de ter sido repórter da Gazeta Mercantil e redator da rádio Gaúcha e do Jornal do Brasil.Trabalhou tanto na Fiergs como na Fiesp.

Jornalismo que não fez faculdade, seu registro era de PROVISIONADO. Filho de Admar Corrêa e de Divina Marques Correa.


ANTONIO MANOEL DE OLIVEIRA

Foi dos principais dirigentes da Coojornal. Nascido em Imbitua(SC) em 13.06.1944. Filho de Manoel Inácio de Oliveira e de Inez de S. Machado. Morou na rua Miguel Tostes, 414/4.

Hoje dirige a comunicação da Assembléia Legislativa do Estado e foi assessor de Olívio Dutra no governo do mesmo.

Tem a filha Laura(21.05.1975) com a primeira esposa( Clara Beatriz, nascida em 21.03.1948) e agora está casado com a Teresa, com quem também tem filhas.Em 1983, logo após a crise da Coojornal por causa da prisão de quatro colegas, ele se mudou para Maputo, onde ficou cinco anos em terras moçambicanas.

OSMAR BOÉSSIO TRINDADE

pRO BEM,OU PRO MAL, um dos principais nomes da Coojornal. No seu enterro, no dia 30 de junho de 2009, 90% dos que tinham trabalhado na Coojornal, se fizeram presentes.
Junto com Antônio, também viajou para Moçambique, onde trabalhou durante cinco anos.Ao voltar, foi pro Amapá e quando adoeceu, estava em Brasília.

Nascido em Santana do Livramento em 11.10.1936, era filho de Beltrão Trindade e de Bruna Béssio.

Trabalhou na Platéia, no Jornal da Semana, em O Globo, na Coojornal( onde fez matéria do sequestro dos uruguaios)na TV Gaúcha, onde editou o Campo e Lavoura( depois de uma crise demitiu-se junto com 12 repórteres da emissora). Faleceu vitimado por um câncer, aos 72 anos.

Teve três filhos - Jefferson, Márcio Jailton e Jadson - do primeiro casamento com Eny e Tércio das segundas núpcias com Lenora Vargas.

Foi um dos vice-presidentes da Coojornal. Morou na ave. Venancio Aires, 134/61 Bloco B.
Trindade foi dos fundadores da Coojornal, em 1975, ao sair da Folha da Manhã, da Caldas Junior, quando tomaram a decisão de fundar a cooperativa.


ASSIS VALDIR HOFFMANN(FOTOGRAFO)

Foi um dos primeiros a ver que a Coojornal não estava indo bem porque não queriam,segundo ele, valorizar as fotos na venda.

- Eu não acredito em papai noel, disse Assis aos diretores notando que o furo era mais embaixo.

Natural da fronteira como se diz, de Santiago do Boqueirão, Assis nasceu lá em 30.09.1941.

Fotografo conhecido que chefiou os departamentos de ZH e da caldas junior, depois de três anos nesta éultima, pediu demissão. Foi pra coojornal e de lá montou sua empresa, a FOTOCOMTEXTO.
hOJE É DONO DE UMA POUSADA NA PRAIA DO ROSA, MAS VIVE EM PORTO ALEGRE.

ANTONIO FIRMO DE OLIVEIRA GONZALEZ, O ANTONINHO


Desaconselhado por Alberto André, veterano "malandro "da área do jornalismo - conhecia os índios da aldeia - a ser fiador de um empréstimo pra Coojornal, Antoninho, como é conhecido, perdeu seu apartamento localizado na avenida Quintino Bocaiuva,100/1202 justamente porque este empréstimo não foi pago( os motivos são os mais variados alegados) e ele acabou como um dos nomes que involuntariamente mais ficou ligado a história da Coojornal.

Num boletim da ARI, que fizeram no fim de sua vida, ele externou toda sua mágoa pelo ocorrido.

' PO FOI SACANAGEM!!!!!!" é o título do tópico que fala deste assunto.

Muita gente tomou conhecimento do fato pela primeira vez neste boletim.

Falecido prematuramente em 8.8.1996 deixou a esposa Mirtes filhos e netos.

Foi editor de polícia da Folha da Tarde, professor e diretor da Famecos e lecionava em várias faculdades do interior pra onde ia dirigindo seu possante carro todo turbinado. Quem pegava uma carona com ele, nunca mais voltaria a pegar outra.

Tinha um costume estranho: como era muito ocupado,aproveitava o tempo e "despachava",segundo relata o colega Antônio Goulart, nos restaruantes que frequentava. Assim chegava com os editores dos boletims e ia lendo as matérias, enquanto tomava seu uísquizinho sempre em fartas doses servidas pelos garçãos que o conheciam pela farta gorjeta que dava.Uma das colegas com quem mais fazia boletins era Beatriz Dornelles.Homem muito bem relacionado, terminou a vida como juiz classista no TRT.


JORGE FRAGA

O popular Fraga foi muito ligado ao primeiro presidente da Coojornal, José Antônio Vieira da Cunha, o Vieirinha, hoje dono da Coletiva.net.
E Fraga também era ligado a Jorge Polidoro,com quem tinha dividido a redaçãod a Folha da Manhã.

Fraga é de Porto Alegre, onde nasceu em 16.05.1946.

Da turma de cartunistas amigos do " rei" LFV, ele encarnou o ANALISTA DE BAGÉ, o livro de maior sucesso de Verissimo.

( próximo texto; O LEGADO DA COOJORNAL)

Histórias de La Ùndeze!


La vergine de Serafina!!!

Esta tarefa me foi dada por um conterrâneo, o Guigon Montanari....

Quantas existiram,quantas foram...tarefa dura de prospectar....

Mas encontrei o Beto Arroque na Pizzaria de Grão de Bico e em poucos minuotos ele citou vários nomes, afora le monege(as freiras, como ele disse)

É evidente que não posso dar nomes mas eu tenho uma prima, vizinha de meus pais, pela qual botaria as mãos no fogo. Nunca deve ter conhecido um homem. Sempre que ela assoma a porta de sua casa e é pouco, me lembro do Gariel Garcia Marques e de suas tias solteironas e virgens, descritas no romance Cem anos de Solidão.

Só que a serafina falta um Gabito!!!!

Xenofobia...

Jorge Possebom, do PSDB, votou contra o projeto do deputado Raul Carrion(PCdoB) que manda não se falar mais estrangeirismos. com o que em parte o redator concorda!


da " Terra dos Presidentes"!


Celso Lopes pedeinclusão da COOTRISAL em programa do Governo Estadual


O vereador Celso Lopes (PDT) protocolou moção de apoio pedindo o envio de expediente ao Secretário Estadual de Desenvolvimento Rural e Cooperativismo, Ivar Pavan , manifestando apoio ao projeto de saneamento, capitalização e fomento às cooperativas agropecuárias do Estado.
De acordo com Celso Lopes o cooperativismo gaúcho há algum tempo necessita de iniciativas para sanar suas crises e a proposta da Secretaria de Desenvolvimento Rural vem ao encontro dos principais problemas das cooperativas. “Ao manifestar nosso apoio também queremos chamar a atenção para a nossa Cootrisal, a Cooperativa Tritícola São-borjense, que sempre cuidou e ajudou os pequenos agricultores e agora está passando por graves problemas financeiros. Em nossa solicitação pedimos que ela seja incluída no projeto”, destacou o vereador trabalhista.
--
Assessoria de Imprensa Câmara Municipal de Vereadores de São Borja/RS
www.camarasaoborja.com.br
Twitter: camarasaoborja
Telefone: (55)34314150
Rua Olinto Arami Silva, 1043
São Borja/RS

Da " Terra dos Presidentes"!


Homenagem ao Dia do Trabalhador com Mateada da Cidadania
Homenagem ao Dia do Trabalhador com Mateada da Cidadania
A Câmara de Vereadores de São Borja realizará no próximo dia 01 de maio, ás 15 hs, na Praça Assis Brasil no bairro do Passo a Mateada da Cidadania.
Entre as atividades e serviços a serem prestados já estão confirmados corte de cabelo, posto de atendimento do Ministério do Trabalho e a Exposição dos 50 anos da Legalidade. Outras atividades serão confirmadas ao longo da semana.
--
Assessoria de Imprensa Câmara Municipal de Vereadores de São Borja/RS
www.camarasaoborja.com.br
Twitter: camarasaoborja
Telefone: (55)34314150
Rua Olinto Arami Silva, 1043
São Borja/RS


Da Terra dos Presidentes


Pedido de vereadores sobreflexibilização na questão do calçamento é aceito pela Caixa


Representantes da Caixa Econômica Federal estiveram presentes no dia 20 de abril na Câmara de Vereadores para informar que o pedido de revisão das condições de financiamento feito pelos vereadores havia sido aceito.
O Presidente da Câmara, vereador Celso Lopes (PDT), informou que a maior revindicação da casa era quanto a necessidade de calçamento nas ruas para aprovação do financiamento. “Na visita de hoje nos informaram que todos os processos que ja foram protocolodos terão uma flexibilidade na questão do calçamento, principalmente os do projeto “Minha casa, minha vida”. Havíamos recebido várias reclamações e pedidos de ajuda da comunidade quanto a essa importante questão e a Caixa prontamente entendeu a situação e flexibilizou o processo”, declarou Celso Lopoes.
Com essas informações fornecidas pela Caixa Federal foi desmarcada a reunião que haveria de 26 de abril com o Superintende do banco.
--
Assessoria de Imprensa Câmara Municipal de Vereadores de São Borja/RS
www.camarasaoborja.com.br
Twitter: camarasaoborja
Telefone: (55)34314150
Rua Olinto Arami Silva, 1043
São Borja/RS

Luciano cobra posicionamento da Assembleia sobre pensões a ex-governadores

O deputado Luciano Azevedo (PPS) subiu à tribuna da Assembleia Legislativa para insistir que o Parlamento gaúcho se posicione em relação às pensões vitalícias concedidas a ex-governadores. Ele lembrou que a Assembleia do Paraná discutiu o tema nesta semana. Apesar de 24 deputados paranaenses terem se manifestado a favor da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que previa o fim do pagamento, não houve votos suficientes para aprovar a matéria. ?A Assembleia gaúcha também precisa dis cutir esse tema publicamente. A população espera que seus representantes manifestem sua opinião sobre as pensões?, ressaltou Luciano. Desde 2007, tramita no Parlamento gaúcho o projeto de lei de autoria do deputado Luciano que extingue a concessão do benefício aos ex-governadores. Neste ano, proposta do governo do Estado que altera os critérios para o pagamento das pensões passou a tramitar em conjunto com o projeto do deputado.


Quem não quer o GRENAL da Libertadores?

Por Luiz Oscar Matzenbacher

Porto Alegre é a Milão da América Latina. Mas, o Inter (Internacional) é o vermelho e o Milan (Grêmio) é o azul. É de deixar qualquer italiano maluco. Ou seria redundância? Na Copa Libertadores de 2011, caso passem nas oitavas de final pelo Peñarol (UR) e Universidade Católica (CH) – jogos duríssimos - os dois clubes mais importantes de Porto Alegre vão se enfrentar em confronto direto de 180 minutos nas quartas de final do torneio continental. Mas, antes, o Internacional terá uma espécie de confronto continental de clubes do povo pela frente, o Clássico do Pampa. Vai pegar o Peñarol, o mais popular clube uruguaio. Enquanto o aristocrático Grêmio enfrentará a forte burguesia da Universidade do Chile.
Em Porto Alegre, como também em todo o Sul e Oeste de todo o Brasil, desde o Chuí ao Pico da Neblina, nenhum desportista sonha diferente. Todos querem um confronto Inter x Grêmio nas quartas de final. Seria o clássico GRENAL do Novo Milênio. Aliás, seriam os dois GRENAIS, pois é o confronto de ida e volta.
O esperado GRENAL da Copa Libertadores da América, depois de 110 anos do primeiro jogo entre os dois clubes, será na verdade um confronto de dois jogos. A Rua dos Andradas, a Rua da Praia, para os íntimos, já vive este momento ímpar em 110 anos de História - o dos clássicos GRENAIS da Copa Libertadores.
Há um frenesi se espalhando pelos jovens, pelos executivos engravatados e pelas jovens e senhoras que freqüentam as lojas populares e as galerias aristocráticas e históricas com mais de um século, como a Galeria Chaves, a Galeria Malcon; ou os largos (esquinas) com dois séculos de história, como o Largo dos Medeiros e a Esquina Democrática.
A Galeria Chaves, por exemplo, com os cafés de jornalistas e esportista e as agências de viagens, já vive o GRENAL do Milênio. Os 11 milhões de gaúchos que moram no Rio Grande do Sul e mais os outros 10 milhões de gaúchos que vivem espalhados em outros estados ou nos cinco continentes, já pensam em reservar passagens e ingressos. Nem mesmo dez estádios Maracanãs lotados contemplariam todos os torcedores gaúchos que gostariam de estar dentro dos estádios Olímpico e Beira-Rio, neste jogo de 180 minutos.
Os cambistas já sonham com lucros milionários. Mas em todos os corações bate uma desconfiança surda, persistente. “E, se o Peñarol e a Universidade Católica aprontarem para cima de nós?”. Somos, mesmo, “nós”.
Nunca os colorados e gremistas rezaram juntos, mas agora todos rezam juntos, pedindo a classificação da dupla gaúcha para as quartas de final. Já não é importante vencer a Libertadores 2011. O mais importante é estar vivo nas quartas de final.
O GRENAL do Milênio já começou. Duvido que algum gremista vá torcer pelo Peñarol ou algum colorado para a Universidade. Pela primeira vez não existirão secadores no Rio Grande do Sul. GRENAL é GRENAL...
Depois, que venham o Santos, o Cruzeiro, o Once Caldas ou o América do México e mais adiante o Fluminense, Vélez, o Jaguares. O troféu maior da Copa Libertadores da América, no Sul, é o confronto GRENAL nas quartas de final da própria Copa Libertadores de América. Depois, tudo será lucro.


Sem Pulo e Túnel do tempo


clique na imagem para ampliar


clique na imagem para ampliar


Histórias de La Undeze!

" MI NONO SGNAOLIN"
( MEU AVO SGNAOLIN")

mEU pai sonhou na noite do dia 21.04 com seu sogro, no caso meu avó Frederico Sgnaolin. Pra variar, no sonho Frederico estava bêbado - que era seu estado mais do que normal na vida real - e tentava se segurar na sua esposa, a segunda que teve com quem não teve filhos, Virgínia....

- Havia mais um monte de gente no sonho e o nono Sgnaolin vestia um pijama listrado, contou-me meu pai...


É uma das lembranças mais antigas que tenho da minha memória afetiva: eu, minha mãe e meu irmão mais velho, Renato, indo no sábado visitarmos meu avó que morava além da atual linha do trem...

num local meio que cafundó do judas.
A véspera da nossa visita era de muita expecativa lá em casa porque guris tínhamos a sensação então de uma grande caminhada, o que na verdade não passava de uns 3 kms, mas que feitos a pé pareciam uma grande distância.

Voltávamos no domingo depois do almoço.

Minha mãe ainda mocinha tinha uma energia invejável. Hoje penso em como conseguiu criar sua prole com tanto esforço...


Acho que ela nos levava ainda pequenos, com um pouco mais do que a idade de minha neta, porque queria nos mostrar pra seu pai, no caso nos exibir-mos. As vezes de calças curtas, saía um xixi nas calças, mas tudo berm, secava...

Nós fomos crescendo, nos distanciando do nono(avó) Sgnaolin e ele foi morar na capela saúde, onde morreu em 1979 e lá foi enterrado. Tinha os olhos azuis..igual a minha segunda filha, Ana, que os herdou...

Mas mesmo quando morava na capela Saúde ele pegava sua égua tobiana e aos domingos vinha na igreja. Só que depois tomava seu trago nas bodegas e ao chegar em casa, de tardezinha, ameaçava a Virginia, sua mulher, com sua ronconeta( um canivete especial que um ferreiro fazia aqui).

E era assediador e namorador o nono Sgnaolin...
Quando via uma colona na roça trabalhando, se aproximava dela e a convidava para far ele jugueto( para transar)

Uma vez uma delas o denunciou a Polícia e ele teve que pagar-lhe uma pesada multa.

Numa das bodegas, alguém o lembrou do caro que tinha pago por aquela aventura e ele disparou:

- Ghem pagaria nantre tanti...( pagaria outra vez....)

Tinha gostado da brincadeira.

Os restos mortais do nono Sgnaolin estão agora no cemitério municipal mas foi de sua memória que me lembrei nesta quinta feira, 21 de abril de 2011, quando ouvi meu pai contar que sonhara com seu sogro. Aliás, foi ele que deixou lá em casa, pela primeria vez, exemplares de grão de soja para que fossem plantados.

E não duvido que muito do empreenderismo que seus netos mostram hoje em Serafina, também venha do sangue do Nono Sgnaolin, que era conhecido por RICO SGNAOLIN, porque seu nome era Frederico.

Ele que foi tanto ridicularizado em vida, por causa dos seus tragos( suas quatro filhas tinham vergonha dos porres) que tomavam devem se orgulhar do seu legado!

MILÃO DOS PAMPAS

Porto Alegre é a Milão da América

Por Luiz Oscar Matzenbacher

Porto Alegre é a Milão da América Latina, dizem muitos gaúchos. Não só por causa do vermelho contra o azul, da dupla GRENAL, mas também em função da existência da existência desses dois clubes extremamente rivais, dividindo a cidade e ampliando a rivalidade pelo estado, país, continente e através do mundo inteiro. Mas, o Inter - Internacional - é o vermelho; e o Milan - Grêmio - é o azul. É de deixar qualquer italiano desnorteado. Pois na Copa Libertadores de 2011, caso passem nas oitavas de final pelo Peñarol (UR) e Universidade Católica (CH) – jogos duríssimos - os dois clubes mais importantes de Porto Alegre vão se enfrentar em confronto direto de 180 minutos nas quartas de final do torneio continental. O Internacional terá uma espécie de confronto continental de clubes do povo pela frente, o Clássico do Pampa. Vai pegar o Peñarol, o mais popular clube uruguaio. Enquanto o aristocrático Grêmio enfrentará a forte burguesia da Universidade Católica do Chile.
Em Porto Alegre, como também em todo o Sul e Oeste de todo o Brasil, desde o Chuí ao Pico da Neblina, nenhum desportista sonha diferente. Todos querem um confronto Inter x Grêmio nas quartas de final. Seria o clássico GRENAL do Novo Milênio. Aliás, seriam os dois GRENAIS, pois é o confronto de ida e volta.
O esperado GRENAL da Copa Libertadores da América, depois de 110 anos do primeiro jogo entre os dois clubes, será na verdade um confronto de dois jogos. A Rua dos Andradas, a Rua da Praia, para os íntimos, já vive o momento ímpar em 110 anos de História - o dos clássicos GRENAIS da Copa Libertadores.
Há um frenesi se espalhando pelos jovens, pelos executivos engravatados e pelas jovens e senhoras que freqüentam as lojas populares e as galerias aristocráticas e históricas com mais de um século, como a Galeria da Livraria do Globo, ao lado da Galeria Chaves que está em obras para ficar ainda mais elegante, a Galeria Malcon; ou os largos com quase dois séculos de história, como o Largo dos Medeiros e a Esquina Democrática.
O comércio no entorno da Galeria Chaves, por exemplo, com os cafés de jornalistas e esportista e as agências de viagens, já vive o GRENAL do Milênio. Os 11 milhões de gaúchos que moram no Rio Grande do Sul e mais os outros 10 milhões de gaúchos que vivem espalhados em outros estados ou nos cinco continentes, já pensam em reservar passagens e ingressos. Nem mesmo dez estádios Maracanãs lotados contemplariam todos os torcedores gaúchos que gostariam de estar dentro dos estádios Olímpico e Beira-Rio, neste jogo de 180 minutos.
Os cambistas já sonham com lucros milionários. Mas em todos os corações bate uma desconfiança surda, persistente. “E, se o Peñarol e a Universidade Católica aprontarem para cima de nós"? Somos, mesmo, “nós”.
Nunca os colorados e gremistas rezaram juntos, mas agora todos imploram a classificação da dupla gaúcha para as quartas de final. Já não é importante vencer a Libertadores 2011. O mais importante é estar vivo nas quartas de final.
O GRENAL do Milênio já começou. Duvido que algum gremista vá torcer pelo Peñarol ou algum colorado para a Universidade. Pela primeira vez não existirão secadores no Rio Grande do Sul. GRENAL é GRENAL...
Depois, que venham o Santos, o Cruzeiro, o Once Caldas ou o América do México e mais adiante o Fluminense, Vélez, o Jaguares. O troféu maior da Copa Libertadores da América, no Sul, é o confronto GRENAL nas quartas de final da própria Copa Libertadores de América. Depois, tudo será lucro.

Diário de serafina...
Dia 22/04

Fico sabendo das chances de PMDB e DEM se unirem pra eleição do ano que vem! Mas isto é como reunir agua com azeite? Será possível?

*Por questões pessois, mandões do PP e do DEM, não se bicam muito em Serafina. E isto que os caras são primos. Imagina se não fossem , bom, talvez fosse melhor.


*Pe Agostinho da paróquia daqui quer se ver livre do Hospital. Ele quer cuidar da religão, não de problemas com SUS e afin s.
Hospital de serafina é paroquial. Mas dos sócios só restam 28 vivos. Vão ter que fazer nova sociedade.

*Deputado estadual Alexandre Postal(PMDB) deu 48 mil pra reforma da lavanderia do hospital e o deputado federal Wilson Covatti(PP) deu 100 mil pra pintura externa. Administrador Rogério faz o que pode

*No tempo em que a Salete Cadore foi secretária da Saúde, do governo do PMDB, do Polaco, ela queria municipalizar o hospital. Cada vez que a Salete chegava no hospital e iam avisar o padre na casa canônica, ele entravam em xiliques, com medo da secretária...

É que a fama dela é de faca na bota...


*Hoje secretaria da saúde está com ex-prefeito Salvi, que é do PT. e que dizem formará chapa na próxima eleição com Breda, também do PT, atual vice-prefeito.


*Agora uma de primeira: o sino da Igreja, que antigamente era tocada pela MARINA CAMPANELA, TEM até uma música da Maria Amélia Arroque homenageando a empregada do padre que ia tocar o sino - hoje está todo automatizado. Quando toca não tem mais ninguém que puxa corda nenhuma.

E foi um alemão de Teutônio que fez a mexe e cobrou da paróquia 4 mil reais para isto.


*Terreno onde fica o monumento do Cristo Rei, no alto de um morro não era escriturado até pouco tempo atrás. Qualquer um poderia ter reclamado pra si....O terreno foi uma doação do falecido GENOVINO MIGLIAVACCA, que por ser fabricante de vassouras era chamado aqui de COEL DE LE SCOE- AQUELE DAS VASSOURAS...


IGTF divulga músicas classificadas para o Ronco do Bugio

A comissão julgadora do 20° Festival Ronco do Bugio, reunida na sede da Fundação Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore (IGTF), instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, selecionou 12 músicas finalistas do evento que acontecerá nos dias 27 a 29 de maio, em São Francisco de Paula.

Os autores têm até o dia 28 de abril para encaminhar a gravação arranjada e finalizada, juntamente com a ficha técnica e a autorização assinada para que a mesma seja incluída no CD oficial que será lançado nos dias do festival. O Ronco do Bugio integra a programação da Festa Nacional do Pinhão e chega a sua vigésima edição como o mais representativo da região serrana do Rio Grande do Sul.
A origem da criação desse gênero musical é controversa. Alguns afirmam que o ritmo e os movimentos executados na dança são inspirados no bugio, um tipo de macaco que vive nas matas no sul do país. Outros, atribuem o surgimento desse estilo a um erro cometido por um gaiteiro.
Até a década de 1960, o gênero bugio estava restrito a um grupo da sociedade gaúcha, sendo aceita aos poucos pela alta sociedade. Atualmente, pode-se afirmar que é um gênero musical importante do cancioneiro gaúcho que movimenta os fandangos e bailes no Estado.
Músicas selecionadas

- AINDA HÁ TEMPO
Letra: Fábio Prates
Melodia: Sérgio Rosa

- AS MARCAS DO TEMPO
Letra: Elson Lemos
Melodia: Paullo Costa
Intérprete: Paullo Costa

BUGIO VELHO
Letra: Chico Saga e Rivadávia Barreto
Melodia: Chiso Saga e Mario Tressoldi
Intérprete: Grupo Chão de Areia

- COISAS DA SERRA
Letra: Dionisio Costa e Zezinho
Melodia: Zezinho
Intérprete: Zézinho e Grupo Floreio

- DESCENDÊNCIA
Letra: Érlon Péricles
Melodia: Érlon Péricles

- JEITO SERRANO
Letra: Moisés Menezes
Melodia: Nenito Sarturi
Intérprete: Nenito Sarturi

- MAS QUE TAL O BUGIO
Letra: Mario Amaral
Melodia: Mario Amaral
Intérprete: Marinês Siqueira

- MOLDURA DE UM NOVO TEMPO
Letra: Edilson Villagran
Melodia: Nelson Cardoso
Intérprete: Nelson Cardoso

- O HOMEM E O BUGIO
Letra: Rico Basquera
Melodia: Rico Basquera
Intérprete: Rico Basquera e Grupo Tarumã

- OS OLHOS DA BUGIA
Letra: Heleno Cardeal
Melodia: Samuca
Intérprete: Mauricio Barcellos

- SARTANDO OS BUTIÁ DOS BORSO
Letra: Alex Casanova
Melodia: Alex Casanova

- TROPA MUDA
Letra: Jairo Fonseca
Melodia: Volnei Gomes
Intérprete: Volnei Gomes

Assessoria de imprensa
Rita Escobar - Mtb 6079
(51) 3228.1711/9327.5434

Histórias de La Undeze


O transportador que

namorava todas no Rio...


Nelson Assoni teve teve seus tempos de glória. O conhecido Janguta, dos tempos do Colégio Conceição,quando montou uma transportadora - a Serrafrio - morava praticamente no Rio de Janeiro, por questões de trabalho.

E lá próspero que era, namorava deste as mulatas do Sargentelli até a Rita Cadillac...

Estes tempos se foram e nos encontros que ele tem agora em Serafina, os gozadores, durante as jantas que fazem, perguntam ao companheiro:
- Nelson, que investimento tu fizestes na Rita Cadillac...

Ele costuma ficar quieto.

Mas Nelson é um dos mais prósperos criadores de Serafina. A Serrafrio ele a vendeu para os Braido.

Do seu casamento, tem um casal de filhos: a mulher é comissária de bordo e o rapaz trabalha com o pai. Conhecido por Pachu, recentemente montou o bar Calábria, em Serafina.


Blogueira da revista TPM acusa jornalista de plagiar seus textos

Izabela Vasconcelos

A jornalista Leonor Macedo, que mantém o blog Eneaotil no site da revista TPM, acusa a blogueira Gabriela Yamada, editora do site EPTV Ribeirão Preto (afiliada da Globo), de copiar seus textos e publicar em seu blog pessoal, alterando apenas nomes dos personagens e alguns trechos. Gabriela nega o plágio e afirma que admira Leonor e que seus textos apenas serviram como fonte de inspiração.

Os textos são pessoais e tratam dos pais de Leonor e de seu filho. “Isso é homenagem ou plágio?”, ironiza Leonor. “Se tivesse pedido desculpas, tudo bem, mas quando questionei ela apagou os dois textos”, diz.

Gabriela se defende. “Tenho a Leonor como uma grande fonte de inspiração, e quero pedir desculpas se houve a aparência de ter ocorrido plágio. Não quero entrar em atrito com ela, e por conta disso, enviei um e-mail a ela e já removi os textos dos quais ela se refere. Continuo admirando o blog da Leonor, e desejo a ela todo o sucesso profissional”, afirma.

A blogueira da TPM afirmou que, a princípio, não pretende processar Gabriela, mas não quer que o caso se repita. No começo de 2010, Leonor foi vítima de plágio, ao lado de outros oito blogueiros. O texto “As figas de papai e o tricampeão da copa do Brasil” foi copiado por Roberto Chalita para os blogs Boteclando e Boteco Pensante, e também tratava de assuntos pessoais.

Este site voltará a ser atualizado na segunda, dia 25.04
Desejamos aos leitores uma boa páscoa!



Agradeço e retribuo todos os votos de boa páscoa!!!!


Feliz Páscoa

UM GRITO CONTRA A ESPECULAÇÃO


Por Carlos Chagas


Segunda-feira, na primeira sessão desta semana, que por ser santa também é morta, três senadores ocupavam o plenário. Um presidia, outro discursava e o terceiro ouvia. Foi pena para os 78 ausentes, porque o pronunciamento do senador Roberto Requião insere-se como um dos mais importantes do corrente ano. Sem fazer questão da presença dos gazeteiros, o ex-governador do Paraná começou analisando a crise econômica mundial para depois chegar ao Brasil e aos perigos que nos cercam.

Lembrou ser a especulação financeira a essência do mal que de novo assola a Europa e os Estados Unidos, lançando olhares para a América do Sul. Em suas palavras, há uma impiedosa transferência de trilhões de dólares pelo mundo, sem compromisso com a vida do ser humano e atrás apenas do lucro fácil, favorecido e estimulando a inflação. A quebra das indústrias, o desemprego, a compressão dos salários, o aumento de impostos e o atraso tecnológico são consequências inevitáveis da especulação hoje acentuada em Portugal, Grécia, Irlanda, Espanha e outras nações. Trata-se da receita obrigatória imposta pelos governos e entidades internacionais, os mesmos responsáveis pela crise e agora empenhados em resolvê-la através de métodos que só fazem piorar as agruras de suas populações.

Requião referiu-se aos privilégios exorbitantes concedidos aos Estados Unidos, centro do mercado financeiro de curto prazo, que elimina as economias nacionais e nem por isso poupa a própria sociedade americana. Em nome do lucro, cortam direitos sociais e empregos, ao mesmo tempo gerando crises de representação e inflando o populismo de direita.

Para o senador, Brasil, China, Índia e Rússia devem levantar-se em contraposição ao domínio do dólar, levando a Europa a adotar políticas de proteção ao trabalho e de prevalência da produção sobre a especulação. Investimentos precisam ser feitos em habitação, alimentação e educação. Cabe aos países em desenvolvimento pressionar os Estados Unidos e sacudir o jugo do capitalismo financeiro, sob pena de mergulharmos no abismo que já domina boa parte do mundo.

Lamentável foi o palco onde transcorreu a denúncia de Roberto Requião, carente de atores e de platéia, mas não se dirá que ele deixou de cumprir seu dever, também ignorado pela mídia. Sequer um registro de suas palavras mereceu espaço nos jornais de ontem. Fica o protesto.

PARAR ENQUANTO É TEMPO

Dispõe o artigo 220 da Constituição, no capítulo da Comunicação Social, que a lei estabelecerá mecanismos capazes de defender a pessoa e a família dos excessos da programação de rádio e televisão. Passados quase 23 anos da promulgação de nossa lei maior, nem Congresso nem governo tiveram coragem para dar início ao debate dessa óbvia necessidade, que nada tem a ver com censura. Trata-se de punir baixarias a posteriori para evitar que se repitam. Multas, advertências, suspensões e até cassação de concessões bastariam para restabelecer um mínimo de dignidade a nossas telinhas e microfones, hoje invadidas pelo que há de pior em termos de comunicação de massa.

O pavor de deputados e senadores, bem como de integrantes do governo, é de desagradar os barões televisivos e, assim, perderem espaço promocional e até ganharem perseguições.

Não dá, no entanto, para continuar assistindo programas que denigrem o cidadão, humilham a sociedade e induzem à quebra de valores inerentes à pessoa humana.

Dirão os responsáveis por esse lixo crescente estarem dando ao telespectador aquilo que ele deseja, daí o crescimento dos índices de audiência e a multiplicação da publicidade. Essa prática não caracteriza liberdade, senão licenciosidade. Caberia ao poder público agir, porque tudo tem limite, menos a desfaçatez de uns e a covardia de outros. Não será por falta de opção que o público aplaude as baixarias?

A CASA DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Brasília não é apenas a capital da República, sede dos três poderes da União. Na prática, constitui-se também na casa do presidente, dos parlamentares e dos grandes juízes. À exceção do fundador, porém, nenhum outro chefe do governo parece haver-se interessado pela sorte de seus vizinhos. Vivendo em palácios ou em guetos super-protegidos, Suas Excelências e os Meretíssimos pouca importância dão ao que acontece à sua volta. Trafegam em comboios especiais que fecham o trânsito, no caso mais gritante do (da) presidente da República. Isso quando não utilizam helicópteros ligando residências a locais de trabalho e ao aeroporto. Por conta de uma pretensa segurança, omitem-se e se isolam da comunidade, com suas necessidades e despesas realizados num território inexpugnável.

O resultado aí está: a casa do presidente da República e dos integrantes dos demais poderes virou a “Casa da Mãe Joana”, sem que eles se dêem conta nem se preocupem como que acontece no mundo à sua volta. No passado, ainda indicavam os governantes locais, sentindo-se meio responsáveis pelo que acontecia. Ganhando autonomia política, Brasília ganhou também o desprezo das autoridades maiores. Seria bom que se integrassem, senão na vida comunitária, ao menos na recuperação de sua própria casa.

DESAFIO INCONSEQUENTE

Irrompeu o sociólogo com mais uma de suas inconsequentes intervenções no reino ao qual não pertence mais, da política. Depois da indagação do ex-presidente Lula sobre porque teria estudado tanto para dizer bobagens, o ex-presidente Fernando Henrique ultrapassou o limite das próprias, quer dizer, das bobagens. Com base em resultados eleitorais do passado, quando venceu por duas vezes o adversário, acaba de desafiá-lo para mais uma disputa. Claro que sabendo ser impossível, inviável e fantasioso esse novo embate. Jamais conseguiria sair candidato, nem pelo PSDB nem por qualquer outro partido. Mas se saísse, imagine-se o resultado...

A NECESSIDADE DE O LULA PRESIDIR O PT

Por Carlos Chagas

De que maneira o ex-presidente Lula assumirá, no PT e adjacências, a liderança pelos esforços para a realização da reforma política? Claro que conversando, reunindo, dialogando e ouvindo os companheiros e seus aliados, mas apenas na condição de ex-presidente da República e de presidente de honra do partido?

Na reunião de ontem com parlamentares e líderes petistas, ficou óbvio que muito melhores condições terá o Lula de tocar a reforma política caso aceite a presidência de fato do PT. Senão vago, o lugar encontra-se vazio, com a enfermidade do atual presidente, José Eduardo Dutra. É excepcional a condição de ex-presidente da República, ainda mais popularíssimo, somado à presidência de honra, mas não bastam. Muito mais reforçado ficaria o coordenador da reforma se investido da real presidência da legenda oficial. Nessa condição procuraria os dirigentes dos demais partidos e poderia deslocar-se pelo país, freqüentando ainda corredores e gabinetes do Congresso. Reforçaria o diálogo.

Por enquanto o Lula hesita em assumir de direito o que já exerce de fato, o comando do PT. Tem ouvido que em nada essa condição lhe tolheria os passos de conferencista internacional. Bastaria encontrar um vice-presidente ou um secretário-geral disposto a carregar o piano, ou seja, a cuidar do varejo das montagens e seqüelas municipais e paroquiais. Não se trata de encontrar títulos e honrarias para dialogar com Dilma Rousseff, pois o relacionamento entre eles supera de muito as nomenclaturas. Mas para a economia interna do PT e o entendimento com os demais partidos, torna-se importante que se apresente com a formalidade.

A reforma política será pesada. Uma guerra, tendo em vista as divergências já verificadas na Câmara e no Senado. O próprio PT não apresenta unanimidade, ainda que sua maioria parlamentar apóie as duas propostas mais a gosto do Lula: o financiamento público das campanhas e a votação em listas partidárias para deputado, quer dizer, a proibição do voto fulanizado. Há forte resistência em outras bancadas, a começar pelo PMDB, quanto ao voto na legenda. Da mesma forma, a equipe econômica do governo torce o nariz para gastar dinheiro público bancando a eleição de políticos. Para não falar na suposta opinião pública. Como o ex-presidente sustenta essas duas mudanças, entre outras, precisaria entrar blindado nas negociações. Nada melhor do que entrar nelas com a presidência do PT de estandarte.

BRINDANDO COM FOGO

será demais repetir que o MST foi dos mais importantes movimentos criados no país nas últimas décadas. Exprimiu, e ainda exprime, um anseio real da sociedade excluída, um grito de revolta contra o regime da propriedade rural e, sema menor dúvida, uma alavanca para o desenvolvimento e a justiça social.

Feito o óbvio reconhecimento, deve-se passar ao reverso da medalha. Radicalismo nada tem a ver com firmeza. Ocupar terras improdutivas é um dever, mas invadir fazendas que vem produzindo, um exagero descabido. Neste mês de abril já são mais de 150 as propriedades invadidas. Quantas se incluem no rol daquelas utilizadas para a especulação e a ganância dos donos da terra? Nem a metade.

Um dia desses fatalmente acontecerá a tragédia. Ou as milícias organizadas por fazendeiros extrapolarão de suas já duvidosas atribuições ou um grupo mais fanatizado do MST se encarregará de produzir vítimas. Sem esquecer as polícias militares estaduais, de reconhecida truculência. Será acender o pavio da luta no campo, com trágicas consequências para todos, a começar pelo governo federal, incapaz de escudar-se por mais tempo no dispositivo constitucional de que a manutenção da ordem cabe aos estados. Também cabe à União, em especial se os estados mostram-se incapazes de cumprir seus deveres.

TODO CUIDADO É POUCO

Congresso iniciou ontem uma semana de pouco trabalho mas, contrariando as expectativas, muita fofoca. Ocupou conversas e reações variadas o episódio da cassação da carteira de motorista do senador Aécio Neves, mais a discutida versão de que se teria negado a fazer o teste do bafômetro. Trata-se da imagem que todo político deve manter a qualquer custo, ainda mais em se tratando de um candidato à presidência da República. Não há nada contra ao fato de o ex-governador de Minas, solteiro, haver tomado uma taça de vinho e de estar trafegando com a namorada, altas horas, num dos mais movimentados bairros da zona sul do Rio. O diabo foi estar vencida sua carta de dirigir. Além da versão de ter rejeitado o teste da ingestão de álcool. Isso uma semana depois de pronunciar um dos mais importantes discursos oposicionistas do ano, quando permaneceu mais de seis horas na tribuna do Senado, recebendo homenagens variadas. Imagine-se a reação de fato de seus concorrentes, ainda que apenas mensagens de solidariedade estejam chegando ao seu gabinete.

FUSÃO IMPOSSÍVEL

Não há hipótese de PSDB e DEM se unirem numa só legenda. Primeiro porque os tucanos aceitariam apenas a adesão, dada a desproporção de contingentes. Depois porque os democratas perderiam a independência. A hipotética fusão determinaria uma diáspora monumental em seus quadros. Menos da metade de seus parlamentares e líderes estaduais e municipais admitiriam ficar sob a tutela dos atuais aliados. Boa parte, até, encontraria no episódio o pretexto para aderir ao governo.

Quanto ao PSD de Gilberto Kassab, já vem recebendo o apelido de “Partido Conceição”, aquele que se subiu, ninguém sabe, ninguém viu...

Recebo do Lauro Dieckmann


que involuntariamente vira pauteiro dos coleguinhas....

No jornalismo, quem nasce com isto na veia, nasce, ....é difícil " comprar " na esquina jornalistas....


Não, olides, não li a matéria da ZH que mencionaste. Não tenho lido ZH nos últimos tempos. A Rosa é que, às vezes, me fala de alguma coisa que está na ZH e que ela acha que pode me interessar. Só ando lendo a Folha de São Paulo, pela internet, e as páginas na internet dos jornais franceses e da Deutsche Welle. Também não ouço a Guaíba nem a Gaúcha (muito menos a Band e que tais). No carro, tenho ouvido a Continental, dos Gadret (que ousaram copiar o nome daquela que foi a mais criativa rádio gaúcha, embora sejam eles o mais conservadores e convencionais possível). A rádio tem uma boa programação musical, mas comete o pecado de não mencionar o nome dos autores das músicas nem dos intérpretes. Isso que a lei garante a NOMINAÇÃO, ou seja, a divulgação do nome do autor de qualquer produção intelectual (música, filme, livro etc...). Mas pertencendo a rádio quem pertence, tá explicado. Ssão os mesmos que colocam ponto final em MANCHETE do jo rnal O Sul!

Já quanto à comandante, foi curioso, logo que sentei na poltrona do avião, como a cabine de comando estava aberta, espichei o olho para lá (uma das minhas paixões é a aeronáutica e a pilotagem) e percebi uns cabelos estranhos no que seria o comandante, ou pelo menos em quem estava sendado na cadeira dele. Comentei com meus botões: "Deve ser mulher". Quando ela falou para os passageiros, aquela conversa sobre condições do vôo etc (que geralmente a gente não compreende, ou porque os comandantes falam muito mal, ou porque o sistema de som dos aviões está pifado), confirmou-se que era a senhora aquela da foto que coloquei no blog. Quando desembarcávamos, em São Paulo, não aguentei e perguntei para um dos comissários se dava para fotografar a piloto (não iria escrever pilota, claro, ela não é a Dilminha Presidenta, não é?). Deu e foi para o blog.

Mas, para ser justo (sou libriano e de Xango, "da Justiça", como me disse um Pai-de-Santo), volta e meia, quando estão sem assunto, os jornais fazem matérias sobre mulheres aviadoras. Esta que mencionaste no teu blog certamente foi mais uma.

Abraço

Lauro Dieckmann

MOVIMENTO DE JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS/Brasil INFORMA:


Habla Jair Krischke sobre la Comisión de la Verdad

“Confiamos en Dilma”

Brasil está debatiendo la creación de una Comisión de la Verdad, una propuesta que existía desde la presidencia de Luiz Inácio Lula da Silva, pero que fue retomada con mayor fuerza por Dilma Rousseff. Jair Krischke es consejero fundador del Movimiento de Justicia y Derechos Humanos y días atrás visitó Buenos Aires, desde donde hizo con Página/12 un repaso crítico de la administración de Lula y compartió sus esperanzas de que el mandato de Rousseff traiga aliento a los que luchan por el castigo de los represores de la dictadura brasileña (1964-1985).
–¿Qué opinión tiene de la Comisión de la Verdad que impulsa el gobierno?
–Es un problema. Costó mucho trabajo y mucho esfuerzo de las organizaciones de derechos humanos y de los familiares para llegar hasta este momento. El ministro de Defensa, Nelson Jobim, quiere unir verdad con reconciliación. Eso es absolutamente imposible. La reconciliación es una palabra muy hermosa pero trae exigencias: quien ofendió tiene que reconocer lo que hizo, que cometió un crimen; luego tiene que pedirles perdón a los familiares de las víctimas, que lo perdonarán o no.
Pero los militares brasileños no reconocen lo que hicieron y jamás pedirán perdón.
–¿Tiene esperanzas de que se concrete la comisión?
–Yo confío en Dilma. Ella no es Lula, que con el tema no quería saber nada. Durante los ocho años que estuvo en el gobierno, no recibió nunca a los familiares. Dilma es distinta. Es una mujer ubicada en el tema, sabe de qué se trata y quiere que se cree la Comisión de la Verdad. Tenemos grandes expectativas pero sabemos que no va a ser fácil.
–¿Cómo evalúa el trabajo de la actual Secretaría de Derechos Humanos?
–La ministra María del Rosario ya declaró públicamente que comparte la postura con el ministro Jobim. Eso nos preocupa pero la sociedad civil brasileña va a trabajar en el tema para ver si logramos un avance. María del Rosario declaró a la prensa que la Comisión de la Verdad no va a punir a nadie. Claro que ninguna Comisión de a Verdad no va a castigar a nadie. Lo que debe hacer es entregarle la información a la Justicia.
–¿Qué piensa de que el Tribunal Supremo haya ratificado el año pasado la Ley de Amnistía de 1979?
–Antes de hacer la presentación ante la Justicia, yo le dije al presidente del Colegio de Abogados que no deberíamos hacerlo. Porque conociendo cómo se posiciona siempre nuestra Corte Suprema, ingresar esta causa y salir perdiendo iba a implicar cerrar el tema. Y este tema no es para nada jurídico: es político y se tiene que discutir a nivel político.
–¿Puede servir para eso la sanción del año pasado de la Corte Interamericana de Derechos Humanos por la vigencia de esa norma?
–Eso fue muy importante para nosotros. Las organizaciones de derechos humanos le mandamos una carta a la presidenta para pedirle que se cumpla con la decisión de la Corte-IDH.
–La sanción de la Corte IDH se refiere a la represión contra la guerrilla de Araguaia. ¿Qué pasó con los archivos secretos que se refieren al accionar de los militares en ese caso?
–Cuando Lula asumió, la Justicia mandó a abrir los archivos sobre el tema Araguaia. La orden decía que si no lo hacía en quince días, pesaría una multa diaria. El gobierno fue hasta la Suprema Corte para apelar esa resolución y perdió. La notificación final que exigía la apertura llegó en octubre de 2007 al Palacio del Planalto. Inmediatamente, Jobim designó un equipo para ir a Araguaia a buscar los cuerpos, pero sin los familiares. El equipo no encontró nada. Una semana o diez días después, una hermana de uno de los desaparecidos fue e hizo unas excavaciones a 30 metros y encontró huesos. Parece una broma, pero esa era la posición de Lula: no hacer nada.
Entrevista: Luciana Bertoia.


As jovens vinícolas da Campanha

Confesso um especial carinho pela Campanha Gaúcha, a partir de antigas ligações familiares, dos tempos em que a pecuária significava quase tudo naquela região. Depois surgiram os arrozeiros e há um quarto de século a Almadén, que desencadeou o processo de descolamento da Serra Gaúcha, até então tida e havida como único sinônimo do vinho no Rio Grande.

Hoje ocorre um verdadeiro boom da vitivinicultura, onde antes se vivia com um olho no céu e outro no campo, torcendo para que a seca não viesse, o pasto vicejasse, os bois ganhassem peso, preço e fosse produtiva a tosa das ovelhas. Os parreirais nem precisam de tanta torcida: eles encontraram na Campanha o clima adequado, um terroir particularíssimo, a real possibilidade de ali cultivar preciosas cepas, capazes de se transformar em vinhos brancos agradáveis e tintos robustos.

É o que têm feito as 15 vinícolas que se distribuíram ao longo de uma linha imaginária, que serpenteia ao longo da fronteira, às vezes mais, às vezes menos distante dela. Começa ao Sul, em Candiota, sobe por Bagé, Dom Pedrito, Santana do Livramento, Rosário do Sul, Alegrete, Quaraí e Uruguaiana, até chegar a Itaqui. Foi onde se instalou a Campos de Cima (foto), objetivando ser uma vinícola-butique, com pequena produção e olhar também voltado ao enoturismo, ainda pouco explorado na região.

Naquele município ela cultiva 11 variedades, tendo a Tannat e a Ruby Cabernet como geradoras dos vinhos mais vendidos. As outras uvas presentes nas espaldeiras da Campos de Cima (foto menor) são Chardonnay, Viognier, Pinot Noir, Merlot, Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon, Shiraz, Malbec e Tempranillo. Em 2012 será iniciada a vinificação em instalações próprias, que estão sendo erguidas próximo à fronteira com a Argentina.

Ela irá se juntar a Almadén, Fortaleza do Seival, Aliança, Cordilheira de Santana, Peruzzo, Rio Velho, Vinoeste e Rothier Darricarrere, que já possuem os meios de elaborar vinhos em suas sedes. Em breve, além da Campos de Cima, a Guatambu passará a integrar esse elenco, concluindo obras em execução.

Blog Homem na cozinha


Parlamentar reitera apoio a servidores da FUGAST

Durante ato de servidores da FUGAST (Fundação Riograndense Universitária de Gastroenterologia), realizado na Assembleia Legislativa na terça (18), o líder da bancada do PSDB, Jorge Pozzobom, reiterou seu apoio aos manifestantes.
O parlamentar, que é relator na Comissão de Constituição e Justiça, apresentou no dia 5 de abril parecer favorável à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) n.º 211/2011, que busca regularizar a vida funcional dos servidores. No parecer, Pozzobom destacou o fato de nesses 36 anos foi o Estado gaúcho o único mantenedor da instituição. Por essa razão é que está devidamente expresso no estatuto da FUGAST que, quando for extinta a fundação, todo o seu patrimônio será incorporado ao Estado do Rio Grande do Sul. Portanto conclui que todos os seus servidores eram servidores públicos do Estado de fato, pois sempre prestaram serviços diretamente para o Estado. Não eram, portanto, delegatários de serviços públicos, nem a FUGAST concessionária de serviços públicos.


Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul


Recebo do colega Matz....


sobre as fotos enviadas por ele....( pô, ele demorou pra identificar os caras, e se tivesse baixando uma matéria???com o Fehlberg na coleira, como ia ficar???!!!!)

Olides, as fotos de Bombinhas em 1970 pertencem ao Renato Cyppel, um dos que
figura na imagem. Me foi cedida pelo nosso amigo Mário de Santi que as encontrou
perdidas em uma gaveta, as escaneou e me enviou. Não consigo reconhecer a todos,
inclusive eu demorei para me encontrar.
Abraços.
Luiz Oscar Matzenbacher

Laura e a pauta da zh...que comentei aqui!

Não, olides, não li a matéria da ZH que mencionaste. Não tenho lido ZH nos últimos tempos. A Rosa é que, às vezes, me fala de alguma coisa que está na ZH e que ela acha que pode me interessar. Só ando lendo a Folha de São Paulo, pela internet, e as páginas na internet dos jornais franceses e da Deutsche Welle. Também não ouço a Guaíba nem a Gaúcha (muito menos a Band e que tais). No carro, tenho ouvido a Continental, dos Gadret (que ousaram copiar o nome daquela que foi a mais criativa rádio gaúcha, embora sejam eles o mais conservadores e convencionais possível). A rádio tem uma boa programação musical, mas comete o pecado de não mencionar o nome dos autores das músicas nem dos intérpretes. Isso que a lei garante a NOMINAÇÃO, ou seja, a divulgação do nome do autor de qualquer produção intelectual (música, filme, livro etc...). Mas pertencendo a rádio quem pertence, tá explicado. Ssão os mesmos que colocam ponto final em MANCHETE do jo rnal O Sul!

Já quanto à comandante, foi curioso, logo que sentei na poltrona do avião, como a cabine de comando estava aberta, espichei o olho para lá (uma das minhas paixões é a aeronáutica e a pilotagem) e percebi uns cabelos estranhos no que seria o comandante, ou pelo menos em quem estava sendado na cadeira dele. Comentei com meus botões: "Deve ser mulher". Quando ela falou para os passageiros, aquela conversa sobre condições do vôo etc (que geralmente a gente não compreende, ou porque os comandantes falam muito mal, ou porque o sistema de som dos aviões está pifado), confirmou-se que era a senhora aquela da foto que coloquei no blog. Quando desembarcávamos, em São Paulo, não aguentei e perguntei para um dos comissários se dava para fotografar a piloto (não iria escrever pilota, claro, ela não é a Dilminha Presidenta, não é?). Deu e foi para o blog.

Mas, para ser justo (sou libriano e de Xango, "da Justiça", como me disse um Pai-de-Santo), volta e meia, quando estão sem assunto, os jornais fazem matérias sobre mulheres aviadoras. Esta que mencionaste no teu blog certamente foi mais uma.

Abraço

Lauro Dieckmann

MEMORIA

VINTE E SEIS ANOS DA MORTE DE TANCREDO!

nESTE 21/04, completam-se 26 anos da morte do primeiro presidente pós ditadura militar.

Todos os que tem a minha idade, lembram daquele final de feriadão, quando apareceu o recém convertido em celebridade nacional, o Antônio Britto Filho,com cara de sério, no auditório do Instituto do Coração, o Incor, pra anunciar à Nação que a agonia do presidente acabara.
Surgiram muitas especulações de que Tancredo estava morto há dias e que esperaram pra lançar o anúncio no dia de Tiradentes.Brittto desmente - bom, ele não ia confirmar, né - isto no depoimento que deu no livro dos porta-vozes lançado no ano passado.

O anúncio de Britto aquela noite foi este:

LAMENTO INFORMAR QUE O EX. SR. PRESIDENTE DA REPÚBLICA TANCREDO DE ALMEIDA NEVES FALECEU ESTA NOITE ÁS 10 HORAS E 23 MINUTOS.

ACRESCENTO O SEGUINTE:

nos ULTIMOS CINQUENTA ANOS A VIDA PÚBLICA DE TANCREDO NEVES CONFUNDIU-SE COM OS SONHOS E COM OS IDEAIS BRASILEIROS DE UNIÃO, DE DEMOCRACIA E DE JUSTIÇA SOCIAL E DE LIBERDADE. NOS ÚLTIMOS MESES, PELA VONTADE DE TANCREDO NEVES, ESSES IDEAIS SE TRANSFORMARAM NA NOVA REPUBLICA.
A EMOCIONANTE CORRENTE DE FÉ E DE SOLIDARIEDADE DAS ÚLTIMAS SEMANAS ENQUANTO O TANCREDO LUTAVA PELA VIDA SÓ FEZ CRESCER ESTE SENTIMENTO DE UNIÃO QUE3 SEMPRE FOI AÇÃO , EXEMPLO E OBJETIVO DE TANCREDO NEVES.

COM A MESMA FÉ COM A MESMA DETERMINAÇÃO , O BRASIL HAVERÁ A PARTIR DE AGORA DE REALIZAR OS IDEAIS DO LIDER QUE ACABAMOS DE PERDER; TANCREDO NEVES.

De São Borja


Comemorando 40 anos

BARRANQUEIROS estão no PESQUEIRO

cOMEÇARAM A CHEGAR ONTEM, oriundos de todo o estado e de fora dele, até da Argentina, os cerca de 300 barranqueiros que vão participar deste 40 encontro num pesqueiro, como eles chamam.Também chamado de Comicio dos espíritos eles se encontram anualmente para compor,tomar trago e desopilar. Tudo surgiu de uma brincadeira entre Nico Fagundes, Tio Manduca e Aparício Silva Rillo, como contou o próprio Nico dias atrás na UFRGS,durante show dos músicos.

O FEstival da Barranca como é chamado - por isto os participantes se autointitulam de BARRANQUEIROS - tem uma peculariedade: NINGUÉM ENTRA SEM SER CONVIDADO POR OUTRO BARRANQUEIRO...

e O " MALA" QUE SE PREPARE PORQUE NÃO É MAIS CONVIDADO NA OUTRA EDIÇÃO....

eNTRE AS FIGURAS ILUSTRES QUE PARTICIPAM DELE, ESTÃO LUIS CARLOS BORGES, NICO FAGUNDES, ELTON SALDANHA,ENTRE OUTROS MÚSICOS ...YAMANDU COSTA,ENTRE OUTROS.

nUM LIVRETO LANÇADO TEMPOS ATRAS HÁ UM PARAGRAFO QUE EXPLICA A AUSENCIA DE MULHERES NO EVENTO:

- segundo os organizadores do evento, a presença de mulheres também não é permitida pelos barranqueiros.Alegam que não haveria infra-estrutura para tanto.

Outros explicam esta não presença do belo sexo por uma reverência aos primeiros festivais que não permitiam a presença de mulheres.

Na sexta-feira santa é dado um tema e todos saem a compor porque as apresentações com disputa por um troféu - não é dinheiro e não tem patrocínio - são feitas nas noites de sábado santo. No domingo, todos voltam pra suas casas.

Desde o primeiro festival, a regra é o que o chamado Tio Manduca propôs: é dado o tema e os participantes tem até o sa´bado à tarde pra fazer a letra e compor a música.No primeiro acampamento o tema foi a Pescaria. Quem venceu foi Nico Fagundes.
Houve três concorrentes que disputaram aquele troféu que virou histórico.

O troféu fica em poder do vencedor até o ano seguinte, depois ele o passa adiante.

Não há nenhum festival semelhante no país....dizem seus organizadores.


O PMDB NÃO É GOVERNO

Por Carlos Chagas

Com o retorno da presidente Dilma ao país reabre-se a questão do preenchimento dos postos de segundo e terceiro escalões do governo, que o PMDB espera cada vez com mais impaciência. Menos pelos medalhões ainda escanteados, como José Maranhão, Orlando Passutti e Helio Costa, mais pelos feudos que perdeu no setor elétrico e nos bancos estatais, o partido não esconde o mal-estar. E joga a responsabilidade pela demora das nomeações sobre os ombros do vice-presidente Michel Temer, que durante a semana em que exerceu a presidência foi pressionado e precisou reunir-se com os companheiros mais afoitos, pedindo-lhes paciência.
Paciência vem sendo produto em falta nas prateleiras do PMDB, do Sul ao Nordeste. Bem que os ministros peemedebistas, muitos exasperados, gostariam de engrossar as fileiras dos deputados e senadores descontentes, mas falta-lhes coragem. Estão cada vez mais isolados, sem integrar o núcleo de poder real estabelecido em volta da presidente Dilma, onde predomina o PT. Existem pelo menos ministros que, passados cem dias, ainda não despacharam isoladamente com a chefe do governo. Desconhecem a cor do mobiliário de seu gabinete e hesitam entre reclamar ou deixar as coisas como estão. Melhor não levar puxões de orelha, mesmo vendo paralisados planos e propostas que ainda não tiveram oportunidade de expor.
Entre essas duas paralelas segue o outrora maior partido nacional: ocupar vagas capazes de demonstrar a influência perdida e tentar confirmar os vaticínios um dia feitos por Michel Temer, de que o PMDB não estaria no governo porque era governo. Não é.
JESUS NÃO GOSTARIA
Estivesse entre nós de corpo presente e Jesus sentiria ímpetos de pegar o chicote e novamente vergastar não apenas os vendilhões do Templo, mas os gazeteiros de Brasília. Porque nesta Semana Santa nos tribunais superiores não haverá sessões plenárias. Teoricamente de folga a partir de quarta-feira, nem hoje nem amanhã deverão ser julgadas questões de vulto. A moda possivelmente se estenderá a instâncias inferiores.
No Congresso, apesar do esforço de alguns abnegados deputados e senadores para reunir suas comissões, nenhum projeto importante será sequer discutido, quanto mais votado.
E no Executivo, será diferente? Seria bom prestar atenção nas agendas dos 37 ministros. A madre superiora estará vigilante, mas quantas noviças se dedicarão a inspecionar obras ou participar de conferências e seminários, fora de Brasília? Por coincidência, em seus estados de origem.


Turismo da Capital lança Guias Básicos de Línguas para profissionais do setor



A Secretaria Municipal de Turismo lançará, na terça-feira, 19, a série Guias Básicos de Línguas, destinada a ajudar profissionais de diferentes segmentos relacionados ao receptivo da cidade a se comunicarem com turistas estrangeiros. O lançamento ocorrerá às 11h, no Paço Municipal, com a presença do prefeito José Fortunati e lideranças do setor.

Editada em português/inglês e português/espanhol, a série é composta por livretos de bolso temáticos para as áreas de Hotéis, Aeroporto, Transporte, Gastronomia e Compras, segmentos identificados em pesquisa como os que o turista mais têm contato durante sua permanência num destino.

A série é composta por dez edições diferentes, com uma tiragem inicial de 50 mil exemplares impressos em cores. Os guias serão disponibilizados a entidades e empresas do trade turístico da Capital, muitas integrantes da Câmara Temática Turismo e Hotelaria Copa 2014, para servir de apoio aos cursos de capacitação em idiomas que desenvolvem em seus segmentos.

Nos guias, recepcionistas, garçons, taxistas, comerciários entre outros profissionais que atuam na linha de frente do atendimento aos turistas encontrarão diálogos comuns ao seu cotidiano, uma seção de vocabulário específico e outra de vocabulário geral para as demais situações, assim como o alfabeto e números com suas respectivas pronúncias. A metodologia foi desenvolvida por profissionais especializados e utiliza frases simples e de fácil entendimento.



O que: Lançamento dos Guias Básicos de Línguas
Dia: 19 de abril (terça-feira)
Hora: 11h
Local: Paço Municipal

Eliana Zarpelon (MTb 3821)

NOVA VIDA...

WOLMER JARDIM JÁ ANDA POR PORTO ALEGRE, DEPOIS DE UNS TEMPOS ENTRE URUGUAIANA,SÃO BORJA E ALEGRETE. ATÉ O OLÍMPICO,DO IMORTAL, TEM FREQUENTADO.....


Coleguinhas

Ouvintes do BOM DIA, como eu, dando BOAS VINDAS AO LOCUTOR WLADIMIR OLIVEIRA....QUE O PROGRAMA FICA MELHOR, FICA...WLADIMIR SABE FICAR MAIS NA DELE E O PROBLEMA DA ELLEN E DO ROGÉRIO É QUE OS DOIS FALAM AO MESMO TEMPO....

AÍ NÃO DÁ. MUDA-SE DE ESTAÇÃO!!!!!!

Fotos

reconheci na foto a dilza de santi, o marido mário, o loko do Matz, o Olyr zavaschi, um filho do olir...


Em fevereiro de 1979 ou 1980, um grupo de gaúchas e gaúchos - jornalistas, psiquiatras, médicos(as), publitários(as) e seus filhos e filhas, desfrutavam dos bons ares, dos bons mares e dos bons tempos de Bombinhas, a praia que era então a mais cultuada em Santa Catarina.
Bons tempos, amigo Olides.

Abraços.

Luiz Oscar Matzenbacher

na foto, Mário de santi, O loko Matz, sua esposa de então, a Lúcia, agachados Dilza de Santi, Olir Zavaschi,entre outros.

Regalito catarina

Mais uma foto dos gaúchos e gaúchas felizes, descobrindo que "o mar é para quem o sabe amar", em Bombinhas dos anos 1970/1980.
Saudades dos bons tempos.
Luiz Oscar Matzenbacher

acervo de Mario de santi e renato Cyppel.



Nosso correspondente " informal" em sua casa de Porto Belo!


Olides, esta última foto sou eu em minha casinha, em Porto Belo. Modesta, bem distante do mar, mas no meu cantinho sossegado, para escrever meus livros e desfrutar de uma aposentadoria. O começo foi cedo em 1962, como auxiliar de escritório na Samrig, no Setor de Comunicação.

Abraços.
Luiz Oscar Matzenbacher

De São Borja

Diversas

*Sem a presença do jornalista Carlos Bastos, a Câmara Municipal de São Borja deu início,ontem, aos eventos dos 50 anos da LEGALIDADE( movimento que impôs Jango na presidência da República). O jornalista não foi por motivos pessoais.

*Na quinta da semana passada, o prefeito Mariovane Weis andava a cata do celular da deputada Juliana Brizola pra pedir seu apoio a presidência da Famurs.


*O GUAIPECA, na rua Fernando Machado, foi escolhido pro happy hour dos sãoborjenses da Câmara Municipal que estiveram na capital pra fazer curso na semana passada. E lá encontraram um garção sãoborjense também.Virou tudo em família.

De São Borja

A ex- primeira dama Maria Thereza Fontella Goulart participou ontem na Matriz da Igreja de São francisco de Borja da missa de sétimo dia pela alma de dona IOLANDA MARQUES GOULART, falecida na semana passada, em Porto Alegre, aos 95 anos. Ela era a última das irmãs do ex-presidente Jango viva.

PSDB

Que derrota da ex-governadora dentro do PSDB!

Está colhendo o que plantou!!!!!

O unico a gravar a entrevista do Jango

Tensão e tumulto na entrevista de Jango, que teve um único jornalista a gravá-la, Júlio Pacheco,então com 17 anos e já dos quadros da Gaúcha.

Também estão na fotoMarco Aurélio Barbosa, Carlos Conturusi(fotógrafo muito ligado a Brizola)Eloidi Rodrigues,Marne Barcelos,Amir Domingues( da rádio Guaíba) Fernando Barros e Flávio Gonçalves Dias.

a foto é do acervo do Julinho Pacheco.

Quando chegou do Uruguai,depois de negociar a posse na presidência, condicionado ao parlamentarismo, Jango teve que dar um desdobre do tamanho do Beira-Rio: muitos dos jornalistas que o esperavam na Piratini, tinham virado militantes da causa de brizola, ou seja, a Legalidade, isto é, a posse de Jango no presidencialismo.

Habilmente, Jango foi desdobrando as perguntas mais difíceis de todos eles, e o único que tinha um gravador a mão era o Julinho Pacheco. Ele tinha então 17 anos e estava começando na Gapucha. Depois doi diretor da RBS e hoje está na rede Vida.

Julinho acompanhou o papo do Jango com sua gravaodra portátil GRUNDIG, o último grito no radiojornalismo de então.

Era acondicionada em uma maleta parecida com a dos médicos.

Poucos dias depois da entrevista, por sinal, muito tumultuada, com alguns jornalistas gritando com Jango, Julinho Pacheco providenciou a transcrição da integra do material, que em parte saiu meio deturpada pela gritaria do encontro do Jango com os coleguinhas. Muitos anos depois, Norberto da Silveira teve acesso ao conteúdo da mesma a publicou num livro que ele editou.


De São Borja

Sucesso da EXposição dos 50 anos da Legalidade!


Plenário da Câmara de VEreadores de São Borja completamente lotado! Completamente.
Grande sucesso.
Apresentação do Coral das crianças do Colégio Tereza Verzeri cantou o hino da Legalidade, de forma emocionante.
Após 12 gaúchos pilchados entraram no plenário carregando os banner's da exposição de fotos que conta o que foi o levante.
Depois foi apresentado um vídeo produzido pela Câmara.
Cassiá Carpes presentando a AL discursou, depois o Mariovane, Celso e Dr. Dino Lopes palestrou sobre o tema.
Estou feliz por ter dado certo... minha idéia da exposição de banner, a câmara de Itaqui e Alegrete já solicitaram a mesma.
Fiquei contente com a resposta ao nosso trabalho.
Abraço Olides.
Tu faz parte desse sucesso!

Letier

Segue fotos do lançamento da Legalidade.

Platéia antes do início do evento


Apresentação do Coral


Parte dos banner's da exposição itinerante

Vereador Celso discursando


Mesa dos trabalhos da Sessão Solene

Entrega de troféu de participação ao Dr. Dino Lopes, Ex-Vereador e palestrante do evento

3º FÓRUM INTERNACIONAL DE
RESÍDUOS SÓLIDOS EM JUNHO

Será realizado de 13 a 15 de junho de 2011, no Centro de Eventos
da Fiergs, em Porto Alegre, o 3º Fórum Internacional de Resíduos Sólidos,
numa promoção do Instituto Venturi para Estudos Ambientais, Centro Nacional
de Tecnologias Limpas (CNTL/SENAI-RS) e do Banco de Resíduos/Conselho de
Cidadania.
Nesta sua terceira edição, o Fórum consolida-se como o evento
técnico e científico mais importante da Região Sul, no tema resíduos
sólidos, abrangendo desde estudos acadêmicos até a visão governamental e
empresarial.
Terá por foco o debate sobre o melhor gerenciamento integrado de
resíduos sólidos entre o setor privado, municípios e prestadores de serviços
de limpeza urbana - aspecto-chave para o meio ambiente e a saúde pública.
Informações adicionais sobre o Fórum já podem ser obtidas pelos
fones (51)3024-4008 / 4101-6186 ou e-mail forum@institutoventuri.net.br /
site www.institutoventuri.com.br/forum2011

Todt Comunicação

Páscoa

Para ler clique aqui.


Deputado defende no plenário da Câmara a legalização da maconha e o plantio para consumo pessoal

Evandro Éboli - O Globo

BRASÍLIA - Escolhido pelo Ministério da Justiça o interlocutor do governo para revisão da lei sobre drogas, o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) defende a legalização da maconha e do porte de pequenas quantidades para consumo pessoal. Em discurso na tarde desta quarta-feira, no plenário da Câmara, Teixeira citou exemplos de países que descriminalizaram o porte de pequenas quantidades, como Portugal e México. Teixeira defendeu também o fim da pena de prisão para o viciado que, para sustentar seu vício, vira um traficante. - No caso da maconha, por exemplo, é possível legalizar sim, desde que tenhamos uma regulamentação mais severa do que a que existe hoje para o álcool e o tabaco. É possível e necessário fazer uma política de transição entre o estágio atual e a legalização, com a descriminalização do uso e da posse de pequenas quantidades para o uso pessoal. Defendo que o Brasil também faça a descriminalização do uso e do porte para consumo próprio - disse Paulo Teixeira.
" No caso da maconha, por exemplo, é possível legalizar sim, desde que tenhamos uma regulamentação mais severa do que a que existe hoje para o álcool e o tabaco "
O deputado afirmou que a descriminalização reduziu o consumo a maconha nos países que adotaram essa medida. Teixeira acredita que não pode dividir a questão da droga apenas entre usuário e traficante.
- É uma separação que nem sempre é simples e que pode gerar injustiças. Um usuário que em razão de uma dependência química passa a comercializar a substância para garantir o seu consumo não pode ser tratado da mesma forma do que a pessoa que busca o lucro nestas atividades, exerce controle territorial sobre regiões e usa de violência e mortes para cobrar eventuais dívidas. A pena de prisão pode provocar mais danos à sociedade do que outra forma de punição, mais eficiente para combater esta dependência e com menos impactos na vida do indivíduo.
" Um usuário que em razão de uma dependência química passa a comercializar a substância para garantir o seu consumo não pode ser tratado da mesma forma do que a pessoa que busca o lucro "
O parlamentar petista também é a favor do plantio da maconha para consumo pessoal, desde que com acompanhamento médico.
- O nosso país também precisa regular o autoplantio, com licenças concedidas pelo Ministério da Saúde e acompanhamento médico, para permitir que, as pessoas que queiram, possam consumir maconha sem ter de recorrer a criminosos para adquiri-la.
Outra proposta de Paulo Teixeira é a criação de locais de uso seguro da droga para viciados crônicos e permissão de tratamento a substituição da droga pesada por uma mais leve, como ação de redução de danos. Essas unidades seriam instaladas em hospitais.
- É importante que a comunidade médica brasileira discuta como fazer o tratamento do dependente crônico e problemático, inclusive com a análise de estratégias que deram certo em outros países, como os tratamentos de substituição de uma droga ilícita por substância lícita ou ilícita, a prescrição médica de substância ilícita e a criação de salas de uso seguro, para que as pessoas possam fazer o consumo seguro e com os efeitos da droga monitorados.
Para o deputado, a proibição do consumo de maconha leva o usuário a entrar em contato com criminosos, o que poderia ser evitado.
- Há grande procura por drogas na sociedade brasileira. Parte do consumo destas substâncias ilícitas é eventual e não apresenta risco à sociedade. São pessoas que usam maconha, por exemplo, sem que o consumo prejudique a sua vida social e produtiva. Como no álcool, existe muita gente que faz o uso responsável e uma parte que acaba tendo problemas causados pelo abuso. A proibição também provoca que estes consumidores tenham um contato com criminosos que eles próprios, em muitos casos, não gostariam de ter. Por conta desta relação, os usuários passam a ser estigmatizados pela sociedade e, em muitas situações, apontados injustamente como responsáveis pelo financiamento do crime organizado.
Paulo Teixeira afirmou que encaminhará suas propostas ao Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (Conad), cujo secretário-geral é o general Paulo Roberto Uchôa, secretário Nacional Antidrogas.
EM 17 de abril de 2011
Plantou, fumou, pirou: líder do PT defende a criação de Cooperativas de Maconheiros.
O líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP), defende a liberação do plantio de maconha e a criação de cooperativas formadas por usuários. Num recente debate sobre o assunto, o deputado disse que a política de "cerco" às drogas é "perversa" e gera mais violência. Dilma assumiu o governo incluindo entre suas prioridades o combater "sem tréguas" ao crime organizado e às drogas. Em janeiro, a presidente desistiu de nomear o então secretário Nacional de Justiça Pedro Abramovay para a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas depois que ele sugeriu numa entrevista a adoção de penas alternativas para pequenos traficantes.

Assim como Abramovay, o líder do PT na Câmara afirmou que a prisão de pequenos traficantes contribui para engrossar as fileiras das organizações criminosas. "São mães de família que sozinhas têm que criar os filhos e passam a vender", disse o deputado. "As prisões têm levado a organizar a violência contra a sociedade." Teixeira falou sobre o assunto num debate organizado pelos grupos "Matilha Cultural" e "Desentorpecendo a Razão" em São Paulo, em 24 de fevereiro, um mês após a queda de Abramovay. Um vídeo com a íntegra da exposição foi publicado no blog do deputado e no site Hempadão (cujo título faz uma brincadeira com as palavras "hemp", maconha em inglês, e "empadão").

Teixeira disse no debate que o governo deveria autorizar a criação de cooperativas para o plantio e a distribuição da maconha. "O melhor modelo é o da Espanha: cooperativas de usuários, onde se produz para o consumo dos próprios usuários, sem fins lucrativos", afirmou. O líder do PT disse que, se comer sanduíches do McDonald's, "talvez o maior crime", não é proibido, o governo não poderia impedir também o plantio de maconha. "Cabe ao Estado dizer que faz mal à saúde. Não existe crime de autolesão. Se eu quero, eu posso usar, tenho direitos como usuário. E isso o Estado não pode te negar."

Segundo ele, a forma como o governo e alguns juízes tratam as drogas é um tiro no pé: não garante a segurança nem a saúde dos usuários. A Folha fez vários pedidos de entrevista ao deputado desde 16 de março, mas sua assessoria não deu resposta. No debate de fevereiro, Teixeira fez um apelo aos usuários de maconha: "Só a coragem pública daqueles que vão às ruas discutir fará com que esse tema avance". Ele disse que irá sugerir ao Ministério da Justiça que o Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas faça um projeto com as "mudanças óbvias".

O deputado afirmou ainda que pedirá o apoio do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB) -defensores da descriminalização de drogas. Para o líder do PT, a proliferação do crack complicou a discussão sobre a maconha. "Ele não é o todo, ele é uma parte. É o resultado dessa política de cerco. Ele não pode interditar o debate sobre as demais drogas recreativas". Ao defender a regulamentação do plantio da maconha, Teixeira afirmou que isso não aumentaria a oferta da droga. "Esse cenário que as pessoas têm medo, de que "no dia em que legalizar, vão oferecer ao meu filho", não é o futuro, é o presente. Hoje liberou geral. É mais fácil adquirir drogas na escola do que comprar antibióticos." A legislação atual prevê medidas socioeducativas para usuários da droga apanhados em flagrante e prisão para os traficantes. (Da Folha de São Paulo)

REMETIDO POR: SERGIO OLIVEIRA - CHARQUEADAS - RS


MOVIMENTO DE JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS/Brasil INFORMA:

Anistia. Memória e justiça

Contribuem para este debate os seguintes entrevistados: Cecília Coimbra, Castor Ruiz, Edson Teles, Jair Krischke, José Carlos Moreira Filho, José de la Fuente, Nora Hochbaum, Paulo Abrão e Reyes Mate.
Países como Argentina, África do Sul, Chile e Espanha, entre outros, têm, no que se refere à anistia, à memória e à justiça dos crimes cometidos durante os regimes ditatoriais que assolaram seus povos, uma experiência diferente da nossa, no Brasil. Mais de 40 anos depois do golpe militar de 1964, ainda não conseguimos desatar este nó. A presente edição da revista IHU On-Line volta a debater o tema neste inicio do governo da presidenta Dilma Rousseff.


Revista do Instituto Humanitas Unisinos

Entrevista c/ Jair Krischke: A lei da anistia e o esquecimento da barbárie da ditadura

http://www.ihuonline.unisinos.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3782&secao=358


A lei da anistia e o esquecimento da barbárie da ditadura

A verdade completa sobre o terrorismo de Estado brasileiro precisa vir à tona, acentua Jair Krischke. Resquícios do entulho autoritário continuam existindo, como o paradigma da impunidade e a violência das polícias, vinculadas ao Exército brasileiro

Por: Márcia Junges

Com a Lei de Anistia os militares brasileiros queriam “promover o esquecimento do barbarismo que promoveram durante os largos anos de ditadura. Equivocaram-se redondamente! A toda hora, saltam dos mais variados ‘armários’ esqueletos que os interrogam com toda a veemência. Não haverá trégua até que se conheça toda a verdade sobre o terrorismo de Estado que foi promovido no Brasil”.
A constatação é de Jair Krischke na entrevista que concedeu por e-mail à IHU On-Line. Para ele, um dos problemas mais graves que enfrentamos em nosso país é a impunidade, que vai se consolidando como paradigma. “Muito se fala em reconciliação da sociedade brasileira, mas esquecem-se de que, para haver uma verdadeira reconciliação, faz-se necessário, fundamental mesmo, o autor da ofensa reconhecê-la como de sua autoria, arrepender-se e pedir perdão à vitima. Com o ânimo ainda existente nas forças armadas brasileiras, seria possível esperar este gesto?” E completa: “Historicamente, os militares sempre se dão bem no Brasil, mesmo quando praticam crimes os mais horrendos”.

Jair Krischke é ativista dos direitos humanos no Brasil, Argentina, Uruguai, Chile e Paraguai. Em 1979, fundou o Movimento de Justiça e Direitos Humanos do Rio Grande do Sul, a principal organização não governamental ligada aos Direitos Humanos da Região Sul do Brasil. Também é o fundador do Comitê de Solidariedade com o Povo Chileno.

Confira a entrevista.

IHU On-Line - Hoje a Lei de Anistia brasileira representa esquecimento? Por que e em que sentido?

Jair Krischke - A memória, diz Pilar Calveiro, encarrega-se de desfazer e de refazer, sem tréguas, aquilo que evoca. Porque é um ato de recriação do passado desde a realidade do presente, projetando-se para o futuro. É desde as premências atuais que se interroga o passado, rememorando-o. Entretanto, ao mesmo tempo, é das particularidades desse passado, respeitando suas coordenadas específicas, que podemos construir uma memória fiel. Certamente, os militares brasileiros pretendiam com esta Lei de Anistia promover o esquecimento do barbarismo que promoveram durante os largos anos de ditadura. Equivocaram-se redondamente! A toda hora saltam dos mais variados “armários” esqueletos que os interrogam com toda a veemência. Não haverá trégua até que se conheça toda a verdade sobre o terrorismo de Estado que foi promovido no Brasil.

IHU On-Line - Como compreender que a Lei de Anistia tenha abrangido crimes contra a humanidade, como aqueles perpetrados pelos militares torturadores?

Jair Krischke - Qualquer pessoa, razoavelmente alfabetizada, lendo o texto da Lei de Anistia, poderá entender que não é bem assim. Senão, vejamos:
Art. 1º - É concedida anistia a todos quantos, no período compreendido entre 2 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979, cometeram crimes políticos ou conexo com estes, crimes eleitorais, aos que tiveram seus direitos políticos suspensos e aos servidores da Administração Direta e Indireta, de fundações vinculadas ao poder público, aos Servidores dos Poderes Legislativo e Judiciário, aos Militares e aos dirigentes e representantes sindicais, punidos com fundamento em Atos Institucionais e Complementares.

§ 1º - Consideram-se conexos, para efeito deste artigo, os crimes de qualquer natureza relacionados com crimes políticos ou praticados por motivação política.
Os agentes do Estado, quer sejam civis ou militares, não podem cometer “crimes políticos ou conexos”, pois representam o “Estado”, que, no exercício de seu múnus, não praticam atos “políticos”, e sim atos de Estado. É por essa razão que nós, os militantes de direitos humanos, chamamos estes acontecimentos de “terrorismo de Estado”

IHU On-Line - Por que foi escolhido o recurso da anistia na esteira pós-ditadura com o recorte específico que teve? Quais são suas principais limitações e por que ela não pode valer para ambos os lados (os que lutavam pela liberdade do Brasil, e aqueles que se valiam do aparato estatal para cometer crime de lesa-humanidade)?
Jair Krischke - O recurso da Lei de Anistia tem um histórico muito expressivo na América Latina, seguidamente sacudida por ditaduras cruéis. É a forma de reconciliar aqueles que, frente à tirania, decidiram rebelar-se, lutando para reconquistar um patamar democrático aceitável. Estes, sim, são passiveis dos benefícios da anistia e ninguém mais. Na Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão (Revolução Francesa), já se encontrava consagrado o direito à rebelião:

Art. 2.º A finalidade de toda associação política é a conservação dos direitos naturais e imprescritíveis do homem. Esses direitos são a liberdade, a propriedade, a segurança e a resistência à opressão.
Também na novel constituição portuguesa encontramos:
Artigo 21.


Direito de resistência

Todos têm o direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e garantias e de repelir pela força qualquer agressão, quando não seja possível recorrer à autoridade pública.
Não ser igual para ambos os lados, creio haver respondido anteriormente. Mas sempre é bom chamar a atenção para o seguinte:

Lei de Anistia

§ 2º - Excetuam-se dos benefícios da anistia os que foram condenados pela prática de crimes de terrorismo, assalto, sequestro e atentado pessoal.
Este parágrafo 2º diz claramente o que não foi anistiado pela Lei, os chamados “crimes de sangue”. Depois da promulgação da lei, muitos militantes continuaram presos, tanto que até greve de fome fizeram.

IHU On-Line - O que uma nova interpretação da lei da anistia pode representar para a memória e os direitos humanos no Brasil? E como isso pode repercutir na consolidação da nossa democracia ainda jovem e imperfeita?

Jair Krischke - Não se trata de uma nova interpretação, trata-se tão só e simplesmente de interpretá-la corretamente. Além do mais, com a decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos, que condenou o Brasil por descumprir sua obrigações internacionais, determinou que a Lei de Anistia é totalmente inválida, no que se refere a impunidade dos repressores, não sendo reconhecida em nível internacional.
Quanto à memória, ou seja, o conhecimento da verdade dos acontecimentos, ao que parece vamos lentamente avançando. Isto porque encontra-se no Congresso Nacional um projeto de lei quer trata da criação de uma “Comissão da Verdade” que, segundo a impressa, é prioritário para a presidenta Dilma. São atos e fatos que vão consolidando uma jovem democracia, de um país que não é muito afeito a ela.

IHU On-Line - A Justiça brasileira está longe de seguir os exemplos dos tribunais da Argentina, Chile e Uruguai, que já abriram seus arquivos da época da ditadura? Como esses países lidaram com o pós-ditadura?

Jair Krischke - A Justiça, quer seja no Brasil ou em qualquer outra parte, é sempre o último poder a redemocratizar-se. A Constituição diz solenemente que todo o poder emana do povo e em seu nome será exercido. Não conheço qualquer pessoa que, em um pleito eleitoral, tenha sido chamada a votar em juízes e desembargadores. Para cúmulo, nosso Supremo Tribunal Federal, provocado pela OAB Nacional, pronunciou-se pela constitucionalidade da Lei de Anistia, tal qual a interpretam os que violaram os direitos humanos dos brasileiros. Mesmo os ministros que votaram favoravelmente, o fizeram usando uma argumentação simplesmente lamentável.

Em relação à Argentina, o Supremo Tribunal julgou absolutamente inconstitucional as leis de Obediencia Debida e a de Punto Final. Daí em diante, toda a Justiça da Argentina retomou os julgamentos de muitíssimas causas, com um número apreciável de condenações. No Uruguai passou-se o mesmo: sua Suprema Corte entendeu inconstitucional a Lei de Caducidad, para alguns casos, que foram demandados. Por outro lado, o plebiscito que pretendia anular a referida Lei de Caducidad foi derrotado nas ultimas eleições, impedindo assim, uma total abrangência. Mas, mesmo com dificuldades, o último presidente eleito antes do golpe, Bordaberry (um golpista por excelência), e o presidente da ditadura, general Gregório Alves, cumprem pena de 25 anos de prisão, bem como um ex-ministro de Relações Exteriores, e vários oficiais de alta patente.
No Chile, mesmo vigente uma Lei de Anistia, vários generais e coronéis cumprem largas penas de prisão. Na verdade, poucos arquivos foram abertos; porém, já se tem acesso a muito material da repressão nestes países. Como se pode ver, nada de maior aconteceu no processo de redemocratização dos países referidos, prova de que é possível avançar, consolidando a democracia em nossos países.
Mesmo sem a abertura de arquivos, vamos progredindo a cada dia. São aquelas vítimas que, amedrontadas, ainda não haviam contado suas histórias, o que está acontecendo agora. Por exemplo, agora mesmo, um cidadão argentino que vivia com sua família e trabalhava em Passo Fundo, foi vítima de uma Operação Condor, em 12 de setembro de 1978. Na ocasião, intervimos com o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados e conseguimos levá-los para a Suécia, na condição de asilado. Nunca mais tive notícias deles. Agora, ele reaparece, bem documentado, provando o que lhe aconteceu naqueles dias.

IHU On-Line - Não se trata de vingança, mas de justiça o fato de se punir os crimes cometidos contra a humanidade no período da ditadura brasileira. Poderia comentar essa diferença de interpretação quanto ao que realmente significa punir os torturadores?

Jair Krischke - Punir aos torturadores significa fazer justiça tão somente. Um dos mais graves problemas de nosso país é justamente a impunidade, que certamente se origina neste fato, ou seja, se pode matar, torturar, desaparecer que não acontece nada. Esta cultura pouco a pouco vai impregnando o tecido social, tornando-se paradigma. Muito se fala em reconciliação da sociedade brasileira, mas esquecem-se de que, para haver uma verdadeira reconciliação, faz-se necessário, fundamental mesmo, o autor da ofensa reconhecê-la como de sua autoria, arrepender-se e pedir perdão à vitima. Com o ânimo ainda existente nas forças armadas brasileiras, seria possível esperar este gesto?

IHU On-Line - Na Europa há toda uma conscientização sobre o que significou o Holocausto. Já no Brasil, os anos de chumbo da ditadura são maquiados, para dizer o mínimo. O que explica essa diferença de conduta e compreensão?

Jair Krischke - Vejamos alguns dados.

Tribunal de Nuremberg
285 dias de julgamentos
Ouviu 240 mil testemunhas – anotou 300 mil declarações – gerando 4 bilhões de palavras
Acusação final: 25 mil páginas
Condenados: 9 à morte – 12 à perpétua – 6 a penas de 10 a 20 anos – 3 absolvidos.

É a diferença de cultura. Aqui, os poderosos podem tudo! Historicamente, os militares sempre se dão bem no Brasil, mesmo quando praticam crimes os mais horrendos.

IHU On-Line - A violência das Forças Armadas do período ditatorial migrou para que outras instituições brasileiras? A semente da violência atual do aparato policial foi plantada na ditadura?

Jair Krischke - Vamos examinar alguns dados sobre o aparelho repressivo no Brasil:
Número de agentes: 24 mil
Prendeu por razões políticas: 50 mil pessoas
Torturou: 20 mil pessoas
É bom ter em conta que nossas polícias sempre foram violentas e adeptas da tortura. O que mudou com a ditadura foi a sofisticação da tortura. Também faz parte do entulho autoritário a criação das polícias militares por Decreto Lei, vinculadas ainda hoje ao Exército brasileiro. Em Brasília, no famoso Forte Apaches, existe uma porta com a placa “Inspetor Geral das Polícias Militares”, exercido por um general. Sempre é bom lembrar, quando nos dizem, por exemplo: a Brigada Militar tem 170 anos. Sim, é verdade, mas como exército particular do governador do estado, é o mesmo caso das Forças Públicas de São Paulo, Minas Gerais e Pernambuco.


DE São Borja

TODOS OS CAMINHOS LEVAM A SÃO BORJA


O EX-DEPUTADO FEDERAL ROBERTO JEFFERSON, SIM AQUELE DO MENSALÃO, QUE DISSE SAI DAÍ ZÉ, ESTÁ CHEGANDO A SÃO BORJA. O QUE IRÁ FAZER ELE NA TERRA DOS PRESIDENTES. SÓ FALTA QUE ESTEJA INDO TAMBÉM PRA BARRANCA. NÃO DUVIDO!


Estelionato travestido de fé

-“Aquele seu dinheiro na poupança, aquela sua moto, aquele seu carro, aquele seu apartamento... entregue para o senhor! Ele te dará em dobro e você estará a salvo no reino dos céus”. – Ao digitar o tema: “Estelionato nas igrejas” no site youTube vários vídeos desta lamentável prática são encontrados. Abusando da fragilidade emocional e até mesmo da ignorância das pessoas algumas igrejas usam a fé como uma ferramenta eficaz na obtenção de lucro. Neste sentido, até que ponto uma instituição religiosa deve estar amparada pelo art. 19 da Constituição Brasileira ou enquadrada no art. 171 do código penal?

Evidentemente que o debate entre ciência e religião – quando contido de argumentação inteligente e respeitosa – é bastante profícuo para a sociedade. Quando, porém, o diálogo dá lugar à imposição ideológica, então a autonomia do ser humano se perde e é ferida. Desta forma, no momento em que uma instituição que se diz religiosa usa de argumentos ilógicos, porém persuasivos, para a obtenção de um dinheiro não tributado e prometendo, para tanto, a salvação divina, fica bem claro a tipificação do ato criminoso de estelionato (art. 171 do Código Penal Brasileiro).

Por outro lado, é necessário enaltecer o trabalho de instituições sérias que recebem dinheiro e prestam contas de sua movimentação financeira, tendo na ação prática a concretização do seu discurso. Até porque quando isto não ocorre a hipocrisia fica caracterizada, como por exemplo, uma pessoa promíscua falar de fidelidade; um inadimplente que passa cheques sem fundos falar de responsabilidade; o agressor da esposa falar de valores da família; etc.

Felizmente o Brasil é um Estado laico que prima pela liberdade de escolha e prática religiosa do seu povo, apesar de concessões públicas de canais de TV aberta para algumas igrejas específicas. De um modo geral, este país tem uma população que convive pacificamente com a diversidade cultural e religiosa, ao contrário de alguns países com religiões fundamentalistas que justificam a guerra por causa da interpretação equivocada de seus livros sagrados. É importante, contudo, salientar que há no Brasil um mascaramento do estelionato travestido de fé, em que a “salvação” é vendida como maçã em feira. Isto num processo de lavagem cerebral de pessoas – na maioria das vezes humildes- que estão perdendo o patrimônio em detrimento da riqueza de verdadeiros ladrões que se dizem profetas. Por fim, urge o Ministério Público avaliar até que ponto tais instituições estão perto do art. 19 ou do 171, isto porque um país sério não se constrói com golpistas.

Hermison Frazzon da Cunha


Exposição Itinerante dos 50 anos da Legalidade inicia pela Escola Getúlio Vargas



Após o lançamento oficial na noite do dia 18 de abril na Câmara de Vereadores de São Borja, a Exposição Itinerante em comemoração aos 50 anos da Legalidade foi inaugurada na terça – feira, 19 de abril, pela manhã, na Escola Estadual Getúlio Vargas.
Alunos da oitava e terceiro ano participaram do ato no salão de eventos da escola, que foi aberto pelo Professor Alvino Felício. Na oportunidade, o Presidente da Câmara de Vereadores, Celso Lopes, entregou a Diretora da Escola, Vera Wermuth, o vídeo para ser trabalhado com os alunos, o edital do concurso de redação, os folders para distribuição e uma lembrança dos 50 anos da Rede da Legalidade para ficar registrada a passagem da exposição pelo colégio.
A exposição fica na escola por uma semana. Depois parte para outro colégio. Escolas interessadas em receber a exposição podem agendar através do telefone 34314150.
--
Assessoria de Imprensa Câmara Municipal de Vereadores de São Borja/RS


Projeto prevê ampliação e restauração do Museu Getúlio Vargas



O projeto de ampliação e restauração de um dos principais pontos turísticos de São Borja foi apresentado na última sexta-feira (15/04). As diretoras da Lahtu Sensu Administração Cultural e Cida Planejamento Cultural, Lúcia Silber e Maria Aparecida Herok, co-produtoras do projeto, realizaram uma explanação na Sala do Servidor Iolanda Rebés Guimarães demonstrando quais etapas foram efetuadas e quais ocorrerão nos próximos meses. A representante da Art/Meio Propaganda, Mara Kunzler, expôs o novo logotipo do Museu.

O material demonstrado foi o mesmo encaminhado ao Sistema Pró-Cultura da Secretaria Estadual da Cultura. No órgão o projeto está em análise, com o objetivo de receber os benefícios da Lei de Incentivo à Cultura do Estado. Se aprovado, o projeto será patrocinado pela AES Sul. Em 2008/2009, a empresa investiu recursos no restauro do Memorial João Goulart.

A produtora cultural Lúcia Silber detalhou todos os passos realizados até agora. Em 2009, a Prefeitura investiu recursos para realização do levantamento cadastral do projeto. Em 2010, a AES Sul investiu diretamente R$ 50 mil para a contratação dos projetos técnicos de arquitetura e complementares. “Os técnicos ficaram impressionados com o acervo do Museu. São exclusivos e nem o Museu do Catete, no Rio de Janeiro, possui um acervo tão singular”, destacou Lúcia.

Em pesquisa foi realizada para definir qual imagem de Getúlio ilustraria o logotipo. A escolhida foi a imagem clássica de Getúlio pousando com a faixa presidencial. De acordo com Mara Kunzler, o tom em bronze remete ao apreço pela terra que o ex-presidente possuía.

O coordenador operacional da AES Sul em São Borja, Cristiano Pires, enfatizou a parceria com o município nos restauros do Memorial João Goulart e agora do Museu Getúlio Vargas: “O investimento realizado pela AES Sul é uma valorização da comunidade em que está inserida, do patrimônio histórico e cultural da cidade e da memória de dois presidentes que marcaram a história do país”.

Para o prefeito em exercício, Jefferson Olea Homrich, “São Borja possui uma história conhecida em todo o país através de Getúlio e Jango e as reformas dos museus que os representam valorizam ainda mais o legado deixado por eles”. Jefferson também destaca a parceria com a AES Sul, que investirá recursos na reforma e ampliação do Museu: “A AES Sul ficará marcada na história de São Borja e será sempre lembrada por patrocinar estes projetos tão importantes”.

O Museu Getúlio Vargas é imóvel tombado pelo patrimônio do Estado. O projeto abrange, além das obras físicas de restauro e ampliação, a implantação de um novo projeto expográfico (o conjunto de registros de objetos que estão em exposição). As ações atenderão aos padrões museológicos contemporâneos e buscam qualificar o espaço.

O projeto é uma promoção da Prefeitura de São Borja, com realização da Lahtu Sensu e Cida Planejamento Cultural. Com a aprovação no Pró-Cultura, passará a contar com o financiamento da Secretaria de Cultura do Rio Grande do Sul e patrocínio da AES Sul. Conta ainda com o apoio do IPHAE – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado e da UNIPAMPA/São Borja.

NOVO PARTIDO

Não, não é o PSD do Kassab; na Bahia, em diversos municípios estão sendo criados diretórios de um certo
Partido dos Servidores Públicos e dos Trabalhadores da Iniciativa Privada do Brasil (PSPB).
Pelo menos é o que seguidamente consta no Blog Demais, de Dimas Oliveira, de Feira de Santana.

SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS


DOS DESCAMISADOS A MONTONEROS


Confluência de militantes do Movimento Nacionalista Estudantil Taquara

Olides. Sobre a origem do grupo Montoneros, aqui vai o que consegui.

Conversando com um argentino mais velho, Roberto Uribe, ele me conta que a época, Dona Evita Perón, chamava os empresários a Casa Rosada e pedia uma contribuição para a Fundação Eva Perón - nunca menos que um milhão de dólares (... isso a época!!! ) e se o sujeito não desse, era taxado pelos jornais (provavelmente pelo mesmo Lá Nación bonzinho de agora) de inimigo do "explorador dos descamisados” e outros chavões Peronistas. Segundo ele, Piazolla dizia que mais que os militares, Perón foi quem destruiu a argentina.
Continua ele... As raízes do movimento podem-se encontrar na década de 1960, na confluência de militantes do movimento nacionalista estudantil Taquara, a Agrupação de Estudos Sociais de Santa Fé, e o integração das províncias de Buenos Aires, Santa Fé e Córdoba. Destas ditas vertentes perfilam-se grupos que logo se juntam à militância católica pertencentes à classe média e alta, cujo órgão de imprensa aglutinante era a revista Cristianismo y Revolución, dirigida por Juan Garcia Elorrio. A partir dali forma-se o Comando Camilo Torres, o qual, junto ao grupo conduzido por José Sabino, podem ser consideradas as células iniciais de Montoneros.
A 30 de junho de 1969 na sede da União Operária Metalúrgica na Rua La Rioja 1945 da Capital Federal, foi assassinado Augusto Timoteio Vandor por um grupo comando que se identificou mediante um "Parte de guerra" como "Exército Nacional Revolucionário" Este grupo era integrado por vários dos quadros combatentes do que logo seria a organização Montonero. Participaram da operação: Carlos Garride, Rodolfo Walsh e dardo cabo entre os mais notórios. Na realidade, este comando foi inicialmente o gérmen de uma organização político militar, denominado “Descamisado”, que em 1972 se dissolveria e integraria em Montoneros.
A mim parece que os argentinos são hiperbólicos. Ou seja. Conceitos essenciais ao desenvolvimento do trabalho, que por eles poderia ser desenvolvido por muito tempo sem, na realidade serem molestados. Por isso digo que: Como seria a situação da Argentina hoje, se os Montoneros tivessem chegado ao poder, antes de começar a se matar uns aos outros. O grupo é um dos responsáveis pelo Massacre de Ezeiza, , episódio em que, na volta de Perón do exílio, ocorreu a morte de dezenas de participantes. O pior atentado do grupo aconteceu em 1976, quando fizeram explodir uma bomba na Polícia Federal Argentina, com 24 mortos.
Com o tempo, o grupo Montonero passou a perder o apoio da população, isolando-se. Seu fim tornou-se claro com o chamado Processo de Reorganização Nacional, iniciado após a destituição de Isabelita Perón, viúva de Perón, da presidência. Devido às estratégias e investigações ilegais, o grupo foi sistematicamente perseguido pelo regime militar de Jorge Videla, tendo hoje muitos de seus ex-integrantes nas listas de desaparecidos durante a ditadura na Argentina.
Um braço. Gelson.


Em 1970 os Montoneros fizeram uma estréia explosiva na política, seqüestrando e assassinando o general e ex-presidente Pedro Aramburu. Em 1955, ele havia liderado o golpe militar que depôs Perón. Um dos atos da ditadura recém-estabelecida foi sumir com o cadáver de Evita, que estava exposto na principal central sindical do país. O corpo permaneceu desaparecido por quase 20 anos – uma das exigências dos Montoneros para soltar Aramburu era que os militares devolvessem Evita. Ora, o peronismo não acabou com a deposição e exílio do líder. Pelo contrário, a ausência lhe deu um ar místico e o movimento idealizou a figura do ex-presidente e de sua primeira-dama. Na radicalização política dos anos 60, um grupo de católicos de esquerda misturou Cristo, Marx, Perón e Evita e fundou os Montoneros. O nome é o das antigas colunas guerrilheiras dos Pampas, uma espécie de cangaço que existiu na época das guerras civis do século XIX.

É claro que essa mistura inconsistente e explosiva não podia dar boa coisa e poucos grupos de luta armada foram tão ousados e violentos. Na mesma época, acontece, vinganças regadas a sangue e degolas, pouco comuns na, até então Argentina enlouquecida pelas paixões e agressões políticas, que nem a morte consegue encerrar. Em tempo: os Montoneros seqüestraram novamente Aramburu – isto é, seu cadáver – quatro anos depois da primeira vez. Exigiram novamente a devolução do corpo de Evita. Foram atendidos.
Tudo começa com Evita... Um mito, discutindo sua meteórica ascensão de atriz de rádio de segunda linha ao posto de primeira-dama, papel que exerceu de forma inovadora, posicionando-se como uma figura pública com uma mensagem social na era de política de massas. Alguém então começa a examinar as velhas fotos, os vestidos de Evita e faz uma análise inovadora da propaganda dos peronistas, mostrando como estavam atentos para a força política do rádio, do cinema e da fotografia.

“ Tudo é esmiuçado do mesmo modo que são verificados os documentos dos Montoneros, seus manifestos distribuídos para as massas operárias que consiste num gênero literário de suspense e melodrama cristão, que aos poucos vai desvendando as entrelinhas de sua correspondência com Perón. Exilado na Espanha, o ex-presidente achou que podia manipular seus jovens e revolucionários admiradores, com conseqüências trágicas para todos. Pensemos um pouco nelas, nesta semana em que a Argentina relembra os 30 anos de seu mais recente golpe militar. Oxalá tenha sido o último.


Vale dos Vinhedos nos preparativos para Encenação da Sexta- Feira Santa

No dia 22 de abril, às 19h, será realizada a 14ª edição da Encenação e Procissão da Sexta-feira Santa no distrito de Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves. Vinho, tenho certeza, não faltará.
A abertura da encenação terá início na Gruta do Ceará da Graciema, com a Benção da Macela (ou Marcela) pelos padres da Paróquia de Cristo Rei e apresentação do tema da Campanha da Fraternidade 2011 "A criação geme em dores de parto" realizada por estudantes do Colégio Sagrado Coração de Jesus de BG. A seguir haverá a encenação da Santa Ceia com os 12 apóstolos e a condenação de Jesus Cristo. Durante a caminhada de aproximadamente 700 metros até o Morro da Paixão (onde estão localizadas as antenas de rádio), será encenada a Via Sacra. Na chegada ao morro acontecerá a encenação de crucificação, morte e ressureição com jogo de luzes e som. A organização conta com mais de 80 participantes, sendo sua maioria pertencentes das 11 comunidades que formam o Vale dos Vinhedos. Tradicionalmente, a encenação atrai muitos visitantes que realizam caminhadas até o local da apresentação. O campo de futebol da comunidade ficará disponível para estacionamento.

Blog do Ucha

SÃO BORJA REVERENCIA

QUEM A FEZ SER O QUE É....


três ícones (Brizola, Jango e Getúlio) estão enterrados no "abrigo" do trabalhismo!

A Câmara Municipal de São Borja teve sessão solene ontem para lembrar os 128 anos de nascimento do líder político - Getúlio Dornelles Vargas - que lhe deu projeção nacional e internacional.Além da sessão solene na Câmara, houve visita ao Museu Getúlio Vargas, na avenida do mesmo nome.Outras referências dizem que Getúlio teria nascido em 1882.

No Museu quem falou foi Alceu Nicola, trabalhista e hoje proprietário da estância do Itu - que fica no município de Itaqui - que se tornou célebre porque foi lá que Getúlio Vargas, ditador de 1930 a 1945, fez seu bunker para voltar ao poder em 1950, através do voto direto.

Também estiveram em São Borja para um evento do PTB(Partido Trabalhista Brasileiro) membros do partido, da direção nacional,entre eles o ex-deputado federal, Roberto Jefferson, famoso nacionalmente por ter sido o centro das atenções no episódio do mensalão, no governo Lula da Silva.

Estilo próprio

Produto de seu meio,seu tempo e sua época, Getúlio Dornelles Vargas, dizem seus biógrafos, foi um homem "fechado", que mais ouvia do que falava.

" Ele sempre via os dois lados das coisas" testemunha seu filho Maneco, o último dos filhos a morrer.

O imenso folclore político em torno da figura mais carismática do século passado no Brasil diz que ele também era um homem perverso, que brincava com as " fraquezas" humanas. Certa vez, ele dava audiência a um deputado e foi interrompido pra atender uma solicitação de um emprego.
Depois que aprovou o pedido, o suplicante fez menção de lhe beijar a mão, o que Getúlio teria recusado.

Quando o eleitor se retirou, Getúlio, testemunha o deputado que estava com ele, deu enormes gargalhadas de " desprezo" pelo gesto do eleitor que ele acabara de receber no Catete.

Outra de Getúlio: uma vez ele estava em Alegrete e seu contemporrâneo Osvaldo Aranha num discurso vibrante num comício improvisado num hotel encheu de loas a sua terra natal, Alegrete. Getúlio, quieto, teria ficado só ouvindo. No fim, perguntou a Aranha:
- E agora, Osvaldo, o que eu vou dizer lá em São Borja???!!!!

Pois a cidade que o homenageou,ontem,dia 19/04, com sessão solene na Câmara Municipal viu nascer, dar seus primeiros passos políticos e foi nela que se auto-exilou em 1945.

Do Itu, saiu para uma campanha meteórica pra voltar em 1950. Voltou definitivamente em 1954 para "descansar" no túmulo da família Vargas até que em 2004, seus restos mortais foram transladados para o Mausoléu construído na Praça XV de Novembro,em projeto do arquiteto Oscar Niemeyer.


Fa Gomes


Por parte dos poderes públicos do RS, foram paupérrimas e desajeitadas as homenagens prestadas à memória do jornalista Flávio Alcaraz Gomes. Lembro de quando o morreu o torturador estatal Romeu Tuma, ilustres gaúchos referenciaram o abominável defunto como nada mais nada menos do que um irrepreensível senador da República. Em seu programa “Guerrilheiros da Notícia” muita gente que está no poder angariou votos


comentário do vanderlei soares, no O SUL, por ocasião da morte de FAGomes....



Retrato de um técnico quando jovem jogador do Inter


11/04/2011. Escrito por Emanuel Mattos



Paulo Roberto Falcão, aos 20 anos: um desafio a seus críticos no Beira-Rio
A foto acima foi feita há 37 anos, no gramado do Estádio Beira-Rio. O treino recém havia terminado e Falcão batia bola, isolado, o que não era habitual.
Achei estranho e fui ao seu encontro. Na época, fazia a cobertura do time colorado para a Folha da Manhã, tarefa que dividia com Telmo Zanini, hoje na Rede Globo. O irrequieto matutino, então sob o comando de Ruy Carlos Ostermann sucedia a Folha da Tarde Esportiva, jornal de cor azul.
A Folha da Manhã, ao contrário, era vermelha. Na cor e nos textos, tanto que foi a última a resistir na queda de Salvador Allende, em setembro de 1973, ao manchetear que um grupo de militares defendia o presidente do Chile, o que nunca ocorreu. Pinochet tomou o poder depois de bombardear o Palácio de La Moneda, onde Allende preferiu sair morto a entregar o governo.
Naquela redação de mentes arejadas ocorreram episódios hilários. Como o dia em que Telmo Zanini levou Terezinha Morango, auto-intitulada ‘rainha da torcida colorada’, à redação, onde ela subiu em uma mesa e cantou, fato que não presenciei mas testemunhado por Afonso Licks e Vieira da Cunha.
Era uma equipe de jovens de textos brilhantes, como José Antônio Vieira da Cunha, Elmar Bones da Costa, Jefferson Barros, Arthur Monteiro, José Antônio Pinheiro Machado, Paulo de Tarso Riccordi, José Onofre, os críticos de cinema Luiz Carlos Merten e Tuio Becker, e o então presidente do sindicato dos jornalistas, João Borges de Souza. O Edgar Vasques nos fazia rir com suas charges contundentes. A ele se agregaram os talentosos Neltair Rebés Abreu, o Santiago, Ronaldo Westermann e José Guaraci Fraga.
O Esporte tinha um timaço: José Félix Valente (editor), João Carlos Ferreira da Silva, o Joca, Afonso Licks, Eugênio Bortolon, Cláudio Dienstmann, Mário Marcos de Souza, Luiz Rache Vitello, Paulo Gerson Antunes de Oliveira, Sérgio Roberto de Souza Moita, Lenora Vargas e Heloísa Knapp, o colunista Ivo Corrêa Pires e quatro setoristas para a cobertura da dupla Gre-Nal: Jodoé Souza e Sérgio Toniello acompanhavam o Grêmio; e no Inter, Telmo Zanini e eu, contratado por Antônio Britto em abril de 1974, a quem substitui quando saiu do Esporte para criar a Central do Interior da Caldas Junior. Britto, como se sabe, governou o Rio Grande do Sul de 1995 a 1998.
Nas editorias, só craques. A cobertura policial era feita por Erni Quaresma, Renato Pinto, Caco Barcellos, Licínio Azevedo, Omar de Barros Filho, o Matico, editados pelo Osmar Trindade, cujo olhar esverdeado estremecia as jovens repórteres e excelentes profissionais como Marina Wöedke, Letânia Mezeses, Imara Stalbaum, Maristela Bairros e Rosvita Saueressig.
Como permaneci na Folha da Manhã só seis meses – de abril a setembro de 1974 -, antes de aceitar o convite para integrar a redação do Hoje, o único vespertino que a RBS lançou (durou apenas nove meses – de outubro de 1974 a junho de 1975), não convivi com alguns ícones que iniciaram naquele matutino, como Gilberto Pauletti, Paulo Totti, José Antônio Severo, Nei Duclós, Caio Fernando Abreu e Luiz Fernando Veríssimo, entre outros.
Abri esse vasto parêntesis para registrar um período nostálgico, do qual alguns nem estão mais entre nós, como José Onofre, Sérgio Moita, Jefferson Barros, Ronaldo Westermann, Ivo Corrêa Pires, Luiz Vitello e Tuio Becker.
Agora, volto à foto acima, razão principal desse post. Como relatei no início, ao ver Falcão brincando com uma bola, sozinho, me aproximei. Fui direto:
- Algum problema?
Apontou os jornalistas que cercavam o técnico Rubens Minelli e desabafou a raiva de seus 20 anos contra críticas que havia recebido na última atuação:
- Esse pessoal não sabe nada de futebol. Eu entendo mais do que eles.
Na foto, ele olha para o grupo e tento descobrir a quem se referia, pois não citou ninguém e nem perguntei. Um fotógrafo da Zero Hora registrou o momento. Meses depois, quando retornei à RBS, me deu de presente. Até hoje não sei quem é o autor. Espero que agora, enfim, seja identificado.
Essa foto também é pretexto para contar uma história engraçada. Como nossos cabelos eram parecidos, tínhamos quase a mesma idade e altura, quando viajava com o Inter ouvia pedidos de autógrafos. Seguia em frente e ouvia resmungos de “mascarado”. Um dia contei ao Falcão. Ele, pragmático:
- Então dá o autógrafo, pô!
Na época, eu imitava direitinho a assinatura dele. Lembro que era um ‘P’ maiúsculo, emendado com ‘Falcão’. A partir daí, quem pediu o seu autógrafo, levou o ‘PFalcão’ na hora. Certa vez, o Inter jogou amistoso com o Guarani de Garibaldi. Depois, a imprensa almoçou na churrascaria de um torcedor. Não sabia que antes o Valtair Santos, setorista da Zero Hora, havia prometido para o dono que traria o Falcão junto. O proprietário ia e vinha com os melhores espetos, que me servia, deliciado. Tudo ia bem até que, no final, ele trouxe uma bandeira do Inter e pediu uma dedicatória de presente para seu filho. Minha sorte é que a conta estava alta e aquele bando de muquiranas ficou quieto enquanto assinei o ‘PFalcão’ na bandeira colorada.
Vida que segue. Fui repórter da Revista Placar em Porto Alegre, entre 1979 e 1981, em lugar de Divino Fonseca, que havia sido transferido para São Paulo. Foi exatamente o ano em que o Inter conquistou o único campeonato brasileiro invicto. Seu técnico era Ênio Andrade e o preparador físico, Gilberto Tim, ambos inesquecíveis, que só me chamavam de “Falcãozinho”.
Em 1980, testemunhei um dos momentos que Falcão gostaria de esquecer. No vestiário do Estádio Centenário, em Montevidéu, ele descalçava as chuteiras depois de sua última partida com o Inter, derrotado pelo Nacional por 1×0. Como o primeiro jogo havia sido 0×0, no Beira-Rio, ele perdera a chance de ser campeão da Libertadores. Já vendido para o Roma, disse:
- Vou para a Itália, mas volto para encerrar a minha carreira aqui.
Na hora, duvidei. – Quem vai para o mundo, não volta, lhe disse. Depois de se consagrar como “Rei de Roma”, onde atuou quatro anos, Falcão retornou, mas para jogar no São Paulo, onde conquistou o título paulista em 1985. Mesmo não tendo realizado seu sonho de pendurar as chuteiras no Beira-Rio, até hoje é considerado o melhor jogador da história do Internacional.
Sua passagem pela seleção brasileira é um capítulo à parte. Estive no jogo que marcou a sua estreia em competições oficiais. Foi na vitória do Brasil sobre a Argentina, por 2×1, em pleno Monumental de Nunez, em Buenos Aires, válido pela Copa Roca, sob o comando do gaúcho Osvaldo Brandão. Seu futebol já pedia passagem como titular, mas em 1978, no auge da forma, deixou de disputar o Mundial da Argentina, preterito pelo militar Cláudio Coutinho, que preferiu levar o tosco Chicão. Poderia ter sido decisivo no empate de 0×0 contra a Argentina, em Mar del Plata, resultado que praticamente decidiu a eliminação do Brasil, que ficou fora da final por causa da ‘marmelada’ dos peruanos que levaram 6×0 dos donos da casa.
Em 1982, era titular absoluto da canarinho, com Telê Santana, e foi considerado um dos destaques no Mundial da Espanha. Marcou três gols, um deles contra a Itália, mas fomos eliminiados ao perder por 3×2 quando até o empate servia. E em 1986, Telê o levou ao México, mas já não estava no melhor de sua forma e atuou pouco, aos 32 anos. Foi reserva e só entrou nos dois primeiros jogos, tendo o desprazer de ver, no banco, o Brasil ser eliminado pela França, nos pênaltis, na segunda fase. Falcão, Zico e Sócrates fizeram parte de uma geração que encantou o mundo, mas nunca conquistaram uma Copa do Mundo para o Brasil. Uma imensa injustiça.
Sua carreira de técnico iniciou de forma estrondosa, em 1990, no comando da seleção brasileira. O presidente da CBF pretendia uma renovação com o objetivo de disputar com chance de vencer a Copa de 1994. Falcão acreditou, revelou caras novas. Porém, depois de pressões da imprensa pelo vice na Copa América, foi demitido por Ricardo Teixeira em 1991. Mas formou a base da seleção que conquistou o Tetra no Mundial dos EUA.
Depois de treinar o América do México, tornou-se técnico do Inter em 1993. Ficou em 5º lugar entre oito times de seu grupo, após 14 jogos, 5 vitórias, 4 empates e 5 derrotas e o Inter foi eliminado na primeira fase do Brasileirão. Em 1994, chegou a iniciar a temporada e venceu três amistosos até fevereiro, quando aceitou o convite para treinar a seleção japonesa e encerrou de forma melancólica a primeira passagem no comando do Inter.
Há dois anos, nos reencontramos. Editava a Revista VOTO e o entrevistei. Como pauta o fato de Porto Alegre ter sido escolhida para uma das sedes da Copa de 2014. Naquela tarde, sentado na cafeteria do Supermercado Zaffari do Menino Deus, Falcão revelou que seu sonho era voltar a treinar, de preferência um time. Tive a sensação de estar frente a um homem amadurecido, em busca de uma nova chance para mostrar que entende mais de futebol do que “eles”, como dissera à beira do gramado, em 1974.
Seu sonho foi realizado em 11/4, quando retornou ao Beira-Rio e revelou dois objetivos: conquistar títulos e permanecer o maior tempo possível como técnico do Inter, desafios que só alguém com muita personalidade seria capaz de propor. Bem característicos do histórico de Paulo Roberto Falcão.
Por tudo o que relatei, tenho certeza de que o futebol brasileiro ganhará muito com o retorno de Falcão ao comando técnico do Internacional. O folclórico centroavante Dario dizia: “Jogador deve ir na bola como quem vai num prato de comida”. Desta vez, Falcão vai treinar o Inter como quem recebe uma nova oportunidade da vida. Certamente não vai desperdiçá-la.
Meu desejo é que ele se realize. Como no último pedido feito pelo capitão John Miller (personagem de Tom Hanks) antes de morrer, após cumprir a missão de salvar a vida de um jovem no filme “O resgate do soldado Ryan”:
- Faça por merecer.

REproduzo aqui este texto porque é um grande momento da memória do colega, principalmente da redação da FM.

apenas um adendo: também fiz, por dois meses, parte da equipe de polícia da FM no começo de 1974.

Obrigado pelo artigo Emanuel.


A elegancia do Falcão

Quando, vi o que o Falcão o técnico colorado usava, levei um susto, Sapato-tênis listrado de vermelho e branco, camisa xadrez e blazer. Achei que era aquele outro Falcão, o debochado cantor e humorista nordestino. E os puxas-saco crônica elogiavam sua elegancia.

Remindo Sauim

De São Borja

PTBISTAS se retiram

e sessão solene começa sem eles!


A sessão solene da Câmara Municipal em homenagem ao nascimento de Getúlio Vargas teve um pequeno senão: a turma do PTB se retirou e acabou não retornando para a sessão solene . O presidente Celso Lopes, do PDT, mandou iniciar a sessão sem a presença deles.


Um pedetista lembrou que esta deferência era feito ao ex-governador Leonel Brizola quando ele se deslocava a São Borja porque às vezes o avião atrasava e então a sessão começava sem sua presença.


IBOPE

O blog que dava mais audiência ná rádio Guaíba era o PASSARELA DO SAMBA, do Bagé.

Mas ele teve que retirá-lo do ar.....


CAIXA ALTA


Falcão, o treinador, estaria ganhando 400 mil reais por Mês. E caso mandado embora, teria dois meses de adianto pra receber....

Rápido no gatilho

Dias atrás, um coleguinha de uma rádio do interior ligou pra imprensa do Beira-Rio. Queria uma entrevista com o novo treinador. O coleguinha foi ser gentil:
- Pra quando?

- Pra daqui há cinco minutos!!!!


DE São Borja

Chamou a atenção dos presentes, a elegância do presidente da Câmara Municipal na sessão do último dia 18, homenageando os 50 anos da legalidade. Celso Lopes raramente põe gravata. Pois neste dia o fez.


Como viviam os gaúchos e a capital de 635 mil habitantes em 1961


Desde o início da década anterior até aquele ano, Porto Alegre recebeu 90 mil novos moradores, a maioria vinda do interior do Estado

Centro da cidade era atração para moradores e visitantes
Rui Felten
Quando o governador Leonel Brizola mobilizava os gaúchos, e também o resto do Brasil, em agosto de 1961, na rebelião pela posse do vice-presidente da República João Goulart como presidente, no lugar deixado pelo renunciante Jânio Quadros, Porto Alegre tinha 635 mil habitantes, dos quais cerca de 120 mil estavam entre os 15 e os 25 anos de idade. A expectativa de vida na cidade ficava em 53 anos – contra 43 anos e sete meses da média nacional.Viviam ao todo, no Rio Grande do Sul, 5.388.659 pessoas, conforme o levantamento do censo realizado em 1960. Desde o início da década anterior até aquele ano, a Capital havia recebido em torno de 90 mil novos moradores, que emigraram principalmente do interior do Estado.

Jânio frustra os gaúchos e não vem mais ao Estado
A Campanha da Legalidade – como foi chamado o movimento em que Brizola enfrentou as Forças Armadas, que não queriam João Goulart, o Jango, na presidência da República – estourou no dia seguinte à renúncia de Jânio, ocorrida em 25 de agosto. O presidente era esperado em Porto Alegre dia 26, para instalar o governo federal simbolicamente, visitar a Feira de Animais (atual Expointer) e assistir a uma partida de Gre-Nal. Seria hospedado pelo comandante do 3º Exército, general José Machado Lopes, em sua residência oficial, no alto da Avenida Cristóvão Colombo. Jânio havia pedido para que a casa fosse pintada e que no quarto a ser ocupado por ele ficasse à disposição um estoque de vinho Lacryma Christi – produzido nos arredores do Monte Vesúvio, na Campânia (Itália).
Greve no transporte coletivo
Poucas semanas antes, Porto Alegre tinha estado às voltas com uma greve de 1.800 motorneiros e cobradores da Companhia Carris (pertencente à Prefeitura), que interromperam as linhas dos bondes. O governo do Estado foi acusado pelo prefeito José Loureiro da Silva de ter incitado a greve. Brizola ameaçou retomar a Carris para o Estado e respondeu a Loureiro da Silva dizendo que as afirmações demonstravam o desespero dele pelo fracasso que estava sendo o seu retorno à administração municipal.

Bondes transportavam a população da Capitl - Foto: Arquivo/Carris
Dissidente do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), que ajudara a fundar junto com Brizola, Loureiro já tinha sido prefeito de Porto Alegre, de 1937 a 1943, nomeado no período de ditadura do Estado Novo de Getúlio Vargas. A paralisação durou oito dias e terminou com os funcionários do transporte coletivo sendo atendidos na reivindicação de um acréscimo de 27,5% em cima dos salários de dezembro de 1960. Mas ali já se anunciava o fim da era dos bondes, ainda hoje relembrada com saudosismo por quem viveu na Porto Alegre daquele tempo. A Capital aumentava de tamanho, a população crescia e os bondes foram sendo substituídos pelos ônibus. Antes de parar definitivamente, os carros elétricos já serviam apenas os bairros ao redor do Centro.
O número de automóveis na cidade era de aproximadamente 40 mil. Dividiam espaço nas ruas com 110 bondes e cerca de 400 ônibus. E a situação do trânsito era considerada “aflitiva”, como definiu o então presidente da Assembleia Legislativa, Hélio Carlomagno, ao assumir o cargo de governador em uma ocasião em que Brizola viajou a Punta del Este, no Uruguai. “O porto-alegrense estava apaixonado por carros. A cada mês, 400 novos automóveis eram emplacados”, recorda Rafael Guimaraens, autor do livro “Porto Alegre – Agosto 61”. As montadoras instaladas no país pela política modernizadora do antecessor de Jânio Quadros, Juscelino Kubitscheck, despejaram no mercado 400 mil veículos fabricados em cinco anos. A maior parte dos carros que transitavam na capital gaúcha, porém, ainda eram dos anos 1940 e 1950, e montados nos Estados Unidos.
O tostão não venceu o milhão
A economia nacional, no entanto, não ia bem. Eleito em 3 de outubro de 1960 pela coligação PTN-PDC-UDN-PR-PL, com a maior votação no Brasil até aquela data (5,6 milhões de votos) e derrotando o adversário marechal Henrique Lott por mais de 2 milhões de votos, Jânio Quadros tinha angariado apoio nas urnas com este slogan” O tostão vai vencer o milhão”. Para decepção dos brasileiros, o cruzeiro – a moeda da época – desvalorizou-se 100% frente ao dólar em sete meses. A equivalência era de 200 cruzeiros para um dólar. A Casa da Moeda emitia 5 bilhões de cruzeiros a cada mês. Bancos europeus emprestaram 110 milhões de dólares ao Banco do Brasil. E a inflação minguava os salários.
Agosto chegou trazendo aumentos de 205% para os selos de cartas, 100% para os jornais, 25% para pão e o quilômetro rodado por táxis (na época, chamados de carros de praça), 20% para remédios e 35% para o leite. O quilo de carne sem osso passou de 100 cruzeiros para 114 cruzeiros e o de carne com osso, de 95 cruzeiros para 110 cruzeiros.

Brizola: aumento emergencial para servidores públicos
Era um mês de aperto. “Produtos como leite, pão e carne tiveram aumentos abusivos e, em muitos casos, dobraram de preço. Tanto que foi formado um Comitê contra a Carestia, reunindo estudantes, sindicalistas e donas-de-casa”, lembra Guimaraens. Esse comitê havia preparado uma mobilização popular para protestar durante a visita de Jânio a Porto Alegre, que não aconteceu. Guimaraens acrescenta: “Várias categorias profissionais estavam em campanha salarial, incluindo os servidores públicos, que só não entraram em greve porque Brizola cedeu um aumento emergencial”.
“Os investimentos em Educação, com a construção de centenas de pequenas escolas, conhecidas como Brizoletas, espalhadas por todo o Interior e pela Capital, foram também uma das importantes marcas do governo Brizola, pelo menos até a Legalidade”, diz o professor de História da PUCRS Luciano Aronne de Abreu. “Em termos econômicos, o Rio Grande do Sul já vivia uma importante crise naquele momento, devido à falta de modernização de setores produtivos tradicionais do Estado, como o pecuário. A agricultura comercial, em larga escala, recém começava a se desenvolver, especialmente nas regiões mais ao norte. Além disso, Brizola acusaria a política desenvolvimentista de JK de agravar a crise do Rio Grande do Sul, por ser concentradora de investimentos e de renda nas regiões centrais do país. A partir da Legalidade, o clima de radicalização e de polarização política entre trabalhistas e antitrabalhistas se agravaria ainda mais, bem como a crise econômica do Estado”.
Faltava luz e telefonar era difícil
Além de ver o seu dinheiro desvalorizado pela inflação, os gaúchos volta e meia ficavam sem luz. E telefonar nem sempre era uma tarefa bem-sucedida, por causa das deficiências no sistema. Brizola tinha encampado a Companhia Estadual de Energia Elétrica, subsidiária da empresa canadense Bond and Share, ligada ao grupo norte-americano Amforp (American & Foreign Power), e a Companhia Telefônica Nacional (CTN), subsidiária da ITT (International Telephon and Telegraph Corporation). Expropriar essas empresas estrangeiras e assumir o controle dos serviços de energia elétrica e de telefonia fora uma ousadia e tanto. Mas acontece que o Estado não dispunha de recursos imediatos para investimentos, e isso ocasionou dificuldades no atendimento à população.
Mas assim mesmo a população se divertia. Em Porto Alegre, a Rua da Praia (ou dos Andradas) era atração de sobra para quem morava na cidade ou vinha passear e fazer compras. “O point da juventude, à tarde, era na quadra entre a Rua Marechal Floriano e a Vigário José Inácio. O pessoal ficava na calçada, encostado nos carros e motos ou em um barzinho ao lado da Casa Lyra, que tinha o nome de Barzinho mesmo”, conta Rafael Guimaraens. “Em 61, foi inaugurada a Galeria Malcon, que passou a abrigar lojas de discos e boutiques de moda jovem, um perfil que conserva até hoje. Naquele época, os clubes ainda eram muito fortes, e as grandes festas jovens aconteciam no Juvenil, no Clube do Comércio, no União, na Germânia, que reunia os descendentes de alemães”.
Cinema, literatura e teatro

Erico Verissimo concluía trilogia O Tempo e o Vento - Foto: Divulgação
Cafés e confeitarias também atraíam muita gente ao Centro. À noite, quem procurasse diversão podia ir, por exemplo, aos bares Cotillon, na Avenida Salgado Filho, ou ao Je Reviens, no segundo andar do Edifício do Relógio – como foi apelidado o prédio Chaves Barcelos, na Rua da Praia com a General Câmara. Os cinemas ainda eram aqueles com telões imensos e plateias enormes. Havia sete deles na região da Rua da Praia e arredores. Brigitte Bardot, em “Quer Dançar Comigo?”, Sophia Loren, em “Jogadora Infernal” e Elisabeth Taylor, em “Gata no Telhado de Zinco Quente”, enchiam as salas. O cinema gaúcho rodava “Coração de Luto”, de Teixeirinha. E para quem gostasse de ler, a boa notícia era que Erico Verissimo estava entregando à Livraria do Globo os originais de “Arquipélago”, que concluiria a trilogia “O Tempo e o Vento”.

Teatro de Equipe: crítica à realidade política e cultural - Foto: PUCRS
No palco, o Teatro de Equipe, fundado em 1958 por Paulo José, Milton Mattos, Mario de Almeida e Paulo Cesar Peréio (um dos autores do Hino da Legalidade com Lara de Lemos e Demóstenes Gonsalez), encenava a peça “Despacho”, que satirizava a política brasileira na gestão Jânio Quadros. O texto era de Mario de Almeida. Criado com o propósito de produzir espetáculos críticos sobre a realidade política e cultural do país, o Teatro de Equipe tinha também no elenco Ítala Nandi e a jornalista Ivette Brandalise. Para construir sua sede própria – na Rua General Vitorino, no Centro de Porto Alegre -, contou com a colaboração, entre outros, da jornalista Celia Ribeiro e dos artistas plásticos Vasco Prado, Iberê Camargo e Xico Stockinger, que leiloavam obras para arrecadar fundos.

De São Borja


Sempre que vai a SBorja, o ex-deputado federal Roberto Jefferson, que é carioca, aproveita pra atravessar a ponte da Integração e ir num cassino em Santo Thomé.


AUSENCIA NOTADA....

Na votação de um projeto da UERGS, ontem no plenário da Assembléia Legislativa, chamou a atenção a não presença da deputada Juliana Brizola(PDT) que comanda a Comissão de Educação.

A CPI da Juventude " travou" a neta de Brizola.


A VERDADE SEM JUSTIÇA
Uma história inventada para manter Newsprint

Queda de braço. Maior holding do jornalismo argentino paga caro por adotar uma posição crítica ao governo do país, que aprovou no Congresso uma draconiana Lei de Mídia que rebaixou o preço de suas ações e pode acabar inviabilizando os negócios da empresa.

De Buenos Aires
Gelson Farias

O objetivo principal a instauração na Argentina de um sistema político que denominavam Socialismo Nacional, e que considerava como a evolução histórica natural do peronismo, foi a instalação de um grupo secreto armado, denominado “organização armada Montoneros” que ficou conhecida da sociedade argentina em junho de 1970, quando do seqüestro e posterior assassinato do general Pedro Eugenio Aramburu, que foi o comandante da autodenominada Revolução Libertadora. Foram inúmeros os atos de terrorismo praticados por seus militantes, até ser desbaratada pela ditadura militar argentina.
Observem que a técnica usada era a mesma dos subversivo-terroristas que militaram na luta armada no Brasil nas décadas de 60 e 70 e, agora, é a mesma da ideologia vermelha: revanchismo, vingança, acusações sem provas em troca de muita grana.


Presidente Cristina Kirchner, sob o “ Viva de Perón”.


Baseados em fatos reais que a história da Argentina registra, o governo da presidente Cristina Kirchner apresentará denúncia nos tribunais de La Plata (capital da província de Buenos Aires) contra os jornais Clarín e La Nación, acusados pela Casa Rosada de cumplicidade no seqüestro e em torturas sofridas por membros da família Graiver que, em novembro de 1976, venderam a empresa Papel Prensa aos diários. Segundo o jornal Perfil, a denúncia inclui o pedido de imediata detenção de Hernestina Herrera de Noble, dona do grupo Clarín; Héctor Magnetto, principal acionista do grupo; e Bartolomé Mitre, diretor do La Nación. O objetivo do ex-presidente Néstor Kirchner é que os donos dos jornais sejam condenados pela suposta compra irregular da Papel Prensa, empresa que atualmente abastece 75% do mercado de papel.
O governo Kirchner sustenta que os proprietários dos diários foram cúmplices da perseguição à família Graiver, uma versão que é respaldada por Lidia Papaleo de Graiver, viúva de


David Graive( foto) herdeiro da Papel Prensa, que faleceu num misterioso acidente de avião em 1976. Segundo o Perfil, os donos do Clarín e do La Nación também serão denunciados por participação no sequestro e assassinato de Jorge Rubinstein, advogado de Graiver. Neste caso, informou o jornal, o governo acusará os empresários de homicídio. Meses depois de vender a Papel Prensa, após a morte de seu marido, Lídia e outros membros da família Graiver foram seqüestrados e levados para centros clandestinos de tortura da última ditadura militar (1976-1983).


Lidia Papaleo, viúva de Graiver.


A viúva de Graiver (que, segundo versões extra-oficiais, teria negociado um milionário acordo com a Casa Rosada) disse ter sofrido ameaças por parte dos jornais que adquiriram a Papel Prensa, para obrigá-la a vender a empresa. Já Isidoro Graiver, irmão de David e encarregado de selar a operação com o Clarín e o La Nación, afirmou ter vendido a companhia em condições normais e favoráveis para a família. O governo faz questão de ignorar o vínculo entre a família Graiver o os Montoneros (braço armado da esquerda peronista). Segundo confirmaram ex-colaboradores da família, David Graiver, que era dono de várias empresas e bancos no país, administrou milhões de dólares que os Montoneros obtiveram seqüestrando empresários argentinos durante a ditadura militar. Para os jornais acusados pelo governo, o relacionamento entre Graiver e os Montoneros explica, em grande medida, a perseguição à família por parte do governo. Montoneros - Organização subversivo-terrorista argentina que empreendeu uma luta armada, na forma de guerrilha urbana, entre 1970 e 1979 (sendo que seu período de máximo poder se estendeu até 1976).
Seus objetivos secundários eram a desestabilização da ditadura militar governante, a autodenominada Revolucion Argentina ("Revolução Argentina") e o retorno ao poder do General Juan Domingo Perón.


O que é que existe por trás deste confronto de Cristina com o Clarín, grupo de mídia que foi aliado do casal presidencial durante cinco anos? É simplesmente uma luta por mais poder? Esse confronto surge a partir da guerra com o campo (a crise do governo com o setor ruralista, em 2008). O Clarín ficou do lado dos ruralistas e, desde aquele dia terminou a amizade recíproca do GovernoxClarín. O confronto ficou conhecido pelos argentinos de “como brigar com um touro de touradas” Em outra frente contra o Clarín - e os demais jornais do país -, O governo pretende tomar o controle da Papel Prensa, a maior produtora de papel para jornal da Argentina.
Desde 1976, a empresa é controlada pelo Grupo Clarín (49% das ações), o jornal La Nación (22,49%) e o Estado argentino (27,46%). Em sua maior parte, por questão de custo, os jornais têm optado por utilizar papel importado. Mas, para muitas organizações de defesa da liberdade de expressão, o assalto à Papel Prensa poderia ser o passo prévio de uma ação do Estado para intervir nas operações de importação do produto. Guardadas as proporções, ressaltam os opositores, o casal Kirchner - que sempre manteve uma relação conturbada com a imprensa - optou por trilhar o caminho do venezuelano Hugo Chávez, de calar as críticas por meio de ações de força contra a mídia, sob a alegação de que ela seria parte de uma conspiração contra o governo.

Sede da Papel Prensa S.A.


Por outro lado, o Jornal Tiempo Argentino ( arte) revela, neste final de semana, documentos da ditadura militar provando que diretores do Clarin, La Nación e La Razón tramaram com o aparato de repressão, para obter monopólio do controle de papel de imprensa no país. Durante a ditadura militar, representantes dos três jornais tiveram reuniões, com o responsável pelo seqüestro, tortura da família Gravier, controladora de empresa que fabricava papel de imprensa no país. David Graiver morreu de forma misteriosa. O atual CEO do Clarin, assim como diretores dos outros dois jornais, esteve nas reuniões com o general Gallino, que comandava a operação, para preparar o interrogatório da família Graiver, com objetivo de ter as informações detalhadas das transações comerciais e, principalmente, as informações que necessitavam para arruinar o grupo econômico da família.



Assim os três jornais obtiveram o controle acionário da empresa fornecedora do papel de imprensa, ou seja, expropriaram a família Graiver, mediante o emprego da violência do terrorismo de estado; roubo qualificado e crime lesam humanidade de prática da tortura. Essa é a grande imprensa do nosso tempo, diz o editorial do Jornal Tiempo. Vale lembrar que, desde o final do ano passado, a família dona do Clarin é acusada de ter adotado uma criança, filha de vítima da repressão ditatorial. A acusação partiu de uma das avós da Praça de Maio que teve a filha desaparecida durante a ditadura. Agora se revela que a cumplicidade do jornal com os torturadores foi muito mais intensa do que se tem notícia.




O Grupo Aramado Montoneros, foi uma organização político-militar argentina que empreendeu uma luta armada, na forma de guerrilha urbana, entre 1970 e 1979 (sendo que seu período de máximo poder se estendeu até 1976. Suas raízes se encontram na situação política do país na década de 1960, e seus objetivos foram a desestabilização da ditadura militar governante, a autodenominada Revolución Argentina ("Revolução Argentina") (Onganía, Levingston Lanusse / 1966 - 1973); o retorno ao poder do General Juan Domingo Perón; e a instauração na Argentina de um sistema político que denominavam Socialismo Nacional, e que consideravam como a evolução histórica natural do peronismo. A organização armada Montoneros se apresentou à sociedade em 1 de junho de 1970, mediante o seqüestro e posterior assassinato do general Pedro Eugenio Aramburu, que foi o comandante da autodenominada Revolução Libertadora. Na prática o grupo já existia como organização política desde alguns meses, ainda que menor e quase secreto. Durante seus primeiros anos de existência receberam o apoio do General Perón e de boa parte do movimento peronista - que mantiveram farto diálogo com a guerrilha, visto que sua lealdade lhes foi útil para pressionar e desestabilizar a ditadura militar que governava anteriormente o país - porém a partir de 1º de maio de 1974 os graves erros políticos cometidos ocasionaram o repúdio por parte do mesmo líder e dos setores sindicais e políticos do peronismo ortodoxo, motivaram o gradual isolamento e a passagem à clandestinidade do grupo que, posteriormente, foi aniquilado pela ditadura militar que derrubou a viúva de Perón, María Estela Martínez, em 24 de março de 1976.

O grupo é um dos responsáveis pelo Massacre de Ezeiza, episódio em que, na volta de Perón do exílio, ocorreu à morte de dezenas de participantes. O pior atentado do grupo aconteceu em 1976, quando fizeram explodir uma bomba na Polícia Federal Argentina, com 24 mortos. Com o tempo, o grupo, passou a perder o apoio da população, isolando-se. Seu fim tornou-se claro com o chamado Processo de Reorganização Nacional, iniciado após a destituição de Isabelita Perón, viúva de Perón, da presidência. Devido às estratégias de terrorismo de Estado e investigações ilegais, o grupo foi sistematicamente perseguido pelo regime militar de Jorge Videla, tendo hoje muitos de seus ex-integrantes nas listas de desaparecidos na ditadura Argentina.

MOVIMENTO DE JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS/Brasil INFORMA:



PUBLICADO EN CARAS&CARETAS
Montevideo, Viernes, 15 de abril de 2011
ANULACIÓN DE LEY DE CADUCIDAD CIERRA POSDICTADURA Y ABRE DEBATE SOBRE LA DEMOCRACIA

Hacia el fin de la transición

La anulación de la ley de caducidad, iniciada el martes 12 de abril por la mayoría frenteamplista en la cámara de Senadores, abrió especulaciones en el escenario judicial, político y social uruguayo. Unos estudian cuántas causas pueden ser reabiertas, cuántos militares desfilarán por los juzgados y qué decisiones puede adoptar el Poder Judicial. Otros, apuntan a las consecuencias de la renuncia del senador Fernández Huidobro y la repercusión en el tablero político. Finalmente, se aguardan las reacciones de los criminales de lesa humanidad y las acciones de las organizaciones de derechos humanos. La transición termina y abre un debate sobre la democracia que se quiere.

TEXTO: ROGER RODRIGUEZ

Veinticinco años después de su aprobación, la Ley 15.848 por la que se otorgó impunidad a los militares y policías que violaron los derechos humanos en los años de la dictadura será finalmente anulada. Cuatro períodos de gobierno, cientos de miles de firmas para posibilitar dos plebiscitos, quince marchas anuales de silencio, extensas jornadas de debate parlamentario, horas de televisión y radio, toneladas de papel escrito con ríos de tinta, mantuvieron - desde el mismo 22 de diciembre de 1986 en que fue aprobada - el debate sobre la polémica norma impuesta por un voto en aquel Parlamento.
La Ley de caducidad de la pretensión punitiva del Estado, comenzó a ser anulada ahora en el Senado, también por un voto, y antes del próximo 20 de mayo –cuando se realice la XXVI Marcha del Silencio- la cámara de Diputados terminará de dejarla “sin efecto”, como exigió a Uruguay en una condena la Corte Interamericana de Derechos Humanos de la OEA y como reclamaban las organizaciones no gubernamentales, los familiares de de los desaparecidos, de los muertos y las propias víctimas de la tortura implementada en forma sistemática por la represión desatada entre 1973 y 1985.
El lento proceso de anulación se produce finalmente en el mismo Parlamento que la creó, luego de tres años de discusiones sobre una ley interpretativa dentro del mayoritario Frente Amplio, que para su primer período de gobierno, bajo la presidencia de Tabaré Vázquez, había excluido de su programa electoral la modificación de la resistida ley, pero que en su última plataforma electoral, con la que fue electo el presidente José Mujica y se obtuvo la actual mayoría parlamentaria, había vuelto a incorporar una expresa cláusula programática para la eliminación de la caducidad.
En el debate parlamentario, los legisladores blancos y colorados –hoy minoritaria oposición- acusaron al Frente Amplio de no respetar la voluntad ciudadana que en dos plebiscitos “ratificó” la ley. El 16 de abril de 1989, bajo amenaza de golpe de Estado, la ley fue mantenida por el voto amarillo con un 57% contra un 43% de voto verde que pedía su derogación. El 25 de octubre de 2009 el voto rosado, propiciado por el Pit-Cnt para la anulación de la ley, llegó al 47,98% y no logró a la mitad más uno de los sufragios incluidos votos en blanco y anulados. Ese mismo día, el Frente Amplio obtuvo la mayoría parlamentaria con la que el martes, finalmente, empezó a eliminar la ley.

ENTRETELONES POLÍTICOS

Dos de los tres legisladores que en la coalición estaban en contra de la ley interpretativa de anulación de la caducidad terminaron cambiando su voto luego que un Congreso del Frente Amplio declarará el tema como “asunto político” y mandatara a sus legisladores. Sólo el ex nacionalista Jorge Saravia se mantuvo en contra. El ex vicepresidente Rodolfo Nin Novoa pidió licencia para que ingresara su suplente, Gustavo Guarino, quien acató la decisión política. El ex guerrillero Eleuterio Fernández Huidobro mantuvo la obediencia partidaria, pero a la vez que expresaba su voto a favor, argumentó en contra de la ley y anunció su renuncia a la bancada parlamentaria.
El abandono de una banca parlamentaria en discrepancia con un mandato político del Frente Amplio ya había ocurrido en la anterior legislatura, cuando el diputado Guillermo Chifflet dejo la cámara baja por negarse a aprobar un envío de tropas a Haití. Pero el peso político de Fernández Huidobro genera hoy suspicacias sobre la reacción que tendrá su grupo, la CAP-L, que desde hace años reclama sin suerte un lugar en la ejecutiva Mesa Política de la coalición. “El Ñato no se va para la casa, va a seguir militando y haciendo política”, confían sus allegados quienes destacan el gesto del presidente Mujica, quien se apersonó al Senado para saludar a su viejo amigo.
Algunos observadores hacen especulaciones sobre quién sucederá a Fernández Huidobro en la banca de la cámara alta, ya que ocasionalmente la ocupa su secretario, el ex diputado Carlos Gamou, pero su suplente oficial es el actual ministro de Defensa Nacional, Luis Rosadilla, quien también se pronunció en contra de la ley interpretativa. Los analistas llegan a hacer “política ficción” en el manejo de una serie de “enroques” dentro del gabinete del presidente Mujica, quien se reunirá con Rosadilla y los tres comandantes en jefe de las Fuerzas Armadas para tratar el tema de la anulación de la ley de caducidad.
El escenario también fue condimentado con crónicas que recordaron entretelones del Pacto del Club Naval donde frenteamplistas, colorados y militares acordaron las elecciones con “proscriptos” en 1984 con los derechos humanos “sobrevolando”; las reuniones de Wilson Ferreira Aldunate con los militares en 1986 que derivaron en la Ley de Caducidad; y un acuerdo entre el MLN y la logia militar Tenientes de Artigas en los noventa (tras el homicidio del ex tupamaro Ronald Scarzella el 23 de abril de 1993) por el cual, según reveló el coronel José Carlos Araújo del Foro Libertad y Concordia, se selló un compromiso de “excombatientes” para terminar con el “revisionismo”.

LA SUPREMA DECISIÓN

Mientras uno debaten sobre los argumentos expuestos en la larga sesión parlamentaria y otros insisten con la ya rechazada posibilidad de que el presidente Mujica vete la ley interpretativa, muchos conocedores ponen sus ojos en el escenario judicial donde la Suprema Corte de Justicia (SCJ) podría tomar determinaciones que definirán el rumbo de las causas de los derechos humanos y pueden asentar jurisprudencia en la materia para resolver una serie de dudas sobre tipificaciones penales, tiempos de prescripción de los delitos y la constitucionalidad o no de las normas que está aprobando el Poder Legislativo y que pueden ser reclamadas ante el máximo órgano judicial uruguayo.
A fines de 2009 la fiscal Mirtha Guianze presentó un recurso de casación sobre la sentencia que el juez penal de 19º Turno, Luis Charles, dictó al procesar a ocho ex militares, dos ex policías y un ex soldado por el secuestro en Argentina y desaparición del militante del PVP, Adalberto Soba. El reclamo ante la SCJ no refería a la eventual inocencia de Gavazzo, Arab, Rama, Maurente, Vázquez, Silveira, Medina, Sande y Soca, sino a la tipificación del delito. Guianze pidió “desaparición forzada” y Charles procesó por “privación de libertad especialmente agravado”.
La diferencia entre la fiscal y el juez está para resolución de los ministros de la Corte, quienes tienen que decidir si asiste razón al ministerio público que pide aplicar la Ley 18.026 por la que desde el 25 de setiembre de 2006 se adaptó el Tratado de Roma a la normativa uruguaya y se incorporó al Código Penal la tipificación de delitos de lesa humanidad, que son imprescriptibles, inamnistiables y perseguibles en cualquier tiempo en que se hayan cometido, o en la causa corresponde mantener la vieja normativa por la que no se tipifican la tortura, la desaparición forzada y otros delitos que ya existen en los convenios y tratados internacionales.
La Suprema Corte de Justicia dio una señal favorable al ministerio público el 25 de marzo último cuando desestimó un recurso en contra de la jueza Mariana Mota por el procesamiento del ex coronel Carlos Calcagno en el caso de desaparición de Nelson Santana y Gustavo Inzaurralde. Los defensores del militar, con el apoyo público del ex presidente Jorge Batlle y el ex vicepresidente Gonzalo Aguirre, acusaron a la jueza de pretender que el coronel se “autoincriminara”. Otro tanto ocurre con la muerte de Nibia Sabalsagaray, por la que el general Miguel Ángel Dalmao fue procesado como cómplice de homicidio por negarse a decir quién fue el autor material del crimen.
La decisión que en la materia adopte la SCJ, puede desechar los ya anunciados reclamos de inconstitucionalidad contra la ley interpretativa de la caducidad que se está aprobando, y resolver, a la vez, la discusión sobre si en noviembre próximo prescribirían o no buena parte de las causas por violaciones a los derechos humanos. Si el sistema judicial uruguayo admite definitivamente la tipificación de crímenes de lesa humanidad –que sólo se mantiene hoy en la causa contra el dictador Juan María Bordaberry- el país se habrá incorporado a la modernidad de la persecución delictiva como establecen convenciones y organismos internacionales.

ASUNTOS PENDIENTES

En los juzgados penales, mientras tanto, se aguarda sin mayor expectativa la presentación de nuevas denuncias penales por violaciones a los derechos humanos, mientras se continúa con los casos del homicidio del estudiante Ramón Peré, la muerte de Cecilia Fontana de Heber, el Caso Gelman, las desapariciones de Horacio Gelós Bonilla y Julio Castro, el secuestro de los niños Julién Grisonas, una causa por 19 muertes por tortura, el caso de los Fusilados de Soca y la denuncia por torturas en Boisso Lanza presentada por el colectivo de ex presos políticos nucleados en Crysol.
Entre las causas que se presume pueda pedirse la reapertura judicial una vez anulada la ley de caducidad, se encuentran todos los casos de desaparecidos en Uruguay (Carlos Arébalo, Luis Arigón, José Arpino Vega, Oscar Baliñas, Ricardo Blanco, Eduardo Bleier, Juan Brieba, Julio Correa, Oscar De Gregorio, Claudio y Lila Epelbaum, Julio Escudero, Luis Eduardo González, Mónica Grispón y Claudio Logares, Miguel Mato Fagián, Fernando Miranda, Otermín Montes de Oca, Félix Ortiz, Antonio Paitta, Amelia Sanjurjo y Oscar Tassino), el homicidio de Diana Maidanik, Laura Raggio y Silvia Reyes, como las circunstancias en las que murieron 116 personas durante la dictadura.
La anulación de la ley y la reapertura de las causas es analizada por los servicios de inteligencia uruguayos que tienen “bajo observación” a una serie de grupos de ex militares o de confesa definición nazi que podrían realizar “acciones militares” –según ya adelantó Caras&Caretas- en algunas fechas claves como el pasado 14 de abril (Día de los caídos en la lucha contra la subversión por el que ayer se realizaban dos actos públicos), el 19 de abril (en relación a la robada Bandera de los 33 Orientales), el 20 de abril (natalicio de Adolfo Hitler) o el 18 de Mayo (Día del Ejército y fecha en que fueron muertos cuatro soldados custodios del general Florencio Gravina en 1972).
Entre los “grupos objetivos” que analizan los servicios de inteligencia, se incluyen dos organizaciones nazis identificadas que ya realizaron pintadas en las ciudades de Flores y San Carlos, como la organización de ex oficiales militares de Maldonado que integran los ex represores coroneles José Baudean y Eduardo Ferro (quien ha vuelto a desempeñarse en el turístico Hotel Dunas de Punta del Este) y los ex oficiales Héctor Varela González, Alfredo Campos y Mario Musto, entre otros militares retirados que suelen realizar prácticas de combate y tiro en un polígono de ese departamento.
La anulación de la Ley de Caducidad, a veinticinco años de su aprobación, abre también un debate sobre la democracia que los uruguayos quieren (no pocos piensan ya en una asamblea constituyente), donde la institucionalidad de país, la pluralidad de ideas en el ámbito político, la autonomía en las decisiones del poder judicial y la garantía de la seguridad pública, terminarán de establecer el esperado final de la larga transición vivida desde los años de la dictadura cívico militar, para dar comienzo a una nueva etapa sin impunidad en la que se asegure que aquello no ocurra nunca más.

PROJETO “SONS DA CIDADE” VOLTA COM BLUEGRASS E OLY JR




O projeto “Sons da Cidade”, realizado pela Coordenação de Música da Secretaria Municipal de Cultura, volta em 2011 ao Teatro Renascença na terça-feira, dia 19 de abril, às 20h, com o Conjunto Bluegrass Porto-alegrense e Oly Jr. A entrada é um quilo de alimento não-perecível. A partir desta edição, a curadoria do projeto ficará a cargo do jornalista e radialista Paulo Moreira.
O Conjunto Bluegrass Porto-alegrense foi formado em 2009 por Heine Wentz (violino e voz); Márcio Petracco (mandolin e voz); Ricardo Sabadini (violão e voz) e Pedro Marini (baixo acústico e voz) e se dedica à preservar as raízes do bluegrass, uma forma de música de raiz norte-americana, com forte influência da música irlandesa, escocesa e afro-americana.
Uma das características é a de que as apresentações do Conjunto Bluegrass Porto-alegrense se realizam em frente a um único microfone, bem ao estilo dos tocadores de bluegrass da década de 40, nos Estados Unidos. Além disso, normalmente o CBPA se apresenta nas ruas de Porto Alegre, especialmente na Praça da Alfândega e no Brique da Redenção. Esta será uma rara oportunidade de ver o grupo no palco do Teatro Renascença.
O CBPA lançou no ano passado seu primeiro disco.
A outra atração do “Sons da Cidade 2011” é o cantor e compositor Oly Jr. Ele começou sua carreira em 1998, tocando blues. Aos poucos, foi acrescentando elementos do rock, do folk e da milonga. Tem 8 (oito) discos gravados e realizou shows e espetáculos ao lado de nomes como Júlio Reny, Bebeto Alves, Solon Fishbone, Frank Jorge, entre outros.
Seu trabalho se caracteriza pela mistura da milonga gaúcha ao blues norte-americano. Tem um disco neste estilo chamado “Milonga Blues”, que recebeu três troféus do Prêmio Açorianos de Música 2009/2010, como Melhor Compositor, Intérprete e Melhor Disco de Blues/Jazz. É acompanhado pelo grupo Os Tocaios, formado por Jacques Jardim no baixo e Jaques Trajano na bateria e cajón.
Oly Jr ainda tem projetos paralelos com a banda Baby Blues, como vocalista e guitarrista de releituras de Bob Dylan e Janis Joplin, e com os Irish Boys, grupo que acompanha o cantor e compositor Júlio Reny.


SONS DA CIDADE
OLY JR. / CONJUNTO BLUEGRASS PORTO-ALEGRENSE
TEATRO RENASCENÇA - 19/04/2010 – TERÇA-FEIRA – 20H
ENTRADA FRANCA – UM QUILO DE ALIMENTO NÃO-PERECÍVEL



DIVULGAÇÃO
---
Coordenação de Música
Secretaria Municipal da Cultura



De São Borja


A FSB deu que este site furou todo mundo: noticiou que o ex-presidente do PDT local vai requerer seu reingresso no partido e quer ver as contas do partido.

Tá na FSB da semana passada.


*É hoje de noite na Câmara Municipal a abertura das festividades dos 50 anos da LEGALIDADE com a presença do jornalista Carlos Bastos.


*Celso Lopes, do PDT, quer levar o ex-senador Brossard a São Borja nos eventos dos 50 anos da LEGALIDADE.


*e ESTA SEMANA a Câmara homenageia os 40 anos da Barranca....Entre os barranqueiros que estarão em SB, o ex-governador Olívio Dutra, que não ter perdido uma ...

Já Luiz Carlos Borges esteve em 28 das 40 realizadas até agora.


*Fofoca política: dizem que a atual coordenadora da SEC sediada em SB poderia a compor uma chapa como vice pra prefeitura no ano que vem, junto com o PDT

Mais trabalho escravo: Ministério Público processa frigoríficos

Carne=floresta destruída
http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&Itemid=18&task=detalhe&id=42434
15/4/2011


O Ministério Público Federal no Acre entrou com ação civil pública contra 14 frigoríficos que compraram mais de 10 mil cabeças de gado ilegal, correspondendo a um volume de carne comercializada de mais de 2 milhões de toneladas.
A notícia é do blog Ecopolítica, 14-04-2011.
A carne foi adquirida em propriedades embargadas pelo IBAMA por graves irregularidades ambientais, entre elas desmatamento ilegal e por prática de trabalho escravo, segundo o Ministério Público do Trabalho. Alguns desses frigoríficos têm sido generosamente financiados com créditos subsidiados de bancos federais, inclusive o BNDES, que é o gestor do Fundo Amazônia. O JBS Friboi, por exemplo, que está entre os processados, recebeu significativos empréstimos do BNDES.
A falta de coerência nas políticas das diferentes agências do Governo Federal, a inconsistência da política ambiental e de redução do desmatamento põem em risco a continuação da queda do desmatamento. Fica mais difícil, também, garantir as metas de desmatamento e a trajetória rumo ao desmatamento zero. Para manter o desmatamento baixo e tendendo a zero, é preciso que a política governamental como um todo desincentive práticas ilegais na Amazônia e que o governo se convença de que a região precisa de um novo modelo de desenvolvimento, de alto valor agregado e que mantenha a floresta em pé.
Para ler mais:
Estudo mostra os beneficiários da destruição na Amazônia

Frigoríficos não cumprem meta ambiental

Brasil: o bife mais caro do mundo?


Juliano Zabka
http://jzabka.wordpress.com/

Colaboração de leitor:

Ellen Augusta




O aeroporto do Paim


Deu no Correinho de ontem (sexta) que o senador Painho (*) resolveu abraçar uma proposta de um grupo de entendidos em aviação, que sugere a criação de um novo aeroporto na RM de P.Alegre(**).
O tal novo aeroporto ficaria entre Nova Santa Rita e Portão. Uma boa localização, até para, por exemplo para evitar que o pessoal do Vale do Sinos e adjacências venha atrolhar o Salgado Filho.
Pois, olhem, eu há havia conversado com meus botões, há tempos, sobre uma coisa assim: em vez de espicharem a pista do Salgado Filho, com toda a mão-de-obra que está dando, construir um aeroporto novinho, com uma baita pista, que receba até o Airbus A 380, que é o maior avião do mundo atualmente (***).
Orly, Heatrow, e o Aeroporto Internacional Ministro PIstarini (****), por exemplo, ficam entre 20 a 30 km das capitais a que servem. A corrida de táxi ficaria mais cara, sim, mas o governo Lula/Dilma não aumentou o poder aquisitivo do brasileiro? Então, qual o problema?
Eu e meus botões gostaram da pilha que colocaram no senador Painho. E ele, assim, como os problemas dos aposentados e do salário-mínimo já estão resolvidos, encontra uma nova bandeira para justificar o mandato.


* Se eu perdesse o trocadilho não seria eu a fazer este blog

** A abreviatura de Porto Alegre é P. Alegre. POA é o código do Aeroporto Salgado Filho. E já andam usando BsB como abreviatura de Brasília. É errado, mas que fica mais prático, ah! isso fica.

*** E deve continuar assim por muito tempo, pois a concorrente, que é a Boeing, refugou a corrida para fazer o maior avião do mundo. Preferiram fazer um menor, super-avançado. Estão, porém, dando com os burros n'água nesse projeto.

**** Ou, simplesmente, Ezeiza, hehehe

Em tempo: o cavalo-de-batalha do homem das cadeiras de roda e dos colchões d'água era a ponte do Guaíba, então, cai bem que o cavalo-de-batalha do Painho seja este novo aeroporto. Tudo pelo social! Pobre agora não está andando de avião também?


Do Blogo do Lauro Dieckmann.....


LAURO DIECKMANN VOLTA

A SER PAUTEIRO DA ZERO HORA( DO CADERNO DONNA)

nESTE DOMINGO QUE PASSOU O DONA DA ZH VEIO COM UMA MATERIA SOBRE AS COMANDANTES. NADA MAIS COPIA´VEL. FAZ POUCO TEMPO O LAURO DIECKMANN POSTOU NO SEU BLOG UMA PILOTA,OU COMANDANTE QUE ELE TINHA PEGO NUM VOO INDO PRO EXTERIOR.

TU VIU, LAURO, COMO NADA SE CRIA, TUDO SE COPIA.....

VOLTASTES DA DAR PAUTA PRA ZH, AGORA PRO CHIC DO CADERNO DONNA....


BOM E ORIGINAL JORNAL DO INTERIOR.


GOSTO DE LER A IMPRENSA DO INTERIOR, FEITA NO INTERIOR, NÃO DE GRANDES REDES....ENFIM, OS JORNAIS QUE REPRESENTAM A COMUNIDADE LOCAL. SEM A VISÃO DA CAPITAL, TRANSPORTADA PRO INTERIOR, SE É QUE ME FAÇO ENTENDER....
POIS AOS SABADOS GERALMENTE COMPRO NUMA BANCA DA RODOVIÁRIA O JORNAL A RAZÃO, QUE ESTES TEMPOS ANDOU NUMA PINDAÍBA BRABA. DONA ZAIRA, A DONA NÃO TAVA PAGANDO OS REPORTERES E ELES ENTRARAM EM GREVE. ACHO QUE HOUVE UMA RECUPERAÇÃO E O JORNAL CONTINUA MUITO BOM


COMO SEMPRE FAÇO, LEIO A COLUNA DO CLAUDEMIR PEREIRA, QUE É UM VENENO SÓ, PRINCIPALMENTE CONTRA O PREFA LOCAL, O CARECA DO SCHIRMER. E O SCHIRMER TEM HORROR DELE....SE REFERE A ELE COMO AQUELE FDP....

MAS NESTE SABADO TINHA UMA MATERIA MUITO BOA, ORIGINAL. DE UMA TURMA DE AMIGOS QUE SE ENCONTRAM FAZ 31 ANOS PRA TOMAR MATE....VE SÓ: CLARO QUE AGORA QUEREM BOTAR O BLOCO NO GUINESS ESTAS BOBAGENS TODAS, MAS A MATERIA TÁ BEM FEITINHA, ABOTOADAINHA ETC E TAL.

AH, E LEIO SEMPRE A COLUNA SOCIAL DO JORNAL QUE É UMA DAS PARTES QUE EU MAIS GOSTO.


cOMO DIRIA OUTRO COLUNISTA, ESTE DE SÃO BORJA, EU VOU MAS EU VOLTO.....


Trem projetado por Helena


helena boechat já monta trem...e o coitado do pai, na rabeira.....


Trem projetado por Helena
Detalhe do passageiro litro de leite! Ela q montou td, ate o pai.


TV Brasil contrata blogueiro por R$ 660 mil sem licitação


Com o contrato, Luis Nassif terá faturado, sem licitação, pelo menos R$ 2,1 milhões do governo federal em menos de três anos
15 de abril de 2011 | 19h 04

Leandro Colon, de O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA - A Empresa Brasil de Comunicação (EBC), órgão do governo federal, dispensou licitação para contratar por R$ 660 mil os serviços do jornalista Luis Nassif pelos próximos 12 meses. A decisão é do dia 8 de abril e foi publicada nesta sexta-feira no Diário Oficial da União. A presidente da EBC, Maria Tereza Cruvinel, é quem assina o "ato de inexigibilidade de licitação". Luis Nassif, dono de um blog pró-governo, será contratado, segundo a EBC, "para a prestação de serviços jornalísticos" com uma remuneração mensal média de R$ 55 mil. Ele vai trabalhar na TV Brasil, braço da EBC.
Relembre:
Blogueiro que critica a mídia é contratado da EBC
O contrato com o governo é por meio de uma empresa de Nassif, a Dinheiro Vivo Consultoria Ltda. No mês passado, encerrou-se outro contrato, sem licitação, de R$ 180 mil, assinado em setembro. Antes disso, entre junho de 2009 e julho de 2010, Nassif recebeu R$ 1,2 milhão da mesma EBC. Ao todo, ao término do novo contrato em 2012, o jornalista terá faturado, sem licitação, pelo menos R$ 2,1 milhões do governo federal em menos de três anos.
A EBC informou que a ausência de licitação nesta contratação "se justifica pela notória e reconhecida especialização do jornalista Luís Nassif". "Os valores do contrato são compatíveis com a remuneração paga, no mercado jornalístico, a profissionais do mesmo nível e valoração de Luis Nassif", diz a empresa. Segundo a EBC, o jornalista vai receber os R$ 660 mil para atuar na TV Brasil "como comentarista especializado em economia do telejornal 'Repórter Brasil- Noite'" e ser "apresentador e jornalista responsável pelo programa semanal 'Brasilianas.org', com uma hora de duração".
A EBC menciona o artigo 25 da lei de licitações (8.666/93) e o artigo 64 do decreto 6.505/2008, que trata da contratação de serviços e aquisição de bens da empresa. "É inexigível a licitação quando houver inviabilidade de competição", diz o artigo da lei 8.666. Ao Estado, Nassif disse que receberá "valores de mercado" da EBC. Ele também justificou o contrato com base na legislação que permite contratações por "notória especialização". Ele destacou o trecho que permite dispensa de concorrência "para contratação de profissional de qualquer setor artístico, diretamente ou através de empresário exclusivo, desde que consagrado pela crítica especializada ou pela opinião pública".



Coleguinhas

Esse coleguinha Luis Nassif saiu melhor que a encomenda....quando o PT era Oposição, ele criticava, criticava,agora faz tudo igual ao que criticava...


Nada como um dia depois do outro, com uma noite bem dormida no meio....


Rastreando os coleguinhas


Aqui num cyber tive um tempinho neste final de domingo de dar uma xereteada pelos blogs dos coleguinhas...nem todos que gostaria....

O adão oliveira continua com a melhor crônica política. curto e grosso. sem lero lero...


O lauro Dieckmann é o mais original. como não se acha e não tá competindo com ninguém escreve solto e direto...


O Prévidi tem boas informações de coleguinhas, só não entendi ele dizendo que o Felipe Vieira é um cavalheiro...era uma critica a Ieda Risco?


O Mendelski também tem boas informações e sempre enxuto....

enfim, eles tão aí pras nos fazer concorrência...o que é saudável....

BANCO KFW

RESUMO DO ESCÂNDALO DA CGTEE (27.11.2007)

A CGTEE, principal empresa de energia térmica do Rio Grande do Sul, aparece como fiadora de 12 contratos de empréstimos em benefício de empresas. O aval significa que a CGTEE pode ter de usar dinheiro público para saldar dívidas privadas em caso de inadimplência.

Os contratos somam financiamentos de pelo menos 157 milhões de euros (aproximadamente R$ 409,5 milhões pelo câmbio desta terça-feira) junto ao banco alemão Kreditanstalt fur Wiederaufbau (KfW). Oito deles beneficiam a Hamburgo e quatro, a Winimport.

Em 1º de junho, o então diretor técnico da CGTEE, Carlos Marcelo Cecin, foi exonerado do cargo. Ele alega ter assinado documentação prévia, insuficiente para avalizar empréstimos. Nos financiamentos da Hamburgo, aparecem assinaturas de Cecin e do diretor financeiro da CGTEE, Clovis Ilgenfritz. Conforme laudo contratado pela companhia, as assinaturas são falsas.
No Caderno 2, do jornal O Estado de São Paulo, de 14.04.2011, coluna Direto da Fonte, de Sonia Racy, consta o seguinte:
Tipo exportação
Eurides Mescolotto, da Eletrobrás , voltou da Alemanha trazendo um empréstimo do Banco KFW a...fundo perdido. Tamanha a sintonia com a Eletrosul, conhecida por produzir energia limpa. Ele volta para lá no começo do ano.
O banco em questão não tinha nada a ver com o escândalo da CGTEE, então ?

SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS


Brizola elege-se governador aos 36 anos com 670 mil votos



Leonel Brizola nos porões do Palácio Piratini - Foto: Reprodução
Rui Felten
O desempenho de Leonel Brizola como secretário de Obras do governo Ernesto Dorneles, a partir de 1952, revelou um talento administrativo que o credenciaria a governar o Rio Grande do Sul seis anos depois. Antes de concorrer ao Palácio Piratini, elegeu-se deputado federal, em 1954 (com o maior número de votos: 103 mil), e prefeito de Porto Alegre, em 1956. Foi eleito governador do Estado aos 36 anos, em 3 de outubro de 1958, quando derrotou Walter Peracchi Barcellos (PSD-PL-UDN), com 670 mil votos.
Como governador, levantou, em quatro anos, 5.902 escolas primárias, 278 escolas técnicas e outros 131 estabelecimentos, entre ginásios, colégios e escolas do curso Normal (que formava professores primários). Essa nova estrutura para o ensino possibilitou a abertura de 688.209 matrículas e a contratação de 42.153 professores. Seriam justamente as realizações em benefício da Educação que lhe renderiam o maior reconhecimento público.
Nas eleições de 1958, o PTB (Partido Trabalhista Brasileiro), do qual Brizola foi um dos fundadores em 1945, saiu-se bem em todos os níveis. Além de Brizola no Rio Grande do Sul, deu a vitória a outros quatro candidatos a governador — Gilberto Mestrinho (Amazonas), Francisco das Chagas Rodrigues (Piauí), José Parcifal Barroso (Ceará) e Roberto Silveira (Rio de Janeiro). Para a Câmara Federal, elegeu 66 dos 326 deputados. E entre 21 senadores, consagrou cinco nas urnas.
Apoio do Partido Comunista
“Percebia-se uma aproximação maior do PTB com o PCB (Partido Comunista Brasileiro), que apoiava os candidatos nacionalistas, afirmando que a luta pelo nacionalismo era a questão política fundamental. Os inimigos eram todos aqueles que apoiavam o capital estrangeiro, então chamados de entreguistas”, observa a doutora em História do Brasil pela Universidade Federal Fluminense (UFF) Marieta de Moraes Ferreira, autora do livro “João Goulart — Entre a Memória e a História” (Editora FGV, 2006), em parceria com a também doutora em História Janaína Amado.

Leonel Brizola, ex-governador do RS - Foto: Reprodução
Mas o flerte comunista com o PTB no pleito de 1958 não chegou a ser bem correspondido por Brizola. Pelo menos não abertamente, o que gerou um episódio engraçado citado por historiadores. O PCB emitiu uma manifestação de apoio ao partido trabalhista. Logo depois, em uma entrevista, Brizola disse que não aceitaria. A resposta veio em outra entrevista, dada por Luiz Carlos Prestes, o líder comunista que ficou celebrizado como Cavaleiro da Esperança e que, naquele momento, era secretário-geral do PCB. “A opinião do senhor Brizola sobre nosso apoio é irrelevante. Nós vamos apoiar o melhor candidato, e o melhor candidato é ele”, proclamou Prestes.
Reforma agrária
Eleito, Brizola baixou decreto em que determinava a compra de terras para colonização e loteamento, e criou o Instituto de Reforma Agrária (Igra). Desapropriou terras onde não havia produção e também outras onde a produção existia, mas não em quantidade que, no entender do governo, justificasse a posse da área. Foram entregues a colonos sem terra 14 mil títulos de propriedade de terras. Pela Constituição Estadual, era assegurado o repasse de terras quando reivindicado por abaixo-assinado com o mínimo de 100 participações. Os abaixo-assinados eram incentivados por Brizola em acampamentos de agricultores.
Outra decisão polêmica tomada por ele foi a de encampar a Companhia Estadual de Energia Elétrica, que era subsidiária da empresa canadense Bond and Share, vinculada ao grupo norte-americano Amforp (American & Foreign Power), e a Companhia Telefônica Nacional (CTN), subsidiária da ITT (International Telephon and Telegraph Corporation). O grupo Amforp e a Light, sediada no Rio de Janeiro, monopolizavam o abastecimento de energia elétrica nos grandes centros brasileiros.
A ousadia das encampações tornou o nome de Brizola falado internacionalmente. Mas também fez estremecer as relações entre Brasil e Estados Unidos. “A imprensa americana assumiu, unanimemente, posição condenatória ao ato do governo rio-grandense e, de modo geral, classificou de inadequada a importância depositada em juízo como pagamento pelos bens desapropriados”, escreveu João Carlos Guaragna, em seu livro “Brizola, a Revoada do Exílio — Histórias de Um Pombo Correio”, fazendo referência ao caso da CNT. Guaragna sempre orgulhou-se de ter fundado, em 1983, o Movimento de Apoio à Candidatura de Leonel Brizola à Presidência da República.
As obras do secretário Brizola
No começo da gestão de Ernesto Dorneles (também ele um trabalhista), Brizola era presidente estadual do PTB. E antes de assumir a Secretaria de Obras, ocupou a pasta de Interior e Justiça. Entre as obras públicas que realizou como secretário de Obras, a construção da ponte do Guaíba foi uma de suas maiores façanhas. O projeto foi totalmente executado por empresas gaúchas.
Construiu também a ponte sobre o rio Pardo, a Estação Ferroviária Diretor Pestana (em Porto Alegre), ampliou o transporte intermunicipal com a instalação de linhas do trem diesel Minuano e tocou mais de 100 projetos de obras em estradas, entre a abertura de novas rodovias e o prolongamento de outras. O Daer (Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem) e o Departamento de Portos, Rios e Canais passaram por melhorias importantes. Mesma coisa ocorreu no Aeroporto Salgado Filho. Para garantir o abastecimento de água no interior gaúcho, construiu 40 hidráulicas. Tudo isso fazia parte do Plano de Obras da administração de Dorneles.
“Com extraordinária força de vontade, Brizola conseguiu formar-se em Engenharia, sem nenhum pendor pela profissão, pois desejava apenas o título para nele se apoiar na conquista do objetivo em vista — o poder político”, escreveu o marechal José Machado Lopes no livro “O III Exército na Crise da Renúncia de Jânio Quadros” (Editorial Alhambra, 1979). Machado Lopes era o comandante do 3º Exército em 1961, quando Jânio Quadros renunciou e os militares não queriam a posse do vice-presidente João Goulart, o Jango, como previa a Constituição Federal.
Na época general, Machado Lopes tinha ordens do ministro da Guerra, Odílio Dennys, para desmantelar a rebelião nacional liderada por Brizola do porão do Palácio Piratini, onde montou uma rede nacional de rádio, e bombardear Porto Alegre, se fosse preciso. Surpreendentemente, no entanto, o comandante entrou no Piratini e, ao ser recebido por Brizola, anunciou que estava do lado dele e da população na Campanha pela Legalidade — como ficou historicamente conhecido o movimento pelo cumprimento da Constituição.
Cunhado não é parente
Machado Lopes, que morreu em 1990, no Rio de Janeiro, aos 90 anos, escreveu também, em seu livro de memórias, que Brizola era um admirador de Fidel Castro, a quem procurava imitar: “Era grotesco vê-lo, no auge da crise, com uma metralhadora portátil numa das mãos e a Constituição na outra. Sem levar em conta que, no Brasil, cabem muitas dezenas de Cubas e que o seu sistema ortográfico não possui uma só Sierra Maestra, imaginava repetir aqui o que lá fizera Fidel na esperança de poder cubanizar o Brasil”.

Brizola com Jango: cunhado não é parente - Foto: Reprodução
Outra lembrança guardada de Brizola por Machado Lopes foi o episódio pitoresco de que o ex-governador, em certa época, desejava se tornar ministro da Fazenda. Casado com a irmã de Jango, Neusa Goulart, ele era, portanto, cunhado de um governante federal. Saindo à frente dos comentários que poderiam surgir que estaria querendo se beneficiar dessa situação, Brizola espalhou pelo Brasil o slogan: “Cunhado não é parente”.
“Sempre mantivemos boas relações protocolares, sem nunca nos aproximarmos muito, dado o antagonismo de gênios e de propósitos que nos possuía”, recordou Machado Lopes.
Obstinado pela educação
No livro “Brizola e a Legalidade” (Editora Rígel), de Anselmo F. Amaral, o professor Antônio de Pádua Ferreira da Silva diz que nos quase 60 anos de convivência atestou uma das grandes obstinações do líder gaúcho: “melhoria das condições de vida do povo brasileiro e, para atingi-la, jamais se afastar da legalidade”. Lembra também que na campanha para deputado estadual, em 1947, Brizola defendia a educação para todos. Mais tarde, o próprio candidato teria explicado: “A minha mensagem era a seguinte: não se pode entender como um estudante militar tem tudo — livros, fardamento, pensão e até um ordenado – e nós não temos

Do site Sul 21



Estado do RS abre licitação para a compra de 13 pênis de borracha

Por solicitação da Diretoria Sócio-Educativa da Fase (Fundação de Atendimento Sócio-Educativo do RS), ex-Febem, a Central de Compras do Estado do RS abriu licitação para a compra de 13 pênis de borracha para aquela instituição, que tem 13 unidades de atendimento. Presume-se, assim, que cada unidade receberá do Estado um pênis destinado às aulas de educação sexual.

A informação é do colunista Wanderley Soares, e foi publicada na edição do dia 12 deste mês do jornal O Sul, de Porto Alegre. O jornalista avalia que "a partir deste precedente - que envolve menores em situação de risco - em breve também os alunos, tanto do ensino fundamental como do médio, terão direito a aulas sobre sexo devidamente ilustradas com pênis de borracha ou material assemelhado adquiridos em licitações públicas".

A compra foi confirmada pela assessoria de comunicação da Fase. Esta é responsável pela execução das medidas sócio-educativas de internação e de semiliberdade, determinadas pelo Poder Judiciário, a adolescentes autores de ato infracional.

Em sutil ironia, o jornalista escreve estar-se diante de "uma discriminação, a menos que seja apenas o início de um projeto de maior grandeza". E justifica: "preocupa-se a Diretoria Sócio-Educativa da instituição apenas com a aquisição de pênis de borracha; mas o sexo - aquele considerado normal - envolve, minimamente, um pênis e uma vagina".

A Fase respondeu na edição do dia 15: "a compra de material destina-se a auxiliar os profissionais de saúde nas consultas e atividades de grupos voltadas à prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, métodos contraceptivos, ações de higiene, autocuidado, paternidade consciente e gravidez na adolescência. Estas ações em saúde são preconizadas pelas políticas de atendimento voltadas à nossa clientela, sobretudo à prevenção de novos casos de paternidade precoce e gravidez na adolescência".

O jornalista agradeceu as informações e - ao considerar a riqueza de material didático existente na Internet e nas mais modestas bibliotecas do planeta sobre o tema, ferramentas que vão muito além dos pênis de borracha que serão patrocinados pelo erário - deixou para os leitores "interpretarem esse episódio, mas sempre questionando a ausência das vaginas".

Na edição de ontem (17) do jornal porto-alegrense veio o epílogo. Wanderley Soares escreve que "se todos os pedagogos do País adotarem o uso desse equipamento para menores em situação de risco, teremos uma explosão na indústria de pênis, o que é bom para a economia".

O artigo avalia que certamente "haverá a discussão se os pênis deverão ser somente brancos ou se os negros também terão a sua cota", sem esquecer que "o tamanho do artefato estará em estudo, pois influirá no custo final".

A coluna avança fazendo uma digressão sobre uma hipotética situação de os 13 pênis, de repente, se transformarem em 12.

Wanderlei Soares então arremata: "Digamos que um pênis venha a desaparecer. Tudo é possível. O desaparecimento de um pênis deverá provocar, no mínimo, uma sindicância, e, se a coisa evoluir, até mesmo o Ministério Público terá de intervir. Haverá, inclusive, a responsabilização de quem estava com a guarda do pênis, o que iria estourar em uma professora ou em um professor".

Mas o articulista admite que o objetivo da compra do material fala mais alto porque, "em síntese, o Rio Grande entra na história como o primeiro Estado a fazer uma licitação pública para a compra de treze pênis de borracha e esta glória ninguém vai nos tirar".


Wanderley Soares do site Espaço Vital


Recebo e publico



Prezado Sr. Jornalista Olides Canton

Navegando na rede, por acaso encontro a menção a minha pessoa no seu blog:

Sem nada a declarar

O professor de história Jurandi Malerba, da PUC-RS,tirado do anonimato pelo colunista JUremir Machado, não quer dar entrevista sobre um livro no qual Laurentino Gomes teria se espelhado(ou chupado) pra fazer seu 1808, um best seller que vendeu 500 mil exemplares.

Causa-me espécie esse tipo de referência. Por suposto que foi só agora que chegou a discussão na Província de São Pedro. Os melhores profissionais da área no Brasil, porém, sabem do que se trata, desde que em 2008 publicou-se a obra do Sr. Laurentino Gomes. Mas onde vejo certa perversão em sua matéria é pelo fato de usar meu nome a minha revelia. Pois não recebi nenhum contato de sua parte sobre essa polêmica que aconteceu por ocasião da Feira do Livro de ano passado. Nenhum email; nenhum contato telefônico. Sua matéria sugere - e ai reside a perversão - que eu fui instado a "dar entrevista", mas me furtei a tal. Valha-me, meu Senhor.

É lamentável esse tipo de atitude; e ainda ao colocar-me no "anonimato". Anonimato para quem, onde? sou anônimo para a imprensa gaúcha? (Nem para esta, pois venho publicando amiúde no Zero Hora.) Definitivamente, não sou tão anônimo assim meridianos acima, autor de vários livros em editoras como Companhia das Letras, Edusc, Fundação Getúlio Vargas, com trabalhos acadêmicos publicados em seis idiomas em 10 países. Meu livro sobre historiografia latino-americana, que saiu aqui pela FGV (2009) e na Argentina pela Prohistória (2010), acaba de sair (2011) em russo, pela Kanon, de Moscou. O livro que lancei ano passado na FL de POA, Lições de HIstória (FGV/Edipucrs), tem colaboradores das melhores universidades do Brasil, além do historiador francês François Dosse (veja resenha publicada no Estadão: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101023/not_imp628579,0.php)
Já colaborei como articulista na Folha de São Paulo, em O Estado de São Paulo. Na academia, por certo o meu nicho, sou lider de grupo de pesquisa e bolsista de produtividade do CNPq. [http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4782404Z8]
Conhecido por quem e onde vale-me algo ser conhecido.


Atenciosamente,


Jurandir Malerba


Nota do editor.

1)O professor Jurandir Malerba tem todos meus respeitos. Porque iria desrespeitar uma pessoa que nem conheço?

2) na ocasião, tentei muito o contato com ele. Mas o que me informaram no depto dele na PUC é que ele não falaria deste assunto.

3) Agora falou...

4) pra nosso orgulho!


O Falcão Inglês

O Falcão inglês estréia na casamata colorada

Por Luiz Oscar Matzenbacher

Finalmente a Sportv vai transmitir um jogo do Internacional em 2011. Será a estréia de Paulo Roberto Falcão como técnico colorado na Libertadores de América. O jogo, Inter x Emelec, será às 20h15min desta terça-feira, dia 19/04, no Gigante da Beira-Rio. Vamos ver um outro Internacional, mais inglês, jogando no clássico 4-4-2 e com retoques do Inter de 1979, do Ênio Andrade e alguns toques do Inter de 1976, do Rubens Minelli. Dará certo com quatro meias e sem um volante clássico?
Basta um empate e o Internacional estará na próxima fase, junto com o Cruzeiro e o Grêmio - já classificados - e provavelmente o Santos. O Fluminense ainda tem chances, mas não depende só dele.
Seria ótimo vermos os cinco clubes brasileiros na próxima fase da Libertadores, a de oitavas de final, em jogos de ida e volta. Sem os grandes argentinos - Boca e River - na disputa, seria uma barbada. Mas em Libertadores de América existem sempre muitas equipes com grandes surpresas surgindo das encostas nevadas e dos vales da Cordilheira dos Andes ou do Pampa do Sul.

Serpentário

1) pra se irritar, todas as noites dos domingos, depois dos jogos, o Nelson MOura vê os tres PORQUINHOS como ele chama o Pedro Ernesto Denardim, NandoGross e Maurício Saraiva, na TV COM, noBate Bola.


2) E depois na segunda chega puto das calças no serpentário porque ele alega que os 3 porquinhos são todos colorados....


Bombinhas


Fui passear em Bombinhas (SC), em um domingo fora de temporada e me lembrei nostalgicamente daqueles velhos tempos em que metade das redações de jornais e os profissionais dos consultórios médicos de Porto Alegre se transferiam para o Litoral Catarinense, sempre em fevereiro. As fotos das crianças, papais, mães, avós se divertindo com toda a praia à disposição, serão difíceis de vermos repetidas no próximo Feriadão de Páscoa. A previsão é de milhares e milhares de gaúchos, uruguaios, argentinos e paranaenses, sem esquecer os paulistas e os próprios catarinense, ocupando cada milímetro de areia de Bombinhas, apesar dos gargalos da BR-101 entre Torrres e Palhoça.

Boa Páscoa.
Abraços.

Luiz Oscar Matzenbacher

Como são maldosos...

... como gostam de contrariar, de criar caso, de gerar problemas. É uma 'regra de ouro' às avessas esta da crônica esportiva porto-alegrense.

A chuva obrigou o Bola-Bola a fazer o treino no campo suplementar, à vista de todos, e os 'coleguinhas' deitaram e rolaram. Pelo menos os do CP (a ZH ainda não vi, nem pretendo).
Hoje contaram tintim por tintim no jornal tudo o que o treinador queria manter em segredo, esconder dos adversários.
O tom da matéria é todo de superioridade, de soberba: 'viu, tentou esconder mas não adiantou'.
Que falta de respeito!
Que gente!

Em tempo 1: com a recente morte do Flávio Alcaraz, lembrei de uma constatação que fiz há tempos. Grande parte dos jornalistas de antigamente não exerciam a profissão, mas também tinham diploma de advogados. Acho que é por isso que não faziam tanta besteira quanto os atuais formados só nas faculdades de Jornalismo. O próprio Flávio era formado em Direito, assim como, por exemplo, o Streck e o Lazier. Está bem, não são grande coisa, ou são grande coisa apenas em termos provincianos, mas, em questões como seriedade e visão profissional, estão bem acima da média dos Mendelski (uma biruta, que vira conforme o vento, uma metralhadora giratória), dos Juremir, dos Lauro Quadros (este, acho que se tem ginásio é muito), dos Macedo etc...

Em tempo II: uma coisa puxa a outra: lembrei da historinha de dois 'coleguinhas' que, segundo me contaram, entraram na faculdade de Direito (uma destas faculdades de periferia) com certificados falsos do Colegial. Eles eram policiais e era o tempo da 'ditabranda', quando os órgãos de segurança mandavam na SEC (o secretário era um coronel!). Daí que ficava fácil forjarem documentos. Ouvi esta história quando era repórter policial, contada por um terceiro "tira", que era também 'coleguinha' e já é falecido. Menciono a historinha porque, em casos assim, claro, não vale o que escrevi no 'Em tempo' anterior.


Em tempo III: no meu caso, estudei Direito mas foi quando só quando já estava deixando o jornalismo. E só com meu cursinho da Famecos nunca pretendi ser como estes medalhões que andam por aí. Fiquei todo o tempo fazendo meu trabalho de formiguinha conforme o João Aveline disse que era para eu fazer. E num curso de Direito não se aprende só Direito Civil e Direito Penal, mas também muita coisa que é útil no jornalismo, como Direito Financeiro e Finanças, Direito Empresarial, Direito Tributário, Direito Econômico etc... Quer dizer, no mínimo, aprende-se a não falar (ou escrever) bobagens.
do blog do Lauro Dieckcmann....

concordo com o Lauro em muitos pontos, mas é preciso ver que ele também, como eu, estamos defasados em relação as redações atuais. Nós sómos o ARCHIMDES FORTINI DE ONTEM...LAURO....

e as redações hoje em dia pelo que sei, porque não frequento, não são mais um centro de notícias e de cultura, como a gente pegou,ainda...

Não sei bem em que viraram, mas não são mais isto. Sem querer dizer que no nosso tempo era melhor. Nosso tempo era nosso tempo, hoje é diferente e pronto.
Postado por Lauro Dieckmann

Memória

O DONO DO RESTAURANTE

ESCONDIA O UISQUE NO COFRE


a assembléia legislativa do estado já teve no 11 andar um baita restaurante. Metade do andar era a cozinha, outra metada a parte do restaurante em si.

acontece que a cozinha era muito pesada e como no 12 andar havia a biblioteca, com milhares de volumes, os deputados trataram de tirar tanto a biblioteca, como o restaurante, com medo que tudo viesse abaixo, um dia.

Mas neste restaurante sabe-se que deputados corriam no carteado a noite inteira. Alguns saíam de lá em plena madrugada....

O economo era seu DIMMER, QUE TAMBÉM , como os dois garçãos - um de nome Leo - mandava um trago que só a ver...

O Dimmer, por exemplo, guardava seu litro de Drurys dentro do cofre.Ali estava mais garantido.


E os dois garçãos mandavam ver um trago bonitaço, também.

Um deles, ninguém sabia como bebia, ou como ele se encharcava daquele jeito porque saía do trabalho sempre cambaleante. Até que um dia foram ver e era um litro disfarçado de guaraná, onde ele guardava seu trago.

Não há garção que não beba, não dono de restaurante que não beba, mas este do seu Dimmer entrou pro folclore porque era frequentado por jornalistas e por deputados.

Desativado, nunca mais voltou a funcionar, nem em outro local.


historias de la Undeze...


O LADO SE OPERA HOJE!

o CARA QUE MAIS SE LEMBRA DA ANTIGA SERAFINA é um advogado que mora desde 1968 em Porto Alegre(ou terá sido 1967) e quando pra veio, foi morar na pensão da dona Odila Massolini, na frente do então badaladissimo ENCOURAÇADO BUTIKIN na av. Independência.

O Lalo, como é conhecido, veio trabalhar na IOSPHE e quando nós chegamos em dezembro de 1968 pra fazer exames de adminissão no Julinho , ele era um senhor que já dominava a capital e nos esnobava....

Pois hoje o Lalo vai se operar no Moinhos de Vento. Me ligou na sexta e estava bem nervoso. Vai operar um íngua, mas ele já se internou três vezes e fugiu as três do Hospital, de medo da cirurgia. Mas desta vez vai pra faca, porque precisa.

Temos certeza que o nosso amigo Lalo vai se dar bem na cirurgia e que voltará restabelecido.

Em tempo:

A memória do Lalo é tão grande que na sexta ele me ligou pra dizer que faziam 15 anos que tinha morrido um colega nosso de JUC, o SPIGIORIN, de Guaporé.

Mas eu entendi que o Lalo estáva era com cagacite da cirurgia e o acalmei, pelo menos tentei....


FAMURS

NA QUINTA DA SEMANA PASSADA a assessoria do prefeito Mariovane WEis, de São Borja, andava procurando o celular da deputada Juliana Brizola pra lhe pedir apoio na eleição pra Famurs.


Preso? porque!!!


Boatos durante o " sumiço" de Mariovane Weis,prefeito de São Borja, diziam que ele estaria preso, ou doente....


O GUAIPECA VIROU

A REPUBLICA DE SÃO BORJA


Assessores da Câmara Municipal de São Borja que estiveram na semana passada em Porto Alegre prum curso de aperfeiçoamento elegeram o GUAIPECA, um bar na Fernando Machado, como seu point....Depois do trabalho, era lazer puro.

Só que uma noite, passou um carro e lá de dentro disparou um flash, como se fosse de uma máquina fotografica, na direção deles, que tomavam umas " guaranás".

- Fixcamos com medo que fosse o Giovani Grizzotti( repórter investigativo da Gaúcha) disse um deles a este repórter.


Sem Pulo - Túnel do Tempo


Clique na imagem para ampliar


Clique na imagem para ampliar

Bar do espanhol...

Nobar do espanhol, no térreo do prédio da ARI, já está servindo também pra unir alguns desafetos do passado.


BIGNONE: ÚLTIMO DITADOR ARGENTINO É CONDENADO A PRISÃO PERPÉTUA


Quase 30 anos depois, um tribunal de Buenos Aires condenou Bignone ...


De Buenos Aires
Gelson Farias

Olides.
Quando chequei aqui, ontem, por volta das 22 horas, fiquei sabendo através do noticiário da TV, que o general Bignone havia sido condenado a prisão, perpétua. Como já havíamos feito inúmeras matérias sobre a ditadura argentina, somente reabri o arquivo do meu Notebook para dar uma penteada no material e atualizá-lo. Veja que aqui, na Argentina, a justiça – por morosa nos seu trabalho do dia-a-dia -- não brinca em serviço. Sem exceção todos os militares ( presidentes e ministros em Chefe das Forças Armadas Argentina, foram condenados a prisão perpétua. Aqui, neste mural(abaixo) estão todo os ministros militares de baixa patente e colaboradores que durante a ditadura da argentina, prenderam e mataram centena de homens, mulheres e crianças. Muitos, tiveram seus corpos encontrados e sepultados pelos seus familiares. Outros, no entanto, nunca foram localizados. E no Brasil, quando os militares serão julgados e condenados?
Um abraço Olides.


O último ditador argentino, Reynaldo Bignone (1982-1983, 85 ) foi condenado nesta quinta-feira à prisão perpétua por crimes contra a humanidade, informou a TV em Buenos Aires. Bignone já havia sido condenado em abril de 2010 a 25 anos de prisão por privação ilegal de liberdade e tortura de presos políticos durante a ditadura (1976-1983).
"Estes repressores são perigosos, não importa sua idade. Nunca se arrependem do que fizeram", disse Estela de Carlotto, presidente das Avós da Praça de Maio, após a leitura da sentença.



Bignone sendo conduzido ao tribunal para ouvir a sentença

O Tribunal Federal de San Martín também condenou à prisão perpétua o ex-subcomissário e ex-prefeito de Escobar (periferia oeste de Buenos Aires) Luis Patti, 59 anos, por seqüestro, tortura e homicídio. Na mesma audiência, foram condenados à prisão perpétua o general Santiago Omar Riveros e o oficial de inteligência Martín Rodríguez.



Passeata em Buenos Aires pelos desaparecidos


Como último ditador argentino, Bignone entregou o poder a Raúl Alfonsín (1983-1989), primeiro presidente eleito após a ditadura argentina. Desde a anulação das leis de anistia, em 2005, a Justiça argentina já condenou mais de 200 chefes militares, e há outros 800 processos em andamento contra militares e policiais ligados à ditadura. Segundo organismos de defesa dos direitos humanos, mais de 30 mil pessoas desapareceram na Argentina durante a ditadura e 500 crianças, filhos de desaparecidos, foram roubadas ou entregues a repressores, das quais 103 já recuperaram sua identidade.


Flávio(1)


Flávio Alcaraz quando ainda estava na Guaíba costumava dizer que quem estava mandando lá era o HEBREU- DONO DA REVISTARIA PAPYRUS que fazia um programete de tarde - o sidinei coelho( do comercial) e o carlinhos(irmão do renato ribeiro...)


Flávio(2)

Um dia o Flávio invadiu o estúdio da Guaíba enquanto o HEBREU apresentava seu programa e aos berros gritava:
- Tu pagastes tuas contas, tu pagastes tuas contas...

É que o Jovem hebreu, como ele chamava o vendedor de livros - hoje mudou de nome sua empresa - era duro na queda pra pagar as contas. todos sabem disto.


Flávio(3)

Quando fazia sua coluneta no correinho, Flávio a batia na máquina de escrever, depois gritava pra todo mundo que estava a sua volta:
- Olha aqui o ]que eu escrevi, olha!!!

CRÍTICA


Maria do Rosário recebeu dinheiro de uma empresa fabricante de armas para a sua camapnha e é a favor do desarmento. Não se pode criticar, pois "há coisas no BR que nunca irão mudar, pois em vez de as pessoas se focarem no todo da questão, ficam procurando coisas no partido A ou no partido oposto e não percebe que certas coisas vem sendo endossadas desde a ditadura com a aprovação de todos os governos."

Obviamente, se quem tivesse recebido o dinheiro da fábrica de armas e fosse a favor do desarmamento pertencesse a partido que não fosse o PT, Maria do Rosário e quem a defende estaria criticando.

Quando é o PT sempre há uma desculpa e a culpa passa sempre a ser de quem critica, acusa, etc. e tal. Só quem tem o monopólio da critica é o PT, pois é o partido da "ética". É o partido da ética ?

Quando o PT iniciou eles tinham esta pretensão, de ter o monopólio da ética, da honestidade, como se isto nunca tivesse existido ( aliás, tudo o que existe é obra do PT; antes era o caos, as trevas; com o PT fez-se a luz ).

Às vezes temos a impressão de ter visto algo e depois constatamos que não era nada daquilo que imaginávamos e constatamos que tudo não passou de uma "ilusão de ótica".

Com a ética do PT aconteceu algo parecido: depois do mensalão, dos aloprados, do caso Bancoop, entre outros, constatou-se que era pura "ilusão de ética".

Continuo com a minha opinião e cada um que continue com a sua.

Respeitosamente.


SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS

CONCERTAÇÃO ?????????????????????????????


Concertação: significa, em primeiro lugar, identificar os temas estruturantes de um novo Contrato social e, ato contínuo, significa buscar posições pactuadas, que possam ser amplamente majoritárias e também hegemônicas na sociedade. Tudo para transitarmos, com o menor custo político e social possível, para uma sociedade com mais igualdade, inclusiva, com altas taxas de crescimento econômico e radicalmente democrática (www.tarsogenro.com.br/artigos)

DEFINIÇÕES:

Use concerto quando tiver significado de audição musical, harmonia de instrumentos ou vozes, composição musical extensa.

Use conserto quando tiver significado de reparo, restauração, reforma, remediar, corrigir, colocar algo em bom estado.

Veja outros exemplos:

a) Vou consertar o erro que fiz. (corrigir)
b) Vou consertar essa situação que causei. (remediar)
c) Consertam-se roupas. (restaurar)
d) Vamos ao concerto da Filarmônica de Minas Gerais? (audição musical)
e) A Orquestra Filarmônica de Berlim tem concertos muito famosos. (composição musical)

Pergunto, então: de que palavra "concertação" é derivada ? Em que dicionário a encontramos ?

Aí, na reunião do Conselhão, que possui 90 componentes, 23 participaram e 15 enviaram suplentes (38): era para debater a proposta da primeira CARTA DE CONCERTAÇÃO. Dunga ( ex-jogador e treinador de futebol), Daiane dos Santos (ginasta), Werner Schünemann (ator)
e Giba Assis Brasil (cineasta), os famosos, não compareceram.

Segundo foi divulgado, um participante teria dito: - Esse troço é uma perda de tempo que eu nunca vi igual.
Ainda: o prazo para que os conselheiros enviassem propostas para a tal Carta de Concertação encerrava-se no dia 15.04 e até o dia 14
o governo tinha recebido 25 contribuições. São 90 os componentes.

SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS



Luciano e Prefeitura atuam juntos para garantir mais linhas aéreas em Passo Fundo

O deputado Luciano Azevedo (PPS) fez nesta semana, em parceria com a Prefeitura de Passo Fundo, nova investida para levar ao município mais opções de ligação aérea com o centro do país. Ele esteve reunido, no Rio de Janeiro, com a direção da Webjet Linhas Aéreas Econômicas para demonstrar o interesse da cidade em contar com novos voos. Luciano expôs em detalhes o potencial de Passo Fundo e entregou material com informações sobre a cidade ao vice-presidente Comercial da empresa, Sad iq Gillani, e ao diretor de Aeroportos, André Lima. Ele também encaminhou carta do prefeito Airton Dipp (PDT) solicitando que a empresa avalie a possibilidade de operar em Passo Fundo. O deputado destacou que tanto a Prefeitura quanto a Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística estão à disposição para fornecer mais informações, caso a empresa julgue necessário.

De São Borja


Telmo Motta Jr. que vem a ser o responsável atual, nomeado pelo governador Tarso, do Parque de Esteio,e que se especula seja candidato pelo PT a prefeito de São Borja-embora hoje esteja no PDT - é irmão do NEGO MOTTA, um dos apresentadores do show do Festival da Barranca.

Eles não são de São Borja, mas se aquerenciaram por aqui....


PATROLADO PELA MEMÉIA....

Ninguém comenta no PP(Partido Progressista) mas muitos falam baixinho: as pretensões do deputado federal Luiz Carlos Heinze(PP) de ser candidato a governador, um dia, já foram patroladas pela atual senadora Ana Amélia Lemos, a MEMÉIA...dos amigos.

Ana Amélia era assim na sucursal da RBS em Brasília: quem se colocava na sua frente, virava picadinho...Que o digam alguns colegas que estão aí na ativa. E até mesmo uma nova direção da Zero Hora, no começo dos anos 90, que tentou defenestrá-la teve suas pretensões derrubadas: simplesmente a então diretora colocou a REPUBLICA em sua casa, numa recepção que deu....


CONCERTAÇÃO


EM ANGOLA, LÁ NA ÁFRICA, TAMBÉM TEM CONCERTAÇÃO. VEJA NO TEXTO A SEGUIR COMO É TODO O NOME DA COISA LÁ.

14-04-2011

Angola Press

Ingombota realiza conselho de concertação social

Luanda - O desempenho das autoridades administrativas do município da Ingombota, nas diversas esferas, durante o primeiro trimestre deste ano, será analisado nesta sexta-feira, durante a segunda reunião dos membros da administração local.
De acordo com um documento chegado hoje, quinta-feira, à Angop, a reunião terá duração de um dia e nela as administrações municipais, repartições e secções vão apresentar os relatórios das actividades desenvolvidas de Janeiro a Março de 2011.
O combate à venda ambulante em pequenos mercados informais localizados em diversos pontos dos municípios, segurança dos moradores, principalmente residentes em prédios, construções anárquicas estará igualmente em análise na reunião.
Sob orientação da administradora municipal, Suzana de Melo, o encontro vai também abordar a questão da responsabilização dos funcionários da administração, no âmbito das suas tarefas como servidores públicos, onde o munícipe deve ser atendido dentro dos prazos estabelecidos por lei.
Vão participar igualmente no encontro o administrador adjunto, administradores comunais, chefes de repartição e de secção.
O Conselho de Auscultação e Concertação Social tem como objectivo, ponderar as medidas de política económica e social a tomar pela administração municipal, promover o diálogo e a concertação entre a administração local e parceiros sociais.

Com uma população estimada em aproximadamente 600 mil habitantes, este município ocupa uma área de 13 mil metros quadrados e é composto pelas comunas da Ingombota (sede), Patrice Lumumba, Ilha do Cabo, Kinanga e Maculusso.
A PIADA É MUNDIAL.....
SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS


Líder do PSDB promove reunião sobre o Programa Casas da Solidariedade



O deputado Jorge Pozzobom, líder da bancada do PSDB, promoveu uma reunião, na tarde desta quarta-feira (13), com o líder da bancada do PMDB, Giovani Feltes, e a líder do governo, Miriam Marroni, para discutir o Programa Casas da Solidariedade. O projeto visa disponibilizar meios de hospedagem para usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) e seus acompanhantes, que necessitam de tratamento médico hospital ou realização de exames fora do município de origem.

Para Pozzobom, é preciso esclarecer e discutir a forma de execução do programa. “Esse é um projeto extremamente importante para o Rio Grande do Sul. Por isso, é necessário debatermos, no Parlamento, a inclusão de algumas emendas. Queremos evitar que agentes políticos se beneficiem com dinheiro público” destacou o parlamentar, que defende a execução do programa por meio de convênio com os municípios.

Na próxima semana, os deputados se reunirão com representantes da Secretaria de Saúde do Estado para obter dados, como o número de pessoas habilitadas para o programa. Segundo Pozzobom, as informações são necessárias para se fazer uma previsão orçamentária do projeto.


Pozzobom participa do lançamento do Mapa Estratégico em Santa Maria
Na noite da quinta-feira (14), o deputado Jorge Pozzobom participou do lançamento do Mapa Estratégico do Movimento “A Santa Maria que Queremos”. O Mapa é resultado de uma série de entrevistas e pesquisa, realizada pela Prefeitura de Santa Maria, com o objetivo de planejar a cidade com vistas ao ano de 2020.
No seminário “Visão do Futuro” foram conhecidas as prioridades apontadas pelo povo santa-mariense. O parlamentar considera o trabalho fundamental para o futuro do município. “Acompanhei desde o início o projeto "A Santa Maria que Queremos". É muito importante conhecer as prioridades na ótica do povo para, a partir daí, poder planejar a Santa Maria do futuro”.


Conselheiros tutelares recebem apoio de Pozzobom
Os representantes da Associação dos Conselheiros Tutelares do Rio Grande do Sul, Rodrigo Farias dos Reis (vice-presidente) e Eduardo Formagio (tesoureiro), reuniram-se na manhã dedesta quinta-feira (14) com o líder da bancada do PSDB, deputado Jorge Pozzobom, para pedir apoio ao Projeto 220/2010, que trata das condições de trabalho dos Conselheiros Tutelares no Estado.
O parlamentar, que é relator do projeto na Comissão de Constituição e Justiça, já emitiu parecer favorável com emendas. “Confesso ter ficado um pouco triste quando alguém, anonimamente, criou uma versão de que meu parecer seria contrário aos interesses dos conselheiros tutelares. Pozzobom tem a convicção de que melhorar as condições de trabalho e infraestrutura dos conselheiros tutelares significa efetivamente melhorar o sistema de atendimento às crianças e adolescentes que se encontram em situação de vulnerabilidade social. "Assumi o compromisso antes da eleição e com muito orgulho estarei agora honrando a palavra empenhada”, finalizou.


Pozzobom discute implementação de escola técnica com vereador de Carazinho
O líder da Bancada do PSDB, deputado Jorge Pozzobom, recebeu, nesta quarta-feira (13), o vereador de Carazinho Gilnei Jarré. No encontro foram discutidas medidas para a implementação de uma escola técnica de metal mecânica no município. “É uma necessidade de Carazinho. Temos mais de 80 empresas de metal mecânica na região, mas não possuímos uma escola técnica na área. Precisamos qualificar a nossa mão-de-obra” destacou o vereador.

O deputado, que apoiou a iniciativa, irá verificar a possibilidade da criação do curso junto ao órgão responsável - a Secretaria de Educação do Rio Grande do Sul. “Estou ao lado da população de Carazinho e de toda a região nessa luta” afirmou Pozzobom.

Líder da bancada do PSDB representa o Parlamento Gaúcho na reunião-almoço da Associação do Aço do RS
A convite do presidente da Associação do Aço do Rio Grande do Sul, José Antônio Martins, o deputado Jorge Pozzobom representou oficialmente a Assembleia Legislativa em reunião-almoço, nesta terça-feira (12), no salão de convenções da FIERGS. Durante o evento, o vice-presidente da Usiminas, Sérgio Leite de Andrade, falou sobre “Perspectivas da Siderurgia Brasileira – a Ação da Usiminas”.
Na palestra, Andrade disse que a Usiminas está investindo fortemente para abastecer o mercado do aço e, por ter há mais de uma década relações comerciais com o Rio Grande do Sul, pediu ao Governo do Estado investimentos na área de infraestrutura, pois o aço é transportado 100% nas rodovias. Pozzobom disse ao vice-presidente da Usiminas que incluiu nos grandes debates do Parlamento o tema “infraestrutura e logística” e colocou-se à disposição para discutir o assunto com o órgão competente.


Deputado Jorge Pozzobom inclui três grandes temas para o Rio Grande do Sul nos debates do Parlamento
O lançamento do programa Destinos e Ações para o Rio Grande, que busca valorizar o papel da Assembleia Legislativa no debate político do Estado e nos assuntos importantes para os gaúchos, contou, nesta segunda-feira (11), com a participação do deputado Jorge Pozzobom (PSDB). O parlamentar é responsável pela inclusão de três temas estratégicos nas discussões do Parlamento gaúcho: novo Código Florestal, Reforma Política e Infraestrutura e Logística.

Para o parlamentar, o novo Código Florestal trará avanço social e econômico para Estado do Rio Grande do Sul, desde que sejam considerados os pequenos produtores, pois no Rio Grande do Sul 65,3% que têm até 20 hectares possuem, em média, apenas 5,85% de RL (Reserva Legal) e APPs (Área de Preservação Permanente). “Deve haver equilíbrio com vistas ao desenvolvimento econômico, social e ambiental” afirma Pozzobom. Na última terça-feira (05), o deputado participou, em Brasília, do manifesto em defesa das mudanças na legislação ambiental. “É uma luta do Brasil com grande reflexo na economia do povo gaúcho” defende.

A Reforma Política, que na visão de Pozzobom trata-se de uma reforma eleitoral, não pode ser discutida apenas pela comissão do Senado e Câmara Federal. “A Assembleia Legislativa gaúcha tem papel fundamental e preponderante no tema. Já em maio deste ano teremos, aqui no parlamento gaúcho, um debate conjunto com a Câmara Federal. E queremos trazer, ainda, a comissão do Senado para qualificar e aprofundar ainda mais o debate” destaca Pozzobom, após conversa com os senadores Ana Amélia Lemos e Aécio Neves.

A infraestrutura, tema diretamente ligado ao desenvolvimento do Estado gaúcho, é outro tema defendido pelo Deputado Jorge Pozzobom . O líder da bancada do PSDB propôs, em fevereiro deste ano, a criação da Comissão Permanente de Infraestrutura e Logística, para discutir obras necessárias a curto, médio e longo prazo, como a nova ponte do Guaíba e os empreendimentos para a Copa do Mundo de 2014. “Estou muito feliz, pois nos primeiros dias de meu mandato, na tribuna do parlamento, fiz a proposição ao presidente da Assembleia Legislativa para que incluísse esses três temas. Como foram contemplados, tenho a satisfação de estar contribuindo para um Rio Grande do Sul melhor. Esse é o resultado do compromisso que assumimos: oposição com proposição” concluiu o deputado.


Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul
Praça Mal. Deodoro, 702 - 7º andar - Porto Alegre - CEP: 99010-300 - Fone (51) 3210-2330

Dia do Livro Infantil será comemorado com brincadeiras para crianças hospitalizadas

A Biblioteca Municipal Getúlio Vargas e um grupo de alunos do CESB comemoram o dia nacional do livro infantil (18/04) com o Projeto Passeios de Emília. Em sua quarta edição, este ano eles realizarão visita, caracterizados como personagens do Sitio do Pica-pau Amarelo ao Hospital Infantil Ivan Goulart. Entre as atividades previstas está a hora do conto, brincadeiras e diversão com as crianças hospitalizadas no local.

O dia 18 de abril foi instituído como o dia nacional da literatura infantil em homenagem à Monteiro Lobato. Mesmo após mais de 60 anos de sua morte, José Bento Renato Monteiro Lobato, foi um dos maiores e mais influentes autores da literatura infanto-juvenil brasileira. Entre suas publicações mais famosas destaca-se Reinações de Narizinho (1931), Caçadas de Pedrinho (1933) e O Picapau Amarelo (1939). Como viveu parte de sua vida em fazendas, seus grandes sucessos fizeram referências à vida no campo, criando assim o Jeca Tatu, personagem de um caipira muito preguiçoso.


Errata:

O ex-deputado Naio Lopes de Almeida não está sepultado no jazigo da família Goulart como noticiei.

Perguntar não ofende...

O delegado que escreve neste espaço poderia nos ajudar a entender uma coisa: porque a polícia divulga estes vídeos do louco que matou as crianças no Realengo. Isto não é dar carne aos leões, ou seja, a mídia ADORA ESTE TIPO DE COISA PORQUE VENDE, mas cá na minha modeste visão, ISTO INCENTIVA OUTROS LOUCOS....

E DEPOIS A MÍDIA VEM DAR UMA BONZINHA, DE DONA DA ETICA E DA MORAL...

A MIDIA QUER É VENDER...ACHO QUE A POLICIA NÃO DEVERIA CAIR NESTA!!!

MAS QUEM SOU EU!!!

COLEGUINHAS

VALDIR DOS SANTOS MANDA DIZER AQUI PRA GENTE QUE JÁ ESTÁ SE RESTABELECENDO DO DEDINHO QUE FRATUROU NO PÉ. OLHA SÓ A IMPORTÃNCIA DE UM DEDINHO. SEM ELE, NÃO SE CAMINHA....

JORNAIS DE BRASÍLIA
ESTÃO A PERIGO

Sergio Ross

Brasília hoje tem dois jornais diários. Um é o Correio Braziliense, que pertence aos Diários Associados e um segundo que é o Jornal de Brasília,um
tablóide, não muito confiável e que pertence a um grupo de empresários de Goias. Hoje o CB, tem uma tiragem de mais de 50 mil exemplares. 51% são mulheres que o lêem e 49%,é lido por homens.
O outro jornal o Jornal de Brasília ,tem uma tiragem de 10 mil jornais. 45% lido por mulheres e 49%,lido por homens.
Pois bem,estes dois jornais, poderão até deixar de circular se não forem tomadas providências urgente por seus donos.
Acontece, esses diários são mantidos pela publicidade que é distribuída pelo governo do Distrito Federal,já que a publicidade comercial,pouco existe em Brasília. Com a posse do novo governador do DF,Agnelo
Queiros eleito pelo PT, essa publicidade ficou muito rala. Para se tenham idéia,durante anos e anos, ou seja
desde a fundação da nova capital, esses jornais foram abastecidos única e exclusivamente por verba do governo do DF. Agora o novo governador Agnelo Queiroz, decidiu cortar essa colher de chá que o jornais de Brasília absorviam mensalmente. O negócio começou a complicar para os dois jornais, tanto assim que o Correio Braziliense, já demitiu nos últimos dias,
mais de 200 funcionário e o Jornal de Brasília,demitiu
mais de cem jornalistas.
O bicho está pegando por aqui. Já os nacionais,como O Globo,o Estado de São Paulo,Folha e Zero Hora e outros, vivem de publicidades comerciais de
seus estados.


Desarmamento



Colocar a questão complexa do desarmamento como culpa da Maria do Rosário se torna rasteiro, pois sabemos todos nós que não nascemos ontem, que as armas fabricadas não vão parar todas nas mãos do “cidadão de bem” ou dos traficantes diretamente. Boa parte delas vão para as forças armadas (exército, etc) e depois de lá, “misteriosamente” e não importa o governo, elas vão parar nos traficantes.
Os caçadores podem andar armado, mesmo a caça sendo proibida aqui no RS as lojas de “caça e pesca” exibem armas de fogo. Ninguém questiona. As doações das empresas de fumo e de armas para campanhas são comuns e elas ainda ganham selo de responsabilidade social. Mas TODO governo apóia isso, todo governo vai considerar o lobby das empresas de fumo, que recentemente se sentiram feridas por determinações da ANVISA.

Uma mudança de mentalidade deve passar por todos os governos e pelas pessoas, que a meu ver tem muita gente mau caráter e muita paixão, mas pouca efetividade.
Tenho notado que quase todo projeto no Brasil dá errado por causa da corrupção e do mau caratismo do Brasileiro (a mania de levar vantagem que no fim das contas é contra si mesmo), então não acredito que essa questão seja razão para criticar o trabalho da Maria do Rosário em particular, pois eu acompanhei o trabalho dela aqui. Veremos então como será lá.
Há coisas no BR que nunca irão mudar, pois em vez de as pessoas se focarem no todo da questão, ficam procurando coisas no partido A ou no partido oposto e não percebe que certas coisas vem sendo endossadas desde a ditadura com a aprovação de todos os governos.

Ellen Augusta


TUCANO SEM PLUMAS, PENAS E BICOS


Por Carlos Chagas


Dessa vez o sociólogo quebrou a cara. Não encontrou um tucano, sequer, que concordasse com sua proposta elitista para o PSDB, de dedicar-se à classe média, esquecendo o povão. Muito menos os aliados do DEM e do PPS admitiram a distorção. Alguns com jeito, como Aécio Neves, opinaram que Fernando Henrique foi mal interpretado. Outros, como José Serra, exigiram mais clareza e coerência por parte do companheiro. ACM Neto quer as oposições na rua, dialogando com as camadas menos favorecidas, e José Agripino Maia simplesmente discordou e desautorizou o ex-presidente. Roberto Freire foi adiante e afirmou que não contem com os ex-comunistas para excluir as massas.

FHC insistiu no equívoco, durante palestra realizada no interior do Paraná. Rendeu-se ao PT, na medida em que os companheiros dominam a área sindical e dispõem do apoio da população carente. Insistiu em que o PSDB deve voltar-se para camadas pouco representadas no universo político, como a classe média.

A conclusão surge óbvia: durante os oito anos de seu reinado, o governo esqueceu o andar de baixo, perdendo um tempo precioso que o Lula recuperou em seus dois mandatos. Não será repetindo os erros do passado que os tucanos chegarão ao poder. Nem em 2014 nem depois, se ainda tiverem asas para voar. Felizmente para eles, só um parece sem plumas, penas e bicos.

PROPOSTA DESNECESSÁRIA

Um animal, a tiros de revólver, assassinou doze crianças numa escola, no Rio. Por conta disso, deve-se proibir a posse de armas de fogo? Fosse assim e os automóveis deveriam ser banidos da civilização. Ou ainda há pouco um tarado não investiu e atropelou dezenas de ciclistas, em Porto Alegre?

Sugere o senador José Sarney, através de projeto de lei, a realização de um novo plebiscito para saber se o cidadão comum apóia a proibição. Essa manifestação já aconteceu, anos atrás, e a resposta da sociedade foi clara, pelo direito de dispor de revólveres ou espingardas, em casa. Até porque, sabia-se de antemão, os bandidos ignoraram o primeiro plebiscito e continuaram utilizando suas armas.

Nos tempos de Vitorino Freire e mesmo depois, quando da dissidência da Frente Liberal, Sarney botou o revólver na cintura e saiu de casa disposto a matar ou morrer, como está registrado em sua biografia autorizada. Aceitaria ser humilhado, se um plebiscito tivesse estabelecido a proibição, décadas atrás?

PRIMEIRO-MINISTRO AD-HOC

Nesta semana de permanência da presidente Dilma Rousseff na China, o vice Michel Temer programou algumas atividades, inclusive homenageando, no Rio, o sargento que enfrentou o assassino das doze crianças na escola do Realengo. Visitou uma feira de armas, reuniu-se com dirigentes do PMDB, mas não ocupou o gabinete presidencial, no terceiro andar do palácio do Planalto. Também não determinou qualquer diretriz aos ministros. Apenas cumpriu o protocolo.

Por conta disso a administração parou? Nem por sombra. O governo continuou funcionando pelas mãos do chefe da Casa Civil, Antônio Palocci. Faltasse alguma evidência dele ser o primeiro-ministro de fato e a viagem de Dilma ao exterior comprovaria o óbvio.

COMO RECUPERAR DÉCADAS DE ATRASO

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, não arrefece em sua determinação de ver as forças armadas melhor aparelhadas e em condições de cumprir suas missões. Sabe muito bem que as deficiências de equipamento devem-se à falta de recursos e aos contingenciamentos orçamentários, como não ignora que tudo depende da presidente Dilma e da equipe econômica. Luta o quanto pode e não pode, como no caso do adiamento da compra dos aviões de caça. Esta semana referiu-se às décadas de atraso na aquisição de material bélico e de apoio para Exército, Marinha e Aeronáutica, mas como ficaria constrangedor criticar o próprio governo a que pertence, optou pela fórmula clássica de todas as reclamações, batendo no Congresso. Disse que só uma nova legislação garantirá orçamentos estáveis, capazes de assegurar a renovação do equipamento militar. O problema é que o orçamento votado pelo Congresso, por mais pródigo que seja, estará sempre à mercê da tesoura do Executivo. Infelizmente, é assim mesmo: em casa onde não há pão, todos brigam e ninguém tem razão...


MOVIMENTO DE JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS/Brasil INFORMA:

ENTREVISTA DIGITAL
• Internacional

Jueves, 14/4/2011
Brasil ya actúa como potencia regional
Lula abandona su política de no injerencia en América Latina y trabaja activamente por la victoria de Ollanta Humala en las presidenciales de Perú
FERNANDO GUALDONI (ENVIADO ESPECIAL) - Lima - 13/04/2011


Brasil se ha estrenado en Perú como auténtica potencia regional al influir sin tapujos en la victoria del candidato nacionalista Ollanta Humala en la primera vuelta de las presidenciales. Dos asesores, ambos miembros del gobernante Partido de los Trabajadores (PT), trabajan desde enero en Lima para moderar el discurso radical de Humala, con el fin de ampliar la base electoral del candidato. Hasta ahora Brasil había sido árbitro en varios conflictos regionales, como los que hubo entre Venezuela y Colombia, la crisis interna boliviana y el golpe de Estado hondureño, pero nunca se había implicado tan directamente en una carrera presidencial extranjera.
• Humala busca calmar a los inversionistas y promete no cambiar el modelo económico
• La desigualdad social se dispara pese al éxito de la economía peruana
• Humala busca calmar a los inversionistas y promete no cambiar el modelo económico
• Kuczynski admite la derrota ante Fujimori para disputar la segunda vuelta de las presidenciales en Perú
• Perú mira hacia el Atlántico

Brasil
A FONDO
Capital:
Brasilia.
Gobierno:
República Federal.
Población:
191,908,598 (2008)
La noticia en otros webs


Brasilia nunca se había implicado tan directamente en una carrera presidencial
Dos miembros del gobernante Partido de los Trabajadores asesoran a Humala
Los asesores brasileños Luis Favre y Valdemir Garreta imitaron la llamada estrategia de "paz y amor" ideada por el experto João Santana para los comicios de octubre de 2002 en los que Lula logró la presidencia tras tres intentos fallidos. La táctica fue simple: evitar las confrontaciones y las propuestas radicales para quebrar la resistencia a la imagen de líder sindical de Lula. Con Humala el trabajo ha sido más duro porque es un exmilitar golpista y se le considera un discípulo del chavismo.
"Yo pensaba que Ollanta tenía que comenzar la campaña fortaleciendo su base de apoyo con promesas radicales. Pero los estrategas brasileños dijeron que había que hacer lo contrario, que era necesario reducir la resistencia al proyecto nacionalista. Y tuvieron razón", explica Sinesio López, un colaborador muy cercano a Humala. "Ollanta está lejos de Hugo Chávez. Admira a países como Brasil y Uruguay. Él sería un presidente de perfil similar al de José Mujica en Uruguay o de Lula en Brasil", subraya.
El sociólogo cuenta que los asesores también le sugirieron a Humala que incluyera en su lista para el Congreso a políticos de izquierda moderada. Fue el caso de Javier Diez Canseco, uno de los principales opositores al Gobierno de Fujimori. El político es asiduo del Foro de São Paulo, el encuentro anual de partidos de izquierda fundado por el PT en 1990. El foro incluye a todo el arco de grupos, desde los más radicales a los más moderados, que gobiernan en una decena de países de la región o son la principal oposición en otros cinco.
Tras el triunfo del domingo y con vistas a una segunda vuelta muy dura ante Keiko Fujimori, el entorno de Humala ha filtrado que no descartan ofrecer a Beatriz Merino la jefatura de Gabinete del hipotético futuro Gobierno. Ella ya ocupó ese puesto durante el mandato de Toledo y acaba de cerrar su etapa como Defensora del Pueblo. Tiene el mismo perfil que uno de los ministros estrella de la era Lula, el extitular de Economía y actual jefe de Gabinete de la presidenta Dilma Rousseff, Antonio Palocci, nada sospechoso de militar en el extremismo de izquierda. Merino es además del círculo de amigos del Nobel de Literatura Mario Vargas Llosa.
A finales de marzo la periodista Jacqueline Fowks, de IDL-Reporteros, advirtió que la Carta Compromiso con el Pueblo Peruano, presentada por Humala para tranquilizar a los empresarios y las clases conservadoras sobre su plan de gobierno, era idéntica a la Carta ao Povo Brasileiro utilizada con el mismo fin por Lula en junio de 2002. "Humala ha estado varias veces en Brasil para reunirse con Lula. La última vez fue en febrero, con motivo del 31º aniversario del PT, al que fue invitado por expresa orden de la cúpula del partido", explica Fowks.
"Hay muchas empresas brasileñas de construcción que ya han hecho grandes negocios con el Gobierno de Alan García a las que les interesa mantener esos privilegios. Brasil y Perú firmaron un acuerdo de cooperación energética del que los peruanos nos enteramos por los medios brasileños. El pacto prevé la construcción de varias centrales hidroeléctricas para proveer de energía a Brasil, entre ellas la de Inambari, la más próxima a la frontera", añade la periodista. Brasilia además ha invertido mucho en el trazado de dos carreteras interoceánicas (una terminada y la otra en construcción) para tener acceso a los puertos del Pacífico peruano y de ahí saltar al mercado asiático.

Vila Topázio recebe o Câmara na Comunidade nesta sexta

A regularização fundiária da Vila Topázio será uma das questões observadas pelo Câmara na Comunidade nesta sexta-feira (15/4). Vila de ocupação irregular que existe desde a década de 1960, a Topázio, localizada em área de risco no bairro Vila Nova, tem uma população de aproximadamente 1.100 pessoas convivendo com problemas como esgoto a céu aberto, fornecimento precário de energia elétrica e falta de limpeza em áreas pública. A visita de vereadores e órgãos do Executivo terá início às 9h30min, com ponto de encontro na esquina das ruas Amapá e Serafim Moraes Martins.

Serão convidados para o Câmara na Comunidade desta semana, além de vereadores, representações da CEEE, dos departamentos municipais de Águas e Esgotos (Dmae) e Esgotos Pluviais (Dep), e das secretarias municipais de Meio Ambiente (Smam), Educação (Smed) e Obras e Viação (Smov). O Câmara na Comunidade é um projeto da atual presidência da Câmara Municipal de Porto Alegre promovido sempre nas sextas-feiras. O objetivo é ouvir as comunidades, conhecer seus problemas de infraestrutura e encaminhar, junto ao Executivo, possíveis soluções.

Helio Panzenhagen (reg. prof. 7154)


Encontro

O vereador Adeli Sell, do PT, teve uma conversa com a deputada federal Manoela D"avila, do PCdoB, que lidera a intenção de votos pra prefeitura da capital em 2012.


Festival da Barranca


Duas ausências notadas...

Rui Biriva e Bagre Fagundes. os dois estão no estaleiro.


Bagre andou colocando um stensil no coração, mas dias atrás voltou a se sentir mal.


Festival da Barranca(1)

Ernesto Fagundes contou que quando eram pequenos, ele e o Neto,irmãos, iam a Barranca. E lá o Aparício Silva Rillo dizia pro pai deles, o Bagre:

- ESTES ALEVINOS( apelido deles) CANTAM COMO DOENTES E COMEM COMO SÃOS....


PRESIDENTE CRISTINA KIRCHNER DESMAIA DURANTE AUDIÊNCIA NA CASA ROSADA

Por Enriqueta Sollares

De Buenos Aires


Pela segunda vez este ano, a presidente Cristina Kirchner teve de ser assistida por seus médicos. Assim como em janeiro, foram suspensos todos os compromissos da agenda presidencial. O porta-voz presidencial Alfredo Scoccimarro, foi quem anunciou a notícia através de um comunicado pela televisão canal 32.

Nota.
“A Unidade Médica Presidencial comunica que às 14h30min hoje, 12 de Abril de 2011, a senhora presidente da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, sofreu um quadro de pressão arterial alta quando participava de uma reunião na Casa Rosada com membros de uma delegação do Senegal. Segundo o porta-voz, a presidente terá de ficar em repouso absoluto por 24 horas. Com 58 anos de idade, Cristina Kirchner foi descansar na residencial Oficial de Olivos”.

Por determinação médica a presidente esta proibida de fazer exercícios físicos diário de ginástica e aeróbica na esteira por causa de sua pressão arterial. Por enquanto, não está claro se Cristina viajará amanhã para o México,
Fontes próximas a presidente disseram que ela sofreu um quadro semelhante ocorrido há cerca de um mês. Este quadro clínico de Cristina não é a segunda vez que acontece desde janeiro último. Por solicitação médica, no verão de 2009, os compromissos da presidente Cristina Kirchner, tiveram de ser adiados por uma semana. Cristina estava com viagem marcada para Cuba e Venezuela, para viajar para Cuba e Venezuela, quando sofreu um desmaio na Casa Rosada. Naquela época, o médico presidencial pediu que Cristina ficasse em repouso por 48 horas. Hoje, mais uma vez a presidente sentiu uma forte crise na pressão (hipertensão arterial) que resultou na suspensão da reunião agendada para 18h30min de hoje com o governador reeleito de Salta, Juan Manuel.

O QUE É A PRESSÃO ARTERIAL

Pressão arterial baixa, ou hipotensão arterial, ocorre quando a pressão arterial durante e após cada batimento do coração é muito menor do que o habitual, o que significa que o coração, cérebro e outras partes do corpo não recebem o fluxo sanguíneo necessário. A pressão sanguínea que está no limite de baixa para uma pessoa pode ser normal para outra. O fator mais importante é como alterações da pressão arterial a partir da condição normal. Tenha em mente que, dependendo da estrutura do corpo da pessoa, que é para a pressão arterial baixa, por outro pode ser normal. Um recém-nascido tem uma pressão diferente da de um adolescente, uma mulher em idade fértil ou idosos com várias doenças. O que é importante, portanto, é observar a diferença de que poderia ser apresentado em relação ao valor normal de cada pessoa Na maioria a pressão arterial normal esta na faixa de 90/60 milímetros de mercúrio (mm Hg) a 130/80 mm Hg mas uma queda significativa, mesmo de apenas 20 mm Hg, pode causar problemas para alguns pessoas. Existem três tipos principais de hipotensão arterial, hipotensão ortostática, neuromediada e grave, causada por uma perda repentina de sangue (? choque?). A primeira é causada por uma súbita mudança de posição do corpo, geralmente quando passar de deitado para em pé e, normalmente, dura apenas alguns segundos ou minutos. Se este tipo de ocorrer hipotensão após a ingestão, é chamado de hipotensão ortostática pós-prandial mais comumente afeta os idosos, pessoas com pressão arterial elevada e as pessoas com NMH Parkinson. Acomete mais freqüentemente em adulto jovem e crianças Ela ocorre quando uma pessoa se encontra parado por um longo tempo. As crianças costumam superar este tipo de hipotensão pressão arterial baixa. É geralmente causado por medicamentos como calmantes, antidepressivos, diuréticos, medicamentos para o coração e pressão arterial elevada, drogas usadas para a cirurgia e analgésicos. Além disso, calor. O consumo de álcool em excesso pode resultar em baixa pressão. Por outro lado, a queda ou a alta da pressão pode ser causada por diabetes, alergias, arritmia, desidratação, desmaios, ataques cardíacos, insuficiência cardíaca, shok (causada por uma infecção grave, acidente vascular cerebral, choque anafilático) , entre outros


De São Borja


Candidaturas prováveis no ano que vem


1) Comenta-se que o provável candidato a prefeito pelo Partido dos Trabalhadores seria o Telmo Motta Junior que é até agora do PDT. Há quem duvide que ele saia do PDT. Sua esposa sempre foi do PT. Telmo Motta Junior já ocupou a presidência do PDT em São Borja.

No momento, ele é Administrador Geral do Parque Assis Brasil e presidente da Exposição Internacional de Esteio.

Em São Borja, sempre se soube que ele tem o " sonho" de ser prefeito da " Terra dos Presidentes".

Na oportunidade em que tentou ser candidato a prefeito pelo PDT, foi derrobado na convenção pelo Dr. Hugo Rubin Pereira e que depois na eleição ficou em terceiro lugar de votos em São Borja o que foi considerado por muitos militantes e simpatizantes do partido de Leonel Brizola como " um fiasco"!


2) João Manoel Bicca pode deixar o PSDB e ingressar no PMDB. Daí a ser candidato do partido a prefeito, tem um longo caminho. Primeiro preciso conversar com o Ibsen( no caso o presidente do PMDB-RS, Ibsen Pinheiro) me disse ele na noite em que os Angueras se apresentavam no auditório da reitoria da UFRGS.

Programa de findi


1) sindibancários tem um filme brasileiro que eu aconselho: O LIQUIDIFICAR!


2) show domingo no santander cultural,sempre atrações boa....


3) já com friozinho o pessoal procura feijoada nos botecos e nos hotéis. Então vamos lá "engordar" um pouco.


4) pros católicos é domingo de ir à Igreja assistir a benção de oliveiras....e a procissão do domingo de Ramos.


JUSTINO MARTINS X FLÁVIO ALCARAZ

CONTA O STRECK EM SUA COLUNA DE O SUL QUE JUSTINO MARTINS E FLÁVIO ALCARAZ FORAM COMPANHEIROS DE QUARTO EM PARIS,QUANDO LÁ OS DOIS MORARAM...

LÁ JUSTINO ERA CORRESPONDENTE DA REVISTA DO GLOBO( DEPOIS FOI DA REVISTA MANCHETE)

O PROBLEMA ERA QUE NENHUM DOS DOIS LAVAVA PRATOS. AS PILHAS SE ACUMULAVAM NA PIA DA COZINHA...NUNCA SE ACERTAVAM EM QUE TINHA QUE LAVAR A PILHA DE LOUCA....


CONHEÇO OUTRA HISTÓRIA DE COLEGUINHAS DESTE TIPO...

JEFFERSON BARROS( FALECIDO) - AH, VÃO DIZER QUE ESTOU FALANDO MAL DE MORTO, MAS A HISTORINHA VALE - E A SUA COMPANHEIRA DA ÉPOCA, ROSINHA FISCHER FORAM MORAR EMIJUI PORQUE O JEFFERSON FOI FAZER UMA REVISTA,OU JORNAL PROS FREIS DE LÁ...NA FIDENE...

E A ROSINHA TAMBÉMERA EXCELENTE REPÓRTER( HOJÉ É PESQUISADORA DA ufrgs);...

mAS O jEFFERSON,COMO BOM INTELECTUAL NÃOERA DADO AS LIDES DOMÉSTICAS. E NA HORA DE LAVAR A LOUÇA( NAQUELES ANOS 70 HAVIA UM MODISMO DE QUE TODO MUNDO TINHA QUEFAZER TUDO, REPARTIR ALÉM DO PÃO, AS TAREFAS DOMÉSTICAS, ESTAVA ACABANDO O IMPÉRIO MASCULINO DENTRO DE CASA DE SER SERVIDO, OS HOMENS TINHAM QUE LAVAR LOUÇA, ROUPA E AFINS, MAS ENFIM O JEFFERSON, QUE ERA DAS ANTIGAS SE RECUSAVA A LAVAR LOUÇA.

E DESDENHAVA DA COMPANHEIRA,FERINAMENT:
- AQUI EU PENSO

SÓ QUE UM DIA VOARAM VÁRIOS PRATOS NA SUA DIREÇÃO...

ELE FOI LAVAR LOUÇA TAMBÉM E DEIXAR DE PENSAR UM POUCO...

Coleguinhas


Tude Munhoz, o primeiro antenado do nativismo no jornalismo..

Sei que o Tude Munhoz anda vivendo em Viamão, mas parece que não exerce mais a fotografia...estaria residindo num sítio...

Na quarta, vendo o Borghetinho no show dos Angueras me lembrei do Tude no começo dos anos 80 falando do músico que na época ninguém sabia quem era...sabia-se do Borghetão,seu pai, e olhe lá...

E me lembrei ainda do colega Tude porque ele vivia cantando O ESQUILADOR,do Telmo de LIma Freitas, que recém tinha ganho oFESTIVAL DA CALIFORNIA....

Pois vendo o Telmo,sentado num banquinho, cantando no festival dos 40 anos da Barranca, fiquei torcendo pra que cantasse o esquilador, mas isto não ocorreu.

ERa tudo de bom,ver ao vivo e a cores o autor do Esquilador cantando aquele que é seu maior sucesso. José Tude Munhoz é de dom pedrito, onde nasceu a 14.04.1953 filho de Luiz Carlos MUnhoz.


Foi casado com Dulce Elaine(19.01.1961) E TEM O FILHO Luiz Carlos ( 25.04.1981).

Tem uma historinha do Tude.

Ele fez umas fotos de um acidente grave com um onibus da OUro e Prata. Chegou ali na hora....

DEpois colocou as fotos numa exposição pra disputar um prêmio. O velho Willy Fleck viu as fotos e mandou chamá-lo pra saber qual o valor do prêmio. Pagou pra que o Tude retirasse as fotos e foi o que ele fez...

 

Colaboração de leitor


http://www.reporterbrasil.org.br/clipping.php?id=1613

11/04/2011 Folha de S. Paulo

Clipping: Minha Casa, Minha Vida tem trabalho degradante

Operários encaram falta de salário e alojamentos precários no interior de SP

Reportagem flagrou alojamentos lotados, com trabalhadores em condições precárias de saneamento e higiene

Uma das principais vitrines do governo Dilma Rousseff, o programa Minha Casa, Minha Vida tem trabalhadores em condições degradantes em São Paulo. Desde o início do ano, fiscais do Ministério do Trabalho e procuradores do Ministério Público do Trabalho flagraram casos de pessoas do Norte e do Nordeste atraídos pela oferta de emprego nos canteiros de obras, mas que acabam vivendo precariamente e com situação trabalhista irregular.

A maioria dos casos partiu de denúncias do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil da região de Campinas (93 km da capital).

A Folha visitou alojamentos e obras de casas populares do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) onde trabalhadores vivem em locais superlotados, sem ventilação e com problemas de higiene e saneamento.

Nos locais, podem ser vistos colchões ou beliches construídos com madeira da própria obra ao lado de botijões de gás e rede elétrica.

Os operários são contratados por empreiteiros terceirizados de grandes construtoras e ganham abaixo do piso da categoria (de R$ 990 para pedreiro, por exemplo), apesar da promessa de que receberiam o dobro.

As construtoras delegam aos empreiteiros a tarefa de fornecer alimentação, moradia e registro em carteira.

"Eles chegam com a promessa de ganhar R$ 2.000, são registrados por R$ 900 e acabam tirando R$ 500 porque [o empreiteiro] desconta o valor da passagem", afirma Francisco da Silva, diretor do sindicato em Campinas.

O Ministério Público registrou casos de retenção da carteira. A meta do governo federal até 2014 é construir 2 milhões de imóveis para famílias de baixa renda.
Recém-chegado do Piauí, Manuel Edionaldo, 30, disse à reportagem estar há 21 dias com a carteira retida porque o empreiteiro desapareceu.

Mas, por enquanto, não quer nem ouvir falar em retornar ao Estado natal. "Lá está pior, não tem trabalho."

Edionaldo está no alojamento com 12 trabalhadores da Flávio Ferreira ME, que disseram estar há um mês sem salário. Como o empreiteiro sumiu, tentavam resolver com as construtoras. A Folha não o localizou.

No local, estão sendo erguidas 2.380 habitações, com R$ 120,8 milhões, para famílias que recebem até três salários mínimos mensais.

Em fevereiro, a Polícia Federal chegou a prender três pessoas da empreiteira JKRJ, prestadora de serviços da Odebrecht e da Goldfarb, responsáveis pelas obras na região, por suspeita de aliciamento e maus tratos.

"As construtoras deveriam fiscalizar pois podem ser responsabilizadas", diz a procuradora Eleonora Coca.

Predominam nordestinos, que relatam que foram procurados por intermediadores, que negociam com pequenas agências de turismo.

Em Americana (SP), empregados da Cardoso Xavier, subcontratada da MRV Engenharia, ficaram sem salários por 40 dias porque o dono da empreiteira sumiu.

No local, destinado a 670 moradias, procuradores flagraram aliciamento de 24 operários do MA e 22 de AL.

Segundo o sindicato, o fluxo de operários é intenso e os contratados por empreiteiras são 90% do pessoal.
Veja mais fotos dos trabalhadores em Campinas (SP)
folha.com.br/fg2616

SILVIO NAVARRO
ENVIADO ESPECIAL A CAMPINAS (SP)


Clipping: Escravas da moda

Escravas da moda: costureiras bolivianas são a parte mais frágil de uma rede que envolve tráfico de pessoas, cativeiros, chantagens e ameaças de morte

Submetidas a jornadas de trabalho de até 20 horas por dia em pequenas confecções, é essa mão de obra que alimenta grandes redes de varejo das quais somos clientes. Conversamos com duas mulheres que viveram esse drama para entender por que o custo da nossa roupa pode ser muito mais alto do que o preço gravado na etiqueta
Ambientes pequenos, quentes, sujos, cheios de pilhas inflamáveis de tecido. Crianças sobre as máquinas de costura. Uma imensa nuvem de pó. Trabalhadores costurando das seis da manhã até as duas da madrugada para receber como pagamento um prato de comida. Rottweillers no quintal para impedir tentativas de fuga. A cena que você acabou de visualizar não acontece em uma fábrica de roupas chinesa. É uma realidade comum nas oficinas de costura situadas na Zona Norte e no Centro da cidade de São Paulo, onde é produzida boa parte das roupas vendidas em grandes magazines, lojas de rua e até de shoppings centers do país.
Estima-se que existam 100 mil bolivianos trabalhando em condições análogas à escravidão em 8 mil pequenas confeccções na capital paulistana. "É uma mão de obra que chega ao Brasil devendo o custo da viagem aos seus patrões. A dívida gera uma relação de servidão que pode se arrastar por meses e até anos", diz Renato Bignami, auditor-fiscal do Ministério do Trabalho. A quitação desse valor equivale à alforria.
A rota do tráfico
O trabalho escravo em oficinas de costura brasileiras está ligado ao tráfico de pessoas. Para fugir da miséria, os bolivianos procuram os coiotes - responsáveis por levar pessoas de forma ilegal de um país para o outro - para migrar. Esses coiotes se apresentam como "agências de emprego" e transportam os trabalhadores para a Argentina e o Brasil. Prometem empregos em confecções, com salários em torno de US$ 500 (cerca de R$ 890). Lorena*, 20 anos, deixou a mãe e os seis irmãos em Santa Cruz de La Sierra para tentar ganhar em São Paulo um salário maior do que os 600 soles bolivianos (o equivalente a R$ 150) que recebia como vendedora em uma loja de roupas. Depois de ouvir relatos entusiasmados de conterrâneos que afirmavam ganhar bem no Brasil, procurou uma "agência" que dizia cobrar o equivalente a R$ 180 pela viagem.
Em março de 2009, tomou um ônibus clandestino na periferia de Santa Cruz rumo a São Paulo. Sem que ela soubesse o motivo, o ônibus parou em Ciudad del Este, no Paraguai. O coiote disse que não poderiam prosseguir - mais tarde ela foi saber que a fiscalização na fronteira daquele país com o Brasil estava acirrada. Durante a noite, a mando do coiote, ela e os outros passageiros desembarcaram em um lugar desconhecido, que parecia ser uma garagem de ônibus. Nos fundos do terreno, tinha uma pequena casa, onde os viajantes ficaram hospedados. Havia grávidas e idosos entre os passageiros.
"Tinha outros bolivianos esperando para seguir viagem. Éramos umas 90 pessoas em uma casa com cinco camas e um banheiro. Uma senhora nos trazia comida uma vez por dia. O senhor que organizava a viagem nos disse que ficaríamos ali até que pudéssemos prosseguir e não deu mais explicações. Ficamos com medo, dúvidas, mas ele era tão bravo que ninguém teve coragem de perguntar nada. Fiquei assustada, mas tive medo de chorar. Depois de dias naquela situação, uma senhora ficou desidratada. Fomos reclamar. O senhor disse que deveríamos pagar a viagem para ir embora - não tínhamos dinheiro. Caso contrário, ele nos entregaria para a polícia - estávamos sem documentos. A casa era vigiada por um cachorro grande, que nos impedia de fugir. Um homem começou a cavar um túnel no chão com um pedaço de ferro. Depois de duas semanas, um ônibus nos pegou e seguimos viagem sem mais explicações." Aqui, ela encontrou trabalho em uma oficina que produz roupas para lojas de rua do Centro de São Paulo e para uma grande multinacional.
Boa parte dos bolivianos traficados entra no país pela fronteira com o Paraguai. A costureira Elisabete*, de 39 anos, percorreu o mesmo caminho de Lorena quando veio para o Brasil, em 2003. Deixou Santa Cruz de La Sierra no final da tarde e depois de dois dias de viagem desceu em Assunção, a capital paraguaia. Lá, o coiote acomodou os passageiros em vans carregadas de cigarros, também traficados para o Brasil. "Nesse momento o senhor que organizou a viagem perguntou se alguém tinha droga e começou a nos revistar. Tudo o que eu tinha eram US$ 80. Ele pegou o dinheiro, olhou as cédulas na contraluz e disse que eram falsas. Se eu quisesse prosseguir, deveria deixar com ele. Fiquei nervosa, apavorada. Mas não reclamei, ele era agressivo. Tive medo de morrer e pensei nos meus três filhos, que estavam com minha mãe na Bolívia. Chorando, deixei o dinheiro com ele. Naquele momento, percebi que algo estava errado e que eu não poderia fazer nada. Não tinha documentos para entrar no Brasil legalmente", diz Elisabete. Os coiotes não informam os passageiros sobre a documentação necessária para a migração. "Dormimos dois dias dentro do ônibus, em uma garagem. Não havia o que comer. Depois, nos levaram para um hotel, onde ficamos mais dois dias. Num determinado momento, avisaram que a polícia ia fazer uma busca e nos colocaram dentro de um túnel pequeno e escuro. Éramos uns 70 escondidos ali. As crianças choravam. Duas grávidas desmaiaram. Ninguém as acudiu. Ficamos duas horas lá dentro. Quando saímos, pegamos nossas coisas (eu tinha uma mochila, a roupa do corpo e um cobertor) e entramos nas vans. Na Ponte da Amizade, descemos do carro e entramos no Brasil andando."
O comércio de pessoas
Os ônibus bolivianos costumam chegar aos domingos de madrugada em São Paulo. Estacionam em ruas do Centro e da periferia da cidade, onde outras vans buscam os passageiros, que serão vendidos como costureiros nas oficinas. "A perua vai de porta em porta perguntando para os donos das oficinas quem quer costureiro. O proprietário da que fui trabalhar me recebeu bem. Ele era fornecedor de lojas da região central de São Paulo. Disse que eu dormiria em um quarto com outras mulheres e que estava devendo R$ 500 pela viagem para ele. Trabalharia das sete da manhã às dez da noite e ganharia R$ 0,30 por peça. Se tivesse muito serviço, deveria costurar até meia-noite. Só comecei a receber meu dinheiro três meses depois que paguei a dívida. Até então, ganhava o suficiente para comprar xampu, sabonete e papel higiênico. A comida era fornecida pelo patrão. Depois, comecei a ganhar R$ 80, R$ 90 por mês. À noite, perdia o sono preocupada porque não conseguia juntar dinheiro, chorava de desespero."
O dia a dia
É comum que os trabalhadores morem e costurem no mesmo local - 12 pessoas, em média. Os quartos são coletivos, os travesseiros e cobertores são feitos pelos próprios costureiros com retalhos da confecção. Os donos das oficinas são os responsáveis pela alimentação dos trabalhadores, que costumam ter meia hora para cada refeição. O menu é quase sempre o mesmo: arroz, feijão e salsicha. Pela manhã, café preto e pão puro. Não é raro que a alimentação seja usada como instrumento de chantagem e coerção. Em uma das oficinas que Elisabete trabalhou, só tinha direito à refeição quem produzisse uma quantia de roupas estipulada pelo patrão.
Banhos só são permitidos depois da longa jornada de trabalho. Assim como em qualquer outra atividade que não está relacionada à costura. As mulheres costumam lavar as roupas de madrugada. Aos sábados, quando a alimentação fica por conta dos trabalhadores, o expediente costuma ir até às 13 h. Domingo é dia de folga. Quem não está exausto vai assistir aos jogos de futebol em quadras da região central de São Paulo. Os times são formados pelos próprios bolivianos, divididos de acordo com o local de trabalho. Mulheres também jogam. Lorena se divide entre os jogos e os cultos evangélicos. Elisabete diz que prefere dormir aos domingos.
Geralmente, o dono da confecção é o homem de negócios, responsável pela contratação da mão de obra, a compra das máquinas, a venda das peças de roupa. A mulher dele cozinha. Um terceiro membro da família ou um funcionário de confiança age como capataz. Checa o ritmo de produção e delata eventuais tramas e tentativas de fuga. Foi por causa de um capataz como esse que Elisabete ficou reclusa por cerca de um mês em uma das oficinas que trabalhava. "Eu dividia o quarto com uma grávida. Ela estava muito cansada, vomitava por causa dos enjoos e o dono da oficina não ajudava. Começamos a conversar sobre procurar outro lugar para trabalhar. O capataz ouviu nossos planos e contou para o patrão. Um dia, o chefe nos chamou e disse que sabia das nossas intenções. Falou que, se fugíssemos dali, mandaria nos matar. Havia dois rottweilers no quintal. Ele trancou as janelas e a porta do nosso quarto. Passamos os finais de semana sem comer. Conseguimos fugir em um dia de semana, quando a mulher do patrão esqueceu as chaves na porta. Me contaram que o dono da oficina saiu armado atrás da gente, mas não nos encontrou." Elisabete foi acolhida e assistida pela Defensoria Pública da União em São Paulo e, como testemunhou contra o ex-patrão em um processo criminal, entrou para o programa de proteção à vítima do governo paulista. Passava cada noite em uma cidade, até que foi enviada de volta para Santa Cruz de La Sierra.
O sonho da legalidade
Ao chegar à sua cidade natal, Elisabete diz ter ficado frustrada. "Por pior que sejam minhas condições no Brasil, são melhores do que na Bolívia. Lá, não temos como ganhar dinheiro, não tem emprego e o trabalho na agricultura rende menos do que nas oficinas brasileiras. Fiquei com meus filhos, matei as saudades. Depois de três meses meu dinheiro estava acabando e comprei uma passagem de ônibus regular para o Brasil. Dessa vez queria tirar meus documentos e trabalhar como uma brasileira, com todos os meus direitos. Hoje tenho carteira de trabalho e ganho R$ 800 para trabalhar 12 horas por dia, também em uma oficina. Agora que estou legalizada, quero mudar de ramo e ter uma vida melhor. Não tenho vergonha da minha história. Nunca fiz nada de errado. Fui vítima do tráfico de pessoas e do trabalho escravo. Meu sonho é ganhar melhor para ajudar meus filhos a terminar os estudos e poder visitá-los. Não quero mais viver na Bolívia. Meu país é o Brasil."
Em busca de uma solução
As fotos que ilustram essa reportagem (exceto a dessa página) foram tiradas em fevereiro por fiscais em uma oficina que produzia roupas para as lojas Marisa. Por causa das irregularidades, a empresa foi autuada e a oficina fechada. O Ministério do Trabalho não sabe informar o atual paradeiro dos trabalhadores que estavam lá no momento da fiscalização. "As oficinas, fornecedoras tanto de grandes magazines como de lojas que de atacado, estão espalhadas pela cidade. Só chegamos até elas por meio de denúncias", diz Bignami. "É a primeira vez que uma grande empresa de moda é punida por causa do trabalho escravo urbano". Ele afirma que outras redes e lojas de shoppings estão sob investigação. A ideia das autoridades é pressionar as grandes empresas para fiscalizar seus fornecedores. "É o jeito mais eficiente de acabar com essa situação", afirma Bignami. "Depois, partiremos para os menores". Procurada por Marie Claire, a Marisa disse que "repudia relações de trabalho em condições degradantes". Em nota, afirmou que "descredenciou imediatamente o fornecedor que fazia uso da oficina de confecção investigada". Diz ainda que "realiza auditorias periódicas em seus fornecedores" e "reafirma que não endossa qualquer prática trabalhista irregular".
Um bom exemplo de que é possível acabar com esse tipo de exploração na cadeia produtiva foi dado pela Nike. Acusada de ter usado trabalho infantil em fábricas terceirizadas no sul da Ásia, a multinacional foi alvo de um boicote mundial que agrediu fortemente sua imagem. Num esforço para limpar o nome, assinou acordos em que se compromete a exigir fornecedores social e ecologicamente responsáveis. Os nomes e endereços de todas as fábricas terceirizadas estão no site da empresa. Aqui, as autoridades cobram a entrada das empresas de moda em pactos firmados pelo governo e sociedade civil para a erradicação do trabalho escravo. É um bom começo para aquelas que pretendem se alinhar aos padrões internacionais.
* Os nomes foram trocados para proteger a identidade das entrevistadas.


DESARMAMENTO


Tudo, então, que a Maria do Rosário faz é em prol do povo? Mas bah ! Mesmo sendo incoerente ? Querem acabar com a venda legal de armas, mas ela aceita doação de uma empresa que fabrica e vende, legalmente, armas.

Disse ela:

"Eu acredito que a população brasileira vai amadurecendo a cada ano. Se tivermos clareza que o objetivo de uma nova jornada de desarmamento são as armas ilegais e sensibilização para que aqueles que tenham um arma, ainda que legalizada, percebam que esta arma é a que cai na mão dos assassinos, podemos reverter e reduzir o número de mortos por armas de fogo no Brasil".

Aí Reinlado Azevedo escreveu:
1- Segundo Maria do Rosário, a venda legal de armas contribui com a violência;
2 - A Taurus é uma empresa de armas e contribuiu para a campanha de Maria do Rosário;
3 - Logo, Maria do Rosário foi beneficiária da violência!
É elementar, não é mesmo? Pretende-se que as armas legais estão sujas com o sangue das crianças. Se é assim, a campanha de Maria do Rosário está suja com o sangue das crianças. Proponho uma troca: Maria do Rosário abandona a política, e a gente proíbe as armas. Que tal, hein? Pode até ser uma boa idéia!!!
Mas tudo bem, ela está sempre lutando em prol do povo.
SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS



MOVIMENTO DE JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS/Brasil INFORMA:


São Paulo, quarta-feira, 13 de abril de 2011

Aeronáutica monitorou políticos após ditadura

Cerca de 1.300 relatórios foram produzidos nos governos Sarney, Collor e Itamar

Documentos inéditos da Aeronáutica poderão ser consultados a partir de hoje no Arquivo Nacional, em Brasília

RUBENS VALENTE
JOÃO CARLOS MAGALHÃES
DE BRASÍLIA

Documentos que serão liberados a partir de hoje pelo Arquivo Nacional revelam que a Aeronáutica monitorou políticos, partidos e organizações de esquerda mesmo após o fim da ditadura militar, nos governos civis de José Sarney (1985-1990), Fernando Collor (1990-1992) e Itamar Franco (1992-1994).
Cerca de 50 mil documentos (150 mil páginas) foram entregues em 2010 por ordem do comandante da Aeronáutica, Juniti Saito. É a primeira vez, desde o fim da ditadura, que um serviço de inteligência das Forças Armadas entrega documentos ao Arquivo, vinculado ao Ministério da Justiça.
Ontem, o Arquivo disponibilizou uma listagem com os títulos de 35 mil documentos. As íntegras serão divulgadas a partir de hoje.
Outros 15 mil papéis, segundo o Arquivo, conteriam informações relacionadas à intimidade, vida privada, honra e imagem dos investigados e, por isso, só poderão ser consultados pelos próprios ou pelos parentes.
As investigações da Aeronáutica eram produzidas pelo Cisa (Centro de Informações e Segurança), que mantinha escritórios nos sete comandos aéreos do país. Cerca de 1.190 documentos foram produzidos durante o governo Sarney, 111 no governo Collor e 23 sob Itamar, todos hoje senadores.
O restante dos documentos foi produzido durante a ditadura (1964-1985).
A lista revela que, na gestão Collor, os militares manifestavam interesse sobre o PT -em especial uma de suas tendências mais à esquerda, a Convergência Socialista-, o PPS, o PCB e as relações entre brasileiros e ONGs com o governo de Cuba.
O Cisa fez relatório sobre as eleições do sindicato dos metalúrgicos de Osasco (SP) e a 1ª Romaria do Trabalhador, realizada em 1991. A situação da esquerda no Chile e na Bolívia também foram objeto de relatórios.

SEM-TERRA
Movimentos de trabalhadores sem-terra foram objeto de atenção nos três governos. A CPT (Comissão Pastoral da Terra), jornalistas estrangeiros e organizações sindicais de diversos setores também foram acompanhados na gestão de Sarney.
A história da liberação dos papéis da Aeronáutica começou em março de 2008, quando a OAB pediu providências da Procuradoria-Geral de Justiça Militar para que fosse averiguada a eventual destruição de documentos históricos, incluindo os relacionados à guerrilha do Araguaia, ocorrida nos anos 70.
A procuradora-geral de Justiça Militar, Cláudia Márcia Luz, solicitou informações aos comandos do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. Apenas a Aeronáutica entregou documentos.
Segundo a assessoria do MPM (Ministério Público Militar), a Marinha e o Exército responderam em 2008 ter seguido a legislação que tratava da destruição de documentos, mas não esclareceram se possuíam arquivos semelhantes aos da FAB.


Próximo Texto: Collor e Itamar dizem que não sabiam de ações

DIVULGAÇÃO LANÇAMENTO DAS COMEMORAÇÕES DOS 50 ANOS DA LEGALIDADE

Boa tarde,

Solicitamos aos orgãos de imprensa colaboração para ampla divulgação para a comunidade do Lançamento das comemorações dos 50 anos da Legalidade no município de São Borja.O ato acontecerá dia 18 de abril, ás 19 horas, no Plenário da Câmara de Vereadores. Na oportunidade será lançada as comemorações com a exposição permanente de banners e mostra de um vídeo produzido pela Câmara para ser exibido nas exposições itinerantes nas escolas da cidade.
Também será lançado o concurso de redação promovdo pela Câmara de Vereadores sobre os 50 anos da Legalidade.


Desde já agradecemos sua atenção e contamos com sua presença no dia.


Assessoria de Imprensa Câmara Municipal de Vereadores de São Borja/RS
www.camarasaoborja.com.br
Twitter: camarasaoborja
Telefone: (55)34314150
Rua Olinto Arami Silva, 1043
São Borja/RS


São Borja abre comemorações pelos 50 anos da Legalidade

Está marcado para o dia 18 de abril, ás 19 horas o lançamento das comemorações pelos 50 anos da Legalidade no Plenário da Câmara de Vereadores. O movimento político liderado por Leonel Brizola que mostrou resistência e defendeu a Constituição e a garantia da Posse de João Goulart, após a renuncia de Jânio Quadros não passará em branco na cidade. A iniciativa das comemorações partiu do Presidente da Câmara de Vereadores, vereador Celso Lopes (PDT), que instituiu 2011 como o Ano da Legalidade.
O lançamento das comemorações será uma apresentação a sociedade do material que depois circulará em exposições pelas escolas de São Borja. “Não queremos as comemorações só na Câmara de Vereadores, mas levar as nossas escolas para que os jovens tenham conhecimento e orgulho de nossa história. Um importante movimento político como este liderado pelo Brizola não pode passar em branco, ainda mais na terra que ele escolheu e adotou como sua”, declarou o vereador trabalhista.
A festividade terá a presença do coral de crianças do Centro de Formação Tereza Verzeri. Na oportunidade será lançado tamém o concurso de redação sobre os 50 anos da Legalidade.
--
Assessoria de Imprensa Câmara Municipal de Vereadores de São Borja/RS


URBANO STATION TEM
PROMOÇÃO DE VENDAS


A R.Correa Engenharia está lançando uma promoção especial para a
Páscoa e o Dia das Mães visando a comercialização das últimas unidades ainda
disponíveis no empreendimento Urbano Station. A campanha oferece, entre
outras vantagens, desconto de 10% sobre o montante do pagamento realizado no
ato da compra. Localizado na Av. da Azenha, nº 680, o Urbano Station está em
fase final de construção, com previsão de entrega para 31 de julho próximo.
Os apartamentos são de 1 e 2 dormitórios, com Box de estacionamento e contam
com financiamento do Banrisul.

Todt Comunicação


Show gratuito reunirá grandes nomes da música nativista

O Grupo Amador de Artes Os Angueras, com o apoio da Prefeitura e a Câmara de Vereadores, realizará no próximo dia 20 a Quarentena da Barraca. A partir das 19h30, no Cais do Porto, músicos que participarão da 40º edição do Festival da Barranca farão uma apresentação gratuita à população de São Borja. Entre as presenças confirmadas estão Elton Saldanha, Luis Carlos Borges, Cristiano Quevedo, Pirisca Grecco, Erlon Pericles, Mario Barbará, Angelo Franco, Jorge Freitas, Nico Fagundes e Telmo de Lima Freitas.

Os Angueras informam que haverá recolhimento de alimentos e agasalhos no evento que posteriormente serão encaminhados para a Secretaria do Trabalho, Assistência Social e Cidadania (SMTASC). Também haverá distribuição de material de conscientização ao combate à dengue.


Rodeio country faz sucesso na fronteira gaúcha

Durante quatro dias, 2° São Borja Rodeio Country Show marcou presença

O espetáculo é aberto pelo show pirotécnico. O olhar do público é embalado pelas trilhas musicais e pela voz forte do locutor e comentarista Celso Russo, quando anuncia que “a emoção vai tomar conta dos corações”. As luzes convergem ao portão de entrada da arena. César Paraná entona uma mensagem de reflexão que aborda temas de amor, felicidade e também de tristezas. Na quinta-feira (07/04), na primeira noite do rodeio, ele e o padre Irineu Machado pediram um minuto de silêncio em homenagem as 12 crianças assassinadas na escola Tasso da Silveira no Rio de Janeiro. O momento é marcado pela comoção do público, enquanto isso o telão exibia as imagens de crianças nas áreas mais remotas do mundo. A emoção ganha a trilha do sucesso gravado em 1972 por Lennon e Yoko Onno – Happy Xmas (Feliz Natal) ou War is Over, na tradução geral A guerra está acabada.

As mensagens também servem para os peões demonstrarem a devoção pedindo para tudo corra bem durante o rodeio. Para o peão Claudemir Soares, de Deodápolis, Mato Grosso do Sul, o momento da prece é um dos mais importantes no evento: “Nós agradecemos e pedimos a proteção tanto do peão como ao animal. Também pedimos para que tudo corra bem com os colegas e com o público”, comenta. Após as orações é dado o início do rodeio. Com 20 anos nas arenas, Claudemir expressa que o tempo regulamentar de oito segundos é uma eternidade no lombo do touro. “Tem que estar atento, um milésimo de bobeira pode ser que vai tudo por água abaixo”. Na parte da tarde, um sorteio é realizado para definir em qual animal o peão vai montar nas próximas horas. Segundo Claudemir, é neste período que o cowboy conhece o touro e as dificuldades que vai enfrentar na arena. A preparação dos touros começa muito antes da porta de entrada dos rodeios. Proprietária de uma cabanha no interior de Gravataí, Cristina Borba, explica que não é qualquer touro que está apto a ir a um rodeio. Conforme ela, a cada mil bezerros nascidos, um pode virar touro atleta. “Após os dois anos é observado que o animal tem futuro no esporte, é feito uma série de exames e começa um tratamento especial na alimentação e também são inseridas diversas atividades físicas […] Só depois de três anos, no mínimo, ele está apto a entrar em uma arena”.

Ela revela que o transporte também é diferenciado para este tipo de touro, com caminhões forrados com materiais especiais, de maneira que não os machuquem durante o deslocamentos. Cristina ressalta que a cada rodeio o animal é substituído, permanecendo em um período de repouso na cabanha. Desta forma, os animais não sofrem nenhum tipo de exploração. A lei n° 10.519 de 17/07/2002, chamada “lei do rodeio”, foi sancionada pelo então presidente da república Fernando Henrique Cardoso e proíbe os maus tratos aos animais. Segundo o artigo 4º da lei, os apetrechos técnicos utilizados nas montarias, bem como as características do arreamento, não poderão causar injúrias ou ferimentos aos animais. O chamado Sedem, cinta confeccionada de lã natural é colocada na virilha, de maneira a causar cócegas nos animais, fazendo pular, explica Cristina.

Outra lei que faz parte dos rodeios é a 10.220 de 2001 que dispõe da regulamentação da atividade de peão de rodeio equiparando como atleta profissional. A busca do sonho e da realização profissional foi um dos alvos do peão Ricardo dos Santos, de apenas 18 anos, o mais novo entre os peões. Há cerca de um ano ele circula pelas arenas e relembra que tudo começou em uma brincadeira de amigos em sua cidade no interior de Mato Grosso do Sul. “Comecei a montar nos bois em casa – em um sítio - e levei a sério, criei paixão, fui parar num rodeio. Me sinto bem no lombo do touro”, comenta.

De acordo com o empresário Mauri de Lima, os cowboys fazem a inscrição junto a empresa César Paraná Rodeios e garantem as vagas para participar. A principal meta da empresa é trazer o rodeio country ao sul do Brasil: “O rodeio é um dos esportes que mais leva público, depois do futebol”.

Na arena, o público presencia um silêncio seguido por um grito de grande intensidade “Helloooo Peopleeee”, que anuncia o show de peões e touros na área central do evento. César Paraná, criador do jargão, lembra que era locutor de rádio quando começou a citar esta expressão. Para ele, a emoção de estar no meio da arena é mútua ao ver a alegria no rosto do público. “É uma sensação que não existe palavras para descrever, o carinho do público é a nossa energia”, pondera. A animação e as brincadeiras atrai olhares e sorrisos de crianças e adultos, às vezes chamados até o centro do evento. A dupla de palhaços, ou animadores de arena, “Passa Fome e Mentira” se encarrega das gargalhadas do público, inclusive assessorando o narrador. Fabiano Alves Pereira, ou “Mentira”, confessa que no início da profissão era muito tímido mas ao longo dos quatro anos aperfeiçoou a técnica de provocar o riso nas pessoas. Ele descreve que a maior alegria é ver as pessoas felizes. “A nossa motivação é ver o sorriso no rosto da pessoa. Isto é gratificante”.

Espantada com a habilidade dos bull riders, a plateia assiste ao espetáculo ouvindo a narração mesclado com músicas sertanejas, pagodes e sucessos internacionais mixados pelo DJ K.são. Celso Russo comenta os detalhes de cada montaria e, caso o cowboy não consiga permanecer os oito segundos em cima do animal, ganha um entonado “Bye bye cowboy”. O eletricista João Viana assiste com a família e pondera que é a primeira vez que vai ao rodeio country, motivado pelo comentário dos amigos. “Os colegas do trabalho estavam falando e resolvemos vir olhar de perto”. Pela primeira ou segunda vez, alguns presenciaram a edição realizada no ano passado e resolvem repetir a dose este ano, como a estudante Flávia Casarolli. Ela aguarda também a realização para o ano que vem. “É um diferencial, traz muita emoção. Espero que a atração venha novamente no ano que vem”, enfatiza. A queima de fogos e as surpresas dos shows são fatores que chamam a atenção, como a do funcionário público André Lima. “Muito bonito, também as mensagens que são apresentadas”. Moradora há poucos dias em São Borja, a auxiliar administrativa Andreia Stringuini Pinheiro afirma que é algo diferente nunca visto antes. “O pessoal fala muito e vim conferir”.

A última noite foi para conhecer os vencedores da etapa São Borja e os cinco melhores colocados foram premiados. A classificação ficou a seguinte: 1° lugar, Saulo Paião com 223 pontos que levou o prêmio de R$ 5 mil; em 2°lugar, Fernando Farian com 163 pontos; em 3° lugar Renilson Cruz com 156 pontos; em 4º lugar Edson Padilha com 152 pontos e em 5º lugar Antonislei Fabrício com 146 pontos.

Segundo o secretário de Turismo, Esporte Eventos e Juventude Eldomir Marchezan, o evento superou as expectativas. Ao todo, as quatro noites reuniram cerca de 15 mil pessoas. Parte da arrecadação será destinada as entidades APAE, Centro de Formação Tereza Verzeri e Asilo São Vicente de Paula.

Sponholz

do blog do CH. Esta é bem bolada, mesmo! Humorista neste país, tem o trabalhado facilidado por ELLES.....


DE SÃO BORJA

SANBORJENSES SURPRESOS

COM O ENTERRO DE DONA IOLANDA MARQUES GOULART EM PORTO ALEGRE

São-borjenses ficaram surpresos com o fato de dona Iolanda Marques Goulart, viúva do falecido deputado do PSD( partido social democrata)Naio Lopes de Almeida - nada a ver com o do Kassab,de agora - que faleceu aos 95 anos madrugada de terça, ter sido enterrada em Porto Alegre.

É que no jazigo dos Goulart, no cemitério Jardim da Paz, em São Borja, há uma vaga que muita gente pensou que seria para ela.

Como não foi enterrada, alguns especuladores estão falando que o local tenha sido reservado para a ex-primeira dama Maria Thereza Goulart, que vive no Rio.

Morta com idade avançada, dona Iolanda, a última das irmãos de Jango que ainda vivia, enterrou o marido e dois filhos: o jornalista Coi Lopes de Almeida( cujo nome era Aubert) mais conhecido por Coi - que trabalhou em vários jornais da capital e foi fundador do inovador Pato Macho - e o outro filho, que tinha ficado em São Borja, Vicente Donário Goulart Lopes de Almeida, cujo apelido era Nono. Ele incorporou o apelido,quando concorreu a vereador na Terra dos Presidentes.


EM TEMPO: O marido de dona Iolanda Marques Goulart está sepultado no jagizo da família Goulart em São Borja.



Coleguinhas

Marcelo Rech "quase" encontra

a morte em Blumenau....



Marcelo Rech em Moscou....

Marcelo Rech, depois de ter feito cobertura de guerras - como do Iraque, no começo de 1990 - quase encontra a morte dormindo num hotel, no caso o Plaza, em Blumenau na madrugada de terça. Ele narra na zh de ontem que estava hospedado no Plaza quando houve a explõsão de duas caldeiras que por pouco não provocam uma carnificina.Não houve feridos.

Rech, hoje diretor de produtos da RBS, já foi editor-chefe do jornal zero hora.

Ele nasceu em santa cruz do sul em 1960. Seu pai era um general. Da caserna do pai, herdou o estilo prussiano de ser....

Começou na EBN - Empresa Brasileira de Noticias - e depois em 1988 transferiu-se como repórter especial para a ZH.Em 1997, deixou a reportagem pra assumir a editoria, no lugar de Augusto Nunes, que fora "importado" de São Paulo.

Rech foi promovido nos últimos tempos a diretor de produtos do grupo RBS e seu lugar foi para Ricardo Stefanelli.

Mas ainda dá pitacos no jornalismo, como ontem, quando narrou o que ocorreu dentro do Plaza, de Blumenau.


Você tem Sefoia?

SEFOIA: Enfermidade ainda não aceita pela classe médica. Entretanto, milhões de pessoas em todo mundo padecem deste mal e esperam a aprovação da Organização Mundial de Saúde para que se estude e se encontre a cura para esta mortal enfermidade que, cada dia, é adquirida por milhares de pessoas.

Se você tiver 3 ou mais sintomas indicados abaixo é sinal de alerta vermelho!!!!

SINTOMAS QUE DEFINEM O APARECIMENTO DESTA PATOLOGIA:
1.- Se um café te provoca insônia.
2.- Se uma cerveja te leva direto ao banheiro.
3.- Se tudo te parece muito caro.
4.- Se qualquer coisa te altera.
5.- Se todo pequeno excesso alimentar te provoca aumento de peso.
6.- Se a feijoada "cai" como chumbo no estômago.
7.- Se o sal sobe a tua pressão arterial.
8.- Se em uma festa pedes a mesa mais distante possível da música e das pessoas.
9.- Se o amarrar os sapatos te produz dor nos quadris.
10.- Se a TV te provoca sono.
Todos esses sintomas são prova irrefutável que padeces de Sefoia
SE-FOI-A juventude !!!!!!!!!!
Nem adianta me xingar... tb recebi!!


Sessão de quinta-feira tem radioamadorismo, esculturas públicas e esquerda tunisiana

Três eventos estão marcados para a sessão ordinária desta quinta-feira (14/4) na Câmara Municipal de Porto Alegre: o comparecimento de Amami Nizar, militante de esquerda na Tunísia; a divulgação do ensino de Física através do radioamadorismo; e o lançamento do Projeto Esculturas Públicas em Porto Alegre. A sessão terá por local o Plenário Otávio Rocha do Palácio Aloísio Filho, sede do Legislativo municipal, com o início previsto para as 14 horas.

Nizar - Militante do Sindicato dos Correios e Telégrafos da Tunísia e membro da Liga de Esquerda Obreira, desde 7 de abril Nizar está no Brasil participando de atividades com partidos políticos e sindicatos, em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Nizar falará ao plenário em período de Comparecimento*.

Física - O Clube de Radioamadores do Colégio Militar de Porto Alegre ocupará a Tribuna Popular para falar sobre o ensino de Física através do radioamadorismo baseado nos inventos do padre Roberto Landell de Moura. Será orador o professor 1º tenente Gentil César Bruscato.

Esculturas - No período de Comunicações Temáticas será feito o lançamento do Projeto Esculturas Públicas de Porto Alegre. O pesquisador e especialista em arte pública José Francisco Alves será o palestrante. Alves é autor do livro A Escultura Pública de Porto Alegre - História, Contexto e Significado. Também é professor do Atelier Livre da Prefeitura.

As atividades do Plenário Otávio Rocha podem ser acompanhadas ao vivo nas galerias, pela Rádio Câmara ou TV Câmara, ambas com links disponíveis na página eletrônica www.camarapoa.rs.gov.br. Nas quintas-feiras as sessões ordinárias também são transmitidas ao vivo pelo Canal 16 da NET. A sede da Câmara Municipal de Porto Alegre está localizada na Avenida Loureiro da Silva, 255.

Helio Panzenhagen (reg. prof. 71554)
(*Com informações de http://internacionalpsol.wordpress.com)


Valério Cassafuz cria homenagem a desportistas de São Borja



Foi aprovado na sessão ordinária do dia 12 de abril projeto de autoria do Vereador Valério Cassafuz (PDT) que cria a premiação Destaque no Esporte Amador – Vereador Luis Carlos Lopes, para homenagear os desportistas da cidade.
De acordo com Valério a intenção é incentivar e homenagear os desportistas de São Borja. “Sabemos a importância do esporte no desenvolvimento de nossas crianças, além disso a evolução do esporte aqui no município é cada vez maior. A ideia do projeto é destacar essas lideranças esportivas através das indicações das associações”, informou o vereador trabalhista.
--
Assessoria de Imprensa Câmara Municipal de Vereadores de São Borja/RS


DESARMAMENTO


Mas não foi só o PT que recebeu deste pessoal,imagino...se não fica que parece que o PT gosta de dinheiro de revólver....

Concordo, mas quem recebeu e achou bom não pode pregar desarmamento.

SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS


FESTIVAL DA BARRANCA


sHOW DE BOLA....

Não devem mais usar esta expressão, mas é o que se pode dizer do que se viu na reitoria da UFRGS na quarta passada, à noite.

Bombou....POdia ter mais público, porque foram três horas de grandes músicos.

E,cara, eles conseguiram trazer pro palco da reitoria - naquele ambiente um poucoaustero - o clima do festival que esta edição completa 40 anos...

Atrações como TELMO DE LIMA FREITAS, NICO FAGUNDES,ELTON SALDANHA,MÁRIO BARBARÁ,PIRISKA ,BORGHETINHO( sempre muito discreto) E OUTROS NOMES MENOS CONHECIDOS, MAS IGUALMENTE DE MUITO TALENTO....

Nico contou como surgiu o festival....agora chamado de COMICIO DOS ESPIRITOS....


Todo mundo já sabe, mas nunca é demais contar.


Do meu lado, tinha um " gauchão" todo a rigor, que nasceu em Santo Angelo,mas que agora está " desgarrado" em Criciúma, Santa Catarina.


E o show durou umas três horas. Uma moça sorteada escolheu o tema dos 40 anos do festival pra eles comporem. Numa hora e pouca já tinham saído várias músicas.

- Imagine o que éstes loucos fazem em três dias acampados. O que sai de música, disse o apresentador da noite.

Engraçado que eles se tratam com camaradagem, como se fossem uma irmandade. DE vez em quando saem umas rusgas, próprias de quem tem intimidade ...

Nico e sua turma do Alegrete debocharam a vontade da cidade. Nico disse que a cidade produziu O ESTUPIDO MAIS CAVALHEIRO QUE ELE CONHECE. Claro que tava se referindo a si próprio....

Enfim,um show pra ser lembrado. Nâo é todo santo dia que se vê um acontecimento destes.

Coisas que anotei( não são críticas)

1) Não se podia matear dentro da reitoria. O funcionário disse que o festival chegou na reitoria mas que as regras dela seriam mantidas....

2)O roqueiro ROGER LERINA, DA ZH E DA GAUCHA estava lá e ficou até o fim

3) O fotógrafo Emilio Pedroso, de zero hora,fotografou tudo.
Ele é um entusiasta do festival da Barranca.

Pra comemorar os 40 anos, foram feitos shows em quatro localidades:porto alegre e duas cidades do interior(santa maria e santo angelo ou caxias,nãotenhocerteza,agora) e no dia 21 será feito um show,aberto ao publico, no cais doporto em são borja.

Não percam!

Olides Canton e Ayres Cerutti no Sonoridades de hoje (13.04). As histórias e "estórias" da noite porto-alegrense nesta quarta às 21h pela 1080 AM- Rádio da UFRGS


Os jornalistas Olides Canton e Ayres Cerutti são os convidados especialíssimos do Sonoridades da noite de hoje. Olides tem o site www.deolhoseouvidos.com.br e edita há muitos anos o informativo Fitness. Ambas experiências jornalísticas bacanérrimas. Já o Ayres é editor da histórica revista Programa (www.programa.com.br) e atual diretor financeiro da Associação Riograndense de Imprensa (http://www.ari.org.br/).
O tema do bate-papo da noite desta quarta quem sugeriu foi o Olides, que está finalizando um livro que promete demaaaaaaaaais sobre a história da noite de Porto Alegre, seus bares e lendas. Eis que ele me manda um email esses dias sugerindo falarmos sobre a noite lado “C” de POA, freqüentada por muitos, mas admitida por poucos. Não preciso dar mais detalhes, né? Mas claro que três jornalistas reunidos acabam pautando-se uns aos outros e a coisa foi mais longe e a 1h dessa quarta foi pouco, e na quarta que vem tem mais. A segunda parte. Quer saber mais sintoniza hoje às 9 da noite na 1080 AM ou via web. Agora se você perder pode ir depois no site da Rádio da Universidade que o programa estará disponível no link do Sonoridades dentro de Programação. Abraços


ENTREVISTA COM OLIDES CANTON E AYRES CERUTTI

Pauta: A noite porto-alegrense de ontem e de hoje


Quando: 13 de ABRIL

Horário: 21 HORAS

Onde: Rádio da Universidade 1080 AM ou www.ufrgs.br/radio

Apresentação/produção: Guto Villanova e Mozart Dutra

Operação técnica: Deivid Ribeiro

Supervisão: Prof. André Prytoluk



Guto Villanova
Jornalista
Assessoria de Imprensa MS2 produtora e outros


Zulke prestigia abertura da Fimec



O deputado federal Ronaldo Zulke (PT) prestigia, neste momento, a abertura da Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes – Fimec, nos pavilhões da Fenac, em Novo Hamburgo. O parlamentar representa oficialmente a Câmara dos Deputados.

A edição de 2011 da Fimec apresenta mais de 1.200 marcas, cerca de 600 expositores de 20 países, e expectativa de 50 mil visitantes de todos os continentes. Os pavilhões da Fenac funcionarão das 13h às 20h, de terça a sexta-feira.

Igor- Parte 2 e 3

LEIAM QUE É UM BELO DEPOIMENTO DE UM JOVEM PIÁ GAUCHO PERDIDO NOS CONFINS DA CHINA.

E A NARRATIVA PARA OS PARENTES DO DIA A DIA DO POVO CHINES....

AGORA QUE A PRESIDENTE DILMA ESTÁ LÁ, PODEMOS NESTE TEXTO VER UM POUCO DE COMO VIVEM OS CHINESES...

A NARRATIVA É DO ENGENHEIRO MECANICO IGOR FERNANDES, DE SANTA MARIA QUE FOI PARA A CHINA TRABALHAR.ELE TRABALHA NUMA FABRICA EM HANGZHOU PERTO DE SHANGAI, QUE É UMA FÁBRICA DE TURBINAS PARA HIDROELETRICAS.ALIAS É A SEGUNDA MAIOR FABRICA DO MUNDO NO GENERO.
IGOR SE FORMOU HÁ POUCO. ESTÁ APRENDENDO COM OS CHINESES....

 



Já estavam com saudades das notícias mirabolantes da China? Então Let’s go for some international news from China

Como já sabem primeiro vamos a algumas respostinhas e respostas dos últimos e-mails que recebi. Mas já vou avisando que ainda estou sem máquina digital, estou esperando resolver minha vida a respeito do meu visto de permanência aqui, depois vou ir a Rivera opsss Hong Kong todo mês.

Thiego você deve ter visto muita coisa passeando por Chinatown sim. Você não ta por fora não meu amigo, eu que to vendo as coisas por trás dos bastidores aqui diariamente heheheh.
Impacto que eu tive nessa primeira semana? Digamos pra ser bem curto, tive todos os tipos possíveis de choque cultural. Da pra dizer o seguinte esse povo aqui é tudo de bom, agente entende bem direitinho quando vive o lado deles, porque eles comem esse monte de coisa estranha e porque os preços aqui são muito barato, é muita gente, eles precisam se alimentar, precisam se vestir, e precisam se locomover. Eles possuem uma população gigantesca o governo faz de tudo pra que o povo viva e consiga se alimentar e se vestir. A maioria das pessoas aqui ganha em torno de 290 dólares, ou seja, eles se viram nos 30 todo os dias.

Eu conversei com alguns e realmente é bem difícil pra um Chinês sair do pais, é difícil pra eles terem uma vida tranqüila com tempo pra gastar em besteiras que nem agente, eles não gostam muito do governo não, mas entendem que faz parte e eles amam o país que vivem.

Você não vê em nenhum momento criminalidade, assalto, seqüestro, nada é perigoso aqui, nada você precisa se preocupar, perguntar se é seguro esse ou aquele lugar é algo incompriensível pra eles. Bom tenho que confesar que alguém que me disse que bicicletas são roubadas, mas se roubarem logo logo você consegue comprar outra porque no mercado uma bicicleta novinha em folha sai por 200 Yuans, algo como 29 dolares ou seja 50 reais acreditem é isso mesmo. Lógico que eu vou comprar pro próximo final de semana.

Transito caótico porque é tudo tão bem planejado, com faixa de segurança, sinaleiras pra pedestres, motos, carros, em todos cruzamentos, e simplesmente ninguém respeita NADA, é a lei do mais forte sempre, coisa de louco mesmo porque as vezes a sinaleira fica verde para as 2 mãos ao mesmo tempo então fica tudo parado no meio daquelas avenidas enormes. O pedestre praticamente não existe aqui é mera decoração ( senhora decoração de 8 milhões de pessoas) kkkkkkkk.
Antes de vir pra cá peguei algumas dicas com o Paulo que morou aqui na China por 5 anos trabalhando na Embraco ele me deu um monte de conselhos e avisos, só que ele esqueceu de dizer pra trazer abafador de ouvido por que aqui a buzina é uma metralhadora é muito barulho, muito mesmo, aqui só pedestre não tem buzina, porque moto, bicicleta e carro tem e é uma coisa de louco de ficar surdo as vezes.

Wikepédia aqui é restrita só funciona em inglês, boa saída do governo porque ninguém entende inglês mesmo, então deixa rolar hahahaha. Por falar em inglês to pensando seriamente em não falar mais nada de inglês na rua, eles não entendem bolhufas mesmo, assim eles já vão aprendendo algumas palavrinhas em português no vocabulário deles, vai da na mesma no final das contas compreensão zero no monólogo.

Facebook e derivados???? BLOQUEADO, nada de fazer novas amizades pelo mundo e muito menos encontrar amigos por ai, até porque aqui já tem o bastante né, ou vocês acham 1 bilhão e 300 milhões pouca gente pra bater um papinho e contar as novidades? hahahahaha.

Tenho que fazer um esclarecimento pra minha sogra e pra mais um monte de amigos que perguntaram a mesma coisa!!!! Curiosidade sobre o desodorante, não existe isso aqui, eles não usam e já fui em todos lugares possíveis, farmácia, mercado,etc. O Povo aqui não tem pelos então não precisam consequentemente não fedem pelo menos não a aza.

Gian dizer que o Milktea deles é praticamente o gosto do nosso rio Uruguai é realmente um imperalismo gaudério, mas vou te contar que já ta quase descendo redonto esse treco. Daqui uns dias mando a receita pra Ana Maria Graga vocês vão ver..

A Empresa onde estou trabalhando fica 20 minutinhos caminhando de onde moro então quando venho as 07:30 da pra ver muita coisa nova, e quando eu volto mais ainda, ontem achei churrasco inclusive, o china espetou uma costelinha de porco fez as casinhas de tijolos bem como agente faz, colocou Brasa e ficou assando várias costelinhas ali pra vender, fiquei parado 5 minutos na calçado como se nunca tivesse visto nada parecido antes, na verdade não tinha visto mesmo, aqui na China não hahahaha.
Voltando um pouco sobre a Empresa, antes de chegar aqui pensei que era apenas uma grande empresa de equipamentos de geração de energia, mas depois de ontem visitando a outra sede da fábrica e conversando durante o percurso de 1 hora e meia com o vice presidente da Zhefu e outros colegas de trabalho, percebi que estou trabalhando numa companhia gigantesca, fui contratado para ser membro do departamento de engenharia internacional da segunda maior empresa da China no ramo de geração de energia por meios hídricos. Só perde pra primeira porque é do governo chinês, a nossa é 100% privada. Meu grupo de trabalho não podia ser melhor todos bem descontraídos, cada um responsável por uma parte do mundo fazendo negócios de milhões de dólares todos os dias.
Meu horário de trabalho é 08:00 as 11:45 e 13:00 as 17:00, no primeiro dia já me deram 50% do salário adiantado e mais toda a infra estrutura necessária. O setor é internacional mas aqui só 2 falam inglês, nem o supervisor do setor fala hilária fazer uma reunião com eles tudo em chinês e o meu colega traduzindo tudo pela metade.

O Apartamento saiu caro assim Cris, por causa de 3 fatores. Primeiro porque é de 3 quartos, e isso é bem difícil e segundo porque é no centro então como em qualquer lugar no mundo eu acho, perto do centro é mais caro e terceiro porque Hangzhou é uma cidade bem cara, uma das que tem os maiores poderes aquisitivos da China. E não é tão caro assim se formos pensar que sairá 150 dólares por mês pra mim, com Tv a cabo, gás e luz para serem pagos de 3 em 3 meses.
Betina tua amiga Chinesa tava mais que certa, aqui eles comem tudo que tem 4 pernas menos as mesas e cadeiras, 2 pernas menos o ser o humano, acrescento ainda tudo que vem da água e tudo que rasteja.

A cidade de Hangzhou é uma cidade magnífica pra morar, salvo a poluição que é bem intensa como em grandes cidades, achei que tinha visto poluição em São Paulo, lá o céu é uma limpeza perto daqui. Não vemos o sol quase nunca só aquela sensação de abafado quando passa dos 20 graus. Segundo o diário de bordo chinês aqui é a cidade mais segura da China, mais tranqüila e oferece uma qualidade de vida bem prolongada.

Meu bairro é um bairro bem velho mora bastante velinhos, por falar em velho aqui na China é o mesmo que dizer quase pré histórico então imagem né. É de ficar bobo vendo o que eu vejo todos os dias olhando pela janela, aquele monte de roupa pinduradas pra tudo que é canto, panela em prateleiras com as maiores gambiarras que vocês possam imaginar, galinha depenada em ganchos pra fora da cozinha, e por ai vai. Só fiquei um pouco incucado só com o tamanho dos sutiãs das Chinesas, elas não tem tudo isso de peito pra usar sutiã daquele tamanho,vão me desculpar mas até pra mim fica grande ahhahahahahaah. É muito sutiã pra pouco peito,não entendi porque mas também ta ai uma coisa que vou morrer e não vou saber.

A impressão que eu tenho por enquanto é estar passando pelo Jack Chan umas milhões de vezes por dia, juro que no parque que eu fui no domingo passado cheguei a virar pra ver se era, mas acho que não era. E por falar em Jack Chan aqui ele faz propaganda de tudo, head & shoulders, Kaspersky, Kodak, e o mais engraçado ele faz propaganda pra 2 massas concorrentes hahahaha aqui time is Money. Não tem essa de que se sou garoto propaganda da Bozzano não posso ser da gilete kkkkkkkkk. Resumindo o Jack Chan ta por tudo e tem corrente o Jet Lee também ta por ai bem sorridente no cartaz da colgate.

Minhas refeições aqui já estão bem adaptadas, uma que eu não pergunto mais o que é, que carne é, enfim gostei da cor e do cheiro to mandando. O nosso típico espetinho da esquina ai do Brasil é substituído por espetinho de tentáculos de lula é o cara frita na chapa e fica bem assadinho, bem bom.
O refeitório aqui na Empresa é um algo de se ver, tipo é um self service onde você pega uma bandeja e vai escolhendo quantas cambuquinhas vai querer, cada uma é uma coisa, antes disso claro os famosos chopsticks, você tem que pegar um par de pauzinho e mais uma colher muito estranha para a sopa. No final a conta é paga pelo número de bandejas que você pegou. No final do corredor eles tem um panelão elétrico do tamanho daquelas de fazer risoto na paróquia sabem? Só que elétrica e cheia de arroz pra quem quiser repetir, imagina senão repetem de graça.
A conta da sempre em torno de 11RMB isso é 2 reais e 10 centavos. Apenas um upgrade a respeito da minha evolução com os chopsticks é que consigo comer tranqüilo sem fazer fiasco mais inclusive pegar grão por grão de feijão.

Curiosidades em relação aos preços aqui. Acreditem é isso mesmo eu também fiquei de boca aberta com algumas coisas.
Caneca – 0.75 centavos
Panela de alumínio tamanho médio com tampa de vidro temperado – 7 reais
Academia de musculação – 100 dólares por 1 ano
Internet – 6 meses por 125 reais
Edredom – 14 reais e bem bom
Mcdonald’s – 5.10 reais
Outras curiosidades que vou me adaptar bem ligeiro eu acho. Aqui eles comem muito rápido, tipo 10 minutos e deu, já tem alguém em volta pra sentar e comer. Outra coisa eles não baixam a tampa do vazo, pelo menos nos 2 lugares que eu morei aqui ninguém baixa ahahahaha.
Tava pensando ontem voltando pra casa, o como eu fui cruel com o Kalel fazendo ele aprender tudo ligeirinho e tão complexo, to um analfabeto completo aqui e ele aprendeu tudo tão rápido putzzzzzzzzzzzz.. Só me vem as palavras da Marina dizendo “Igor isso é muito complexo pra ele entender”. É kalel voltei pro jardim de infância junto contigo meu filho.

Pois é vou ter que aprender essa língua rápido é meta falar pelo menos um pouco e entender um outro tanto, mas a respeito dos caracteres eu já esqueci esses vai ser desafio pra 5 anos no mínimo.

Outra coisa, ta pensando em vir pra China e usar só cartão de crédito? Bom talvez você consiga comprar alguma coisa no aeroporto porque depois de sair de lá, esquece que você vai achar algo que aceitei o nosso cartão de crédito INTERNACIONAL, aqui não é internacional não pelo que vi até agora. Ou você tem cartão de crédito que é débito Chinês ou você não tem nada. É difícil entender e principalmente pra mim que andava com no máximo 5 reais no bolso, aqui você anda com muito dinheiro sempre tipo você tem que ter no mínimo uns 3000RMB aqui. Então te prepara pra pagar sempre tudo com dinheiro vivo.

Acho que deu por hoje gente, acabei não falando do mercado publico chinês nem das atrações turísticas da cidade. Vou contar na próxima vez, eu to anotando os preços das coisas também pra contar pra vocês e uma história muito louca de quando cheguei em casa semana passada.

Não deixem de escrever pra mim, quero saber tudo e se quiserem adicionar alguém na lista me avisa que eu mando sem problema. Agora estou com celular é tranqüilinho de ligar. O número ta no final do e-mail.

Beijão pessoal ótimos dias pra vocês.
Sucesso

--
Igor Dibi Fernandes
Mechanical Engineer of International Engineering Department
ZHEFU Hydropower Equipment Co., LTD
Add: A-16, huanxing Times Plaza,No.478 Wensan Rood, Hangzhou, China
Mobile: +86 (571) 13615712203


PESQUISA DE
BRASÍLIA

Sergio Ross

Uma boa pesquisa foi feita
recentemente em Brasília. É sobre o Ministério da Presidente Dilma Rouseff.

Segunda a Agencia Siga Brasil, teve quatro deputados que até agora não foram recebidos pela Presidente.
São eles:
Deputado Moreira Franco,que é do Ministério de Assuntos Estratégicos. Foi indicado pelo PMDB e comanda uma pasta paralisada e sem orçamento ainda.
Pedro Novais. Comanda o Ministério do Turismo. Foi indicado pelo PMDB. Assumiu o comando alvejado por denuncias. Foi acusado,de não fiscalizar com eficiência os recursos de emendas parlamentares.
Minha opinião: vai ser um dos primeiros a ser demitido.
Wagner Rossi. Comanda os ministérios da Agricultura e
Pecuária. Indicado também pelo PMDB. Dizem que tem
uma posição afinada com a Presidente e negocias o novo
Código Florestal.
Mário Negromonte. É de um importante ministério, o Ministério das Cidades. É do PP e já articulou o
aumento de recursos para estados e municípios visando obras de saneamento e pavimentação.
Agora, os Ministros que foram recebidos pela Presidente:
Guido Mantega. É o Ministro da Fazenda. Foi recebido oficialmente 12 vezes. Mas conversa com a Presidente várias vezes por dia. Cortou R$ 50 bilhões do Orçamento,mas não tem conseguido conter a queda do dólar e a volta da inflação.
Minha opinião: briga diariamente com o Antônio Palocci,pelo poder junto a “cumpanheira.
Antonio Patriota,Ministro das Relações Exteriores. É um
dos mais próximos da Dilma e tocou a mudança de posicionamento do país em relação ao Irã.
Minha opinião: tem jogo de cintura. É um cara que discretamente já levou algumas broncas mas conseguiu
superar as pequena crises surgidas na casa de Rio Branco
Vai longe o “cumpanheiro”. Foi recebido oficialmente nove vezes,mas tem acesso a Presidente diariamente por telefone.
Atonio Palocci. É o chefe da Casa Civil. Considerado o número dois do governo,tem feito algumas articulações politicas.
Minha opinião: tem jogo de cintura também,mas saiu do governo de Lula muito mal. Conhece economia e fala diariamente pela manhã com o Delfin Netto. Foi recebido na agenda oficial 7 vezes,mas também conversa pessoalmente com a Presidente várias vezes por dia.
Helena Chagas, Ministra da Comunicação Social. Tem
atuação de bastidores e coordena o relacionamento com veículos de imprensa.
Minha opinião:a briga dela com Dilma,nos bastidores é briga de cachorro grande. A moça é competente mas não é fácil de lidar. Oficialmente, foi recebida por Dilma
7 vezes,mas está permanentemente em contato com a
chefe
Fernando Haddad. É o ministro da Educação. Foi também recebido oficialmente sete vezes.
Enfrentou severas críticas por problemas crônicos da pasta,especialmente os referentes ao Enem.
Minha opinião. Veio do Governo Lula. Foi imposto pelo “cumpanheiro”. Acho que não tem vida muito longa com
a dona Dilma. Deve cair antes do fim do ano,quando será feita a primeira mudança no atual ministério.
Fernando Pimentel. É o ministro do Desenvolvimento,Industria e Comercio Exterior. Foi recebido 6 vezes. É um dos ministros mais próximos a Dilma. Recebe pedidos diretos da presidente.
Alexandre Padilha. É o ministro da Saúde. Foi recebido
6 vezes. Está aí às voltas com a Dengue. Está perdendo para os mosquitos. Se não acabar logo com a gripe, que se alastra pelo país, não sei não se chega até o fim do ano
Teresa Campelo. É a ministra do Desenvolvimento Social.
Foi recebida seis vezes. É a responsável pelo Bolsa Família. É uma das mais discretas da Esplanada. A pasta foi favorecida pelo aumento no valor do benefício em patamares acima da inflação.
Minha opinião. Não tenho...
Edison Lobão. Manda no Ministério das Minas e Energia.
É da cota do PMDB no Senado. Enfrentou apagão no Nordeste logo nos primeiros dias de governo,
Minha opinião: vem do governo Lula onde foi muito bem.
Mesmo na mudança que Dilma pretende fazer até o fim do ano,deverá permanecer. É homem de confiança do Presidente do Senado,José Sarney. Oficialmente teve 6
vezes com a Presidente Dilma, mas tem bom relacionamento com ela. Já foi jornalista e foi muito protegido pelo Presidente Geisel.
Miriam Belchior. É a Ministra do Planejamento. Foi ela quem planejou o corte de R$ 50 bilhões no Orçamento e o cancelamento de concursos públicos. Foi recebida em audiências por 5 vezes.
Minha opinião: até agora,não mostrou muito serviço, Está deitando nos cortes que fez. Apesar de ser Bento,não sou machista,mas acho que a moça não tem bala na agulha. Mas como é assim,assim,com a chefe,sei lá,deve ficar onde está.
Orlando Silva é o Ministro do Esporte. É do PCB do B. Enfrenta denuncias recorrentes na gestão do programa Segundo Tempo e tem sido alvo de criticas pela pela organização da Copa do Mundo de 2014.
Foi recebido oficialmente 5 vezes.
Minha opinião: o homem não tem cara de que entenda de futebol. Está sendo blindado pelo Partido e pelo pessoal da CBD. Se mijar mais uma vez fora do pinico,não chega na Copa. Dona Dilma está engolindo o homem. Eu acho que não chega a 2014.
Nelson Jobim. É a cota do PMDB. Foi prejudicado pelos cortes no orçamento e pelo adiamento da compra dos caças franceses para 2012. Esteve oficialmente só 4 vezes com a Presidente
Minha opinião: é herança do Presidente Lula. Dona Dilma não o vê com bons olhos. Na compra dos caças franceses,já fez muitas atrapalhadas. Inclusive já comemorou a venda em grande estilo, na França, quando chegou a anunciar que o Brasil havia fechado o negócio. Apesar de gaúcho e neto de um governador que marcou época no sul, não herdou nada do avô e nem da nossa terra. Não tem nada como político do Rio Grande.
Não sei se chega até o fim do ano.
José Eduardo Cardoso. Trabalha para reorganizar a Polícia Federal alvo de cortes no Orçamento. Oficialmente foi recebido 4 vezes pela Presidente. Trabalhou na sua campanha e é amigo muito próximo da chefa.
Minha opinião: pelo antigo relacionamento com Dilma,vai longe. Mas até agora,não mostrou muita coisa.
Fernando Bezerra. É o Ministro da Integração Nacional. Foi indicado pelo PSB. Está em alta pelo atendimento às vítimas das tragédias no Rio de Janeiro. É um dos responsáveis pelo Sistema Nacional de Defesa Civil. Foi
recebido 3 vezes.
Paulo Bernardo. Ministro da Comunicações. Trabalhou no Planejamento no governo do Presidente Lula. É assim com o homem que o impôs ao governo da dona Dilma.
O ministro tem tocado um dos pilares do governo, o Plano Nacional da Banda Larga.
Minha opinião. Foi incumbido pela Presidente de fazer uma reforma nos Correios que está entregue às baratas.
Chegou, demitiu todo mundo. Do Presidente aos boys. Mas até agora a coisa por lá, não melhorou nada. Tinha que ter colocado no serviço, homens técnicos. Que nada,deu emprego para o pessoal do PT que só entende de política. Esteve com a Presidente 3 vezes. Está vinculado à Presidência.
Aluizio Mercadante. É o Ministro da Ciência e Tecnologia.
Ex senador teve atuação nas tragédias do Rio de Janeiro ao anunciar o Sistema Nacional de Defesa Civil. Esteve com a Presidente oficialmente 3 vezes.
Minha opinião: É mais político do que técnico. Já que é do partido e precisa se recompensado,poderia ter ocupado outro ministério.
Alfredo Nascimento. É o homem do Ministério dos Transportes. Mesmo com o maior orçamento em investimentos da Esplanada, o senador do PR submergiu politicamente.
Isabela Teixeira. É do Meio Ambiente. É uma indicação do PT. A ministra negocia o texto do novo Código Florestal. Oficialmente esteve apenas duas vezes com Dona Dilma.
Minha opinião: até agora não mostrou muita coisa.
Iriny Lopes. É a ministra das Politicas para as Mulheres.
Foi oficialmente ao Palácio do Planalto duas vezes. Foi indicada pelo PT da Câmara. A deputada tem atuado na integração dos espaços de lazer do PAC.
Minha opinião: vou ter que consultar alguem, para me explicar do que se trata. Realmente este país não é tão serio assim...
Gilberto Carvalho. É o Secretário Geral da Presidência.
Segundo o Palácio do Planalto, o homem que foi o braço direito de Lula é hoje o responsável por manter contatos com os movimento sociais. Negociou questões do salário mínimo.
Minha opinião: é da panelinha da cúpula do partido. Mas não é muito chegado a Presidente. Amanhã ou depois poderemos ter uma surpresa por aí.
Carlos Lupi. Ministro do Trabalho. Oficialmente esteve com dona Dilma,duas vezes. É o presidente do PDT e esteve em situação complicada ao fechar com o salário mínimo diferente do defendido pelo governo.
Minha opinião: Se dizia amigo de Brizola. Mas não tinha essa bola todo com o homem. Lupi impôs a dona Dilma sua indicação a Ministro. Foi um negócio vexatório. Se o
cumpanheiro dr. Brizola estivesse vivo, seria outra conversa.
Luiz Sérgio – Relações Institucionais. É o articulador político da Presidência. Tem feito dobradinha
com o Palocci nas demandas de parlamentares.
Minha opinião: vou procurar saber mais sobre o homem.
Ideli Salvatti. A catarinense é a ministra da Pesca e Agricultura. Foi senadora pelo PT. Teve como principal ação anunciar maior rigidez na aduana de peixes vindo da Asia. Esteve oficialmente com a Presidente, uma vez.
Minha opinião: esse emprego foi um tapa buraco,pois a ex senadora catarinense exigia estar no ministério. Afinal de contas ela mora em Florianópolis,na beira do mar...
Luiza Bairros – é a Ministra da Igualdade Racial.
É cota do PT. Tem uma atuação discreta no seu ministério. Também esteve apenas uma vez com a Presidente Dilma.
Alexandre Tombini. É o homem do Banco Central. Está às voltas com a inflação e a queda dos dolares. Esteve uma vez só oficialmente, com a Presidente.
Minha opinião: não é por ser gaucho,mas estou botando as minhas fichas nele. Já me disseram que o homem é competente.
Garibaldi Alves. É o Ministro da Previdência.
Cota do PMDB do Senado. Teve prejudicado o plano de
abertura de agências do INSS com os cortes no Orçamento. Oficialmente,esteve uma vez só em audiência com dona Dilma.
Minha opinião: o homem é puta velha em política. Podemos ter surpresa por aí.
Leônidas Cristino. É o ministro dos Portos. Também só esteve uma vez em audiência oficial
com a Presidente. Foi indicado pelo PSB e tem tocado
planos de ampliações dos portos.
Minha opinião: no meu tempo quem cuidava dos portos no Brasil era o Ministério dos Transportes,que tinha ainda o DNER,a EBTU,GEIPOT e outras empresas ligadas a área. E funcionava muito bem.
Essas empresas todas,foram criminosamente extintas pelo Fernando Collor um homem inteligente e de muita visão...Ah! Ah! Ah! Hoje essas empresas servem, na verdade é de cabides de empregos.
Maria do Rosário. Ministra do Ministério dos Direitos Humanos. Foi indicada pelo PT da Câmara. Segundo sua assessoria a Ministra tem evitado conflito com militares,mas enfrenta questões polemicas à frente,com a Comissão da Verdade...
Oficialmente,esteve também,só uma vez na presidência.
Minha opinião: é inteligente e poderá se dar
bem na sua função.
Afonso Bandeira Florence. Ministro do Desenvolvimento Agrário. Foi indicado pelo PT nordestino. Participa das negociações pelo Código Florestal.
Ana de Holanda é a Ministra da Cultura. Oficialmente só esteve uma vez na Presidência. É da cota petista na Esplanada. É alvo de polemicas relativas à liberação de recursos para artistas.
Minha opinião: é irmã do Chico Buarque, que poderia dar mais força a ela.
General José Elito Carvalho. O Ministro marcou os 100 dias do governo Dilma,com um tropeço ao dizer que não era uma vergonha para o país, ter desaparecidos políticos. É homem do gabinete da Presidente.
Minha opinião final: é muito ministério para tão pouco governo...É muito ministério para servir de cabide a cumpanheirada.



A TERRA É AZUL

Por Carlos Chagas

Mais do que necessários, são imprescindíveis os mergulhos no passado. Acaba de completar 50 anos o primeiro vôo espacial da História. Um russo foi para o céu, assombrando o mundo inteiro. Por menos de duas horas Yuri Gagárin, major, 27 anos, circundou o planeta a bordo de uma cápsula onde mal cabiam suas pernas.

A festa durou dias. O jovem comandante recebeu todo o tipo de homenagens, a começar por um tapete vermelho de quase um quilômetro, que percorreu acompanhado por câmeras de televisão e máquinas fotográficas, para no final levar um beijo do então todo-poderoso Nikita Kruschev. A União Soviética não se cansava de alardear a vitória do socialismo sobre o capitalismo. Anos antes os russos já haviam lançado o Sputnik, primeiro satélite artificial, conquistando agora inegável supremacia científica sobre os americanos.

Naqueles idos, o Muro de Berlim ainda não havia sido levantado, a invasão da Hungria pelo Exército Vermelho era tida como reação necessária à conspiração da CIA e, na União Soviética, ninguém pensava em ocupar o Afeganistão. O perigo, para os russos, estava na China, demonstrando como Mao Tzetung era precavido. John Kennedy, nos Estados Unidos, dava a impressão de promover ampla reviravolta para extirpar o racismo e a pobreza. Fidel Castro ensaiava os primeiros passos para transformar Cuba numa República Popular, com Che Guevara empolgando a juventude. A França ressurgia das cinzas pela volta de De Gaulle ao poder, Nehru, na Índia, e Tito, na Iugoslávia, assentavam as bases do Terceiro Mundo. No Vaticano, um velhinho feito Papa para protelar um impasse eclesiástico surpreendia céus e terra ao realizar formidável alteração de rumos na antes conservadora Igreja Católica. Até no Brasil um líder meio histriônico, meio doido, concentrava as atenções. Ora a esquerda, ora a direita, aplaudiam o recém-eleito Jânio Quadros.

Em suma, para os jovens, o mundo se descortinava à frente como um imenso paraíso. O futuro pertencia a todos nós.

Depois, foi o que se viu. Nem é preciso lembrar que Kruschev foi deposto, Mao impôs ao seu povo uma abominável Revolução Cultural, Kennedy acabou assassinado, Fidel, transformado em títere, Nehru e Tito passaram, De Gaulle renunciou, João XXIII foi para o céu e Jânio Quadros surpreendeu o país na tentativa de dar um golpe, felizmente malogrado, para tornar-se ditador.

Cinqüenta anos depois, o socialismo saiu pelo ralo, o Terceiro Mundo se desfez e o Brasil viveu 21 anos de ditadura militar. Valeu? Pelo menos naqueles dias em que Yuri Gagárin transmitia, lá de cima, que a Terra era azul.

DANE-SE O ANDAR DE BAIXO

Parece uma sina, quem sabe maldição, mesmo. A verdade é que o sociólogo não deixa passar uma semana sem tentar conturbar o processo político. A última de Fernando Henrique é que a oposição deve esquecer o andar de baixo. Lixar-se para o povão e sensibilizar apenas a classe média.

Trata-se de elitismo explícito, aliás, já praticado em seus oito anos de poder. Por isso o Lula venceu as eleições de 2002: conquistou as camadas mais pobres da população, que o antecessor agora tenta desconsiderar como alvo para o PSDB. Em sua última intervenção, Fernando Henrique demonstra o receio de que Dilma Rousseff empolgue a classe média, mantendo o povão. Não demora muito para o ex-presidente neoliberal pregar a volta à monarquia. Imaginem com que família real...

ESTÃO TESTANDO A PRESIDENTE

Significa o quê, essa nova onda de invasões de terra promovida pelo MST? Mais do que a luta pela reforma agrária, o movimento parece testar a presidente Dilma. Seus líderes querem saber até onde ela vai. Resistirá, procurando manter a ordem no campo sem cair na rede dos ruralistas? Ou na mobilização de forças para evitar excessos na ocupação de fazendas, acabarão aparecendo vítimas? Seria precisamente esse o objetivo, que faz dos camponeses miseráveis simples biombo ou massa de manobra para a concretização sabe-se lá de que objetivos? Se pretendem a revolução no campo, estão atrasados de várias décadas. Se darão agora o passo tantas vezes adiado, de constituir-se num partido político, melhor olharem para as dificuldades encontradas por Gilberto Kassab.

BATENDO DE FRENTE

Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobrás, precisa definir-se. Ou continua anunciando aumento nos preços da gasolina, batendo de frente com a equipe econômica e com o ministro Edison Lobão, quer dizer, com a presidente Dilma, ou dedica-se à sua candidatura para prefeito de Salvador. Seguir nas duas paralelas, não dá. A Petrobrás vem obtendo os maiores lucros que uma empresa brasileira poderia aspirar. Agüentaria com facilidade o tranco de mais um aumento nos preços internacionais do petróleo sem mexer nos preços da gasolina. Até porque, quando o petróleo baixar, ninguém cogitará de reduzir também os preços de seus e derivados.

ADEUS, REFORMA POLÍTICA...

Por Carlos Chagas

Sobre a reforma política, apesar do jogo de cena promovido pelas comissões especiais do Senado e da Câmara, tudo indica que dará em nada. Ou, no máximo, em perfumaria.
O Congresso não aprovará a proibição do voto personalizado para deputado. Rejeitará o voto na legenda e em listas preparadas pelos caciques partidários. Trata-se, essa proposta, de um desejo dos dirigentes, não das bases. No caso da aprovação, os caciques seriam eleitos sem fazer força, colocando-se nos primeiros lugares das listas. Por isso, a idéia será rejeitada também pelos parlamentares que não tem voz ativa nem comando nos partidos, mas formam maioria nas bancadas e nos diretórios municiais e estaduais. Muito menos deixarão de protestar as novas gerações interessadas em ingressar na vida pública, infensas a começar na rabeira, sem chance, mesmo sendo populares e podendo dispor de votos. Junte-se a esses setores o conjunto do eleitorado, desde já irritado pela proposta de cassação de seu direito de eleger quem quiser, obrigado a aceitar seu voto beneficiando quem não conhece, não gosta e não escolheu.
Outra mudança condenada ao fracasso, nas regras do jogo político, seria a revogação do princípio da reeleição para presidentes da República, governador e prefeito. A tentação para os que não chegaram a esses patamares só não é maior do que a daqueles que se elegeram, reelegeram-se e agora aguardam a oportunidade de voltar para mais dois mandatos. Mesmo em se tratando a reeleição de uma vigarice, por conta do direito de o mandatário disputar o segundo mandato no exercício do primeiro, sem desincompatibilizar-se, está o país diante do fato consumado. É a historia contada nos nossos tempos de criança, a respeito dos tigres da Índia: uma vez tendo provado carne humana, jamais admitiam outra refeição.
Uma terceira reforma de que se fala muito, também a ser desfeita no ar, é o financiamento público das campanhas. Primeiro porque despertará a irritação nacional diante da classe política: se faltam recursos para escolas, hospitais, estradas, habitações e tanta coisa a mais, como justificar dinheiro aos montes para a eleição de deputados e senadores? Depois porque o governo, qualquer governo, pensará duas vezes na hora de desembolsar centenas de milhões sob o pretexto de moralizar o processo eleitoral, sabendo que por baixo do pano prosseguirão os gastos não contabilizados, o caixa dois, a compra de votos e a corrupção.
Sobre a cláusula de barreira, destinada a diminuir o número de partidos e acabar com as legendas de aluguel, permanecerá o mesmo obstáculo de sempre, há anos impedindo sua aprovação: quem quer afastar a hipótese de, rompido com seu partido, recomeçar em outro mais maleável? Existe ainda a questão dos pequenos partidos históricos, com lugar doutrinário e ideológico garantido pela lógica. Como separa-los dos partidos de aluguel?
Discute-se também, à maneira de quem enxuga gelo, a extinção dos suplentes de senador, ou, ao menos, do segundo suplente. Nem que a vaca tussa, porque em todos os estados as eleições de senador envolvem montes de composições, entendimentos e compensações. Jogar votos fora, ninguém joga.
Voto distrital constitui risco para boa parte dos candidatos a deputado, de olho em receber sufrágios pingados em todo o estado. Concentrar as candidaturas apenas num grupo de bairros, nas grandes cidades, ou num conjunto de pequenos municípios, diante de um adversário forte, equivalerá a comprar passaporte para a derrota. Quanto ao reverso da medalha, o distritão em que se tornaria cada estado, poderia ensejar a eleição apenas dos mais votados, mas como reagirão quantos conseguem eleger-se sem alcançar o quorum necessário, nas sobras de outros? Sendo assim, também fica impossível imaginar o fim das coligações, taboa de salvação para muita gente.
O resultado, sem a emissão de juízo de valor sobre ser um bem ou um mal é que reforma política, adeus...

Comem e viram o coxo...

assim diz o gaúcho ao ingrato....

certas atitudes me fazem pensar: como tem gente que serviu a ditadura militar, se valeu dela e agora não quer ser linkado nem de longe. esqueçam que serviram a farda....não interessa mais, renegam a biografia....

e há até empresas que se ergueram no tempo dos milicos e agora donas da comunicação chamam ao período de anos de chumbo...a mais conhecida e notória e a folha de são paulo que ficou marcada por ter escrito que houve uma ditabranda, não dura....

Ah, bem anteviu o genial golbery do couto e silva: nós vamos ser corridos daqui....não só corridos, renegados....

Dia 13 de abril de 1992

triste dia na redação da zero hora

( memória)

Hoje completam-se 19 anos de um dia muito triste e de muita tensão dentro da redação da zero hora. 46 profissionais foram demitidos numa tarde....

Os " decapitadores" - no caso os que diziam pro repórter ou editor se continuaria ou seria demitido - foram EDuardo Bueno, o Peninha( que na segunda esteve dando palestra no forum da liberdade, junto com o músico Lobão). Numa sala, eles tinham uma papelada na mão e na medida que um profissional era chamado já se sabia a sorte do outro. Se aquele que saíra da pequena reunião tinha sido confirmado, o seguinte seria demitido...e assim foi durante toda a tarde...num verdadeiro pânico que se estabeleceu dentro da redação.

Houve cenas chocantes, que não vale a pena mais relembrar....
Gente demitida que se recusou a ser demitida....

Entre os demitidos, estava o editor Danilo Ucha, que foi comunicado bem no fim do expediente. Ucha saiu de mansinho, se cobrindo com um livro.

EStas as lembranças de uma segunda-feira, proximidades de Páscoa de 19 anos atrás...

Engraçado era que os colegas demitidos depois foram se reencontrando no banco pra receber o fundo desemprego....

E aos poucos só nas audiências da Justiça do Trabalho, pra quem nela ingressou....

Em tempo: o outra colega que participou do comunicado dos dispensados foi Clovis Heberle.


100 dia do Governo Tarso

Passei no Largo Glênio Peres, mas lá não havia ninguém do PT panfleteando a favor do governo Tarso. Pelo menos eu não vi....


O ato do PMDB contou com a participação dos deputados estaduais, presidente do PMDB municipal, PMDB Regional, PMDB Jovem, PMDB Mulher, Movimento Negro do PMDB e, também contou com a presença de ex-deputados estaduais do PMDB. Foram produzidos 100 mil jornais e distribuídos, na Esquina Democrática, 5 mil exemplares. Os demais serão distribuídos no interior do Estado.

Abração,
Mauro L. Moraes

Foto de MAURO L. MORAES

Recebo da leitora Naira Sanes


de Santa Maria da Boca do Monte!


UM ABRAÇO DE TRÊS VOLTAS, DO TAMANHO DO RIO GRANDE DO SUL..
BAH LOCO ...
TÁ SOPRANDO UMA ARAGE DAS BOAS POR ESSAS BANDAS
Muito TRI...

O sotaque mais xucro, grosso e assustador de todo o universo conhecido........(e do desconhecido também) é o nosso, oriundo do gaúcho bravio, meio italianado. Esse dicionário é quase perfeito, especialmente para quem não é 'nativo' deste chão!!!
E pra quem não sabe falar com a gente então manda o dicionário abaixo:


Alemoa: loura
Atorá: cortar
Atucanado: ocupado, atarefado
Baita: grande
Bem Capaz: jamais, negação enfatizada
Cagar a pau: bater
Camassada de pau: apanhar
Campiá: procurar
Capaz: verdade?
Chumaço: conjunto de alguma coisa
Cóça de laço : apanhar
Crêendios pai: exclamação quando algo dá errado
De revesgueio: de um tal jeito
Fincá: cravar
Garrão: calcanhar
Incebando: enrolando, fazendo cera
Ingrupi: enganar
Ínôzá: amarrar (já viu palavra com todas as sílabas com acento?)
Intertê: fazer passar o tempo com algo
Inticá: provocar
Invaretado: nervoso
Japona: jaqueta de lã ou de nylon
Jóssa: coisa
Judiá: mal tratar
Kakedo: pessoas que não valem nada
Malinducado: mal educado
Paiêro: fumo de palha
Pânca: modo de se portar, por exemplo: panca de motoqueiro
(jeito de motoqueiro)
Pare, home do céu: parar, o mesmo que 'se par de bobo' e
'deusolivre home'.
Pardal: radar fixo
Pestiado: com alguma doença
Pexada: acidente
Podá: ultrapassar, ou cortar, o mesmo que podá
Pozá: dormir em algum lugar
Rancho: compra do mês
Relampejando: trovejando
Resbalão: escorregar
Sinalêra: semáforo
Táio: corte
Tchuco: bêbado
Trupicá: tropeçar
Tri atucanado: muito ocupado
Tunda de laço : apanhar
Vortiada: passeio
Ximia: doce de passar no pão
Exemplo de aplicação:
Agora manda esse e-mail para intertê os teus amigos, aproveita enquanto teu chefe foi dá uma vortiada... Não sei como ele não vê que mesmointuiado de trabalho você fica incebando o dia inteiro... Pare de campiá desculpa, fica falando que tápestiado e ainda consegue ingrupi o coitado do chefe... Mas vai logo, antes que ele volte e fique invaretado de te ver pescociando... Pare de se bostiá, home do céu, não sejamalinducado e manda essa jóssa de uma vez...



Liga Homeopática completa
70 anos de serviço à comunidade gaúcha


No dia 17 de abril, a Liga Homeopática do Rio Grande do Sul (LHRS) completa 70 anos de atuação no Estado, destacando-se como uma das instituições pioneiras no Brasil na divulgação da homeopatia como especialidade da área da saúde e na prestação de serviços à comuniudade.
Até o final do ano, a Liga programa realizar uma série de atividades para comemorar a data, entre elas uma confraternização, inauguração de medalhão em homenagem a David Castro e Tribuna Popular na Câmara Municipal de Porto Alegre. O objetivo é promover a especialidade e a Liga entre os profissionais médicos, farmacêuticos, odontólogos e veterinários, bem como divulgar a homeopatia para o público em geral.

Programação
Para marcar o aniversário, a entidade promove um coquetel para autoridades, parceiros, profissionais e simpatizantes no dia 16 de abril, às 17h, em sua sede, localizada na avenida Getúlio Vargas, 169, bairro Menino Deus, Porto Alegre. Na ocasião, serão lembrados os profissionais que fizeram parte da história da homeopatia no Rio Grande do Sul e instalado a efígie do médico pernambucano David Castro (1915-1980), fundador da LHRS. A peça irá substituir o monumento de Joaquim Murtinho, furtado da sede da LHRS em março de 2009.
No dia 28 de abril, às 14h, a Câmara Municipal de Porto Alegre (avenida Loureiro da Silva, 255) homenageia a Liga na Tribuna Popular – uma iniciativa do vereador professor Garcia.
De acordo com a médica veterinária Elisandra Pezzetta, presidente da LHRS, a entidade tem motivos de sobra para comemorar. “Nosso principal objetivo é divulgar a homeopatia e queremos que todos desfrutem desta terapêutica”, pontua. Como uma das mais antigas e tradicionais instituições do Brasil, a Liga segue os princípios fundamentados pelo criador da homeopatia, Christian Friedrich Samuel Hahnemann (1755-1843), comprovando os benefícios da terapia homeopática, que trata o semelhante com o semelhante. “Para nós, profissionais que atuamos voluntariamente, é uma grande alegria comemorar estes 70 anos”, finaliza.

Histórico
Criada em 1941, por iniciativa do médico homeopata pernambucano David Castro, a Liga Homeopática do Rio Grande Sul tem como objetivo a difusão da especialidade da homeopatia.
Através de Castro, a LHRS manteve programas de rádio, crônicas nos jornais locais e publicou por mais de 20 anos o Boletim da Homeopatia, iniciativas pioneiras no País. Foi responsável pela criação do primeiro monumento à homeopatia na América do Sul: a herma de Hahnemann do Parque Farroupilha (Redenção), em 1943, e pela implantação do Dia da Homeopatia no Brasil - 21 de novembro, em 1959. Além do atendimento médico nos três dispensários homeopáticos existentes à época, a Liga tornou-se sede de cursos regulares de homeopatia que se estabeleceram a partir da regulamentação da especialidade médica, a partir dos anos 1980.
Com mais de 70 anos de história e constituindo marco fundamental da homeopatia gaúcha e brasileira, a Liga continua prestando atendimento médico e veterinário homeopático à população e aos animais, por meio do trabalho voluntário de 12 médicos e 9 médicos veterinários.

Informações e entrevistas:
Elisandra Pezzetta, médica veterinária, presidente da LHRS
Tel.: (51) 35 94 33 74/35 98 52 38
Cel.: (51) 98 15 94 75
E-mail: epezzetta@bol.com.br
www.ligahomeopaticars.com.br

Assessoria de imprensa:
Jornalista Gelcira Teles, 6790/RS
On Mídia Comunicação Integrada


Livraço abre programação da Semana do Livro 2011


Encontro ocorre no domingo, 17 de abril, no Parque Farroupilha, em frente ao Monumento ao Expedicionário

A Câmara Rio-Grandense do Livro, com apoio de entidades ligadas ao setor, promove a abertura das atividades da Semana do Livro 2011. Um dos mais aguardados momentos de incentivo ao livro e à leitura do Estado começa com uma ação democrática em um dos parques mais populares da capital gaúcha, a Redenção. No dia 17 de abril, a partir das 11 horas, o Livraço Por Uma Porto Alegre Mais Leitora vai reunir amantes da literatura com seus livros preferidos. O ponto de encontro será em frente ao Monumento ao Expedicionário no Parque Farroupilha. Os participantes vão ler trechos das obras e depois poderão trocar os livros entre si ou doá-los a bibliotecas.Esta será a 9ª edição da Semana do Livro e ocorrerá entre 17 a 23 de abril com atividades programadas em Porto Alegre e em várias cidades do Interior do Estado, como Caxias do Sul, Carazinho, Santa Rosa, Canoas, São Leopoldo e Montenegro, entre outras.

Tanta agitação se deve ao Dia Mundial do Livro e do Direito do Autor, que é comemorado em 23 de abril, data instituída pela Unesco. Foi nesse dia que morreram Miguel de Cervantes e William Shakespeare. A Câmara Rio-Grandense do Livro prepara uma solenidade especial para a Semana, com homenagens a pessoas e instituições que, no ano passado, desenvolveram ou apoiaram ações de promoção à leitura e de incentivo ao livro, além dos jubilados do livro, titulares e funcionários de empresas associadas que completaram 25 e 35 anos de dedicação ao setor livreiro. O evento será no dia 18 de abril, no Auditório Barbosa Lessa, do Centro Cultural CEEE Erico Verissimo.

Sobre a Câmara Rio-Grandense do Livro: é uma sociedade civil sem fins lucrativos que representa os interesses do setor editorial e livreiro gaúcho. A entidade atua de forma independente e tem como principal finalidade unir todos os que trabalham pelo livro, promovendo sua defesa e fomento, a difusão do gosto da leitura, a formação de novos leitores e o desenvolvimento da economia livreira e da cultura regional. Conta com 153 associados, todos com sede no Rio Grande do Sul, entre editores, distribuidores de livros, livreiros e creditistas, assim como outras instituições que se dedicam à produção e comercialização do livro. Além da Semana do Livro, realizada há nove anos, promove a Feira do Livro de Porto Alegre, a maior feira de livros a céu aberto das Américas, de forma ininterrupta desde 1955. Hoje, a Feira do Livro é Patrimônio Imaterial de cunho cultural da cidade de Porto Alegre.

Assessoria de Imprensa Câmara do Livro
Milim Comunicação


Vierinha e a

memória trabalhista

JULIANA BRIZOLA, NETA DO HOMENAGEADO,AUSENTE!


O deputado federal Vieira da Cunha(PDT), o Vieirinha tem se preocupado com a memória trabalhista:quando era presidente do legislativo estadual foi ele que se interessou em mandar fazer um memorial ao Getúlio na Praça XV de Novembro, em São Borja. Memorial construído pelo Oscar Niemeyer. E agora,segundo noticia ZH, fará uma estatua a Leonel Brizola na praça da Matriz, em Porto Alegre, pra lembrar a Legalidade.

Na apresentação da maquete da estatua deBrizola, chamou a anteção da ausência da deputada estadual Juliana Brizola(PDT), que coordena dentro do legislativo estadual os 50 anos da Legalidade....

Será resquício da CPI da Juventude no legislativo municipal????


Rolo na galeria Edith...

Rescaldo do rolo que teve no último domingo, na galeria Edith, quando gravaram,ou melhor a Zeppelin gravou um comercial da OI...

Um dos inquilinos de uma loja chegou pra arrumar algumas coisas e preparar a segunda e viu que haviam tirado até seu letreiro na frente da galeria. emputeceu,literalmente. Aí veio um empregado que trabalhava e lhe ofereceu açaí com guaraná, aí ele chutou o pau da baraca.....

 


Anonymus pelo Mundo chega a Portugal


Nova temporada do quadro que integra o programa de José Antonio Pinheiro Machado já começou a ser gravada
O quadro Anonymus pelo Mundo, que integra o programa Anonymus Gourmet, da RBS TV, iniciou a gravação da sua segunda temporada. O apresentador José Antonio Pinheiro Machado e sua equipe embarcaram nesta semana para Portugal, onde serão gravados cinco programas em duas localidades do país: Douro e Lisboa. Na programação, uma reportagem sobre a Academia de Vinhos do CS Vintage House Hotel, um passeio a bordo do Pipa D’Ouro e um jantar no restaurante DOC, do chefe de cozinha Rui Paula. A equipe ainda vai percorrer as seculares ruas da cidade do Porto, experimentar a gastronomia portuguesa, com destaque para os doces, além dos vinhos que vêm de várias regiões, como Bairrada e Alentejo.

A nova temporada Anonymus pelo Mundo tem direção de Vivian Cunha, imagens de Marcos Pacheco e participação especial de Alarico e Márcia Lutz.


Em tempo: por isto que não se choca notícia.Na sexta última, o Anonymus contou pra mim e pro Beto, do Odeon, que ele viajaria pra lá. eu mosquiei e não dei. agora vi na coletiva . net


é por isto que sempre que posso não choco notícia.....

chirrus sem eleição...


Foi adiada a eleição da chirruada do sindicato dos rodoviários de porto alegre. Uma liminar na Justiça, da chapa dois, comandada pelo BALA, adiou a eleição. E o candidato da situação, o ACOSTA ESTÁ HÁ 18 ANOS NO PODER. ELE PERTENCE A FORÇA SINDICAL.


GAROPABA PROVOCA
NOSTALGIA NA LAURA PEIXOTO


eis aí sua cronica, férias atrasadas, publicada no jornal Opinião, de Encantando.


Escrevo da praia.

De garopaba.

quem foi mesmo que disse ser março o melhor mês para veranear no verão?

Chove.

Chove muito.

Horrorizada pergunto ao meu filho como ele sobrevive sem computador, sem internet.

Como?

Ele sorri e mostra o mar.

Mas eu não surfo.

Então leio.

Leio, leio, leio.

*****

Na praia,resolvi voltar às origens: fervo os panos de prato. Dentro de uma panela. nada de tanque, nada de máquina de lavar.Fervura para desencardir. Ou para libertar a alma?

Só lamento que não seja em fogão à lenha. Nada é perfeito- penso entre os vapores escaldantes que transformaram a cozinha numa sauna.


*****


Anna Carolina, nacuriosidade de seus quase 10 anos, quer saber porque uso desvios e estradinhas de chão batido para transitar entre Garopaba e a praia da Ferrugem.

- Por saudades.

Ela faz uma cara de tédio resignado.


Tenho saudades de uma Garopaba nativa, mais " Fuscão Preto", mais pescador, mais cabrito, mais banho de cachoeira na Encantada, mais trilha no Morro da Vigia sem aqueles monstrengos arquitetônicos se equilibrando por lá.


*****

A panela onde fervo os panos de prato transborda e queima minha nostalgia de final dos anos 70.

O mais triste não é o asfalto e os pardais na rodovia de acesso a cidadezinha. O mais triste não é o crescimento comercial que promoveu o corte de árvores na rua principal que se debruça na beira-mar e onde as ressacas, aos poucos, terminam com a faixa de areia da praia.

O mais triste é não ter memória...

****


Dipinduro os panos deprato no varal. Como se lenços , para atrair bons presságios. Um vento sopra e fico na torcida para que traga de volta dias melhores. Pelo menos, mais secos.

***

Agora eu vou dar um conselho pra Laura,se é que se pode:

_ Não se volta a locais onde se foi feliz. Parece que tudo fica triste...mas valeu pela tua crônica Laura. Viajei no tempo, me lembrei dos pescadores, das caminhadas ao longo do mar que se fazia nos ano s70, quando éramos jovens e loucos....


de Ilton Saffer


Animais: projeto do Executivo cria nova secretaria municipal

O prefeito José Fortunati deverá protocolar na manhã desta quarta-feira (13/4), na Câmara Municipal de Porto Alegre, projeto de lei do Executivo que cria a Secretaria Municipal do Bem Estar Animal. Fortunati deverá ser recebido pela presidente do Legislativo municipal, vereadora Sofia Cavedon (PT), às 11 horas, no Salão Nobre Dilamar Machado.

O projeto, após ser recebido e protocolado, deverá ser apregoada ao Plenário em uma das próximas sessões ordinárias e depois, em duas outras sessões consecutivas, avaliado no período de Discussão Preliminar de Pauta. Após esse trâmite, o texto é examinado pelas Comissões Permanentes da Câmara Municipal e, somente depois, volta ao Plenário para ser votado no período de Ordem do Dia.

Havendo acordo de lideranças, o projeto de lei poderá receber, para sua votação, Pedido de Urgência na tramitação, conforme o artigo 81 da Lei Orgânica do Município.

Helio Panzenhagen (reg. prof. 7154)


Fotografia é história
Genioso, mas agradecido


Seu Amador Aguiar, falecido em 1991, na sede do Bradesco. Seu primeiro trabalho foi como lavrador numa fazenda de café no interior de São Paulo. Depois, foi office-boy de um pequeno banco. Galgou posições até tornar-se o dono. Grande empreendedor. Anos após, era o presidente da maior instituição financeira privada do Brasil.

Como foi – A Veja tinha uma matéria grande sobre a economia brasileiro e o destaque principal era Seu Amador. Portanto, era necessário fotografá-lo com maior capricho. Ele era famoso por ter personalidade forte, ser duro com o pessoal que o cercava, ter poucos amigos e de sorrir raramente. Genioso. Mas era também humilde, paciente e, sobretudo vaidoso, embora jamais demonstrasse ostentação. Discreto, não queria imagem sua na reportagem. Daria entrevista, mas nada de câmara. Eu o havia fotografado meses antes, em Brasília, num encontro com seu sócio Antônio Carlos de Almeida Braga. Na época morando em São Paulo, deixei minha mesa de editor e acompanhei os colegas Silvio Ferraz e Antônio Machado à presidência do Bradesco. Seu Amador viu-me, reconheceu-me e lembrou-se da gentileza de eu ter lhe enviado algumas fotos dele com Braguinha.

Do blgo do Claudio Humberto

O que sei do seo Amador Aguiar é que ele não USAVA MEIAS NEM QUANDO IA AO PALÁCIO DO PLANALTO.

UMA VEZ O PRESIDENTE FIGUEIREDO QUIS CONFERIR NUMA AUDIENCIA SE AMADOR REALMENTE ESTAVA SEM MEIAS E ESTAVA....

E SEMPRE FAZIA REZAR MISSAS NA CHAMADA CIDADE DE DEUS, EM OSASCO, ONDE FICAVA A SEDE DO BRADESCÃO.....

SE NÃO ME ENGANO, SEO AMADOR RESIDIA NO COPAN, EM SÃO PAULO!

MEMORIA DA IMPRENSA


Em 1982, como recordei,ontem, Jair Soares se refugiou numa fazendola do Hotel Plaza, em Jaquirana, interior de São Chico.

Os repórteres levaram dias pra descobrir. Até que quem levantou o paradeiro foi o Antônio Carlos Ribeiro, secretário do Correio do Povo( que pararia de circular em 1984).

Mas foi a Folha da Tarde que deu o furo. Foram pra lá com uma tele(aquelas lentes de longo alcanse) e fotografaram o futuro governador num tratorzinho, trabalhando na fazenda. Deram na capa.

O Carlos Fehlberg, na zero hora, enlouqueceu com o furo da concorrente. Era pro Flávio Pereira ter pego a matéria, mas ele não conseguiu.

E Fehlberg dificilmente engolia um furo. Levava semanas pra digerir....

João Carlos Terlera que fazia uma coluna de política disse que aquele furo era inevitável porque a Caldas Jr. descobriu por um acaso.

Ele acha que o fato de Jair ter se escondido num sítio do dono do Plazinhaq - Terlera diz que o sobrenome do cara era Souza - é porque seguramente o Plazã tava apoiando o Jair em contraposição ao EDuardo Viana Pinto, que tinha dois hotéis e que era o arrecadador da campanha do rival maior de Jair, Pedro Simon, do PMDB...

Enfim, coisas da famosa campanha a governador de 1982, que teve candidatos que depois todos se tornaram governadores: Collares, Simon e Olívio.


Registro

faleceu e foi enterrada ontem dona Iolanda Marques Goulart, última irmã do ex-presidente Jango viva. Ele foi mãe dos jornalistas Coi Lopes de Almeida( já falecido) e da primeira fotógrafa da zero hora Ana lopes de almeida.

E ainda mais dois coleguinhas que tinham envolvimento afetivo com ela: Graça Guindani, diagramadora era sua nora e era cuidada,ultimamente, pela também diagramadora, Neusa Tasca.....

Olha aí o Charqueadas com as pesquisas dele....!!!!

Mas não foi só o PT que recebeu deste pessoal,imagino...se não fica que parece que o PT gosta de dinheiro de revólver....


DESARMAMENTO


Na eleição para a Prefeitura de Porto Alegre a Maria do Rosário recebeu R$ 75 mil de doação das Forjas Taurus, fabricante de armas; Luciana Genro recebeu R$ 10 mil da mesma empresa. Ela é a favor do desarmamento? Maria do Rosário, ao que consta, será uma das coordenadoras da nova campanha pelo desarmento. Nada a ver? Em 2006 o Miguel Rossetto recebeu como doação a importância de R$ 100 mil da Cia Brasileira de Cartuchos; ele é contra ou a favor do desarmamento?
Outra coisa: nas eleições de 2010, em São Paulo, 63,50% dos presos que votaram deram seu voto para a Dilma; 65,71% para o Mercadante; no Rio, dos 478 aptos a votar, 94 o fizeram na Dilma, 41 no Serra e os demais anularam, votaram em branco, ou não votaram.
Os coordenadores da campanha pelo desarmamento não poderiam convocar estes presos como cabos eleitorais da campanha; eles pediriam que seus colegas, que estão fora das prisões, entregassem seus arsenais, abandonando o crime. A SEGURANÇA MELHORARIA MUITO. NÃO SERIA UMA MARAVILHA ?

SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS

QUE TAL ?


Oi, avisa o Sergio, de Charqueadas, que se ele não sabe, boa parte das doações para campanhas anti fumo vem de empresas de cigarros. Algumas empresas de cigarro (não vou citar nomes) por conta disso tem até selo de responsabilidade social.
Admiro muito o trabalho da Maria do Rosário e tenho certeza de que ela empregará bem qualquer doação, verba ou o que quer que seja no bem das pessoas por quem ela trabalha.

abs

Ellen Augusta

Falcão(1)

Quem vai dirigir e treinar seria o Julinho Camargo, pelo que depreendi...

Falcão entra com a grife...

Falcão (2)

Acabou a era FERNANDO cARVLAHO, NO INTER...FICOU CLARO, ISTO!!!!

Catarinenses estão eufóricos com o Falcão no Inter

Por Luiz Oscar Matzenbacher

Os desportistas de Santa Catarina, com justo motivo, estão mais eufóricos do que os próprios torcedores colorados com a contratação do Paulo Roberto Falcão, o Rei de Roma, para ser o técnico do Sport Club Internacional. Falcão nasceu em Abelardo Luz (SC), mas foi ainda menino, morar em Canoas (RS), acompanhando os pais, catarinenses eram colorados e o levaram para as categorias de base do Beira-Rio.
Os principais colunistas dos jornais Diário Catarinense e do Jornal de Santa Catarina estão se referindo sempre ao "catarinense" Paulo Roberto Falcão, quando falam no novo técnico do Inter. Creio que com o Falcão, o Inter vai ganhar quase tantos torcedores novos em Santa Catarina como no próprio Rio Grande do Sul.
É bom lembrar que o atacante catarinense Valdomiro Vaz Franco é outro ídolo colorado, da época do Falcão, mas nascido em Criciúma, onde mora até hoje e mantém o Museu do Futebol.
Convém lembrar também que o atual maior goleador do Brasil, o paulistano Leandro Damião, o número nove do Inter de agora, também se revelou para o futebol do Internacional em Santa Catarina. Precisamente no Atlético de Ibirama, clube do Alto Vale do Itajaí que ainda detém parte dos direitos federativos dele.
Paulo Roberto Falcão, o catarinense que chegou a ser o Rei de Roma, é realmente o novo técnico do Internacional. Eu gosto muito do Falcão. Me acostumei a vibrar com as jogadas elegantes do Falcão, cadenciando e agilizando o futebol do Inter nos anos 1970/1980. Depois me acostumei a conviver com ele nas redações gaúchas, quando ele se transformou em nosso colega jornalista. O considero o melhor comentarista de futebol do Brasil.
Passei a admirar mais ainda o Falcão depois que ele acolheu e ajudou o poeta Mário Quintana, que passava dificuldades na velhice.
Por gostar tanto da eficiência do Falcão eu não gostei inicialmente da idéia dele vir a ser o técnico do Internacional em 2011. Vai ser difícil voltar aos vestiários que hoje são habitados por jogadores bem diferentes da geração Falcão/Minelli. Pode não dar certo.
Mas será bonito ver o Falcão gesticulando para a meia-cancha de Oscar, Guinnazu, D'Alessandro, Andrezinho e Bollatti. Talvez o Minnelli tenha feito o Falcão assimilar tudo do futebol ofensivo, carinhoso, mas sem perder a rudeza jamais.


Pré-lançamento do projeto do Museu Getúlio Vargas ocorre nesta sexta-feira

Na próxima sexta-feira (15/04) haverá o pré-lançamento do projeto de Restauração e Ampliação do Museu Getúlio Vargas, às 16h, na Sala do Servidor da Prefeitura de São Borja. Na ocasião também será lançada a nova logomarca do Museu Getúlio Vargas.

As co-produtoras do projeto, Lahtu Sensu Administração Cultural e Cida Planejamento Cultural, através de suas diretoras, Lucia Silber e Maria Aparecida Herok, apresentarão um histórico da estruturação do projeto e uma síntese de seus conteúdos, conforme os materiais encaminhados em 31 de março ao Sistema PRÓ-CULTURA da Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul, órgão onde o projeto está sendo analisado, com o intuito de receber os benefícios da Lei de Incentivo à Cultura do Estado.

Em 2009, a Prefeitura de São Borja investiu recursos na ordem de R$ 13.400, 00 para realização do levantamento cadastral do projeto. Em 2010, a AES Sul investiu diretamente R$ 50 mil reais para a contratação dos projetos técnicos de arquitetura e complementares. Com a aprovação no Sistema PRÓ-CULTURA, estará garantindo o patrocínio ao projeto através da AES Sul, que, em 2008/2009, patrocinou a restauração da Casa do Ex-Presidente João Goulart, hoje Memorial Casa João Goulart, na mesma cidade. O projeto também contará com recursos financeiros da Prefeitura Municipal, na ordem de 10% do montante total.

O Museu Getúlio Vargas é imóvel tombado pelo patrimônio do Estado e possui um significativo acervo documental praticamente inédito no país. O projeto abrange, além das obras físicas de restauro e ampliação, a implantação de um novo projeto expográfico e de um plano de sustentabilidade para o espaço. Essas ações atenderão aos padrões museológicos contemporâneos e buscam qualificar o espaço de forma que o equipamento cultural possa espelhar, em sua proporção, a dimensão do Presidente Getúlio Vargas na história brasileira.

O projeto é uma promoção da Prefeitura de São Borja, com realização da Lahtu Sensu e Cida Planejamento Cultural. Com a aprovação no PRÓ-CULTURA, passará a contar com o financiamento deste órgão da Secretaria de Cultura do Estado do Rio Grande do Sul e patrocínio da AES Sul. Conta com o apoio do IPHAE – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado e da UNIPAMPA/São Borja.

 

DEPOIS DA CHINA, A AMÉRICA LATINA


Por Carlos Chagas


Depois da China, a América Latina. Mais do que uma rima, trata-se de uma necessidade. A presidente Dilma Rousseff passa a semana do outro lado do mundo, mas, quando voltar, em termos de política externa, deverá dedicar-se à América Latina. Pretende visitar nossos vizinhos e afins, dentro do espírito de solidariedade e colaboração, ainda que com características diversas daquelas adotadas pelo presidente Lula.

Porque o antecessor, com todo o respeito, foi complacente demais com nossos hermanos. De uma posição de supremacia que nos é inerente, acabou dando a impressão de fraqueza diante do Paraguai, Bolívia, Equador, Venezuela e até Argentina. Não é o que vai repetir-se no atual governo. O Brasil estará pronto a dialogar com todos, até mesmo a celebrar acordos capazes de beneficiar economias mais fracas, mas jamais aceitará jogos de cena, imposições ou declarações mal-educadas.

O Paraguai continuará a receber nossa compreensão, ainda que nada vá conseguir fazendo exigências descabidas com relação à energia de Itaipu, para a qual contribuiu apenas com parte da água do rio Paraná. A Bolívia deve esquecer a prática de nacionalizar empresas brasileiras sem antes negociar ao extremo, muito menos ocupando-as militarmente. Vale o mesmo para o Equador. Dilma jamais admitirá comentários pouco protocolares por parte de Hugo Chaves, devendo cobrar, também, a participação da Venezuela em projetos comuns. Em paralelo, não se admitirá Cristina Kirschner repetindo o gesto do falecido marido, que quando presidente da Argentina ficou falando ao telefone celular enquanto o Lula discursava, retirando-se da mesa dos trabalhos sem dar satisfação aos presentes.

Em suma, a estratégia será a mesma, diferindo apenas a tática. Firmeza e respeito são preliminares para os diálogos futuros.

EM DEFESA DE ULYSSES

Afinal, uma voz em favor de quem não pode mais defender-se. O senador Jarbas Vasconcelos foi à tribuna para desagravar a memória de Ulysses Guimarães, agredido na biografia autorizada de José Sarney, recém-publicada. O ex-presidente da República refere-se ao saudoso comandante das oposições como um político menor, sem espírito público, interessado apenas no poder. Sem dúvidas, um diagnóstico infeliz, em especial por ser feito tanto tempo depois da morte de Ulysses. Coube ao ex-governador de Pernambuco repor a História em seus devidos termos.

EMPURRANDO COM A BARRIGA

A Constituição de 88 ampliou os limites da democracia direta, regulando o referendo e o plebiscito, duas formas de a sociedade manifestar-se sem intermediários. Desde sua promulgação, nossa lei maior ensejou diversos pronunciamentos, desde o regime ao sistema de governo e até a propriedade de armas de fogo.

Agora que o Congresso examina a reforma política, nada mais natural do que submeter ao eleitorado as propostas afinal aprovadas pela maioria dos deputados e senadores.

Só que tem azeitona nessa empada. Já flui pelos corredores do Legislativo a idéia de que a referida consulta popular deve acontecer em outubro do ano que vem, junto com as eleições municipais. Quer dizer, uma reforma imprescindível, que se espera votada ainda neste primeiro semestre, ficaria mais de um ano na geladeira. E nem valeria para as eleições municipais de 2012. Só se aplicaria, caso recebendo o apoio popular, em 2014. País que tem tempo é outra coisa.

O MAIOR MURO DO MUNDO

Com toda razão preocupado com a fragilidade de nossas fronteiras, lembrou o senador Marcelo Crivela recente visita feita aos Estados Unidos. Lá, apesar de todos os meios de vigilância na fronteira com o México, os americanos ainda erigiram um muro. Aqui, seria impossível repetir a experiência, dada a extensão de uma fronteira terrestre que começa no Amapá e termina no Rio Grande do Sul. Para evitar a entrada de drogas e de contrabando, a solução seria multiplicar os postos militares de fronteira. Ampliar a presença do poder público nas faixas de limite com nossos vizinhos. Sem isso a droga e as armas continuarão entrando com toda liberdade em nosso território.

 

Recebo e publico!


Café da Imprensa - com exclusividade

Quero informar ao jornalista Olides Canton, o Café da Imprensa localizado na Borges de Medeiros , 915
no predio da ARI, vai homenagear o lendário reporter policial Vanderlei Soares, hoje colunista do jornal O Sul, com um espaço que levará seu nome.


Alfonso Abraham Blog

www.espanholfotos.blogspot.com

 

Jundiá

1) O jundiá, pro leitor saber, era o falecido João Aveline

2) Eu sei o que incomodou o serginho....

3) Já dizia Antônio Gramsci, a verdade é revolucionária...

Mas digo eu: ninguém gosta de ouvi-la, nem eu....

PQP,como tu escreves besteira. É uma pena que o Jundiá,não está mais conosco.
Larga dessa mania de fazer gracinha no teu blog. Seja um jornalista sério.Vais ter muito mais vantagem.

Sergio Ross


A História não tem pressa


Carlos Chagas


Vivemos de modismos. De idéias pré-concebidas. Por que, por exemplo, determinar 100 dias como primeiro prazo para o julgamento de um governo ou de uma governante? Por que não 102 ou 110, ou 200, 500 ou 800? Dirão muitos que a vida é assim. Os casamentos são contados por bodas de prata, de ouro e até de diamante. As guerras, por décadas ou séculos. As religiões, por milênios.

Se não insurgir-se, Dilma Rousseff deveria dar de ombros para a cascata de análises, interpretações e diagnósticos apresentados pela mídia no fim de semana, a respeito de seu desempenho na presidência da República. Afinal, a data que interessa mesmo é a de cada dia, com ênfase para o último de seu mandato.

Para Getúlio Vargas, foi 24 de agosto de 1954, mesmo tendo ele permanecido por quinze anos variadíssimos, numa primeira etapa, e três anos e meio de incompreensões, no segundo.

Juscelino Kubitschek preferiu ressaltar os 50 anos em 5, no começo, para no final fixar-se na data futura que não chegou, de 3 de outubro de 1965, quando voltaria ao poder. Jânio Quadros jamais imaginou que 25 de agosto de 1961 seria o fim, muito menos João Goulart, de que tudo terminaria no 1º de abril de 1964. Dos generais-presidentes, note-se apenas a sequência de seus mandatos com dia certo para transmitirem o poder, exceção de Costa e Silva que adoeceu antes. Para Tancredo Neves o destino não deixou um dia sequer, para José Sarney um ano lhe foi surripiado. Fernando Collor imaginou vinte anos, defenestrado em dois e meio, ao contrário de Fernando Henrique, que era para ser julgado depois de quatro anos e burlou seus julgadores, estendendo o prazo para oito. O mesmo tempo concedido ao Lula, de olho em mais oito, ainda que sem prazo certo para iniciar o retorno.
Essas considerações se fazem por conta da evidência de que a análise da ação dos presidentes da República não deve ser medida em dias, meses ou sequer anos. A História não tem pressa e não comporta açodamentos, ainda que se apresente pródiga em surpresas. Dilma pode ter ido bem nos primeiros 100 dias, mas quem garante que seguirá assim nos seguintes? Melhor aguardar.?

A MELHOR IMAGEM

Diz a sabedoria popular que o melhor juiz, numa partida de futebol, é aquele que não aparece, do qual a torcida não toma conhecimento.

Deveria ser assim no Poder Judiciário, isto é, sendo naturais e acordes com o Bom Direito, suas sentenças não precisariam despertar polêmicas e muito menos protestos. Conforme essa evidência, em termos de opinião publica e publicada, o ano não começou bem no Supremo Tribunal Federal. A decisão a respeito da lei ficha limpa desagradou o sentimento nacional, mesmo sem a emissão de juízos de valor sobre sua constitucionalidade.

O problema é que nova frustração poderá ser oferecida pela mais alta corte nacional de justiça, no correr de 2011. Num caso, se for mais uma vez protelado o julgamento dos 40 mensaleiros, que agora dizem ser 38. São réus, já foram denunciados pelo Procurador Geral da República por formação de quadrilha e outros crimes, mas multiplicam recursos e expedientes de toda ordem. Pior ficaria a situação, porém, na hipótese de, julgados, serem absolvidos. Importa menos a argumentação de seus advogados. Vale mais a natureza das coisas.

OITO MAIS UM

Os oito governadores do PSDB preferem ficar com Aécio Neves, apesar das críticas por ele formuladas a Dilma Rousseff e ao PT, do que engajar-se na corrente da intransigência sustentada por José Serra, Fernando Henrique e Sérgio Guerra. Gostariam que o senador mineiro tivesse sido um pouco mais tolerante com a presidente da República, mas dispõem de mecanismos para absorver o discurso de Aécio como uma necessidade oposicionista. Do que fogem feito o diabo da cruz é do radicalismo da ala paulista dos tucanos. Afinal, para cumprirem suas promessas de campanha, os governadores precisam do palácio do Planalto. Até Geraldo Alckmin.

FEDERASUL HOMENAGEIA ESCRITÓRIO
FARACO DE AZEVEDO

Durante a reunião-almoço Tá na Mesa, a Federasul homenageia
nesta quarta-feira (13) a Faraco de Azevedo Advogados, de Porto Alegre pelo
seu 60º aniversário de fundação. O Escritório foi fundado em 1951 pelo
advogado gaúcho Hélio Faraco de Azevedo e já atuou em mais de 35 mil
processos em todas as áreas do direito.

Todt Comunicação


PERSISTÊNCIA DA MEMÓRIA

Um homem sem memória é como um relógio que se derrete. Imaginando ser esta a idéia de Salvador Dali quando pintou a tela intitulada “Persistência da memória”, que poderia representar perfeitamente a perda de memória do homem contemporâneo, surge-me a idéia de relacionar tal percepção ao atual momento da política externa brasileira.
Considerando as manchetes anunciando “Dilma vai à China turbinar vendas”, nada mais coerente lembrar que estamos no ano cinqüentenário da viagem oficial de outro líder brasileiro para a China. Foi em agosto de 1961. João Goulart, na condição de vice-presidente, era recebido por Mao-Tse-Tung. O propósito? Justamente o mesmo de nossa atual mandatária da Nação: relações comerciais.
Naquele então, a iniciativa visava construir para o Brasil uma alternativa comercial de independência econômica do eixo americano e dar potencialidade a economia nacional. Era o Brasil buscando uma política externa independente, buscando romper o alinhamento econômico exclusivo aos Estados Unidos. De lá pra cá, a China se tornou uma potência mundial e o maior parceiro comercial do Brasil.
Hoje o desafio do Governo é conquistar a segunda maior economia do mundo. E que bom que o mundo mudou, pois em outros tempos, onde o contexto geopolítico mundial girava em torno da guerra fria, era uma ofensa aos bons costumes das elites aristocráticas do Brasil, um vice-presidente estar na China comunista. Pois o Gaúcho Jango entrou para a história por ser o primeiro líder latino americano a buscar a abertura de mercado com países Comunistas, onde hoje está Dilma Roussef.
Nossa história de relações comerciais com a China não é recente: completa cinqüenta anos em agosto, e quase custou a posse legítima de um Presidente da República denunciado como comunista, por ter uma visão estratégica de mercado mundial. Jango abriu caminhos para o futuro do Brasil, mas poucos lembram. Sendo assim, cabe a reflexão de Friedrich Nietzsche: “A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez”.

Christopher Goulart
Presidente do Memorial João Goulart

Coleguinhas

Se por acaso o Chagas vier a fazer uma biografia do Brizola - não estou afirmando - o Serginho Ros seguramente vai ser seu confidente...
É que ele sabe muito do ENGENHEIRO como sempre chamou o tio Briza, desde que o conheço em 1983...e isto que ainda era no tempo dos milicos, que o Serginho serviu, com dignidade.

Pois aqui abro meu arquivo implacável e mostro o serginho a bordo do avião do então governador gaúcho leonel brizola, quando voltavam de Carazinho, no dia que Brizola resolveu desmembrar o rio grande do sul do resto do país num discurso lá - depois voltou atrás - e disse que não era nada daquilo que tinha dito.

Já na outra foto o Serginho então diretor da Manchete em Brasilia cumprimento o alemão Geisel, na biblioteca do Palácio da Alvorada, no dia que Geisel resolveu fazer as fotos oficiais depois de eleito presidente.

- Eu sou o filho do Miguel Ros, de Bento e o senhor quem é? teria perguntado Serginho ao alemão geisel....

- Saiba seo baixinho, que eu sou o presidente Geisel,disse o presidente da abertura lenta gradual e segura....


Memória de eleições

A eleição " roubada" de Jair!

Em 1982, na eleição pra governador doEStado, todos achavam que Pedro Simon, do PMDB ganharia, mas ele perdeu a eleição para Jair Soares, do PDS.

E Jair, que comandava antes o Ministério da Previdência Social, escondeu-se em Jaquirana, então distrito de São Chico de Paula, pra esperar a eleição.

Lá a imprensa nem desconfiava que o candidato estivesse homiziado. Mas o Carlos MOnteiroda Folha da Tarde foi no Plaza onde sabia que Jair tinha apoio e lá lhe informaram que o candidato tinha rumado pro sítio do gerente do Plaza, que ficava em Jaquirana.

Monteirinho se mandou pra lá comuma kombi da Caldas e com fotógrafo. E ficava num hotel de São Chico,indo todos os dias até a fazendola esta onde o futuro governador descansava e esperava a finalização da contagem dos votos, porque isto demorava muito.

- Nós íamos toda hora até a fazendola pegar entrevista com ele, quando desse. A medida que ele ia sendo confirmado governador, começavam a subir pra lá os futuros secretários pra cumprimentá-lo.

Um deles foi Joseph Zukauskas, que era do Jornal do Brasil, mas que já estava assessorando Jair informalmente. Zuka, como era chamado pelos colegas, era homem do Triches e de Jair.
Acabou sendo o homem da imprensa de Jair.

NO fim da eleição, Simon, que em Rainha do Mar jogara a toalha dando uma entrevista dizendoque tinha perdido a eleição, ainda encostou em Jair e ficou com apenas 22 mil votos a menos. E passou o resto da vida dizendo que aquela eleição lhe foi roubada...


Comercial da Rua da Praia


No domingo último vim pro centro e vi uma grande produção na frente daloja da OI, quase junto a Uruguai.


Era a Zepelin fazendo a gravação de um comercial da OI....

Tiraram o luminoso até das lojas da galeria EDith. Um dono que por acaso veio na loja,mesmo sendo domingo, virou uma fera. foi pedir explicações.

A galeria também virou um depósito de gente da produção fazendo refeições e acampada.

Alegria de uns, irritação de outros.

Zepelin ligou

Na segunda, portanto, ontem um produtor da Zepelin ligou pra loja da galeria EDith, perguntando se estava tudo bem...

Resolveram na conversa....

PMDB faz ato para 100 dias do Governo Tarso


Os deputados estaduais do PMDB estarão promovendo um ato de protesto para marcar os 100 dias do Governo do Tarso nesta terça-feira (12), a partir das 13 horas, na Esquina Democrática, no centro de Porto Alegre. Além de uma avaliação dos primeiros 100 dias de governo, a movimentação pretende denunciar à opinião pública gaúcha a profunda incoerência, os erros e os atos verdadeiramente ilegais que marcam este curto período da atual gestão.

Fatos como o escândalo dos pardais e a operação-abafa da CPI na Assembleia Legisliva, a criação de mais de 500 CCs e sua repercussão nas finanças públicas, o descumprimento da promessa do Piso Nacional aos professores e a omissão diante dos temas de grande interesse do Estado, entre outros, serão expostos através da distribuição de um boletim impresso nos pontos de maior circulação de Porto Alegre. O material também será distribuído para todas regiões do RS.

Assessoria de Imprensa PMDB-RS / Assembleia Legislativa

MAURO LEWA MORAES


O REFERENDO VAI DERROTAR A REFORMA POLÍTICA


Por Carlos Chagas


Podem deputados e senadores optar pelo que bem entender, em matéria de reforma política.Voto em listas partidárias, sem o eleitor escolher seu candidato a deputado, dinheiro do governo para financiar eleições, voto facultativo, diminuição do número de partidos e quanto mais queiram. Tanto faz se essas mudanças venham a ser aprovadas pelos plenários da Câmara e do Senado, mesmo invertendo-se a aprovação nas duas casas.

Na verdade, essa terá sido a reforma política feita pelos políticos, como de tantas vezes anteriores. Elaboradas por eles, para eles. Sem maior identidade com o sentimento nacional. Por isso, e sem questionar a prerrogativa natural de o Congresso mudar, suprimir ou aprimorar as leis, ficaremos diante de um impasse de graves conseqüências. Porque certas decisões precisam transcender das clássicas atribuições parlamentares.

Tome-se a questão do desarmamento. Anos atrás Câmara e Senado aprovaram projeto proibindo qualquer cidadão de possuir armas em casa. As elites aprovaram, a mídia também. Felizmente a matéria foi ao referendo popular. Qual o resultado? A sociedade discordou de seus representantes. Desarmar, sim, mas primeiro os bandidos, infensos a aceitar a lei. Enquanto eles existissem, deveria o cidadão comum dispor de condições para defender-se, já que o poder público deixava de cumprir o seu papel.

Na reforma política é a mesma coisa. Proibir o eleitor de escolher pessoalmente o seu candidato, votando nos partidos, pode constituir-se solução ideal, mas desde que os partidos deixem de comportar-se como quadrilhas. Crie-se, primeiro, a verdade partidária. Depois, será passado um cheque em branco para cada legenda.

Assim as demais propostas em exame. Financiamento público das campanhas? Ótimo, mas desde que extirpados os gastos particulares que certamente continuarão por muitos anos. Depois, se houverem recursos disponíveis no tesouro público, em seguida ao seu uso para desatar o nó na educação e na saúde pública. Nos transportes coletivos, também.

Resultado: a reforma política precisará ser submetida a um referendo. Imaginem qual o resultado...

QUANTOS EMPREGOS A MAIS?

Os trágicos acontecimentos numa escola do Realengo, no Rio, levam à conclusão de que ensino não se limita a salas de aula e à merenda escolar. É preciso proteger as escolas e os alunos. Dar-lhe condições de não ser invadidos e assassinados. Tivessem as autoridades se preocupado com a segurança dos jovens, contratando guardas e vigias em número suficiente para cada unidade e esse animal responsável pela morte de nove meninas e um menino não teria sequer entrado no estabelecimento em questão. Muito menos armado dois revolveres, transitando como bem entendeu pelos corredores e salas de aula.

Recursos? Ora, e as centenas bilhões de dólares remetidos todos os anos para o exterior, como remessa de lucros do capital especulativo que chega aqui sem a menor preocupação com nosso sistema de ensino? Sem falar na fonte de empregos criados com a imprescindível segurança...

QUEM CHAMA QUEM?

Transcorridos cem dias do governo Dilma Rousseff, dos 37 ministros, mais dois que assumem nos próximos dias, pelo menos oito ainda não receberam qualquer convocação da presidente da República, salvo para comparecer às duas reuniões conjuntas do ministério, realizadas até agora. Viram a chefe de longe, sem a oportunidade de mostrar planos, propostas e dificuldades. Vamos evitar o constrangimento de fulanizações, mas a verdade é que não foram chamados e nem se animam a pedir para despachar isoladamente. Talvez temam repreensões e reprimendas, quem sabe estejam agastados coma falta de atenção.

Esse pode ser um dos males de grandes ministérios. Napoleão dizia ser impossível ganhar uma batalha com mais de nove generais a ele subordinados. Com 37 então, nem se fala. O então presidente Fernando Collor percebeu essa aberração, nomeou apenas seis ministros, mas, com todo o respeito, nomeou tão mal que nada funcionou.

Para Dilma, agora não dá para começar a extinguir ministérios, mas bem que ela podia receber os ministros que faltam conhecer o seu gabinete.

QUANTOS MAIS VIRÃO?

políticos de primeiro time foram implacavelmente alvejados por José Sarney, na sua biografia autorizada recém-publicada, aliás elogiável, escrita por Regina Echeverria: Ulysses Guimarães, que não pode mais defender-se, e Bernardo Cabral, que deve estar preparando a réplica.

A informação é de que o ex-presidente da República dá os retoques finais às suas memórias, certamente bem mais apimentadas e profundas do que a biografia. Outros alvos serão objeto de sua pontaria, a ser verdadeiro o comentário de Fernando César Mesquita, de que Sarney não esquece agravos. Guarda-os na geladeira para devolve-los na melhor oportunidade. Tem gente tremendo por antecipação.

IGTF lança concurso para escolha da música tema da Semana Farroupilha



A Comissão Estadual dos Festejos Farroupilha 2011 aprovou, em reunião realizada esta semana na sede da Fundação Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore (IGTF), o regulamento do concurso para escolha da canção tema da Semana Farroupilha, que acontecerá nos dias 13 a 20 de setembro em diversos municípios do Rio Grande do Sul.
De acordo com o regulamento as inscrições pela internet, para compositores de todo o Brasil, estão abertas até 15 de junho de 2011. Também serão aceitas inscrições realizadas pelo correio desde que postadas até data-limite de 15 de junho de 2011.
As canções deverão ser inéditas, compostas especificamente para o evento, contemplando ritmos consagrados do cancioneiro riograndense e enfocando o tema "Nossas raízes", que servirá de fio condutor do desfile temático. A música vencedora será anunciada no dia 20 de junho.

Séulo 21


A direita brasileira não se deu conta ainda que está ainda na primeira metade do século passado, usando a filosofia e o modo de atuação da antiga UDN. O nosso principal partido de esquerda se atualizou nos primeiros anos deste novo século. Evoluiu, derrotou seus adversários e levou a nação a um novo patamar, em que luta atual é a eliminação da pobreza no país. Os oito anos do governo Lula colocaram o país no cenário mundial.

A direita brasileira no entanto tenta preservar os maiores entraves ao desenvolvimento nacional. É contra o aborto, obrigando milhões de mulheres a usarem procedimentos fora dos grandes hospitais ou a continuarem tendo filhos que não querem e que não podem criar. É contra os sindicatos, tentando manter uma massa escrava de empregados a seu dispor. É contra os sistemas de cotas para os negros e índios, tentando também manter estes povos fragilizados na competição por melhores empregos. É também contra a complementarão de renda aos brasileirinhos menos favorecidos pela sorte.

Assim a direita brasileira está numa encruzilhada, ou entra de corpo e alma no século 21 ou abandonará a cena política brasileira.

De São Borja

O rodeio que aconteceu no final de semana foi um sucesso de público, informa o radialista Eduardo Belmonte, da rádio Cultura AM.

" Tinha lugar pra oito mil pessoas e em todas as noites teve sempre entre 5 e 6 mil pessoas" disse Belmonte. Os ingressos, nos camarotes, custavam 250,00 reais e a entrada comum o preço era de 10,00 reais.


de São Borja


EX PRESIDENTE DO PDT


VAI VOLTAR AO DIRETORIO MUNICIPAL


O advogado Clair Ribas que ocupou a presidência do PDT de São Borja quando se elegeu pela primeira vez o atual prefeito Mariowane Weis(PDT)- no momento um dos candidatos do PDT a presidência da Famurs - informou a este site que está requerendo seu ingresso no diretório municipal do partido em São Borja.Clair diz ainda em missiva remetida a este site no último domingo que vai querer saber onde está o dinheiro das contribuições partidária e caso não obtenha informação recorrerá ao Ministério Público.

O presidente do diretório municipal do PDT é o coronel aposentado da Brigada Militar, ex-vereador e advogado Janot Marques de Oliveira.Ele tem o mesmo espaço,se quiser, que o ex-presidente Clair.

A seguir a carta de Clair endereçada ao site:

- eSTOU VOLTANDO AO DIRETÓRIO MUNICIPAL REQUERENDO MEU INGRESSO COMO EX-PRESIDENTE AINDA MAIS QUE O MINISTRO CARLOS LUPI FOI REELEITO NO DRIETÓRIO NACIONAL.

OS MEUS COMPANHEIROS ESTÃO ME EXIGINDO, NÃO EXISTE MAIS NADA DE PROGRAMA ATUALMENTE NO PDT DAQUI NO MUNICIPIO.

TODO MUNDO DO DIRETÓRIO É MANIPULADO PELO PREFEITO OU CCS

VOU VOLTAR AO PDT PARA SBER ONDE ESTÃO OS PROGRAMAS DO PARTIDO E OS PLANOS DE GOVERNO QUE FICARAM EM ATA DO PARTIDO, VOU BUSCAR PARA ESCLARECER A POPULAÇÃO E OS COMPANHEIROS DE QUE O PARTIDO FICOU ACÉFALO DEPOIS DE MINHA SAÍDA VOU BUSCAR SABER ONDE ESTÁ O DINHEIRO DAS CONTRIBUIÇÕES PARTIDÁRIAS O DIZIMO, QUEM USOU OU ESTÁ USANDO SE TIVER QUE DENUNCIAR AO MP VOU FAZ~E-LO. PASSEI MUITO TRABALHO PARA RESTABELECER O PDT LOCAL E ELEGER O ATUAL PREFEITO A QUEM CLASSIFICO COMO VISLUMBRADO QUE NADA CUMPRIU.


Quanta imitação

O Grêmio ganhou o primeiro Gre-nal e depois veio a imitação.
Primeiro ganhamos a Copa do Brasil e depois veio a imitação.
Ganhamos duas Libertadores e depois veio a imitação.
Ganhamos um Mundial e depois veio a imitação.
Contratamos nosso maior ídolo para técnico e lá e veio a imitação.

Remindo Sauim


Agenda lotada

Um assessor de uma Cãmara Municipal do interior mandou um email para um amigo em Porto Alegre avisando de que estará a partir de hoje na capital ..e que já tinha a agenda lotda....ei-la

De manhã: dormir

Tarde: quiosque da Brahma(shopping rua da praia)

Noite: Boteco Tchê, show do Marío Barbará

quarta: concentração durante o dia pra noite ir no DOMINó

quinta: Matinê na tia Carmen e de noite de novo no Boteco Tchê show de Cesar Oliveira e Rogério Melo

sexta:a programar.


Durma-se com um barulho destes....


Programinha


É hoje de noite no Boteco do Tchê, na José do Patrocínio com Joaquim Nabuco lançamento do CD de Mário Barbará....

A colônia sanborjense promete bombar por lá....


Rixa

Começou a rixa Renato X Falcão...

Recebo da leitora Rita Martins, colorada doente;


FALCÃO( SERIO, INTELIGENTE E CHIQUE )

RENATO: SEM SAL, SEM AÇUÇAR E AINDA POR CIMA SE ACHANDO A ÚLTIMA BOLACHINHA DO PACOTE...!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


qUERO VER O PRIMEIRO GRENAL .....


O DIA SEGUINTE(1)


acho que o Inter contratou um marqueteiro,não um treinador.Se der certo, o tempo vai dizer.


O dia seguinte(2)

O Falcão não tem nada com isto...Inteligente ele é...mas como treinador é uma nulação.


O dia seguinte(3)

No momento, como tem muito associado não pagando as mensalidades, a diretoria quis dar uma injeção de animo. Isto é coisa do Luigi, quer fez isto muito bem feito na rodoviária. O Giovani é um administrador e nas novas conversas de muitos anos atrás, quando ele era um simples gerente na rodoviária, ele me dizia que precisava ENCANTAR O PASSAGEIRO, O CLIENTE.

O dia seguinte(4)

Tenho certeza que o Falcão vai dar por um tempo um novo ânimo no Beira Rio. Isto também ajuda...Casmurrice do Roth não tava com nada...

O dia seguinte(5)

Mas cuidado: só papo não enche barriga.


De São Borja

Um vereador do PP me disse ontem que o PT vai ganhar a eleição da prefeitura no ano que vem. E o nome segundo ele é uma bomba arrasa quarteirão. Quem será meu Deus??? a esposa do deputado federal Paulo Pimenta????


Histórias de La Ùndeze!

Esta foto que eu saquei do blog do prefeito, é pros serafinenses matarem a saudade da paisagem de Serafina na época do plantio de soja e milho....

Ainda sobram uns poucos matos nos fins das colônias que eram geralmente desmatadas da casa em direção ao fim da terra. Por isto que os colonos sobraram umas matas nos fins de suas terras. Hoje está tudo impedido de cortar.

Na região já houve muitas serrarias que hoje se mudaram pro Mato Grosso, que é onde tem madeira.


O REI DE ROMA NO BERA-RIO

FALCÃO NO INTER

FOI MEU O FURO DE REPORTAGEM

Por Luiz Oscar Matzenbacher

Quem anunciou o Falcão, o Rei de Roma e Soberano do Beira-Rio, como o novo técnico do Inter fui eu. Ainda na sexta-feira. Podem ler lá no horário do texto enviado por e-mail ao Olides: 8/4/2011-13h29min. Por modéstia eu disse "anunciaram" na matéria, mas ninguém ainda havia lembrado o Falcãozinho, como opção para substituir o Roth.

PDT


Faz algum tempo a RBS realizou a promoção os 20 Gaúchos do Século.
Entre os vinte tivemos Getúlio Vargas, Alberto Pasqualini e João Goulart.
Brizola ficou no 21º lugar.
O que eles fizeram, quando estiveram em Governos?
É só pesquisar: eles tem história.
Diante disto o PDT tem necessidade de estar a reboque do PT?
Por que não ter vida própria? Independência ?

SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS


QUE TAL ?


Ao que parece o Ministro da Justiça e a Ministra dos Direitos Humanos comandarão uma campanha de desarmamento.
Maria do Rosário recebeu contribuição para sua campanha das Forjas Taurus, fabricante de armamentos.
Ah,ah,ah,ah....


http://1.bp.blogspot.com/-pPARqoyzMxw/TaEUJljuK1I/AAAAAAAAL6Y/DwA2X_TCdco/s1600/MaRo.png


SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS


Fila

Vejam.a gente morre e não vai ter visto tudo mesmo!!!!!


http://www.contraovento.com.br/wp-content/uploads/2011/04/fila-gif.gif


Nesta o Charqueadas se esmerou!!!!!


http://www.contraovento.com.br/wp-content/uploads/2011/04/os-filhos-da-GIF.gif

SERÁ ESTA A CARTILHA DO LULA?

O lingüista esquerdista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das 10 estratégias de manipulação? através da mídia:

1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes.
A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto Armas silenciosas para guerras tranqüilas).
2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.
Este método também é chamado problema-reação-solução. Cria-se um problema, uma situação prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo dolorosa e necessária, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que tudo irá melhorar amanhã e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver Armas silenciosas para guerras tranqüilas).

6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos

7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver Armas silenciosas para guerras tranqüilas).

8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto
9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!
10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o sistema tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.

SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS

Sem Pulo - Túnel do Tempo

clique na imagem para ampliar


clique na imagem para ampliar

FALCÃO NO INTER????

Olha Serginho, acho que o Inter foi buscar um cara com o carisma do Renato. Aqui eles vivem esta rixa que os alimenta...

Porque treinar mesmo, acho que nenhum dos dois sabe....



Não tenho nada que me meter no Inter.Mas cá pra nós, acho que o Falcão como treinador do Inter,vai entrar pelo cano. Foi sem dúvida um cracaço e hoje é um bom colunista. Agora,ser treinador,acho que é emprego para seis meses.
Se puderes, escreve para ele não fazer esta besteira.

Sergio Ross

Música Disco anos 70


Depois dos Embalos de sábado a noite, curta a música que embalou a geração disco.
Paulo Bettanin
Acesse o link ou entre no blog.
O Urbanascidades se multiplicou. Agora, temos páginas por temas, para facilitar sua navegação.
Urbanasarquiteturas com Arquitetura, Urbanismo e post sobre Porto Alegre;
Urbanasmelodias com o melhor da música do Urbanascidades;
Urbanasimagens com fotografia, cinema, teatro e tv;
Urbanasculturais com literatura, artes plásticas e os editoriais do Urbanascidades.

http://urbanascidadespoa.blogspot.com/2011/04/musica-disco-anos-70.html

Do enviado a Porto Belo, Matzenbacker

O REI DE ROMA NO BERA-ERIO

Não creio, o regime é presidencial,. Manda o presidente. O Luigi eu vi, muitas vezes, vibrando com as jogadas do Falcão, lá nas cadeiras e nas sociais do Beira-Rio, no Década de 1970.


Pelo menos os colorados vão ser felizes até na derrota. É melhor perder jogando para frente e bonito do que vendo a mais poderosa meia-cancha do Brasil trabalhando para municiar apenas um atacante cercado por dois ou três zagueiros.
Luiz Oscar Matzenbacher

Os caras de Bento,tcho...

O Serginho aguentou na pau o exame de biopsia na su apróstata. Diz ele que o médico deu medicamento pra dormir, mas como é HIPERATIVO, não pegou nada.E que aguentou no osso do peito o exame. É que em Bento tão acostumado a arrancar dente sem anestesia..


Biografias


1) Leonel brizola tá precisando de uma ....porque o Chagas não faz????


2) Nelson Marchezan tá precisando de uma ...disseram que o Congresso tinha conttratado o Carlos Fehlberg pra escrever, mas até agora não saiu


3) Tem um cara fazendo uma do Getúlio. Mas tem algumas, já.


Aquele Abraço

Gilberto Gil

Composição : Gilberto Gil

O Rio de Janeiro
Continua lindo
O Rio de Janeiro
Continua sendo
O Rio de Janeiro
Fevereiro e março
Alô, alô, Realengo
Aquele Abraço!
Alô torcida do Flamengo
Aquele abraço
Chacrinha continua
Balançando a pança
E buzinando a moça
E comandando a massa
E continua dando
As ordens no terreiro
Alô, alô, seu Chacrinha
Velho guerreiro
Alô, alô, Terezinha
Rio de Janeiro
Alô, alô, seu Chacrinha
Velho palhaço
Alô, alô, Terezinha
Aquele Abraço!
Alô moça da favela
Aquele Abraço!
Todo mundo da Portela
Aquele Abraço!
Todo mês de fevereiro
Aquele passo!
Alô Banda de Ipanema
Aquele Abraço!
Meu caminho pelo mundo
Eu mesmo traço
A Bahia já me deu
Régua e compasso
Quem sabe de mim sou eu
Aquele Abraço!
Prá você que me esqueceu
Ruuummm!
Aquele Abraço!
Alô Rio de Janeiro
Aquele Abraço!
Todo o povo brasileiro


Quando comecei a tomar contato com a tragédia do Rio,ainda na quinta, me chamou a atenção do Bairro Realengo onde fica a escola da mortandade: ai fui ler no Valor Economico que fez um bom trabalhou sobre a realidade do Barrio que tem 200 mil habitantes, todos de classe média baixa, muitos militares morando ali.

E sabia que a palavra estava numa música. Aí fui ver que era naquele abraço que o Gil fez em 1969 quando se despedindo do Brasil escreve aqueles versos poéticos.

Porque será que o Gil foi se lembrar do Realengo? qual seu vínculo afetivo ali em 1969? boa pergunta pro ex-ministro da cultura.

Faltaram jornais....


Na sexta passada, quem procurou jornais do rio nas bancas do centro de porto alegre, não achou. Esgotaram todos....

Falcão X Renato!

Foi até bom não ter Grenal. O Renato ia desmoralizar o Falcão logo na quarta que vem. Assim tem uma sobrevida....


Brizola

Eu sou barriga fria mesmo....Acho que não demora e o Congresso vai mandar escrever uma biografia oficial do Brizola.

Biografia do Brizola

E não será um brizolista de quatro costados que irá escrever esta biografia...não será um Sebastião Nery, nem um Roberto D'Avila, pra ficar em dois nomes conhecidos: será mesmo um jornalista cujo nome nunca foi vinculado a Brizola.

Como dizia o velho Ulisses, quem faz o melhor bocado, nem sempre o come....

(Neste caso, é também de que propõs a idéia, né...)


SEMANA SANTA

PRETTI E MONEGE EM ROMA....

Um conselho que um taxista me deu em 1986, na vez que estive em Roma: não vá a CIDADE ETERNA NA SEMANA sANTA que você tá ferrado a não ser que reserve hotel com muita antecedência.É a semana em que PRETTI E MONEGUE- padres e freiras - do mundo todo visitam Roma e lotam a cidade eterna....


Domingo que vem também é uma data importante no calendário dos católicos: é o domingo de Ramos,dia em que são bentos os ramos de Olivo.

Meu finado avo José contribuía sempre com grandes ramos de oliveira para o padre que depois de benzê-las as distribuia ao povo em geral. E eram usados quando temporais se armavam: OS católicos acreditam que o ramo de oliveira acalma a tempestade....

TRIBUTO A UM GRANDE JORNALISTA


O Goulart mandou dizer que é pra dizer que saiu primeiro no Prévidi. Não tem problemas, saiu então primeiro no Previdi, mas meu leitores tambémvão gostar. o editor


TRIBUTO A UM GRANDE JORNALISTA

Com a morte de Flávio Alcaraz Gomes perde o RS seu maior repórter dos tempos modernos. Muitos podem criticar se estilo, seu comportamento, mas ninguém pode negar que foi um profissional completo.
Fui testemunha de um pequeno episódio em que ele revelou gana e decisão no exercício do seu ofício. Aconteceu em Lisboa, em 1972, quando o presidente Médici, em visita oficial ao país, foi homenageado com um banquete num palácio histórico, com a presença da famosa fadista Amália Rodrigues. Os jornalistas credenciados também foram convidados. Mas, na entrada, o Flávio foi barrado por um segurança brasileiro, porque estava levando um gravador (daqueles grandes, como o do cacique Juruna). O Flávio levantou a voz e disse que gravador não era arma e exigiu a presença do chefe da segurança. Veio o capitão Coutinho e com ele o secretário de imprensa, o gaúcho Carlos Fehlberg. A situação foi contornada numa boa. E o Flávio entrou, mas continuou argumentando: "O presidente do meu país vai ser homenageado pela maior cantora de Portugal e um jornalista não pode gravar sua voz para levar ao público do Brasil. Isso não tem cabimento".
Esse era o estilo de trabalho de Flávio Alcaraz Gomes.
Do amigo
Antônio Goulart

OS GAÚCHOS
TEM CADA UMA


Tem uma gauchada por aqui,que não brinca
em serviço. É a turma do “trago”. Para fugirem dos bafómetros, só não fazem chover...
Dias atrás um gaúcho de Bagé e que joga no primeiro time do Ministério Agricultura,porque é muito competente(não vou dizer o nome do cara,é lógico...)depois do expediente a tardinha saiu para tomar uns tragos com uns amigos.
Trago vai,trago vem,foi chegando a meia noite. Hora de ir para casa. Preocupado com uma blitz
da polícia de Brasília, que na porta do bar,já aguardava
a rapaziada cheia de cana nos corno. O que ele fez então: chamou um taxi e combinou com o motorista o
seguinte. O motorista ganharia o dobro pelo serviço para dirigir o seu carro, uma BMW, tinindo de novinho e ele, o gauchão bageense iria dirigindo o taxi. Os dois passaram pela blitz lépidos e fagueiros...
Um outro gauchão,bom de bola,durante uma noitada, conheceu uma mulher linda de morrer. Animado, foi para um motel com a moça. Depois do serviço feito mas cheio de sono,continuou na cama tirando uma soneca. Quando acordou,já era quase seis hora da matina. Assustado com o que poderia acontecer
quando chegasse em casa e tivesse que enfrentar a patroa, também gaúcha mas de faca na bota, não teve
dúvidas. Pagou a mulher linda de morrer e se mandou
para o hospital mas próximo. No hospital, foi procurar
um médico,também gaúcho e velho amigo que estava de plantão. Contou o seu drama e pediu que fosse levado para casa em uma ambulância. Como amigo é para essas
coisas,chegou em casa de ambulância e a sirene
aos berros.
A patroa chamada na portaria,chegou assustada e recebeu uma baita recomendação do médico amigo.”Olha o teu marido teve um principio de enfarto mas agora está bem. Ele precisa repousar um pouco e comer só uma sopinha. Nada de bebida alcoólica por uns quinze dias. Só uma sopinha e sem sal...” A emenda,foi pior do que o soneto. O gauchão bebum,já está há mais de uma semana saindo do escritório de advocacia dele,direto para a casa e já não agüenta mais tanta sopinha...


Do massacre em Realengo nasce um herói policial


*Archimedes Marques

O brutal e inexplicável assassinato em massa praticado pelo frio e calculista marginal, Wellington Menezes de Oliveira, contra inocentes estudantes na flor da idade ocorrido na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, Zona Oeste do Rio de Janeiro, deixou até o presente momento 11 famílias em eterno sofrer com a perda prematura dos seus entes queridos em tragédia jamais esperada e esquecida.
O massacre que fez chorar todos os brasileiros e, porque não dizer, todas as pessoas de sentimento, deixa o país de luto e mostra também a vulnerabilidade em que todos vivemos.
Facilmente o assassino adentrou na escola dizendo ter sido convidado para dar uma palestra aos alunos, subiu dois andares do prédio e entrou numa sala onde aproximadamente 40 alunos da nona série assistiam a uma aula, abrindo fogo contra os estudantes que um dia esperavam vencer na vida. Da rápida ação criminosa 11 adolescentes tiveram as suas vidas interrompidas por conta de uma pessoa totalmente insana e desprovida de qualquer sentimento de amor ou compaixão.
Alguns alunos que foram baleados estão em estado grave de saúde devido os tiros terem acertado pontos vitais dos seus organismos e correm sérios risco de morte ou de sofrerem seqüelas irreparáveis para o resto das suas vidas.
Após o ataque naquela sala de aula, o assassino não satisfeito da sua sede por sangue, ainda muito bem municiado e armado com dois revolveres calibre .38, pelo corredor tentava chegar a escada e subir para uma conseqüente investida noutra sala, fato não concretizado em virtude de ter encontrado no seu caminho um bravo, corajoso e valoroso policial que o fez parar com um tiro na perna e, este por sua vez, na sua desvairada loucura, cometeu o suicídio antes do previsto, atirando contra a sua própria cabeça.
O destemido herói, 3º Sargento Marcos Alves, do Batalhão da Polícia Rodoviária, estava trabalhando próximo a escola e tomou conhecimento do fato através de dois alunos feridos acompanhados de uma professora que, em pânico, corriam pela rua pedindo socorro. Em detrimento da sua real e nobre missão, o Sargento logo chegou ao trágico local e impediu um massacre maior.
A carta de teor fundamentalista encontrada no bolso do assassino, cujo texto dizem conter frases desconexas e incompreensíveis, com menções ao Islamismo e até mesmo práticas terroristas, parece ser tão confusa quanto o seu autor.
O fato dele ter matado 10 meninas e 1 só menino, assim como, pelo fato da maioria dos feridos também ser do sexo feminino, comprova que o seu objetivo era matar somente elas. Os estudantes foram atingidos por balas perdidas dos seus alvos.
Teria no Islamismo menção somente a exterminar mulheres?... Por qual razão ele entendia que só as meninas eram pessoas impuras?... Respondo a tais interrogações com uma motivação simples e lógica: O assassino foi rejeitado pelas suas colegas de sala quando estudou naquela escola e por isso criou na sua mente doentia e criminosa essa maldita vingança.
Assim, é fácil de concluir que se não fosse o grande herói, Sargento Alves, certamente a matança seria bem maior, e além das 11 vítimas fatais e 13 adolescentes feridas, outras tantas famílias, principalmente oriundas das meninas estudantes, estariam chorando em desespero, pois enquanto tivesse munição o assassino não pararia de matar para no final praticar o tramado suicídio.
Os atos do Sargento Alves, além de o tornarem um digno herói, massageiam o ego dos verdadeiros policiais e nos trás orgulho de ser Polícia na mais pura expressão da palavra.

(Delegado de Policia no Estado de Sergipe. Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Segurança Publica pela Universidade Federal de Sergipe) archimedes-marques@bol.com.br

No dia do seu niver


Moura não pinta no SERPENTÁRIO....


Na sexta, dia que escrevo este tópico, o MOurinha ficou com vergonha e não pintou no serpentário...A Vânia que nos atende lá todos os dias, ficou surpresa com a idade - 80 anos - do colega..Já,diz ela!!!!


Deixei umlivro pra ele de presente, com os autografos meus, do Leo Guerreiro e da Vânia.


E roubei pra mim o segundo caderno do JC, que ele rouba todos os dias e leva pra patroa...


Coleguinhas


Mazarino, chegaram os jornais....


Luciano irá homenagear os 30 anos da Jornada de Literatura de Passo Fundo

As três décadas da Jornada Nacional de Literatura de Passo Fundo serão homenageadas pelo deputado Luciano Azevedo (PPS), no Grande Expediente da Assembleia Legislativa do dia 4 de maio. Ele justificou a iniciativa de registrar a força e a importância do evento. Há 30 anos, a Jornada motiva as pessoas a saírem de casa em busca de literatura e arte. A lona de circo, palco do evento, transformou-se em marca de congregação, que enche de orgulho a nossa cidade e o nosso Estado, enfatizou Luciano. Ele elogiou o trabalho da coordenadora geral das Jornadas Literárias, Tania Rösing, que desde o início liderou a movimentação cultural. Ao comentar a homenagem, Tania afirmou que a caminhada de 30 anos do evento demonstra o esforço para estimular a formação de leitores e mediadores de leitura.

Informativo Deputado Luciano

A tragédia dos negros...

Olhando pras fotos, vi que a escola de Realengo é praticamente só de negros. Pelo menos os familiares são, a maioria.

Assim fica mais fácil entender como o cara( maluco ou não, não é o que tou discutindo)entroulá sem que ninguém lhe perguntasse o que ia fazer.

Ou seja,somos o país dos ricos brancos e dos pardos e negros pobres.

Toda a outra discussão em três dias terá passado...


O Rei de Roma volta ao Beira-Rio

Por Luiz Oscar Matzenbacher


Vibrei ao anúncio do Paulo Roberto Falcão, o Soberano de Porto Alegre e Rei de Roma, ser o novo técnico do Internacional. Eu gosto muito do Falcão. Me acostumei a vibrar com as jogadas elegantes do Falcão, cadenciando e agilizando o futebol do Inter nos anos 1970/1980. Depois me acostumei a conviver com ele nas redações gaúchas, quando ele se transformou em nosso colega jornalista. O considero o melhor comentarista de futebol do Brasil.
Passei a admirar mais ainda o Falcão depois que ele se transformou no protetor da velhice do poeta Mário Quintana.
Por gostar tanto da eficiência do Falcão eu não gostei, em um primeiro momento, da idéia dele vir a ser o técnico do Internacional em 2011. Vai ser difícil voltar aos vestiários que hoje são habitados por jogadores bem diferentes dos da geração Falcão/Minelli. Pode não dar certo, mas vai ser bonito ver o Falcão dando ordens ao time, na beira do gramado. Torço para que ele tenha assimilado toda a sabedoria do futebol que o Mestre Minelli ensinou.


POZZOBOM VAI A BRASÍLIA TRATAR DE REFORMA POLÍTICA E MP 520


O líder da bancada do PSDB, deputado Jorge Pozzobom entregou em Brasília ontem (6) cópia da ata da audiência pública realizada na Assembleia Legislativa que debateu a Medida Provisória 520. A MP cria a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, de sociedade anônima de direito privado com a atribuição de gerir os Hospitais Universitários do país. No entanto, pontos específicos como a continuidade do atendimento gratuito à população, a execução de assistência, ensino e pesquisa na área da saúde e a imposição da produtividade são questões que estão gerando insegurança nos servidores dos Hus.
O parlamentar reuniu-se com a senadora Marisa Serrano deputados federais Sérgio Guerra, Nelson Marchezan Jr, para tratar dessa questão, pois ainda é necessária a aprovação no Congresso. O parlamentar é a favor da sustentabilidade do HUSM, publico e vinculado a UFSM, com sua autonomia, pois atende a população de Santa Maria e 45 municípios da região na baixa, média e alta complexidade, gratuitamente. “O entendimento entre as partes, o não comprometimento e a continuidade da qualidade do atendimento é o objetivo da minha luta, pois juridicamente, a MP 520, em seus 17 artigos, pode sim ser o primeiro passo para a privatização dos hospitais universitários do Brasil”, finalizou o deputado.

WORKSHOP VAI MOSTRAR COMO IMPLEMENTAR
BANCO DE HORAS EM EMPRESAS VINÍCOLAS

O Sindicato da Indústria do Vinho do Rio Grande do Sul (Sindivinho-RS) realizará no próximo dia 12 de abril o Workshop: Como Implementar Banco de Horas em Empresas Vinícolas. O evento tem por objetivo apresentar o Modelo do Banco de Horas, subsidiado na legislação que envolve o tema.
É destinado aos Diretores e responsáveis pela área de Recursos Humanos das empresas vinícolas enquadradas na Base de Caxias do Sul, que compreende as cidades de Antônio Prado, Carlos Barbosa, Caxias do Sul, Farroupilha, Garibaldi, São Marcos e Veranópolis.
O workshop terá por local a sede do sindicato, na Rua Ítalo Victor Bersani, 1.134, em Caxias do Sul, sendo desenvolvido das 19h às 21h, em dois painéis: Modelo de Banco de Horas e Legislação – Dra. Jane Ferreira e apresentação do funcionamento do ponto eletrônico, por uma empresa que fornece o equipamento.
Segundo lembra o Sindivinho-RS, o Banco de Horas é uma importante ferramenta para equalizar o horário de funcionamento da empresa com a carga horária do trabalhador. A implementação do sistema nas empresas que têm características específicas de safras, picos de trabalho e necessidade de prorrogação do horário, representa um mecanismo inteligente e de interesse mútuo.
A prorrogação da carga horária e a consequente redução em outros períodos, quando aplicada com razoabilidade, traz vantagens operacionais para as empresas e ganhos em saúde e lazer para os colaboradores.
As inscrições para o workshop são gratuitas e podem ser feitas através do e-mail administrativo@sindivinhors.com.br e maiores informações podem ser obtidas através dos fones (54) 3021.0012 e (54) 3218.8035.

Todt Comunicação


ALCKMIN 1 x 1 AÉCIO


Por Carlos Chagas


Parar, não parou. Pelo contrário movimentou-se como nunca. Fala-se do Senado, quarta-feira, a partir do discurso de Aécio Neves. Na atual Legislatura, uma inovação. Estavam presentes quase todos os senadores, os apartes tomaram mais de quatro horas. Louve-se a tolerância do presidente José Sarney, que descumpriu o regimento e deixou de limitar a presença do colega mineiro aos vinte minutos regulamentares.

Aécio Neves parece ter lido Proust, já que só agora saiu em busca do tempo perdido. Sem dúvida, assumiu a liderança das oposições, num discurso ético, propositivo, firme e educado. Criticou adversários, não inimigos. Não poupou o PT nem a presidente Dilma, mas abriu perspectivas para um dialogo permanente, em termos altos.

A conclusão é de que o ex-governador de Minas acaba de empatar o jogo sucessório, com tanta antecedência praticado no ninho dos tucanos. Até seu pronunciamento, o placar indicava Geraldo Alckmin na frente, depois de haver implantado forte esquema de poder em São Paulo, preparando-se para estendê-lo aos demais estados. Além de maliciosamente ter lançado a candidatura de José Serra à prefeitura de São Paulo. Aécio Neves, a partir de agora, ocupa o mesmo patamar. Resta aguardar a réplica de Serra. Sua presença no plenário, direito concedido a todo ex-senador, faz prever que não demora muito, nesse estranho jogo de três times em campo.

PEGANDO CARONA

Apesar do brilho da sessão de quarta-feira, no Senado, não dá para omitir que no meio dos variados apartes solicitados a Aécio Neves, muitos pareciam inteiramente dispensáveis. Senadores tentaram pegar carona na mensagem do ex-governador, aproveitando para auto-promover-se e abordar temas em nada relacionados com o confronto entre oposição e governo. Com todo o respeito, ouviram-se montes de bobagens. Até o programa de renda mínima viu-se incluído nos debates. A situação dos índios na Amazônia, os excessos do agro-negócio, a necessidade de todas as crianças irem para a escola, as cotas para negros e a tentativa de transformação da Petrobrás em Petrobrax ganharam destaque.

Aécio Neves elogiou todos os que o interromperam, mas lá no fundo terá lembrado características parlamentares de Carlos Lacerda, que quando recebia apartes bobos dirigia-se ao aparteante com um contundente “retire-se do meu discurso!”

MERCADO PELA METADE

acorde com as leis do mercado que quando o preço do barril do petróleo aumenta internacionalmente, também aumente entre nós o preço da gasolina. É o que a Petrobrás defende, para os próximos dias. Só que tem um problema: quando o petróleo cai nas bolsas lá fora, a gasolina não cai, aqui dentro. Pelo contrário, preços uma vez elevados não diminuem nunca. Trata-se de vigarice. De usurpação da economia popular. Do reconhecimento de que o mercado prevalece quando funciona a favor. Contra, de jeito nenhum...

GOZAÇÃO

Em Washington, o ex-presidente Lula ridicularizou o novo relatório da Polícia Federal a respeito do mensalão. Disse que se a documentação for incluída no processo, só em 2050 a questão será julgada. A aceitação do novo relatório depende do relator da matéria contra os 40 réus mensaleiros, ministro Joaquim Barbosa, que não terá gostado nem um pouco da observação do Lula. Em especial quando dos corredores do Supremo Tribunal Federal chegam suposições a respeito de que sentenças, mesmo, não são esperadas para este ano. Com certeza 2050 ficará mais próximo...

Dia do Jornalista e sua origem

Antônio Goulart escreve:

Muito se escreveu na última quinta-feira, dia 7, sobre o Dia do Jornalista e os profissionais receberam mensagens e cumprimentos. Mas não li uma única referência sobre a origem desta data.
O Dia do Jornalista é comemorado no Brasil em homenagem a João Batista Líbero Badaró, médico e jornalista de origem italiana, que chegou a São Paulo em 1826, aos 28 anos de idade. Três anos depois, fundou o jornal "Observador Constitucional", onde denunciava os desmandos e excessos cometidos pelo governo de Dom Pedro I.
No dia 20 de novembro de 1830, Badaró sofreu um brutal atentado à bala, vindo a falecer no dia seguinte, com apenas 32 anos. Suas últmas palavras foram: "Morre um liberal, mas não morre a liberdade". Segundo historiadores, a ordem para matar o jornalista pode ter partido do próprio imperador.
Líbero Badaró foi um dos primeiros a escrever no Brasil em defesa da liberdade de expressão, refutando sempre a tese de que os abusos praticados pela imprensa justificam o cerceamento da liberdade.
Após sua morte, aumentaram o descontentamento e os protestos contra o absolutismo de D. Pedro I, que abdicou em 7 de abril de 1831. Esta data foi então escolhida como o Dia do Jornalista.

do blog do CABEÇA....


“REPÚBLICA DO ROCK” ESTRÉIA EM 2011 COM CARTOLAS E SACOLÉ DE PUS



O projeto “República do Rock”, realizado pela Coordenação de Música da Secretaria Municipal de Cultura, volta a cartaz no próximo dia 12 de abril, terça-feira, às 19h30min, no Teatro de Câmara Túlio Piva (Rua da República, 575), com as bandas Cartolas e Sacolé de Pus. A entrada é franca, mas recomenda-se a entrega de um quilo de alimento não perecível a ser doado às obras sociais do município.
A partir desta edição, a curadoria do projeto será do comunicador Thadeu Malta, que substitui Léo Felipe. A estrutura continua a mesma: uma banda novata abre o show para um grupo consagrado.
Formada em 2003, em Canoas, a banda Cartolas foi vencedora do Festival “Claro que é Rock”, em 2005, e do Açorianos de Música em 2007, recebendo o prêmio de melhor disco pop, além das indicações para melhor instrumentista e melhor vocalista. Com o prêmio do “Claro que é Rock”, o grupo gravou seu primeiro disco, “Original de Fábrica”, com produção de Carlos Eduardo Miranda, lançado em 2007. Já realizou shows em São Paulo, Rio de Janeiro, Natal e interior do Estado. Em 2009 se apresentaram pela terceira vez no Planeta Atlântida. Seu segundo disco, “Quase Certeza Absoluta”, foi lançado em 2010.
Os Cartolas são Luciano Preza (vocal); Dé Silveira e Melão (guitarras); Otávio Silveira (baixo) e Pedro Petracco (bateria).
Segundo o release da banda Sacolé de Pus, “era uma vez , na pequena e pacata cidadezinha de Aldeilândia, onde um casal de bondosos fazendeiros deu a luz a quatro lindos e saudáveis bebês. Eles cresceram felizes, o gosto pela pintura, a música e as letras, crianças cheias de vida. Um dia, os 4 rapazes cruzaram com meretrizes do Baixo Candeeiro e foram apresentados aos prazeres da carne e do pecado... Mergulharam na escuridão. Amaldiçoados a viver de puteiro em puteiro em busca de sexo fácil e embriagados com conhaque barato os irmãos cheios de vingança resolveram engravidar as meretrizes para que nunca, jamais esquecessem o mal que lhes havia causado. Muitos anos depois...
- Cara, tá enrolado demais esse texto!
- Pô, pior... -Então corta essa parte e pôe assim: Banda: Sacolé de Pus: Tony Douglas, Ricky Suvinil, Zezé de Luciano, Luan Chevete, Bruno Marrone e Melão Saturno.

REPÚBLICA DO ROCK 2011
CARTOLAS e SACOLÉ DE PUS
12/04/2011 – TERÇA-FEIRA – 19H30MIN
TEATRO DE CÂMARA TÚLIO PIVA
RUA DA REPÚBLICA, 575
ENTRADA FRANCA

Paulo Moreira
Assessoria de Imprensa
Coordenação de Música


EXCLUSIVO


CPI DA JUVENTUDE

'ATRAPALHA' COMEMORAÇÕES DOS 50 ANOS DA LEGALIDADE

fONTE deste site informou que a CPI da Juventude, que se desenrola na Câmara Municipal de Porto Alegre, está atrapalhando o desenrolar das comemorações dos 50 anos da Legalidade.

É que esta parte da Legalidade ficou afeita a deputada estadual Juliana Brizola, do PDT, que é neta de Leonel Brizola, o idealizador e grande comandante do movimento.

Alguns deputados acham que os eventos já deveriam estar em andamento, mas como a deputada Juliana está muito ocupada com a CPI da Juventude, isto a tem atrapalhado.


ADROALDO LOUREIRO DEVE IR

MESMO PARA O TRIBUNAL DE CONTAS


nA VAGA QUE SE ABRE no TCE, indicação da Assembléia Legislativa do Estado, devérá ser indicado o deputado Adroaldo Loureiro, do PDT.


Famurs: quem vai comandar?

Na FSB do dia 1 de abril, especula-se a ausência do prefeito Mariovane Weis, da cidade. Ele estaria em campanha pra presidência da Famurs, fora de São Borja.

Mas ontem, segundo alguns avalistas, diziam, a Famurs deverá ficar mesmo com o prefeito de Santo Angelo, que é também do PDT.

Uma boa briga pedetista e missioneira, por supuesto.....

De São Borja

Há quem ache que o atual prefeito Mariovane Weis não terá clima pra continuar morando na cidade,depois que deixar a prefeitura municipal.

A morte do Flávio(1)


Flávio Alcaraz Gomes já estava em cadeira de rodas.


A morte do Flávio(2)


Ninguém sabe quanto ele ganhou na ação trabalhista que moveu contra a Record porque pediu vinculo empregatício. Mas que ganhou, ganhou...


A morte do Flávio(3)

Ele ainda mandava nos Guerrilheiros. Agora quem vai assumir? Deve ser a filha, laura....

Antena

Recebo o jornal ANTENA de encantado e leio que queimaram mais um moinho, ou melhor que mais um moinho antigo( pra não dizer velho) incendiou....

mas quanta casualidade!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Como esta gringaga ghe piaze sbruzar su molini( queimar moinhos....)

MASSACRE EM ESCOLA NO RIO DE JANEIRO

De Buenos Aires
Gelson Farias

Olides.
Aqui algumas manchetes dos jornais, aqui em Buenos Aires, sobre o ataque a escola no Rio de Janeiro. A principal manchete no La Nación é sobre o episódio, denominado como a Tragédia em Realengo. Uma reportagem resume o que houve no interior da escola. No El País, o destaque é para uma fotografia das pessoas que cercaram a escola e externaram espanto e pânico com o ocorrido.



Momentos do atirador carregando a arma e após morto na escadaria

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) condenou com veemência o crime ocorrido na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste do Rio. Identificado como ex-aluno da escola municipal, Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, entrou no início da manhã no colégio informando ser um palestrante. Depois de conversar normalmente com algumas pessoas na entrada da escola, Oliveira atirou na direção de estudantes e funcionários. O Papa se solidarizou com as famílias. “A escola deve ser um lugar para reconstruir a paz e a cultura”. Disse o Papa, em um comunicado ao governo do Rio de Janeiro. O assunto está entre os dez mais comentados no mundo. Outros 12 estudantes continuam internados, alguns em estado grave no Hospital Estadual Albert Scweitzer, em Realengo.

Homem atira em crianças em escola no Rio


Tempo em Buenos Aires...


Enviada: 08/04/2011 18:08


Olides, como vai. Estou de malas prontas para viajar para POA. Saudades do meu pessoal e dos amigos. O tempo aqui esta nublado com 17 graus, e frio. ocorre que o frio aqui, e mais gelado, são correntes de ar que ve direto da Antardita e se chocam com o frio gelido das Cordilheiras dos Andes. Assim, o frio no Chile e na Argentina e forte. Imagina quando este frio chegar a baixo de zero. O maior frio aqui, segundo me contaram, foi no ano de 68 quando a temperatura chegou a cvasa dos 18 graus negativos. Um abraço gelson.


Gelson Farias
051-85252352
e-mail: gelson.aargentina@hotmail.com
msn: gelsonnunesfarias@hotmail.com

Em Buenos Aires com muito frio!

Olides.

Aqui o tempo esta nublado, com 16 graus, para mim muito frio. Estou de jaqueta e de manta. Este é o meu refúgio aqui no bairro Rivadavia , modesto, mas perto de tudo, principalmente do café Tortoni e das boa livrarias e bares com mesas na rua onde se pode tomar um café ou vinho lendo um bom livro.

Meu refúgio no apartamento, redigindo minha matéria no meu noteboo.
Um forte abraço. Gelson Farias


O ENRIQUECIMENTO DOS KIRCHNER

De Buenos Aires


Gelson Farias


Olides.


O jornal Clarin, de hoje, sete de abril, diz em manchete que fortuna dos Kirchner aumentou desde que chegaram o ao governo da Argentina. Com essa matéria, a crise vai aumentar. Dificilmente se poderá prever o término desta contenda. Agredido, várias vezes e sofrendo grande prejuízo, com a não circulação do jornal, a direção do grupo Clarín, resolve botar mais lenha na fogueira. Pelo que se sabe até gora, a repercussão desta matéria é grande. Foi nesta banca, que fica a poucas quadras do meu apartamento, que vi, nesta manhã, a manchete no Jornal Clarín, sobre o enriquecimento dos Kirchner. Em seguida resolvi fazer a matéria...


Banca de revistas e jornais no bairro Rivadavia


Driblando as crises econômicas e a disparada da inflação, a presidente Cristina Kirchner e seu marido e ex-presidente Néstor Kirchner prosperaram de forma exponencial desde que chegaram em 2003 à Casa Rosada, o palácio presidencial. Nesse ano, quando Kirchner foi eleito presidente, a fortuna do casal era de US$ 1,74 milhão. De lá para cá – e especialmente depois da posse de Cristina como sucessora em 2007 – a fortuna do casal aumentou aceleradamente. No ano passado, segundo a declaração de bens oficial do casal, apresentada ao Departamento Anticorrupção e divulgada recentemente, o patrimônio era de US$ 14,16 milhões, o equivalente a um aumento de 20,65% em relação a 2008. No entanto, no total dos sete anos em que estão no poder, a casal Kirchner registrou um aumento de 710,55% de seu patrimônio.
O enriquecimento dos Kirchners, segundo sua declaração de bens, teria sido conseguido por intermédio da compra, venda e aluguéis de imóveis, além de investimentos em hotelaria na Patagônia e aplicações financeiras em dólares em bancos argentinos. Além disso, tem ainda os salários da presidente Cristina (US$ 3,9 mil) e a pensão de Kirchner como ex-presidente (US$ 7,6 mil).Representantes da oposição indicam que é chamativo o aumento da fortuna dos Kirchners, já que teoricamente os afazeres governamentais não permitiriam tempo de sobra para ocupar-se com os investimentos pessoais.

O jornal destaca pontos polêmicos da declaração, como o caso do terreno de 20 mil metros quadrados que compraram da prefeitura de El Calafate (o refúgio dos Kirchners nos fins de semana, na província de Santa Cruz, na Patagônia). Os Kirchners adquiriram o terreno por US$ 34 mil em 2006. Mas, três anos depois, em janeiro de 2009, o venderam por US$ 1,65 milhão. O casal teve um lucro de 4.752% com esse investimento imobiliário, recorde em todo o país. Suas aplicações financeiras também revelam que os Kirchners supostamente conseguiriam taxas de juros 20 vezes superiores à média de mercado. Nos últimos anos, as três investigações que foram abertas na Justiça sobre o suposto enriquecimento ilícito dos Kirchners foram arquivadas. Em 2003 o casal Kirchner tinha um patrimônio oficial de 6.851.810 pesos (US$ 1.747.910, no câmbio atual). Em 2008, um ano após a posse de Cristina Kirchner, o patrimônio havia florescido para 46.036.711 pesos (US$ 11.744.058). Em 2009, no meio do mandato de Cristina (que termina em 2011), o patrimônio do casal Kirchner driblava a crise econômica mundial e acumulava 55.537.290 pesos (US$ 14.167.676).

Declarações de Tarso!

Olha, o que dá uma declaração que pode ter dúbio sentido feita pelo governador....

O problema que a maconha hoje foi DEMONIZIADA....

Tudo o que acontece de RUIM é culpa dela...

Sair na sua defesa hoje é pior que dar muro em ponta de faca.....

Coleguinhas


A ausência do Affonso Ritter tem deixado o Jornal Gente mais descontraído...mas a Lizemara Prates tomou conta dele, porque o Osiris Marins não corta ela....é machismo, não se corta mulher falando e ela como gosta de uma latinha fala pelos cotovelos....


*Olha, tou me mudando pro jornalGente, da Band. AGuaiba eu pego até as sete...depois vou pra band....muito ouvinte dando palpite e aquele dr. Brito é um CHATO DE GALOCHA que dão espaço.....

morte de flávio encerra um ciclo:

a morte de flávio alcaraz gomes encerra um ciclo dos comunicadores do Sul. Na foto, ele com seu amigo e parceiro Mauricio Sobrinho, que morreu muito antes!!!!


A morte do Flávio(1)


O colega Nelson Moura anotou algumas pessoas que viu no velório do Flávio Alcaraz na manhã de quarta última: Baldi, Mathias Nagestein, deputado federal Vieira da Cunha,Ayres Cerutti,Adroaldo Streck,Fernando Ernesto Corrêa,Jayme Copstein...


A morte do Flávio(2)


O Programa Guerrilheiros da Noticia deverá continuar agora na coordenação de Lauro Gomes, que vinha há tempos sendo preparada para isto....O programa está indo ao ar na TV Pampa....

Coleguinhas


Jeanice , a JANA, está no IGTF


Jeanice Dias Ramos está no Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore(IGTF). A colega nasceu em Porto Alegre em 14.08.1953 filha de Antônio Cardoso Ramos e de Maria Ruth Dias Ramos.


Foi casada com o colega Celso Viola, com quem tem o filho Alexandre Augusto, nascido em 28.02.1979.

Jeanice formou-se na Famecos e já esteve trabalhando na Feplam ( av. Bastian, 285 ). Jeanice já morou na av. bastian 489/15.

Atualmente mora na av. Erico Verissimo.

*VITINHO, o que provoca tumulto no

Tribunal...


Dias atrás, o colegaVitor Edison Calsado Vieira,o Vitinho, apareceu nos jornais como tendo provocado um tumulto na entrada do prédio do Tribunal de Contas do Estado(TCE).

Ele é o titular do site VIDEVERSUS...

Vitor nasceu em Bagé em 17.11.1948, filho de Edisson Garcez Vieira e de Aracy Calsado Vieira.

Já trabalhou na antiga revista VERSUS, no tempo da imprensa Alternativa. Foi da Sucursal da revista VEJA, no RS.

Deposi foi da Gazeta Mercantil e do Diário do Sul, onde ocupou a secretaria de redação...

É casado com Marilena(17.02.1949) com quem tem os filhos Lisa(24.03.1980) e Livia(16.05.1982)

Seu site VIDEVERSUS é um dos mais acessados da capital gaúcha, tendo grande número de leitores entre o funcionalismo público estadual.

Coleguinhas que escrevem(ou escreviam....)


Moacyr Jaime Scliar...

 

Nascido em 23.03.1937 e falecido em 27 de fevereiro último, Moacyr Scliar não era propriamente jornalista, mas vivia dentro de redações dos jornais onde publicava suas crônicas. Médico sanitarista, ao falecer, pertencia a Academia Brasileira de Letras(ABL). Deixou um legado de obras, onde se destacam Mes de Cães danados, quando fala do episódio da Legalidade, ocorrido em agosto/setembro de 1961.

Scliar foi casado com JudithVivien(20.05.1945) e tem o filho Beto, que é fotógrafo.
Na família judaica onde nasceu no bairro Bom Fim, em Porto Alegre, tinha o apelido de MICAS....

Na ZH, onde publicava suas colunas, tinha a função de cronista, mas ele metia o bedelho em vários assuntos e sempre dava palpites no campo da saúde.

sEUS PAIS FORAM José Scliar e Sara. Residia na rua Santa Cecília, 2001.


Sérgio José Becker

Nascido em Porto Alegre em 24.05.1945 filho de José Becker Filho e de Josefina Becker, já foi da editora Centauros, que ficava na avenida Getúlio Vargas, 1556. Também foi do Diário do Sul.

Trabalhou ainda em O Estado de São Paulo e colaborou em várias publicações ligados ao setor agropecuário, hoje mais conhecido por agronegócio.

Com a também radialista Nelcira Nascimento tem o filho Márcio(05.03.1977).

Becker tem vários livrostodos sobre Porto Alegre. Já editou um jornal na praia, chamado de O OSSO DA BALEIA, que tinha sede em Pinhal. O jornal terminou há alguns anos atrás por causa de dificuldades que seu editor encontrou em residir em Porto Alegre e fazer o jornal em Pinhal e adjacências.

Becker já residiu na Rua Santiago Dantas,94. Hoje mora na av. Salgado Filho, no centro de Porto Alegre. Pertence ao conselho de leitores de ZH, onde ele trabalhou como editor nos anos 70.


Sérgio da Costa Franco

O decano de todos os jornalistas - na verdade ele é promotor público - que milita,ou militava em redações, que escreve sobre Porto Alegre. Talvez seja uma das maiores autoridades da literatura histórica da capital dos gaúchos. É sempre levado a sério,quando dá suas opiniões, ou seus pitacos.

Sérgio nasceu em Jaguarão(RS) - seu livro Memórias de um escritor de Província narra bem sua infância - e é de uma família ligada ao poder jurídico.

Nasceu em 12.06.1928 filho de Alvaro da Costa Franco e de Gilda Costa Franco.

Já morou em várias cidades do interior, por força de sua profissão e elas estão relatadas neste livro memorialista.

Foi durante muitos anos colaborador do Correio do Povo.

Depois que o jornal parou de circular, em 1984, Costa Franco foi convidado a participar da Zero Hora, onde está até hoje, com um interregno por causa de uma crônica em que criticava Fernando Collor de Mello e a editoria de Opinião lhe pediu pra não falar mal do então presidente. Por isto ele parou de escrever, mas depois voltou a colaborar.

Seu livro Guia Histórico de Porto Alegre é quase um best seller.

É casado com Ignez Maria(14.03.1927) com quem tem os filhos Sérgio( 30.09.1952), Maria Ignez( 27.05.1955) Miguel( 02.09.1958), Fernando( 14.04.1965) e César( 10.04.1967).

Em Porto Alegre, já residiu na av. Venâncio Aires 174/06.
Atualmente reside nas imediações do Olímpico Monumental.


Wanderley Soares e sua crônica dominical


Wanderley tem publicado no O Sul uma cronica dominical que os leitores tem apreciado.

Ele já publicou um livro de crônicas, no passado, auxiliado pela sua amiga Eleonora Rizzo.

Wanderley nasceu em Porto Alegre em 15.06.1939 filho de Valdomiro Soares e de Vidalvina Costa Soares.

Já residiu na rua Mariante, 494. Hoje mora num prédio ao lado da ARI, na Borges de Medeiros.

Os " bares" do centro, como o Tuim, a Picanha,entre outros são um pouco o seu lar, o que demonstra seu espírito poético de encarar a vida.

Wanderley já passou pelas principais redações de jornais como Folhad a Tarde, Folha da Manha, Zero Hora,entre outros.

É mais afeito à chamada crônica policial.


CELITO, o

fazedor de biografias.

Nascido em Marcelino Ramos, no norte do Estado, Celito de Grandi tem se dedicado a recuperar a memória de personalidades gaúchas, como Loureiro da Silva, Ernesto Correa, o caso Kliemann e agora prepara uma biografia do barão da imprensa do século passado, Breno Caldas.

Nascido em 16.02.1942 filho de Modesto de Grandi e de Lídia de Grandi já morou na rua André Puente,475.

Foi delegado regional do trabalho e foi ainda diretor da Cia União de Seguros Gerais.

Também foi do Diário de Noticias, onde ocupou cargos de editor.

Celito é funcionário aposentado da Secretaria do Trabalho e Habitação.


Celito já ocupou o cargo de Secretário da Comunicação Social no governo estadual de Germano Rigotto(PMDB) e foi também superintendente de Comunicação da Assembléia Legislativa do Estado.

É um dos coleguinhas que mais te se dedicado a escrever nos últimos anos.


Vanguarda Abolicionista convoca para manifestação contra vivissecção e testes em animais



A Vanguarda Abolicionista convoca seus apoiadores para uma manifestação a se realizar no dia 17 de abril, das 9h às 18h, no Brique da Redenção, em Porto Alegre. Alinhada a grupos do Brasil inteiro, a Vanguarda vai protestar contra o uso de animais em testes e vivissecção, distribuindo materiais de esclarecimento e denunciando as atrocidades à população. Para os interessados em participar, sugere-se a leitura do texto '50 conseqüências fatais de experimentos com animais', como subsídio. Extenso material sobre o assunto pode ser encontrado no site www.1rnet.org. Em caso de chuva, o evento será transferido.



Até Quando?

Nãoquero me meter neste assunto dos colorados, mas acho que o BRIGADIANO não se sustenta mais dois resultados negativos. Infelizmente, pra nós gremistas MAS COMO A ESPERANÇA É A ULTIMA QUE MORRE EUDIGO FICA CELSO ROTH...FICA...

Até quando?

O Mazembe não foi exceção no Inter de Roth

Por Luiz Oscar Matzenbacher

Eu não creio em bruxas, mas que elas existem, existem. O Internacional estava quase classificado na quarta rodada da Copa Libertadores, mas perdeu no México, no meio do deserto, para o inexpressivo Jaguares. O fantasma do Mazembe começa a percorrer os espíritos de todos os colorados. Basta um empate, na terça-feira, dia 19, no Beira-Rio contra o Emelec do Equador, para que o Inter se classifique. Mas com o Celso Roth no comando técnico o Internacional virou presa fácil não só do Mazembe, mas do Cruzeiro do RS, do Lajeadense, do Novo Hamburgo, do Jaguares e do próprio Emelec no primeiro turno da fase de grupos. Ao mesmo tempo, o Cruzeiro de Minas e o Grêmio disputam seus jogos já classificados, enquanto o Fluminense e o Santos, que pareciam desclassificados por antecipação, ainda alimentam chances de passar à próxima fase. A diferença é que o Internacional é o único que joga com apenas um atacante. Os demais jogam com dois ou até três atacantes. Até quando Celso Roth vai continuar escalando apenas um atacante, deixando Sóbis, Cavenaghi e Andrezinho no banco? Até quando Celso Roth será o treinador do Inter?


Sábado dia 09 tem
II Torneio Aberto DC Shopping de Xadrez



Neste sábado, dia 9 de abril, mais de sessenta enxadristas estarão reunidos na Praça de Alimentação do DC Shopping para o II Torneio Aberto DC Shopping de Xadrez. Entre os participantes estão crianças e adultos da região metropolitana, capital e vindos devárias regiões do Estado - Bagé, Vacaria, Passo Fundo, Santa Maria, Pelotas e Caxias do Sul. O inicio será às 9h30min com a recepção dos participantes, segue com congresso técnico, as diversas rodadas/partidas e o encerramento às 17horas, com a divulgação e premiação do campeão do dia.

As partidas tem tempo limitado, 21 minutose são comandadas pelo árbitro nacional Marcelo Konrath e assistente.

As inscrições foram um sucesso, com as 60 vagas já preenchidas nas primeiras semanas de abertura. Atualmentemais de 10 pessoas aguardam na fila de espera. Cada participante doou dois quilos de alimentos não perecíveis que serão encaminhados para as vítimas das chuvas em São Lourenço do Sul.

Serviço
O que: II Torneio Aberto DC Shopping de Xadrez
Quando: 09 de abril– Sábado das 9h30min às 17h30min
Local: Praça de Alimentação do DC Shopping - Porto Alegre – RS
Rua Frederico Mentz, 1561- Porto Alegre – RS


Detalhes do Torneio
Tempo de Reflexão: 21min KO
Emparceiramento: Sistema suíço em 6 rodadas.
Critérios de Desempate: Milésimos medianos, Milésimos totais, Berger, Escore progressivo, Número de Vitórias
Arbitragem: Árbitro Nacional Marcelo Konrath e auxiliar
Programação:
9h30-10h: Recepção aos enxadristas e confirmação das inscrições
10h-10h15: Chamada da lista de espera, caso haja necessidade
10h15: Congresso Técnico
10h30: 1ª rodada
11h20: 2ª rodada
13h20: 3ª rodada
14h10: 4ª rodada
15h: 5ª rodada
15h50: 6ª rodada
17h: Premiação e sorteio de brindes

Premiação: R$ 1.000,00 (mil reais)
1º lugar: R$ 250,00 + troféu;
2º lugar: R$ 200,00 + troféu;
3º lugar: R$ 150,00 + troféu;
4º lugar: R$ 80,00 + medalha;
5º lugar: R$ 70,00 + medalha;
6º lugar: R$ 50,00 + medalha;
7º lugar: R$ 50,00 + medalha;
8º lugar: R$ 50,00 + medalha;
9º lugar: R$ 50,00 + medalha;
10º lugar: R$ 50,00 + medalha.
11º ao 20º lugar: medalhas

Destaques para:
Melhor Sub12: Medalha
Melhor Sub18: Medalha
Melhor Feminino: Medalha
(premiação não cumulativa)

APOIOS:
- Site Xadrez Gaúcho - http://xadrezgaucho.wikispaces.com
- IXC - Internet Xadrez Clube http://www.ixc.com.br
- ONG Embrião

Um abraço
Dúvidasestou no fone (051) 9659.8222
Ancila Ferreira
Prestigium Comunicação Integrada

Fonte sobre detalhes do Torneio: Marcelo Konrath –Professor e Árbitro Nacional- nolocal do torneio ou pelo fone (051) 9959.5342

Niver


Moura ao lado de Antônio Augusto, seu ex-colega da Caldas Jr.num almoço relembrando os tempos da Folha da Tarde.



Moura, nos anos 60/70 no restaurante do Aurélio Ghilosso, no aeroporto Salgado Filho,quando entrevistou o senador Robert Kennedy.

a foto foi feita pelo Alberto Etchart...


O José Nelson Moura, nascido passofundense, comemora hoje seus 80 anos bem vividos.Vai comemorar com os filhos, na casa da filha Aline, em Petrópolis.

Gremistão, o Moura só não atura colorado e quem for contra o PDT e o PT, de quem ele é eleitor...

Foi o primeiro funcionário concursado da imprensa do DAER...

Trabalhou a vida toda na Caldas jUNIOR E cobria principalmente o aeroporto. Foi lá que no começo dos anos 70, deu um baita furo jornalistico. Um dia ele conferiu na lista de passageiros da Varig e viu lá o nome do Robert Kennedy. Foi no restaurante do Aurélio Ghillosso,no andar de cima e lá estava o então senador por Massachutts, dos USA tomando uma ceva(Antartica.) Alberto Etchart, fotógrafo que estava lá no lugar do ESpanhol, pai, foiquem fez a foto.

O Kannedy estava indo pra Argentina, vinha do Nordeste e o avião fez uma parada emergencial..

Baita furo do MOurinha...

Bom,não posso deixar de citar que ele é um dos mais ativos da mesa das serpentes, todas ass manhãs, no café da Uruguai.

No dia que o Moura não vai, ou está em velório, ou então na praia, mas isto só acontece uma vez ao ano. No último verão ficou um mês em Lagoinho, em Floripa. Mas aí pegou sol demais e agora tem que tirar uns sinais das peles..

Abraços do editor ao colega e muitos anos de vida,ainda!


Tomou posse o Diretor do Rio Grande do Sul


Horn



Carlos Henrique Horn, indicado pelo Governador Tarso Genro para representar o Estado na Diretoria do Banco Regional de Desenvolvimento do Rio Grande do Sul (BRDE) tomou posse, hoje como Vice-Presidente e Diretor de Planejamento.

Economista formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Carlos Henrique Horn tem Mestrado em Economia pela UFRGS e Doutorado pela LSE London School of Economics da Universidade de Londres. É professor do Departamento de Ciências Econômicas e do Programa de Pós-graduação em Economia da UFRGS. O cargo foi transmitido pelo Presidente do BRDE, Renato de Mello Vianna. Horn ocupou o cargo de Diretor-Presidente do BRDE (2000/2001).

A cerimônia de apresentação dos Diretores do BRDE, CaixaRS e AGDI, será presidida pelo Governador Tarso Genro. A cerimôniaacontecerá na próxima segunda-feira (11) às 10h30min, no salão Negrinho do Pastoreio no Palácio Piratini.




Melissa Louruz Cachapuz
Assessora de Comunicação
Fone: 51 3215.5184
Fax: 51 3215.5121
www.brde.com.br

De São Borja


Completam-se ontem, dia 7.04.2011, 18 anos do falecimento de dona Neusa Goulart Brizola.

Ela está sepultada no jazigo da família Goulart, no cemitério Jardim da Paz, em São Borja.

Dia do Jornalista


Olha, mais uma data de jornalista. tem tantas!!!!!

GUERRA FRIA: VÍDEO MOSTRA GOLPE CONTRA O GRUPO CLARÍN

De Buenos Aires
Gelson Farias


Olides.
Não existe bombeiro que consiga apagar este incêndio, entre CGT, governo de Cristina e o Grupo Clarín aqui na Argentina. O motivo teria sido a exibição de uma gravação do em vídeo mostrada num dos programas de maior audiência da TV Canal 26, ( programa jornalístico ), onde Luis Siri, representante do sindicato dos trabalhadores das gráficas na AGR (empresa que imprime as publicações do grupo) e principal líder dos piquetes e greves realizados contra o periódico. Siri, sindicalista vinculado ao governo da presidente Cristina Kirchner, foi filmado com uma câmara oculta pedindo o pagamento de uma propina ao Clarín. Para a eventualidade de o jornal não pagar a propina, Siri fazia uma ameaça: "Bloqueio o jornal e ele não sai mais, hein!".



Extorsão do sindicalista Luis Siri contra o Grupo Clarín, exibida pelo anal 26 em Buenos Aires



No vídeo, Siri aparece pedindo ao Clarín 3,150 milhões de pesos (US$ 780 mil) para uso próprio. A gravação foi feita em 17 de fevereiro. Em 27 de março Siri e seus colegas bloquearam o Clarín. Nesse período, o jornal rejeitou pagar a propina. Na gravação, que foi feita pelos funcionários do Clarín sob acompanhamento de um tabelião (que lacrou a câmera com a qual foi feita a gravação), Siri deixa claro que os motivos das pressões sindicais ao jornal não são trabalhistas, mas sim, políticas: "É um erro encarar isso como um conflito trabalhista e não como (um conflito) político".

A promotoria considera que se trata de um caso de extorsão. Os partidos de oposição condenaram o pedido de Siri e pedem que os promotores investiguem suas conexões com o governo. Enquanto isso, a administração Kirchner mantém silêncio sobre o escândalo da propina.

Alguns na Argentina criticaram dizem que está briga vai acabar mal e que o sindicalista não pode desmentir o que é verdadeiro. Ocorre que não se tratava de uma acusação infundada, pois há um vídeo para comprová-la - e o próprio Siri que aparece pedindo propina. Nestas circunstâncias, o que mais o sindicalista poderia fazer? Esperar alguns séculos para comprovar se era verdade ou não? Milagres são difícieis de serem comprovados, mas pecados não - principalmente com provas e a admissão de culpa por parte do acusado. Assim sendo, não restou alternativa ao Grupo Clarín, de mostrar à gravação – contar ao povo argentino o que esta acontecendo, falar a verdade -- e pedir proteção a justiça.

“Se a justiça não aceitar nosso pedido de proteção, continuaremos a pedir. É claro que os amigos de Siri tentam desqualificar as acusações exibidas pela televisão”, revelou um dos diretores do Grupo Clarín.
O jornal “Clarín” também aventa a possibilidade de uma espécie de "vingança política", e que ainda não há informações sobre quem realmente estaria por trás de toda essa trama contra o jornal.


Luis Siri, em entrevista pela TV canal 26 de Buenos Aires


Numa entrevista na manhã de hoje, pela televisão, o sindicalista qualificou a gravação como uma fraude: “O grupo Clarín esta tentando desonrar meu nome perante ao povo argentino”. Disse ele aos repórteres.

Por outro lado, muitos dizem que o sindicalista foi usado por seus dirigentes da CGT e não esperava que sua conversa com os dirigentes do Grupo Clarín pudesse ser gravada. “Na verdade repete-se a tática do cuco, que põe os seus ovos no ninho alheio para serem chocados”. Disse Alberto Olada, sindicalista ligado a imprensa Argentina.

Coleguinhas


*Olyr Zavaschi, que está de licença saúde da ZH, está bem. Vai pro exterior, pra visitar um filho( tem gente achando que porque eu disse que ele tá se tratando de um câncer, eu tou gourando....não é nada disto, mas meu dever é informar e vou morrer fazendo isto....)


*Serginho Ross,agora, só pra me contrariar, resolveu defender a CATIGORIA...Olha Serginho, eu também não tenho nada contra( aliás, quem é de Serafina não tá muito acostumado, porque lá os caras passavam urtigões na bunda dos caras...) mas que eu vi o FALECIDO num sa´bado dar uma desmunhecada no barzinho da ARI que me deixou impressionado....

a morte do Flávio...

Bah, o sindicato dos jornalistas apresentar nota de pesar pela morte do Flávio é de cabo de esquadra...pra ver onde a hipocrisia chega. Se detestavam. O flávio chamava o sindicato de ESQUERDALHA DO PT E ELES O CHAMAVAM no minimo de ASSASSINO.....


Todt Comunicação


A Green Pallet do Brasil, empresa gaúcha fabricante de pallets plásticos com o aproveitamento de materiais reciclados, está expondo sua linha de produtos na Cemat South América, que está sendo realizada de 4 a 7 de abril, no Centro de Exposições Imigrantes em São Paulo. Esta é a maior feira de logística do mundo e é a primeira vez em que ocorre no Brasil. A Green Pallet tem fábrica em Gravataí, sendo um empreendimento bi-nacional reunindo investidores do Canadá e do Rio Grande do Sul. A participação na Cemat South América, que reunirá os principais operadores da área de logística, tem por objetivo a apresentação da linha de pallets plásticos da empresa, produzidos com a utilização de processo tecnológico sem similar na América Latina.

Todt Comunicação

Recado

Serginho, dá este recado pro Chagas: encontrei aqui na Assembl´´eia Legislativa( ele trabalha aqui,agora, na bancada do PT) o autor do livro TENHO DITO, o Paulo Riccordi e lhe disse que o Chagas tava gostando de ler seu livro. Ele ficou mais contente que ganso em açude cheio.....


Senadora Kátia Abreu se bandeia da oposição para a base aliada do petismo



A senadora Kátia Abreu (TO) entregou nesta terça-feira sua carta de desfiliação do DEM, onde era uma das principais lideranças nacionais, para aderir ao projeto do PSD, lançado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, partido que fará parte da base aliada do petismo. A migração para a nova legenda será oficializada nesta quarta-feira, em discurso no plenário do Senado.

A filiação ocorre em meio ao descrédito provocado pelo anúncio de fusão com o PSB, idéia que não vingou, e a leitura de que a nova sigla será linha auxiliar do governo. Ela garante que a fusão com o PSB jamais existiu como proposta séria e que o PSD será de oposição, mas afirma: “Oposição não é empresa de demolição: não precisa de adjetivos, mas de caráter”. Acredite quem quiser... Ela tenta explicar porque está deixando o DEM: "Em busca de uma tribuna mais eficaz para defender meu ideário. O DEM cumpriu missão histórica admirável, viabilizando a transição democrática com Tancredo Neves e José Sarney, e garantindo a estabilidade dos três governos seguintes. Mas vive turbulência interna. Deixo o partido, mas não mudo, as idéias e objetivos são os mesmos".

De Serafina


Vice-Prefeito e Secretárias Municipais em Brasília


Vice-Prefeito Flávio Breda, Secretária Daiane Presotto,
Presidente da Câmara dos Deputados Marco Maia e Secretária Olderes
Santin.


Ana Amélia Lemos: Secretária Olderes, Senadora Ana Amélia Lemos,
Secretária Daiane e Deputado Estadual Pedro Westphalen.


Secretária Daiane, Assessor Especial da Secretaria de Relações
Institucionais da Subchefia de Assuntos Federativos Julio Héctor Marín
Marín - Paco, Secretária Olderes e Vice-Prefeito Flávio Breda.

Na semana de 28 de março a 1ª de abril, o Vice-Prefeito, Flávio José Breda, a Secretária de Administração, Daiane Piacentini Presotto, e a Secretária de Coordenação e Planejamento, Olderes Piazza Santin, estiveram em Brasília, numa importante viagem de trabalho.
Durante a semana, diversas Audiências com Deputados e reuniões fizeram parte da agenda de compromissos das lideranças serafinenses que buscaram apoio, apresentaram e acompanharam projetos de interesse de toda a comunidade. No Palácio do Planalto, o Vice-Prefeito e as Secretárias Municipais tiveram uma audiência com o Assessor Especial da Secretaria de Relações Instituições Subchefia de Assuntos Federativos, Julio Héctor Marín Marín, o Paco, e com o Secretário Geral da Associação Brasileira de Municípios, José Carlos Rassier, falando sobre as reivindicações, principais deficiências do município, buscando apoio aos projetos ligados à infraestrutura, à saúde, educação e tantas outras áreas importantes.
O Vice-Prefeito, juntamente com as Secretárias Municipais também tiveram a oportunidade de dialogar com o Presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, apresentando as principais necessidades e encaminhando projetos importantes para a população serafinense. No MEC, as lideranças reuniram-se com Eliezer Moreira Pacheco, Secretário de Educação Profissional e Tecnológica (SETEC/MEC), acompanhados pelo Deputado Pepe Vargas, tratando da federalização da Escola Municipal Agrícola e o desenvolvimento e crescimento dessa escola no âmbito regional.
Durante a semana bastante atarefada em Brasília, o Vice-Prefeito e as Secretárias Municipais visitaram e protocolaram pedidos de apoio aos projetos serafinenses. Dentre os Deputados visitados, as lideranças tiveram a oportunidade de visitar o Gabinete dos Deputados Giovani Cherini, Danrlei de Deus Hinterholz, José Otávio Germano, Elvino Bohn Gass, Jerônimo Goergen, Vilson Covatti, Mendes Ribeiro Filho, Osmar Terra, Luiz Noé, Afonso Hamm, Ronaldo Nogueira, Renato Molling, Ênio Bacci, Dionilso Marcon, entre outras lideranças políticas do cenário nacional. Uma audiência importante aconteceu no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento com Marcelo Andrade de Almeida, Coordenador Geral de Parcerias Institucionais. O Vice-Prefeito e as Secretárias Municipais Daiane e Olderes também foram recebidos no Gabinete da Senadora Ana Amélia Lemos e do Senador Paulo Paim. Com a morte do ex-Vice-Presidente da República, José Alencar, as lideranças serafinenses participaram também do velório.
A Secretária Municipal de Coordenação e Planejamento, Olderes Piazza Santin, afirmou que as lideranças serafinenses têm trânsito livre nos Ministérios em Brasília pois apresentam excelentes projetos cadastrados junto ao Portal de Convênios e Contratos de Repasse – SICONV.
Para o Vice-Prefeito, Flávio José Breda, a viagem a Brasília é de extrema importância para o encaminhamento e acompanhamento dos projetos que dizem respeito às prioridades de toda a comunidade, seja quanto à infraestrutura, à educação, à saúde e tantas áreas de interesse social do povo. O que percebemos é o apoio e a participação dos Deputados, Senadores e Assessores com o objetivo de conquistar os projetos e reivindicações da comunidade serafinense, salientou o Vice-Prefeito. Além da agilização na liberação de recursos em obras em andamento como a Proinfância, pavimentação e saúde, a viagem serviu para encaminhar projetos nas ações de agricultura, saneamento, esportes, educação e cultura.


Atenciosamente,
Adriana Sabadin - Assessora de Imprensa


Histórias de la Ùndeze


Trocando de lado....


A atual secretária municipal de Coordenação e Planejamento de Serafina Correa, a ex-vereadora Olderez Piazza Santin( filha de um ex-vereador do município) já foi do PMDB, partido pelo qual também ocupou a presidência do legislativo municipal.

Mas trocou de lado, depois de desavenças político-partidárias...

Acontece que o prefeito era do PMDB quando ela estava neste partido que ficou 12 anos no poder( quatro com o prefeito Luis Gheller e oito com Valcir Segundo Reginatto, o Polaco). Mas quando ela viu o partido fazer água, pulou fora.

E negociou seu apoio político ao atual prefeito Ademir Presotto, o Bico Branco, do PP.

Olderez fez concurso para a prefeitura municipal, passou e agora na gestão do PP virou secretária municipal.

Como dizem sempre, se hay poder estou do seu lado!

Soul comemora seus 60 anos


A empresa de transporte intermunicipal metropolitano Soul lança nesta sexta (08) um site comemorativo sobre seu aniversário de 60 anos, que ocorre em 09 de julho, e que integtra a série de comemorações pela data. Ele será formado por links como história, notícias, fotos, agenda e vídeos com informações importantes sobre os principais programas sociais e campanhas realizadas pela Soul, como o Projeto Pescar, Campanha do Agasalho, a parceria com a Fundação Thiago Gonzaga, entre outros. Ainda há a linha do tempo, que situa o usuário no desenvolvimento da empresa e da sociedade, desde sua fundação em 1951 até hoje. Outra ação inédita apresentada foi o ônibus especial adesivado com a assinatura de todos os seus colaboradores na carroceria. Este veículo simboliza o compromisso com a qualidade dos serviços prestados à comunidade de Alvorada e estará circulando durante o ano todo, em paralelo ao calendário de eventos dos 60 anos.
Incluída em: 06/04/2011 - 15:45

do blog do affonso ritter....


Coleguinhas

Por Dentro da Zero Hora!

O DINOSSAURO

que resiste a ter Blog


Faz 41 anos que Gilbertinho Leal trabalha na ZH....

E atualmente está sendo pressionado pela empresa pra ter um blog, mas ele resiste...é um dos poucos, ou talvez o único que ainda não tem site...( O Renato Rossi,seu principal concorrente no Sul, que trabalha na Guaiba-Correio do Povo tem mas não atualiza muito....)

Gilberto Leal entrou na ZH,quando o jornal foi comprado pelos Sirotsky do Ari de Carvalho( que iria pro Rio e fundaria outro jornal que hoje tem grande circulação).

Antes ele trabalhava na TV Gaucha, que era dos Sirotsky.Homem de extrema confiança do Lauro SChirmer ele foi trazido pra ZH onde encontrou trabalhando: Lauro Schirmer, como editor-chefe, Luis Figueredo(já falecido,como o Lauro) e Carlos Bastos( hoje na Assembléia Legislativa) e o Antônio Oliveira(hoje também na Assembléia Legislativa) como assistente.

Eu conheci o Gilbertinho nos anos 70....

como colega de redação. Quando íamos fazer cobertura de praia, em Tramandaí, estreitamos nossas relações e sempre me dei bem com o colega, apesar de algumas rusgas...

Uma brincadeira que eu fazia era quando chegavam guriazinhas na redação: eu alertava em voz alta: segurem o Gilbertinho....


APELIDO ESTRANHO...

algumas brincadeiras dentro da Redação chegavam as raias de uma intimidade que só se consegue entre amigos, mais do que colegas.

O falecido Norberto,seu colega, o chamava de SUZI FREE WAY....Tudo porque Gilbertinho Leal tinha a confiança absoluta da redação do jornal e era sempre destacado pra cobrir as vindas do Ministro Mário Andreazza,todo-poderoso na época, que vinha inspecionar as obras da FREE WAY....

aliás, foi o Gilbertinho que fez a cobertura da inauguração da free way feita pelo presidente Emilio Médici...

Os jovens de hoje devem vê-lo na redação da ZH como a gente via um Firmino Bimbi,dentro da Folha da Tarde,ou um Arquimedes Fortini, no Correio do Povo.

Mas o Gilbertinho mantém seu alto astral e sua competência que o mantém na redação há tantos anos....

E além de tudo, oGilbertinho Leal também dá aula na Famecos, na PUC...Bem entre os jovens,q ue ele gosta!!!!

Press Advertising apresenta novidades gráficas e editoriais

Revista não circula mais com fotos dos entrevistados na capa

A edição 131 da revista Press Advertising apresenta novidades, a oitava reforma gráfica e editorial em 14 anos de circulação. A primeira atualização é a produção de capas conceituais, que deixam de exibir, em destaque, a imagem dos entrevistados do mês – a revista se caracteriza por ter duas capas, uma direcionada para imprensa, outra para publicidade. Estas entrevistas com profissionais do mercado de Comunicação se tornaram mais enxutas e agora ocupam quatro páginas de cada um dos títulos.

Do lado publicitário, a Advertising tem como manchete de capa a pergunta “Qual é a mensagem?”. A questão é referente à matéria em que é abordada a utilização de linguagens num universo de novas mídias. O entrevistado do mês é o presidente da Competence, João Satt, que fala sobre os 20 anos da agência, destacando o que continua sendo relevante em propaganda. A revista também alinha 10 tendências que devem se confirmar na próxima década, no mundo da tecnologia e da comunicação. Traz também colunas de André Martins e Alberto Meneghetti e notícias do mercado publicitário gaúcho.

A capa da Press destaca o surgimento de um “Novo Jornalista”, criado pelas tecnologias de comunicação e destaca termos como wikijornalismo e crownsourcing. Na entrevista do mês, Mr. Pi, o comunicador da Rádio Atlântida, fala sobre a “fascinante capacidade que as pessoas têm de enrolar e desenrolar sobre quaisquer assuntos”. A revista também faz um inventário sobre os 14 anos de publicação e relembra momentos importantes da indústria da comunicação e da própria Press. E conta a história da criação literária e da produção de livros nos últimos cinco séculos.


Coleguinhas

Luis Antônio Guerreiro, fotógrafo, que trabalhava na Assembléia Legislativa, está na imprensa da Prefeitura de Porto Alegre.

A morte de Flávio....

Porque ele matou a jovem???!!!!!!

Pro túmulo junto com o Flávio Alcaraz foi o segredo de porque ele matou na noite de 11.04.1976( quase junto da data de sua morte...) a jovem Maria José Alberton Silva, numa noite de sábado,em frente a sua casa, no Morro Santa Tereza.

Sobre este assunto, ele jamais quis falar....


Esteve por causa disto mais de dois anos no Presídio Central, de onde saiu pra trabalhar na Rádio Gaúcha e no DMLU. Dizem que o diretor do presídio central não o aguentava mais lá dando furos de reportagem...Num deles, durante um motim dos presos, ele botou de dentro do Presídio no ar na rádio Gaúcha a gritaria dos apenados amotinados e a France Presse acabou fazendo matéria disto.

A morte da jovem, que ele matou com uma cano 12, em frente a sua casa, desandou um monte de protestos na cidade, comandada por parentes da menina que morreu....FLAVIO ASSASSINO era o slogan que manchou vários locais principalmente da avenida Independência....

Perdeu o emprego( seu primo Breno Caldas fez seu nome sumir até do noticiário pra não " contaminar" os jornais da empresa com o nome do ex-funcionário) e apartir daí comeu o pão que o diabo amassou....

Sua agonia terminou quando foi levado pro Presídio e lá ficou dois anos e pouco cumprindo pena....

A verdadeira motivação porque atirou na jovem - dizem que querendo acertar no condutor do carro - ele guardou pra si...
Claro que uma onde de boatos dizem que o cara era seu "amante" e que fora lhe fazer ciuminho na frente de sua casa....


De São Borja


Completam-se hoje, dia 7.04.2011, 18 anos do falecimento de dona Neusa Goulart Brizola.

Ela está sepultada no jazigo da família Goulart, no cemitério Jardim da Paz, em São Borja.


ARGENTINA: A ESTRUTURA DA CORRUPÇÃO DESENFREADA

Uma verdadeira guerra entre o Grupo Clarín e o Governo Federal

De Buenos Aires
Gelson Farias

Abril de 2011. Buenos Aires amanheceu triste e o gélido vento do rio de La Plata se fazia sentir. Aquela singela melancolia tinha um forte motivo: a exibição de uma gravação apresentada num dos programas de maior audiência da TV Canal 26, ( programa jornalístico ), onde Luis Siri, representante do sindicato dos trabalhadores das gráficas na AGR (empresa que imprime as publicações do grupo) e principal líder dos piquetes e greves realizados contra o periódico. Siri, sindicalista vinculado ao governo da presidente Cristina Kirchner, foi filmado com uma câmara oculta pedindo o pagamento de uma propina ao Clarín. Para a eventualidade de o jornal não pagar a propina, Siri fazia uma ameaça: "Bloqueio o jornal e ele não sai mais, hein!". Pelos cafés de Buenos Aires não se fala em outra coisa. A causa, razão ou circunstancia pelo ocorrido, tinha uma sinistra origem: A briga entre o governo, CGT e o grupo Clarín.



Edição do Clarín de 1945

Uma verdadeira guerra entre o Governo Federal – comandado Por Cristina Kirchner e o grupo midiático mais importante da Argentina – Clarín. O episódio serviu para desnudar toda a obscura estrutura, da corrupção desenfreada. Os bloqueios causaram um prejuízo incalculável em um de seus negócios mais rentáveis – a circulação dos jornais -- recebido pelo Grupo Clarín em sua disputa particular contra a força do governo Kirchner. Gente influente rica e poderosa da Argentina é o fiel da balança, mostrando uma vez mais o círculo mafioso por trás do alto escalão da história de um monopólio.
Em 1945 nasce o diário Clarín: o primeiro jornal diário da Argentina em formato tablóide. A história do Clarín se confunde com a biografia de seu fundador: o advogado Roberto Noble, que entre muitas das suas contradições, foi deputado bonaerense por um partido de esquerda, e posteriormente, ministro no governo direitista de Manuel Fresco na Província de Buenos Aires. Em meio a seus anseios políticos surge o diário Clarín, que com uma linguagem simples e direta, conquista o público portenho – como é denominada a população nativa da cidade de Buenos Aires – demarcando sua linha editorial de forma popular, e supostamente, apolítica. Diante da repressão imposta pelo governo de Juan Domingo Perón contra a imprensa escrita, o Clarín – curiosamente – se vê beneficiado quando o governo expropria os classificados do diário La Prensa, que passam a ser publicados pelo periódico de Roberto Noble. Historiadores de comunicação concordam que este foi o fato determinante para que o Clarín se transformasse no ‘Gran’ diário argentino – slogan atual do jornal. Como a maioria dos periódicos que ainda perduram, o Clarín soube ser governista quando necessário. Apoiou o governo desarollista – como ficou conhecida a linha econômica adotada durante este período de crescimento argentino – de Arturo Frondizi. Em troca, o mandatário argentino dispôs de um generoso empréstimo para que o Clarín modernizasse o seu maquinário. Foi o começo da estreita relação entre o Clarín e os diferentes governos federais ao longo dos anos.



Ernestina Herrera



Em 1969, falece Roberto Noble. Sua esposa, Ernestina Herrera assume a condução do jornal. Nessa época, o peronismo estava proibido no país por ordem da Junta Militar. Contudo, após largas alianças políticas, Juan Domingo Perón acabaria voltando ao poder em 1973. Um ano depois, o mandatário argentino acabou falecendo, deixando o governo nas mãos de sua viúva: Isabelita Perón. Em 1976, a mesma é destituída pela Junta Militar, comandada por Jorge Rafael Videla. Assim, tem início a fase mais obscura da história recente do país vizinho, assim como o crescimento eminente do Clarín enquanto a seus negócios. Ernestina Herrera estreita sua relação com os militares. Nas páginas do jornal, obscuras ações do governo eram ocultadas – ou maquiadas se necessário. Em vista disso, o governo militar cedeu ao Clarín – também ao La Nación – os direitos de participar das ações da empresa Papel Prensa. O governo argentino, no início dos anos 70, decide criar uma empresa estatal para a produção de papéis com a finalidade de abastecer os principais jornais e revistas do país. Nesta mesma época, o Clarín junto a um conglomerado midiático cria a agência DYN (Diarios e Noticias). Muitos não imaginavam, mas assim nascia o Grupo Clarín e seus múltiplos negócios.



Filhos adotivos de Ernestina Herrera de Noble , seriam filhos de pais mortos durante o regime militar argentino


Enquanto Diego Armando Maradona começava sua carreira profissional com a camisa do Argentino Junior, Jorge Videla e seus comandados entregavam crianças – filhas de desaparecidos políticos – nas mãos de famílias que tivessem relações estreitas com membros da Junta Militar. Dessa forma é criada a associação das Mães de Plaza de Mayo. A entidade nasce com intuito de buscar através da justiça pela identidade de seus entes desaparecidos durante o governo militar. Mães de Plaza de Mayo afirmam ter provas de que os filhos adotivos de Ernestina Herrera de Noble seriam um de seus netos. Marcela e Felipe Noble teriam sido entregues aos militares enquanto seus pais biológicos eram torturados, ou como em outros trinta mil casos: assassinados.



Ex-presidente Raúl Alfonsín


A entidade pede judicialmente que Marcela e Felipe Noble se submetam a teste de DNA. O processo segue na justiça, mas assim como representa a estreita relação do Clarín com os militares, o caso tornou-se um emblema de um dos acontecimentos mais soturnos da história argentina. Com a volta da democracia, assume o comando do país a União Cívica Radical, sob a batuta de Raúl Alfonsín. Em meio a uma grave crise econômica, que culminou com um dos maiores índices de inflação da história do país vizinho, o Clarín lograva manter-se como o jornal de maior circulação na Argentina, assim como um dos maiores entre todos os países de língua hispânica.


Ex-presidente Carlos Saúl Menem.

Por culpa da hiperinflação que assolava os solos argentinos, Raúl Alfonsín sofre uma série de pressões e renuncia meses antes de passar a faixa presidencial a Carlos Saúl Menem. A eleição presidencial de 1989 é vencida pelo peronismo, e assim, o ex-governador da Província de La Rioja assumiu o governo em meio a uma grave crise social e econômica. Um das medidas mais drásticas em seu polêmico governo – junto à famosa paridade cambial – foi privatizar uma série de serviços públicos para combater a hiperinflação. Para deleite da família Noble, meses após a posse de Carlos Menem, o congresso nacional argentino aprovaria uma mudança no artigo 46 da lei de radiodifusão, que proibia até então que empresas gráficas fossem donas de meios radiofônicos ou televisivos. Foi assim que o Grupo Clarín adquiriu a rádio Mitre e venceu o concurso de licitação pelos direitos do Canal 13 de televisão. Em 1991, Clarín adquire os direitos para transmitir os jogos da primeira divisão do futebol da Argentina.


Sede do grupo Clarín, em Buenos Aires


Coincidentemente neste ano, o futebol argentino sofre uma série de modificações estruturais que tinha como finalidade a adequação aos interesses da televisão. A primeira divisão passaria a ser disputada através de dois torneios anuais: no segundo semestre e o Clausura na primeira metade do ano. Para ratificar a sua aposta pelo negócio futebol, em 1996, o Grupo Clarín cria o primeiro jornal esportivo da Argentina: o diário Olé. Graças ao seu formato tablóide e suas manchetes polêmicas e sugestivas, o jornal é um rotundo sucesso, servindo como modelo para a criação do diário Lance! A televisão a cabo ainda engatinhava na América Latina, quando o Clarín resolveu que era o momento de investir neste promissor mercado. Desta maneira nasce a operadora de televisão a cabo do grupo: a Cablevisión. Em Dezembro de 2007, o Clarín adquire a operadora Multicanal quando Nestor Kirchner rubricou a fusão das duas principais operadoras do país. Foi a última – e contraditória – medida de Kirchner como presidente da república, ato que se arrependeria rotundamente num futuro próximo.

O homem forte da Argentina
A carreira política de Néstor Kirchner tem início dentro da Faculdade de direito da cidade de La Plata. Lá conhece a sua futura esposa, Cristina Fernandez. Luis Majul, um dos mais prestigiados jornalistas argentinos publicou El Dueño, livro que conta como Nestor Kirchner se transformou no homem mais poderoso da Argentina. Nunca em toda a história da Argentina, um presidente teve tanto poder político e econômico como Nestor Kirchner. Nem mesmo Juan Domingo Perón, muito menos Carlos Menem. Kirchner não se contenta em ser parte de um poder transitório. Pelo contrário: pretende ser parte de um poder permanente. De 2003 até agora, tomou por conta própria o patrimônio do estado, distribuiu entre seus amigos o grande negócio das obras públicas. Contribuiu para que um empresário aliado comprasse parte da empresa petrolífera – YPF, que é a empresa mais lucrativa da Argentina. Controlou o caixa do transporte público. Interferiu nos bancos públicos e privados, além de interferir em toda a lógica dos meios de comunicação para golpear ao Clarín e assim controlar parte das informações de todos os argentinos.



Ex -presidente Kirchner( foto) não se contentava em ser parte de um poder transitório. Pelo contrário: pretendia ser parte de um poder permanente. Dia que: “A política deve ser incentivada. Na Argentina eu quero isso porque é um sentimento em meu coração e não importa o que os jornalistas de merda, a cadela que deu à luz dizem por ai".


Em meio ao convívio acadêmico, Cristina Fernandez e Néstor Kirchner deram início à militância política dentro da FURN – Federação Universitária de Revolução Nacional. O grupo fazia parte de núcleo estudantil da Revolução e Juventude Peronista. Em 1976, com o golpe de estado aplicado pela Junta Militar, Nestor não teve dúvidas em partir com sua amada para a sua terra natal: a cidade de Rio Gallegos, capital da Província de Santa Cruz. A cidade de La Plata – capital da Província de Buenos Aires – era um local mais do que impróprio para viver em meio a tanta perseguição aos jovens peronistas. Em Rio Gallegos, o casal iniciou uma nova vida dedicando-se ao labor do direito num renomado escritório de advocacia. Casados, com filhos e muitos imóveis em Rio Gallegos, Cristina e Nestor eram cada vez mais influentes, tanto que em 1981, Kirchner se tornou presidente do instituto previdenciário da Província de Santa Cruz, no sul da Argentina. No setor público, Nestor fez sua base política para chegar à prefeitura de Rio Gallegos. Em 1987, Nestor Kirchner se tornou prefeito da capital da Província de Santa Cruz, em eleição mais do que acirrada. Quatro anos depois se consagrou governador de Santa Cruz, onde ficou até tornar-se presidente da República em 2003. Em seu governo, a Província de Santa Cruz cresceu graças a um grande impulso no setor petrolífero – principal atividade econômica da região patagônica da Argentina. Em meio a reformas constitucionais, Kirchner conseguiu extinguir a lei que limitava o número de reeleições em Santa Cruz. Assim, Nestor conseguiu se reeleger em três oportunidades e assim criou a força política necessária para ser um dos principais candidatos peronistas pós-Menem. Em Dezembro de 2001, em meio a um enorme colapso na economia argentina, o então presidente Fernando De La Rúa renunciou ao cargo. Enquanto o presidente radical deixava a Casa Rosada em um helicóptero, a população argentina, ao ritmo de panelaços, exigia uma solução sob o slogan popular: Que se vayan todos! Depois de três mandatários negarem assumir a faixa presidencial, o congresso nacional designou Eduardo Duhalde, ex-governador da Província de Buenos Aires, como novo presidente argentino. Em 2003, com medo do regresso de Carlos Menem à Casa Rosada, o eleitorado argentino apostou por Nestor Kirchner e assim Lupo – apelido de infância de Kirchner – assumiu a presidência da República Argentina.
A relação entre Kirchner e Clarín
A relação entre Nestor Kirchner e os meios de comunicação sempre foi estreita. A fórmula do sucesso, o mandatário havia aprendido quando era governador da Província de Santa Cruz. Luis Majul definiu a relação inicial de Kirchner – como presidente da Argentina – com a imprensa da seguinte forma: Durante os primeiros duzentos dias de sua gestão, havia sido beneficiado, com o que a revista Notícias denominou “oficializes”: uma forte tendência da maioria dos meios de comunicação, em especial os jornais, em apoiar as decisões oficiais e não criticar nem mesmo os mínimos erros.



Héctor Magneto, diretor do grupo Clarín

O monopólio do Grupo Clarín no ramo das operadoras de televisão a cabo estava consolidado. Com o aval do governo federal o Grupo Clarín – passavam a deter quase 70% do mercado de operadoras de televisão a cabo na Argentina. Mas se Nestor Kirchner criava tantas facilidades ao Grupo Clarín nos ramo das telecomunicações, como houve a quebra de relações que resultou nessa verdadeira guerra? O jornalista Luis Majul afirma que Nestor Kirchner criou um vinculo esquizofrênico com o Clarín. Com o passar dos meses a relação criou inúmeras ameaças que o grupo midiático mais poderoso da Argentina – sob a batuta de seu diretor Héctor Magneto – não suportou. Kirchner se sentiu traído quando os inúmeros meios de propriedade do Grupo Clarín exibiam de forma imparcial os desdobramentos da guerra entre o governo federal e o setor rural da Argentina.
O primeiro revés na relação entre Kirchner e Clarín ocorreu em maio de 2007, quando o jornal de Ernestina Herrera de Noble publicou em primeira mão o escândalo envolvendo funcionários da administração ‘K’ – como era conhecida a cúpula do então presidente e Cristina Fernandez – com a construtora sueca Skanska. Supostamente, os escandinavos teriam dado propina para realizar obras a serviço do governo federal. O caso ficou conhecido como Skanska, e nele Kirchner teve o primeiro sinal que sua relação com a mídia não seria mais um mar de rosas. O título der capa “Corrupção” deixava bem claro que as vistas grossas dos meios de comunicação a seu governo havia terminando. A relação íntima entre o governo e o Clarín era escancarada. Pessoas ligadas a Néstor Kirchner mantinham contato permanente com editores e jornalistas influentes do jornal. A cada notícia que não era de agrado, o mandatário ligava para a redação do jornal pedindo explicações porque a pressão era insustentável. Diante da gota d’água, o governo federal colocou jornalistas/espiões dentro da redação do Clarín.
A pessoa da qual as autoridades do Clarín definiram como espião trabalhava como jornalista dentro de uma das seções mais importantes do jornal matutino. Começaram a suspeitar que o espião mandasse informações ao governo quando um dia, Alberto Fernadez – então chefe de gabinete presidencial – ligou para um alto executivo do jornal para queixar-se sobre uma notícia que iria sair na capa da manha seguinte. Os editores se reuniram com urgência. No Clarín sempre houve uma regra: as informações sobre as capas são secretas, apenas Magneto – editor executivo e um dos principais acionistas do jornal – poderia saber. Foi assim que decidiram iniciar uma investigação para saber como havia vazado a informação. Não tiveram que usar tecnologia complexa, nem mesmo contratar uma organização de contra-espionagem, apenas pediu ao departamento de logística, a relação de ligações internas efetuadas rumo à Casa de Governo. O final de seu mandato se aproximava, e com a eminente vitória nas urnas de Cristina Fernandez, Néstor Kirchner tentou a última cartada para seduzir o Grupo Clarín e deixar para sua esposa um caminho tranqüilo para governar sem a tradicional pressão midiática.



Sede da Cablevisión, em Buenos Aires

Em vista disso, no dia 7 de Dezembro de 2007, o mandatário autorizou a fusão entre Multicanal e Cablevisión – as duas maiores operadoras de televisão a cabo da Argentina – efetuada pelo Grupo Clarín. Antes disso em 2005, Kirchner prorrogou por 10 anos as licenças dos mais influentes meios audiovisuais da Argentina, incluindo a rádio Mitre e o Canal 13 de televisão – ambos de propriedade do grupo Clarín. Kirchner estava rubricando a posição dominante no ramo de televisão a cabo, este que é um dos negócios de comunicação mais rentáveis da Argentina. Para que se entenda bem: mesmo antes da fusão, o negócio de TV a cabo e internet representava para o Grupo Clarín, setenta por cento de todos os seus lucros. Logo após passar a faixa presidencial para sua esposa, Néstor Kirchner percebeu que sua tentativa de seduzir os meios de comunicação havia fracassado, e a polêmica cobertura midiática do primeiro embate do governo de Cristina Fernandez não o deixava negar.
Hoje, pelo que se observa a briga reinicia, até mais violenta. Vamos esperar para ver, como vai terminar “se terminar” essa batalha de uma GUERRA FRIA entre o governo de Cristina e o Grupo Clarín.

Flávio, a morte...

1) ontem a noite, no chima da ARI o Bicudo contou o seguinte:

sempre houve uma grande rivalidade dentro da Caldas Jr. entre a Folhinha da Manhã e o velho Correião. O Flávio representava o que de pior tinha de direita, dentro da Caldas. Patronal, é pouco...alguns dizem que ele era mesmo dedo-duro....

Mas enfim, depois que ele matou a jovem e que o Breno,seu patrão, lhe virou as costas, ele viu o que era bom pra tosse. Contou apenas com a família.

E em 1976, quando saiu seu julgamento, o Bicudo, que ele odiava como diretor da Folha da Manhã, deu a foto em que o Flávio,recebendo a pena no tribunal, botava as mãos no rosto, indignado e assustado.

- Ele ficou muito brabo que a gente no Coojornal publicou esta foto. Mas muitos anos depois ele reconheceu que jornalisticamente aquela era a foto que tinha que ir pro jornal...


2)Já no velório o Pires de Miranda, o cozinheiro,contou que conheceu o Flávio num jantar do clube dos Gourmets no Plaza.

E o Flávio comentou com ele:

- Eu lia na cadeia tuas crônicas sobre comida e eu lá comendo aquelas gororobas????!!!!!

Uma OzzyFest no Gigantinho

Por Guto Villanova

Foi numa noite bastante agradável de clima pré-outonal que Porto Alegre assistiu à performance daquele que é possivelmente o último grande entertainner do rock, Ozzy Osbourne, o pai do metal e ex-líder do mítico Black Sabbath. Perante um mar de camisetas pretas dos adeptos do gênero que ele ajudou a imortalizar (o público total estima-se foi de 12 mil pessoas), o ''Príncipe das Trevas" subiu ao palco do Gigantinho pontualmente (britanicamente) às 9 da noite para fazer o que sabe melhor: cantar e entreter. Deletemos da cabeça a imagem do cantor reduzido a um mero bufão no dispensável reality The Osbournes, o que vai ficar para a eternidade é o artista criador de verdadeiros hinos roqueiros e um performático extraordinário.
A apresentação abre com a clássica “Bark at the Moon”, um dos pontos altos da carreira solo de Ozzy e uma das canções que mais vão empolgar a platéia até o fim. Começo uma viagem sentimental até minha adolescência. Reparo que outros também fazem. Jogam no palco uma bandeira do Grêmio, o cantor se enrola nela. Vibração e vaias no ginásio do Inter. Foi cômico e ao mesmo tempo mais uma demonstração de como a capital é provinciana, transferindo para situações díspares a tão apregoada polarização clubística. Ah quem goste... A cena inclusive vai parar no jornal da Globo.
O show segue com “Let me hear you scream”, do trabalho atual do “comedor de morcegos”, o CD “Scream” (2010), que é o mote da turnê mundial que está passando agora pelo Brasil. O teclado da introdução de Mr.Crowley, prenuncia que aí vem mais um clássico absoluto do repertório ‘ozzybourneano’. O público vai ao delírio! Seguem-se mais clássicos como “I dont know”; “Fairies Wear Boots” (Clássico do repertório Sabbathico); “Suicide Solution’’; “Road to Nowhere”... Os bares do ginásio estão sempre cheios, muita cerveja e uísque regados a Metal, mas no palco: só água, muita água que Ozzy compartilha com o sedento povo da pista com o auxílio de baldes e uma mangueira. É um showman de alma infantil. A melancolia dos an os 80 surge com a bela “Shot in Dark”. As eletrizantes: “Rat salad”, “Iron Man” e “War Pigs” levam comoção a novos e velhos fãs do som imortal do Black Sabbath. Na pista, filmam um fã com uma cabeça de porco que quer jogar para o Ozzy “devorar”, mas infelizmente a cena não se concretiza. Entusiasmado com a reação do público, Ozzy anuncia que pretende voltar no ano que vem.
Com “Crazy Train”, Ozzy presta uma homenagem aos fãs do falecido guitarrista Randy Rhoads, uma fera da guitarra que morreu jovem num acidente aéreo, e que tocou nos clássicos Blizzard of Ozz de 1980 e Diary of a Madman de 1981. O show de cerca de 1h30min encerra com a balada “Mama I´m coming home” e o petardo sabbathiano “Paranoid”. O público saiu feliz, extasiado. Assistiu a um mito do rock, que se já não tem o mesmo vigor físico de outrora, algo natural para quem está com 62 anos de idade e que é uma verdadeira fênix renascida do mundo cão das drogas, tem intactos o espírito roqueiro e a vontade de seguir entretendo seus fervorosos fãs.

A morte do Flávio....

Encerrando este assunto...o Flávio tinha muito orgulho de suas credenciais ao longo da sua longa vida de repórter. Umdia fui na Simbolo Propaganda, onde ele trabalhava( ele sempre teve esta ligação com a publicidade, porque conhecia meio mundo da vida empresarial gaúcha) e lá estava pendurada na parede esta coleção de credenciais que reproduzo aqui...

Ah,e outra coisa( embora agora morto todos achem que ele era santinho....)

Gostava de sacanear os colegassim...fez isto comigo uma vez...Fui ao Chile mais precisamente a Antofagasta e na volta ele leu matérias minhas na ZH e me contatou pra entrar na Guaíba no seu programa.Isto era 1988...

Eu, muito babaca, muito ingênuo,sem saber com quem estava lidando, fui falando, ingenuamente, falando dos progressos econômicos do regime do Pinochet(ainda era ele sim no governo) e deixei pra falar no final sobre as mazelas que vi da repressão. Só que o Flávio tinha duzentos anos de corrida mais que eu...quando ele notou que eu ia entrar neste assunto, que ele não gostaria que eu falasse, ele me cortou e me deixando falando sozinho no arr....fiquei puto, mas aí já era tarde....

ah, e tem outras mazelas dele..quando estava na Gaucha, apagou durante um sala de redação, o cigarro do Paulo Santana no próprio braço do colega. O Pedrinho Sirotsky conta isto no seu livro...e depois o Santana deu o troco nele...

ProJovem: CPI tem dois depoimentos nesta quinta

A CPI do ProJovem deverá ouvir nesta quinta-feira (7/4) os ex-assessores da Secretaria Municipal da Juventude (SMJ) André Fortes e Anderson da Silveira Farias. A reunião está marcada para as 9 horas, no Plenário Otávio Rocha da Casa. Presidida pelo vereador Luiz Braz (PSDB) e tendo como relator o vereador Reginaldo Pujol (DEM), a CPI tem por objetivo investigar denúncias de irregularidades no Programa ProJovem, oferecido pela SMJ.

Também fazem parte da CPI os vereadores Engenheiro Comasseto (PT), Fernanda Melchionna (PSOL), Idenir Cecchim (PMDB), Nilo Santos (PTB), Mario Fraga (PDT), Paulinho Rubem Berta (PPS), Airto Ferronato (PSB), Mauro Pinheiro (PT) e Waldir Canal (PRB).

Regina Andrade (reg. prof. 8423)


Recebo e publico



Conheci muito pouco o Flávio Alcaraz. Não tenho uma opinião sobre ele.
Mas sempre ouvi dizer que o cara era competente. Quanto ao resto,acho que agora não é hora de achar que ele era veado ou não.
Não é por aí,que tu vais ter mais leitores no teu blog. Faz um jornalismo sério, que tu ganhas muito mais "ouvintes"
Sergio Ross





Serginho

Os textos teus que estão no meu blog só eu disponho. se alguém tirar daqui é processo na certa. E na Justiça eu vou até o fim, não tem acordo.


UMA GUERRA SURDA...


Está acontecendo aqui em Brasília uma guerra estranha e surda,como diriam os veteranos coleguinhas. É que todos o politicos,principalmente, os cobrões do ramo,estão entrando em choque com os veteranos coleguinhas e que diariamente escrevem colunas nos jornais. É que os politicos descobriram agora, que dá ibope escreverem colunas nos principais jornais do
país. E então...escrevem de graça,se promovem e os profissionais das áreas,que cobram para sobreviver,perdem seus empregos.
O que o Delfin e o Sarney escrevem diariamente nos jornais do país inteiro e de graça, é uma festa

Sergio Ross

PS: para de querer me matar.Já deixei no meu textamento. que tu estas proibido de usar os meus textos em um futuro livro teu.


Morte do Flávio...

Recebo do Gutto Villanova!

em tempo: o restaurante este que o Laurinho quadros falou foi o Baumbach( ah, em tempo. um abelhudo me disse que o Lauro Quadros é funcionário público aposentado. Ainda vou ver isto....será que ele sabe onde ficava a repartição, caso seja confirmada a versão?)

Olha mestre Olides, nesse negócio de morte de pessoas conhecidas aqui na província acho que as grandes fontes para nosotros jornalistas são os médicos e os enfermeiros. Nessa do Flávio o Lauro Quadro contou no Sala de Redação de ontem que no final de semana o médico dele, que era o mesmo do falecido, chegou na mesa do restaurante onde o Laurinho tava almoçando com a família no final de semana, e revelou pra ele: "Olha o Flávio acho que se entregou". Na do Moacyr Scliar, meu irmão que é enfermeiro já sabia antes de sair na mídia tb, porque no hospital médicos e enfermeiros tão sempre conversando. Só que essa meu irmão só me contou depois que saiu em tudo que é lugar. Brincadeira, né Olides? Vai ver pq conhece essa figura aqui hehehehe
2011/4/6 Guto Villanova <gutovillanova@gmail.com>
TÔ numa correria grande! Semana que vem vai estar na mão a primeira parte. Hoje vamos entrevistar o jeffie lopes um dos criadores da CASA DE TEATRO ali na Garibaldi. É um espaço multicultural do Jeffie do Zé Adão Barbosa, abriu ano passado e era algo que tava faltando na capital. Mas pode ficar frio que esse do "putedo" vai ser demóoooooooooois


UM PROBLEMA SEM SOLUÇÃO


Por Carlos Chagas


Deve um detentor de mandato, executivo ou legislativo, dispor da prerrogativa de fazer negócios? Não se fala de exercer funções de direção ou propriedade de empresas, que a lei proíbe, mas de exercer diretamente ou através de parentes e laranjas uma série de atividades, mesmo honestas, envolvendo o mercado.

Pela ética, não deveria. Nem poderia. Dirão os cultores da objetividade que cercear um cidadão só porque se encontra no exercício de um mandato contraria os princípios da liberdade, da livre empresa, da sã concorrência e da própria democracia.

Por conta disso é imenso o número de deputados, senadores, vereadores, prefeitos e governadores que enriqueceram no exercício dos mandatos, e não terá sido por economizar seus proventos. O conluio entre o poder e os negócios costuma cheirar mal mas não é proibido. É freqüente o fato de políticos que passaram a vida inteira sendo eleitos acabarem milionários, mesmo existindo muitos obrigados a trabalhar, depois de perder eleições.

Fazer o quê diante da evidência de ser a política um caminho para o enriquecimento? Através de leis, não dará certo. Muito menos obrigar os políticos a praticar a ética, predicado que só depende de cada um, acima e além da legislação.

Pior fica a situação quando o político já era empresário, pois, fora as exceções de sempre, continuará nessa condição, agora bafejado pela manipulação do poder e das influências a ele inerentes. Existem os que se tornam empresários quando são políticos, ostentando nesse caso goelas ainda mais abertas. Note-se não estarmos cuidando, hoje, da corrupção e de negócios escusos. Apenas de negócios.

No México, no começo do século passado, adotou-se uma solução cirúrgica: “no reeleciones”. Ninguém poderia ser reeleito para o mesmo cargo que ocupava. Mesmo assim, admitiu-se que um deputado poderia disputar o Senado, e um governador, a presidência da República. Tudo continuou na mesma.

É sonho de noite de verão imaginar o eleitor desatando o nó, simplesmente não votando mais nos que enriqueceram. A riqueza constitui excelente passaporte para a vitória nas urnas. Em suma, eis aí um problema sem solução.

OS BONUS SEM OS ONUS

Toda grande empresa, nacional ou multinacional, adota a prática de distribuir bônus anuais a seus dirigentes maiores, dezenas e até centenas de milhões, tanto faz se de reais, euros ou dólares. A farra, encenada por eles mesmo, acontece sob a alegação de que contribuíram para o lucro dos acionistas, fazendo jus a parte deles. Geralmente a parte do leão, mais apetitosa ainda quando se trata de diretores que também são grandes acionistas.

Que isso se verifique em empresas privadas, será problema de seus proprietários, mas também de seus trabalhadores, como regra postos à margem da generosa distribuição dos bônus. Estão tripudiando sobre eles, mas o costume é milenar e até já foi pior, quando pagavam salários de fome apesar de os trabalhadores se constituírem no fator mais importante do sucesso empresarial.

O que não dá para aceitar é que façam o mesmo empresas públicas ou empresas privadas subsidiadas pelo poder público. Ficará horrorizado quem se dedicar a uma investigação profunda do que acontece por aí, em especial no sistema financeiro.

INVIOLABILIDADE E IMUNIDADE

Estão fazendo confusão nesse torpe episódio iniciado por mais uma idiotice exarada pelo deputado Jair Bolsonaro. Porque uma coisa é a inviolabilidade, ou seja, deputados e senadores não podem ser processados, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos. Está no artigo 53 da Constituição, que propositadamente excluiu um adendo vindo da carta anterior, limitando a inviolabilidade ao que fosse dito, escrito ou votado nos limites da Câmara e do Senado. Agora, o princípio vale até para o botequim, quanto mais para entrevistas em estúdios de televisão.

Outra coisa é a imunidade, quer dizer, quando cometem crimes, os parlamentares podem ser processados pelo Supremo Tribunal Federal, a menos que seus colegas expressamente proíbam o processo. Antes era o contrário: só seriam processados caso os colegas dessem licença.

Assim, Jair Bolsonaro pode ser punido pela opinião favorável ao racismo? Pode, porque apesar de inviolável, ele praticou um crime. Racismo é crime. A palavra está com o Supremo Tribunal Federal, com poderes para abrir processo contra o deputado sem precisar de licença da Câmara, bastando representação do Procurador Geral da República. Se os deputados ficarem solidários com o representante fluminense, poderão sustar a ação, mediante voto da maioria. Será?

AS IMPOSSIBILIDADES POSSÍVEIS

Mestre Gilberto Freire escreveu certa vez ser o Brasil o país das impossibilidades possíveis. Para ele, o Carnaval ainda acabaria caindo na Sexta-Feira Santa.

Pois é. Apesar de auto-suficientes em petróleo, faz muito que importamos gasolina. Agora estamos importando etanol, e, mais grave ainda, dos Estados Unidos, que prometemos inundar com o nosso álcool de cana de açúcar.

Só falta mesmo importarmos minério de ferro, se é que a Vale ainda não começou...


CRISTINA SEGUE PASSOS DE PERÓN EM CERCO A MÍDIA

De Buenos Aires

Gelson Farias

Pouco antes de morrer, em 1974, o caudilho argentino Juan Domingo Perón assinalou: "Fui deposto quando tinha todos os meios de comunicação em meu favor. E ganhei as eleições quando os tinham todos contra mim!" Perón referia-se à sua queda, em 1955, quando mantinha um controle sem precedentes dos meios de comunicação, e a sua vitoriosa eleição, em 1974, quando a mídia era majoritariamente contrária a ele.

A frase do fundador do peronismo voltou à tona quase ao final do mês passado, com o boicote aos Jornais Clarín e La Nación por uma greve de caminhoneiros, sob o mando da Confederação Geral do Trabalho (CGT). Nos anos 40 e 50 Perón tentou controlar os meios de comunicação, mandando vezes fazer boicotes contra jornais na Argentina, mas teve de parar porque precisava deles para se reeleger. Perón e Evita impuseram uma série de limitações aos órgãos privados e armaram uma superestrutura de meios de comunicação estatais, combinada a redes particulares de "empresários amigos". Do mesmo modo, hoje, a presidente Cristina tenta hoje destruir o poder do Grupo Clarín, o maior conglomerado de mídia argentino.
Perón inicialmente tentava defender-se dos ataques da oposição. Mas logo depois percebeu que a defesa não era suficiente e fechou jornais como La Prensa, entregue a sindicalistas fiéis. Nos dois primeiros governos de Perón (1946-55), muitos donos de órgãos de comunicação foram pressionados a vender jornais, revistas e estações de rádio. Em alguns casos, se os empresários mostrassem obediência, podiam ser designados diretores de suas ex-empresas, estatizadas. Além do colossal sistema de mídia estatal, Perón tinha o respaldo de três grupos nominalmente privados: a Editora Heynes, a Associação de Promotores de Tele radiodifusão e a Editora La Razón, que publicava o influente jornal homônimo.

Perón. Temido e adorado.

Tal como o governo atual fez com o Clarín há duas semanas - com uma insólita blitz fiscal -, as companhias jornalísticas que resistiam ao assédio de Perón eram pressionadas pelo Fisco. O braço inquisidor do governo peronista era a Comissão Bicameral de Atividades Argentinas, comandada pelo ultra peronista deputado Emilio Visca, que vasculhava os livros de contabilidade dos jornais não alinhados com Perón para ter argumentos para seu fechamento, confisco ou intervenção. Esse foi o caso de La Prensa, jornal da aristocrática família Paz - definido pela revista americana Time como um dos mais respeitados do mundo na época - e detestado pela primeira-dama Evita Perón. O jornal, cuja tiragem era de 480 mil exemplares, tornou-se alvo de uma campanha do governo a partir de 1947.


Jornal La Prensa

La Prensa foi atacado pelas rádios pró-governo e enfrentou uma campanha oficial que promovia o boicote da compra de seus exemplares. Os anunciantes eram pressionados a ignorar o jornal - que encolheu das costumeiras 40 páginas para 12, por causa do racionamento de papel. Em 1950, o governo confiscou as novas rotativas importadas e as destinou para a Democracia, jornal editado pelo Estado argentino. Em 1951, o sindicato dos jornaleiros ameaçou não distribuir mais o diário. Na seqüência, com a aprovação do Congresso, o jornal foi confiscado e entregue à Confederação Geral do Trabalho (CGT), o braço sindical do peronismo. O líder do bloco peronista na Câmara, John William Cooke, afirmou que o governo estava contra La Prensa porque o jornal "era contrário aos operários e aos peronistas".
Outros jornais, como La Nación - que já enfrentava o racionamento de papel de jornal, controlado pelo governo - tiveram de moderar suas críticas ao governo para evitar sofrer o mesmo destino de La Prensa. O exercício do poder através de Perón, e suas práticas, coadunavam com a propaganda que produzia: ele teria, finalmente, livrado os argentinos da penúria após a crise mundial, do comunismo, do imperialismo, das oligarquias e dos velhos padrões de política.

O povo fazendo Viva Perón, nas ruas de Buenos Aires


A propaganda foi um importante instrumento de consolidação do regime, que dada a sua estratégia, cerceava a oposição, amparando os mais pobres, com um discurso paternalista, obras assistenciais, slogans confeccionados para a consecução do aparato peronista. A leitura obrigatória nas escolas elevava o casal Perón quase à sacralidade. Enfim, a propaganda como forma de manutenção do regime estava presente, nos rádios, no cinema, jornais, panfletos, cartazes, festas, discursos para multidões, e até mesmo em livros escolares. Um rol de representações, mitos e símbolos foram criados ou adaptados. Entretanto, cumpre ressaltar que a propaganda somente vai surtir o efeito desejado, se encontrar uma massa disposta a ampará-la, a ser manipulada e orientada, ainda que inconscientemente. O que equivale dizer que discurso peronista não há de ser explicado somente pela manutenção e do controle social. O sucesso da ideologia dependeu da capacidade de se associar às perspectivas e experiências dos trabalhadores argentinos. Ou seja, o discurso era direcionado e dizia o que o povo queria ouvir.
No caso da Argentina, a década infame, como ficou conhecida a época de atuação das velhas oligarquias, pelo domínio britânico, pelas fraudes eleitorais, criou em amplos setores da sociedade civil descontentamentos e uma ansiedade de solução dos problemas. O peronismo veio ao encontro dessas pretensões. A própria figura do povo argentino foi manipulada com uma reconstrução do Estado: Era a ele dirigido o discurso, e identificado com o trabalhador, gerava a expectativa de construtor de uma nova Argentina, responsável pela história e de grande importância para o trabalho do líder Perón. Ao mesmo tempo em que o povo se identifica com o regime, a figura de Perón é construída no sentido de conferir a ele a aura de líder carismático que as massas devem seguir.

Destaque das eleições dando vitória a Perón

Os primeiros afetados pela censura política peronista foram os jornais. Eleito, Perón, não mediu esforços para exterminar a imprensa opositora. De fato, não havia espaço para periódicos que expressassem oposição ao regime, mas só para aqueles que pertencessem à máquina paraestatal de produção e controle da propaganda, ou que estivessem coadunados com o novo regime. Vale ressaltar que a pressão para desarmar a imprensa escrita era exercida, principalmente, através do controle do fornecimento de papel. Jornais de grande status como "La Prensa" e "La Nación" tiveram suas páginas reduzidas enquanto outros, de claro apoio ao regime, aumentavam de tamanho e circulação.
Outra forma de pressionar os periódicos opositores era o exercício de fiscalização ferrenha de órgãos do governo. Foi o caso de "La Nación" em 1949. O jornal havia denunciado tortura, exercício arbitrário do poder de polícia e presos detidos sem provas. Foi o bastante para que a contabilidade do jornal fosse vasculhada, multada severamente, além de mais limitação de papel. O resultado foi o apoio do jornal já no segundo mandato de Perón. O rádio estava no auge nos anos quarenta e alcançava as populações mais distantes, independente, muitas vezes, da renda do cidadão. E foi devidamente utilizado pela propaganda do regime, tal qual o fora na Alemanha e na Itália de Hitler e Mussolini.


Victoria Sepciu (foto) locutora da Rádio Central de Buenos Aires Internacional. Ela conta que seu pai, Alfredo Sepcciu, foi diretor desta mesma emissora, e foi preso na época em que Perón governou a Argentina, por se negar a transmitir certos pronunciamentos do caudilho. Victoria Sepciu apresenta informações do mundo das ondas curtas. , aos domingos à noite às 2300, em 9745 e 11955 kHz, para a Argentina, e em 6100 e 9655 kHz, para o Caribe; às 0200, em 9520 e 11945 kHz, para o Brasil e em 5975 e 9645 kHz, para o Caribe.

O controle político do rádio não tardou. Já em 1943, as rádios só veiculavam com orientações ditadas pelo regime, com regulação da propaganda, eliminação de expressões que pudessem macular a imagem do governo e suas obras. A ordem era mostrar a Argentina feliz, próspera e com um grande futuro pela frente. E mais, a nova diretriz política obrigava um cadastramento rígido de jornalistas artistas e escritores. No que tange ao rádio, cumpre ressaltar o papel de Eva Perón neste meio de comunicação de massa. Eva era atriz de radio teatro e sabia como se utilizar do instrumento. Criou seus próprios programas e escrevia seus próprios textos: "Para nós, ele é Deus (...) não podemos conceber o céu sem Perón. Ele é nosso sol, nosso ar, nossa água, nossa vida" eram frases comuns em seus programas. A cultura, como bem comum, segundo o próprio Perón estava resumida aos seguintes elementos: história, idioma, culto a família, poesia popular, folclore, danças do povo e devoção à pátria e aos seus elementos ditados pelo regime. Ou seja, a arte é recusada na sua forma mais pura, assim como a existência individual do artista e seu trabalho. O processo de submissão da cultura e dos artistas se justificava pelos valores nacionais. Para Perón, o naufrágio da cultura de um povo acarretava na perda da identidade nacional. A produção cinematográfica do regime peronista não se diferenciou de outros segmentos produtores de propaganda já citados. O cinema já exibia certo êxito nos anos 30. Os mesmo espectadores do rádio, ou seja, as classes menos abastadas, eram fiéis freqüentadores das salas de cinema que exibiam filmes nacionais, já que as classes superiores consideravam o cinema "crioulo" uma expressão pobre da indústria. Sendo assim, o cinema nacional foi abarcado pela política, obrigando a exibição de películas argentinas, de cunho nacionalista, em todas as salas de projeção. Ainda assim, a censura atuava no cinema. Argumentos eram recusados ou modificados, como foi o caso de "Desonra", que tratava das prisões femininas. Não era permitida a veiculação de cenas que mostrassem pessoas desamparadas ou sofredoras, e tinham que exibir um mundo argentino repleto de felicidade.
O apoio financeiro do regime às produções nacionais não promoveu uma alavancada no cinema argentino. Aumentava a quantidade de filmes nacionais, mas a qualidade caía consideravelmente. E o cinema sem público não se sustentou, fazendo quebrar muitos estúdios. A justiça social foi à tônica da propaganda peronista. Já foi dito que Perón nas suas atividades como secretário de Trabalho se empenhou na política trabalhista, alcançando imensa popularidade entre os trabalhadores, garantindo sua vitoria nas urnas. No seu primeiro mandato consolidou as bases da chamada "doutrina justicialista". A doutrina justicialista tinha preocupação em delinear um novo rumo, a despeito do momento internacional, consolidando-se na conhecida "terceira via": uma alternativa para o embate entre capitalismo e comunismo. Perón defendia essa concepção sob a alegação de que representava a combinação harmônica e equilibrada das forças do Estado moderno. De forma a não vê-las ruir, tinha como proposta um Estado no qual o capital e o trabalho se combinariam para alçar a construção de um destino comum. Neste diapasão, as representações da "Terceira Posição" associada à "Doutrina Justicialista" são inúmeras e significativas no material da propaganda política, em especial o emanado do serviço gráfico estatal. Nos cartazes, livros, cartões produzidos pelas gráficas do governo, eram comuns figuras tendo ao fundo montanhas, pontes, trabalhadores, símbolos religiosos, objetos que irradiam a justiça social. E mais, frases com dizeres que enfatizavam a doutrina: justiça, solidariedade, confiança, patriotismo, igualdade e muitas outras.

A sindicalização era ínfima até 1943, mas logo se alarga através de grêmios industriais. A legislação recente garantia a existência de organizações grandes e poderosas, com força de igualdade perante os representantes patronais. Entretanto, tais organizações operárias, inclusive a CGT eram encabeçadas por figuras medianas, responsáveis por receber e transmitir ordens do Estado e controlar os trabalhadores insurgentes.

FUXICOS DE BRASILIA


AGORA É A VEZ DE DILMA ENGOLIR...

Sergio Ross

Olides

É uma pena que eu não possa citar o nome do restaurante onde eu almoço todos os dias,O Stella Grill daqui de Brasília, Ontem,na hora do almoço ele estava um sucesso.Na nossa mesa tradicional,só tinha cobras almoçando e contanto fofofocas´.Ah!!!!
estava almoçando conosco um velho frequentador o Murilo Portugal que é agora o Presidente da Fenabran.Pô, o que ele contou, dava para escrever um livro,mas deixa prá lá.
Mas mesmo assim vou te contar duas historinhas bem gozadas,sem falar no Stella Grill.
Primeira: a "cumpanheira" Dilma que não é muito chegada ao pessoal de fardas,teve que almoçar ontem, com tudo quanto foi general que ela detesta. Em compensação os generais que também detestam a nossa Presidente,tiveram que passsar o almoço fazendo caras de paisagem e achando tudo uma maravilha....Dona Dilma,confidenciou a um dos convidados mais chegados a ela,dizendo: "É ...vou ter que aguentar essa gente hoje..." O seu ouvinte,não deixou a bola quicar e mandou brasa:" Presidenta,mas eles
também terão que lhe aguentar. Vai ser um pareo duro..."
A outra historinha que foi contada,é do nosso velho amigo, Castelo Branco, o Castelinho,então colunista do Jornal do Brasil.
Quando o jornal O Globo tirou o Zozimo do JB,queria era levar o Castelinho, que
recebeu na época uma proposta milionaria e não aceitou.Mas história do Castelinho é outra. Contaram,como os coleguinhas já sabem, o homem bebia muito bem. Tinha uma coisa,bebia e depois do almoço sentava em um sofá na sua casa e fazia uma bela cesteada.Aí matava quem o acordasse. Podia ser o Papa ou o Presidente da República. A familia tinha então esse cuidado para não acordar o nosso velho Castelo Branco.
Certa ocasião,mudaram a empregada da familia e esqueceram de avisar a moça,desse cuidado. Não deu outra.Castelinho roncava no seu sofa,quando o telefone
tocou.A moça atendeu e era nada mais nada menos do que o Presidente José Sarnei. A empregada assustada por ter falado com um Presidente,não teve duvidas.Chegou perto do
nosso homem e incialmente bem baixinho foi tentar acorda-lo;"seu Castelo,seu Castelo é o presidente Sarney...Claro que o Castelinho não acordou na primeira
chamada. A moça então se encheou de coragem e mandou aos berros:" Seu Castelo,seu Castelo, é o presidente Sarney no telefone..." Pra que? o Castelinho acordou e aos gritos ameaçou pegar um revolver que não tinha e correu atras da empregada dizendo aos berros. "vou te matar,vou te matar." A empregada conseguiu chegar na rua e nunca mais apareceu na casa da familia. Nem para receber o salario de um dia de trabalho..
A outra historinha do homem, é que ele recebia diariamente uma imensa carga de informações.Mesmo mais pra lá do que prá cá,dormia e acordava de madrugada para escrever a sua coluna diaria,mais lida do país. Chegava na redação do JB de madrugada e já tinha um porteiro de prontidão para abrir a porta para ele.E o impressionante: não esquecia de nunhuma nota importante...

Legalidade

RECEBO COM PRAZER DO COLEGA A GOULART - O LUZ NO FIM DO TUNEL - UMA EXPLICAÇAO PRA PALAVRA LEGALIDADE....SEI DISTO PORQUE QUANDO TRABALHEI NO LIVRO DA ULTIMA HORA MUITO PERGUNTEI AOS ENTREVISTADOS, COMO O IB KERN E NINGUEM SABIA ME DIZER QUEM TINHA CUNHADO A EXPRESSÃO!!! AI VAI ENTÃO O QUE O GOULART PESQUISOU...

Sobre a origem da palavra LEGALIDADE, tenho para mim que quem primeiro a empregou, no episódio de 61, foi o próprio Brizola. Em declaração publicada pela Folha da Tarde do dia 26 de agosto/61, no dia seguinte à renúncia do presidente Jânio Quadros, o então governador do RS afirmou:
"Se há uma estrutura golpista em marcha no país, evidentemente ela não se dirige somente contra o sr. Jânio Quadros, mas também contra o vice-presidente, contra o Gongresso, contra os governadores, contra as Assembleias Legislativas. E se isso ocorrer, não sei o que vai acontecer, mas tudo o que for para a defesa da LEGALIDADE, eu o farei".
Isso é pesquisa, não é palpite. Alguém tem outra explicação?
Antônio Goulart, jornalista


depoimento...


Olides.

Eu não lembro a data exata, mas acredito que foi em 83/84, não sei bem. Eu conheci o Flávio Alcaraz Gomes, bem antes de começar a trabalhar na Caldas Júnior. E tinha um amigo, que já falaceu, o Adriano Costa, que era engenheiro amigo de infância do engenhreiro Homero Simon, da Guaíba. certo feita fui convidado pelo Adriano para visitar o Homero ( ele tinha um sistema de antenas.. uma parafernalha, no Menino Deus, ( não lembro a Rua agora). Quando chegamos lá, encontramos o Flávio Alcaraz. Foi este dia que o conheci pessoalmente.

Depois... Eu trabalhava na editoria de polícia de Zero Hora, e nas madrugadas fazia uma ronda no programa Gaúcha na Madrugada, com o Jaime Copstein, comemntando sobre as ocorrência da madrugada. certo dia, o jaime disse: O Flávio quer falar comigo. ( o Flávio era diretor da rádio gaúcha) Conversei com o Flávio e na hora de saber o que iria receber além do meu salário, na zero, (o Flávio, que sempre foi patronal) disse que iria pensar no assunto e me comunicaria mais tarde. Passou um mês e nada de "grana extra". Perguntei para o Jaime se havia alguma resposta do Flávio,. O jaime foi direto: O Flávio disse que não tem condições de dar qualquer grana extra para ti. ( eu estava fazendo produzindo o programa do Jaime) e contava com uma uma grana extra... No outro dia, nem apareci... Para encurtar o assunto: O Jaime, teve dificuldades no programa daquela noite.

Depois deste episódio, encontrei o Flávio no elevador da Zero. Me compimentou numa boa. Na saída disse: "Foi a direção que não autorizou um programador para o programa do Jaime" . Eu respondia: ' Amigos para sempre.

Um abraço Gelson.


Gelson Farias
051-85252352
e-mail: gelson.aargentina@hotmail.com
msn: gelsonnunesfarias@hotmail.com


Flávio e a sua morte


*Os" serpentes" da Uruguai não pintaram no pedaço,ontem...como eram contemporrâneos do Flávio, na Caldas, acho que foram pro " churrasquinho" do colega que foi cremado as 11horas.


*O cara que mais externou o que os coleguinhas achavam do Flávio foi o Wianey Carlet, que disse que o sujeito era controverso....Controverso nada, muita gente chamava ele mesmo de assassino.mas agora que morreu,virou santo.


*Pelo menos o Wanderley Soares na sua coluna, disse que o Flávio era seu conselheiro..

*Armando Burd nem registrou a morte do colega. DEvia ter horror a ele,pelo visto.


*Já o Adroaldo,que o Flávio irritava chamando-o de Marli, falou na coluna toda sobre o colega...Streck é cria do Flávio, assim como tantos outros.

*Já meu amigo JOvem Hebreu, vendedor de livros, gostou de uma foto que a zh publicou: Flávio e Maurício,juntos segundo ele, os dois grandes vendedores da imprensa do século passado.


*Quem esteve no velório do Flávio, disse que viu o filho, Alcides, muito abalado. A viuva e a filha, segundo este mesmo estavam " n0rmais".

*Pelo que vi nos jornais,ontem, fazia muito tempo que uma morte de um jornalsita não tinha tanto espaço....só mesmo quando morreu o JOrnalista Mauricio fundador da RBS.

*Hoje, quinta, já são águas passadas....assim são as coisas...

*O colega morto tinha o costume de falar gritando....

A morte de Flávio

1) Vim pensando pra cá no que escreveria sobre a morte do que foi pra mim o maior repórter do século passado no RS.

Independentemente do ser controvérso que era....

O que eu gostava do Flávio é que com ele não tinha muita murrinhagem....

Foi com ele que cheguei ao Maneco Vargas pra poder pegar seu depoimento...

Depois,quando quis levar o Maneco no Forum, na TV Guaíba, foi uma missa em latim....

Um mais estrela que outro.Mas enfim, um dia fizeram a tal entrevista que depois o Flávio usou e muito na Guaíba e no textinho que fazia no correio do povo.

Assim, como dava umas colheres de chá, ele também se aproveitava dos colegas bestas. Dava mole pra ele, ele faturava....

No sentido de que ele pegava pra ele as boas idéias dos outros....

Disto não tenho a menor dúvida.

Sempre ouvi comentário sobre sua sexualidade...( o que a rigor não interessa nada...)

Mas como costumo praticar pouco a hipocrisia, só vi o Flávio uma vez dar uma " rabanada"( ...foi no barzinho da ARI , num dia que já tinha tomados unas canhas...)

No mais,as vezes que estive com ele sempre foi de uma grande sobriedade...

E acho que não era bicha coisa nenhuma, apesar de todo o falatório....


Flávio ALcaraz Gomes

Neste momento,pouco antes do meio-dia do dia 5.04.2011 fico sabendo pelo Gutto que morreu o maior repórter que eu conheci até hoje e que provavelmente não vou conhecer outro desta "tamanho"...

Urgente,alguém tem que biografá-lo!

Aí Olides,
Flávio ALcaraz Gomes jaz.
Agora podes preparar a biografia bombástica...hahhahahaa
abração
A Guaíba já tava com tudo pronto pra quando ele partisse
Abraço
Guto


A morte de Flávio


Algumas memórias do veterno repórter

1) FOI POR AQUELA ÉPOCA QUE ASSIS CHATEAUBRIAND COMPROU O DIÁRIO DE NOTICIAS....E PASSOU A FAZER GUERRA ABERTA AO CORREIO DO POVO....

HOUVE UMA POLEMICA BRILHANTE ENTRE ELES, COM FARPAS DESFERIDAS DEUM LADO POR ALINDO PASQUALINI E DE OUTRO POR ERNESTO CORREA, DOIS BRILHJANTES JORNALISTAS QUE CONHECI. CHATEAU HAVIA MONTADO UM IMPERIO JORNALISTICO QUASE TÃO IMPORTANTE QUANTO A REDE GLOBO DE HOJE E VEIO AO SUL PARA COMPRAR O CORREIO DO POVO

- QUAL O PREÇO DO TEU JORNAL, PERGUNTOU ELE AO BRENO

- UM MIL REAIS EM QUALQUER BANCA, DISSE BRENO.

TEMPOS DEPOIS ERNESTO CORREA RESPONDEU COM ARTIGO SOB O TITULO DE NÃO COMPRAMOS FOLHA DE COUVE NO QUAL CHAMAVA O CORREIO DO POVO DE VELHA RAPOSA GAVETEIRA DA RUA DA PRAIA. A POPULAÇÃO SE DIVIDIA EM FACÇÕES, DELICIANDO-SE COM AS REPLICAS E TREPLICAS DE UM JORNAL E DE OUTRO.

Nós não esquecemos, não desistimos, e não desistiremos !

ISTO É UMA VERGONHA!


Decorrido mais de um ano do encaminhamento de denúncias comprovadas de maus tratos a cavalos no abrigo de eqüídeos terceirizado pela EPTC, nenhuma medida de apuração eficaz foi tomada e, mais grave: os animais vistoriados pela Prefeitura e Ministério Público foram aqueles "escolhidos" pelo dono do abrigo ou seja, o acusado.

Ninguém - a não ser o acusado é capaz de identificar os 90 animais lá "abrigados". Ou seja, a raposa está prestando informações sobre como está o galinheiro.

Fatos: situações comprovadas de maus tratos em 2008 e 2009, magreza "incompatível com a vida" ; lesões severas nos tendões, joelhos e cascos; subnutrição grave; filhote afastado precocemente da mãe e levado a leilão; animais recolhidos por maus tratos devolvidos aos seus algozes sem autorização judicial; animais debilitados leiloados em novembro de 2009; animais eutanasiados que retornam à planilha dos "vivos", com cobrança de diárias; chamadas para atendimento frustradas - ao custo de R$ 20,00 cada - cobradas até 16 vezes, no mesmo dia e horário.


Há mais: laudos de animais eutanasiados que merecem investigação: animais com órgãos rompidos resistindo vivos por mais tempo do que aqueles que precisam basicamente apenas de comida.

Do lote de 28 animais resgatados de um leilão em 2008, a Chicote Nunca Mais salvou 25! Do lote de 20 animais a serem recolhidos pela Chicote, conforme acordo em março de 2009, só conseguiu-se acesso aos animais em agosto 5 meses depois - apenas 15 foram entregues, com a alegação de que os outros cinco "estavam em tratamento ou tinham ido à óbito".

Tratamento?!? Óbito?!? Como assim, se estavam relativamente bem em março de 2009, quando a Chicote realizou uma vistoria?!? Registre-se: estes animais estavam há mais de 90 dias no "abrigo".


E mais: o Diretor-Presidente da EPTC, em audiência no Ministério Público do Meio Ambiente, definiu as graves denúncias como "simples enganos"!

O que temos de concreto atualmente é a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta o que denuncia a ocorrência de danos com toda a pompa e circunstância, no Paço Municipal. O real estado dos animais segue sendo uma incógnita !

A Chicote Nunca Mais recorrerá ao Judiciário, até a última instância, para ter acesso à totalidade do plantel do abrigo da EPTC, e reafirma sua confiança na Justiça do Rio Grande do Sul, continuamente modelo para todo o Brasil !

Texto da ONG Chicote Nunca Mais


A REVOLUÇÃO DE PRIMEIRO DE ABRIL (final)

Por Carlos Chagas

O Rio amanheceu cantando, dia 2 de abril. Não adianta tapar o sol com a peneira, nem esquecer, muito menos agredir a História. A classe média apoiou o golpe de 1964, engendrado pelas elites e, fora as exceções de sempre, ignorado pelas massas. A Igreja, na época, muito contribuiu para produzir aquele sentimento. Os meios de comunicação, também.

É claro que durou pouco a ilusão. A primeira defecção veio do “Correio da Manhã”, que nos dias 31 e 1 publicou editoriais rompendo com o presidente João Goulart e até pregando sua deposição: “BASTA!” e “FORA!”. Quinze dias depois, o bravo matutino já denunciava desmandos e acabou sufocado pelos próprios.

Mas é bom ater-nos aos fatos. Já em Brasília na tarde do primeiro dia de abril, o presidente da República recebeu do Comandante Militar do Planalto, general Nicolau Fico, a informação de estar rebelada quase toda a guarnição local. Não havia garantias para sua permanência. Na Base Aérea, um “coronado” da Varig aguardava para conduzi-lo a Porto Alegre, onde imaginava resistir, tendo dias antes mandado para lá um general legalista, Ladário Pereira Teles. Apesar de três estrelas, faltando-lhe a quarta, ele assumiu interinamente o comando do III Exército.

O problema é que na Capital Federal, oficiais da Aeronáutica sabotaram o moderno avião da Varig, obrigando Jango a aguardar horas pelo concerto e, afinal, viajando num Avro, de performance mais lenta. Só irá aterrissar alta madrugada do dia 2.

Enquanto isso, no Congresso, a confusão era geral, ainda que as notícias do sucesso da rebelião continuassem chegando. Ou melhor, as notícias da falta de resistência por forças governistas, sindicais ou populares.

O avião presidencial voava, na noite de 1 para 2 de abril, quando o presidente do Senado, Auro de Moura Andrade, convoca sessão conjunta de deputados e senadores e surpreende a todos informando estar João Goulart fora da sede da República, “em lugar incerto e não sabido” e concluindo: “neste momento, declaro vaga a presidência da República!”. Foi um tumulto. Primeiro porque o líder do governo na Câmara, Tancredo Neves, esclareceu estar o presidente viajando para o Sul. Depois, porque a Constituição não previa esse tipo de vacância. Ao mesmo tempo, no palácio do Planalto, Darcy Ribeiro, chefe da Casa Civil, e Waldir Pires, Consultor Geral da República, redigiam nota confirmando estar Jango na plenitude de seus poderes. Um detalhe, porém, dava o tom da crise: já não havia um só datilógrafo para copiar o comunicado. Darcy mesmo catou milho numa remington...

As bancadas do PTB, do Partido Socialista e afins resistiam, até aos palavrões, mas Auro imediatamente convoca os presentes a comparecerem à sede do Executivo para assistirem à posse do substituto legal, o presidente da Câmara, Ranieri Mazzilli. Quando chegam ao Planalto, no começo da madrugada, tropas rebeladas já compunham a guarnição. Foram improvisados dois ministros do Supremo Tribunal Federal, para assistir a cerimônia, mas faltava um general. Nicolau Fico mesmo serviu.

No Rio, naquela tarde, o general Costa e Silva, como o mais antigo, assumiu o gabinete de ministro da Guerra, tendo entre mil contactos com os quatro Exércitos, telefonado também para a Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende. “Dê as ordens, chefe”, respondeu do outro lado da linha o general comandante do estabelecimento, Garrastazu Médici.

Costa e Silva alertava para o risco de tropas da Vila Militar, legalistas, irromperem pela Via Dutra, conforme havia ordenado o general Moraes Ancora. Médici dispôs os cadetes, armados de fuzis e metralhadoras, às margens da rodovia, mas, por via das dúvidas, em duas trincheiras: uma voltada para o Rio, outra para São Paulo, no caso de não serem verdadeiras as informações sobre a adesão do general Kruel.

Ficou acertado que na própria Academia das Agulhas Negras se reuniriam os revoltosos, agora com Kruel já chegando de São Paulo, e Moraes Ancora, vindo do Rio com a disposição de render-se e aceitar o fato consumado.

Naquela mesma hora as tropas do general Mourão Filho entravam no Rio, sem encontrar a menor resistência. Erro crasso ele cometerá, penitenciando-se depois ao chamar-se de “vaca fardada”: em vez de prosseguir e tomar o ministério da Guerra, como chefe virtual da revolução e ainda em meio à confusão, preferiu estacionar seus soldados no estádio do Maracanã... Perdeu a vez, porque Costa e Silva já enquadrava os generais, inclusive Castelo Branco, assumindo o poder maior no Exército. Um golpe branco em meio à perplexidade geral, demonstrando como vale a ousadia, nas horas de crise.

Eram quatro da madrugada do dia 2 de abril quando o avião levando João Goulart desce em Porto Alegre. Desde a meia noite no aeroporto, o general Ladário Pereira Teles e o deputado Leonel Brizola dormitavam em bancos de madeira da base aérea. Receberam o presidente, foram para a sede do comando do III Exército e lá, pela manhã, examinaram a situação, convocando os generais que serviam na capital gaúcha. Muitos demonstravam já estar apoiando o golpe, outros mantinham-se cautelosos, mas todos reconheciam que as unidades do interior, comandadas pelos generais Pedro Poppe de Figueiredo e Adalberto Pereira dos Santos já cercavam Porto Alegre. Dava para resistir algum tempo, porque ainda existiam tropas fiéis e Jango poderia, junto com Brizola, mobilizar a população. Ia correr muito sangue. O presidente decide-se pelo exílio no Uruguai. Tudo desmorona como um castelo de cartas. As informações são de que unidades antes aquarteladas na capital gaúcha ganhavam as ruas, rebeladas. O general Ladário dirige-se a João Goulart dizendo que poderia garantir sua segurança ainda por duas horas, até o aeroporto, onde um pequeno avião o conduziria ao país vizinho. Jango concorda, havia há dias mandado esposa e filhos para Barcelona, na Espanha. Ladário volta-se para Brizola: “o deputado gostaria que também o conduzíssemos à Base Aérea?”

Resposta: “eu não me chamo João Goulart”. Depois de ficar escondido na casa de amigos e de tentar inutilmente organizar a resistência, lembrando-se da campanha da legalidade de 1961, Brizola também voará para o exílio, valendo-se de um teco-teco que o recolhe numa praia do litoral, disfarçado com a farda de soldado da Brigada Gaúcha. João Goulart, antes de chegar ao Uruguai, faz com que o pequeno avião desça em São Borja, em sua fazenda, onde ficará um dia, imaginando que os militares repetiriam com ele o episódio verificado em 1945 com Getúlio Vargas, quando os generais responsáveis por sua deposição permitiram que permanecesse em sua cidade natal. O já ex-presidente é informado de que se não seguir para o exílio será preso, processado e submetido a constrangimentos diversos. Saiu. Só voltou morto para ser enterrado ao lado de Getúlio Vargas, anos depois. Vale registrar que João Goulart e Leonel Brizola, refugiados no mesmo pequeno país, nunca se viram, jamais conversaram, apesar de o ex-governador ser casado com a irmã do ex-presidente...

Comédia ou tragédia, a peça estava apenas no primeiro ato. O general Costa e Silva reúne-se com a cúpula da Marinha e da Aeronáutica e decidem, a 2 de abril, formar o Comando Supremo da Revolução. Além dele, o almirante Augusto Rademaker e o brigadeiro Francisco de Assis Correia de Mello. Não contestam diretamente, mas demonstram onde está o poder, certamente não com Ranieri Mazzilli, em Brasília. O presidente interino da República, por via das dúvidas, nomeia os três militares seus ministros. Mas não manda nada.

Logo a Junta Militar, instalada no Rio, divulga a lista do cem brasileiros mais procurados pela revolução: João Goulart, Leonel Brizola, Luis Carlos Prestes, Francisco Julião, Darcy Ribeiro, Raul Riff e mais uma penca de ditos subversivos. Começam as cassações de mandatos e suspensões de direitos políticos. Desta vez, dizem eles, o poder não será devolvido aos civis.

Coincidência ou não, os militares vão buscar o jurista Francisco Campos, velhinho, autor da Constituição fascista de 1937, para fantasiar o golpe. A necessidade de legalizar o ilegalizável será uma constante nos próximos 21 anos. Um texto primoroso, apesar de maléfico, é editado logo a seguir: “a revolução se legitima por si mesma, é a fonte do poder constituinte, encarna os anseios da nação, sendo ela que legitima o Congresso, jamais o contrário”.

Uma página ainda a acrescentar naqueles dias tão bicudos quanto previsíveis: vai reagir o grupo intelectualizado dos golpistas, a “Sorbonne”, surpreendidos com a rapidez com que Costa e Silva tomou o poder. Através da mídia e da influência junto à maioria da opinião castrense, Castelo Branco, Cordeiro de Farias, Juarez Távora, Eduardo Gomes, Jurandir Mamede, Ernesto Geisel, Golbery do Couto e Silva e outros buscam dar a volta por cima e conseguem. Sob a alegação de que se tudo continuasse como estava, seríamos a mais execrável ditadura do planeta, conseguem impor a prevalência da Constituição, naquilo que não contrariava seus interesses. Apresentam a candidatura do general Castelo Branco, já feito marechal, à presidência da República, que o Congresso engole. Depois, foi o que se viu: 21 anos de ditadura.

Faltou um detalhe que poderia não ter sido detalhe, mas o principal. Ainda com Jango em território nacional, o presidente Lyndon Jonhson, dos Estados Unidos, reconhece o novo governo brasileiro. Ao mesmo tempo, autoriza a “Operação Brother Sam”. Uma esquadra deixa o Caribe com um porta-aviões, diversos navios de apoio, dois petroleiros e um submarino, além de “marines”, para o caso de o Brasil entrar em guerra civil. Imagine-se de que lado ficariam nossos irmãos do Norte... (Final)

Bah, o isento tá de volta....

Os leitores tavam com saudade....

A defesa dos idefensáveis / opinião do leitor


Sabe q tb gosto... são textos curtos e não tem aquele fanatismo dos que ou são PT doentes ou anti PT doentes...
Esse aí da folha por exemplo é bem interessante...

Ellen Augusta

DIÁRIO DO PANAMÁ

POR GELSON FARIAS


PANAMÁ: PELA MINHA PRIMEIRA VEZ


Do Panamá
Gelson Farias


Vou contar os acontecimentos em ordem cronológica assim será mais fácil lembrar. O primeiro momento engraçado foi logo no avião, os comissários com uma cara... Depois eu percebi o motivo. Todos no avião estávamos apreensivos com a turbulência sem parar... O pessoal estava praticamente malhando no avião, senta, levanta, vira, mexe, além de estar fazendo perguntas aos comissários o tempo todo. Olha só a zona, alguns estavam juntos (menos mal). A maioria se conheceu no próprio vôo. Mas graças a Deus, depois de três horas e meia de vôo, chegamos muito bem no panamá.

O Panamá é um país da América Central Continental limitado a norte pelo Mar das Caraíbas a leste pela Colômbia a sul pelo Oceano Pacífico e a oeste pela Costa Rica. Sua capital é a cidade do Panamá. Situa-se no ponto mais estreito da parte continental da América Central, que se estende até a América do Sul. É dividida ao meio pelo canal do Panamá, que liga o oceano Atlântico e o oceano Pacífico A cada ano, cerca de 10 mil embarcações (5% do comércio marítimo mundial) cruzam os 82 quilômetros do canal — que passou do controle dos Estados Unidos (EUA) para o Panamá em 2000
A população do país com cerca de 3,9 milhões de habitantes é formada por uma maioria de mestiços de índios e europeus O setor econômico mais importante é o de serviços, que abrange as atividades financeiras e as rendas obtidas com a zona de livre-comércio de Colón, a exploração do canal e o registro de navios mercantes



A empresa Copa Linhas Aéreas (Copa Airlines ), Voo de Buenos Aires ao Panamá. Confesso que levei medo nesta viagem. Muita turbulência. Cerca de seis passageiros, que estão nesta foto, é da Aerolíneas Argentinas. Estou ao fundo de blusão bege.

O aeroporto internacional de Tucumenn, nome oficial (Omar Torrijos Herrera, ex-presidente do Panamá) serve a cidade do Panamá, sendo o principal aeroporto do país, e recebe vôos desde os pontos principais dos Estados Unidos, Canadá, América do Sul, América Central e Caribe, Espanha, entre outros destinos. Por sua vez, opera com a maioria dos vôos domésticos. Cerca de 4,5 milhões de passageiros passaram em Inauguração: Primeiro de junho de 1947. O aeroporto está localizado 17 km 10,5 milhas a leste da Cidade do Panamá.


Aeroporto pelo lado externo
Do aeroporto, se chega até ao centro de cidade do Panamá, por ônibus, mini ônibus e táxis. Os autocarros têm vários percursos para diferentes zonas (Tocumen, 24 de Diciembre, Paso Blanco, Felipillo, Pacora, Chepo). Duração aproximada da viagem para o centro da Cidade do Panamá: 30 minutos. As empresas de táxi que operam com o complexo são: Ciudad de Panamá, Albrook y Los Ríos, Clayton, Gamboa, entre outras.

Existem balcões de aluguel de veículos das mais reconhecidas companhias Rent a car do mundo. O aeroporto também dispõe de banco, caixa eletrônico ATM, agência de câmbios, áreas VIP, telefones públicos e acesso Wi-Fi. Sheraton Hotel, localizado 15 minutos do campus, tem salas de conferências e de reunião. Comer e Beber - restaurantes, cafés e bares, compras - várias lojas e lembranças, e duty free nas áreas de partidas e chegadas. Bagagem - Carregador de bagagem em troca de uma gorjeta. Carrinhos estão disponíveis, mas apenas dentro da área cliente. Outros serviços - Clínica Médica e banheiros com chuveiros. O guichê de informações está localizado na área de chegadas perto da retirada de bagagem. Também tem balcão de informações turísticas. Instalações para deficientes - tem rampas, banheiros, elevadores, telefones adaptados, entre outros serviços. Cadeiras de rodas estão disponíveis (reserva prévia com a sua companhia aérea ou de viagem)

Estou de camisa azul, junto à bagagem. Ao chegar ao aeroporto primeiro achei que parecia uma rodoviária, depois vi que estava enganado.

No aeroporto eu vi várias placas de sinalização com o idioma português. Todos os vôos que vão para o Brasil e outros países da America e Caribe, passam por aqui. E há muito mais brasileiros do que vocês possam imaginar.


Peguei um táxi do aeroporto, por U$ 28,00 achei mais seguro. O caminho do aeroporto para o hotel lembra muito Buenos Aires. O taxista me explicou muito sobre o país. Disse que os panamenhos, -- principalmente os taxistas em geral -- têm grande informação sobre o Brasil. Quando falei que era do Brasil, nossa! O cara ficou todo feliz e falante perguntou de que estado e cidade eu era. Assim descobri que eles sabem muito sobre nosso país, muito mais que nós a respeito do deles. Eles sabem tudo sobre a seleção brasileira, dos ‘Ronaldinhos’. Disse que tem curiosidade de visitar o Brasil, na época do Carnaval para ver as mulheres nuas, sambando.

O taxista, Carlos Ramirez

Olides.
Falo muito pouco ainda o espanhol, mas da para o gasto. Mas os panamenhos, -- falam muito mais o Inglês. Ao chegar ao hotel que por um acaso é muito bonito, na portaria, os funcionários, falando inglês. De inglês, sei pouco, mas usei meu espanhol arranhado. E deu certo. Compreenderam bem Cheguei ao apartamento e troquei de roupa quis sair logo, pois, estava com fome.



Um Balboa


O balboa é a moeda oficial do Panamá. Denominada em homenagem ao conquistador espanhol Vasco Núñez de Balboa, o balboa é ancorado ao dólar estadunidense (que tem curso legal no Panamá) com uma taxa de câmbio de 1:1 desde 1903, por isso balboas podem ser trocados por dólares no Panamá em qualquer momento a essa taxa paritária. O balboa está dividido em 100 centésimos; as moedas modernas de 1, 5, 10, 25, e 50 centésimos têm o mesmo peso, dimensões e composição metálica das moedas estadunidenses de penny, níquel, dime, quarter e meio dólar respectivamente. O Banco Nacional do Panamá, em certas ocasiões, coloca moedas de um balboa em circulação, que têm as mesmas dimensões do dólar Eisenhower. As notas panamenhas em balboas não são impressas, só o foram por breve período em 1941, e não estão em circulação: para notas ou papel-moeda, o Panamá usa o dólar dos EUA.
Dei uma de cidadão e fui até um ponto pegar um taxi... Aqui os ônibus são para pessoas realmente pobres e estudantes que fazem somente percursos fora do centro. Na área central é só taxi mesmo, por isso o preço é bem acessível.



Estudantes esperando ônibus
Logo que saí do hotel, fui diretamente para o Multiplaza indicado pelo concierge, paguei quatro doletas em um caminho bem curto, mas até aí achei normal. Chegando lá o choque - comida muito barata... Dentre outras coisas. Esse lanchinho co McDonalds (só comi isso porque não tinha comida típica onde eu estava) que não temos no Brasil me custou U$ 4,50 o combo que seria menos de R$ 9,00. No Brasil não há nada com valor nem parecido. Esse refrigerante é panamenho sabor morango.

O concierge de um hotel é um funcionário especializado em turismo e hotelaria mundial; ele pode: providenciar qualquer coisa que os hóspedes desejarem, contanto que seja "legal e ético". Rotineiramente chamam-no para fazer qualquer coisa, desde garantir uma reserva de jantar em um restaurante lotado até certificar-se de que as camisas do hóspede estejam lavadas e passadas a tempo para o jantar. Ocasionalmente ele recebe solicitações mais desafiadoras - por exemplo, encher a suíte de uma estrela do rock com milhares de reais em flores brancas.


Olides. Esta foi minha janta, no primeiro dia

Na Argentina, um jornalista disse que a comida no Panamá era muito condimentada. Foi aí que eu cheguei de mansinho, para não pagar mico. Depois do lanche, Logo, caminhei um pouco e peguei um táxi, de volta pelo mesmo caminho e paguei sabe quanto U$ 1.50. O taxista disse que se eu fosse pedir um táxi pelo hotel seria mais caro, por causa da comissão. Bem óbvio. De volta ao hotel peguei mais informações no concierge, (mas para fazer sem o serviço deles). Fiquei algumas horas conversando com o cara do concierge. O encontro estava marcado para a noite de sábado, portando não tínhamos muito0 tempo para sair. Quem sabe, outra vez! Mas deu para ver, nos restaurantes, que no geral os panamenhos comem muito arroz, frango e saladas variadas. A comida se parece muito com a nossa do Brasil, exceto o fato de usarem passas de uva, em tudo. Bem, a refeição abaixo (foto) é arroz de pollo. Que nada mais é que arroz a la grega, com frango, azeitona uns condimentos, milho, ervilha e as malditas passas. A sopa se chama Sancocho, que é um caldo com ervas, inhame condimentos e pedaços de frango (bem difíceis de achar por sinal, parecia pega peixe). A luta foi saber o sabor do suco, a vendedora falou que era do panamá um fruta típica da região, com gosto de chocolate. Comida muito ruim.


Comida tipo a brasileira


Essa é pra quem não acredita que as coisas no Panamá são baratas. Internet, de 2MB, U$ 8.50 mês.
Veja as placas com os preços da internet

Parei no centro da cidade, bonita e limpa. A influência americana é muito grande, uma vez que os "gringos" só deixaram o país em 2000. Outro fator importante de ser mencionado é a quantidade de estrangeiro aqui. Por ter esse crescimento rápido muito pessoas de países vizinhos, além de equador e Venezuela vem para trabalhar buscando a novo panamá, como eles chamam por aqui. A população Panamenha é bem informada e conhece o crescimento do país. Gostam demais dos brasileiros, falam do presidente Lula e da Dilma, e cidades do Brasil etc. São educados (ao menos nos locais por onde andei). São bem receptivos. A estrutura das construções e estradas é americana, mas o povo e a comida se parecem mais conosco. A escola é levada a sério, e pelo que li, o número de jovens fora de aula é baixo.


Esta foto é do centro da cidade, próximo ao local do encontro das empresas aéreas.

Domingo pela manhã, antes das 11 horas, quando iniciaria a reunião pelo segundo dia, resolvi dar uma volta e ver o artesanato, panamenho. Estava curioso para comprar um chapéu Panamá, fabricado manualmente com uma palha, que se parece com milho seco, mas tem outro nome. Ela é encontrada na beira da Cordilheira dos Andes, somente no Peru.


Olides. Comprei um chapéu, Panamá, 17 dólares americanos


Rossita. É uma Peruana, de Cusco, que reside no Panamá há dois anos


Esta é Cenelita Rodriguez. Uma linda Panamenha de quase dois metros de altura.

Olides.
Infelizmente por total falta de tempo – fiz esta matéria no meu PC no hotel – não consegui realizar um trabalho mais elaborado. Queria ter mais subsídios sobre hábitos e costumes do povo panamenho. O trabalho durante o encontro da empresas áreas foi fatigante. Para mim foi uma experiência impar. Tive que redigir (material jornalístico) do encontro e distribuir via e-mail, (release ) para jornais do Panamá e alguns do Caribe. Claro que eu estava com uma pasta ( planilha ) com os e-mail de uma dezena de jornais, televisão e rádios destes países.


Países das empresas áreas que operam com o panamá.


No final do encontro, num consenso com o presidente da Associação Internacional de Transportes Aéreas (IATA), Giovanni Bisignani, diretores de agências( ANAC ) da América Latina e Caribe os executivos das empresas áreas ( América Latina e Caribe) de acordo com o comunicado distribuído à imprensa o acordo assinado estabelece o compromisso de promover a conectividade aérea, o turismo e os investimentos, não somente no Panamá, mas em toda a América Latina e Caribe.

Giovanni Bisignani, presidente da ( IATA )

Durante o encontro, Giovanni Bisignani divulgou relatório onde consta que foram aplicados nos últimos dois anos, apenas 43% dos 985 milhões de dólares , total no ano de 2009, totalizando U$ 425,4 milhões o que pode explicar os distúrbios vividos pelo setor de aviação em relação à infraestrutura de aeroportos, nos países da América Latina e Caribe. Disse ainda que, muitas empresas áreas que vão restringir o numero de voos de seis importantes aeroportos de cinco países do Caribe, entre eles Cuba.

Este foi o local d encontro da empresas aéreas da América Latina e Caribe.

Do valor total aplicado, U$ 219,4 milhões, referem-se a obras gerais, e U$ 206 milhões, a equipamentos, conforme balanço recentemente divulgado pela entidade. Segundo Giovanni Bisignani apesar de o valor ter sido menor, ainda houve um aumento de 6,6% em relação aos investimentos realizados em 2008, quando a previsão de investimentos era de U$ 2,2 bilhões de dólares, dos quais foram aplicados apenas 17%.
“De 2004 a 2009 os governos investiram aproximadamente U$ 2,1 bilhões sendo que a expectativa para estes cinco anos era de uma cifra de U$ 5,6 bilhões. Em média, a entidade vem investindo a metade das suas previsões. Segundo o relatório da empresa, a gestão financeira, em 2009, esteve concentrada na redução de custos, buscando minimizar o descompasso entre o crescimento da receita e a despesa operacional.


Interior do encontro da empresas áreas no Panamá

Já o lucro bruto, ao fim do ano passado, foi de U$ 358,9 milhões, ante U$ 600,6 milhões do ano anterior, contabilizando uma queda de 40,2%. Conforme este resultado foi impactado principalmente pela queda da ordem de 20% da receita dos terminais de carga, em função da redução das importações. Além disso, houve diminuição do movimento de aeronaves e de passageiros internacionais, com perda de 3,2% e 1,2%. O presidente da (IATA) alertou de que o baixo desempenho foi amenizado pela retomada das operações domésticas, que registraram aumento de 15% na movimentação de passageiros e de 8,5% na de aeronaves. Destacou que os valores das tarifas nesses segmentos de operações internacionais são muito baixos. O relatório destacou que o contexto da crise econômica internacional e o processo de transformações vivido pelo setor aéreo em 2009 demandaram dos gestores novas estratégias e realinhamento de prioridades.
Um relatório da Empresa Área LAN também esperava iniciar seus voos na primeira semana de abril, para países do Caribe, mas os governos desses países informaram que as empresas aéreas exageraram nas expectativas. Não transcorreu nem um mês desde que as empresas apresentaram seus pedidos. A Aerolíneas Argentinas levou seis meses até ter seus voos autorizados nestes países, justificou o representante da Jurca, associação das Empresas Aéreas Estrangeiras que operam na Argentina, esse período foi, na verdade, o de análise da viabilidade do uso dos aeroportos. “Uma vez liberado, basta dizer sim ou não ao pedido de outras empresas”, disse um integrante da Jurca, Romero Duprat.
O presidente da (AITA), disse ainda que: os governos deverão, antes de avaliar os pedidos das aéreas estrangeiras, verem “como funciona a experiência” da Aerolíneas no Aeroparque, que é mais apertado e tem menos capacidade ociosa do que Ezeiza. “Quando os representantes destes países nos procuram pela primeira vez, fizemos uma apresentação clara e precisa. Ninguém reclamou
Foi mostrado durante o encontro um vídeo onde Autoridades aeroportuárias dos EUA, exibiram cinco, das novas máquinas de raios-X que serão usadas para revistar mais passageiros, para alívio dos defensores de mais segurança e desgosto dos ativistas de liberdades individuais. As máquinas de 170 mil dólares, fabricadas por uma subsidiária da OSI Systems, mostram aos guardas imagens dos corpos dos passageiros, através da sua roupa, de modo a revelar objetos ocultos. Três delas serão ativadas ainda este mês, no aeroporto Logan, em Boston. Nos próximos meses, o Departamento de Segurança Doméstica pretende instalar 150 aparelhos, com verbas do pacote de estímulo fiscal do ano passado. Até o final do ano, a agência espera ter 450 scanners avançados nos aeroportos de todo o país. Para alguns passageiros selecionados aleatoriamente, isso irá substituir os onipresentes detectores de metais. Quem não quiser se submeter pode ser revistado manualmente – embora numa fase de testes quase todos tenham preferido o exame com raios-X.

Olides.
No (ultimo dia) fui terminar de fazer os envios dos e-mails, e não tive tempo para fazer a matéria sobre o canal do Panamá. Só sei dizer, que me informaram que a entrada da área de visitação do canal do Panamá é chamada de Miraflores.
Dizem que ao entrar no complexo tem de pagar três dólares na bilheteria e em seguida os visitantes têm de passar em uma porta com detector de metais, eles tiram uma parte do seu bilhete e você mantém outra a qual possui um código de barra. Primeiro é mostrado uma parte bem alta de onde se pode observar a travessia do canal e as comportas.
Um forte abraço. Gelson


São Borja abre comemorações pelos 50 anos da Legalidade

Está marcado para o dia 18 de abril, ás 19 horas o lançamento das comemorações pelos 50 anos da Legalidade. O movimento político liderado por Leonel Brizola que mostrou resistência e defendeu a Constituição e a garantia da Posse de João Goulart, após a renuncia de Jânio Quadros não passará em branco na cidade. A iniciativa das comemorações partiu do Presidente da Câmara de Vereadores, vereador Celso Lopes (PDT), que instituiu 2011 como o Ano da Legalidade.
O lançamento das comemorações será uma apresentação a sociedade do material que depois circulará em exposições pelas escolas de São Borja. “Não queremos as comemorações só na Câmara de Vereadores, mas levar as nossas escolas para que os jovens tenham conhecimento e orgulho de nossa história. Um importante movimento político como este liderado pelo Brizola não pode passar em branco, ainda mais na terra que ele escolheu e adotou como sua”, declarou o vereador trabalhista.


Celso Lopes pede providências sobre o trânsito

O vereador Celso Lopes (PDT) solicitou pedido de providências quanto a duas questões importantes do trânsito de São Borja.
A primeira questão diz respeito aos controladores de velocidade que existem na cidade. “São equipamentos que tem um alto custo para o poder público e que não estão tendo utilidade. Não há a necessidade de se continuar pagando, além do que eles atrapalham o fluxo”, declarou Celso Lopes. A solicitação é para que os aparelhos sejam retirados das principais avenidas da cidade.
O outro pedido de providências do vereador Celso Lopes surgiu da reclamação de diversos motoristas que apontam a dificuldade em enxergar as sinaleiras em torno a praça XV. A solicitação é para que sejam colocadas, além das já existentes, sinaleiras laterais, facilitando a visualização dos motoristas. “A instalação de sinaleiras laterais facilitará a visão dos motoristas e também trará mais segurança para o trânsito e para os pedestres. Toda a população sairá ganhando principalmente no horário de fluxo intenso”, informou o vereador.


Farelo Almeida protocola projeto de lei sobre titulação de moradias para mulheres

O vereador Farelo Almeida (PDT) protocolou projeto de lei para que a titulação de imoveis nos programas de habitação públicos ou subsidiados com recursos públicos aqui no município sejam das mulheres.
De acordo com o projeto de lei, a titularidade deve ser preferencialmente da mulher e nos programa habitacionais deve haver uma cota de 20% destinadas as mães. “Nossa intenção é proteger a mulher, a mãe de família e garantir seu direito, de acordo com a Constituição de ter um lar”, salientou Farelo.

Comentário do Rech, sobre a morte do Flávio...

quer dizer que os atuais não são inteligentes, é isto???

blz! A melhor foi a do Rech há pouco: "É, antigamente o rádio era feito por gente muito inteligente", se referindo ao Flávio e ao Sérgio Jockman.


BANCO DE HORAS EM
EMPRESAS VINÍCOLAS

O Sindivinho-RS realizará no dia 12 de abril o workshop Como
Implementar Banco de Horas em Empresas Vinícolas, destinado aos diretores e
responsáveis pela área de Recursos Humanos. O evento terá por local a sede
do Sindicato, em Caxias do Sul, com inscrições gratuitas. Maiores
informações: fone (54) 3021.0012 e (54) 3218.8035.

Todt Comunicação


De São Borja

Estão sendo esperados cerca de 300 barranqueiros pro festival da Barranca deste ano. Quem informa é um fã do evento, o Letier Vivian, que neste ano não pode comparecer, porque está muito envolvido com os 50 anos da Legalidade, que a Câmara daqui vai dar um banho no assunto. Imagine, tão pensando em botar em São Borja o Celso Costa - da Guaíba - e até o Flávio Tavares, jornalista que viu os fatos de perto( e eque sacaneou muitos jornalistas que dormiam no chamado Porão da Legalidade: o Flávio costumava amarrar os cadarços dos caras dormindo,depois o cara acordava, ia levantar e levava aquele baita tombo....O Letier só não vai levar o Tarso de Castro outro que participou porque este já está na CIDADE DOS PES JUNTOS.EM PASSO FUNDO....)

mAS ENFIM os barranqueiros como são chamados os que festejam na semana santa a beira do rio Uruguai( e de-lhe cana....) serão homenageados dia 19 vindouro na Câmara Municipal de São Borja com uma sessão solene....e depois no dia 21, já na quinta-feira santa, no cais do porto um show gratuito do grupo dos Angueras, que são os fundadores do festival da Barranca....

E dele trago...!!!!!

Coleguinhas

Valdir dos Santos está no estaleiro. Diz ela:

- Eu levei um tombinho besta, bati a ponta do pé no degrau da calçada perto de casa. Ontem fui ao médico e ele me indicou uma bota imobilizadora e me autorizou a andar. Mas o ´pé já está totalmente desinchado.Tiro a bota de gesso só no dia 13.

Isto que dá fraturar o ossinho do pé....(imobilização....)


Morre o primeiro repórter multimídia

Olides, agora é o momento de mostrar o lado profissional.
O Alcaraz foi um dos grandes jornalistas do Brasil durante os anos de Chumbo.
Ajudou muitos de nós. No meu caso, junto com o Luiz Figueiredo, o Claudio Thomaz, e o Paulo Sérgio Pinto, me acolheu na Caldas Júnior dos Ribeiros, quando a Zero Hora me demitiu em 1989. Eles me ajudaram a voltar a ser feliz.
Matz


A morte do Flávio!

Morre o primeiro repórter multimídia

"O Flávio Alcaraz Gomes foi um grande amigo meu. Me incentivou e me ajudou numa hora difícil da minha vida, abrindo espaços na Rádio Guaíba para os meus boletins ao vivo, quando eu viajava ao exterior e diversas capitais para cobrir para o Correio do Povo, as reuniões de presidentes e ministros que acabaram culminando no Mercosul. Embora tivesse uma personalidade forte e decidida, o Flávio Alcaraz Gomes foi o primeiro grande repórter multimídia do Rio Grande do Sul. Ele era amigo do Josué Guimarães, do Érico Veríssimo, do Lauro Schirmer, do Floriano Correia, entre outros. Preciso dizer mais. Repouse em paz, grande Alcaraz."

Luiz Oscar Matzenbacher


Sem Pulo e Túnel do Tempo

deste sábado que escrevo na Folha Popular.

Rudimar Thomas


Clique na imagem para ampliar


Clique na imagem para ampliar


A morte do Flávio....


A Regina Lemos ontem comentou um gancho que levou por causa do Flávio Alcaraz Gomes. Ele já era diretor da Gaúcha, depois de sair da cadeia e ela foi fazer uma pauta 500( mandada fazer pela direção...) e lá estava o Flávio que muito insistiu pra que ela tomasse meio copo de cerveja...

Ela que não bebe durante o trabalho, apanhou por insistência do colega.

No dia seguinte, Roberto Appel,diretor de Jornalismo da TV Gaúcha, llhe deu um gancho de 3 dias, porque a informação chegou lá.

- Peguei a folga e fui pra São paulo, relembra Regina.

A morte do Flávio


Mesmo na cadeia, Flávio Alcaraz Gomes sabia que a Caldas Junior fazia "água". E quando Fernando Veroneze ia visitá-lo aos sábados, ele avisava:

- Aquilo lá não dura mais dois anos...

quase acertou. Tudo faliu em junho de 1984.

Jornalista e radialista Flávio Alcaraz Gomes



A morte do radialista e jornalista gaúcho Flávio Alcaraz Gomes nesta terça-feira comoveu profissionais da imprensa. O presidente da Associação Rio-grandense de Imprensa (ARI), Ercy Pereira Torma, define o porto-alegrense como "um homem de personalidade e opiniões fortes".

— Ele tem uma característica que é rara na imprensa brasileira: ele cresceu, tornou-se cronista, diretor de empresa, mas sempre manteve sua personalidade de repórter. O próprio nome do programa que comandava, o Guerrilheiros da Notícia, mostrava a postura que me mantinha frente à comunicação: sempre guerrilhando e lutando pela notícia — afirmou o presidente da ARI.

O radialista Antônio Carlos Macedo destaca a transformação do formato dos programas jornalísticos na Rádio Gaúcha, quando Alcaraz Gomes trabalhou na emissora:

— Aqui na Gaúcha, teve participação nos anos iniciais do formato talking news, na década de 1980. Transformação essa que consolidou a emissora como uma das mais importantes do país no segmento.

O presidente da ARI lembrou a capacidade de Alcaraz Gomes de observar os fatos e alterar o roteiro das coberturas jornalísticas quando fosse necessário:

— Quando estava na Itália, em direção ao Vietnã, percebeu a movimentação na cidade e acabou cobrindo a Guerra dos Seis Dias. Ele sabia onde estava a notícia.

O radialista Wianey Carlet descreveu Alcaraz Gomes como "um homem tremendamente talentoso e muito contraditório". O jornalista Kenny Braga lembrou que o colega de profissão trabalhou até pouco tempo antes de morrer:

— Acho interessante que ele trabalhou até o final da vida. Em nenhum momento abandonou o rádio ou a sua profissão. Isso é muito importante.

Para Macedo, ele tem uma das trajetórias "mais ricas do rádio do Rio Grande do Sul" e foi pioneiro em coberturas internacionais:

— Lembro bem em 1968, vindo com os meus pais de Esteio, com o rádio no bolso, preparado para acompanhar a transmissão do embarque do homem para o espaço, feito de forma pioneira pelo Flávio Alcaraz Gomes direto dos Estados Unidos. Este é um pequeno registro do pioneirismo do Flavio em coberturas internacionais — resumiu.

A Polícia é sempre de tudo culpada


(Archimedes Marques)


Estamos a viver em uma sociedade cada vez mais exigente quanto aos seus direitos e cada vez mais intransigente quanto aos direitos e deveres dos policiais.
A frase popular de autor desconhecido sempre é vivenciada tristemente por todas as Policias do Brasil: “Quando alguém está em perigo, pensa em Deus e clama pela polícia. Passado o perigo, se esquece de Deus e execra a polícia”.
É dentro deste contexto que a Policia termina levando desvantagem em tudo, sendo considerada culpada por aquilo que fez, pelo que não fez, pelo que poderia fazer ou pelo que não pode fazer.
O povo ainda não entendeu que a Polícia só pode prender em flagrante delito ou por ordem judicial. Se a Polícia não consegue prender um marginal qualquer numa dessas duas condições é incompetente. Se fora do flagrante e sem mandado judicial não prende o criminoso, então compactua com o crime ou protege o marginal.
Se uma representação feita pela Polícia Judiciária, solicitando a prisão preventiva para determinado criminoso demora a sair ou é indeferida pela Justiça, a culpada é a Polícia que não soube arrecadar provas suficientes para sustentar o pedido.
Se um delinquente é contumaz em crimes de ação privada e nunca fora denunciado pelas suas vítimas para o devido processo criminal, por medo ou por outro motivo qualquer, a culpada é a Polícia que não o prende e põe fim às suas atividades criminosas.
Se a Polícia hoje prende e a Justiça amanhã solta, a culpada é a Polícia que não soube fazer o Inquérito ou deixou falhas para a defesa do marginal.
Se um bandido é morto durante um confronto com a Policia, os culpados sempre são os policiais que não tiveram competência para prendê-lo. Se nessa mesma ação a Polícia consegue prender o criminoso, é taxada de fraca, medrosa, covarde, pois o certo era matar o delinquente.
Se a Polícia diz que houve troca de tiros em uma ação, logo é taxada de mentirosa e assassina, pois o marginal sequer estava armado, plantaram uma arma em sua mão, ou se estava, o perseguido era apenas um delinqüente eventual não perigoso, fruto da injustiça social e não teria coragem para reagir a uma ordem de prisão.
Se o policial morre em combate com o marginal não teve o cuidado que deveria ter, foi inconseqüente ou queria aparecer, ser herói. Se o policial passa a se proteger ou tem cuidado necessário para não ser ferido é um covarde que treme de medo ao confronto com os bandidos.
Se em tumulto a Polícia age com rigor para manter a ordem pública, é truculenta, arbitrária e violenta. Se não age com rigor é fraca e sonolenta, ao passo que, estando presente na hora do fato é cúmplice e, se ausente é omissa.
Se a Polícia revista um suspeito, desrespeita o direito constitucional de liberdade do cidadão e, se não revista é conivente com o crime ou compactua com a marginalidade.
Quando a Polícia pratica excelentes ações preventivas em prol da sociedade ou investigações perfeitas, apenas está cumprindo a sua obrigação e, quando tais ações não surtem os efeitos desejados, não passa de um Polícia incompetente e ineficiente.
Dos atos criminosos que geram as ações da Polícia sempre restam os Direitos Humanos para os marginais, de quando em vez para as suas vítimas e nunca para os policiais.
Ser policial no Brasil com péssimos salários, mais que sobreviver a miséria, é um exercício de bravura, risco permanente sem o apoio moral e institucional, sem reconhecimento estatal ou da sociedade, padecendo do abandono, da discriminação, da injustiça, da indignidade...
A trajetória do policial é realmente diferente de todas, pois além de tudo, quando ele acerta com os seus atos de bravura logo ninguém se lembra, mas, quando erra ninguém se esquece.

Autor: Archimedes Marques (delegado de Policia no Estado de Sergipe. Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Segurança Pública pela UFS) - archimedes-marques@bol.com.br -

Maria Helena Sartori lamenta acordo prévio das centrais sindicais e governo sobre minimo regional


“Acabamos aprovando o terceiro pior valor da história na relação com o salário nacional”, apontou deputada

A deputada Maria Helena Sartori (PMDB), presidente da Comissão de Finanças da Assembleia Legislativa, lamentou o acordo prévio entre as centrais sindicais e o atual governo sobre o projeto de reajuste do salário mínimo regional. “Ficamos sem espaço para debater um avanço maior para os trabalhadores. Teremos o terceiro pior valor do mínimo regional desde sua implantação”, apontou Maria Helena.

Maria Helena salientou que no período em que ela era a líder do Governo Rigotto (PMDB), por dois anos seguidos a Assembleia aprovou a melhor relação do piso regional na comparação com o salário mínimo nacional. “O salário regional representava 1.30 do valor fixado em nível nacional por conta dos aumentos reais acima do INPC”, recordou a deputada, ao acrescentar ainda do cenário de dificuldades financeiras que o Estado enfrentava à época.

Para a presidente da Comissão de Finanças, com o acordo prévio das centrais sindicais a Assembleia teve restringida sua ação para debater um reajuste melhor. “Precisamos recuperar no RS uma política de reajuste real. Mas para isso, é preciso que tenhamos maior espaço para o diálogo aqui na Assembleia”, arrematou Maria Helena.
“É curioso que hoje se fala em novo momento. Não podemos esquecer das manifestações de figuras ilustres do PT como o ex-presidente Lula, o senador Paulo Paim e o ex-governador Olívio Dutra, que criticavam a adoção dos salários regionais no ano de 2002”, lembrou Maria Helena. O projeto do novo mínimo regional, fixando faixas entre R$ 610,00 e R$ 663,40, teve o voto favorável da bancada do PMDB.

Assessoria de Imprensa PMDB-RS / Assembleia Legislativa

ESCÂNDALO DOS PARDAIS

PMDB propõe atuação independente da Assembleia


A partir da posição que o líder da bancada do PMDB, deputado Giovani Feltes, levou à reunião da Mesa Diretora, a Assembleia Legislativa decidiu que não integrará a sindicância interna anunciada pelo Governo do Estado para investigar as denúncias de corrupção nos contratos do DAER. “Não podemos declinar da nossa competência constitucional de fiscalizar os atos do Poder Executivo, ainda mais quando estamos no processo de formação de uma CPI”, salientou Feltes.
No encontro realizado na manhã desta terça-feira, 5, ficou definido que a Assembleia deverá acompanhar as apurações internas através das suas comissões permanentes. “Assim diz o Regimento Interno e é preciso destacar a conduta isenta do presidente Adão Vilaverde (PT)”, acrescentou o líder peemedebista. Caso a Assembleia aceitasse participar como convidada da sindicância que o governo denomina de força-tarefa, entende Feltes, os deputados não teriam a autonomia que está definida na Constituição.
Depois de assinar o requerimento de formação da CPI dos Pardais, a bancada do PMDB insiste na ideia de uma investigação por parte da Assembleia. “Nada impede o governo de fazer as suas apurações, mas a sociedade gaúcha espera saber com maior transparência o que vem ocorrendo no DAER”, reforça Feltes. Ele classifica como fundamental a abertura dos envelopes da licitação sobre os controladores de velocidade que estava em andamento no órgão e que foi suspensa depois das denúncias do escândalo.

Assessoria de Imprensa PMDB-RS / Assembleia Legislativa

Giovani Feltes homenageia os 84 anos de emancipação de Novo Hamburgo


No período do Grande Expediente desta terça-feira (5), o deputado Giovani Feltes (PMDB) homenageou os 84 anos de emancipação de Novo Hamburgo. “Mais do que exemplo de empreendedorismo de sua gente para os municípios vizinhos do chamado Vale do Sapateiro, Novo Hamburgo igualmente é citação recorrente para todo o Rio Grande e para o Brasil quando mencionamos o rol de comunidades que, verdadeiramente, buscaram um modelo elogiável de crescimento econômico, social e cultural”, destacou o parlamentar.
Feltes resgatou aspectos históricos da emancipação política do município, que, no início do século passado, era ligado ao então 2º Distrito de São Leopoldo. Coube a três representantes da Vila de Novo Hamburgo – Jacob Kroeff Neto, Pedro Adams Filho e Leopoldo Petry – buscar a autonomia política e administrativa junto a Borges de Medeiros, no ano de 1924. “Novo Hamburgo buscou sua emancipação porque tinha necessidade de crescer e, assim o fez, sem qualquer prejuízo ao município-mãe, como relatam os documentos da época”, registrou o orador do Grande Expediente.
O parlamentar destacou também iniciativas e ações que fizeram de Novo Hamburgo um polo de desenvolvimento econômico e social. Citou a importância do legado cultural dos imigrantes, do protagonismo dos moradores, do trabalho das instituições de ensino públicas e privadas, da preservação das tradições realizada pelos clubes sociais e da contribuição efetiva dada pelos veículos de comunicação. Feltes não deixou de salientar a importância da evolução do setor coureiro-calçadista para o desenvolvimento do município, conhecido como a Capital do Calçado.
Homenagem
Feltes realizou uma homenagem especial ao atual prefeito do município, Tarcísio Zimmermann, e aos ex-prefeitos presentes Alceu Mosmann, Miguel Henrique Schmitz, José Airton dos Santos, Cleonir Bassani e Jair Foscarini. Ao final do período do Grande Expediente, o Hino de Novo Hamburgo, com letra e música de Délcio Tavares, foi interpretado pelo músico Issur Koch.
Participações
Associaram-se à homenagem, em apartes, os deputados João Fischer (PP), Luis Lauermann (PT), Edson Brum (PMDB), Gerson Burmann (PDT), Lucas Redecker (PSDB), Raul Carrion (PCdoB), Cassiá Carpes (PTB), Heitor Schuch (PSB) e Adolfo Brito (PP).
Também estiveram presentes na homenagem autoridades como o secretário estadual de Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico, Cleber Prodanov, vereadores do município, o presidente da Fenac, Elivir Desiam, entre outros.

Assessoria de Imprensa PMDB-RS / Assembleia Legislativa
Textos: Vanessa Canciam - MTB 2060

Audiência pública sobre bicicletas é nesta quinta-feira

A Câmara Municipal de Porto Alegre realizará, às 18h30min desta quinta-feira (7/4), audiência pública para avaliar a circulação de bicicletas na cidade. Proposto pela Mesa Diretora do Legislativo, o evento foi agendado depois do episódio ocorrido no bairro Cidade Baixa em fevereiro, quando um motorista atropelou diversos ciclistas que participavam de um ato público. A audiência será realizada no Plenário Otávio Rocha da Câmara (Avenida Loureiro da Silva, 255).

Claudete Barcellos (reg. prof. 6481)

Bah, o isento tá de volta....

Os leitores tavam com saudade....

A defesa dos idefensáveis

A Folha de São Paulo foi quem inaugurou a defesa dos idefensáveis, definindo o golpe de 1º de abril de 1964 como "ditabranda", tentando colocar para baixo do tapete as torturas e assassinatos dos militares que tomaram o Brasil de assalto. Agora vem o Noblat criar o "fascista bonzinho" para homenagear o perigoso Bolsonaro. E não está sozinho nesta triste empreitada, Fernando de Barros e Silva, na reincidente Folha, o acompanha mais ou menos nestes termos. Provavelmente, num dia destes aparecerá alguém desta imprensa aí, defendendo o Adolf, chamando-lhe de fofinho.

Remindo Sauim


A REVOLUÇÃO DE PRIMEIRO DE ABRIL (2)

Por Carlos Chagas


Na tarde do dia 31, sob o comando do general Cunha Mello, deixam a Vila Militar, no Rio, contingentes do Regimento Escola de Infantaria e do Regimento Sampaio, acrescidos de um batalhão de artilharia. São forças muito superiores às que o general Mourão Filho deslocara de Juiz de Fora e que, naquele momento, chegavam à divisa entre Minas e o Estado do Rio. Às margens do rio Paraibuna, fizeram a tradicional parada para reajustamento do dispositivo. Do outro lado posiciona-se a tropa legalista. Dá para se verem os oficiais de lá e de cá. Fixam-se ninhos de metralhadora, vai acontecer batalha de graves consequências.

Acontece que pela manha, bem cedo, já com seus tanques na estrada de Juiz de Fora para o Rio, o general Mourão Filho telefonara ao general Castelo Branco, anunciando a rebelião. São coisas das revoluções brasileiras, durante as quais todos os telefones funcionam. O então chefe do Estado Maior do Exército tomou um susto. Afinal, o golpe estava previsto para dali a alguns dias, até que os últimos contatos fossem feitos com generais e governadores de diversas regiões do país. Castelo mandou Mourão recuar, refluir e explicar que tudo não passava de um exercício para treinamento de tropa. Mourão dera à aventura o nome de “Operação Popeye”. Rejeitou com veemência a proposta, dizendo que saíra para vencer ou morrer.

Diante do fato consumado, Castelo fardou-se e, antes de rumar para o ministério da Guerra, ligou para o general Antônio Carlos Muricy, comprometido com a conspiração. Pediu-lhe para reunir alguns coronéis e seguir até a estrada de Juiz de Fora, a fim de assumir a chamada “ponta” das tropas revoltadas. Uma forma de controlar Mourão Filho. Entre os oficiais que Muricy conseguiu reunir num carro de passeio, sem características militares, estava o tenente- coronel Walter Pires. Fizeram contato com os mineiros antes que o general Cunha Mello deixasse os quartéis da Vila Militar.

Já era noite de 31 de março quando o marechal Odílio Denis, dando apoio no local ao general Mourão Filho, fica sabendo que à frente dos contingentes legalistas, do outro lado do rio Paraibuna, está o coronel José Raimundo, que havia sido seu ajudante-secretário, quando ministro da Guerra. Pede que o genro, major Gustavo, à paisana, atravesse a ponte no seu carro particular, procure o coronel e faça com que se dirija ao telefone de uma padaria, do lado adversário. Ele mesmo, marechal Denis, vai para o telefone de um açougue, do lado revoltoso. O transito também funciona normalmente em nossas revoluções. O diálogo é singular: “Raimundo, você está contra mim?” “Nunca, marechal! Não sabia que o senhor estava aí. Estou com o senhor!”

Não foi apenas por isso que desmanchou-se o esquema armado para defender a legalidade. Boa parte dos seus oficiais rejeitava João Goulart. Até o I Batalhão de Caçadores, sediado ali perto, em Petrópolis, havia-se revoltado. Uma constrangedora conversa entre os generais Cunha Mello e Antônio Carlos Muricy selou o resultado da batalha que não houve. Deu-se prazo de duas horas para que os já então ex-governistas retornassem a seus quartéis, na Vila Militar, seguindo-se depois os revoltosos, já então num festivo desfile, felizmente sem tiros nem sangue.

Em São Paulo, ainda na manhã do dia 31, o comandante do II Exército, Amaury Kruel, recebe telefonema de seu compadre, João Goulart. O presidente quer saber se pode contar com ele. Pressionado por outros generais e coronéis, Kruel hesita. Diz que se Jango mandar prender os principais lideres sindicais, livrando-se dos comunistas dispostos em seu governo, ele o apoiaria. A proposta é indigna, recusada com um “passe bem”. Estava selada a sorte do governo, pois antes mesmo de Kruel dar a ordem, regimentos do II Exército já se lançavam na via Dutra, no rumo do Rio de Janeiro. A conspiração estava tão bem organizada que três dos principais restaurantes de luxo de São Paulo vão se encarregar de enviar almoço e jantar para os soldados em marcha.

No Rio, encontram-se os generais Castelo Branco e Costa e Silva. O ministério da Guerra esta acéfalo, respondendo pelo expediente o general Moraes Âncora, cercado de oficiais legalistas, coisa que não acontece nos andares dos gabinetes dos dois conspiradores. As escadas estão bloqueadas, os elevadores não funcionam. Pode haver tiroteio. Alunos da Escola de Comando e Estado Maior do Exército, sediado na Urca e comandando pelo general Jurandir Mamede são mandados para o ministério, fazendo a segurança de Castelo. Mesmo assim, ele e Costa e Silva decidem refugiar-se em “aparelhos” já antes definidos, na Zona Sul da cidade. No fim do dia 31, chegam ao ponto de onde não há retorno.

Jango sente fugir-lhe o tapete dos pés. Naquele longo primeiro dia de abril, malogra a tentativa de formar uma cadeia da legalidade, no Laranjeiras, pois apenas a Rádio Mayrink Veiga e a Rádio Nacional transmitem apelos de resistência. O ministro da Justiça, Abelardo Jurema, é o principal orador, mas à medida em que a tarde chega, vão sumindo da sede carioca do governo ministros e auxiliares. O presidente abandona o palácio, vai para o aeroporto Santos Dumont, embarcando para Brasília, onde imagina resistir.

O Globo e o Jornal do Brasil são invadidos por pelotões dos Fuzileiros Navais, aparentemente leais ao governo, comandados pelo almirante Aragão, que proíbe-os de circular no dia seguinte, 2 de abril. Deixa pequena guarnição em suas oficinas.

Na Escola de Comando e Estado Maior do Exército, inteiramente revoltada, majores e coronéis organizam-se para participar do movimento. São informados de que o Forte Copacabana se revoltara, mas a sede da Artilharia de Costa, ao lado, permanece com o governo. Assim, o coronel Montagna, um de seus instrutores, reúne um grupo de alunos que, em automóveis particulares, tomam o rumo da avenida Francisco Otaviano, estacionando ao largo. Antes, avisaram o jornalista Flávio Cavalcanti, da TV-Rio, exatamente defronte ao quartel a ser atacado. Naqueles idos as câmeras eram verdadeiros dinossauros, funcionando até com rodinhas. A solução foi abrir um buraco na parede, e a invasão vai para o ar, ao vivo, numa transmissão que reflete a tendência da maioria dos meios de comunicação. Foi meio frustrante toda a operação, pois quem sofreu foi apenas o sentinela, esbofeteado pelo coronel Montagna. Lá dentro, um sargento é baleado, mas o general comandante encontrava-se no ministério da Guerra. A Artilharia de Costa vira revolucionária.

Ao mesmo tempo, no palácio Laranjeiras, já sem o presidente João Goulart, a tropa da Polícia do Exército encarregada de protegê-lo abandona os postos. Ficaram apenas dois tanques, cujas guarnições comandadas por um tenente resolvem aderir ao movimento rebelde, numa ação destinada a produzir muitas fotografias e grande publicidade. Os carros de combate saem vagarosamente do Parque Guinle, dirigindo-se ao palácio Guanabara, poucos quarteirões adiante, onde o governador Carlos Lacerda permanecia encastelado e protegido por caminhões da limpeza urbana. Antes, pedira ajuda ao general Castelo Branco, pelo telefone. Ouviu que não poderia receber um único pelotão do Exército, já que ninguém controlava nada e tudo era confusão. Muitos civis, lacerdistas, formavam barreira junto à sede do governo carioca, alguns armados de revolveres. Lacerda trocara o terno por um blusão de couro, com uma metralhadora INA trespassada no peito. Mas estavam todos desprotegidos. A Polícia Militar da Guanabara não dispunha de armamento pesado.

Ao avistar os dois tanques se aproximando, na ponta da Avenida Farani, todos se apavoraram. Primeiro, temiam uma invasão dos Fuzileiros Navais, do almirante Aragão. Agora, julgam-se atacados pelo Exército. Pânico e exortações patrióticas do tipo “resistir ou morrer” serão superados quando entram em ação dois oficiais à paisana, filhos do falecido general Alcides Etchegoien. Estavam lá para apoiar Lacerda e decidem apropriar-se da adesão. Sobem nos tanques, são informados e vão informando tratar-se de um ato de solidariedade ao governador. Terminam aclamados pela multidão. Durante semanas os jornais noticiarão sua “heróica intervenção”, mas os tanques já haviam se passado para o lado deles. (Continua amanhã)


Cosmam discute situação de transplantes

A Comissão de Saúde e Meio Ambiente (Cosmam) da Câmara Municipal de Porto Alegre realiza reunião nesta terça-feira (5/3), às 9h30min, na sala 301, com o objetivo de discutir a situação dos transplantes de órgãos no Estado. Na reunião deverá ser traçado um panorama entre oferta e demanda, além de ser esclarecido como funcionam as listas de doentes à espera de órgãos como córneas, fígado, rins, pulmões e coração. Estão convidadas autoridades da área da saúde dos Executivos estadual e municipal, médicos especialistas e pessoas que tenham relatos a fazer sobre sua situação como transplantado ou como integrante de filas de espera.

Fernando Cibelli de Castro (reg. prof. 6881)

Angela Guedes em Cannes fotografa Arnold schwarzenegger

quando deixa suas mãos registradas na Calcada da Fama de Cannes


Presente cobrindo o MIPTV a colunisa social do Jornal Boca Angela Guedes fotografa quando Arnold schwarzenegger deixa sus mãos registradas na Calcada da Fama de Cannes, no dia 04 de abril em plena rua de Cannes. Sua presença deve-se ao fato dele estar produzindo o desenho animado O Governardor que será vendido para o mundo todo.Novas notícias serão enviadas em breve, pois no mesm dia, a colunista participou da conferencia de imprensa do lançamento do desenho animado, com Arnold presente, e da Serie Camelot com a presença dos Atores, Joseph Fiennes, Eva Green e jamie campbell bower, Inclusive com foto da colunista com os atores.
Ainda em Cannes, os brasileiros que mois fizeram sucesso em Cannes, foram os produtores da Trotamundo Films, em seu primeiro dia de MIPDOC bateram recorde de visualizações que totalizou 77 interessados, um número muito acima de qualquer média brasileira. É Balneário Camboriú se apresentando para o mundo. E é bom ver empresas como a FG Empreendimentos e a AMFRI abrançando essaidéia e também mostrando sua cara


Coleguinhas

Serginho Ros faz uma biopsia, hoje....

Legalidade...

O " logo" que está no site foi mandado fazer pela Câmara de Vereadores de São Borja que vai promover uma série de eventos sobre o fato histórico em si. Começa dia 18 próximo com um encontro com o jornalista Carlos Bastos, que coordena o evento pela ALE.


Legalidade(1)

O professor Sergius Gonzaga, secretário da cultura de Porto Alegre, acha que o episódio é o maior evento do século passado, no RS.


Legalidade(2)

Até hoje, ninguém conseguiu provar quem é o autor da palavra LEGALIDADE...hÁ Varias versões, apenas versões....

Legalidade (3)

Pelo andar da carruagem, a Câmara Municipal de São Borja não vai fazer feio nos 50 anos da Legalidade. E isto que é apenas um poder e fica a 630 km da capital....

 

*Adeli Sell e as pesquisas .....


do site Sul 21


Faltando um ano e meio para as eleições para Prefeitura de Porto Alegre, sem definições de candidatos, sem o mínimo debate e acordos sobre alianças, a que(m) serve(m) as pesquisas neste momento? Colocar nomes que jamais disputarão as eleições em Porto Alegre, para que fim? Colocar nomes que podem querer disputar, mas não passaram pelo crivo do partido para quê? Deixar de fora nomes que já se colocaram claramente na disputa obedece que intenção?
Estas e tantas outras perguntas são necessárias para nós que militamos na política local bem como as mesmas devem ser as do nosso eleitor.
Eu sou presidente do Partido dos Trabalhadores em Porto Alegre, jamais fui consultado sobre a posição do Diretório, sobre possíveis nomes a concorrer. Não estou acusando a empresa pela pesquisa que fez. Com os nomes postos pode até ser este o resultado que foi jogado para a mídia local.
O que mais apavora alguém que milita com fé e com ética na política é a grande possibilidade de que os nomes colocados na pesquisa possam ter saído das hostes de nosso partido. No entanto, comemoro o fato de que não faltaram criticas de diversos jornalistas e tantos outros órgãos de imprensa local. Sinal de que ainda existe ética a preservar e vergonha de manipulações.
E para isto tivemos uma resposta à altura na Resolução aprovada por unanimidade na Comissão Executiva Municipal do Partido dos Trabalhadores da capital, a qual, repito, tenho o prazer de presidir. Deixamos claro que o partido local e sua direção serão os protagonistas do processo sucessório. Respeitando os debates com nossas direções superiores, nós vamos decidir com os nossos organismos de base, nosso Diretório, os 10 diretórios zonais, os inúmeros núcleos de base e as setoriais.
Eu sei que ao longo destes próximos meses seremos surpreendidos com outras tantas pesquisas como esta última, que foi divulgada recentemente, com a presença de nomes que não vão concorrer e com a ausência de nomes que sabidamente vão concorrer. É um jogo que não contribui com o processo democrático, mas infelizmente nossa sociedade em suas diversas formas de organização ainda utiliza artimanhas e jogos, às vezes sujos, para atrapalhar a trajetória de pessoas idôneas e sustentar as sabidas safadezas de outros.
Isto tudo não vai me fazer recuar de meus propósitos. Posso até não ser o candidato escolhido pelo meu PT, mas será num jogo limpo, como foi o processo que, contra todos os prognósticos, me elegeu seu presidente. Mas ninguém tem o direito de omitir de uma pesquisa o único nome colocado interna e publicamente para a disputa.
Que vença a democracia, a ética e o jogo limpo.

* Vereador e presidente do PT-POA



GEISEL TEVE QUE
APELAR


O Serginho diz uns termos aí que eu não vou dar bola....porque bicha velha não sou eu,não eu sou bicha nova....

bicha velha é ele....


Mas faço uma correção: esta viagem do presidente Ernesto Geisel foi feita em 1976 e acabou sendo uma viagem histórica porque o HUMBERTO BARRETO,seu assessor de imprensa( que o Serginho nem nomina, isto sim é que é ciume...)conseguiu que Geisel recebesse durante aviagem de Tóquio a Kyoto,feita dentro de um trem,todos os jornalistas convidados pra ir com a comitiva....

E costuma-se nominar esta entrevista a cada jornalista nesta viagem como o começo da abertura LENTA GRADUAL E SEGURA( se algum engraçadinho achar isto pouco, que retroceda na História pra ver o que ela representou...quem viveu aqueles tempos,sabe do que estou falando, quando nas redações dos jornais se era perseguido pela Polícia Federal...)




GEISEL TEVE QUE
APELAR

Sergio Ross



Dias atrás, o fotógrafo Orlando Brito,um dos
cobrões da fotografia, que mora aqui em Brasília,foi almoçar comigo no restaurante,que o Olides não gosta
que eu de o nome. Coisa de ciumes de bicha velha...Mas
tudo bem.
O Britinho, como eu chamo o meu amigo, levou de presente para mim a foto que eu publico aqui em baixo. É uma foto de uma viagem que o Presidente
Ernesto Geisel,fez ao Japão em 1974.
Foi uma das viagens mais importantes, que
o Presidente,meu conterrâneo, fez durante o seu governo. Geisel tentou vender um monte de coisas que estravamos produzindo no país. Foi um sucesso. Mas para se exibir,coisa que não era do tipo do Presidente,
ele levou documentos e fotos da nossa primeira usina atômica,Angra Um.
Só que nas esperas da viagem o Estado de
São Paulo,comandado na época,pelo Carlos Chagas,fez um levantamento e descobriu que Angra Um, está construída até hoje, sobre um terreno não adequado e chamado de “terreno podre”. Geisel informado na última hora,ficou apavorado e fez o que jamais pensaria em fazer na sua vida. Pegou o telefone e ligou diretamente para o senhor Júlio Mesquita Netto,o todo poderoso dono do Estadão,pedindo que o jornal não publicasse a matéria,enquanto ele,Geisel, estivesse em viagem pelo Japão. Julio Mesquita atendeu o pedido. Não publicou nada e Geisel pode então, brilhar à vontade na Terra do Sol Nascente.
Na foto que o Britinho me deu, ele escreveu como dedicatória o seguinte texto:
“ Amigo Sergio Ross,se lembra da nossa viagem
a Tóquio, em1977,com o Presidente Geisel ????? Pois então estamos aqui. Você, o Adão Nascimento (um grande fotografo do Estadão),Antonio Monteiro,(velho
repórter do Correio Braziliense), Feichas Martins(reporter do Jornal de Brasília), Claudio Alves
(fotógrafo da Manchete) Murilo Mello Filho(Diretor na época,da Revista Manchete) e eu. Bons tempos...
OBrito “



NICO FAGUNDES

E SEU GALPÃO...

TENHO OUVIDO EM ALGUNS DOMINGOS O PROGRAMA GALPÃO DO NATIVISMO, DO NICO e de sua esposa, e com o filho dele, o Mano, que dizem que é bruxo....

O Nico continua,apesar de já meio aleijado como ele se diz, com sua sinceridade de sempre: no domingo passado, disse que nos tempos antigos, na quinta-feira santa, ainda se podia dar uma trepadinha, não sexta, nem pensar. No rádio,choca um pouco....

Mas como é o Nico, ninguém dá muita importância e seu jeitão sincero de dizer as coisas...

E o mais engraçado são as brigas que ele tem com sua mulher: estes dias disse um desaforo do tipo: é a tua mãe...

Deve ter muita gente que o detesta, mas o gaudério é assim mesmo....

Recebo do Mazzarino


Respostas:

1) vou dia 20, à noite(chego de surpresa, como disse aquele jogador defutebol...)

2) e já tenho dois compromissos(se não chover) ir a pé até o Carreiro, na sexta e também ir no túmulo do meu avó Frederico Sgnaolin, que fica na capela da Saúde...( esta´é perto, uns 3 km..já o Carreiro são oito km,mais 8 de volta dá 16, b oa pernada...)


Gringo!
Na sexta-f., mandei jornais.
mazzarino
(Quando vais a Serafina?)

O Giba-Giba é tão histórico que eu achei que já tivessem TOMBADO ELE>...

O conheci,acho, no começo dos anos 70,quando namorava a Mariazinha Baladão que era tri apaixonada por ele..Imagina, o pai da Mariazinha,milico, devia adorar que a filha namorasse um negro ,com fama de queimar unzinho....

DEpois eles se separaram e a Mariazinha foi pro Peru, com o Júlio Zanotta Vieira, com quem teve a filha Baé, que pelo que sei anda ,ou andava no Nepal. O Júlio hoje está cuidando da mãe e a Mariazinha está em Floripa, no Pantano do Sul,onde mora....

Mas,enfim, como eu dia dizendo....

Giba Giba faz turnê por 5 cidades do RS em abril

 


Nome histórico da música gaúcha apresenta show “Somos Somas” acompanhado de banda rejuvenescida e o tradicional Sopapo

O músico, cantor, compositor e ativista cultural Giba Giba é o convidado do próximo mês de abril para cinco apresentações dentro do Circuito SESC RS de Música. As cidades que terão a oportunidade de assistir a esse que é um dos maiores ícones vivos da cultura e música afro-brasileira, são: São Leopoldo (06.04), Caxias do Sul (09.04), Passo Fundo (13.04), Erechim (14.04) e Carazinho (15.04).
Artista natural de Pelotas com mais de 40 anos de trajetória e atuação, Giba Giba é um percussionista reconhecido nacionalmente, sendo considerado pela crítica especializada um dos maiores expoentes na utilização do tambor Sopapo, instrumento que faz parte da identidade gaúcha, destaque que lhe rendeu uma elogiada participação no recém lançado documentário “O Grande Tambor”, produzido pelo Coletivo Catarse. Participou ainda no final do ano passado de dois importantes eventos, a 3º Edição do Perc POA, que reuniu os maiores nomes da percussão do sul do Brasil, e o espetáculo “Universo pelos Sons”, realizado no teatro Bourbon Country, onde dividiu o palco com outros grandes nomes como Fernando do Ó, Giovani Berti, Marcelinho da Cuíca e o recentemente falecido pianista Geraldo Flach.
Giba Giba, ganhador do Prêmio Açoarianos de Música 1994 de melhor CD com seu álbum solo “Outro Um”, irá mostrar ao público em abril seu mais recente espetáculo “Somos somas”, já apresentado com sucesso no Brasil Rural Contemporâneo realizado no Cais do Porto da capital em maio de 2010. Sua banda de apoio é formada pelos músicos Filipe Narcizo, Lucas Kinoshita, Marquinho Farias, Edu do Nascimento, Didi e Pingo. No repertório de “Somos somas”, serão apresentados clássicos do repertório do artista gaúcho como Feitoria (Giba Giba e Maria Betânia Ferreira); Lugarejo (Giba Giba e Wanderley Falkemberg); Sopapo (Giba Giba, Toneco, Ivaldo Roque, Pery Souza, Maria Betânia), Cabobu (Giba Giba), entre outros.


Circuito SESC RS de Música apresenta GIBA GIBA

Serviço:

06/04/11 - São Leopoldo
Teatro Municipal (R.Osvaldo Aranha, 934)
20 horas
Ingressos:R$ 10,00 público em geral
R$ 7,00 empresários
R$ 5,00 comerciários,estudantes e idosos

09/04/11 - Caxias do Sul
Teatro SESC (R.Moreira César, 2462)
20 horas
Ingressos: R$ 10,00 público em geral
R$ 7,00 empresários
R$ 5,00 comerciários,estudantes e idosos

13/04/11 - Passo Fundo
Teatro SESC (Av.Brasil, 30)
20 horas
Ingressos: R$ 20,00 público em geral
R$ 5,00 comerciários
R$ 10,00 estudantes, maiores de 60 anos e Titulares do cartão ON (jornal O Nacional)
R$ 15,00 empresários

14/04/11 - Erechim
Auditório da URI (Universidade Regional do Alto Uruguai)
Campus de Erechim (av. Sete de Setembro, 1621)
20 horas
Ingressos: 1 kg de alimento não-perecível que será doado para o Projeto Mesa Brasil SESC

15/04/11 - Carazinho
Opera Bier- Bier Site (Av. Flores da Cunha, 777)
20 horas
Ingressos: R$ 10,00 público em geral
R$ 8,00 empresários
R$ 5,00 comerciários, estudantes e idosos

Informações:
http://www.sesc-rs.com.br
http://twitter.com/sesc_rs
Telefone Sesc: (51) 3284 2000

Atenciosamente,

Guto Villanova
Assessor de imprensa – MS2 Produtora

Argentina

Não sei o que fiz na outra encarnação pra ter que aturar o Mazza e o Serginho nesta...

Encantado e Bento....porque vocês não se juntam e vão se jogar no rio das Antas, os dois....

Gringo!

01) - Essa reportagem do Gerson é fantástica. Vai render muito.
02) - Agora, sobre a Cristina não se eleger...?
Estive lá em março e o cenário, com a morte de K.,
é fazer da dupla um novo símbolo. Mas aguardemos.
03) - Viva Serafina, a cidade que prosperou quando alguns
partiram para a cidade grande.

abraço,
mazzarino


Energia o tema central da feira


O tema dominante da Feira Industrial de Hannover, que começou nesta segunda (04), por certo será a energia. Pelo menos este foi o tom de todos os pronunciamentos feitos na sua abertura, neste domingo (03) a partir do discurso da chanceler Angela Merkel. E o que motivou esta virada foi o acidente nuclear do Japão. A palavra de ordem é desembarcar da energia nuclear, em alemão Ausstieg, e partir para novos caminhos. O problema é encontrar novas fontes confiáveis e economicamente viáveis de energia, afirmou Merkel. "O fato de sermos contra não significa que estamos trabalhando a favor de uma nova era", afirmou Merkel, que anda de muletas, em decorrência de recente cirurgia no menisco, tendo a seu lado o primeiro-ministro francês, François Fillon, já que a França é a parceira da feira este ano. Apesar de tudo isso, os demais discursos da abertura afirmaram que as instalações nucleares alemãs são as mais seguras do mundo.

do blog do affonso ritter, de Hannover, Alemanha.

Movimento de Justiça e Direitos Humanos gaúcho repudia agressão ao jornalista Vitor Vieira no TCE



O Movimento de Justiça e Direitos Humanos do Rio Grande do Sul (MJDH) emitiu nota oficial na última quinta-feira, em repúdio à agressão sofrida pelo jornalista Vitor Vieira cometida pelo "sargento Sérgio", da segurança do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul, sob comando do presidente da Corte de Contas, conselheiro João Osório, na presença dos conselheiros Algir Lorenzon e Cezar Miola.

A agressão ocorreu no andar térreo do Tribunal de Contas. Diz a nota oficial do Movimento de Justiça e Direitos Humanos: "O MOVIMENTO DE JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS - MJDH repudia e protesta contra a agressão sofrida pelo jornalista VITOR VIEIRA, editor de www.videversus.com.br, no Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul por ordem de seu presidente, Conselheiro JOÃO OSÓRIO, ocorrida no fim da tarde de ontem (30), em suas instalações. Lugar público de acesso irrestrito da cidadania como deveria ser, absolutamente não pode servir de abrigo a leões de chácara ou quem os comande como se fora uma boate, mormente para afrontar a liberdade de imprensa ou seu exercício. Custa crer que ainda recentemente, este mesmo MJDH que se uniu à sociedade em solidariedade a seu Presidente, em face de carta ameaçadora recebida pelo regular exercício de suas altas funções, venha agora obrigar-se a erguer a voz contra a mesma autoridade, por abuso em seu exercício. Porto Alegre, 31 de março de 2011-5ªf. Movimento de Justiça e Direitos Humanos - MJDH".
do blog vide versus.


Do Rio....


Recado da minha filha....Renata...

As amiguinhas dotam ao teatro juntas: estavam tão animadas e felizes,
a peça foi o de menos!

DE São Borja


Festival da Barranca,sai, ou não???


Não vi nada na FSB sobre o festival da Barranca que sempre acontece nas semanas santas...

Pelo menos o Nico Fagundes no último domingo falou nele....
´Pra quem não sabe é uma turma de gaudérios - eles chamam de encontro dos espíritos - que se reunem pra compor num local perto do Uruguai e no último dia, no sábado de noite, sai uma musica vencedora...

Pra entrar lá, não pode ser mala, não...

Só convidado....!!!!

Tem gente que vem de longe, do Mato Grosso,deixa oa vião no aeroporto, pega um táxi e se manda pra fazenda onde é feito o encontro.


Postal vem aí...

O deputado Alexandre Postal(PMDB) chega na Assembléia hoje, dia 5.04,depois de alguns dias na China, pra onde viajou a convite.

Não se sabe se assina ou não a CPI dos Pardais...A expectativa é pelo sim...mas em política todo cuidado é pouco....


Salvem as praias catarinenses!

Por Luiz Oscar Matzenbacher


Ao fundo a Enseada da Encantada, a Ilha de Porto Belo e a cidade de Porto Belo, raros exemplos de preservação da natureza.

 

A capa do jornal Diário Catarinense do último domingo mostra que na Ilha de Santa Catarina, município de Florianópolis, a poluição do mar tem aumentado. As fotos são impressionantes, com os canos de grande proporção surgindo das ruas e lançando água contaminada por esgoto cloacal nas praias mais lindas do Sul do Brasil.
A reportagem aponta outros municípios do Litoral Norte Catarinense, cujas praias apresentam quinzenalmente as mesmas tristes placas de advertência da Fundação Catarinense de Proteção Ambiental (FATMA), com os dizeres - IMPRÓPRIA PARA BANHO.
Surge agora a informação de que os projetos de estações de tratamento e de redes de esgotos vão sair do papel. Em Itapema e Porto Belo as tubulações já estão sendo enterradas na areia e nas principais ruas e avenidas. Por incrível que pareça, Balneário Camboriú, que chega a reunir mais de um milhão de veranistas na alta temporada, apresenta segundo o monitoramente da FATMA os menores índices de poluição do Litoral Norte de SC.
O segredo para tal fato surpreendente é muito simples. Em Balneário Camboriú as redes de coleta de esgotos e as estações e tratamento de efluvios urbanos já coletam e tratam mais de 95% dos dejetos líquidos dos domicílios desta cidade balneária.
O Litoral de Santa Catarina faz parte da lista dos dez litorais mais lindos do mundo. Merece ser preservado.


Do site Opera Mundi


Nestes dias em que discutimos racismo, valer a pena ler a ótima matéria do site Opera Mundi sobre o avanço da extrema-direita na França. Curioso é que a aviação francesa pode ir bombardear a Líbia para “proteger” a população, mas a França não pode receber seus protegidos que, desesperados com a guerra, se apinham em barcos precários para fugir dos combates e das bombas.


Marine Le Pen: de salto alto, extrema-direita francesa avança e ‘repagina’ discurso contra imigrantes


Em 14 de março, um dia de sol e tempo bom, mais de 15 barcos, com cerca de 1,4 mil pessoas, desembarcaram na ilha italiana de Lampedusa, atual porta de entrada para milhares de imigrantes ilegais do Norte da África. A presidente do partido de extrema-direita francesa Frente Nacional (FN) Marine Le Pen, que visitava a localidade, não poderia ter encontrado cenário melhor para seu discurso contra a imigração ilegal. “Empobrecidas, Europa e França não têm mais condições de hospedar todos os imigrantes”, disse aos jornalistas. “Eu tenho compaixão por estas pessoas”, garantiu, “mas ‘nosso barco’ está muito frágil. Não podemos carregar mais pessoas, senão vamos afundar.”
Na França, o discurso de Marine agrada a muitos. Menos de uma semana após a viagem à Lampedusa, no primeiro turno das eleições locais de 20 de março, mais de 15% dos eleitores escolheram candidatos da FN. “Não é pouca coisa, especialmente para uma eleição que era pouco favorável ao partido”, afirmou ao Opera Mundi Christophe Forcari, jornalista do jornal Libération e autor do livro Le Pen, o último combate. No segundo turno, domingo (27/03), a FN confirmou o bom desempenho. “Isso significa que o potencial de Marine Le Pen para as próximas eleições presidenciais é muito alto”, alertou Forcari.
As pesquisas de intenção de voto, publicadas desde o início de 2011, confirmam que a nova líder da extrema-direita deve figurar no segundo turno da eleição, previsto para abril de 2012. Segundo o instituto Harris, em enquete do início de março, Marine superaria até mesmo o presidente Nicolas Sarkozy e a secretária do Partido Socialista, Martine Aubry, com 23% dos votos. Seria um resultado superior ao do pai, o líder histórico da FN Jean-Marie Le Pen, que surpreendeu em 2002 ao chegar ao segundo turno com Jacques Chirac, ultrapassando o socialista Lionel Jospin.

Do blog o Tijolaço!!!!

Visitas do site no mês de março

Tivemos 12936 visitas no mês de março. Agradecemos a todos os nossos leitores.


BANCADA TUCANA ASSINA CPI DOS PARDAIS


O líder tucano na Assembleia Legislativa, deputado Jorge Pozzobom, entregou na tarde desta quarta-feira (30.03) requerimento assinado pela bancada endossando a criação da CPI do Daer. Pozzobom ressaltou o fato de que “foi acolhido o pedido do PSDB para que seja investigado desde o primeiro contrato de licitação celebrado entre o Daer e as empresas fornecedoras”.
“É fundamental que sejam apuradas as denúncias noticiadas. Assinamos o requerimento da comissão parlamentar de inquérito porque precisamos se houve fraude nas licitações dos contratos e se a comunidade gaúcha vem sendo lesada com o desvio dos recursos provenientes das multas aplicadas. Isso é fazer oposição com seriedade e responsabilidade”, conclui Pozzobom.

ALVOROÇO NA ARGENTINA: ENVOLVIMENTO DOS BARÕES DA IMPRENSA EM AMEAÇAS, ASSASSINATOS, SEQUESTROS DURANTE A DITADURA


De Buenos Aires
Gelson Farias


monopolio do papel na argentina

Olides.... Tem mais merda para jogar neste ventilador, por aqui. Este material estava escondido, mas com ajuda da Enriqueta, foi mais fácil. Ela naõ pode publicar nada aqui, por que.. trabalha no Clarín e outra que não quer sofrer represálias. O certo que a cobra vai fumar. Pelos acontecimentos, pode escrever que a Cristina, não ganha mais as eleições... Um abraço Gelson.

Gelson Farias
051-85252352
e-mail: gelson.aargentina@hotmail.com
msn: gelsonnunesfarias@hotmail.com

Olides


Parece que a briga da presidente Cristina e o grupo Clarín,
vai pegar realmente fogo. Começaram a jogar a merda no ventilador. A verdade e a mentira esta vindo à tona. É como se os maiores jornais do Brasil tivessem o monopólio do papel de imprensa, conseguido graças à extorsão mediante tortura, assassinato e desaparecimento de pessoas com a ajuda da mão forte da CIA. A rigor, um ciclo está se fechando na Argentina. A queda iminente e provável do grupo midiático Clarín (jornais, rádios, tevês) é uma parte da história, e não é à toa que tem como protagonistas duas mulheres fortes, Lidia Papaleo de Graiver e Cristina Kirchner. Lembra da matéria que fiz na ESMA, e inclusive mandei um farto material, pois agora, diante da briga entre Clarin e Cristina, resolvi buscar mais subsídios no mesmo lugar, na ESMA a respeito do caso. E veja o que consegui. Isto é apenas o começo, uma pontinha deste imenso iceberg.


A presidente Cristina Fernández de Kirchner é uma mulher corajosa. Ela está mexendo com o thriller mais palpitante da Argentina. Suspense total. Ou como chamaríamos a uma história que está sendo contada desde janeiro de 1976, por ocasião de um jantar servido pelos generais Jorge Rafael Videla e Roberto Eduardo Viola ao bilionário casal David Graiver e Lidia Papaleo de Graiver, então donos da empresa Papel Prensa, e prossegue até nossos dias, com a ameaça de quebra da espinha dorsal dos dois principais diários da Argentina? É como se os maiores jornais do Brasil estivessem envolvidos em crimes de lesa humanidade para lograr êxito no controle do papel de imprensa com o qual editam seus diários.


Ingredientes: mortes violentas jamais explicadas, milhões de dólares (a preços da década de 70), CIA, sabotagem, queda de avião, muitos bancos envolvidos, a O.P.M. Montoneros, um banqueiro que financia a esquerda, grupo Abril/Civita, organizações Bunge y Born, seqüestro dos irmãos Born, compra de bancos em Nova York, seqüestro em massa da família Graiver, tortura, extorsão, dois presidentes argentinos, não por acaso, gorilas, assassinatos, Martínez de Hoz (que seria o cérebro do caso Papel Prensa, e ainda vive), jornais Clarín e La Nación como monopolizadores de todo o papel destinado à imprensa argentina, etc.


Cristina Kirchner: Parem!.. Eu explico

A psicóloga de olhos verdes, Lidia Papaleo, está com 66 anos, hoje. É viúva do conhecido "banqueiro dos Montoneros", David Graiver, morto misteriosamente aos 35 anos de idade no acidente fatal de um avião Jet Falcon de sua propriedade, quando viajava de Nova York, onde trabalhava durante os dias úteis, para Acapulco no México, onde morava e convivia com a sua família nos finais de semana.


David Graiver


Quando morre no suspeito acidente, até hoje inexplicado, David Graiver era dono de um império avaliado em 200 milhões de dólares, hoje, certamente mais que um bilhão, corrigidos. Entre suas posses se podiam somar vários imóveis rurais e urbanos herdados de sua família judia, e mais: dois bancos na Argentina, dois bancos em Nova York, um banco na Bélgica e um banco em Israel. Sem esquecer a própria empresa de papel e celulose Papel Prensa, praticamente um monopólio na fabricação e distribuição de matéria-prima para todos os jornais argentinos.



Lidia Papaleo esposa de David Graiver

Dudi Graiver, como era conhecido, era também rico em amigos. Em parte, pelo casamento com Lidia Papaleo, uma mulher forte e influente junto ao marido, e que havia sido companheira de um jornalista de esquerda chamado Jarito Walker, editor da revista política El Descamisado. A relação de Graiver com Jarito Walker lhe valeu uma aproximação com a Organização Político-Militar Montoneros, um dos braços armados do peronismo, através do adjunto do comandante Mario Firmenich, Roberto Quieto.

A propriedade parcial da Papel Prensa foi conseguida em 1973, graças à intervenção de Josef Ber Gelbard, ministro de Economia tanto dos presidentes "peronistas" Raúl Lastiri e Héctor Cámpora, quanto do próprio Perón e Isabelita, quando o líder de massas já havia morrido. O montonero (ex-PC) Gelbard foi um aliado determinante de Graiver na pressão sobre os ítalo-argentinos Civita (grupo Abril) para que estes vendessem cerca de 30% das ações da Papel Prensa. Outros 25% das ações eram do Estado e os 49% restantes estavam pulverizadas em cerca de 30 mil acionistas anônimos.


Videla, Eva Perón e Massera


No conturbado governo de Isabelita Perón (na foto ao lado com Videla e Almirante Massera), grupos de extrema direita começam a se organizar à sombra generosa do peronismo. Eram conhecidos e temidos como a Triple A, a rigor, forças para policiais comandadas de dentro do governo de Isabelita pelo "bruxo" José Lopez Rega. Todos eram peronistas e mesmo assim se matavam mutuamente em plena luz do dia, ora eram os sindicalistas, os autores, ora os Monto, as vítimas, ora a milícia fascista e palaciana de Lopez Rega, com a discreta aprovação da presidenta Maria Estela Martínez de Perón. E vice-versa. Os militares assistiam de camarote blindado, prontos para intervir como porta-vozes dos interesses das oligarquias latifundiárias e de suas próprias armas corporativas.

Numa tarde quente de janeiro de 1976, o casal Graiver estava veraneando em seu bangalô em Punta del Este, litoral uruguaio. O telefone toca e no outro lado da linha estava o comandante do Exército argentino, Jorge Rafael Videla, subordinado à temerária presidente Isabelita. O general-comandante estava convidando Dudi e Lidia para jantar naquela noite de verão. Eles aceitaram e seguiram para Buenos Aires de avião alugado. No jantar, estavam os três, o casal e Videla, e juntou-se a eles o subcomandante, general Roberto Eduardo Viola Redondo. O jantar foi indigesto, os dois gorilas estavam comunicando ao influente casal que o golpe estava marcado para março daquele ano, portanto, a menos de dois meses. E assim aconteceu o "pronunciamento militar" de 24 de março de 1976, como os jornais oligárquicos chamavam os golpes militares na América Latina, em décadas passadas.


Desde o início do governo de Isabelita e com as ameaças e assassinatos da Triple A, os Graiver já haviam se mudado para o eixo Acapulco-Nova York. Mas Dudi Graiver jamais deixou abandonado o interesse negociais e, sobretudo as propriedades na Argentina. O resgate pelo seqüestro dos irmãos Born (do grupo Bunge y Born), operado pelos guerrilheiros Montoneros em setembro de 1974, estava investido nos bancos de David Graiver. Foram 60 milhões de dólares que circularam pelos bancos Graiver de Buenos Aires, Nova York, Bruxelas e Tel-Aviv. Em março de 1976, mês e ano do golpe gorila de Jorge Rafael Videla contra Isabelita, os bancos de Graiver remuneraram a organização guerrilheira peronista com 193 mil dólares, só de juros, segundo o jornalista investigativo argentino, que vive na Suíça, Juan Gasparini. Hoje, essa quantia não ficaria por menos de meio milhão de dólares ao mês.

Nunca um golpe militar é puramente obra de militares, limitados e parvos que são para as coisas da política, da economia e da gestão pública como um todo. Videla, assim, leva Martínez de Hoz, membro de secular oligarquia argentina, para exercer o cargo de ministro da Economia. Atualmente se sabe que Martínez de Hoz foi um dos ideólogos do golpe e do regime autodenominado de Processo de Reorganização Nacional, ou simplesmente Processo, que durou até 1983, abortado pela derrota argentina na Guerra das Malvinas.

Martínez de Hoz está sendo atualmente processado por seus inúmeros crimes, em especial os que extorquiam grandes empresários mediante tortura para que endossassem a "venda" de suas empresas e bens para militares influentes na ditadura que controlavam com grande violência e crueldade. Foram dezenas de comerciantes, proprietários rurais, industriais e banqueiros que tiveram seus bens roubados debaixo de tortura nos inúmeros aparelhos repressivos clandestinos das três armas militares. O cérebro deste processo fordista de saque consentido e operado pelo aparelho estatal foi o ministro da Economia, José Alfredo Martinez de Hoz, apelido Joe, que está agora com 85 anos.


Ministro da Economia, José Alfredo Martinez de Hoz,


O método pragmático e objetivo de Martínez de Hoz (ao lado, sorrindo com o general Videla) que foi empregado à família Graiver para subtrair-lhe o controle da empresa de celulose Papel Prensa. A ditadura civil-militar precisava vencer e impor uma versão ideologizada dos atos abomináveis que cometiam. Para tanto, nada mais justo e adequado do que creditar à mídia impressa o papel que lhe cabe na escrita de um novo consenso, ainda que parido pela vaca fardada da coerção. Os diários Clarín, La Nación, La Razón (hoje extinto) já haviam sido parceiros no golpe de 24 de março, assim como os dois jornais de Jacob Timmermann, La Opinión e La Tarde, este dirigido pelo seu filho Héctor, ex-embaixador argentino nos EUA e atual ministro de Relações Exteriores do governo Cristina Kirchner. Héctor Timmermann registre-se, está, no presente momento, assumindo uma posição correta, reclamando justiça e pela completa solução do misterioso caso.

No segundo semestre de 1976, nos meses posteriores ao golpe, Lidia Papaleo de Graiver e seus familiares sofrem pressão quase insuportável até que concordam em repassar o controle da Prensa Papel para as empresas que representavam o Clarín, La Nación e la Razón. Os ativos são calculados em 8,3 milhões de dólares, bem abaixo do preço efetivo de mercado, especialmente se fosse considerado o caráter monopolista e estratégico da empresa papeleira. Lidia cedeu não só pela pressão sofrida, mas também pela insolvência que rondava as demais empresas e negócios da família. A morte prematura e misteriosa de David em agosto de 1976 desencadeou uma iliquidez em série nos negócios dos Graiver, era ele que conduzia pessoalmente todos os investimentos cruzados e interdependentes dos ativos financeiros que possuiam. Lidia e familiares estavam acuados, economicamente abalados, politicamente pressionados, e biologicamente em risco.


O jornalista Juan Gasparini assegura que tem a mão pesada da CIA no acidente que levou a vida de Graiver. Para ele, os militares argentinos e Washington não iriam tolerar que o financiador ou gerente financeiro de um grupo político considerado terrorista, como os Montoneros, fosse dono de dois bancos no coração de Nova York e ainda por cima manejar dinheiro mal havido sem que as autoridades pudessem sequer intervir. Logo, a ação de sabotagem no avião foi uma saída honrosa tanto para a Casa Branca quanto para a Casa Rosada.
Depois disso a situação estava em plano inclinado, deslizando rápido para o completo desastre. Culminou que em março de 1977, a repressão argentina desencadeou a Operação Amiga, que consistiu no seqüestro de 24 pessoas ligadas às empresas Graiver. A violência se abateu sobre Lidia Papaleo e mais 23 familiares, empregados, e executivos do grupo Graiver, sendo que dois indivíduos ligados ao falecido Dudi Graiver, de nome Rubinstein e Sajón, já estavam mortos e desaparecidos. Nesta fase há um interregno de perguntas sem respostas, em parte, devido ao trauma sofrido pela viúva de Graiver, que não quis ou não pôde se manifestar. Osvaldo Papaleo, irmão de Lidia, sustentou por algum tempo que a Papel Prensa foi adquirida pelo Clarín e La Nación enquanto a família Graiver e os empregados estavam seqüestrados e sendo torturados em algum covil policial ou militar.


Soldados argentinos durante a guerra das Malvinas

O certo é que Lidia Papaleo de Graiver sofreu torturas na prisão. Um torturador perguntava sempre sobre o dinheiro dos Montoneros, chamando-a de "guacha de mierda". O sofrimento foi maior quando desenvolveu um tumor no cérebro, tendo sido operada no próprio cárcere, segundo conta o jornalista Juan Gasparini no seu livro sobre David Graiver. Lidia só foi solta em agosto de 1982, quando a ditadura já havia perdido a Guerra das Malvinas para a Inglaterra de Margaret Thatcher, e estava nos seus estertores, tanto que o ditador Leopoldo Galtieri já havia renunciado. Foi sucedido ainda por outro ditador, o último, Reynaldo Bignone, que depois passou a presidência para o presidente eleito Raúl Alfonsín, em dezembro de 1983.

Antes de ganhar a liberdade, Lidia passou por choques elétricos e pontas de cigarros acesos sobre a pele nos centros militares de tortura conhecidos como Poço Banfield e Posto Vasco, ambos na província de Buenos Aires, sob a custódia do Departamento Central de Polícia. Finalmente, foi submetida à farsa judicial de um Conselho de Guerra, onde foi humilhada e acusada de crimes contra o Estado. O jornalista Juan Gasparini garante ainda que o policial Miguel Etchecolatz, Diretor de Investigações da Polícia Bonaerense, violentou Lidia depois de uma prolongada sessão de tortura física e psicológica. De fato, é certo que muitos psicopatas desenvolvem grande excitação sexual depois de assistirem cenas de sofrimento alheio, especialmente vendo a dor feminina. Lidia, já em liberdade, ainda sofreria um câncer mamário, mas isso não a impediu de se dedicar à sua profissão de psicóloga e casar novamente, desta vez com um estadunidense chamado Steve Tage.

Segundo depoimento de um irmão de Lidia à imprensa portenha, ela não mexeu mais no áspero tema de sua vida porque considerava que este é um assunto de Estado. Ela não acreditava que as suas agruras e sofrimentos pudessem ser resolvidos por denúncias vagas na imprensa, em livros, em instâncias partidárias, em ONG's, ou na Justiça comum. Não, ela acredita - segundo seu irmão - que este é um problema para o Estado argentino resolver. Tudo leva a crer que uma mulher, Cristina Fernández de Kirchner, entendeu o recado de Lidia Papaleo de Graiver.


Invasão do Clarín por oficiais de justiça, ano passado


Trata-se, sim, de uma questão de Estado. Foram cometidos "crimes de lesa humanidade" em série, segundo consta na denúncia da promotoria argentina. Uma família foi violentada, torturada e dela foi esbulhado um bem material - Papel Prensa - que hoje está servindo de instrumento de luta política pela mídia crioula e oligárquica para que a Argentina retorne a um tempo em que as cidadãs e os cidadãos eram torturados, mortos e desaparecidos. O assunto Papel Prensa é estratégico. É uma disputa pelo Estado. Não é de graça que o editorial do jornal Clarín assume um tom confessional quando disse há dois dias que "o Governo avança em Papel Prensa para controlar a palavra impressa". É como disse um articulista do jornal Página/12 ontem, essa admissão do Clarín em Direito se chamaria "confissão da parte" ou "relevo de provas", já em Psicologia pode-se chamar de "projeção". De qualquer forma, é sim um mecanismo de defesa que consiste em atribuir a terceiros ou ao mundo que o rodeia os erros ou desejos pessoais.

Colaboração de leitor

Proteja o Brasil do Bolsonaro


O Deputado Jair Bolsonaro não tem vergonha de se dizer racista e homofóbico em rede nacional. Precisamos mostrar que nós não somos o Brasil retrógrado e preconceituoso que ele representa. Assine a petição agora pela lei anti-homofobia para ampliar direitos contra o preconceito e violência a todos os brasileiros:

O Deputado Jair Bolsonaro deu uma entrevista homofóbica e racista chocante em rede nacional -- expondo o preconceito terrível que ainda assombra o Brasil. Enquanto já existem leis que protegem pessoas contra a descriminação, pessoas trans, gays e lésbicas ainda não tem nenhuma proteção legal.

Somente no ano passado 250 pessoas foram assassinadas por serem trans ou homossexuais. A homofobia é real e ela mata. Mesmo assim não há lei que proteja pessoas GLBT da discriminação. Ainda se pode demitir alguém somente pela pessoa ser gay e a violência homofóbica não é punida como crime de preconceito.

Vamos direcionar a nossa indignação contra o Bolsonaro em uma ação concreta, acabando com este ataque à igualdade. Vamos pressionar o Congresso a aprovar a lei anti-homofobia que irá salvar vidas inocentes e ampliar proteções para todos os brasileiros. A petição será entregue em uma marcha massiva em Brasília. Clique abaixo para assinar:

http://www.avaaz.org/po/homofobia_nao/?vl

O Brasil se orgulha em ter uma cultura aberta e tolerante, se colocando como líder na luta por proteções aos direitos humanos no mundo. Mas o nosso país é também um dos lugares mais perigosos do mundo para transexuais -- que sofrem uma violência brutal e execuções sumárias. Até mesmo o Deputado Jean Wyllys recebeu ameaças de morte por defender direitos GLBT no Congresso Nacional.

Nosso país sofre com uma mentalidade discriminatória retrógrada e perigosa que não reflete a sociedade que a maioria de nós quer.

20 Deputados já pediram investigação sobre Bolsonoro pela quebra de decoro parlamentar por racismo. Agora nós precisamos de uma lei contra crimes de homofobia e violência contra a população GLBT do Brasil. Assine a petição abaixo por igualdade e justiça-- ela será entregue em Brasilia com a ajuda dos nossos amigos do All Out e grupos GLBT brasileiros:

http://www.avaaz.org/po/homofobia_nao/?vl

A Avaaz se mobilizou contra a legislação na Uganda que queria executar gays -- e a proposta foi derrotada! Nós estamos organizando uma campanha contra a prática brutal de estuprar mulheres para "curá-las" do lesbianismo. Agora chegou a hora de nós lutarmos contra a discriminação e violência aqui no nosso país.

Com esperança,

Emma, Graziela, Luis, Alice, Ben, Iain e toda a equipe Avaaz

Leia mais:

Jair Bolsonaro dá entrevista polêmica no 'CQC', veja:
http://www.jb.com.br/cultura/noticias/2011/03/29/jair-bolsonaro-da-entrevista-polemica-no-cqc-veja/

Número de assassinatos de homossexuais bate recorde no País:
http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4881858-EI6578,00.html

Grupo de parlamentares entrará com representação contra Bolsonaro por quebra de decoro:
http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/03/29/grupo-de-parlamentares-entrara-com-representacao-contra-bolsonaro-por-quebra-de-decoro-924120754.asp

Bolsonaro rasga Constituição a cada frase, diz movimento gay:
http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5037642-EI7896,00-Bolsonaro+rasga+Constituicao+a+cada+frase+diz+movimento+gay.html

Saiba mais sobre All Out, uma nova organização internacional de direitos GLBT:
http://allout.org/pt/index

'Estou me lixando para movimento gay', diz Jair Bolsonaro:
http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5037535-EI7896,00-Estou+me+lixando+para+movimento+gay+diz+Jair+Bolsonaro.html


A Avaaz é uma rede de campanhas globais de 5,6 milhões de pessoas que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas internacionais. ("Avaaz" significa "voz" e "canção" em várias línguas). Membros da Avaaz vivem em todos os países do planeta e a nossa equipe está espalhada em 13 países de 4 continentes, operando em 14 línguas.

DE são paulo

Por Valdir dos Santos (frileira....)


Oi Olides, festa foi igual a todas as outras que eu fui. Nenhuma novidade interessante.

Alguns destaques:

1. A Man Latin America, peoprietária da marca Volkswagen foi grande vencedora do Prêmio Lótus: maior volume de vendas (48.469 caminhões ante 34.341 em 2009 + 41,66%), ultrapassando a Mercedes-Benz, histórica vencedora (46.505, 43,84% mais que os 32.332 de 2009). A MAN obteve 30,23% do mercado de 2010 e a MB, 28,46%.
2. MAN ganha o prêmio máximo: "Caminhão do Ano", com o semipesado Constellation 24.450, desbancando o histórico vencedor, L 1620, da Mercedes-Benz
3. O médio VW Constellation 13.180 da MAN, foi o mais vendido, com 8.264 unidades vendidaas, detendo 54,98% do mercado de médios; O MB 1318 detém apenas 22,45%.
4. A MAN venceu também na categoria semipesados com o Constellation 24.250 (19.327 vendidos em 2010, 56,94% mais quee os 12.315 de 2009).
5. No segmento de pesados, venceu a Scania, com 15.408 caminhões vendidos, tendo aumentado 85,10% sobre 2009 - 8.324. O modelo mais vendido, no entanto, foi da Volvo o FH 440 Tractor.
6. Na venda de chassis de ônibus, nenhuma conseguiu se aproximar da Mercedes-Benz, que ganhou os prêmios de chassi do ano (o urbano OF 1722), chassi rodoviário O43 500 RS e marca do ano em ônibus, com a venda de 15.209, 31,83% mai que em 2009, conquistando 48,83% do mercado
7. Em caminhões a MB venceu a categoria caminhão leve, com o modelo 710, que deve deixar de ser fabricao em 2012, quando entra em vigor a nova etapa do Proconve fase7.
8. A venda total de cminhões em 2010 bateu recorde histórico: 170.701, 50,28% mais que os 113.592 vendiddos em 2009. A venda de ônibus aumentou 30,45%, de 23.877 para 31.148.
Acho que é isto.
Abraço,
Valdir


OPERAÇÃO CONDOR: GENERAL ARGENTINO CABANILLAS CONDENADO A PRISÃO PERPÉTUA

De Buenos Aires
Gelson Farias


Justo castigo: estes são os colaboradores e torturadores do regime militar presos



Olides.
Num conturbado julgamento que começou na manhã de sexta-feira, e terminou na madrugada de hoje, 01 de Abril, na Justiça Militar UM, aqui em Buenos Aires, o general argentino, Eduardo Cabanillas, foi condenado à prisão perpétua por ter dirigido em 1976 um centro de tortura no quadro da Operação Condor, um acordo entre ditaduras sul-americanas, noticiou a AFP. Por outro lado, as fotos deste mural em cima, são de colaboradores e torturadores do regime militar da argentina. Ao todo, são mais de dois mil colaboradores que devem ser ainda julgados. E pode ter certeza que serão condenados.



Juízes Federais que condenaram os torturadores

"Condenamos Eduardo Cabanillas há prisão perpétua por cinco homicídios agravados, 29 detenções ilegais e 29 casos de tortura", sentenciou o tribunal no fim do julgamento do centro "Automotores Orletti", emblemático da Operação Condor.



General Eduardo Cabanillas, o primeiro de terno escuro (careca)

Um nome importante para o militares dido como o quebra galho, responsável por uma centenas de prisões, torturas e assassinatos, antigo agente da policial Argentina, Raul Guglielminetti ( foto abaixo chegando no tribunal algemado) e mais conhecido por "Mayor Guastavino", foi condenado a 20 anos de prisão, enquanto dois membros dos serviços de informações, Eduardo Ruffo e Horacio Martinez Ruiz, foram condenados a 25 anos de prisão.

Automóvel Orletti era um centro de tortura e extermínio da Secretaria de Estado de Inteligência da Argentina que funcionou de junho de 1976 em uma garagem, alugada. da O general Otto Paladino, era o chefe dos toruradores e membro da SIDE que mantinha uma coordenação com o Serviço de Informações e inteligência do Uruguai, Chile e Brasil Neste campo da concenyração, morreram mais de 300 pessoas entre argentinos, uruguaios, bolivianos, cubanos que foram presos ilegalmente e tiveram suas liberdades retiradas a força do convivio da família e da sociedade. Era Mayoy Gustavino, o Raúl Guglielminetti que escolhia os presos para serem julgados e posteriormente torturados. Era ele com a ajuda do médico Gustavo Rionne ( que morreu ano passado de derrame) que administravam a “droga” , o Pervitin, nos presos, horas antes ou dias antes das torturas. Eles riam diante das sessões de torturas e das dificuldades dos presos de falar por causa do efeito da droga. Muitos não agüentavam os choques elétricos ou o afogamento nos tanques com água suja de urina e fezes e morriam. Muitos dos corpos ficaram expostos no chão da pequena cela para junto co os outros presos. Muitos dos cadáveres ficaram ali mais de semanas. O cheiro da putrefação era insuportável.


O Pervitin era dado para os presos para ter resistência física

A droga, de codinome D-IX, ( Pervitin) foi testado no norte do campo de concentração de Sachsenhausen, em Berlim, onde os prisioneiros carregado com pacotes de £ 45 foram relatados para ter marchado 70 milhas sem descanso. ... "soldados nazistas usavam a droga, que vícia para ter a luta mais longa. O mesma droga, era utilizada admistrada aos prisioneiros do campo de concentyração de Orletti como calmante. Assim, mesmo debilitados -- pois não eram alimentados por dias -- mas com a ação da droga no organismo eles permaneciam mais tempo lúcidos para serem interrogados e torturados.

A Operação Condor criada pelas ditaduras da Argentina, Chile, Paraguai, Brasil, Bolívia e Uruguai tinha por objetivo eliminar aqueles que se opunham aos regimes. As organizações de defesa dos direitos humanos calculam que entre 1976 e 1983 o número de mortos e desaparecidos, na Argentina, ronde os 30 mil.




Esta era a cela no campo de concentração de Orletti, onde ficaram mais 300 presos, amontoados, dormindo no piso molhado. Aqui, muitos homens e mulheres foram torturados e mortos a mando dos militares. Os Cadáveres dos prisioneiros ficaram expostos semanas. O mau cheiro era insuportável.


A REVOLUÇÃO DE PRIMEIRO DE ABRIL (1)


Por Carlos Chagas


O dia é hoje, não ontem, como impuseram com medo da confusão com o dia da mentira. Não foi a 31 de março que os militares tomaram o poder, no longínquo 1964. Nesse dia saíram dos quartéis, mas só a primeiro de abril o presidente João Goulart deixou o palácio Laranjeiras, no Rio, passando por Brasília. Já na madrugada do dia 2 voou para Porto Alegre, de lá tomando o rumo do exílio no Uruguai.

A pergunta que se faz é como tudo pode acontecer sem derramamento de sangue nem respeito às instituições então vigentes. A resposta clássica é de que elas, as instituições, não valiam mais nada, postas em frangalhos pela conspiração que vinha de muito tempo, liderada pelas forças econômicas apavoradas com a marcha das reformas de base, prometidas por Jango. Dias antes ele havia nacionalizado as refinarias de petróleo e assinado decreto para desapropriar terras ao longo das rodovias e ferrovias federais, para efeito de reforma agrária. Prometia participação dos empregados no lucro das empresas, co-gestão e ampliação dos direitos trabalhistas implantados décadas antes por Getúlio Vargas.

Diversos grupos militares conspiravam alegando a iminência do comunismo ou, pelo menos, do estabelecimento de uma república sindicalista no Brasil. Empresários, na medida da amizade e do conhecimento com generais e coronéis, há muito financiavam a campanha de descrédito do governo, valendo-se dos principais meios de comunicação, financiados com recursos nacionais e americanos. Os egressos da Escola Superior de Guerra, o chamado grupo da Sorbonne”, com Cordeiro de Farias, Ademar de Queirós, Jurandir Mamede e,chefe de todos, Humberto de Alencar Castello Branco. Até meses antes, não articulavam a queda do governo Goulart, mas a formação de um esquema militar capaz de impedir um golpe dado de cima para baixo. Havia o grupo paulista, estabelecido ao redor do governador Ademar de Barros, com coronéis radicais dispostos a prender o comandante do II Exército, Amaury Kruel, se ele não aderisse à conspiração, compadre que era do presidente da República. No Rio, em torno do general Costa e Silva, funcionava uma espécie de sublegenda da sofisticada “Sorbonne”, militares mais radicais e dispostos ao rompimento da legalidade. O governador da Guanabara, Carlos Lacerda, atuava como peão da propaganda anti-Goulart, mas como não sabia guardar segredo, viu-se taticamente posto à margem de planos conspiratórios. Em Minas, depois da adesão do governador Magalhães Pinto, impulsionado pelo ex-ministro da Guerra, Odilio Denis, preparavam uma ação militar os generais Luís Carlos Guedes e Olimpio Mourão Filho, comandando também a Polícia Militar mineira.

Todos os grupos se uniram, mesmo implicitamente, depois do célebre comício na Central do Brasil,a 13 de março, sexta-feira, quando João Goulart discursara como uma espécie de presidente rebelde, prestes a atropelar a Constituição e o Congresso, infenso às reformas e divido de alto a baixo. No dia 30, contrariando conselhos de correligionários tão díspares quanto Tancredo Neves, Santiago Dantas e Tenório Cavalcanti, Jango não cancelou sua ida ao Automóvel Clube, quando discursaria para sargentos do Exército, empenhados em quebrar os rígidos regulamentos da hierarquia castrense. Os da Marinha, junto com marinheiros e fuzileiros navais, já se haviam rebelado de verdade, constituindo um verdadeiro soviete na força. Anistiados em poucas horas, só deram pretexto à oficialidade naval para romper qualquer tipo de diálogo. O ministro da Marinha se demitira, o presidente não encontrou um só almirante do serviço ativo que aceitasse substituí-lo, fixando-se num velhinho reformado que integrava o Tribunal Marítimo e que ao tomar posse declarara um absurdo “com,o custa derrotar o capitalismo agonizante”.

Goulart foi e, como não podia deixar de ser, empolgou-se com os discursos revolucionários e até superou os demais oradores. Era a linguagem radical que os conspiradores queriam ouvir, como estímulo final ao golpe.

Faltava apenas a precipitação, de que se encarregou o general Mourão Filho, em Juiz de Fora. Ex-chefe do serviço secreto da Ação Integralista Brasileira, autor do falso Plano Cohen que serviu de pretexto para a decretação do Estado Novo, em 1937, tratava-se de um general de Divisão prestes a passar para a reserva. Comandava a Infantaria Divisionária e pouco depois da meia noite, já na madrugada do dia 31, botou a tropa na rua. Desceria a estrada União e Indústria, ligando a “Manchester Mineira” ao Rio, ainda que com tanques obsoletos e fraca artilharia. Esperava que outros contingentes militares se rebelassem em todo o país, mas não tinha certeza.

Pela manhã, Jango foi acordado no palácio Laranjeiras com a notícia de uma rebelião limitada a Minas. Em Belo Horizonte, o governador Magalhães Pinto ocupara postos de gasolina e mandara prender líderes sindicais, liberando um manifesto considerado insuficiente pelo general Mourão. Logo realizou-se uma reunião do presidente com alguns ministros, mas Jair Dantas Ribeiro, da Guerra, encontrava-se hospitalizado. Substituía-o chefe de gabinete, general Moraes Âncora. O ministro da Aeronáutica sugeriu que uma esquadrilha de caças levantasse vôo e paralisasse a tropa que descia a serra com bombas incendiárias. O presidente assustou-se: “vai morrer gente, inclusive moradores da região, não vai?” “Vai”. “Então não quero”. Acertou-se que uma tropa do Regimento Escola de Infantaria, aliás, muito maior e mais bem equipada, comandada pelo general Cunha Melo, deixaria Vila Militar e deteria os rebeldes ainda na fronteira entre os estados do Rio e de Minas. (Continua amanhã)


De São Borja

EMPREENDEDORISMO

Prefeitura realiza sorteio dos camelôs

DECOM/PSB

Centro de Comércio Popular; Sorteio Centro de Comércio Popular



Foram sorteados na última terça-feira (29/03) os espaços que serão ocupados pelos ambulantes no Centro de Comércio Popular. O Centro funcionará na rua General Marques, nº 1325, e terá 11 estandes. A inauguração deve ocorrer nos próximos dias, após os últimos ajustes no local.

O sorteio contou com a presença de representantes dos camelôs, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Relações Internacionais (SMDERI), da Auditoria Geral Interna e do Gabinete do Prefeito.

Além de ser uma reivindicação do comércio local e instituições financeiras, o Centro atende a exigência do Ministério Público que notificou a Prefeitura para encontrar uma solução ao comércio de rua em São Borja.

Confira a ordem definida através do sorteio:

1 – Jonir Falcão
2 – Antônio Alberto da Silva Dias
3 – Luis Flores dos Santos
4 – Osvaldo Pires Cardoso
5 – Erivelton Pereira
6 – Antônio Flores
7 – Horácio Goulart dos Santos
8 – Catia da Rosa Andrade
9 – Luiz Fernando D. Carvalho
10 – João Carlos Flores dos Santos
11 – Tadeu G. Falcão (artesanato)


Informativo Deputado Luciano

Deputado tenta garantir viatura para transporte de presos em Santo Cristo

O deputado Luciano entrou em contato com a Susepe (Superintendência dos Serviços Penitenciários) para solicitar que seja destinada uma viatura para o transporte de presos no município de Santo Cristo. A demanda foi encaminhada a Luciano pelo administrador do presídio local, Clairton Reni Karnikowski. Luciano argumentou que a viatura utilizada atualmente é emprestada da 3ª Delegacia, pois o único veículo disponível encontra-se estragado. Ele acrescentou que o alto custo do conserto torna inviável a utilização da viatura.


OLIDES CANTON TAMBÉM É HUMOR


Redação inteligente!
A professora disse para os seus alunos:
'Vocês têm duas horas para fazer uma redação, quem terminar pode ir pra casa '

A redação deverá conter quatro temas:

1º. Sexo.
2º. Monarquia.
3º. Religião.
4º. Mistério.

Podem começar.
Joãozinho, como sempre, ...foi o primeiro a entregar (em menos de 1 minuto)
Sua redação dizia:

COMERAM A RAINHA. MEU DEUS! QUEM FOI

ESCOLA DO LEGISLATIVO


A ditadura no Rio Grande do Sul é revelada no seminário Memória, Verdade e Justiça Mariela Carneiro- MTE 13928 | Agência de Notícias 08:30 - 01/04/2011


Painelistas relataram experiências vividas durante o período militar

Histórias e memórias do passado de três homens que viveram na pele, de formas bem distintas, a época da ditadura militar no estado foram contadas na noite desta quinta-feira (31) no Plenarinho da Assembleia Legislativa durante o seminário Memória, Verdade e Justiça: Marcas das Ditaduras do Cone Sul. A mesa chamada “Memórias da Resistência no Rio Grande do Sul”, foi mediada pelo professor do IFCG/UFRGS, Cesar Augusto Guazzelli, e pelo deputado Jeferson Fernandes (PT). Os painelistas foram o deputado estadual Raul Pont (PT), o prefeito de Porto Alegre cassado em 1964, Sereno Chaise, e o ex-presidente do Parlamento gaúcho, Antenor Ferrari.

Antes dos depoimentos dos convidados, o público assistiu à apresentação do músico e compositor Raul Ellwanger. A atividade é promovida pela Assembleia Legislativa – por meio da Escola do Legislativo Deputado Romildo Bolzan –, pelas Secretarias da Administração e dos Recursos Humanos e da Cultura e pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

O prefeito, o bancário sindicalista e o estudante
“Que Deus permita que nunca mais ocorra isso no nosso País”. Dessa forma, Sereno Chaise finalizou um discurso em que relembrou o dia em que seus direitos políticos foram cassados, quatro meses após ter tomado posse como prefeito de Porto Alegre em uma eleição, numa vitória nas urnas denominada pelo mediador Guazzelli, como ‘estrondosa’. Ele contou que no dia seguinte foi até a prefeitura, limpou suas gavetas e chamou os funcionários para se despedir. De acordo com ele, o golpe não iniciou em 1964, como todos pensam, iniciou 10 anos antes e só conseguiu tomar o poder na quarta tentativa. “Foi um período muito triste, onde ninguém era respeitado. Tenho orgulho em estar aqui contando essas histórias não para remexê-las, mas sim para que não esqueçamos dessa época onde só imperava o direito da força bruta”, definiu.

Antenor Ferrari relatou detalhadamente uma história que, segundo ele, “não consta nos registros e nem nas estatísticas”. Ele viveu o início da ditadura em Caxias do Sul, quando trabalhava em um banco e era integrante da direção do sindicato, recém saído do movimento estudantil. Em 64, logo após o anúncio do golpe, foi preso e permaneceu por semanas no que chamou de ‘um porão fedido, sem assoalho, sem banheiro, com água e esgoto correndo e com apenas um meio colchão para sentar’. Após ser libertado, decidiu atuar na política e veio para Porto Alegre trabalhar com o então deputado estadual Pedro Simon, época que, de acordo com ele, havia muita perseguição política aos integrantes do MDB, partido consentido pelos militares. Em seguida, Ferrari também se elegeu deputado, cargo que, segundo ele, o permitiu trabalhar em favor dos direitos humanos em plena época de ditadura. “Iniciamos o Movimento da Justiça e dos Direitos Humanos da Assembleia, que depois veio a se tornar a comissão que existe até hoje. Na comissão pude colocar a minha alma a serviço de quem sofreu o mesmo que eu sofri”, contou.

O mais jovem entre os três, Raul Pont expôs o ponto de vista de um jovem que ingressou na universidade no mesmo ano em que foi imposto o golpe. “Como a gente reage nesses momentos?’, questionou. E ele mesmo respondeu que a reação mais óbvia de quem via até mesmo o presidente do Centro Acadêmico e professores universitários serem cassados era mesmo questionar. “Aquilo nos causava uma revolta, a gente tinha que entender porque. Que golpe foi esse? O que era aquela ditadura? Por que foi tão fácil? Quem sustentou?”. Ele conta que então, se tornou consenso entre os participantes da resistência, a necessidade de saber quais partidos políticos essa grande parcela de insatisfeitos queriam e precisavam. Raul, um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores, considera que essas preocupações foram muito importantes com o que veio a acontecer depois na história do País e fundamentais para que houvesse a redemocratização.

Esteve também presente na mesa a presidente da Asociación Abuelas de Plaza de Mayo, Estela de Carlotto, que palestra no terceiro e último dia. Estela, que foi muito aplaudida pela plateia, fez uma breve saudação ao final dos discursos.

Programação do 3º dia
1º de abril, na UFRGS (Salão de Atos II) 18h – Intervenção teatral: Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz 19h – Mesa: “Memória, Verdade e Justiça: Os Direitos Humanos e os Deveres do Estado”
Convidados:
- Maria do Rosário - Ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
- Estela de Carlotto – Presidente da Asociación Abuelas de Plaza de Mayo. Sua filha foi sequestrada e enviada a um centro de detenção clandestino quando estava grávida de três meses. O corpo de sua filha lhe foi devolvido. Seu neto, no entanto, não lhe foi entregue. Até hoje, Estela segue em sua busca. A ditadura argentina sequestrou e expropriou a identidade de mais de 500 crianças. Até o presente momento, cerca de cem crianças tiveram suas identidades restituídas.
Suzana Keniger Lisbôa – Integrante da Comissão de Familiares dos Mortos e Desaparecidos. Seu


Eugênio Dutra encaminha pedidos de melhorias para São Borja ao Governo do Estado


O vereador Eugênio Dutra (PP), entregou na Secretaria Estadual de Saúde pedido para queseja designado para São Borja mais um médico legista
Segundo o vereador a designação de mais um médico legista, servira para diminuir o sofrimento de uma família por precisar deslocar seu ente querido até a cidade de São Luiz Gonzaga para que seja realizada autópsia, procedimento que dura em média dez horas, sem notícias, sem explicações e sem orientações.

Abraço...

Fonte: Assessoria do Vereador Eugênio Dutra

DE LONDRES


Não se sabe se é uma aparição,ou não, mas o Laurinho Dieckmann num restaurante em Londres dias atrás, teve a " sensação" de ter visto o Armando Garcia de Garcia...grande criador de ovelhas....na região de São Chico de Paula.


Golpe na Cúria....

A pedido do Laurinho Dieckmann, que quer ser informado deste prejuízo dos padres, porque ele foi " coroinha".

Olha, o que ouvi na rádio Guaíba, no Mendelski, foi dito pelo padre que assessora a cúria....( nem lembro o nome do padre, porque voz de padre é toda igual, a não ser do pe. Augusto Dalvit, que era peculiar...)

Foi o seguinte,caro Laurinho...

Os portugueses(olha eles aplicando em nós...) arrumariam 12 milhões de reais como doação( veja bem, doação) pra arrumar igrejas nossas aqui, de Triunfo, de Montenegro, da Conceição(ali na Independência em Porto Alegre) e me parece que até a catedral( esta catedral me lembra uma redação de jornal onde nós ambos ( os dois) labutamos em outras eras...os banheiros tavam sempre em obras, mas sempr emesmo, durante 15 anos sempre demoliam,depois arrumavam estes banheiros...)

Bão, como ia dizendo, mas pra que este fundo fosse liberado, a Cúria teria que depositar 2,5 milhões de reais numa conta..em Portugual, me parece...e foi o que foi feito...( os padres da nossa cúria alegaram que este dinheiro eles tinham porque os fiéis tinham feito doações aqui, apesar da nossa eterna pindaíba, agora que não somos mais país de terceiro mundo e segundo o Lula estamos céleres voando pra país de primeiro...que eu sei, quem voava muito era ele quando presidente....)

E alguns bispos até viajaram no fim do ano, ou no começo pra Portugual pra estreitar os relacionamentos, como se diz.

Bom, segundo o Mendelski, que tu conheces muito bem que é sempre bem informado, lá os nossos religiosos foram recebidos por uma mulher, dentro de uma igreja, que usava óculos escuros(meu deus, quanto disfarce...)

Bão,caro Laurinho, você sabe que os padres devem ter se dado conta que caíram num golpe do vigário( no caso os vigários são eles...) e registraram um BO e agora tudo está sendo feito via delegado de polícia.

Só que o intermediário de toda esta doação portuguesa é o vice consul português local,segundo dizem por aí...

Bão, pra ti que não gosta de fofoca, um coleguinha nosso assessora estes consulados e ele está internado num hospital, porque quando eclodiu este movimento - o povo chamaria a isto jogar merda no ventilador, mas como estamos falando de ambientes educados,refinados, nãos e usam estes termos chulos - ele teve que colocar um cateter no seu bobo,....

Abraços pra ti, Laurinho, quando tiver mais detalhes, seu puder mando...

Espero que vás ao cemitério de Montmarte,onde estão enterrados Sartre e Simone de Bouvoir,aqueles dois escritores que nunca se casaram e que como dizem os jovens de hoje,apenas "ficavam..." Ah, apenas cultura inútil: no Montmartre, no cemitério, também está enterrado o líder do THE DOORS..;..que morreu há uma pá de anos...


do site Videversus

TCE gaúcho emite nota para tentar desmentir agressão ao jornalista Vitor Vieira, editor de Videversu

Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul divulgou nota oficial sobre o episódio ocorrido no inicío da noite de quarta-feira, no andar térreo do prédio central do Tribunal de Justiça do Estado, quando o jornalista Vitor Vieira, editor de Videversus, foi agredido, pelas costas, por um indivíduo careca, que usava camisa e calça pretas, com porte de praticante de lutas marciais. Este segurança, que não estava identificado, como os demais militares da Brigada Militar, fardados, que exerciam a segurança na portaria do prédio do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul, foi o autor da agressão ao jornalista Vitor Vieira, atingindo-o pelas costas, golpeando violentamente seu braço direito e para trás, e depois para cima, quase produzindo uma fratura, e o conduziu de maneira forçada para fora do prédio do TCE/RS, jogando-o contra a traseira de carro estacionado na calçada. Ele só não continuou a agressão porque foi contido verbalmente pelos conselheiros Algir Lorenzon e Cezar Miola. Videversus divulga a nota oficial do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul para depois e comentá-la e informar seus leitores. Diz a nota, divulgada no site do TCE (http://tinyurl.com/45d4fsn), às 17h39m, no final do expediente, em sua íntegra: "Ao início da noite desta quarta-feira (30) um incidente lamentável ocorreu no andar térreo da sede do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul. No momento em que se preparavam para deixar a Corte de Contas, por volta das 19h20, os Conselheiros Algir Lorenzon, Cezar Miola e o Presidente João Osório Ferreira Martins foram abordados pelo Sr. Vitor Vieira. Visivelmente alterado, o referido Sr. cobrava providências do TCE quanto à necessidade de anular processo licitatório referente à coleta de lixo do município de Porto Alegre. Os três Conselheiros ouviram o Sr. Vitor Vieira pacientemente. Os Conselheiros Algir Lorenzon e Cezar Miola tentaram dialogar, explicando que o TCE não encontrou - pelo menos até o presente momento - irregularidades que justifiquem a anulação do certame mencionado. Estas tentativas foram infrutíferas e o Sr. Vitor Vieira prosseguiu em seu discurso em tom cada vez mais alto e rude. Neste momento, o Presidente João Osório deu a conversa por encerrada, dizendo que o respeito com o qual o TCE estava tratando o interlocutor não encontrava reciprocidade. Vitor Vieira, então, ligou o gravador que portava. Ato contínuo, o Presidente do TCE afirmou, entre outras coisas, que se Vitor Vieira desejava uma gravação, deveria gravar que ele não era jornalista. Neste momento, cada um dos presentes se afastou do local e o Sr. Vitor Vieira foi convidado a se retirar da sede do Tribunal pelo sargento Viçosa, guarda patrimonial do CVMI (Nota da Redação - Comissão Voluntária de Militares Inativos). Vitor Vieira foi conduzido respeitosamente, conforme as imagens gravadas, pelo sargento Sérgio (que aparece no vídeo vestindo camisa preta). Já fora da sede, o Conselheiro Miola ainda retomou o diálogo com Vitor Vieira. Tudo isto testemunhado por inúmeros servidores, inclusive pelo Diretor de Comunicação do TCE, jornalista Marcos Rolim. É absolutamente inverídica e caluniosa a afirmação feita pelo Sr. Vitor Vieira de que teria sido agredido fisicamente. Pelo contrário, o TCE ofereceu a este senhor toda a consideração devida à cidadania. Ele foi recebido em audiência pelo Conselheiro Algir Lorenzon, quando este esteve no exercício da Presidência; foi recebido pela área técnica do TCE e por diferentes servidores. Ao longo da quarta feira, entretanto, o Sr. Vitor Vieira ofendeu em vários momentos e aos gritos os técnicos e os Conselheiros do TCE, fato testemunhado por dezenas de pessoas. Esta Corte desconhece as razões deste comportamento ou os interesses tão contrariados do Sr. Vitor Vieira no que se refere à disputa de empresas que atuam no setor da coleta de lixo urbano e lastima que um cidadão que se apresenta como jornalista se comporte de forma tão pouco profissional e tão incivilizada.

As imagens gravadas pela câmera do TCE podem ser acessadas no link: http://www.tce.rs.gov.br/Download/camera_06.zip)". Essa é a nota oficial do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul. Cabe uma primeira constatação: o jornalista afirmou, desde a ocorrência da agressão, que tinha sido agredido por um individuo que vestia camisa e calça pretas, careca, com porte de lutador de armas marciais, que não tinha identificação. A nota oficial do Tribunal de Contas se encarrega de identificá-lo como sendo o "sargento Sérgio". Segundo ponto: o vídeo divulgado pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul é escandalosamente editado para não mostrar a agressão sofrida pelo jornalista Vitor Vieira. As imagens captadas pela "câmera 6", de um conjunto de mais de oito câmeras existentes no local, foram propositadamente aceleradas, para eliminar trechos inteiros de gravação. Com respeito ao restante da nota, Videversus publica arquivo de som, captado por seu gravador, que demonstra que a conversa que ele manteve com os conselheiros Algir Lorenzon e Cezar Miola foi absolutamente normal, sem qualquer agressão, uma conversa em que os argumentos foram apresentados com firmeza, por um jornalista - Vitor Vieira - à procura de informações sobre os procedimentos do Tribunal de Contas do Estado na investigação de irregularidades na licitação de lixo da prefeitura de Porto Alegre. Na madrugada desta quinta-feira, pelo próprio site do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul, o jornalista Vitor Vieira protocolou pedido no sistema eletrônico da Corte de Contas, solicitando preservação das imagens das câmeras de segurança, e recebeu recibo do sistema eletrônico (conforme se vê na imagem abaixo). O requerimento tem os seguintes termos: "Exmo. Senhor Presidente do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul: U r g e n t e - Pedido de preservação e não destruição de gravações - Vitor Édison Calsado Vieira, jornalista, editor do site Videversus, portador da cédula de identidade RG 6.xxx.xxx SSP/SP, que recebe comunicações pelos e-mails upacarai@yahoo.com.br e videversus@videversus.com.br, ou pelo telefone celular (51) 9652-4645, ou ainda à Rua xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx, nesta Capital, vem por meio do presente requerer que a Presidência da Casa providencie na preservação integral e não destruição das gravações de vídeo das câmeras de segurança do andar térreo do prédio do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul, e também das gravações de vídeo das câmeras localizadas na parte frontal à portaria do referido prédio, desde as 17h40 do dia 30 de março de 2011, até pelo menos as 21h, que registram o episódio de agressão deste Requerente por pessoa não identificada, usando camiseta preta, calça preta, careca, por ordem do presidente da Casa, Conselheiro João Osório Martins, fato presenciado e que ganhou intervenção impeditiva pelos Senhores Conselheiros Cezar Miola e Algir Lorenzon, para fins de promoção de ação penal. Pede deferimento. Porto Alegre, 31 de março de 2011 - Vitor Vieira - Jornalista – Editor de Videversus".
Veja a seguir o recibo dado pelo sistema eletrônico do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul ao editor de Videversus, jornalista Vitor Vieira, ao pedido de preservação na íntegra das gravações das câmeras de segurança do andar térreo do prédio do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul: "

 

Rixa no

Menino Deus!


O editor do FOLHA DO PORTO,Bertrand Kolecza faz um trabalho hercúleo deixando nas portarias dos prédios residenciais seus jornais. Acontece que nem todos os moradores gostam de ver o jornal dentro de sua caixa de correspondência.

Um destes moradores do Menino DEus que recebia o jornal, o dentista Luis Carlos Montanari, um dia se deu ao trabalho de ligar pro editor do jornal.

- Alô, eu gostaria que vocês não deixassem mais o jornal na minha caixa de correspondência

- Por que, quis saber o editor

- Porque não gosto do que vocês escrevem....

- Ah, então LIMPA O CU COM ELE respondeu Bertrand.

Montanari,f urioso, ligou de volta mas o telefonema caiu na caixa postal.

E deixou uns recados que segundo ele são impublicáveis....


Coleguinhas


Como o Laurinho Dieckmann está viajando e ele sempre foi muito próximo ao João Batista Marçal, liguei pro nosso conhecido pesquisador de notícias e histórias de jornais e da esquerda gáucha.

Era 3 e meia de sexta e o Marçal já estava acordado porque não adianta ligar de manhã, que ele dorme. E que fica de noite acordado tomando umas guaranás, dizem....


Pois o Marçal( que muitos,entre eles o Paulo Roberto Tavares, do Correinho) dizem ser o Zambiazi que não deu certo) me deu notícias dele.
1) caiu dia destes e levou 10 pontos na cuca...Sim, abriu várias crateras. Ele tava chegando em casa com sacolas do super e escafedou-se machucando-se todo.

Enquanto se recuperava do tombo e e dos 10 pontos, teve que ter um certo resguardo. O Marçal, quando vem a Porto Alegre, de tarde passa na livraria Palmarinca do seu amigo Rui e de tardezinha manda uns talagaços( vocês pensam que é canha, é guaraná, mesmo...)

Outra noticia que ele me deu:

está contente porque ganhou coleções de pesquisas de dois malucos que passaram a vida pesquisando sobre a imprensa gaúcha.Gabriel Pereira Borges Fortes, morto em 2006 e Fernando Roma, morto este antes em 1983.
Um dos filhos, um desembargador, pegou tudo o que os dois tinham juntado e deu pro Marçal, que está organizando porque quer publicar.
Diz que tem tudo sobre todos os jornais que foram publicados no RS

Laurinho pede socorro,desde Londres,onde estava...

No tempo do exílio, o Caetano mandava notícias via INTELSAT( quem ainda lembra o que era?) e hoje o Diekcmann se vale da internet...

Ora bolas, claro que sei quem é o Armando garcia de Garcia. falava três vezes por semana na Guaíba, pro Flário. E o conheci pessoalmente, no quarto do Firmino Fernandes Lima Netto, no Moinhos de Vento, quando o ZORRILHO padecia de câncer e estava lá internado.

Oi, Olides,
Coloca no saite, para eu ler em Paris, esta história do golpe da ou na Cúria Metropolitana. Tentei ler no clikerrebeesse, mas não abriu no iPhone a matéria deles. Como ex-aluno de colégio de padres, estes assuntos me interessam. Coloca um textinho (não precisa set tijolão como aquele cara de B.Aires. Texto grande ninguém lê. Muito menos na net).
Em tempo: agora, na outra mesa do restaurante dr onde estou acessando a net, tem um coroa q é a cara de 'seu' Armando Garcia de Garcia, conheces?


Enviado via iPhone


MOVIMENTO DE JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS/Brasil INFORMA:

A primeira impressão sobre o trailer sugere que muita gente que nunca gostou de novela vira aficicionado...

Trailer COMPLETO de Amor e Revolução - SBT – 2011

http://www.youtube.com/watch?v=8jIGzXzvZvg

Coleguinhas


Olyr Zavaschi, titular da coluna Almanaque de ZH está de licença de saúde porque está tratando de um câncer. Faz quimioterapia de 15 em 15 dias, mas leva uma vida normal.


MENSALÃO

A Revista Época desnudou o mensalão. Claro que há gente de outros partidos envolvidos, mas agora, de acordo com o relatório da Polícia Federal, a coisa ficou clara em relação ao PT e Lula.
O relatório é da POLÍCIA FEDERAL, POLÍCIA FEDERAL, POLÍCIA FEDERAL..........
E o presidente Honório Caos ( Honoris Causa, em português , numa tradução lulista ) não sabia de nada?
Os caras pagaram seu segurança e ele não sabia de nada?
Milhões para sua campanha e ele não sabia de nada? ?Não quero nem saber e tenho raiva de quem sabe? é um dito ...
E o Daniel Dantas e os R$ 50 milhões para o PT?
O Dantas não era bandido?
Pera aí.... A Revista Época não pertence às Organizações Globo ? Do consórcio Veja/Folha/Globo?
O que ? Não vais me dizer que este relatório do Polícia Federal é falso.
Foi a Globo que forjou?
E o Joaquim Barbosa, agora, diante deste relatório da POLÍCIA FEDERAL, que, segundo consta, lhe foi entregue no final de fevereiro, fará o que? Absolverá todos no seu despacho ?
Na época a coisa ficou nebulosa; agora na ÉPOCA a névoa se desfaz..
Eh,eh,eh,eh....


SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS

Coleguinhas

Laurinho Dieckmann também curou um câncer..E está a toda pela Europa. Fica nervoso, é claro, a cada revisão, mas quem não ficaria.....Hoje em dia câncer não é mais o bicho papão que já foi.


Coleguinhas

Ouço sempre o MOTIVOS DE CAMPO da rádio da UFRGS....o que gosto é que é ao vivo e rádio ao vivo é outra coisa. Programa em compota não tem graça...

No de sábado, o apresentador, disse que o estúdio da rádio parecia um ESCRITÓRIO RURAL de Lavras do Sul,onde ele se criou...ficou bem poético....


DE Paris,

Por Lauro Dieckmann


Oi, Olides,

Acho q nao. Mas podes dar uma conferida se AGG ainda vive.
Aqui em Paris e 'printemps', mas hoje de tarde estava gelido e chovia. Ao entardecer melhorou. Conexao e ruim. E penoso atualizar o blog e mandar e mail. Melhor a acesso pelo iPhone q pelo netbook. So q meu netbook e nacional, da Positivo do Parana, coisa muito fraquinha. O q pode explicar a dificuldade. Na volta vou dar para o Mensageiro da Caridade. Para ajudar a Curia a tapar o rombo.
Abraco

 


Coleguinhas


O programa CONVERSADEJORNALISTA nosados na rádio daUFRGS devemudar,me disse ontem o Glei Santana, que o apresenta juntocom Enio Rockembach...

Oporgrama deverá trazer entrevistas aovivo,tipo entrevista coletiva.

Tomara que peguemais porqueestámodorrento!!!!

Dicas de findi....

Quem puder,ou gosta disto, subir a Serra e ir a Farias Lemos no domingo é uma boa: tem aquelas festas da vindima lá....diz o gringo que falou no programa dos italianos domngo passado, na Guaíba:
- gavemo fato in tel ano passado para veder cosa vegnea fora....( fizemos no ano passado pra ver no que ia dar....)

E pelo visto deu em coisa boa, porque vão repetir. Claro ao meio-dia, tem aqueles almoços de gringos, com galetos e afins....

ou como diz meu amigo Tasca:

programa de gingo é assim:

10 da manhã: chimarrão

11: santa missa

12: galeto com polenta

( eu vou ler meu livro sobre o Sarney....)

"SERPENTE" DA URUGUAI

CHEGA AOS 80 ANOS!


da esq para a direita: Octacilio Dias, Leo Guerreiro, Nelson Moura....visitante do grupo e Monteirinho...no " serpentário" da Uruguai...

Um dos mais assíduos no serpentário da Uruguai, o colega Nelson Moura, chega aos 80 anos no dia 8 de abril próximo. Nelson Moura é assíduo no café da rua Uruguai, onde uma turma sempre ocupa uma mesa central pra falar mal do governo, dos jornalistas colorados( porque a "maioria" - dois - é gremista,entre outros assuntos.

A rotina é geralmente quebrada com a chegada de uma moça bonita, lá pelas onze, quando o Moura, principalmente, espicha os olhos pra chegada da atração matinal...

Depois o assunto volta a ser geralmente o mesmo...O papo das " serpentes" é feito ainda de muitas recordações, lembranças. O fotógrafo aposentado Otacílio Dias que mora em Dois Irmãos também comparece vez por outra e neste dia da foto estava lá pra sorte do registrador de plantão...

O serpentário da Uruguai é um café onde se reune principalmente um público que fala muito de times de futebol(Grêmio e Inter)

É engraçado porque ele corresponde a muitos destes cafés do interior, onde uma turma se reune diariamente, antes e depois do almoço....

É

a vida é também feita da rotina....


Zulke e Bordignon buscam apoio à UERGS junto ao senador Paim


da esquerda para a direita, Bordignon, Prodanov, Paim e Zulke. Crédito: assessoria dep. Ronaldo Zulke


O deputado federal Ronaldo Zulke (PT) e o deputado estadual Daniel Bordignon (PT) participaram da reunião com o senador Paulo Paim e o secretário estadual da Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico, Cleber Prodanov, na última quarta-feira (30) em Brasília. Acompanhou o encontro o diretor executivo da secretaria, Gilmar Valadares. Na pauta, demandas da secretaria e apoio à Universidade Estadual do Rio Grande do Sul.
Paulo Paim pediu a Zulke que transmita à bancada federal o compromisso do senador em destinar R$ 10 milhões, via emenda parlamentar, anualmente, à UERGS.

Zulke informa que projeto da RMPOA ao PAC 2

deve ser protocolado até segunda-feira

Até a próxima segunda-feira (4) o governo do Estado deve protocolar projeto de interesse da Região Metropolitana de Porto Alegre junto ao PAC da Mobilidade Urbana. A informação foi obtida em reunião agendada pelo deputado federal Ronaldo Zulke (PT) com o secretário executivo do PAC, Maurício Muniz, do Ministério do Planejamento, com prefeitos e deputados da região, realizada na última quarta-feira (30).

Estiveram presentes os prefeitos de Novo Hamburgo, Tarcísio Zimmermann, de São Leopoldo, Ary Vanazzi, de Sapucaia do Sul, Vilmar Ballin, de Gravataí, Rita Sanco, secretários de Esteio e Canoas, e os deputados estaduais Daniel Bordignon e Luís Lauermann.

“O projeto deve dialogar com o sistema de transporte metropolitano, principalmente com o Trensurb e o futuro metrô de Porto Alegre”, destaca Zulke.

Coleguinhas

O titular da coluna Almanaque, da ZH, Olyr Zavaschi está em licença de saúde.


Memórias da reportagem


Gaspari e o fotógrafo JAPONES....


Esta foi contada na mesa - mais inteligente de Brasília(diz o Serginho Ros)


Elio Gaspari foi a Brasília pra fazer uma matéria sobre esmeraldas, em Goias. Em Brasília, contratou um fotografo , um japonês e foram pra zona da extração...

Era um cafundó de judas, onde o diabo tinha largado as botas...

Chegaram num muquifo brabo e o dono alugou um quartão pros dois, mas colocou uma cortina pra deixar a coisa um pouco mais privada...

O fotógrafo foi dormir, depois de jantar, na pequena pensão, mas Gaspari foi pro putedo da cidade.

De lá voltou com uma puta e depois do encontro, ele a ofereceu pro colega, que aquela altura já dormia a sono solto....

- Vamos trepar? perguntava Gaspari pro fotógrafo...

- Não, não sou disto, não, dizia o colega,achando que a coisa era com ele.....

Coleguinhas

Não pegaram bem, em alguns setores, as denúncias que o colega Políbio Braga vem postando contra o secretário Mauro Knijnik....

Mas ele tem todo o direito de fazê-las....

 

 


JORNALISTA VITOR VIEIRA É AGREDIDO NO TRIBUNAL DE CONTAS GAÚCHO SOB ORDENS DO PRESIDENTE JOÃO OSÓRIO

Do site Videversus.....

O jornalista Vitor Vieira, editor do site jornalístico Videversus, foi agredido no início da noite desta quarta-feira dentro do prédio do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul, por uma pessoa sem identificação que estava reunida com os sargentos da Brigada Militar componentes da segurança da Corte na portaria localizada no andar térreo do prédio. Essa pessoa, vestindo camiseta preta, calça preta, careca, com fisionomia e gestos de lutador de artes marciais, agiu sob o comando do presidente do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul, conselheiro João Osório, que determinou a expulsão do jornalista do prédio, depois de despejar uma enxurrada de ofensas verbais. Participavam da cena, e foram testemunhas da agressão, os também conselheiros Algir Lorenzon e Cezar Miola, além do chefe da assessoria de imprensa do TCE, Marcos Rolim. Vitor Vieira estava na portaria do Tribunal de Contas desde as 17h50 desta quinta-feira, quando chegou à portaria pedindo para falar com os conselheiros Algir Lorenzon e Cezar Miola. De seus gabinetes foi informado de que os mesmos estavam em reunião na presidência da Casa, e não poderiam atender. Por meio da recepcionista da portaria, o jornalista Vitor Vieira mandou avisar que os esperaria, porque tinha enorme urgência para conversar com eles. O tema da conversa seria a licitação para coleta do lixo conteinerizada realizada pela Prefeitura de Porto Alegre, concorrência que foi denunciada ao Tribunal de Contas pelo jornalista Vitor Vieira, há cerca de dois meses, como sendo um certame de cartas marcadas. Na representação, o jornalista Vitor Vieira pediu que o Tribunal de Contas expedisse a) uma liminar para suspender a licitação e b) também que fosse determinada a execução de uma auditoria especial no processo da licitação denunciada, promovido pelo Departamento Municipal de Limpeza Urbana da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, comandada pelo prefeito José Fortunatti (PDT).

esclarecimento:


O TCE tem o mesmo espaço,se quiser, pra dar sua versão

oepisódio ocorreu,ontem, quinta-feira.

e no entardecer já repercutia na ALE....


site do transporte


O site feito pelo estudante sobre todos os itinerários de õnibus de Porto Alegre mostra o quanto os donos dos ônibus( leia-se a ATP) e a própria EPTC, no caso o poder público, se lixam pros seus usuários, no caso os passageiros. O piá, um estudante da UFRGS, montou um site que bombou em acessos porque todo mundo precisa saber os itinerários dos ônibus que vão usar...

Isto sim que se chama utilidade pública...

Vamos ver se a prefeitura pelo menos lhe concede uma destas tantas honrarias que no niver da cidade sempre dão ....

memória

Historinha que se passou pós Revolução de 1964...

Marco Paulo Rabello, dono da Construtora Rabello, de Minas, foi responder um IPM, poucos meses depois de eclodido o movimento...
Durante o interrogatório, o militar lhe pergunta:
- Porque o senhor deu um apartamento pra Leila Diniz, se ela está namorando o diretor do DNER( dos tempos do Jango...)

Rabello reagiu,indignado, não com a pergunta do militar, mas com o fato em si:

- Ah,.quer dizer que ele está me corneando, é???!!!!

OS JUROS MATARAM JOSÉ ALENCAR


Por Carlos Chagas


Não foi o câncer que matou José Alencar. Foram os juros. Pelo menos para quem acredita que a saúde do ser humano é influenciada pelo seu pensamento, suas preocupações e suas tristezas. Espírito e matéria integram-se de forma indelével. Sendo assim, que nos perdoem os ex-presidentes do Banco Central, desde o governo Fernando Henrique até Henrique Meirelles, nos oito anos do Lula. Claro que sem intenção explícita, mas foram todos algozes do saudoso vice-presidente da República. Sem esquecer os ministros da Fazenda que concordavam em gênero, número e grau com a política do Banco Central. Com ênfase para Antônio Palocci e Guido Mantega.

Perguntará algum desavisado se o Lula também não entra nesse rol, mas a verdade é que os dois jogavam de parelha. Alencar criticava de público a alta dos juros, até de corpo presente, diante dos ministros e do presidente. Este nenhuma providência tomava para silenciar o substituto. Ao contrário, sorria maliciosamente. Diante de queixas repetidas de Palocci, dizia apenas nada poder fazer. O seu vice era livre para opinar sobre o que bem quisesse. Mas mandava o então ministro da Fazenda continuar com a estratégia econômica.

Não consta do livro sobre a vida de José Alencar, escrito pela jornalista Eliane Cantanhede, qualquer referência a conversas que ele terá tido com o Lula a respeito dos juros. Não errará, no entanto, quem supuser que chegavam às gargalhadas, em função do estímulo do presidente para o seu vice continuar no mesmo diapasão. Era a forma de o Lula aceitar o modelo econômico herdado do sociólogo, mas deixando aberta a janela do protesto e da discordância, pela voz de Alencar.

Mesmo assim, como os juros continuaram na estratosfera, terminaram por fulminar o empresário vitorioso, sempre preocupado com a legião de pequenos companheiros que não tiveram a sua sorte. Doía-lhe na alma a situação precária dos pequenos comerciantes e industriais menores, incapazes de enfrentar a política de juros e sempre à beira da falência. A Coteminas conseguiu sobreviver e até se ampliou, mas quantas fábricas têxteis e outras atividades empresariais malograram?

Estão desafiados todos os que negarem ligação entre a frustração de José Alencar diante dos juros exorbitantes e o câncer que o abateu, mesmo depois de muita luta e muita resistência.

TRISTE TEMPORADA

Pode ser coincidência, talvez seja uma forma de testarem a presidente Dilma, mas a temporada de greves começa forte. Os médicos conveniados com planos de saúde vão parar. Os juízes federais também. A polícia civil de Brasília já parou. Os transportes públicos em diversas capitais tem sido interrompidos. Operários de obras do PAC, com ênfase para usinas hidrelétricas em construção, chegaram a manifestações de força.

Parecem querer provocar o novo governo. Levá-lo a uma reação veemente ou, no reverso da medalha, mostrar sua frouxidão. Entre esses dois extremos a presidente deve equilibrar-se. Seria bom que o governo procurasse identificar as entidades responsáveis por esse surto grevista. Provavelmente identificam-se em termos ideológicos.

CONFIRMAÇÃO

Não se passaram mais do que 24 horas para a confirmação da briga de foice em quarto escuro verificada no ninho dos tucanos. Geraldo Alckmin, José Serra e Aécio Neves disputam, desde já, a futura indicação presidencial para as eleições de 2014. O governador de São Paulo fez um novo movimento, depois de sedimentar bases políticas muito fortes no interior do estado. Durante a sessão do Senado que homenageou a memória de Mário Covas, assim como quem, não quer nada, Alckmin lançou a candidatura de Serra à prefeitura de São Paulo, ano que vem. Será a forma de afastá-lo da sucessão federal de dois anos depois, pois duas vezes não se renuncia a um mandato tão importante.

José Serra não comentou a estocada, mas o senador Aloysio Nunes Ferreira reagiu na hora, dizendo ser fora de cogitação a candidatura municipal do ex-governador, que continua no plano federal. Como a iniciativa permanece com o atual governador paulista, vamos aguardar o que ele tem reservado para Aécio Neves...

IMPASSE

Mesmo sob o fictício comando da OTAN, a coalizão que bombardeia a Líbia é dirigida mesmo pelos Estados Unidos. França, Inglaterra e Itália, para nem citar a Noruega, carecem de oxigênio financeiro para continuar gastando bilhões em mísseis, sobrevôos de aviões de caça e mobilização de belonaves. Calcula-se que com mais uma semana esses países refluirão os ataques, deixando as ações bélicas para os americanos.

Aqui as coisas se complicam, não por falta de dólares, mas de sinceridade. Até a imprensa conservadora de Nova York e Washington já questiona os motivos da continuação do bombardeio: se é para salvar a vida de inocentes beduínos rebeldes que Kadaffi vinha sacrificando, por que insistir na destruição de Trípoli, onde o ditador é absoluto e não precisa matar ninguém? Os “marines” vão desembarcar, apesar das negativas de Obama, por que sem eles Kadaffi permanecerá no poder? Mas se for assim, não estarão os Estados Unidos construindo um novo Iraque ou um novo Afeganistão?

Feira de Artesanato

A terceira edição da Feira Intermunicipal de Artesanato acontecerá em São Domingos do Sul no dia 09 de abril de 2011. O evento reunirá artesãos e a comunidade de vinte municípios da região: Paraí, Ciríaco, David Canabarro, Serafina Corrêa, Montauri, Veranópolis, Santo Antônio do Palma, Cotiporã, Vanini, Lagoa Vermelha, Muliterno, Marau, Gentil, Casca, Tapejara, Água Santa, Guabiju, São Domingos do Sul, Nova Araçá e São Jorge. A Feira Intermunicipal de Artesanato acontecerá no Salão Paroquial de São Domingos, dia 09 de abril, das 9h às 19h e a entrada é gratuita. Participe, haverá exposição, venda e oficinas de artesanato.

Por: Adriana Sabadin – Assessora de Imprensa
Prefeitura Municipal de Serafina Corrêa - RS

Corneta do Goulart


*No chimarrão da quarta, na ARI, o Goulart me corneteou porque leu notícia aqui que veio do CH. Me esqueci de assinar, então tá feito o registro ....sempre que não me esqueço, assino de onde tiro notícias..


*Andrea,coleguinha do cinema que vai no chimarrão da ARI, contou que enturmou num romance via internet com um guapo argentino....

Diz ela que o cara já dava ordens pra ela, até que ela se insurgiu e mandou o castelhano catar coquinhos....


*Repórter Vanessa fazia ontem,quinta, programa de índio de manhã cedo,dentro de um ônibus que vinha de Guaíba pra Porto Alegre pra fazer matéria sobre passageiros que sãot ratados,segundo ela, como se estivessem em lata de sardinha....

Bah, quantas matérias fiz assim nos anos passados. Nas vilas de Canoas, filas e mais filas pra pegar o bus, na madruga, na hora que o pessoal pega no serviço e em obras e indústrias. Hoje como blogueiros, a gente pode pegar mais tarde, mas que vida dentro de redação é pesada, isto é...


*Só não é pesada a vida nas redações pros apresentadores, que ficam na bem boa...mas alguns vieram da reportagem onde comeram o pão que o diabo amassou. Um deles é o Osiris Marins que era da Aeronautica e que quando começou na Gaúcha chegava fardado de milico,trocava de roupa, botava uma civil e deixava a de milico no armário....

*Carlos Wagner costumava chamar estas matérias de EU ME Odeio....MAS o que fazer? alguém tem que fazer....

E alguns são predestinados: a própria Nelcira Nascimento uma vez se atirou de um paraquedas pra fazer matéria....Diziam na redação que era maldade da chefe Núbia Silveira(hoje no site sul 21 ) que queria matar a Nelcira. Pura maldade, deu tudo certo com a Nelcira, grande repórter, hoje aposentada,vivendo em Belém Novo.

IBAMA NÃO QUER ASFALTO ATÉ

CANION DO ITAIMBEZINHO....

Esta ME CONTOU um engenheiro: o prefa de Cambará do Sul, depois de muita luta, descolou uma nota junto ao Ministério do Turismo pra fazer um asfalto até o canion do Itaimbezinho( hoje não tem...)

O cara se virou pra caramba pra isto: lobbvy, viagens a Brasília, contatos com deputados e senadores.

Aí um dia foram pra reunião com o pessoal que cuida do parte,ligados ao Meio Ambiente( parece que é o IBAMA)

Os caras botaram na mesa:

- primeiro o prefa faz uns outros servicinhos pra nós dentro do parque, descola uma grana pra isto e depois nós liberamos o asfalto na estradinha...

Aí o prefa( não sei o nome) perdeu as estribeiroas:
- Escrevam logo num papel que vocês não querem que eu pavimente o trecho até o parque...

Haja saco!!!!!!!

Texto confuso....


O leitor Hermes Dutra me falou ontem sobre um texto confuso neste site....

Se ele puder mandar dizer qual é, gostaria de saber para tentar explicar melhor.


Sem demagogias, mas a nossa razão de ser são os leitores...

19ª Festa do Milho Verde de Santo Amaro da Imperatriz (SC)

Evento mais saboroso da região será entre 8 e 10 de abril e tem diversas atrações
Conhecida como o Verde Vale das Termas, Santo Amaro da Imperatriz é a primeira estância hidromineral do país. É rica em natureza, cenários e paisagens. Com cerca de 21 mil habitantes, a cidade é calma e hospitaleira. As águas termais jorram da terra a uma temperatura de 41,5°C e suas propriedades terapêuticas têm fama internacional. Porém, apesar destes atrativos, a economia do município é baseada na agricultura, com o cultivo do tomate, da batata e principalmente do milho. A cidade é a maior produtora de milho verde in natura do Estado. Cerca de 40% da economia gira em torno desta produção, que chega a 35 milhões de espigas ao ano e abastece os litorais de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.
É neste cenário que ocorre anualmente a Festa do Milho Verde, que já está em sua 19ª edição. O evento, que teve a visita de mais de 38 mil pessoas em 2010, será realizado entre os dias oito e dez de abril, no parque de exposições Prefeito Orlando Becker. A projeção para este ano é de que o público ultrapasse a margem de 40 mil pessoas. A cidade é beneficiada pela festa tanto em turismo como na economia, pois mostra o artesanato local, a gastronomia e o trabalho de um ano inteiro. A festa comemora a safra do grão que, além de ser o produto que gera emprego e renda é muito energético, pois traz em sua composição vitaminas A e do complexo B, proteínas, gorduras, carboidratos, cálcio, ferro, fósforo e amido.
O evento
O evento, de caráter popular, é uma vitrine para expor o trabalho dos agricultores filiados ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais, promotor do evento. A festa reúne desde o artesanato, que é feito à base do milho, até a rica gastronomia, também produzida com o grão. A pamonha gigante, tradicionalmente feita para distribuição gratuita teve, em 2010, mais de 500 quilos. A festa valoriza os produtos, a cultura, os agricultores, movimenta a economia e ainda projeta o município para o país e o mundo.
A 19ª Festa do Milho Verde está repleta de atrações. O evento agrega lazer e cultura, envolvendo toda a família com gastronomia típica, música, parque de diversões, 3ª Exposição e venda de Orquídeas, feira multisetorial, feira de artesanato, praça de alimentação, desfile para escolha de rainha e princesas e muito mais. Os shows asseguram diversão para todos os gostos. Jeito Moleque e João Neto e Frederico são os shows nacionais. Já entre os regionais estão Rodrigo Barreto, Banda Fórum, Guto e Kaik, Junior e Alessandra, Grupo Fronteiras, entre outras atrações.
Gastronomia
Os visitantes poderão apreciar mais de 30 pratos típicos à base de milho verde, dos mais variados e inusitados. Além da pamonha gigante, haverá estrogonofe, pudim, risoto, pastel, bolo, suco, maionese, polenta, sorvete, entre outros pratos. Só quem participar da festa poderá conhecer a grande diversidade de produtos que tem como principal ingrediente um dos alimentos mais nutritivos que existem. Ao contrário do trigo e o arroz, que são refinados durante seus processos de industrialização, o milho conserva sua casca, que é rica em fibras, fundamental para a eliminação das toxinas do organismo. Cada 100 gramas do alimento tem cerca de 360 Kcal, sendo 70% de glicídios, 10% de protídeos e 4,5% de lipídios.
Toda a renda arrecadada com a venda de ingressos da festa é destinada à educação, saúde e assistência social dos agricultores rurais associados ao Sindicato, que hoje atende 350 famílias, totalizando 1200 pessoas. A entidade oferece aos associados atendimento médico (clínico geral); atendimento odontológico; execução do processo de previdência social; auxílio doença; aposentadoria por idade; pensão por morte; auxílio maternidade; declarações de renda aos agricultores e preenchimento de guias para atendimento médico em instituições conveniadas, entre outros benefícios.

Confira a programação

Dia 08/04 – Sexta-feira
19h00 – Abertura dos portões
20h00 – Abertura oficial do evento
21h00 – Escolha da Rainha e Princesas da 19ª Festa do Milho Verde
22h30 – Show com Rodrigo Barreto
23h30 – Show com a Banda Fórum

Dia 09/04 – Sábado
11h00 – Abertura dos portões
11h30 – Almoço colonial com gastronomia típica e churrasco
13h00 – Início da Cobrança de Ingresso
13h00 – Atrações diversas como a 3ª Exposição e Venda de Orquídea, feira multisetorial, feira de artesanato, praça de alimentação, entre outros atrativos
17h00 – DJ
21h00 – Show Guto e Caique
22h30 – Junior e Alessandra
00h30 – Show nacional JEITO MOLEQUE

Dia 10/04 –Domingo
09h30 – Abertura dos portões
10h00 – Missa Campal
11h00 – Atrações diversas como a 3ª Exposição e Venda de Orquídea, feira multisetorial, feira de artesanato, praça de alimentação, entre outros atrativos
12h00 – Almoço típico à base de milho verde e churrasco
12h30 – Banda de Música de Santo Amaro da Imperatriz
13h00 – Início da Cobrança de Ingresso
15h00 – distribuição gratuita da PAMONHA GIGANTE
16h00 – Show com Grupo Fronteiras
19h30 – Show nacional JOÃO NETO E FREDERICO e encerramento da 19ª Festa do Milho Verde

Ingressos
Os ingressos já estão à venda nas lojas Koerich de Santo Amaro, Palhoça, centro de Florianópolis, bairros Kobrasol e Barreiros em São José; Supermercados Imperatriz de Santo Amaro, Ponte do Imaruim em Palhoça, shopping Itaguaçu em Barreiros São José; no Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santo Amaro da Imperatriz e no Posto Esso, também em Santo Amaro ou pelo site www.blueticket.com.br.
No primeiro dia ingresso apenas no local.

Valores
- O valor para o dia 8 é R$10,00;
- Para os dias 9 e 10 antecipado R$ 20,00 e na hora R$ 25,00;
- Área VIP custa R$ 30,00.

Serviço:
O que: 19ª Festa do Milho Verde de Santo Amaro da Imperatriz
Quando: 8 a 10 de abrilLocal: Parque de Exposições Prefeito Orlando Becker
Informações: www.festamilhoverde.com.br

Coleguinhas


Blog ACERTO DE CONTAS( DA ZH ON LINE)


Morre Miguel Pergher....


Ué, que acerto de contas foi este????

Remindo

Cadê o Remindo????alguém viu por aí...

Tendo que guentar gozação do Matz e o Remindo " fujão" sumido. Ele tinha que pegar este pião, mas me deixou na mão.....Acho que se assustou com as puadas do Charqueadas.....

O Mundial de Clubes será no Japão?

Guentar gozação do colorado Matz, tá demais. dizendo que sou esmeraldino? quem era era o MANOSSO, não eu...eu torço pelo Grêmio, desde criança.....

Olides, imortal é o Juventude? No fundo és um esmeraldino, gringo?


O Mundial de Clubes será no Japão?


Por Luiz Oscar Matzenbacher


A Sportv anunciou que não iria transmitir o jogo do Inter, atual Bicampeão da América, pela Copa Libertadores. Preferia os jogos de acesso ao acesso às oitavas de final da Copa Brasil. Aos vencedores classificados as batatas, dizia a incoerente Sportv. Só os dotados de poderes extraordinários poderiam adivinhar que seria no Canal 123 da Sky. Mas atenção colorados que moram ao norte dos rios Mampituba, Uruguai e Pelotas, a transmissão, alertei, iria ser através da Bandsports (27 da Sky). Com a Bandsports o Inter ainda não perdeu em 2011. Mais uma garantia de obtenção da classificação antecipada na Libertadores. Às 23h50min, no Gigante da Beira-Rio, vimos no placar os dois primeiros clubes brasileiros classificados para as oitavas de final da Libertadores: O Inter que venceu ao Jorge Willstermann por 3 x 0 e Cruzeiro que foi à Assunção e venceu o Guarany por 2 x 0. O Inter ainda ainda não está matematicamente classificado, mas tem mais chance de chegar a ser o primeiro do grupo, pois ainda lhe faltam dois jogos e pode chegar a 16 pontos. Já, o Cruzeiro, terá que derrotar o Estudiantes e a torcida de La Plata, a mais fanática da Província de Buenos Aires para ser o primeiro entre os 16 classificados às oitavas. É mais difícil ganhar do Estudiantes que do Tolima. Por falar em Tolima, depois de eliminar o Corinthians, levou seis do Cruzeiro. Uma enfiada de seis. O Corinthians teria levado uma dúzia?
Acho que o mais forte candidato brasileiro ao título de Campeão da América/2011 ainda é mesmo o Cruzeiro. O Inter corre por fora e costuma atropelar na reta final. Já, o Grêmio, Fluminense e Santos, se chegarem às oitavas, vão entrar provavelmente como segundos dos grupos e terão que decidir os confrontos de ida e volta em campo dos adversários. Mas há ainda uma dúvida sobre o destino dol clube que vier a ser o Campeão da América. Depois dos terremotos e do tsunami, o Mundial de Clubes da FIFA/2011 vai ser realizado mesmo no Japão? A palavra deve ser dada com urgência à Toda Poderosa FIFA! Haverá tempo de organizar o Mundial de Clubes em outro país?

Coleguinhas


*O Portinho(Antônio Carlos Porto) voltou a ser internado no Mãe de DEus.


*MIguelão Perguer, falecido ontem, era amigo de um turma de jornalistas


*Otacílio Dias, fotógrafo, mora em Dois Irmãos( às vezes é visto no serpentário tomando café com colegas...)


*Os três porquinhos são chamados Nando Gross, Maurício Saraiva e um terceiro que agora não lembro o nome. A turma de gremistas que os vê na TV Com dizem que eles são todos colorados...

*O radialista Jayme Copstein está em Porto Alegre. Presidiu reunião da ARI,ontem.

*Bar do espanhol, na ARI, deverá abrir também aos sábados....

 

 
 
Arquivo do Blog

2007
             Set  Out
2008
xMaix
2009
2010
2011                  

 
 


Espaço dos Leitores

 

 

 
 


Olides Canton - Jornalista e Escritor

Nascido em 16 de Janeiro de 1952 na cidade de Serafina Corrêa-RS, Olides Canton passou nesta cidade toda a sua infância. Mudando-se para Porto Alegre, cursou a Escola Julio de Castilhos, tornando-se Bacharel em Comunicação Social pela FABICO/UFRGS em 1982. Trabalha como Jornalista desde 1970. Trabalhou na Companhia Jornalística Caldas Júnior, Jornal Zero Hora. No Jornal do Brasil e Revista Carga e Transporte atuou como free-lancer. Editor do Jornal de Bordo e Revista Fitness. Possui 9 livros publicados. Ganhou quatro prêmios de Jornalismo, um do Badesul, dois do Setcergs e um da ARI. Registro no Sindicato dos Jornalistas RS: 2776 - Registro Jornalista - Mtb 4959.

Telefone: (51) 3330-6803
e-mail: contato@deolhoseouvidos.com.br

Autor de inúmeros livros, Olides Canton firmou-se como um
exímio contador de histórias contemporâneas.
Conheça agora as obras do autor

© "de Olhos e Ouvidos"  -  Todos os direitos reservados
Os textos e imagens publicados neste site são de inteira responsabilidade de Olides Canton.

 

 
 


EDIÇÕES DO FITNESS

Edição 142
Edição 141
Edição 140
Edição 139
Edição 138
Edição 137
Edição136
Edição135
Edição134
Edição 133
Edição132
Edição 131
Edição 130
Edição129
Edição128
Edição127
Edição 126
Edição125
Edição 124

Edição 123
Edição 122
Edição 121
Edição 120
Edição 119
Edição 118
Edição 117
Edição 116
Edição 115
Edição 114
Edição 113
Edição 112
Edição 111
Edição 110
Edição 109
Edição 108
Edição 107
Edição 106
Edição 105
Edição 104
Edição 103
Edição 102
Edição 101
Edição 100
Edição 99



ANUNCIE NO SITE!

Entre em contato conosco


Edições Anteriores do Blog



LINKS QUE RECOMENDAMOS



Aceg
Agência Edison Castêncio
Assembéia Legislativa
RS

BlogdoPlanalto
Cloaca News
Comuniquese
Correio Do Povo
Claudio Humberto
Diário da Fronteira

Diário Popular
Ecoagencia.com.br
Enfato
Folha de São Borja
Governo do Estado do RS
Informativo
RedeCidade
RSUrgente
RenePT
KaduNew
Jornal A Hora
Jornal do Comércio
Jornal do Mercado
Jornal O Sul
Jornal Panorama Regional
José Luiz Prévidi

Laura Peixoto
Lauro Dieckmann
Políbio Braga
Política para Políticos
Prefeitura de P.Alegre
Prefeitura Serafina
Correa

Ricardo Noblat
Rogério Mendelski
Rosane Oliveira
Sindicato dos Jornalistas
SUL21
Tijolaço
TijoladasDoMosquito
Via Política
VidaSustentável
Vide Versus
Zero Hora

REPORTAGENS
ESPECIAIS


Veja em "Memória"