DO FUNDO DA MEMÓRIA (5)
Por Carlos Chagas
Título: O melhor porque outros foram
piores
Não houve, nos artigos anteriores sobre
os mais de quarenta anos do movimento militar de 1964, qualquer
intuito megalômano de fazer história. Outro autor
bem mais competente, além de mil vezes duplicado o espaço
aqui perdido, talvez venha a suprir as necessidades de uma tarefa
que apenas o futuro promoverá com isenção.
Sem as paixões e os condicionamentos daqueles que viveram
a deflagração e o desenrolar de um regime ates
de tudo ditatorial, truculento e cruel.
Mas um regime não apenas marcado por
essas características. Foi, também, um período
em que o Brasil conseguiu garantir sua soberania, garantir a
maior parte de seus interesses, crescer, afirmar-se como nação
e resistir ao assalto infelizmente responsável, hoje,
por nossa transformação em apêndice desimportante
da quadrilha neoliberal que nos domina.
Existiu um propósito encoberto neste
despretensioso mergulho no passado: a apresentação
dos contrários quem sabe contribuirá para a óbvia
conclusão de que o Brasil só sairá do sufoco
através da superação de seus ressentimentos
internou.
Ninguém foi, como ninguém é,
completamente mocinho. Nem bandido. Durante os 21 anos em que
governaram, os militares erraram e acertaram. Imaginaram-se
detentores das verdades absolutas, substituindo o povo quando
se tratou de promover as sucessivas trocas de guarda. Mesmo
assim, importa registrar que nem eles, podendo tudo, tiveram
coragem de impor a reeleição. Muito menos de entregar
o patrimônio nacional aos estrangeiros ou de escancarar
nossas nossas portas à especulação financeira
predatória.
Castelo Branco aceitou a prorrogação
de seu mandato por um ano, mas fez questão de acrescentar
à mão, no texto de um dos atos institucionais,
que ficava inelegível para o próximo mandato.
Hoje, é unanimemente referido como o mais democrata dos
generais-presidentes. Talvez tenha sido o menos ditatorial,
na medida em que mandou investigar denuncias de tortura, aliás
mal investigadas, e não admitiu a censura à imprensa.
Esta, é claro, auto-censurou-se.
O presidente recebia jornalistas, para conversar
informalmente. Abordava todos os temas, exceção
de uma tarde de Sábado, quando, no Rio, convocou os repórteres
políticos dos principais jornais. O Secretário
de Imprensa avisou que aquele encontro seria diferente. O presidente
estava constrangido e tinha um único assunto a esclarecer.
Ele desceu as escadas do segundo andar do palácio Laranjeiras
de cenho carregado. E nos pediu que encontrássemos uma
forma de divulgar, quem sabe nas colunas sociais, não
no noticiário político, que o casamento era uma
página virada em sua vida. Viúvo, venerando e
adornado a lembrança da mulher falecida há pouco,
não pensava em outra união. Conseguimos esclarecer
as coisas: Castelo ressentia-se de notas publicadas nas colunas
sociais a respeito de seu possível casamento com Sandra
Cavalcanti, deputada e então presidente do Banco Nacional
de Habitação. Não queria magoar a colaboradora,
que admirava muito e jamais foi responsável por aquela
fofoca.
Durante seu período de governo mandatos
foram cassados, prisões ilegais consumadas e torturas
praticadas. Até direitos sociais se viram suprimidos,
como a estabilidade no emprego. O Congresso ficou fechado alguns
dias, depois da invasão armada da Câmara dos Deputados,
com direito a tanques, metralhadoras e tudo o mais.
No reverso da medalha, Castelo Branco refez
estruturas econômicas arcaicas, atacou como ninguém
a corrupção, propôs ao Congresso o voto
do analfabeto e uma reforma agrária que, caso executada,
não existiria hoje o MST.
Costa e Silva passaria à crônica
política como o mais injustiçado dos presidentes
militares, autor do Ato Institucional número 5, o pior
de todos, não fosse a revelação de haver
empenhado a saúde e a vida na tentativa de dar a volta
por cima e acabar com aquele instrumento de opróbio.
Castelo não o queria como sucessor, fez tudo para evitá-lo,
mas Costa e Silva, ministro do Exército, tinha mais tanques
e soldados.
Empossado, tentou governar com a nova Constituição,
sem a legislação excepcional então revogada.
Não conseguiu, pressionado pelos generais radicais que
o cercavam e não admitiam estudantes e povo na rua protestando
contra a ditadura. Cedeu, menos de dois anos depois de feito
presidente, quando resistir à truculência institucional.
Cada general, cada coronel, cada cabo corneteiro julgava-se
detentor do poder revolucionário, podendo praticar as
arbitrariedades que bem entendesse. Prisões em massa,
tortura e censura à imprensa aconteciam por iniciativa
de certos chefes militares. Mas era ele o responsável.
Ajudado pelo vice-presidente Pedro Aleixo,
Costa e Silva preparou a revogação do AI-5. Faltava
uma semana para a solenidade, que também reabriria o
Congresso, quando se viu acometido pela trombose cerebral. Ainda
tentou, sem voz e sem movimentos do lado esquerdo do corpo,
assinar com a mão direita o fim da exceção.
O comando do cérebro já não chegava à
caneta. Entrou em choro convulsivo e saiu da História.
Foi durante seu governo que o país começou
a crescer. Não havia dívida externa impagável,
nem crise do petróleo, nem desemprego. Investimentos
maciços se fizeram em telecomunicações,
petroquímica, industria naval e obras de infra-estrutura,
entre elas a Transamazônica, a Ponte Rio-Niterói
e os metrôs do Rio e São Paulo. (continua amanhã)
Recebo do sempre leitor atento..
( ou será que a Rosinha lê e ele
copidesca???)
olides,
o dr. breno foi autuado pelo leite batizado com água
produzido na GRANJA que ele tinha alí por perto de onde
hoje fica o pólo petroquímico. confere o nome
da granja com o pessoal que trabalhou bastante tempo na casa
de caldas, tipo o mourinha. eles sabem tudo
haras é para criar CAVALO. em haras não tem vaca
que dê leite. o haras do dr. breno, a propósito,
se chamava 'haras do arado'.
essa história (ou lenda) da notícia sobre a autuação
surgiu porque alguém foi lá reclamar para ele
de uma notícia que o cp ou a ft publicaram. foi então
que ele mostrou um recorte que tinha guardado sobre o tampo
de vidro da escrivaninha. e comentou que, se nem ele escapava,
como iria segurar nostícias referente aos outros. a notícia
vinha com o 'dr.' e tudo (ele era formado em direito, como tantos
o eram na época, o que os impedia, pelo menos, de escrever
tanta bobagem como os jornalistas de agora produzem - já
coloquei uma referência a este aspecto no meu blog)
abraço
lauro d.
DESENVOLVIMENTO
Zulke destaca interesse de empresários em investir no
RS
O deputado federal Ronaldo Zulke (PT) representou a Câmara
dos Deputados no Café com Energia, evento promovido pela
Organização Nacional da Indústria do Petróleo
(ONIP) na última quarta-feira (27) no Rio de Janeiro.
Na ocasião, o governador Tarso Genro apresentou informações
sobre o novo modelo de desenvolvimento do Rio Grande do Sul,
em especial para o crescimento do polo naval.
Segundo Zulke, o diretor de Exploração e Produção
da Petrobras, Guilherme Estrella, e o presidente da Associação
Brasileira das Empresas de Construção Naval e
Offshore (Abenav), Augusto Mendonça, elogiaram as ações
do governo do Estado. Ainda de acordo com o deputado, após
a apresentação, empresários manifestaram,
de imediato, o interesse em investir no Rio Grande do Sul, a
exemplo de Nelson Naibert e Marco Pfizer.
Pré-Sal
O deputado Ronaldo Zulke informa que acompanha, na Câmara
dos Deputados, o debate sobre a participação da
indústria nacional no fornecimento de máquinas,
equipamentos e componentes para a cadeia produtiva do pré-sal.
Zulke propôs, inclusive, uma Comissão Especial
para tratar do tema.
Prezado leitor
A muito custo fiz o serginho voltar. mas só
eu sei o que me custou este acordo.
em primeiro lugar, não posso mais dizer
que ele trabalhou no tempo da ditabranda...é que pegam
no pé dele na tal mesa mais inteligente de brasilia.
agora só vou dizer que ele era o kid da Ultima Hora,
onde só existiam comunas...e o engraçado é
que quando fizeram o livro da Ultima Hora, colocaram todo mundo
e não colocaram a ele. Desvio ou retaliação
ideológica?
Estou testando o meu computador que voltou do conserto. Estava
estragado. Minha namorada mineira, que diz entender desta máquina,
resolveu fazer alguns consertos e deixou ele pior do que o time
do Gremio.
Quanto a minha saude, está tudo bem. Se vestir a camisa
onze do teu time,sou escalado na hora.
Hoje,mesmo ,com 77 anos nas costas,não perco pra ninguém
daquele ataque, que mais parece um ataque de tosse.
Sergio
PS: Para não perder a viagem vai aqui duas notinhas.
O Sarney, que está voltando da Italia, onde na Pascoa,
foi recebido pelo Papa Paulo VI, deixou de pintar os cabelos.Não
se sabe se por vontade própria ou se foi ordens da patroa.
Ele está aparecendo um tubiano. As pontas dos cabelos
estão já brancas mas a raiz está cor de
cajú.Por sinal um cajú horroroso, É coisa
de nordestino(os nordestinos que me perdoem,mas eles tem cada
uma...)
A outra notinha é que a dona Dilma,está arrancando
os cabelos,também mal pintados.Depois que voltou da China
chegou aqui e encontrou o país numa lerda. Tem mantido
contatos diariamente com alguns de seus ministros e até
porrada está ameaçando dar.O Mantega coitado é
o que mais tem levado esporros.
A dona Dilma está furiosa com a inflação,
a saude e com esta guerra da gasolina.
Já ameçou demitir meio mundo. Eu acho que a tal
reforma do seu ministério,escolhida pelo Lula,e que deveria
acontecer no final do ano,já deve começar logo,
logo,Não aguenta até julho...
Sergio Ross
Neusinha Brizola
A morte do meu pai foi uma surpresa
Todas as fotos: acervo de Neuza Pinto Penalvo
.jpg)
Na Foto Fernanda Lima, Neuza e Gonzalo Penalvo, Neuzinha e Paulo
César e Walter Prieb na Casa onde hj é o Memorial
JG. em SB
.jpg)
Igreja Nossa Senhora da Conceição - Bairro do
Passo - São Borja -07/04/97
Batismo de dois netos de Brizola e da Lara, filha do Paulo Penalvo,
neta de Percy e Celeste Penalvo.
Percy Penalvo e o neto Gonzalo Penalvo Rohleder, Leonel Brizola
e a filha Neusa Maria Goulart Brizola - Aeroporto de São
Borja
Neusinha lê um Salmo na Missa de celebração
do Batismo dos sobrinhos e da Lara - 07/04/98 - o celebrante
foi o já falecido Padre Paulo Aripe.
Na primeira entrevista após a morte
do pai, a
ex-cantora conta os últimos dias de Leonel Brizola, quer
ser deputada e diz que ele preocupava a família pelo
fato de comer demais
Luís Edmundo Araújo - revista Isto É Gente
nº 256, de 05.07.2004
Caçula dos três filhos do político Leonel
Brizola, morto de enfarte aos 82 anos na segunda-feira 21, Neusinha
Brizola deu muito trabalho ao pai na juventude. Enquanto Brizola
governava o Rio em dois mandatos (1983 a 1986 e 1991 a 1993),
sua filha, hoje com 49 anos, aprontava. Em 1983, ela posou para
a Playboy, em 1983, o que obrigou o pai a suspender a publicação
da revista. E também envolveu-se com drogas. Os tempos
de loucura, porém, ficaram no passado. Há 10 anos
longe das drogas, a mãe de dois dos nove netos (Laila,
29, e Paulo César, 22) e avó de três dos
quatro bisnetos (Túlio, 10, Breno, 4, e Marina, 2) de
Brizola quer ser a guardiã do nome da família.
Solteira após três casamentos desfeitos, Neusinha
tem trabalhado como produtora de teatro, mas não descarta
uma tentativa de entrar na política. A profissão
de cantora, dos tempos de Mintchura, seu único hit, há
15 anos, é que está definitivamente sepultada.
Agora só canto no chuveiro, diz.
O que pretende fazer após a morte de Leonel Brizola?
Quero atuar como guardiã do nome da família. Tenho
que honrar esse nome por mim e por tudo que meu pai fez. Não
houve político mais investigado do que ele no Brasil
e ninguém provou nada contra. Todos os herdeiros, netos,
filhos, temos de ter essa coerência, essa honestidade
em respeito à memória dele, para não deixar
ninguém aparecer do nada usando o nome dele.
Acha que existe esse risco?
Não, absolutamente. Ele deixou netos. Tem o Carlito (de
25 anos, filho de José Vicente, primogênito de
Brizola) que já é candidato a vereador no Rio
de Janeiro. Sairá como Brizola Neto e nós da família
já nos fechamos em torno dele. Para as futuras eleições,
tem também o meu filho Paulo César, que trabalhava
com meu pai desde os 13 anos. De repente, até eu posso
entrar na política.
Pretende entrar para a política?
Por enquanto ainda é tudo prematuro, mas existe essa
possibilidade. Não para esse ano, quando nosso candidato
será o Carlito. Mas tenho vontade, talvez, de me candidatar
a deputada federal em 2006. É uma questão de conversar
com o partido. A vontade de seguir os passos do meu pai está
no sangue, até para manter essa chama acesa.
Tem outros projetos com relação ao seu pai?
Quero participar ativamente dos trabalhos na Fundação
Alberto Pasqualini (fundação que desenvolve projetos
sociais, ligada ao PDT, que, como o partido, era presidida por
Leonel Brizola). Minha preocupação é manter
vivo o nome Brizola. Gostaria de fazer como a Lucinha Araújo
fez com o Cazuza e a Viviane Senna, com o Ayrton Senna.
Desde quando você se interessa por política?
Tivemos uma vida muito sofrida. Vivemos no exílio durante
a ditadura militar. Tudo isso tornou toda a nossa família
muito politizada. Lemos jornais todos os dias, temos nossa ideologia,
acompanhamos tudo. Meu pai conversava muito com todos nós.
Víamos o trabalho dele. Ele nos deu o exemplo. Foi uma
jóia rara, uma grande escola.
Qual foi o momento mais duro na vida da família?
O golpe militar de 1964. Era pequena na época, tinha
9 anos. Não tinha muita noção das coisas,
mas para mim foi como se tivesse ido dormir como princesa e
acordasse como sapa. Meu pai foi para a clandestinidade e nós
tivemos de sair do País. Ficamos com a minha mãe
num hotelzinho de Montevidéu. Minha mãe rezando
o terço, a gente rezava terço todo dia, pedindo
para o meu pai ficar bem. Minha mãe fazia todo mundo
ir à igreja todo dia.
E os últimos dias de seu pai?
Fiquei com o meu pai praticamente o tempo todo depois que ele
voltou do Uruguai (na quarta-feira 16). Apesar de estar de cama,
ele estava bem, animado. Foi um enfarte fulminante. Graças
a Deus, ele não sofreu nada, não teve que ficar
entrevado numa cama. Morreu dignamente, com as mãos limpas.
A morte do meu pai foi uma surpresa. Na véspera ele estava
ótimo, conversou comigo, quis saber da família,
se estava tudo bem.
Ultimamente a saúde de Brizola preocupava a família?
Tínhamos uma preocupação normal com alguém
de 82 anos, mas meu pai era um homem sem vícios. Não
fumava, só bebia um vinhozinho de vez em quando, tinha
uma vida muito regrada. Seu único problema era que comia
de tudo. Comia lingüiça no café da manhã,
gostava de mocotó, rabada, e sempre o arroz de carreteiro
acompanhando. Mas meu pai era um touro. Às vezes, não
agüentava o pique dele.
Como assim?
Na campanha de 1998, quando ele era vice da chapa do Lula, fui
com ele para Bom Jesus da Lapa, na Bahia. Estava de salto, andando
ao lado dele, mas eu não agüentei. Pedi para sentar
no jardim da casa de uma senhora de lá enquanto meu pai
seguiu com a passeata, sem demonstrar nenhum cansaço.
Na volta da passeata é que me encontrei com ele de novo.
Talvez por isso a ficha ainda não tenha caído
direito pra mim. Ainda está o número do telefone
dele no meu celular. De vez em quando me esqueço e tenho
o ímpeto de ligar para ele. Ainda não assimilei
direito.
Leonel Brizola era avô coruja?
O mais coruja de todos. Ele adorava quando levávamos
as crianças ao sítio da família em Itaipava
(região serrana fluminense), para almoçar nos
domingos. Ele gostava de comer melancia com as crianças
depois do almoço. Abria a melancia no jardim e ficava
lá, comendo com os netos e os bisnetos.
Como estava o relacionamento de vocês, ultimamente?
Meu pai sempre foi um aglutinador na política e na família.
Procurava manter todos debaixo da asa. Comigo, especial-mente
nos últimos anos, era uma coisa de eu ligar dizendo que
estava com dor de garganta e ele mandar na hora o motorista
me trazer um remédio. Nos falávamos praticamente
todos os dias. Ele trazia ovos do sítio e me mandava
sagu (espécie de canjica fervida com vinho), que ele
também adorava. Perdi um amigo. Meu pai era um fofo.
Qual foi a última briga entre você e seu pai?
Faz muito tempo, uns 10 anos. Foi na época em que eu
tinha problemas com drogas. Hoje estou limpa, só fumo
um cigarro de vez em quando. Filho sempre briga com o pai, ainda
mais a gente, que tinha o mesmo temperamento. Mas o engraçado
é que depois de todas as brigas eu sempre dava o braço
a torcer. Ele me cantava, vai acontecer isso", e acontecia.
Pode dar um exemplo?
Meu primeiro casamento (com o produtor Franco Bruni, em 1983).
Ele dizia que não ia dar certo e não deu. Meu
pai sempre tinha razão, era impressionante. Inclusive,
antes
de casar ele nunca quis conhecer meus namorados. Dizia
que eu mudava muito de namorado e que iria acabar confundindo
os nomes.
O ex-governador falava da briga com o José Vicente (filho
de Brizola, rompido com o pai desde 2000 e que tinha ligações
com o PT)?
Não. Isso já passou. A família agora está
unida, em memória da minha mãe (Neusa Goulart,
morta em 1993) e de meu pai.
Como a família viu a reaproximação do secretário
de Segurança Anthony Garotinho e da governadora Rosinha
Matheus com seu pai (Na véspera da morte de Brizola,
Rosinha e Garotinho estiveram na casa do ex-governador para
lhe oferecer a candidatura à prefeitura numa coligação
com o PMDB)?
Estamos observando, o futuro dirá. Eles foram muito
gentis em oferecer o Palácio Guanabara para o velório.
Colocaram-se à disposição desde o início.
Eles me abraça-
ram, me deram os pêsames, mas não conversamos porque
naquele momento não tinha como.
O que achou das vaias ao presidente Lula no velório?
A família não concordou, tanto que tentamos impedir.
Mas
não era só o meu pai que estava insatisfeito com
o governo.
O Brasil inteiro está um pouco decepcionado, esperáva-
mos uma mudança que não ocorreu. E esse salário
mínimo
é uma vergonha. Ele é que deveria viver com R$
260 para
ver como é bom.
Chegou a falar com Lula no velório?
Nós todos da família pedimos para ele continuar
a obra dos Cieps, em homenagem a meu pai, mas ele não
pôde responder. Estava muito tumulto, tinha muita gente.
Os jogos da dupla GRENAL são
na quarta-feira
Por Luiz Oscar Matzenbacher
Levantei do sofá às 21h30min
de quinta-feira, com o corpo dolorido, cansado, as pernas latejando,
como se eu tivesse participado da peleia entre o Peñarol
1 x 1 Internacional, disputada bem longe de minha casa, no Estádio
Centenário, em Montevidéu. Fui até a sacada,
respirei fundo o ar gelado e salgado do Pampa misturado à
maresia. Beberiquei um gole do vinho branco seco moscato Del
Grano e disse, "escapamos por pouco". Foi o jogo mais
tenso, disputado, difícil que eu eu acompanhei pela TV
nos últimos anos. Mas o Internacional de Falcão
soube suportar a pressão, a velocidade e a garra habilidosa
da equipe uruguaia. Por isto, posso responder afirmativamente,
do ponto de vista colorado, à pergunta que segue.
-Teremos mesmo um GRENAL na Libertadores, apesar da piada que
circula na Rua dos Andradas, a Rua da Praia, no Centro de Porto
Alegre, afirmando que o futebol do Grêmio é imortal,
mas só enquanto dura?"
Ficou difícil chegarmos ao GRENAL da Libertadores, depois
de Grêmio 1 X 2 Universidade Católica, em pleno
Olímpíco. Mas, imortal é imortal. Quem
duvida?
A tarefa do Internacional nessa quinta-feira foi duríssima.
O Peñarol, no Centenário, foi mesmo mais firme
que assado de tira de costela de nelore tostado na brasa, bem
além do ponto. Talvez a estrela do Falcão e os
craques diferenciados tenham ajudado o Colorado. Mas, no Beira-Rio,
na próxima quarta-feira, o Inter vai precisar de mais
garra, disposição e muito apoio da torcida. O
Peñarol é rápido, preciso e joga um futebol
duro e ríspido.
O futebol de los hermanos está cada vez mais competitivo.
Ninguém ganhará a Libertadores no grito. Tem é
que jogar muita bola.
O Grêmio também pode virar o jogo na quarta-feira
em Santiago do Chile contra a Universidade Católica.
Mas antes, teremos o GRENAL do Returno do Gauchão. Sinceramente,
os jogos de verdade da dupla são os da quarta-feira.
O GRENAL do Gauchão servirá apenas para ajustar
os times. Mas, GRENAL é GRENAL.
Prefeito Mariovane Weis é eleito presidente da Famurs
Crédito: DECOM/PSB
Eleição Famurs
O prefeito Mariovane Weis foi escolhido nesta quarta-feira (27/04)
o novo presidente da Federação das Associações
de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs). A votação
ocorreu na sede estadual do PDT, em Porto Alegre. Além
de Mariovane, mais dois prefeitos estavam na disputa: Eduardo
Loureiro, de Santo Ângelo, e Clemir Rigo, de Coxilha.
Dos 129 prefeitos e vice prefeitos aptos a participar, 112 estiveram
presentes. Após a contagem dos votos, constatou-se um
empate com 53 votos entre Mariovane e Loureiro. De acordo com
os critérios aprovados pelo três candidatos, em
caso de igualdade de votos o vencedor seria o prefeito com maior
idade. Com base neste quesito, o prefeito de São Borja,
que tem 45 anos, venceu a disputa do prefeito de Santo Ângelo,
de 37 anos. O mandato terá a duração de
um ano e inicia-se em junho.
Em sua manifestação o prefeito Mariovane Weis
salientou a importância da entidade: “A Famurs é
a casa dos municípios. Através dela, os representantes
municipais ganham força para realizarem suas reivindicações”.
Entre as iniciativas que serão tomadas durante o mandato,
Weis destacou a distribuição igualitária
de recursos: “Atualmente os municípios estão
sobrecarregados. O governo federal concentra a maioria dos recursos
e não repassa os valores devidos às administrações
municipais. Existem cidades que gastam 34% do seu orçamento
com a saúde, sendo que a Constituição prevê
apenas 15%. Isto precisa mudar e vamos nos esforçar para
isso”.
Para realizar a campanha à presidência, o prefeito
Mariovane Weis tirou férias, visitando 112 cidades do
Rio Grande do Sul e conversando pessoalmente com 119 prefeitos
e vice prefeitos. Ao todo foram percorridos aproximadamente
17 mil quilômetros. Durante as visitas o prefeito apresentava
as suas propostas que serão colocadas em prática
no mandato.
A Famurs é a entidade que representa todos os 497 municípios
gaúchos, por meio das 27 associações regionais
que a compõem. Sua atuação institucional,
política e técnica tem como objetivo principal
o fortalecimento do municipalismo, a qualificação
dos agentes públicos municipais e o assessoramento às
prefeituras gaúchas.
Deputado luta por melhorias na rodovia que liga Carazinho a
Não-Me-Toque
O deputado Luciano se uniu à comunidade da região
de Carazinho para lutar pela conclusão da ERS-142, no
trecho que liga o município a Não-Me-Toque. Ele
entrou em contato com o diretor-geral do Daer, Marcos Ledermann,
e com o secretário estadual de Infraestrutura e Logística,
Beto Albuquerque, para insistir que seja retomado o asfaltamento
da rodovia. Luciano ressaltou que o trecho representa riscos
para os veículos que trafegam pelo local e lembrou que
há desníveis de até 30 centímetros
em alguns pontos entre a pista e o acostamento. O problema vem
causando acidentes e prejuízos financeiros aos condutores.
No início de abril, houve protestos da comunidade para
reivindicar a retomada das obras. A população
argumenta que as operações tapa-buracos não
resolvem mais os transtornos enfrentados todos os dias pelos
motoristas.
Informativo Deputado Luciano
Notícias de casos judiciais - Espaço Vital
Unimed condenada a custear prótese peniana para usuário
idoso
Ele também receberá reparação
financeira de R$ 10 mil, pelo dano moral sofrido durante a demora
até a solução judicial. Modelos infláveis
- fabricados nos EUA - têm vantagens sobre os maleáveis
produzidos no Brasil.
Cidade Poema exibe poetas em fotos, ilustrações
e vídeos
Poetas que vivem no Estado serviram de modelo
para as fotografias e ilustrações reunidas na
exposição do projeto Cidade Poema que começa
às 19 horas de terça-feira (3/5) no saguão
térreo da Câmara Municipal de Porto Alegre. São
40 fotos em preto e branco de 30x45cm feitas por Fernanda Bigio
Davoglio e Leonardo Brasiliense e 15 desenhos de Guilherme Moojen
que exibem poetas e um músico em situações
diferentes, "longe do computador", como define a idealizadora
do evento - a jornalista Laís Chaffe.
Nas cenas capturadas por Fernanda, por exemplo,
uma lupa acompanha o retratado. Também compõem
a mostra poemas em adesivos, vídeos em que poetas dizem
versos e a performance Cardápio Poético, com a
atriz Débora Finocchiaro (na abertura).
Leonardo Brasiliense fotografou os escritores
Alexandre Brito, Ana Mello, Armindo Trevisan, Celso Gutfreind,
Diego Grando, Dilan Camargo, Everton Behenck, Fabrício
Carpinejar, José Antonio Silva, Laís Chaffe, Liana
Timm, Maria Carpi, Marô Barbieri, Paulo Seben, Pedro Stiehl,
Ricardo Silvestrin, Ronald Augusto, Sandra Santos, Sergio Napp
e Sidnei Schneider.
As fotos de Fernanda Bigio Davoglio mostram
Ana Mariano, Andreia Laimer, Augusto Franke Bier, Berenice Sica
Lamas, Carlos Urbim, Diego Petrarca, Flavio Brasil, Jaime Vaz
Brasil, José Eduardo Degrazia, Luis Fernando Verissimo,
Luiz Coronel, Luiz de Miranda, Marco de Menezes, Marcelo Pires,
Marlon de Almeida, Paula Taitelbaum, Paulo Bentancur, Susana
Vernieri, Silvestrin Roberto e Walmor Santos.
Nas ilustrações, Guilherme Moojen
retrata Alexandre Brito, Armindo Trevisan, Augusto Franke Bier,
Celso Gutfreind, Diego Petrarca, Fabrício Carpinejar,
José Eduardo Degrazia, Laís Chaffe, Maria Carpi,
Paula Taitelbaum, Ricardo Silvestrin e Telma Scherer, além
do músico Yanto Laitano, que assina trilhas de alguns
dos minimetragens (de 30 segundos) que serão apresentados.
Laís Chaffe lembra que a exposição
ocorre paralelamente à FestiPoa Literária, que
apoia o projeto Cidade Poema. A mostra também conta com
o apoio do Memorial da Câmara Municipal, do gabinete do
vereador Adeli Sell (PT), da editora Casa Verde, de Bona Propaganda
e Cadcolor.
A mostra pode ser visitada até 27 de
maio, das 9 às 18 horas, de segundas a quintas-feiras,
e das 9 às 16 horas, às sextas-feiras, com entrada
franca. A Câmara fica na Avenida Loureiro da Silva, 255.
Informações no Memorial da Câmara, pelo
telefone (51) 3220-4318, ou com Laís Chaffe, pelo celular
(51) 9121-7707, e-mail lchaffe@gmail.com ou nos sites www.cidadepoema.com
e www.chaffe.com.br
Claudete Barcellos (reg. prof. 6481)
CONDIÇÕES DE TRABALHO
EM BUENOS AIRES
De Buenos Aires
Gelson Farias
Olides.
Tem uma diferença os contratos de trabalho aqui em Buenos
Aires, como de resto em toda a Argentina, diferentemente da
nossa CLT, ai no Brasil. Claro que existem algumas semelhanças,
mas é em poucos artigos. Vejamos: Aqui em Buenos Aires,
no meu caso, tenho, que estar legalmente habilitado em todos
os sentidos com minha documentação de estrangeiro.
Não existe aqui, o jeitinho brasileiro de se conseguir
as coisas nas coxas, não. Tem de se obter permissão
no “Centro Nacional de Migraciones” que se localiza
no Ministério do Interior, Rua 25 de Mayo 101/145, centro
de Buenos Aires, (AR), Fax, (011) Web: http://www.mininterior.gov.ar.
Esse é o caminho para tirar os documentos que permitem
ao brasileiro viver e trabalhar na Argentina (tudo isso depois
de já ter feito, desde o Brasil, os documentos de permanência
por dois anos): Portanto, Olides, aqui vai uma ajuda para quem
deseja morar e trabalhar aqui, em Buenos Aires. É uma
longa caminhada, mas vale à pena.
Passo Um.
Sacar o turno para o Centro de Imigrações
www.migraciones.gov.ar/ - "solicite seu turno" –
Demora três meses de fila em média.
Esse turno serve para você tirar o documento chamado Residência
Precária, que te permite viver em paz e permite tirar
o documento para trabalhar legalmente.
Dica: marque este turno pela internet o mais rápido possível.
Mesmo antes de sair do Brasil
Passo dois:
Preparação dos documentos para levar ao centro
de imigrações no dia do seu "turno"
Os Documentos Necessários são:
1. Ingresso na argentina (te dão no aeroporto quando
você chega)
2. 2 (duas) fotos 4x4 que podem ser tiradas no andar de baixo
da estação de trem do Retiro, que fica ao lado
do centro de imigrações, e eles já sabem
o formato necessário
3. Identidade brasileira (RG) original e cópia (não
precisa autenticar)
4. Passaporte original e cópia (não precisa autenticar)
5. Certificado de antecedentes penais judiciais brasileiros.
Pode ser tirado pela internet no site: www.dpf.gov.br de qualquer
computador em qualquer país, porém no meu caso,
que tenho um nome+sobrenome muito comum - Marina de Luca- que
não pude tirar pela internet você pode ir pessoalmente
a policia perto da sua casa na cidade que você mora no
Brasil, ou pedir para algum familiar com uma procuração
sua fazer isso, e depois autenticar no consulado brasileiro
da argentina, Endereço: Carlos Pellegrini 1363 - 5°
Piso Cidade: Buenos Aires Cep: C1011AAA Telefone: (00xx5411)
4515-6500 ) . No caso de você pedir na polícia
do Brasil, ela demora até 15 dias para ficar pronta e
você deve retirar no lugar onde pediu.
Obs: Qualquer certificado de antecedentes criminais tem validade
de 90 dias a partir do dia que você a recebeu.
Para autenticar: ir ao consulado (endereço: XXXX) com
documentos originais e o papel para autenticar.
6. Certificado de antecedentes penais argentino
Pode ser tirado no centro de imigrações: Rua Antártica
Argentina, 1355. Leve passaporte original e cópia. O
valor é entre 26 e 40 pesos variando de acordo com a
urgência que você precisa. Ele pode ficar pronto
em 24 as ou até uma semana e deve ser retirado pessoalmente.
Obs: Também tem validade de 90 dias.
Não se preocupe com este documento, é o mais simples
de todos.
7. Certificado de residência
Vá até a Policia (que eles chamam de Comissária)
mais perto da sua casa na argentina e dê o endereço
de onde você mora. No dia seguinte em qualquer horário
eles vão até lá ver se você está
lá e de fato mora lá. Mas eles não chegam
entrar na sua casa. Só tocam a campainha e te entregam
o papel.
Custa 10,00 pesos que devem ser pagos na polícia no dia
do requerimento.
Passo três:
Ir ao Centro de Imigrações (dia agendado no passo
1)
Endereço: Rua Antártica Argentina, 1355
Próximo à estação retiro de trem
e metrô
Levar todos os documentos do passo 2.
Solicitar a residência precária e o DNI (carteira
de identidade de estrangeiro).
Nós brasileiros temos o direito de sacar a residência
permanente direto, então quando você chegar ao
guichê peça ao mocinho a Residência Permanente.
Assim, depois de 3 meses vai chegar na sua casa a residência
Precária e o DNI, e em seguida, alguns meses depois,
a Permanente. Custa entre 35 e 25 pesos.
Obs.: Se você se mudar de casa nesses 3 meses e não
estiver pessoalmente para receber (exigência feita), terá
que ir buscar na Av. Jujuy (o número exato do lugar peça
quando for ao Centro de Migrações) no horário
comercial, pessoalmente.
Passo Quatro:
Para poder trabalhar você precisa de um documento chamado
Cuil, que funciona como uma espécie de carteira de trabalho.
Para tirar o Cuil vá ao ANSES (um órgão
do governo)
Já com seu documento de residência precária
ou permanente na mão, o passaporte e cópia
Anses (Endereço: Av. Santa Fé, 5140 – estação
Carranza do metrô), sai na hora. O atendiento é
das 8; horas ás 13; horas porque termina o expediente
as duas horas.( aqui muitos dos serviços públicos
somente tem expediente pela manhã). As senhas para o
atendimento são dstribuídas somente até
ai meio dia.
Os empregados com pelo menos seis meses de serviço com
o mesmo empregador durante um único ano do calendário
têm direito a férias pagas, em função
da antiguidade dos trabalhadores: é: pequenas empresas,
onde o período de aviso nunca é mais do que um
mês.
De 14 dias, quando o trabalhador tiver menos de cinco anos de
serviço Em setembro de 2005 o salário mínimo
na Argentina, foi levantado a partir de AR $ 350 AR $ 450/month.
O salário médio na Argentina em 2005 foi de AR
$ 539/month. O valor do salário varia de acordo com o
nível de educação que você tem. Muitas
pessoas em trabalhos de Argentina, sem ter um contrato, elas
ganham, em média AR $ 305/month. O salário médio
varia de acordo com a localização geográfica.
Em 2004, as médias para a cidade de Buenos Aires (AR
$ 881,5)
O legal período máximo de trabalho é de
8 horas / dia e 48 horas / semana. Entanto, a semana de trabalho
normal não poderá exceder 44 horas / semana para
o trabalho diário, 42 horas / semana para trabalhar a
noite ou 36 horas / semana em que o trabalho é realizado
em condições perigosas. Trabalho não é
normalmente autorizada na tarde de sábado e domingo,
embora haja exceções para certas profissões.
Overtime taxa é de 50 por cento mais, pelo trabalho realizado
de segunda a 1, aos sábados, e 100 por cento para as
obras realizadas nas tardes de sábado, aos domingos e
feriados.
Qualquer trabalhador com idade superior a 18 tem direito a ganhar
o salário mínimo. Isso é definido por acordo
coletivo, que varia em função da ocupação
e da indústria. Além do salário regular,
um trabalhador tem direito a um bônus (Aguinaldo) equivale
a um mês de remuneração por ano. É
calculado com base no salário médio anual, metade
é paga em junho e a outra metade em dezembro.
A LCT (Ley de Contrato de Trabajo / Lei do contrato de trabalho)
regula o contrato de emprego, direitos do empregador / empregado
e obrigações de proteção do salário.
Contratos de trabalho são geralmente assinados por um
período ilimitados de tempo. Contratos a termo são
permitidos, mas tem que ser escrito e não pode ultrapassar
um período de cinco anos. Contratos de trabalho por prazo
indeterminado também são possíveis, como
são os contratos de estágios. Um empregado deve
dar 15 dias de antecedência de rescindir o contrato. O
aviso exigido para um empregador varia com base no comprimento
do funcionário de serviço.
• 15 dias quando o empregado tiver menos de três
meses de serviço
• um mês quando o comprimento de trabalho do serviço
é entre três meses e cinco anos
• dois meses quando o tempo de serviço seja superior
a cinco anos, salvo em
• 21 dias, de 5 a 10 anos de serviço
• 28 dias de calendário 10 a 20 anos de serviço
• 35 dias de calendário, quando o empregado tiver
mais de 20 anos de serviço.
É proibido na Argentina, para forçar os empregados
do sexo feminino para trabalhar entre um período de 45
dias antes e 45 dias após o parto.
Gelson Farias
051-85252352
e-mail: gelson.aargentina@hotmail.com
msn: gelsonnunesfarias@hotmail.com
Dia do trabalho
O dia do Trabalho passou, mas a comissão
organizadora do troféu dos maiores " trabalhadores"
proposto por este site, só agora me passou o resultado
de quem foram os escolhidos....como grandes eméritos
do trabalho.
senão vejamos.
Em Serafina Corrêa( terra natal do redator)
Flávio Soccol, grau máximo (passou
a vida nas costas da mulher, a adelina Montanari....hoje cuida
de um asilo em Guaporé, mas só vai lá no
sábado a tarde...)
Mire Arroque( filho do gerente do frigorífico,
não fazia os temas de casa e tentava enrolar o nosso
professor padre Ciotola,até que um dia este perdeu a
paciência e o expulsou...depois voltou....hoje é
promotor do ministério público estadual)
Mauro Rocha, filho do exator Mário....é
importado de são chico....seu trabalho maior em serafina
foi jogar bola na cancha de futebol sete no Gaúcho...hoje
da´aula na UPF e vive na ESPARTANA Palmeira...
Ademir Bacca. Nasceu em serafina mas vive em Bento...escreveu
alguns livros,até onde se sabe....
Em São Borja
O conselho eleitor do troféu teve dificuldades,
mas depois de muito debate chegaram a conclusão. O pre^mio
é do Clemar eo dr. Israel lopes
Clemar Dias: demora uma hora pra ir de sua
casa na Getúlio Vargas,até o café La Barca,
...duas quadras nem isto. Levou anos preparando a edição
do seu mais recente livro.....
Dr. Israel Lopes: demora uma hora pra cruzar
a praça XV de novembro. Vai parando nela e dando audiências
pros seus clientes, porque é advogado trabalhista. Eles
o interrompem pra saber como vão os processos.
Em Porto Alegre:
Tem tantos, mas dizem que um ilustre preguiçoso
e Luis F. Verissimo. Bem que faz. O preguiçoso aproveita
a vida.
O redator deste site, não vale. trabalha
14 horas por dia!!!!
Corpo de Neusa Brizola chega a São Borja
Enterro ocorrerá no mesmo local em que
os pais dela estão sepultados
Marina Lopes
Exatamente às 12h31min pousou no aeroporto João
Manoel, em São Borja, o avião carregando o corpo
da filha do ex-governador Leonel Brizola, Neusa Maria Goulart
Brizola, morta quarta-feira aos 56 anos. Os dois filhos de Neuzinha,
Laila e Paulo César, o neto Túlio e sobrinhos
chegaram em um voo meia hora antes do esquife. O corpo já
foi velado no Rio de Janeiro e seguirá cortejo fúnebre
pelas ruas do centro da cidade até as capelas do Cemitério
Jardim da Paz onde, após uma rápida cerimônia,
deve haver o sepultamento.
Já aguardavam a família no aeroporto
os sobrinhos de Neuzinha, a deputada Juliana Brizola e Cristopher
Goulart, além de amigos da família, como o trabalhista
Romeu Barleze, padrinho de casamento de Neuzinha, exilado junto
com Brizola.
— Ela era muito amiga das minhas filhas
e a ligação com a família é grande.
É um dia triste — diz Barleze.
O filho de Neuzinha, Paulo César Brizola,
disse ao descer em São Borja que a perda da mãe
significava uma perda para os trabalhistas mas, principalmente,
para a família, já que, depois de seu avô,
era a figura mais agregadora.
— Era uma mãe de bom coração
— disse.
Neuzinha Brizola é enterrada em jazigo
da família Goulart
familiares se despedem, na sexta,dia 29/04/2011
do corpo de Neusa Maria Goulart Brizola, a Neusinha Brizola!
foto de Zero Hora
Filha de Leonel Brizola morreu na quarta-feira
Marina Lopes | marina.lopes@zerohora.com.br
Na presença de um grupo pequeno de familiares
e amigos, foi enterrada no início da tarde a filha do
ex-governador Leonel Brizola, Neusa Maria Goulart Brizola. Ela
foi sepultada no jazigo da família Goulart, no cemitério
Jardim da Paz, no mesmo tumulo onde estão os restos mortais
de sua mãe, Neusa Brizola , de seu pai e de seu tio,
João Goulart.
Neuzinha morreu na quarta-feira e foi velada
no Rio de Janeiro. O corpo chegou em São Borja por volta
de 12h30min, seguiu em cortejo fúnebre pela cidade até
as capelas do cemitério. Houve uma rápida cerimônia
religiosa antes do sepultamento. Os filhos e o neto se despediram
de Neuzinha jogando rosas vermelhas sobre o caixão.
ZERO HORA
O ENTERRO DE
NEUSINHA BRIZOLA!
fotos de Neuza Pinto Penalvo

sepultamento da neusinha Brizola

Deputada Juliana Brizola e Prefeito de SB Mariovane Weis - Aeroporto
João Manoel
- A GENTE REZAVA TODO DIA PEDINDO PARA MEU PAI FICAR BEM, disse
Neusa Maria Goulart Brizola a um jornalista que a entrevistou
sobre o exílio em Montevideo...Ela tinha apenas 9 anos
em 1964, quando sua mãe, Neusa Goulart Brizola, a levou
para o exílio, mas o ex-governador ainda não havia
chegado....
Romeu Barleze, de Carazinho - Amigo e companheiro de exílio
no Uruguay e padrinho de casamento de Neusinha.
Quis o destino que no última sexta,
29/04/2011, Neusa Maria Brizola, a Neusinha,morta na quarta
passada, aos 56 anos, voltasse a "encontrar" seus
pais, desta vez para uma morada definitiva: ela foi sepultada
perto das 13h30 minutos, no jazigo da família Goulart,
no cemitério Jardim da Paz, na Terra dos Presidentes,
Ali já fora sepultada Neusa Goulart Brizola em 8 de abril
de 1993 e Leonel de Moura Brizola em 26.06.2004.Neste jazigo,
além de outros membros da família Goulart, estão
os restos mortais do ex-presidente Jango Goulart, o único
presidente brasileiro a morrer no exílio.
rmãos não vieram!
Os irmãos de Neusa Maria Goulart Brizola,
José Vicente e José Otávio não compareceram
ao enterro em São Borja. Eles estiveram no velório
no Rio de Janeiro.
- Estavam muito emocionados e cansados, disse uma fonte.
Compareceram os filhos de Neusinha Brizola,
Layla e Paulo Cesar.Também o neto Túlio, que tem
18 anos, esteve no enterro em São Borja. Layla tem cinco
filhos.
Além da deputada estadual do PDT gaúcho,
Juliana Brizola, compareceram o vereador carioca Leonel Brizola
Neto( que é irmão gêmeo de Juliana), Carlito
e o deputado federal Brizola Neto( que assumiu a vaga de deputado
federal pelo PDT há cerca de 15 dias. ) Ele publica o
blog Tijolaço.
Também esteve no enterro de Neusa Maria Tânia Fayal,
que é assessora do deputado federal Brizola Neto e que
integra o Diretório Nacional do PDT
Além da deputada Juliana Brizola, compareceram
alguns dos seus assessores.
Houve uma pequena demora pra o fechamento do
jazigo da família Goulart, onde foi sepultada a ex-cantora
de rock dos anos 80, autora de uma música de muito sucesso....MINTCHURA!!!!
DELÚBIO VOLTANDO AO PT ( DE ONDE NUNCA SAIU - FOI JOGO
DE CENA )
Trechos da denúncia do Mensalão, assinada pelo
Procurador Geral da República, que ainda será
julgada pelo STF:
"Pelo que já foi apurado até o momento, o
núcleo principal da quadrilha era composto pelo ex Ministro
José Dirceu, o ex tesoureiro do Partido dos Trabalhadores,
Delúbio Soares, o ex Secretário-Geral do Partido
dos Trabalhadores, Sílvio Pereira, e o ex Presidente
do Partido dos Trabalhadores, José Genoíno."
"Portanto, foi exatamente nessa empreitada
criminosa pretérita que ele adquiriu o conhecimento posteriormente
oferecido ao Partido dos Trabalhadores, o qual, por meio de
José Dirceu, Delúbio Soares, Sílvio Pereira
e José Genoíno, prontamente aceitou."
" As provas colhidas no curso do Inquérito demonstram
exatamente a existência de uma complexa organização
criminosa, dividida em três partes distintas, embora interligadas
em sucessivas operações: a) núcleo central:
José Dirceu, Delúbio Soares, José Genoíno
e Sílvio Pereira..."
" O esquema criminoso em tela consistia
na transferência periódica de vultosas quantias
das contas titularizadas pelo denunciado Marcos Valério
e por seus sócios Ramon, Cristiano e Rogério,
e principalmente pelas empresas DNA Propaganda Ltda e SMP&B
Comunicação Ltda, para parlamentares, diretamente
ou por interpostas pessoas, e pessoas físicas e jurídicas
indicadas pelo Tesoureiro do PT, Delúbio Soares, sem
qualquer contabilização por parte dos responsáveis
pelo repasse ou pelos beneficiários."
"Delúbio Soares, por sua vez, era o principal elo
com as demais ramificações operacionais da quadrilha
(Marcos Valério e Rural), repassando as decisões
adotadas pelo núcleo central."
"Delúbio Soares tinha a função
de operacionalizar, juntamente com Marcos Valério, o
esquema de repasse de dinheiro em nome do Partido dos Trabalhadores,
uma vez que era o Tesoureiro do Partido,
atividade pelo mesmo nominada como Secretário de Finanças
e Planejamento do Partido dos Trabalhadores."
"Com efeito, uma vez sob disposição do núcleo
Marcos Valério, o montante foi empregado para pagar propina
e dívidas de campanhas eleitorais por ordem de José
Dirceu, José Genoíno, Sílvio Pereira e
Delúbio Soares."
" Para a implementação dos repasses de dinheiro,
Marcos Valério era informado, por Delúbio Soares,
do destinatário e do respectivo montante. A partir daí,
o próprio Marcos Valério, Simone Vasconcelos ou
Geiza Dias entravam em contato com o beneficiário da
quantia."
" Após formalizado o acordo criminoso com o PT (José
Dirceu, Delúbio Soares, José Genoíno e
Sílvio Pereira), os pagamentos começaram a ser
efetuados pelo núcleo publicitário-financeiro.
Os recebimentos, por sua vez, eram concretizados com o emprego
de operações de lavagem de dinheiro para dissimular
os reais destinatários dos valores que serviram como
pagamento de propina".
SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS
Do site Comunique-se
Repórter de TV é acusada de plagiar
reportagem de jornal de SP
Izabela Vasconcelos
Um leitor do jornal Diário do Grande
ABC, que preferiu não se identificar, acusa a repórter
Hanna Zamboni, que trabalhava como estagiária na TVABCD,
de plagiar uma reportagem do jornal paulista, escrita pelo repórter
Thiago Mariano. A matéria tratava do livro "Triângulo
Rosa", de Rudolf Brazdam, prisioneiro de um campo de concentração
nazista, que relata sua vida como homossexual no regime de Adolf
Hitler.
De 156 palavras na matéria da estagiária,
apenas 19 são diferentes da reportagem de Mariano. A
matéria da repórter da TV ABCD não altera
nada no texto do jornalista do Diário do Grande ABC,
apenas corta alguns parágrafos e inclui algumas linhas
a mais.
Mariano não sabia do plágio e
ficou surpreso com a informação. O jornalista
já acionou o departamento jurídico do Diário
do Grande ABC, para avaliar se alguma medida deve ser tomada.
Procurada pelo Comunique-se, o jurídico do veículo
informou que o processo é sigiloso e não poderia
dar detalhes do que será feito.
O departamento jurídico da TVABCD ainda
não se pronunciou sobre o caso. A repórter não
trabalha mais no veículo. O Comunique-se tentou contato
com a estudante, mas ela ainda não foi localizada.
Compare os textos:
TVABCD
Gay sobrevivente dos campos nazistas conta sua história
em autobiografia
Rudolf Brazda foi descoberto em 2008, quando
inauguraram um monumento em homenagem aos gays vítimas
do nazismo.
Aos 20 anos, o jovem homossexual tcheco Rudolf
Brazda, ao que tudo indicava, teria uma vida feliz. Ao lado
do companheiro Werner, o rapaz tinha até a benção
da família no amor que resolveu assumir.
Então chegou o dia 30 de junho de 1934,
ocasião em que o episódio conhecido como A Noite
das Facas Longas aconteceu. O partido nazista, que havia chegado
ao poder em 1933, sofreu revés comandado por Adolf Hitler.
A partir daí, como conta o livro "Triângulo
Rosa", a liberdade de todos os gays estava ameaçada
no império nazista. Em depoimento ao autor Jean-Luc Schwab,
Brazda, o último sobrevivente gay do campo de concentração
de Buchenwald, relata a sua história. O autor, em minuciosa
pesquisa, resgata dados relativos aos sofrimentos aplicados
aos homossexuais no período.
http://www.tvabcd.com.br/noticias/3012/gay-sobrevivente-dos-campos-nazistas-conta-sua-historia-em-autobiografia
Diário do Grande ABC
Orgulho e Preconceito
Thiago Mariano
Em 1933, a história de Rudolf Brazda
já parecia resolvida. Aos 20 anos, o jovem homossexual
tcheco, ao que tudo indicava, teria uma vida feliz. Ao lado
do companheiro Werner, morando de aluguel na casa da senhora
Mahrenholz - uma religiosa testemunha de Jeová afetuosa
e condescendente com a relação dos dois locatários
-, o rapaz tinha até a benção da família
no amor que resolveu assumir.
Então chegou o dia 30 de junho de 1934,
ocasião em que o episódio conhecido como A Noite
das Facas Longas aconteceu. O partido nazista, que havia chegado
ao poder em 1933, sofreu revés comandado por Adolf Hitler.
Parte de seus integrantes foi morta.
A principal baixa foi a do chefe da SA (organização
paramilitar do partido) Ernst Röhm. O líder nazista
resolveu matá-lo por divergências políticas,
mas alegou que a causa do assassinato se dava pelo fato de o
militar ser homossexual, cujas fraquezas e vícios poderiam
derrubar o regime e colocar o povo contra o nazismo.
A partir daí, como conta o livro "Triângulo
Rosa" (Mescla Editorial, 184 pág., R$ 49), a liberdade
de todos os gays estava ameaçada no império nazista.
Em depoimento ao autor Jean-Luc Schwab, Brazda, o último
sobrevivente gay do campo de concentração de Buchenwald,
relata a sua história. O autor, em minuciosa pesquisa,
resgata dados relativos aos sofrimentos aplicados aos homossexuais
no período.
Com a morte de Röhm, veio o endurecimento
do parágrafo 175 do código penal do Império
Alemão, que considerava a "luxúria contra
o que é natural" crime.
Perseguidos, muitos homossexuais foram presos.
Brazda sofreu sua primeira reclusão em 1937, sendo expulso
em seguida do território alemão. Werner, que então
prestava serviço militar, nunca mais reencontrou o amante.
Depois, com o avanço das tropas nazistas,
Brazda foi pego novamente na Tchecoslováquia, em 1941,
e logo transferido para o campo de concentração,
onde tornou-se um triângulo-rosa (a figura geométrica
era costurada ao uniforme do preso para identificá-lo
de acordo com seu segmento social. Os presos políticos
utilizavam um triângulo de cor vermelha, os gays, rosa).
Contando episódios de antes e depois
da Segunda Guerra Mundial, autor e personagem compõem
um painel de como foi a vida dos homossexuais no campo de concentração,
tocando na delicada questão da sexualidade nas prisões.
PELOS CAMPOS
Entre os casos relatados, há o de que era muito comum
que gays fossem utilizados como cobaias humanas. "As ‘experiências
médicas'' se multiplicam, assim como os desaparecimentos
repentinos dos triângulos-rosa", descreve Schwab
em determinado trecho.
O campo de Buchenwald, onde Brazda esteve preso,
abrigou por volta de 250 mil pessoas. Pelo menos 51 mil morreram
lá. Em território onde funciona uma pedreira,
o serviço para suprir a máquina nazista era todo
realizado pelos encarcerados, que eram amontoados em pequenos
barracões, com direito a duas refeições
diárias e poucas roupas, padecendo de frio.
Por um golpe de sorte - um dos comandantes
do campo interessou-se por Brazda, mas não aconteceu
nada entre os dois -, ele serviu como enfermeiro no local, posição
um pouco mais privilegiada, que lhe permitia ter alguma regalia
e lhe dava mais chances de sobreviver, pois foram muitos os
que morreram pelo excesso de trabalho na pedreira.
"Acabamos nos habituando à ideia
de poder morrer a qualquer instante. Não tínhamos
medo de morrer. Ver gente morrendo nos deixava quase indiferentes,
pois isso era constante no cotidiano. Hoje, choro toda vez que
me lembro desses instantes terríveis, mas na época
eu endureci para sobreviver...como os outros", conta ele.
LIBERDADE
Brazda, em liberdade, seguiu para Mulhouse, na França.
Em 1950, conheceu Édouard, o Edi. Os dois passaram a
morar juntos em 1959. Foram companheiros até 2003, ano
em que Edi morreu.
Rudolf Brazda foi descoberto em 2008, quando
inauguraram um monumento em homenagem aos gays vítimas
do nazismo. Até então, todos pensavam que nenhum
dos quase dez mil triângulos-rosa registrados nos campos
de concentração estivesse vivo.
Trechos
"Fico revoltado quando recordo meus anos de cativeiro impostos
por esses crápulas nazistas! E tudo isso por quê?
Por causa dos meus atos considerados ‘antinaturais''.
O que eles sabem da natureza? E da minha natureza, aquela que
eu não escolhi?... Confesso ter nutrido um ódio
especial pelo diretor da prisão de Eger, esse calhorda
que nos fez passar por todo tipo de humilhação.
Após a guerra, fiquei indeciso de passar ou não
por sua casa, em Eibenstock, de onde ele era, para lhe quebrar
a cara. Mas, por fim, pensei que outros sem dúvida tinham
se ocupado dele durante o período de desnazificação,
e eu deixei pra lá..."
"Qualquer novato não entra no campo
sem primeiro passar pela desinfecção...Rudolf
está nu como veio ao mundo para ter os pelos raspados
da cabeça aos pés...Em seguida vem a desinfecção
propriamente dita, em uma enome cuba cheia de uma solução
de cresol. Só se pede que eles avancem em fila e se afundem
no líquido um após o outro..."
"Quando Rudolf toma conhecimento de que
os presos homossexuais são esperados na praça
de chamada para seguir com uma coluna de marcha com destino
a Berghof, ele não pestaneja: corre para se esconder...
Enfurnado em seu esconderijo, Rudolf escuta, ao longe, tiros
de artilharia que se aproximam nesse 11 de abril...São
os últimos espamos defensivos dos poucos soldados que
permaneceram no campo tentando conter o avanço americano"
http://www.dgabc.com.br/News/5879705/orgulho-e-preconceito.aspx
SOCIEDADE VIOLENTA

ADELI SELL*
O povo decidiu que o país tem que continuar
armado e se armando. É uma decisão legítima.
Discordo dela. Sou, na verdade, pelo desarmamento.
Como a Lei existe, vamos tentar educar o povo a não ser
violento. Se for usar uma arma que não seja para matar,
mas para se defender. Mas... CUIDADO! Quem não é
da força policial dificilmente leva a melhor. É
bom ficar atento.
Mas a violência não está apenas nas armas.
Está também na forma desastrosa como alguns policiais
agem na sociedade, partindo para ações violentas
contra cidadãos indefesos, mas deixam o traficante às
soltas. Isto não só existe no Rio de Janeiro,
aqui também já estamos vivenciando este lado bandido
nas nossas corporações.
A corrupção policial é um drama na sociedade
atual.
Como se explica que os ferros velhos conhecidos como desmanches,
local de acúmulo de peças de carros roubados continuam
suas ações sem serem importunados pela força
policial?
Temos recebido várias denúncias que levamos adiante
às autoridades sobre policiais que recebem jabá
todo mês destes "empresários do crime".
A receptação é que gera a violência,
pois sem ela não haveria roubo de carros. Sem receptador
nao existiria ladrão de carro.
É verdade que o jogo de máquinas e bingos é
uma contravenção. Não está legalizado,
portanto está fora da Lei. Mas pior do que ser contraventor
é ser um policial que exige propina para o estabelecimento
funcionar. E se não receber, manda o colega arrebentar
portas, levar máquinas ou quebrar as mesmas. E pior,
muitos deles acabam vendendo as peças das máquinas
de volta para o mercado.
E querem outro tema da violência? O bullying está
presente em toda a nossa sociedade. O que a gente vê por
aí é menino e menina na escola sendo vítima
de terror de seus colegas.
E o que fazem os pais e professores? Será que estão
fazendo a sua parte? Ou os pais deixam os filhos às soltas,
sem orientação, criando-se como pequenos mostros
da violência.
E a violência contra as mulheres? A chamada violência
doméstica é hoje terrível. E contra as
crianças? Veja os casos e casos de abusos contra seres
indefesos.
É hora de colocar este cardápio de violências
na nossa frente e começar a pensar como enfrentar isto
tudo, pois isto gera uma congestão de males que está
matando a nossa socidade.
Por isso, luto pela paz na sociedade, busco mostrar que é
preciso ter paciência nos engarrafamentos no trânsito.
Enfim, estou na peleia por um mundo melhor.
* ADELI SELL é vereador e presidente
do PT-POA
ARGENTINA: MORRE AOS 99 ANOS ESCRITOR ERNESTO SÁBATO
Romancista presidiu comissão que investigou desaparecidos
políticos.
Vencedor do Prêmio Cervantes, morreu após bronquite,
disse a mulher.
De Buenos Aires
Gelson Farias
O escritor Ernesto Sábato, vencedor
do Prêmio Cervantes de Literatura e um dos maiores autores
argentinos do século XX, morreu aos 99 anos em sua residência
de Santos Lugares, na província de Buenos Aires. A informação
foi divulgada neste sábado (30) pela mulher de Sabato,
Elvira González Fraga. "Há 15 dias teve uma
bronquite e na idade dele isto é terrível",
declarou Elvira à rádio Mitre, ao confirmar o
falecimento do escritor.

Ernesto Sábato
Sábato seria homenageado no domingo (1) na Feira do Livro
pelo Instituto Cultural da província de Buenos Aires.
Segundo o jornal argentino "Clarín", Elvira
disse que o escritor estava sofrendo havia algum tempo, "mas
tinha momentos bons, principalmente quando escutava música".
Romancista, ensaísta e artista plástico, Sábato
é autor de obras como "O Túnel" (1948)
e "Sobre Heróis e Tumbas" (1961). O pedido
do então presidente argentino Raúl Alfonsín,
dirigiu entre 1983 e 1984 a Comissão Nacional sobre o
Desaparecimento de Pessoas (Conadep), cuja investigação,
publicada no relatório "Nunca Mais", considerado
o estopim para o julgamento de militares por crimes cometidos
durante o regime militar argentino (1976-1983). O jornal "Clarín"
o definiu como "um dos rostos emblemáticos do regresso
democrático" no país e um dos "ícones
mais populares" da literatura argentina.

O escritor em sua biblioteca
Parentes informaram que o velório será
realizado a partir das 17h deste sábado (30) no Clube
dos Defensores de Santos Lugares, local onde o escritor passava
as manhãs em partidas de dominó com amigos. O
escritor, que nasceu na cidade de Rojas em 24 de junho de 1911,
obteve o título de doutor em Física em 1938 pela
Universidade Nacional de La Plata, mas deixou a carreira científica
nos anos 40 para se voltar à literatura com a publicação
da compilação de ensaios "Alguém e
o Universo". O reconhecimento internacional veio em 1961
com "Sobre Heróis e Tumbas", e a consagração
definitiva ocorreu em 1974 com "Abadon, o Exterminador",
que completam a trilogia iniciada com "O Túnel"
(1948), adaptada ao cinema em 2006. Após ser agraciado
com o Prêmio Cervantes em 1984, foi proposto como candidato
ao Nobel de Literatura de 2007.
A última obra publicada por Sábato, que também
recebeu os prêmios Gabriela Mistral (1983) e Menéndez
Pelayo (1997), foi "Espanha nos Diários da Minha
Velhice", fruto de suas viagens ao país em 2002,
enquanto a Argentina submergia na mais feroz crise econômica
de sua história. Seus últimos livros, conforme
o Clarín inclui memórias e crônicas que
se constituem como uma despedida da literatura. Ele completaria
100 anos em 2011 e vivia com sua colaboradora no trabalho, Elvira,
que dirige uma fundação que leva o nome do escritor.
Segundo contou seu filho Mario Sábato, autor de um documentário
sobre a vida de seu pai, o escritor já não saía
de casa, estava sob cuidado de enfermeiras e quase não
falava, embora ocasionalmente rompesse seu silêncio para
ter algum breve diálogo com a família.
Qualificação imediata
para a Copa do Mundo 2014
Setor turístico se reúne para
discutir “Hotelaria: Tendências & Oportunidades”
A qualificação dos meios de hospedagem, com foco
imediato para a Copa do Mundo 2014, é um dos temas que
será discutido pelos 27 presidentes estaduais da Associação
Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), no 25º
Encontro Catarinense de Hoteleiros (Encatho), que ocorrerá
no CentroSul, em Florianópolis (SC), entre os dias 4
e 6 de maio.
Os organizadores do evento ressaltam que os trabalhos de qualificação
não podem ser iniciados na véspera do Mundial,
portanto, devem começar agora. Com essa visão
estratégica, haverá durante o Encatho um estande
para inscrições no programa Bem Receber Copa –
ação de qualificação profissional
do Ministério do Turismo, em parceria com entidades do
setor -, que será feito através da Escola Virtual
dos Meios de Hospedagem (EVMH).
Em Florianópolis, a meta é qualificar 500 profissionais
da chamada “linha de frente”, ou seja, aqueles que
terão contato direto com os turistas da Copa, entre os
quais motoristas, camareiros, garçons, recepcionistas,
capitães-porteiros, mensageiros, governantas e média
gerência. O programa de qualificação profissional
em Santa Catarina será coordenado pela consultora Bianca
Antonini, que também estará durante o Encatho
coordenando o 1º Fórum de A&B (Alimentos e Bebidas).
Tendências & Oportunidades na Hotelaria
A Associação Brasileira da Indústria de
Hotéis de Santa Catarina (ABIH-SC), responsável
pelo 25º Encatho, visando não apenas qualificar
o setor turístico no Estado, mas também discutir
assuntos ligados ao desenvolvimento do setor e das políticas
voltadas ao segmento, promoverá uma extensa programação
técnica. Ao todo, serão nove eventos, desde oficinas,
palestras, seminários, simpósios, fóruns
e cases, que vão discutir aspectos do tema central do
encontro - Hotelaria: Tendências & Oportunidades.
Três importantes entidades nacionais do setor turístico
realizarão suas reuniões durante o 25º Encontro
Catarinense de Hoteleiros (Encatho) e a 23ª Feira de Produtos
e Serviços para Hotéis (Exprotel): a ABIH Nacional
com todos presidentes das ABIH´s estaduais, o Instituto
Brasileiro de Hospitalidade (IBH) e a Federação
Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA),
para tratar de assuntos ligados ao desenvolvimento do setor
e das políticas voltadas ao segmento.
Fazem parte também do Encatho: 3° Simpósio
de Governança Hoteleira; 2ª Rodada de Negócios
com Operadoras, Agentes e Clubes de Turismo; 1º Fórum
de A&B (Alimentos e Bebidas); Palestras; 9º Seminário
de Turismo e Hotelaria; 1º Fórum de Gestores Comerciais
e 5º Ciclo de Oficinas de Atualização.
Serviço:
O que: 25º Encatho / 23ª Exprotel
Quando: 4, 5 e 6 de maio de 2011
Local: CentroSul – Centro de Convenções
de Florianópolis
Funcionamento da Feira: das 14h às 21h
Assessoria de Imprensa: Marisa Ribeiro (IBADE)
Fones (48) 3249-0825 e (48)3240-1658
As asneiras da Zero Hora e o excesso
de litigiosidade dos gaúchos
Depois não sabem por que a ZH vende
duas vezes menos (*) que o Diário Gaúcho! Perdem
tempo aporrinhando a paciência dos leitores com assuntos
como este da contracapa de hoje: uma quezília boba sobre
o padre que mandou tirar a touceira que encobria a Gruta da
Glória.
Praticamente queimaram a contracapa com essa
bobagem. Possivelmente, o padre até tem razão:
pelas fotos (claro que não perdi tempo lendo a matéria,
nem abri o jornal, só olhei a contracapa porque estava
na feição) pode-se imaginar que aquele verde sobre
a gruda da Santinha poderia por em perigo a estrutura.
Ao fim e ao cabo, essa matéria da ZH
é o relato de mais um capítulo da atual mania
- dos gaúchos em geral e porto-alegrenses em particular
- de gerar polêmica por qualquer dá-cá-aquela-palha.
É o que alguns já definem como 'excesso de litigiosidade'
dos gaúchos. Litigam por tudo! Daí que os fóruns
e o TJ abarrotado de questiúnculas.
* Um ponto de venda na praia me informou que recebeu 70 DG e
35 ZH.
por Lauro Dieckmann
DA REVISTA ISTO É:
Está de volta à cena política um dos principais
operadores do PT. No fim de semana, mais de 2.000 dias depois
de afastá-lo pelo envolvimento no escândalo do
Mensalão, o Diretório Nacional da legenda aprovou
o pedido de refiliação do ex-tesoureiro Delúbio
Soares. Considerado um arquivo vivo do momento mais crítico
da história do partido, o "professor", como
é tratado por amigos mais próximos, refugiou-se
no silêncio nos últimos cinco anos e seis meses
e demonstrou rara lealdade aos chamados capas pretas do partido.
"A palavra é prata, o silêncio é ouro",
diz Delúbio quando é abordado sobre os dias de
"exílio". Agora, de volta ao partido que ajudou
a fundar, com as bênçãos do ex-presidente
Lula, de quem nunca deixou de ser amigo pessoal, Delúbio
trabalhará mais à vontade. A amigos, tem dito
que a principal lição aprendida nos últimos
anos foi a de assimilar a "virtude da discrição".
No entanto, a esses mesmos amigos, Delúbio assegura que
irá retomar a influência que mantinha no partido
e que em seu horizonte próximo estão as urnas.
Pode ser já no ano que vem, na disputa municipal em Buriti
Alegre (GO), onde nasceu, ou em 2014. "Seu projeto não
descarta a possibilidade de disputar uma cadeira no Senado,
caso consiga retomar musculatura no PT", disse um dos principais
aliados de Delúbio no partido na tarde da quarta-feira
27. "Muitos especulam que ele pensa em se candidatar a
vereador no ano que vem, mas Delúbio quer voar mais alto."
Comento eu: se for candidato, vai ser "eleitado" com
uma grande votação. Já imaginaram Delúbio
Senador ?
Aí teremos que lembrar de
Stanislaw Ponte Preta
(Sérgio Porto) : o
u restaure-se a moralidade ou locupletemo-nos todos!
SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS
Recebo do Mazza:
Gringo!
01) – Estivestes em Serafina, circulastes
com o prefeito e nada
dissestes e muito pouco escrevestes. Um injustiça!
02) – Deves estar de bronca com tua terra natal? Ou seja,
Elis Vive!
03) – Ruas limpas, cidade arborizada (centro- bairros),
três núcleos
habitacionais em construção, creche para ser inaugurada,
dois postos de
saúde projetados, um ginásio de esportes nos planos.
Isto numa cidade de
15 mil habitantes.
04) – Também a construção de uma
Via Sacra/Capitéis até o Morro do
Cristo.
05) – E vimos tudo isto na companhia do prefeito Ademir
(Bico
Branco), que ao mostrar as obras comentava: “tem muito
ainda po r fazer”.
06) - Sobre eu estar dormindo, enquanto circulávamos,
deve ser fruto
do teu momento poético, coisas de escritor. Aprendi que
no meio de
jornalistas e políticos, nunca se fecha um olho, imagine
dois. Ainda mais
ao lado de duas cobras criadas.
07) – De interessante é que o Bico Branco afirma
ainda estar em
dúvida se vai à reeleição. Imagine
se dúvida não houvesse mais.
08) – E cito as obras, pois circulo em municípios
onde o prefeito só
tem tempo para reclamar.
09) – De bronca foi a ausência de mulheres bonitas
circulando pela
rua principal, ainda mais num sábado, pela manhã.
E no café da cidade só
malas. Uma tradição do Vale do Taquari, Rio Pardo
e Serra. Sim, o mundo
se repete.
10) – O Hotel Cá Dei Monti, um belo ambiente, no
próximo século vai
virar museu. Deverá ser a Centro Cultural Olides Canton.
Imagine, a
cidade faturando com a imagem e histó ria de seu escritor
maldito.
11) – Bah! Se hospedar no hotel, no feriadão e
ler a biografia do
Sarney é coisa de internação, talvez eletrochoque.
12) – Viva Serafina, a cidade que conheceu o desenvolvimento
depois
que alguns dela saíram.
Abraço,
mazzarino
Folha Popular de Teutônia
Rudimar Thomas

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DELUBIO III - REPORTAGEM DA REVISTA
ÉPOCA
Com a estrela no bolso
Delúbio Soares volta ao PT, de onde
nunca saiu de verdade, e traz com ele os negócios de
sua família, tocados à sombra do poder público
Num dia ensolarado em setembro do ano passado, o petista Delúbio
Soares encaminhou-se ao complexo empresarial Brasil XXI, no
centro de Brasília, entrou pela garagem e se dirigiu
à sala 320 do Bloco E. Lá, o grupo petista ligado
ao ex-ministro José Dirceu mantém um discreto
escritório, destinado a encontros políticos reservados
e a negociações obscuras. Na portaria do prédio,
uma placa informa que ali funciona a "Lobato Advocacia
e Consultoria Jurídica", do advogado Marthius Lobato.
Ele presta serviços ao Fenadados, sindicato petista que
reúne trabalhadores de empresas de informática.
O Fenadados é chefiado pelo sindicalista Carlos Alberto
Valadares, conhecido como Gandola, amigo de Delúbio.
A mesma sala 320 serve de sede oficial de outro
escritório de advocacia, do petista e sindicalista Luiz
Egami, também amigo de Delúbio e nome ligado a
José Dirceu em Brasília. Lobato, Egami e Gandola
são personagens desconhecidos do público, assim
como Delúbio, companheiro de todos eles, uma vez foi.
Nenhum deles tem cargo no governo, mas todos transitam pelos
mesmos gabinetes do poder onde o setor do PT capitaneado por
Dirceu reina há oito anos. A missão dessa equipe,
assim como a de Delúbio sempre foi, é defender
os interesses políticos e econômicos do PT. A sala
320 é um dos principais pontos de encontro do grupo.
O próprio Dirceu, o "chefe da organização
criminosa" do mensalão, nos dizeres da Procuradoria-Geral
da República, costuma frequentar as reuniões na
sala 320. Desta vez, porém, ele não estava lá.
Numa das salas do escritório, em volta de uma mesa quadrada
de vidro, Delúbio e outros sete companheiros reuniram-se
para discutir os rumos da campanha de Dilma Rousseff. Dois deles,
que frequentam o local, aceitaram contar a ÉPOCA o que
se passava ali. Naquela ocasião, a turma de Dirceu debatia
formas de captar mais recursos para a campanha de Dilma. Também
discutiam estratégias políticas, sobretudo ações
em redes sociais como o Twitter, para enfraquecer a candidatura
do tucano José Serra. Segundo petistas, políticos
e lobistas ouvidos por ÉPOCA, Delúbio fez de tudo
para ajudar na campanha presidencial de Dilma.
Ao final da reunião, Delúbio
compartilhou com os amigos duas boas notícias. Primeiro,
contou que sua vida financeira estava melhorando. "Passei
momentos difíceis, mas eles estão me ajudando
muito", afirmou Delúbio, apontando com um aceno
de cabeça três torres que se erguiam em frente
à ampla janela da sala 320, construídas pela incorporadora
Brookfield. Egami, seu amigo e lobista de empresas de informática,
deu mais explicações: "Ele (Delúbio)
está prestando consultorias para a Brookfield".
Um ano antes, em 2009, a Brookfield vendera duas das torres
para a Previ, o bilionário fundo de pensão dos
funcionários do Banco do Brasil. A Previ não investia
em novos imóveis havia nove anos. Valor do negócio:
R$ 342 milhões.
A Brookfield também constrói
imóveis para o principal programa habitacional do governo,
o Minha Casa Minha Vida. Segundo a Caixa Econômica Federal,
a Brookfield construiu 1.808 imóveis. Marcelo Borba,
executivo da Brookfield s que tocou a venda das torres à
Previ e coordena as construções do Minha Casa
Minha Vida, é amigo da família de Delúbio.
Na reunião, Delúbio não deu mais detalhes
sobre a natureza de seus serviços à incorporadora.
Em seguida, deu a segunda boa notícia.
"Assim que a Dilma ganhar, eu finalmente volto ao partido",
disse Delúbio. "O Lula já me garantiu."
No último fim de semana, era dada como certa a demonstração
de que Delúbio não se jactara levianamente com
amigos. Até o fechamento desta edição de
ÉPOCA, estava tudo preparado para que o PT aceitasse
o pedido de refiliação encaminhado por Delúbio
dias antes [Atualização: diretório nacional
do partido reintegrou Delúbio]. Fora do partido, o retorno
oficial do tesoureiro do mensalão provocou perplexidade,
indignação. Dentro, provocou choros catárticos,
especialmente dos que, como Delúbio, assumiram o papel
de vítimas - dizendo-se injustiçados pela imprensa,
pela Polícia Federal, pelo Ministério Público,
pela Justiça.
Na reunião em que discutiu sua volta,
Delúbio apelou ao sentimento que define muitos dos petistas:
a lealdade ao partido. "A minha identidade política
é a mesma do PT. Preciso da minha identidade política
de volta", afirmou Delúbio em seu discurso. Alguns
dos dirigentes petistas lacrimejaram. Nos bastidores, próceres
do PT admitem que o retorno de Delúbio deu-se pelo "sacrifício"
que ele fez pelo partido. Permaneceu em silêncio quando
o PT mais precisou. Se tivesse falado o que fizera e o que sabia,
teria causado danos ainda maiores ao partido. É por essa
lealdade que o ex-presidente Lula deu aval à volta de
Delúbio.
Apesar de dizer que sempre seguiu as ordens
de Dirceu e de Lula, Delúbio assumiu a responsabilidade
pelo esquema de compra de apoios no Congresso montado pelo PT.
É réu no Supremo Tribunal Federal por corrupção
ativa e formação de quadrilha no caso do mensalão.
Delúbio também é réu por corrupção
ativa, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro
por seu envolvimento na máfia dos vampiros, que fraudava
licitações de medicamentos no Ministério
da Saúde - a PF descobriu que parte do dinheiro público
foi desviada para o PT. Há um ano, Delúbio foi
condenado por improbidade administrativa pela Justiça
de Goiás. Ele apresentava declarações falsas
para receber salários como professor da rede pública
de ensino do Estado. Ele morava em São Paulo quando recebia
o salário. Seus direitos políticos foram cassados
e ele terá de devolver R$ 165 mil aos cofres públicos.
Contratos com o governo
Os problemas com as autoridades não
impediram a volta de Delúbio ao PT nem atrapalharam seus
negócios. ÉPOCA descobriu que Delúbio e
sua família prosperaram como empresários - sempre
perto do poder público, de uma forma ou de outra. Em
2007, Delúbio criou um site para divulgar anúncios
imobiliários em Goiânia. Em sociedade com sua irmã,
Delma Soares, investiu R$ 30 mil na constituição
da Geral Imóveis, que funciona em duas salas minúsculas
de uma galeria encravada numa área nobre de Goiânia.
Delúbio distribui cartões da empresa em que aparece
como diretor. Até metade de 2009, o site era pobre em
ofertas de imóveis. Hoje, há ofertas de lançamentos,
alguns com valores superiores a R$ 500 mil, loteamentos e fazendas.
O site e a empresa também ajudam os interessados a conseguir
um financiamento do governo no Minha Casa Minha Vida.
O site de Delúbio Soares agora tem publicidade.
Um dos anunciantes é o grupo Brookfield, o mesmo que,
segundo Delúbio contou aos companheiros na reunião
e reiterou em outras ocasiões, tem lhe ajudado. Em entrevista
a ÉPOCA, Marcelo Borba, executivo da Brookfield, negou
que Delúbio tenha ajudado na venda dos prédios
à Previ - ou em qualquer outro negócio da empresa
com o governo. Borba afirmou, no entanto, ter relações
com a família de Delúbio. Também contou
que se encontrou "algumas vezes, por acaso", com Delúbio
nos últimos meses. (Em 2004, empresas de Borba doaram
R$ 75 mil à campanha de um irmão de Delúbio
a vereador, em Goiânia.) "Nós costumamos contratar
a empresa Brasil Gerais, de Carlos Rubens Soares, irmão
do Delúbio, para prestar serviços de logística
nas obras da construtora", afirmou Borba. Ele confirmou
que a empresa do irmão de Delúbio participou da
construção dos prédios vendidos à
Previ. "E de muitos outros", disse Borba. Ele não
informou quanto foi pago à Brasil Gerais.
ÉPOCA foi até a sede da Brasil
Gerais, em Goiânia. Trata-se de uma casa sem identificação
na porta. Dentro, uma secretária informou que ali funciona
a empresa, confirmou que o irmão de Delúbio trabalha
no local e que Delúbio frequenta a casa. Ela se recusou
a fornecer os contatos dos donos. Nos registros da Junta Comercial
de Goiás, Carlos Rubens Soares não consta como
sócio da empresa.
Logo após a reportagem deixar a sede
da Brasil Gerais, na manhã da última sexta-feira,
Delúbio ligou para ÉPOCA e disse que não
prestaria esclarecimentos. Em seguida, ÉPOCA telefonou
duas vezes para Delúbio e questionou-o sobre sua participação
na empresa Brasil Gerais e nos demais negócios da família.
Delúbio ouviu, pausou por um momento e afirmou: "Não,
não vou dar entrevista". (Por Diego Escosteguy e
Murilo Ramos, com Marcelo Rocha, em Época, 30-4-2011)
Sergio Oliveira
Roteiro do findi...
Como domingo é dia do trabalhador, em
porto haverá passe livre. então o pessoal vai
muito a parques,festas promovidas pelos sindicatos...
E tem o zoologico de sapucaia, que sempre é
uma boa pra levar a criançada....
Ah,ouvi no rádio que o prefa Jorge Jairo(tá
aí uma promessa do PT pro futuro) vai botar bus gratuito
no domingo também em Canoas. Bom pro povão....
A imprensa e Neusa Brizola( a morte)
A ZH deu ontem uma boa matéria, de meia página
sobre a morte da filha do ex-governador Brizola. Já o
jornal o Globo, o mais importante do Rio de Janeiro - onde Brizola
foi duas vezes governador - deu uma pequena matéria no
obituário.
Quase um registro com uma pequena chamada de
capa.
É hoje enterro de Neusa Brizola.
acervo de Neuza Pinto Penalvo
No Jazigo da Familia em SB. crédito Neuza Penalvo
Pewrcy Penalvo, Sereno Chaise, Dr. Brizola, Neusinha, Dr. Florêncio,Dênis
Marques, Celeste Penalvo, Nonô Goulart
acervo de Neuza Pinto Penalvo
.jpg)
Neuza P.Penalvo, Neusinha e D. Iolanda Rebés Guimarães
(mãe do Florêncinho)
acervo de Neuza Pinto Penalvo
.jpg)
Celeste penalvo e Neusinha Goulart Brizola . Aeroporto de São
Borja. 02/11/98
Será enterrada hoje no túmulo
da família Goulart, onde já estão sepultados
seus pais, Leonel e Neusa Goulart, a filha caçula do
ex-governador Brizola, falecida na quarta-feira última.
O velório foi feito no Rio de Janeiro.
O corpo chega hoje às 11 horas e o sepultamento
será direto, sem velório.

No dia do enterro de Leonel Brizola, sua filha Neusa Maria Goulart
Brizola esteve presente. Aqui está na Praça XV
de Novembro, ao lado de Aldo Rebello( deputado federal do PCdoB)
Juliana Brizola, sobrinha de Neusa Maria, então vereadora
de Porto Alegre, Ligia Vargas,esposa do Viriato Vargas, Dr.
Viriato Vargas, sobrinho-neto de Getúlio Vargas(filho
do general Serafim Vargas), Ana Maria Guimarães, o ex-governador
carioca, Antonhy Garotinho( foto de Dillermando Messa, acervo
de Florencinho Guimarães) S/oao Borja, dia 26.06.2004.
NEUSINHA BRIZOLA
Texto de Osvaldo Maneschy ( do site do PDT
Nacional )
Neusinha morreu na Clínica São
Vicente, no Rio, em conseqüência de uma hepatite
C que sofria há tempos e vinha complicando sua saúde.
Mãe de Paulo César e Laila, Neusa Maria Goulart
Brizola era a caçula dos três filhos de Brizola
e deixa dois irmãos - João Otávio e José
Vicente; além de quatro netos.
Quando seu pai morreu, em 2004, Neusinha anunciou que passaria
a atuar como uma espécie de "guardiã"
do nome da família e justificou: "Tenho que honrar
esse nome por mim e por tudo o que meu pai fez, já que
não houve político mais investigado do que ele
no Brasil e ninguém provou nada contra". E acrescentou:
"Todos nós, herdeiros, netos, filhos, temos que
ter essa coerência e essa honestidade em respeito à
memória dele".
Sobre a vida em família, na mesma entrevista, ela reconheceu:
"Tivemos uma vida muito sofrida". Em 64, Neusinha
tinha nove anos, mas se lembrava: "fui dormir princesa
e acordei sapa". Com o pai na clandestinidade, todos tiveram
que sair do país às pressas e foi obrigada a viver,
com a mãe, durante bom tempo, em um hotel de Montevideu.
"A gente rezava todo o dia pedindo para meu pai ficar bem",
lembrou na entrevista
Depois que família voltou ao Brasil, após 15 anos
de exílio, Brizola se elegeu governador do Rio de Janeiro
em 1982. Nesta época Neusinha tornou-se nacionalmente
conhecida não só pelo lançamento de um
disco seu em local público, que obrigou seu pai a exonerar
os auxiliares que permitiram a irregularidade, como também
pelo seu estilo de vida radical - conseqüência talvez
dos seis anos que passou na Holanda, na época de exílio.
No afã de atacar o candidato à presidência
da República e desconstruir o homem público inatacável,
a grande mídia não vacilou em usar Neusinha. A
mídia dava publicidade a tudo o que ela fazia ou deixava
de fazer, não a poupava de nada. Sua vida, suas declarações
e seus casamentos foram devassados e expostos - sempre de forma
escandalosa - para atingir politicamente Brizola, o pai.
Neusinha foi vítima.
Houve até o absurdo da Rede Globo de Televisão
colocar no "Jornal Nacional", no ar, declarações
suas totalmente desconexas, só para desqualificar - o
seu pai - o arquiinimigo Leonel de Moura Brizola.
Os anos passaram e, mais madura, Neusinha sossegou. Tornou-se
produtora cultural, passou a se dedicar mais ao pai e aos filhos.
Numa entrevista a revista "Isto É" em 2.000,
ela comentou: "Graças a Deus superei essa fase.
Minha terapia foram meus filhos e minhas cachorras".
Do Fundo da Memória (4)
Por Carlos Chagas
Resistência não houve ao movimento
de 1964, logo depois de sua eclosão. O governo deposto
e seus aliados buscaram refúgio no exterior, no anonimato
e no silêncio, quando não em traições
e falsas adesões. Só mais tarde, aos poucos, sobreveio
a inexorável reação nacional ao arbítrio
e à truculência.
João Goulart exilou-se no Uruguai, seguido
quinze dias depois por Leonel Brizola, frustrado pela impossibilidade
de repetir 1961. Ministros pedindo asilo em embaixadas, líderes
políticos, sindicais e estudantis perseguidos, intelectuais
obrigados à clandestinidade. Do outro lado, desenfreada
euforia nas elites, celebrações na maior parte
da classe média, passeatas monumentais de dondocas de
salto alto, marchas “da Família com Deus e pela
Liberdade”. E o telegrama de congratulações
passado pelo presidente dos Estados Unidos, Lyndon Johnson.
Não faltou a frenética busca
de heróis para exaltar, por parte de uma imprensa há
muito posta a serviço do golpe. Foi um golpe, aliás,
para a mídia pressurosa em bajular os novos donos do
poder, quando o general Mourão Filho resolveu conceder
uma entrevista. Triste por haver sido marginalizado com sua
nomeação para presidente da Petrobrás,
ele surpreendeu os jornalistas definindo-se como “uma
vaca fardada”.
Os generais tomaram a chefia do movimento,
isolando políticos espertos que imaginavam ocupar o palácio
do Planalto através do eterno substituto, Raniéri
Mazzilli, presidente da Câmara. No Rio, formou-se uma
Junta Militar, denominada Comando Supremo da Revolução,
com o general Costa e Silva, o almirante Augusto Rademaker e
brigadeiro Francisco de Assis Correia de Mello. Frustrou-se
a tentativa deles permanecerem indefinidamente no comando da
nação, mesmo depois que buscaram legitimar-se
através de um instrumento de exceção, o
Ato Institucional que não tinha número, pois se
presumia fosse único. O autor? O mesmo da Constituição
fascista de 1937, o jurista Francisco Campos, aliás,
“Chico Ciência”.
O sentimento então predominante nas
Forças Armadas, impulsionado pelas críticas generalizadas
do mundo democrático, acabou levando um Congresso desmoralizado,
sem representatividade por conta de dezenas de cassações,
a eleger o marechal Castello Branco para completar o malfadado
mandato antes pertencente a Jânio Quadros e depois a João
Goulart.
Quarenta anos depois, importa reunir os argumentos
e o sentimento verificados entre os militares de hoje, a respeito
da intervenção de seus antecessores. A versão
deles, os atuais e os que restaram daqueles idos, beira também
a cobrança e insurge-se contra a interpretação
feita pelos adversários.
Em primeiro lugar, dizem, só saíram
dos quartéis quando estimulados pela opinião pública.
Poderia ter sido a opinião publicada, mas tanto faz.
Caso João Goulart não fosse levado à ilusão
de quebrar a hierarquia castrense, é possível
que permanecessem apenas na resistência ao que imaginavam
a tentativa de decretação da República
Sindicalista do Brasil. O planeta encontrava-se dividido em
duas ideologias distintas e, sem a menor dúvida, por
formação e indução, as Forças
Armadas integravam o bloco liderado pelos Estados Unidos. Era
inadmissível para eles cair nos braços da outra
superpotência, a União Soviética.
Não dispunham de plano ou programa de
governo. O poder caiu-lhes nos ombros sem estar preparados para
ele. Concordam, os de hoje, com o diagnóstico feito na
época pelo então deputado Pedro Aleixo: não
se tratava de uma revolução, mas de uma contra-revolução.
Os generais de agora eram aspirantes ou tenentes,
em 1964. Cumpriam ordens, tomavam conhecimento dos fatos pelos
jornais, mas mantém lealdade e respeito diante da ação
dos antecessores. Apesar disso, reconhecem o erro que foi não
ter sido devolvido o poder aos civis, depois de Castello Branco.
Recusam o rótulo de torturadores para
os chefes de antanho, ainda que não neguem as torturas
praticadas. Era uma guerra, acentuam, com o outro lado assaltando,
matando, sequestrando e intranquilizando – o que é
verdade. Muitos militares foram sacrificados naquela absurda
luta entre brasileiros. Discordam, é evidente, dos métodos
ainda recentemente expostos em livro pelo jornalista Elio Gaspari,
autor da triste revelação de que o general Ernesto
Geisel concordava com a eliminação física
de guerrilheiros e terroristas.
Sustentam os militares de hoje que apesar da
ojeriza às esquerdas e ao comunismo, mesmo sendo mais
generais do que presidentes, os cinco generais-presidentes souberam
manter firmes as estruturas da soberania nacional e a presença
do Estado nas atividades fundamentais da nação.
Não passou pela cabeça de nenhum deles privatizar
a Petrobrás, a Vale do Rio Doce, a siderurgia, a navegação
de cabotagem, o sistema de geração de energia
elétrica e, em especial, o sistema de telecomunicações,
que implantaram. Antes dos governos militares, o Brasil se comunicava
com o Brasil pelas linhas telefônicas e por um precário
sistema de rádio. A rede de micro-ondas havia sido iniciada
por Juscelino Kubitschek, mas foi a partir de 1964 que passou
a integrar nossas diversas regiões, depois interligadas
pelos satélites, nos quais se investiu para valer. Nosso
ingresso na energia nuclear também aconteceu naquele
período, enquanto se construíram usinas hidrelétricas
do porte de Itaipu. Até a industria bélica se
afirmou, com a produção de tanques, carros de
combate e armamento sofisticado, que exportamos por vários
anos, antes de sua destruição por obra de manobras
estrangeiras. Para não citar a indústria aeronáutica,
sobrevivendo até agora.
A defesa da Amazônia tornou-se uma obsessão
através do mote “integrar para não entregar”.
Chegamos a romper o acordo militar com os Estados Unidos.
Uma constatação também
feita pelos militares de hoje é de que durante a vigência
do regime de 1964 a política econômica, mesmo alinhada
ao mundo ocidental, jamais favoreceu a especulação
financeira desmedida ou serviu para sufocar a indústria
nacional. Muito menos a dívida externa tornou-se impagável.
Nem o desemprego, a indigência, a fome, a miséria
e a violência urbana nos assolavam tanto quanto neste
início de novo século. Se havia inflação,
havia reposição salarial.
Em suma, quarenta anos depois, os militares
continuam rejeitando a análise de que o movimento de
1964 se resume aos excessos praticados, que reconhecem. (continua
amanhã)
Colaborações
A pedido do titular do blog, Olides Canton,
vão os tópicos a seguir.
Falta alguém em Nuremberg
Dia destes Paulo Santana em ZH criticou o que supõe ser
uma postura conivente de setores da crônica esportiva
com o novo treinador do Internacional, denunciando um possível
"endeusamento" de Paulo Roberto Falcão. Mas
o que dizer, então, de Renato Portaluppi? É vísivel
que a equipe do Grêmio é mal treinada, não
tendo mecânica de jogo. Mesmo assim o que se ouve e vê
são críticas à diretoria e, principalmente,
a alguns dos atletas, que não teriam qualidade suficiente
para ostentarem a titularidade. O treinador passa incólume
por esse inventário pós-vexame, embora sobre ele
devesse recair a carga maior de cobranças.
É evidente que falta qualidade ao grupo, mas isso não
absolve o treinador em relação, por exemplo, ao
posicionamento equivocado da defesa, capaz de levar gols de
cabeça até de Nelson Ned, se fosse este o centro-avante
adversário. É de responsabilidade do técnico
colocar Adilson como articulador, quando ele erra onze passes
em dez. Seu apego a Gilson nos remate a uma patologia a ser
melhor estudada. E se constitui em heresia superlativa o fato
de se ver Fernando e Mário Fernandes no banco enquanto
Rafa Marques, Gilson e Adilson flanam como titulares absolutos.
A Roupa do Rei de Roma
Só há um jeito de o Grêmio voltar a ter
chance de classificação na Libertadores e de conquistar
o campeonato gaúcho. Precisaria que o presidente Paulo
Odone, pessoalmente, restabelecesse a hierarquia interna de
funções. Que o presidente fizesse o que o departamento
de futebol não tem força para fazer, que é
obrigar Renato a treinar mais o time e menos a torcida. E que
o vestiário seja sacudido por uma nova ordem.
Isso acontecendo talvez até pudéssemos ganhar
o clássico. E diante da tão decantada elegância
do treinador do Internacional, uma boa flauta de segunda-feira
seria proclamar que "Renato roeu a roupa do Rei de Roma".
Wolmer Jardim
Grenal
Voltou o corneteiro colorado de Sarandi, o
"zator"( o apelido tem origem porque o pai dele, Mauro,
trabalhista histórico, mas que sempre perdeu as duas
eleições que disputou) era chamado pelos colonos
de Serafina de ZATOR, haja visto que era exator estadual.) m-
é que gosto de explicar ao leitor as coisas...
E eu aqui sem ninguém pra contrabalançar.
O Remindo e o Wolmer, " fugaram" como diria o inspetor
de Polícia....
A continuar nesta linha , não teremos
a oportunidade de encontrarmos o
'IMORTAL', na Libertadores !!!!!!!!!!!!!!!!!!!
O malhor deve estar se mordendo!!!!!!!!!!!!!!!!!o gás
do padeiro se ga fini !
Prof. Mauro Santos Rocha
Diretor - UPF Sarandi
Ausência
Depois de um bom tempo, o filho do zator voltou
a se comunicar. Eu achava que ele tinha se amolado com algo,
mas é pura paranóia minha....
bom, como não corro atrás de
mulher - só as muito gostosonas - não ia correr
atrás do filho do zator...
Mas esta história dele de que ele trabalha
muito, é pura atochada.
Em Serafina temos três grandes "
inimigos del lavoro" - se é que me entendem: Flávio
Soccol, Ademir Bacca e Mauro Rocha....
Eles aplicavam há muito tempo aquela
máximo de que o OCIO É CRIATIVO!!!!!
Olides !
Deves ter sentido "muiiiiiiiiiiiito"
minha falta de contato.Em breve
te enviarei notícias e com novidades. Speta um boquetin
!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Belo texto aquele do Mazza, para o Rui. Fizeste
bem em publicá-lo.
Muito apresentei o Biriva no Carijo em Palmeira. A propósito,
fui
vizinho da poetisa NADILCE, en la undeze. Tens o e-mail dela
?
Teu Blog tem, neste ano, um charme especial.Abre
com referência aos 50
anos da Legalidade. Que prato cheio para ti nesta volta !!!!!
Um abraço do fiol de Zator, quel que laurava massa, tuti
jorni !!!!!!!!!!!!!
Prof. Mauro Santos Rocha
Diretor - UPF Sarandi
De São Borja
OS NOVOS PAPA-DEFUNTOS
Pela presteza com que espalharam a notícia
da morte de Neusinha Brizola, na quarta passada, Letier Vivian
e Eduardo Belmonte já ganharam um novo apelido nas rodas
de fofocas do bar do Chita; OS PAPA DEFUNTOS. Dizem até
as piores línguas do local - como do Clemar Dias e do
Wolmer Jardim - que em breve a dupla vai abrir uma funerária....
Sucesso pra eles,então!
Eleição na Famurs
credencia Mariovane Weis
a voos mais altos...
A vitória do prefeito de São Borja(PDT), Mairovane
Weis, do PDT, na noite de quarta passada pra Famurs credencia
o prefeito da Fonteira Oeste a voos mais altos na política.
Dizem que quer ser deputado estadual- vai fazer frente a Cassiá
Carpes, que é de São Borja mas que mora em Porto
Alegre.E até Mariovane teria montado um slogan: SÃO
BORJA MERECE UM DEPUTADO!
Uma estocada maior no Cassiá, impossível!
Eleições na Famurs....
DEpois de ter apoiado em São Borja Flávio
Lammel, que não se elegeu pra deputado estadual , Mariovane
Weis da Terra dos Presidentes que se elegeu o próximo
presidente da Famurs - uma considerável vitrine estadual
e nacional - ganhou na campanha o apoio do neto de Jango, Cristopher
Goulart, que candidato a deputado estadual não teve o
apoio local do prefeito.
Cris, no meu entender, fez um gesto de inteligência....Como
disse Ademar de Barros, do PRP paulista, ao jornalista Samuel
Wainer, depois de ter se acomodado na poltrona do seu jatinho
e de sair da estância do Itu, em 1950, e ter feito um
acordo com Getúlio:
- Este teu amigo é um canalha, mas vamos
ter que marchar com ele....
A politica também tem a ver com interesses,...ou
praticidade.
Coleguinhas
Não fizeram nada pra " morta" Folha da tarde,
que fez niver em 27.04. Quem fazia era a Jurema Josefa e o velho
Benito Giusti. Eles largaram de mão e não saiu
mais nada. O Valter Galvani ainda tentou, mas estes caras só
ficam na balaca...
Olha se o Galvani ia organizar um almoço. isto dá
trabalho....
Logo ele que gosta tanto de conselhos de cultura.
Isto é coisa de quem não gosta de trabalhar...
De São Borja
EX-PRESIDENTE DO PDT
PROTOCOLA REINGRESSO
E PEDIDO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS
Como prometera que faria dias atrás,
o advogado Clair Ribas, ex-presidente do PDT de São Borja
requereu ao atual presidente Dr. Janot Marques de Oliveira o
seu reingresso e concomitantemente solicitou " uma prestação
de contas" conforme o pedido anexo.
O mesmo espaço do Dr. Clair está
assegurado ao dr. Janot.
Clique
aqui para ler o documento.
Memória da Imprensa
Breno Caldas, o todo-podereso dono do Correio do Povo e outros
da Caldas Junior era um grande ironico...Uma vez foi fazer um
passeio no seu barco Aventura e na volta contou como o vento
jogara o barco de cá pra lá. Ai o Paulo Gouvea,
um dos seus homens mais próximos, pra agradá-lo
lhe disse:
- Dr. Breno, como o senhor dormia com este
mar revolto?
- Assim, oh...e fez o gesto de quem dorme placidamente,
disse Breno.
Breno (1)
Outra do velho jornalista:
Nunca se viu ele de gravata: só a usava
quando iam cumprimentá-lo pelo niver do Correio do Povo
e da Guaíba.
Nem mesmo quando seu amigo Médici vinha
comer churrasco no Arado, Breno colocava gravata.
Breno(2)
Conta o jornalista Wanderlei Soares que uma
vez um fiscal da prefeitura passando por Belém Novo multou
o haras de Breno porque o leite que ele servia tinha água
dentro( se tinha ou não, ninguém sabe...)
Aí a lista dos produtores foi divulgada
por um órgão da prefeitura e acabou saindo no
Correio do Povo, por distração de todo mundo(
isto acontece seguidamente).
Mas quando chegou no revisor, ele viu o nome
do patrão e colocou na frente um DR, porque todos os
empregados tratavam o Breno, por DR.
Breno fez do limão a limonada. Botou
aquela notícia debaixo do vidro de sua mesa e sempre
que um chato ia se queixar de alguma notícia, ele sacava
aquilo e diziaq:
- Mas falam mal de mim no jornal. Como não podem falar
do senhor!!!
Breno(3)
Ah, ha um boato de que Breno tinha uma amante
que morava ao lado do Correio do Povo, no edificio OUVIDOR....
Dizem até que o velho teria tido um
filho com ela...mas ficou sempre oculta...Quem está fazendo
a biografia do Breno está pesquisando isto. Não
sei se acharam algo.
Breno (4)
A adulação em torno do Dr. Breno
era pelo poder que ele tinha, não por ele. Isto todos
sabemos.
Mas ele era , por exemplo, muito amigo do Júlio
Brunelli.que foi deputado.
Não se conhecem cores partidárias
de Breno, mas ele apoiou a Revolução de 64. DEpois
começou a dar umas notícias que os milicos não
gostavam e teve até jornais apreendidos.
Diz o Bicudo que Breno sempre priorizou a noticia,
o noticiário, em detrimento da parte comercial
Breno(5)
Sobre seu filho, Francisco Antônio, seria
o caso de um filho que nunca saiu da sombra do pai...
Morreu seis meses antes.
Aguardemos então uma boa biografia do
velho breno!
DILMA
Dilma: "Governo está diuturnamente e noturnamente
atento às pressões inflacionárias"
Diuturnamente é uma derivação de diuturno,
que significa algo que vive muito tempo; que tem longa duração,
que se prolonga, prorroga ou se protela no tempo.
Diuturno é uma palavra derivada do Latim diuturnu (adj.
:que vive muito tempo; que dura muito.)
Desta forma, diuturnamente não tem nada a ver com o dia;
já noturno tem a ver com a noite; noturnamente é
algo que se faz à noite. Diurno é que tem a ver
com dia; diurnamente é aquilo que se faz ao dia.
Diurnamente é o contrário de noturnamente. E não
diuturnamente.
Ela misturou alhos com bugalhos.
Acho que Dilminha, mais uma vez, ofeliou, de Ofélia,
aquela do Fernandinho, da TV, a que só abria a boca quando
tinha certeza.
SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS
De São Borja
São Borja vai enterrar hoje a filha
caçula de Leonel Brizola e Neusa Goulart.A última
vaga que há no túmulo da família Goulart,
no cemitério Jardim da Paz, é surpeendente no
mínimo que seja ocupada pela Neuzinha Mintchura que tanto
atazanou, em vida, a vida do pai....Vai ver que os dois se amavam
mais do que as aparências...
Quando as exéquias em si, tenho certeza
que São Borja vai fazer um show, já que eles tem
" tecnologia" de sobra em enterrar pessoas ilustres....
De Sarandi
recebo do prof. Mauro Rocha, de sarandi, que
manda news de lá....
Continuo , sempre, interessado nas coisas que
dizem respeito a la
undeze. E a forma de me manter atualizado é lendo teu
blog. Que bom
que outro colega entrou na parada do encontro. Dou força
e rezarei
para estar presente.Rever os colegas de ginásio, me trará
muita
satisfação.Tenho muita saudade daquele tempo.
Aliás, tenho me sentido
muito nostálgico em relação ao meu tempo
em Serafina.Tomara que não
seja início de depressão. Valorizei muito aquele
período.De Serafina,
trouxe muito, mais muito mais do que lá deixei( acho
que quase nada),
mas uma plêiade de amigos eternos, veio comigo, anca ti
!!!!!!!!!!!,
apesar dos pesares.E o malhor ? Deve estar sofrendo com o Grêmio
e os
"nervo" do Renato (viem su i nervi com quela squadra
lá).
Não sumi, só sai de órbita.
Mudei de cidade( retornei a residir na
legendária, centenária e ESPARTANA Palmeira mas
continuo a trabalhar
em Sarandi.
De Sarandi posso informar que o nosso amigo
Nicola-futuro prefeito,
pois foi absolvido no supremo e pode concorrer, natra volta
-, hoje
está atuando no governo do estado, assessorando o Afonso
Motta, na
secretaria de apoi aos municípios, no palácio.
Vê se faz uma matéria
com ele pois o homem está bem na parada, seguidamente
tem
representado o sr. Governador, em eventos no grande Sarandi.
A casa dos Tasca foi vendida, em breve, será mais um
"arranha céu" em
Sarandi.La sorella de Tasca diz que te va spacar !!!!!!!!!!!!!!!!.
Quanto à morte do Hoteleiro, SR. PELIZARRI,foi
puro azar. Um jovem
casal, na busca de praticar um assalto e arrumar dinheiro para
compra
de droga, tocou a campanhia, num sábado, às dez
da noite. O dono foi
atender, pensando tratar-se de um cliente, quando foi surpreendido
pelo jovem assaltante que, em ato contínuo, anunciou
o assalto e
efetuou os disparos, que foram fatais para o sr. Pelizzari.
A droga, seu consumo e suas mazelas !!!!!!!!!!!!!!!!!.
Aliás, ao meu ver, trata-se do maior
fragelo da humanidade.
Um abraço.
MAURO ROCHA -FIOL DE ZATOR, QUEL QUE LAURAVA
MASSSSSSSSSA !!!!!!!!!!!!!!!
Mauro Rocha, comentarista isento
só dá colorado!
Mi no ga paura do padeiro. Vocês não tem time(
plantel),para o Renato
trabalhar. Note que ele está cada vez mais nervoso, à
beira do
gramado. Sinal claro de desestabilização.( Foi
o que comentei, hoje,
na Rádio Sarandi, na Resenha Esportiva, programa no qual,
dou minhas
pinceladas, quando convidado. Sempre com muiiiiiiita isenção
claro
!!!!!!!!!!!!!!!!
Tenho cadeira cativa no mesmo, mas não
venho fora "cativo", quando meu
INTER não ganha.
s.m.j., o gauchão é de vocês
!!!!!!!!!!
Não abri o blog hoje, mas deves ter falado sobre a Neusinha,
óbvio.
MAURO
De São Borja
ROUBARAM A FOTO
DO ANJO NEGRO
NO CEMITÉRIO !!!!!
QUEM FOR AO ENTERRO HOJE EM SÃO BORJA DA NEUSA MARIA
GOULART BRIZOLA PODERÁ OBSERVAR QUE NO TUMULO, LOCALIZADO
AO LADO DO TUMULO DA FAMILIA GOULART, DO ANJO NEGRO, O TENENTE
GREGÓRIO FORTUNATTO ROUBARAM SUA FOTO.....
E QUEM VAI AGORA PROVIDENCIAR?????
SE OS DESCENDENTES DE GREGÓRIO ESTÃO
TODOS SUMIDOS DE SÃO BORJA!!!!
sEGUNDO O ADMINISTRADOR DO CEMITÉRIO
JARDIM DA PAZ, HÁ MUITOS ANOS QUE NINGUÉM COLOCA
UMA FLOR OU LIMPA O TUMULO DO ANJO NEGRO, O GUARDA-COSTAS DE
GETÚLIO VARGAS, QUE PROVOCOU UMA CRISE INUSITADA NO EPISÓDIO
DA RUA TONELERO E QUE DEU NO SUICÍDIO DO PRESIDENTE GETÚLIO
DORNELLES VARGAS EM 24/08/1954.
Bares que fizeram lenda.....
LA CAMORRA....
O PAI DE SANTO
ENROLOU O "OVELHA",
O DONO!
Ficava na av. Goethe,89 e foi fundada no começo dos anos
90, pelo conhecido empresário da noite, JOSÉ AUGUSTO
FAILLACE KRAUSE, o OVELHA.... que depois do fechamento do La
Camorra retirou-se da noite, depois de ter tido vários
bares.
fUNCIONAVA das 20 horas em diante, menos domingos
e segundas.
Tinha estacionamento privativo com manobrista.
Ar condicionado, com pista de dança
chique.
Tinha um ambiente requintado com dois mezzaninos,
restaurante com o chamado cardápio internacional e pista
de dança.
La Camorra foi inaugurada em outubro de 1993
e era,segundo Ovelha, " um glamour só...."
Era frequentando por um público de Classe
A.
Tinha dois andares.
- A boite foi um estouro, diz Ovelha.
Muito do público que frequentava o ROSE
Place, outra casa do Ovelha, migrou pro La Camorra.
Em 1997, cansado de ter o Rose e o La Camorra,
Ovelha desfez-se do primeiro e ficou só com a boite da
av. Goethe.
Onome La Camorra foidado porque Ovelha desde
criança sempre gostou muito da Itália e gostava
de ver filmes sobre a Máfia, cujo apelido e´La
Camorra.
Ele lembrava dos cassinos, de umas coisas diferentes
E a boite La Camorra foi feita toda encima de uma decoração
como se fosse um cassino...
Em 1998, ele a vendeu, mas antes houve um lance
que entrou pro folcore da noite de porto alegre.
Foi o seguinte:O radialista Sérgio Abrão
e o "pai de santo" pai Lepúcio foram fazer
um trabalho na casa.
Dizem algumas versões que o preço
do trabalho teria sido o carro Omega do Ovelha e mais 12 mil
reais.Este teria sido o custo do " trabalho" feito
pelo pai de santo ao Ovelha.
ESCOLA DO LEGISLATIVO

Preservação ambiental é
tema de conversa com fotógrafo
Vanessa Lopez - MTB 7525 - 27/4/2011 - 12:20
A exposição reúne imagens feitas por Vicente
Wolff no Vale do Rio Forqueta
A utilização da fotografia como instrumento de
preservação ambiental é o tema do bate-papo
com o artista Vicente Wolff, fotógrafo autodidata especializado
em imagens da flora e da fauna, que acontece na terça-feira
(3), a partir das 17h, no jardim do Solar dos Câmara.
A atividade é uma parceria entre o Departamento de Relações
Públicas e Atividades Culturais e a Escola do Legislativo
Deputado Romildo Bolzan da Assembleia Legislativa e dá
início às celebrações do dia 5 de
junho, Dia Mundial do Meio Ambiente. A entrada é franca
e a participação aberta à comunidade em
geral. A conversa com o público precederá a abertura
da exposição assinada por Wolff, intitulada Fotografia
Ambiental, marcada para às 18h, na sala J. B. Scalco.
A ideia de Wolff é incentivar a conservação
da natureza por meio da imagem fotográfica, dentro da
proposta de que quem conhece, preserva. "Infelizmente,
hoje, diferentes atividades, muitas delas predatórias,
têm ameaçado nosso rico patrimônio natural",
analisa o autor. Seus cliques da fauna e da flora da Mata Atlântica
que integram a exposição foram feitos, principalmente,
na Reserva Ecológica Agrofloresta, em Maquiné.
O fotógrafo
Vicente Wolff mora na Reserva Ecológica Agrofloresta,
criada por ele próprio, no Vale do Rio Forqueta, no Rio
Grande do Sul. Ali, desenvolve atividades de educação
ambiental, agroecologia e ecoturismo. Desde 2007, realiza exposições
relacionadas ao tema preservação da natureza.
A exposição
A exposição poderá ser apreciada gratuitamente
na sala J.B. Scalco, no Solar dos Câmara, do dia 3 de
maio ao dia 3 de junho, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às
18h30. O acesso é pelo prédio principal da Assembleia
(Praça Marechal Deodoro, 101).
Do Fundo da Memória (3)
Por Carlos Chagas
Título: Dos Juristas aos Jurilas
Quarenta e sete anos depois, sobrou o quê,
do movimento militar de 1964? Para começo de conversa,
cobranças, mesmo com o tempo fazendo a poeira assentar.
Cobranças de parte a parte.
De um lado, existem os que continuam criticando,
protestando e apresentando a conta. São os que, de uma
forma ou de outra, viram-se atingidos pela truculência
do regime. Não apenas os torturados, exilados, censurados,
demitidos e marginalizados. Ou seus familiares, se eles não
estão mais entre nós.
Muitas instituições também
tem o que cobrar. A imprensa, por exemplo, obrigada a omitir
tudo o que prejudicava os donos do poder. Sem esquecer que a
maior parte dos veículos de comunicação
da época esmerava-se em divulgar aquilo que agradava
os poderosos. Temendo represálias ou programando benesses,
acomodaram-se quase todos os barões da mídia e
muitos de seus acólitos. Seria menos ridículo
que, hoje, certos falsos heróis de uma resistência
inexistente ficassem calados ao invés de tentarem faturar
aquilo que não praticaram.
De um modo geral, porém, a imprensa
sofreu e involuiu. Jamais as tiragens dos jornais ficaram tão
reduzidas, proporcionalmente ao número de leitores. “Comprar
jornal para quê?” – insurgia-se o cidadão
comum, se era para ler elogios ao falso milagre brasileiro ou,
em contrapartida, versos de Camões ou receitas culinárias.
Com a televisão e o rádio, perseguidos até
no roteiro de suas novelas, pior ainda. Transmitiam a impressão
de vivermos num outro mundo.
Massacrados da mesma forma foram os advogados.
O regime confundia o sagrado dever de defender o semelhante
com a integração obrigatória do defensor
nas práticas do réu. Um monumento deveria ser
erigido ao Advogado Desconhecido, mesmo a gente conhecendo o
nome da maioria desses abnegados bacharéis que honraram
a profissão. E sofreram por isso.
Sofreu também o Poder Judiciário,
atingido em seus tradicionais predicamentos constitucionais
de vitaliciedade, inamovibilidade e irredutibilidade de vencimentos.
Ministros dos tribunais superiores e simples juizes de primeira
instância, intimidados, acomodados ou dispostos à
resistência, assistiram desmanchar-se a estrutura fundamental
da democracia, erodida por absurdos como o de que os atos revolucionários
seriam insusceptíveis de apreciação judiciária.
É claro que também pontificaram os “jurilas”
de todas as ditaduras, misto de juristas e de gorilas tão
a gosto do regime. Reconheça-se o papel altivo do Superior
Tribunal Militar, que num sem-número de ocasiões
desfazia aquilo que nas instâncias inferiores a voracidade
da exceção buscava transformar em regra.
Os políticos, da mesma forma, perderam
o que lhes restava de credibilidade junto à opinião
pública. A sombra das cassações de mandatos
e das suspensões de direitos políticos só
não agredia tanto a prática parlamentar quanto
os ucasses que transformaram o Congresso em apêndice desimportante
do Executivo. Atos institucionais, atos complementares, decretos-leis,
casuísmos, fechamentos e recessos parlamentares fizeram
com que a atividade política e eleitoral se transformasse
em objeto de chacota nacional. Num determinado momento, para
sepultar laivos de independência, os militares dissolveram
os partidos, criando o bipartidarismo obrigatório. Para
continuar na política seria pertencer ao partido do “sim”,
a Arena, ou ao partido do “sim senhor”, o MDB, mais
tarde inflado pela indignação, transformando-se
num dos principais aríetes responsáveis pelo fim
da ditadura. Para cada dr. Ulysses ou para cada “autentico”
que se insurgia, centenas de desfigurados marionetes candidatavam-se
a se ajoelhar no altar da exceção.
O movimento sindical implodiu nos primeiros
dias do novo regime. Perseguidos como inimigos públicos,
os tradicionais líderes trabalhistas desapareceram nas
masmorras, no exílio ou no esquecimento. Terá
sido este um dos erros fundamentais da ditadura, porque, conforme
a natureza das coisas, em política não existem
espaços vazios. Foram-se os dirigentes em grande parte
viciados pelo sabujismo ao ministério do Trabalho, mas
emergiram líderes operários autênticos.
Vem daí as origens do Lula e de muitos outros.
O mesmo aconteceu no movimento estudantil.
Perseguidos, eclipsaram-se os estudantes profissionais que dominavam
as organizações de classe, boa parte atrelada
ao ministério da Educação. Ganharam o exílio
aqueles que tentavam renovar as estruturas viciadas vindas do
Estado Novo, como José Serra, o último presidente
da União Nacional dos Estudantes, obrigado a refugiar-se
no Chile. O fenômeno foi o mesmo dos sindicalistas: surgiram
dirigentes de verdade, oriundos dos bancos escolares. José
Dirceu, Wladimir Palmeira, Jean Marc, Alfredo Sirkis, Honestino
Guimarães, Franklin Martins e quantos mais? Identificados,
após ações de toda espécie, até
tresloucadas e radicais, acabaram detidos, alguns desaparecidos
até hoje, mas plantaram a semente. Ainda agora o movimento
estudantil pertence aos estudantes.
A cultura vergou mas não quebrou. Das
músicas de protesto ao teatro de arena e de vanguarda,
das entrelinhas do “Pasquim” à poesia de
combate e ao cinema novo, os intelectuais resistiram. Tornaram-se
figuras de expressão nas passeatas, nos manifestos e
na arte de estrilar. Apanharam, foram presos e muitos se exilaram.
Imagina-se o que teriam produzido em regime de liberdade plena.
Talvez bem menos do que produziram sob pressão.
Esse tipo de cobrança estende-se até
nossos dias, ainda que cada vez mais esmaecido pelo tempo, com
as exceções de sempre. Intelectuais, estudantes,
operários, políticos, magistrados, advogados e
jornalistas, em maioria, não esqueceram. Talvez nem tenham
perdoado, ainda que lentamente varridos pelos ventos da renovação.
(continua amanhã)
Saudações esportivas
FUTEBOL IMORTAL?
O futebol do Grêmio é imortal,
só enquanto dura.
Ficou difícil chegarmos ao GRENAL da
Libertadores, depois de Grêmio 1X2 Universidade Católica.
A tarefa do Internacional hoje também é duríssima.
O Peñarol no Centenário é mais firme que
tira de costela de nelore passada além do ponto. Talvez
a estrela do Falcão e os craques diferenciados ajudem
os colorados.
Saudações Esportivas.
Luiz Oscar Matzenbacher
Do Espaço Vital
OAB-RS divulga com impacto a exclusão de advogados
Nota oficial publicada hoje nos principais
jornais do Estado muda longa tradição de discreção
na publicação dos nomes de ex-inscritos que estão
proibidos de advogar.
Mateada da Cidadania é trasnferida
A Mateada da Cidadania, promovida pela Câmara
de Vereadores, que seria neste domingo, 01 de maio, em comemoração
ao Dia do Trabalhador, foi transferida em função
do Grenal. A mateada acontecerá no dia 22 de maio, ás
15 hs, na Praça Assis Brasil do bairro do Passo.
A Mateada da Cidadania contará com serviços para
a comunidade como corte de cabelo e posto de atendimento do
Ministério do Trabalho. Também terá erva
mate e água quente a disposição da comunidade.
Entre as atrações do evento estará a exposição
itinerante, que tem passado pelas escolas da cidade, sobre os
50 anos da Campanha da Legalidade.
Assessoria de Imprensa Câmara Municipal
de Vereadores de São Borja/RS
Vereadores verificam demandas na Rodoviária de Porto
Alegre
Rodoviária "do feriadão"
provoca
interesse dos vereadores
que ontem visitaram o terminal.
Vereadores verificam demandas na Rodoviária de Porto
Alegre
A Comissão de Urbanização,
Transporte e Habitação (Cuthab) da Câmara
Municipal farão visita à Estação
Rodoviária de Porto Alegre nesta quarta-feira (27/4),
às 10 horas. Na ocasião, os vereadores da Cuthab
verificarão as condições da Estação
e o que é necessário para melhorar os serviços
prestados aos passageiros. Taxistas que atuam no ponto de táxi
da Rodoviária solicitaram a intermediação
da Cuthab. Eles reivindicam que seja construída uma cobertura
para o embarque e desembarque de passageiros em toda a fachada
da Rodoviária, onde estão localizados os pontos
de táxi.
Carlos Scomazzon (reg. prof. 7400)
Feira para as mães reúne
34 bancas de presentes
A Câmara Municipal de Porto Alegre promove,
até esta quinta-feira (28/4), sua Feira de Artesanato
para as Mães. O bazar funciona das 9 às 17 horas
no térreo da Casa, oferecendo 34 bancas de presentes
feitos a mão por funcionários e familiares. A
entrada é franca. A Câmara fica na Avenida Loureiro
da Silva, 255. Informações: (51) 3220-4392 e 3220-4187,
e-mail claudiah@camarapoa.rs.gov.br
Claudete Barcellos (reg. prof. 6481)
De São Borja!
Medalha Tiradentes condecora servidores da área da segurança
na Câmara

Ocorreu na Câmara Municipal de Vereadores de São
Borja, nesta terça-feira, 26 de abril, a sessão
solene de entrega da premiação “Medalha
Tiradentes”. A Medalha é uma forma de condecoração
as pessoas residentes em São Borja e aos trabalhadores
da área da segurança pública, tanto municipal,
estadual ou federal que de uma forma ou de outra, se destacaram
em nosso município por atos de bravura ou heroísmo
ou que tenham recebido no ano anterior, medalhas ou condecorações,
de suas entidades.
Receberam a homenagem o 3º Sargento do exército
João Batista da Silva Nunes, o 2º Sargento do corpo
de bombeiros Elbio Eliseu Rodrigues Escobar, o Escrivão
da polícia federal Tiago Mauricio Motta, o Inspetor da
policia rodoviaria federal Luiz Andre Pereira Costa, o 3º
Sargento da Brigada Militar Serafim Ferreira Martins, o Soldado
da Brigada Militar Benhur Samarone Garcia Gomes e o Fiscal de
Trânsito Carlos Corso da Sila.
O vereador Jeovane Contreira (PPS), autor do Decreto que instituiu
a premiação “Medalha Tiradentes” no
município, explicou que a criação da medalha
foi devido a importância dos órgãos de segurança
para a sociedade de São Borja na defesa do cidadão,
da ordem jurídica e da democracia.
Assessoria de Imprensa Câmara Municipal
de Vereadores de São Borja/RS
ProJovem: CPI tem dois depoimentos nesta quinta
A CPI do ProJovem deverá ouvir nesta
quinta-feira (28/4) o Secretário Municipal da Juventude,
Luizinho Martins, e o assessor da secretaria na administração
de Mauro Zacher (PDT), Rafael Fleck. A reunião está
marcada para as 9 horas, no Plenário Otávio Rocha
da Casa. Presidida pelo vereador Luiz Braz (PSDB) e tendo como
relator o vereador Reginaldo Pujol (DEM), a CPI tem por objetivo
investigar denúncias de irregularidades no Programa ProJovem,
oferecido pela SMJ. Também fazem parte da CPI os vereadores
Engenheiro Comasseto (PT), Fernanda Melchionna (PSOL), Idenir
Cecchim (PMDB), Nilo Santos (PTB), Mario Fraga (PDT), Paulinho
Rubem Berta (PPS), Airto Ferronato (PSB), Mauro Pinheiro (PT)
e Waldir Canal (PRB).
Regina Andrade (reg. prof. 8423)
100 ANOS
DO LAJEADENSE
O radialista Rodrigo Conte , da rádio Independente, de
Lajeado, está escrevendo a história do SPORT CLUBE
LAJEADENSE, de Lajeado, que completa 100 anos.
Histórias de La Ùndeze
LALO já voltou ao batente
O advogado Oraldo Rodrigues,que tirou durante uma cirurgia três
hérnias de íngua, já está trabalhando.
Mas passou por maus pedaços.
Teve pressão alta( é diabético)antes
da cirurgia e sangrou muito também.
Mas, restabelecido, já está no
seu escritório.
LALO, como é conhecido em SErafina,
fugiu três vezes da cirurgia. Mas agora teve que enfrentá-la
porque já não suportava a dor.
- Terminava sempre numa cadeira de rodas quando
ia passear no Bourbon, disse ontem em seu escritório,
quando já atendia seus clientes. Lalo é especializado
em INSS e já aposentou meia serafina.
Dia 28 de abril começa a 4ª edição
da FestiPoa Literária
Evento cultural consolidado na cidade, a Festa Literária
de Porto Alegre - FestiPoa Literária acontece anualmente,
desde 2008, reunindo escritores, poetas, dramaturgos, tradutores,
professores, jornalistas e artistas. Durante onze dias, os convidados
se apresentam em painéis, debates, saraus, mesas-redondas,
shows, perfomances, mostras de filmes, exposição
de artes, lançamentos de livros, leituras e oficinas
literárias em livrarias e espaços culturais da
cidade.
Em suas três primeiras edições o evento
atingiu, a cada ano, um público médio de mil e
quinhentas (1.500) pessoas interessadas em arte e literatura,
público que vem crescendo gradativamente de uma edição
para outra. Em 2010, recebeu o Prêmio Fato Literário,
na categoria Projeto Literário, pelo voto do júri
popular.
Neste ano, a 4ª edição da FestiPoa vai ocorrer
de 28 de abril a 08 de maio e terá diversos nomes de
destaque da literatura nacional e, ainda, alguns convidados
internacionais. Antonio Cicero, Nelson de Oliveira, Xico Sá,
Ramon Mello, Maria Rezende, José Castello, Carlos Nejar,
Lúcia Rosa (projeto Dulcinéia Catadora), Paulo
Scott, Vitor Ramil, Nicolas Behr, Rogério Pereira (editor
do jornal Rascunho), Ademir Assunção (editor,
junto com Marcos Losnak e Rodrigo Garcia Lopes, da revista Coyote),
Laerte, Carpinejar, Adão Iturrusgarai, Paulo César
Pinheiro, Charles Kiefer, Zeca Baleiro e Marcelino Freire são
alguns dos nomes confirmados, dentre os quase uma centena de
convidados. O evento dedicará momentos da programação
ao projeto Portuguesia, idealizado e coordenado pelo poeta Wilmar
Silva (MG), que já foi realizado em Portugal, Belo Horizonte
e São Paulo.Portuguesia fará parte da FestiPoa
e receberá um convidado muito especial, o poeta português
Ernesto E. Melo e Castro, que virá à Porto Alegre
lançar dois livros.
O escritor João Gilberto Noll é o homenageado
da 4ª FestiPoa. Noll abrirá o evento, lendo trechos
de seus livros e após conversará com o crítico
literário e escritor José Castello.
A programação traz mais de 30 atividades espalhadas
pelas livrarias Letras & Cia, Palavraria e Bamboletras,
Goethe Institut Porto Alegre, Instituto Estadual do Livro, Casa
de Cultura Mario Quintana, OX/Ocidente, Casa de Teatro, Beco,
Matita Perê, Pé Palito Bar, Cinebancários,
Sala P.F. Gastal e Espaço Cultural Casa dos Bancários.
Dos cursos e oficinas, destacam-se o curso Que é Poesia,
com o poeta e ensaísta Antonio Cicero; Literaturas Francófonas
das Américas tropicais, ateliê com a educadora
e gestora do acervo da biblioteca do Colégio Justin Cateyée
Dominique Boisdron; o minicurso Cosmovisão - a literatura
encontra a tecnologia, a arte encontra a ciência, com
o escritor e Doutor em Letras Nelson de Oliveira; História
é pra contar, oficina com a professora, escritora e contadora
de histórias Marô Barbieri; Eu era cronista e não
sabia, oficina com a escritora e professora doutora em Estudos
Literários Eliana Mara Chiossi e Poesia falada, oficina
com a poeta maranhense Lúcia Santos. (vide informações
de locais, datas e inscrições em anexo).
No segmento de cinema, a 4ª FestiPoa Literária promove
mostras de filmes, com entrada franca, em três salas:
CineBancários, PF Gastal e Norberto Lubisco (informações
em anexo).
Acompanhe a programação completa através
do site www.festipoaliteraria.com e do blog http://festipoaliteraria.blogspot.com.
Toda a programação do evento tem acesso gratuito.
Somente há cobrança de taxa de inscrição
para a oficina Poesia falada e para o curso Cosmovisão.
A FestiPoa Literária é produzida pelo jornal Vaia,
com a co-produção do coletivo Cabaré do
Verbo. O patrocínio cultural do evento é do Sindicato
dos Trabalhadores da Justiça Federal RS (Sintrajufe).
O evento conta, ainda, com os apoios culturais das livrarias
Letras & Cia., Palavraria, Sesc-RS, Instituto Estadual do
Livro e Casa de Cultura Mario Quintana.
Assessoria de Imprensa:
Simone Lersch
(51) 3029.6390 / 9803.4420
sobre a legalidade (50 anos)
manda o colega A. Goulart que está fazendo
uma série pra revista PRESS
Sobre a série que estou preparando para a revista Press,
sobre os 50 anos da Legalidade, vejam o que descobri: Porto
Alegre em 1961 tinha oito jornais diários. Hoje, quantos
são? Apenas cinco. Quanto às televisões,
naquela época, havia só a TV Piratini, canal 5.
A Gaúcha (hoje RBSTV) foi inaugurada em dezembro do ano
seguinte. Os veículos que desapareceram: Diário
de Notícias, A Hora, Folha da Tarde, Folha Esportiva,
Última Hora e Jornal do Dia.
Coleguinhas
*Um dos narradores contratados pela Guaíba
pra substituir o Haroldo de Souza imita o titular que foi pra
Band em tudo...até nas expressões populares. Muitos
ouvintes fazem confusão...
*Regina Lemos t- que vive em Sampa - tem que provar todos os
anos que está VIVA PRA RECEBER PENSÃO DO IPE...RECLAMAÇÃO
DELA é pelos 20 pilas que tem que pagar no cartório
pra autenticar um documento.
* Nilza Scotti que estava na prefeitura de Gravataí,
na imprensa, se estressou com a secretária de comunicação
e pediu as contas. Está desempregada.
Correção!
Oi, legal, mas o dep Postal está no
QUINTO MANDATO e completou 49 anos !!
abçs
Celso Luiz Bender
Assessor de Comunicação
Gab. Dep. Alexandre Postal
Morreu Neusinha Brizola....
Acabou de falecer a Neusinha Brizola
Abaixo a notícia retirada do blog do Brizola Neto

Neusa Maria Goulart Brizola, Neusinha (1954-2011)
Acaba de falecer minha tia, Neusa Maria Goulart Brizola, a Neusinha,
aos 56 anos. Ela estava internada desde domingo na Clínica
São Vicente, no Rio, com complicações pulmonares
decorrentes de uma hepatite.
Neusinha tinha dois filhos, meus primos Laila e Paulo Cesar,
aos quais mando daqui o meu abraço, antes mesmo de minha
volta ao Rio de Janeiro.
Neusinha, que com todos os desentendimentos que a imprensa sempre
explorou, foi sempre objeto de um carinho especial de meus avós,
será sepultada ao lado deles, em São Borja.
Peço licença a todos para interromper, por isso,
as postagens. Algum assunto urgente, meus colaboradores trarão
ao blog.
Morreu a Neusinha
"MINTCHURRA...."
Aos 57 anos, faleceu,ontem no Rio de Janeiro,
a filha de Leonel Brizola e de Neusa Goulart Brizola. Sempre
a achei com um rosto triste...Tenho uma foto dela no enterro
do pai dela, na Praça XV de Novembro em São Borja,
com uma expressão muito triste.( Amanhã vou publica-la).
Ultimamente, Neusinha Brizola estava no PV, Partido Verde. Lembro
que o ex-governador, numa entrevista, disse" que a Neusinha
se tornou uma ótima mãe".
Mas o que comentavam era que quando seu pai
foi governador, ela " fervia", como se diz na gíria.
O enterro deve ser realizado hoje em São
Borja, onde estão enterrados seus pais.
Ontem, o presidente da Câmara Municipal
de São Borja, vereador Celso Lopes, que estava no interior,
colocou à disposição a instituição
pra realizar o velório.
morte de professora
morreu no dia 21/04 em porto alegre IVONILDA MELLO HANSEN que
foi professora da PUC na área de Sociologia. Foi diretora
de Planejamento da Secretaria de Educação no governo
Yeda Crusius, quando Marisa Abreu ocupou a pasta da educação.
Minha grande amiga! Foi professora da PUC toda a vida profissional
na
área de Sociologia.
Foi Diretora de Planejamento da Secretaria de Educaçcao
no governo passado.
De São Borja
RADIO CULTURA FAZ
HISTÓRIA MAIS UMA VEZ....
a rádio cultura de são borja, fez ontem, dia 27/04,
mais um furo jornalístico sensacional. Por uma coincidência
histórica foi a primeira rádio gaúcha a
dar a notícia, antes mesmo das rádios da capital.
Letier Vivian, assessor do presidente da Câmara Municipal
de São Borja, viu a notícia da morte no twiter
do Brizola Neto, sobrinho de Neusinha Brizola, e ligou pro excelente
repórter EDUARDO BELMONTE, o PRATO FINO, que entrou ao
vivo na Cultura, interrompendendo a programação
da tarde.
Isto se chama JORNALISMO.....
Parabéns a toda a equipe, digo aqui deste site, que proporcionou
mais um furo jornalistico para uma rádio da fronteira,
embora São Borja, seja São Borja!
Memória da Imprensa
O DIA QUE QUASE BATERAM O
BRIM DO TERLERA NO FLORESTAL!
oNTEM, DIA 26.04, a Assembléia Legislativa homenageou
o Esporte Clube Lajeadense, um clube muito conhecido no Vale
do Taquari. Rival do Estrela FC era contra este que se realizava
o tradicional CLASSICO DAS BARRANCAS, COMO o chamou o jornalista
ANTONIO CARLOS PORTO, O PORTINHO. O JORNALISTA João Carlos
Terlera, quando trabalhava na rádio Alto Taquari, de
Estrela, que era uma potência, foi narrar um jogo em Lajeado
e se deu mal.Ele conta:
- dos clássicos me lembro de um que era pra ser jogado
no Florestal. Mas o estádio foi impugnado pela Federação
Gaúcha de Futebol(FGF).
O jogo ficou pra o estádio do Zequinha, em Lajeado, mesmo.
O Estrela fez dois golos no primeiro tempo, mas o Lajeadense
empatou no segundo turno com um gol olimpico no último
minuto. No meio da torcida do Lajeadense, Terlera disse, falando
ao microfone, que o time do adversário praticara naquele
jogo um futebol de " esquina"!
Os torcedores entenderam que Terlera tivesse dito futebol de
" Clube de Esquina" e tomaram a classificçaão
como ofensa grave.
Na mesma semana , vinte comerciantes de Lajeado cancelaram os
anúncios na Rádio Alto Taquari, entre elesclientes
como Lojas Americanas,Reunidas e joalherias.
A ZYN-9 pertencia a Emissoras Reunidas do Frederico
Ballvé que mandou de Porto Alegre os inspetores Paulo
Amorim Salgado e José Remião pra trazer de volta
os anunciantes.
A rádio guardara, pra sorte de Terlera, a gravação,
os inspetores a ouviram e assim o radialista salvou sua pele
junto aos donos da emissora.
Do Fundo da Memória (2)
Por Carlos Chagas
Título: A legalidade das elites
Hoje, dois terços da população
falam por ouvir falar. Quando falam. Os que tinham idade suficiente
para entender e até para viver aqueles idos de 1964 continuam
divididos.
Para uns, tratou-se de um golpe cruel vibrado
nas instituições democráticas, ao qual
seguiram-se 21 anos de ditadura, tortura, censura à imprensa,
supressão dos direitos humanos e prevalência do
poder econômico sobre os anseios das massas.
Para outros, foi um basta à subversão
e à corrupção, uma interrupção
no processo de anarquia e de desagregação da sociedade
ameaçada pelo perigo comunista expresso pelo próprio
governo.
Contradiz-se também a farta literatura
produzida de lá para cá a respeito do movimento
dito militar. Tanto tempo depois, será preciso atentar
para a importância de não dividir o Brasil de quarenta
anos atrás entre mocinhos e bandidos, tanto faz a posição
de onde se observam aqueles acontecimentos.
Nem as Forças Armadas foram as únicas
responsáveis pela truculência verificada nas duas
décadas seguintes, nem poderão apenas ser tidas
como as mãos do gato, utilizadas pelas elites para retirar
as castanhas do fogo. Tiveram sua responsabilidade explícita,
exposta através dos governos de cinco generais-presidentes
e de duas juntas militares, mas, no reverso da medalha, evitaram
o quanto foi possível a transformação do
Estado brasileiro em apêndice desimportante dos interesses
políticos, econômico-financeiros e até culturais
do conglomerado internacional que hoje nos domina, e ao planeta
também.
Indaga-se como foi possível cair feito
fruta madura um governo democrático, forjado na luta
e na resistência de três anos antes em favor do
cumprimento da Constituição e da posse do vice-presidente,
após o histriônico episódio da renúncia
do presidente Jânio Quadros.
João Goulart terá sido derrubado
mais pelas suas virtudes do que por seus defeitos, mas estes
foram imensos. Ingenuidade, em primeiro lugar, se imaginou que
reformas sociais profundas poderiam ser conquistadas no grito,
de uma só vez, com as elites conformando-se em abrir
mão de seus privilégios sem organizar-se nem resistir.
Depois, ilusão de que as massas dispunham-se a respaldá-lo
acima e além dos comícios e da retórica
fácil. Acrescente-se a frágil concepção
de que, por estar exercendo legitimamente o poder, contaria
com a anuência das estruturas que buscava modificar e
reformar. A favor delas, deixando as coisas como estavam, obteria
sucesso, o que seria uma incongruência para quem pretendia
passar à História como um reformador igual ao
seu mestre, Getúlio Vargas.
Demonstrou-se, nos eventos de 31 de março
e de 1o de abril, a precariedade do poder formal. O "esquema
militar monolítico" que defenderia a legalidade
só existia na cabeça dos áulicos palacianos.
Quando precisou das Forças Armadas para garantir-lhe
o direito de continuar governando, João Goulart percebeu
have-las perdido por inteiro. Parte foi porque admitiu "reformá-las",
prestigiando tentativas de quebra de hierarquia. Parte por conta
da formidável movimentação das elites econômico-financeiras
infensas a perder privilégios. Nesse aspecto, a mídia
exerceu papel fundamental, inoculando na opinião civil
e militar o germe da insegurança.
Organizada, com fartura de dólares e
de pensadores, a direita dispunha de um objetivo claro: impedir
quaisquer reformas capazes de arranhar-lhe os benefícios,
mesmo que para isso se tornasse necessário desestabilizar,
primeiro, e depor, em última instância, um governo
constituído.
Já as esquerdas... As esquerdas dividiam-se
entre a euforia inconsequente da suposição de
que já tinham conquistado o poder e alterado estruturas
ainda imutáveis, de um lado, e, de outro, as eternas
desavenças entre seus diversos grupos inconciliáveis.
No meio delas, mesmo percebendo que a reação se
avolumava, achava-se um presidente cuja única saída
acabou sendo a fuga para a frente. O diabo é que diante
dele não se descortinava a avenida das reformas sociais,
mas o precipício do retrocesso e do cáos institucional.
É claro que as teorias cedem sempre,
quando surgem os fatos. A dúvida dominava os dois lados.
Os conspiradores ignoravam a facilidade com que o governo se
dissolveria. Estavam preparados para a guerra civil, capaz de
levar meses. Por isso, não se animavam ao primeiro gesto
ostensivo. Precisou um general meio doido botar precipitamente
suas tropas na rua, em Juiz de Fora, mesmo sem saber se seria
esmagado em poucas horas. Do Rio, os principais chefes da conspiração
tentaram demovê-lo, exigindo que voltasse com os poucos
tanques e canhões postos na estrada União e Indústria.
Mourão Filho reagiu, não faltando em sua negativa
as quixotescas afirmações que ali estava para
"vencer ou morrer". Não morreu, senão
anos depois, de doença e de desânimo, porque quem
venceu foram os outros. Numa questão de horas mudaram
de lado as tropas ditas legalistas que subiram a Serra de Petrópolis
para barrar a progressão dos revoltosos mineiros. Em
São Paulo, no Nordeste, no resto do país, a mesma
coisa.
João Goulart estava no Rio, negou-se
a autorizar que uns poucos aviões da FAB ainda sob as
ordens de seu ministro da Aeronáutica bombardeassem as
tropas do general Mourão com napaln. "Vai matar
muita gente, isso eu não permito!"
Para não ser preso, voou até
Brasília, mas, na capital, sua segurança revelou-se
ainda mais precária. Buscou resistir no Rio Grande do
Sul, imaginando a repetição dos episódios
de 1961. Esqueceu-se de que a História só se repete
como farsa. Lá, o governador não era mais Brizola,
porém Ildo Meneghetti, golpista. O general que ainda
lhe era fiel, Ladário Pereira Telles, garantiu-lhe apenas
por uma hora condições para conduzi-lo ao aeroporto
e tomar o rumo do Uruguai. Aceitou. Ladário indagou de
Leonel Brizola, também presente, se viajaria junto. Resposta:
"Eu não me chamo João Goulart! Vou resistir!"
(continua amanhã)
Feira oferece presentes artesanais para as mães
A Câmara Municipal de Porto Alegre vai
inaugurar sua Feira de Artesanato para as Mães às
9 horas desta terça-feira (26/4). O bazar funcionárá
até quinta-feira (28/4) no térreo da Casa, oferecendo
34 bancas de presentes feitos a mão por funcionários
e familiares. A entrada é franca. A Câmara fica
na Avenida Loureiro da Silva, 255. Informações:
(51) 3220-4392 e 3220-4187, e-mail claudiah@camarapoa.rs.gov.br
Claudete Barcellos (reg. prof. 6481)
Rui Biriva
Olides!
Publiquei nos jornais A Hora, de Lajeado e Antena, de Encantado.
Foi em fevereiro 2011.
Clique
aqui para ler.
mazzarino
De São Borja
Prefeitura inaugura prédio para ESF
Unidade Pelayo Olea atenderá cerca de
850 famílias da vila Santa Rosa
Um ato na terça-feira (18/04) inaugurou o prédio
do Estratégia de Saúde da Família (ESF)
número três da vila Santa Rosa, região norte
da cidade. A unidade Pelayo Moraes de Olea vai atender em torno
de 2800 pessoas em sua área de abrangência. Estiveram
presentes o prefeito em exercício Jefferson Olea Homrich,
familiares de Pelayo Olea, o Deputado Estadual Cassiá
Carpes, o presidente da Câmara Celso Lopes e os vereadores
Beto Souza, Jeovane Contreira, Farelo Almeida, Roque Feltrin
e Valério Cassafuz. Ainda prestigiaram o ato, o prefeito
João Carlos Brum e o vereador Gerson Luis, ambos de Alvorada,
região metropolitana de Porto Alegre. As autoridades
realizaram também o descerramento da placa inaugural
e da foto do homenageado no interior do prédio.
A obra teve um investimento de aproximadamente R$ 120 mil entre
recursos próprios do município e de emenda parlamentar
do deputado federal Luiz Carlos Busato. A emendas totalizam
R$ 200 mil e é destinada também à construção
do ESF número dois da vila Vicentinos que será
inaugurado no próximo dia 10 de maio, às 10h30.
A nomeação de Pelayo Moraes de Olea foi efetivada
através da lei municipal número 4.321 de 9 de
novembro de 2010, proposta na Câmara de Vereadores pelo
vereador Beto Souza.
O evento foi assinalado pela emoção, agradecimentos
e momentos de recordação. Os servidores da unidade
receberam uma homenagem do morador e usuário da unidade
Daniel Pereira, que escreveu e recitou um poema dedicado os
profissionais. "Eu pessoalmente agradeço as enfermeiras
e ao doutor. Eu sempre dei valor aos trabalhos que deram bons
efeitos, tratando-nos com dignidade e respeito. Que Deus ajude
a cuidar da nossa saúde como agora tem feito", dizia
um dos versos escritos por ele, que não se identifica
como poeta, apenas um amante da poesia.
Com um discurso emocionado relembrando o ente querido, Eudon
Henrique Olea representou a família. Eudon recordou o
espírito solidário de Pelayo. "Várias
vezes quando a população do Rincão de Santana
precisava de atendimento médico, Pelayo vinha até
a cidade, às vezes de noite e em meio as chuvas. A situação
era difícil, as estradas eram precárias. Mesmo
assim, ele buscava um médico para atender quem precisava".
"Um orgulho para nós denominar a unidade, temos
que resgatar a memória das pessoas que ajudaram o município",
afirmou o vereador Beto Souza, proponente da denominação
da unidade. Desta forma, as homenagens a Pelayo seguiram. "Um
homem sempre preocupado com São Borja", destacou
o presidente da Câmara ao relembrar Pelayo. Celso Lopes
declarou também São Borja é um dos municípios
estado que mais investe na saúde – cerca de 25%
do orçamento, segundo ele. Enfatizando, Celso Lopes acrescentou:
"O estado do Rio Grande do Sul é um dos que menos
investe na saúde e São Borja possui hoje 14 Esf's,
mostra que é preocupada com a saúde da população",
registrou.
Em seu discurso, o secretário da saúde e prefeito
em exercício Jefferson Olea Homrich, citou as ações
realizadas na saúde e a aquisição de equipamentos
destinados às unidades, como consultórios dentários
e microcomputadores. Ele enfatizou que em alguns municípios
postos de saúde estão sendo fechados, enquanto
São Borja está investindo na abertura de novos
e remodelando os que estão em operação.
"Estamos deixando os prédios alugados e nos instalando
em prédios próprios, atendendo a padronização
do ministério da saúde", comentou. Homrich
também fez menção ao deputado Luiz Carlos
Busato, deputado estadual Cassiá Carpes e ao ex-senador
Sérgio Zambiazi, pela liberação da verba.
A unidade de saúde conta com médico clínico
geral para consultas, uma vez que verificado o problema no paciente
é efetuado o encaminhamento para um médico especialista.
A unidade também dispõe de atendimento odontológico,
programa de agentes comunitários de saúde, além
de equipe permanente. Segundo a enfermeira Laureane Meireles,
responsável pela unidade, também são mantidas
reuniões com os grupos de hipertensos, diabéticos
e gestantes. Conforme a enfermeira, as reuniões tratam
de educação e saúde. "Os grupos orientam
os participantes de cuidados com a saúde e de outras
campanhas desenvolvidas, como dengue e leishmaniose. As gestantes
recebem palestras de comportamento pós-gestação
e cuidados com o bebê", sinaliza.
No entanto, todas as unidades de saúde da cidade mantém
as atividades desenvolvidas pelo Núcleo de Apoio à
Saúde da Família (NASF). As ações
englobam caminhadas, controle de obesidade e glicose, ainda
atendimento com profissionais técnicos entre fisioterapeuta,
nutricionista e assistente social. As atividades servem de apoio
das ações preventivas de saúde e objetivam
a diminuição na demanda hospitalar.
Casado com Iracema Nunes Olea, o sãoborjense do Rincão
de Santana, Pelayo Moraes Olea, teve nove filhos e faleceu aos
73 anos em outubro de 1973. Foi um dos fundadores da Associação
Rural, da extinta Cooperativa de Lãs Missioneira e contribuinte
espontâneo do antigo Hospital São Francisco.
Prêmio Açorianos de Música 2010

Prezado Goulart
Como diria o senador RADICAL DA PRUDENCIA,
Pedro Simon, pretendo ir sim ao chimarão. Quando ao desdém
sobre minhas matérias, não tou nem aí.
Como dizia o Millor, a caravana passa enquanto os cães
ladram....
Muito bom o texto sobre o Coojornal. Meus cumprimentos. Dá
gosto de ler. Nem parece que é teu... (brincadeirinha).
Vais ao chimmarão do Ayres nesta quarta?
Goulart
Niver(1)
Ontem, o deputado estadual na sua quarta legislatura,
Alexandre Postal, do PMDB completou 47 anos.
Niver (2)
No dia 11 de junho, no Clube Farrapos, o ex-governador
Olívio Dutra comemora 70 anos.
Mazzarino
Recebo as " gracinhas" do Mazzarino.
Mas eu dou crédito ao contrário dele. A expressão
" gracinhas" são do Serginho Ros.
01) - leitor habitual do teu blog, percebo uma distância
entre o que
escreves e o que eu leio. A culpa deve ser da Dilma. Eu não
li nada da
pessoas referida. Tem sobre tudo, até do Oriente Médio,
menos...
02) - É natural que devas ter garantias sobre a remessa
de material,
afinal eu quando digo que mando, acabo ficando na promessa.
Deve ser
influência da vizinha Nova Brescia.
03) - Espero ler amanhã e durante a
semana muita notícia da Fronteira.
Tu és o nosso Homem de Malboro. Enquanto isto a Serra
Gaúcha fica em
busca de valorização. Os filhos nunca percebem
o potencial da terra mãe.
E ainda xin gam os colegas vizinhos.
Viva o eletro choque!Viva Serafina! Viva Bico
Branco que deveria ser
diretor clinico de hospício.
Cantiga
Marcha Soldado
Cabeça de Papel
Se não marchar direito
Vai preso pro quartel
O quartel pegou fogo
A polícia deu sinal
Acorda acorda acorda
A bandeira nacional
Pois foi esta marchinha aí que minha
neta Helena saiu cantando pelas ruas, depois de irmos tomar
um café na noite de segunda, pouco antes dela voar com
seus pais de volta pro rio, onde vive...
aquele pitoquinho de gente cantando espontaneamente
esta cantiga me fez lembrar a peça bailei na curva que
começa justamente com uma turma de crianças no
Menino Deus cantando a musiquinha e aos fundos entra a voz do
Lauro Hagemann anunciando a deposição do Jango
e sua saída de Brasília, rumo a Porto Alegre.
Sem querer, minha neta me fez mergulhar nos últimos cinquenta
anos da história brasileira.
Perfil do deputado Alexandre Postal

Perfil do deputado Alexandre Postal, do PMDB, que fez niver
ontem junto com seu irmão gêmeo, Fernando.
Alexandre Postal nasceu em Guaporé, em 26 de abril de
1962, é casado com Rosepaula Cavanus Postal e tem uma
filha, Manuela. É militante do PMDB desde a época
estudantil. Foi eleito prefeito de Guaporé aos 26 anos.
Tem pautado sua conduta e sua atividade parlamentar na defesa
da ética, do desenvolvimento com ênfase na infra-estrutura
de transportes, das ações de incentivo à
agricultura, do estímulo às atividades esportivas,
da segurança como um direito intrínseco do cidadão
e da educação como base para o crescimento de
toda a sociedade.
Cargos que ocupou/ocupa:
• Assumiu a Primeira Secretaria da Assembleia pelo terceiro
mandato
• Eleito para o quinto mandato com 45.631 votos
• Presidente da Comissão Especial que fiscalizará
os investimentos nas rodovias do Estado. Início em junho/2010
• Reeleito Tesoureiro Geral da UNALE
• Vice-presidente da Comissão de Finanças,
Planejamento, Controle e Fiscalização na Assembleia
gaúcha. Escolhido em maio/2010
• Eleito Tesoureiro Geral da UNALE
• Líder da Bancada do PMDB em 2008
• Presidente da Comissão de Ética da ALRS
em 2006 e 2007
• Eleito pela segunda gestão como presidente da
União Nacional dos Legislativos Estaduais (UNALE) em
2007
• Reeleito Deputado Estadual em 2006 com 44.816 votos
• Secretário de Estado dos Transportes de junho/2004
a abril/2006
• Líder de Governo do RS em 2003 e 2004
• Reeleito Deputado Estadual em 2002 com 38.198 votos
• Primeiro-Secretário da Assembleia gaúcha
em 2001 e 2002
• Secretário-Geral do PMDB/RS em 2001
• Eleito Presidente da União Nacional dos Legislativos
Estaduais (UNALE) em 2003
• Reeleito Deputado Estadual em 1998 com 29.726 votos
• Vice-Líder de Governo do RS de 1995 a 1998
• Eleito Deputado Estadual em 1994 com 22.176 votos
• Assessor da presidência da TRENSURB
• Presidente da Associação dos Prefeitos
do PMDB
• Presidente da AMESNE (Associação dos Municípios
da Encosta Superior do Nordeste)
• Prefeito de Guaporé de 1989 a 1992
• Secretário-geral e vice-presidente do PMDB de
Guaporé
Celso Luiz Bender
Assessor de Comunicação
Gab. Dep. Alexandre Postal
Espanhol registrou grandes momentos
da Legalidade
Tropas tomam conta do Parque da Redenção - Foto:
José Abraham
Nubia Silveira
Um dos grandes fotógrafos gaúchos nasceu em Barcelona,
na Espanha, trabalhou como padeiro, lutou nas Forças
Republicanas,
Ex-padeiro, o fotógrafo José Abraham chegou em
Porto Alegre, vindo de Barcelona, em 1952foi preso e —
passada a segunda guerra mundial — migrou para o Brasil.
O destino foi Porto Alegre, onde José Abraham chegou,
em 1952, com mulher e filho. A escolha pela capital gaúcha
se justificava: o casal tinha familiares vivendo na cidade.
E foi um dos parentes que o levou para trabalhar no laboratório
fotográfico da Empresa Jornalística Caldas Jr,
editora, naquela época, dos jornais Correio do Povo e
Folha da Tarde.
Até as máquinas fotográficas digitais invadirem
as redações, o laboratório funcionou como
uma espécie de estágio. Entre a revelação
dos filmes e cópias de fotos, os laboratoristas aprendiam
a lidar com as velhas Rolleiflex, aqueles caixotes com visor
na parte superior. Logo saiam do quarto escuro para as ruas
da cidade. Com Abraham não foi diferente. Em pouco tempo,
Santos Vidarte, o chefe da Fotografia, convidou-o a trocar de
lugar.
Chamado por todos de Espanhol – seu forte sotaque não
deixa dúvidas sobre a razão do apelido -, Abraham
saiu para um de seus primeiros trabalhos acompanhado pelo repórter
Walter Galvani. Ambos focas, iniciantes na profissão,
foram cobrir uma enchente ocorrida em Pelotas. Não fizeram
feio.
Alfonso Abraham, que herdou do pai a capacidade de fotografar
e, também, o apelido, guarda com carinho os velhos negativos,
que contam um pouco da história do Rio Grande do Sul
e do Brasil. Em homenagem ao pai e aos 50 anos da Campanha da
Legalidade, Alfonso prepara uma exposição das
fotos do Espanhol, que revelam momentos importantes dos dias
de indefinição política.
As fotos serão expostas no Café da Imprensa, que
Alfonso mantém no térreo do edifício sede
da Associação Riograndense de Imprensa (ARI) —
Borges de Medeiros 915, no Centro de Porto Alegre. A mostra
será inaugurada no final de agosto e permanecerá
aberta à visitação até setembro.
O sonho de Alfonso, que começou a trabalhar no laboratório
com o pai, é ter, além do café, já
em funcionamento, uma galeria, que chamará de Assis Hoffmann,
seu primeiro chefe na fotografia, para mostrar o trabalho dos
fotógrafos.

Povo atende ao apelo de Brizola e se concentra em frente ao
Piratini - Foto:José Abraham

AMOR E REVOLUÇÃO
Inestimável novela péssima
A nova novela do SBT, Amor e Revolução, que vai
ao ar por volta das 10 da noite, causa uma primeira impressão
de quase repulsa, uma primeira impressão que nos desencoraja
a esperar pela segunda. É como se ela tivesse vindo para
ridicularizar os jovens que, em armas, resistiram ao golpe militar
de 1964. Em matéria de melodrama, os guerrilheiros mereciam
coisa melhor. A novela acaba com eles. Faz com que recitem falas
que soariam primárias até mesmo na boca de ativistas
imberbes de um centro acadêmico do ensino médio.
Sobra para eles um papel de tolos infantilizados e armados,
cujos sonhos socialistas são reedições
fáceis dessas campanhas publicitárias que grandes
bancos veiculam na TV às vésperas do Natal. Os
combates físicos entre policiais e militantes de esquerda
são ainda mais constrangedores: lembram uma coreografia
canhestra de balé moderno em cidade do interior. Eis
enfim a primeira impressão: esses esquerdistas do SBT
seriam reprovados em qualquer assembleia de verdade, não
seriam aceitos nem no jardim da infância do movimento
estudantil.
É uma pena, mas a gente não desiste. A gente resiste
e insiste. E não desliga a TV. Conforme os capítulos
avançam, a gente nota que não é por mal
que a novela fala tão mal da luta armada – e aí
vem a segunda impressão que nos envolve: não,
não é por querer que Amor e Revolução
vai apatetando a esquerda. Aquilo que foi tragédia nos
anos 60 agora volta como vexame de TV, mas, a cada nova cena,
a gente mantém a esperança: esse vexame virá
para o bem.
Desastre estético
Amor e Revolução é uma novela ruim pela
qual vale a pena torcer. Se há algo de que o Brasil precisa
é, vamos usar aqui uma palavra pernóstica, "revisitar"
os bastidores e os traumas da luta armada, aí incluída
a dura repressão política. A tortura precisa aparecer
na TV. É bem verdade que já houve, na década
passada, logo após a posse de Fernando Henrique Cardoso
como presidente, não uma novela, mas uma minissérie
que falou dos guerrilheiros.
Foi Anos Rebeldes, na Globo. Mas, naquela minissérie,
o tema da tortura recebeu um tratamento elíptico, distanciado.
Agora, Amor e Revolução traz longas sequências
de tortura. O problema é que elas não são
bem-feitas. Ao contrário, poderiam ser chamadas de sensacionalismo
melodramático: promovem o encontro estilístico
entre o mau gosto e o realismo impostado, que lembra a encenação
de crimes de sangue em teatro de circo mambembe. O valor estético
é nenhum, mas sempre há o mérito, vá
lá, de tocar no assunto. Daí a torcida para que
o vexame não seja total nem totalitário.
Quanto à tortura, a novela traz mais do que cenas de
ficção. Ao fim de cada capítulo, seres
humanos reais, tanto aqueles que defenderam o regime militar
como os que o enfrentaram e sobreviveram, dão depoimentos
detalhados, em primeira pessoa. Nisso, no uso que faz de testemunhos
de gente de verdade ao fim dos capítulos, o SBT apenas
copia sem a menor cerimônia a fórmula que fez escola
em novelas da Globo, mas, desta vez, o que temos são
relatos das vítimas da tortura, num nível de profundidade
e numa extensão que nunca se viu na TV brasileira.
Apenas por esses depoimentos, Amor e Revolução
já teria valido. Ela ajuda o País a desvelar o
tabu, a libertar dos arquivos mortos um assunto que os brasileiros
têm o direito de conhecer. Isso não significa revanchismo
nem pleitear a devida punição aos torturadores
e a seus chefes. Trata-se simplesmente de saber o que aconteceu
nas masmorras dos anos 60 e 70 – e só por isso
vale torcer para que a nova novela do SBT não sucumba
inteira e prematuramente à força imperiosa de
seu desastre estético. Torce-se para que o tema da novela
ganhe mais repercussão, apesar da própria novela.
Quanto ao mais, Amor e Revolução é inestimável
por levantar um tema que ainda é tabu, mas é péssima
no modo de tratá-lo.
Falta clareza
O mais terrível é que não foi por falta
de recursos que ela saiu tão mal. Ao contrário,
suas deficiências decorrem da combinação
entre a abundância de elementos de produção
– roupas, carros, cenários, luzes – e a escassez
desconcertante de sensibilidade, conhecimento histórico
e mesmo inteligência. Há um quê de ingenuidade
tardia nessa produção, como se seus autores e
diretores não soubessem que já houve, na televisão
brasileira, um programa chamado Casseta & Planeta que, definitivamente,
mudou o limite do que é ridículo. Às vezes,
Amor e Revolução lembra o velho humorístico
da Globo caçoando de novelas da própria Globo.
Parece um quadro de Casseta & Planeta perdido no tempo.
O que se dá com os figurinos é um belo sintoma
da ausência de esmero. Eles estão todos lá,
mas, no meio da estrada de terra, não há uma mancha
de poeira na farda do soldado que se engalfinha com os guerrilheiros.
O colarinho do torturador nunca perde a goma. Assim, todos os
trajes de todos os personagens cheiram a naftalina (além
de cores, a televisão às vezes transmite cheiros).
Todas as mentiras soam cômicas, e todas as verdades ganham
a pompa de um embuste.
Por falta de clareza, de legitimidade e de articulação
política, a esquerda armada levou a pior na vida real.
Por falta de delicadeza, de pensamento crítico e de arte,
a novela do SBT, apesar das intenções, vai massacrar
os guerrilheiros uma segunda vez.
Por Eugênio Bucci em 19/4/2011
MAO DE MULITA
CONHECIDO MÃO DE MULITA, O EX-PREFEITO DE PORTO ALEGRE,
GUILHERME SOCIAS VILLELA E ATUAL CONSELHEIRO DA AGERGS FOI VISTO
ONTEM NO SANTA MARTA, DO INSS, TOMANDO DE GRAÇA A VACINA
CONTRA A GRIPE.
E AINDA FOI ORIENTADO PELO GUARDA PRA IR NO
LOCAL CERTO DE TOMAR A INJEÇÃO.
100anos do lajeadense!
http://www.jornalahora.inf.br/?oxi=lerCadernos&jid=140&cadernoId=21
http://www.independente.com.br/player.php?cod=12875
Inventário da
Coojornal

uma das poucas recordações da frente da Coojornal.
O prédio era do pai do José (Zé) Teofilo
Abujamra, que era então o marido da associada Marina
Wodtke.


Tânia Krütscha e o fotógrafo
Gerson Schirmer, que passou pra Oposição dentro
da Coojornal.
O primeiro presidente da Coojornal foi o atual
dono da Coletiva Net, José Antônio Vieira da Cunha.
O vice foi Luis Claudio Cunha. A secretária foi Rejane
Baeta( a Polaca) e o gerente administrativo foi Eládio
Dias Vieira da Cunha.
O editor dos boletins era o Bicudo, Elmar Bones
da Costa.
Na verdade, a fundação da Coojornal
foi uma resposta a demissão de cerca de 30 profissionais
da Folhinha da Manhã, da Cia Jornalistica Caldas Junior.
A casa ( que aparece na foto) durante um ano
foi dividida( por causa dos poucos recursos) coma Banner Publicidade
que em setembro de 1975 decidiu-se mudar-se No primeiro boletim
que a Coojornal editou - e que está na coleção
dos jornais da Hipólito da Costa - a data da fundação
da Coojornal foi devidamente fotografada e divulgada neste boletim.
Uma raridade.
No prédio da Comendador Coruja, 372,
a Coojornal foi crescendo rapidamente e andava ficando sem espaço.
Por isto que ficou registrado que a mudança da Banner
Publicade foi bem vista.
A Coojornal tinha ficado sem espaço
até para colocar seus pertences até no andar de
cima. Mesmo o banheiro já estava sendo usado como depósito.
No próprio banheiro, colocavam coisas de arquivo.
Por isto, num boletim os jornalistas comemoravam
a conquista:
- Agora estamos folgados. E , acrescenta o
boletim dos jornalistas que depois virou o Coojornal, ganhamos
um belo pátio, com abacateiros, ameixeiras, uma parreira,
uma churrasqueira e um jardim florido.
O boletim O Bancário também mostrou-se
entusiasmado com o crescimento do Coojornal, naquela segunda
metade dos anos 70:
- A COOPERATIVA AGORA ESTÁ OCUPANDO TAMBÉM O ANDAR
TÉRREO DO CASARÃO DA COMENDADOR CORUJA!
uMA DATA HISTÓRICA DA COOJORNAL é
15 de novembro de 1975, quando circulou o número um do
boletim da cooperativa, que se tornaria o famoso Coojornal.
O nome, originalmente, não era este:
mas depois de algumas trocas de idéias ficou a abreviatura
da cooperativa mesmo como o nome.
E o primeiros números ela aparecia como BOLETIM DA COOPERATIVA
DOS JORNALISTAS DE PORTO ALEGRE.
E quando começaram as filiações - grande
maioria dos novos sócios eram ou das sucursais dos grandes
jornais de Porto Alegre - ou dos jornalistas que tinham saída
da caldas junior. Uma das condições pra ser sócio
era ter domíclio em Porto Alegre. Mas alguns jornalistas
gaúchos que estavam em São Paulo se filiaram porque
tinham familiares que moravam em Porto Alegre.
A cooperativa foi crescendo como bolo com muito
fermento: um ano depois de fundada já tinha 200 associados
e editava o Jornal do Inter e cinco jornais para empresas.
Pessoas que fizeram a Coojornal
Gerson Schirmer
Umdos mais controvertidos sócios da
Coojornal. O fotógrafo foi praticamente um dos que fechou
a Coojornal.Um dos que apagou a luz....
Gerson Lopes Schirmer nasceu em Porto Alegre
em 13.10.1950, filho de Lauro Schirmer e de Lucy Carvalho Lopes.
Foi sempre repórter fotografico.
Quando entrou pra Coojornal, já tinha
sido um dos fotógrafos do jornal ZH.
Hoje vive em Florianópolis, depois de
ter passado pela TVE, onde coordenou um projeto de memória
dos perseguidos políticos durante a ditadura.
Gerson foi também, nos anos 80, dono
do celébre restaurante DOCE Vida , na República,
frequentado por boêmios, jornalistas, intelectuais e artistas
em geral.
TANIA HELENA KRüscka Barros
Nascido em sao Jerônimo, em 16.06.1946,filha
de Carlos Krütscka e de Zely de O. Krütscka. Trabalhou
na Folha da Tarde, antes de ir pra Coojornal.
Era uma das jornalistas que editava os jornais
pras empresas pela Cooperativa.
Trabalhou ainda na Igreja de Confissão
Luterana.
Morreu nos anos 80, durante uma cirurgia eletiva
por um choque com a anestesia. Foi a incentivadora pra que o
então marido, nos anos 70, o também Jornalista
Jefferson Barros, escreve-se nos anos 90, o livro GOLPE MATA
JORNAL.
ELA NÃO ESTAVA MAIS VIVA pra ver o resultado
do seu incentivo.
Sala da Presidencia da Câmara é denominada Pérsio
Colombo Lima
Foi inaugurada nesta terça feira, 26 de abril, na sala
da presidência da Câmara de vereadores a placa denominando
a sala de Pérsio Colombo Lima, uma homenagem proposta
pelo vereador Beto Souza. Estavam presentes representantes da
família do ex vereador e presidente desta casa Pérsio
Colombo Lima. A filha Maria Fernanda Lima Mattos agradeceu a
homenagem, o filho Leonardo Moretti Lima colocou a placa no
lugar e a filha Ilma Helena Moretti Lima recebeu as flores do
presidente Celso Lopes.
Farelo sugere posto de coleta e distribuição da
Defesa Civil
A prefeitura acolheu a sugestão do vereador
Farelo Almeida (PDT) e irá criar o posto de coleta e
distribuição de materiais da Defesa Civil.
A ideia é que as pessoas possam fazer doações
e que este material fique todo em um só lugar, onde as
pessoas saibam a localização e tenha um telefone
de emergência disponível. Assim em casos de enchentes
ou temporais se tenha uma reserva técnica. “Sempre
que acontece catástrofe natural precisamos tomar medidas
de urgência e com isso o município acaba gastando
mais. Se tivermos um lugar com doações, suprimentos
e materias para este tipo de problema facilitará para
prestar ajuda mais rápido”, destacou Farelo.
Assessoria de Imprensa Câmara Municipal de Vereadores
de São Borja/RS
Convite
Eu, Admar Pozzobom, na condição
de presidente da Comissão de Políticas Públicas
Cidadania e Assuntos Regionais, tenho a honra de convidá-lo
para Reunião Pública com a finalidade de discutir
a Lei Municipal nº5434, conhecida como Lei Anti-Fumo, que
proibe o consumo de cigarros, charutos ou de qualquer outro
produto fumígeno, derivado ou não de tabaco.
Data: 04 de maio de 2011
Hora: 14h
Local: Plenário da Câmara de Vereadores de Santa
Maria
Admar Pozzobom - Vereador
FAMURS É HOJE ELEIÇÃO
CANDIDATOS SÃO MISSIONEIROS!
NA SEDE DO PDT EM PORTO ALEGRE SERÁ
HOJE A ELEIÇÃO DO NOVO PRESIDENTE DA FAMURS...
DISPUTAM EDUARDO LOUREIRO, PREFEITO DE SANTO
ANGELO E MARIOVANE WEIS, DE SÃO BORJA.
É UMA BOA BRIGA MISSIONEIRA.
O Mandato dura um ano....
Não há prognósticos, mas
pesquisas particulares indicam a vitória de Eduardo,
filho de Adroaldo Loureiro, deputado pedetista.
O PIT-STOP DOS "TERRORISTAS", OU
"SUBVERSIVOS" RUMO AO PAíS SOCIALISTA
DE ALLENDE!

Domingos Calza(de oculos) pai do padre Sérgio, Genovino
Migliavacca(cunhado do padre Mário Dagostini), padre
Mário Dagostini e o padre norte-americano Paul Seatle
em Villa Elisa, em La Plata, Argentina, entre os anos 70/71
do seculo passado. acervo Marieto Migliavacca.
A CASA DOS PADRES localizada em Villa Elisa,
em La Plata, Argentina,administrada pela Mitra Católica
de Buenos Aires era onde os chamados subversivos ou terroristas
do Brasil paravam por alguns dias, até se deslocarem
ao Chile, onde eram acolhidos pelo governo de Salvador Allende.
A casa,q ue funcionava como um recanto de repouso
de padres que trabalhavam em fábricas e nos arrabaldes
da capital portenha, era do tempo em que os ingleses tinham
construído as ferrovias argentinas.
- Ela era muito bonita, sobria, com jardins,
canchas de golpe e gramados pra andar a cavalo porque o inglês
gosta disto, conta o arquiteto Mário Migliavacca que
a conheceu no começou dos anos 70, porque lá morava
seu tio, o padre Mário Dagostini.
- Chegavam lá muitos subversivos do
Brasil. Eles ficavam não mais que dois dias, porque o
padre Mário os mandava seguir pro Chile. Ele tinha medo
que a polícia argentina invadisse lá .
Naqueles anos começou a atuação dos Montoneros
e outros guerrilheiros e todo dia apareciam uns 5 ou 6 mortos.
Não sabíamos se estes mortos eram do EXército
ou dos guerrilheiros,conta Mário, que diz que o padre
Mário Dagostini o aconselhou a regressar ao Brasil e
ele se mudou pro EStados Undios, onde vive até hoje,
aposentado como capelão militar do Exército norte-americano.
Mário lembra que um dos subversisos
que passou por lá rumo ao Chile era de Garibaldi, do
RS.
Histórias de la Undeze
O DIA QUE JURIDES SANTIN
IA MATAR CHICO CALZA....
JURIDES SANTIN morava DE aluguel numa casinha, nos fora de Serafina
mas comprou um terreno na rua do Imigrante, um bairro que nos
anos 90 estava começando a se desenvolver na cidade.Ele
que se criara trabalhando em Caxias, onde acabou casando, foi
pra serafina, onde tinha nascido, Mas o que a prefeitura prometeu
fazer, que era a rua e o "abaixamento" da mesma,-
porque as casas tinham dificuldade de fazer a saída dos
carros por ser terreno íngreme - nunca fazia.
Era aquela enrolação...
E a obra andando e o dinheiro contadinho.
Até que um dia, depois de um almoço,
Jurides, o dono da casa perdeu a paciência. Pegou o 38,
colocou na cintura e foi na prefeitura. Chegou lá a uma
da tarde, entrou direto no gabinete do Chico Calza,secretário
de obras, e lhe disse:
- São uma da tarde. Se até as
tres tu não mandar as máquinas abaixar a rua,
venho aqui e te mato.
E fez o gesto de levantar a camisa pra mostrar
o que tinha debaixo.
Foi pra casa e pouco antes as 3 da tarde, o
trator começou a roncar na rua do Imigrante, abaixando
a rua ...Mesmo assim, pros moradores saírem das garagens
das casas, é uma dificuldade por causa do terreno inclinado
que ficou porque a Imigrantes não foi baixada como havia
sido prometido.
Implantação do Pisa será vistoriado pela
Cosmam nesta terça
Em reunião externa, nesta terça-feira
(26/4), os vereadores da Comissão de Saúde e Meio
Ambiente (Cosmam) da Câmara Municipal de Porto Alegre
irão percorrer as regiões da cidade conhecidas
como Ponta da Cadeia, junto à Usina do Gasômetro,
o terreno do extinto Estaleiro Só, proxímo ao
Museu Iberê Camargo, a orla do Guaiba no Bairro Cristal,
e as margens na Ponta da Serraria.
O objetivo é tomar conhecimento do estágio
de implantação das tubulações do
Programa Integrado Socioambiental (Pisa) de Porto Alegre. Nessas
regiões, estão localizados os principais pontos
de bombeamento subaquático e em terra do projeto de tratamento
de esgotos da cidade.
Foram convidados para a inspeção
representantes da Smam, do Dep, da PGM, da Defesa Civil, da
Secretaria municipal de Governança, da Promotoria de
Justiça e Defesa do Meio Ambiente e do Departamento de
Pesquisa e Desastres Ambientais da Ufrgs. A visita terá
início às 9 horas na área da Usina do Gasômetro.
Fernando Cibelli de Castro (reg. prof. 6881)
Alienação parental e Agapan em destaque
na sessão desta segunda
A Semana de Conscientização contra
a Alienação Parental será abordada na tarde
desta segunda-feira (25/4), na Tribuna Popular da sessão
ordinária da Câmara Municipal de Porto Alegre.
Presidente da Associação Brasileira criança
Feliz, Sérgio de Moura Rodrigues será o orador.
Também na tarde de hoje, no período de Comunicações,
será assinalado o transcurso dos 40 anos da Associação
Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural
(AGAPAN).
A sessão tem seu início marcado
para às 14 horas, no Plenário Otávio Rocha
do Palácio Aloísio filho, sede do Legislativo
municipal. As atividades dos vereadores em plenário podem
ser acompanhadas ao vivo nas galerias, pela Rádio Câmara
ou TV Câmara, ambas com links disponíveis na página
eletrônica www.camarapoa.rs.gov.br. Nas segundas e quintas-feiras
as sessões ordinárias também são
transmitidas ao vivo pelo Canal 16 da NET. A sede da Câmara
Municipal de Porto Alegre está localizada na Avenida
Loureiro da Silva, 255.
Helio Panzenhagen (reg. prof. 71554)
Do Fundo da Memória (1)
Por Carlos Chagas
A Conspiração das Elites

Castelo Branco, que assumiu em 1964, é cumprimentado
pela raposa política gaúcha, Ildo Meneghetti,
no aeroporto salgado filho.
De vez em quando é bom mergulhar no
passado, quando nada para não repetir erros, porque se
não nos diz o que fazer, o passado sempre nos dirá
o que evitar.
Há mais de quarenta anos vivia o Brasil
uma situação de crise iminente. Depois da entusiástica
reação nacional ao golpe, em 1961, liderada por
Leonel Brizola, entramos em 1964 sob a égide da conflagração.
O então presidente João Goulart tivera assegurada
sua posse e governava, por força da resistência
do cunhado, governador do Rio Grande do Sul e logo depois o
deputado federal mais votado da história do país,
eleito pela Guanabara. O problema estava na permanência
ativa das forças que tentaram rasgar a Constituição
e permaneciam no mesmo objetivo. Uns pela humilhação
da derrota, outros por interesse, estes ingênuos, aqueles
infensos a quaisquer reformas sociais – todos se vinham
fortalecendo sob a perigosa tolerância de Goulart. Conspirações
germinavam em variados setores sob a batuta de um organismo
central, o IPES, singelo Instituto de Pesquisas Econômicas
e Sociais, mas, na verdade, um milionário centro de desestabilização
do governo trabalhista, erigido em cima de milhões de
dólares. Sua chefia era exercida pelo general Golbery
do Couto e Silva, na reserva, arregimentando políticos,
governadores, prefeitos, militares das três armas, fazendeiros,
empresários aos montes, classe média e até
operários e estudantes. O polvo tinha diversos tentáculos,
como o CCC (Comando de Caça aos Comunistas), MAC (Movimento
Anticomunista), CAMDE (Campanha da Mulher pelas Democracia),
IBAD (Instituto Brasileiro de Ação Democrática)
e outros, muito bem subsidiados, que se encarregavam de agir
nas ruas.
Claro que a maioria da imprensa dava ampla
cobertura a essas diversas atividades, sempre escondidas sob
a fantasia da defesa da democracia “ameaçada pelas
reformas de base pretendidas pelo governo comunista de João
Goulart”. Publicidade e dinheiro vivo era o que não
faltava, além, é claro, das inclinações
pessoais dos barões da mídia.
Do outro lado, organizavam-se as forças
que imaginavam estar o Brasil marchando para o socialismo. O
CGT (Comando Geral dos Trabalhadores), a Frente Nacionalista,
o Grupo dos Onze, as Ligas Camponesas e outros.
Depois da ridícula experiência
parlamentarista o presidente retomara, através de um
plebiscito, a plenitude de seus poderes. Diante da resistência
do Congresso em votar as reformas, Jango decidiu promovê-las
“na marra”. Abria perigosamente o leque, ao invés
de realizá-las de per si, uma por uma. Ao mesmo tempo,
pregava a reforma agrária, pela desapropriação
de terras por títulos da dívida pública;
a reforma bancária, com a estatização do
sistema financeiro; a reforma educacional, com o fim do ensino
privado; a reforma urbana, através da proibição
de os proprietários manterem casas e apartamentos fechados,
sem alugar; a reforma na saúde, pela criação
de um laboratório estatal capaz de produzir remédios
a preços baratos; a reforma da remessa de lucros, limitando
o fluxo de dólares que as multinacionais enviavam às
suas matrizes; a reforma das empresas, impondo a participação
dos empregados no lucro dos patrões e a co-gestão;
a reforma eleitoral, concedendo o direito de voto aos analfabetos,
aos soldados e cabos. Entre outras.
Contava-se, como piada, haver um túnel
secreto ligando as instalações do IPES à
embaixada dos Estados Unidos, no Rio. Verdade ou mentira, os
americanos estavam enfiados até o pescoço na conspiração,
por meio do embaixador Lincoln Gordon e do adido militar, coronel
Wernon Walters, antigo oficial de ligação do Exército
americano com a Força Expedicionária Brasileira,
na Itália. Linguista exímio, sabendo falar até
mesmo o português do Brasil e o de Portugal, em separado,
tornara-se amigo dos majores e coronéis que lutaram na
Itália, agora generais importantes. E em grande parte,
conspiradores.
A estratégia inicial era impedir as
reformas de base e deixar o governo Goulart exaurir-se, desmoralizado,
até o final do mandato. Tudo mudou quando o presidente
se deixou envolver por outra reforma, a militar. Partindo de
um inexplicável artigo da Constituição
que limitava a possibilidade de os sargentos se candidatarem
a postos eletivos, bem como das dificuldades antepostas pela
Marinha para a organização sindical dos subalternos,
tudo transbordou. Pregava-se a quebra da hierarquia entre os
militares. Acusada de estar criando um soviete, a Associação
dos Marinheiros e Fuzileiros rebelou-se, instalando-se na sede
do sindicato dos Metalúrgicos. Mais de mil marinheiros
e fuzileiros recusaram-se a voltar aos seus navios e quartéis,
tendo o governo preferido a conciliação em vez
da punição. A ironia estava em que o chefe da
revolta, o cabo Anselmo, o mais inflamado dos insurrectos, era
um agente provocador a serviço do golpe. Quanto mais
gasolina no fogo, melhor.
Juntava-se a isso a decisão de Goulart
de realizar monumentais comícios populares, onde assinaria,
por decreto, as reformas negadas pelos deputados e senadores.
Só fez um, a 13 de março, sexta-feira, no Rio,
quando desapropriou terras ao longo das rodovias e ferrovias
federais, encampando também as refinarias particulares
de petróleo. Naquela noite, na Central do Brasil, e ironicamente
diante do prédio do ministério da Guerra, discursaram
revolucionáriamente os principais líderes de esquerda:
José Serra, presidente da União Nacional dos Estudantes,
Dante Pelacani, dirigente do CGT, Miguel Arraes, governador
de Pernambuco, Leonel Brizola, deputado federal, e outros. Cada
orador sentia a necessidade de ir além do que pregara
o antecessor. Quando chegou a vez do presidente Goulart, não
lhe restou alternativa senão superar os companheiros.
Fez um discurso que os historiadores precisam resgatar. Uma
espécie de grito de revolta diante das elites, a pregação
da independência para os humildes e os explorados. O desfecho
estava próximo, demonstrando que, do lado de cá
do planeta, enquanto a esquerda faz barulho, a direita age.
(continua amanhã)
A Carta publicada ontem no Globo
Por Gil Cordeiro Dias Ferreira
Que venha o novo referendo pelo desarmamento.
Votarei NÃO, como da primeira vez, e quantas forem necessárias.
Até que os Governos Federal, Estaduais e Municipais,
cada qual em sua competência, revoguem as leis que protegem
bandidos, desarmem-nos, prendam-nos, invistam nos sistemas penitenciários,
impeçam a entrada ilegal de armas no País e entendam
de uma vez por todas que NÃO lhe cabe desarmar cidadãos
de bem.
Nesse ínterim, proponho que outras questões sejam
inseridas no referendo:
• Voto facultativo? SIM!
• Apenas 2 Senadores por Estado? SIM!
• Reduzir pela metade os Deputados Federais e Estaduais
e os Vereadores? SIM!
• Acesso a cargos públicos exclusivamente por concurso,
e NÃO por nepotismo? SIM!
• Reduzir os 37 Ministérios para 12? SIM!
• Cláusula de bloqueio para partidos nanicos sem
voto? SIM!
• Fidelidade partidária absoluta? SIM!
• Férias de apenas 30 dias para todos os políticos
e juízes? SIM!
• Ampliação do Ficha-limpa? SIM!
• Fim de todas as mordomias de integrantes dos três
poderes, nas três esferas? SIM!
• Cadeia imediata para quem desviar dinheiro público?
SIM!
• Fim dos suplentes de Senador sem votos? SIM!
• Redução dos 20.000 funcionários
do Congresso para um terço? SIM!
• Voto em lista fechada? NÃO!
• Financiamento público das campanhas? NÃO!
• Horário Eleitoral obrigatório? NÃO!
• Maioridade penal aos 16 anos para quem tirar título
de eleitor? SIM!
UM BASTA! NA POLITICAGEM RASTEIRA QUE SE PRATICA NO BRASIL?
SIM !!!!!!!!!!!
Coleguinhas
*Mazza consegui um exemplar do Pioneiro do findi pra ti. vai
via correio. Mas manda o material do Lajeadense...
*Edgar Maróstica vai substituir o falecido Guerinet de
Costa na VOCE DEL VENETO, na Odisséia FM,d e serafina,
a partir do dia 1/05. Mas vaifazer o programa na Odisséia
que será transmitido em cadeia com uma rádio de
Veranópolis, onde ele já tinha o programa.
*Falar nisto. fiquei sabendo o real motivo da ida embora do
Luis Carlos Fiorin, da Odisséia. Pelo menos é
o que me passaram:
Tava dando tanta incomodação
com prefeitos da região que os Massolini, principalmente
o Enio, que é dono da rádio,segundo dizem, resolveu
botar um ponto final. E medo de processos, né.
*Fiorin a ainda é o sócio da Gazetinha? Não
se sabe. há quem diga que ele vendeu sua parte.
*Rogério Mendelski estava meio de má vontade com
um ouvinte da Guaíba, ontem, que disse estar ele fazendo
um programa muito macabro.
O polaco se irritou com com o ouvinte. Ouviente
ás vezes torra mesmo, mas o cara tem sempre razão.
*Correinho fez duas boas matérias que eu li neste feriadão:
uma sobre o apoio do PP ao governador Tarso na Assembleia e
a outra no domingo sobre quem são sos " kids"
do governador no governo estadual...
*Fábio Marçal foi transferido pra horário
mais civilizado. 7:15 da manha. Espero que não perca
o mau humor que era o melhor dele.
*Dia 1/05 começa de novo o correspondente
da Guaíba..
*Ninguém sabe porque a Mariana Bertolucci
perdeu a coluna social da ZH.
*Depois que o Gasparotto saiu deste espaço - alías
fato que gerou muitos boatos sosbre a real motivação
de sua saída - o espaço VIP do segundo caderno
de ZH andou trocando de mãos muitas vezes.
Sorte de uns, azar de outros
O entendimento do STJ em ações
sobre loterias e apostas. Entre dez casos, os insucessos judiciais
de um apostador gaúcho e do Grêmio Esportivo Brasil,
de Pelotas. E a derrota do matemático Oswald de Souza
na ação contra CEF, por causa da loteria "Certo
ou Errado".
Espaço Vital
Revolução dos cravos: primavera em Lisboa
Dois colegas, que não estáo mais entre nós
- eta expressãozinha pra dizer que já morreram
- pegaram a revolução dos Cravos. clovis ott e
josué guimarães! clovis fez matérias pra
folhinha da manhã e o Josué pra Folha de são
paulo!
por Lincoln Secco*
Em abril de 1974, soldados liderados por um
capitão do Exército deixaram os quartéis
rumo à sede do governo. Saudados pela população,
que os presentearam com cravos vermelhos e brancos, eles marcharam
para derrubar uma ditadura que já durava mais de 40 anos
Passavam 20 minutos da meia-noite de 25 de abril de 1974 quando
os acordes de “Grândola, Vila Morena” começaram
a tocar numa rádio de Lisboa. Os poucos ouvintes notívagos
estranharam, afinal, aquela era uma música proibida,
cujos versos foram censurados pelo governo: “Em cada esquina
um amigo/ Em cada rosto igualdade/ Grândola, Vila Morena/
Terra da fraternidade.” A canção, que havia
se tornado um hino dos jovens e intelectuais contra a ditadura
que já durava mais de 40 anos, naquela noite, era um
sinal: a revolução começara. A poucos quilômetros
de Lisboa, sob o comando do capitão Salgueiro Maia, as
tropas do quartel de Santarém começaram a movimentar-se.
O mesmo ocorria em vários pontos do país.
Fundamental em todo movimento de sublevação, naquela
madrugada, a velocidade de marcha era um fator especialmente
importante. Era preciso deslocar-se num ritmo maior que as notícias,
pois os revolucionários deveriam tomar Lisboa antes que
o governo descobrisse as operações. Às
portas da capital, no entanto, a coluna de carros de combate
parou abruptamente. Salgueiro Maia, que estava à retaguarda,
gritou para saber o que tinha ocorrido. Por que parou? Ouviu
algumas risadas, antes de lhe darem a resposta. O primeiro carro
se havia detido diante de um sinal vermelho. O condutor do veículo,
no cumprimento das leis de trânsito (e do bom senso dos
dias comum, num dia incomum), havia atrasado em alguns minutos
o, naquele momento, irrevogável curso da história.
Contornado o problema, o comboio seguiu.
Amanhecia quando os militares revolucionários chegaram
ao Terreiro do Paço, onde ficavam os ministérios.
Não foram necessários combates – apenas
alguns tiros para o alto foram disparados – ou escaramuças.
As tropas mobilizadas ganhavam cada vez mais adesões
e o povo tomou as ruas, apoiando o movimento. Alguns telefonemas,
emissários e um ultimato. Em poucas horas o governo de
Marcelo Caetano – que assumira o poder depois de Oliveira
Salazar, o ditador que governou Portugal de 1933 até
a morte, em 1970 – foi deposto. Ainda na manhã
do dia 25, a cidade foi tomada por manifestações
populares, cartazes coloridos e flores. Sem ninguém saber
bem a razão, floristas de Lisboa distribuíam cravos,
símbolos da cidade desde os tempos imemoriais, para os
soldados que os exibiam, gloriosos, nas lapelas.
Mas uma revolução não nasce do dia para
noite. E um governo que durou mais de 40 anos não acaba
assim de repente. Quando o capitão Salgueiro Maia colocou
seus homens na rua, expressava um sentimento comum a militares
e civis de todo o país: pôr fim à ditadura
e, sobretudo, terminar com a Guerra Colonial na África.
A questão do ultramar era um espinho na garganta do governo
português desde os anos 50. No século 19, Portugal
viveu o desejo e a ilusão de continuar sendo o grande
império da época dos descobrimentos. Depois da
independência do Brasil, em 1822, Portugal sonhava com
o projeto de reviver na África os lucrativos negócios
que tinham por aqui. Por uma série de razões,
não funcionou. No entanto, nas complexas negociações
da divisão dos territórios africanos com outras
potências européias, mesmo sem poder econômico
e militar comparável ao de Inglaterra e França,
os portugueses mantiveram Angola, Moçambique, Guiné-Bissau
e outras possessões menores.
No século 20, o período do pós-guerra detonou
uma série de movimentos de libertação nesses
países. A presença portuguesa era garantida à
custa de uma dispendiosa ocupação militar, que
cada vez mais indispunha o governo com os setores da sociedade
que não estavam mais dispostos a pagar por isso. Portugal
tornava-se um império periférico, que cedia, cada
vez mais, à exploração de suas colônias
a empresas estrangeiras e vinculava-se economicamente ao mercado
europeu. Em 1961, teve início a chamada Guerra no Ultramar.
Tropas guerrilheiras em Moçambique, Angola e Guiné-Bissau
rebelaram-se contra o governo português, que obrigou o
país a desviar ainda mais recursos do orçamento
para manter o conflito que durou até 1974. A revolução
lusa colocou um ponto final no sonho colonial português,
que fora moldado com as idéias e as práticas do
século 19.
Pode parecer estranho fazer uma revolução para
depor um governo cujo ditador havia morrido alguns anos. Mas
foi o que ocorreu. Salazar tomou o poder em Portugal em 1933
e governou com mão de ferro. Na década de 30,
ele não estava sozinho e, ao lado de Francisco Franco,
da Espanha, de Benito Mussolini, da Itália, e Adolf Hitler,
da Alemanha, integrou o clube dos ditadores que fizeram o auge
do totalitarismo na Europa. Quando a Segunda Guerra explodiu,
no entanto, o governo português tinha muitos interesses
econômicos fora do Eixo, e, ao lado dos espanhóis,
preferiu a neutralidade. Nos anos que se seguiram, o país
mergulhou numa mórbida placidez. Salazar desestimulou
a economia, preferindo incentivar o grosso da população
a permanecer no campo. As elites do país viviam do que
conseguiam tirar da África e qualquer crítica
ao governo era punida pela Polícia Interna de Defesa
do Estado, que prendia, torturava e matava os opositores.
Quando Salazar morreu, em 1970, a ditadura continuou com o professor
de direito Marcelo Caetano que, na prática, já
governava como ministro de Salazar, que, depois de um derrame,
em 1968, estava impedido de exercer o cargo de presidente. Os
anos de repressão e isolamento político haviam
colocado no mesmo barco, o da oposição, um largo
espectro de descontentes: socialistas, comunistas, liberais,
ex-combatentes da guerra na África, exilados e desertores.
Porém, somente quatro anos após a morte do grande
ditador, a revolta estourou.
É por isso que, naquela madrugada fria de 25 de abril,
o capitão Salgueiro Maia e seus homens sabiam muito bem
o que iriam fazer em Lisboa. O governo tinha de cair a qualquer
custo. E caiu com uma facilidade impressionante. Nos dias em
que se seguiram ao exílio de Marcelo Caetano –
primeiro na Ilha da Madeira e depois no Rio de Janeiro –,
a felicidade parecia fácil de ser alcançada. Lisboa
viu-se tomada por protestos de todo tipo, com murais inspirados
na revolução cultural de Mao Zedong e mulheres
pedindo liberdade sexual, entoando em conjunto uma das estrofes
mais feministas da história: “Homens na cozinha!”
A troca de governo foi rápida. Tão rápida
que para muitos permaneceu, naqueles primeiros dias, a sensação
de que não havia governo algum. Como em qualquer revolução,
a disputa pelo poder foi acirrada. No primeiro momento, assumiu
o governo o general António Spínola, antigo aliado
do governo de Caetano, mas já rompido com ele quando
eclodiu o movimento. Nos anos de 1975 e 1976, uma sucessão
de governos provisórios, golpes e contragolpes culminou
no afastamento de Spínola, na estatização
dos bancos e outras medidas socialistas e radicais. Um alto
membro do governo americano, assustado com a influência
do Partido Comunista Português, chegou a lamentar a perda
dos “irmãos lusos para os inimigos vermelhos da
União Soviética”. Um exagero. Talvez a Revolução
dos Cravos não tenha sido aquela em que os mencheviques
venceram, como afirmou um de seus líderes civis mais
proeminentes, Mário Soares, do Partido Socialista, que
depois assumiria a presidência do país, em alusão
aos moderados que perderam a batalha para os bolcheviques de
Lênin, em 1917. O fato é que a revolução,
que tinha um discurso socialista, foi, pouco a pouco, caminhando
para um regime social-democrata, mais preocupado em integrar
Portugal à comunidade européia e ao capitalismo.
No entanto, naquele dia, 25 de abril de 1974, enquanto nascia
o Portugal de hoje, com flores vermelhas na lapela, os soldados
e a população, sem imaginar o que viria, mas confiantes
no futuro, entoavam em conjunto a música proibida: “Em
cada esquina um amigo/ Em cada rosto igualdade/ Grândola,
Vila Morena/ Terra da fraternidade”.
* Lincoln Secco é doutor em história pela Universidade
de São Paulo
Saiba mais
Livro
A Revolução dos Cravos, Lincoln Secco, Alameda/Cátedra
Jaime Cortesão, 312 páginas, Preço: R$38,60
De São Borja
Repercute os eventos da Legalidade da TERRA DOS PRESIDENTES.
Recebo do Letier Vivian, da câmara local!
Abre esse link e procura o programa Jornal
do Almoço do dia 18/04 e ve a reportagem que fizeram
http://wp.clicrbs.com.br/rbstvuruguaiana/page/2/?topo=52%2C1%2C1%2C%2C268%2Ce268
Padre Marcelo Rossi revela que foi impedido de chegar perto
do papa
COMO DIZIA O JOÃO BATISTA MARÇAL, O " LOKO"
MAIS MARAVILHOSO E SÓBRIO( SÓ NÃO BEBE
GUARANÁ)QUE CONHEÇO; É LAMA PURA E LAMA
NA SANTA MADRE IGREJA CATOLICA,APOSTOLICA ROMANA

domingo, 17 de abril de 2011
Em entrevista à Veja, Padre Marcelo
Rossi revela que foi impedido de chegar perto do papa Bento
XVI durante sua visita ao Brasil
Aos domingos, acordo e vou direto a caixa do correio. Pego a
Veja, folheio e pinço as matérias mais interessantes.
Neste domingo de Ramos, início da Semana Santa, as famosas
páginas amarelas de Veja trouxeram uma entrevista com
o Padre Marcelo Rossi, que se encaixa mais como um desabafo.
O padre se diz ressentido com alguns membros da arquidiocese
de SP que, segundo ele, o impediram de cantar e sequer chegar
perto de do papa Bento XVI, durante sua visita ao Brasil em
2007. Na mesma entrevista, ele chama a Igreja Universal de seita
e elogia as igrejas evangélicas que têm uma doutrina
como a Assembléiade Deus.
Padre Marcelo fala a Veja: Ressentimentos amarelados
veja alguns trechos da entrevista:
SOBRE VAIDADE
VEJA: O senhor é vaidoso?
PADRE MARCELO ROSSI: Tomo remédio para
não ficar careca. Um amigo meu me avisou que ele aumenta
o risco de impotência, mas para um padre fiel ao celibato
isso não é problema.
SOBRE AS IGREJAS EVANGÉLICAS
VEJA: Como é sua relação
com as igrejas evangélicas
PADRE MARCELO ROSSI: Até hoje algumas
me viram a cara,mas eu respeito as igrejas que tem uma doutrina
como a Assembléia de Deus. A Universal não considero
igreja e sim uma seita. Gugu uma vez me chamou para ir no programa
dele, mas Record não dá pra ir.
PADRE MARCELO REVELA QUE ALGUNS MEMBROS DA ARQUIDIOCESE DE SÃO
PAULO IMPEDIRAM ELE DE CHEGAR PERTO DO PAPA EM 2007
"Integrantes da arquidiocese de SP capricharam
em me humilhar.Eu tinha um sonho de cantar para o papa na minha
terra, mas nos colocaram para cantar às 5:30 da manhã
e é claro que o papa não estaria lá a esta
hora. Um policial federal nos barrou dizendo que nossos crachás
não davam acesso ao palco principal. Ficamos do lado
de fora e com frio até alguém resolver nos deixar
entrar".
VEJA: A que o senhor atribui esta humilhação?
PADRE MARCELO ROSSI: ( faz o gesto de dor de
cotovelo) Dor de cotovelo , mas aprendi com o sofrimento a não
remoer mágoas
DEPRESSÃO
VEJA: O senhor chegou a ter depressão
por causa desses episódios?
PADRE MARCELO ROSSI: Não sei se foi
depressão, mas fiquei muito triste e o fato disso tudo
foi eu ter sido impedido de ver o papa em 2007. Sofri uma queda
na esteira ergométrica e passei dois meses em cadeira
de roda, engordei 14 quilos.Não dividi minha angústia
com ninguém a não ser meu bispo.
Fonte: Veja nº 2. 213
DE SÃO BORJA
BAITA ELOGIO
O WOLMER JARDIM NA SUA COLUNA DE SEXTA PASSADA
ELOGIA OS EVENTOS DA LEGALIDADE EM SÃO BORJA. E OLHA
QUE UM ELOGIO DO WOLMER É COISA RARA!
Vou transcrever a nota dele. Segue abaixo:
COMEÇO COM O PÉ DIREITO (epa!)
Fico sabendo que a programação
inicial comemorativa aos 50 anos da Legalidade (foto) foi um
tremendo sucesso na Câmara Municipal, apesar da ausência
de Carlos Bastos, jornalista que coordena a programação
a ser desenvolvida pela Assembleia Legislativa, referente ao
mesmo fato histórico/políticos.
A organização, com Letier participando ativamente,
beirou à perfeição, segundo ouvi dizer.
Parabéns, ao Vereador Celso Lopes, à Mesa Administrativa
e, principalmente, aos funcionários da Casa e às
demais pessoas que se envolveram na elaboração
das comemorações.
Rio(1)
Quem ia pro rio,ontem, no voo das 8 horas,
teve que mudar de vida. O voo foi cancelado por causa da neblina.
Passageiros foram transferidos pras 22 hora s do mesmo dia.
Rio(2)
Quem passou feriadão no rio, pegou sol, mas a água
do mar estava gelada.....
Norminha Duval

Na quinta-feira (28), o Sarau no Solar apresenta Norminha Duval,
interpretando grandes nomes da MPB. O evento, que ocorrerá
na José Lewgoy, do Solar dos Câmara (Duque de Caxias,
968), iniciará às 18h30, com entrada franca. Revelada
em um programa de talentos infantis da Rádio Farroupilha,
Norminha iniciou sua trajetória na música quando
ainda era criança.
Conhecida pelo seu estilo “flamenco” de tocar, a
artista tinha 15 anos quando foi contemplada com uma bolsa para
estudar violão clássico, em Barcelona. Em 2009,
apresentou-se na Freguesia de Santo Vila Nova do Conselho de
Guimarães, em Portugal. Recuperada de um atropelamento
que afastou por seis meses a artista dos palcos, Norminha realizará
o Sarau entoando músicas de Chico Buarque, Vinícius
de Moraes, Roberto Carlos e outros consagrados artistas da música
popular brasileira.
A REVOLUÇÃO QUE O ARENA TRICOLAR VAI FAZER
NO BAIRRO HUMAITÁ.
VEJA IMAGENS VIRTUAIS!



Feriadão(1)
Foi o maior movimento em rodovias e rodoviárias
desde 2003...
Feriadão(2)
Não há como atender bem com tanta
demanda...mas me chamou a atenção o engarrafamento
da 386, a presidente Kennedy.
Feriadão(3)
Rodoviária da capital está defasada.
está na hora de fazerem uma perto da arena do Grêmio!
O DIA QUE DEISE DESFILOU EM SERAFINA
Acervo de Julia Santin
Da esquerda para a direita: Juridis Santin, Julia, Deise Nunes,
Alessandra e Frederico. 25 de julho de 2000.
FAZ TEMPO. 11 ANOS. fOI NUM ANIVERSÁRIO DO MUNICIPIO
EM 25 DE JULHO DE 2000 QUE A MISS BRASIL DEISE NUNES DESFILOU,
A CONVITE, NO MUNICÍPIO DE SERAFINA CORREA PELA PASSAGEM
DO NIVER DO MUNICÍPIO.
MAS COMO NÃO HAVIA VAGA EM HOTÉIS,
DEISE E SEU MARIDO, LAIR FERST, FICARAM HOSPEDADOS NA CASA DO
JURIDES SANTIN, QUE VINHA ENTÃO A SER IRMÃO DA
ENTÃO PRIMEIRA DAMA, MARIA HELENA(LODI) SANTIN.
Eles chegaram lá pelo sábado
de noite e eu fui fazer um churrasquinho. Eles tinham outras
coisas pra fazer depois, mas nem foram. Comeram e depois se
recolheram, diz Jurides
O anfitrião preparou aquele " churra"
mas ficou cabreiro que o marido da miss lhe tomou quase todo
um litro de OLD EIGHT que ele tinha em casa.
- Mas foi bom, a visita deles foi muito agradável,
comenta até hoje Júlia, mulher de Jurides.
E pra encerrar a visita, eles fizeram a tradicional
foto em frente da casa que guardam com carinho até hoje.
Diário de Serafina...
Sábado de Aleluia, 23/04/2011
Inaugurou recente aqui na av. Miguel Soccol o OPEN, restaurante
diferenciado. Preços mais altos, mas dizem quem foi que
Serafina precisava.Lucimar Zarpelon Magon foi e aprovou....
*E a rádio-corredor já diz que são sócios
dele o ex-prefa daqui Valcir Reginato, o Poli, e seu irmão
Leta, aliás os mesmos donos dos cadernos Panamericano.Em
Serafina, como toda cidade pequena, o segredo dura 2 horas e
olhe lá....
*Meu primo Jurides Santin, sócio da Soma, é bodegueiro
inveterado. Frequenta o Clube dos Motoristas e o Tanaka, uma
bodega da Doze...Como viaja muito porque é vendedor sabe
pouco de Serafina. Mas agora com a internet diminuiram as viagens,
muitas vendas são feitas via computador...
*Histórica: muitos anos atrás,
quando era vivo o Guerino Massolini, ex -prefeito daqui( foi
o segundo portanto 1964/1969) ele tava tomando seu uísque
numa bodega na colônia com os amigos. Chegou seu filho
Paulo, hoje médico e vereador pra buscá-lo prum
churrasco,digamos, oficial:
- Não vou,disse o velho Massolini. ficarei aqui com meus
amigos.
Aliás o Massolini, pai de todos estes
que aí estão, gostava de reunir os peões
nas sextas e fazer um churrasco e comemorar com eles...Era quando
cantava suas músicas do tempo da guerra, como dizem ou
testemunham quem o viu cantar, como Luiz Zanluchi.
*" Fino" é como é conhecido
o Sérgio Massolini, que foi prefeito aqui e hoje dirige
a Associação Comercial local.
*Muitos fronteiriços trabalham aqui
na Perdigão.Hospedam-se em " repúblicas",isto
aí, alugam porões de casas e trabalham na Perdigão.Mas
aluguéis e comida são caros aqui em Serafina.
Grande procura inflacionou tudo.
*Roberto Ivo Soccol, advogado com escritório e da prefeitura
municipal, foi um dos fundados do PFL local, hoje DEM.
*O Gazetinha, jornal local do Redder e do Fiorin,
completou cinco anos agora em março último. Aqui
deste blog dou os parabéns a equipe toda.
Serafinenses que moram longe daqui assinam
porque o jornal, pelo pão durismo do Fiorin, não
está na internet...
*Apto do Fiorin, por sinal, está a venda
desde que ele foi embora pro Paraí.....
Enterraram um gato preto lá que ele
não consegue vender...ou então tá pedindo
muito.
*Mãe dos Massolini, viúva de Guerino Massolini,
uma Dalla Pasqua, andava amolada de saúde estes dias.
*Vem mudanças no Hospital local, mas cuidado: ele tem
um valor fundamental pra região. Quando médicos
não resolvem aqui, mandam pro São Vicente de Paulo.
Diário de Serafina
23/04/2011
Nem notei que era Sexta feira santa aqui em
Serafina, ontem. Não vi procissão, não
vi nada. Só notei que era um feriado, nada mais...E na
casa dos meus vlehos, lá pelas cinco e meia pediram licença
que iam escutar a missa pelo rádio. Nada demais.O Clube
dos Motoristas estava aberto, o Open, aberto, a Calabria aberta,
o Grão de Bico aberto...Uma noite comum de feriado....Aquelas
babaquices de antigamente da Sexta feira foram pro saco. ainda
bem. Uma vez estava em Nova Iorque num dia destes e os bancos
trabalhavam normalmente.
Nem vi procissão no Cristo Rei, que
me parece aconteceu de manhã, que fazia um sol bonito.
Já a poetisa Nadilce Zanatta que estava
viajando ao meio-dia de sexta, de ontem,portanto, de" Cazias"(
olha o Iotti sendo copiado,aí...) pro F.Fundo, com pit
stop em Serafina pra ver sua " madrasta amada" - deve
ser a única no mundo - escreveu que pegou congestionamento
em Guaporé. Diz ela:
- Pelo meio dia encontrei todo o trânsito em Guaporé
congestionado. Na altura do Cristo Redentor, nunca vi tanta
gente descendo aquele morro!
Então fica o registro do evento da cidade
vizinha.
Diário de serafina
No dia 18/04, Catarina Santin reuniu filhos, noras, netos e
netas pra comemorar seus 78 anos. Foi um jantar no OPEN...
Tudo pago por ela, e cash....
Jurides Santin lamentou que estava com indisposição
estomacal senão teria mandado uns uísques "stranja"
no mol, mas a indisposição o fez ficar só
no campari e de leve...
A conta pra turma toda deu mais de 500 contos, ou reais....
MOVIMENTO DE JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS/Brasil INFORMA:
En Argentina. Podría interrogarse al ex jefe de la oficina
de la CIA en Uruguay
Reapertura del caso Goulart

La familia del ex presidente brasileño
Joao Goulart expresó que tiene "nuevas esperanzas
para descubrir la verdad", luego de que una fiscal federal
argentina ordenara reabrir la investigación acerca de
la muerte del ex mandatario, ocurrida en el vecino país
en 1976.
Joao Goulart.
Familiares tienen la convicción de que fue víctima
del Plan Cóndor.
Así lo consignaron el pasado lunes las agencias ANSA
y Telam en donde su hijo João Vicente dijo que no descartaba
que la Fiscal Federal Bilda Carvalho pida que la justicia estadounidense
interrogue a Frederick Latrash, jefe de la oficina de la CIA
en Uruguay en 1976, de quien se sospecha que pudo haber participado
en el presunto asesinato de Goulart.
Los parientes de Goulart sospechan que el ex mandatario pudo
haber sido asesinado en el contexto del Plan Cóndor,
como se llamó a la coordinación entre las dictaduras
de los países del Cono Sur de aquella época para
perseguir y exterminar opositores.
Asimismo, se manifestaron ilusionados en que la reapertura de
la investigación incluya la exhumación del cuerpo
de Goulart para realizar nuevos estudios, tal como ordenó
la semana pasada la justicia chilena en el caso del ex presidente
Salvador Allende.
La reapertura de la investigación sobre las circunstancias
de la muerte de Goulart fue ordenada días atrás
por la Fiscal Carvalho quien, entre otras diligencias, reclamó
que la justicia brasileña pida a las autoridades argentinas
información sobre los análisis realizados al cuerpo
del ex mandatario antes de que sus restos fueran enviados a
Brasil.
Como se recordará, Goulart, fue derrocado por las fuerzas
armadas el 1º de abril de 1964, en lo que fue el comienzo
de una dictadura que se prolongó hasta 1985, y falleció
el 6 de diciembre de 1976 en una casa de campo de Mercedes,
en el interior de la provincia de Corrientes.
La investigación sobre las causas de la muerte de Goulart
había sido archivada por la Fiscalía Federal en
el Estado Río Grande do Sul.
La resolución de la Fiscal "es
una noticia que nos da nuevas esperanzas para descubrir la verdad
sobre la muerte de nuestro padre, que fue perseguido por las
dictaduras de Brasil, Uruguay y Argentina", afirmó
João Vicente Goulart, hijo del ex presidente, según
reportó la agencia de noticias ANSA.
El hijo del ex mandatario subrayó que su familia sigue
"teniendo la convicción" de que su padre "fue
víctima de la red (Plan) Cóndor" y no descartó
la eventual participación de la Agencia Central de Inteligencia
(CIA) de Estados Unidos.
No ocultó su deseo: "Queremos conocer la verdad;
para nosotros hasta sería mejor saber que la muerte de
Jango (sobrenombre del ex mandatario) no fue consecuencia de
una conspiración del Cóndor; eso nos traería
más paz. Pero en estos años hemos visto muchos
obstáculos para llegar a la verdad y eso alimenta nuestras
sospechas, además de los muchos indicios que hemos descubierto".
Para el familiar de Goulart la hipótesis que la familia
considera "más sólida" es que su padre
fue víctima de una operación "orquestada"
por quienes manejaban el Plan Cóndor porque el "posible
retorno a Brasil" de Goulart "causaba preocupación
a los militares" que gobernaban entonces el país.
Agregó a la agencia ANSA que le parece "importante"
que la resolución de Carvalho tenga lugar en momentos
en que volvió a tomar impulso en el Congreso el proyecto
para formar una "comisión de la verdad" que
investigue los crímenes ocurridos durante la dictadura,
pues la justicia brasileña "hasta ahora no trató
el tema" como sí ocurrió, en diversos grados,
en la Argentina, Chile y Uruguay.
Casos de Allende y Frei
"Ahora Chile autoriza estudiar los restos
del presidente Salvador Allende para saber si su muerte fue
suicidio o asesinato, y esto nos aporta un precedente importante,
nos trae esperanzas para esclarecer la muerte de nuestro padre",
sostuvo João Vicente en declaraciones a la agencia ANSA.
El juez chileno Mario Carroza ordenó la semana pasada
que se exhumen los restos de Allende, fallecido el 11 de septiembre
de 1973, durante el golpe que depuso su gobierno, para establecer
si fue asesinado por las tropas que encabezó el dictador
Augusto Pinochet o se suicidó en el Palacio de la Moneda,
sede del gobierno.
Además del caso Allende, el familiar de Goulart mencionó
como otro antecedente las investigaciones que la justicia chilena
realizó sobre el supuesto envenenamiento del ex mandatario
Eduardo Frei Montalva, fallecido cuando se encontraba hospitalizado
en 1982, durante la dictadura de Pinochet.
Al respecto, João Vicente afirmó que "hoy
el veneno es detectable en un cuerpo gracias a nuevas técnicas
como las utilizadas en los análisis de la momia de Tutankamón,
que permitieron develar la causa-mortis hace milenios".
Para la familia de Goulart, quien padecía problemas cardíacos,
agentes de los servicios secretos pudieron haber adulterado
sus medicinas con sustancias letales.
Por otra parte, el descendiente de Goulart indicó que
"lamentablemente" la muerte de su padre no fue tema
de las recientes conversaciones entre la presidenta brasileña
Dilma Rousseff y su colega estadounidense Barack Obama, lo cual
"hubiera sido un gesto valioso" porque el esclarecimiento
también depende de la apertura de archivos del gobierno
de Estados Unidos.
Filme documental "Jango en tres actos"
El 22 de junio de 2009, en Montevideo, el nieto
del ex presidente brasileño João Goulart presentó
ayer en conferencia de prensa el film documental "Jango
en tres actos", que narra la historia política de
su abuelo, desde su derrocamiento en 1964 hasta su muerte en
el exilio, en 1976.
Marcos Goulart, nieto del primer presidente brasileño
muerto en el exilio, participó del proyecto producido
por la TV Senado de Brasilia, por el cual se rastreó
la vida de "Jango" en el exilio. El proyecto demandó
dos años de filmación y un año de edición.
La idea surgió tras una entrevista del periodista Roger
Rodríguez al ex integrante de la inteligencia uruguaya
Mario Barreiro Neira -publicada en LA REPUBLICA en 2002-, en
la cual confesó integrar el grupo especial encargado
de asesinar a "Jango", explicó Marcos Goulart.
Los realizadores se propusieron, por tanto, entrevistar al ex
integrante del Grupo Gamma, recluido en una cárcel de
máxima seguridad de Porto Alegre por delitos comunes.
Barreiro Neira confesó ante las cámaras que realizó
seguimientos y escuchas telefónicas de "Jango"
desde 1973 hasta su muerte en 1976, y afirmó que el ex
presidente no murió de un paro cardíaco sino que
fue envenenado.
Marcos Goulart se mostró "orgulloso" por participar
en la elaboración del documental, en el cual "no
hay banderas, ni del Frente Amplio ni del Partido Nacional ni
del Partido Colorado; es (acerca de lo) que pasó en las
dictaduras y que pasó con mi abuelo".
La presentación incluyó la emisión de un
extracto de ocho minutos del documental con declaraciones de
Barreiro Neira ante los periodistas norteños. La diputada
del MPP Nora Gauthier dijo que las imágenes fueron "muy
duras, impactan, aun para los que somos de esa época
y hemos vivido y testimoniado esa dura época en nuestro
país". El documental será presentado el lunes
6 de julio en la Sala Cinemateca de 18 de Julio y Yaguarón.
"NO QUERIA CREER QUE LO HUBIERAN MATADO"
El 7 de julio de 2009 en entrevista publicada
por el diario LA REPUBLICA a instancias del periodista Roger
Rodríguez, la ex primera dama de Brasil, María
Teresa Fontela, viuda de Goulart, recordó sobre el fallecimiento
del mandatario: "No quería creer que lo hubieran
matado".
En aquella ocasión, la viuda del derrocado presidente
brasileño Joao Goulart sospechaba que su marido pudo
haber sido asesinado y afirmaba que, ante la falta de voluntad
política en Brasil, debería presentar el caso
ante organismos internacionales y la Justicia de Argentina,
donde Jango murió.
Reproducimos un extracto de la entrevista en nuestro matutino:
A fines de los años 90, un amigo de Jango, Enrique Foch
Díaz, publicó un libro titulado "Jango, el
crimen perfecto" en el que afirma que Goulart fue asesinado.
¿Qué pensó entonces ante la hipótesis
de un homicidio?
-Foch Díaz me había buscado enseguida que falleció
mi marido, cuando estuve viviendo un tiempo en Porto Alegre,
en el hotel Plaza. El vino, pidió para verme y dijo que
no creía que hubiera sido una muerte natural. Me dijo
que lo habían asesinado. Yo dije que no, no quise creer
que lo hubieran matado. No puede ser, dije, eso no es verdad.
Tengo todos los recortes de las noticias que salieron sobre
su muerte y eso no se manejaba. Nunca quise leer el libro...
Pero hace unos años atrás, cuando aparece el ex
agente uruguayo Mario Ronald Barreiro Neira en una cárcel
de Porto Alegre y comienza a dar datos sobre el complot para
asesinar a Jango, ¿las cosas cambiaron?
-Ahora yo tengo serias preocupaciones de que algo sucedió,
porque son varias cosas que uno va juntando y se da cuenta de
que algo pasó.
¿Y cómo cree que se puede llegar a la verdad?
-Yo he conversado con mis hijos de que para hacer averiguaciones
en Brasil ninguna persona tomó providencias. Entonces
yo creo que aquí, en Uruguay, o en Argentina sería
más fácil conseguir que alguien nos ayudase en
la investigación.
¿Incluso podrían presentarse en una causa ante
la Justicia argentina y aún ante foros internacionales
para que los gobiernos desarchiven documentos secretos y se
indague a nivel de los Estados?
-Sí, yo tengo ganas de hacer eso y creo que mis hijos
también.
Fuente: La Republica, viernes
Feliz Páscoa!

Um abraço.
Ronaldo Zulke
Deputado federal
COOREINHO TENDENCIOSO?
O Correinho já tá na linha editorial
religiosa? pois parece, pelo que vi não teve cobertura
da subida do Morro da Cruz, nem outros babados que são
dos católicos.
Mas continuou dando todos os demais eventos.
Vaticano no Correinho, nem pensar....
Diário de Serafina!
BICO BRANCO, o prefa daqui, nos sequestrou, no bom sentido,
no sábado de aleluia e fomos ver todas as obras que ele
está fazendo em dois anos e meio.
Diz Bico Branco que nunca se fez tanto. IGUAL
A JUSCELINO 50 ANOS EM CINCO!
mAS QUE O HOMI TÁ TRABALHANDO, TÁ.
Então apliquem nele o mesmo lema do
Lula; DEIXEM O HOMEM TRABALHAR.
REELEJAM O BICO BRANCO NO ANO QUE VEM!
eLE VAI, SIM PORQUE A COLIGAÇÃO
PP/PT VAI SER MANTIDA.
De Serafina!
Nadilce Zanata, serafinense " extraditada"
para CAZIAS, passou o findi fazendo a mudança da mãe
de P.Fundo pra lá.
Ela que tem um blog(de poemas, mas sem o financiamento
que a Maria Bethânia pediu ao Governo) deverá lançar
um livro de memórias.
MAZZARINO EM SERAFINA
Fnalmente, depois de várias ameaças
o Mazzarino veio a serafina neste sábado de aleluia.
Mas excedeu-se na comida no rio Carreiro e
o esperto pegou no banco de trás do prefa que nos levou
a ver todas suas obras( diz ele que apenas 20%)
Ficamos 3 horas percorrendo bairros de serafina,
que virou uma mini CAZIAS
Mas o mazza, como gosta de ser chamado, dormindo atrás
no banco. só faltou roncar...e volta e meia acordava
do sono que tirava e dizia:
- Prefeito, otimo, grande obras.
Numa destas vezes, o prefa me olhou de lado
e meio que desconfiou. só faltou dizer este cara não
está ciuco(bebado)?
Mas depois me vinguei do Mazzarino. fiz ele
subir a pé o morro que dá aqui no hotel onde me
hospedo.
O mazzarino bufava....subia e reclamava:
- depois de uma comilança destas não preicsava
me fazer subir um morro destes!
Outra vez vou fazer ele subir o morro do cristo
pra ver o que é bom pra tosse.
De Serafina
Postos de saude e creches(uma 24 horas) e escolas e casas populares
são as obras que a prefeitur alocal está priorizando!
De Serafina
BICO BRANCO deseja visitar São Borja.
Pra ciúmes do Mazzarino que anda corneteando que tem
muito são borja neste site.
*Ademir Prestto, prefa daqui, se alinha mais
com o deputado Luis Carlos Heinze, do que com Ana Amélia
Lemos.
De serafina
Termino aqui meu diário de 4 dias.Peguei
chuva e tempo bom!
Cheguei a uma conclusão: morar no interior
seria uma boa.
Mas podendo ir a porto de vem em quando!
Dieckmann - News
"Difícil é andar sobre o fio de uma navalha,
árduas são as veredas da salvação"
(S. Maugham)
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Quatro fotinhos do início do feriadão
Paraíso Tropical (*)


Obrigado, Lulinha! Obrigado, Dilminha!
A estradinha ficou ótima!
Deu praia!

Balões ao por-do-sol

* Hoje, como tinha bastante movimento na loja
do Maquiné, estava todo mundo tirando fotos da paisagem
exuberante, tanto para o lado da lagoa, como para o lado da
serra
MEMÓRIA
COOJORNAL
A CICATRIZ QUE NÃO
QUER SARAR....
Se há um assunto que provoca polêmica
em quem esteve envolvido no projeto, este é o da Cooperativa
dos Jornalistas de Porto Alegre, fundada em 1975, no salão
nobre da Associação Rio-grandense de Imprensa,
sob o olhar desconfiado que emanava das fotos dos barões
da imprensa gaúcha, como Breno Caldas, Ernesto Correa
e tantos outros que voluntária,ou involuntariamente,
representam o status quo do poder da imprensa gaúcha.
Estes barões deveriam estar pensando: o que estes guris
de merda querem aqui sentados no salão nobre da ARI?
Imitar-nos? Serem iguaís a nós?!
Pois o tempo em parte diria que sim, em parte que não....
O assunto Coojornal é tão polêmico - porque
não saudosista ? - que numa reunião realizada
no verão passado, num bar de um shopping center com o
propósito de ouvir pessoas que estivessem a fim de depôr
para um livro que o Rafael Guimarães está preparando
botou mais de cinquinta pessoas no convescote.É verdade
que alguns foram mais pra xeretear, porque nem sócios
foram da Coojornal.
Há,neste assunto Coojornal sobretudo,
um desejo de um acerto de contas, de uma história( será
que de amor? ou de ódio?) que ficou muito mal resolvida
e bota mal resolvida nisto.
Falou-se de tudo quando a Coojornal foi a bancarrota,
desde comentários e acusações de que colegas
teriam levado equipamentos da cooperativa, até gente
que ficou marcada para sempre por causa das dívidas que
teve que arcar, porque assinara papagaios à esquerda
para o projeto poder andar.( Carlos Karnas lamenta até
hoje o papagaio que avalizou no Banrisul a pedido do Antoninho
Gonzalez e que depois teve que saldar mesmo com as dificuldades
de começo de carreira: João Aveline, Vieira da
Cunha(pai do deputado) e o professor do jornalismo da PUC Marques
Leonam pagaram durante muitos meses o aluguel atrasado junto
a imobiliária porque eram os fiadores do imóvel
alugado a rua Comendador Coruja, 372/373.Mas os maiores perdedores
foram Antoninho Gonzalez e Clarice Aquistapace com o aval de
um financiamento junto a Caixa Economica Estadual(CEE).
Antônio Manoel de Oliveira e Osmar Trindade, por exemplo,
dois dos principais diretores da Coojornal foram embora assim
que o projeto naufragou: foram ser cooperantes em Maputo, Moçambique.
Um outro fundador e colaborador do Coojornal, Licinio de Azevedo,
que morava em Maputo,veio contratá-los par aum projeto
de ensino de jornalismo no país que recém se livrara
do jogo de Portugual.
Sua saída do Brasil foi coisa de cinema:numa noite de
fevereiro de 1983, tomaram todas no bar Lamas até altas
horas e de manhã ao embarcar no Galeão, estavam
temerosos de que a Polícia Federal os grampeasse por
causa dos rolos recentes da Coojornal.
- Naquela madrugada fui dormir na casa do Jorge
Freitas pra esperar a viagem. Não tive nem tempo de chegar
até a cama, desabei no primeiro sofá que vi, recorda
Antônio de Oliveira, hoje chefe do setor de jornalismo
da Assembléia Legislativa gaúcha.
Pra sorte, não houve nada, nadica de
nada e eles puderam entrar no avião da African Air Lines
que os levou, depois de cinco horas voando contra a noite, a
Joanesburgo, onde ficaram mais 24 horas porque haviam perdido
a conexão para Maputo.
- A primeiro impressão, o primeiro choque,
conta Antônio, foi com a negritude dos africanos. Não
é igual aos nossos.
Feridas "moçambicanas"!
Pois uma carta que recebi em 1996,quando faleceu
o ex-presidente da ARI, Antônio Gonzales , o Antoninho,
mostrou como as feridas do fechamento do Coojornal, ainda sangravam,
mesmo que a pessoa que me escrevia estivesse a milhares de quilômetros
da capital gaúcha, onde tudo tinha acontecido na segunda
metade dos anos 70 e começo dos anos 80.
É que Antoninho, um dos " prejudicados" do
projeto Coojornal - ele deu seu apartamento da Quintino Bocaiuva
como garantia num financiamento da Coojornal da Caixa Economica
Estadual, este nunca foi pago e quando viram a dívida
tinha chegado a um montante que foi preciso entregar o imóvel
para pagá-lo por vontade do próprio dono, diga-se
de passagem - tinha morrido em 8 de agosto de 1996 e os amigos
fizeram um boletimzinho homenageando o falecido, com edição
da colega da Famecos do Antoninho, Beatriz Dornelles.
No boletim, que o homenageava, Antoninho fazia seu primeiro
desabafo público sobre a perda do imóvel, quase
que como uma espécie de testamento, meio que antevendo
sua morte.
Mandei o boletim a colega Lenora Vargas, participante
do projeto da Coojornal e ela me respondeu, irada, poucos meses
depois:
- "SUTILISSIMA a idéia DE ME MANDAR
AQUELE BOLENTIZINHO SAFADO DA ARI QUE VIROU ' NEWSLETTER', quá,quá,quá.....realmente,q
uando leio coisas como aquelas passo a entender melhor como
o jornalismo gaúcho involuiu. A Beatriz Dornelles teve
a chance de ouro de sair do anonimato. que triste glória,
não?Ela que é uma balzeakeana de fato e de texto
, já devia ter aprendido que em qualquer reportagenzinha
de m....ouve-se sempre os dois lados Mas ela preferiu( ou quem
dirige aquele vibrante newsletter o tom oba-oba da galera bajuladora
do DINOSSAURO DE PAPELÃO que foi o Antoninho Gonzalez.
À parte esta minha reação, acho que quem
de direito deveria se manifestar seria os cinco principais dirigentes
da Coojornal.Eu faria isso.
Porque só o que falta é o Antoninho Gonzalez,
depois de morto, e a Clarisse Aquistapace( nota do redator:
também teve perdas na fiança) viva, mas nem tanto,
se tornarem os resgatadores oficiais da história da Coojornal
e da honra da categoria. Eles que nunca puseram os pés
na cooperativa".
E Lenora acrescenta ainda que sabe que o assunto
é explosivo.Anota ainda que a lenha certa da fogueira
é a palavra oficial.
' TODOS NO SACRIFICIO"
O professor da UFRGS, Luis Eduardo Achutti,
era um dos fotógrafos da Coojornal.Os outros foram EduardoTavares(Dudu)
Baru Derquim, Daniel de Andrade,Gérson Schirmer e Luis
Abreu.
Poucos dias atrás, preparando alguns
dados pra escrever esta matéria, perguntei ao Achutti
sobre sua participação no projeto da Coojornal.
Transcrevo seu bilhete:
- Olides, não vivi toda a história
mas o final dela.
Sobre o fim da Coojornal, Achutti opinia:
- Primeiro foi a luta política interna, colegas fazendo
Oposição,etc...DEpois foi a política na
rua , amerda da ditadura nos perseguindo. Depois da prisão
e da condenação do Rafael,Trindade(Osmar)Bicudo
e Rosvita, clientes do especializado,jornais para terceiros
que fazíamos começaram a ser perseguidos para
não mais contratarem a Coojornal.Teve ainda algumas bancas
que foram incendiadas e poucos queriam vender o jornal COOJORNAL.
A entrada de grana foi diminuindo, recebíamos o salário
em partes, a dívida foi aumentando e os cortes não
resolviam e perdíamos clientes.
No final estávamos todos no sacríficio.
Lembro que estava no começo da carreira e precisava me
sustentar, adorava a Coojornal, mas tive que sair para tentar
a vida como free, logo depois tiveram que fechar a porta.Foi
tudo parar no depósito público, perdemos os prazos
e acabaram queimando tudo que estava guardado na Justiça,
não ficamos sabendo e não pudemos impedir.
Minha esperança é que tinha um
cara que morava na frente que tinha as chaves quem sabe ele
não salvou os negativos que um dia vão aparecer!!!"
A seguir alguns personagens que fizeram a COOJOrnal.
Carlos Alberto Wagner
O popular " Gago"
Era o entregador na Coojornal, dirigia um kombi.Hoje
é grife da reportagem da ZH.Na Coojornal,também
foi repórter.
Teve, no meio, um longo caminho.
Na época da Coojornal, era uma figura desconhecida. DEpois
virou famoso na reportagem gaúcha.
Nascido em Santa Cruz do Sul em 21.09.1950. Filho de Ilony Maria
Wagner.Morou logo que aqui chegou na avenida João Pessoa,
437/1005.
Teve como companheira Denize de Avila Berni(
25.07.1951) com quem tem a filha Carolina(17.05.1979).
Separado, teve outros casamentos.
Najar Tubino
Uma "fera" do jornalismo da Coojornal.Repórter
investigativo desde que isto não era moda, Najar, parente
do delegado Luis Fernando Tubino,nasceu em Porto Alegre, em
14.10.1955. Filho de Nilton Tubino e de Saturnina Godoy Tubino.
Residiu na Teixeira de Freitas,885 e na Luiz Tamanias, 61, em
Terersópolis.
Fez algumas reportagens bastante polêmicas.
Entre elas, a do sequestro dos uruguaios, Lilian
Celiberti e Universindo Diaz quando foi " con vocado"
pelo delegado que comandava o inquérito a depor .
Najar hoje está no Mato Grosso.
CARLOS RAFAEL GUIMARAENS FILHO
Um dos quatro presos - episódio que tornou celébre
o Coojornal, mas que fechou também muito as portas da
cooperativa naquilo que ela fazia para terceiros - Rafael está
se propondo agora a escrever um livro sobre a Coojornal. Não
é o primeiro, porque Danilo da Silva Ucha tem uma boa
pesquisa, embora modesta, publicada.
Conhecido por RAFA,OU RAFINHA, largou a política,
onde assessorou o PT durante muitos anos.
A matéria que foi publicada e que acabou
na prisão dos quatro editores eram os documentos secretos
sobre a Guerirlha do Vale da Ribeira. Rafael diz que muita gente
confunde com a Guerrilha do Araguaia.
Um soldado se apresentou no Coojornal com estes arquivos e a
Coojornal apostou em publicar a matéria.
Nunca se soube se o soldado vendeu ou cedeu
espontaneamente a documentação, induzido por algum
superior, como forma de disputa entre o Exército, Marinha
e Aeronautica, que naquele final da década de 70 estavam
muito divididos sobre o projeto de abertura lenta e gradual
do presidente Ernesto Geisel.
Rafael é filho de Carlos Rafael Guimaraes(outro
conhecido jornalista do Correião) e de Vera S. Guimaraens.
Já residiu na av. Independência
1087/202. Hoje mora no Menino DEus.
EStá casado com a Clô Barcellos, que tem a editora
LIBRETOS, pela qual sairá o livro da Coojornal, se realmente
vier a lume....
CARLOS FERNANDO KARNAS
O hoje morador do interior de São Paulo foi um dos que
marchou com o projeto dos jornalistas " sonhadores"!
- Fiquei indo ao Banrisul pagar apólices
de um empréstimo que avalisei, me disse na última
feira do lviro de Porto Alegre,quando aqui esteve.
Mas Karnas não guarda tanto rancor assim...
Um dos jornalismas mais conhecidos de Porto
Alegre, nos anos 60 e 70, do século passado, ele trabalhouna
Caldas Junior(atual sistema Record )no Diário de Noticiasna
Folha da Tarde, na Zero Hora e na TV Gaúcha. sempre em
postos de chefia, afora a Folha da Tarde, onde foi repórter.
Nascido em 22.11.1946 é filho de Carlos Pedro Karnas
e de Adelina Rossi Karnas. Em Porto Alegre residiu na Av. Pernambuco,
2688/3 e na av. Bastian, 35/103 e na Gal. Portinho 355/35
No ano que ganhou o prêmio ARI de jornalismo,
pela Folha da Manhã, casou.
Se formou pela Famecos, da pUC.Na Caldas, além
de repórter foi Pauteiro.
ELAINE LERNER
uMA das principais responsáveis pelo
rápido crescimento da Coojornal na prestação
de serviços para terceiros.
Era editora.Não afeita a discussões
poliítico-ideológicas, Elaine trabalhou depois
na Plural, do Jorge Polydoro,, que era o principal vendedor
da Cooperativa dos Jornalistas.Junto com a editora Rosvita Sauressig(
que na Coojornal era conhecida por "CAPITÃO FRONER"
numa alusão ao treinador do mesmo nome que tinha esta
alcunha pela sua dureza com os jogadores),Elaine pode ser considerada
uma das " sargentonas" da Coojornal, ou seja, com
mando forte.
Elaine nasceu em Porto Alegre em 13.04.1954
filha de Ijaimel Lerner e de Julieta Lerner.
Residiu na av. Berlim, 137/3
Além da Coojornal trabalhou na TV Gaucha, Gazeta Mercantil,TVE
e na Plural.
Não é casada e não tem
filhos.
DELMAR MARQUES
Um dos mais arrojados
( hoje o presidente Lula chamaria de aloprados)da Coojornal,
apesar do seu imenso talento.QUANDO BOTAVA UMA coisa na cabeça
era dificil de convencê-lo do contrário.
Atuava muito no jornalismo econômico. Faleceu em abirl
de 2008.
Natural de Rio Grande, onde nasceu em 11.03.1948.
Seu nome completo é Delmar Marques Corrêa.
Residiu em Porto Alegre na Lima e Silva, 1704/26.
Foi editor chefe do Jornal do Comércio,além
de ter sido repórter da Gazeta Mercantil e redator da
rádio Gaúcha e do Jornal do Brasil.Trabalhou tanto
na Fiergs como na Fiesp.
Jornalismo que não fez faculdade, seu
registro era de PROVISIONADO. Filho de Admar Corrêa e
de Divina Marques Correa.
ANTONIO MANOEL DE OLIVEIRA
Foi dos principais dirigentes da Coojornal.
Nascido em Imbitua(SC) em 13.06.1944. Filho de Manoel Inácio
de Oliveira e de Inez de S. Machado. Morou na rua Miguel Tostes,
414/4.
Hoje dirige a comunicação da
Assembléia Legislativa do Estado e foi assessor de Olívio
Dutra no governo do mesmo.
Tem a filha Laura(21.05.1975) com a primeira
esposa( Clara Beatriz, nascida em 21.03.1948) e agora está
casado com a Teresa, com quem também tem filhas.Em 1983,
logo após a crise da Coojornal por causa da prisão
de quatro colegas, ele se mudou para Maputo, onde ficou cinco
anos em terras moçambicanas.
OSMAR BOÉSSIO TRINDADE
pRO BEM,OU PRO MAL, um dos principais nomes
da Coojornal. No seu enterro, no dia 30 de junho de 2009, 90%
dos que tinham trabalhado na Coojornal, se fizeram presentes.
Junto com Antônio, também viajou para Moçambique,
onde trabalhou durante cinco anos.Ao voltar, foi pro Amapá
e quando adoeceu, estava em Brasília.
Nascido em Santana do Livramento em 11.10.1936,
era filho de Beltrão Trindade e de Bruna Béssio.
Trabalhou na Platéia, no Jornal da Semana,
em O Globo, na Coojornal( onde fez matéria do sequestro
dos uruguaios)na TV Gaúcha, onde editou o Campo e Lavoura(
depois de uma crise demitiu-se junto com 12 repórteres
da emissora). Faleceu vitimado por um câncer, aos 72 anos.
Teve três filhos - Jefferson, Márcio
Jailton e Jadson - do primeiro casamento com Eny e Tércio
das segundas núpcias com Lenora Vargas.
Foi um dos vice-presidentes da Coojornal. Morou
na ave. Venancio Aires, 134/61 Bloco B.
Trindade foi dos fundadores da Coojornal, em 1975, ao sair da
Folha da Manhã, da Caldas Junior, quando tomaram a decisão
de fundar a cooperativa.
ASSIS VALDIR HOFFMANN(FOTOGRAFO)
Foi um dos primeiros a ver que a Coojornal
não estava indo bem porque não queriam,segundo
ele, valorizar as fotos na venda.
- Eu não acredito em papai noel, disse
Assis aos diretores notando que o furo era mais embaixo.
Natural da fronteira como se diz, de Santiago
do Boqueirão, Assis nasceu lá em 30.09.1941.
Fotografo conhecido que chefiou os departamentos
de ZH e da caldas junior, depois de três anos nesta éultima,
pediu demissão. Foi pra coojornal e de lá montou
sua empresa, a FOTOCOMTEXTO.
hOJE É DONO DE UMA POUSADA NA PRAIA DO ROSA, MAS VIVE
EM PORTO ALEGRE.
ANTONIO FIRMO DE OLIVEIRA GONZALEZ, O ANTONINHO
Desaconselhado por Alberto André, veterano "malandro
"da área do jornalismo - conhecia os índios
da aldeia - a ser fiador de um empréstimo pra Coojornal,
Antoninho, como é conhecido, perdeu seu apartamento localizado
na avenida Quintino Bocaiuva,100/1202 justamente porque este
empréstimo não foi pago( os motivos são
os mais variados alegados) e ele acabou como um dos nomes que
involuntariamente mais ficou ligado a história da Coojornal.
Num boletim da ARI, que fizeram no fim de sua
vida, ele externou toda sua mágoa pelo ocorrido.
' PO FOI SACANAGEM!!!!!!" é o título
do tópico que fala deste assunto.
Muita gente tomou conhecimento do fato pela
primeira vez neste boletim.
Falecido prematuramente em 8.8.1996 deixou
a esposa Mirtes filhos e netos.
Foi editor de polícia da Folha da Tarde,
professor e diretor da Famecos e lecionava em várias
faculdades do interior pra onde ia dirigindo seu possante carro
todo turbinado. Quem pegava uma carona com ele, nunca mais voltaria
a pegar outra.
Tinha um costume estranho: como era muito ocupado,aproveitava
o tempo e "despachava",segundo relata o colega Antônio
Goulart, nos restaruantes que frequentava. Assim chegava com
os editores dos boletims e ia lendo as matérias, enquanto
tomava seu uísquizinho sempre em fartas doses servidas
pelos garçãos que o conheciam pela farta gorjeta
que dava.Uma das colegas com quem mais fazia boletins era Beatriz
Dornelles.Homem muito bem relacionado, terminou a vida como
juiz classista no TRT.
JORGE FRAGA
O popular Fraga foi muito ligado ao primeiro
presidente da Coojornal, José Antônio Vieira da
Cunha, o Vieirinha, hoje dono da Coletiva.net.
E Fraga também era ligado a Jorge Polidoro,com quem tinha
dividido a redaçãod a Folha da Manhã.
Fraga é de Porto Alegre, onde nasceu
em 16.05.1946.
Da turma de cartunistas amigos do " rei"
LFV, ele encarnou o ANALISTA DE BAGÉ, o livro de maior
sucesso de Verissimo.
( próximo texto; O LEGADO DA COOJORNAL)
Histórias de La Ùndeze!
La vergine de Serafina!!!
Esta tarefa me foi dada por um conterrâneo,
o Guigon Montanari....
Quantas existiram,quantas foram...tarefa dura
de prospectar....
Mas encontrei o Beto Arroque na Pizzaria de
Grão de Bico e em poucos minuotos ele citou vários
nomes, afora le monege(as freiras, como ele disse)
É evidente que não posso dar
nomes mas eu tenho uma prima, vizinha de meus pais, pela qual
botaria as mãos no fogo. Nunca deve ter conhecido um
homem. Sempre que ela assoma a porta de sua casa e é
pouco, me lembro do Gariel Garcia Marques e de suas tias solteironas
e virgens, descritas no romance Cem anos de Solidão.
Só que a serafina falta um Gabito!!!!
Xenofobia...
Jorge Possebom, do PSDB, votou contra o projeto
do deputado Raul Carrion(PCdoB) que manda não se falar
mais estrangeirismos. com o que em parte o redator concorda!
da " Terra dos Presidentes"!
Celso Lopes pedeinclusão da COOTRISAL em programa do
Governo Estadual
O vereador Celso Lopes (PDT) protocolou moção
de apoio pedindo o envio de expediente ao Secretário
Estadual de Desenvolvimento Rural e Cooperativismo, Ivar Pavan
, manifestando apoio ao projeto de saneamento, capitalização
e fomento às cooperativas agropecuárias do Estado.
De acordo com Celso Lopes o cooperativismo gaúcho há
algum tempo necessita de iniciativas para sanar suas crises
e a proposta da Secretaria de Desenvolvimento Rural vem ao encontro
dos principais problemas das cooperativas. “Ao manifestar
nosso apoio também queremos chamar a atenção
para a nossa Cootrisal, a Cooperativa Tritícola São-borjense,
que sempre cuidou e ajudou os pequenos agricultores e agora
está passando por graves problemas financeiros. Em nossa
solicitação pedimos que ela seja incluída
no projeto”, destacou o vereador trabalhista.
--
Assessoria de Imprensa Câmara Municipal de Vereadores
de São Borja/RS
www.camarasaoborja.com.br
Twitter: camarasaoborja
Telefone: (55)34314150
Rua Olinto Arami Silva, 1043
São Borja/RS
Da " Terra dos Presidentes"!
Homenagem ao Dia do Trabalhador com Mateada da Cidadania
Homenagem ao Dia do Trabalhador com Mateada da Cidadania
A Câmara de Vereadores de São Borja realizará
no próximo dia 01 de maio, ás 15 hs, na Praça
Assis Brasil no bairro do Passo a Mateada da Cidadania.
Entre as atividades e serviços a serem prestados já
estão confirmados corte de cabelo, posto de atendimento
do Ministério do Trabalho e a Exposição
dos 50 anos da Legalidade. Outras atividades serão confirmadas
ao longo da semana.
--
Assessoria de Imprensa Câmara Municipal de Vereadores
de São Borja/RS
www.camarasaoborja.com.br
Twitter: camarasaoborja
Telefone: (55)34314150
Rua Olinto Arami Silva, 1043
São Borja/RS
Da Terra dos Presidentes
Pedido de vereadores sobreflexibilização na questão
do calçamento é aceito pela Caixa
Representantes da Caixa Econômica Federal estiveram presentes
no dia 20 de abril na Câmara de Vereadores para informar
que o pedido de revisão das condições de
financiamento feito pelos vereadores havia sido aceito.
O Presidente da Câmara, vereador Celso Lopes (PDT), informou
que a maior revindicação da casa era quanto a
necessidade de calçamento nas ruas para aprovação
do financiamento. “Na visita de hoje nos informaram que
todos os processos que ja foram protocolodos terão uma
flexibilidade na questão do calçamento, principalmente
os do projeto “Minha casa, minha vida”. Havíamos
recebido várias reclamações e pedidos de
ajuda da comunidade quanto a essa importante questão
e a Caixa prontamente entendeu a situação e flexibilizou
o processo”, declarou Celso Lopoes.
Com essas informações fornecidas pela Caixa Federal
foi desmarcada a reunião que haveria de 26 de abril com
o Superintende do banco.
--
Assessoria de Imprensa Câmara Municipal de Vereadores
de São Borja/RS
www.camarasaoborja.com.br
Twitter: camarasaoborja
Telefone: (55)34314150
Rua Olinto Arami Silva, 1043
São Borja/RS
Luciano cobra posicionamento da Assembleia
sobre pensões a ex-governadores
O deputado Luciano Azevedo (PPS) subiu à
tribuna da Assembleia Legislativa para insistir que o Parlamento
gaúcho se posicione em relação às
pensões vitalícias concedidas a ex-governadores.
Ele lembrou que a Assembleia do Paraná discutiu o tema
nesta semana. Apesar de 24 deputados paranaenses terem se manifestado
a favor da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que previa
o fim do pagamento, não houve votos suficientes para
aprovar a matéria. ?A Assembleia gaúcha também
precisa dis cutir esse tema publicamente. A população
espera que seus representantes manifestem sua opinião
sobre as pensões?, ressaltou Luciano. Desde 2007, tramita
no Parlamento gaúcho o projeto de lei de autoria do deputado
Luciano que extingue a concessão do benefício
aos ex-governadores. Neste ano, proposta do governo do Estado
que altera os critérios para o pagamento das pensões
passou a tramitar em conjunto com o projeto do deputado.
Quem não quer o GRENAL da Libertadores?
Por Luiz Oscar Matzenbacher
Porto Alegre é a Milão da América
Latina. Mas, o Inter (Internacional) é o vermelho e o
Milan (Grêmio) é o azul. É de deixar qualquer
italiano maluco. Ou seria redundância? Na Copa Libertadores
de 2011, caso passem nas oitavas de final pelo Peñarol
(UR) e Universidade Católica (CH) – jogos duríssimos
- os dois clubes mais importantes de Porto Alegre vão
se enfrentar em confronto direto de 180 minutos nas quartas
de final do torneio continental. Mas, antes, o Internacional
terá uma espécie de confronto continental de clubes
do povo pela frente, o Clássico do Pampa. Vai pegar o
Peñarol, o mais popular clube uruguaio. Enquanto o aristocrático
Grêmio enfrentará a forte burguesia da Universidade
do Chile.
Em Porto Alegre, como também em todo o Sul e Oeste de
todo o Brasil, desde o Chuí ao Pico da Neblina, nenhum
desportista sonha diferente. Todos querem um confronto Inter
x Grêmio nas quartas de final. Seria o clássico
GRENAL do Novo Milênio. Aliás, seriam os dois GRENAIS,
pois é o confronto de ida e volta.
O esperado GRENAL da Copa Libertadores da América, depois
de 110 anos do primeiro jogo entre os dois clubes, será
na verdade um confronto de dois jogos. A Rua dos Andradas, a
Rua da Praia, para os íntimos, já vive este momento
ímpar em 110 anos de História - o dos clássicos
GRENAIS da Copa Libertadores.
Há um frenesi se espalhando pelos jovens, pelos executivos
engravatados e pelas jovens e senhoras que freqüentam as
lojas populares e as galerias aristocráticas e históricas
com mais de um século, como a Galeria Chaves, a Galeria
Malcon; ou os largos (esquinas) com dois séculos de história,
como o Largo dos Medeiros e a Esquina Democrática.
A Galeria Chaves, por exemplo, com os cafés de jornalistas
e esportista e as agências de viagens, já vive
o GRENAL do Milênio. Os 11 milhões de gaúchos
que moram no Rio Grande do Sul e mais os outros 10 milhões
de gaúchos que vivem espalhados em outros estados ou
nos cinco continentes, já pensam em reservar passagens
e ingressos. Nem mesmo dez estádios Maracanãs
lotados contemplariam todos os torcedores gaúchos que
gostariam de estar dentro dos estádios Olímpico
e Beira-Rio, neste jogo de 180 minutos.
Os cambistas já sonham com lucros milionários.
Mas em todos os corações bate uma desconfiança
surda, persistente. “E, se o Peñarol e a Universidade
Católica aprontarem para cima de nós?”.
Somos, mesmo, “nós”.
Nunca os colorados e gremistas rezaram juntos, mas agora todos
rezam juntos, pedindo a classificação da dupla
gaúcha para as quartas de final. Já não
é importante vencer a Libertadores 2011. O mais importante
é estar vivo nas quartas de final.
O GRENAL do Milênio já começou. Duvido que
algum gremista vá torcer pelo Peñarol ou algum
colorado para a Universidade. Pela primeira vez não existirão
secadores no Rio Grande do Sul. GRENAL é GRENAL...
Depois, que venham o Santos, o Cruzeiro, o Once Caldas ou o
América do México e mais adiante o Fluminense,
Vélez, o Jaguares. O troféu maior da Copa Libertadores
da América, no Sul, é o confronto GRENAL nas quartas
de final da própria Copa Libertadores de América.
Depois, tudo será lucro.
Sem Pulo e Túnel do tempo

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Histórias de La Undeze!
" MI NONO SGNAOLIN"
( MEU AVO SGNAOLIN")
mEU pai sonhou na noite do dia 21.04 com seu
sogro, no caso meu avó Frederico Sgnaolin. Pra variar,
no sonho Frederico estava bêbado - que era seu estado
mais do que normal na vida real - e tentava se segurar na sua
esposa, a segunda que teve com quem não teve filhos,
Virgínia....
- Havia mais um monte de gente no sonho e o
nono Sgnaolin vestia um pijama listrado, contou-me meu pai...
É uma das lembranças mais antigas que tenho da
minha memória afetiva: eu, minha mãe e meu irmão
mais velho, Renato, indo no sábado visitarmos meu avó
que morava além da atual linha do trem...
num local meio que cafundó do judas.
A véspera da nossa visita era de muita expecativa lá
em casa porque guris tínhamos a sensação
então de uma grande caminhada, o que na verdade não
passava de uns 3 kms, mas que feitos a pé pareciam uma
grande distância.
Voltávamos no domingo depois do almoço.
Minha mãe ainda mocinha tinha uma energia
invejável. Hoje penso em como conseguiu criar sua prole
com tanto esforço...
Acho que ela nos levava ainda pequenos, com um pouco mais do
que a idade de minha neta, porque queria nos mostrar pra seu
pai, no caso nos exibir-mos. As vezes de calças curtas,
saía um xixi nas calças, mas tudo berm, secava...
Nós fomos crescendo, nos distanciando
do nono(avó) Sgnaolin e ele foi morar na capela saúde,
onde morreu em 1979 e lá foi enterrado. Tinha os olhos
azuis..igual a minha segunda filha, Ana, que os herdou...
Mas mesmo quando morava na capela Saúde
ele pegava sua égua tobiana e aos domingos vinha na igreja.
Só que depois tomava seu trago nas bodegas e ao chegar
em casa, de tardezinha, ameaçava a Virginia, sua mulher,
com sua ronconeta( um canivete especial que um ferreiro fazia
aqui).
E era assediador e namorador o nono Sgnaolin...
Quando via uma colona na roça trabalhando, se aproximava
dela e a convidava para far ele jugueto( para transar)
Uma vez uma delas o denunciou a Polícia
e ele teve que pagar-lhe uma pesada multa.
Numa das bodegas, alguém o lembrou do
caro que tinha pago por aquela aventura e ele disparou:
- Ghem pagaria nantre tanti...( pagaria outra
vez....)
Tinha gostado da brincadeira.
Os restos mortais do nono Sgnaolin estão
agora no cemitério municipal mas foi de sua memória
que me lembrei nesta quinta feira, 21 de abril de 2011, quando
ouvi meu pai contar que sonhara com seu sogro. Aliás,
foi ele que deixou lá em casa, pela primeria vez, exemplares
de grão de soja para que fossem plantados.
E não duvido que muito do empreenderismo
que seus netos mostram hoje em Serafina, também venha
do sangue do Nono Sgnaolin, que era conhecido por RICO SGNAOLIN,
porque seu nome era Frederico.
Ele que foi tanto ridicularizado em vida, por
causa dos seus tragos( suas quatro filhas tinham vergonha dos
porres) que tomavam devem se orgulhar do seu legado!
MILÃO DOS PAMPAS
Porto Alegre é a Milão da América
Por Luiz Oscar Matzenbacher
Porto Alegre é a Milão da América
Latina, dizem muitos gaúchos. Não só por
causa do vermelho contra o azul, da dupla GRENAL, mas também
em função da existência da existência
desses dois clubes extremamente rivais, dividindo a cidade e
ampliando a rivalidade pelo estado, país, continente
e através do mundo inteiro. Mas, o Inter - Internacional
- é o vermelho; e o Milan - Grêmio - é o
azul. É de deixar qualquer italiano desnorteado. Pois
na Copa Libertadores de 2011, caso passem nas oitavas de final
pelo Peñarol (UR) e Universidade Católica (CH)
– jogos duríssimos - os dois clubes mais importantes
de Porto Alegre vão se enfrentar em confronto direto
de 180 minutos nas quartas de final do torneio continental.
O Internacional terá uma espécie de confronto
continental de clubes do povo pela frente, o Clássico
do Pampa. Vai pegar o Peñarol, o mais popular clube uruguaio.
Enquanto o aristocrático Grêmio enfrentará
a forte burguesia da Universidade Católica do Chile.
Em Porto Alegre, como também em todo o Sul e Oeste de
todo o Brasil, desde o Chuí ao Pico da Neblina, nenhum
desportista sonha diferente. Todos querem um confronto Inter
x Grêmio nas quartas de final. Seria o clássico
GRENAL do Novo Milênio. Aliás, seriam os dois GRENAIS,
pois é o confronto de ida e volta.
O esperado GRENAL da Copa Libertadores da América, depois
de 110 anos do primeiro jogo entre os dois clubes, será
na verdade um confronto de dois jogos. A Rua dos Andradas, a
Rua da Praia, para os íntimos, já vive o momento
ímpar em 110 anos de História - o dos clássicos
GRENAIS da Copa Libertadores.
Há um frenesi se espalhando pelos jovens, pelos executivos
engravatados e pelas jovens e senhoras que freqüentam as
lojas populares e as galerias aristocráticas e históricas
com mais de um século, como a Galeria da Livraria do
Globo, ao lado da Galeria Chaves que está em obras para
ficar ainda mais elegante, a Galeria Malcon; ou os largos com
quase dois séculos de história, como o Largo dos
Medeiros e a Esquina Democrática.
O comércio no entorno da Galeria Chaves, por exemplo,
com os cafés de jornalistas e esportista e as agências
de viagens, já vive o GRENAL do Milênio. Os 11
milhões de gaúchos que moram no Rio Grande do
Sul e mais os outros 10 milhões de gaúchos que
vivem espalhados em outros estados ou nos cinco continentes,
já pensam em reservar passagens e ingressos. Nem mesmo
dez estádios Maracanãs lotados contemplariam todos
os torcedores gaúchos que gostariam de estar dentro dos
estádios Olímpico e Beira-Rio, neste jogo de 180
minutos.
Os cambistas já sonham com lucros milionários.
Mas em todos os corações bate uma desconfiança
surda, persistente. “E, se o Peñarol e a Universidade
Católica aprontarem para cima de nós"? Somos,
mesmo, “nós”.
Nunca os colorados e gremistas rezaram juntos, mas agora todos
imploram a classificação da dupla gaúcha
para as quartas de final. Já não é importante
vencer a Libertadores 2011. O mais importante é estar
vivo nas quartas de final.
O GRENAL do Milênio já começou. Duvido que
algum gremista vá torcer pelo Peñarol ou algum
colorado para a Universidade. Pela primeira vez não existirão
secadores no Rio Grande do Sul. GRENAL é GRENAL...
Depois, que venham o Santos, o Cruzeiro, o Once Caldas ou o
América do México e mais adiante o Fluminense,
Vélez, o Jaguares. O troféu maior da Copa Libertadores
da América, no Sul, é o confronto GRENAL nas quartas
de final da própria Copa Libertadores de América.
Depois, tudo será lucro.
Diário de serafina...
Dia 22/04
Fico sabendo das chances de PMDB e DEM se unirem
pra eleição do ano que vem! Mas isto é
como reunir agua com azeite? Será possível?
*Por questões pessois, mandões
do PP e do DEM, não se bicam muito em Serafina. E isto
que os caras são primos. Imagina se não fossem
, bom, talvez fosse melhor.
*Pe Agostinho da paróquia daqui quer se ver livre do
Hospital. Ele quer cuidar da religão, não de problemas
com SUS e afin s.
Hospital de serafina é paroquial. Mas dos sócios
só restam 28 vivos. Vão ter que fazer nova sociedade.
*Deputado estadual Alexandre Postal(PMDB) deu
48 mil pra reforma da lavanderia do hospital e o deputado federal
Wilson Covatti(PP) deu 100 mil pra pintura externa. Administrador
Rogério faz o que pode
*No tempo em que a Salete Cadore foi secretária
da Saúde, do governo do PMDB, do Polaco, ela queria municipalizar
o hospital. Cada vez que a Salete chegava no hospital e iam
avisar o padre na casa canônica, ele entravam em xiliques,
com medo da secretária...
É que a fama dela é de faca na
bota...
*Hoje secretaria da saúde está com ex-prefeito
Salvi, que é do PT. e que dizem formará chapa
na próxima eleição com Breda, também
do PT, atual vice-prefeito.
*Agora uma de primeira: o sino da Igreja, que antigamente era
tocada pela MARINA CAMPANELA, TEM até uma música
da Maria Amélia Arroque homenageando a empregada do padre
que ia tocar o sino - hoje está todo automatizado. Quando
toca não tem mais ninguém que puxa corda nenhuma.
E foi um alemão de Teutônio que
fez a mexe e cobrou da paróquia 4 mil reais para isto.
*Terreno onde fica o monumento do Cristo Rei, no alto de um
morro não era escriturado até pouco tempo atrás.
Qualquer um poderia ter reclamado pra si....O terreno foi uma
doação do falecido GENOVINO MIGLIAVACCA, que por
ser fabricante de vassouras era chamado aqui de COEL DE LE SCOE-
AQUELE DAS VASSOURAS...
IGTF divulga músicas classificadas para o Ronco do Bugio
A comissão julgadora do 20° Festival
Ronco do Bugio, reunida na sede da Fundação Instituto
Gaúcho de Tradição e Folclore (IGTF), instituição
vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, selecionou
12 músicas finalistas do evento que acontecerá
nos dias 27 a 29 de maio, em São Francisco de Paula.
Os autores têm até o dia 28 de
abril para encaminhar a gravação arranjada e finalizada,
juntamente com a ficha técnica e a autorização
assinada para que a mesma seja incluída no CD oficial
que será lançado nos dias do festival. O Ronco
do Bugio integra a programação da Festa Nacional
do Pinhão e chega a sua vigésima edição
como o mais representativo da região serrana do Rio Grande
do Sul.
A origem da criação desse gênero musical
é controversa. Alguns afirmam que o ritmo e os movimentos
executados na dança são inspirados no bugio, um
tipo de macaco que vive nas matas no sul do país. Outros,
atribuem o surgimento desse estilo a um erro cometido por um
gaiteiro.
Até a década de 1960, o gênero bugio estava
restrito a um grupo da sociedade gaúcha, sendo aceita
aos poucos pela alta sociedade. Atualmente, pode-se afirmar
que é um gênero musical importante do cancioneiro
gaúcho que movimenta os fandangos e bailes no Estado.
Músicas selecionadas
- AINDA HÁ TEMPO
Letra: Fábio Prates
Melodia: Sérgio Rosa
- AS MARCAS DO TEMPO
Letra: Elson Lemos
Melodia: Paullo Costa
Intérprete: Paullo Costa
BUGIO VELHO
Letra: Chico Saga e Rivadávia Barreto
Melodia: Chiso Saga e Mario Tressoldi
Intérprete: Grupo Chão de Areia
- COISAS DA SERRA
Letra: Dionisio Costa e Zezinho
Melodia: Zezinho
Intérprete: Zézinho e Grupo Floreio
- DESCENDÊNCIA
Letra: Érlon Péricles
Melodia: Érlon Péricles
- JEITO SERRANO
Letra: Moisés Menezes
Melodia: Nenito Sarturi
Intérprete: Nenito Sarturi
- MAS QUE TAL O BUGIO
Letra: Mario Amaral
Melodia: Mario Amaral
Intérprete: Marinês Siqueira
- MOLDURA DE UM NOVO TEMPO
Letra: Edilson Villagran
Melodia: Nelson Cardoso
Intérprete: Nelson Cardoso
- O HOMEM E O BUGIO
Letra: Rico Basquera
Melodia: Rico Basquera
Intérprete: Rico Basquera e Grupo Tarumã
- OS OLHOS DA BUGIA
Letra: Heleno Cardeal
Melodia: Samuca
Intérprete: Mauricio Barcellos
- SARTANDO OS BUTIÁ DOS BORSO
Letra: Alex Casanova
Melodia: Alex Casanova
- TROPA MUDA
Letra: Jairo Fonseca
Melodia: Volnei Gomes
Intérprete: Volnei Gomes
Assessoria de imprensa
Rita Escobar - Mtb 6079
(51) 3228.1711/9327.5434
Histórias de La Undeze
O transportador que
namorava todas no Rio...
Nelson Assoni teve teve seus tempos de glória. O conhecido
Janguta, dos tempos do Colégio Conceição,quando
montou uma transportadora - a Serrafrio - morava praticamente
no Rio de Janeiro, por questões de trabalho.
E lá próspero que era, namorava
deste as mulatas do Sargentelli até a Rita Cadillac...
Estes tempos se foram e nos encontros que ele
tem agora em Serafina, os gozadores, durante as jantas que fazem,
perguntam ao companheiro:
- Nelson, que investimento tu fizestes na Rita Cadillac...
Ele costuma ficar quieto.
Mas Nelson é um dos mais prósperos
criadores de Serafina. A Serrafrio ele a vendeu para os Braido.
Do seu casamento, tem um casal de filhos: a
mulher é comissária de bordo e o rapaz trabalha
com o pai. Conhecido por Pachu, recentemente montou o bar Calábria,
em Serafina.
Blogueira da revista TPM acusa jornalista de plagiar seus textos
Izabela Vasconcelos
A jornalista Leonor Macedo, que mantém
o blog Eneaotil no site da revista TPM, acusa a blogueira Gabriela
Yamada, editora do site EPTV Ribeirão Preto (afiliada
da Globo), de copiar seus textos e publicar em seu blog pessoal,
alterando apenas nomes dos personagens e alguns trechos. Gabriela
nega o plágio e afirma que admira Leonor e que seus textos
apenas serviram como fonte de inspiração.
Os textos são pessoais e tratam dos
pais de Leonor e de seu filho. “Isso é homenagem
ou plágio?”, ironiza Leonor. “Se tivesse
pedido desculpas, tudo bem, mas quando questionei ela apagou
os dois textos”, diz.
Gabriela se defende. “Tenho a Leonor
como uma grande fonte de inspiração, e quero pedir
desculpas se houve a aparência de ter ocorrido plágio.
Não quero entrar em atrito com ela, e por conta disso,
enviei um e-mail a ela e já removi os textos dos quais
ela se refere. Continuo admirando o blog da Leonor, e desejo
a ela todo o sucesso profissional”, afirma.
A blogueira da TPM afirmou que, a princípio,
não pretende processar Gabriela, mas não quer
que o caso se repita. No começo de 2010, Leonor foi vítima
de plágio, ao lado de outros oito blogueiros. O texto
“As figas de papai e o tricampeão da copa do Brasil”
foi copiado por Roberto Chalita para os blogs Boteclando e Boteco
Pensante, e também tratava de assuntos pessoais.
Este site voltará a ser atualizado
na segunda, dia 25.04
Desejamos aos leitores uma boa páscoa!
Agradeço e retribuo todos os votos de boa páscoa!!!!

Feliz Páscoa

UM GRITO CONTRA A ESPECULAÇÃO
Por Carlos Chagas
Segunda-feira, na primeira sessão desta semana, que por
ser santa também é morta, três senadores
ocupavam o plenário. Um presidia, outro discursava e
o terceiro ouvia. Foi pena para os 78 ausentes, porque o pronunciamento
do senador Roberto Requião insere-se como um dos mais
importantes do corrente ano. Sem fazer questão da presença
dos gazeteiros, o ex-governador do Paraná começou
analisando a crise econômica mundial para depois chegar
ao Brasil e aos perigos que nos cercam.
Lembrou ser a especulação financeira
a essência do mal que de novo assola a Europa e os Estados
Unidos, lançando olhares para a América do Sul.
Em suas palavras, há uma impiedosa transferência
de trilhões de dólares pelo mundo, sem compromisso
com a vida do ser humano e atrás apenas do lucro fácil,
favorecido e estimulando a inflação. A quebra
das indústrias, o desemprego, a compressão dos
salários, o aumento de impostos e o atraso tecnológico
são consequências inevitáveis da especulação
hoje acentuada em Portugal, Grécia, Irlanda, Espanha
e outras nações. Trata-se da receita obrigatória
imposta pelos governos e entidades internacionais, os mesmos
responsáveis pela crise e agora empenhados em resolvê-la
através de métodos que só fazem piorar
as agruras de suas populações.
Requião referiu-se aos privilégios
exorbitantes concedidos aos Estados Unidos, centro do mercado
financeiro de curto prazo, que elimina as economias nacionais
e nem por isso poupa a própria sociedade americana. Em
nome do lucro, cortam direitos sociais e empregos, ao mesmo
tempo gerando crises de representação e inflando
o populismo de direita.
Para o senador, Brasil, China, Índia
e Rússia devem levantar-se em contraposição
ao domínio do dólar, levando a Europa a adotar
políticas de proteção ao trabalho e de
prevalência da produção sobre a especulação.
Investimentos precisam ser feitos em habitação,
alimentação e educação. Cabe aos
países em desenvolvimento pressionar os Estados Unidos
e sacudir o jugo do capitalismo financeiro, sob pena de mergulharmos
no abismo que já domina boa parte do mundo.
Lamentável foi o palco onde transcorreu
a denúncia de Roberto Requião, carente de atores
e de platéia, mas não se dirá que ele deixou
de cumprir seu dever, também ignorado pela mídia.
Sequer um registro de suas palavras mereceu espaço nos
jornais de ontem. Fica o protesto.
PARAR ENQUANTO É TEMPO
Dispõe o artigo 220 da Constituição,
no capítulo da Comunicação Social, que
a lei estabelecerá mecanismos capazes de defender a pessoa
e a família dos excessos da programação
de rádio e televisão. Passados quase 23 anos da
promulgação de nossa lei maior, nem Congresso
nem governo tiveram coragem para dar início ao debate
dessa óbvia necessidade, que nada tem a ver com censura.
Trata-se de punir baixarias a posteriori para evitar que se
repitam. Multas, advertências, suspensões e até
cassação de concessões bastariam para restabelecer
um mínimo de dignidade a nossas telinhas e microfones,
hoje invadidas pelo que há de pior em termos de comunicação
de massa.
O pavor de deputados e senadores, bem como
de integrantes do governo, é de desagradar os barões
televisivos e, assim, perderem espaço promocional e até
ganharem perseguições.
Não dá, no entanto, para continuar
assistindo programas que denigrem o cidadão, humilham
a sociedade e induzem à quebra de valores inerentes à
pessoa humana.
Dirão os responsáveis por esse
lixo crescente estarem dando ao telespectador aquilo que ele
deseja, daí o crescimento dos índices de audiência
e a multiplicação da publicidade. Essa prática
não caracteriza liberdade, senão licenciosidade.
Caberia ao poder público agir, porque tudo tem limite,
menos a desfaçatez de uns e a covardia de outros. Não
será por falta de opção que o público
aplaude as baixarias?
A CASA DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Brasília não é apenas
a capital da República, sede dos três poderes da
União. Na prática, constitui-se também
na casa do presidente, dos parlamentares e dos grandes juízes.
À exceção do fundador, porém, nenhum
outro chefe do governo parece haver-se interessado pela sorte
de seus vizinhos. Vivendo em palácios ou em guetos super-protegidos,
Suas Excelências e os Meretíssimos pouca importância
dão ao que acontece à sua volta. Trafegam em comboios
especiais que fecham o trânsito, no caso mais gritante
do (da) presidente da República. Isso quando não
utilizam helicópteros ligando residências a locais
de trabalho e ao aeroporto. Por conta de uma pretensa segurança,
omitem-se e se isolam da comunidade, com suas necessidades e
despesas realizados num território inexpugnável.
O resultado aí está: a casa do
presidente da República e dos integrantes dos demais
poderes virou a “Casa da Mãe Joana”, sem
que eles se dêem conta nem se preocupem como que acontece
no mundo à sua volta. No passado, ainda indicavam os
governantes locais, sentindo-se meio responsáveis pelo
que acontecia. Ganhando autonomia política, Brasília
ganhou também o desprezo das autoridades maiores. Seria
bom que se integrassem, senão na vida comunitária,
ao menos na recuperação de sua própria
casa.
DESAFIO INCONSEQUENTE
Irrompeu o sociólogo com mais uma de
suas inconsequentes intervenções no reino ao qual
não pertence mais, da política. Depois da indagação
do ex-presidente Lula sobre porque teria estudado tanto para
dizer bobagens, o ex-presidente Fernando Henrique ultrapassou
o limite das próprias, quer dizer, das bobagens. Com
base em resultados eleitorais do passado, quando venceu por
duas vezes o adversário, acaba de desafiá-lo para
mais uma disputa. Claro que sabendo ser impossível, inviável
e fantasioso esse novo embate. Jamais conseguiria sair candidato,
nem pelo PSDB nem por qualquer outro partido. Mas se saísse,
imagine-se o resultado...
A NECESSIDADE DE O LULA PRESIDIR O PT
Por Carlos Chagas
De que maneira o ex-presidente Lula assumirá,
no PT e adjacências, a liderança pelos esforços
para a realização da reforma política?
Claro que conversando, reunindo, dialogando e ouvindo os companheiros
e seus aliados, mas apenas na condição de ex-presidente
da República e de presidente de honra do partido?
Na reunião de ontem com parlamentares
e líderes petistas, ficou óbvio que muito melhores
condições terá o Lula de tocar a reforma
política caso aceite a presidência de fato do PT.
Senão vago, o lugar encontra-se vazio, com a enfermidade
do atual presidente, José Eduardo Dutra. É excepcional
a condição de ex-presidente da República,
ainda mais popularíssimo, somado à presidência
de honra, mas não bastam. Muito mais reforçado
ficaria o coordenador da reforma se investido da real presidência
da legenda oficial. Nessa condição procuraria
os dirigentes dos demais partidos e poderia deslocar-se pelo
país, freqüentando ainda corredores e gabinetes
do Congresso. Reforçaria o diálogo.
Por enquanto o Lula hesita em assumir de direito
o que já exerce de fato, o comando do PT. Tem ouvido
que em nada essa condição lhe tolheria os passos
de conferencista internacional. Bastaria encontrar um vice-presidente
ou um secretário-geral disposto a carregar o piano, ou
seja, a cuidar do varejo das montagens e seqüelas municipais
e paroquiais. Não se trata de encontrar títulos
e honrarias para dialogar com Dilma Rousseff, pois o relacionamento
entre eles supera de muito as nomenclaturas. Mas para a economia
interna do PT e o entendimento com os demais partidos, torna-se
importante que se apresente com a formalidade.
A reforma política será pesada.
Uma guerra, tendo em vista as divergências já verificadas
na Câmara e no Senado. O próprio PT não
apresenta unanimidade, ainda que sua maioria parlamentar apóie
as duas propostas mais a gosto do Lula: o financiamento público
das campanhas e a votação em listas partidárias
para deputado, quer dizer, a proibição do voto
fulanizado. Há forte resistência em outras bancadas,
a começar pelo PMDB, quanto ao voto na legenda. Da mesma
forma, a equipe econômica do governo torce o nariz para
gastar dinheiro público bancando a eleição
de políticos. Para não falar na suposta opinião
pública. Como o ex-presidente sustenta essas duas mudanças,
entre outras, precisaria entrar blindado nas negociações.
Nada melhor do que entrar nelas com a presidência do PT
de estandarte.
BRINDANDO COM FOGO
será demais repetir que o MST foi dos
mais importantes movimentos criados no país nas últimas
décadas. Exprimiu, e ainda exprime, um anseio real da
sociedade excluída, um grito de revolta contra o regime
da propriedade rural e, sema menor dúvida, uma alavanca
para o desenvolvimento e a justiça social.
Feito o óbvio reconhecimento, deve-se
passar ao reverso da medalha. Radicalismo nada tem a ver com
firmeza. Ocupar terras improdutivas é um dever, mas invadir
fazendas que vem produzindo, um exagero descabido. Neste mês
de abril já são mais de 150 as propriedades invadidas.
Quantas se incluem no rol daquelas utilizadas para a especulação
e a ganância dos donos da terra? Nem a metade.
Um dia desses fatalmente acontecerá
a tragédia. Ou as milícias organizadas por fazendeiros
extrapolarão de suas já duvidosas atribuições
ou um grupo mais fanatizado do MST se encarregará de
produzir vítimas. Sem esquecer as polícias militares
estaduais, de reconhecida truculência. Será acender
o pavio da luta no campo, com trágicas consequências
para todos, a começar pelo governo federal, incapaz de
escudar-se por mais tempo no dispositivo constitucional de que
a manutenção da ordem cabe aos estados. Também
cabe à União, em especial se os estados mostram-se
incapazes de cumprir seus deveres.
TODO CUIDADO É POUCO
Congresso iniciou ontem uma semana de pouco
trabalho mas, contrariando as expectativas, muita fofoca. Ocupou
conversas e reações variadas o episódio
da cassação da carteira de motorista do senador
Aécio Neves, mais a discutida versão de que se
teria negado a fazer o teste do bafômetro. Trata-se da
imagem que todo político deve manter a qualquer custo,
ainda mais em se tratando de um candidato à presidência
da República. Não há nada contra ao fato
de o ex-governador de Minas, solteiro, haver tomado uma taça
de vinho e de estar trafegando com a namorada, altas horas,
num dos mais movimentados bairros da zona sul do Rio. O diabo
foi estar vencida sua carta de dirigir. Além da versão
de ter rejeitado o teste da ingestão de álcool.
Isso uma semana depois de pronunciar um dos mais importantes
discursos oposicionistas do ano, quando permaneceu mais de seis
horas na tribuna do Senado, recebendo homenagens variadas. Imagine-se
a reação de fato de seus concorrentes, ainda que
apenas mensagens de solidariedade estejam chegando ao seu gabinete.
FUSÃO IMPOSSÍVEL
Não há hipótese de PSDB
e DEM se unirem numa só legenda. Primeiro porque os tucanos
aceitariam apenas a adesão, dada a desproporção
de contingentes. Depois porque os democratas perderiam a independência.
A hipotética fusão determinaria uma diáspora
monumental em seus quadros. Menos da metade de seus parlamentares
e líderes estaduais e municipais admitiriam ficar sob
a tutela dos atuais aliados. Boa parte, até, encontraria
no episódio o pretexto para aderir ao governo.
Quanto ao PSD de Gilberto Kassab, já
vem recebendo o apelido de “Partido Conceição”,
aquele que se subiu, ninguém sabe, ninguém viu...
Recebo do Lauro Dieckmann
que involuntariamente vira pauteiro dos coleguinhas....
No jornalismo, quem nasce com isto na veia,
nasce, ....é difícil " comprar " na
esquina jornalistas....
Não, olides, não li a matéria da ZH que
mencionaste. Não tenho lido ZH nos últimos tempos.
A Rosa é que, às vezes, me fala de alguma coisa
que está na ZH e que ela acha que pode me interessar.
Só ando lendo a Folha de São Paulo, pela internet,
e as páginas na internet dos jornais franceses e da Deutsche
Welle. Também não ouço a Guaíba
nem a Gaúcha (muito menos a Band e que tais). No carro,
tenho ouvido a Continental, dos Gadret (que ousaram copiar o
nome daquela que foi a mais criativa rádio gaúcha,
embora sejam eles o mais conservadores e convencionais possível).
A rádio tem uma boa programação musical,
mas comete o pecado de não mencionar o nome dos autores
das músicas nem dos intérpretes. Isso que a lei
garante a NOMINAÇÃO, ou seja, a divulgação
do nome do autor de qualquer produção intelectual
(música, filme, livro etc...). Mas pertencendo a rádio
quem pertence, tá explicado. Ssão os mesmos que
colocam ponto final em MANCHETE do jo rnal O Sul!
Já quanto à comandante, foi curioso,
logo que sentei na poltrona do avião, como a cabine de
comando estava aberta, espichei o olho para lá (uma das
minhas paixões é a aeronáutica e a pilotagem)
e percebi uns cabelos estranhos no que seria o comandante, ou
pelo menos em quem estava sendado na cadeira dele. Comentei
com meus botões: "Deve ser mulher". Quando
ela falou para os passageiros, aquela conversa sobre condições
do vôo etc (que geralmente a gente não compreende,
ou porque os comandantes falam muito mal, ou porque o sistema
de som dos aviões está pifado), confirmou-se que
era a senhora aquela da foto que coloquei no blog. Quando desembarcávamos,
em São Paulo, não aguentei e perguntei para um
dos comissários se dava para fotografar a piloto (não
iria escrever pilota, claro, ela não é a Dilminha
Presidenta, não é?). Deu e foi para o blog.
Mas, para ser justo (sou libriano e de Xango,
"da Justiça", como me disse um Pai-de-Santo),
volta e meia, quando estão sem assunto, os jornais fazem
matérias sobre mulheres aviadoras. Esta que mencionaste
no teu blog certamente foi mais uma.
Abraço
Lauro Dieckmann
MOVIMENTO DE JUSTIÇA E DIREITOS
HUMANOS/Brasil INFORMA:
Habla Jair Krischke sobre la Comisión
de la Verdad
“Confiamos en Dilma”
Brasil está debatiendo la creación
de una Comisión de la Verdad, una propuesta que existía
desde la presidencia de Luiz Inácio Lula da Silva, pero
que fue retomada con mayor fuerza por Dilma Rousseff. Jair Krischke
es consejero fundador del Movimiento de Justicia y Derechos
Humanos y días atrás visitó Buenos Aires,
desde donde hizo con Página/12 un repaso crítico
de la administración de Lula y compartió sus esperanzas
de que el mandato de Rousseff traiga aliento a los que luchan
por el castigo de los represores de la dictadura brasileña
(1964-1985).
–¿Qué opinión tiene de la Comisión
de la Verdad que impulsa el gobierno?
–Es un problema. Costó mucho trabajo y mucho esfuerzo
de las organizaciones de derechos humanos y de los familiares
para llegar hasta este momento. El ministro de Defensa, Nelson
Jobim, quiere unir verdad con reconciliación. Eso es
absolutamente imposible. La reconciliación es una palabra
muy hermosa pero trae exigencias: quien ofendió tiene
que reconocer lo que hizo, que cometió un crimen; luego
tiene que pedirles perdón a los familiares de las víctimas,
que lo perdonarán o no.
Pero los militares brasileños no reconocen lo que hicieron
y jamás pedirán perdón.
–¿Tiene esperanzas de que se concrete la comisión?
–Yo confío en Dilma. Ella no es Lula, que con el
tema no quería saber nada. Durante los ocho años
que estuvo en el gobierno, no recibió nunca a los familiares.
Dilma es distinta. Es una mujer ubicada en el tema, sabe de
qué se trata y quiere que se cree la Comisión
de la Verdad. Tenemos grandes expectativas pero sabemos que
no va a ser fácil.
–¿Cómo evalúa el trabajo de la actual
Secretaría de Derechos Humanos?
–La ministra María del Rosario ya declaró
públicamente que comparte la postura con el ministro
Jobim. Eso nos preocupa pero la sociedad civil brasileña
va a trabajar en el tema para ver si logramos un avance. María
del Rosario declaró a la prensa que la Comisión
de la Verdad no va a punir a nadie. Claro que ninguna Comisión
de a Verdad no va a castigar a nadie. Lo que debe hacer es entregarle
la información a la Justicia.
–¿Qué piensa de que el Tribunal Supremo
haya ratificado el año pasado la Ley de Amnistía
de 1979?
–Antes de hacer la presentación ante la Justicia,
yo le dije al presidente del Colegio de Abogados que no deberíamos
hacerlo. Porque conociendo cómo se posiciona siempre
nuestra Corte Suprema, ingresar esta causa y salir perdiendo
iba a implicar cerrar el tema. Y este tema no es para nada jurídico:
es político y se tiene que discutir a nivel político.
–¿Puede servir para eso la sanción del año
pasado de la Corte Interamericana de Derechos Humanos por la
vigencia de esa norma?
–Eso fue muy importante para nosotros. Las organizaciones
de derechos humanos le mandamos una carta a la presidenta para
pedirle que se cumpla con la decisión de la Corte-IDH.
–La sanción de la Corte IDH se refiere a la represión
contra la guerrilla de Araguaia. ¿Qué pasó
con los archivos secretos que se refieren al accionar de los
militares en ese caso?
–Cuando Lula asumió, la Justicia mandó a
abrir los archivos sobre el tema Araguaia. La orden decía
que si no lo hacía en quince días, pesaría
una multa diaria. El gobierno fue hasta la Suprema Corte para
apelar esa resolución y perdió. La notificación
final que exigía la apertura llegó en octubre
de 2007 al Palacio del Planalto. Inmediatamente, Jobim designó
un equipo para ir a Araguaia a buscar los cuerpos, pero sin
los familiares. El equipo no encontró nada. Una semana
o diez días después, una hermana de uno de los
desaparecidos fue e hizo unas excavaciones a 30 metros y encontró
huesos. Parece una broma, pero esa era la posición de
Lula: no hacer nada.
Entrevista: Luciana Bertoia.
As jovens vinícolas da Campanha
Confesso um especial carinho pela Campanha
Gaúcha, a partir de antigas ligações familiares,
dos tempos em que a pecuária significava quase tudo naquela
região. Depois surgiram os arrozeiros e há um
quarto de século a Almadén, que desencadeou o
processo de descolamento da Serra Gaúcha, até
então tida e havida como único sinônimo
do vinho no Rio Grande.
Hoje ocorre um verdadeiro boom da vitivinicultura,
onde antes se vivia com um olho no céu e outro no campo,
torcendo para que a seca não viesse, o pasto vicejasse,
os bois ganhassem peso, preço e fosse produtiva a tosa
das ovelhas. Os parreirais nem precisam de tanta torcida: eles
encontraram na Campanha o clima adequado, um terroir particularíssimo,
a real possibilidade de ali cultivar preciosas cepas, capazes
de se transformar em vinhos brancos agradáveis e tintos
robustos.
É o que têm feito as 15 vinícolas
que se distribuíram ao longo de uma linha imaginária,
que serpenteia ao longo da fronteira, às vezes mais,
às vezes menos distante dela. Começa ao Sul, em
Candiota, sobe por Bagé, Dom Pedrito, Santana do Livramento,
Rosário do Sul, Alegrete, Quaraí e Uruguaiana,
até chegar a Itaqui. Foi onde se instalou a Campos de
Cima (foto), objetivando ser uma vinícola-butique, com
pequena produção e olhar também voltado
ao enoturismo, ainda pouco explorado na região.
Naquele município ela cultiva 11 variedades,
tendo a Tannat e a Ruby Cabernet como geradoras dos vinhos mais
vendidos. As outras uvas presentes nas espaldeiras da Campos
de Cima (foto menor) são Chardonnay, Viognier, Pinot
Noir, Merlot, Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon, Shiraz, Malbec
e Tempranillo. Em 2012 será iniciada a vinificação
em instalações próprias, que estão
sendo erguidas próximo à fronteira com a Argentina.
Ela irá se juntar a Almadén,
Fortaleza do Seival, Aliança, Cordilheira de Santana,
Peruzzo, Rio Velho, Vinoeste e Rothier Darricarrere, que já
possuem os meios de elaborar vinhos em suas sedes. Em breve,
além da Campos de Cima, a Guatambu passará a integrar
esse elenco, concluindo obras em execução.
Blog Homem na cozinha
Parlamentar reitera apoio a servidores da FUGAST
Durante ato de servidores da FUGAST (Fundação
Riograndense Universitária de Gastroenterologia), realizado
na Assembleia Legislativa na terça (18), o líder
da bancada do PSDB, Jorge Pozzobom, reiterou seu apoio aos manifestantes.
O parlamentar, que é relator na Comissão de Constituição
e Justiça, apresentou no dia 5 de abril parecer favorável
à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) n.º 211/2011,
que busca regularizar a vida funcional dos servidores. No parecer,
Pozzobom destacou o fato de nesses 36 anos foi o Estado gaúcho
o único mantenedor da instituição. Por
essa razão é que está devidamente expresso
no estatuto da FUGAST que, quando for extinta a fundação,
todo o seu patrimônio será incorporado ao Estado
do Rio Grande do Sul. Portanto conclui que todos os seus servidores
eram servidores públicos do Estado de fato, pois sempre
prestaram serviços diretamente para o Estado. Não
eram, portanto, delegatários de serviços públicos,
nem a FUGAST concessionária de serviços públicos.
Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul
Recebo do colega Matz....
sobre as fotos enviadas por ele....( pô, ele demorou pra
identificar os caras, e se tivesse baixando uma matéria???com
o Fehlberg na coleira, como ia ficar???!!!!)
Olides, as fotos de Bombinhas em 1970 pertencem
ao Renato Cyppel, um dos que
figura na imagem. Me foi cedida pelo nosso amigo Mário
de Santi que as encontrou
perdidas em uma gaveta, as escaneou e me enviou. Não
consigo reconhecer a todos,
inclusive eu demorei para me encontrar.
Abraços.
Luiz Oscar Matzenbacher
Laura e a pauta da zh...que comentei
aqui!
Não, olides, não li a matéria
da ZH que mencionaste. Não tenho lido ZH nos últimos
tempos. A Rosa é que, às vezes, me fala de alguma
coisa que está na ZH e que ela acha que pode me interessar.
Só ando lendo a Folha de São Paulo, pela internet,
e as páginas na internet dos jornais franceses e da Deutsche
Welle. Também não ouço a Guaíba
nem a Gaúcha (muito menos a Band e que tais). No carro,
tenho ouvido a Continental, dos Gadret (que ousaram copiar o
nome daquela que foi a mais criativa rádio gaúcha,
embora sejam eles o mais conservadores e convencionais possível).
A rádio tem uma boa programação musical,
mas comete o pecado de não mencionar o nome dos autores
das músicas nem dos intérpretes. Isso que a lei
garante a NOMINAÇÃO, ou seja, a divulgação
do nome do autor de qualquer produção intelectual
(música, filme, livro etc...). Mas pertencendo a rádio
quem pertence, tá explicado. Ssão os mesmos que
colocam ponto final em MANCHETE do jo rnal O Sul!
Já quanto à comandante, foi curioso,
logo que sentei na poltrona do avião, como a cabine de
comando estava aberta, espichei o olho para lá (uma das
minhas paixões é a aeronáutica e a pilotagem)
e percebi uns cabelos estranhos no que seria o comandante, ou
pelo menos em quem estava sendado na cadeira dele. Comentei
com meus botões: "Deve ser mulher". Quando
ela falou para os passageiros, aquela conversa sobre condições
do vôo etc (que geralmente a gente não compreende,
ou porque os comandantes falam muito mal, ou porque o sistema
de som dos aviões está pifado), confirmou-se que
era a senhora aquela da foto que coloquei no blog. Quando desembarcávamos,
em São Paulo, não aguentei e perguntei para um
dos comissários se dava para fotografar a piloto (não
iria escrever pilota, claro, ela não é a Dilminha
Presidenta, não é?). Deu e foi para o blog.
Mas, para ser justo (sou libriano e de Xango,
"da Justiça", como me disse um Pai-de-Santo),
volta e meia, quando estão sem assunto, os jornais fazem
matérias sobre mulheres aviadoras. Esta que mencionaste
no teu blog certamente foi mais uma.
Abraço
Lauro Dieckmann
MEMORIA
VINTE E SEIS ANOS DA MORTE DE TANCREDO!
nESTE 21/04, completam-se 26 anos da morte
do primeiro presidente pós ditadura militar.
Todos os que tem a minha idade, lembram daquele
final de feriadão, quando apareceu o recém convertido
em celebridade nacional, o Antônio Britto Filho,com cara
de sério, no auditório do Instituto do Coração,
o Incor, pra anunciar à Nação que a agonia
do presidente acabara.
Surgiram muitas especulações de que Tancredo estava
morto há dias e que esperaram pra lançar o anúncio
no dia de Tiradentes.Brittto desmente - bom, ele não
ia confirmar, né - isto no depoimento que deu no livro
dos porta-vozes lançado no ano passado.
O anúncio de Britto aquela noite foi
este:
LAMENTO INFORMAR QUE O EX. SR. PRESIDENTE DA
REPÚBLICA TANCREDO DE ALMEIDA NEVES FALECEU ESTA NOITE
ÁS 10 HORAS E 23 MINUTOS.
ACRESCENTO O SEGUINTE:
nos ULTIMOS CINQUENTA ANOS A VIDA PÚBLICA
DE TANCREDO NEVES CONFUNDIU-SE COM OS SONHOS E COM OS IDEAIS
BRASILEIROS DE UNIÃO, DE DEMOCRACIA E DE JUSTIÇA
SOCIAL E DE LIBERDADE. NOS ÚLTIMOS MESES, PELA VONTADE
DE TANCREDO NEVES, ESSES IDEAIS SE TRANSFORMARAM NA NOVA REPUBLICA.
A EMOCIONANTE CORRENTE DE FÉ E DE SOLIDARIEDADE DAS ÚLTIMAS
SEMANAS ENQUANTO O TANCREDO LUTAVA PELA VIDA SÓ FEZ CRESCER
ESTE SENTIMENTO DE UNIÃO QUE3 SEMPRE FOI AÇÃO
, EXEMPLO E OBJETIVO DE TANCREDO NEVES.
COM A MESMA FÉ COM A MESMA DETERMINAÇÃO
, O BRASIL HAVERÁ A PARTIR DE AGORA DE REALIZAR OS IDEAIS
DO LIDER QUE ACABAMOS DE PERDER; TANCREDO NEVES.
De São Borja
Comemorando 40 anos
BARRANQUEIROS estão no PESQUEIRO

cOMEÇARAM A CHEGAR ONTEM, oriundos
de todo o estado e de fora dele, até da Argentina, os
cerca de 300 barranqueiros que vão participar deste 40
encontro num pesqueiro, como eles chamam.Também chamado
de Comicio dos espíritos eles se encontram anualmente
para compor,tomar trago e desopilar. Tudo surgiu de uma brincadeira
entre Nico Fagundes, Tio Manduca e Aparício Silva Rillo,
como contou o próprio Nico dias atrás na UFRGS,durante
show dos músicos.
O FEstival da Barranca como é chamado
- por isto os participantes se autointitulam de BARRANQUEIROS
- tem uma peculariedade: NINGUÉM ENTRA SEM SER CONVIDADO
POR OUTRO BARRANQUEIRO...
e O " MALA" QUE SE PREPARE PORQUE
NÃO É MAIS CONVIDADO NA OUTRA EDIÇÃO....
eNTRE AS FIGURAS ILUSTRES QUE PARTICIPAM DELE,
ESTÃO LUIS CARLOS BORGES, NICO FAGUNDES, ELTON SALDANHA,ENTRE
OUTROS MÚSICOS ...YAMANDU COSTA,ENTRE OUTROS.
nUM LIVRETO LANÇADO TEMPOS ATRAS HÁ
UM PARAGRAFO QUE EXPLICA A AUSENCIA DE MULHERES NO EVENTO:
- segundo os organizadores do evento, a presença
de mulheres também não é permitida pelos
barranqueiros.Alegam que não haveria infra-estrutura
para tanto.
Outros explicam esta não presença
do belo sexo por uma reverência aos primeiros festivais
que não permitiam a presença de mulheres.
Na sexta-feira santa é dado um tema
e todos saem a compor porque as apresentações
com disputa por um troféu - não é dinheiro
e não tem patrocínio - são feitas nas noites
de sábado santo. No domingo, todos voltam pra suas casas.
Desde o primeiro festival, a regra é
o que o chamado Tio Manduca propôs: é dado o tema
e os participantes tem até o sa´bado à tarde
pra fazer a letra e compor a música.No primeiro acampamento
o tema foi a Pescaria. Quem venceu foi Nico Fagundes.
Houve três concorrentes que disputaram aquele troféu
que virou histórico.
O troféu fica em poder do vencedor até
o ano seguinte, depois ele o passa adiante.
Não há nenhum festival semelhante
no país....dizem seus organizadores.
O PMDB NÃO É GOVERNO
Por Carlos Chagas
Com o retorno da presidente Dilma ao país
reabre-se a questão do preenchimento dos postos de segundo
e terceiro escalões do governo, que o PMDB espera cada
vez com mais impaciência. Menos pelos medalhões
ainda escanteados, como José Maranhão, Orlando
Passutti e Helio Costa, mais pelos feudos que perdeu no setor
elétrico e nos bancos estatais, o partido não
esconde o mal-estar. E joga a responsabilidade pela demora das
nomeações sobre os ombros do vice-presidente Michel
Temer, que durante a semana em que exerceu a presidência
foi pressionado e precisou reunir-se com os companheiros mais
afoitos, pedindo-lhes paciência.
Paciência vem sendo produto em falta nas prateleiras do
PMDB, do Sul ao Nordeste. Bem que os ministros peemedebistas,
muitos exasperados, gostariam de engrossar as fileiras dos deputados
e senadores descontentes, mas falta-lhes coragem. Estão
cada vez mais isolados, sem integrar o núcleo de poder
real estabelecido em volta da presidente Dilma, onde predomina
o PT. Existem pelo menos ministros que, passados cem dias, ainda
não despacharam isoladamente com a chefe do governo.
Desconhecem a cor do mobiliário de seu gabinete e hesitam
entre reclamar ou deixar as coisas como estão. Melhor
não levar puxões de orelha, mesmo vendo paralisados
planos e propostas que ainda não tiveram oportunidade
de expor.
Entre essas duas paralelas segue o outrora maior partido nacional:
ocupar vagas capazes de demonstrar a influência perdida
e tentar confirmar os vaticínios um dia feitos por Michel
Temer, de que o PMDB não estaria no governo porque era
governo. Não é.
JESUS NÃO GOSTARIA
Estivesse entre nós de corpo presente e Jesus sentiria
ímpetos de pegar o chicote e novamente vergastar não
apenas os vendilhões do Templo, mas os gazeteiros de
Brasília. Porque nesta Semana Santa nos tribunais superiores
não haverá sessões plenárias. Teoricamente
de folga a partir de quarta-feira, nem hoje nem amanhã
deverão ser julgadas questões de vulto. A moda
possivelmente se estenderá a instâncias inferiores.
No Congresso, apesar do esforço de alguns abnegados deputados
e senadores para reunir suas comissões, nenhum projeto
importante será sequer discutido, quanto mais votado.
E no Executivo, será diferente? Seria bom prestar atenção
nas agendas dos 37 ministros. A madre superiora estará
vigilante, mas quantas noviças se dedicarão a
inspecionar obras ou participar de conferências e seminários,
fora de Brasília? Por coincidência, em seus estados
de origem.
Turismo da Capital lança Guias
Básicos de Línguas para profissionais do setor
A Secretaria Municipal de Turismo lançará, na
terça-feira, 19, a série Guias Básicos
de Línguas, destinada a ajudar profissionais de diferentes
segmentos relacionados ao receptivo da cidade a se comunicarem
com turistas estrangeiros. O lançamento ocorrerá
às 11h, no Paço Municipal, com a presença
do prefeito José Fortunati e lideranças do setor.
Editada em português/inglês e português/espanhol,
a série é composta por livretos de bolso temáticos
para as áreas de Hotéis, Aeroporto, Transporte,
Gastronomia e Compras, segmentos identificados em pesquisa como
os que o turista mais têm contato durante sua permanência
num destino.
A série é composta por dez edições
diferentes, com uma tiragem inicial de 50 mil exemplares impressos
em cores. Os guias serão disponibilizados a entidades
e empresas do trade turístico da Capital, muitas integrantes
da Câmara Temática Turismo e Hotelaria Copa 2014,
para servir de apoio aos cursos de capacitação
em idiomas que desenvolvem em seus segmentos.
Nos guias, recepcionistas, garçons, taxistas, comerciários
entre outros profissionais que atuam na linha de frente do atendimento
aos turistas encontrarão diálogos comuns ao seu
cotidiano, uma seção de vocabulário específico
e outra de vocabulário geral para as demais situações,
assim como o alfabeto e números com suas respectivas
pronúncias. A metodologia foi desenvolvida por profissionais
especializados e utiliza frases simples e de fácil entendimento.
O que: Lançamento dos Guias Básicos de Línguas
Dia: 19 de abril (terça-feira)
Hora: 11h
Local: Paço Municipal
Eliana Zarpelon (MTb 3821)
NOVA VIDA...
WOLMER JARDIM JÁ ANDA POR PORTO ALEGRE,
DEPOIS DE UNS TEMPOS ENTRE URUGUAIANA,SÃO BORJA E ALEGRETE.
ATÉ O OLÍMPICO,DO IMORTAL, TEM FREQUENTADO.....
Coleguinhas
Ouvintes do BOM DIA, como eu, dando BOAS VINDAS
AO LOCUTOR WLADIMIR OLIVEIRA....QUE O PROGRAMA FICA MELHOR,
FICA...WLADIMIR SABE FICAR MAIS NA DELE E O PROBLEMA DA ELLEN
E DO ROGÉRIO É QUE OS DOIS FALAM AO MESMO TEMPO....
AÍ NÃO DÁ. MUDA-SE DE
ESTAÇÃO!!!!!!
Fotos
reconheci na foto a dilza de santi, o marido
mário, o loko do Matz, o Olyr zavaschi, um filho do olir...

Em fevereiro de 1979 ou 1980, um grupo de gaúchas e gaúchos
- jornalistas, psiquiatras, médicos(as), publitários(as)
e seus filhos e filhas, desfrutavam dos bons ares, dos bons
mares e dos bons tempos de Bombinhas, a praia que era então
a mais cultuada em Santa Catarina.
Bons tempos, amigo Olides.
Abraços.
Luiz Oscar Matzenbacher

na foto, Mário de santi, O loko Matz,
sua esposa de então, a Lúcia, agachados Dilza
de Santi, Olir Zavaschi,entre outros.
Regalito catarina
Mais uma foto dos gaúchos e gaúchas
felizes, descobrindo que "o mar é para quem o sabe
amar", em Bombinhas dos anos 1970/1980.
Saudades dos bons tempos.
Luiz Oscar Matzenbacher
acervo de Mario de santi e renato Cyppel.
Nosso correspondente " informal" em sua casa de Porto
Belo!

Olides, esta última foto sou eu em minha casinha, em
Porto Belo. Modesta, bem distante do mar, mas no meu cantinho
sossegado, para escrever meus livros e desfrutar de uma aposentadoria.
O começo foi cedo em 1962, como auxiliar de escritório
na Samrig, no Setor de Comunicação.
Abraços.
Luiz Oscar Matzenbacher
De São Borja
Diversas
*Sem a presença do jornalista Carlos
Bastos, a Câmara Municipal de São Borja deu início,ontem,
aos eventos dos 50 anos da LEGALIDADE( movimento que impôs
Jango na presidência da República). O jornalista
não foi por motivos pessoais.
*Na quinta da semana passada, o prefeito Mariovane
Weis andava a cata do celular da deputada Juliana Brizola pra
pedir seu apoio a presidência da Famurs.
*O GUAIPECA, na rua Fernando Machado, foi escolhido pro happy
hour dos sãoborjenses da Câmara Municipal que estiveram
na capital pra fazer curso na semana passada. E lá encontraram
um garção sãoborjense também.Virou
tudo em família.
De São Borja
A ex- primeira dama Maria Thereza Fontella
Goulart participou ontem na Matriz da Igreja de São francisco
de Borja da missa de sétimo dia pela alma de dona IOLANDA
MARQUES GOULART, falecida na semana passada, em Porto Alegre,
aos 95 anos. Ela era a última das irmãs do ex-presidente
Jango viva.
PSDB
Que derrota da ex-governadora dentro do PSDB!
Está colhendo o que plantou!!!!!
O unico a gravar a entrevista do Jango

Tensão e tumulto na entrevista de Jango,
que teve um único jornalista a gravá-la, Júlio
Pacheco,então com 17 anos e já dos quadros da
Gaúcha.
Também estão na fotoMarco Aurélio
Barbosa, Carlos Conturusi(fotógrafo muito ligado a Brizola)Eloidi
Rodrigues,Marne Barcelos,Amir Domingues( da rádio Guaíba)
Fernando Barros e Flávio Gonçalves Dias.
a foto é do acervo do Julinho Pacheco.
Quando chegou do Uruguai,depois de negociar
a posse na presidência, condicionado ao parlamentarismo,
Jango teve que dar um desdobre do tamanho do Beira-Rio: muitos
dos jornalistas que o esperavam na Piratini, tinham virado militantes
da causa de brizola, ou seja, a Legalidade, isto é, a
posse de Jango no presidencialismo.
Habilmente, Jango foi desdobrando as perguntas
mais difíceis de todos eles, e o único que tinha
um gravador a mão era o Julinho Pacheco. Ele tinha então
17 anos e estava começando na Gapucha. Depois doi diretor
da RBS e hoje está na rede Vida.
Julinho acompanhou o papo do Jango com sua
gravaodra portátil GRUNDIG, o último grito no
radiojornalismo de então.
Era acondicionada em uma maleta parecida com
a dos médicos.
Poucos dias depois da entrevista, por sinal,
muito tumultuada, com alguns jornalistas gritando com Jango,
Julinho Pacheco providenciou a transcrição da
integra do material, que em parte saiu meio deturpada pela gritaria
do encontro do Jango com os coleguinhas. Muitos anos depois,
Norberto da Silveira teve acesso ao conteúdo da mesma
a publicou num livro que ele editou.
De São Borja
Sucesso da EXposição dos 50 anos
da Legalidade!
Plenário da Câmara de VEreadores de São
Borja completamente lotado! Completamente.
Grande sucesso.
Apresentação do Coral das crianças do Colégio
Tereza Verzeri cantou o hino da Legalidade, de forma emocionante.
Após 12 gaúchos pilchados entraram no plenário
carregando os banner's da exposição de fotos que
conta o que foi o levante.
Depois foi apresentado um vídeo produzido pela Câmara.
Cassiá Carpes presentando a AL discursou, depois o Mariovane,
Celso e Dr. Dino Lopes palestrou sobre o tema.
Estou feliz por ter dado certo... minha idéia da exposição
de banner, a câmara de Itaqui e Alegrete já solicitaram
a mesma.
Fiquei contente com a resposta ao nosso trabalho.
Abraço Olides.
Tu faz parte desse sucesso!
Letier
Segue fotos do lançamento da Legalidade.

Platéia antes do início do evento

Apresentação do Coral

Parte dos banner's da exposição itinerante

Vereador Celso discursando

Mesa dos trabalhos da Sessão Solene

Entrega de troféu de participação
ao Dr. Dino Lopes, Ex-Vereador e palestrante do evento
3º FÓRUM INTERNACIONAL DE
RESÍDUOS SÓLIDOS EM JUNHO
Será realizado de 13 a 15 de junho de
2011, no Centro de Eventos
da Fiergs, em Porto Alegre, o 3º Fórum Internacional
de Resíduos Sólidos,
numa promoção do Instituto Venturi para Estudos
Ambientais, Centro Nacional
de Tecnologias Limpas (CNTL/SENAI-RS) e do Banco de Resíduos/Conselho
de
Cidadania.
Nesta sua terceira edição, o Fórum consolida-se
como o evento
técnico e científico mais importante da Região
Sul, no tema resíduos
sólidos, abrangendo desde estudos acadêmicos até
a visão governamental e
empresarial.
Terá por foco o debate sobre o melhor gerenciamento integrado
de
resíduos sólidos entre o setor privado, municípios
e prestadores de serviços
de limpeza urbana - aspecto-chave para o meio ambiente e a saúde
pública.
Informações adicionais sobre o Fórum já
podem ser obtidas pelos
fones (51)3024-4008 / 4101-6186 ou e-mail forum@institutoventuri.net.br
/
site www.institutoventuri.com.br/forum2011
Todt Comunicação
Páscoa
Para
ler clique aqui.
Deputado defende no plenário da Câmara a legalização
da maconha e o plantio para consumo pessoal
Evandro Éboli - O Globo
BRASÍLIA - Escolhido pelo Ministério
da Justiça o interlocutor do governo para revisão
da lei sobre drogas, o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) defende
a legalização da maconha e do porte de pequenas
quantidades para consumo pessoal. Em discurso na tarde desta
quarta-feira, no plenário da Câmara, Teixeira citou
exemplos de países que descriminalizaram o porte de pequenas
quantidades, como Portugal e México. Teixeira defendeu
também o fim da pena de prisão para o viciado
que, para sustentar seu vício, vira um traficante. -
No caso da maconha, por exemplo, é possível legalizar
sim, desde que tenhamos uma regulamentação mais
severa do que a que existe hoje para o álcool e o tabaco.
É possível e necessário fazer uma política
de transição entre o estágio atual e a
legalização, com a descriminalização
do uso e da posse de pequenas quantidades para o uso pessoal.
Defendo que o Brasil também faça a descriminalização
do uso e do porte para consumo próprio - disse Paulo
Teixeira.
" No caso da maconha, por exemplo, é possível
legalizar sim, desde que tenhamos uma regulamentação
mais severa do que a que existe hoje para o álcool e
o tabaco "
O deputado afirmou que a descriminalização reduziu
o consumo a maconha nos países que adotaram essa medida.
Teixeira acredita que não pode dividir a questão
da droga apenas entre usuário e traficante.
- É uma separação que nem sempre é
simples e que pode gerar injustiças. Um usuário
que em razão de uma dependência química
passa a comercializar a substância para garantir o seu
consumo não pode ser tratado da mesma forma do que a
pessoa que busca o lucro nestas atividades, exerce controle
territorial sobre regiões e usa de violência e
mortes para cobrar eventuais dívidas. A pena de prisão
pode provocar mais danos à sociedade do que outra forma
de punição, mais eficiente para combater esta
dependência e com menos impactos na vida do indivíduo.
" Um usuário que em razão de uma dependência
química passa a comercializar a substância para
garantir o seu consumo não pode ser tratado da mesma
forma do que a pessoa que busca o lucro "
O parlamentar petista também é a favor do plantio
da maconha para consumo pessoal, desde que com acompanhamento
médico.
- O nosso país também precisa regular o autoplantio,
com licenças concedidas pelo Ministério da Saúde
e acompanhamento médico, para permitir que, as pessoas
que queiram, possam consumir maconha sem ter de recorrer a criminosos
para adquiri-la.
Outra proposta de Paulo Teixeira é a criação
de locais de uso seguro da droga para viciados crônicos
e permissão de tratamento a substituição
da droga pesada por uma mais leve, como ação de
redução de danos. Essas unidades seriam instaladas
em hospitais.
- É importante que a comunidade médica brasileira
discuta como fazer o tratamento do dependente crônico
e problemático, inclusive com a análise de estratégias
que deram certo em outros países, como os tratamentos
de substituição de uma droga ilícita por
substância lícita ou ilícita, a prescrição
médica de substância ilícita e a criação
de salas de uso seguro, para que as pessoas possam fazer o consumo
seguro e com os efeitos da droga monitorados.
Para o deputado, a proibição do consumo de maconha
leva o usuário a entrar em contato com criminosos, o
que poderia ser evitado.
- Há grande procura por drogas na sociedade brasileira.
Parte do consumo destas substâncias ilícitas é
eventual e não apresenta risco à sociedade. São
pessoas que usam maconha, por exemplo, sem que o consumo prejudique
a sua vida social e produtiva. Como no álcool, existe
muita gente que faz o uso responsável e uma parte que
acaba tendo problemas causados pelo abuso. A proibição
também provoca que estes consumidores tenham um contato
com criminosos que eles próprios, em muitos casos, não
gostariam de ter. Por conta desta relação, os
usuários passam a ser estigmatizados pela sociedade e,
em muitas situações, apontados injustamente como
responsáveis pelo financiamento do crime organizado.
Paulo Teixeira afirmou que encaminhará suas propostas
ao Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (Conad),
cujo secretário-geral é o general Paulo Roberto
Uchôa, secretário Nacional Antidrogas.
EM 17 de abril de 2011
Plantou, fumou, pirou: líder do PT defende a criação
de Cooperativas de Maconheiros.
O líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP), defende
a liberação do plantio de maconha e a criação
de cooperativas formadas por usuários. Num recente debate
sobre o assunto, o deputado disse que a política de "cerco"
às drogas é "perversa" e gera mais violência.
Dilma assumiu o governo incluindo entre suas prioridades o combater
"sem tréguas" ao crime organizado e às
drogas. Em janeiro, a presidente desistiu de nomear o então
secretário Nacional de Justiça Pedro Abramovay
para a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas
depois que ele sugeriu numa entrevista a adoção
de penas alternativas para pequenos traficantes.
Assim como Abramovay, o líder do PT na Câmara afirmou
que a prisão de pequenos traficantes contribui para engrossar
as fileiras das organizações criminosas. "São
mães de família que sozinhas têm que criar
os filhos e passam a vender", disse o deputado. "As
prisões têm levado a organizar a violência
contra a sociedade." Teixeira falou sobre o assunto num
debate organizado pelos grupos "Matilha Cultural"
e "Desentorpecendo a Razão" em São Paulo,
em 24 de fevereiro, um mês após a queda de Abramovay.
Um vídeo com a íntegra da exposição
foi publicado no blog do deputado e no site Hempadão
(cujo título faz uma brincadeira com as palavras "hemp",
maconha em inglês, e "empadão").
Teixeira disse no debate que o governo deveria autorizar a criação
de cooperativas para o plantio e a distribuição
da maconha. "O melhor modelo é o da Espanha: cooperativas
de usuários, onde se produz para o consumo dos próprios
usuários, sem fins lucrativos", afirmou. O líder
do PT disse que, se comer sanduíches do McDonald's, "talvez
o maior crime", não é proibido, o governo
não poderia impedir também o plantio de maconha.
"Cabe ao Estado dizer que faz mal à saúde.
Não existe crime de autolesão. Se eu quero, eu
posso usar, tenho direitos como usuário. E isso o Estado
não pode te negar."
Segundo ele, a forma como o governo e alguns
juízes tratam as drogas é um tiro no pé:
não garante a segurança nem a saúde dos
usuários. A Folha fez vários pedidos de entrevista
ao deputado desde 16 de março, mas sua assessoria não
deu resposta. No debate de fevereiro, Teixeira fez um apelo
aos usuários de maconha: "Só a coragem pública
daqueles que vão às ruas discutir fará
com que esse tema avance". Ele disse que irá sugerir
ao Ministério da Justiça que o Conselho Nacional
de Políticas sobre Drogas faça um projeto com
as "mudanças óbvias".
O deputado afirmou ainda que pedirá
o apoio do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do governador
do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB) -defensores da
descriminalização de drogas. Para o líder
do PT, a proliferação do crack complicou a discussão
sobre a maconha. "Ele não é o todo, ele é
uma parte. É o resultado dessa política de cerco.
Ele não pode interditar o debate sobre as demais drogas
recreativas". Ao defender a regulamentação
do plantio da maconha, Teixeira afirmou que isso não
aumentaria a oferta da droga. "Esse cenário que
as pessoas têm medo, de que "no dia em que legalizar,
vão oferecer ao meu filho", não é
o futuro, é o presente. Hoje liberou geral. É
mais fácil adquirir drogas na escola do que comprar antibióticos."
A legislação atual prevê medidas socioeducativas
para usuários da droga apanhados em flagrante e prisão
para os traficantes. (Da Folha de São Paulo)
REMETIDO POR: SERGIO OLIVEIRA - CHARQUEADAS - RS
MOVIMENTO DE JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS/Brasil INFORMA:
Anistia. Memória e justiça
Contribuem para este debate os seguintes entrevistados:
Cecília Coimbra, Castor Ruiz, Edson Teles, Jair Krischke,
José Carlos Moreira Filho, José de la Fuente,
Nora Hochbaum, Paulo Abrão e Reyes Mate.
Países como Argentina, África do Sul, Chile e
Espanha, entre outros, têm, no que se refere à
anistia, à memória e à justiça dos
crimes cometidos durante os regimes ditatoriais que assolaram
seus povos, uma experiência diferente da nossa, no Brasil.
Mais de 40 anos depois do golpe militar de 1964, ainda não
conseguimos desatar este nó. A presente edição
da revista IHU On-Line volta a debater o tema neste inicio do
governo da presidenta Dilma Rousseff.
Revista do Instituto Humanitas Unisinos
Entrevista c/ Jair Krischke: A lei da anistia
e o esquecimento da barbárie da ditadura
http://www.ihuonline.unisinos.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3782&secao=358
A lei da anistia e o esquecimento da barbárie da ditadura
A verdade completa sobre o terrorismo de Estado
brasileiro precisa vir à tona, acentua Jair Krischke.
Resquícios do entulho autoritário continuam existindo,
como o paradigma da impunidade e a violência das polícias,
vinculadas ao Exército brasileiro
Por: Márcia Junges
Com a Lei de Anistia os militares brasileiros
queriam “promover o esquecimento do barbarismo que promoveram
durante os largos anos de ditadura. Equivocaram-se redondamente!
A toda hora, saltam dos mais variados ‘armários’
esqueletos que os interrogam com toda a veemência. Não
haverá trégua até que se conheça
toda a verdade sobre o terrorismo de Estado que foi promovido
no Brasil”.
A constatação é de Jair Krischke na entrevista
que concedeu por e-mail à IHU On-Line. Para ele, um dos
problemas mais graves que enfrentamos em nosso país é
a impunidade, que vai se consolidando como paradigma. “Muito
se fala em reconciliação da sociedade brasileira,
mas esquecem-se de que, para haver uma verdadeira reconciliação,
faz-se necessário, fundamental mesmo, o autor da ofensa
reconhecê-la como de sua autoria, arrepender-se e pedir
perdão à vitima. Com o ânimo ainda existente
nas forças armadas brasileiras, seria possível
esperar este gesto?” E completa: “Historicamente,
os militares sempre se dão bem no Brasil, mesmo quando
praticam crimes os mais horrendos”.
Jair Krischke é ativista dos direitos
humanos no Brasil, Argentina, Uruguai, Chile e Paraguai. Em
1979, fundou o Movimento de Justiça e Direitos Humanos
do Rio Grande do Sul, a principal organização
não governamental ligada aos Direitos Humanos da Região
Sul do Brasil. Também é o fundador do Comitê
de Solidariedade com o Povo Chileno.
Confira a entrevista.
IHU On-Line - Hoje a Lei de Anistia brasileira
representa esquecimento? Por que e em que sentido?
Jair Krischke - A memória, diz Pilar
Calveiro, encarrega-se de desfazer e de refazer, sem tréguas,
aquilo que evoca. Porque é um ato de recriação
do passado desde a realidade do presente, projetando-se para
o futuro. É desde as premências atuais que se interroga
o passado, rememorando-o. Entretanto, ao mesmo tempo, é
das particularidades desse passado, respeitando suas coordenadas
específicas, que podemos construir uma memória
fiel. Certamente, os militares brasileiros pretendiam com esta
Lei de Anistia promover o esquecimento do barbarismo que promoveram
durante os largos anos de ditadura. Equivocaram-se redondamente!
A toda hora saltam dos mais variados “armários”
esqueletos que os interrogam com toda a veemência. Não
haverá trégua até que se conheça
toda a verdade sobre o terrorismo de Estado que foi promovido
no Brasil.
IHU On-Line - Como compreender que a Lei de
Anistia tenha abrangido crimes contra a humanidade, como aqueles
perpetrados pelos militares torturadores?
Jair Krischke - Qualquer pessoa, razoavelmente
alfabetizada, lendo o texto da Lei de Anistia, poderá
entender que não é bem assim. Senão, vejamos:
Art. 1º - É concedida anistia a todos quantos, no
período compreendido entre 2 de setembro de 1961 e 15
de agosto de 1979, cometeram crimes políticos ou conexo
com estes, crimes eleitorais, aos que tiveram seus direitos
políticos suspensos e aos servidores da Administração
Direta e Indireta, de fundações vinculadas ao
poder público, aos Servidores dos Poderes Legislativo
e Judiciário, aos Militares e aos dirigentes e representantes
sindicais, punidos com fundamento em Atos Institucionais e Complementares.
§ 1º - Consideram-se conexos, para
efeito deste artigo, os crimes de qualquer natureza relacionados
com crimes políticos ou praticados por motivação
política.
Os agentes do Estado, quer sejam civis ou militares, não
podem cometer “crimes políticos ou conexos”,
pois representam o “Estado”, que, no exercício
de seu múnus, não praticam atos “políticos”,
e sim atos de Estado. É por essa razão que nós,
os militantes de direitos humanos, chamamos estes acontecimentos
de “terrorismo de Estado”
IHU On-Line - Por que foi escolhido o recurso
da anistia na esteira pós-ditadura com o recorte específico
que teve? Quais são suas principais limitações
e por que ela não pode valer para ambos os lados (os
que lutavam pela liberdade do Brasil, e aqueles que se valiam
do aparato estatal para cometer crime de lesa-humanidade)?
Jair Krischke - O recurso da Lei de Anistia tem um histórico
muito expressivo na América Latina, seguidamente sacudida
por ditaduras cruéis. É a forma de reconciliar
aqueles que, frente à tirania, decidiram rebelar-se,
lutando para reconquistar um patamar democrático aceitável.
Estes, sim, são passiveis dos benefícios da anistia
e ninguém mais. Na Declaração dos Direitos
do Homem e do Cidadão (Revolução Francesa),
já se encontrava consagrado o direito à rebelião:
Art. 2.º A finalidade de toda associação
política é a conservação dos direitos
naturais e imprescritíveis do homem. Esses direitos são
a liberdade, a propriedade, a segurança e a resistência
à opressão.
Também na novel constituição portuguesa
encontramos:
Artigo 21.
Direito de resistência
Todos têm o direito de resistir a qualquer
ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e garantias e
de repelir pela força qualquer agressão, quando
não seja possível recorrer à autoridade
pública.
Não ser igual para ambos os lados, creio haver respondido
anteriormente. Mas sempre é bom chamar a atenção
para o seguinte:
Lei de Anistia
§ 2º - Excetuam-se dos benefícios
da anistia os que foram condenados pela prática de crimes
de terrorismo, assalto, sequestro e atentado pessoal.
Este parágrafo 2º diz claramente o que não
foi anistiado pela Lei, os chamados “crimes de sangue”.
Depois da promulgação da lei, muitos militantes
continuaram presos, tanto que até greve de fome fizeram.
IHU On-Line - O que uma nova interpretação
da lei da anistia pode representar para a memória e os
direitos humanos no Brasil? E como isso pode repercutir na consolidação
da nossa democracia ainda jovem e imperfeita?
Jair Krischke - Não se trata de uma
nova interpretação, trata-se tão só
e simplesmente de interpretá-la corretamente. Além
do mais, com a decisão da Corte Interamericana de Direitos
Humanos, que condenou o Brasil por descumprir sua obrigações
internacionais, determinou que a Lei de Anistia é totalmente
inválida, no que se refere a impunidade dos repressores,
não sendo reconhecida em nível internacional.
Quanto à memória, ou seja, o conhecimento da verdade
dos acontecimentos, ao que parece vamos lentamente avançando.
Isto porque encontra-se no Congresso Nacional um projeto de
lei quer trata da criação de uma “Comissão
da Verdade” que, segundo a impressa, é prioritário
para a presidenta Dilma. São atos e fatos que vão
consolidando uma jovem democracia, de um país que não
é muito afeito a ela.
IHU On-Line - A Justiça brasileira está
longe de seguir os exemplos dos tribunais da Argentina, Chile
e Uruguai, que já abriram seus arquivos da época
da ditadura? Como esses países lidaram com o pós-ditadura?
Jair Krischke - A Justiça, quer seja
no Brasil ou em qualquer outra parte, é sempre o último
poder a redemocratizar-se. A Constituição diz
solenemente que todo o poder emana do povo e em seu nome será
exercido. Não conheço qualquer pessoa que, em
um pleito eleitoral, tenha sido chamada a votar em juízes
e desembargadores. Para cúmulo, nosso Supremo Tribunal
Federal, provocado pela OAB Nacional, pronunciou-se pela constitucionalidade
da Lei de Anistia, tal qual a interpretam os que violaram os
direitos humanos dos brasileiros. Mesmo os ministros que votaram
favoravelmente, o fizeram usando uma argumentação
simplesmente lamentável.
Em relação à Argentina,
o Supremo Tribunal julgou absolutamente inconstitucional as
leis de Obediencia Debida e a de Punto Final. Daí em
diante, toda a Justiça da Argentina retomou os julgamentos
de muitíssimas causas, com um número apreciável
de condenações. No Uruguai passou-se o mesmo:
sua Suprema Corte entendeu inconstitucional a Lei de Caducidad,
para alguns casos, que foram demandados. Por outro lado, o plebiscito
que pretendia anular a referida Lei de Caducidad foi derrotado
nas ultimas eleições, impedindo assim, uma total
abrangência. Mas, mesmo com dificuldades, o último
presidente eleito antes do golpe, Bordaberry (um golpista por
excelência), e o presidente da ditadura, general Gregório
Alves, cumprem pena de 25 anos de prisão, bem como um
ex-ministro de Relações Exteriores, e vários
oficiais de alta patente.
No Chile, mesmo vigente uma Lei de Anistia, vários generais
e coronéis cumprem largas penas de prisão. Na
verdade, poucos arquivos foram abertos; porém, já
se tem acesso a muito material da repressão nestes países.
Como se pode ver, nada de maior aconteceu no processo de redemocratização
dos países referidos, prova de que é possível
avançar, consolidando a democracia em nossos países.
Mesmo sem a abertura de arquivos, vamos progredindo a cada dia.
São aquelas vítimas que, amedrontadas, ainda não
haviam contado suas histórias, o que está acontecendo
agora. Por exemplo, agora mesmo, um cidadão argentino
que vivia com sua família e trabalhava em Passo Fundo,
foi vítima de uma Operação Condor, em 12
de setembro de 1978. Na ocasião, intervimos com o Alto
Comissariado das Nações Unidas para Refugiados
e conseguimos levá-los para a Suécia, na condição
de asilado. Nunca mais tive notícias deles. Agora, ele
reaparece, bem documentado, provando o que lhe aconteceu naqueles
dias.
IHU On-Line - Não se trata de vingança,
mas de justiça o fato de se punir os crimes cometidos
contra a humanidade no período da ditadura brasileira.
Poderia comentar essa diferença de interpretação
quanto ao que realmente significa punir os torturadores?
Jair Krischke - Punir aos torturadores significa
fazer justiça tão somente. Um dos mais graves
problemas de nosso país é justamente a impunidade,
que certamente se origina neste fato, ou seja, se pode matar,
torturar, desaparecer que não acontece nada. Esta cultura
pouco a pouco vai impregnando o tecido social, tornando-se paradigma.
Muito se fala em reconciliação da sociedade brasileira,
mas esquecem-se de que, para haver uma verdadeira reconciliação,
faz-se necessário, fundamental mesmo, o autor da ofensa
reconhecê-la como de sua autoria, arrepender-se e pedir
perdão à vitima. Com o ânimo ainda existente
nas forças armadas brasileiras, seria possível
esperar este gesto?
IHU On-Line - Na Europa há toda uma
conscientização sobre o que significou o Holocausto.
Já no Brasil, os anos de chumbo da ditadura são
maquiados, para dizer o mínimo. O que explica essa diferença
de conduta e compreensão?
Jair Krischke - Vejamos alguns dados.
Tribunal de Nuremberg
285 dias de julgamentos
Ouviu 240 mil testemunhas – anotou 300 mil declarações
– gerando 4 bilhões de palavras
Acusação final: 25 mil páginas
Condenados: 9 à morte – 12 à perpétua
– 6 a penas de 10 a 20 anos – 3 absolvidos.
É a diferença de cultura. Aqui,
os poderosos podem tudo! Historicamente, os militares sempre
se dão bem no Brasil, mesmo quando praticam crimes os
mais horrendos.
IHU On-Line - A violência das Forças
Armadas do período ditatorial migrou para que outras
instituições brasileiras? A semente da violência
atual do aparato policial foi plantada na ditadura?
Jair Krischke - Vamos examinar alguns dados
sobre o aparelho repressivo no Brasil:
Número de agentes: 24 mil
Prendeu por razões políticas: 50 mil pessoas
Torturou: 20 mil pessoas
É bom ter em conta que nossas polícias sempre
foram violentas e adeptas da tortura. O que mudou com a ditadura
foi a sofisticação da tortura. Também faz
parte do entulho autoritário a criação
das polícias militares por Decreto Lei, vinculadas ainda
hoje ao Exército brasileiro. Em Brasília, no famoso
Forte Apaches, existe uma porta com a placa “Inspetor
Geral das Polícias Militares”, exercido por um
general. Sempre é bom lembrar, quando nos dizem, por
exemplo: a Brigada Militar tem 170 anos. Sim, é verdade,
mas como exército particular do governador do estado,
é o mesmo caso das Forças Públicas de São
Paulo, Minas Gerais e Pernambuco.
DE São Borja
TODOS OS CAMINHOS LEVAM A SÃO BORJA
O EX-DEPUTADO FEDERAL ROBERTO JEFFERSON, SIM AQUELE DO MENSALÃO,
QUE DISSE SAI DAÍ ZÉ, ESTÁ CHEGANDO A SÃO
BORJA. O QUE IRÁ FAZER ELE NA TERRA DOS PRESIDENTES.
SÓ FALTA QUE ESTEJA INDO TAMBÉM PRA BARRANCA.
NÃO DUVIDO!
Estelionato travestido de fé
-“Aquele seu dinheiro na poupança,
aquela sua moto, aquele seu carro, aquele seu apartamento...
entregue para o senhor! Ele te dará em dobro e você
estará a salvo no reino dos céus”. –
Ao digitar o tema: “Estelionato nas igrejas” no
site youTube vários vídeos desta lamentável
prática são encontrados. Abusando da fragilidade
emocional e até mesmo da ignorância das pessoas
algumas igrejas usam a fé como uma ferramenta eficaz
na obtenção de lucro. Neste sentido, até
que ponto uma instituição religiosa deve estar
amparada pelo art. 19 da Constituição Brasileira
ou enquadrada no art. 171 do código penal?
Evidentemente que o debate entre ciência
e religião – quando contido de argumentação
inteligente e respeitosa – é bastante profícuo
para a sociedade. Quando, porém, o diálogo dá
lugar à imposição ideológica, então
a autonomia do ser humano se perde e é ferida. Desta
forma, no momento em que uma instituição que se
diz religiosa usa de argumentos ilógicos, porém
persuasivos, para a obtenção de um dinheiro não
tributado e prometendo, para tanto, a salvação
divina, fica bem claro a tipificação do ato criminoso
de estelionato (art. 171 do Código Penal Brasileiro).
Por outro lado, é necessário
enaltecer o trabalho de instituições sérias
que recebem dinheiro e prestam contas de sua movimentação
financeira, tendo na ação prática a concretização
do seu discurso. Até porque quando isto não ocorre
a hipocrisia fica caracterizada, como por exemplo, uma pessoa
promíscua falar de fidelidade; um inadimplente que passa
cheques sem fundos falar de responsabilidade; o agressor da
esposa falar de valores da família; etc.
Felizmente o Brasil é um Estado laico
que prima pela liberdade de escolha e prática religiosa
do seu povo, apesar de concessões públicas de
canais de TV aberta para algumas igrejas específicas.
De um modo geral, este país tem uma população
que convive pacificamente com a diversidade cultural e religiosa,
ao contrário de alguns países com religiões
fundamentalistas que justificam a guerra por causa da interpretação
equivocada de seus livros sagrados. É importante, contudo,
salientar que há no Brasil um mascaramento do estelionato
travestido de fé, em que a “salvação”
é vendida como maçã em feira. Isto num
processo de lavagem cerebral de pessoas – na maioria das
vezes humildes- que estão perdendo o patrimônio
em detrimento da riqueza de verdadeiros ladrões que se
dizem profetas. Por fim, urge o Ministério Público
avaliar até que ponto tais instituições
estão perto do art. 19 ou do 171, isto porque um país
sério não se constrói com golpistas.
Hermison Frazzon da Cunha
Exposição Itinerante dos 50 anos da Legalidade
inicia pela Escola Getúlio Vargas
Após o lançamento oficial na noite do dia 18 de
abril na Câmara de Vereadores de São Borja, a Exposição
Itinerante em comemoração aos 50 anos da Legalidade
foi inaugurada na terça – feira, 19 de abril, pela
manhã, na Escola Estadual Getúlio Vargas.
Alunos da oitava e terceiro ano participaram do ato no salão
de eventos da escola, que foi aberto pelo Professor Alvino Felício.
Na oportunidade, o Presidente da Câmara de Vereadores,
Celso Lopes, entregou a Diretora da Escola, Vera Wermuth, o
vídeo para ser trabalhado com os alunos, o edital do
concurso de redação, os folders para distribuição
e uma lembrança dos 50 anos da Rede da Legalidade para
ficar registrada a passagem da exposição pelo
colégio.
A exposição fica na escola por uma semana. Depois
parte para outro colégio. Escolas interessadas em receber
a exposição podem agendar através do telefone
34314150.
--
Assessoria de Imprensa Câmara Municipal de Vereadores
de São Borja/RS
Projeto prevê ampliação e restauração
do Museu Getúlio Vargas

O projeto de ampliação e restauração
de um dos principais pontos turísticos de São
Borja foi apresentado na última sexta-feira (15/04).
As diretoras da Lahtu Sensu Administração Cultural
e Cida Planejamento Cultural, Lúcia Silber e Maria Aparecida
Herok, co-produtoras do projeto, realizaram uma explanação
na Sala do Servidor Iolanda Rebés Guimarães demonstrando
quais etapas foram efetuadas e quais ocorrerão nos próximos
meses. A representante da Art/Meio Propaganda, Mara Kunzler,
expôs o novo logotipo do Museu.
O material demonstrado foi o mesmo encaminhado ao Sistema Pró-Cultura
da Secretaria Estadual da Cultura. No órgão o
projeto está em análise, com o objetivo de receber
os benefícios da Lei de Incentivo à Cultura do
Estado. Se aprovado, o projeto será patrocinado pela
AES Sul. Em 2008/2009, a empresa investiu recursos no restauro
do Memorial João Goulart.
A produtora cultural Lúcia Silber detalhou todos os passos
realizados até agora. Em 2009, a Prefeitura investiu
recursos para realização do levantamento cadastral
do projeto. Em 2010, a AES Sul investiu diretamente R$ 50 mil
para a contratação dos projetos técnicos
de arquitetura e complementares. “Os técnicos ficaram
impressionados com o acervo do Museu. São exclusivos
e nem o Museu do Catete, no Rio de Janeiro, possui um acervo
tão singular”, destacou Lúcia.
Em pesquisa foi realizada para definir qual imagem de Getúlio
ilustraria o logotipo. A escolhida foi a imagem clássica
de Getúlio pousando com a faixa presidencial. De acordo
com Mara Kunzler, o tom em bronze remete ao apreço pela
terra que o ex-presidente possuía.
O coordenador operacional da AES Sul em São Borja, Cristiano
Pires, enfatizou a parceria com o município nos restauros
do Memorial João Goulart e agora do Museu Getúlio
Vargas: “O investimento realizado pela AES Sul é
uma valorização da comunidade em que está
inserida, do patrimônio histórico e cultural da
cidade e da memória de dois presidentes que marcaram
a história do país”.
Para o prefeito em exercício, Jefferson Olea Homrich,
“São Borja possui uma história conhecida
em todo o país através de Getúlio e Jango
e as reformas dos museus que os representam valorizam ainda
mais o legado deixado por eles”. Jefferson também
destaca a parceria com a AES Sul, que investirá recursos
na reforma e ampliação do Museu: “A AES
Sul ficará marcada na história de São Borja
e será sempre lembrada por patrocinar estes projetos
tão importantes”.
O Museu Getúlio Vargas é imóvel tombado
pelo patrimônio do Estado. O projeto abrange, além
das obras físicas de restauro e ampliação,
a implantação de um novo projeto expográfico
(o conjunto de registros de objetos que estão em exposição).
As ações atenderão aos padrões museológicos
contemporâneos e buscam qualificar o espaço.
O projeto é uma promoção da Prefeitura
de São Borja, com realização da Lahtu Sensu
e Cida Planejamento Cultural. Com a aprovação
no Pró-Cultura, passará a contar com o financiamento
da Secretaria de Cultura do Rio Grande do Sul e patrocínio
da AES Sul. Conta ainda com o apoio do IPHAE – Instituto
do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado
e da UNIPAMPA/São Borja.
NOVO PARTIDO
Não, não é o PSD do Kassab;
na Bahia, em diversos municípios estão sendo criados
diretórios de um certo
Partido dos Servidores Públicos e dos Trabalhadores da
Iniciativa Privada do Brasil (PSPB).
Pelo menos é o que seguidamente consta no Blog Demais,
de Dimas Oliveira, de Feira de Santana.
SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS
DOS DESCAMISADOS A MONTONEROS
Confluência de militantes do Movimento Nacionalista Estudantil
Taquara
Olides. Sobre a origem do grupo Montoneros,
aqui vai o que consegui.
Conversando com um argentino mais velho, Roberto
Uribe, ele me conta que a época, Dona Evita Perón,
chamava os empresários a Casa Rosada e pedia uma contribuição
para a Fundação Eva Perón - nunca menos
que um milhão de dólares (... isso a época!!!
) e se o sujeito não desse, era taxado pelos jornais
(provavelmente pelo mesmo Lá Nación bonzinho de
agora) de inimigo do "explorador dos descamisados”
e outros chavões Peronistas. Segundo ele, Piazolla dizia
que mais que os militares, Perón foi quem destruiu a
argentina.
Continua ele... As raízes do movimento podem-se encontrar
na década de 1960, na confluência de militantes
do movimento nacionalista estudantil Taquara, a Agrupação
de Estudos Sociais de Santa Fé, e o integração
das províncias de Buenos Aires, Santa Fé e Córdoba.
Destas ditas vertentes perfilam-se grupos que logo se juntam
à militância católica pertencentes à
classe média e alta, cujo órgão de imprensa
aglutinante era a revista Cristianismo y Revolución,
dirigida por Juan Garcia Elorrio. A partir dali forma-se o Comando
Camilo Torres, o qual, junto ao grupo conduzido por José
Sabino, podem ser consideradas as células iniciais de
Montoneros.
A 30 de junho de 1969 na sede da União Operária
Metalúrgica na Rua La Rioja 1945 da Capital Federal,
foi assassinado Augusto Timoteio Vandor por um grupo comando
que se identificou mediante um "Parte de guerra" como
"Exército Nacional Revolucionário" Este
grupo era integrado por vários dos quadros combatentes
do que logo seria a organização Montonero. Participaram
da operação: Carlos Garride, Rodolfo Walsh e dardo
cabo entre os mais notórios. Na realidade, este comando
foi inicialmente o gérmen de uma organização
político militar, denominado “Descamisado”,
que em 1972 se dissolveria e integraria em Montoneros.
A mim parece que os argentinos são hiperbólicos.
Ou seja. Conceitos essenciais ao desenvolvimento do trabalho,
que por eles poderia ser desenvolvido por muito tempo sem, na
realidade serem molestados. Por isso digo que: Como seria a
situação da Argentina hoje, se os Montoneros tivessem
chegado ao poder, antes de começar a se matar uns aos
outros. O grupo é um dos responsáveis pelo Massacre
de Ezeiza, , episódio em que, na volta de Perón
do exílio, ocorreu a morte de dezenas de participantes.
O pior atentado do grupo aconteceu em 1976, quando fizeram explodir
uma bomba na Polícia Federal Argentina, com 24 mortos.
Com o tempo, o grupo Montonero passou a perder o apoio da população,
isolando-se. Seu fim tornou-se claro com o chamado Processo
de Reorganização Nacional, iniciado após
a destituição de Isabelita Perón, viúva
de Perón, da presidência. Devido às estratégias
e investigações ilegais, o grupo foi sistematicamente
perseguido pelo regime militar de Jorge Videla, tendo hoje muitos
de seus ex-integrantes nas listas de desaparecidos durante a
ditadura na Argentina.
Um braço. Gelson.
Em 1970 os Montoneros fizeram uma estréia explosiva na
política, seqüestrando e assassinando o general
e ex-presidente Pedro Aramburu. Em 1955, ele havia liderado
o golpe militar que depôs Perón. Um dos atos da
ditadura recém-estabelecida foi sumir com o cadáver
de Evita, que estava exposto na principal central sindical do
país. O corpo permaneceu desaparecido por quase 20 anos
– uma das exigências dos Montoneros para soltar
Aramburu era que os militares devolvessem Evita. Ora, o peronismo
não acabou com a deposição e exílio
do líder. Pelo contrário, a ausência lhe
deu um ar místico e o movimento idealizou a figura do
ex-presidente e de sua primeira-dama. Na radicalização
política dos anos 60, um grupo de católicos de
esquerda misturou Cristo, Marx, Perón e Evita e fundou
os Montoneros. O nome é o das antigas colunas guerrilheiras
dos Pampas, uma espécie de cangaço que existiu
na época das guerras civis do século XIX.
É claro que essa mistura inconsistente
e explosiva não podia dar boa coisa e poucos grupos de
luta armada foram tão ousados e violentos. Na mesma época,
acontece, vinganças regadas a sangue e degolas, pouco
comuns na, até então Argentina enlouquecida pelas
paixões e agressões políticas, que nem
a morte consegue encerrar. Em tempo: os Montoneros seqüestraram
novamente Aramburu – isto é, seu cadáver
– quatro anos depois da primeira vez. Exigiram novamente
a devolução do corpo de Evita. Foram atendidos.
Tudo começa com Evita... Um mito, discutindo sua meteórica
ascensão de atriz de rádio de segunda linha ao
posto de primeira-dama, papel que exerceu de forma inovadora,
posicionando-se como uma figura pública com uma mensagem
social na era de política de massas. Alguém então
começa a examinar as velhas fotos, os vestidos de Evita
e faz uma análise inovadora da propaganda dos peronistas,
mostrando como estavam atentos para a força política
do rádio, do cinema e da fotografia.
“ Tudo é esmiuçado do mesmo modo que são
verificados os documentos dos Montoneros, seus manifestos distribuídos
para as massas operárias que consiste num gênero
literário de suspense e melodrama cristão, que
aos poucos vai desvendando as entrelinhas de sua correspondência
com Perón. Exilado na Espanha, o ex-presidente achou
que podia manipular seus jovens e revolucionários admiradores,
com conseqüências trágicas para todos. Pensemos
um pouco nelas, nesta semana em que a Argentina relembra os
30 anos de seu mais recente golpe militar. Oxalá tenha
sido o último.
Vale dos Vinhedos nos preparativos para Encenação
da Sexta- Feira Santa
No dia 22 de abril, às 19h, será
realizada a 14ª edição da Encenação
e Procissão da Sexta-feira Santa no distrito de Vale
dos Vinhedos, em Bento Gonçalves. Vinho, tenho certeza,
não faltará.
A abertura da encenação terá início
na Gruta do Ceará da Graciema, com a Benção
da Macela (ou Marcela) pelos padres da Paróquia de Cristo
Rei e apresentação do tema da Campanha da Fraternidade
2011 "A criação geme em dores de parto"
realizada por estudantes do Colégio Sagrado Coração
de Jesus de BG. A seguir haverá a encenação
da Santa Ceia com os 12 apóstolos e a condenação
de Jesus Cristo. Durante a caminhada de aproximadamente 700
metros até o Morro da Paixão (onde estão
localizadas as antenas de rádio), será encenada
a Via Sacra. Na chegada ao morro acontecerá a encenação
de crucificação, morte e ressureição
com jogo de luzes e som. A organização conta com
mais de 80 participantes, sendo sua maioria pertencentes das
11 comunidades que formam o Vale dos Vinhedos. Tradicionalmente,
a encenação atrai muitos visitantes que realizam
caminhadas até o local da apresentação.
O campo de futebol da comunidade ficará disponível
para estacionamento.
Blog do Ucha
SÃO BORJA REVERENCIA
QUEM A FEZ SER O QUE É....

três ícones (Brizola, Jango e Getúlio) estão
enterrados no "abrigo" do trabalhismo!
A Câmara Municipal de São Borja
teve sessão solene ontem para lembrar os 128 anos de
nascimento do líder político - Getúlio
Dornelles Vargas - que lhe deu projeção nacional
e internacional.Além da sessão solene na Câmara,
houve visita ao Museu Getúlio Vargas, na avenida do mesmo
nome.Outras referências dizem que Getúlio teria
nascido em 1882.
No Museu quem falou foi Alceu Nicola, trabalhista
e hoje proprietário da estância do Itu - que fica
no município de Itaqui - que se tornou célebre
porque foi lá que Getúlio Vargas, ditador de 1930
a 1945, fez seu bunker para voltar ao poder em 1950, através
do voto direto.
Também estiveram em São Borja
para um evento do PTB(Partido Trabalhista Brasileiro) membros
do partido, da direção nacional,entre eles o ex-deputado
federal, Roberto Jefferson, famoso nacionalmente por ter sido
o centro das atenções no episódio do mensalão,
no governo Lula da Silva.
Estilo próprio
Produto de seu meio,seu tempo e sua época,
Getúlio Dornelles Vargas, dizem seus biógrafos,
foi um homem "fechado", que mais ouvia do que falava.
" Ele sempre via os dois lados das coisas"
testemunha seu filho Maneco, o último dos filhos a morrer.
O imenso folclore político em torno
da figura mais carismática do século passado no
Brasil diz que ele também era um homem perverso, que
brincava com as " fraquezas" humanas. Certa vez, ele
dava audiência a um deputado e foi interrompido pra atender
uma solicitação de um emprego.
Depois que aprovou o pedido, o suplicante fez menção
de lhe beijar a mão, o que Getúlio teria recusado.
Quando o eleitor se retirou, Getúlio,
testemunha o deputado que estava com ele, deu enormes gargalhadas
de " desprezo" pelo gesto do eleitor que ele acabara
de receber no Catete.
Outra de Getúlio: uma vez ele estava
em Alegrete e seu contemporrâneo Osvaldo Aranha num discurso
vibrante num comício improvisado num hotel encheu de
loas a sua terra natal, Alegrete. Getúlio, quieto, teria
ficado só ouvindo. No fim, perguntou a Aranha:
- E agora, Osvaldo, o que eu vou dizer lá em São
Borja???!!!!
Pois a cidade que o homenageou,ontem,dia 19/04,
com sessão solene na Câmara Municipal viu nascer,
dar seus primeiros passos políticos e foi nela que se
auto-exilou em 1945.
Do Itu, saiu para uma campanha meteórica
pra voltar em 1950. Voltou definitivamente em 1954 para "descansar"
no túmulo da família Vargas até que em
2004, seus restos mortais foram transladados para o Mausoléu
construído na Praça XV de Novembro,em projeto
do arquiteto Oscar Niemeyer.
Fa Gomes
Por parte dos poderes públicos do RS, foram paupérrimas
e desajeitadas as homenagens prestadas à memória
do jornalista Flávio Alcaraz Gomes. Lembro de quando
o morreu o torturador estatal Romeu Tuma, ilustres gaúchos
referenciaram o abominável defunto como nada mais nada
menos do que um irrepreensível senador da República.
Em seu programa “Guerrilheiros da Notícia”
muita gente que está no poder angariou votos
comentário do vanderlei soares, no O SUL, por ocasião
da morte de FAGomes....
Retrato de um técnico quando jovem jogador do Inter
11/04/2011. Escrito por Emanuel Mattos

Paulo Roberto Falcão, aos 20 anos: um desafio a seus
críticos no Beira-Rio
A foto acima foi feita há 37 anos, no gramado do Estádio
Beira-Rio. O treino recém havia terminado e Falcão
batia bola, isolado, o que não era habitual.
Achei estranho e fui ao seu encontro. Na época, fazia
a cobertura do time colorado para a Folha da Manhã, tarefa
que dividia com Telmo Zanini, hoje na Rede Globo. O irrequieto
matutino, então sob o comando de Ruy Carlos Ostermann
sucedia a Folha da Tarde Esportiva, jornal de cor azul.
A Folha da Manhã, ao contrário, era vermelha.
Na cor e nos textos, tanto que foi a última a resistir
na queda de Salvador Allende, em setembro de 1973, ao manchetear
que um grupo de militares defendia o presidente do Chile, o
que nunca ocorreu. Pinochet tomou o poder depois de bombardear
o Palácio de La Moneda, onde Allende preferiu sair morto
a entregar o governo.
Naquela redação de mentes arejadas ocorreram episódios
hilários. Como o dia em que Telmo Zanini levou Terezinha
Morango, auto-intitulada ‘rainha da torcida colorada’,
à redação, onde ela subiu em uma mesa e
cantou, fato que não presenciei mas testemunhado por
Afonso Licks e Vieira da Cunha.
Era uma equipe de jovens de textos brilhantes, como José
Antônio Vieira da Cunha, Elmar Bones da Costa, Jefferson
Barros, Arthur Monteiro, José Antônio Pinheiro
Machado, Paulo de Tarso Riccordi, José Onofre, os críticos
de cinema Luiz Carlos Merten e Tuio Becker, e o então
presidente do sindicato dos jornalistas, João Borges
de Souza. O Edgar Vasques nos fazia rir com suas charges contundentes.
A ele se agregaram os talentosos Neltair Rebés Abreu,
o Santiago, Ronaldo Westermann e José Guaraci Fraga.
O Esporte tinha um timaço: José Félix Valente
(editor), João Carlos Ferreira da Silva, o Joca, Afonso
Licks, Eugênio Bortolon, Cláudio Dienstmann, Mário
Marcos de Souza, Luiz Rache Vitello, Paulo Gerson Antunes de
Oliveira, Sérgio Roberto de Souza Moita, Lenora Vargas
e Heloísa Knapp, o colunista Ivo Corrêa Pires e
quatro setoristas para a cobertura da dupla Gre-Nal: Jodoé
Souza e Sérgio Toniello acompanhavam o Grêmio;
e no Inter, Telmo Zanini e eu, contratado por Antônio
Britto em abril de 1974, a quem substitui quando saiu do Esporte
para criar a Central do Interior da Caldas Junior. Britto, como
se sabe, governou o Rio Grande do Sul de 1995 a 1998.
Nas editorias, só craques. A cobertura policial era feita
por Erni Quaresma, Renato Pinto, Caco Barcellos, Licínio
Azevedo, Omar de Barros Filho, o Matico, editados pelo Osmar
Trindade, cujo olhar esverdeado estremecia as jovens repórteres
e excelentes profissionais como Marina Wöedke, Letânia
Mezeses, Imara Stalbaum, Maristela Bairros e Rosvita Saueressig.
Como permaneci na Folha da Manhã só seis meses
– de abril a setembro de 1974 -, antes de aceitar o convite
para integrar a redação do Hoje, o único
vespertino que a RBS lançou (durou apenas nove meses
– de outubro de 1974 a junho de 1975), não convivi
com alguns ícones que iniciaram naquele matutino, como
Gilberto Pauletti, Paulo Totti, José Antônio Severo,
Nei Duclós, Caio Fernando Abreu e Luiz Fernando Veríssimo,
entre outros.
Abri esse vasto parêntesis para registrar um período
nostálgico, do qual alguns nem estão mais entre
nós, como José Onofre, Sérgio Moita, Jefferson
Barros, Ronaldo Westermann, Ivo Corrêa Pires, Luiz Vitello
e Tuio Becker.
Agora, volto à foto acima, razão principal desse
post. Como relatei no início, ao ver Falcão brincando
com uma bola, sozinho, me aproximei. Fui direto:
- Algum problema?
Apontou os jornalistas que cercavam o técnico Rubens
Minelli e desabafou a raiva de seus 20 anos contra críticas
que havia recebido na última atuação:
- Esse pessoal não sabe nada de futebol. Eu entendo mais
do que eles.
Na foto, ele olha para o grupo e tento descobrir a quem se referia,
pois não citou ninguém e nem perguntei. Um fotógrafo
da Zero Hora registrou o momento. Meses depois, quando retornei
à RBS, me deu de presente. Até hoje não
sei quem é o autor. Espero que agora, enfim, seja identificado.
Essa foto também é pretexto para contar uma história
engraçada. Como nossos cabelos eram parecidos, tínhamos
quase a mesma idade e altura, quando viajava com o Inter ouvia
pedidos de autógrafos. Seguia em frente e ouvia resmungos
de “mascarado”. Um dia contei ao Falcão.
Ele, pragmático:
- Então dá o autógrafo, pô!
Na época, eu imitava direitinho a assinatura dele. Lembro
que era um ‘P’ maiúsculo, emendado com ‘Falcão’.
A partir daí, quem pediu o seu autógrafo, levou
o ‘PFalcão’ na hora. Certa vez, o Inter jogou
amistoso com o Guarani de Garibaldi. Depois, a imprensa almoçou
na churrascaria de um torcedor. Não sabia que antes o
Valtair Santos, setorista da Zero Hora, havia prometido para
o dono que traria o Falcão junto. O proprietário
ia e vinha com os melhores espetos, que me servia, deliciado.
Tudo ia bem até que, no final, ele trouxe uma bandeira
do Inter e pediu uma dedicatória de presente para seu
filho. Minha sorte é que a conta estava alta e aquele
bando de muquiranas ficou quieto enquanto assinei o ‘PFalcão’
na bandeira colorada.
Vida que segue. Fui repórter da Revista Placar em Porto
Alegre, entre 1979 e 1981, em lugar de Divino Fonseca, que havia
sido transferido para São Paulo. Foi exatamente o ano
em que o Inter conquistou o único campeonato brasileiro
invicto. Seu técnico era Ênio Andrade e o preparador
físico, Gilberto Tim, ambos inesquecíveis, que
só me chamavam de “Falcãozinho”.
Em 1980, testemunhei um dos momentos que Falcão gostaria
de esquecer. No vestiário do Estádio Centenário,
em Montevidéu, ele descalçava as chuteiras depois
de sua última partida com o Inter, derrotado pelo Nacional
por 1×0. Como o primeiro jogo havia sido 0×0, no
Beira-Rio, ele perdera a chance de ser campeão da Libertadores.
Já vendido para o Roma, disse:
- Vou para a Itália, mas volto para encerrar a minha
carreira aqui.
Na hora, duvidei. – Quem vai para o mundo, não
volta, lhe disse. Depois de se consagrar como “Rei de
Roma”, onde atuou quatro anos, Falcão retornou,
mas para jogar no São Paulo, onde conquistou o título
paulista em 1985. Mesmo não tendo realizado seu sonho
de pendurar as chuteiras no Beira-Rio, até hoje é
considerado o melhor jogador da história do Internacional.
Sua passagem pela seleção brasileira é
um capítulo à parte. Estive no jogo que marcou
a sua estreia em competições oficiais. Foi na
vitória do Brasil sobre a Argentina, por 2×1, em
pleno Monumental de Nunez, em Buenos Aires, válido pela
Copa Roca, sob o comando do gaúcho Osvaldo Brandão.
Seu futebol já pedia passagem como titular, mas em 1978,
no auge da forma, deixou de disputar o Mundial da Argentina,
preterito pelo militar Cláudio Coutinho, que preferiu
levar o tosco Chicão. Poderia ter sido decisivo no empate
de 0×0 contra a Argentina, em Mar del Plata, resultado
que praticamente decidiu a eliminação do Brasil,
que ficou fora da final por causa da ‘marmelada’
dos peruanos que levaram 6×0 dos donos da casa.
Em 1982, era titular absoluto da canarinho, com Telê Santana,
e foi considerado um dos destaques no Mundial da Espanha. Marcou
três gols, um deles contra a Itália, mas fomos
eliminiados ao perder por 3×2 quando até o empate
servia. E em 1986, Telê o levou ao México, mas
já não estava no melhor de sua forma e atuou pouco,
aos 32 anos. Foi reserva e só entrou nos dois primeiros
jogos, tendo o desprazer de ver, no banco, o Brasil ser eliminado
pela França, nos pênaltis, na segunda fase. Falcão,
Zico e Sócrates fizeram parte de uma geração
que encantou o mundo, mas nunca conquistaram uma Copa do Mundo
para o Brasil. Uma imensa injustiça.
Sua carreira de técnico iniciou de forma estrondosa,
em 1990, no comando da seleção brasileira. O presidente
da CBF pretendia uma renovação com o objetivo
de disputar com chance de vencer a Copa de 1994. Falcão
acreditou, revelou caras novas. Porém, depois de pressões
da imprensa pelo vice na Copa América, foi demitido por
Ricardo Teixeira em 1991. Mas formou a base da seleção
que conquistou o Tetra no Mundial dos EUA.
Depois de treinar o América do México, tornou-se
técnico do Inter em 1993. Ficou em 5º lugar entre
oito times de seu grupo, após 14 jogos, 5 vitórias,
4 empates e 5 derrotas e o Inter foi eliminado na primeira fase
do Brasileirão. Em 1994, chegou a iniciar a temporada
e venceu três amistosos até fevereiro, quando aceitou
o convite para treinar a seleção japonesa e encerrou
de forma melancólica a primeira passagem no comando do
Inter.
Há dois anos, nos reencontramos. Editava a Revista VOTO
e o entrevistei. Como pauta o fato de Porto Alegre ter sido
escolhida para uma das sedes da Copa de 2014. Naquela tarde,
sentado na cafeteria do Supermercado Zaffari do Menino Deus,
Falcão revelou que seu sonho era voltar a treinar, de
preferência um time. Tive a sensação de
estar frente a um homem amadurecido, em busca de uma nova chance
para mostrar que entende mais de futebol do que “eles”,
como dissera à beira do gramado, em 1974.
Seu sonho foi realizado em 11/4, quando retornou ao Beira-Rio
e revelou dois objetivos: conquistar títulos e permanecer
o maior tempo possível como técnico do Inter,
desafios que só alguém com muita personalidade
seria capaz de propor. Bem característicos do histórico
de Paulo Roberto Falcão.
Por tudo o que relatei, tenho certeza de que o futebol brasileiro
ganhará muito com o retorno de Falcão ao comando
técnico do Internacional. O folclórico centroavante
Dario dizia: “Jogador deve ir na bola como quem vai num
prato de comida”. Desta vez, Falcão vai treinar
o Inter como quem recebe uma nova oportunidade da vida. Certamente
não vai desperdiçá-la.
Meu desejo é que ele se realize. Como no último
pedido feito pelo capitão John Miller (personagem de
Tom Hanks) antes de morrer, após cumprir a missão
de salvar a vida de um jovem no filme “O resgate do soldado
Ryan”:
- Faça por merecer.
REproduzo aqui este texto porque é um
grande momento da memória do colega, principalmente da
redação da FM.
apenas um adendo: também fiz, por dois
meses, parte da equipe de polícia da FM no começo
de 1974.
Obrigado pelo artigo Emanuel.
A elegancia do Falcão
Quando, vi o que o Falcão o técnico
colorado usava, levei um susto, Sapato-tênis listrado
de vermelho e branco, camisa xadrez e blazer. Achei que era
aquele outro Falcão, o debochado cantor e humorista nordestino.
E os puxas-saco crônica elogiavam sua elegancia.
Remindo Sauim
De São Borja
PTBISTAS se retiram
e sessão solene começa sem eles!
A sessão solene da Câmara Municipal em homenagem
ao nascimento de Getúlio Vargas teve um pequeno senão:
a turma do PTB se retirou e acabou não retornando para
a sessão solene . O presidente Celso Lopes, do PDT, mandou
iniciar a sessão sem a presença deles.
Um pedetista lembrou que esta deferência era feito ao
ex-governador Leonel Brizola quando ele se deslocava a São
Borja porque às vezes o avião atrasava e então
a sessão começava sem sua presença.
IBOPE
O blog que dava mais audiência ná
rádio Guaíba era o PASSARELA DO SAMBA, do Bagé.
Mas ele teve que retirá-lo do ar.....
CAIXA ALTA
Falcão, o treinador, estaria ganhando 400 mil reais por
Mês. E caso mandado embora, teria dois meses de adianto
pra receber....
Rápido no gatilho
Dias atrás, um coleguinha de uma rádio
do interior ligou pra imprensa do Beira-Rio. Queria uma entrevista
com o novo treinador. O coleguinha foi ser gentil:
- Pra quando?
- Pra daqui há cinco minutos!!!!
DE São Borja
Chamou a atenção dos presentes,
a elegância do presidente da Câmara Municipal na
sessão do último dia 18, homenageando os 50 anos
da legalidade. Celso Lopes raramente põe gravata. Pois
neste dia o fez.
Como viviam os gaúchos e a capital de 635 mil habitantes
em 1961
Desde o início da década anterior até aquele
ano, Porto Alegre recebeu 90 mil novos moradores, a maioria
vinda do interior do Estado

Centro da cidade era atração para moradores e
visitantes
Rui Felten
Quando o governador Leonel Brizola mobilizava os gaúchos,
e também o resto do Brasil, em agosto de 1961, na rebelião
pela posse do vice-presidente da República João
Goulart como presidente, no lugar deixado pelo renunciante Jânio
Quadros, Porto Alegre tinha 635 mil habitantes, dos quais cerca
de 120 mil estavam entre os 15 e os 25 anos de idade. A expectativa
de vida na cidade ficava em 53 anos – contra 43 anos e
sete meses da média nacional.Viviam ao todo, no Rio Grande
do Sul, 5.388.659 pessoas, conforme o levantamento do censo
realizado em 1960. Desde o início da década anterior
até aquele ano, a Capital havia recebido em torno de
90 mil novos moradores, que emigraram principalmente do interior
do Estado.

Jânio frustra os gaúchos e não vem mais
ao Estado
A Campanha da Legalidade – como foi chamado o movimento
em que Brizola enfrentou as Forças Armadas, que não
queriam João Goulart, o Jango, na presidência da
República – estourou no dia seguinte à renúncia
de Jânio, ocorrida em 25 de agosto. O presidente era esperado
em Porto Alegre dia 26, para instalar o governo federal simbolicamente,
visitar a Feira de Animais (atual Expointer) e assistir a uma
partida de Gre-Nal. Seria hospedado pelo comandante do 3º
Exército, general José Machado Lopes, em sua residência
oficial, no alto da Avenida Cristóvão Colombo.
Jânio havia pedido para que a casa fosse pintada e que
no quarto a ser ocupado por ele ficasse à disposição
um estoque de vinho Lacryma Christi – produzido nos arredores
do Monte Vesúvio, na Campânia (Itália).
Greve no transporte coletivo
Poucas semanas antes, Porto Alegre tinha estado às voltas
com uma greve de 1.800 motorneiros e cobradores da Companhia
Carris (pertencente à Prefeitura), que interromperam
as linhas dos bondes. O governo do Estado foi acusado pelo prefeito
José Loureiro da Silva de ter incitado a greve. Brizola
ameaçou retomar a Carris para o Estado e respondeu a
Loureiro da Silva dizendo que as afirmações demonstravam
o desespero dele pelo fracasso que estava sendo o seu retorno
à administração municipal.

Bondes transportavam a população da Capitl - Foto:
Arquivo/Carris
Dissidente do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), que ajudara
a fundar junto com Brizola, Loureiro já tinha sido prefeito
de Porto Alegre, de 1937 a 1943, nomeado no período de
ditadura do Estado Novo de Getúlio Vargas. A paralisação
durou oito dias e terminou com os funcionários do transporte
coletivo sendo atendidos na reivindicação de um
acréscimo de 27,5% em cima dos salários de dezembro
de 1960. Mas ali já se anunciava o fim da era dos bondes,
ainda hoje relembrada com saudosismo por quem viveu na Porto
Alegre daquele tempo. A Capital aumentava de tamanho, a população
crescia e os bondes foram sendo substituídos pelos ônibus.
Antes de parar definitivamente, os carros elétricos já
serviam apenas os bairros ao redor do Centro.
O número de automóveis na cidade era de aproximadamente
40 mil. Dividiam espaço nas ruas com 110 bondes e cerca
de 400 ônibus. E a situação do trânsito
era considerada “aflitiva”, como definiu o então
presidente da Assembleia Legislativa, Hélio Carlomagno,
ao assumir o cargo de governador em uma ocasião em que
Brizola viajou a Punta del Este, no Uruguai. “O porto-alegrense
estava apaixonado por carros. A cada mês, 400 novos automóveis
eram emplacados”, recorda Rafael Guimaraens, autor do
livro “Porto Alegre – Agosto 61”. As montadoras
instaladas no país pela política modernizadora
do antecessor de Jânio Quadros, Juscelino Kubitscheck,
despejaram no mercado 400 mil veículos fabricados em
cinco anos. A maior parte dos carros que transitavam na capital
gaúcha, porém, ainda eram dos anos 1940 e 1950,
e montados nos Estados Unidos.
O tostão não venceu o milhão
A economia nacional, no entanto, não ia bem. Eleito em
3 de outubro de 1960 pela coligação PTN-PDC-UDN-PR-PL,
com a maior votação no Brasil até aquela
data (5,6 milhões de votos) e derrotando o adversário
marechal Henrique Lott por mais de 2 milhões de votos,
Jânio Quadros tinha angariado apoio nas urnas com este
slogan” O tostão vai vencer o milhão”.
Para decepção dos brasileiros, o cruzeiro –
a moeda da época – desvalorizou-se 100% frente
ao dólar em sete meses. A equivalência era de 200
cruzeiros para um dólar. A Casa da Moeda emitia 5 bilhões
de cruzeiros a cada mês. Bancos europeus emprestaram 110
milhões de dólares ao Banco do Brasil. E a inflação
minguava os salários.
Agosto chegou trazendo aumentos de 205% para os selos de cartas,
100% para os jornais, 25% para pão e o quilômetro
rodado por táxis (na época, chamados de carros
de praça), 20% para remédios e 35% para o leite.
O quilo de carne sem osso passou de 100 cruzeiros para 114 cruzeiros
e o de carne com osso, de 95 cruzeiros para 110 cruzeiros.

Brizola: aumento emergencial para servidores públicos
Era um mês de aperto. “Produtos como leite, pão
e carne tiveram aumentos abusivos e, em muitos casos, dobraram
de preço. Tanto que foi formado um Comitê contra
a Carestia, reunindo estudantes, sindicalistas e donas-de-casa”,
lembra Guimaraens. Esse comitê havia preparado uma mobilização
popular para protestar durante a visita de Jânio a Porto
Alegre, que não aconteceu. Guimaraens acrescenta: “Várias
categorias profissionais estavam em campanha salarial, incluindo
os servidores públicos, que só não entraram
em greve porque Brizola cedeu um aumento emergencial”.
“Os investimentos em Educação, com a construção
de centenas de pequenas escolas, conhecidas como Brizoletas,
espalhadas por todo o Interior e pela Capital, foram também
uma das importantes marcas do governo Brizola, pelo menos até
a Legalidade”, diz o professor de História da PUCRS
Luciano Aronne de Abreu. “Em termos econômicos,
o Rio Grande do Sul já vivia uma importante crise naquele
momento, devido à falta de modernização
de setores produtivos tradicionais do Estado, como o pecuário.
A agricultura comercial, em larga escala, recém começava
a se desenvolver, especialmente nas regiões mais ao norte.
Além disso, Brizola acusaria a política desenvolvimentista
de JK de agravar a crise do Rio Grande do Sul, por ser concentradora
de investimentos e de renda nas regiões centrais do país.
A partir da Legalidade, o clima de radicalização
e de polarização política entre trabalhistas
e antitrabalhistas se agravaria ainda mais, bem como a crise
econômica do Estado”.
Faltava luz e telefonar era difícil
Além de ver o seu dinheiro desvalorizado pela inflação,
os gaúchos volta e meia ficavam sem luz. E telefonar
nem sempre era uma tarefa bem-sucedida, por causa das deficiências
no sistema. Brizola tinha encampado a Companhia Estadual de
Energia Elétrica, subsidiária da empresa canadense
Bond and Share, ligada ao grupo norte-americano Amforp (American
& Foreign Power), e a Companhia Telefônica Nacional
(CTN), subsidiária da ITT (International Telephon and
Telegraph Corporation). Expropriar essas empresas estrangeiras
e assumir o controle dos serviços de energia elétrica
e de telefonia fora uma ousadia e tanto. Mas acontece que o
Estado não dispunha de recursos imediatos para investimentos,
e isso ocasionou dificuldades no atendimento à população.
Mas assim mesmo a população se divertia. Em Porto
Alegre, a Rua da Praia (ou dos Andradas) era atração
de sobra para quem morava na cidade ou vinha passear e fazer
compras. “O point da juventude, à tarde, era na
quadra entre a Rua Marechal Floriano e a Vigário José
Inácio. O pessoal ficava na calçada, encostado
nos carros e motos ou em um barzinho ao lado da Casa Lyra, que
tinha o nome de Barzinho mesmo”, conta Rafael Guimaraens.
“Em 61, foi inaugurada a Galeria Malcon, que passou a
abrigar lojas de discos e boutiques de moda jovem, um perfil
que conserva até hoje. Naquele época, os clubes
ainda eram muito fortes, e as grandes festas jovens aconteciam
no Juvenil, no Clube do Comércio, no União, na
Germânia, que reunia os descendentes de alemães”.
Cinema, literatura e teatro

Erico Verissimo concluía trilogia O Tempo e o Vento -
Foto: Divulgação
Cafés e confeitarias também atraíam muita
gente ao Centro. À noite, quem procurasse diversão
podia ir, por exemplo, aos bares Cotillon, na Avenida Salgado
Filho, ou ao Je Reviens, no segundo andar do Edifício
do Relógio – como foi apelidado o prédio
Chaves Barcelos, na Rua da Praia com a General Câmara.
Os cinemas ainda eram aqueles com telões imensos e plateias
enormes. Havia sete deles na região da Rua da Praia e
arredores. Brigitte Bardot, em “Quer Dançar Comigo?”,
Sophia Loren, em “Jogadora Infernal” e Elisabeth
Taylor, em “Gata no Telhado de Zinco Quente”, enchiam
as salas. O cinema gaúcho rodava “Coração
de Luto”, de Teixeirinha. E para quem gostasse de ler,
a boa notícia era que Erico Verissimo estava entregando
à Livraria do Globo os originais de “Arquipélago”,
que concluiria a trilogia “O Tempo e o Vento”.

Teatro de Equipe: crítica à realidade política
e cultural - Foto: PUCRS
No palco, o Teatro de Equipe, fundado em 1958 por Paulo José,
Milton Mattos, Mario de Almeida e Paulo Cesar Peréio
(um dos autores do Hino da Legalidade com Lara de Lemos e Demóstenes
Gonsalez), encenava a peça “Despacho”, que
satirizava a política brasileira na gestão Jânio
Quadros. O texto era de Mario de Almeida. Criado com o propósito
de produzir espetáculos críticos sobre a realidade
política e cultural do país, o Teatro de Equipe
tinha também no elenco Ítala Nandi e a jornalista
Ivette Brandalise. Para construir sua sede própria –
na Rua General Vitorino, no Centro de Porto Alegre -, contou
com a colaboração, entre outros, da jornalista
Celia Ribeiro e dos artistas plásticos Vasco Prado, Iberê
Camargo e Xico Stockinger, que leiloavam obras para arrecadar
fundos.
De São Borja
Sempre que vai a SBorja, o ex-deputado federal Roberto Jefferson,
que é carioca, aproveita pra atravessar a ponte da Integração
e ir num cassino em Santo Thomé.
AUSENCIA NOTADA....
Na votação de um projeto da UERGS,
ontem no plenário da Assembléia Legislativa, chamou
a atenção a não presença da deputada
Juliana Brizola(PDT) que comanda a Comissão de Educação.
A CPI da Juventude " travou" a neta
de Brizola.
A VERDADE SEM JUSTIÇA
Uma história inventada para manter Newsprint
Queda de braço. Maior holding do jornalismo
argentino paga caro por adotar uma posição crítica
ao governo do país, que aprovou no Congresso uma draconiana
Lei de Mídia que rebaixou o preço de suas ações
e pode acabar inviabilizando os negócios da empresa.
De Buenos Aires
Gelson Farias
O objetivo principal a instauração
na Argentina de um sistema político que denominavam Socialismo
Nacional, e que considerava como a evolução histórica
natural do peronismo, foi a instalação de um grupo
secreto armado, denominado “organização
armada Montoneros” que ficou conhecida da sociedade argentina
em junho de 1970, quando do seqüestro e posterior assassinato
do general Pedro Eugenio Aramburu, que foi o comandante da autodenominada
Revolução Libertadora. Foram inúmeros os
atos de terrorismo praticados por seus militantes, até
ser desbaratada pela ditadura militar argentina.
Observem que a técnica usada era a mesma dos subversivo-terroristas
que militaram na luta armada no Brasil nas décadas de
60 e 70 e, agora, é a mesma da ideologia vermelha: revanchismo,
vingança, acusações sem provas em troca
de muita grana.

Presidente Cristina Kirchner, sob o “ Viva de Perón”.
Baseados em fatos reais que a história da Argentina registra,
o governo da presidente Cristina Kirchner apresentará
denúncia nos tribunais de La Plata (capital da província
de Buenos Aires) contra os jornais Clarín e La Nación,
acusados pela Casa Rosada de cumplicidade no seqüestro
e em torturas sofridas por membros da família Graiver
que, em novembro de 1976, venderam a empresa Papel Prensa aos
diários. Segundo o jornal Perfil, a denúncia inclui
o pedido de imediata detenção de Hernestina Herrera
de Noble, dona do grupo Clarín; Héctor Magnetto,
principal acionista do grupo; e Bartolomé Mitre, diretor
do La Nación. O objetivo do ex-presidente Néstor
Kirchner é que os donos dos jornais sejam condenados
pela suposta compra irregular da Papel Prensa, empresa que atualmente
abastece 75% do mercado de papel.
O governo Kirchner sustenta que os proprietários dos
diários foram cúmplices da perseguição
à família Graiver, uma versão que é
respaldada por Lidia Papaleo de Graiver, viúva de

David Graive( foto) herdeiro da Papel Prensa, que faleceu num
misterioso acidente de avião em 1976. Segundo o Perfil,
os donos do Clarín e do La Nación também
serão denunciados por participação no sequestro
e assassinato de Jorge Rubinstein, advogado de Graiver. Neste
caso, informou o jornal, o governo acusará os empresários
de homicídio. Meses depois de vender a Papel Prensa,
após a morte de seu marido, Lídia e outros membros
da família Graiver foram seqüestrados e levados
para centros clandestinos de tortura da última ditadura
militar (1976-1983).

Lidia Papaleo, viúva de Graiver.
A viúva de Graiver (que, segundo versões extra-oficiais,
teria negociado um milionário acordo com a Casa Rosada)
disse ter sofrido ameaças por parte dos jornais que adquiriram
a Papel Prensa, para obrigá-la a vender a empresa. Já
Isidoro Graiver, irmão de David e encarregado de selar
a operação com o Clarín e o La Nación,
afirmou ter vendido a companhia em condições normais
e favoráveis para a família. O governo faz questão
de ignorar o vínculo entre a família Graiver o
os Montoneros (braço armado da esquerda peronista). Segundo
confirmaram ex-colaboradores da família, David Graiver,
que era dono de várias empresas e bancos no país,
administrou milhões de dólares que os Montoneros
obtiveram seqüestrando empresários argentinos durante
a ditadura militar. Para os jornais acusados pelo governo, o
relacionamento entre Graiver e os Montoneros explica, em grande
medida, a perseguição à família
por parte do governo. Montoneros - Organização
subversivo-terrorista argentina que empreendeu uma luta armada,
na forma de guerrilha urbana, entre 1970 e 1979 (sendo que seu
período de máximo poder se estendeu até
1976).
Seus objetivos secundários eram a desestabilização
da ditadura militar governante, a autodenominada Revolucion
Argentina ("Revolução Argentina") e
o retorno ao poder do General Juan Domingo Perón.

O que é que existe por trás deste confronto de
Cristina com o Clarín, grupo de mídia que foi
aliado do casal presidencial durante cinco anos? É simplesmente
uma luta por mais poder? Esse confronto surge a partir da guerra
com o campo (a crise do governo com o setor ruralista, em 2008).
O Clarín ficou do lado dos ruralistas e, desde aquele
dia terminou a amizade recíproca do GovernoxClarín.
O confronto ficou conhecido pelos argentinos de “como
brigar com um touro de touradas” Em outra frente contra
o Clarín - e os demais jornais do país -, O governo
pretende tomar o controle da Papel Prensa, a maior produtora
de papel para jornal da Argentina.
Desde 1976, a empresa é controlada pelo Grupo Clarín
(49% das ações), o jornal La Nación (22,49%)
e o Estado argentino (27,46%). Em sua maior parte, por questão
de custo, os jornais têm optado por utilizar papel importado.
Mas, para muitas organizações de defesa da liberdade
de expressão, o assalto à Papel Prensa poderia
ser o passo prévio de uma ação do Estado
para intervir nas operações de importação
do produto. Guardadas as proporções, ressaltam
os opositores, o casal Kirchner - que sempre manteve uma relação
conturbada com a imprensa - optou por trilhar o caminho do venezuelano
Hugo Chávez, de calar as críticas por meio de
ações de força contra a mídia, sob
a alegação de que ela seria parte de uma conspiração
contra o governo.

Sede da Papel Prensa S.A.

Por outro lado, o Jornal Tiempo Argentino
( arte) revela, neste final de semana, documentos da ditadura
militar provando que diretores do Clarin, La Nación e
La Razón tramaram com o aparato de repressão,
para obter monopólio do controle de papel de imprensa
no país. Durante a ditadura militar, representantes dos
três jornais tiveram reuniões, com o responsável
pelo seqüestro, tortura da família Gravier, controladora
de empresa que fabricava papel de imprensa no país. David
Graiver morreu de forma misteriosa. O atual CEO do Clarin, assim
como diretores dos outros dois jornais, esteve nas reuniões
com o general Gallino, que comandava a operação,
para preparar o interrogatório da família Graiver,
com objetivo de ter as informações detalhadas
das transações comerciais e, principalmente, as
informações que necessitavam para arruinar o grupo
econômico da família.

Assim os três jornais obtiveram o controle acionário
da empresa fornecedora do papel de imprensa, ou seja, expropriaram
a família Graiver, mediante o emprego da violência
do terrorismo de estado; roubo qualificado e crime lesam humanidade
de prática da tortura. Essa é a grande imprensa
do nosso tempo, diz o editorial do Jornal Tiempo. Vale lembrar
que, desde o final do ano passado, a família dona do
Clarin é acusada de ter adotado uma criança, filha
de vítima da repressão ditatorial. A acusação
partiu de uma das avós da Praça de Maio que teve
a filha desaparecida durante a ditadura. Agora se revela que
a cumplicidade do jornal com os torturadores foi muito mais
intensa do que se tem notícia.

O Grupo Aramado Montoneros, foi uma organização
político-militar argentina que empreendeu uma luta armada,
na forma de guerrilha urbana, entre 1970 e 1979 (sendo que seu
período de máximo poder se estendeu até
1976. Suas raízes se encontram na situação
política do país na década de 1960, e seus
objetivos foram a desestabilização da ditadura
militar governante, a autodenominada Revolución Argentina
("Revolução Argentina") (Onganía,
Levingston Lanusse / 1966 - 1973); o retorno ao poder do General
Juan Domingo Perón; e a instauração na
Argentina de um sistema político que denominavam Socialismo
Nacional, e que consideravam como a evolução histórica
natural do peronismo. A organização armada Montoneros
se apresentou à sociedade em 1 de junho de 1970, mediante
o seqüestro e posterior assassinato do general Pedro Eugenio
Aramburu, que foi o comandante da autodenominada Revolução
Libertadora. Na prática o grupo já existia como
organização política desde alguns meses,
ainda que menor e quase secreto. Durante seus primeiros anos
de existência receberam o apoio do General Perón
e de boa parte do movimento peronista - que mantiveram farto
diálogo com a guerrilha, visto que sua lealdade lhes
foi útil para pressionar e desestabilizar a ditadura
militar que governava anteriormente o país - porém
a partir de 1º de maio de 1974 os graves erros políticos
cometidos ocasionaram o repúdio por parte do mesmo líder
e dos setores sindicais e políticos do peronismo ortodoxo,
motivaram o gradual isolamento e a passagem à clandestinidade
do grupo que, posteriormente, foi aniquilado pela ditadura militar
que derrubou a viúva de Perón, María Estela
Martínez, em 24 de março de 1976.

O grupo é um dos responsáveis
pelo Massacre de Ezeiza, episódio em que, na volta de
Perón do exílio, ocorreu à morte de dezenas
de participantes. O pior atentado do grupo aconteceu em 1976,
quando fizeram explodir uma bomba na Polícia Federal
Argentina, com 24 mortos. Com o tempo, o grupo, passou a perder
o apoio da população, isolando-se. Seu fim tornou-se
claro com o chamado Processo de Reorganização
Nacional, iniciado após a destituição de
Isabelita Perón, viúva de Perón, da presidência.
Devido às estratégias de terrorismo de Estado
e investigações ilegais, o grupo foi sistematicamente
perseguido pelo regime militar de Jorge Videla, tendo hoje muitos
de seus ex-integrantes nas listas de desaparecidos na ditadura
Argentina.
MOVIMENTO DE JUSTIÇA E DIREITOS
HUMANOS/Brasil INFORMA:
PUBLICADO EN CARAS&CARETAS
Montevideo, Viernes, 15 de abril de 2011
ANULACIÓN DE LEY DE CADUCIDAD CIERRA POSDICTADURA Y ABRE
DEBATE SOBRE LA DEMOCRACIA
Hacia el fin de la transición
La anulación de la ley de caducidad, iniciada el martes
12 de abril por la mayoría frenteamplista en la cámara
de Senadores, abrió especulaciones en el escenario judicial,
político y social uruguayo. Unos estudian cuántas
causas pueden ser reabiertas, cuántos militares desfilarán
por los juzgados y qué decisiones puede adoptar el Poder
Judicial. Otros, apuntan a las consecuencias de la renuncia
del senador Fernández Huidobro y la repercusión
en el tablero político. Finalmente, se aguardan las reacciones
de los criminales de lesa humanidad y las acciones de las organizaciones
de derechos humanos. La transición termina y abre un
debate sobre la democracia que se quiere.
TEXTO: ROGER RODRIGUEZ
Veinticinco años después de su aprobación,
la Ley 15.848 por la que se otorgó impunidad a los militares
y policías que violaron los derechos humanos en los años
de la dictadura será finalmente anulada. Cuatro períodos
de gobierno, cientos de miles de firmas para posibilitar dos
plebiscitos, quince marchas anuales de silencio, extensas jornadas
de debate parlamentario, horas de televisión y radio,
toneladas de papel escrito con ríos de tinta, mantuvieron
- desde el mismo 22 de diciembre de 1986 en que fue aprobada
- el debate sobre la polémica norma impuesta por un voto
en aquel Parlamento.
La Ley de caducidad de la pretensión punitiva del Estado,
comenzó a ser anulada ahora en el Senado, también
por un voto, y antes del próximo 20 de mayo –cuando
se realice la XXVI Marcha del Silencio- la cámara de
Diputados terminará de dejarla “sin efecto”,
como exigió a Uruguay en una condena la Corte Interamericana
de Derechos Humanos de la OEA y como reclamaban las organizaciones
no gubernamentales, los familiares de de los desaparecidos,
de los muertos y las propias víctimas de la tortura implementada
en forma sistemática por la represión desatada
entre 1973 y 1985.
El lento proceso de anulación se produce finalmente en
el mismo Parlamento que la creó, luego de tres años
de discusiones sobre una ley interpretativa dentro del mayoritario
Frente Amplio, que para su primer período de gobierno,
bajo la presidencia de Tabaré Vázquez, había
excluido de su programa electoral la modificación de
la resistida ley, pero que en su última plataforma electoral,
con la que fue electo el presidente José Mujica y se
obtuvo la actual mayoría parlamentaria, había
vuelto a incorporar una expresa cláusula programática
para la eliminación de la caducidad.
En el debate parlamentario, los legisladores blancos y colorados
–hoy minoritaria oposición- acusaron al Frente
Amplio de no respetar la voluntad ciudadana que en dos plebiscitos
“ratificó” la ley. El 16 de abril de 1989,
bajo amenaza de golpe de Estado, la ley fue mantenida por el
voto amarillo con un 57% contra un 43% de voto verde que pedía
su derogación. El 25 de octubre de 2009 el voto rosado,
propiciado por el Pit-Cnt para la anulación de la ley,
llegó al 47,98% y no logró a la mitad más
uno de los sufragios incluidos votos en blanco y anulados. Ese
mismo día, el Frente Amplio obtuvo la mayoría
parlamentaria con la que el martes, finalmente, empezó
a eliminar la ley.
ENTRETELONES POLÍTICOS
Dos de los tres legisladores que en la coalición estaban
en contra de la ley interpretativa de anulación de la
caducidad terminaron cambiando su voto luego que un Congreso
del Frente Amplio declarará el tema como “asunto
político” y mandatara a sus legisladores. Sólo
el ex nacionalista Jorge Saravia se mantuvo en contra. El ex
vicepresidente Rodolfo Nin Novoa pidió licencia para
que ingresara su suplente, Gustavo Guarino, quien acató
la decisión política. El ex guerrillero Eleuterio
Fernández Huidobro mantuvo la obediencia partidaria,
pero a la vez que expresaba su voto a favor, argumentó
en contra de la ley y anunció su renuncia a la bancada
parlamentaria.
El abandono de una banca parlamentaria en discrepancia con un
mandato político del Frente Amplio ya había ocurrido
en la anterior legislatura, cuando el diputado Guillermo Chifflet
dejo la cámara baja por negarse a aprobar un envío
de tropas a Haití. Pero el peso político de Fernández
Huidobro genera hoy suspicacias sobre la reacción que
tendrá su grupo, la CAP-L, que desde hace años
reclama sin suerte un lugar en la ejecutiva Mesa Política
de la coalición. “El Ñato no se va para
la casa, va a seguir militando y haciendo política”,
confían sus allegados quienes destacan el gesto del presidente
Mujica, quien se apersonó al Senado para saludar a su
viejo amigo.
Algunos observadores hacen especulaciones sobre quién
sucederá a Fernández Huidobro en la banca de la
cámara alta, ya que ocasionalmente la ocupa su secretario,
el ex diputado Carlos Gamou, pero su suplente oficial es el
actual ministro de Defensa Nacional, Luis Rosadilla, quien también
se pronunció en contra de la ley interpretativa. Los
analistas llegan a hacer “política ficción”
en el manejo de una serie de “enroques” dentro del
gabinete del presidente Mujica, quien se reunirá con
Rosadilla y los tres comandantes en jefe de las Fuerzas Armadas
para tratar el tema de la anulación de la ley de caducidad.
El escenario también fue condimentado con crónicas
que recordaron entretelones del Pacto del Club Naval donde frenteamplistas,
colorados y militares acordaron las elecciones con “proscriptos”
en 1984 con los derechos humanos “sobrevolando”;
las reuniones de Wilson Ferreira Aldunate con los militares
en 1986 que derivaron en la Ley de Caducidad; y un acuerdo entre
el MLN y la logia militar Tenientes de Artigas en los noventa
(tras el homicidio del ex tupamaro Ronald Scarzella el 23 de
abril de 1993) por el cual, según reveló el coronel
José Carlos Araújo del Foro Libertad y Concordia,
se selló un compromiso de “excombatientes”
para terminar con el “revisionismo”.
LA SUPREMA DECISIÓN
Mientras uno debaten sobre los argumentos expuestos en la larga
sesión parlamentaria y otros insisten con la ya rechazada
posibilidad de que el presidente Mujica vete la ley interpretativa,
muchos conocedores ponen sus ojos en el escenario judicial donde
la Suprema Corte de Justicia (SCJ) podría tomar determinaciones
que definirán el rumbo de las causas de los derechos
humanos y pueden asentar jurisprudencia en la materia para resolver
una serie de dudas sobre tipificaciones penales, tiempos de
prescripción de los delitos y la constitucionalidad o
no de las normas que está aprobando el Poder Legislativo
y que pueden ser reclamadas ante el máximo órgano
judicial uruguayo.
A fines de 2009 la fiscal Mirtha Guianze presentó un
recurso de casación sobre la sentencia que el juez penal
de 19º Turno, Luis Charles, dictó al procesar a
ocho ex militares, dos ex policías y un ex soldado por
el secuestro en Argentina y desaparición del militante
del PVP, Adalberto Soba. El reclamo ante la SCJ no refería
a la eventual inocencia de Gavazzo, Arab, Rama, Maurente, Vázquez,
Silveira, Medina, Sande y Soca, sino a la tipificación
del delito. Guianze pidió “desaparición
forzada” y Charles procesó por “privación
de libertad especialmente agravado”.
La diferencia entre la fiscal y el juez está para resolución
de los ministros de la Corte, quienes tienen que decidir si
asiste razón al ministerio público que pide aplicar
la Ley 18.026 por la que desde el 25 de setiembre de 2006 se
adaptó el Tratado de Roma a la normativa uruguaya y se
incorporó al Código Penal la tipificación
de delitos de lesa humanidad, que son imprescriptibles, inamnistiables
y perseguibles en cualquier tiempo en que se hayan cometido,
o en la causa corresponde mantener la vieja normativa por la
que no se tipifican la tortura, la desaparición forzada
y otros delitos que ya existen en los convenios y tratados internacionales.
La Suprema Corte de Justicia dio una señal favorable
al ministerio público el 25 de marzo último cuando
desestimó un recurso en contra de la jueza Mariana Mota
por el procesamiento del ex coronel Carlos Calcagno en el caso
de desaparición de Nelson Santana y Gustavo Inzaurralde.
Los defensores del militar, con el apoyo público del
ex presidente Jorge Batlle y el ex vicepresidente Gonzalo Aguirre,
acusaron a la jueza de pretender que el coronel se “autoincriminara”.
Otro tanto ocurre con la muerte de Nibia Sabalsagaray, por la
que el general Miguel Ángel Dalmao fue procesado como
cómplice de homicidio por negarse a decir quién
fue el autor material del crimen.
La decisión que en la materia adopte la SCJ, puede desechar
los ya anunciados reclamos de inconstitucionalidad contra la
ley interpretativa de la caducidad que se está aprobando,
y resolver, a la vez, la discusión sobre si en noviembre
próximo prescribirían o no buena parte de las
causas por violaciones a los derechos humanos. Si el sistema
judicial uruguayo admite definitivamente la tipificación
de crímenes de lesa humanidad –que sólo
se mantiene hoy en la causa contra el dictador Juan María
Bordaberry- el país se habrá incorporado a la
modernidad de la persecución delictiva como establecen
convenciones y organismos internacionales.
ASUNTOS PENDIENTES
En los juzgados penales, mientras tanto, se aguarda sin mayor
expectativa la presentación de nuevas denuncias penales
por violaciones a los derechos humanos, mientras se continúa
con los casos del homicidio del estudiante Ramón Peré,
la muerte de Cecilia Fontana de Heber, el Caso Gelman, las desapariciones
de Horacio Gelós Bonilla y Julio Castro, el secuestro
de los niños Julién Grisonas, una causa por 19
muertes por tortura, el caso de los Fusilados de Soca y la denuncia
por torturas en Boisso Lanza presentada por el colectivo de
ex presos políticos nucleados en Crysol.
Entre las causas que se presume pueda pedirse la reapertura
judicial una vez anulada la ley de caducidad, se encuentran
todos los casos de desaparecidos en Uruguay (Carlos Arébalo,
Luis Arigón, José Arpino Vega, Oscar Baliñas,
Ricardo Blanco, Eduardo Bleier, Juan Brieba, Julio Correa, Oscar
De Gregorio, Claudio y Lila Epelbaum, Julio Escudero, Luis Eduardo
González, Mónica Grispón y Claudio Logares,
Miguel Mato Fagián, Fernando Miranda, Otermín
Montes de Oca, Félix Ortiz, Antonio Paitta, Amelia Sanjurjo
y Oscar Tassino), el homicidio de Diana Maidanik, Laura Raggio
y Silvia Reyes, como las circunstancias en las que murieron
116 personas durante la dictadura.
La anulación de la ley y la reapertura de las causas
es analizada por los servicios de inteligencia uruguayos que
tienen “bajo observación” a una serie de
grupos de ex militares o de confesa definición nazi que
podrían realizar “acciones militares” –según
ya adelantó Caras&Caretas- en algunas fechas claves
como el pasado 14 de abril (Día de los caídos
en la lucha contra la subversión por el que ayer se realizaban
dos actos públicos), el 19 de abril (en relación
a la robada Bandera de los 33 Orientales), el 20 de abril (natalicio
de Adolfo Hitler) o el 18 de Mayo (Día del Ejército
y fecha en que fueron muertos cuatro soldados custodios del
general Florencio Gravina en 1972).
Entre los “grupos objetivos” que analizan los servicios
de inteligencia, se incluyen dos organizaciones nazis identificadas
que ya realizaron pintadas en las ciudades de Flores y San Carlos,
como la organización de ex oficiales militares de Maldonado
que integran los ex represores coroneles José Baudean
y Eduardo Ferro (quien ha vuelto a desempeñarse en el
turístico Hotel Dunas de Punta del Este) y los ex oficiales
Héctor Varela González, Alfredo Campos y Mario
Musto, entre otros militares retirados que suelen realizar prácticas
de combate y tiro en un polígono de ese departamento.
La anulación de la Ley de Caducidad, a veinticinco años
de su aprobación, abre también un debate sobre
la democracia que los uruguayos quieren (no pocos piensan ya
en una asamblea constituyente), donde la institucionalidad de
país, la pluralidad de ideas en el ámbito político,
la autonomía en las decisiones del poder judicial y la
garantía de la seguridad pública, terminarán
de establecer el esperado final de la larga transición
vivida desde los años de la dictadura cívico militar,
para dar comienzo a una nueva etapa sin impunidad en la que
se asegure que aquello no ocurra nunca más.
PROJETO “SONS DA CIDADE”
VOLTA COM BLUEGRASS E OLY JR
O projeto “Sons da Cidade”, realizado pela Coordenação
de Música da Secretaria Municipal de Cultura, volta em
2011 ao Teatro Renascença na terça-feira, dia
19 de abril, às 20h, com o Conjunto Bluegrass Porto-alegrense
e Oly Jr. A entrada é um quilo de alimento não-perecível.
A partir desta edição, a curadoria do projeto
ficará a cargo do jornalista e radialista Paulo Moreira.
O Conjunto Bluegrass Porto-alegrense foi formado em 2009 por
Heine Wentz (violino e voz); Márcio Petracco (mandolin
e voz); Ricardo Sabadini (violão e voz) e Pedro Marini
(baixo acústico e voz) e se dedica à preservar
as raízes do bluegrass, uma forma de música de
raiz norte-americana, com forte influência da música
irlandesa, escocesa e afro-americana.
Uma das características é a de que as apresentações
do Conjunto Bluegrass Porto-alegrense se realizam em frente
a um único microfone, bem ao estilo dos tocadores de
bluegrass da década de 40, nos Estados Unidos. Além
disso, normalmente o CBPA se apresenta nas ruas de Porto Alegre,
especialmente na Praça da Alfândega e no Brique
da Redenção. Esta será uma rara oportunidade
de ver o grupo no palco do Teatro Renascença.
O CBPA lançou no ano passado seu primeiro disco.
A outra atração do “Sons da Cidade 2011”
é o cantor e compositor Oly Jr. Ele começou sua
carreira em 1998, tocando blues. Aos poucos, foi acrescentando
elementos do rock, do folk e da milonga. Tem 8 (oito) discos
gravados e realizou shows e espetáculos ao lado de nomes
como Júlio Reny, Bebeto Alves, Solon Fishbone, Frank
Jorge, entre outros.
Seu trabalho se caracteriza pela mistura da milonga gaúcha
ao blues norte-americano. Tem um disco neste estilo chamado
“Milonga Blues”, que recebeu três troféus
do Prêmio Açorianos de Música 2009/2010,
como Melhor Compositor, Intérprete e Melhor Disco de
Blues/Jazz. É acompanhado pelo grupo Os Tocaios, formado
por Jacques Jardim no baixo e Jaques Trajano na bateria e cajón.
Oly Jr ainda tem projetos paralelos com a banda Baby Blues,
como vocalista e guitarrista de releituras de Bob Dylan e Janis
Joplin, e com os Irish Boys, grupo que acompanha o cantor e
compositor Júlio Reny.
SONS DA CIDADE
OLY JR. / CONJUNTO BLUEGRASS PORTO-ALEGRENSE
TEATRO RENASCENÇA - 19/04/2010 – TERÇA-FEIRA
– 20H
ENTRADA FRANCA – UM QUILO DE ALIMENTO NÃO-PERECÍVEL
DIVULGAÇÃO
---
Coordenação de Música
Secretaria Municipal da Cultura
De São Borja
A FSB deu que este site furou todo mundo: noticiou que o ex-presidente
do PDT local vai requerer seu reingresso no partido e quer ver
as contas do partido.
Tá na FSB da semana passada.
*É hoje de noite na Câmara Municipal a abertura
das festividades dos 50 anos da LEGALIDADE com a presença
do jornalista Carlos Bastos.
*Celso Lopes, do PDT, quer levar o ex-senador Brossard a São
Borja nos eventos dos 50 anos da LEGALIDADE.
*e ESTA SEMANA a Câmara homenageia os 40 anos da Barranca....Entre
os barranqueiros que estarão em SB, o ex-governador Olívio
Dutra, que não ter perdido uma ...
Já Luiz Carlos Borges esteve em 28 das
40 realizadas até agora.
*Fofoca política: dizem que a atual coordenadora da SEC
sediada em SB poderia a compor uma chapa como vice pra prefeitura
no ano que vem, junto com o PDT
Mais trabalho escravo: Ministério
Público processa frigoríficos
Carne=floresta destruída
http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&Itemid=18&task=detalhe&id=42434
15/4/2011
O Ministério Público Federal no Acre entrou com
ação civil pública contra 14 frigoríficos
que compraram mais de 10 mil cabeças de gado ilegal,
correspondendo a um volume de carne comercializada de mais de
2 milhões de toneladas.
A notícia é do blog Ecopolítica, 14-04-2011.
A carne foi adquirida em propriedades embargadas pelo IBAMA
por graves irregularidades ambientais, entre elas desmatamento
ilegal e por prática de trabalho escravo, segundo o Ministério
Público do Trabalho. Alguns desses frigoríficos
têm sido generosamente financiados com créditos
subsidiados de bancos federais, inclusive o BNDES, que é
o gestor do Fundo Amazônia. O JBS Friboi, por exemplo,
que está entre os processados, recebeu significativos
empréstimos do BNDES.
A falta de coerência nas políticas das diferentes
agências do Governo Federal, a inconsistência da
política ambiental e de redução do desmatamento
põem em risco a continuação da queda do
desmatamento. Fica mais difícil, também, garantir
as metas de desmatamento e a trajetória rumo ao desmatamento
zero. Para manter o desmatamento baixo e tendendo a zero, é
preciso que a política governamental como um todo desincentive
práticas ilegais na Amazônia e que o governo se
convença de que a região precisa de um novo modelo
de desenvolvimento, de alto valor agregado e que mantenha a
floresta em pé.
Para ler mais:
• Estudo
mostra os beneficiários da destruição na
Amazônia
•
Frigoríficos não cumprem meta ambiental
• Brasil:
o bife mais caro do mundo?
Juliano Zabka
http://jzabka.wordpress.com/
Colaboração de leitor:
Ellen Augusta
O aeroporto do Paim
Deu no Correinho de ontem (sexta) que o senador Painho (*) resolveu
abraçar uma proposta de um grupo de entendidos em aviação,
que sugere a criação de um novo aeroporto na RM
de P.Alegre(**).
O tal novo aeroporto ficaria entre Nova Santa Rita e Portão.
Uma boa localização, até para, por exemplo
para evitar que o pessoal do Vale do Sinos e adjacências
venha atrolhar o Salgado Filho.
Pois, olhem, eu há havia conversado com meus botões,
há tempos, sobre uma coisa assim: em vez de espicharem
a pista do Salgado Filho, com toda a mão-de-obra que
está dando, construir um aeroporto novinho, com uma baita
pista, que receba até o Airbus A 380, que é o
maior avião do mundo atualmente (***).
Orly, Heatrow, e o Aeroporto Internacional Ministro PIstarini
(****), por exemplo, ficam entre 20 a 30 km das capitais a que
servem. A corrida de táxi ficaria mais cara, sim, mas
o governo Lula/Dilma não aumentou o poder aquisitivo
do brasileiro? Então, qual o problema?
Eu e meus botões gostaram da pilha que colocaram no senador
Painho. E ele, assim, como os problemas dos aposentados e do
salário-mínimo já estão resolvidos,
encontra uma nova bandeira para justificar o mandato.
* Se eu perdesse o trocadilho não seria eu a fazer este
blog
** A abreviatura de Porto Alegre é P.
Alegre. POA é o código do Aeroporto Salgado Filho.
E já andam usando BsB como abreviatura de Brasília.
É errado, mas que fica mais prático, ah! isso
fica.
*** E deve continuar assim por muito tempo,
pois a concorrente, que é a Boeing, refugou a corrida
para fazer o maior avião do mundo. Preferiram fazer um
menor, super-avançado. Estão, porém, dando
com os burros n'água nesse projeto.
**** Ou, simplesmente, Ezeiza, hehehe
Em tempo: o cavalo-de-batalha do homem das
cadeiras de roda e dos colchões d'água era a ponte
do Guaíba, então, cai bem que o cavalo-de-batalha
do Painho seja este novo aeroporto. Tudo pelo social! Pobre
agora não está andando de avião também?
Do Blogo do Lauro Dieckmann.....
LAURO DIECKMANN VOLTA
A SER PAUTEIRO DA ZERO HORA( DO CADERNO DONNA)
nESTE DOMINGO QUE PASSOU O DONA DA ZH VEIO
COM UMA MATERIA SOBRE AS COMANDANTES. NADA MAIS COPIA´VEL.
FAZ POUCO TEMPO O LAURO DIECKMANN POSTOU NO SEU BLOG UMA PILOTA,OU
COMANDANTE QUE ELE TINHA PEGO NUM VOO INDO PRO EXTERIOR.
TU VIU, LAURO, COMO NADA SE CRIA, TUDO SE COPIA.....
VOLTASTES DA DAR PAUTA PRA ZH, AGORA PRO CHIC
DO CADERNO DONNA....
BOM E ORIGINAL JORNAL DO INTERIOR.
GOSTO DE LER A IMPRENSA DO INTERIOR, FEITA NO INTERIOR, NÃO
DE GRANDES REDES....ENFIM, OS JORNAIS QUE REPRESENTAM A COMUNIDADE
LOCAL. SEM A VISÃO DA CAPITAL, TRANSPORTADA PRO INTERIOR,
SE É QUE ME FAÇO ENTENDER....
POIS AOS SABADOS GERALMENTE COMPRO NUMA BANCA DA RODOVIÁRIA
O JORNAL A RAZÃO, QUE ESTES TEMPOS ANDOU NUMA PINDAÍBA
BRABA. DONA ZAIRA, A DONA NÃO TAVA PAGANDO OS REPORTERES
E ELES ENTRARAM EM GREVE. ACHO QUE HOUVE UMA RECUPERAÇÃO
E O JORNAL CONTINUA MUITO BOM
COMO SEMPRE FAÇO, LEIO A COLUNA DO CLAUDEMIR PEREIRA,
QUE É UM VENENO SÓ, PRINCIPALMENTE CONTRA O PREFA
LOCAL, O CARECA DO SCHIRMER. E O SCHIRMER TEM HORROR DELE....SE
REFERE A ELE COMO AQUELE FDP....
MAS NESTE SABADO TINHA UMA MATERIA MUITO BOA,
ORIGINAL. DE UMA TURMA DE AMIGOS QUE SE ENCONTRAM FAZ 31 ANOS
PRA TOMAR MATE....VE SÓ: CLARO QUE AGORA QUEREM BOTAR
O BLOCO NO GUINESS ESTAS BOBAGENS TODAS, MAS A MATERIA TÁ
BEM FEITINHA, ABOTOADAINHA ETC E TAL.
AH, E LEIO SEMPRE A COLUNA SOCIAL DO JORNAL
QUE É UMA DAS PARTES QUE EU MAIS GOSTO.
cOMO DIRIA OUTRO COLUNISTA, ESTE DE SÃO BORJA, EU VOU
MAS EU VOLTO.....
Trem projetado por Helena
helena boechat já monta trem...e o coitado do pai, na
rabeira.....

Trem projetado por Helena
Detalhe do passageiro litro de leite! Ela q montou td, ate o
pai.
TV Brasil contrata blogueiro por R$ 660 mil sem licitação
Com o contrato, Luis Nassif terá faturado, sem licitação,
pelo menos R$ 2,1 milhões do governo federal em menos
de três anos
15 de abril de 2011 | 19h 04
Leandro Colon, de O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA - A Empresa Brasil de Comunicação
(EBC), órgão do governo federal, dispensou licitação
para contratar por R$ 660 mil os serviços do jornalista
Luis Nassif pelos próximos 12 meses. A decisão
é do dia 8 de abril e foi publicada nesta sexta-feira
no Diário Oficial da União. A presidente da EBC,
Maria Tereza Cruvinel, é quem assina o "ato de inexigibilidade
de licitação". Luis Nassif, dono de um blog
pró-governo, será contratado, segundo a EBC, "para
a prestação de serviços jornalísticos"
com uma remuneração mensal média de R$
55 mil. Ele vai trabalhar na TV Brasil, braço da EBC.
Relembre:
Blogueiro que critica a mídia é contratado da
EBC
O contrato com o governo é por meio de uma empresa de
Nassif, a Dinheiro Vivo Consultoria Ltda. No mês passado,
encerrou-se outro contrato, sem licitação, de
R$ 180 mil, assinado em setembro. Antes disso, entre junho de
2009 e julho de 2010, Nassif recebeu R$ 1,2 milhão da
mesma EBC. Ao todo, ao término do novo contrato em 2012,
o jornalista terá faturado, sem licitação,
pelo menos R$ 2,1 milhões do governo federal em menos
de três anos.
A EBC informou que a ausência de licitação
nesta contratação "se justifica pela notória
e reconhecida especialização do jornalista Luís
Nassif". "Os valores do contrato são compatíveis
com a remuneração paga, no mercado jornalístico,
a profissionais do mesmo nível e valoração
de Luis Nassif", diz a empresa. Segundo a EBC, o jornalista
vai receber os R$ 660 mil para atuar na TV Brasil "como
comentarista especializado em economia do telejornal 'Repórter
Brasil- Noite'" e ser "apresentador e jornalista responsável
pelo programa semanal 'Brasilianas.org', com uma hora de duração".
A EBC menciona o artigo 25 da lei de licitações
(8.666/93) e o artigo 64 do decreto 6.505/2008, que trata da
contratação de serviços e aquisição
de bens da empresa. "É inexigível a licitação
quando houver inviabilidade de competição",
diz o artigo da lei 8.666. Ao Estado, Nassif disse que receberá
"valores de mercado" da EBC. Ele também justificou
o contrato com base na legislação que permite
contratações por "notória especialização".
Ele destacou o trecho que permite dispensa de concorrência
"para contratação de profissional de qualquer
setor artístico, diretamente ou através de empresário
exclusivo, desde que consagrado pela crítica especializada
ou pela opinião pública".
Coleguinhas
Esse coleguinha Luis Nassif saiu melhor que
a encomenda....quando o PT era Oposição, ele criticava,
criticava,agora faz tudo igual ao que criticava...
Nada como um dia depois do outro, com uma noite bem dormida
no meio....
Rastreando os coleguinhas
Aqui num cyber tive um tempinho neste final de domingo de dar
uma xereteada pelos blogs dos coleguinhas...nem todos que gostaria....
O adão oliveira continua com a melhor
crônica política. curto e grosso. sem lero lero...
O lauro Dieckmann é o mais original. como não
se acha e não tá competindo com ninguém
escreve solto e direto...
O Prévidi tem boas informações de coleguinhas,
só não entendi ele dizendo que o Felipe Vieira
é um cavalheiro...era uma critica a Ieda Risco?
O Mendelski também tem boas informações
e sempre enxuto....
enfim, eles tão aí pras nos fazer
concorrência...o que é saudável....
BANCO KFW
RESUMO DO ESCÂNDALO DA CGTEE (27.11.2007)
A CGTEE, principal empresa de energia térmica
do Rio Grande do Sul, aparece como fiadora de 12 contratos de
empréstimos em benefício de empresas. O aval significa
que a CGTEE pode ter de usar dinheiro público para saldar
dívidas privadas em caso de inadimplência.
Os contratos somam financiamentos de pelo
menos 157 milhões de euros (aproximadamente R$ 409,5
milhões pelo câmbio desta terça-feira) junto
ao banco alemão Kreditanstalt fur Wiederaufbau (KfW).
Oito deles beneficiam a Hamburgo e quatro, a Winimport.
Em 1º de junho, o então diretor
técnico da CGTEE, Carlos Marcelo Cecin, foi exonerado
do cargo. Ele alega ter assinado documentação
prévia, insuficiente para avalizar empréstimos.
Nos financiamentos da Hamburgo, aparecem assinaturas de Cecin
e do diretor financeiro da CGTEE, Clovis Ilgenfritz. Conforme
laudo contratado pela companhia, as assinaturas são falsas.
No Caderno 2, do jornal O Estado de São Paulo, de 14.04.2011,
coluna Direto da Fonte, de Sonia Racy, consta o seguinte:
Tipo exportação
Eurides Mescolotto, da Eletrobrás , voltou da Alemanha
trazendo um empréstimo do Banco KFW a...fundo perdido.
Tamanha a sintonia com a Eletrosul, conhecida por produzir energia
limpa. Ele volta para lá no começo do ano.
O banco em questão não tinha nada a ver com o
escândalo da CGTEE, então ?
SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS
Brizola elege-se governador aos 36 anos com 670 mil votos

Leonel Brizola nos porões do Palácio Piratini
- Foto: Reprodução
Rui Felten
O desempenho de Leonel Brizola como secretário de Obras
do governo Ernesto Dorneles, a partir de 1952, revelou um talento
administrativo que o credenciaria a governar o Rio Grande do
Sul seis anos depois. Antes de concorrer ao Palácio Piratini,
elegeu-se deputado federal, em 1954 (com o maior número
de votos: 103 mil), e prefeito de Porto Alegre, em 1956. Foi
eleito governador do Estado aos 36 anos, em 3 de outubro de
1958, quando derrotou Walter Peracchi Barcellos (PSD-PL-UDN),
com 670 mil votos.
Como governador, levantou, em quatro anos, 5.902 escolas primárias,
278 escolas técnicas e outros 131 estabelecimentos, entre
ginásios, colégios e escolas do curso Normal (que
formava professores primários). Essa nova estrutura para
o ensino possibilitou a abertura de 688.209 matrículas
e a contratação de 42.153 professores. Seriam
justamente as realizações em benefício
da Educação que lhe renderiam o maior reconhecimento
público.
Nas eleições de 1958, o PTB (Partido Trabalhista
Brasileiro), do qual Brizola foi um dos fundadores em 1945,
saiu-se bem em todos os níveis. Além de Brizola
no Rio Grande do Sul, deu a vitória a outros quatro candidatos
a governador — Gilberto Mestrinho (Amazonas), Francisco
das Chagas Rodrigues (Piauí), José Parcifal Barroso
(Ceará) e Roberto Silveira (Rio de Janeiro). Para a Câmara
Federal, elegeu 66 dos 326 deputados. E entre 21 senadores,
consagrou cinco nas urnas.
Apoio do Partido Comunista
“Percebia-se uma aproximação maior do PTB
com o PCB (Partido Comunista Brasileiro), que apoiava os candidatos
nacionalistas, afirmando que a luta pelo nacionalismo era a
questão política fundamental. Os inimigos eram
todos aqueles que apoiavam o capital estrangeiro, então
chamados de entreguistas”, observa a doutora em História
do Brasil pela Universidade Federal Fluminense (UFF) Marieta
de Moraes Ferreira, autora do livro “João Goulart
— Entre a Memória e a História” (Editora
FGV, 2006), em parceria com a também doutora em História
Janaína Amado.

Leonel Brizola, ex-governador do RS - Foto: Reprodução
Mas o flerte comunista com o PTB no pleito de 1958 não
chegou a ser bem correspondido por Brizola. Pelo menos não
abertamente, o que gerou um episódio engraçado
citado por historiadores. O PCB emitiu uma manifestação
de apoio ao partido trabalhista. Logo depois, em uma entrevista,
Brizola disse que não aceitaria. A resposta veio em outra
entrevista, dada por Luiz Carlos Prestes, o líder comunista
que ficou celebrizado como Cavaleiro da Esperança e que,
naquele momento, era secretário-geral do PCB. “A
opinião do senhor Brizola sobre nosso apoio é
irrelevante. Nós vamos apoiar o melhor candidato, e o
melhor candidato é ele”, proclamou Prestes.
Reforma agrária
Eleito, Brizola baixou decreto em que determinava a compra de
terras para colonização e loteamento, e criou
o Instituto de Reforma Agrária (Igra). Desapropriou terras
onde não havia produção e também
outras onde a produção existia, mas não
em quantidade que, no entender do governo, justificasse a posse
da área. Foram entregues a colonos sem terra 14 mil títulos
de propriedade de terras. Pela Constituição Estadual,
era assegurado o repasse de terras quando reivindicado por abaixo-assinado
com o mínimo de 100 participações. Os abaixo-assinados
eram incentivados por Brizola em acampamentos de agricultores.
Outra decisão polêmica tomada por ele foi a de
encampar a Companhia Estadual de Energia Elétrica, que
era subsidiária da empresa canadense Bond and Share,
vinculada ao grupo norte-americano Amforp (American & Foreign
Power), e a Companhia Telefônica Nacional (CTN), subsidiária
da ITT (International Telephon and Telegraph Corporation). O
grupo Amforp e a Light, sediada no Rio de Janeiro, monopolizavam
o abastecimento de energia elétrica nos grandes centros
brasileiros.
A ousadia das encampações tornou o nome de Brizola
falado internacionalmente. Mas também fez estremecer
as relações entre Brasil e Estados Unidos. “A
imprensa americana assumiu, unanimemente, posição
condenatória ao ato do governo rio-grandense e, de modo
geral, classificou de inadequada a importância depositada
em juízo como pagamento pelos bens desapropriados”,
escreveu João Carlos Guaragna, em seu livro “Brizola,
a Revoada do Exílio — Histórias de Um Pombo
Correio”, fazendo referência ao caso da CNT. Guaragna
sempre orgulhou-se de ter fundado, em 1983, o Movimento de Apoio
à Candidatura de Leonel Brizola à Presidência
da República.
As obras do secretário Brizola
No começo da gestão de Ernesto Dorneles (também
ele um trabalhista), Brizola era presidente estadual do PTB.
E antes de assumir a Secretaria de Obras, ocupou a pasta de
Interior e Justiça. Entre as obras públicas que
realizou como secretário de Obras, a construção
da ponte do Guaíba foi uma de suas maiores façanhas.
O projeto foi totalmente executado por empresas gaúchas.
Construiu também a ponte sobre o rio Pardo, a Estação
Ferroviária Diretor Pestana (em Porto Alegre), ampliou
o transporte intermunicipal com a instalação de
linhas do trem diesel Minuano e tocou mais de 100 projetos de
obras em estradas, entre a abertura de novas rodovias e o prolongamento
de outras. O Daer (Departamento Autônomo de Estradas de
Rodagem) e o Departamento de Portos, Rios e Canais passaram
por melhorias importantes. Mesma coisa ocorreu no Aeroporto
Salgado Filho. Para garantir o abastecimento de água
no interior gaúcho, construiu 40 hidráulicas.
Tudo isso fazia parte do Plano de Obras da administração
de Dorneles.
“Com extraordinária força de vontade, Brizola
conseguiu formar-se em Engenharia, sem nenhum pendor pela profissão,
pois desejava apenas o título para nele se apoiar na
conquista do objetivo em vista — o poder político”,
escreveu o marechal José Machado Lopes no livro “O
III Exército na Crise da Renúncia de Jânio
Quadros” (Editorial Alhambra, 1979). Machado Lopes era
o comandante do 3º Exército em 1961, quando Jânio
Quadros renunciou e os militares não queriam a posse
do vice-presidente João Goulart, o Jango, como previa
a Constituição Federal.
Na época general, Machado Lopes tinha ordens do ministro
da Guerra, Odílio Dennys, para desmantelar a rebelião
nacional liderada por Brizola do porão do Palácio
Piratini, onde montou uma rede nacional de rádio, e bombardear
Porto Alegre, se fosse preciso. Surpreendentemente, no entanto,
o comandante entrou no Piratini e, ao ser recebido por Brizola,
anunciou que estava do lado dele e da população
na Campanha pela Legalidade — como ficou historicamente
conhecido o movimento pelo cumprimento da Constituição.
Cunhado não é parente
Machado Lopes, que morreu em 1990, no Rio de Janeiro, aos 90
anos, escreveu também, em seu livro de memórias,
que Brizola era um admirador de Fidel Castro, a quem procurava
imitar: “Era grotesco vê-lo, no auge da crise, com
uma metralhadora portátil numa das mãos e a Constituição
na outra. Sem levar em conta que, no Brasil, cabem muitas dezenas
de Cubas e que o seu sistema ortográfico não possui
uma só Sierra Maestra, imaginava repetir aqui o que lá
fizera Fidel na esperança de poder cubanizar o Brasil”.

Brizola com Jango: cunhado não é parente - Foto:
Reprodução
Outra lembrança guardada de Brizola por Machado Lopes
foi o episódio pitoresco de que o ex-governador, em certa
época, desejava se tornar ministro da Fazenda. Casado
com a irmã de Jango, Neusa Goulart, ele era, portanto,
cunhado de um governante federal. Saindo à frente dos
comentários que poderiam surgir que estaria querendo
se beneficiar dessa situação, Brizola espalhou
pelo Brasil o slogan: “Cunhado não é parente”.
“Sempre mantivemos boas relações protocolares,
sem nunca nos aproximarmos muito, dado o antagonismo de gênios
e de propósitos que nos possuía”, recordou
Machado Lopes.
Obstinado pela educação
No livro “Brizola e a Legalidade” (Editora Rígel),
de Anselmo F. Amaral, o professor Antônio de Pádua
Ferreira da Silva diz que nos quase 60 anos de convivência
atestou uma das grandes obstinações do líder
gaúcho: “melhoria das condições de
vida do povo brasileiro e, para atingi-la, jamais se afastar
da legalidade”. Lembra também que na campanha para
deputado estadual, em 1947, Brizola defendia a educação
para todos. Mais tarde, o próprio candidato teria explicado:
“A minha mensagem era a seguinte: não se pode entender
como um estudante militar tem tudo — livros, fardamento,
pensão e até um ordenado – e nós
não temos
Do site Sul 21
Estado do RS abre licitação para a compra de 13
pênis de borracha
Por solicitação da Diretoria
Sócio-Educativa da Fase (Fundação de Atendimento
Sócio-Educativo do RS), ex-Febem, a Central de Compras
do Estado do RS abriu licitação para a compra
de 13 pênis de borracha para aquela instituição,
que tem 13 unidades de atendimento. Presume-se, assim, que cada
unidade receberá do Estado um pênis destinado às
aulas de educação sexual.
A informação é do colunista Wanderley Soares,
e foi publicada na edição do dia 12 deste mês
do jornal O Sul, de Porto Alegre. O jornalista avalia que "a
partir deste precedente - que envolve menores em situação
de risco - em breve também os alunos, tanto do ensino
fundamental como do médio, terão direito a aulas
sobre sexo devidamente ilustradas com pênis de borracha
ou material assemelhado adquiridos em licitações
públicas".
A compra foi confirmada pela assessoria de comunicação
da Fase. Esta é responsável pela execução
das medidas sócio-educativas de internação
e de semiliberdade, determinadas pelo Poder Judiciário,
a adolescentes autores de ato infracional.
Em sutil ironia, o jornalista escreve estar-se diante de "uma
discriminação, a menos que seja apenas o início
de um projeto de maior grandeza". E justifica: "preocupa-se
a Diretoria Sócio-Educativa da instituição
apenas com a aquisição de pênis de borracha;
mas o sexo - aquele considerado normal - envolve, minimamente,
um pênis e uma vagina".
A Fase respondeu na edição do dia 15: "a
compra de material destina-se a auxiliar os profissionais de
saúde nas consultas e atividades de grupos voltadas à
prevenção de doenças sexualmente transmissíveis,
métodos contraceptivos, ações de higiene,
autocuidado, paternidade consciente e gravidez na adolescência.
Estas ações em saúde são preconizadas
pelas políticas de atendimento voltadas à nossa
clientela, sobretudo à prevenção de novos
casos de paternidade precoce e gravidez na adolescência".
O jornalista agradeceu as informações e - ao considerar
a riqueza de material didático existente na Internet
e nas mais modestas bibliotecas do planeta sobre o tema, ferramentas
que vão muito além dos pênis de borracha
que serão patrocinados pelo erário - deixou para
os leitores "interpretarem esse episódio, mas sempre
questionando a ausência das vaginas".
Na edição de ontem (17) do jornal porto-alegrense
veio o epílogo. Wanderley Soares escreve que "se
todos os pedagogos do País adotarem o uso desse equipamento
para menores em situação de risco, teremos uma
explosão na indústria de pênis, o que é
bom para a economia".
O artigo avalia que certamente "haverá a discussão
se os pênis deverão ser somente brancos ou se os
negros também terão a sua cota", sem esquecer
que "o tamanho do artefato estará em estudo, pois
influirá no custo final".
A coluna avança fazendo uma digressão
sobre uma hipotética situação de os 13
pênis, de repente, se transformarem em 12.
Wanderlei Soares então arremata: "Digamos que um
pênis venha a desaparecer. Tudo é possível.
O desaparecimento de um pênis deverá provocar,
no mínimo, uma sindicância, e, se a coisa evoluir,
até mesmo o Ministério Público terá
de intervir. Haverá, inclusive, a responsabilização
de quem estava com a guarda do pênis, o que iria estourar
em uma professora ou em um professor".
Mas o articulista admite que o objetivo da compra do material
fala mais alto porque, "em síntese, o Rio Grande
entra na história como o primeiro Estado a fazer uma
licitação pública para a compra de treze
pênis de borracha e esta glória ninguém
vai nos tirar".
Wanderley Soares do site Espaço Vital
Recebo e publico
Prezado Sr. Jornalista Olides Canton
Navegando na rede, por acaso encontro a menção
a minha pessoa no seu blog:
Sem nada a declarar
O professor de história Jurandi Malerba, da PUC-RS,tirado
do anonimato pelo colunista JUremir Machado, não quer
dar entrevista sobre um livro no qual Laurentino Gomes teria
se espelhado(ou chupado) pra fazer seu 1808, um best seller
que vendeu 500 mil exemplares.
Causa-me espécie esse tipo de referência. Por suposto
que foi só agora que chegou a discussão na Província
de São Pedro. Os melhores profissionais da área
no Brasil, porém, sabem do que se trata, desde que em
2008 publicou-se a obra do Sr. Laurentino Gomes. Mas onde vejo
certa perversão em sua matéria é pelo fato
de usar meu nome a minha revelia. Pois não recebi nenhum
contato de sua parte sobre essa polêmica que aconteceu
por ocasião da Feira do Livro de ano passado. Nenhum
email; nenhum contato telefônico. Sua matéria sugere
- e ai reside a perversão - que eu fui instado a "dar
entrevista", mas me furtei a tal. Valha-me, meu Senhor.
É lamentável esse tipo de atitude; e ainda ao
colocar-me no "anonimato". Anonimato para quem, onde?
sou anônimo para a imprensa gaúcha? (Nem para esta,
pois venho publicando amiúde no Zero Hora.) Definitivamente,
não sou tão anônimo assim meridianos acima,
autor de vários livros em editoras como Companhia das
Letras, Edusc, Fundação Getúlio Vargas,
com trabalhos acadêmicos publicados em seis idiomas em
10 países. Meu livro sobre historiografia latino-americana,
que saiu aqui pela FGV (2009) e na Argentina pela Prohistória
(2010), acaba de sair (2011) em russo, pela Kanon, de Moscou.
O livro que lancei ano passado na FL de POA, Lições
de HIstória (FGV/Edipucrs), tem colaboradores das melhores
universidades do Brasil, além do historiador francês
François Dosse (veja resenha publicada no Estadão:
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101023/not_imp628579,0.php)
Já colaborei como articulista na Folha de São
Paulo, em O Estado de São Paulo. Na academia, por certo
o meu nicho, sou lider de grupo de pesquisa e bolsista de produtividade
do CNPq. [http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4782404Z8]
Conhecido por quem e onde vale-me algo ser conhecido.
Atenciosamente,
Jurandir Malerba
Nota do editor.
1)O professor Jurandir Malerba tem todos meus
respeitos. Porque iria desrespeitar uma pessoa que nem conheço?
2) na ocasião, tentei muito o contato
com ele. Mas o que me informaram no depto dele na PUC é
que ele não falaria deste assunto.
3) Agora falou...
4) pra nosso orgulho!
O Falcão Inglês
O Falcão inglês estréia
na casamata colorada
Por Luiz Oscar Matzenbacher
Finalmente a Sportv vai transmitir um jogo
do Internacional em 2011. Será a estréia de Paulo
Roberto Falcão como técnico colorado na Libertadores
de América. O jogo, Inter x Emelec, será às
20h15min desta terça-feira, dia 19/04, no Gigante da
Beira-Rio. Vamos ver um outro Internacional, mais inglês,
jogando no clássico 4-4-2 e com retoques do Inter de
1979, do Ênio Andrade e alguns toques do Inter de 1976,
do Rubens Minelli. Dará certo com quatro meias e sem
um volante clássico?
Basta um empate e o Internacional estará na próxima
fase, junto com o Cruzeiro e o Grêmio - já classificados
- e provavelmente o Santos. O Fluminense ainda tem chances,
mas não depende só dele.
Seria ótimo vermos os cinco clubes brasileiros na próxima
fase da Libertadores, a de oitavas de final, em jogos de ida
e volta. Sem os grandes argentinos - Boca e River - na disputa,
seria uma barbada. Mas em Libertadores de América existem
sempre muitas equipes com grandes surpresas surgindo das encostas
nevadas e dos vales da Cordilheira dos Andes ou do Pampa do
Sul.
Serpentário
1) pra se irritar, todas as noites dos domingos,
depois dos jogos, o Nelson MOura vê os tres PORQUINHOS
como ele chama o Pedro Ernesto Denardim, NandoGross e Maurício
Saraiva, na TV COM, noBate Bola.
2) E depois na segunda chega puto das calças no serpentário
porque ele alega que os 3 porquinhos são todos colorados....
Bombinhas

Fui passear em Bombinhas (SC), em um domingo fora de temporada
e me lembrei nostalgicamente daqueles velhos tempos em que metade
das redações de jornais e os profissionais dos
consultórios médicos de Porto Alegre se transferiam
para o Litoral Catarinense, sempre em fevereiro. As fotos das
crianças, papais, mães, avós se divertindo
com toda a praia à disposição, serão
difíceis de vermos repetidas no próximo Feriadão
de Páscoa. A previsão é de milhares e milhares
de gaúchos, uruguaios, argentinos e paranaenses, sem
esquecer os paulistas e os próprios catarinense, ocupando
cada milímetro de areia de Bombinhas, apesar dos gargalos
da BR-101 entre Torrres e Palhoça.
Boa Páscoa.
Abraços.
Luiz Oscar Matzenbacher
Como são maldosos...
... como gostam de contrariar, de criar caso,
de gerar problemas. É uma 'regra de ouro' às avessas
esta da crônica esportiva porto-alegrense.

A chuva obrigou o Bola-Bola a fazer o treino
no campo suplementar, à vista de todos, e os 'coleguinhas'
deitaram e rolaram. Pelo menos os do CP (a ZH ainda não
vi, nem pretendo).
Hoje contaram tintim por tintim no jornal tudo o que o treinador
queria manter em segredo, esconder dos adversários.
O tom da matéria é todo de superioridade, de soberba:
'viu, tentou esconder mas não adiantou'.
Que falta de respeito!
Que gente!
Em tempo 1: com a recente morte do Flávio
Alcaraz, lembrei de uma constatação que fiz há
tempos. Grande parte dos jornalistas de antigamente não
exerciam a profissão, mas também tinham diploma
de advogados. Acho que é por isso que não faziam
tanta besteira quanto os atuais formados só nas faculdades
de Jornalismo. O próprio Flávio era formado em
Direito, assim como, por exemplo, o Streck e o Lazier. Está
bem, não são grande coisa, ou são grande
coisa apenas em termos provincianos, mas, em questões
como seriedade e visão profissional, estão bem
acima da média dos Mendelski (uma biruta, que vira conforme
o vento, uma metralhadora giratória), dos Juremir, dos
Lauro Quadros (este, acho que se tem ginásio é
muito), dos Macedo etc...
Em tempo II: uma coisa puxa a outra: lembrei
da historinha de dois 'coleguinhas' que, segundo me contaram,
entraram na faculdade de Direito (uma destas faculdades de periferia)
com certificados falsos do Colegial. Eles eram policiais e era
o tempo da 'ditabranda', quando os órgãos de segurança
mandavam na SEC (o secretário era um coronel!). Daí
que ficava fácil forjarem documentos. Ouvi esta história
quando era repórter policial, contada por um terceiro
"tira", que era também 'coleguinha' e já
é falecido. Menciono a historinha porque, em casos assim,
claro, não vale o que escrevi no 'Em tempo' anterior.
Em tempo III: no meu caso, estudei Direito mas foi quando só
quando já estava deixando o jornalismo. E só com
meu cursinho da Famecos nunca pretendi ser como estes medalhões
que andam por aí. Fiquei todo o tempo fazendo meu trabalho
de formiguinha conforme o João Aveline disse que era
para eu fazer. E num curso de Direito não se aprende
só Direito Civil e Direito Penal, mas também muita
coisa que é útil no jornalismo, como Direito Financeiro
e Finanças, Direito Empresarial, Direito Tributário,
Direito Econômico etc... Quer dizer, no mínimo,
aprende-se a não falar (ou escrever) bobagens.
do blog do Lauro Dieckcmann....
concordo com o Lauro em muitos pontos, mas
é preciso ver que ele também, como eu, estamos
defasados em relação as redações
atuais. Nós sómos o ARCHIMDES FORTINI DE ONTEM...LAURO....
e as redações hoje em dia pelo
que sei, porque não frequento, não são
mais um centro de notícias e de cultura, como a gente
pegou,ainda...
Não sei bem em que viraram, mas não
são mais isto. Sem querer dizer que no nosso tempo era
melhor. Nosso tempo era nosso tempo, hoje é diferente
e pronto.
Postado por Lauro Dieckmann
Memória
O DONO DO RESTAURANTE
ESCONDIA O UISQUE NO COFRE
a assembléia legislativa do estado já teve no
11 andar um baita restaurante. Metade do andar era a cozinha,
outra metada a parte do restaurante em si.
acontece que a cozinha era muito pesada e como
no 12 andar havia a biblioteca, com milhares de volumes, os
deputados trataram de tirar tanto a biblioteca, como o restaurante,
com medo que tudo viesse abaixo, um dia.
Mas neste restaurante sabe-se que deputados
corriam no carteado a noite inteira. Alguns saíam de
lá em plena madrugada....
O economo era seu DIMMER, QUE TAMBÉM
, como os dois garçãos - um de nome Leo - mandava
um trago que só a ver...
O Dimmer, por exemplo, guardava seu litro de
Drurys dentro do cofre.Ali estava mais garantido.
E os dois garçãos mandavam ver um trago bonitaço,
também.
Um deles, ninguém sabia como bebia,
ou como ele se encharcava daquele jeito porque saía do
trabalho sempre cambaleante. Até que um dia foram ver
e era um litro disfarçado de guaraná, onde ele
guardava seu trago.
Não há garção que
não beba, não dono de restaurante que não
beba, mas este do seu Dimmer entrou pro folclore porque era
frequentado por jornalistas e por deputados.
Desativado, nunca mais voltou a funcionar,
nem em outro local.
historias de la Undeze...
O LADO SE OPERA HOJE!
o CARA QUE MAIS SE LEMBRA DA ANTIGA SERAFINA
é um advogado que mora desde 1968 em Porto Alegre(ou
terá sido 1967) e quando pra veio, foi morar na pensão
da dona Odila Massolini, na frente do então badaladissimo
ENCOURAÇADO BUTIKIN na av. Independência.
O Lalo, como é conhecido, veio trabalhar
na IOSPHE e quando nós chegamos em dezembro de 1968 pra
fazer exames de adminissão no Julinho , ele era um senhor
que já dominava a capital e nos esnobava....
Pois hoje o Lalo vai se operar no Moinhos de
Vento. Me ligou na sexta e estava bem nervoso. Vai operar um
íngua, mas ele já se internou três vezes
e fugiu as três do Hospital, de medo da cirurgia. Mas
desta vez vai pra faca, porque precisa.
Temos certeza que o nosso amigo Lalo vai se
dar bem na cirurgia e que voltará restabelecido.
Em tempo:
A memória do Lalo é tão
grande que na sexta ele me ligou pra dizer que faziam 15 anos
que tinha morrido um colega nosso de JUC, o SPIGIORIN, de Guaporé.
Mas eu entendi que o Lalo estáva era
com cagacite da cirurgia e o acalmei, pelo menos tentei....
FAMURS
NA QUINTA DA SEMANA PASSADA a assessoria do
prefeito Mariovane WEis, de São Borja, andava procurando
o celular da deputada Juliana Brizola pra lhe pedir apoio na
eleição pra Famurs.
Preso? porque!!!
Boatos durante o " sumiço" de Mariovane Weis,prefeito
de São Borja, diziam que ele estaria preso, ou doente....
O GUAIPECA VIROU
A REPUBLICA DE SÃO BORJA
Assessores da Câmara Municipal de São Borja que
estiveram na semana passada em Porto Alegre prum curso de aperfeiçoamento
elegeram o GUAIPECA, um bar na Fernando Machado, como seu point....Depois
do trabalho, era lazer puro.
Só que uma noite, passou um carro e
lá de dentro disparou um flash, como se fosse de uma
máquina fotografica, na direção deles,
que tomavam umas " guaranás".
- Fixcamos com medo que fosse o Giovani Grizzotti(
repórter investigativo da Gaúcha) disse um deles
a este repórter.
Sem Pulo - Túnel do Tempo

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Bar do espanhol...
Nobar do espanhol, no térreo do prédio
da ARI, já está servindo também pra unir
alguns desafetos do passado.
BIGNONE: ÚLTIMO DITADOR ARGENTINO É CONDENADO
A PRISÃO PERPÉTUA
Quase 30 anos depois, um tribunal de Buenos Aires condenou Bignone
...
De Buenos Aires
Gelson Farias
Olides.
Quando chequei aqui, ontem, por volta das 22 horas, fiquei sabendo
através do noticiário da TV, que o general Bignone
havia sido condenado a prisão, perpétua. Como
já havíamos feito inúmeras matérias
sobre a ditadura argentina, somente reabri o arquivo do meu
Notebook para dar uma penteada no material e atualizá-lo.
Veja que aqui, na Argentina, a justiça – por morosa
nos seu trabalho do dia-a-dia -- não brinca em serviço.
Sem exceção todos os militares ( presidentes e
ministros em Chefe das Forças Armadas Argentina, foram
condenados a prisão perpétua. Aqui, neste mural(abaixo)
estão todo os ministros militares de baixa patente e
colaboradores que durante a ditadura da argentina, prenderam
e mataram centena de homens, mulheres e crianças. Muitos,
tiveram seus corpos encontrados e sepultados pelos seus familiares.
Outros, no entanto, nunca foram localizados. E no Brasil, quando
os militares serão julgados e condenados?
Um abraço Olides.

O último ditador argentino, Reynaldo Bignone (1982-1983,
85 ) foi condenado nesta quinta-feira à prisão
perpétua por crimes contra a humanidade, informou a TV
em Buenos Aires. Bignone já havia sido condenado em abril
de 2010 a 25 anos de prisão por privação
ilegal de liberdade e tortura de presos políticos durante
a ditadura (1976-1983).
"Estes repressores são perigosos, não importa
sua idade. Nunca se arrependem do que fizeram", disse Estela
de Carlotto, presidente das Avós da Praça de Maio,
após a leitura da sentença.

Bignone sendo conduzido ao tribunal para ouvir a sentença
O Tribunal Federal de San Martín também
condenou à prisão perpétua o ex-subcomissário
e ex-prefeito de Escobar (periferia oeste de Buenos Aires) Luis
Patti, 59 anos, por seqüestro, tortura e homicídio.
Na mesma audiência, foram condenados à prisão
perpétua o general Santiago Omar Riveros e o oficial
de inteligência Martín Rodríguez.

Passeata em Buenos Aires pelos desaparecidos
Como último ditador argentino, Bignone entregou o poder
a Raúl Alfonsín (1983-1989), primeiro presidente
eleito após a ditadura argentina. Desde a anulação
das leis de anistia, em 2005, a Justiça argentina já
condenou mais de 200 chefes militares, e há outros 800
processos em andamento contra militares e policiais ligados
à ditadura. Segundo organismos de defesa dos direitos
humanos, mais de 30 mil pessoas desapareceram na Argentina durante
a ditadura e 500 crianças, filhos de desaparecidos, foram
roubadas ou entregues a repressores, das quais 103 já
recuperaram sua identidade.
Flávio(1)
Flávio Alcaraz quando ainda estava na Guaíba costumava
dizer que quem estava mandando lá era o HEBREU- DONO
DA REVISTARIA PAPYRUS que fazia um programete de tarde - o sidinei
coelho( do comercial) e o carlinhos(irmão do renato ribeiro...)
Flávio(2)
Um dia o Flávio invadiu o estúdio
da Guaíba enquanto o HEBREU apresentava seu programa
e aos berros gritava:
- Tu pagastes tuas contas, tu pagastes tuas contas...
É que o Jovem hebreu, como ele chamava
o vendedor de livros - hoje mudou de nome sua empresa - era
duro na queda pra pagar as contas. todos sabem disto.
Flávio(3)
Quando fazia sua coluneta no correinho, Flávio
a batia na máquina de escrever, depois gritava pra todo
mundo que estava a sua volta:
- Olha aqui o ]que eu escrevi, olha!!!
CRÍTICA
Maria do Rosário recebeu dinheiro de uma empresa fabricante
de armas para a sua camapnha e é a favor do desarmento.
Não se pode criticar, pois "há coisas no
BR que nunca irão mudar, pois em vez de as pessoas se
focarem no todo da questão, ficam procurando coisas no
partido A ou no partido oposto e não percebe que certas
coisas vem sendo endossadas desde a ditadura com a aprovação
de todos os governos."
Obviamente, se quem tivesse recebido o dinheiro da fábrica
de armas e fosse a favor do desarmamento pertencesse a partido
que não fosse o PT, Maria do Rosário e quem a
defende estaria criticando.
Quando é o PT sempre há uma desculpa e a culpa
passa sempre a ser de quem critica, acusa, etc. e tal. Só
quem tem o monopólio da critica é o PT, pois é
o partido da "ética". É o partido da
ética ?
Quando o PT iniciou eles tinham esta pretensão, de ter
o monopólio da ética, da honestidade, como se
isto nunca tivesse existido ( aliás, tudo o que existe
é obra do PT; antes era o caos, as trevas; com o PT fez-se
a luz ).
Às vezes temos a impressão de ter visto algo e
depois constatamos que não era nada daquilo que imaginávamos
e constatamos que tudo não passou de uma "ilusão
de ótica".
Com a ética do PT aconteceu algo parecido: depois do
mensalão, dos aloprados, do caso Bancoop, entre outros,
constatou-se que era pura "ilusão de ética".
Continuo com a minha opinião e cada um que continue com
a sua.
Respeitosamente.
SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS
CONCERTAÇÃO ?????????????????????????????
Concertação: significa, em primeiro lugar, identificar
os temas estruturantes de um novo Contrato social e, ato contínuo,
significa buscar posições pactuadas, que possam
ser amplamente majoritárias e também hegemônicas
na sociedade. Tudo para transitarmos, com o menor custo político
e social possível, para uma sociedade com mais igualdade,
inclusiva, com altas taxas de crescimento econômico e
radicalmente democrática (www.tarsogenro.com.br/artigos)
DEFINIÇÕES:
Use concerto quando tiver significado de audição
musical, harmonia de instrumentos ou vozes, composição
musical extensa.
Use conserto quando tiver significado de reparo,
restauração, reforma, remediar, corrigir, colocar
algo em bom estado.
Veja outros exemplos:
a) Vou consertar o erro que fiz. (corrigir)
b) Vou consertar essa situação que causei. (remediar)
c) Consertam-se roupas. (restaurar)
d) Vamos ao concerto da Filarmônica de Minas Gerais? (audição
musical)
e) A Orquestra Filarmônica de Berlim tem concertos muito
famosos. (composição musical)
Pergunto, então: de que palavra "concertação"
é derivada ? Em que dicionário a encontramos ?
Aí, na reunião do Conselhão, que possui
90 componentes, 23 participaram e 15 enviaram suplentes (38):
era para debater a proposta da primeira CARTA DE CONCERTAÇÃO.
Dunga ( ex-jogador e treinador de futebol), Daiane dos Santos
(ginasta), Werner Schünemann (ator)
e Giba Assis Brasil (cineasta), os famosos, não compareceram.
Segundo foi divulgado, um participante teria dito: - Esse troço
é uma perda de tempo que eu nunca vi igual.
Ainda: o prazo para que os conselheiros enviassem propostas
para a tal Carta de Concertação encerrava-se no
dia 15.04 e até o dia 14
o governo tinha recebido 25 contribuições. São
90 os componentes.
SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS
Luciano e Prefeitura atuam juntos para garantir mais linhas
aéreas em Passo Fundo
O deputado Luciano Azevedo (PPS) fez nesta
semana, em parceria com a Prefeitura de Passo Fundo, nova investida
para levar ao município mais opções de
ligação aérea com o centro do país.
Ele esteve reunido, no Rio de Janeiro, com a direção
da Webjet Linhas Aéreas Econômicas para demonstrar
o interesse da cidade em contar com novos voos. Luciano expôs
em detalhes o potencial de Passo Fundo e entregou material com
informações sobre a cidade ao vice-presidente
Comercial da empresa, Sad iq Gillani, e ao diretor de Aeroportos,
André Lima. Ele também encaminhou carta do prefeito
Airton Dipp (PDT) solicitando que a empresa avalie a possibilidade
de operar em Passo Fundo. O deputado destacou que tanto a Prefeitura
quanto a Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística
estão à disposição para fornecer
mais informações, caso a empresa julgue necessário.
De São Borja
Telmo Motta Jr. que vem a ser o responsável atual, nomeado
pelo governador Tarso, do Parque de Esteio,e que se especula
seja candidato pelo PT a prefeito de São Borja-embora
hoje esteja no PDT - é irmão do NEGO MOTTA, um
dos apresentadores do show do Festival da Barranca.
Eles não são de São Borja,
mas se aquerenciaram por aqui....
PATROLADO PELA MEMÉIA....
Ninguém comenta no PP(Partido Progressista)
mas muitos falam baixinho: as pretensões do deputado
federal Luiz Carlos Heinze(PP) de ser candidato a governador,
um dia, já foram patroladas pela atual senadora Ana Amélia
Lemos, a MEMÉIA...dos amigos.
Ana Amélia era assim na sucursal da
RBS em Brasília: quem se colocava na sua frente, virava
picadinho...Que o digam alguns colegas que estão aí
na ativa. E até mesmo uma nova direção
da Zero Hora, no começo dos anos 90, que tentou defenestrá-la
teve suas pretensões derrubadas: simplesmente a então
diretora colocou a REPUBLICA em sua casa, numa recepção
que deu....
CONCERTAÇÃO
EM ANGOLA, LÁ NA ÁFRICA, TAMBÉM TEM CONCERTAÇÃO.
VEJA NO TEXTO A SEGUIR COMO É TODO O NOME DA COISA LÁ.
14-04-2011
Angola Press
Ingombota realiza conselho de concertação social
Luanda - O desempenho das autoridades administrativas
do município da Ingombota, nas diversas esferas, durante
o primeiro trimestre deste ano, será analisado nesta
sexta-feira, durante a segunda reunião dos membros da
administração local.
De acordo com um documento chegado hoje, quinta-feira, à
Angop, a reunião terá duração de
um dia e nela as administrações municipais, repartições
e secções vão apresentar os relatórios
das actividades desenvolvidas de Janeiro a Março de 2011.
O combate à venda ambulante em pequenos mercados informais
localizados em diversos pontos dos municípios, segurança
dos moradores, principalmente residentes em prédios,
construções anárquicas estará igualmente
em análise na reunião.
Sob orientação da administradora municipal, Suzana
de Melo, o encontro vai também abordar a questão
da responsabilização dos funcionários da
administração, no âmbito das suas tarefas
como servidores públicos, onde o munícipe deve
ser atendido dentro dos prazos estabelecidos por lei.
Vão participar igualmente no encontro o administrador
adjunto, administradores comunais, chefes de repartição
e de secção.
O Conselho de Auscultação e Concertação
Social tem como objectivo, ponderar as medidas de política
económica e social a tomar pela administração
municipal, promover o diálogo e a concertação
entre a administração local e parceiros sociais.
Com uma população estimada em aproximadamente
600 mil habitantes, este município ocupa uma área
de 13 mil metros quadrados e é composto pelas comunas
da Ingombota (sede), Patrice Lumumba, Ilha do Cabo, Kinanga
e Maculusso.
A PIADA É MUNDIAL.....
SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS
Líder do PSDB promove reunião sobre o Programa
Casas da Solidariedade
O deputado Jorge Pozzobom, líder da bancada do PSDB,
promoveu uma reunião, na tarde desta quarta-feira (13),
com o líder da bancada do PMDB, Giovani Feltes, e a líder
do governo, Miriam Marroni, para discutir o Programa Casas da
Solidariedade. O projeto visa disponibilizar meios de hospedagem
para usuários do Sistema Único de Saúde
(SUS) e seus acompanhantes, que necessitam de tratamento médico
hospital ou realização de exames fora do município
de origem.
Para Pozzobom, é preciso esclarecer e discutir a forma
de execução do programa. “Esse é
um projeto extremamente importante para o Rio Grande do Sul.
Por isso, é necessário debatermos, no Parlamento,
a inclusão de algumas emendas. Queremos evitar que agentes
políticos se beneficiem com dinheiro público”
destacou o parlamentar, que defende a execução
do programa por meio de convênio com os municípios.
Na próxima semana, os deputados se reunirão com
representantes da Secretaria de Saúde do Estado para
obter dados, como o número de pessoas habilitadas para
o programa. Segundo Pozzobom, as informações são
necessárias para se fazer uma previsão orçamentária
do projeto.
Pozzobom participa do lançamento do Mapa Estratégico
em Santa Maria
Na noite da quinta-feira (14), o deputado Jorge Pozzobom participou
do lançamento do Mapa Estratégico do Movimento
“A Santa Maria que Queremos”. O Mapa é resultado
de uma série de entrevistas e pesquisa, realizada pela
Prefeitura de Santa Maria, com o objetivo de planejar a cidade
com vistas ao ano de 2020.
No seminário “Visão do Futuro” foram
conhecidas as prioridades apontadas pelo povo santa-mariense.
O parlamentar considera o trabalho fundamental para o futuro
do município. “Acompanhei desde o início
o projeto "A Santa Maria que Queremos". É muito
importante conhecer as prioridades na ótica do povo para,
a partir daí, poder planejar a Santa Maria do futuro”.
Conselheiros tutelares recebem apoio de Pozzobom
Os representantes da Associação dos Conselheiros
Tutelares do Rio Grande do Sul, Rodrigo Farias dos Reis (vice-presidente)
e Eduardo Formagio (tesoureiro), reuniram-se na manhã
dedesta quinta-feira (14) com o líder da bancada do PSDB,
deputado Jorge Pozzobom, para pedir apoio ao Projeto 220/2010,
que trata das condições de trabalho dos Conselheiros
Tutelares no Estado.
O parlamentar, que é relator do projeto na Comissão
de Constituição e Justiça, já emitiu
parecer favorável com emendas. “Confesso ter ficado
um pouco triste quando alguém, anonimamente, criou uma
versão de que meu parecer seria contrário aos
interesses dos conselheiros tutelares. Pozzobom tem a convicção
de que melhorar as condições de trabalho e infraestrutura
dos conselheiros tutelares significa efetivamente melhorar o
sistema de atendimento às crianças e adolescentes
que se encontram em situação de vulnerabilidade
social. "Assumi o compromisso antes da eleição
e com muito orgulho estarei agora honrando a palavra empenhada”,
finalizou.
Pozzobom discute implementação de escola técnica
com vereador de Carazinho
O líder da Bancada do PSDB, deputado Jorge Pozzobom,
recebeu, nesta quarta-feira (13), o vereador de Carazinho Gilnei
Jarré. No encontro foram discutidas medidas para a implementação
de uma escola técnica de metal mecânica no município.
“É uma necessidade de Carazinho. Temos mais de
80 empresas de metal mecânica na região, mas não
possuímos uma escola técnica na área. Precisamos
qualificar a nossa mão-de-obra” destacou o vereador.
O deputado, que apoiou a iniciativa, irá verificar a
possibilidade da criação do curso junto ao órgão
responsável - a Secretaria de Educação
do Rio Grande do Sul. “Estou ao lado da população
de Carazinho e de toda a região nessa luta” afirmou
Pozzobom.
Líder da bancada do PSDB representa
o Parlamento Gaúcho na reunião-almoço da
Associação do Aço do RS
A convite do presidente da Associação do Aço
do Rio Grande do Sul, José Antônio Martins, o deputado
Jorge Pozzobom representou oficialmente a Assembleia Legislativa
em reunião-almoço, nesta terça-feira (12),
no salão de convenções da FIERGS. Durante
o evento, o vice-presidente da Usiminas, Sérgio Leite
de Andrade, falou sobre “Perspectivas da Siderurgia Brasileira
– a Ação da Usiminas”.
Na palestra, Andrade disse que a Usiminas está investindo
fortemente para abastecer o mercado do aço e, por ter
há mais de uma década relações comerciais
com o Rio Grande do Sul, pediu ao Governo do Estado investimentos
na área de infraestrutura, pois o aço é
transportado 100% nas rodovias. Pozzobom disse ao vice-presidente
da Usiminas que incluiu nos grandes debates do Parlamento o
tema “infraestrutura e logística” e colocou-se
à disposição para discutir o assunto com
o órgão competente.
Deputado Jorge Pozzobom inclui três grandes temas para
o Rio Grande do Sul nos debates do Parlamento
O lançamento do programa Destinos e Ações
para o Rio Grande, que busca valorizar o papel da Assembleia
Legislativa no debate político do Estado e nos assuntos
importantes para os gaúchos, contou, nesta segunda-feira
(11), com a participação do deputado Jorge Pozzobom
(PSDB). O parlamentar é responsável pela inclusão
de três temas estratégicos nas discussões
do Parlamento gaúcho: novo Código Florestal, Reforma
Política e Infraestrutura e Logística.
Para o parlamentar, o novo Código Florestal trará
avanço social e econômico para Estado do Rio Grande
do Sul, desde que sejam considerados os pequenos produtores,
pois no Rio Grande do Sul 65,3% que têm até 20
hectares possuem, em média, apenas 5,85% de RL (Reserva
Legal) e APPs (Área de Preservação Permanente).
“Deve haver equilíbrio com vistas ao desenvolvimento
econômico, social e ambiental” afirma Pozzobom.
Na última terça-feira (05), o deputado participou,
em Brasília, do manifesto em defesa das mudanças
na legislação ambiental. “É uma luta
do Brasil com grande reflexo na economia do povo gaúcho”
defende.
A Reforma Política, que na visão de Pozzobom trata-se
de uma reforma eleitoral, não pode ser discutida apenas
pela comissão do Senado e Câmara Federal. “A
Assembleia Legislativa gaúcha tem papel fundamental e
preponderante no tema. Já em maio deste ano teremos,
aqui no parlamento gaúcho, um debate conjunto com a Câmara
Federal. E queremos trazer, ainda, a comissão do Senado
para qualificar e aprofundar ainda mais o debate” destaca
Pozzobom, após conversa com os senadores Ana Amélia
Lemos e Aécio Neves.
A infraestrutura, tema diretamente ligado ao desenvolvimento
do Estado gaúcho, é outro tema defendido pelo
Deputado Jorge Pozzobom . O líder da bancada do PSDB
propôs, em fevereiro deste ano, a criação
da Comissão Permanente de Infraestrutura e Logística,
para discutir obras necessárias a curto, médio
e longo prazo, como a nova ponte do Guaíba e os empreendimentos
para a Copa do Mundo de 2014. “Estou muito feliz, pois
nos primeiros dias de meu mandato, na tribuna do parlamento,
fiz a proposição ao presidente da Assembleia Legislativa
para que incluísse esses três temas. Como foram
contemplados, tenho a satisfação de estar contribuindo
para um Rio Grande do Sul melhor. Esse é o resultado
do compromisso que assumimos: oposição com proposição”
concluiu o deputado.
Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul
Praça Mal. Deodoro, 702 - 7º andar - Porto Alegre
- CEP: 99010-300 - Fone (51) 3210-2330
Dia do Livro Infantil será comemorado
com brincadeiras para crianças hospitalizadas
A Biblioteca Municipal Getúlio Vargas
e um grupo de alunos do CESB comemoram o dia nacional do livro
infantil (18/04) com o Projeto Passeios de Emília. Em
sua quarta edição, este ano eles realizarão
visita, caracterizados como personagens do Sitio do Pica-pau
Amarelo ao Hospital Infantil Ivan Goulart. Entre as atividades
previstas está a hora do conto, brincadeiras e diversão
com as crianças hospitalizadas no local.
O dia 18 de abril foi instituído como o dia nacional
da literatura infantil em homenagem à Monteiro Lobato.
Mesmo após mais de 60 anos de sua morte, José
Bento Renato Monteiro Lobato, foi um dos maiores e mais influentes
autores da literatura infanto-juvenil brasileira. Entre suas
publicações mais famosas destaca-se Reinações
de Narizinho (1931), Caçadas de Pedrinho (1933) e O Picapau
Amarelo (1939). Como viveu parte de sua vida em fazendas, seus
grandes sucessos fizeram referências à vida no
campo, criando assim o Jeca Tatu, personagem de um caipira muito
preguiçoso.
Errata:
O ex-deputado Naio Lopes de Almeida não
está sepultado no jazigo da família Goulart como
noticiei.
Perguntar não ofende...
O delegado que escreve neste espaço
poderia nos ajudar a entender uma coisa: porque a polícia
divulga estes vídeos do louco que matou as crianças
no Realengo. Isto não é dar carne aos leões,
ou seja, a mídia ADORA ESTE TIPO DE COISA PORQUE VENDE,
mas cá na minha modeste visão, ISTO INCENTIVA
OUTROS LOUCOS....
E DEPOIS A MÍDIA VEM DAR UMA BONZINHA,
DE DONA DA ETICA E DA MORAL...
A MIDIA QUER É VENDER...ACHO QUE A POLICIA
NÃO DEVERIA CAIR NESTA!!!
MAS QUEM SOU EU!!!
COLEGUINHAS
VALDIR DOS SANTOS MANDA DIZER AQUI PRA GENTE
QUE JÁ ESTÁ SE RESTABELECENDO DO DEDINHO QUE FRATUROU
NO PÉ. OLHA SÓ A IMPORTÃNCIA DE UM DEDINHO.
SEM ELE, NÃO SE CAMINHA....
JORNAIS DE BRASÍLIA
ESTÃO A PERIGO
Sergio Ross
Brasília hoje tem dois jornais diários. Um é
o Correio Braziliense, que pertence aos Diários Associados
e um segundo que é o Jornal de Brasília,um
tablóide, não muito confiável e que pertence
a um grupo de empresários de Goias. Hoje o CB, tem uma
tiragem de mais de 50 mil exemplares. 51% são mulheres
que o lêem e 49%,é lido por homens.
O outro jornal o Jornal de Brasília ,tem uma tiragem
de 10 mil jornais. 45% lido por mulheres e 49%,lido por homens.
Pois bem,estes dois jornais, poderão até deixar
de circular se não forem tomadas providências urgente
por seus donos.
Acontece, esses diários são mantidos pela publicidade
que é distribuída pelo governo do Distrito Federal,já
que a publicidade comercial,pouco existe em Brasília.
Com a posse do novo governador do DF,Agnelo
Queiros eleito pelo PT, essa publicidade ficou muito rala. Para
se tenham idéia,durante anos e anos, ou seja
desde a fundação da nova capital, esses jornais
foram abastecidos única e exclusivamente por verba do
governo do DF. Agora o novo governador Agnelo Queiroz, decidiu
cortar essa colher de chá que o jornais de Brasília
absorviam mensalmente. O negócio começou a complicar
para os dois jornais, tanto assim que o Correio Braziliense,
já demitiu nos últimos dias,
mais de 200 funcionário e o Jornal de Brasília,demitiu
mais de cem jornalistas.
O bicho está pegando por aqui. Já os nacionais,como
O Globo,o Estado de São Paulo,Folha e Zero Hora e outros,
vivem de publicidades comerciais de
seus estados.
Desarmamento
Colocar a questão complexa do desarmamento como culpa
da Maria do Rosário se torna rasteiro, pois sabemos todos
nós que não nascemos ontem, que as armas fabricadas
não vão parar todas nas mãos do “cidadão
de bem” ou dos traficantes diretamente. Boa parte delas
vão para as forças armadas (exército, etc)
e depois de lá, “misteriosamente” e não
importa o governo, elas vão parar nos traficantes.
Os caçadores podem andar armado, mesmo a caça
sendo proibida aqui no RS as lojas de “caça e pesca”
exibem armas de fogo. Ninguém questiona. As doações
das empresas de fumo e de armas para campanhas são comuns
e elas ainda ganham selo de responsabilidade social. Mas TODO
governo apóia isso, todo governo vai considerar o lobby
das empresas de fumo, que recentemente se sentiram feridas por
determinações da ANVISA.
Uma mudança de mentalidade deve passar por todos os governos
e pelas pessoas, que a meu ver tem muita gente mau caráter
e muita paixão, mas pouca efetividade.
Tenho notado que quase todo projeto no Brasil dá errado
por causa da corrupção e do mau caratismo do Brasileiro
(a mania de levar vantagem que no fim das contas é contra
si mesmo), então não acredito que essa questão
seja razão para criticar o trabalho da Maria do Rosário
em particular, pois eu acompanhei o trabalho dela aqui. Veremos
então como será lá.
Há coisas no BR que nunca irão mudar, pois em
vez de as pessoas se focarem no todo da questão, ficam
procurando coisas no partido A ou no partido oposto e não
percebe que certas coisas vem sendo endossadas desde a ditadura
com a aprovação de todos os governos.
Ellen Augusta
TUCANO SEM PLUMAS, PENAS E BICOS
Por Carlos Chagas
Dessa vez o sociólogo quebrou a cara. Não encontrou
um tucano, sequer, que concordasse com sua proposta elitista
para o PSDB, de dedicar-se à classe média, esquecendo
o povão. Muito menos os aliados do DEM e do PPS admitiram
a distorção. Alguns com jeito, como Aécio
Neves, opinaram que Fernando Henrique foi mal interpretado.
Outros, como José Serra, exigiram mais clareza e coerência
por parte do companheiro. ACM Neto quer as oposições
na rua, dialogando com as camadas menos favorecidas, e José
Agripino Maia simplesmente discordou e desautorizou o ex-presidente.
Roberto Freire foi adiante e afirmou que não contem com
os ex-comunistas para excluir as massas.
FHC insistiu no equívoco, durante palestra
realizada no interior do Paraná. Rendeu-se ao PT, na
medida em que os companheiros dominam a área sindical
e dispõem do apoio da população carente.
Insistiu em que o PSDB deve voltar-se para camadas pouco representadas
no universo político, como a classe média.
A conclusão surge óbvia: durante
os oito anos de seu reinado, o governo esqueceu o andar de baixo,
perdendo um tempo precioso que o Lula recuperou em seus dois
mandatos. Não será repetindo os erros do passado
que os tucanos chegarão ao poder. Nem em 2014 nem depois,
se ainda tiverem asas para voar. Felizmente para eles, só
um parece sem plumas, penas e bicos.
PROPOSTA DESNECESSÁRIA
Um animal, a tiros de revólver, assassinou
doze crianças numa escola, no Rio. Por conta disso, deve-se
proibir a posse de armas de fogo? Fosse assim e os automóveis
deveriam ser banidos da civilização. Ou ainda
há pouco um tarado não investiu e atropelou dezenas
de ciclistas, em Porto Alegre?
Sugere o senador José Sarney, através
de projeto de lei, a realização de um novo plebiscito
para saber se o cidadão comum apóia a proibição.
Essa manifestação já aconteceu, anos atrás,
e a resposta da sociedade foi clara, pelo direito de dispor
de revólveres ou espingardas, em casa. Até porque,
sabia-se de antemão, os bandidos ignoraram o primeiro
plebiscito e continuaram utilizando suas armas.
Nos tempos de Vitorino Freire e mesmo depois,
quando da dissidência da Frente Liberal, Sarney botou
o revólver na cintura e saiu de casa disposto a matar
ou morrer, como está registrado em sua biografia autorizada.
Aceitaria ser humilhado, se um plebiscito tivesse estabelecido
a proibição, décadas atrás?
PRIMEIRO-MINISTRO AD-HOC
Nesta semana de permanência da presidente
Dilma Rousseff na China, o vice Michel Temer programou algumas
atividades, inclusive homenageando, no Rio, o sargento que enfrentou
o assassino das doze crianças na escola do Realengo.
Visitou uma feira de armas, reuniu-se com dirigentes do PMDB,
mas não ocupou o gabinete presidencial, no terceiro andar
do palácio do Planalto. Também não determinou
qualquer diretriz aos ministros. Apenas cumpriu o protocolo.
Por conta disso a administração
parou? Nem por sombra. O governo continuou funcionando pelas
mãos do chefe da Casa Civil, Antônio Palocci. Faltasse
alguma evidência dele ser o primeiro-ministro de fato
e a viagem de Dilma ao exterior comprovaria o óbvio.
COMO RECUPERAR DÉCADAS DE ATRASO
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, não
arrefece em sua determinação de ver as forças
armadas melhor aparelhadas e em condições de cumprir
suas missões. Sabe muito bem que as deficiências
de equipamento devem-se à falta de recursos e aos contingenciamentos
orçamentários, como não ignora que tudo
depende da presidente Dilma e da equipe econômica. Luta
o quanto pode e não pode, como no caso do adiamento da
compra dos aviões de caça. Esta semana referiu-se
às décadas de atraso na aquisição
de material bélico e de apoio para Exército, Marinha
e Aeronáutica, mas como ficaria constrangedor criticar
o próprio governo a que pertence, optou pela fórmula
clássica de todas as reclamações, batendo
no Congresso. Disse que só uma nova legislação
garantirá orçamentos estáveis, capazes
de assegurar a renovação do equipamento militar.
O problema é que o orçamento votado pelo Congresso,
por mais pródigo que seja, estará sempre à
mercê da tesoura do Executivo. Infelizmente, é
assim mesmo: em casa onde não há pão, todos
brigam e ninguém tem razão...
MOVIMENTO DE JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS/Brasil INFORMA:
ENTREVISTA DIGITAL
• Internacional
Jueves, 14/4/2011
Brasil ya actúa como potencia regional
Lula abandona su política de no injerencia en América
Latina y trabaja activamente por la victoria de Ollanta Humala
en las presidenciales de Perú
FERNANDO GUALDONI (ENVIADO ESPECIAL) - Lima - 13/04/2011
•
Brasil se ha estrenado en Perú como auténtica
potencia regional al influir sin tapujos en la victoria del
candidato nacionalista Ollanta Humala en la primera vuelta de
las presidenciales. Dos asesores, ambos miembros del gobernante
Partido de los Trabajadores (PT), trabajan desde enero en Lima
para moderar el discurso radical de Humala, con el fin de ampliar
la base electoral del candidato. Hasta ahora Brasil había
sido árbitro en varios conflictos regionales, como los
que hubo entre Venezuela y Colombia, la crisis interna boliviana
y el golpe de Estado hondureño, pero nunca se había
implicado tan directamente en una carrera presidencial extranjera.
• Humala busca calmar a los inversionistas y promete no
cambiar el modelo económico
• La desigualdad social se dispara pese al éxito
de la economía peruana
• Humala busca calmar a los inversionistas y promete no
cambiar el modelo económico
• Kuczynski admite la derrota ante Fujimori para disputar
la segunda vuelta de las presidenciales en Perú
• Perú mira hacia el Atlántico
Brasil
A FONDO
Capital:
Brasilia.
Gobierno:
República Federal.
Población:
191,908,598 (2008)
La noticia en otros webs
Brasilia nunca se había implicado tan directamente en
una carrera presidencial
Dos miembros del gobernante Partido de los Trabajadores asesoran
a Humala
Los asesores brasileños Luis Favre y Valdemir Garreta
imitaron la llamada estrategia de "paz y amor" ideada
por el experto João Santana para los comicios de octubre
de 2002 en los que Lula logró la presidencia tras tres
intentos fallidos. La táctica fue simple: evitar las
confrontaciones y las propuestas radicales para quebrar la resistencia
a la imagen de líder sindical de Lula. Con Humala el
trabajo ha sido más duro porque es un exmilitar golpista
y se le considera un discípulo del chavismo.
"Yo pensaba que Ollanta tenía que comenzar la campaña
fortaleciendo su base de apoyo con promesas radicales. Pero
los estrategas brasileños dijeron que había que
hacer lo contrario, que era necesario reducir la resistencia
al proyecto nacionalista. Y tuvieron razón", explica
Sinesio López, un colaborador muy cercano a Humala. "Ollanta
está lejos de Hugo Chávez. Admira a países
como Brasil y Uruguay. Él sería un presidente
de perfil similar al de José Mujica en Uruguay o de Lula
en Brasil", subraya.
El sociólogo cuenta que los asesores también le
sugirieron a Humala que incluyera en su lista para el Congreso
a políticos de izquierda moderada. Fue el caso de Javier
Diez Canseco, uno de los principales opositores al Gobierno
de Fujimori. El político es asiduo del Foro de São
Paulo, el encuentro anual de partidos de izquierda fundado por
el PT en 1990. El foro incluye a todo el arco de grupos, desde
los más radicales a los más moderados, que gobiernan
en una decena de países de la región o son la
principal oposición en otros cinco.
Tras el triunfo del domingo y con vistas a una segunda vuelta
muy dura ante Keiko Fujimori, el entorno de Humala ha filtrado
que no descartan ofrecer a Beatriz Merino la jefatura de Gabinete
del hipotético futuro Gobierno. Ella ya ocupó
ese puesto durante el mandato de Toledo y acaba de cerrar su
etapa como Defensora del Pueblo. Tiene el mismo perfil que uno
de los ministros estrella de la era Lula, el extitular de Economía
y actual jefe de Gabinete de la presidenta Dilma Rousseff, Antonio
Palocci, nada sospechoso de militar en el extremismo de izquierda.
Merino es además del círculo de amigos del Nobel
de Literatura Mario Vargas Llosa.
A finales de marzo la periodista Jacqueline Fowks, de IDL-Reporteros,
advirtió que la Carta Compromiso con el Pueblo Peruano,
presentada por Humala para tranquilizar a los empresarios y
las clases conservadoras sobre su plan de gobierno, era idéntica
a la Carta ao Povo Brasileiro utilizada con el mismo fin por
Lula en junio de 2002. "Humala ha estado varias veces en
Brasil para reunirse con Lula. La última vez fue en febrero,
con motivo del 31º aniversario del PT, al que fue invitado
por expresa orden de la cúpula del partido", explica
Fowks.
"Hay muchas empresas brasileñas de construcción
que ya han hecho grandes negocios con el Gobierno de Alan García
a las que les interesa mantener esos privilegios. Brasil y Perú
firmaron un acuerdo de cooperación energética
del que los peruanos nos enteramos por los medios brasileños.
El pacto prevé la construcción de varias centrales
hidroeléctricas para proveer de energía a Brasil,
entre ellas la de Inambari, la más próxima a la
frontera", añade la periodista. Brasilia además
ha invertido mucho en el trazado de dos carreteras interoceánicas
(una terminada y la otra en construcción) para tener
acceso a los puertos del Pacífico peruano y de ahí
saltar al mercado asiático.
Vila Topázio recebe o Câmara
na Comunidade nesta sexta
A regularização fundiária
da Vila Topázio será uma das questões observadas
pelo Câmara na Comunidade nesta sexta-feira (15/4). Vila
de ocupação irregular que existe desde a década
de 1960, a Topázio, localizada em área de risco
no bairro Vila Nova, tem uma população de aproximadamente
1.100 pessoas convivendo com problemas como esgoto a céu
aberto, fornecimento precário de energia elétrica
e falta de limpeza em áreas pública. A visita
de vereadores e órgãos do Executivo terá
início às 9h30min, com ponto de encontro na esquina
das ruas Amapá e Serafim Moraes Martins.
Serão convidados para o Câmara
na Comunidade desta semana, além de vereadores, representações
da CEEE, dos departamentos municipais de Águas e Esgotos
(Dmae) e Esgotos Pluviais (Dep), e das secretarias municipais
de Meio Ambiente (Smam), Educação (Smed) e Obras
e Viação (Smov). O Câmara na Comunidade
é um projeto da atual presidência da Câmara
Municipal de Porto Alegre promovido sempre nas sextas-feiras.
O objetivo é ouvir as comunidades, conhecer seus problemas
de infraestrutura e encaminhar, junto ao Executivo, possíveis
soluções.
Helio Panzenhagen (reg. prof. 7154)
Encontro
O vereador Adeli Sell, do PT, teve uma conversa
com a deputada federal Manoela D"avila, do PCdoB, que lidera
a intenção de votos pra prefeitura da capital
em 2012.
Festival da Barranca
Duas ausências notadas...
Rui Biriva e Bagre Fagundes. os dois estão
no estaleiro.
Bagre andou colocando um stensil no coração, mas
dias atrás voltou a se sentir mal.
Festival da Barranca(1)
Ernesto Fagundes contou que quando eram pequenos,
ele e o Neto,irmãos, iam a Barranca. E lá o Aparício
Silva Rillo dizia pro pai deles, o Bagre:
- ESTES ALEVINOS( apelido deles) CANTAM COMO
DOENTES E COMEM COMO SÃOS....
PRESIDENTE CRISTINA KIRCHNER DESMAIA DURANTE AUDIÊNCIA
NA CASA ROSADA
Por Enriqueta Sollares
De Buenos Aires
Pela segunda vez este ano, a presidente Cristina Kirchner teve
de ser assistida por seus médicos. Assim como em janeiro,
foram suspensos todos os compromissos da agenda presidencial.
O porta-voz presidencial Alfredo Scoccimarro, foi quem anunciou
a notícia através de um comunicado pela televisão
canal 32.
Nota.
“A Unidade Médica Presidencial comunica que às
14h30min hoje, 12 de Abril de 2011, a senhora presidente da
Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, sofreu um
quadro de pressão arterial alta quando participava de
uma reunião na Casa Rosada com membros de uma delegação
do Senegal. Segundo o porta-voz, a presidente terá de
ficar em repouso absoluto por 24 horas. Com 58 anos de idade,
Cristina Kirchner foi descansar na residencial Oficial de Olivos”.
Por determinação médica
a presidente esta proibida de fazer exercícios físicos
diário de ginástica e aeróbica na esteira
por causa de sua pressão arterial. Por enquanto, não
está claro se Cristina viajará amanhã para
o México,
Fontes próximas a presidente disseram que ela sofreu
um quadro semelhante ocorrido há cerca de um mês.
Este quadro clínico de Cristina não é a
segunda vez que acontece desde janeiro último. Por solicitação
médica, no verão de 2009, os compromissos da presidente
Cristina Kirchner, tiveram de ser adiados por uma semana. Cristina
estava com viagem marcada para Cuba e Venezuela, para viajar
para Cuba e Venezuela, quando sofreu um desmaio na Casa Rosada.
Naquela época, o médico presidencial pediu que
Cristina ficasse em repouso por 48 horas. Hoje, mais uma vez
a presidente sentiu uma forte crise na pressão (hipertensão
arterial) que resultou na suspensão da reunião
agendada para 18h30min de hoje com o governador reeleito de
Salta, Juan Manuel.
O QUE É A PRESSÃO ARTERIAL
Pressão arterial baixa, ou hipotensão
arterial, ocorre quando a pressão arterial durante e
após cada batimento do coração é
muito menor do que o habitual, o que significa que o coração,
cérebro e outras partes do corpo não recebem o
fluxo sanguíneo necessário. A pressão sanguínea
que está no limite de baixa para uma pessoa pode ser
normal para outra. O fator mais importante é como alterações
da pressão arterial a partir da condição
normal. Tenha em mente que, dependendo da estrutura do corpo
da pessoa, que é para a pressão arterial baixa,
por outro pode ser normal. Um recém-nascido tem uma pressão
diferente da de um adolescente, uma mulher em idade fértil
ou idosos com várias doenças. O que é importante,
portanto, é observar a diferença de que poderia
ser apresentado em relação ao valor normal de
cada pessoa Na maioria a pressão arterial normal esta
na faixa de 90/60 milímetros de mercúrio (mm Hg)
a 130/80 mm Hg mas uma queda significativa, mesmo de apenas
20 mm Hg, pode causar problemas para alguns pessoas. Existem
três tipos principais de hipotensão arterial, hipotensão
ortostática, neuromediada e grave, causada por uma perda
repentina de sangue (? choque?). A primeira é causada
por uma súbita mudança de posição
do corpo, geralmente quando passar de deitado para em pé
e, normalmente, dura apenas alguns segundos ou minutos. Se este
tipo de ocorrer hipotensão após a ingestão,
é chamado de hipotensão ortostática pós-prandial
mais comumente afeta os idosos, pessoas com pressão arterial
elevada e as pessoas com NMH Parkinson. Acomete mais freqüentemente
em adulto jovem e crianças Ela ocorre quando uma pessoa
se encontra parado por um longo tempo. As crianças costumam
superar este tipo de hipotensão pressão arterial
baixa. É geralmente causado por medicamentos como calmantes,
antidepressivos, diuréticos, medicamentos para o coração
e pressão arterial elevada, drogas usadas para a cirurgia
e analgésicos. Além disso, calor. O consumo de
álcool em excesso pode resultar em baixa pressão.
Por outro lado, a queda ou a alta da pressão pode ser
causada por diabetes, alergias, arritmia, desidratação,
desmaios, ataques cardíacos, insuficiência cardíaca,
shok (causada por uma infecção grave, acidente
vascular cerebral, choque anafilático) , entre outros
De São Borja
Candidaturas prováveis no ano que vem
1) Comenta-se que o provável candidato a prefeito pelo
Partido dos Trabalhadores seria o Telmo Motta Junior que é
até agora do PDT. Há quem duvide que ele saia
do PDT. Sua esposa sempre foi do PT. Telmo Motta Junior já
ocupou a presidência do PDT em São Borja.
No momento, ele é Administrador Geral
do Parque Assis Brasil e presidente da Exposição
Internacional de Esteio.
Em São Borja, sempre se soube que ele
tem o " sonho" de ser prefeito da " Terra dos
Presidentes".
Na oportunidade em que tentou ser candidato
a prefeito pelo PDT, foi derrobado na convenção
pelo Dr. Hugo Rubin Pereira e que depois na eleição
ficou em terceiro lugar de votos em São Borja o que foi
considerado por muitos militantes e simpatizantes do partido
de Leonel Brizola como " um fiasco"!
2) João Manoel Bicca pode deixar o PSDB e ingressar no
PMDB. Daí a ser candidato do partido a prefeito, tem
um longo caminho. Primeiro preciso conversar com o Ibsen( no
caso o presidente do PMDB-RS, Ibsen Pinheiro) me disse ele na
noite em que os Angueras se apresentavam no auditório
da reitoria da UFRGS.
Programa de findi
1) sindibancários tem um filme brasileiro que eu aconselho:
O LIQUIDIFICAR!
2) show domingo no santander cultural,sempre atrações
boa....
3) já com friozinho o pessoal procura feijoada nos botecos
e nos hotéis. Então vamos lá "engordar"
um pouco.
4) pros católicos é domingo de ir à Igreja
assistir a benção de oliveiras....e a procissão
do domingo de Ramos.
JUSTINO MARTINS X FLÁVIO ALCARAZ

CONTA O STRECK EM SUA COLUNA DE O SUL QUE JUSTINO
MARTINS E FLÁVIO ALCARAZ FORAM COMPANHEIROS DE QUARTO
EM PARIS,QUANDO LÁ OS DOIS MORARAM...
LÁ JUSTINO ERA CORRESPONDENTE DA REVISTA
DO GLOBO( DEPOIS FOI DA REVISTA MANCHETE)
O PROBLEMA ERA QUE NENHUM DOS DOIS LAVAVA PRATOS.
AS PILHAS SE ACUMULAVAM NA PIA DA COZINHA...NUNCA SE ACERTAVAM
EM QUE TINHA QUE LAVAR A PILHA DE LOUCA....
CONHEÇO OUTRA HISTÓRIA DE COLEGUINHAS DESTE TIPO...
JEFFERSON BARROS( FALECIDO) - AH, VÃO
DIZER QUE ESTOU FALANDO MAL DE MORTO, MAS A HISTORINHA VALE
- E A SUA COMPANHEIRA DA ÉPOCA, ROSINHA FISCHER FORAM
MORAR EMIJUI PORQUE O JEFFERSON FOI FAZER UMA REVISTA,OU JORNAL
PROS FREIS DE LÁ...NA FIDENE...
E A ROSINHA TAMBÉMERA EXCELENTE REPÓRTER(
HOJÉ É PESQUISADORA DA ufrgs);...
mAS O jEFFERSON,COMO BOM INTELECTUAL NÃOERA
DADO AS LIDES DOMÉSTICAS. E NA HORA DE LAVAR A LOUÇA(
NAQUELES ANOS 70 HAVIA UM MODISMO DE QUE TODO MUNDO TINHA QUEFAZER
TUDO, REPARTIR ALÉM DO PÃO, AS TAREFAS DOMÉSTICAS,
ESTAVA ACABANDO O IMPÉRIO MASCULINO DENTRO DE CASA DE
SER SERVIDO, OS HOMENS TINHAM QUE LAVAR LOUÇA, ROUPA
E AFINS, MAS ENFIM O JEFFERSON, QUE ERA DAS ANTIGAS SE RECUSAVA
A LAVAR LOUÇA.
E DESDENHAVA DA COMPANHEIRA,FERINAMENT:
- AQUI EU PENSO
SÓ QUE UM DIA VOARAM VÁRIOS PRATOS
NA SUA DIREÇÃO...
ELE FOI LAVAR LOUÇA TAMBÉM E
DEIXAR DE PENSAR UM POUCO...
Coleguinhas

Tude Munhoz, o primeiro antenado do nativismo no jornalismo..
Sei que o Tude Munhoz anda vivendo em Viamão,
mas parece que não exerce mais a fotografia...estaria
residindo num sítio...
Na quarta, vendo o Borghetinho no show dos
Angueras me lembrei do Tude no começo dos anos 80 falando
do músico que na época ninguém sabia quem
era...sabia-se do Borghetão,seu pai, e olhe lá...
E me lembrei ainda do colega Tude porque ele
vivia cantando O ESQUILADOR,do Telmo de LIma Freitas, que recém
tinha ganho oFESTIVAL DA CALIFORNIA....
Pois vendo o Telmo,sentado num banquinho, cantando
no festival dos 40 anos da Barranca, fiquei torcendo pra que
cantasse o esquilador, mas isto não ocorreu.
ERa tudo de bom,ver ao vivo e a cores o autor
do Esquilador cantando aquele que é seu maior sucesso.
José Tude Munhoz é de dom pedrito, onde nasceu
a 14.04.1953 filho de Luiz Carlos MUnhoz.
Foi casado com Dulce Elaine(19.01.1961) E TEM O FILHO Luiz Carlos
( 25.04.1981).
Tem uma historinha do Tude.
Ele fez umas fotos de um acidente grave com
um onibus da OUro e Prata. Chegou ali na hora....
DEpois colocou as fotos numa exposição
pra disputar um prêmio. O velho Willy Fleck viu as fotos
e mandou chamá-lo pra saber qual o valor do prêmio.
Pagou pra que o Tude retirasse as fotos e foi o que ele fez...
Colaboração de leitor
http://www.reporterbrasil.org.br/clipping.php?id=1613
11/04/2011 Folha de S. Paulo
Clipping: Minha Casa, Minha Vida tem
trabalho degradante
Operários encaram falta de salário
e alojamentos precários no interior de SP
Reportagem flagrou alojamentos lotados, com
trabalhadores em condições precárias de
saneamento e higiene
Uma das principais vitrines do governo Dilma
Rousseff, o programa Minha Casa, Minha Vida tem trabalhadores
em condições degradantes em São Paulo.
Desde o início do ano, fiscais do Ministério do
Trabalho e procuradores do Ministério Público
do Trabalho flagraram casos de pessoas do Norte e do Nordeste
atraídos pela oferta de emprego nos canteiros de obras,
mas que acabam vivendo precariamente e com situação
trabalhista irregular.
A maioria dos casos partiu de denúncias
do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil
da região de Campinas (93 km da capital).
A Folha visitou alojamentos e obras de casas
populares do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento)
onde trabalhadores vivem em locais superlotados, sem ventilação
e com problemas de higiene e saneamento.
Nos locais, podem ser vistos colchões
ou beliches construídos com madeira da própria
obra ao lado de botijões de gás e rede elétrica.
Os operários são contratados
por empreiteiros terceirizados de grandes construtoras e ganham
abaixo do piso da categoria (de R$ 990 para pedreiro, por exemplo),
apesar da promessa de que receberiam o dobro.
As construtoras delegam aos empreiteiros a
tarefa de fornecer alimentação, moradia e registro
em carteira.
"Eles chegam com a promessa de ganhar
R$ 2.000, são registrados por R$ 900 e acabam tirando
R$ 500 porque [o empreiteiro] desconta o valor da passagem",
afirma Francisco da Silva, diretor do sindicato em Campinas.
O Ministério Público registrou
casos de retenção da carteira. A meta do governo
federal até 2014 é construir 2 milhões
de imóveis para famílias de baixa renda.
Recém-chegado do Piauí, Manuel Edionaldo, 30,
disse à reportagem estar há 21 dias com a carteira
retida porque o empreiteiro desapareceu.
Mas, por enquanto, não quer nem ouvir
falar em retornar ao Estado natal. "Lá está
pior, não tem trabalho."
Edionaldo está no alojamento com 12
trabalhadores da Flávio Ferreira ME, que disseram estar
há um mês sem salário. Como o empreiteiro
sumiu, tentavam resolver com as construtoras. A Folha não
o localizou.
No local, estão sendo erguidas 2.380
habitações, com R$ 120,8 milhões, para
famílias que recebem até três salários
mínimos mensais.
Em fevereiro, a Polícia Federal chegou
a prender três pessoas da empreiteira JKRJ, prestadora
de serviços da Odebrecht e da Goldfarb, responsáveis
pelas obras na região, por suspeita de aliciamento e
maus tratos.
"As construtoras deveriam fiscalizar pois
podem ser responsabilizadas", diz a procuradora Eleonora
Coca.
Predominam nordestinos, que relatam que foram
procurados por intermediadores, que negociam com pequenas agências
de turismo.
Em Americana (SP), empregados da Cardoso Xavier,
subcontratada da MRV Engenharia, ficaram sem salários
por 40 dias porque o dono da empreiteira sumiu.
No local, destinado a 670 moradias, procuradores
flagraram aliciamento de 24 operários do MA e 22 de AL.
Segundo o sindicato, o fluxo de operários
é intenso e os contratados por empreiteiras são
90% do pessoal.
Veja mais fotos dos trabalhadores em Campinas (SP)
folha.com.br/fg2616
SILVIO NAVARRO
ENVIADO ESPECIAL A CAMPINAS (SP)
Clipping: Escravas da moda
Escravas da moda: costureiras bolivianas são
a parte mais frágil de uma rede que envolve tráfico
de pessoas, cativeiros, chantagens e ameaças de morte
Submetidas a jornadas de trabalho de até
20 horas por dia em pequenas confecções, é
essa mão de obra que alimenta grandes redes de varejo
das quais somos clientes. Conversamos com duas mulheres que
viveram esse drama para entender por que o custo da nossa roupa
pode ser muito mais alto do que o preço gravado na etiqueta
Ambientes pequenos, quentes, sujos, cheios de pilhas inflamáveis
de tecido. Crianças sobre as máquinas de costura.
Uma imensa nuvem de pó. Trabalhadores costurando das
seis da manhã até as duas da madrugada para receber
como pagamento um prato de comida. Rottweillers no quintal para
impedir tentativas de fuga. A cena que você acabou de
visualizar não acontece em uma fábrica de roupas
chinesa. É uma realidade comum nas oficinas de costura
situadas na Zona Norte e no Centro da cidade de São Paulo,
onde é produzida boa parte das roupas vendidas em grandes
magazines, lojas de rua e até de shoppings centers do
país.
Estima-se que existam 100 mil bolivianos trabalhando em condições
análogas à escravidão em 8 mil pequenas
confeccções na capital paulistana. "É
uma mão de obra que chega ao Brasil devendo o custo da
viagem aos seus patrões. A dívida gera uma relação
de servidão que pode se arrastar por meses e até
anos", diz Renato Bignami, auditor-fiscal do Ministério
do Trabalho. A quitação desse valor equivale à
alforria.
A rota do tráfico
O trabalho escravo em oficinas de costura brasileiras está
ligado ao tráfico de pessoas. Para fugir da miséria,
os bolivianos procuram os coiotes - responsáveis por
levar pessoas de forma ilegal de um país para o outro
- para migrar. Esses coiotes se apresentam como "agências
de emprego" e transportam os trabalhadores para a Argentina
e o Brasil. Prometem empregos em confecções, com
salários em torno de US$ 500 (cerca de R$ 890). Lorena*,
20 anos, deixou a mãe e os seis irmãos em Santa
Cruz de La Sierra para tentar ganhar em São Paulo um
salário maior do que os 600 soles bolivianos (o equivalente
a R$ 150) que recebia como vendedora em uma loja de roupas.
Depois de ouvir relatos entusiasmados de conterrâneos
que afirmavam ganhar bem no Brasil, procurou uma "agência"
que dizia cobrar o equivalente a R$ 180 pela viagem.
Em março de 2009, tomou um ônibus clandestino na
periferia de Santa Cruz rumo a São Paulo. Sem que ela
soubesse o motivo, o ônibus parou em Ciudad del Este,
no Paraguai. O coiote disse que não poderiam prosseguir
- mais tarde ela foi saber que a fiscalização
na fronteira daquele país com o Brasil estava acirrada.
Durante a noite, a mando do coiote, ela e os outros passageiros
desembarcaram em um lugar desconhecido, que parecia ser uma
garagem de ônibus. Nos fundos do terreno, tinha uma pequena
casa, onde os viajantes ficaram hospedados. Havia grávidas
e idosos entre os passageiros.
"Tinha outros bolivianos esperando para seguir viagem.
Éramos umas 90 pessoas em uma casa com cinco camas e
um banheiro. Uma senhora nos trazia comida uma vez por dia.
O senhor que organizava a viagem nos disse que ficaríamos
ali até que pudéssemos prosseguir e não
deu mais explicações. Ficamos com medo, dúvidas,
mas ele era tão bravo que ninguém teve coragem
de perguntar nada. Fiquei assustada, mas tive medo de chorar.
Depois de dias naquela situação, uma senhora ficou
desidratada. Fomos reclamar. O senhor disse que deveríamos
pagar a viagem para ir embora - não tínhamos dinheiro.
Caso contrário, ele nos entregaria para a polícia
- estávamos sem documentos. A casa era vigiada por um
cachorro grande, que nos impedia de fugir. Um homem começou
a cavar um túnel no chão com um pedaço
de ferro. Depois de duas semanas, um ônibus nos pegou
e seguimos viagem sem mais explicações."
Aqui, ela encontrou trabalho em uma oficina que produz roupas
para lojas de rua do Centro de São Paulo e para uma grande
multinacional.
Boa parte dos bolivianos traficados entra no país pela
fronteira com o Paraguai. A costureira Elisabete*, de 39 anos,
percorreu o mesmo caminho de Lorena quando veio para o Brasil,
em 2003. Deixou Santa Cruz de La Sierra no final da tarde e
depois de dois dias de viagem desceu em Assunção,
a capital paraguaia. Lá, o coiote acomodou os passageiros
em vans carregadas de cigarros, também traficados para
o Brasil. "Nesse momento o senhor que organizou a viagem
perguntou se alguém tinha droga e começou a nos
revistar. Tudo o que eu tinha eram US$ 80. Ele pegou o dinheiro,
olhou as cédulas na contraluz e disse que eram falsas.
Se eu quisesse prosseguir, deveria deixar com ele. Fiquei nervosa,
apavorada. Mas não reclamei, ele era agressivo. Tive
medo de morrer e pensei nos meus três filhos, que estavam
com minha mãe na Bolívia. Chorando, deixei o dinheiro
com ele. Naquele momento, percebi que algo estava errado e que
eu não poderia fazer nada. Não tinha documentos
para entrar no Brasil legalmente", diz Elisabete. Os coiotes
não informam os passageiros sobre a documentação
necessária para a migração. "Dormimos
dois dias dentro do ônibus, em uma garagem. Não
havia o que comer. Depois, nos levaram para um hotel, onde ficamos
mais dois dias. Num determinado momento, avisaram que a polícia
ia fazer uma busca e nos colocaram dentro de um túnel
pequeno e escuro. Éramos uns 70 escondidos ali. As crianças
choravam. Duas grávidas desmaiaram. Ninguém as
acudiu. Ficamos duas horas lá dentro. Quando saímos,
pegamos nossas coisas (eu tinha uma mochila, a roupa do corpo
e um cobertor) e entramos nas vans. Na Ponte da Amizade, descemos
do carro e entramos no Brasil andando."
O comércio de pessoas
Os ônibus bolivianos costumam chegar aos domingos de madrugada
em São Paulo. Estacionam em ruas do Centro e da periferia
da cidade, onde outras vans buscam os passageiros, que serão
vendidos como costureiros nas oficinas. "A perua vai de
porta em porta perguntando para os donos das oficinas quem quer
costureiro. O proprietário da que fui trabalhar me recebeu
bem. Ele era fornecedor de lojas da região central de
São Paulo. Disse que eu dormiria em um quarto com outras
mulheres e que estava devendo R$ 500 pela viagem para ele. Trabalharia
das sete da manhã às dez da noite e ganharia R$
0,30 por peça. Se tivesse muito serviço, deveria
costurar até meia-noite. Só comecei a receber
meu dinheiro três meses depois que paguei a dívida.
Até então, ganhava o suficiente para comprar xampu,
sabonete e papel higiênico. A comida era fornecida pelo
patrão. Depois, comecei a ganhar R$ 80, R$ 90 por mês.
À noite, perdia o sono preocupada porque não conseguia
juntar dinheiro, chorava de desespero."
O dia a dia
É comum que os trabalhadores morem e costurem no mesmo
local - 12 pessoas, em média. Os quartos são coletivos,
os travesseiros e cobertores são feitos pelos próprios
costureiros com retalhos da confecção. Os donos
das oficinas são os responsáveis pela alimentação
dos trabalhadores, que costumam ter meia hora para cada refeição.
O menu é quase sempre o mesmo: arroz, feijão e
salsicha. Pela manhã, café preto e pão
puro. Não é raro que a alimentação
seja usada como instrumento de chantagem e coerção.
Em uma das oficinas que Elisabete trabalhou, só tinha
direito à refeição quem produzisse uma
quantia de roupas estipulada pelo patrão.
Banhos só são permitidos depois da longa jornada
de trabalho. Assim como em qualquer outra atividade que não
está relacionada à costura. As mulheres costumam
lavar as roupas de madrugada. Aos sábados, quando a alimentação
fica por conta dos trabalhadores, o expediente costuma ir até
às 13 h. Domingo é dia de folga. Quem não
está exausto vai assistir aos jogos de futebol em quadras
da região central de São Paulo. Os times são
formados pelos próprios bolivianos, divididos de acordo
com o local de trabalho. Mulheres também jogam. Lorena
se divide entre os jogos e os cultos evangélicos. Elisabete
diz que prefere dormir aos domingos.
Geralmente, o dono da confecção é o homem
de negócios, responsável pela contratação
da mão de obra, a compra das máquinas, a venda
das peças de roupa. A mulher dele cozinha. Um terceiro
membro da família ou um funcionário de confiança
age como capataz. Checa o ritmo de produção e
delata eventuais tramas e tentativas de fuga. Foi por causa
de um capataz como esse que Elisabete ficou reclusa por cerca
de um mês em uma das oficinas que trabalhava. "Eu
dividia o quarto com uma grávida. Ela estava muito cansada,
vomitava por causa dos enjoos e o dono da oficina não
ajudava. Começamos a conversar sobre procurar outro lugar
para trabalhar. O capataz ouviu nossos planos e contou para
o patrão. Um dia, o chefe nos chamou e disse que sabia
das nossas intenções. Falou que, se fugíssemos
dali, mandaria nos matar. Havia dois rottweilers no quintal.
Ele trancou as janelas e a porta do nosso quarto. Passamos os
finais de semana sem comer. Conseguimos fugir em um dia de semana,
quando a mulher do patrão esqueceu as chaves na porta.
Me contaram que o dono da oficina saiu armado atrás da
gente, mas não nos encontrou." Elisabete foi acolhida
e assistida pela Defensoria Pública da União em
São Paulo e, como testemunhou contra o ex-patrão
em um processo criminal, entrou para o programa de proteção
à vítima do governo paulista. Passava cada noite
em uma cidade, até que foi enviada de volta para Santa
Cruz de La Sierra.
O sonho da legalidade
Ao chegar à sua cidade natal, Elisabete diz ter ficado
frustrada. "Por pior que sejam minhas condições
no Brasil, são melhores do que na Bolívia. Lá,
não temos como ganhar dinheiro, não tem emprego
e o trabalho na agricultura rende menos do que nas oficinas
brasileiras. Fiquei com meus filhos, matei as saudades. Depois
de três meses meu dinheiro estava acabando e comprei uma
passagem de ônibus regular para o Brasil. Dessa vez queria
tirar meus documentos e trabalhar como uma brasileira, com todos
os meus direitos. Hoje tenho carteira de trabalho e ganho R$
800 para trabalhar 12 horas por dia, também em uma oficina.
Agora que estou legalizada, quero mudar de ramo e ter uma vida
melhor. Não tenho vergonha da minha história.
Nunca fiz nada de errado. Fui vítima do tráfico
de pessoas e do trabalho escravo. Meu sonho é ganhar
melhor para ajudar meus filhos a terminar os estudos e poder
visitá-los. Não quero mais viver na Bolívia.
Meu país é o Brasil."
Em busca de uma solução
As fotos que ilustram essa reportagem (exceto a dessa página)
foram tiradas em fevereiro por fiscais em uma oficina que produzia
roupas para as lojas Marisa. Por causa das irregularidades,
a empresa foi autuada e a oficina fechada. O Ministério
do Trabalho não sabe informar o atual paradeiro dos trabalhadores
que estavam lá no momento da fiscalização.
"As oficinas, fornecedoras tanto de grandes magazines como
de lojas que de atacado, estão espalhadas pela cidade.
Só chegamos até elas por meio de denúncias",
diz Bignami. "É a primeira vez que uma grande empresa
de moda é punida por causa do trabalho escravo urbano".
Ele afirma que outras redes e lojas de shoppings estão
sob investigação. A ideia das autoridades é
pressionar as grandes empresas para fiscalizar seus fornecedores.
"É o jeito mais eficiente de acabar com essa situação",
afirma Bignami. "Depois, partiremos para os menores".
Procurada por Marie Claire, a Marisa disse que "repudia
relações de trabalho em condições
degradantes". Em nota, afirmou que "descredenciou
imediatamente o fornecedor que fazia uso da oficina de confecção
investigada". Diz ainda que "realiza auditorias periódicas
em seus fornecedores" e "reafirma que não endossa
qualquer prática trabalhista irregular".
Um bom exemplo de que é possível acabar com esse
tipo de exploração na cadeia produtiva foi dado
pela Nike. Acusada de ter usado trabalho infantil em fábricas
terceirizadas no sul da Ásia, a multinacional foi alvo
de um boicote mundial que agrediu fortemente sua imagem. Num
esforço para limpar o nome, assinou acordos em que se
compromete a exigir fornecedores social e ecologicamente responsáveis.
Os nomes e endereços de todas as fábricas terceirizadas
estão no site da empresa. Aqui, as autoridades cobram
a entrada das empresas de moda em pactos firmados pelo governo
e sociedade civil para a erradicação do trabalho
escravo. É um bom começo para aquelas que pretendem
se alinhar aos padrões internacionais.
* Os nomes foram trocados para proteger a identidade das entrevistadas.
DESARMAMENTO
Tudo, então, que a Maria do Rosário faz é
em prol do povo? Mas bah ! Mesmo sendo incoerente ? Querem acabar
com a venda legal de armas, mas ela aceita doação
de uma empresa que fabrica e vende, legalmente, armas.
Disse ela:
"Eu acredito que a população brasileira vai
amadurecendo a cada ano. Se tivermos clareza que o objetivo
de uma nova jornada de desarmamento são as armas ilegais
e sensibilização para que aqueles que tenham um
arma, ainda que legalizada, percebam que esta arma é
a que cai na mão dos assassinos, podemos reverter e reduzir
o número de mortos por armas de fogo no Brasil".
Aí Reinlado Azevedo escreveu:
1- Segundo Maria do Rosário, a venda legal de armas contribui
com a violência;
2 - A Taurus é uma empresa de armas e contribuiu para
a campanha de Maria do Rosário;
3 - Logo, Maria do Rosário foi beneficiária da
violência!
É elementar, não é mesmo? Pretende-se que
as armas legais estão sujas com o sangue das crianças.
Se é assim, a campanha de Maria do Rosário está
suja com o sangue das crianças. Proponho uma troca: Maria
do Rosário abandona a política, e a gente proíbe
as armas. Que tal, hein? Pode até ser uma boa idéia!!!
Mas tudo bem, ela está sempre lutando em prol do povo.
SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS
MOVIMENTO DE JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS/Brasil INFORMA:
São Paulo, quarta-feira, 13 de abril de 2011
Aeronáutica monitorou políticos após ditadura
Cerca de 1.300 relatórios foram produzidos
nos governos Sarney, Collor e Itamar
Documentos inéditos da Aeronáutica
poderão ser consultados a partir de hoje no Arquivo Nacional,
em Brasília
RUBENS VALENTE
JOÃO CARLOS MAGALHÃES
DE BRASÍLIA
Documentos que serão liberados a partir
de hoje pelo Arquivo Nacional revelam que a Aeronáutica
monitorou políticos, partidos e organizações
de esquerda mesmo após o fim da ditadura militar, nos
governos civis de José Sarney (1985-1990), Fernando Collor
(1990-1992) e Itamar Franco (1992-1994).
Cerca de 50 mil documentos (150 mil páginas) foram entregues
em 2010 por ordem do comandante da Aeronáutica, Juniti
Saito. É a primeira vez, desde o fim da ditadura, que
um serviço de inteligência das Forças Armadas
entrega documentos ao Arquivo, vinculado ao Ministério
da Justiça.
Ontem, o Arquivo disponibilizou uma listagem com os títulos
de 35 mil documentos. As íntegras serão divulgadas
a partir de hoje.
Outros 15 mil papéis, segundo o Arquivo, conteriam informações
relacionadas à intimidade, vida privada, honra e imagem
dos investigados e, por isso, só poderão ser consultados
pelos próprios ou pelos parentes.
As investigações da Aeronáutica eram produzidas
pelo Cisa (Centro de Informações e Segurança),
que mantinha escritórios nos sete comandos aéreos
do país. Cerca de 1.190 documentos foram produzidos durante
o governo Sarney, 111 no governo Collor e 23 sob Itamar, todos
hoje senadores.
O restante dos documentos foi produzido durante a ditadura (1964-1985).
A lista revela que, na gestão Collor, os militares manifestavam
interesse sobre o PT -em especial uma de suas tendências
mais à esquerda, a Convergência Socialista-, o
PPS, o PCB e as relações entre brasileiros e ONGs
com o governo de Cuba.
O Cisa fez relatório sobre as eleições
do sindicato dos metalúrgicos de Osasco (SP) e a 1ª
Romaria do Trabalhador, realizada em 1991. A situação
da esquerda no Chile e na Bolívia também foram
objeto de relatórios.
SEM-TERRA
Movimentos de trabalhadores sem-terra foram objeto de atenção
nos três governos. A CPT (Comissão Pastoral da
Terra), jornalistas estrangeiros e organizações
sindicais de diversos setores também foram acompanhados
na gestão de Sarney.
A história da liberação dos papéis
da Aeronáutica começou em março de 2008,
quando a OAB pediu providências da Procuradoria-Geral
de Justiça Militar para que fosse averiguada a eventual
destruição de documentos históricos, incluindo
os relacionados à guerrilha do Araguaia, ocorrida nos
anos 70.
A procuradora-geral de Justiça Militar, Cláudia
Márcia Luz, solicitou informações aos comandos
do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. Apenas
a Aeronáutica entregou documentos.
Segundo a assessoria do MPM (Ministério Público
Militar), a Marinha e o Exército responderam em 2008
ter seguido a legislação que tratava da destruição
de documentos, mas não esclareceram se possuíam
arquivos semelhantes aos da FAB.
Próximo Texto: Collor e Itamar dizem que não sabiam
de ações
DIVULGAÇÃO LANÇAMENTO
DAS COMEMORAÇÕES DOS 50 ANOS DA LEGALIDADE

Boa tarde,
Solicitamos aos orgãos de imprensa colaboração
para ampla divulgação para a comunidade do Lançamento
das comemorações dos 50 anos da Legalidade no
município de São Borja.O ato acontecerá
dia 18 de abril, ás 19 horas, no Plenário da Câmara
de Vereadores. Na oportunidade será lançada as
comemorações com a exposição permanente
de banners e mostra de um vídeo produzido pela Câmara
para ser exibido nas exposições itinerantes nas
escolas da cidade.
Também será lançado o concurso de redação
promovdo pela Câmara de Vereadores sobre os 50 anos da
Legalidade.
Desde já agradecemos sua atenção e contamos
com sua presença no dia.
Assessoria de Imprensa Câmara Municipal de Vereadores
de São Borja/RS
www.camarasaoborja.com.br
Twitter: camarasaoborja
Telefone: (55)34314150
Rua Olinto Arami Silva, 1043
São Borja/RS
São Borja abre comemorações pelos 50 anos
da Legalidade
Está marcado para o dia 18 de abril,
ás 19 horas o lançamento das comemorações
pelos 50 anos da Legalidade no Plenário da Câmara
de Vereadores. O movimento político liderado por Leonel
Brizola que mostrou resistência e defendeu a Constituição
e a garantia da Posse de João Goulart, após a
renuncia de Jânio Quadros não passará em
branco na cidade. A iniciativa das comemorações
partiu do Presidente da Câmara de Vereadores, vereador
Celso Lopes (PDT), que instituiu 2011 como o Ano da Legalidade.
O lançamento das comemorações será
uma apresentação a sociedade do material que depois
circulará em exposições pelas escolas de
São Borja. “Não queremos as comemorações
só na Câmara de Vereadores, mas levar as nossas
escolas para que os jovens tenham conhecimento e orgulho de
nossa história. Um importante movimento político
como este liderado pelo Brizola não pode passar em branco,
ainda mais na terra que ele escolheu e adotou como sua”,
declarou o vereador trabalhista.
A festividade terá a presença do coral de crianças
do Centro de Formação Tereza Verzeri. Na oportunidade
será lançado tamém o concurso de redação
sobre os 50 anos da Legalidade.
--
Assessoria de Imprensa Câmara Municipal de Vereadores
de São Borja/RS
URBANO STATION TEM
PROMOÇÃO DE VENDAS
A R.Correa Engenharia está lançando uma promoção
especial para a
Páscoa e o Dia das Mães visando a comercialização
das últimas unidades ainda
disponíveis no empreendimento Urbano Station. A campanha
oferece, entre
outras vantagens, desconto de 10% sobre o montante do pagamento
realizado no
ato da compra. Localizado na Av. da Azenha, nº 680, o Urbano
Station está em
fase final de construção, com previsão
de entrega para 31 de julho próximo.
Os apartamentos são de 1 e 2 dormitórios, com
Box de estacionamento e contam
com financiamento do Banrisul.
Todt Comunicação
Show gratuito reunirá grandes nomes da música
nativista
O Grupo Amador de Artes Os Angueras, com o
apoio da Prefeitura e a Câmara de Vereadores, realizará
no próximo dia 20 a Quarentena da Barraca. A partir das
19h30, no Cais do Porto, músicos que participarão
da 40º edição do Festival da Barranca farão
uma apresentação gratuita à população
de São Borja. Entre as presenças confirmadas estão
Elton Saldanha, Luis Carlos Borges, Cristiano Quevedo, Pirisca
Grecco, Erlon Pericles, Mario Barbará, Angelo Franco,
Jorge Freitas, Nico Fagundes e Telmo de Lima Freitas.
Os Angueras informam que haverá recolhimento de alimentos
e agasalhos no evento que posteriormente serão encaminhados
para a Secretaria do Trabalho, Assistência Social e Cidadania
(SMTASC). Também haverá distribuição
de material de conscientização ao combate à
dengue.
Rodeio country faz sucesso na fronteira gaúcha

Durante quatro dias, 2° São Borja
Rodeio Country Show marcou presença
O espetáculo é aberto pelo show
pirotécnico. O olhar do público é embalado
pelas trilhas musicais e pela voz forte do locutor e comentarista
Celso Russo, quando anuncia que “a emoção
vai tomar conta dos corações”. As luzes
convergem ao portão de entrada da arena. César
Paraná entona uma mensagem de reflexão que aborda
temas de amor, felicidade e também de tristezas. Na quinta-feira
(07/04), na primeira noite do rodeio, ele e o padre Irineu Machado
pediram um minuto de silêncio em homenagem as 12 crianças
assassinadas na escola Tasso da Silveira no Rio de Janeiro.
O momento é marcado pela comoção do público,
enquanto isso o telão exibia as imagens de crianças
nas áreas mais remotas do mundo. A emoção
ganha a trilha do sucesso gravado em 1972 por Lennon e Yoko
Onno – Happy Xmas (Feliz Natal) ou War is Over, na tradução
geral A guerra está acabada.
As mensagens também servem para os peões demonstrarem
a devoção pedindo para tudo corra bem durante
o rodeio. Para o peão Claudemir Soares, de Deodápolis,
Mato Grosso do Sul, o momento da prece é um dos mais
importantes no evento: “Nós agradecemos e pedimos
a proteção tanto do peão como ao animal.
Também pedimos para que tudo corra bem com os colegas
e com o público”, comenta. Após as orações
é dado o início do rodeio. Com 20 anos nas arenas,
Claudemir expressa que o tempo regulamentar de oito segundos
é uma eternidade no lombo do touro. “Tem que estar
atento, um milésimo de bobeira pode ser que vai tudo
por água abaixo”. Na parte da tarde, um sorteio
é realizado para definir em qual animal o peão
vai montar nas próximas horas. Segundo Claudemir, é
neste período que o cowboy conhece o touro e as dificuldades
que vai enfrentar na arena. A preparação dos touros
começa muito antes da porta de entrada dos rodeios. Proprietária
de uma cabanha no interior de Gravataí, Cristina Borba,
explica que não é qualquer touro que está
apto a ir a um rodeio. Conforme ela, a cada mil bezerros nascidos,
um pode virar touro atleta. “Após os dois anos
é observado que o animal tem futuro no esporte, é
feito uma série de exames e começa um tratamento
especial na alimentação e também são
inseridas diversas atividades físicas […] Só
depois de três anos, no mínimo, ele está
apto a entrar em uma arena”.
Ela revela que o transporte também é diferenciado
para este tipo de touro, com caminhões forrados com materiais
especiais, de maneira que não os machuquem durante o
deslocamentos. Cristina ressalta que a cada rodeio o animal
é substituído, permanecendo em um período
de repouso na cabanha. Desta forma, os animais não sofrem
nenhum tipo de exploração. A lei n° 10.519
de 17/07/2002, chamada “lei do rodeio”, foi sancionada
pelo então presidente da república Fernando Henrique
Cardoso e proíbe os maus tratos aos animais. Segundo
o artigo 4º da lei, os apetrechos técnicos utilizados
nas montarias, bem como as características do arreamento,
não poderão causar injúrias ou ferimentos
aos animais. O chamado Sedem, cinta confeccionada de lã
natural é colocada na virilha, de maneira a causar cócegas
nos animais, fazendo pular, explica Cristina.
Outra lei que faz parte dos rodeios é a 10.220 de 2001
que dispõe da regulamentação da atividade
de peão de rodeio equiparando como atleta profissional.
A busca do sonho e da realização profissional
foi um dos alvos do peão Ricardo dos Santos, de apenas
18 anos, o mais novo entre os peões. Há cerca
de um ano ele circula pelas arenas e relembra que tudo começou
em uma brincadeira de amigos em sua cidade no interior de Mato
Grosso do Sul. “Comecei a montar nos bois em casa –
em um sítio - e levei a sério, criei paixão,
fui parar num rodeio. Me sinto bem no lombo do touro”,
comenta.
De acordo com o empresário Mauri de Lima, os cowboys
fazem a inscrição junto a empresa César
Paraná Rodeios e garantem as vagas para participar. A
principal meta da empresa é trazer o rodeio country ao
sul do Brasil: “O rodeio é um dos esportes que
mais leva público, depois do futebol”.
Na arena, o público presencia um silêncio seguido
por um grito de grande intensidade “Helloooo Peopleeee”,
que anuncia o show de peões e touros na área central
do evento. César Paraná, criador do jargão,
lembra que era locutor de rádio quando começou
a citar esta expressão. Para ele, a emoção
de estar no meio da arena é mútua ao ver a alegria
no rosto do público. “É uma sensação
que não existe palavras para descrever, o carinho do
público é a nossa energia”, pondera. A animação
e as brincadeiras atrai olhares e sorrisos de crianças
e adultos, às vezes chamados até o centro do evento.
A dupla de palhaços, ou animadores de arena, “Passa
Fome e Mentira” se encarrega das gargalhadas do público,
inclusive assessorando o narrador. Fabiano Alves Pereira, ou
“Mentira”, confessa que no início da profissão
era muito tímido mas ao longo dos quatro anos aperfeiçoou
a técnica de provocar o riso nas pessoas. Ele descreve
que a maior alegria é ver as pessoas felizes. “A
nossa motivação é ver o sorriso no rosto
da pessoa. Isto é gratificante”.
Espantada com a habilidade dos bull riders, a plateia assiste
ao espetáculo ouvindo a narração mesclado
com músicas sertanejas, pagodes e sucessos internacionais
mixados pelo DJ K.são. Celso Russo comenta os detalhes
de cada montaria e, caso o cowboy não consiga permanecer
os oito segundos em cima do animal, ganha um entonado “Bye
bye cowboy”. O eletricista João Viana assiste com
a família e pondera que é a primeira vez que vai
ao rodeio country, motivado pelo comentário dos amigos.
“Os colegas do trabalho estavam falando e resolvemos vir
olhar de perto”. Pela primeira ou segunda vez, alguns
presenciaram a edição realizada no ano passado
e resolvem repetir a dose este ano, como a estudante Flávia
Casarolli. Ela aguarda também a realização
para o ano que vem. “É um diferencial, traz muita
emoção. Espero que a atração venha
novamente no ano que vem”, enfatiza. A queima de fogos
e as surpresas dos shows são fatores que chamam a atenção,
como a do funcionário público André Lima.
“Muito bonito, também as mensagens que são
apresentadas”. Moradora há poucos dias em São
Borja, a auxiliar administrativa Andreia Stringuini Pinheiro
afirma que é algo diferente nunca visto antes. “O
pessoal fala muito e vim conferir”.
A última noite foi para conhecer os vencedores da etapa
São Borja e os cinco melhores colocados foram premiados.
A classificação ficou a seguinte: 1° lugar,
Saulo Paião com 223 pontos que levou o prêmio de
R$ 5 mil; em 2°lugar, Fernando Farian com 163 pontos; em
3° lugar Renilson Cruz com 156 pontos; em 4º lugar
Edson Padilha com 152 pontos e em 5º lugar Antonislei Fabrício
com 146 pontos.
Segundo o secretário de Turismo, Esporte Eventos e Juventude
Eldomir Marchezan, o evento superou as expectativas. Ao todo,
as quatro noites reuniram cerca de 15 mil pessoas. Parte da
arrecadação será destinada as entidades
APAE, Centro de Formação Tereza Verzeri e Asilo
São Vicente de Paula.
Sponholz
do blog do CH. Esta é bem bolada, mesmo!
Humorista neste país, tem o trabalhado facilidado por
ELLES.....

DE SÃO BORJA
SANBORJENSES SURPRESOS
COM O ENTERRO DE DONA IOLANDA MARQUES GOULART
EM PORTO ALEGRE
São-borjenses ficaram surpresos com
o fato de dona Iolanda Marques Goulart, viúva do falecido
deputado do PSD( partido social democrata)Naio Lopes de Almeida
- nada a ver com o do Kassab,de agora - que faleceu aos 95 anos
madrugada de terça, ter sido enterrada em Porto Alegre.
É que no jazigo dos Goulart, no cemitério
Jardim da Paz, em São Borja, há uma vaga que muita
gente pensou que seria para ela.
Como não foi enterrada, alguns especuladores
estão falando que o local tenha sido reservado para a
ex-primeira dama Maria Thereza Goulart, que vive no Rio.
Morta com idade avançada, dona Iolanda,
a última das irmãos de Jango que ainda vivia,
enterrou o marido e dois filhos: o jornalista Coi Lopes de Almeida(
cujo nome era Aubert) mais conhecido por Coi - que trabalhou
em vários jornais da capital e foi fundador do inovador
Pato Macho - e o outro filho, que tinha ficado em São
Borja, Vicente Donário Goulart Lopes de Almeida, cujo
apelido era Nono. Ele incorporou o apelido,quando concorreu
a vereador na Terra dos Presidentes.
EM TEMPO: O marido de dona Iolanda Marques Goulart está
sepultado no jagizo da família Goulart em São
Borja.
Coleguinhas
Marcelo Rech "quase" encontra
a morte em Blumenau....

Marcelo Rech em Moscou....
Marcelo Rech, depois de ter feito cobertura
de guerras - como do Iraque, no começo de 1990 - quase
encontra a morte dormindo num hotel, no caso o Plaza, em Blumenau
na madrugada de terça. Ele narra na zh de ontem que estava
hospedado no Plaza quando houve a explõsão de
duas caldeiras que por pouco não provocam uma carnificina.Não
houve feridos.
Rech, hoje diretor de produtos da RBS, já
foi editor-chefe do jornal zero hora.
Ele nasceu em santa cruz do sul em 1960. Seu
pai era um general. Da caserna do pai, herdou o estilo prussiano
de ser....
Começou na EBN - Empresa Brasileira
de Noticias - e depois em 1988 transferiu-se como repórter
especial para a ZH.Em 1997, deixou a reportagem pra assumir
a editoria, no lugar de Augusto Nunes, que fora "importado"
de São Paulo.
Rech foi promovido nos últimos tempos
a diretor de produtos do grupo RBS e seu lugar foi para Ricardo
Stefanelli.
Mas ainda dá pitacos no jornalismo,
como ontem, quando narrou o que ocorreu dentro do Plaza, de
Blumenau.
Você tem Sefoia?
SEFOIA: Enfermidade ainda não aceita
pela classe médica. Entretanto, milhões de pessoas
em todo mundo padecem deste mal e esperam a aprovação
da Organização Mundial de Saúde para que
se estude e se encontre a cura para esta mortal enfermidade
que, cada dia, é adquirida por milhares de pessoas.
Se você tiver 3 ou mais sintomas indicados
abaixo é sinal de alerta vermelho!!!!
SINTOMAS QUE DEFINEM O APARECIMENTO DESTA PATOLOGIA:
1.- Se um café te provoca insônia.
2.- Se uma cerveja te leva direto ao banheiro.
3.- Se tudo te parece muito caro.
4.- Se qualquer coisa te altera.
5.- Se todo pequeno excesso alimentar te provoca aumento de
peso.
6.- Se a feijoada "cai" como chumbo no estômago.
7.- Se o sal sobe a tua pressão arterial.
8.- Se em uma festa pedes a mesa mais distante possível
da música e das pessoas.
9.- Se o amarrar os sapatos te produz dor nos quadris.
10.- Se a TV te provoca sono.
Todos esses sintomas são prova irrefutável que
padeces de Sefoia
SE-FOI-A juventude !!!!!!!!!!
Nem adianta me xingar... tb recebi!!
Sessão de quinta-feira tem radioamadorismo, esculturas
públicas e esquerda tunisiana
Três eventos estão marcados para
a sessão ordinária desta quinta-feira (14/4) na
Câmara Municipal de Porto Alegre: o comparecimento de
Amami Nizar, militante de esquerda na Tunísia; a divulgação
do ensino de Física através do radioamadorismo;
e o lançamento do Projeto Esculturas Públicas
em Porto Alegre. A sessão terá por local o Plenário
Otávio Rocha do Palácio Aloísio Filho,
sede do Legislativo municipal, com o início previsto
para as 14 horas.
Nizar - Militante do Sindicato dos Correios
e Telégrafos da Tunísia e membro da Liga de Esquerda
Obreira, desde 7 de abril Nizar está no Brasil participando
de atividades com partidos políticos e sindicatos, em
São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Nizar falará
ao plenário em período de Comparecimento*.
Física - O Clube de Radioamadores do
Colégio Militar de Porto Alegre ocupará a Tribuna
Popular para falar sobre o ensino de Física através
do radioamadorismo baseado nos inventos do padre Roberto Landell
de Moura. Será orador o professor 1º tenente Gentil
César Bruscato.
Esculturas - No período de Comunicações
Temáticas será feito o lançamento do Projeto
Esculturas Públicas de Porto Alegre. O pesquisador e
especialista em arte pública José Francisco Alves
será o palestrante. Alves é autor do livro A Escultura
Pública de Porto Alegre - História, Contexto e
Significado. Também é professor do Atelier Livre
da Prefeitura.
As atividades do Plenário Otávio
Rocha podem ser acompanhadas ao vivo nas galerias, pela Rádio
Câmara ou TV Câmara, ambas com links disponíveis
na página eletrônica www.camarapoa.rs.gov.br. Nas
quintas-feiras as sessões ordinárias também
são transmitidas ao vivo pelo Canal 16 da NET. A sede
da Câmara Municipal de Porto Alegre está localizada
na Avenida Loureiro da Silva, 255.
Helio Panzenhagen (reg. prof. 71554)
(*Com informações de http://internacionalpsol.wordpress.com)
Valério Cassafuz cria homenagem a desportistas de São
Borja
Foi aprovado na sessão ordinária do dia 12 de
abril projeto de autoria do Vereador Valério Cassafuz
(PDT) que cria a premiação Destaque no Esporte
Amador – Vereador Luis Carlos Lopes, para homenagear os
desportistas da cidade.
De acordo com Valério a intenção é
incentivar e homenagear os desportistas de São Borja.
“Sabemos a importância do esporte no desenvolvimento
de nossas crianças, além disso a evolução
do esporte aqui no município é cada vez maior.
A ideia do projeto é destacar essas lideranças
esportivas através das indicações das associações”,
informou o vereador trabalhista.
--
Assessoria de Imprensa Câmara Municipal de Vereadores
de São Borja/RS
DESARMAMENTO
Mas não foi só o PT que recebeu deste pessoal,imagino...se
não fica que parece que o PT gosta de dinheiro de revólver....
Concordo, mas quem recebeu e achou bom não pode pregar
desarmamento.
SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS
FESTIVAL DA BARRANCA
sHOW DE BOLA....
Não devem mais usar esta expressão,
mas é o que se pode dizer do que se viu na reitoria da
UFRGS na quarta passada, à noite.
Bombou....POdia ter mais público, porque
foram três horas de grandes músicos.
E,cara, eles conseguiram trazer pro palco da
reitoria - naquele ambiente um poucoaustero - o clima do festival
que esta edição completa 40 anos...
Atrações como TELMO DE LIMA FREITAS,
NICO FAGUNDES,ELTON SALDANHA,MÁRIO BARBARÁ,PIRISKA
,BORGHETINHO( sempre muito discreto) E OUTROS NOMES MENOS CONHECIDOS,
MAS IGUALMENTE DE MUITO TALENTO....
Nico contou como surgiu o festival....agora
chamado de COMICIO DOS ESPIRITOS....
Todo mundo já sabe, mas nunca é demais contar.
Do meu lado, tinha um " gauchão" todo a rigor,
que nasceu em Santo Angelo,mas que agora está "
desgarrado" em Criciúma, Santa Catarina.
E o show durou umas três horas. Uma moça sorteada
escolheu o tema dos 40 anos do festival pra eles comporem. Numa
hora e pouca já tinham saído várias músicas.
- Imagine o que éstes loucos fazem em
três dias acampados. O que sai de música, disse
o apresentador da noite.
Engraçado que eles se tratam com camaradagem,
como se fossem uma irmandade. DE vez em quando saem umas rusgas,
próprias de quem tem intimidade ...
Nico e sua turma do Alegrete debocharam a vontade
da cidade. Nico disse que a cidade produziu O ESTUPIDO MAIS
CAVALHEIRO QUE ELE CONHECE. Claro que tava se referindo a si
próprio....
Enfim,um show pra ser lembrado. Nâo é
todo santo dia que se vê um acontecimento destes.
Coisas que anotei( não são críticas)
1) Não se podia matear dentro da reitoria.
O funcionário disse que o festival chegou na reitoria
mas que as regras dela seriam mantidas....
2)O roqueiro ROGER LERINA, DA ZH E DA GAUCHA
estava lá e ficou até o fim
3) O fotógrafo Emilio Pedroso, de zero
hora,fotografou tudo.
Ele é um entusiasta do festival da Barranca.
Pra comemorar os 40 anos, foram feitos shows
em quatro localidades:porto alegre e duas cidades do interior(santa
maria e santo angelo ou caxias,nãotenhocerteza,agora)
e no dia 21 será feito um show,aberto ao publico, no
cais doporto em são borja.
Não percam!
Olides Canton e Ayres Cerutti no Sonoridades
de hoje (13.04). As histórias e "estórias"
da noite porto-alegrense nesta quarta às 21h pela 1080
AM- Rádio da UFRGS
Os jornalistas Olides Canton e Ayres Cerutti são os convidados
especialíssimos do Sonoridades da noite de hoje. Olides
tem o site www.deolhoseouvidos.com.br e edita há muitos
anos o informativo Fitness. Ambas experiências jornalísticas
bacanérrimas. Já o Ayres é editor da histórica
revista Programa (www.programa.com.br) e atual diretor financeiro
da Associação Riograndense de Imprensa (http://www.ari.org.br/).
O tema do bate-papo da noite desta quarta quem sugeriu foi o
Olides, que está finalizando um livro que promete demaaaaaaaaais
sobre a história da noite de Porto Alegre, seus bares
e lendas. Eis que ele me manda um email esses dias sugerindo
falarmos sobre a noite lado “C” de POA, freqüentada
por muitos, mas admitida por poucos. Não preciso dar
mais detalhes, né? Mas claro que três jornalistas
reunidos acabam pautando-se uns aos outros e a coisa foi mais
longe e a 1h dessa quarta foi pouco, e na quarta que vem tem
mais. A segunda parte. Quer saber mais sintoniza hoje às
9 da noite na 1080 AM ou via web. Agora se você perder
pode ir depois no site da Rádio da Universidade que o
programa estará disponível no link do Sonoridades
dentro de Programação. Abraços
ENTREVISTA COM OLIDES CANTON E AYRES CERUTTI
Pauta: A noite porto-alegrense de ontem e de hoje
Quando: 13 de ABRIL
Horário: 21 HORAS
Onde: Rádio da Universidade 1080 AM ou www.ufrgs.br/radio
Apresentação/produção: Guto Villanova
e Mozart Dutra
Operação técnica: Deivid Ribeiro
Supervisão: Prof. André Prytoluk
Guto Villanova
Jornalista
Assessoria de Imprensa MS2 produtora e outros
Zulke prestigia abertura da Fimec
O deputado federal Ronaldo Zulke (PT) prestigia, neste momento,
a abertura da Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos,
Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados
e Curtumes – Fimec, nos pavilhões da Fenac, em
Novo Hamburgo. O parlamentar representa oficialmente a Câmara
dos Deputados.
A edição de 2011 da Fimec apresenta mais de 1.200
marcas, cerca de 600 expositores de 20 países, e expectativa
de 50 mil visitantes de todos os continentes. Os pavilhões
da Fenac funcionarão das 13h às 20h, de terça
a sexta-feira.
Igor- Parte 2 e 3
LEIAM QUE É UM BELO DEPOIMENTO DE UM
JOVEM PIÁ GAUCHO PERDIDO NOS CONFINS DA CHINA.
E A NARRATIVA PARA OS PARENTES DO DIA A DIA
DO POVO CHINES....
AGORA QUE A PRESIDENTE DILMA ESTÁ LÁ,
PODEMOS NESTE TEXTO VER UM POUCO DE COMO VIVEM OS CHINESES...
A NARRATIVA É DO ENGENHEIRO MECANICO
IGOR FERNANDES, DE SANTA MARIA QUE FOI PARA A CHINA TRABALHAR.ELE
TRABALHA NUMA FABRICA EM HANGZHOU PERTO DE SHANGAI, QUE É
UMA FÁBRICA DE TURBINAS PARA HIDROELETRICAS.ALIAS É
A SEGUNDA MAIOR FABRICA DO MUNDO NO GENERO.
IGOR SE FORMOU HÁ POUCO. ESTÁ APRENDENDO COM OS
CHINESES....
Já estavam com saudades das notícias mirabolantes
da China? Então Let’s go for some international
news from China
Como já sabem primeiro vamos a algumas respostinhas e
respostas dos últimos e-mails que recebi. Mas já
vou avisando que ainda estou sem máquina digital, estou
esperando resolver minha vida a respeito do meu visto de permanência
aqui, depois vou ir a Rivera opsss Hong Kong todo mês.
Thiego você deve ter visto muita coisa passeando por Chinatown
sim. Você não ta por fora não meu amigo,
eu que to vendo as coisas por trás dos bastidores aqui
diariamente heheheh.
Impacto que eu tive nessa primeira semana? Digamos pra ser bem
curto, tive todos os tipos possíveis de choque cultural.
Da pra dizer o seguinte esse povo aqui é tudo de bom,
agente entende bem direitinho quando vive o lado deles, porque
eles comem esse monte de coisa estranha e porque os preços
aqui são muito barato, é muita gente, eles precisam
se alimentar, precisam se vestir, e precisam se locomover. Eles
possuem uma população gigantesca o governo faz
de tudo pra que o povo viva e consiga se alimentar e se vestir.
A maioria das pessoas aqui ganha em torno de 290 dólares,
ou seja, eles se viram nos 30 todo os dias.
Eu conversei com alguns e realmente é bem difícil
pra um Chinês sair do pais, é difícil pra
eles terem uma vida tranqüila com tempo pra gastar em besteiras
que nem agente, eles não gostam muito do governo não,
mas entendem que faz parte e eles amam o país que vivem.
Você não vê em nenhum momento criminalidade,
assalto, seqüestro, nada é perigoso aqui, nada você
precisa se preocupar, perguntar se é seguro esse ou aquele
lugar é algo incompriensível pra eles. Bom tenho
que confesar que alguém que me disse que bicicletas são
roubadas, mas se roubarem logo logo você consegue comprar
outra porque no mercado uma bicicleta novinha em folha sai por
200 Yuans, algo como 29 dolares ou seja 50 reais acreditem é
isso mesmo. Lógico que eu vou comprar pro próximo
final de semana.
Transito caótico porque é tudo tão bem
planejado, com faixa de segurança, sinaleiras pra pedestres,
motos, carros, em todos cruzamentos, e simplesmente ninguém
respeita NADA, é a lei do mais forte sempre, coisa de
louco mesmo porque as vezes a sinaleira fica verde para as 2
mãos ao mesmo tempo então fica tudo parado no
meio daquelas avenidas enormes. O pedestre praticamente não
existe aqui é mera decoração ( senhora
decoração de 8 milhões de pessoas) kkkkkkkk.
Antes de vir pra cá peguei algumas dicas com o Paulo
que morou aqui na China por 5 anos trabalhando na Embraco ele
me deu um monte de conselhos e avisos, só que ele esqueceu
de dizer pra trazer abafador de ouvido por que aqui a buzina
é uma metralhadora é muito barulho, muito mesmo,
aqui só pedestre não tem buzina, porque moto,
bicicleta e carro tem e é uma coisa de louco de ficar
surdo as vezes.
Wikepédia aqui é restrita só funciona em
inglês, boa saída do governo porque ninguém
entende inglês mesmo, então deixa rolar hahahaha.
Por falar em inglês to pensando seriamente em não
falar mais nada de inglês na rua, eles não entendem
bolhufas mesmo, assim eles já vão aprendendo algumas
palavrinhas em português no vocabulário deles,
vai da na mesma no final das contas compreensão zero
no monólogo.
Facebook e derivados???? BLOQUEADO, nada de fazer novas amizades
pelo mundo e muito menos encontrar amigos por ai, até
porque aqui já tem o bastante né, ou vocês
acham 1 bilhão e 300 milhões pouca gente pra bater
um papinho e contar as novidades? hahahahaha.
Tenho que fazer um esclarecimento pra minha sogra e pra mais
um monte de amigos que perguntaram a mesma coisa!!!! Curiosidade
sobre o desodorante, não existe isso aqui, eles não
usam e já fui em todos lugares possíveis, farmácia,
mercado,etc. O Povo aqui não tem pelos então não
precisam consequentemente não fedem pelo menos não
a aza.
Gian dizer que o Milktea deles é praticamente o gosto
do nosso rio Uruguai é realmente um imperalismo gaudério,
mas vou te contar que já ta quase descendo redonto esse
treco. Daqui uns dias mando a receita pra Ana Maria Graga vocês
vão ver..
A Empresa onde estou trabalhando fica 20 minutinhos caminhando
de onde moro então quando venho as 07:30 da pra ver muita
coisa nova, e quando eu volto mais ainda, ontem achei churrasco
inclusive, o china espetou uma costelinha de porco fez as casinhas
de tijolos bem como agente faz, colocou Brasa e ficou assando
várias costelinhas ali pra vender, fiquei parado 5 minutos
na calçado como se nunca tivesse visto nada parecido
antes, na verdade não tinha visto mesmo, aqui na China
não hahahaha.
Voltando um pouco sobre a Empresa, antes de chegar aqui pensei
que era apenas uma grande empresa de equipamentos de geração
de energia, mas depois de ontem visitando a outra sede da fábrica
e conversando durante o percurso de 1 hora e meia com o vice
presidente da Zhefu e outros colegas de trabalho, percebi que
estou trabalhando numa companhia gigantesca, fui contratado
para ser membro do departamento de engenharia internacional
da segunda maior empresa da China no ramo de geração
de energia por meios hídricos. Só perde pra primeira
porque é do governo chinês, a nossa é 100%
privada. Meu grupo de trabalho não podia ser melhor todos
bem descontraídos, cada um responsável por uma
parte do mundo fazendo negócios de milhões de
dólares todos os dias.
Meu horário de trabalho é 08:00 as 11:45 e 13:00
as 17:00, no primeiro dia já me deram 50% do salário
adiantado e mais toda a infra estrutura necessária. O
setor é internacional mas aqui só 2 falam inglês,
nem o supervisor do setor fala hilária fazer uma reunião
com eles tudo em chinês e o meu colega traduzindo tudo
pela metade.
O Apartamento saiu caro assim Cris, por causa de 3 fatores.
Primeiro porque é de 3 quartos, e isso é bem difícil
e segundo porque é no centro então como em qualquer
lugar no mundo eu acho, perto do centro é mais caro e
terceiro porque Hangzhou é uma cidade bem cara, uma das
que tem os maiores poderes aquisitivos da China. E não
é tão caro assim se formos pensar que sairá
150 dólares por mês pra mim, com Tv a cabo, gás
e luz para serem pagos de 3 em 3 meses.
Betina tua amiga Chinesa tava mais que certa, aqui eles comem
tudo que tem 4 pernas menos as mesas e cadeiras, 2 pernas menos
o ser o humano, acrescento ainda tudo que vem da água
e tudo que rasteja.
A cidade de Hangzhou é uma cidade magnífica pra
morar, salvo a poluição que é bem intensa
como em grandes cidades, achei que tinha visto poluição
em São Paulo, lá o céu é uma limpeza
perto daqui. Não vemos o sol quase nunca só aquela
sensação de abafado quando passa dos 20 graus.
Segundo o diário de bordo chinês aqui é
a cidade mais segura da China, mais tranqüila e oferece
uma qualidade de vida bem prolongada.
Meu bairro é um bairro bem velho mora bastante velinhos,
por falar em velho aqui na China é o mesmo que dizer
quase pré histórico então imagem né.
É de ficar bobo vendo o que eu vejo todos os dias olhando
pela janela, aquele monte de roupa pinduradas pra tudo que é
canto, panela em prateleiras com as maiores gambiarras que vocês
possam imaginar, galinha depenada em ganchos pra fora da cozinha,
e por ai vai. Só fiquei um pouco incucado só com
o tamanho dos sutiãs das Chinesas, elas não tem
tudo isso de peito pra usar sutiã daquele tamanho,vão
me desculpar mas até pra mim fica grande ahhahahahahaah.
É muito sutiã pra pouco peito,não entendi
porque mas também ta ai uma coisa que vou morrer e não
vou saber.
A impressão que eu tenho por enquanto é estar
passando pelo Jack Chan umas milhões de vezes por dia,
juro que no parque que eu fui no domingo passado cheguei a virar
pra ver se era, mas acho que não era. E por falar em
Jack Chan aqui ele faz propaganda de tudo, head & shoulders,
Kaspersky, Kodak, e o mais engraçado ele faz propaganda
pra 2 massas concorrentes hahahaha aqui time is Money. Não
tem essa de que se sou garoto propaganda da Bozzano não
posso ser da gilete kkkkkkkkk. Resumindo o Jack Chan ta por
tudo e tem corrente o Jet Lee também ta por ai bem sorridente
no cartaz da colgate.
Minhas refeições aqui já estão bem
adaptadas, uma que eu não pergunto mais o que é,
que carne é, enfim gostei da cor e do cheiro to mandando.
O nosso típico espetinho da esquina ai do Brasil é
substituído por espetinho de tentáculos de lula
é o cara frita na chapa e fica bem assadinho, bem bom.
O refeitório aqui na Empresa é um algo de se ver,
tipo é um self service onde você pega uma bandeja
e vai escolhendo quantas cambuquinhas vai querer, cada uma é
uma coisa, antes disso claro os famosos chopsticks, você
tem que pegar um par de pauzinho e mais uma colher muito estranha
para a sopa. No final a conta é paga pelo número
de bandejas que você pegou. No final do corredor eles
tem um panelão elétrico do tamanho daquelas de
fazer risoto na paróquia sabem? Só que elétrica
e cheia de arroz pra quem quiser repetir, imagina senão
repetem de graça.
A conta da sempre em torno de 11RMB isso é 2 reais e
10 centavos. Apenas um upgrade a respeito da minha evolução
com os chopsticks é que consigo comer tranqüilo
sem fazer fiasco mais inclusive pegar grão por grão
de feijão.
Curiosidades em relação aos preços aqui.
Acreditem é isso mesmo eu também fiquei de boca
aberta com algumas coisas.
Caneca – 0.75 centavos
Panela de alumínio tamanho médio com tampa de
vidro temperado – 7 reais
Academia de musculação – 100 dólares
por 1 ano
Internet – 6 meses por 125 reais
Edredom – 14 reais e bem bom
Mcdonald’s – 5.10 reais
Outras curiosidades que vou me adaptar bem ligeiro eu acho.
Aqui eles comem muito rápido, tipo 10 minutos e deu,
já tem alguém em volta pra sentar e comer. Outra
coisa eles não baixam a tampa do vazo, pelo menos nos
2 lugares que eu morei aqui ninguém baixa ahahahaha.
Tava pensando ontem voltando pra casa, o como eu fui cruel com
o Kalel fazendo ele aprender tudo ligeirinho e tão complexo,
to um analfabeto completo aqui e ele aprendeu tudo tão
rápido putzzzzzzzzzzzz.. Só me vem as palavras
da Marina dizendo “Igor isso é muito complexo pra
ele entender”. É kalel voltei pro jardim de infância
junto contigo meu filho.
Pois é vou ter que aprender essa língua rápido
é meta falar pelo menos um pouco e entender um outro
tanto, mas a respeito dos caracteres eu já esqueci esses
vai ser desafio pra 5 anos no mínimo.
Outra coisa, ta pensando em vir pra China e usar só cartão
de crédito? Bom talvez você consiga comprar alguma
coisa no aeroporto porque depois de sair de lá, esquece
que você vai achar algo que aceitei o nosso cartão
de crédito INTERNACIONAL, aqui não é internacional
não pelo que vi até agora. Ou você tem cartão
de crédito que é débito Chinês ou
você não tem nada. É difícil entender
e principalmente pra mim que andava com no máximo 5 reais
no bolso, aqui você anda com muito dinheiro sempre tipo
você tem que ter no mínimo uns 3000RMB aqui. Então
te prepara pra pagar sempre tudo com dinheiro vivo.
Acho que deu por hoje gente, acabei não falando do mercado
publico chinês nem das atrações turísticas
da cidade. Vou contar na próxima vez, eu to anotando
os preços das coisas também pra contar pra vocês
e uma história muito louca de quando cheguei em casa
semana passada.
Não deixem de escrever pra mim, quero saber tudo e se
quiserem adicionar alguém na lista me avisa que eu mando
sem problema. Agora estou com celular é tranqüilinho
de ligar. O número ta no final do e-mail.
Beijão pessoal ótimos dias pra
vocês.
Sucesso
--
Igor Dibi Fernandes
Mechanical Engineer of International Engineering Department
ZHEFU Hydropower Equipment Co., LTD
Add: A-16, huanxing Times Plaza,No.478 Wensan Rood, Hangzhou,
China
Mobile: +86 (571) 13615712203
PESQUISA DE
BRASÍLIA
Sergio Ross
Uma boa pesquisa foi feita
recentemente em Brasília. É sobre o Ministério
da Presidente Dilma Rouseff.
Segunda a Agencia Siga Brasil, teve quatro deputados que até
agora não foram recebidos pela Presidente.
São eles:
Deputado Moreira Franco,que é do Ministério de
Assuntos Estratégicos. Foi indicado pelo PMDB e comanda
uma pasta paralisada e sem orçamento ainda.
Pedro Novais. Comanda o Ministério do Turismo. Foi indicado
pelo PMDB. Assumiu o comando alvejado por denuncias. Foi acusado,de
não fiscalizar com eficiência os recursos de emendas
parlamentares.
Minha opinião: vai ser um dos primeiros a ser demitido.
Wagner Rossi. Comanda os ministérios da Agricultura e
Pecuária. Indicado também pelo PMDB. Dizem que
tem
uma posição afinada com a Presidente e negocias
o novo
Código Florestal.
Mário Negromonte. É de um importante ministério,
o Ministério das Cidades. É do PP e já
articulou o
aumento de recursos para estados e municípios visando
obras de saneamento e pavimentação.
Agora, os Ministros que foram recebidos pela Presidente:
Guido Mantega. É o Ministro da Fazenda. Foi recebido
oficialmente 12 vezes. Mas conversa com a Presidente várias
vezes por dia. Cortou R$ 50 bilhões do Orçamento,mas
não tem conseguido conter a queda do dólar e a
volta da inflação.
Minha opinião: briga diariamente com o Antônio
Palocci,pelo poder junto a “cumpanheira.
Antonio Patriota,Ministro das Relações Exteriores.
É um
dos mais próximos da Dilma e tocou a mudança de
posicionamento do país em relação ao Irã.
Minha opinião: tem jogo de cintura. É um cara
que discretamente já levou algumas broncas mas conseguiu
superar as pequena crises surgidas na casa de Rio Branco
Vai longe o “cumpanheiro”. Foi recebido oficialmente
nove vezes,mas tem acesso a Presidente diariamente por telefone.
Atonio Palocci. É o chefe da Casa Civil. Considerado
o número dois do governo,tem feito algumas articulações
politicas.
Minha opinião: tem jogo de cintura também,mas
saiu do governo de Lula muito mal. Conhece economia e fala diariamente
pela manhã com o Delfin Netto. Foi recebido na agenda
oficial 7 vezes,mas também conversa pessoalmente com
a Presidente várias vezes por dia.
Helena Chagas, Ministra da Comunicação Social.
Tem
atuação de bastidores e coordena o relacionamento
com veículos de imprensa.
Minha opinião:a briga dela com Dilma,nos bastidores é
briga de cachorro grande. A moça é competente
mas não é fácil de lidar. Oficialmente,
foi recebida por Dilma
7 vezes,mas está permanentemente em contato com a
chefe
Fernando Haddad. É o ministro da Educação.
Foi também recebido oficialmente sete vezes.
Enfrentou severas críticas por problemas crônicos
da pasta,especialmente os referentes ao Enem.
Minha opinião. Veio do Governo Lula. Foi imposto pelo
“cumpanheiro”. Acho que não tem vida muito
longa com
a dona Dilma. Deve cair antes do fim do ano,quando será
feita a primeira mudança no atual ministério.
Fernando Pimentel. É o ministro do Desenvolvimento,Industria
e Comercio Exterior. Foi recebido 6 vezes. É um dos ministros
mais próximos a Dilma. Recebe pedidos diretos da presidente.
Alexandre Padilha. É o ministro da Saúde. Foi
recebido
6 vezes. Está aí às voltas com a Dengue.
Está perdendo para os mosquitos. Se não acabar
logo com a gripe, que se alastra pelo país, não
sei não se chega até o fim do ano
Teresa Campelo. É a ministra do Desenvolvimento Social.
Foi recebida seis vezes. É a responsável pelo
Bolsa Família. É uma das mais discretas da Esplanada.
A pasta foi favorecida pelo aumento no valor do benefício
em patamares acima da inflação.
Minha opinião. Não tenho...
Edison Lobão. Manda no Ministério das Minas e
Energia.
É da cota do PMDB no Senado. Enfrentou apagão
no Nordeste logo nos primeiros dias de governo,
Minha opinião: vem do governo Lula onde foi muito bem.
Mesmo na mudança que Dilma pretende fazer até
o fim do ano,deverá permanecer. É homem de confiança
do Presidente do Senado,José Sarney. Oficialmente teve
6
vezes com a Presidente Dilma, mas tem bom relacionamento com
ela. Já foi jornalista e foi muito protegido pelo Presidente
Geisel.
Miriam Belchior. É a Ministra do Planejamento. Foi ela
quem planejou o corte de R$ 50 bilhões no Orçamento
e o cancelamento de concursos públicos. Foi recebida
em audiências por 5 vezes.
Minha opinião: até agora,não mostrou muito
serviço, Está deitando nos cortes que fez. Apesar
de ser Bento,não sou machista,mas acho que a moça
não tem bala na agulha. Mas como é assim,assim,com
a chefe,sei lá,deve ficar onde está.
Orlando Silva é o Ministro do Esporte. É do PCB
do B. Enfrenta denuncias recorrentes na gestão do programa
Segundo Tempo e tem sido alvo de criticas pela pela organização
da Copa do Mundo de 2014.
Foi recebido oficialmente 5 vezes.
Minha opinião: o homem não tem cara de que entenda
de futebol. Está sendo blindado pelo Partido e pelo pessoal
da CBD. Se mijar mais uma vez fora do pinico,não chega
na Copa. Dona Dilma está engolindo o homem. Eu acho que
não chega a 2014.
Nelson Jobim. É a cota do PMDB. Foi prejudicado pelos
cortes no orçamento e pelo adiamento da compra dos caças
franceses para 2012. Esteve oficialmente só 4 vezes com
a Presidente
Minha opinião: é herança do Presidente
Lula. Dona Dilma não o vê com bons olhos. Na compra
dos caças franceses,já fez muitas atrapalhadas.
Inclusive já comemorou a venda em grande estilo, na França,
quando chegou a anunciar que o Brasil havia fechado o negócio.
Apesar de gaúcho e neto de um governador que marcou época
no sul, não herdou nada do avô e nem da nossa terra.
Não tem nada como político do Rio Grande.
Não sei se chega até o fim do ano.
José Eduardo Cardoso. Trabalha para reorganizar a Polícia
Federal alvo de cortes no Orçamento. Oficialmente foi
recebido 4 vezes pela Presidente. Trabalhou na sua campanha
e é amigo muito próximo da chefa.
Minha opinião: pelo antigo relacionamento com Dilma,vai
longe. Mas até agora,não mostrou muita coisa.
Fernando Bezerra. É o Ministro da Integração
Nacional. Foi indicado pelo PSB. Está em alta pelo atendimento
às vítimas das tragédias no Rio de Janeiro.
É um dos responsáveis pelo Sistema Nacional de
Defesa Civil. Foi
recebido 3 vezes.
Paulo Bernardo. Ministro da Comunicações. Trabalhou
no Planejamento no governo do Presidente Lula. É assim
com o homem que o impôs ao governo da dona Dilma.
O ministro tem tocado um dos pilares do governo, o Plano Nacional
da Banda Larga.
Minha opinião. Foi incumbido pela Presidente de fazer
uma reforma nos Correios que está entregue às
baratas.
Chegou, demitiu todo mundo. Do Presidente aos boys. Mas até
agora a coisa por lá, não melhorou nada. Tinha
que ter colocado no serviço, homens técnicos.
Que nada,deu emprego para o pessoal do PT que só entende
de política. Esteve com a Presidente 3 vezes. Está
vinculado à Presidência.
Aluizio Mercadante. É o Ministro da Ciência e Tecnologia.
Ex senador teve atuação nas tragédias do
Rio de Janeiro ao anunciar o Sistema Nacional de Defesa Civil.
Esteve com a Presidente oficialmente 3 vezes.
Minha opinião: É mais político do que técnico.
Já que é do partido e precisa se recompensado,poderia
ter ocupado outro ministério.
Alfredo Nascimento. É o homem do Ministério dos
Transportes. Mesmo com o maior orçamento em investimentos
da Esplanada, o senador do PR submergiu politicamente.
Isabela Teixeira. É do Meio Ambiente. É uma indicação
do PT. A ministra negocia o texto do novo Código Florestal.
Oficialmente esteve apenas duas vezes com Dona Dilma.
Minha opinião: até agora não mostrou muita
coisa.
Iriny Lopes. É a ministra das Politicas para as Mulheres.
Foi oficialmente ao Palácio do Planalto duas vezes. Foi
indicada pelo PT da Câmara. A deputada tem atuado na integração
dos espaços de lazer do PAC.
Minha opinião: vou ter que consultar alguem, para me
explicar do que se trata. Realmente este país não
é tão serio assim...
Gilberto Carvalho. É o Secretário Geral da Presidência.
Segundo o Palácio do Planalto, o homem que foi o braço
direito de Lula é hoje o responsável por manter
contatos com os movimento sociais. Negociou questões
do salário mínimo.
Minha opinião: é da panelinha da cúpula
do partido. Mas não é muito chegado a Presidente.
Amanhã ou depois poderemos ter uma surpresa por aí.
Carlos Lupi. Ministro do Trabalho. Oficialmente esteve com dona
Dilma,duas vezes. É o presidente do PDT e esteve em situação
complicada ao fechar com o salário mínimo diferente
do defendido pelo governo.
Minha opinião: Se dizia amigo de Brizola. Mas não
tinha essa bola todo com o homem. Lupi impôs a dona Dilma
sua indicação a Ministro. Foi um negócio
vexatório. Se o
cumpanheiro dr. Brizola estivesse vivo, seria outra conversa.
Luiz Sérgio – Relações Institucionais.
É o articulador político da Presidência.
Tem feito dobradinha
com o Palocci nas demandas de parlamentares.
Minha opinião: vou procurar saber mais sobre o homem.
Ideli Salvatti. A catarinense é a ministra da Pesca e
Agricultura. Foi senadora pelo PT. Teve como principal ação
anunciar maior rigidez na aduana de peixes vindo da Asia. Esteve
oficialmente com a Presidente, uma vez.
Minha opinião: esse emprego foi um tapa buraco,pois a
ex senadora catarinense exigia estar no ministério. Afinal
de contas ela mora em Florianópolis,na beira do mar...
Luiza Bairros – é a Ministra da Igualdade Racial.
É cota do PT. Tem uma atuação discreta
no seu ministério. Também esteve apenas uma vez
com a Presidente Dilma.
Alexandre Tombini. É o homem do Banco Central. Está
às voltas com a inflação e a queda dos
dolares. Esteve uma vez só oficialmente, com a Presidente.
Minha opinião: não é por ser gaucho,mas
estou botando as minhas fichas nele. Já me disseram que
o homem é competente.
Garibaldi Alves. É o Ministro da Previdência.
Cota do PMDB do Senado. Teve prejudicado o plano de
abertura de agências do INSS com os cortes no Orçamento.
Oficialmente,esteve uma vez só em audiência com
dona Dilma.
Minha opinião: o homem é puta velha em política.
Podemos ter surpresa por aí.
Leônidas Cristino. É o ministro dos Portos. Também
só esteve uma vez em audiência oficial
com a Presidente. Foi indicado pelo PSB e tem tocado
planos de ampliações dos portos.
Minha opinião: no meu tempo quem cuidava dos portos no
Brasil era o Ministério dos Transportes,que tinha ainda
o DNER,a EBTU,GEIPOT e outras empresas ligadas a área.
E funcionava muito bem.
Essas empresas todas,foram criminosamente extintas pelo Fernando
Collor um homem inteligente e de muita visão...Ah! Ah!
Ah! Hoje essas empresas servem, na verdade é de cabides
de empregos.
Maria do Rosário. Ministra do Ministério dos Direitos
Humanos. Foi indicada pelo PT da Câmara. Segundo sua assessoria
a Ministra tem evitado conflito com militares,mas enfrenta questões
polemicas à frente,com a Comissão da Verdade...
Oficialmente,esteve também,só uma vez na presidência.
Minha opinião: é inteligente e poderá se
dar
bem na sua função.
Afonso Bandeira Florence. Ministro do Desenvolvimento Agrário.
Foi indicado pelo PT nordestino. Participa das negociações
pelo Código Florestal.
Ana de Holanda é a Ministra da Cultura. Oficialmente
só esteve uma vez na Presidência. É da cota
petista na Esplanada. É alvo de polemicas relativas à
liberação de recursos para artistas.
Minha opinião: é irmã do Chico Buarque,
que poderia dar mais força a ela.
General José Elito Carvalho. O Ministro marcou os 100
dias do governo Dilma,com um tropeço ao dizer que não
era uma vergonha para o país, ter desaparecidos políticos.
É homem do gabinete da Presidente.
Minha opinião final: é muito ministério
para tão pouco governo...É muito ministério
para servir de cabide a cumpanheirada.
A TERRA É AZUL
Por Carlos Chagas
Mais do que necessários, são
imprescindíveis os mergulhos no passado. Acaba de completar
50 anos o primeiro vôo espacial da História. Um
russo foi para o céu, assombrando o mundo inteiro. Por
menos de duas horas Yuri Gagárin, major, 27 anos, circundou
o planeta a bordo de uma cápsula onde mal cabiam suas
pernas.
A festa durou dias. O jovem comandante recebeu
todo o tipo de homenagens, a começar por um tapete vermelho
de quase um quilômetro, que percorreu acompanhado por
câmeras de televisão e máquinas fotográficas,
para no final levar um beijo do então todo-poderoso Nikita
Kruschev. A União Soviética não se cansava
de alardear a vitória do socialismo sobre o capitalismo.
Anos antes os russos já haviam lançado o Sputnik,
primeiro satélite artificial, conquistando agora inegável
supremacia científica sobre os americanos.
Naqueles idos, o Muro de Berlim ainda não
havia sido levantado, a invasão da Hungria pelo Exército
Vermelho era tida como reação necessária
à conspiração da CIA e, na União
Soviética, ninguém pensava em ocupar o Afeganistão.
O perigo, para os russos, estava na China, demonstrando como
Mao Tzetung era precavido. John Kennedy, nos Estados Unidos,
dava a impressão de promover ampla reviravolta para extirpar
o racismo e a pobreza. Fidel Castro ensaiava os primeiros passos
para transformar Cuba numa República Popular, com Che
Guevara empolgando a juventude. A França ressurgia das
cinzas pela volta de De Gaulle ao poder, Nehru, na Índia,
e Tito, na Iugoslávia, assentavam as bases do Terceiro
Mundo. No Vaticano, um velhinho feito Papa para protelar um
impasse eclesiástico surpreendia céus e terra
ao realizar formidável alteração de rumos
na antes conservadora Igreja Católica. Até no
Brasil um líder meio histriônico, meio doido, concentrava
as atenções. Ora a esquerda, ora a direita, aplaudiam
o recém-eleito Jânio Quadros.
Em suma, para os jovens, o mundo se descortinava
à frente como um imenso paraíso. O futuro pertencia
a todos nós.
Depois, foi o que se viu. Nem é preciso
lembrar que Kruschev foi deposto, Mao impôs ao seu povo
uma abominável Revolução Cultural, Kennedy
acabou assassinado, Fidel, transformado em títere, Nehru
e Tito passaram, De Gaulle renunciou, João XXIII foi
para o céu e Jânio Quadros surpreendeu o país
na tentativa de dar um golpe, felizmente malogrado, para tornar-se
ditador.
Cinqüenta anos depois, o socialismo saiu
pelo ralo, o Terceiro Mundo se desfez e o Brasil viveu 21 anos
de ditadura militar. Valeu? Pelo menos naqueles dias em que
Yuri Gagárin transmitia, lá de cima, que a Terra
era azul.
DANE-SE O ANDAR DE BAIXO
Parece uma sina, quem sabe maldição,
mesmo. A verdade é que o sociólogo não
deixa passar uma semana sem tentar conturbar o processo político.
A última de Fernando Henrique é que a oposição
deve esquecer o andar de baixo. Lixar-se para o povão
e sensibilizar apenas a classe média.
Trata-se de elitismo explícito, aliás,
já praticado em seus oito anos de poder. Por isso o Lula
venceu as eleições de 2002: conquistou as camadas
mais pobres da população, que o antecessor agora
tenta desconsiderar como alvo para o PSDB. Em sua última
intervenção, Fernando Henrique demonstra o receio
de que Dilma Rousseff empolgue a classe média, mantendo
o povão. Não demora muito para o ex-presidente
neoliberal pregar a volta à monarquia. Imaginem com que
família real...
ESTÃO TESTANDO A PRESIDENTE
Significa o quê, essa nova onda de invasões
de terra promovida pelo MST? Mais do que a luta pela reforma
agrária, o movimento parece testar a presidente Dilma.
Seus líderes querem saber até onde ela vai. Resistirá,
procurando manter a ordem no campo sem cair na rede dos ruralistas?
Ou na mobilização de forças para evitar
excessos na ocupação de fazendas, acabarão
aparecendo vítimas? Seria precisamente esse o objetivo,
que faz dos camponeses miseráveis simples biombo ou massa
de manobra para a concretização sabe-se lá
de que objetivos? Se pretendem a revolução no
campo, estão atrasados de várias décadas.
Se darão agora o passo tantas vezes adiado, de constituir-se
num partido político, melhor olharem para as dificuldades
encontradas por Gilberto Kassab.
BATENDO DE FRENTE
Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobrás,
precisa definir-se. Ou continua anunciando aumento nos preços
da gasolina, batendo de frente com a equipe econômica
e com o ministro Edison Lobão, quer dizer, com a presidente
Dilma, ou dedica-se à sua candidatura para prefeito de
Salvador. Seguir nas duas paralelas, não dá. A
Petrobrás vem obtendo os maiores lucros que uma empresa
brasileira poderia aspirar. Agüentaria com facilidade o
tranco de mais um aumento nos preços internacionais do
petróleo sem mexer nos preços da gasolina. Até
porque, quando o petróleo baixar, ninguém cogitará
de reduzir também os preços de seus e derivados.
ADEUS, REFORMA POLÍTICA...
Por Carlos Chagas
Sobre a reforma política, apesar do
jogo de cena promovido pelas comissões especiais do Senado
e da Câmara, tudo indica que dará em nada. Ou,
no máximo, em perfumaria.
O Congresso não aprovará a proibição
do voto personalizado para deputado. Rejeitará o voto
na legenda e em listas preparadas pelos caciques partidários.
Trata-se, essa proposta, de um desejo dos dirigentes, não
das bases. No caso da aprovação, os caciques seriam
eleitos sem fazer força, colocando-se nos primeiros lugares
das listas. Por isso, a idéia será rejeitada também
pelos parlamentares que não tem voz ativa nem comando
nos partidos, mas formam maioria nas bancadas e nos diretórios
municiais e estaduais. Muito menos deixarão de protestar
as novas gerações interessadas em ingressar na
vida pública, infensas a começar na rabeira, sem
chance, mesmo sendo populares e podendo dispor de votos. Junte-se
a esses setores o conjunto do eleitorado, desde já irritado
pela proposta de cassação de seu direito de eleger
quem quiser, obrigado a aceitar seu voto beneficiando quem não
conhece, não gosta e não escolheu.
Outra mudança condenada ao fracasso, nas regras do jogo
político, seria a revogação do princípio
da reeleição para presidentes da República,
governador e prefeito. A tentação para os que
não chegaram a esses patamares só não é
maior do que a daqueles que se elegeram, reelegeram-se e agora
aguardam a oportunidade de voltar para mais dois mandatos. Mesmo
em se tratando a reeleição de uma vigarice, por
conta do direito de o mandatário disputar o segundo mandato
no exercício do primeiro, sem desincompatibilizar-se,
está o país diante do fato consumado. É
a historia contada nos nossos tempos de criança, a respeito
dos tigres da Índia: uma vez tendo provado carne humana,
jamais admitiam outra refeição.
Uma terceira reforma de que se fala muito, também a ser
desfeita no ar, é o financiamento público das
campanhas. Primeiro porque despertará a irritação
nacional diante da classe política: se faltam recursos
para escolas, hospitais, estradas, habitações
e tanta coisa a mais, como justificar dinheiro aos montes para
a eleição de deputados e senadores? Depois porque
o governo, qualquer governo, pensará duas vezes na hora
de desembolsar centenas de milhões sob o pretexto de
moralizar o processo eleitoral, sabendo que por baixo do pano
prosseguirão os gastos não contabilizados, o caixa
dois, a compra de votos e a corrupção.
Sobre a cláusula de barreira, destinada a diminuir o
número de partidos e acabar com as legendas de aluguel,
permanecerá o mesmo obstáculo de sempre, há
anos impedindo sua aprovação: quem quer afastar
a hipótese de, rompido com seu partido, recomeçar
em outro mais maleável? Existe ainda a questão
dos pequenos partidos históricos, com lugar doutrinário
e ideológico garantido pela lógica. Como separa-los
dos partidos de aluguel?
Discute-se também, à maneira de quem enxuga gelo,
a extinção dos suplentes de senador, ou, ao menos,
do segundo suplente. Nem que a vaca tussa, porque em todos os
estados as eleições de senador envolvem montes
de composições, entendimentos e compensações.
Jogar votos fora, ninguém joga.
Voto distrital constitui risco para boa parte dos candidatos
a deputado, de olho em receber sufrágios pingados em
todo o estado. Concentrar as candidaturas apenas num grupo de
bairros, nas grandes cidades, ou num conjunto de pequenos municípios,
diante de um adversário forte, equivalerá a comprar
passaporte para a derrota. Quanto ao reverso da medalha, o distritão
em que se tornaria cada estado, poderia ensejar a eleição
apenas dos mais votados, mas como reagirão quantos conseguem
eleger-se sem alcançar o quorum necessário, nas
sobras de outros? Sendo assim, também fica impossível
imaginar o fim das coligações, taboa de salvação
para muita gente.
O resultado, sem a emissão de juízo de valor sobre
ser um bem ou um mal é que reforma política, adeus...
Comem e viram o coxo...
assim diz o gaúcho ao ingrato....
certas atitudes me fazem pensar: como tem gente
que serviu a ditadura militar, se valeu dela e agora não
quer ser linkado nem de longe. esqueçam que serviram
a farda....não interessa mais, renegam a biografia....
e há até empresas que se ergueram
no tempo dos milicos e agora donas da comunicação
chamam ao período de anos de chumbo...a mais conhecida
e notória e a folha de são paulo que ficou marcada
por ter escrito que houve uma ditabranda, não dura....
Ah, bem anteviu o genial golbery do couto e
silva: nós vamos ser corridos daqui....não só
corridos, renegados....
Dia 13 de abril de 1992
triste dia na redação da zero
hora
( memória)
Hoje completam-se 19 anos de um dia muito triste
e de muita tensão dentro da redação da
zero hora. 46 profissionais foram demitidos numa tarde....
Os " decapitadores" - no caso os
que diziam pro repórter ou editor se continuaria ou seria
demitido - foram EDuardo Bueno, o Peninha( que na segunda esteve
dando palestra no forum da liberdade, junto com o músico
Lobão). Numa sala, eles tinham uma papelada na mão
e na medida que um profissional era chamado já se sabia
a sorte do outro. Se aquele que saíra da pequena reunião
tinha sido confirmado, o seguinte seria demitido...e assim foi
durante toda a tarde...num verdadeiro pânico que se estabeleceu
dentro da redação.
Houve cenas chocantes, que não vale
a pena mais relembrar....
Gente demitida que se recusou a ser demitida....
Entre os demitidos, estava o editor Danilo
Ucha, que foi comunicado bem no fim do expediente. Ucha saiu
de mansinho, se cobrindo com um livro.
EStas as lembranças de uma segunda-feira,
proximidades de Páscoa de 19 anos atrás...
Engraçado era que os colegas demitidos
depois foram se reencontrando no banco pra receber o fundo desemprego....
E aos poucos só nas audiências
da Justiça do Trabalho, pra quem nela ingressou....
Em tempo: o outra colega que participou do
comunicado dos dispensados foi Clovis Heberle.
100 dia do Governo Tarso

Passei no Largo Glênio Peres, mas lá
não havia ninguém do PT panfleteando a favor do
governo Tarso. Pelo menos eu não vi....
O ato do PMDB contou com a participação dos deputados
estaduais, presidente do PMDB municipal, PMDB Regional, PMDB
Jovem, PMDB Mulher, Movimento Negro do PMDB e, também
contou com a presença de ex-deputados estaduais do PMDB.
Foram produzidos 100 mil jornais e distribuídos, na Esquina
Democrática, 5 mil exemplares. Os demais serão
distribuídos no interior do Estado.
Abração,
Mauro L. Moraes
Foto de MAURO L. MORAES
Recebo da leitora Naira Sanes
de Santa Maria da Boca do Monte!
UM ABRAÇO DE TRÊS VOLTAS, DO TAMANHO DO RIO GRANDE
DO SUL..
BAH LOCO ...
TÁ SOPRANDO UMA ARAGE DAS BOAS POR ESSAS BANDAS
Muito TRI...
O sotaque mais xucro, grosso e assustador de todo o universo
conhecido........(e do desconhecido também) é
o nosso, oriundo do gaúcho bravio, meio italianado. Esse
dicionário é quase perfeito, especialmente para
quem não é 'nativo' deste chão!!!
E pra quem não sabe falar com a gente então manda
o dicionário abaixo:
Alemoa: loura
Atorá: cortar
Atucanado: ocupado, atarefado
Baita: grande
Bem Capaz: jamais, negação enfatizada
Cagar a pau: bater
Camassada de pau: apanhar
Campiá: procurar
Capaz: verdade?
Chumaço: conjunto de alguma coisa
Cóça de laço : apanhar
Crêendios pai: exclamação quando algo dá
errado
De revesgueio: de um tal jeito
Fincá: cravar
Garrão: calcanhar
Incebando: enrolando, fazendo cera
Ingrupi: enganar
Ínôzá: amarrar (já viu palavra com
todas as sílabas com acento?)
Intertê: fazer passar o tempo com algo
Inticá: provocar
Invaretado: nervoso
Japona: jaqueta de lã ou de nylon
Jóssa: coisa
Judiá: mal tratar
Kakedo: pessoas que não valem nada
Malinducado: mal educado
Paiêro: fumo de palha
Pânca: modo de se portar, por exemplo: panca de motoqueiro
(jeito de motoqueiro)
Pare, home do céu: parar, o mesmo que 'se par de bobo'
e
'deusolivre home'.
Pardal: radar fixo
Pestiado: com alguma doença
Pexada: acidente
Podá: ultrapassar, ou cortar, o mesmo que podá
Pozá: dormir em algum lugar
Rancho: compra do mês
Relampejando: trovejando
Resbalão: escorregar
Sinalêra: semáforo
Táio: corte
Tchuco: bêbado
Trupicá: tropeçar
Tri atucanado: muito ocupado
Tunda de laço : apanhar
Vortiada: passeio
Ximia: doce de passar no pão
Exemplo de aplicação:
Agora manda esse e-mail para intertê os teus amigos, aproveita
enquanto teu chefe foi dá uma vortiada... Não
sei como ele não vê que mesmointuiado de trabalho
você fica incebando o dia inteiro... Pare de campiá
desculpa, fica falando que tápestiado e ainda consegue
ingrupi o coitado do chefe... Mas vai logo, antes que ele volte
e fique invaretado de te ver pescociando... Pare de se bostiá,
home do céu, não sejamalinducado e manda essa
jóssa de uma vez...
Liga Homeopática completa
70 anos de serviço à comunidade gaúcha
No dia 17 de abril, a Liga Homeopática do Rio Grande
do Sul (LHRS) completa 70 anos de atuação no Estado,
destacando-se como uma das instituições pioneiras
no Brasil na divulgação da homeopatia como especialidade
da área da saúde e na prestação
de serviços à comuniudade.
Até o final do ano, a Liga programa realizar uma série
de atividades para comemorar a data, entre elas uma confraternização,
inauguração de medalhão em homenagem a
David Castro e Tribuna Popular na Câmara Municipal de
Porto Alegre. O objetivo é promover a especialidade e
a Liga entre os profissionais médicos, farmacêuticos,
odontólogos e veterinários, bem como divulgar
a homeopatia para o público em geral.
Programação
Para marcar o aniversário, a entidade promove um coquetel
para autoridades, parceiros, profissionais e simpatizantes no
dia 16 de abril, às 17h, em sua sede, localizada na avenida
Getúlio Vargas, 169, bairro Menino Deus, Porto Alegre.
Na ocasião, serão lembrados os profissionais que
fizeram parte da história da homeopatia no Rio Grande
do Sul e instalado a efígie do médico pernambucano
David Castro (1915-1980), fundador da LHRS. A peça irá
substituir o monumento de Joaquim Murtinho, furtado da sede
da LHRS em março de 2009.
No dia 28 de abril, às 14h, a Câmara Municipal
de Porto Alegre (avenida Loureiro da Silva, 255) homenageia
a Liga na Tribuna Popular – uma iniciativa do vereador
professor Garcia.
De acordo com a médica veterinária Elisandra Pezzetta,
presidente da LHRS, a entidade tem motivos de sobra para comemorar.
“Nosso principal objetivo é divulgar a homeopatia
e queremos que todos desfrutem desta terapêutica”,
pontua. Como uma das mais antigas e tradicionais instituições
do Brasil, a Liga segue os princípios fundamentados pelo
criador da homeopatia, Christian Friedrich Samuel Hahnemann
(1755-1843), comprovando os benefícios da terapia homeopática,
que trata o semelhante com o semelhante. “Para nós,
profissionais que atuamos voluntariamente, é uma grande
alegria comemorar estes 70 anos”, finaliza.
Histórico
Criada em 1941, por iniciativa do médico homeopata pernambucano
David Castro, a Liga Homeopática do Rio Grande Sul tem
como objetivo a difusão da especialidade da homeopatia.
Através de Castro, a LHRS manteve programas de rádio,
crônicas nos jornais locais e publicou por mais de 20
anos o Boletim da Homeopatia, iniciativas pioneiras no País.
Foi responsável pela criação do primeiro
monumento à homeopatia na América do Sul: a herma
de Hahnemann do Parque Farroupilha (Redenção),
em 1943, e pela implantação do Dia da Homeopatia
no Brasil - 21 de novembro, em 1959. Além do atendimento
médico nos três dispensários homeopáticos
existentes à época, a Liga tornou-se sede de cursos
regulares de homeopatia que se estabeleceram a partir da regulamentação
da especialidade médica, a partir dos anos 1980.
Com mais de 70 anos de história e constituindo marco
fundamental da homeopatia gaúcha e brasileira, a Liga
continua prestando atendimento médico e veterinário
homeopático à população e aos animais,
por meio do trabalho voluntário de 12 médicos
e 9 médicos veterinários.
Informações e entrevistas:
Elisandra Pezzetta, médica veterinária, presidente
da LHRS
Tel.: (51) 35 94 33 74/35 98 52 38
Cel.: (51) 98 15 94 75
E-mail: epezzetta@bol.com.br
www.ligahomeopaticars.com.br
Assessoria de imprensa:
Jornalista Gelcira Teles, 6790/RS
On Mídia Comunicação Integrada
Livraço abre programação da Semana do Livro
2011
Encontro ocorre no domingo, 17 de abril, no Parque Farroupilha,
em frente ao Monumento ao Expedicionário
A Câmara Rio-Grandense do Livro, com apoio de entidades
ligadas ao setor, promove a abertura das atividades da Semana
do Livro 2011. Um dos mais aguardados momentos de incentivo
ao livro e à leitura do Estado começa com uma
ação democrática em um dos parques mais
populares da capital gaúcha, a Redenção.
No dia 17 de abril, a partir das 11 horas, o Livraço
Por Uma Porto Alegre Mais Leitora vai reunir amantes da literatura
com seus livros preferidos. O ponto de encontro será
em frente ao Monumento ao Expedicionário no Parque Farroupilha.
Os participantes vão ler trechos das obras e depois poderão
trocar os livros entre si ou doá-los a bibliotecas.Esta
será a 9ª edição da Semana do Livro
e ocorrerá entre 17 a 23 de abril com atividades programadas
em Porto Alegre e em várias cidades do Interior do Estado,
como Caxias do Sul, Carazinho, Santa Rosa, Canoas, São
Leopoldo e Montenegro, entre outras.
Tanta agitação se deve ao Dia Mundial do Livro
e do Direito do Autor, que é comemorado em 23 de abril,
data instituída pela Unesco. Foi nesse dia que morreram
Miguel de Cervantes e William Shakespeare. A Câmara Rio-Grandense
do Livro prepara uma solenidade especial para a Semana, com
homenagens a pessoas e instituições que, no ano
passado, desenvolveram ou apoiaram ações de promoção
à leitura e de incentivo ao livro, além dos jubilados
do livro, titulares e funcionários de empresas associadas
que completaram 25 e 35 anos de dedicação ao setor
livreiro. O evento será no dia 18 de abril, no Auditório
Barbosa Lessa, do Centro Cultural CEEE Erico Verissimo.
Sobre a Câmara Rio-Grandense do Livro: é uma sociedade
civil sem fins lucrativos que representa os interesses do setor
editorial e livreiro gaúcho. A entidade atua de forma
independente e tem como principal finalidade unir todos os que
trabalham pelo livro, promovendo sua defesa e fomento, a difusão
do gosto da leitura, a formação de novos leitores
e o desenvolvimento da economia livreira e da cultura regional.
Conta com 153 associados, todos com sede no Rio Grande do Sul,
entre editores, distribuidores de livros, livreiros e creditistas,
assim como outras instituições que se dedicam
à produção e comercialização
do livro. Além da Semana do Livro, realizada há
nove anos, promove a Feira do Livro de Porto Alegre, a maior
feira de livros a céu aberto das Américas, de
forma ininterrupta desde 1955. Hoje, a Feira do Livro é
Patrimônio Imaterial de cunho cultural da cidade de Porto
Alegre.
Assessoria de Imprensa Câmara do Livro
Milim Comunicação
Vierinha e a
memória trabalhista
JULIANA BRIZOLA, NETA DO HOMENAGEADO,AUSENTE!
O deputado federal Vieira da Cunha(PDT), o Vieirinha tem se
preocupado com a memória trabalhista:quando era presidente
do legislativo estadual foi ele que se interessou em mandar
fazer um memorial ao Getúlio na Praça XV de Novembro,
em São Borja. Memorial construído pelo Oscar Niemeyer.
E agora,segundo noticia ZH, fará uma estatua a Leonel
Brizola na praça da Matriz, em Porto Alegre, pra lembrar
a Legalidade.
Na apresentação da maquete da
estatua deBrizola, chamou a anteção da ausência
da deputada estadual Juliana Brizola(PDT), que coordena dentro
do legislativo estadual os 50 anos da Legalidade....
Será resquício da CPI da Juventude
no legislativo municipal????
Rolo na galeria Edith...
Rescaldo do rolo que teve no último
domingo, na galeria Edith, quando gravaram,ou melhor a Zeppelin
gravou um comercial da OI...
Um dos inquilinos de uma loja chegou pra arrumar
algumas coisas e preparar a segunda e viu que haviam tirado
até seu letreiro na frente da galeria. emputeceu,literalmente.
Aí veio um empregado que trabalhava e lhe ofereceu açaí
com guaraná, aí ele chutou o pau da baraca.....
Anonymus pelo Mundo chega a Portugal
Nova temporada do quadro que integra o programa de José
Antonio Pinheiro Machado já começou a ser gravada
O quadro Anonymus pelo Mundo, que integra o programa Anonymus
Gourmet, da RBS TV, iniciou a gravação da sua
segunda temporada. O apresentador José Antonio Pinheiro
Machado e sua equipe embarcaram nesta semana para Portugal,
onde serão gravados cinco programas em duas localidades
do país: Douro e Lisboa. Na programação,
uma reportagem sobre a Academia de Vinhos do CS Vintage House
Hotel, um passeio a bordo do Pipa D’Ouro e um jantar no
restaurante DOC, do chefe de cozinha Rui Paula. A equipe ainda
vai percorrer as seculares ruas da cidade do Porto, experimentar
a gastronomia portuguesa, com destaque para os doces, além
dos vinhos que vêm de várias regiões, como
Bairrada e Alentejo.
A nova temporada Anonymus pelo Mundo tem direção
de Vivian Cunha, imagens de Marcos Pacheco e participação
especial de Alarico e Márcia Lutz.
Em tempo: por isto que não se choca notícia.Na
sexta última, o Anonymus contou pra mim e pro Beto, do
Odeon, que ele viajaria pra lá. eu mosquiei e não
dei. agora vi na coletiva . net
é por isto que sempre que posso não choco notícia.....
chirrus sem eleição...
Foi adiada a eleição da chirruada do sindicato
dos rodoviários de porto alegre. Uma liminar na Justiça,
da chapa dois, comandada pelo BALA, adiou a eleição.
E o candidato da situação, o ACOSTA ESTÁ
HÁ 18 ANOS NO PODER. ELE PERTENCE A FORÇA SINDICAL.
GAROPABA PROVOCA
NOSTALGIA NA LAURA PEIXOTO

eis aí sua cronica, férias atrasadas,
publicada no jornal Opinião, de Encantando.
Escrevo da praia.
De garopaba.
quem foi mesmo que disse ser março o
melhor mês para veranear no verão?
Chove.
Chove muito.
Horrorizada pergunto ao meu filho como ele
sobrevive sem computador, sem internet.
Como?
Ele sorri e mostra o mar.
Mas eu não surfo.
Então leio.
Leio, leio, leio.
*****
Na praia,resolvi voltar às origens:
fervo os panos de prato. Dentro de uma panela. nada de tanque,
nada de máquina de lavar.Fervura para desencardir. Ou
para libertar a alma?
Só lamento que não seja em fogão
à lenha. Nada é perfeito- penso entre os vapores
escaldantes que transformaram a cozinha numa sauna.
*****
Anna Carolina, nacuriosidade de seus quase 10 anos, quer saber
porque uso desvios e estradinhas de chão batido para
transitar entre Garopaba e a praia da Ferrugem.
- Por saudades.
Ela faz uma cara de tédio resignado.
Tenho saudades de uma Garopaba nativa, mais " Fuscão
Preto", mais pescador, mais cabrito, mais banho de cachoeira
na Encantada, mais trilha no Morro da Vigia sem aqueles monstrengos
arquitetônicos se equilibrando por lá.
*****
A panela onde fervo os panos de prato transborda
e queima minha nostalgia de final dos anos 70.
O mais triste não é o asfalto
e os pardais na rodovia de acesso a cidadezinha. O mais triste
não é o crescimento comercial que promoveu o corte
de árvores na rua principal que se debruça na
beira-mar e onde as ressacas, aos poucos, terminam com a faixa
de areia da praia.
O mais triste é não ter memória...
****
Dipinduro os panos deprato no varal. Como se lenços ,
para atrair bons presságios. Um vento sopra e fico na
torcida para que traga de volta dias melhores. Pelo menos, mais
secos.
***
Agora eu vou dar um conselho pra Laura,se é
que se pode:
_ Não se volta a locais onde se foi
feliz. Parece que tudo fica triste...mas valeu pela tua crônica
Laura. Viajei no tempo, me lembrei dos pescadores, das caminhadas
ao longo do mar que se fazia nos ano s70, quando éramos
jovens e loucos....
de Ilton Saffer
Animais: projeto do Executivo cria nova secretaria municipal
O prefeito José Fortunati deverá
protocolar na manhã desta quarta-feira (13/4), na Câmara
Municipal de Porto Alegre, projeto de lei do Executivo que cria
a Secretaria Municipal do Bem Estar Animal. Fortunati deverá
ser recebido pela presidente do Legislativo municipal, vereadora
Sofia Cavedon (PT), às 11 horas, no Salão Nobre
Dilamar Machado.
O projeto, após ser recebido e protocolado,
deverá ser apregoada ao Plenário em uma das próximas
sessões ordinárias e depois, em duas outras sessões
consecutivas, avaliado no período de Discussão
Preliminar de Pauta. Após esse trâmite, o texto
é examinado pelas Comissões Permanentes da Câmara
Municipal e, somente depois, volta ao Plenário para ser
votado no período de Ordem do Dia.
Havendo acordo de lideranças, o projeto
de lei poderá receber, para sua votação,
Pedido de Urgência na tramitação, conforme
o artigo 81 da Lei Orgânica do Município.
Helio Panzenhagen (reg. prof. 7154)
Fotografia é história
Genioso, mas agradecido

Seu Amador Aguiar, falecido em 1991, na sede
do Bradesco. Seu primeiro trabalho foi como lavrador numa fazenda
de café no interior de São Paulo. Depois, foi
office-boy de um pequeno banco. Galgou posições
até tornar-se o dono. Grande empreendedor. Anos após,
era o presidente da maior instituição financeira
privada do Brasil.
Como foi – A Veja tinha uma matéria
grande sobre a economia brasileiro e o destaque principal era
Seu Amador. Portanto, era necessário fotografá-lo
com maior capricho. Ele era famoso por ter personalidade forte,
ser duro com o pessoal que o cercava, ter poucos amigos e de
sorrir raramente. Genioso. Mas era também humilde, paciente
e, sobretudo vaidoso, embora jamais demonstrasse ostentação.
Discreto, não queria imagem sua na reportagem. Daria
entrevista, mas nada de câmara. Eu o havia fotografado
meses antes, em Brasília, num encontro com seu sócio
Antônio Carlos de Almeida Braga. Na época morando
em São Paulo, deixei minha mesa de editor e acompanhei
os colegas Silvio Ferraz e Antônio Machado à presidência
do Bradesco. Seu Amador viu-me, reconheceu-me e lembrou-se da
gentileza de eu ter lhe enviado algumas fotos dele com Braguinha.
Do blgo do Claudio Humberto
O que sei do seo Amador Aguiar é que
ele não USAVA MEIAS NEM QUANDO IA AO PALÁCIO DO
PLANALTO.
UMA VEZ O PRESIDENTE FIGUEIREDO QUIS CONFERIR
NUMA AUDIENCIA SE AMADOR REALMENTE ESTAVA SEM MEIAS E ESTAVA....
E SEMPRE FAZIA REZAR MISSAS NA CHAMADA CIDADE
DE DEUS, EM OSASCO, ONDE FICAVA A SEDE DO BRADESCÃO.....
SE NÃO ME ENGANO, SEO AMADOR RESIDIA
NO COPAN, EM SÃO PAULO!
MEMORIA DA IMPRENSA
Em 1982, como recordei,ontem, Jair Soares se refugiou numa fazendola
do Hotel Plaza, em Jaquirana, interior de São Chico.
Os repórteres levaram dias pra descobrir.
Até que quem levantou o paradeiro foi o Antônio
Carlos Ribeiro, secretário do Correio do Povo( que pararia
de circular em 1984).
Mas foi a Folha da Tarde que deu o furo. Foram
pra lá com uma tele(aquelas lentes de longo alcanse)
e fotografaram o futuro governador num tratorzinho, trabalhando
na fazenda. Deram na capa.
O Carlos Fehlberg, na zero hora, enlouqueceu
com o furo da concorrente. Era pro Flávio Pereira ter
pego a matéria, mas ele não conseguiu.
E Fehlberg dificilmente engolia um furo. Levava
semanas pra digerir....
João Carlos Terlera que fazia uma coluna
de política disse que aquele furo era inevitável
porque a Caldas Jr. descobriu por um acaso.
Ele acha que o fato de Jair ter se escondido
num sítio do dono do Plazinhaq - Terlera diz que o sobrenome
do cara era Souza - é porque seguramente o Plazã
tava apoiando o Jair em contraposição ao EDuardo
Viana Pinto, que tinha dois hotéis e que era o arrecadador
da campanha do rival maior de Jair, Pedro Simon, do PMDB...
Enfim, coisas da famosa campanha a governador
de 1982, que teve candidatos que depois todos se tornaram governadores:
Collares, Simon e Olívio.
Registro
faleceu e foi enterrada ontem dona Iolanda
Marques Goulart, última irmã do ex-presidente
Jango viva. Ele foi mãe dos jornalistas Coi Lopes de
Almeida( já falecido) e da primeira fotógrafa
da zero hora Ana lopes de almeida.
E ainda mais dois coleguinhas que tinham envolvimento
afetivo com ela: Graça Guindani, diagramadora era sua
nora e era cuidada,ultimamente, pela também diagramadora,
Neusa Tasca.....
Olha aí o Charqueadas com as
pesquisas dele....!!!!
Mas não foi só o PT que recebeu
deste pessoal,imagino...se não fica que parece que o
PT gosta de dinheiro de revólver....
DESARMAMENTO
Na eleição para a Prefeitura de Porto Alegre a
Maria do Rosário recebeu R$ 75 mil de doação
das Forjas Taurus, fabricante de armas; Luciana Genro recebeu
R$ 10 mil da mesma empresa. Ela é a favor do desarmamento?
Maria do Rosário, ao que consta, será uma das
coordenadoras da nova campanha pelo desarmento. Nada a ver?
Em 2006 o Miguel Rossetto recebeu como doação
a importância de R$ 100 mil da Cia Brasileira de Cartuchos;
ele é contra ou a favor do desarmamento?
Outra coisa: nas eleições de 2010, em São
Paulo, 63,50% dos presos que votaram deram seu voto para a Dilma;
65,71% para o Mercadante; no Rio, dos 478 aptos a votar, 94
o fizeram na Dilma, 41 no Serra e os demais anularam, votaram
em branco, ou não votaram.
Os coordenadores da campanha pelo desarmamento não poderiam
convocar estes presos como cabos eleitorais da campanha; eles
pediriam que seus colegas, que estão fora das prisões,
entregassem seus arsenais, abandonando o crime. A SEGURANÇA
MELHORARIA MUITO. NÃO SERIA UMA MARAVILHA ?
SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS
QUE TAL ?
Oi, avisa o Sergio, de Charqueadas, que se ele não sabe,
boa parte das doações para campanhas anti fumo
vem de empresas de cigarros. Algumas empresas de cigarro (não
vou citar nomes) por conta disso tem até selo de responsabilidade
social.
Admiro muito o trabalho da Maria do Rosário e tenho certeza
de que ela empregará bem qualquer doação,
verba ou o que quer que seja no bem das pessoas por quem ela
trabalha.
abs
Ellen Augusta
Falcão(1)
Quem vai dirigir e treinar seria o Julinho
Camargo, pelo que depreendi...
Falcão entra com a grife...
Falcão (2)
Acabou a era FERNANDO cARVLAHO, NO INTER...FICOU
CLARO, ISTO!!!!
Catarinenses estão eufóricos
com o Falcão no Inter
Por Luiz Oscar Matzenbacher
Os desportistas de Santa Catarina, com justo
motivo, estão mais eufóricos do que os próprios
torcedores colorados com a contratação do Paulo
Roberto Falcão, o Rei de Roma, para ser o técnico
do Sport Club Internacional. Falcão nasceu em Abelardo
Luz (SC), mas foi ainda menino, morar em Canoas (RS), acompanhando
os pais, catarinenses eram colorados e o levaram para as categorias
de base do Beira-Rio.
Os principais colunistas dos jornais Diário Catarinense
e do Jornal de Santa Catarina estão se referindo sempre
ao "catarinense" Paulo Roberto Falcão, quando
falam no novo técnico do Inter. Creio que com o Falcão,
o Inter vai ganhar quase tantos torcedores novos em Santa Catarina
como no próprio Rio Grande do Sul.
É bom lembrar que o atacante catarinense Valdomiro Vaz
Franco é outro ídolo colorado, da época
do Falcão, mas nascido em Criciúma, onde mora
até hoje e mantém o Museu do Futebol.
Convém lembrar também que o atual maior goleador
do Brasil, o paulistano Leandro Damião, o número
nove do Inter de agora, também se revelou para o futebol
do Internacional em Santa Catarina. Precisamente no Atlético
de Ibirama, clube do Alto Vale do Itajaí que ainda detém
parte dos direitos federativos dele.
Paulo Roberto Falcão, o catarinense que chegou a ser
o Rei de Roma, é realmente o novo técnico do Internacional.
Eu gosto muito do Falcão. Me acostumei a vibrar com as
jogadas elegantes do Falcão, cadenciando e agilizando
o futebol do Inter nos anos 1970/1980. Depois me acostumei a
conviver com ele nas redações gaúchas,
quando ele se transformou em nosso colega jornalista. O considero
o melhor comentarista de futebol do Brasil.
Passei a admirar mais ainda o Falcão depois que ele acolheu
e ajudou o poeta Mário Quintana, que passava dificuldades
na velhice.
Por gostar tanto da eficiência do Falcão eu não
gostei inicialmente da idéia dele vir a ser o técnico
do Internacional em 2011. Vai ser difícil voltar aos
vestiários que hoje são habitados por jogadores
bem diferentes da geração Falcão/Minelli.
Pode não dar certo.
Mas será bonito ver o Falcão gesticulando para
a meia-cancha de Oscar, Guinnazu, D'Alessandro, Andrezinho e
Bollatti. Talvez o Minnelli tenha feito o Falcão assimilar
tudo do futebol ofensivo, carinhoso, mas sem perder a rudeza
jamais.
Pré-lançamento do projeto do Museu Getúlio
Vargas ocorre nesta sexta-feira

Na próxima sexta-feira (15/04) haverá
o pré-lançamento do projeto de Restauração
e Ampliação do Museu Getúlio Vargas, às
16h, na Sala do Servidor da Prefeitura de São Borja.
Na ocasião também será lançada a
nova logomarca do Museu Getúlio Vargas.
As co-produtoras do projeto, Lahtu Sensu Administração
Cultural e Cida Planejamento Cultural, através de suas
diretoras, Lucia Silber e Maria Aparecida Herok, apresentarão
um histórico da estruturação do projeto
e uma síntese de seus conteúdos, conforme os materiais
encaminhados em 31 de março ao Sistema PRÓ-CULTURA
da Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul, órgão
onde o projeto está sendo analisado, com o intuito de
receber os benefícios da Lei de Incentivo à Cultura
do Estado.
Em 2009, a Prefeitura de São Borja investiu recursos
na ordem de R$ 13.400, 00 para realização do levantamento
cadastral do projeto. Em 2010, a AES Sul investiu diretamente
R$ 50 mil reais para a contratação dos projetos
técnicos de arquitetura e complementares. Com a aprovação
no Sistema PRÓ-CULTURA, estará garantindo o patrocínio
ao projeto através da AES Sul, que, em 2008/2009, patrocinou
a restauração da Casa do Ex-Presidente João
Goulart, hoje Memorial Casa João Goulart, na mesma cidade.
O projeto também contará com recursos financeiros
da Prefeitura Municipal, na ordem de 10% do montante total.
O Museu Getúlio Vargas é imóvel tombado
pelo patrimônio do Estado e possui um significativo acervo
documental praticamente inédito no país. O projeto
abrange, além das obras físicas de restauro e
ampliação, a implantação de um novo
projeto expográfico e de um plano de sustentabilidade
para o espaço. Essas ações atenderão
aos padrões museológicos contemporâneos
e buscam qualificar o espaço de forma que o equipamento
cultural possa espelhar, em sua proporção, a dimensão
do Presidente Getúlio Vargas na história brasileira.
O projeto é uma promoção da Prefeitura
de São Borja, com realização da Lahtu Sensu
e Cida Planejamento Cultural. Com a aprovação
no PRÓ-CULTURA, passará a contar com o financiamento
deste órgão da Secretaria de Cultura do Estado
do Rio Grande do Sul e patrocínio da AES Sul. Conta com
o apoio do IPHAE – Instituto do Patrimônio Histórico
e Artístico do Estado e da UNIPAMPA/São Borja.
DEPOIS DA CHINA, A AMÉRICA LATINA
Por Carlos Chagas
Depois da China, a América Latina. Mais do que uma rima,
trata-se de uma necessidade. A presidente Dilma Rousseff passa
a semana do outro lado do mundo, mas, quando voltar, em termos
de política externa, deverá dedicar-se à
América Latina. Pretende visitar nossos vizinhos e afins,
dentro do espírito de solidariedade e colaboração,
ainda que com características diversas daquelas adotadas
pelo presidente Lula.
Porque o antecessor, com todo o respeito, foi
complacente demais com nossos hermanos. De uma posição
de supremacia que nos é inerente, acabou dando a impressão
de fraqueza diante do Paraguai, Bolívia, Equador, Venezuela
e até Argentina. Não é o que vai repetir-se
no atual governo. O Brasil estará pronto a dialogar com
todos, até mesmo a celebrar acordos capazes de beneficiar
economias mais fracas, mas jamais aceitará jogos de cena,
imposições ou declarações mal-educadas.
O Paraguai continuará a receber nossa
compreensão, ainda que nada vá conseguir fazendo
exigências descabidas com relação à
energia de Itaipu, para a qual contribuiu apenas com parte da
água do rio Paraná. A Bolívia deve esquecer
a prática de nacionalizar empresas brasileiras sem antes
negociar ao extremo, muito menos ocupando-as militarmente. Vale
o mesmo para o Equador. Dilma jamais admitirá comentários
pouco protocolares por parte de Hugo Chaves, devendo cobrar,
também, a participação da Venezuela em
projetos comuns. Em paralelo, não se admitirá
Cristina Kirschner repetindo o gesto do falecido marido, que
quando presidente da Argentina ficou falando ao telefone celular
enquanto o Lula discursava, retirando-se da mesa dos trabalhos
sem dar satisfação aos presentes.
Em suma, a estratégia será a
mesma, diferindo apenas a tática. Firmeza e respeito
são preliminares para os diálogos futuros.
EM DEFESA DE ULYSSES
Afinal, uma voz em favor de quem não
pode mais defender-se. O senador Jarbas Vasconcelos foi à
tribuna para desagravar a memória de Ulysses Guimarães,
agredido na biografia autorizada de José Sarney, recém-publicada.
O ex-presidente da República refere-se ao saudoso comandante
das oposições como um político menor, sem
espírito público, interessado apenas no poder.
Sem dúvidas, um diagnóstico infeliz, em especial
por ser feito tanto tempo depois da morte de Ulysses. Coube
ao ex-governador de Pernambuco repor a História em seus
devidos termos.
EMPURRANDO COM A BARRIGA
A Constituição de 88 ampliou
os limites da democracia direta, regulando o referendo e o plebiscito,
duas formas de a sociedade manifestar-se sem intermediários.
Desde sua promulgação, nossa lei maior ensejou
diversos pronunciamentos, desde o regime ao sistema de governo
e até a propriedade de armas de fogo.
Agora que o Congresso examina a reforma política,
nada mais natural do que submeter ao eleitorado as propostas
afinal aprovadas pela maioria dos deputados e senadores.
Só que tem azeitona nessa empada. Já
flui pelos corredores do Legislativo a idéia de que a
referida consulta popular deve acontecer em outubro do ano que
vem, junto com as eleições municipais. Quer dizer,
uma reforma imprescindível, que se espera votada ainda
neste primeiro semestre, ficaria mais de um ano na geladeira.
E nem valeria para as eleições municipais de 2012.
Só se aplicaria, caso recebendo o apoio popular, em 2014.
País que tem tempo é outra coisa.
O MAIOR MURO DO MUNDO
Com toda razão preocupado com a fragilidade
de nossas fronteiras, lembrou o senador Marcelo Crivela recente
visita feita aos Estados Unidos. Lá, apesar de todos
os meios de vigilância na fronteira com o México,
os americanos ainda erigiram um muro. Aqui, seria impossível
repetir a experiência, dada a extensão de uma fronteira
terrestre que começa no Amapá e termina no Rio
Grande do Sul. Para evitar a entrada de drogas e de contrabando,
a solução seria multiplicar os postos militares
de fronteira. Ampliar a presença do poder público
nas faixas de limite com nossos vizinhos. Sem isso a droga e
as armas continuarão entrando com toda liberdade em nosso
território.
Recebo e publico!
Café da Imprensa - com exclusividade
Quero informar ao jornalista Olides Canton,
o Café da Imprensa localizado na Borges de Medeiros ,
915
no predio da ARI, vai homenagear o lendário reporter
policial Vanderlei Soares, hoje colunista do jornal O Sul, com
um espaço que levará seu nome.
Alfonso Abraham Blog
www.espanholfotos.blogspot.com
Jundiá
1) O jundiá, pro leitor saber, era o
falecido João Aveline
2) Eu sei o que incomodou o serginho....
3) Já dizia Antônio Gramsci, a
verdade é revolucionária...
Mas digo eu: ninguém gosta de ouvi-la,
nem eu....
PQP,como tu escreves besteira. É uma
pena que o Jundiá,não está mais conosco.
Larga dessa mania de fazer gracinha no teu blog. Seja um jornalista
sério.Vais ter muito mais vantagem.
Sergio Ross
A História não tem pressa
Carlos Chagas
Vivemos de modismos. De idéias pré-concebidas.
Por que, por exemplo, determinar 100 dias como primeiro prazo
para o julgamento de um governo ou de uma governante? Por que
não 102 ou 110, ou 200, 500 ou 800? Dirão muitos
que a vida é assim. Os casamentos são contados
por bodas de prata, de ouro e até de diamante. As guerras,
por décadas ou séculos. As religiões, por
milênios.
Se não insurgir-se, Dilma Rousseff deveria dar de ombros
para a cascata de análises, interpretações
e diagnósticos apresentados pela mídia no fim
de semana, a respeito de seu desempenho na presidência
da República. Afinal, a data que interessa mesmo é
a de cada dia, com ênfase para o último de seu
mandato.
Para Getúlio Vargas, foi 24 de agosto de 1954, mesmo
tendo ele permanecido por quinze anos variadíssimos,
numa primeira etapa, e três anos e meio de incompreensões,
no segundo.
Juscelino Kubitschek preferiu ressaltar os 50 anos em 5, no
começo, para no final fixar-se na data futura que não
chegou, de 3 de outubro de 1965, quando voltaria ao poder. Jânio
Quadros jamais imaginou que 25 de agosto de 1961 seria o fim,
muito menos João Goulart, de que tudo terminaria no 1º
de abril de 1964. Dos generais-presidentes, note-se apenas a
sequência de seus mandatos com dia certo para transmitirem
o poder, exceção de Costa e Silva que adoeceu
antes. Para Tancredo Neves o destino não deixou um dia
sequer, para José Sarney um ano lhe foi surripiado. Fernando
Collor imaginou vinte anos, defenestrado em dois e meio, ao
contrário de Fernando Henrique, que era para ser julgado
depois de quatro anos e burlou seus julgadores, estendendo o
prazo para oito. O mesmo tempo concedido ao Lula, de olho em
mais oito, ainda que sem prazo certo para iniciar o retorno.
Essas considerações se fazem por conta da evidência
de que a análise da ação dos presidentes
da República não deve ser medida em dias, meses
ou sequer anos. A História não tem pressa e não
comporta açodamentos, ainda que se apresente pródiga
em surpresas. Dilma pode ter ido bem nos primeiros 100 dias,
mas quem garante que seguirá assim nos seguintes? Melhor
aguardar.?
A MELHOR IMAGEM
Diz a sabedoria popular que o melhor juiz,
numa partida de futebol, é aquele que não aparece,
do qual a torcida não toma conhecimento.
Deveria ser assim no Poder Judiciário, isto é,
sendo naturais e acordes com o Bom Direito, suas sentenças
não precisariam despertar polêmicas e muito menos
protestos. Conforme essa evidência, em termos de opinião
publica e publicada, o ano não começou bem no
Supremo Tribunal Federal. A decisão a respeito da lei
ficha limpa desagradou o sentimento nacional, mesmo sem a emissão
de juízos de valor sobre sua constitucionalidade.
O problema é que nova frustração poderá
ser oferecida pela mais alta corte nacional de justiça,
no correr de 2011. Num caso, se for mais uma vez protelado o
julgamento dos 40 mensaleiros, que agora dizem ser 38. São
réus, já foram denunciados pelo Procurador Geral
da República por formação de quadrilha
e outros crimes, mas multiplicam recursos e expedientes de toda
ordem. Pior ficaria a situação, porém,
na hipótese de, julgados, serem absolvidos. Importa menos
a argumentação de seus advogados. Vale mais a
natureza das coisas.
OITO MAIS UM
Os oito governadores do PSDB preferem ficar
com Aécio Neves, apesar das críticas por ele formuladas
a Dilma Rousseff e ao PT, do que engajar-se na corrente da intransigência
sustentada por José Serra, Fernando Henrique e Sérgio
Guerra. Gostariam que o senador mineiro tivesse sido um pouco
mais tolerante com a presidente da República, mas dispõem
de mecanismos para absorver o discurso de Aécio como
uma necessidade oposicionista. Do que fogem feito o diabo da
cruz é do radicalismo da ala paulista dos tucanos. Afinal,
para cumprirem suas promessas de campanha, os governadores precisam
do palácio do Planalto. Até Geraldo Alckmin.
FEDERASUL HOMENAGEIA ESCRITÓRIO
FARACO DE AZEVEDO
Durante a reunião-almoço Tá
na Mesa, a Federasul homenageia
nesta quarta-feira (13) a Faraco de Azevedo Advogados, de Porto
Alegre pelo
seu 60º aniversário de fundação. O
Escritório foi fundado em 1951 pelo
advogado gaúcho Hélio Faraco de Azevedo e já
atuou em mais de 35 mil
processos em todas as áreas do direito.
Todt Comunicação
PERSISTÊNCIA DA MEMÓRIA
Um homem sem memória é como um
relógio que se derrete. Imaginando ser esta a idéia
de Salvador Dali quando pintou a tela intitulada “Persistência
da memória”, que poderia representar perfeitamente
a perda de memória do homem contemporâneo, surge-me
a idéia de relacionar tal percepção ao
atual momento da política externa brasileira.
Considerando as manchetes anunciando “Dilma vai à
China turbinar vendas”, nada mais coerente lembrar que
estamos no ano cinqüentenário da viagem oficial
de outro líder brasileiro para a China. Foi em agosto
de 1961. João Goulart, na condição de vice-presidente,
era recebido por Mao-Tse-Tung. O propósito? Justamente
o mesmo de nossa atual mandatária da Nação:
relações comerciais.
Naquele então, a iniciativa visava construir para o Brasil
uma alternativa comercial de independência econômica
do eixo americano e dar potencialidade a economia nacional.
Era o Brasil buscando uma política externa independente,
buscando romper o alinhamento econômico exclusivo aos
Estados Unidos. De lá pra cá, a China se tornou
uma potência mundial e o maior parceiro comercial do Brasil.
Hoje o desafio do Governo é conquistar a segunda maior
economia do mundo. E que bom que o mundo mudou, pois em outros
tempos, onde o contexto geopolítico mundial girava em
torno da guerra fria, era uma ofensa aos bons costumes das elites
aristocráticas do Brasil, um vice-presidente estar na
China comunista. Pois o Gaúcho Jango entrou para a história
por ser o primeiro líder latino americano a buscar a
abertura de mercado com países Comunistas, onde hoje
está Dilma Roussef.
Nossa história de relações comerciais com
a China não é recente: completa cinqüenta
anos em agosto, e quase custou a posse legítima de um
Presidente da República denunciado como comunista, por
ter uma visão estratégica de mercado mundial.
Jango abriu caminhos para o futuro do Brasil, mas poucos lembram.
Sendo assim, cabe a reflexão de Friedrich Nietzsche:
“A vantagem de ter péssima memória é
divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse
a primeira vez”.
Christopher Goulart
Presidente do Memorial João Goulart
Coleguinhas

Se por acaso o Chagas vier a fazer uma biografia
do Brizola - não estou afirmando - o Serginho Ros seguramente
vai ser seu confidente...
É que ele sabe muito do ENGENHEIRO como sempre chamou
o tio Briza, desde que o conheço em 1983...e isto que
ainda era no tempo dos milicos, que o Serginho serviu, com dignidade.

Pois aqui abro meu arquivo implacável
e mostro o serginho a bordo do avião do então
governador gaúcho leonel brizola, quando voltavam de
Carazinho, no dia que Brizola resolveu desmembrar o rio grande
do sul do resto do país num discurso lá - depois
voltou atrás - e disse que não era nada daquilo
que tinha dito.
Já na outra foto o Serginho então
diretor da Manchete em Brasilia cumprimento o alemão
Geisel, na biblioteca do Palácio da Alvorada, no dia
que Geisel resolveu fazer as fotos oficiais depois de eleito
presidente.
- Eu sou o filho do Miguel Ros, de Bento e
o senhor quem é? teria perguntado Serginho ao alemão
geisel....
- Saiba seo baixinho, que eu sou o presidente
Geisel,disse o presidente da abertura lenta gradual e segura....
Memória de eleições
A eleição " roubada"
de Jair!
Em 1982, na eleição pra governador
doEStado, todos achavam que Pedro Simon, do PMDB ganharia, mas
ele perdeu a eleição para Jair Soares, do PDS.
E Jair, que comandava antes o Ministério
da Previdência Social, escondeu-se em Jaquirana, então
distrito de São Chico de Paula, pra esperar a eleição.
Lá a imprensa nem desconfiava que o
candidato estivesse homiziado. Mas o Carlos MOnteiroda Folha
da Tarde foi no Plaza onde sabia que Jair tinha apoio e lá
lhe informaram que o candidato tinha rumado pro sítio
do gerente do Plaza, que ficava em Jaquirana.
Monteirinho se mandou pra lá comuma
kombi da Caldas e com fotógrafo. E ficava num hotel de
São Chico,indo todos os dias até a fazendola esta
onde o futuro governador descansava e esperava a finalização
da contagem dos votos, porque isto demorava muito.
- Nós íamos toda hora até
a fazendola pegar entrevista com ele, quando desse. A medida
que ele ia sendo confirmado governador, começavam a subir
pra lá os futuros secretários pra cumprimentá-lo.
Um deles foi Joseph Zukauskas, que era do Jornal
do Brasil, mas que já estava assessorando Jair informalmente.
Zuka, como era chamado pelos colegas, era homem do Triches e
de Jair.
Acabou sendo o homem da imprensa de Jair.
NO fim da eleição, Simon, que
em Rainha do Mar jogara a toalha dando uma entrevista dizendoque
tinha perdido a eleição, ainda encostou em Jair
e ficou com apenas 22 mil votos a menos. E passou o resto da
vida dizendo que aquela eleição lhe foi roubada...
Comercial da Rua da Praia
No domingo último vim pro centro e vi uma grande produção
na frente daloja da OI, quase junto a Uruguai.
Era a Zepelin fazendo a gravação de um comercial
da OI....
Tiraram o luminoso até das lojas da
galeria EDith. Um dono que por acaso veio na loja,mesmo sendo
domingo, virou uma fera. foi pedir explicações.
A galeria também virou um depósito
de gente da produção fazendo refeições
e acampada.
Alegria de uns, irritação de
outros.
Zepelin ligou
Na segunda, portanto, ontem um produtor da
Zepelin ligou pra loja da galeria EDith, perguntando se estava
tudo bem...
Resolveram na conversa....
PMDB faz ato para 100 dias do Governo
Tarso
Os deputados estaduais do PMDB estarão promovendo um
ato de protesto para marcar os 100 dias do Governo do Tarso
nesta terça-feira (12), a partir das 13 horas, na Esquina
Democrática, no centro de Porto Alegre. Além de
uma avaliação dos primeiros 100 dias de governo,
a movimentação pretende denunciar à opinião
pública gaúcha a profunda incoerência, os
erros e os atos verdadeiramente ilegais que marcam este curto
período da atual gestão.
Fatos como o escândalo dos pardais e a operação-abafa
da CPI na Assembleia Legisliva, a criação de mais
de 500 CCs e sua repercussão nas finanças públicas,
o descumprimento da promessa do Piso Nacional aos professores
e a omissão diante dos temas de grande interesse do Estado,
entre outros, serão expostos através da distribuição
de um boletim impresso nos pontos de maior circulação
de Porto Alegre. O material também será distribuído
para todas regiões do RS.
Assessoria de Imprensa PMDB-RS / Assembleia Legislativa
MAURO LEWA MORAES
O REFERENDO VAI DERROTAR A REFORMA POLÍTICA
Por Carlos Chagas
Podem deputados e senadores optar pelo que bem entender, em
matéria de reforma política.Voto em listas partidárias,
sem o eleitor escolher seu candidato a deputado, dinheiro do
governo para financiar eleições, voto facultativo,
diminuição do número de partidos e quanto
mais queiram. Tanto faz se essas mudanças venham a ser
aprovadas pelos plenários da Câmara e do Senado,
mesmo invertendo-se a aprovação nas duas casas.
Na verdade, essa terá sido a reforma
política feita pelos políticos, como de tantas
vezes anteriores. Elaboradas por eles, para eles. Sem maior
identidade com o sentimento nacional. Por isso, e sem questionar
a prerrogativa natural de o Congresso mudar, suprimir ou aprimorar
as leis, ficaremos diante de um impasse de graves conseqüências.
Porque certas decisões precisam transcender das clássicas
atribuições parlamentares.
Tome-se a questão do desarmamento. Anos
atrás Câmara e Senado aprovaram projeto proibindo
qualquer cidadão de possuir armas em casa. As elites
aprovaram, a mídia também. Felizmente a matéria
foi ao referendo popular. Qual o resultado? A sociedade discordou
de seus representantes. Desarmar, sim, mas primeiro os bandidos,
infensos a aceitar a lei. Enquanto eles existissem, deveria
o cidadão comum dispor de condições para
defender-se, já que o poder público deixava de
cumprir o seu papel.
Na reforma política é a mesma
coisa. Proibir o eleitor de escolher pessoalmente o seu candidato,
votando nos partidos, pode constituir-se solução
ideal, mas desde que os partidos deixem de comportar-se como
quadrilhas. Crie-se, primeiro, a verdade partidária.
Depois, será passado um cheque em branco para cada legenda.
Assim as demais propostas em exame. Financiamento
público das campanhas? Ótimo, mas desde que extirpados
os gastos particulares que certamente continuarão por
muitos anos. Depois, se houverem recursos disponíveis
no tesouro público, em seguida ao seu uso para desatar
o nó na educação e na saúde pública.
Nos transportes coletivos, também.
Resultado: a reforma política precisará
ser submetida a um referendo. Imaginem qual o resultado...
QUANTOS EMPREGOS A MAIS?
Os trágicos acontecimentos numa escola
do Realengo, no Rio, levam à conclusão de que
ensino não se limita a salas de aula e à merenda
escolar. É preciso proteger as escolas e os alunos. Dar-lhe
condições de não ser invadidos e assassinados.
Tivessem as autoridades se preocupado com a segurança
dos jovens, contratando guardas e vigias em número suficiente
para cada unidade e esse animal responsável pela morte
de nove meninas e um menino não teria sequer entrado
no estabelecimento em questão. Muito menos armado dois
revolveres, transitando como bem entendeu pelos corredores e
salas de aula.
Recursos? Ora, e as centenas bilhões
de dólares remetidos todos os anos para o exterior, como
remessa de lucros do capital especulativo que chega aqui sem
a menor preocupação com nosso sistema de ensino?
Sem falar na fonte de empregos criados com a imprescindível
segurança...
QUEM CHAMA QUEM?
Transcorridos cem dias do governo Dilma Rousseff,
dos 37 ministros, mais dois que assumem nos próximos
dias, pelo menos oito ainda não receberam qualquer convocação
da presidente da República, salvo para comparecer às
duas reuniões conjuntas do ministério, realizadas
até agora. Viram a chefe de longe, sem a oportunidade
de mostrar planos, propostas e dificuldades. Vamos evitar o
constrangimento de fulanizações, mas a verdade
é que não foram chamados e nem se animam a pedir
para despachar isoladamente. Talvez temam repreensões
e reprimendas, quem sabe estejam agastados coma falta de atenção.
Esse pode ser um dos males de grandes ministérios.
Napoleão dizia ser impossível ganhar uma batalha
com mais de nove generais a ele subordinados. Com 37 então,
nem se fala. O então presidente Fernando Collor percebeu
essa aberração, nomeou apenas seis ministros,
mas, com todo o respeito, nomeou tão mal que nada funcionou.
Para Dilma, agora não dá para
começar a extinguir ministérios, mas bem que ela
podia receber os ministros que faltam conhecer o seu gabinete.
QUANTOS MAIS VIRÃO?
políticos de primeiro time foram implacavelmente
alvejados por José Sarney, na sua biografia autorizada
recém-publicada, aliás elogiável, escrita
por Regina Echeverria: Ulysses Guimarães, que não
pode mais defender-se, e Bernardo Cabral, que deve estar preparando
a réplica.
A informação é de que
o ex-presidente da República dá os retoques finais
às suas memórias, certamente bem mais apimentadas
e profundas do que a biografia. Outros alvos serão objeto
de sua pontaria, a ser verdadeiro o comentário de Fernando
César Mesquita, de que Sarney não esquece agravos.
Guarda-os na geladeira para devolve-los na melhor oportunidade.
Tem gente tremendo por antecipação.
IGTF lança concurso para escolha
da música tema da Semana Farroupilha
A Comissão Estadual dos Festejos Farroupilha 2011 aprovou,
em reunião realizada esta semana na sede da Fundação
Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore
(IGTF), o regulamento do concurso para escolha da canção
tema da Semana Farroupilha, que acontecerá nos dias 13
a 20 de setembro em diversos municípios do Rio Grande
do Sul.
De acordo com o regulamento as inscrições pela
internet, para compositores de todo o Brasil, estão abertas
até 15 de junho de 2011. Também serão aceitas
inscrições realizadas pelo correio desde que postadas
até data-limite de 15 de junho de 2011.
As canções deverão ser inéditas,
compostas especificamente para o evento, contemplando ritmos
consagrados do cancioneiro riograndense e enfocando o tema "Nossas
raízes", que servirá de fio condutor do desfile
temático. A música vencedora será anunciada
no dia 20 de junho.
Séulo 21
A direita brasileira não se deu conta ainda que está
ainda na primeira metade do século passado, usando a
filosofia e o modo de atuação da antiga UDN. O
nosso principal partido de esquerda se atualizou nos primeiros
anos deste novo século. Evoluiu, derrotou seus adversários
e levou a nação a um novo patamar, em que luta
atual é a eliminação da pobreza no país.
Os oito anos do governo Lula colocaram o país no cenário
mundial.
A direita brasileira no entanto tenta preservar
os maiores entraves ao desenvolvimento nacional. É contra
o aborto, obrigando milhões de mulheres a usarem procedimentos
fora dos grandes hospitais ou a continuarem tendo filhos que
não querem e que não podem criar. É contra
os sindicatos, tentando manter uma massa escrava de empregados
a seu dispor. É contra os sistemas de cotas para os negros
e índios, tentando também manter estes povos fragilizados
na competição por melhores empregos. É
também contra a complementarão de renda aos brasileirinhos
menos favorecidos pela sorte.
Assim a direita brasileira está numa
encruzilhada, ou entra de corpo e alma no século 21 ou
abandonará a cena política brasileira.
De São Borja
O rodeio que aconteceu no final de semana foi
um sucesso de público, informa o radialista Eduardo Belmonte,
da rádio Cultura AM.
" Tinha lugar pra oito mil pessoas e em
todas as noites teve sempre entre 5 e 6 mil pessoas" disse
Belmonte. Os ingressos, nos camarotes, custavam 250,00 reais
e a entrada comum o preço era de 10,00 reais.
de São Borja
EX PRESIDENTE DO PDT
VAI VOLTAR AO DIRETORIO MUNICIPAL
O advogado Clair Ribas que ocupou a presidência do PDT
de São Borja quando se elegeu pela primeira vez o atual
prefeito Mariowane Weis(PDT)- no momento um dos candidatos do
PDT a presidência da Famurs - informou a este site que
está requerendo seu ingresso no diretório municipal
do partido em São Borja.Clair diz ainda em missiva remetida
a este site no último domingo que vai querer saber onde
está o dinheiro das contribuições partidária
e caso não obtenha informação recorrerá
ao Ministério Público.
O presidente do diretório municipal
do PDT é o coronel aposentado da Brigada Militar, ex-vereador
e advogado Janot Marques de Oliveira.Ele tem o mesmo espaço,se
quiser, que o ex-presidente Clair.
A seguir a carta de Clair endereçada
ao site:
- eSTOU VOLTANDO AO DIRETÓRIO MUNICIPAL
REQUERENDO MEU INGRESSO COMO EX-PRESIDENTE AINDA MAIS QUE O
MINISTRO CARLOS LUPI FOI REELEITO NO DRIETÓRIO NACIONAL.
OS MEUS COMPANHEIROS ESTÃO ME EXIGINDO,
NÃO EXISTE MAIS NADA DE PROGRAMA ATUALMENTE NO PDT DAQUI
NO MUNICIPIO.
TODO MUNDO DO DIRETÓRIO É MANIPULADO
PELO PREFEITO OU CCS
VOU VOLTAR AO PDT PARA SBER ONDE ESTÃO
OS PROGRAMAS DO PARTIDO E OS PLANOS DE GOVERNO QUE FICARAM EM
ATA DO PARTIDO, VOU BUSCAR PARA ESCLARECER A POPULAÇÃO
E OS COMPANHEIROS DE QUE O PARTIDO FICOU ACÉFALO DEPOIS
DE MINHA SAÍDA VOU BUSCAR SABER ONDE ESTÁ O DINHEIRO
DAS CONTRIBUIÇÕES PARTIDÁRIAS O DIZIMO,
QUEM USOU OU ESTÁ USANDO SE TIVER QUE DENUNCIAR AO MP
VOU FAZ~E-LO. PASSEI MUITO TRABALHO PARA RESTABELECER O PDT
LOCAL E ELEGER O ATUAL PREFEITO A QUEM CLASSIFICO COMO VISLUMBRADO
QUE NADA CUMPRIU.
Quanta imitação
O Grêmio ganhou o primeiro Gre-nal e
depois veio a imitação.
Primeiro ganhamos a Copa do Brasil e depois veio a imitação.
Ganhamos duas Libertadores e depois veio a imitação.
Ganhamos um Mundial e depois veio a imitação.
Contratamos nosso maior ídolo para técnico e lá
e veio a imitação.
Remindo Sauim
Agenda lotada
Um assessor de uma Cãmara Municipal
do interior mandou um email para um amigo em Porto Alegre avisando
de que estará a partir de hoje na capital ..e que já
tinha a agenda lotda....ei-la
De manhã: dormir
Tarde: quiosque da Brahma(shopping rua da praia)
Noite: Boteco Tchê, show do Marío
Barbará
quarta: concentração durante
o dia pra noite ir no DOMINó
quinta: Matinê na tia Carmen e de noite
de novo no Boteco Tchê show de Cesar Oliveira e Rogério
Melo
sexta:a programar.
Durma-se com um barulho destes....
Programinha
É hoje de noite no Boteco do Tchê, na José
do Patrocínio com Joaquim Nabuco lançamento do
CD de Mário Barbará....
A colônia sanborjense promete bombar
por lá....
Rixa
Começou a rixa Renato X Falcão...
Recebo da leitora Rita Martins, colorada doente;
FALCÃO( SERIO, INTELIGENTE E CHIQUE )
RENATO: SEM SAL, SEM AÇUÇAR E
AINDA POR CIMA SE ACHANDO A ÚLTIMA BOLACHINHA DO PACOTE...!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
qUERO VER O PRIMEIRO GRENAL .....
O DIA SEGUINTE(1)
acho que o Inter contratou um marqueteiro,não um treinador.Se
der certo, o tempo vai dizer.
O dia seguinte(2)
O Falcão não tem nada com isto...Inteligente
ele é...mas como treinador é uma nulação.
O dia seguinte(3)
No momento, como tem muito associado não
pagando as mensalidades, a diretoria quis dar uma injeção
de animo. Isto é coisa do Luigi, quer fez isto muito
bem feito na rodoviária. O Giovani é um administrador
e nas novas conversas de muitos anos atrás, quando ele
era um simples gerente na rodoviária, ele me dizia que
precisava ENCANTAR O PASSAGEIRO, O CLIENTE.
O dia seguinte(4)
Tenho certeza que o Falcão vai dar por
um tempo um novo ânimo no Beira Rio. Isto também
ajuda...Casmurrice do Roth não tava com nada...
O dia seguinte(5)
Mas cuidado: só papo não enche
barriga.
De São Borja
Um vereador do PP me disse ontem que o PT vai
ganhar a eleição da prefeitura no ano que vem.
E o nome segundo ele é uma bomba arrasa quarteirão.
Quem será meu Deus??? a esposa do deputado federal Paulo
Pimenta????
Histórias de La Ùndeze!
Esta foto que eu saquei do blog do prefeito,
é pros serafinenses matarem a saudade da paisagem de
Serafina na época do plantio de soja e milho....

Ainda sobram uns poucos matos nos fins das
colônias que eram geralmente desmatadas da casa em direção
ao fim da terra. Por isto que os colonos sobraram umas matas
nos fins de suas terras. Hoje está tudo impedido de cortar.
Na região já houve muitas serrarias
que hoje se mudaram pro Mato Grosso, que é onde tem madeira.
O REI DE ROMA NO BERA-RIO
FALCÃO NO INTER
FOI MEU O FURO DE REPORTAGEM
Por Luiz Oscar Matzenbacher
Quem anunciou o Falcão, o Rei de Roma
e Soberano do Beira-Rio, como o novo técnico do Inter
fui eu. Ainda na sexta-feira. Podem ler lá no horário
do texto enviado por e-mail ao Olides: 8/4/2011-13h29min. Por
modéstia eu disse "anunciaram" na matéria,
mas ninguém ainda havia lembrado o Falcãozinho,
como opção para substituir o Roth.
PDT
Faz algum tempo a RBS realizou a promoção os 20
Gaúchos do Século.
Entre os vinte tivemos Getúlio Vargas, Alberto Pasqualini
e João Goulart.
Brizola ficou no 21º lugar.
O que eles fizeram, quando estiveram em Governos?
É só pesquisar: eles tem história.
Diante disto o PDT tem necessidade de estar a reboque do PT?
Por que não ter vida própria? Independência
?
SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS
QUE TAL ?
Ao que parece o Ministro da Justiça e a Ministra dos
Direitos Humanos comandarão uma campanha de desarmamento.
Maria do Rosário recebeu contribuição para
sua campanha das Forjas Taurus, fabricante de armamentos.
Ah,ah,ah,ah....
http://1.bp.blogspot.com/-pPARqoyzMxw/TaEUJljuK1I/AAAAAAAAL6Y/DwA2X_TCdco/s1600/MaRo.png
SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS
Fila
Vejam.a gente morre e não vai ter visto
tudo mesmo!!!!!
http://www.contraovento.com.br/wp-content/uploads/2011/04/fila-gif.gif
Nesta o Charqueadas se esmerou!!!!!
http://www.contraovento.com.br/wp-content/uploads/2011/04/os-filhos-da-GIF.gif
SERÁ ESTA A CARTILHA DO LULA?
O lingüista esquerdista estadunidense
Noam Chomsky elaborou a lista das 10 estratégias de manipulação?
através da mídia:
1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.
O elemento primordial do controle social é a estratégia
da distração que consiste em desviar a atenção
do público dos problemas importantes e das mudanças
decididas pelas elites políticas e econômicas,
mediante a técnica do dilúvio ou inundações
de contínuas distrações e de informações
insignificantes.
A estratégia da distração é igualmente
indispensável para impedir ao público de interessar-se
pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência,
da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética.
Manter a atenção do público distraída,
longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas
sem importância real. Manter o público ocupado,
ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à
granja como os outros animais (citação do texto
Armas silenciosas para guerras tranqüilas).
2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.
Este método também é chamado problema-reação-solução.
Cria-se um problema, uma situação prevista para
causar certa reação no público, a fim de
que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar.
Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência
urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público
seja o mandante de leis de segurança e políticas
em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma
crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário
o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços
públicos.
3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável,
basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos
consecutivos. É dessa maneira que condições
socioeconômicas radicalmente novas foram impostas durante
as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações,
precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários
que já não asseguram ingressos decentes, tantas
mudanças que haveriam provocado uma revolução
se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular
é a de apresentá-la como sendo dolorosa e necessária,
obtendo a aceitação pública, no momento,
para uma aplicação futura. É mais fácil
aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício
imediato. Primeiro, porque o esforço não é
empregado imediatamente. Em seguida, porque o público,
a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente
que tudo irá melhorar amanhã e que o sacrifício
exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo
ao público para acostumar-se com a idéia de mudança
e de aceitá-la com resignação quando chegue
o momento.
5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA
IDADE.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza
discurso, argumentos, personagens e entonação
particularmente infantis, muitas vezes próximos à
debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade
ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar
ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante.
Por quê? Se você se dirige a uma pessoa como se
ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão
da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade,
a uma resposta ou reação também desprovida
de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos
ou menos de idade (ver Armas silenciosas para guerras tranqüilas).
6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica
para causar um curto circuito na análise racional, e
por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além
do mais, a utilização do registro emocional permite
abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar
idéias, desejos, medos e temores, compulsões,
ou induzir comportamentos
7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA
E NA MEDIOCRIDADE.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as
tecnologias e os métodos utilizados para seu controle
e sua escravidão. A qualidade da educação
dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre
e medíocre possível, de forma que a distância
da ignorância que paira entre as classes inferiores às
classes sociais superiores seja e permaneça impossível
para o alcance das classes inferiores (ver Armas silenciosas
para guerras tranqüilas).
8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE
NA MEDIOCRIDADE.
Promover ao público a achar que é moda o fato
de ser estúpido, vulgar e inculto
9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.
Fazer o indivíduo acreditar que é
somente ele o culpado pela sua própria desgraça,
por causa da insuficiência de sua inteligência,
de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés
de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo
se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo
do qual um dos seus efeitos é a inibição
da sua ação. E, sem ação, não
há revolução!
10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS
SE CONHECEM.
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços
acelerados da ciência têm gerado crescente brecha
entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas
e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à
biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada,
o sistema tem desfrutado de um conhecimento avançado
do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente.
O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo
comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que,
na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um
grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos
a si mesmos.
SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS
Sem Pulo - Túnel do Tempo

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FALCÃO NO INTER????
Olha Serginho, acho que o Inter foi buscar
um cara com o carisma do Renato. Aqui eles vivem esta rixa que
os alimenta...
Porque treinar mesmo, acho que nenhum dos dois
sabe....
Não tenho nada que me meter no Inter.Mas cá pra
nós, acho que o Falcão como treinador do Inter,vai
entrar pelo cano. Foi sem dúvida um cracaço e
hoje é um bom colunista. Agora,ser treinador,acho que
é emprego para seis meses.
Se puderes, escreve para ele não fazer esta besteira.
Sergio Ross
Música Disco anos 70
Depois dos Embalos de sábado a noite, curta a música
que embalou a geração disco.
Paulo Bettanin
Acesse o link ou entre no blog.
O Urbanascidades se multiplicou. Agora, temos páginas
por temas, para facilitar sua navegação.
Urbanasarquiteturas com Arquitetura, Urbanismo e post sobre
Porto Alegre;
Urbanasmelodias com o melhor da música do Urbanascidades;
Urbanasimagens com fotografia, cinema, teatro e tv;
Urbanasculturais com literatura, artes plásticas e os
editoriais do Urbanascidades.
http://urbanascidadespoa.blogspot.com/2011/04/musica-disco-anos-70.html
Do enviado a Porto Belo, Matzenbacker
O REI DE ROMA NO BERA-ERIO
Não creio, o regime é presidencial,.
Manda o presidente. O Luigi eu vi, muitas vezes, vibrando com
as jogadas do Falcão, lá nas cadeiras e nas sociais
do Beira-Rio, no Década de 1970.
Pelo menos os colorados vão ser felizes até na
derrota. É melhor perder jogando para frente e bonito
do que vendo a mais poderosa meia-cancha do Brasil trabalhando
para municiar apenas um atacante cercado por dois ou três
zagueiros.
Luiz Oscar Matzenbacher
Os caras de Bento,tcho...
O Serginho aguentou na pau o exame de biopsia
na su apróstata. Diz ele que o médico deu medicamento
pra dormir, mas como é HIPERATIVO, não pegou nada.E
que aguentou no osso do peito o exame. É que em Bento
tão acostumado a arrancar dente sem anestesia..
Biografias
1) Leonel brizola tá precisando de uma ....porque o Chagas
não faz????
2) Nelson Marchezan tá precisando de uma ...disseram
que o Congresso tinha conttratado o Carlos Fehlberg pra escrever,
mas até agora não saiu
3) Tem um cara fazendo uma do Getúlio. Mas tem algumas,
já.
Aquele Abraço
Gilberto Gil
Composição : Gilberto Gil
O Rio de Janeiro
Continua lindo
O Rio de Janeiro
Continua sendo
O Rio de Janeiro
Fevereiro e março
Alô, alô, Realengo
Aquele Abraço!
Alô torcida do Flamengo
Aquele abraço
Chacrinha continua
Balançando a pança
E buzinando a moça
E comandando a massa
E continua dando
As ordens no terreiro
Alô, alô, seu Chacrinha
Velho guerreiro
Alô, alô, Terezinha
Rio de Janeiro
Alô, alô, seu Chacrinha
Velho palhaço
Alô, alô, Terezinha
Aquele Abraço!
Alô moça da favela
Aquele Abraço!
Todo mundo da Portela
Aquele Abraço!
Todo mês de fevereiro
Aquele passo!
Alô Banda de Ipanema
Aquele Abraço!
Meu caminho pelo mundo
Eu mesmo traço
A Bahia já me deu
Régua e compasso
Quem sabe de mim sou eu
Aquele Abraço!
Prá você que me esqueceu
Ruuummm!
Aquele Abraço!
Alô Rio de Janeiro
Aquele Abraço!
Todo o povo brasileiro
Quando comecei a tomar contato com a tragédia do Rio,ainda
na quinta, me chamou a atenção do Bairro Realengo
onde fica a escola da mortandade: ai fui ler no Valor Economico
que fez um bom trabalhou sobre a realidade do Barrio que tem
200 mil habitantes, todos de classe média baixa, muitos
militares morando ali.
E sabia que a palavra estava numa música.
Aí fui ver que era naquele abraço que o Gil fez
em 1969 quando se despedindo do Brasil escreve aqueles versos
poéticos.
Porque será que o Gil foi se lembrar
do Realengo? qual seu vínculo afetivo ali em 1969? boa
pergunta pro ex-ministro da cultura.
Faltaram jornais....
Na sexta passada, quem procurou jornais do rio nas bancas do
centro de porto alegre, não achou. Esgotaram todos....
Falcão X Renato!
Foi até bom não ter Grenal. O
Renato ia desmoralizar o Falcão logo na quarta que vem.
Assim tem uma sobrevida....
Brizola
Eu sou barriga fria mesmo....Acho que não
demora e o Congresso vai mandar escrever uma biografia oficial
do Brizola.
Biografia do Brizola
E não será um brizolista de quatro
costados que irá escrever esta biografia...não
será um Sebastião Nery, nem um Roberto D'Avila,
pra ficar em dois nomes conhecidos: será mesmo um jornalista
cujo nome nunca foi vinculado a Brizola.
Como dizia o velho Ulisses, quem faz o melhor
bocado, nem sempre o come....
(Neste caso, é também de que
propõs a idéia, né...)
SEMANA SANTA
PRETTI E MONEGE EM ROMA....
Um conselho que um taxista me deu em 1986,
na vez que estive em Roma: não vá a CIDADE ETERNA
NA SEMANA sANTA que você tá ferrado a não
ser que reserve hotel com muita antecedência.É
a semana em que PRETTI E MONEGUE- padres e freiras - do mundo
todo visitam Roma e lotam a cidade eterna....
Domingo que vem também é uma data importante no
calendário dos católicos: é o domingo de
Ramos,dia em que são bentos os ramos de Olivo.
Meu finado avo José contribuía
sempre com grandes ramos de oliveira para o padre que depois
de benzê-las as distribuia ao povo em geral. E eram usados
quando temporais se armavam: OS católicos acreditam que
o ramo de oliveira acalma a tempestade....
TRIBUTO A UM GRANDE JORNALISTA
O Goulart mandou dizer que é pra dizer que saiu primeiro
no Prévidi. Não tem problemas, saiu então
primeiro no Previdi, mas meu leitores tambémvão
gostar. o editor
TRIBUTO A UM GRANDE JORNALISTA
Com a morte de Flávio Alcaraz Gomes perde o RS seu maior
repórter dos tempos modernos. Muitos podem criticar se
estilo, seu comportamento, mas ninguém pode negar que
foi um profissional completo.
Fui testemunha de um pequeno episódio em que ele revelou
gana e decisão no exercício do seu ofício.
Aconteceu em Lisboa, em 1972, quando o presidente Médici,
em visita oficial ao país, foi homenageado com um banquete
num palácio histórico, com a presença da
famosa fadista Amália Rodrigues. Os jornalistas credenciados
também foram convidados. Mas, na entrada, o Flávio
foi barrado por um segurança brasileiro, porque estava
levando um gravador (daqueles grandes, como o do cacique Juruna).
O Flávio levantou a voz e disse que gravador não
era arma e exigiu a presença do chefe da segurança.
Veio o capitão Coutinho e com ele o secretário
de imprensa, o gaúcho Carlos Fehlberg. A situação
foi contornada numa boa. E o Flávio entrou, mas continuou
argumentando: "O presidente do meu país vai ser
homenageado pela maior cantora de Portugal e um jornalista não
pode gravar sua voz para levar ao público do Brasil.
Isso não tem cabimento".
Esse era o estilo de trabalho de Flávio Alcaraz Gomes.
Do amigo
Antônio Goulart
OS GAÚCHOS
TEM CADA UMA
Tem uma gauchada por aqui,que não brinca
em serviço. É a turma do “trago”.
Para fugirem dos bafómetros, só não fazem
chover...
Dias atrás um gaúcho de Bagé e que joga
no primeiro time do Ministério Agricultura,porque é
muito competente(não vou dizer o nome do cara,é
lógico...)depois do expediente a tardinha saiu para tomar
uns tragos com uns amigos.
Trago vai,trago vem,foi chegando a meia noite. Hora de ir para
casa. Preocupado com uma blitz
da polícia de Brasília, que na porta do bar,já
aguardava
a rapaziada cheia de cana nos corno. O que ele fez então:
chamou um taxi e combinou com o motorista o
seguinte. O motorista ganharia o dobro pelo serviço para
dirigir o seu carro, uma BMW, tinindo de novinho e ele, o gauchão
bageense iria dirigindo o taxi. Os dois passaram pela blitz
lépidos e fagueiros...
Um outro gauchão,bom de bola,durante uma noitada, conheceu
uma mulher linda de morrer. Animado, foi para um motel com a
moça. Depois do serviço feito mas cheio de sono,continuou
na cama tirando uma soneca. Quando acordou,já era quase
seis hora da matina. Assustado com o que poderia acontecer
quando chegasse em casa e tivesse que enfrentar a patroa, também
gaúcha mas de faca na bota, não teve
dúvidas. Pagou a mulher linda de morrer e se mandou
para o hospital mas próximo. No hospital, foi procurar
um médico,também gaúcho e velho amigo que
estava de plantão. Contou o seu drama e pediu que fosse
levado para casa em uma ambulância. Como amigo é
para essas
coisas,chegou em casa de ambulância e a sirene
aos berros.
A patroa chamada na portaria,chegou assustada e recebeu uma
baita recomendação do médico amigo.”Olha
o teu marido teve um principio de enfarto mas agora está
bem. Ele precisa repousar um pouco e comer só uma sopinha.
Nada de bebida alcoólica por uns quinze dias. Só
uma sopinha e sem sal...” A emenda,foi pior do que o soneto.
O gauchão bebum,já está há mais
de uma semana saindo do escritório de advocacia dele,direto
para a casa e já não agüenta mais tanta sopinha...
Do massacre em Realengo nasce um herói policial
*Archimedes Marques
O brutal e inexplicável assassinato
em massa praticado pelo frio e calculista marginal, Wellington
Menezes de Oliveira, contra inocentes estudantes na flor da
idade ocorrido na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo,
Zona Oeste do Rio de Janeiro, deixou até o presente momento
11 famílias em eterno sofrer com a perda prematura dos
seus entes queridos em tragédia jamais esperada e esquecida.
O massacre que fez chorar todos os brasileiros e, porque não
dizer, todas as pessoas de sentimento, deixa o país de
luto e mostra também a vulnerabilidade em que todos vivemos.
Facilmente o assassino adentrou na escola dizendo ter sido convidado
para dar uma palestra aos alunos, subiu dois andares do prédio
e entrou numa sala onde aproximadamente 40 alunos da nona série
assistiam a uma aula, abrindo fogo contra os estudantes que
um dia esperavam vencer na vida. Da rápida ação
criminosa 11 adolescentes tiveram as suas vidas interrompidas
por conta de uma pessoa totalmente insana e desprovida de qualquer
sentimento de amor ou compaixão.
Alguns alunos que foram baleados estão em estado grave
de saúde devido os tiros terem acertado pontos vitais
dos seus organismos e correm sérios risco de morte ou
de sofrerem seqüelas irreparáveis para o resto das
suas vidas.
Após o ataque naquela sala de aula, o assassino não
satisfeito da sua sede por sangue, ainda muito bem municiado
e armado com dois revolveres calibre .38, pelo corredor tentava
chegar a escada e subir para uma conseqüente investida
noutra sala, fato não concretizado em virtude de ter
encontrado no seu caminho um bravo, corajoso e valoroso policial
que o fez parar com um tiro na perna e, este por sua vez, na
sua desvairada loucura, cometeu o suicídio antes do previsto,
atirando contra a sua própria cabeça.
O destemido herói, 3º Sargento Marcos Alves, do
Batalhão da Polícia Rodoviária, estava
trabalhando próximo a escola e tomou conhecimento do
fato através de dois alunos feridos acompanhados de uma
professora que, em pânico, corriam pela rua pedindo socorro.
Em detrimento da sua real e nobre missão, o Sargento
logo chegou ao trágico local e impediu um massacre maior.
A carta de teor fundamentalista encontrada no bolso do assassino,
cujo texto dizem conter frases desconexas e incompreensíveis,
com menções ao Islamismo e até mesmo práticas
terroristas, parece ser tão confusa quanto o seu autor.
O fato dele ter matado 10 meninas e 1 só menino, assim
como, pelo fato da maioria dos feridos também ser do
sexo feminino, comprova que o seu objetivo era matar somente
elas. Os estudantes foram atingidos por balas perdidas dos seus
alvos.
Teria no Islamismo menção somente a exterminar
mulheres?... Por qual razão ele entendia que só
as meninas eram pessoas impuras?... Respondo a tais interrogações
com uma motivação simples e lógica: O assassino
foi rejeitado pelas suas colegas de sala quando estudou naquela
escola e por isso criou na sua mente doentia e criminosa essa
maldita vingança.
Assim, é fácil de concluir que se não fosse
o grande herói, Sargento Alves, certamente a matança
seria bem maior, e além das 11 vítimas fatais
e 13 adolescentes feridas, outras tantas famílias, principalmente
oriundas das meninas estudantes, estariam chorando em desespero,
pois enquanto tivesse munição o assassino não
pararia de matar para no final praticar o tramado suicídio.
Os atos do Sargento Alves, além de o tornarem um digno
herói, massageiam o ego dos verdadeiros policiais e nos
trás orgulho de ser Polícia na mais pura expressão
da palavra.
(Delegado de Policia no Estado de Sergipe.
Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Segurança
Publica pela Universidade Federal de Sergipe) archimedes-marques@bol.com.br
No dia do seu niver
Moura não pinta no SERPENTÁRIO....
Na sexta, dia que escrevo este tópico, o MOurinha ficou
com vergonha e não pintou no serpentário...A Vânia
que nos atende lá todos os dias, ficou surpresa com a
idade - 80 anos - do colega..Já,diz ela!!!!
Deixei umlivro pra ele de presente, com os autografos meus,
do Leo Guerreiro e da Vânia.
E roubei pra mim o segundo caderno do JC, que ele rouba todos
os dias e leva pra patroa...
Coleguinhas
Mazarino, chegaram os jornais....
Luciano irá homenagear os 30 anos da Jornada de Literatura
de Passo Fundo
As três décadas da Jornada Nacional
de Literatura de Passo Fundo serão homenageadas pelo
deputado Luciano Azevedo (PPS), no Grande Expediente da Assembleia
Legislativa do dia 4 de maio. Ele justificou a iniciativa de
registrar a força e a importância do evento. Há
30 anos, a Jornada motiva as pessoas a saírem de casa
em busca de literatura e arte. A lona de circo, palco do evento,
transformou-se em marca de congregação, que enche
de orgulho a nossa cidade e o nosso Estado, enfatizou Luciano.
Ele elogiou o trabalho da coordenadora geral das Jornadas Literárias,
Tania Rösing, que desde o início liderou a movimentação
cultural. Ao comentar a homenagem, Tania afirmou que a caminhada
de 30 anos do evento demonstra o esforço para estimular
a formação de leitores e mediadores de leitura.
Informativo Deputado Luciano
A tragédia dos negros...
Olhando pras fotos, vi que a escola de Realengo
é praticamente só de negros. Pelo menos os familiares
são, a maioria.
Assim fica mais fácil entender como
o cara( maluco ou não, não é o que tou
discutindo)entroulá sem que ninguém lhe perguntasse
o que ia fazer.
Ou seja,somos o país dos ricos brancos
e dos pardos e negros pobres.
Toda a outra discussão em três
dias terá passado...
O Rei de Roma volta ao Beira-Rio
Por Luiz Oscar Matzenbacher
Vibrei ao anúncio do Paulo Roberto Falcão, o Soberano
de Porto Alegre e Rei de Roma, ser o novo técnico do
Internacional. Eu gosto muito do Falcão. Me acostumei
a vibrar com as jogadas elegantes do Falcão, cadenciando
e agilizando o futebol do Inter nos anos 1970/1980. Depois me
acostumei a conviver com ele nas redações gaúchas,
quando ele se transformou em nosso colega jornalista. O considero
o melhor comentarista de futebol do Brasil.
Passei a admirar mais ainda o Falcão depois que ele se
transformou no protetor da velhice do poeta Mário Quintana.
Por gostar tanto da eficiência do Falcão eu não
gostei, em um primeiro momento, da idéia dele vir a ser
o técnico do Internacional em 2011. Vai ser difícil
voltar aos vestiários que hoje são habitados por
jogadores bem diferentes dos da geração Falcão/Minelli.
Pode não dar certo, mas vai ser bonito ver o Falcão
dando ordens ao time, na beira do gramado. Torço para
que ele tenha assimilado toda a sabedoria do futebol que o Mestre
Minelli ensinou.
POZZOBOM VAI A BRASÍLIA TRATAR DE REFORMA POLÍTICA
E MP 520
O líder da bancada do PSDB, deputado Jorge Pozzobom entregou
em Brasília ontem (6) cópia da ata da audiência
pública realizada na Assembleia Legislativa que debateu
a Medida Provisória 520. A MP cria a Empresa Brasileira
de Serviços Hospitalares, de sociedade anônima
de direito privado com a atribuição de gerir os
Hospitais Universitários do país. No entanto,
pontos específicos como a continuidade do atendimento
gratuito à população, a execução
de assistência, ensino e pesquisa na área da saúde
e a imposição da produtividade são questões
que estão gerando insegurança nos servidores dos
Hus.
O parlamentar reuniu-se com a senadora Marisa Serrano deputados
federais Sérgio Guerra, Nelson Marchezan Jr, para tratar
dessa questão, pois ainda é necessária
a aprovação no Congresso. O parlamentar é
a favor da sustentabilidade do HUSM, publico e vinculado a UFSM,
com sua autonomia, pois atende a população de
Santa Maria e 45 municípios da região na baixa,
média e alta complexidade, gratuitamente. “O entendimento
entre as partes, o não comprometimento e a continuidade
da qualidade do atendimento é o objetivo da minha luta,
pois juridicamente, a MP 520, em seus 17 artigos, pode sim ser
o primeiro passo para a privatização dos hospitais
universitários do Brasil”, finalizou o deputado.
WORKSHOP VAI MOSTRAR COMO IMPLEMENTAR
BANCO DE HORAS EM EMPRESAS VINÍCOLAS
O Sindicato da Indústria do Vinho do
Rio Grande do Sul (Sindivinho-RS) realizará no próximo
dia 12 de abril o Workshop: Como Implementar Banco de Horas
em Empresas Vinícolas. O evento tem por objetivo apresentar
o Modelo do Banco de Horas, subsidiado na legislação
que envolve o tema.
É destinado aos Diretores e responsáveis pela
área de Recursos Humanos das empresas vinícolas
enquadradas na Base de Caxias do Sul, que compreende as cidades
de Antônio Prado, Carlos Barbosa, Caxias do Sul, Farroupilha,
Garibaldi, São Marcos e Veranópolis.
O workshop terá por local a sede do sindicato, na Rua
Ítalo Victor Bersani, 1.134, em Caxias do Sul, sendo
desenvolvido das 19h às 21h, em dois painéis:
Modelo de Banco de Horas e Legislação –
Dra. Jane Ferreira e apresentação do funcionamento
do ponto eletrônico, por uma empresa que fornece o equipamento.
Segundo lembra o Sindivinho-RS, o Banco de Horas é uma
importante ferramenta para equalizar o horário de funcionamento
da empresa com a carga horária do trabalhador. A implementação
do sistema nas empresas que têm características
específicas de safras, picos de trabalho e necessidade
de prorrogação do horário, representa um
mecanismo inteligente e de interesse mútuo.
A prorrogação da carga horária e a consequente
redução em outros períodos, quando aplicada
com razoabilidade, traz vantagens operacionais para as empresas
e ganhos em saúde e lazer para os colaboradores.
As inscrições para o workshop são gratuitas
e podem ser feitas através do e-mail administrativo@sindivinhors.com.br
e maiores informações podem ser obtidas através
dos fones (54) 3021.0012 e (54) 3218.8035.
Todt Comunicação
ALCKMIN 1 x 1 AÉCIO
Por Carlos Chagas
Parar, não parou. Pelo contrário movimentou-se
como nunca. Fala-se do Senado, quarta-feira, a partir do discurso
de Aécio Neves. Na atual Legislatura, uma inovação.
Estavam presentes quase todos os senadores, os apartes tomaram
mais de quatro horas. Louve-se a tolerância do presidente
José Sarney, que descumpriu o regimento e deixou de limitar
a presença do colega mineiro aos vinte minutos regulamentares.
Aécio Neves parece ter lido Proust,
já que só agora saiu em busca do tempo perdido.
Sem dúvida, assumiu a liderança das oposições,
num discurso ético, propositivo, firme e educado. Criticou
adversários, não inimigos. Não poupou o
PT nem a presidente Dilma, mas abriu perspectivas para um dialogo
permanente, em termos altos.
A conclusão é de que o ex-governador
de Minas acaba de empatar o jogo sucessório, com tanta
antecedência praticado no ninho dos tucanos. Até
seu pronunciamento, o placar indicava Geraldo Alckmin na frente,
depois de haver implantado forte esquema de poder em São
Paulo, preparando-se para estendê-lo aos demais estados.
Além de maliciosamente ter lançado a candidatura
de José Serra à prefeitura de São Paulo.
Aécio Neves, a partir de agora, ocupa o mesmo patamar.
Resta aguardar a réplica de Serra. Sua presença
no plenário, direito concedido a todo ex-senador, faz
prever que não demora muito, nesse estranho jogo de três
times em campo.
PEGANDO CARONA
Apesar do brilho da sessão de quarta-feira,
no Senado, não dá para omitir que no meio dos
variados apartes solicitados a Aécio Neves, muitos pareciam
inteiramente dispensáveis. Senadores tentaram pegar carona
na mensagem do ex-governador, aproveitando para auto-promover-se
e abordar temas em nada relacionados com o confronto entre oposição
e governo. Com todo o respeito, ouviram-se montes de bobagens.
Até o programa de renda mínima viu-se incluído
nos debates. A situação dos índios na Amazônia,
os excessos do agro-negócio, a necessidade de todas as
crianças irem para a escola, as cotas para negros e a
tentativa de transformação da Petrobrás
em Petrobrax ganharam destaque.
Aécio Neves elogiou todos os que o interromperam,
mas lá no fundo terá lembrado características
parlamentares de Carlos Lacerda, que quando recebia apartes
bobos dirigia-se ao aparteante com um contundente “retire-se
do meu discurso!”
MERCADO PELA METADE
acorde com as leis do mercado que quando o
preço do barril do petróleo aumenta internacionalmente,
também aumente entre nós o preço da gasolina.
É o que a Petrobrás defende, para os próximos
dias. Só que tem um problema: quando o petróleo
cai nas bolsas lá fora, a gasolina não cai, aqui
dentro. Pelo contrário, preços uma vez elevados
não diminuem nunca. Trata-se de vigarice. De usurpação
da economia popular. Do reconhecimento de que o mercado prevalece
quando funciona a favor. Contra, de jeito nenhum...
GOZAÇÃO
Em Washington, o ex-presidente Lula ridicularizou
o novo relatório da Polícia Federal a respeito
do mensalão. Disse que se a documentação
for incluída no processo, só em 2050 a questão
será julgada. A aceitação do novo relatório
depende do relator da matéria contra os 40 réus
mensaleiros, ministro Joaquim Barbosa, que não terá
gostado nem um pouco da observação do Lula. Em
especial quando dos corredores do Supremo Tribunal Federal chegam
suposições a respeito de que sentenças,
mesmo, não são esperadas para este ano. Com certeza
2050 ficará mais próximo...
Dia do Jornalista e sua origem
Antônio Goulart escreve:
Muito se escreveu na última quinta-feira,
dia 7, sobre o Dia do Jornalista e os profissionais receberam
mensagens e cumprimentos. Mas não li uma única
referência sobre a origem desta data.
O Dia do Jornalista é comemorado no Brasil em homenagem
a João Batista Líbero Badaró, médico
e jornalista de origem italiana, que chegou a São Paulo
em 1826, aos 28 anos de idade. Três anos depois, fundou
o jornal "Observador Constitucional", onde denunciava
os desmandos e excessos cometidos pelo governo de Dom Pedro
I.
No dia 20 de novembro de 1830, Badaró sofreu um brutal
atentado à bala, vindo a falecer no dia seguinte, com
apenas 32 anos. Suas últmas palavras foram: "Morre
um liberal, mas não morre a liberdade". Segundo
historiadores, a ordem para matar o jornalista pode ter partido
do próprio imperador.
Líbero Badaró foi um dos primeiros a escrever
no Brasil em defesa da liberdade de expressão, refutando
sempre a tese de que os abusos praticados pela imprensa justificam
o cerceamento da liberdade.
Após sua morte, aumentaram o descontentamento e os protestos
contra o absolutismo de D. Pedro I, que abdicou em 7 de abril
de 1831. Esta data foi então escolhida como o Dia do
Jornalista.
do blog do CABEÇA....
“REPÚBLICA DO ROCK” ESTRÉIA EM 2011
COM CARTOLAS E SACOLÉ DE PUS
O projeto “República do Rock”, realizado
pela Coordenação de Música da Secretaria
Municipal de Cultura, volta a cartaz no próximo dia 12
de abril, terça-feira, às 19h30min, no Teatro
de Câmara Túlio Piva (Rua da República,
575), com as bandas Cartolas e Sacolé de Pus. A entrada
é franca, mas recomenda-se a entrega de um quilo de alimento
não perecível a ser doado às obras sociais
do município.
A partir desta edição, a curadoria do projeto
será do comunicador Thadeu Malta, que substitui Léo
Felipe. A estrutura continua a mesma: uma banda novata abre
o show para um grupo consagrado.
Formada em 2003, em Canoas, a banda Cartolas foi vencedora do
Festival “Claro que é Rock”, em 2005, e do
Açorianos de Música em 2007, recebendo o prêmio
de melhor disco pop, além das indicações
para melhor instrumentista e melhor vocalista. Com o prêmio
do “Claro que é Rock”, o grupo gravou seu
primeiro disco, “Original de Fábrica”, com
produção de Carlos Eduardo Miranda, lançado
em 2007. Já realizou shows em São Paulo, Rio de
Janeiro, Natal e interior do Estado. Em 2009 se apresentaram
pela terceira vez no Planeta Atlântida. Seu segundo disco,
“Quase Certeza Absoluta”, foi lançado em
2010.
Os Cartolas são Luciano Preza (vocal); Dé Silveira
e Melão (guitarras); Otávio Silveira (baixo) e
Pedro Petracco (bateria).
Segundo o release da banda Sacolé de Pus, “era
uma vez , na pequena e pacata cidadezinha de Aldeilândia,
onde um casal de bondosos fazendeiros deu a luz a quatro lindos
e saudáveis bebês. Eles cresceram felizes, o gosto
pela pintura, a música e as letras, crianças cheias
de vida. Um dia, os 4 rapazes cruzaram com meretrizes do Baixo
Candeeiro e foram apresentados aos prazeres da carne e do pecado...
Mergulharam na escuridão. Amaldiçoados a viver
de puteiro em puteiro em busca de sexo fácil e embriagados
com conhaque barato os irmãos cheios de vingança
resolveram engravidar as meretrizes para que nunca, jamais esquecessem
o mal que lhes havia causado. Muitos anos depois...
- Cara, tá enrolado demais esse texto!
- Pô, pior... -Então corta essa parte e pôe
assim: Banda: Sacolé de Pus: Tony Douglas, Ricky Suvinil,
Zezé de Luciano, Luan Chevete, Bruno Marrone e Melão
Saturno.
REPÚBLICA DO ROCK 2011
CARTOLAS e SACOLÉ DE PUS
12/04/2011 – TERÇA-FEIRA – 19H30MIN
TEATRO DE CÂMARA TÚLIO PIVA
RUA DA REPÚBLICA, 575
ENTRADA FRANCA
Paulo Moreira
Assessoria de Imprensa
Coordenação de Música
EXCLUSIVO
CPI DA JUVENTUDE
'ATRAPALHA' COMEMORAÇÕES DOS
50 ANOS DA LEGALIDADE
fONTE deste site informou que a CPI da Juventude,
que se desenrola na Câmara Municipal de Porto Alegre,
está atrapalhando o desenrolar das comemorações
dos 50 anos da Legalidade.
É que esta parte da Legalidade ficou
afeita a deputada estadual Juliana Brizola, do PDT, que é
neta de Leonel Brizola, o idealizador e grande comandante do
movimento.
Alguns deputados acham que os eventos já
deveriam estar em andamento, mas como a deputada Juliana está
muito ocupada com a CPI da Juventude, isto a tem atrapalhado.
ADROALDO LOUREIRO DEVE IR
MESMO PARA O TRIBUNAL DE CONTAS
nA VAGA QUE SE ABRE no TCE, indicação da Assembléia
Legislativa do Estado, devérá ser indicado o deputado
Adroaldo Loureiro, do PDT.
Famurs: quem vai comandar?
Na FSB do dia 1 de abril, especula-se a ausência
do prefeito Mariovane Weis, da cidade. Ele estaria em campanha
pra presidência da Famurs, fora de São Borja.
Mas ontem, segundo alguns avalistas, diziam,
a Famurs deverá ficar mesmo com o prefeito de Santo Angelo,
que é também do PDT.
Uma boa briga pedetista e missioneira, por
supuesto.....
De São Borja
Há quem ache que o atual prefeito Mariovane
Weis não terá clima pra continuar morando na cidade,depois
que deixar a prefeitura municipal.
A morte do Flávio(1)
Flávio Alcaraz Gomes já estava em cadeira de rodas.
A morte do Flávio(2)
Ninguém sabe quanto ele ganhou na ação
trabalhista que moveu contra a Record porque pediu vinculo empregatício.
Mas que ganhou, ganhou...
A morte do Flávio(3)
Ele ainda mandava nos Guerrilheiros. Agora
quem vai assumir? Deve ser a filha, laura....
Antena
Recebo o jornal ANTENA de encantado e leio
que queimaram mais um moinho, ou melhor que mais um moinho antigo(
pra não dizer velho) incendiou....
mas quanta casualidade!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Como esta gringaga ghe piaze sbruzar su molini(
queimar moinhos....)
MASSACRE EM ESCOLA NO RIO DE JANEIRO
De Buenos Aires
Gelson Farias
Olides.
Aqui algumas manchetes dos jornais, aqui em Buenos Aires, sobre
o ataque a escola no Rio de Janeiro. A principal manchete no
La Nación é sobre o episódio, denominado
como a Tragédia em Realengo. Uma reportagem resume o
que houve no interior da escola. No El País, o destaque
é para uma fotografia das pessoas que cercaram a escola
e externaram espanto e pânico com o ocorrido.

Momentos do atirador carregando a arma e após morto na
escadaria
A Organização das Nações
Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura
(Unesco) condenou com veemência o crime ocorrido na Escola
Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste do Rio.
Identificado como ex-aluno da escola municipal, Wellington Menezes
de Oliveira, de 23 anos, entrou no início da manhã
no colégio informando ser um palestrante. Depois de conversar
normalmente com algumas pessoas na entrada da escola, Oliveira
atirou na direção de estudantes e funcionários.
O Papa se solidarizou com as famílias. “A escola
deve ser um lugar para reconstruir a paz e a cultura”.
Disse o Papa, em um comunicado ao governo do Rio de Janeiro.
O assunto está entre os dez mais comentados no mundo.
Outros 12 estudantes continuam internados, alguns em estado
grave no Hospital Estadual Albert Scweitzer, em Realengo.
Homem atira em crianças em escola no
Rio
Tempo em Buenos Aires...
Enviada: 08/04/2011 18:08
Olides, como vai. Estou de malas prontas para viajar para POA.
Saudades do meu pessoal e dos amigos. O tempo aqui esta nublado
com 17 graus, e frio. ocorre que o frio aqui, e mais gelado,
são correntes de ar que ve direto da Antardita e se chocam
com o frio gelido das Cordilheiras dos Andes. Assim, o frio
no Chile e na Argentina e forte. Imagina quando este frio chegar
a baixo de zero. O maior frio aqui, segundo me contaram, foi
no ano de 68 quando a temperatura chegou a cvasa dos 18 graus
negativos. Um abraço gelson.
Gelson Farias
051-85252352
e-mail: gelson.aargentina@hotmail.com
msn: gelsonnunesfarias@hotmail.com
Em Buenos Aires com muito frio!
Olides.

Aqui o tempo esta nublado, com 16 graus, para
mim muito frio. Estou de jaqueta e de manta. Este é o
meu refúgio aqui no bairro Rivadavia , modesto, mas perto
de tudo, principalmente do café Tortoni e das boa livrarias
e bares com mesas na rua onde se pode tomar um café ou
vinho lendo um bom livro.
Meu refúgio no apartamento, redigindo minha matéria
no meu noteboo.
Um forte abraço. Gelson Farias
O ENRIQUECIMENTO DOS KIRCHNER
De Buenos Aires
Gelson Farias
Olides.
O jornal Clarin, de hoje, sete de abril, diz em manchete que
fortuna dos Kirchner aumentou desde que chegaram o ao governo
da Argentina. Com essa matéria, a crise vai aumentar.
Dificilmente se poderá prever o término desta
contenda. Agredido, várias vezes e sofrendo grande prejuízo,
com a não circulação do jornal, a direção
do grupo Clarín, resolve botar mais lenha na fogueira.
Pelo que se sabe até gora, a repercussão desta
matéria é grande. Foi nesta banca, que fica a
poucas quadras do meu apartamento, que vi, nesta manhã,
a manchete no Jornal Clarín, sobre o enriquecimento dos
Kirchner. Em seguida resolvi fazer a matéria...

Banca de revistas e jornais no bairro Rivadavia
Driblando as crises econômicas e a disparada da inflação,
a presidente Cristina Kirchner e seu marido e ex-presidente
Néstor Kirchner prosperaram de forma exponencial desde
que chegaram em 2003 à Casa Rosada, o palácio
presidencial. Nesse ano, quando Kirchner foi eleito presidente,
a fortuna do casal era de US$ 1,74 milhão. De lá
para cá – e especialmente depois da posse de Cristina
como sucessora em 2007 – a fortuna do casal aumentou aceleradamente.
No ano passado, segundo a declaração de bens oficial
do casal, apresentada ao Departamento Anticorrupção
e divulgada recentemente, o patrimônio era de US$ 14,16
milhões, o equivalente a um aumento de 20,65% em relação
a 2008. No entanto, no total dos sete anos em que estão
no poder, a casal Kirchner registrou um aumento de 710,55% de
seu patrimônio.
O enriquecimento dos Kirchners, segundo sua declaração
de bens, teria sido conseguido por intermédio da compra,
venda e aluguéis de imóveis, além de investimentos
em hotelaria na Patagônia e aplicações financeiras
em dólares em bancos argentinos. Além disso, tem
ainda os salários da presidente Cristina (US$ 3,9 mil)
e a pensão de Kirchner como ex-presidente (US$ 7,6 mil).Representantes
da oposição indicam que é chamativo o aumento
da fortuna dos Kirchners, já que teoricamente os afazeres
governamentais não permitiriam tempo de sobra para ocupar-se
com os investimentos pessoais.
O jornal destaca pontos polêmicos da
declaração, como o caso do terreno de 20 mil metros
quadrados que compraram da prefeitura de El Calafate (o refúgio
dos Kirchners nos fins de semana, na província de Santa
Cruz, na Patagônia). Os Kirchners adquiriram o terreno
por US$ 34 mil em 2006. Mas, três anos depois, em janeiro
de 2009, o venderam por US$ 1,65 milhão. O casal teve
um lucro de 4.752% com esse investimento imobiliário,
recorde em todo o país. Suas aplicações
financeiras também revelam que os Kirchners supostamente
conseguiriam taxas de juros 20 vezes superiores à média
de mercado. Nos últimos anos, as três investigações
que foram abertas na Justiça sobre o suposto enriquecimento
ilícito dos Kirchners foram arquivadas. Em 2003 o casal
Kirchner tinha um patrimônio oficial de 6.851.810 pesos
(US$ 1.747.910, no câmbio atual). Em 2008, um ano após
a posse de Cristina Kirchner, o patrimônio havia florescido
para 46.036.711 pesos (US$ 11.744.058). Em 2009, no meio do
mandato de Cristina (que termina em 2011), o patrimônio
do casal Kirchner driblava a crise econômica mundial e
acumulava 55.537.290 pesos (US$ 14.167.676).
Declarações de Tarso!
Olha, o que dá uma declaração
que pode ter dúbio sentido feita pelo governador....
O problema que a maconha hoje foi DEMONIZIADA....
Tudo o que acontece de RUIM é culpa
dela...
Sair na sua defesa hoje é pior que dar
muro em ponta de faca.....
Coleguinhas
A ausência do Affonso Ritter tem deixado o Jornal Gente
mais descontraído...mas a Lizemara Prates tomou conta
dele, porque o Osiris Marins não corta ela....é
machismo, não se corta mulher falando e ela como gosta
de uma latinha fala pelos cotovelos....
*Olha, tou me mudando pro jornalGente, da Band. AGuaiba eu pego
até as sete...depois vou pra band....muito ouvinte dando
palpite e aquele dr. Brito é um CHATO DE GALOCHA que
dão espaço.....
morte de flávio encerra um ciclo:
a morte de flávio alcaraz gomes encerra
um ciclo dos comunicadores do Sul. Na foto, ele com seu amigo
e parceiro Mauricio Sobrinho, que morreu muito antes!!!!
A morte do Flávio(1)
O colega Nelson Moura anotou algumas pessoas que viu no velório
do Flávio Alcaraz na manhã de quarta última:
Baldi, Mathias Nagestein, deputado federal Vieira da Cunha,Ayres
Cerutti,Adroaldo Streck,Fernando Ernesto Corrêa,Jayme
Copstein...
A morte do Flávio(2)
O Programa Guerrilheiros da Noticia deverá continuar
agora na coordenação de Lauro Gomes, que vinha
há tempos sendo preparada para isto....O programa está
indo ao ar na TV Pampa....
Coleguinhas
Jeanice , a JANA, está no IGTF
Jeanice Dias Ramos está no Instituto Gaúcho de
Tradição e Folclore(IGTF). A colega nasceu em
Porto Alegre em 14.08.1953 filha de Antônio Cardoso Ramos
e de Maria Ruth Dias Ramos.
Foi casada com o colega Celso Viola, com quem tem o filho Alexandre
Augusto, nascido em 28.02.1979.
Jeanice formou-se na Famecos e já esteve
trabalhando na Feplam ( av. Bastian, 285 ). Jeanice já
morou na av. bastian 489/15.
Atualmente mora na av. Erico Verissimo.
*VITINHO, o que provoca tumulto no
Tribunal...
Dias atrás, o colegaVitor Edison Calsado Vieira,o Vitinho,
apareceu nos jornais como tendo provocado um tumulto na entrada
do prédio do Tribunal de Contas do Estado(TCE).
Ele é o titular do site VIDEVERSUS...
Vitor nasceu em Bagé em 17.11.1948,
filho de Edisson Garcez Vieira e de Aracy Calsado Vieira.
Já trabalhou na antiga revista VERSUS,
no tempo da imprensa Alternativa. Foi da Sucursal da revista
VEJA, no RS.
Deposi foi da Gazeta Mercantil e do Diário
do Sul, onde ocupou a secretaria de redação...
É casado com Marilena(17.02.1949) com
quem tem os filhos Lisa(24.03.1980) e Livia(16.05.1982)
Seu site VIDEVERSUS é um dos mais acessados
da capital gaúcha, tendo grande número de leitores
entre o funcionalismo público estadual.
Coleguinhas que escrevem(ou escreviam....)
Moacyr Jaime Scliar...
Nascido em 23.03.1937 e falecido em 27 de
fevereiro último, Moacyr Scliar não era propriamente
jornalista, mas vivia dentro de redações dos jornais
onde publicava suas crônicas. Médico sanitarista,
ao falecer, pertencia a Academia Brasileira de Letras(ABL).
Deixou um legado de obras, onde se destacam Mes de Cães
danados, quando fala do episódio da Legalidade, ocorrido
em agosto/setembro de 1961.
Scliar foi casado com JudithVivien(20.05.1945)
e tem o filho Beto, que é fotógrafo.
Na família judaica onde nasceu no bairro Bom Fim, em
Porto Alegre, tinha o apelido de MICAS....
Na ZH, onde publicava suas colunas, tinha a
função de cronista, mas ele metia o bedelho em
vários assuntos e sempre dava palpites no campo da saúde.
sEUS PAIS FORAM José Scliar e Sara.
Residia na rua Santa Cecília, 2001.
Sérgio José Becker
Nascido em Porto Alegre em 24.05.1945 filho
de José Becker Filho e de Josefina Becker, já
foi da editora Centauros, que ficava na avenida Getúlio
Vargas, 1556. Também foi do Diário do Sul.
Trabalhou ainda em O Estado de São Paulo
e colaborou em várias publicações ligados
ao setor agropecuário, hoje mais conhecido por agronegócio.
Com a também radialista Nelcira Nascimento
tem o filho Márcio(05.03.1977).
Becker tem vários livrostodos sobre
Porto Alegre. Já editou um jornal na praia, chamado de
O OSSO DA BALEIA, que tinha sede em Pinhal. O jornal terminou
há alguns anos atrás por causa de dificuldades
que seu editor encontrou em residir em Porto Alegre e fazer
o jornal em Pinhal e adjacências.
Becker já residiu na Rua Santiago Dantas,94.
Hoje mora na av. Salgado Filho, no centro de Porto Alegre. Pertence
ao conselho de leitores de ZH, onde ele trabalhou como editor
nos anos 70.
Sérgio da Costa Franco
O decano de todos os jornalistas - na verdade
ele é promotor público - que milita,ou militava
em redações, que escreve sobre Porto Alegre. Talvez
seja uma das maiores autoridades da literatura histórica
da capital dos gaúchos. É sempre levado a sério,quando
dá suas opiniões, ou seus pitacos.
Sérgio nasceu em Jaguarão(RS)
- seu livro Memórias de um escritor de Província
narra bem sua infância - e é de uma família
ligada ao poder jurídico.
Nasceu em 12.06.1928 filho de Alvaro da Costa
Franco e de Gilda Costa Franco.
Já morou em várias cidades do
interior, por força de sua profissão e elas estão
relatadas neste livro memorialista.
Foi durante muitos anos colaborador do Correio
do Povo.
Depois que o jornal parou de circular, em 1984,
Costa Franco foi convidado a participar da Zero Hora, onde está
até hoje, com um interregno por causa de uma crônica
em que criticava Fernando Collor de Mello e a editoria de Opinião
lhe pediu pra não falar mal do então presidente.
Por isto ele parou de escrever, mas depois voltou a colaborar.
Seu livro Guia Histórico de Porto Alegre
é quase um best seller.
É casado com Ignez Maria(14.03.1927)
com quem tem os filhos Sérgio( 30.09.1952), Maria Ignez(
27.05.1955) Miguel( 02.09.1958), Fernando( 14.04.1965) e César(
10.04.1967).
Em Porto Alegre, já residiu na av. Venâncio
Aires 174/06.
Atualmente reside nas imediações do Olímpico
Monumental.
Wanderley Soares e sua crônica dominical
Wanderley tem publicado no O Sul uma cronica dominical que os
leitores tem apreciado.
Ele já publicou um livro de crônicas,
no passado, auxiliado pela sua amiga Eleonora Rizzo.
Wanderley nasceu em Porto Alegre em 15.06.1939
filho de Valdomiro Soares e de Vidalvina Costa Soares.
Já residiu na rua Mariante, 494. Hoje
mora num prédio ao lado da ARI, na Borges de Medeiros.
Os " bares" do centro, como o Tuim,
a Picanha,entre outros são um pouco o seu lar, o que
demonstra seu espírito poético de encarar a vida.
Wanderley já passou pelas principais
redações de jornais como Folhad a Tarde, Folha
da Manha, Zero Hora,entre outros.
É mais afeito à chamada crônica
policial.
CELITO, o
fazedor de biografias.
Nascido em Marcelino Ramos, no norte do Estado,
Celito de Grandi tem se dedicado a recuperar a memória
de personalidades gaúchas, como Loureiro da Silva, Ernesto
Correa, o caso Kliemann e agora prepara uma biografia do barão
da imprensa do século passado, Breno Caldas.
Nascido em 16.02.1942 filho de Modesto de Grandi
e de Lídia de Grandi já morou na rua André
Puente,475.
Foi delegado regional do trabalho e foi ainda
diretor da Cia União de Seguros Gerais.
Também foi do Diário de Noticias,
onde ocupou cargos de editor.
Celito é funcionário aposentado
da Secretaria do Trabalho e Habitação.
Celito já ocupou o cargo de Secretário da Comunicação
Social no governo estadual de Germano Rigotto(PMDB) e foi também
superintendente de Comunicação da Assembléia
Legislativa do Estado.
É um dos coleguinhas que mais te se
dedicado a escrever nos últimos anos.
Vanguarda Abolicionista convoca para
manifestação contra vivissecção
e testes em animais

A Vanguarda Abolicionista convoca seus apoiadores para
uma manifestação a se realizar no dia 17 de abril,
das 9h às 18h, no Brique da Redenção, em
Porto Alegre. Alinhada a grupos do Brasil inteiro, a Vanguarda
vai protestar contra o uso de animais em testes e vivissecção,
distribuindo materiais de esclarecimento e denunciando as atrocidades
à população. Para os interessados em participar,
sugere-se a leitura do texto '50 conseqüências fatais
de experimentos com animais', como subsídio. Extenso
material sobre o assunto pode ser encontrado no site www.1rnet.org.
Em caso de chuva, o evento será transferido.
Até Quando?
Nãoquero me meter neste assunto dos
colorados, mas acho que o BRIGADIANO não se sustenta
mais dois resultados negativos. Infelizmente, pra nós
gremistas MAS COMO A ESPERANÇA É A ULTIMA QUE
MORRE EUDIGO FICA CELSO ROTH...FICA...
Até quando?
O Mazembe não foi exceção
no Inter de Roth
Por Luiz Oscar Matzenbacher
Eu não creio em bruxas, mas que elas
existem, existem. O Internacional estava quase classificado
na quarta rodada da Copa Libertadores, mas perdeu no México,
no meio do deserto, para o inexpressivo Jaguares. O fantasma
do Mazembe começa a percorrer os espíritos de
todos os colorados. Basta um empate, na terça-feira,
dia 19, no Beira-Rio contra o Emelec do Equador, para que o
Inter se classifique. Mas com o Celso Roth no comando técnico
o Internacional virou presa fácil não só
do Mazembe, mas do Cruzeiro do RS, do Lajeadense, do Novo Hamburgo,
do Jaguares e do próprio Emelec no primeiro turno da
fase de grupos. Ao mesmo tempo, o Cruzeiro de Minas e o Grêmio
disputam seus jogos já classificados, enquanto o Fluminense
e o Santos, que pareciam desclassificados por antecipação,
ainda alimentam chances de passar à próxima fase.
A diferença é que o Internacional é o único
que joga com apenas um atacante. Os demais jogam com dois ou
até três atacantes. Até quando Celso Roth
vai continuar escalando apenas um atacante, deixando Sóbis,
Cavenaghi e Andrezinho no banco? Até quando Celso Roth
será o treinador do Inter?
Sábado dia 09 tem
II Torneio Aberto DC Shopping de Xadrez

Neste sábado, dia 9 de abril, mais de sessenta enxadristas
estarão reunidos na Praça de Alimentação
do DC Shopping para o II Torneio Aberto DC Shopping de Xadrez.
Entre os participantes estão crianças e adultos
da região metropolitana, capital e vindos devárias
regiões do Estado - Bagé, Vacaria, Passo Fundo,
Santa Maria, Pelotas e Caxias do Sul. O inicio será às
9h30min com a recepção dos participantes, segue
com congresso técnico, as diversas rodadas/partidas e
o encerramento às 17horas, com a divulgação
e premiação do campeão do dia.
As partidas tem tempo limitado, 21 minutose são comandadas
pelo árbitro nacional Marcelo Konrath e assistente.
As inscrições foram um sucesso, com as 60 vagas
já preenchidas nas primeiras semanas de abertura. Atualmentemais
de 10 pessoas aguardam na fila de espera. Cada participante
doou dois quilos de alimentos não perecíveis que
serão encaminhados para as vítimas das chuvas
em São Lourenço do Sul.
Serviço
O que: II Torneio Aberto DC Shopping de Xadrez
Quando: 09 de abril– Sábado das 9h30min às
17h30min
Local: Praça de Alimentação do DC Shopping
- Porto Alegre – RS
Rua Frederico Mentz, 1561- Porto Alegre – RS
Detalhes do Torneio
Tempo de Reflexão: 21min KO
Emparceiramento: Sistema suíço em 6 rodadas.
Critérios de Desempate: Milésimos medianos, Milésimos
totais, Berger, Escore progressivo, Número de Vitórias
Arbitragem: Árbitro Nacional Marcelo Konrath e auxiliar
Programação:
9h30-10h: Recepção aos enxadristas e confirmação
das inscrições
10h-10h15: Chamada da lista de espera, caso haja necessidade
10h15: Congresso Técnico
10h30: 1ª rodada
11h20: 2ª rodada
13h20: 3ª rodada
14h10: 4ª rodada
15h: 5ª rodada
15h50: 6ª rodada
17h: Premiação e sorteio de brindes
Premiação: R$ 1.000,00 (mil reais)
1º lugar: R$ 250,00 + troféu;
2º lugar: R$ 200,00 + troféu;
3º lugar: R$ 150,00 + troféu;
4º lugar: R$ 80,00 + medalha;
5º lugar: R$ 70,00 + medalha;
6º lugar: R$ 50,00 + medalha;
7º lugar: R$ 50,00 + medalha;
8º lugar: R$ 50,00 + medalha;
9º lugar: R$ 50,00 + medalha;
10º lugar: R$ 50,00 + medalha.
11º ao 20º lugar: medalhas
Destaques para:
Melhor Sub12: Medalha
Melhor Sub18: Medalha
Melhor Feminino: Medalha
(premiação não cumulativa)
APOIOS:
- Site Xadrez Gaúcho - http://xadrezgaucho.wikispaces.com
- IXC - Internet Xadrez Clube http://www.ixc.com.br
- ONG Embrião
Um abraço
Dúvidasestou no fone (051) 9659.8222
Ancila Ferreira
Prestigium Comunicação Integrada
Fonte sobre detalhes do Torneio: Marcelo Konrath –Professor
e Árbitro Nacional- nolocal do torneio ou pelo fone (051)
9959.5342
Niver

Moura ao lado de Antônio Augusto, seu ex-colega da Caldas
Jr.num almoço relembrando os tempos da Folha da Tarde.
Moura, nos anos 60/70 no restaurante do Aurélio Ghilosso,
no aeroporto Salgado Filho,quando entrevistou o senador Robert
Kennedy.
a foto foi feita pelo Alberto Etchart...
O José Nelson Moura, nascido passofundense, comemora
hoje seus 80 anos bem vividos.Vai comemorar com os filhos, na
casa da filha Aline, em Petrópolis.
Gremistão, o Moura só não
atura colorado e quem for contra o PDT e o PT, de quem ele é
eleitor...
Foi o primeiro funcionário concursado
da imprensa do DAER...
Trabalhou a vida toda na Caldas jUNIOR E cobria
principalmente o aeroporto. Foi lá que no começo
dos anos 70, deu um baita furo jornalistico. Um dia ele conferiu
na lista de passageiros da Varig e viu lá o nome do Robert
Kennedy. Foi no restaurante do Aurélio Ghillosso,no andar
de cima e lá estava o então senador por Massachutts,
dos USA tomando uma ceva(Antartica.) Alberto Etchart, fotógrafo
que estava lá no lugar do ESpanhol, pai, foiquem fez
a foto.
O Kannedy estava indo pra Argentina, vinha
do Nordeste e o avião fez uma parada emergencial..
Baita furo do MOurinha...
Bom,não posso deixar de citar que ele
é um dos mais ativos da mesa das serpentes, todas ass
manhãs, no café da Uruguai.
No dia que o Moura não vai, ou está
em velório, ou então na praia, mas isto só
acontece uma vez ao ano. No último verão ficou
um mês em Lagoinho, em Floripa. Mas aí pegou sol
demais e agora tem que tirar uns sinais das peles..
Abraços do editor ao colega e muitos
anos de vida,ainda!
Tomou posse o Diretor do Rio Grande do Sul

Horn
Carlos Henrique Horn, indicado pelo Governador Tarso Genro para
representar o Estado na Diretoria do Banco Regional de Desenvolvimento
do Rio Grande do Sul (BRDE) tomou posse, hoje como Vice-Presidente
e Diretor de Planejamento.
Economista formado pela Universidade Federal do Rio Grande do
Sul (UFRGS), Carlos Henrique Horn tem Mestrado em Economia pela
UFRGS e Doutorado pela LSE London School of Economics da Universidade
de Londres. É professor do Departamento de Ciências
Econômicas e do Programa de Pós-graduação
em Economia da UFRGS. O cargo foi transmitido pelo Presidente
do BRDE, Renato de Mello Vianna. Horn ocupou o cargo de Diretor-Presidente
do BRDE (2000/2001).
A cerimônia de apresentação dos Diretores
do BRDE, CaixaRS e AGDI, será presidida pelo Governador
Tarso Genro. A cerimôniaacontecerá na próxima
segunda-feira (11) às 10h30min, no salão Negrinho
do Pastoreio no Palácio Piratini.
Melissa Louruz Cachapuz
Assessora de Comunicação
Fone: 51 3215.5184
Fax: 51 3215.5121
www.brde.com.br
De São Borja
Completam-se ontem, dia 7.04.2011, 18 anos do falecimento de
dona Neusa Goulart Brizola.
Ela está sepultada no jazigo da família
Goulart, no cemitério Jardim da Paz, em São Borja.
Dia do Jornalista
Olha, mais uma data de jornalista. tem tantas!!!!!


GUERRA FRIA: VÍDEO MOSTRA GOLPE CONTRA O GRUPO
CLARÍN
De Buenos Aires
Gelson Farias
Olides.
Não existe bombeiro que consiga apagar este incêndio,
entre CGT, governo de Cristina e o Grupo Clarín aqui
na Argentina. O motivo teria sido a exibição de
uma gravação do em vídeo mostrada num dos
programas de maior audiência da TV Canal 26, ( programa
jornalístico ), onde Luis Siri, representante do sindicato
dos trabalhadores das gráficas na AGR (empresa que imprime
as publicações do grupo) e principal líder
dos piquetes e greves realizados contra o periódico.
Siri, sindicalista vinculado ao governo da presidente Cristina
Kirchner, foi filmado com uma câmara oculta pedindo o
pagamento de uma propina ao Clarín. Para a eventualidade
de o jornal não pagar a propina, Siri fazia uma ameaça:
"Bloqueio o jornal e ele não sai mais, hein!".

Extorsão do sindicalista Luis Siri contra o Grupo Clarín,
exibida pelo anal 26 em Buenos Aires
No vídeo, Siri aparece pedindo ao Clarín 3,150
milhões de pesos (US$ 780 mil) para uso próprio.
A gravação foi feita em 17 de fevereiro. Em 27
de março Siri e seus colegas bloquearam o Clarín.
Nesse período, o jornal rejeitou pagar a propina. Na
gravação, que foi feita pelos funcionários
do Clarín sob acompanhamento de um tabelião (que
lacrou a câmera com a qual foi feita a gravação),
Siri deixa claro que os motivos das pressões sindicais
ao jornal não são trabalhistas, mas sim, políticas:
"É um erro encarar isso como um conflito trabalhista
e não como (um conflito) político".
A promotoria considera que se trata de um
caso de extorsão. Os partidos de oposição
condenaram o pedido de Siri e pedem que os promotores investiguem
suas conexões com o governo. Enquanto isso, a administração
Kirchner mantém silêncio sobre o escândalo
da propina.
Alguns na Argentina criticaram dizem que está
briga vai acabar mal e que o sindicalista não pode desmentir
o que é verdadeiro. Ocorre que não se tratava
de uma acusação infundada, pois há um vídeo
para comprová-la - e o próprio Siri que aparece
pedindo propina. Nestas circunstâncias, o que mais o sindicalista
poderia fazer? Esperar alguns séculos para comprovar
se era verdade ou não? Milagres são difícieis
de serem comprovados, mas pecados não - principalmente
com provas e a admissão de culpa por parte do acusado.
Assim sendo, não restou alternativa ao Grupo Clarín,
de mostrar à gravação – contar ao
povo argentino o que esta acontecendo, falar a verdade -- e
pedir proteção a justiça.
“Se a justiça não aceitar nosso pedido de
proteção, continuaremos a pedir. É claro
que os amigos de Siri tentam desqualificar as acusações
exibidas pela televisão”, revelou um dos diretores
do Grupo Clarín.
O jornal “Clarín” também aventa a
possibilidade de uma espécie de "vingança
política", e que ainda não há informações
sobre quem realmente estaria por trás de toda essa trama
contra o jornal.

Luis Siri, em entrevista pela TV canal 26 de Buenos Aires
Numa entrevista na manhã de hoje, pela televisão,
o sindicalista qualificou a gravação como uma
fraude: “O grupo Clarín esta tentando desonrar
meu nome perante ao povo argentino”. Disse ele aos repórteres.
Por outro lado, muitos dizem que o sindicalista
foi usado por seus dirigentes da CGT e não esperava que
sua conversa com os dirigentes do Grupo Clarín pudesse
ser gravada. “Na verdade repete-se a tática do
cuco, que põe os seus ovos no ninho alheio para serem
chocados”. Disse Alberto Olada, sindicalista ligado a
imprensa Argentina.
Coleguinhas
*Olyr Zavaschi, que está de licença saúde
da ZH, está bem. Vai pro exterior, pra visitar um filho(
tem gente achando que porque eu disse que ele tá se tratando
de um câncer, eu tou gourando....não é nada
disto, mas meu dever é informar e vou morrer fazendo
isto....)
*Serginho Ross,agora, só pra me contrariar, resolveu
defender a CATIGORIA...Olha Serginho, eu também não
tenho nada contra( aliás, quem é de Serafina não
tá muito acostumado, porque lá os caras passavam
urtigões na bunda dos caras...) mas que eu vi o FALECIDO
num sa´bado dar uma desmunhecada no barzinho da ARI que
me deixou impressionado....
a morte do Flávio...
Bah, o sindicato dos jornalistas apresentar
nota de pesar pela morte do Flávio é de cabo de
esquadra...pra ver onde a hipocrisia chega. Se detestavam. O
flávio chamava o sindicato de ESQUERDALHA DO PT E ELES
O CHAMAVAM no minimo de ASSASSINO.....
Todt Comunicação
A Green Pallet do Brasil, empresa gaúcha fabricante de
pallets plásticos com o aproveitamento de materiais reciclados,
está expondo sua linha de produtos na Cemat South América,
que está sendo realizada de 4 a 7 de abril, no Centro
de Exposições Imigrantes em São Paulo.
Esta é a maior feira de logística do mundo e é
a primeira vez em que ocorre no Brasil. A Green Pallet tem fábrica
em Gravataí, sendo um empreendimento bi-nacional reunindo
investidores do Canadá e do Rio Grande do Sul. A participação
na Cemat South América, que reunirá os principais
operadores da área de logística, tem por objetivo
a apresentação da linha de pallets plásticos
da empresa, produzidos com a utilização de processo
tecnológico sem similar na América Latina.
Todt Comunicação
Recado
Serginho, dá este recado pro Chagas:
encontrei aqui na Assembl´´eia Legislativa( ele
trabalha aqui,agora, na bancada do PT) o autor do livro TENHO
DITO, o Paulo Riccordi e lhe disse que o Chagas tava gostando
de ler seu livro. Ele ficou mais contente que ganso em açude
cheio.....
Senadora Kátia Abreu se bandeia da oposição
para a base aliada do petismo
A senadora Kátia Abreu (TO) entregou nesta terça-feira
sua carta de desfiliação do DEM, onde era uma
das principais lideranças nacionais, para aderir ao projeto
do PSD, lançado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto
Kassab, partido que fará parte da base aliada do petismo.
A migração para a nova legenda será oficializada
nesta quarta-feira, em discurso no plenário do Senado.
A filiação ocorre em meio ao
descrédito provocado pelo anúncio de fusão
com o PSB, idéia que não vingou, e a leitura de
que a nova sigla será linha auxiliar do governo. Ela
garante que a fusão com o PSB jamais existiu como proposta
séria e que o PSD será de oposição,
mas afirma: “Oposição não é
empresa de demolição: não precisa de adjetivos,
mas de caráter”. Acredite quem quiser... Ela tenta
explicar porque está deixando o DEM: "Em busca de
uma tribuna mais eficaz para defender meu ideário. O
DEM cumpriu missão histórica admirável,
viabilizando a transição democrática com
Tancredo Neves e José Sarney, e garantindo a estabilidade
dos três governos seguintes. Mas vive turbulência
interna. Deixo o partido, mas não mudo, as idéias
e objetivos são os mesmos".
De Serafina
Vice-Prefeito e Secretárias Municipais em Brasília

Vice-Prefeito Flávio Breda, Secretária Daiane
Presotto,
Presidente da Câmara dos Deputados Marco Maia e Secretária
Olderes
Santin.

Ana Amélia Lemos: Secretária Olderes, Senadora
Ana Amélia Lemos,
Secretária Daiane e Deputado Estadual Pedro Westphalen.

Secretária Daiane, Assessor Especial da Secretaria de
Relações
Institucionais da Subchefia de Assuntos Federativos Julio Héctor
Marín
Marín - Paco, Secretária Olderes e Vice-Prefeito
Flávio Breda.
Na semana de 28 de março a 1ª
de abril, o Vice-Prefeito, Flávio José Breda,
a Secretária de Administração, Daiane Piacentini
Presotto, e a Secretária de Coordenação
e Planejamento, Olderes Piazza Santin, estiveram em Brasília,
numa importante viagem de trabalho.
Durante a semana, diversas Audiências com Deputados e
reuniões fizeram parte da agenda de compromissos das
lideranças serafinenses que buscaram apoio, apresentaram
e acompanharam projetos de interesse de toda a comunidade. No
Palácio do Planalto, o Vice-Prefeito e as Secretárias
Municipais tiveram uma audiência com o Assessor Especial
da Secretaria de Relações Instituições
Subchefia de Assuntos Federativos, Julio Héctor Marín
Marín, o Paco, e com o Secretário Geral da Associação
Brasileira de Municípios, José Carlos Rassier,
falando sobre as reivindicações, principais deficiências
do município, buscando apoio aos projetos ligados à
infraestrutura, à saúde, educação
e tantas outras áreas importantes.
O Vice-Prefeito, juntamente com as Secretárias Municipais
também tiveram a oportunidade de dialogar com o Presidente
da Câmara dos Deputados, Marco Maia, apresentando as principais
necessidades e encaminhando projetos importantes para a população
serafinense. No MEC, as lideranças reuniram-se com Eliezer
Moreira Pacheco, Secretário de Educação
Profissional e Tecnológica (SETEC/MEC), acompanhados
pelo Deputado Pepe Vargas, tratando da federalização
da Escola Municipal Agrícola e o desenvolvimento e crescimento
dessa escola no âmbito regional.
Durante a semana bastante atarefada em Brasília, o Vice-Prefeito
e as Secretárias Municipais visitaram e protocolaram
pedidos de apoio aos projetos serafinenses. Dentre os Deputados
visitados, as lideranças tiveram a oportunidade de visitar
o Gabinete dos Deputados Giovani Cherini, Danrlei de Deus Hinterholz,
José Otávio Germano, Elvino Bohn Gass, Jerônimo
Goergen, Vilson Covatti, Mendes Ribeiro Filho, Osmar Terra,
Luiz Noé, Afonso Hamm, Ronaldo Nogueira, Renato Molling,
Ênio Bacci, Dionilso Marcon, entre outras lideranças
políticas do cenário nacional. Uma audiência
importante aconteceu no Ministério da Agricultura, Pecuária
e Abastecimento com Marcelo Andrade de Almeida, Coordenador
Geral de Parcerias Institucionais. O Vice-Prefeito e as Secretárias
Municipais Daiane e Olderes também foram recebidos no
Gabinete da Senadora Ana Amélia Lemos e do Senador Paulo
Paim. Com a morte do ex-Vice-Presidente da República,
José Alencar, as lideranças serafinenses participaram
também do velório.
A Secretária Municipal de Coordenação e
Planejamento, Olderes Piazza Santin, afirmou que as lideranças
serafinenses têm trânsito livre nos Ministérios
em Brasília pois apresentam excelentes projetos cadastrados
junto ao Portal de Convênios e Contratos de Repasse –
SICONV.
Para o Vice-Prefeito, Flávio José Breda, a viagem
a Brasília é de extrema importância para
o encaminhamento e acompanhamento dos projetos que dizem respeito
às prioridades de toda a comunidade, seja quanto à
infraestrutura, à educação, à saúde
e tantas áreas de interesse social do povo. O que percebemos
é o apoio e a participação dos Deputados,
Senadores e Assessores com o objetivo de conquistar os projetos
e reivindicações da comunidade serafinense, salientou
o Vice-Prefeito. Além da agilização na
liberação de recursos em obras em andamento como
a Proinfância, pavimentação e saúde,
a viagem serviu para encaminhar projetos nas ações
de agricultura, saneamento, esportes, educação
e cultura.
Atenciosamente,
Adriana Sabadin - Assessora de Imprensa
Histórias de la Ùndeze
Trocando de lado....
A atual secretária municipal de Coordenação
e Planejamento de Serafina Correa, a ex-vereadora Olderez Piazza
Santin( filha de um ex-vereador do município) já
foi do PMDB, partido pelo qual também ocupou a presidência
do legislativo municipal.
Mas trocou de lado, depois de desavenças
político-partidárias...
Acontece que o prefeito era do PMDB quando
ela estava neste partido que ficou 12 anos no poder( quatro
com o prefeito Luis Gheller e oito com Valcir Segundo Reginatto,
o Polaco). Mas quando ela viu o partido fazer água, pulou
fora.
E negociou seu apoio político ao atual
prefeito Ademir Presotto, o Bico Branco, do PP.
Olderez fez concurso para a prefeitura municipal,
passou e agora na gestão do PP virou secretária
municipal.
Como dizem sempre, se hay poder estou do seu
lado!
Soul comemora seus 60 anos
A empresa de transporte intermunicipal metropolitano Soul lança
nesta sexta (08) um site comemorativo sobre seu aniversário
de 60 anos, que ocorre em 09 de julho, e que integtra a série
de comemorações pela data. Ele será formado
por links como história, notícias, fotos, agenda
e vídeos com informações importantes sobre
os principais programas sociais e campanhas realizadas pela
Soul, como o Projeto Pescar, Campanha do Agasalho, a parceria
com a Fundação Thiago Gonzaga, entre outros. Ainda
há a linha do tempo, que situa o usuário no desenvolvimento
da empresa e da sociedade, desde sua fundação
em 1951 até hoje. Outra ação inédita
apresentada foi o ônibus especial adesivado com a assinatura
de todos os seus colaboradores na carroceria. Este veículo
simboliza o compromisso com a qualidade dos serviços
prestados à comunidade de Alvorada e estará circulando
durante o ano todo, em paralelo ao calendário de eventos
dos 60 anos.
Incluída em: 06/04/2011 - 15:45
do blog do affonso ritter....
Coleguinhas
Por Dentro da Zero Hora!
O DINOSSAURO
que resiste a ter Blog
Faz 41 anos que Gilbertinho Leal trabalha na ZH....
E atualmente está sendo pressionado
pela empresa pra ter um blog, mas ele resiste...é um
dos poucos, ou talvez o único que ainda não tem
site...( O Renato Rossi,seu principal concorrente no Sul, que
trabalha na Guaiba-Correio do Povo tem mas não atualiza
muito....)
Gilberto Leal entrou na ZH,quando o jornal
foi comprado pelos Sirotsky do Ari de Carvalho( que iria pro
Rio e fundaria outro jornal que hoje tem grande circulação).
Antes ele trabalhava na TV Gaucha, que era
dos Sirotsky.Homem de extrema confiança do Lauro SChirmer
ele foi trazido pra ZH onde encontrou trabalhando: Lauro Schirmer,
como editor-chefe, Luis Figueredo(já falecido,como o
Lauro) e Carlos Bastos( hoje na Assembléia Legislativa)
e o Antônio Oliveira(hoje também na Assembléia
Legislativa) como assistente.
Eu conheci o Gilbertinho nos anos 70....
como colega de redação. Quando
íamos fazer cobertura de praia, em Tramandaí,
estreitamos nossas relações e sempre me dei bem
com o colega, apesar de algumas rusgas...
Uma brincadeira que eu fazia era quando chegavam
guriazinhas na redação: eu alertava em voz alta:
segurem o Gilbertinho....
APELIDO ESTRANHO...
algumas brincadeiras dentro da Redação
chegavam as raias de uma intimidade que só se consegue
entre amigos, mais do que colegas.
O falecido Norberto,seu colega, o chamava de
SUZI FREE WAY....Tudo porque Gilbertinho Leal tinha a confiança
absoluta da redação do jornal e era sempre destacado
pra cobrir as vindas do Ministro Mário Andreazza,todo-poderoso
na época, que vinha inspecionar as obras da FREE WAY....
aliás, foi o Gilbertinho que fez a cobertura
da inauguração da free way feita pelo presidente
Emilio Médici...
Os jovens de hoje devem vê-lo na redação
da ZH como a gente via um Firmino Bimbi,dentro da Folha da Tarde,ou
um Arquimedes Fortini, no Correio do Povo.
Mas o Gilbertinho mantém seu alto astral
e sua competência que o mantém na redação
há tantos anos....
E além de tudo, oGilbertinho Leal também
dá aula na Famecos, na PUC...Bem entre os jovens,q ue
ele gosta!!!!
Press Advertising apresenta novidades
gráficas e editoriais

Revista não circula mais com fotos dos
entrevistados na capa
A edição 131 da revista Press Advertising apresenta
novidades, a oitava reforma gráfica e editorial em 14
anos de circulação. A primeira atualização
é a produção de capas conceituais, que
deixam de exibir, em destaque, a imagem dos entrevistados do
mês – a revista se caracteriza por ter duas capas,
uma direcionada para imprensa, outra para publicidade. Estas
entrevistas com profissionais do mercado de Comunicação
se tornaram mais enxutas e agora ocupam quatro páginas
de cada um dos títulos.
Do lado publicitário, a Advertising
tem como manchete de capa a pergunta “Qual é a
mensagem?”. A questão é referente à
matéria em que é abordada a utilização
de linguagens num universo de novas mídias. O entrevistado
do mês é o presidente da Competence, João
Satt, que fala sobre os 20 anos da agência, destacando
o que continua sendo relevante em propaganda. A revista também
alinha 10 tendências que devem se confirmar na próxima
década, no mundo da tecnologia e da comunicação.
Traz também colunas de André Martins e Alberto
Meneghetti e notícias do mercado publicitário
gaúcho.
A capa da Press destaca o surgimento de um
“Novo Jornalista”, criado pelas tecnologias de comunicação
e destaca termos como wikijornalismo e crownsourcing. Na entrevista
do mês, Mr. Pi, o comunicador da Rádio Atlântida,
fala sobre a “fascinante capacidade que as pessoas têm
de enrolar e desenrolar sobre quaisquer assuntos”. A revista
também faz um inventário sobre os 14 anos de publicação
e relembra momentos importantes da indústria da comunicação
e da própria Press. E conta a história da criação
literária e da produção de livros nos últimos
cinco séculos.
Coleguinhas
Luis Antônio Guerreiro, fotógrafo,
que trabalhava na Assembléia Legislativa, está
na imprensa da Prefeitura de Porto Alegre.
A morte de Flávio....
Porque ele matou a jovem???!!!!!!
Pro túmulo junto com o Flávio
Alcaraz foi o segredo de porque ele matou na noite de 11.04.1976(
quase junto da data de sua morte...) a jovem Maria José
Alberton Silva, numa noite de sábado,em frente a sua
casa, no Morro Santa Tereza.
Sobre este assunto, ele jamais quis falar....
Esteve por causa disto mais de dois anos no Presídio
Central, de onde saiu pra trabalhar na Rádio Gaúcha
e no DMLU. Dizem que o diretor do presídio central não
o aguentava mais lá dando furos de reportagem...Num deles,
durante um motim dos presos, ele botou de dentro do Presídio
no ar na rádio Gaúcha a gritaria dos apenados
amotinados e a France Presse acabou fazendo matéria disto.
A morte da jovem, que ele matou com uma cano
12, em frente a sua casa, desandou um monte de protestos na
cidade, comandada por parentes da menina que morreu....FLAVIO
ASSASSINO era o slogan que manchou vários locais principalmente
da avenida Independência....
Perdeu o emprego( seu primo Breno Caldas fez
seu nome sumir até do noticiário pra não
" contaminar" os jornais da empresa com o nome do
ex-funcionário) e apartir daí comeu o pão
que o diabo amassou....
Sua agonia terminou quando foi levado pro Presídio
e lá ficou dois anos e pouco cumprindo pena....
A verdadeira motivação porque
atirou na jovem - dizem que querendo acertar no condutor do
carro - ele guardou pra si...
Claro que uma onde de boatos dizem que o cara era seu "amante"
e que fora lhe fazer ciuminho na frente de sua casa....
De São Borja
Completam-se hoje, dia 7.04.2011, 18 anos do falecimento de
dona Neusa Goulart Brizola.
Ela está sepultada no jazigo da família
Goulart, no cemitério Jardim da Paz, em São Borja.
ARGENTINA: A ESTRUTURA DA CORRUPÇÃO
DESENFREADA
Uma verdadeira guerra entre o Grupo Clarín
e o Governo Federal
De Buenos Aires
Gelson Farias
Abril de 2011. Buenos Aires amanheceu triste
e o gélido vento do rio de La Plata se fazia sentir.
Aquela singela melancolia tinha um forte motivo: a exibição
de uma gravação apresentada num dos programas
de maior audiência da TV Canal 26, ( programa jornalístico
), onde Luis Siri, representante do sindicato dos trabalhadores
das gráficas na AGR (empresa que imprime as publicações
do grupo) e principal líder dos piquetes e greves realizados
contra o periódico. Siri, sindicalista vinculado ao governo
da presidente Cristina Kirchner, foi filmado com uma câmara
oculta pedindo o pagamento de uma propina ao Clarín.
Para a eventualidade de o jornal não pagar a propina,
Siri fazia uma ameaça: "Bloqueio o jornal e ele
não sai mais, hein!". Pelos cafés de Buenos
Aires não se fala em outra coisa. A causa, razão
ou circunstancia pelo ocorrido, tinha uma sinistra origem: A
briga entre o governo, CGT e o grupo Clarín.

Edição do Clarín de 1945
Uma verdadeira guerra entre o Governo Federal
– comandado Por Cristina Kirchner e o grupo midiático
mais importante da Argentina – Clarín. O episódio
serviu para desnudar toda a obscura estrutura, da corrupção
desenfreada. Os bloqueios causaram um prejuízo incalculável
em um de seus negócios mais rentáveis –
a circulação dos jornais -- recebido pelo Grupo
Clarín em sua disputa particular contra a força
do governo Kirchner. Gente influente rica e poderosa da Argentina
é o fiel da balança, mostrando uma vez mais o
círculo mafioso por trás do alto escalão
da história de um monopólio.
Em 1945 nasce o diário Clarín: o primeiro jornal
diário da Argentina em formato tablóide. A história
do Clarín se confunde com a biografia de seu fundador:
o advogado Roberto Noble, que entre muitas das suas contradições,
foi deputado bonaerense por um partido de esquerda, e posteriormente,
ministro no governo direitista de Manuel Fresco na Província
de Buenos Aires. Em meio a seus anseios políticos surge
o diário Clarín, que com uma linguagem simples
e direta, conquista o público portenho – como é
denominada a população nativa da cidade de Buenos
Aires – demarcando sua linha editorial de forma popular,
e supostamente, apolítica. Diante da repressão
imposta pelo governo de Juan Domingo Perón contra a imprensa
escrita, o Clarín – curiosamente – se vê
beneficiado quando o governo expropria os classificados do diário
La Prensa, que passam a ser publicados pelo periódico
de Roberto Noble. Historiadores de comunicação
concordam que este foi o fato determinante para que o Clarín
se transformasse no ‘Gran’ diário argentino
– slogan atual do jornal. Como a maioria dos periódicos
que ainda perduram, o Clarín soube ser governista quando
necessário. Apoiou o governo desarollista – como
ficou conhecida a linha econômica adotada durante este
período de crescimento argentino – de Arturo Frondizi.
Em troca, o mandatário argentino dispôs de um generoso
empréstimo para que o Clarín modernizasse o seu
maquinário. Foi o começo da estreita relação
entre o Clarín e os diferentes governos federais ao longo
dos anos.

Ernestina Herrera
Em 1969, falece Roberto Noble. Sua esposa, Ernestina Herrera
assume a condução do jornal. Nessa época,
o peronismo estava proibido no país por ordem da Junta
Militar. Contudo, após largas alianças políticas,
Juan Domingo Perón acabaria voltando ao poder em 1973.
Um ano depois, o mandatário argentino acabou falecendo,
deixando o governo nas mãos de sua viúva: Isabelita
Perón. Em 1976, a mesma é destituída pela
Junta Militar, comandada por Jorge Rafael Videla. Assim, tem
início a fase mais obscura da história recente
do país vizinho, assim como o crescimento eminente do
Clarín enquanto a seus negócios. Ernestina Herrera
estreita sua relação com os militares. Nas páginas
do jornal, obscuras ações do governo eram ocultadas
– ou maquiadas se necessário. Em vista disso, o
governo militar cedeu ao Clarín – também
ao La Nación – os direitos de participar das ações
da empresa Papel Prensa. O governo argentino, no início
dos anos 70, decide criar uma empresa estatal para a produção
de papéis com a finalidade de abastecer os principais
jornais e revistas do país. Nesta mesma época,
o Clarín junto a um conglomerado midiático cria
a agência DYN (Diarios e Noticias). Muitos não
imaginavam, mas assim nascia o Grupo Clarín e seus múltiplos
negócios.

Filhos adotivos de Ernestina Herrera de Noble , seriam filhos
de pais mortos durante o regime militar argentino
Enquanto Diego Armando Maradona começava sua carreira
profissional com a camisa do Argentino Junior, Jorge Videla
e seus comandados entregavam crianças – filhas
de desaparecidos políticos – nas mãos de
famílias que tivessem relações estreitas
com membros da Junta Militar. Dessa forma é criada a
associação das Mães de Plaza de Mayo. A
entidade nasce com intuito de buscar através da justiça
pela identidade de seus entes desaparecidos durante o governo
militar. Mães de Plaza de Mayo afirmam ter provas de
que os filhos adotivos de Ernestina Herrera de Noble seriam
um de seus netos. Marcela e Felipe Noble teriam sido entregues
aos militares enquanto seus pais biológicos eram torturados,
ou como em outros trinta mil casos: assassinados.

Ex-presidente Raúl Alfonsín
A entidade pede judicialmente que Marcela e Felipe Noble se
submetam a teste de DNA. O processo segue na justiça,
mas assim como representa a estreita relação do
Clarín com os militares, o caso tornou-se um emblema
de um dos acontecimentos mais soturnos da história argentina.
Com a volta da democracia, assume o comando do país a
União Cívica Radical, sob a batuta de Raúl
Alfonsín. Em meio a uma grave crise econômica,
que culminou com um dos maiores índices de inflação
da história do país vizinho, o Clarín lograva
manter-se como o jornal de maior circulação na
Argentina, assim como um dos maiores entre todos os países
de língua hispânica.

Ex-presidente Carlos Saúl Menem.
Por culpa da hiperinflação que
assolava os solos argentinos, Raúl Alfonsín sofre
uma série de pressões e renuncia meses antes de
passar a faixa presidencial a Carlos Saúl Menem. A eleição
presidencial de 1989 é vencida pelo peronismo, e assim,
o ex-governador da Província de La Rioja assumiu o governo
em meio a uma grave crise social e econômica. Um das medidas
mais drásticas em seu polêmico governo –
junto à famosa paridade cambial – foi privatizar
uma série de serviços públicos para combater
a hiperinflação. Para deleite da família
Noble, meses após a posse de Carlos Menem, o congresso
nacional argentino aprovaria uma mudança no artigo 46
da lei de radiodifusão, que proibia até então
que empresas gráficas fossem donas de meios radiofônicos
ou televisivos. Foi assim que o Grupo Clarín adquiriu
a rádio Mitre e venceu o concurso de licitação
pelos direitos do Canal 13 de televisão. Em 1991, Clarín
adquire os direitos para transmitir os jogos da primeira divisão
do futebol da Argentina.

Sede do grupo Clarín, em Buenos Aires
Coincidentemente neste ano, o futebol argentino sofre uma série
de modificações estruturais que tinha como finalidade
a adequação aos interesses da televisão.
A primeira divisão passaria a ser disputada através
de dois torneios anuais: no segundo semestre e o Clausura na
primeira metade do ano. Para ratificar a sua aposta pelo negócio
futebol, em 1996, o Grupo Clarín cria o primeiro jornal
esportivo da Argentina: o diário Olé. Graças
ao seu formato tablóide e suas manchetes polêmicas
e sugestivas, o jornal é um rotundo sucesso, servindo
como modelo para a criação do diário Lance!
A televisão a cabo ainda engatinhava na América
Latina, quando o Clarín resolveu que era o momento de
investir neste promissor mercado. Desta maneira nasce a operadora
de televisão a cabo do grupo: a Cablevisión. Em
Dezembro de 2007, o Clarín adquire a operadora Multicanal
quando Nestor Kirchner rubricou a fusão das duas principais
operadoras do país. Foi a última – e contraditória
– medida de Kirchner como presidente da república,
ato que se arrependeria rotundamente num futuro próximo.
O homem forte da Argentina
A carreira política de Néstor Kirchner tem início
dentro da Faculdade de direito da cidade de La Plata. Lá
conhece a sua futura esposa, Cristina Fernandez. Luis Majul,
um dos mais prestigiados jornalistas argentinos publicou El
Dueño, livro que conta como Nestor Kirchner se transformou
no homem mais poderoso da Argentina. Nunca em toda a história
da Argentina, um presidente teve tanto poder político
e econômico como Nestor Kirchner. Nem mesmo Juan Domingo
Perón, muito menos Carlos Menem. Kirchner não
se contenta em ser parte de um poder transitório. Pelo
contrário: pretende ser parte de um poder permanente.
De 2003 até agora, tomou por conta própria o patrimônio
do estado, distribuiu entre seus amigos o grande negócio
das obras públicas. Contribuiu para que um empresário
aliado comprasse parte da empresa petrolífera –
YPF, que é a empresa mais lucrativa da Argentina. Controlou
o caixa do transporte público. Interferiu nos bancos
públicos e privados, além de interferir em toda
a lógica dos meios de comunicação para
golpear ao Clarín e assim controlar parte das informações
de todos os argentinos.

Ex -presidente Kirchner( foto) não se contentava em ser
parte de um poder transitório. Pelo contrário:
pretendia ser parte de um poder permanente. Dia que: “A
política deve ser incentivada. Na Argentina eu quero
isso porque é um sentimento em meu coração
e não importa o que os jornalistas de merda, a cadela
que deu à luz dizem por ai".
Em meio ao convívio acadêmico, Cristina Fernandez
e Néstor Kirchner deram início à militância
política dentro da FURN – Federação
Universitária de Revolução Nacional. O
grupo fazia parte de núcleo estudantil da Revolução
e Juventude Peronista. Em 1976, com o golpe de estado aplicado
pela Junta Militar, Nestor não teve dúvidas em
partir com sua amada para a sua terra natal: a cidade de Rio
Gallegos, capital da Província de Santa Cruz. A cidade
de La Plata – capital da Província de Buenos Aires
– era um local mais do que impróprio para viver
em meio a tanta perseguição aos jovens peronistas.
Em Rio Gallegos, o casal iniciou uma nova vida dedicando-se
ao labor do direito num renomado escritório de advocacia.
Casados, com filhos e muitos imóveis em Rio Gallegos,
Cristina e Nestor eram cada vez mais influentes, tanto que em
1981, Kirchner se tornou presidente do instituto previdenciário
da Província de Santa Cruz, no sul da Argentina. No setor
público, Nestor fez sua base política para chegar
à prefeitura de Rio Gallegos. Em 1987, Nestor Kirchner
se tornou prefeito da capital da Província de Santa Cruz,
em eleição mais do que acirrada. Quatro anos depois
se consagrou governador de Santa Cruz, onde ficou até
tornar-se presidente da República em 2003. Em seu governo,
a Província de Santa Cruz cresceu graças a um
grande impulso no setor petrolífero – principal
atividade econômica da região patagônica
da Argentina. Em meio a reformas constitucionais, Kirchner conseguiu
extinguir a lei que limitava o número de reeleições
em Santa Cruz. Assim, Nestor conseguiu se reeleger em três
oportunidades e assim criou a força política necessária
para ser um dos principais candidatos peronistas pós-Menem.
Em Dezembro de 2001, em meio a um enorme colapso na economia
argentina, o então presidente Fernando De La Rúa
renunciou ao cargo. Enquanto o presidente radical deixava a
Casa Rosada em um helicóptero, a população
argentina, ao ritmo de panelaços, exigia uma solução
sob o slogan popular: Que se vayan todos! Depois de três
mandatários negarem assumir a faixa presidencial, o congresso
nacional designou Eduardo Duhalde, ex-governador da Província
de Buenos Aires, como novo presidente argentino. Em 2003, com
medo do regresso de Carlos Menem à Casa Rosada, o eleitorado
argentino apostou por Nestor Kirchner e assim Lupo – apelido
de infância de Kirchner – assumiu a presidência
da República Argentina.
A relação entre Kirchner e Clarín
A relação entre Nestor Kirchner e os meios de
comunicação sempre foi estreita. A fórmula
do sucesso, o mandatário havia aprendido quando era governador
da Província de Santa Cruz. Luis Majul definiu a relação
inicial de Kirchner – como presidente da Argentina –
com a imprensa da seguinte forma: Durante os primeiros duzentos
dias de sua gestão, havia sido beneficiado, com o que
a revista Notícias denominou “oficializes”:
uma forte tendência da maioria dos meios de comunicação,
em especial os jornais, em apoiar as decisões oficiais
e não criticar nem mesmo os mínimos erros.

Héctor Magneto, diretor do grupo Clarín
O monopólio do Grupo Clarín
no ramo das operadoras de televisão a cabo estava consolidado.
Com o aval do governo federal o Grupo Clarín –
passavam a deter quase 70% do mercado de operadoras de televisão
a cabo na Argentina. Mas se Nestor Kirchner criava tantas facilidades
ao Grupo Clarín nos ramo das telecomunicações,
como houve a quebra de relações que resultou nessa
verdadeira guerra? O jornalista Luis Majul afirma que Nestor
Kirchner criou um vinculo esquizofrênico com o Clarín.
Com o passar dos meses a relação criou inúmeras
ameaças que o grupo midiático mais poderoso da
Argentina – sob a batuta de seu diretor Héctor
Magneto – não suportou. Kirchner se sentiu traído
quando os inúmeros meios de propriedade do Grupo Clarín
exibiam de forma imparcial os desdobramentos da guerra entre
o governo federal e o setor rural da Argentina.
O primeiro revés na relação entre Kirchner
e Clarín ocorreu em maio de 2007, quando o jornal de
Ernestina Herrera de Noble publicou em primeira mão o
escândalo envolvendo funcionários da administração
‘K’ – como era conhecida a cúpula do
então presidente e Cristina Fernandez – com a construtora
sueca Skanska. Supostamente, os escandinavos teriam dado propina
para realizar obras a serviço do governo federal. O caso
ficou conhecido como Skanska, e nele Kirchner teve o primeiro
sinal que sua relação com a mídia não
seria mais um mar de rosas. O título der capa “Corrupção”
deixava bem claro que as vistas grossas dos meios de comunicação
a seu governo havia terminando. A relação íntima
entre o governo e o Clarín era escancarada. Pessoas ligadas
a Néstor Kirchner mantinham contato permanente com editores
e jornalistas influentes do jornal. A cada notícia que
não era de agrado, o mandatário ligava para a
redação do jornal pedindo explicações
porque a pressão era insustentável. Diante da
gota d’água, o governo federal colocou jornalistas/espiões
dentro da redação do Clarín.
A pessoa da qual as autoridades do Clarín definiram como
espião trabalhava como jornalista dentro de uma das seções
mais importantes do jornal matutino. Começaram a suspeitar
que o espião mandasse informações ao governo
quando um dia, Alberto Fernadez – então chefe de
gabinete presidencial – ligou para um alto executivo do
jornal para queixar-se sobre uma notícia que iria sair
na capa da manha seguinte. Os editores se reuniram com urgência.
No Clarín sempre houve uma regra: as informações
sobre as capas são secretas, apenas Magneto – editor
executivo e um dos principais acionistas do jornal – poderia
saber. Foi assim que decidiram iniciar uma investigação
para saber como havia vazado a informação. Não
tiveram que usar tecnologia complexa, nem mesmo contratar uma
organização de contra-espionagem, apenas pediu
ao departamento de logística, a relação
de ligações internas efetuadas rumo à Casa
de Governo. O final de seu mandato se aproximava, e com a eminente
vitória nas urnas de Cristina Fernandez, Néstor
Kirchner tentou a última cartada para seduzir o Grupo
Clarín e deixar para sua esposa um caminho tranqüilo
para governar sem a tradicional pressão midiática.

Sede da Cablevisión, em Buenos Aires
Em vista disso, no dia 7 de Dezembro de 2007,
o mandatário autorizou a fusão entre Multicanal
e Cablevisión – as duas maiores operadoras de televisão
a cabo da Argentina – efetuada pelo Grupo Clarín.
Antes disso em 2005, Kirchner prorrogou por 10 anos as licenças
dos mais influentes meios audiovisuais da Argentina, incluindo
a rádio Mitre e o Canal 13 de televisão –
ambos de propriedade do grupo Clarín. Kirchner estava
rubricando a posição dominante no ramo de televisão
a cabo, este que é um dos negócios de comunicação
mais rentáveis da Argentina. Para que se entenda bem:
mesmo antes da fusão, o negócio de TV a cabo e
internet representava para o Grupo Clarín, setenta por
cento de todos os seus lucros. Logo após passar a faixa
presidencial para sua esposa, Néstor Kirchner percebeu
que sua tentativa de seduzir os meios de comunicação
havia fracassado, e a polêmica cobertura midiática
do primeiro embate do governo de Cristina Fernandez não
o deixava negar.
Hoje, pelo que se observa a briga reinicia, até mais
violenta. Vamos esperar para ver, como vai terminar “se
terminar” essa batalha de uma GUERRA FRIA entre o governo
de Cristina e o Grupo Clarín.
Flávio, a morte...
1) ontem a noite, no chima da ARI o Bicudo
contou o seguinte:
sempre houve uma grande rivalidade dentro da
Caldas Jr. entre a Folhinha da Manhã e o velho Correião.
O Flávio representava o que de pior tinha de direita,
dentro da Caldas. Patronal, é pouco...alguns dizem que
ele era mesmo dedo-duro....
Mas enfim, depois que ele matou a jovem e que
o Breno,seu patrão, lhe virou as costas, ele viu o que
era bom pra tosse. Contou apenas com a família.
E em 1976, quando saiu seu julgamento, o Bicudo,
que ele odiava como diretor da Folha da Manhã, deu a
foto em que o Flávio,recebendo a pena no tribunal, botava
as mãos no rosto, indignado e assustado.
- Ele ficou muito brabo que a gente no Coojornal
publicou esta foto. Mas muitos anos depois ele reconheceu que
jornalisticamente aquela era a foto que tinha que ir pro jornal...
2)Já no velório o Pires de Miranda, o cozinheiro,contou
que conheceu o Flávio num jantar do clube dos Gourmets
no Plaza.
E o Flávio comentou com ele:
- Eu lia na cadeia tuas crônicas sobre
comida e eu lá comendo aquelas gororobas????!!!!!
Uma OzzyFest no Gigantinho
Por Guto Villanova
Foi numa noite bastante agradável de
clima pré-outonal que Porto Alegre assistiu à
performance daquele que é possivelmente o último
grande entertainner do rock, Ozzy Osbourne, o pai do metal e
ex-líder do mítico Black Sabbath. Perante um mar
de camisetas pretas dos adeptos do gênero que ele ajudou
a imortalizar (o público total estima-se foi de 12 mil
pessoas), o ''Príncipe das Trevas" subiu ao palco
do Gigantinho pontualmente (britanicamente) às 9 da noite
para fazer o que sabe melhor: cantar e entreter. Deletemos da
cabeça a imagem do cantor reduzido a um mero bufão
no dispensável reality The Osbournes, o que vai ficar
para a eternidade é o artista criador de verdadeiros
hinos roqueiros e um performático extraordinário.
A apresentação abre com a clássica “Bark
at the Moon”, um dos pontos altos da carreira solo de
Ozzy e uma das canções que mais vão empolgar
a platéia até o fim. Começo uma viagem
sentimental até minha adolescência. Reparo que
outros também fazem. Jogam no palco uma bandeira do Grêmio,
o cantor se enrola nela. Vibração e vaias no ginásio
do Inter. Foi cômico e ao mesmo tempo mais uma demonstração
de como a capital é provinciana, transferindo para situações
díspares a tão apregoada polarização
clubística. Ah quem goste... A cena inclusive vai parar
no jornal da Globo.
O show segue com “Let me hear you scream”, do trabalho
atual do “comedor de morcegos”, o CD “Scream”
(2010), que é o mote da turnê mundial que está
passando agora pelo Brasil. O teclado da introdução
de Mr.Crowley, prenuncia que aí vem mais um clássico
absoluto do repertório ‘ozzybourneano’. O
público vai ao delírio! Seguem-se mais clássicos
como “I dont know”; “Fairies Wear Boots”
(Clássico do repertório Sabbathico); “Suicide
Solution’’; “Road to Nowhere”... Os
bares do ginásio estão sempre cheios, muita cerveja
e uísque regados a Metal, mas no palco: só água,
muita água que Ozzy compartilha com o sedento povo da
pista com o auxílio de baldes e uma mangueira. É
um showman de alma infantil. A melancolia dos an os 80 surge
com a bela “Shot in Dark”. As eletrizantes: “Rat
salad”, “Iron Man” e “War Pigs”
levam comoção a novos e velhos fãs do som
imortal do Black Sabbath. Na pista, filmam um fã com
uma cabeça de porco que quer jogar para o Ozzy “devorar”,
mas infelizmente a cena não se concretiza. Entusiasmado
com a reação do público, Ozzy anuncia que
pretende voltar no ano que vem.
Com “Crazy Train”, Ozzy presta uma homenagem aos
fãs do falecido guitarrista Randy Rhoads, uma fera da
guitarra que morreu jovem num acidente aéreo, e que tocou
nos clássicos Blizzard of Ozz de 1980 e Diary of a Madman
de 1981. O show de cerca de 1h30min encerra com a balada “Mama
I´m coming home” e o petardo sabbathiano “Paranoid”.
O público saiu feliz, extasiado. Assistiu a um mito do
rock, que se já não tem o mesmo vigor físico
de outrora, algo natural para quem está com 62 anos de
idade e que é uma verdadeira fênix renascida do
mundo cão das drogas, tem intactos o espírito
roqueiro e a vontade de seguir entretendo seus fervorosos fãs.
A morte do Flávio....

Encerrando este assunto...o Flávio tinha
muito orgulho de suas credenciais ao longo da sua longa vida
de repórter. Umdia fui na Simbolo Propaganda, onde ele
trabalhava( ele sempre teve esta ligação com a
publicidade, porque conhecia meio mundo da vida empresarial
gaúcha) e lá estava pendurada na parede esta coleção
de credenciais que reproduzo aqui...
Ah,e outra coisa( embora agora morto todos
achem que ele era santinho....)
Gostava de sacanear os colegassim...fez isto
comigo uma vez...Fui ao Chile mais precisamente a Antofagasta
e na volta ele leu matérias minhas na ZH e me contatou
pra entrar na Guaíba no seu programa.Isto era 1988...
Eu, muito babaca, muito ingênuo,sem saber
com quem estava lidando, fui falando, ingenuamente, falando
dos progressos econômicos do regime do Pinochet(ainda
era ele sim no governo) e deixei pra falar no final sobre as
mazelas que vi da repressão. Só que o Flávio
tinha duzentos anos de corrida mais que eu...quando ele notou
que eu ia entrar neste assunto, que ele não gostaria
que eu falasse, ele me cortou e me deixando falando sozinho
no arr....fiquei puto, mas aí já era tarde....
ah, e tem outras mazelas dele..quando estava
na Gaucha, apagou durante um sala de redação,
o cigarro do Paulo Santana no próprio braço do
colega. O Pedrinho Sirotsky conta isto no seu livro...e depois
o Santana deu o troco nele...
ProJovem: CPI tem dois depoimentos nesta
quinta
A CPI do ProJovem deverá ouvir nesta
quinta-feira (7/4) os ex-assessores da Secretaria Municipal
da Juventude (SMJ) André Fortes e Anderson da Silveira
Farias. A reunião está marcada para as 9 horas,
no Plenário Otávio Rocha da Casa. Presidida pelo
vereador Luiz Braz (PSDB) e tendo como relator o vereador Reginaldo
Pujol (DEM), a CPI tem por objetivo investigar denúncias
de irregularidades no Programa ProJovem, oferecido pela SMJ.
Também fazem parte da CPI os vereadores
Engenheiro Comasseto (PT), Fernanda Melchionna (PSOL), Idenir
Cecchim (PMDB), Nilo Santos (PTB), Mario Fraga (PDT), Paulinho
Rubem Berta (PPS), Airto Ferronato (PSB), Mauro Pinheiro (PT)
e Waldir Canal (PRB).
Regina Andrade (reg. prof. 8423)
Recebo e publico
Conheci muito pouco o Flávio Alcaraz. Não tenho
uma opinião sobre ele.
Mas sempre ouvi dizer que o cara era competente. Quanto ao resto,acho
que agora não é hora de achar que ele era veado
ou não.
Não é por aí,que tu vais ter mais leitores
no teu blog. Faz um jornalismo sério, que tu ganhas muito
mais "ouvintes"
Sergio Ross
Serginho
Os textos teus que estão no meu blog
só eu disponho. se alguém tirar daqui é
processo na certa. E na Justiça eu vou até o fim,
não tem acordo.
UMA GUERRA SURDA...
Está acontecendo aqui em Brasília uma guerra estranha
e surda,como diriam os veteranos coleguinhas. É que todos
o politicos,principalmente, os cobrões do ramo,estão
entrando em choque com os veteranos coleguinhas e que diariamente
escrevem colunas nos jornais. É que os politicos descobriram
agora, que dá ibope escreverem colunas nos principais
jornais do
país. E então...escrevem de graça,se promovem
e os profissionais das áreas,que cobram para sobreviver,perdem
seus empregos.
O que o Delfin e o Sarney escrevem diariamente nos jornais do
país inteiro e de graça, é uma festa
Sergio Ross
PS: para de querer me matar.Já deixei no meu textamento.
que tu estas proibido de usar os meus textos em um futuro livro
teu.
Morte do Flávio...
Recebo do Gutto Villanova!
em tempo: o restaurante este que o Laurinho
quadros falou foi o Baumbach( ah, em tempo. um abelhudo me disse
que o Lauro Quadros é funcionário público
aposentado. Ainda vou ver isto....será que ele sabe onde
ficava a repartição, caso seja confirmada a versão?)
Olha mestre Olides, nesse negócio de
morte de pessoas conhecidas aqui na província acho que
as grandes fontes para nosotros jornalistas são os médicos
e os enfermeiros. Nessa do Flávio o Lauro Quadro contou
no Sala de Redação de ontem que no final de semana
o médico dele, que era o mesmo do falecido, chegou na
mesa do restaurante onde o Laurinho tava almoçando com
a família no final de semana, e revelou pra ele: "Olha
o Flávio acho que se entregou". Na do Moacyr Scliar,
meu irmão que é enfermeiro já sabia antes
de sair na mídia tb, porque no hospital médicos
e enfermeiros tão sempre conversando. Só que essa
meu irmão só me contou depois que saiu em tudo
que é lugar. Brincadeira, né Olides? Vai ver pq
conhece essa figura aqui hehehehe
2011/4/6 Guto Villanova <gutovillanova@gmail.com>
TÔ numa correria grande! Semana que vem vai estar na mão
a primeira parte. Hoje vamos entrevistar o jeffie lopes um dos
criadores da CASA DE TEATRO ali na Garibaldi. É um espaço
multicultural do Jeffie do Zé Adão Barbosa, abriu
ano passado e era algo que tava faltando na capital. Mas pode
ficar frio que esse do "putedo" vai ser demóoooooooooois
UM PROBLEMA SEM SOLUÇÃO
Por Carlos Chagas
Deve um detentor de mandato, executivo ou legislativo, dispor
da prerrogativa de fazer negócios? Não se fala
de exercer funções de direção ou
propriedade de empresas, que a lei proíbe, mas de exercer
diretamente ou através de parentes e laranjas uma série
de atividades, mesmo honestas, envolvendo o mercado.
Pela ética, não deveria. Nem
poderia. Dirão os cultores da objetividade que cercear
um cidadão só porque se encontra no exercício
de um mandato contraria os princípios da liberdade, da
livre empresa, da sã concorrência e da própria
democracia.
Por conta disso é imenso o número
de deputados, senadores, vereadores, prefeitos e governadores
que enriqueceram no exercício dos mandatos, e não
terá sido por economizar seus proventos. O conluio entre
o poder e os negócios costuma cheirar mal mas não
é proibido. É freqüente o fato de políticos
que passaram a vida inteira sendo eleitos acabarem milionários,
mesmo existindo muitos obrigados a trabalhar, depois de perder
eleições.
Fazer o quê diante da evidência
de ser a política um caminho para o enriquecimento? Através
de leis, não dará certo. Muito menos obrigar os
políticos a praticar a ética, predicado que só
depende de cada um, acima e além da legislação.
Pior fica a situação quando o
político já era empresário, pois, fora
as exceções de sempre, continuará nessa
condição, agora bafejado pela manipulação
do poder e das influências a ele inerentes. Existem os
que se tornam empresários quando são políticos,
ostentando nesse caso goelas ainda mais abertas. Note-se não
estarmos cuidando, hoje, da corrupção e de negócios
escusos. Apenas de negócios.
No México, no começo do século
passado, adotou-se uma solução cirúrgica:
“no reeleciones”. Ninguém poderia ser reeleito
para o mesmo cargo que ocupava. Mesmo assim, admitiu-se que
um deputado poderia disputar o Senado, e um governador, a presidência
da República. Tudo continuou na mesma.
É sonho de noite de verão imaginar
o eleitor desatando o nó, simplesmente não votando
mais nos que enriqueceram. A riqueza constitui excelente passaporte
para a vitória nas urnas. Em suma, eis aí um problema
sem solução.
OS BONUS SEM OS ONUS
Toda grande empresa, nacional ou multinacional,
adota a prática de distribuir bônus anuais a seus
dirigentes maiores, dezenas e até centenas de milhões,
tanto faz se de reais, euros ou dólares. A farra, encenada
por eles mesmo, acontece sob a alegação de que
contribuíram para o lucro dos acionistas, fazendo jus
a parte deles. Geralmente a parte do leão, mais apetitosa
ainda quando se trata de diretores que também são
grandes acionistas.
Que isso se verifique em empresas privadas,
será problema de seus proprietários, mas também
de seus trabalhadores, como regra postos à margem da
generosa distribuição dos bônus. Estão
tripudiando sobre eles, mas o costume é milenar e até
já foi pior, quando pagavam salários de fome apesar
de os trabalhadores se constituírem no fator mais importante
do sucesso empresarial.
O que não dá para aceitar é
que façam o mesmo empresas públicas ou empresas
privadas subsidiadas pelo poder público. Ficará
horrorizado quem se dedicar a uma investigação
profunda do que acontece por aí, em especial no sistema
financeiro.
INVIOLABILIDADE E IMUNIDADE
Estão fazendo confusão nesse
torpe episódio iniciado por mais uma idiotice exarada
pelo deputado Jair Bolsonaro. Porque uma coisa é a inviolabilidade,
ou seja, deputados e senadores não podem ser processados,
civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras
e votos. Está no artigo 53 da Constituição,
que propositadamente excluiu um adendo vindo da carta anterior,
limitando a inviolabilidade ao que fosse dito, escrito ou votado
nos limites da Câmara e do Senado. Agora, o princípio
vale até para o botequim, quanto mais para entrevistas
em estúdios de televisão.
Outra coisa é a imunidade, quer dizer,
quando cometem crimes, os parlamentares podem ser processados
pelo Supremo Tribunal Federal, a menos que seus colegas expressamente
proíbam o processo. Antes era o contrário: só
seriam processados caso os colegas dessem licença.
Assim, Jair Bolsonaro pode ser punido pela
opinião favorável ao racismo? Pode, porque apesar
de inviolável, ele praticou um crime. Racismo é
crime. A palavra está com o Supremo Tribunal Federal,
com poderes para abrir processo contra o deputado sem precisar
de licença da Câmara, bastando representação
do Procurador Geral da República. Se os deputados ficarem
solidários com o representante fluminense, poderão
sustar a ação, mediante voto da maioria. Será?
AS IMPOSSIBILIDADES POSSÍVEIS
Mestre Gilberto Freire escreveu certa vez ser
o Brasil o país das impossibilidades possíveis.
Para ele, o Carnaval ainda acabaria caindo na Sexta-Feira Santa.
Pois é. Apesar de auto-suficientes em
petróleo, faz muito que importamos gasolina. Agora estamos
importando etanol, e, mais grave ainda, dos Estados Unidos,
que prometemos inundar com o nosso álcool de cana de
açúcar.
Só falta mesmo importarmos minério
de ferro, se é que a Vale ainda não começou...
CRISTINA SEGUE PASSOS DE PERÓN EM CERCO A MÍDIA
De Buenos Aires
Gelson Farias
Pouco antes de morrer, em 1974, o caudilho
argentino Juan Domingo Perón assinalou: "Fui deposto
quando tinha todos os meios de comunicação em
meu favor. E ganhei as eleições quando os tinham
todos contra mim!" Perón referia-se à sua
queda, em 1955, quando mantinha um controle sem precedentes
dos meios de comunicação, e a sua vitoriosa eleição,
em 1974, quando a mídia era majoritariamente contrária
a ele.
A frase do fundador do peronismo voltou à tona quase
ao final do mês passado, com o boicote aos Jornais Clarín
e La Nación por uma greve de caminhoneiros, sob o mando
da Confederação Geral do Trabalho (CGT). Nos anos
40 e 50 Perón tentou controlar os meios de comunicação,
mandando vezes fazer boicotes contra jornais na Argentina, mas
teve de parar porque precisava deles para se reeleger. Perón
e Evita impuseram uma série de limitações
aos órgãos privados e armaram uma superestrutura
de meios de comunicação estatais, combinada a
redes particulares de "empresários amigos".
Do mesmo modo, hoje, a presidente Cristina tenta hoje destruir
o poder do Grupo Clarín, o maior conglomerado de mídia
argentino.
Perón inicialmente tentava defender-se dos ataques da
oposição. Mas logo depois percebeu que a defesa
não era suficiente e fechou jornais como La Prensa, entregue
a sindicalistas fiéis. Nos dois primeiros governos de
Perón (1946-55), muitos donos de órgãos
de comunicação foram pressionados a vender jornais,
revistas e estações de rádio. Em alguns
casos, se os empresários mostrassem obediência,
podiam ser designados diretores de suas ex-empresas, estatizadas.
Além do colossal sistema de mídia estatal, Perón
tinha o respaldo de três grupos nominalmente privados:
a Editora Heynes, a Associação de Promotores de
Tele radiodifusão e a Editora La Razón, que publicava
o influente jornal homônimo.

Perón. Temido e adorado.
Tal como o governo atual fez com o Clarín
há duas semanas - com uma insólita blitz fiscal
-, as companhias jornalísticas que resistiam ao assédio
de Perón eram pressionadas pelo Fisco. O braço
inquisidor do governo peronista era a Comissão Bicameral
de Atividades Argentinas, comandada pelo ultra peronista deputado
Emilio Visca, que vasculhava os livros de contabilidade dos
jornais não alinhados com Perón para ter argumentos
para seu fechamento, confisco ou intervenção.
Esse foi o caso de La Prensa, jornal da aristocrática
família Paz - definido pela revista americana Time como
um dos mais respeitados do mundo na época - e detestado
pela primeira-dama Evita Perón. O jornal, cuja tiragem
era de 480 mil exemplares, tornou-se alvo de uma campanha do
governo a partir de 1947.

Jornal La Prensa
La Prensa foi atacado pelas rádios pró-governo
e enfrentou uma campanha oficial que promovia o boicote da compra
de seus exemplares. Os anunciantes eram pressionados a ignorar
o jornal - que encolheu das costumeiras 40 páginas para
12, por causa do racionamento de papel. Em 1950, o governo confiscou
as novas rotativas importadas e as destinou para a Democracia,
jornal editado pelo Estado argentino. Em 1951, o sindicato dos
jornaleiros ameaçou não distribuir mais o diário.
Na seqüência, com a aprovação do Congresso,
o jornal foi confiscado e entregue à Confederação
Geral do Trabalho (CGT), o braço sindical do peronismo.
O líder do bloco peronista na Câmara, John William
Cooke, afirmou que o governo estava contra La Prensa porque
o jornal "era contrário aos operários e aos
peronistas".
Outros jornais, como La Nación - que já enfrentava
o racionamento de papel de jornal, controlado pelo governo -
tiveram de moderar suas críticas ao governo para evitar
sofrer o mesmo destino de La Prensa. O exercício do poder
através de Perón, e suas práticas, coadunavam
com a propaganda que produzia: ele teria, finalmente, livrado
os argentinos da penúria após a crise mundial,
do comunismo, do imperialismo, das oligarquias e dos velhos
padrões de política.

O povo fazendo Viva Perón, nas ruas de Buenos Aires
A propaganda foi um importante instrumento de consolidação
do regime, que dada a sua estratégia, cerceava a oposição,
amparando os mais pobres, com um discurso paternalista, obras
assistenciais, slogans confeccionados para a consecução
do aparato peronista. A leitura obrigatória nas escolas
elevava o casal Perón quase à sacralidade. Enfim,
a propaganda como forma de manutenção do regime
estava presente, nos rádios, no cinema, jornais, panfletos,
cartazes, festas, discursos para multidões, e até
mesmo em livros escolares. Um rol de representações,
mitos e símbolos foram criados ou adaptados. Entretanto,
cumpre ressaltar que a propaganda somente vai surtir o efeito
desejado, se encontrar uma massa disposta a ampará-la,
a ser manipulada e orientada, ainda que inconscientemente. O
que equivale dizer que discurso peronista não há
de ser explicado somente pela manutenção e do
controle social. O sucesso da ideologia dependeu da capacidade
de se associar às perspectivas e experiências dos
trabalhadores argentinos. Ou seja, o discurso era direcionado
e dizia o que o povo queria ouvir.
No caso da Argentina, a década infame, como ficou conhecida
a época de atuação das velhas oligarquias,
pelo domínio britânico, pelas fraudes eleitorais,
criou em amplos setores da sociedade civil descontentamentos
e uma ansiedade de solução dos problemas. O peronismo
veio ao encontro dessas pretensões. A própria
figura do povo argentino foi manipulada com uma reconstrução
do Estado: Era a ele dirigido o discurso, e identificado com
o trabalhador, gerava a expectativa de construtor de uma nova
Argentina, responsável pela história e de grande
importância para o trabalho do líder Perón.
Ao mesmo tempo em que o povo se identifica com o regime, a figura
de Perón é construída no sentido de conferir
a ele a aura de líder carismático que as massas
devem seguir.

Destaque das eleições dando vitória a Perón
Os primeiros afetados pela censura política
peronista foram os jornais. Eleito, Perón, não
mediu esforços para exterminar a imprensa opositora.
De fato, não havia espaço para periódicos
que expressassem oposição ao regime, mas só
para aqueles que pertencessem à máquina paraestatal
de produção e controle da propaganda, ou que estivessem
coadunados com o novo regime. Vale ressaltar que a pressão
para desarmar a imprensa escrita era exercida, principalmente,
através do controle do fornecimento de papel. Jornais
de grande status como "La Prensa" e "La Nación"
tiveram suas páginas reduzidas enquanto outros, de claro
apoio ao regime, aumentavam de tamanho e circulação.
Outra forma de pressionar os periódicos opositores era
o exercício de fiscalização ferrenha de
órgãos do governo. Foi o caso de "La Nación"
em 1949. O jornal havia denunciado tortura, exercício
arbitrário do poder de polícia e presos detidos
sem provas. Foi o bastante para que a contabilidade do jornal
fosse vasculhada, multada severamente, além de mais limitação
de papel. O resultado foi o apoio do jornal já no segundo
mandato de Perón. O rádio estava no auge nos anos
quarenta e alcançava as populações mais
distantes, independente, muitas vezes, da renda do cidadão.
E foi devidamente utilizado pela propaganda do regime, tal qual
o fora na Alemanha e na Itália de Hitler e Mussolini.
Victoria Sepciu (foto) locutora da Rádio
Central de Buenos Aires Internacional. Ela conta que seu pai,
Alfredo Sepcciu, foi diretor desta mesma emissora, e foi preso
na época em que Perón governou a Argentina, por
se negar a transmitir certos pronunciamentos do caudilho. Victoria
Sepciu apresenta informações do mundo das ondas
curtas. , aos domingos à noite às 2300, em 9745
e 11955 kHz, para a Argentina, e em 6100 e 9655 kHz, para o
Caribe; às 0200, em 9520 e 11945 kHz, para o Brasil e
em 5975 e 9645 kHz, para o Caribe.
O controle político do rádio
não tardou. Já em 1943, as rádios só
veiculavam com orientações ditadas pelo regime,
com regulação da propaganda, eliminação
de expressões que pudessem macular a imagem do governo
e suas obras. A ordem era mostrar a Argentina feliz, próspera
e com um grande futuro pela frente. E mais, a nova diretriz
política obrigava um cadastramento rígido de jornalistas
artistas e escritores. No que tange ao rádio, cumpre
ressaltar o papel de Eva Perón neste meio de comunicação
de massa. Eva era atriz de radio teatro e sabia como se utilizar
do instrumento. Criou seus próprios programas e escrevia
seus próprios textos: "Para nós, ele é
Deus (...) não podemos conceber o céu sem Perón.
Ele é nosso sol, nosso ar, nossa água, nossa vida"
eram frases comuns em seus programas. A cultura, como bem comum,
segundo o próprio Perón estava resumida aos seguintes
elementos: história, idioma, culto a família,
poesia popular, folclore, danças do povo e devoção
à pátria e aos seus elementos ditados pelo regime.
Ou seja, a arte é recusada na sua forma mais pura, assim
como a existência individual do artista e seu trabalho.
O processo de submissão da cultura e dos artistas se
justificava pelos valores nacionais. Para Perón, o naufrágio
da cultura de um povo acarretava na perda da identidade nacional.
A produção cinematográfica do regime peronista
não se diferenciou de outros segmentos produtores de
propaganda já citados. O cinema já exibia certo
êxito nos anos 30. Os mesmo espectadores do rádio,
ou seja, as classes menos abastadas, eram fiéis freqüentadores
das salas de cinema que exibiam filmes nacionais, já
que as classes superiores consideravam o cinema "crioulo"
uma expressão pobre da indústria. Sendo assim,
o cinema nacional foi abarcado pela política, obrigando
a exibição de películas argentinas, de
cunho nacionalista, em todas as salas de projeção.
Ainda assim, a censura atuava no cinema. Argumentos eram recusados
ou modificados, como foi o caso de "Desonra", que
tratava das prisões femininas. Não era permitida
a veiculação de cenas que mostrassem pessoas desamparadas
ou sofredoras, e tinham que exibir um mundo argentino repleto
de felicidade.
O apoio financeiro do regime às produções
nacionais não promoveu uma alavancada no cinema argentino.
Aumentava a quantidade de filmes nacionais, mas a qualidade
caía consideravelmente. E o cinema sem público
não se sustentou, fazendo quebrar muitos estúdios.
A justiça social foi à tônica da propaganda
peronista. Já foi dito que Perón nas suas atividades
como secretário de Trabalho se empenhou na política
trabalhista, alcançando imensa popularidade entre os
trabalhadores, garantindo sua vitoria nas urnas. No seu primeiro
mandato consolidou as bases da chamada "doutrina justicialista".
A doutrina justicialista tinha preocupação em
delinear um novo rumo, a despeito do momento internacional,
consolidando-se na conhecida "terceira via": uma alternativa
para o embate entre capitalismo e comunismo. Perón defendia
essa concepção sob a alegação de
que representava a combinação harmônica
e equilibrada das forças do Estado moderno. De forma
a não vê-las ruir, tinha como proposta um Estado
no qual o capital e o trabalho se combinariam para alçar
a construção de um destino comum. Neste diapasão,
as representações da "Terceira Posição"
associada à "Doutrina Justicialista" são
inúmeras e significativas no material da propaganda política,
em especial o emanado do serviço gráfico estatal.
Nos cartazes, livros, cartões produzidos pelas gráficas
do governo, eram comuns figuras tendo ao fundo montanhas, pontes,
trabalhadores, símbolos religiosos, objetos que irradiam
a justiça social. E mais, frases com dizeres que enfatizavam
a doutrina: justiça, solidariedade, confiança,
patriotismo, igualdade e muitas outras.

A sindicalização era ínfima até
1943, mas logo se alarga através de grêmios industriais.
A legislação recente garantia a existência
de organizações grandes e poderosas, com força
de igualdade perante os representantes patronais. Entretanto,
tais organizações operárias, inclusive
a CGT eram encabeçadas por figuras medianas, responsáveis
por receber e transmitir ordens do Estado e controlar os trabalhadores
insurgentes.
FUXICOS DE BRASILIA
AGORA É A VEZ DE DILMA ENGOLIR...
Sergio Ross
Olides
É uma pena que eu não possa citar o nome do restaurante
onde eu almoço todos os dias,O Stella Grill daqui de
Brasília, Ontem,na hora do almoço ele estava um
sucesso.Na nossa mesa tradicional,só tinha cobras almoçando
e contanto fofofocas´.Ah!!!!
estava almoçando conosco um velho frequentador o Murilo
Portugal que é agora o Presidente da Fenabran.Pô,
o que ele contou, dava para escrever um livro,mas deixa prá
lá.
Mas mesmo assim vou te contar duas historinhas bem gozadas,sem
falar no Stella Grill.
Primeira: a "cumpanheira" Dilma que não é
muito chegada ao pessoal de fardas,teve que almoçar ontem,
com tudo quanto foi general que ela detesta. Em compensação
os generais que também detestam a nossa Presidente,tiveram
que passsar o almoço fazendo caras de paisagem e achando
tudo uma maravilha....Dona Dilma,confidenciou a um dos convidados
mais chegados a ela,dizendo: "É ...vou ter que aguentar
essa gente hoje..." O seu ouvinte,não deixou a bola
quicar e mandou brasa:" Presidenta,mas eles
também terão que lhe aguentar. Vai ser um pareo
duro..."
A outra historinha que foi contada,é do nosso velho amigo,
Castelo Branco, o Castelinho,então colunista do Jornal
do Brasil.
Quando o jornal O Globo tirou o Zozimo do JB,queria era levar
o Castelinho, que
recebeu na época uma proposta milionaria e não
aceitou.Mas história do Castelinho é outra. Contaram,como
os coleguinhas já sabem, o homem bebia muito bem. Tinha
uma coisa,bebia e depois do almoço sentava em um sofá
na sua casa e fazia uma bela cesteada.Aí matava quem
o acordasse. Podia ser o Papa ou o Presidente da República.
A familia tinha então esse cuidado para não acordar
o nosso velho Castelo Branco.
Certa ocasião,mudaram a empregada da familia e esqueceram
de avisar a moça,desse cuidado. Não deu outra.Castelinho
roncava no seu sofa,quando o telefone
tocou.A moça atendeu e era nada mais nada menos do que
o Presidente José Sarnei. A empregada assustada por ter
falado com um Presidente,não teve duvidas.Chegou perto
do
nosso homem e incialmente bem baixinho foi tentar acorda-lo;"seu
Castelo,seu Castelo é o presidente Sarney...Claro que
o Castelinho não acordou na primeira
chamada. A moça então se encheou de coragem e
mandou aos berros:" Seu Castelo,seu Castelo, é o
presidente Sarney no telefone..." Pra que? o Castelinho
acordou e aos gritos ameaçou pegar um revolver que não
tinha e correu atras da empregada dizendo aos berros. "vou
te matar,vou te matar." A empregada conseguiu chegar na
rua e nunca mais apareceu na casa da familia. Nem para receber
o salario de um dia de trabalho..
A outra historinha do homem, é que ele recebia diariamente
uma imensa carga de informações.Mesmo mais pra
lá do que prá cá,dormia e acordava de madrugada
para escrever a sua coluna diaria,mais lida do país.
Chegava na redação do JB de madrugada e já
tinha um porteiro de prontidão para abrir a porta para
ele.E o impressionante: não esquecia de nunhuma nota
importante...
Legalidade
RECEBO COM PRAZER DO COLEGA A GOULART - O LUZ
NO FIM DO TUNEL - UMA EXPLICAÇAO PRA PALAVRA LEGALIDADE....SEI
DISTO PORQUE QUANDO TRABALHEI NO LIVRO DA ULTIMA HORA MUITO
PERGUNTEI AOS ENTREVISTADOS, COMO O IB KERN E NINGUEM SABIA
ME DIZER QUEM TINHA CUNHADO A EXPRESSÃO!!! AI VAI ENTÃO
O QUE O GOULART PESQUISOU...
Sobre a origem da palavra LEGALIDADE, tenho
para mim que quem primeiro a empregou, no episódio de
61, foi o próprio Brizola. Em declaração
publicada pela Folha da Tarde do dia 26 de agosto/61, no dia
seguinte à renúncia do presidente Jânio
Quadros, o então governador do RS afirmou:
"Se há uma estrutura golpista em marcha no país,
evidentemente ela não se dirige somente contra o sr.
Jânio Quadros, mas também contra o vice-presidente,
contra o Gongresso, contra os governadores, contra as Assembleias
Legislativas. E se isso ocorrer, não sei o que vai acontecer,
mas tudo o que for para a defesa da LEGALIDADE, eu o farei".
Isso é pesquisa, não é palpite. Alguém
tem outra explicação?
Antônio Goulart, jornalista
depoimento...
Olides.
Eu não lembro a data exata, mas acredito
que foi em 83/84, não sei bem. Eu conheci o Flávio
Alcaraz Gomes, bem antes de começar a trabalhar na Caldas
Júnior. E tinha um amigo, que já falaceu, o Adriano
Costa, que era engenheiro amigo de infância do engenhreiro
Homero Simon, da Guaíba. certo feita fui convidado pelo
Adriano para visitar o Homero ( ele tinha um sistema de antenas..
uma parafernalha, no Menino Deus, ( não lembro a Rua
agora). Quando chegamos lá, encontramos o Flávio
Alcaraz. Foi este dia que o conheci pessoalmente.
Depois... Eu trabalhava na editoria de polícia
de Zero Hora, e nas madrugadas fazia uma ronda no programa Gaúcha
na Madrugada, com o Jaime Copstein, comemntando sobre as ocorrência
da madrugada. certo dia, o jaime disse: O Flávio quer
falar comigo. ( o Flávio era diretor da rádio
gaúcha) Conversei com o Flávio e na hora de saber
o que iria receber além do meu salário, na zero,
(o Flávio, que sempre foi patronal) disse que iria pensar
no assunto e me comunicaria mais tarde. Passou um mês
e nada de "grana extra". Perguntei para o Jaime se
havia alguma resposta do Flávio,. O jaime foi direto:
O Flávio disse que não tem condições
de dar qualquer grana extra para ti. ( eu estava fazendo produzindo
o programa do Jaime) e contava com uma uma grana extra... No
outro dia, nem apareci... Para encurtar o assunto: O Jaime,
teve dificuldades no programa daquela noite.
Depois deste episódio, encontrei o
Flávio no elevador da Zero. Me compimentou numa boa.
Na saída disse: "Foi a direção que
não autorizou um programador para o programa do Jaime"
. Eu respondia: ' Amigos para sempre.
Um abraço Gelson.
Gelson Farias
051-85252352
e-mail: gelson.aargentina@hotmail.com
msn: gelsonnunesfarias@hotmail.com
Flávio e a sua morte
*Os" serpentes" da Uruguai não pintaram no
pedaço,ontem...como eram contemporrâneos do Flávio,
na Caldas, acho que foram pro " churrasquinho" do
colega que foi cremado as 11horas.
*O cara que mais externou o que os coleguinhas achavam do Flávio
foi o Wianey Carlet, que disse que o sujeito era controverso....Controverso
nada, muita gente chamava ele mesmo de assassino.mas agora que
morreu,virou santo.
*Pelo menos o Wanderley Soares na sua coluna, disse que o Flávio
era seu conselheiro..
*Armando Burd nem registrou a morte do colega.
DEvia ter horror a ele,pelo visto.
*Já o Adroaldo,que o Flávio irritava chamando-o
de Marli, falou na coluna toda sobre o colega...Streck é
cria do Flávio, assim como tantos outros.
*Já meu amigo JOvem Hebreu, vendedor
de livros, gostou de uma foto que a zh publicou: Flávio
e Maurício,juntos segundo ele, os dois grandes vendedores
da imprensa do século passado.
*Quem esteve no velório do Flávio, disse que viu
o filho, Alcides, muito abalado. A viuva e a filha, segundo
este mesmo estavam " n0rmais".
*Pelo que vi nos jornais,ontem, fazia muito
tempo que uma morte de um jornalsita não tinha tanto
espaço....só mesmo quando morreu o JOrnalista
Mauricio fundador da RBS.
*Hoje, quinta, já são águas
passadas....assim são as coisas...
*O colega morto tinha o costume de falar gritando....
A morte de Flávio

1) Vim pensando pra cá no que escreveria
sobre a morte do que foi pra mim o maior repórter do
século passado no RS.
Independentemente do ser controvérso
que era....
O que eu gostava do Flávio é
que com ele não tinha muita murrinhagem....
Foi com ele que cheguei ao Maneco Vargas pra
poder pegar seu depoimento...
Depois,quando quis levar o Maneco no Forum,
na TV Guaíba, foi uma missa em latim....
Um mais estrela que outro.Mas enfim, um dia
fizeram a tal entrevista que depois o Flávio usou e muito
na Guaíba e no textinho que fazia no correio do povo.
Assim, como dava umas colheres de chá,
ele também se aproveitava dos colegas bestas. Dava mole
pra ele, ele faturava....
No sentido de que ele pegava pra ele as boas
idéias dos outros....
Disto não tenho a menor dúvida.
Sempre ouvi comentário sobre sua sexualidade...(
o que a rigor não interessa nada...)
Mas como costumo praticar pouco a hipocrisia,
só vi o Flávio uma vez dar uma " rabanada"(
...foi no barzinho da ARI , num dia que já tinha tomados
unas canhas...)
No mais,as vezes que estive com ele sempre
foi de uma grande sobriedade...
E acho que não era bicha coisa nenhuma,
apesar de todo o falatório....
Flávio ALcaraz Gomes
Neste momento,pouco antes do meio-dia do dia
5.04.2011 fico sabendo pelo Gutto que morreu o maior repórter
que eu conheci até hoje e que provavelmente não
vou conhecer outro desta "tamanho"...
Urgente,alguém tem que biografá-lo!
Aí Olides,
Flávio ALcaraz Gomes jaz.
Agora podes preparar a biografia bombástica...hahhahahaa
abração
A Guaíba já tava com tudo pronto pra quando ele
partisse
Abraço
Guto
A morte de Flávio
Algumas memórias do veterno repórter
1) FOI POR AQUELA ÉPOCA QUE ASSIS CHATEAUBRIAND
COMPROU O DIÁRIO DE NOTICIAS....E PASSOU A FAZER GUERRA
ABERTA AO CORREIO DO POVO....
HOUVE UMA POLEMICA BRILHANTE ENTRE ELES, COM
FARPAS DESFERIDAS DEUM LADO POR ALINDO PASQUALINI E DE OUTRO
POR ERNESTO CORREA, DOIS BRILHJANTES JORNALISTAS QUE CONHECI.
CHATEAU HAVIA MONTADO UM IMPERIO JORNALISTICO QUASE TÃO
IMPORTANTE QUANTO A REDE GLOBO DE HOJE E VEIO AO SUL PARA COMPRAR
O CORREIO DO POVO
- QUAL O PREÇO DO TEU JORNAL, PERGUNTOU
ELE AO BRENO
- UM MIL REAIS EM QUALQUER BANCA, DISSE BRENO.
TEMPOS DEPOIS ERNESTO CORREA RESPONDEU COM
ARTIGO SOB O TITULO DE NÃO COMPRAMOS FOLHA DE COUVE NO
QUAL CHAMAVA O CORREIO DO POVO DE VELHA RAPOSA GAVETEIRA DA
RUA DA PRAIA. A POPULAÇÃO SE DIVIDIA EM FACÇÕES,
DELICIANDO-SE COM AS REPLICAS E TREPLICAS DE UM JORNAL E DE
OUTRO.
Nós não esquecemos, não
desistimos, e não desistiremos !
ISTO É UMA VERGONHA!

Decorrido mais de um ano do encaminhamento de denúncias
comprovadas de maus tratos a cavalos no abrigo de eqüídeos
terceirizado pela EPTC, nenhuma medida de apuração
eficaz foi tomada e, mais grave: os animais vistoriados pela
Prefeitura e Ministério Público foram aqueles
"escolhidos" pelo dono do abrigo ou seja, o acusado.

Ninguém - a não ser o acusado
é capaz de identificar os 90 animais lá "abrigados".
Ou seja, a raposa está prestando informações
sobre como está o galinheiro.

Fatos: situações comprovadas
de maus tratos em 2008 e 2009, magreza "incompatível
com a vida" ; lesões severas nos tendões,
joelhos e cascos; subnutrição grave; filhote afastado
precocemente da mãe e levado a leilão; animais
recolhidos por maus tratos devolvidos aos seus algozes sem autorização
judicial; animais debilitados leiloados em novembro de 2009;
animais eutanasiados que retornam à planilha dos "vivos",
com cobrança de diárias; chamadas para atendimento
frustradas - ao custo de R$ 20,00 cada - cobradas até
16 vezes, no mesmo dia e horário.

Há mais: laudos de animais eutanasiados que merecem investigação:
animais com órgãos rompidos resistindo vivos por
mais tempo do que aqueles que precisam basicamente apenas de
comida.

Do lote de 28 animais resgatados de um leilão
em 2008, a Chicote Nunca Mais salvou 25! Do lote de 20 animais
a serem recolhidos pela Chicote, conforme acordo em março
de 2009, só conseguiu-se acesso aos animais em agosto
5 meses depois - apenas 15 foram entregues, com a alegação
de que os outros cinco "estavam em tratamento ou tinham
ido à óbito".
Tratamento?!? Óbito?!? Como assim,
se estavam relativamente bem em março de 2009, quando
a Chicote realizou uma vistoria?!? Registre-se: estes animais
estavam há mais de 90 dias no "abrigo".
E mais: o Diretor-Presidente da EPTC, em audiência no
Ministério Público do Meio Ambiente, definiu as
graves denúncias como "simples enganos"!
O que temos de concreto atualmente é
a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta o que denuncia
a ocorrência de danos com toda a pompa e circunstância,
no Paço Municipal. O real estado dos animais segue sendo
uma incógnita !
A Chicote Nunca Mais recorrerá ao Judiciário,
até a última instância, para ter acesso
à totalidade do plantel do abrigo da EPTC, e reafirma
sua confiança na Justiça do Rio Grande do Sul,
continuamente modelo para todo o Brasil !
Texto da ONG Chicote Nunca Mais
A REVOLUÇÃO DE PRIMEIRO DE ABRIL (final)
Por Carlos Chagas
O Rio amanheceu cantando, dia 2 de abril. Não
adianta tapar o sol com a peneira, nem esquecer, muito menos
agredir a História. A classe média apoiou o golpe
de 1964, engendrado pelas elites e, fora as exceções
de sempre, ignorado pelas massas. A Igreja, na época,
muito contribuiu para produzir aquele sentimento. Os meios de
comunicação, também.
É claro que durou pouco a ilusão.
A primeira defecção veio do “Correio da
Manhã”, que nos dias 31 e 1 publicou editoriais
rompendo com o presidente João Goulart e até pregando
sua deposição: “BASTA!” e “FORA!”.
Quinze dias depois, o bravo matutino já denunciava desmandos
e acabou sufocado pelos próprios.
Mas é bom ater-nos aos fatos. Já
em Brasília na tarde do primeiro dia de abril, o presidente
da República recebeu do Comandante Militar do Planalto,
general Nicolau Fico, a informação de estar rebelada
quase toda a guarnição local. Não havia
garantias para sua permanência. Na Base Aérea,
um “coronado” da Varig aguardava para conduzi-lo
a Porto Alegre, onde imaginava resistir, tendo dias antes mandado
para lá um general legalista, Ladário Pereira
Teles. Apesar de três estrelas, faltando-lhe a quarta,
ele assumiu interinamente o comando do III Exército.
O problema é que na Capital Federal,
oficiais da Aeronáutica sabotaram o moderno avião
da Varig, obrigando Jango a aguardar horas pelo concerto e,
afinal, viajando num Avro, de performance mais lenta. Só
irá aterrissar alta madrugada do dia 2.
Enquanto isso, no Congresso, a confusão
era geral, ainda que as notícias do sucesso da rebelião
continuassem chegando. Ou melhor, as notícias da falta
de resistência por forças governistas, sindicais
ou populares.
O avião presidencial voava, na noite
de 1 para 2 de abril, quando o presidente do Senado, Auro de
Moura Andrade, convoca sessão conjunta de deputados e
senadores e surpreende a todos informando estar João
Goulart fora da sede da República, “em lugar incerto
e não sabido” e concluindo: “neste momento,
declaro vaga a presidência da República!”.
Foi um tumulto. Primeiro porque o líder do governo na
Câmara, Tancredo Neves, esclareceu estar o presidente
viajando para o Sul. Depois, porque a Constituição
não previa esse tipo de vacância. Ao mesmo tempo,
no palácio do Planalto, Darcy Ribeiro, chefe da Casa
Civil, e Waldir Pires, Consultor Geral da República,
redigiam nota confirmando estar Jango na plenitude de seus poderes.
Um detalhe, porém, dava o tom da crise: já não
havia um só datilógrafo para copiar o comunicado.
Darcy mesmo catou milho numa remington...
As bancadas do PTB, do Partido Socialista e
afins resistiam, até aos palavrões, mas Auro imediatamente
convoca os presentes a comparecerem à sede do Executivo
para assistirem à posse do substituto legal, o presidente
da Câmara, Ranieri Mazzilli. Quando chegam ao Planalto,
no começo da madrugada, tropas rebeladas já compunham
a guarnição. Foram improvisados dois ministros
do Supremo Tribunal Federal, para assistir a cerimônia,
mas faltava um general. Nicolau Fico mesmo serviu.
No Rio, naquela tarde, o general Costa e Silva,
como o mais antigo, assumiu o gabinete de ministro da Guerra,
tendo entre mil contactos com os quatro Exércitos, telefonado
também para a Academia Militar das Agulhas Negras, em
Resende. “Dê as ordens, chefe”, respondeu
do outro lado da linha o general comandante do estabelecimento,
Garrastazu Médici.
Costa e Silva alertava para o risco de tropas
da Vila Militar, legalistas, irromperem pela Via Dutra, conforme
havia ordenado o general Moraes Ancora. Médici dispôs
os cadetes, armados de fuzis e metralhadoras, às margens
da rodovia, mas, por via das dúvidas, em duas trincheiras:
uma voltada para o Rio, outra para São Paulo, no caso
de não serem verdadeiras as informações
sobre a adesão do general Kruel.
Ficou acertado que na própria Academia
das Agulhas Negras se reuniriam os revoltosos, agora com Kruel
já chegando de São Paulo, e Moraes Ancora, vindo
do Rio com a disposição de render-se e aceitar
o fato consumado.
Naquela mesma hora as tropas do general Mourão
Filho entravam no Rio, sem encontrar a menor resistência.
Erro crasso ele cometerá, penitenciando-se depois ao
chamar-se de “vaca fardada”: em vez de prosseguir
e tomar o ministério da Guerra, como chefe virtual da
revolução e ainda em meio à confusão,
preferiu estacionar seus soldados no estádio do Maracanã...
Perdeu a vez, porque Costa e Silva já enquadrava os generais,
inclusive Castelo Branco, assumindo o poder maior no Exército.
Um golpe branco em meio à perplexidade geral, demonstrando
como vale a ousadia, nas horas de crise.
Eram quatro da madrugada do dia 2 de abril
quando o avião levando João Goulart desce em Porto
Alegre. Desde a meia noite no aeroporto, o general Ladário
Pereira Teles e o deputado Leonel Brizola dormitavam em bancos
de madeira da base aérea. Receberam o presidente, foram
para a sede do comando do III Exército e lá, pela
manhã, examinaram a situação, convocando
os generais que serviam na capital gaúcha. Muitos demonstravam
já estar apoiando o golpe, outros mantinham-se cautelosos,
mas todos reconheciam que as unidades do interior, comandadas
pelos generais Pedro Poppe de Figueiredo e Adalberto Pereira
dos Santos já cercavam Porto Alegre. Dava para resistir
algum tempo, porque ainda existiam tropas fiéis e Jango
poderia, junto com Brizola, mobilizar a população.
Ia correr muito sangue. O presidente decide-se pelo exílio
no Uruguai. Tudo desmorona como um castelo de cartas. As informações
são de que unidades antes aquarteladas na capital gaúcha
ganhavam as ruas, rebeladas. O general Ladário dirige-se
a João Goulart dizendo que poderia garantir sua segurança
ainda por duas horas, até o aeroporto, onde um pequeno
avião o conduziria ao país vizinho. Jango concorda,
havia há dias mandado esposa e filhos para Barcelona,
na Espanha. Ladário volta-se para Brizola: “o deputado
gostaria que também o conduzíssemos à Base
Aérea?”
Resposta: “eu não me chamo João
Goulart”. Depois de ficar escondido na casa de amigos
e de tentar inutilmente organizar a resistência, lembrando-se
da campanha da legalidade de 1961, Brizola também voará
para o exílio, valendo-se de um teco-teco que o recolhe
numa praia do litoral, disfarçado com a farda de soldado
da Brigada Gaúcha. João Goulart, antes de chegar
ao Uruguai, faz com que o pequeno avião desça
em São Borja, em sua fazenda, onde ficará um dia,
imaginando que os militares repetiriam com ele o episódio
verificado em 1945 com Getúlio Vargas, quando os generais
responsáveis por sua deposição permitiram
que permanecesse em sua cidade natal. O já ex-presidente
é informado de que se não seguir para o exílio
será preso, processado e submetido a constrangimentos
diversos. Saiu. Só voltou morto para ser enterrado ao
lado de Getúlio Vargas, anos depois. Vale registrar que
João Goulart e Leonel Brizola, refugiados no mesmo pequeno
país, nunca se viram, jamais conversaram, apesar de o
ex-governador ser casado com a irmã do ex-presidente...
Comédia ou tragédia, a peça
estava apenas no primeiro ato. O general Costa e Silva reúne-se
com a cúpula da Marinha e da Aeronáutica e decidem,
a 2 de abril, formar o Comando Supremo da Revolução.
Além dele, o almirante Augusto Rademaker e o brigadeiro
Francisco de Assis Correia de Mello. Não contestam diretamente,
mas demonstram onde está o poder, certamente não
com Ranieri Mazzilli, em Brasília. O presidente interino
da República, por via das dúvidas, nomeia os três
militares seus ministros. Mas não manda nada.
Logo a Junta Militar, instalada no Rio, divulga
a lista do cem brasileiros mais procurados pela revolução:
João Goulart, Leonel Brizola, Luis Carlos Prestes, Francisco
Julião, Darcy Ribeiro, Raul Riff e mais uma penca de
ditos subversivos. Começam as cassações
de mandatos e suspensões de direitos políticos.
Desta vez, dizem eles, o poder não será devolvido
aos civis.
Coincidência ou não, os militares
vão buscar o jurista Francisco Campos, velhinho, autor
da Constituição fascista de 1937, para fantasiar
o golpe. A necessidade de legalizar o ilegalizável será
uma constante nos próximos 21 anos. Um texto primoroso,
apesar de maléfico, é editado logo a seguir: “a
revolução se legitima por si mesma, é a
fonte do poder constituinte, encarna os anseios da nação,
sendo ela que legitima o Congresso, jamais o contrário”.
Uma página ainda a acrescentar naqueles
dias tão bicudos quanto previsíveis: vai reagir
o grupo intelectualizado dos golpistas, a “Sorbonne”,
surpreendidos com a rapidez com que Costa e Silva tomou o poder.
Através da mídia e da influência junto à
maioria da opinião castrense, Castelo Branco, Cordeiro
de Farias, Juarez Távora, Eduardo Gomes, Jurandir Mamede,
Ernesto Geisel, Golbery do Couto e Silva e outros buscam dar
a volta por cima e conseguem. Sob a alegação de
que se tudo continuasse como estava, seríamos a mais
execrável ditadura do planeta, conseguem impor a prevalência
da Constituição, naquilo que não contrariava
seus interesses. Apresentam a candidatura do general Castelo
Branco, já feito marechal, à presidência
da República, que o Congresso engole. Depois, foi o que
se viu: 21 anos de ditadura.
Faltou um detalhe que poderia não ter
sido detalhe, mas o principal. Ainda com Jango em território
nacional, o presidente Lyndon Jonhson, dos Estados Unidos, reconhece
o novo governo brasileiro. Ao mesmo tempo, autoriza a “Operação
Brother Sam”. Uma esquadra deixa o Caribe com um porta-aviões,
diversos navios de apoio, dois petroleiros e um submarino, além
de “marines”, para o caso de o Brasil entrar em
guerra civil. Imagine-se de que lado ficariam nossos irmãos
do Norte... (Final)
Bah, o isento tá de volta....
Os leitores tavam com saudade....
A defesa dos idefensáveis / opinião
do leitor
Sabe q tb gosto... são textos curtos e não tem
aquele fanatismo dos que ou são PT doentes ou anti PT
doentes...
Esse aí da folha por exemplo é bem interessante...
Ellen Augusta
DIÁRIO DO PANAMÁ
POR GELSON FARIAS
PANAMÁ: PELA MINHA PRIMEIRA VEZ
Do Panamá
Gelson Farias
Vou contar os acontecimentos em ordem cronológica assim
será mais fácil lembrar. O primeiro momento engraçado
foi logo no avião, os comissários com uma cara...
Depois eu percebi o motivo. Todos no avião estávamos
apreensivos com a turbulência sem parar... O pessoal estava
praticamente malhando no avião, senta, levanta, vira,
mexe, além de estar fazendo perguntas aos comissários
o tempo todo. Olha só a zona, alguns estavam juntos (menos
mal). A maioria se conheceu no próprio vôo. Mas
graças a Deus, depois de três horas e meia de vôo,
chegamos muito bem no panamá.
O Panamá é um país da América Central
Continental limitado a norte pelo Mar das Caraíbas a
leste pela Colômbia a sul pelo Oceano Pacífico
e a oeste pela Costa Rica. Sua capital é a cidade do
Panamá. Situa-se no ponto mais estreito da parte continental
da América Central, que se estende até a América
do Sul. É dividida ao meio pelo canal do Panamá,
que liga o oceano Atlântico e o oceano Pacífico
A cada ano, cerca de 10 mil embarcações (5% do
comércio marítimo mundial) cruzam os 82 quilômetros
do canal — que passou do controle dos Estados Unidos (EUA)
para o Panamá em 2000
A população do país com cerca de 3,9 milhões
de habitantes é formada por uma maioria de mestiços
de índios e europeus O setor econômico mais importante
é o de serviços, que abrange as atividades financeiras
e as rendas obtidas com a zona de livre-comércio de Colón,
a exploração do canal e o registro de navios mercantes

A empresa Copa Linhas Aéreas (Copa Airlines ), Voo de
Buenos Aires ao Panamá. Confesso que levei medo nesta
viagem. Muita turbulência. Cerca de seis passageiros,
que estão nesta foto, é da Aerolíneas Argentinas.
Estou ao fundo de blusão bege.
O aeroporto internacional de Tucumenn, nome
oficial (Omar Torrijos Herrera, ex-presidente do Panamá)
serve a cidade do Panamá, sendo o principal aeroporto
do país, e recebe vôos desde os pontos principais
dos Estados Unidos, Canadá, América do Sul, América
Central e Caribe, Espanha, entre outros destinos. Por sua vez,
opera com a maioria dos vôos domésticos. Cerca
de 4,5 milhões de passageiros passaram em Inauguração:
Primeiro de junho de 1947. O aeroporto está localizado
17 km 10,5 milhas a leste da Cidade do Panamá.

Aeroporto pelo lado externo
Do aeroporto, se chega até ao centro de cidade do Panamá,
por ônibus, mini ônibus e táxis. Os autocarros
têm vários percursos para diferentes zonas (Tocumen,
24 de Diciembre, Paso Blanco, Felipillo, Pacora, Chepo). Duração
aproximada da viagem para o centro da Cidade do Panamá:
30 minutos. As empresas de táxi que operam com o complexo
são: Ciudad de Panamá, Albrook y Los Ríos,
Clayton, Gamboa, entre outras.
Existem balcões de aluguel de veículos
das mais reconhecidas companhias Rent a car do mundo. O aeroporto
também dispõe de banco, caixa eletrônico
ATM, agência de câmbios, áreas VIP, telefones
públicos e acesso Wi-Fi. Sheraton Hotel, localizado 15
minutos do campus, tem salas de conferências e de reunião.
Comer e Beber - restaurantes, cafés e bares, compras
- várias lojas e lembranças, e duty free nas áreas
de partidas e chegadas. Bagagem - Carregador de bagagem em troca
de uma gorjeta. Carrinhos estão disponíveis, mas
apenas dentro da área cliente. Outros serviços
- Clínica Médica e banheiros com chuveiros. O
guichê de informações está localizado
na área de chegadas perto da retirada de bagagem. Também
tem balcão de informações turísticas.
Instalações para deficientes - tem rampas, banheiros,
elevadores, telefones adaptados, entre outros serviços.
Cadeiras de rodas estão disponíveis (reserva prévia
com a sua companhia aérea ou de viagem)
Estou de camisa azul, junto à bagagem.
Ao chegar ao aeroporto primeiro achei que parecia uma rodoviária,
depois vi que estava enganado.

No aeroporto eu vi várias placas de sinalização
com o idioma português. Todos os vôos que vão
para o Brasil e outros países da America e Caribe, passam
por aqui. E há muito mais brasileiros do que vocês
possam imaginar.
Peguei um táxi do aeroporto, por U$ 28,00 achei mais
seguro. O caminho do aeroporto para o hotel lembra muito Buenos
Aires. O taxista me explicou muito sobre o país. Disse
que os panamenhos, -- principalmente os taxistas em geral --
têm grande informação sobre o Brasil. Quando
falei que era do Brasil, nossa! O cara ficou todo feliz e falante
perguntou de que estado e cidade eu era. Assim descobri que
eles sabem muito sobre nosso país, muito mais que nós
a respeito do deles. Eles sabem tudo sobre a seleção
brasileira, dos ‘Ronaldinhos’. Disse que tem curiosidade
de visitar o Brasil, na época do Carnaval para ver as
mulheres nuas, sambando.

O taxista, Carlos Ramirez
Olides.
Falo muito pouco ainda o espanhol, mas da para o gasto. Mas
os panamenhos, -- falam muito mais o Inglês. Ao chegar
ao hotel que por um acaso é muito bonito, na portaria,
os funcionários, falando inglês. De inglês,
sei pouco, mas usei meu espanhol arranhado. E deu certo. Compreenderam
bem Cheguei ao apartamento e troquei de roupa quis sair logo,
pois, estava com fome.

Um Balboa
O balboa é a moeda oficial do Panamá. Denominada
em homenagem ao conquistador espanhol Vasco Núñez
de Balboa, o balboa é ancorado ao dólar estadunidense
(que tem curso legal no Panamá) com uma taxa de câmbio
de 1:1 desde 1903, por isso balboas podem ser trocados por dólares
no Panamá em qualquer momento a essa taxa paritária.
O balboa está dividido em 100 centésimos; as moedas
modernas de 1, 5, 10, 25, e 50 centésimos têm o
mesmo peso, dimensões e composição metálica
das moedas estadunidenses de penny, níquel, dime, quarter
e meio dólar respectivamente. O Banco Nacional do Panamá,
em certas ocasiões, coloca moedas de um balboa em circulação,
que têm as mesmas dimensões do dólar Eisenhower.
As notas panamenhas em balboas não são impressas,
só o foram por breve período em 1941, e não
estão em circulação: para notas ou papel-moeda,
o Panamá usa o dólar dos EUA.
Dei uma de cidadão e fui até um ponto pegar um
taxi... Aqui os ônibus são para pessoas realmente
pobres e estudantes que fazem somente percursos fora do centro.
Na área central é só taxi mesmo, por isso
o preço é bem acessível.

Estudantes esperando ônibus
Logo que saí do hotel, fui diretamente para o Multiplaza
indicado pelo concierge, paguei quatro doletas em um caminho
bem curto, mas até aí achei normal. Chegando lá
o choque - comida muito barata... Dentre outras coisas. Esse
lanchinho co McDonalds (só comi isso porque não
tinha comida típica onde eu estava) que não temos
no Brasil me custou U$ 4,50 o combo que seria menos de R$ 9,00.
No Brasil não há nada com valor nem parecido.
Esse refrigerante é panamenho sabor morango.
O concierge de um hotel é um funcionário especializado
em turismo e hotelaria mundial; ele pode: providenciar qualquer
coisa que os hóspedes desejarem, contanto que seja "legal
e ético". Rotineiramente chamam-no para fazer qualquer
coisa, desde garantir uma reserva de jantar em um restaurante
lotado até certificar-se de que as camisas do hóspede
estejam lavadas e passadas a tempo para o jantar. Ocasionalmente
ele recebe solicitações mais desafiadoras - por
exemplo, encher a suíte de uma estrela do rock com milhares
de reais em flores brancas.

Olides. Esta foi minha janta, no primeiro dia
Na Argentina, um jornalista disse que a comida
no Panamá era muito condimentada. Foi aí que eu
cheguei de mansinho, para não pagar mico. Depois do lanche,
Logo, caminhei um pouco e peguei um táxi, de volta pelo
mesmo caminho e paguei sabe quanto U$ 1.50. O taxista disse
que se eu fosse pedir um táxi pelo hotel seria mais caro,
por causa da comissão. Bem óbvio. De volta ao
hotel peguei mais informações no concierge, (mas
para fazer sem o serviço deles). Fiquei algumas horas
conversando com o cara do concierge. O encontro estava marcado
para a noite de sábado, portando não tínhamos
muito0 tempo para sair. Quem sabe, outra vez! Mas deu para ver,
nos restaurantes, que no geral os panamenhos comem muito arroz,
frango e saladas variadas. A comida se parece muito com a nossa
do Brasil, exceto o fato de usarem passas de uva, em tudo. Bem,
a refeição abaixo (foto) é arroz de pollo.
Que nada mais é que arroz a la grega, com frango, azeitona
uns condimentos, milho, ervilha e as malditas passas. A sopa
se chama Sancocho, que é um caldo com ervas, inhame condimentos
e pedaços de frango (bem difíceis de achar por
sinal, parecia pega peixe). A luta foi saber o sabor do suco,
a vendedora falou que era do panamá um fruta típica
da região, com gosto de chocolate. Comida muito ruim.

Comida tipo a brasileira

Essa é pra quem não acredita que as coisas no
Panamá são baratas. Internet, de 2MB, U$ 8.50
mês.
Veja as placas com os preços da internet
Parei no centro da cidade, bonita e limpa.
A influência americana é muito grande, uma vez
que os "gringos" só deixaram o país
em 2000. Outro fator importante de ser mencionado é a
quantidade de estrangeiro aqui. Por ter esse crescimento rápido
muito pessoas de países vizinhos, além de equador
e Venezuela vem para trabalhar buscando a novo panamá,
como eles chamam por aqui. A população Panamenha
é bem informada e conhece o crescimento do país.
Gostam demais dos brasileiros, falam do presidente Lula e da
Dilma, e cidades do Brasil etc. São educados (ao menos
nos locais por onde andei). São bem receptivos. A estrutura
das construções e estradas é americana,
mas o povo e a comida se parecem mais conosco. A escola é
levada a sério, e pelo que li, o número de jovens
fora de aula é baixo.

Esta foto é do centro da cidade, próximo ao local
do encontro das empresas aéreas.
Domingo pela manhã, antes das 11 horas,
quando iniciaria a reunião pelo segundo dia, resolvi
dar uma volta e ver o artesanato, panamenho. Estava curioso
para comprar um chapéu Panamá, fabricado manualmente
com uma palha, que se parece com milho seco, mas tem outro nome.
Ela é encontrada na beira da Cordilheira dos Andes, somente
no Peru.

Olides. Comprei um chapéu, Panamá, 17 dólares
americanos


Rossita. É uma Peruana, de Cusco, que reside no Panamá
há dois anos

Esta é Cenelita Rodriguez. Uma linda Panamenha de quase
dois metros de altura.
Olides.
Infelizmente por total falta de tempo – fiz esta matéria
no meu PC no hotel – não consegui realizar um trabalho
mais elaborado. Queria ter mais subsídios sobre hábitos
e costumes do povo panamenho. O trabalho durante o encontro
da empresas áreas foi fatigante. Para mim foi uma experiência
impar. Tive que redigir (material jornalístico) do encontro
e distribuir via e-mail, (release ) para jornais do Panamá
e alguns do Caribe. Claro que eu estava com uma pasta ( planilha
) com os e-mail de uma dezena de jornais, televisão e
rádios destes países.

Países das empresas áreas que operam com o panamá.
No final do encontro, num consenso com o presidente da Associação
Internacional de Transportes Aéreas (IATA), Giovanni
Bisignani, diretores de agências( ANAC ) da América
Latina e Caribe os executivos das empresas áreas ( América
Latina e Caribe) de acordo com o comunicado distribuído
à imprensa o acordo assinado estabelece o compromisso
de promover a conectividade aérea, o turismo e os investimentos,
não somente no Panamá, mas em toda a América
Latina e Caribe.

Giovanni Bisignani, presidente da ( IATA )
Durante o encontro, Giovanni Bisignani divulgou
relatório onde consta que foram aplicados nos últimos
dois anos, apenas 43% dos 985 milhões de dólares
, total no ano de 2009, totalizando U$ 425,4 milhões
o que pode explicar os distúrbios vividos pelo setor
de aviação em relação à infraestrutura
de aeroportos, nos países da América Latina e
Caribe. Disse ainda que, muitas empresas áreas que vão
restringir o numero de voos de seis importantes aeroportos de
cinco países do Caribe, entre eles Cuba.

Este foi o local d encontro da empresas aéreas da América
Latina e Caribe.
Do valor total aplicado, U$ 219,4 milhões,
referem-se a obras gerais, e U$ 206 milhões, a equipamentos,
conforme balanço recentemente divulgado pela entidade.
Segundo Giovanni Bisignani apesar de o valor ter sido menor,
ainda houve um aumento de 6,6% em relação aos
investimentos realizados em 2008, quando a previsão de
investimentos era de U$ 2,2 bilhões de dólares,
dos quais foram aplicados apenas 17%.
“De 2004 a 2009 os governos investiram aproximadamente
U$ 2,1 bilhões sendo que a expectativa para estes cinco
anos era de uma cifra de U$ 5,6 bilhões. Em média,
a entidade vem investindo a metade das suas previsões.
Segundo o relatório da empresa, a gestão financeira,
em 2009, esteve concentrada na redução de custos,
buscando minimizar o descompasso entre o crescimento da receita
e a despesa operacional.

Interior do encontro da empresas áreas no Panamá
Já o lucro bruto, ao fim do ano passado,
foi de U$ 358,9 milhões, ante U$ 600,6 milhões
do ano anterior, contabilizando uma queda de 40,2%. Conforme
este resultado foi impactado principalmente pela queda da ordem
de 20% da receita dos terminais de carga, em função
da redução das importações. Além
disso, houve diminuição do movimento de aeronaves
e de passageiros internacionais, com perda de 3,2% e 1,2%. O
presidente da (IATA) alertou de que o baixo desempenho foi amenizado
pela retomada das operações domésticas,
que registraram aumento de 15% na movimentação
de passageiros e de 8,5% na de aeronaves. Destacou que os valores
das tarifas nesses segmentos de operações internacionais
são muito baixos. O relatório destacou que o contexto
da crise econômica internacional e o processo de transformações
vivido pelo setor aéreo em 2009 demandaram dos gestores
novas estratégias e realinhamento de prioridades.
Um relatório da Empresa Área LAN também
esperava iniciar seus voos na primeira semana de abril, para
países do Caribe, mas os governos desses países
informaram que as empresas aéreas exageraram nas expectativas.
Não transcorreu nem um mês desde que as empresas
apresentaram seus pedidos. A Aerolíneas Argentinas levou
seis meses até ter seus voos autorizados nestes países,
justificou o representante da Jurca, associação
das Empresas Aéreas Estrangeiras que operam na Argentina,
esse período foi, na verdade, o de análise da
viabilidade do uso dos aeroportos. “Uma vez liberado,
basta dizer sim ou não ao pedido de outras empresas”,
disse um integrante da Jurca, Romero Duprat.
O presidente da (AITA), disse ainda que: os governos deverão,
antes de avaliar os pedidos das aéreas estrangeiras,
verem “como funciona a experiência” da Aerolíneas
no Aeroparque, que é mais apertado e tem menos capacidade
ociosa do que Ezeiza. “Quando os representantes destes
países nos procuram pela primeira vez, fizemos uma apresentação
clara e precisa. Ninguém reclamou
Foi mostrado durante o encontro um vídeo onde Autoridades
aeroportuárias dos EUA, exibiram cinco, das novas máquinas
de raios-X que serão usadas para revistar mais passageiros,
para alívio dos defensores de mais segurança e
desgosto dos ativistas de liberdades individuais. As máquinas
de 170 mil dólares, fabricadas por uma subsidiária
da OSI Systems, mostram aos guardas imagens dos corpos dos passageiros,
através da sua roupa, de modo a revelar objetos ocultos.
Três delas serão ativadas ainda este mês,
no aeroporto Logan, em Boston. Nos próximos meses, o
Departamento de Segurança Doméstica pretende instalar
150 aparelhos, com verbas do pacote de estímulo fiscal
do ano passado. Até o final do ano, a agência espera
ter 450 scanners avançados nos aeroportos de todo o país.
Para alguns passageiros selecionados aleatoriamente, isso irá
substituir os onipresentes detectores de metais. Quem não
quiser se submeter pode ser revistado manualmente – embora
numa fase de testes quase todos tenham preferido o exame com
raios-X.
Olides.
No (ultimo dia) fui terminar de fazer os envios dos e-mails,
e não tive tempo para fazer a matéria sobre o
canal do Panamá. Só sei dizer, que me informaram
que a entrada da área de visitação do canal
do Panamá é chamada de Miraflores.
Dizem que ao entrar no complexo tem de pagar três dólares
na bilheteria e em seguida os visitantes têm de passar
em uma porta com detector de metais, eles tiram uma parte do
seu bilhete e você mantém outra a qual possui um
código de barra. Primeiro é mostrado uma parte
bem alta de onde se pode observar a travessia do canal e as
comportas.
Um forte abraço. Gelson
São Borja abre comemorações pelos 50 anos
da Legalidade

Está marcado para o dia 18 de abril,
ás 19 horas o lançamento das comemorações
pelos 50 anos da Legalidade. O movimento político liderado
por Leonel Brizola que mostrou resistência e defendeu
a Constituição e a garantia da Posse de João
Goulart, após a renuncia de Jânio Quadros não
passará em branco na cidade. A iniciativa das comemorações
partiu do Presidente da Câmara de Vereadores, vereador
Celso Lopes (PDT), que instituiu 2011 como o Ano da Legalidade.
O lançamento das comemorações será
uma apresentação a sociedade do material que depois
circulará em exposições pelas escolas de
São Borja. “Não queremos as comemorações
só na Câmara de Vereadores, mas levar as nossas
escolas para que os jovens tenham conhecimento e orgulho de
nossa história. Um importante movimento político
como este liderado pelo Brizola não pode passar em branco,
ainda mais na terra que ele escolheu e adotou como sua”,
declarou o vereador trabalhista.
Celso Lopes pede providências sobre o trânsito
O vereador Celso Lopes (PDT) solicitou pedido
de providências quanto a duas questões importantes
do trânsito de São Borja.
A primeira questão diz respeito aos controladores de
velocidade que existem na cidade. “São equipamentos
que tem um alto custo para o poder público e que não
estão tendo utilidade. Não há a necessidade
de se continuar pagando, além do que eles atrapalham
o fluxo”, declarou Celso Lopes. A solicitação
é para que os aparelhos sejam retirados das principais
avenidas da cidade.
O outro pedido de providências do vereador Celso Lopes
surgiu da reclamação de diversos motoristas que
apontam a dificuldade em enxergar as sinaleiras em torno a praça
XV. A solicitação é para que sejam colocadas,
além das já existentes, sinaleiras laterais, facilitando
a visualização dos motoristas. “A instalação
de sinaleiras laterais facilitará a visão dos
motoristas e também trará mais segurança
para o trânsito e para os pedestres. Toda a população
sairá ganhando principalmente no horário de fluxo
intenso”, informou o vereador.
Farelo Almeida protocola projeto de lei sobre titulação
de moradias para mulheres
O vereador Farelo Almeida (PDT) protocolou
projeto de lei para que a titulação de imoveis
nos programas de habitação públicos ou
subsidiados com recursos públicos aqui no município
sejam das mulheres.
De acordo com o projeto de lei, a titularidade deve ser preferencialmente
da mulher e nos programa habitacionais deve haver uma cota de
20% destinadas as mães. “Nossa intenção
é proteger a mulher, a mãe de família e
garantir seu direito, de acordo com a Constituição
de ter um lar”, salientou Farelo.
Comentário do Rech, sobre a morte
do Flávio...
quer dizer que os atuais não são
inteligentes, é isto???
blz! A melhor foi a do Rech há pouco:
"É, antigamente o rádio era feito por gente
muito inteligente", se referindo ao Flávio e ao
Sérgio Jockman.
BANCO DE HORAS EM
EMPRESAS VINÍCOLAS
O Sindivinho-RS realizará no dia 12
de abril o workshop Como
Implementar Banco de Horas em Empresas Vinícolas, destinado
aos diretores e
responsáveis pela área de Recursos Humanos. O
evento terá por local a sede
do Sindicato, em Caxias do Sul, com inscrições
gratuitas. Maiores
informações: fone (54) 3021.0012 e (54) 3218.8035.
Todt Comunicação
De São Borja
Estão sendo esperados cerca de 300 barranqueiros
pro festival da Barranca deste ano. Quem informa é um
fã do evento, o Letier Vivian, que neste ano não
pode comparecer, porque está muito envolvido com os 50
anos da Legalidade, que a Câmara daqui vai dar um banho
no assunto. Imagine, tão pensando em botar em São
Borja o Celso Costa - da Guaíba - e até o Flávio
Tavares, jornalista que viu os fatos de perto( e eque sacaneou
muitos jornalistas que dormiam no chamado Porão da Legalidade:
o Flávio costumava amarrar os cadarços dos caras
dormindo,depois o cara acordava, ia levantar e levava aquele
baita tombo....O Letier só não vai levar o Tarso
de Castro outro que participou porque este já está
na CIDADE DOS PES JUNTOS.EM PASSO FUNDO....)
mAS ENFIM os barranqueiros como são
chamados os que festejam na semana santa a beira do rio Uruguai(
e de-lhe cana....) serão homenageados dia 19 vindouro
na Câmara Municipal de São Borja com uma sessão
solene....e depois no dia 21, já na quinta-feira santa,
no cais do porto um show gratuito do grupo dos Angueras, que
são os fundadores do festival da Barranca....
E dele trago...!!!!!
Coleguinhas
Valdir dos Santos está no estaleiro.
Diz ela:
- Eu levei um tombinho besta, bati a ponta
do pé no degrau da calçada perto de casa. Ontem
fui ao médico e ele me indicou uma bota imobilizadora
e me autorizou a andar. Mas o ´pé já está
totalmente desinchado.Tiro a bota de gesso só no dia
13.
Isto que dá fraturar o ossinho do pé....(imobilização....)
Morre o primeiro repórter multimídia
Olides, agora é o momento de mostrar
o lado profissional.
O Alcaraz foi um dos grandes jornalistas do Brasil durante os
anos de Chumbo.
Ajudou muitos de nós. No meu caso, junto com o Luiz Figueiredo,
o Claudio Thomaz, e o Paulo Sérgio Pinto, me acolheu
na Caldas Júnior dos Ribeiros, quando a Zero Hora me
demitiu em 1989. Eles me ajudaram a voltar a ser feliz.
Matz
A morte do Flávio!
Morre o primeiro repórter multimídia
"O Flávio Alcaraz Gomes foi um
grande amigo meu. Me incentivou e me ajudou numa hora difícil
da minha vida, abrindo espaços na Rádio Guaíba
para os meus boletins ao vivo, quando eu viajava ao exterior
e diversas capitais para cobrir para o Correio do Povo, as reuniões
de presidentes e ministros que acabaram culminando no Mercosul.
Embora tivesse uma personalidade forte e decidida, o Flávio
Alcaraz Gomes foi o primeiro grande repórter multimídia
do Rio Grande do Sul. Ele era amigo do Josué Guimarães,
do Érico Veríssimo, do Lauro Schirmer, do Floriano
Correia, entre outros. Preciso dizer mais. Repouse em paz, grande
Alcaraz."
Luiz Oscar Matzenbacher
Sem Pulo e Túnel do Tempo
deste sábado que escrevo na Folha Popular.
Rudimar Thomas

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A morte do Flávio....
A Regina Lemos ontem comentou um gancho que levou por causa
do Flávio Alcaraz Gomes. Ele já era diretor da
Gaúcha, depois de sair da cadeia e ela foi fazer uma
pauta 500( mandada fazer pela direção...) e lá
estava o Flávio que muito insistiu pra que ela tomasse
meio copo de cerveja...
Ela que não bebe durante o trabalho,
apanhou por insistência do colega.
No dia seguinte, Roberto Appel,diretor de Jornalismo
da TV Gaúcha, llhe deu um gancho de 3 dias, porque a
informação chegou lá.
- Peguei a folga e fui pra São paulo,
relembra Regina.
A morte do Flávio
Mesmo na cadeia, Flávio Alcaraz Gomes sabia que a Caldas
Junior fazia "água". E quando Fernando Veroneze
ia visitá-lo aos sábados, ele avisava:
- Aquilo lá não dura mais dois
anos...
quase acertou. Tudo faliu em junho de 1984.
Jornalista e radialista Flávio
Alcaraz Gomes
A morte do radialista e jornalista gaúcho Flávio
Alcaraz Gomes nesta terça-feira comoveu profissionais
da imprensa. O presidente da Associação Rio-grandense
de Imprensa (ARI), Ercy Pereira Torma, define o porto-alegrense
como "um homem de personalidade e opiniões fortes".
— Ele tem uma característica que
é rara na imprensa brasileira: ele cresceu, tornou-se
cronista, diretor de empresa, mas sempre manteve sua personalidade
de repórter. O próprio nome do programa que comandava,
o Guerrilheiros da Notícia, mostrava a postura que me
mantinha frente à comunicação: sempre guerrilhando
e lutando pela notícia — afirmou o presidente da
ARI.
O radialista Antônio Carlos Macedo destaca
a transformação do formato dos programas jornalísticos
na Rádio Gaúcha, quando Alcaraz Gomes trabalhou
na emissora:
— Aqui na Gaúcha, teve participação
nos anos iniciais do formato talking news, na década
de 1980. Transformação essa que consolidou a emissora
como uma das mais importantes do país no segmento.
O presidente da ARI lembrou a capacidade de
Alcaraz Gomes de observar os fatos e alterar o roteiro das coberturas
jornalísticas quando fosse necessário:
— Quando estava na Itália, em
direção ao Vietnã, percebeu a movimentação
na cidade e acabou cobrindo a Guerra dos Seis Dias. Ele sabia
onde estava a notícia.
O radialista Wianey Carlet descreveu Alcaraz
Gomes como "um homem tremendamente talentoso e muito contraditório".
O jornalista Kenny Braga lembrou que o colega de profissão
trabalhou até pouco tempo antes de morrer:
— Acho interessante que ele trabalhou
até o final da vida. Em nenhum momento abandonou o rádio
ou a sua profissão. Isso é muito importante.
Para Macedo, ele tem uma das trajetórias
"mais ricas do rádio do Rio Grande do Sul"
e foi pioneiro em coberturas internacionais:
— Lembro bem em 1968, vindo com os meus
pais de Esteio, com o rádio no bolso, preparado para
acompanhar a transmissão do embarque do homem para o
espaço, feito de forma pioneira pelo Flávio Alcaraz
Gomes direto dos Estados Unidos. Este é um pequeno registro
do pioneirismo do Flavio em coberturas internacionais —
resumiu.
A Polícia é sempre de
tudo culpada
(Archimedes Marques)
Estamos a viver em uma sociedade cada vez mais exigente quanto
aos seus direitos e cada vez mais intransigente quanto aos direitos
e deveres dos policiais.
A frase popular de autor desconhecido sempre é vivenciada
tristemente por todas as Policias do Brasil: “Quando alguém
está em perigo, pensa em Deus e clama pela polícia.
Passado o perigo, se esquece de Deus e execra a polícia”.
É dentro deste contexto que a Policia termina levando
desvantagem em tudo, sendo considerada culpada por aquilo que
fez, pelo que não fez, pelo que poderia fazer ou pelo
que não pode fazer.
O povo ainda não entendeu que a Polícia só
pode prender em flagrante delito ou por ordem judicial. Se a
Polícia não consegue prender um marginal qualquer
numa dessas duas condições é incompetente.
Se fora do flagrante e sem mandado judicial não prende
o criminoso, então compactua com o crime ou protege o
marginal.
Se uma representação feita pela Polícia
Judiciária, solicitando a prisão preventiva para
determinado criminoso demora a sair ou é indeferida pela
Justiça, a culpada é a Polícia que não
soube arrecadar provas suficientes para sustentar o pedido.
Se um delinquente é contumaz em crimes de ação
privada e nunca fora denunciado pelas suas vítimas para
o devido processo criminal, por medo ou por outro motivo qualquer,
a culpada é a Polícia que não o prende
e põe fim às suas atividades criminosas.
Se a Polícia hoje prende e a Justiça amanhã
solta, a culpada é a Polícia que não soube
fazer o Inquérito ou deixou falhas para a defesa do marginal.
Se um bandido é morto durante um confronto com a Policia,
os culpados sempre são os policiais que não tiveram
competência para prendê-lo. Se nessa mesma ação
a Polícia consegue prender o criminoso, é taxada
de fraca, medrosa, covarde, pois o certo era matar o delinquente.
Se a Polícia diz que houve troca de tiros em uma ação,
logo é taxada de mentirosa e assassina, pois o marginal
sequer estava armado, plantaram uma arma em sua mão,
ou se estava, o perseguido era apenas um delinqüente eventual
não perigoso, fruto da injustiça social e não
teria coragem para reagir a uma ordem de prisão.
Se o policial morre em combate com o marginal não teve
o cuidado que deveria ter, foi inconseqüente ou queria
aparecer, ser herói. Se o policial passa a se proteger
ou tem cuidado necessário para não ser ferido
é um covarde que treme de medo ao confronto com os bandidos.
Se em tumulto a Polícia age com rigor para manter a ordem
pública, é truculenta, arbitrária e violenta.
Se não age com rigor é fraca e sonolenta, ao passo
que, estando presente na hora do fato é cúmplice
e, se ausente é omissa.
Se a Polícia revista um suspeito, desrespeita o direito
constitucional de liberdade do cidadão e, se não
revista é conivente com o crime ou compactua com a marginalidade.
Quando a Polícia pratica excelentes ações
preventivas em prol da sociedade ou investigações
perfeitas, apenas está cumprindo a sua obrigação
e, quando tais ações não surtem os efeitos
desejados, não passa de um Polícia incompetente
e ineficiente.
Dos atos criminosos que geram as ações da Polícia
sempre restam os Direitos Humanos para os marginais, de quando
em vez para as suas vítimas e nunca para os policiais.
Ser policial no Brasil com péssimos salários,
mais que sobreviver a miséria, é um exercício
de bravura, risco permanente sem o apoio moral e institucional,
sem reconhecimento estatal ou da sociedade, padecendo do abandono,
da discriminação, da injustiça, da indignidade...
A trajetória do policial é realmente diferente
de todas, pois além de tudo, quando ele acerta com os
seus atos de bravura logo ninguém se lembra, mas, quando
erra ninguém se esquece.
Autor: Archimedes Marques (delegado de Policia
no Estado de Sergipe. Pós-Graduado em Gestão Estratégica
de Segurança Pública pela UFS) - archimedes-marques@bol.com.br
-
Maria Helena Sartori lamenta acordo
prévio das centrais sindicais e governo sobre minimo
regional
“Acabamos aprovando o terceiro pior valor da história
na relação com o salário nacional”,
apontou deputada
A deputada Maria Helena Sartori (PMDB), presidente
da Comissão de Finanças da Assembleia Legislativa,
lamentou o acordo prévio entre as centrais sindicais
e o atual governo sobre o projeto de reajuste do salário
mínimo regional. “Ficamos sem espaço para
debater um avanço maior para os trabalhadores. Teremos
o terceiro pior valor do mínimo regional desde sua implantação”,
apontou Maria Helena.
Maria Helena salientou que no período
em que ela era a líder do Governo Rigotto (PMDB), por
dois anos seguidos a Assembleia aprovou a melhor relação
do piso regional na comparação com o salário
mínimo nacional. “O salário regional representava
1.30 do valor fixado em nível nacional por conta dos
aumentos reais acima do INPC”, recordou a deputada, ao
acrescentar ainda do cenário de dificuldades financeiras
que o Estado enfrentava à época.
Para a presidente da Comissão de Finanças,
com o acordo prévio das centrais sindicais a Assembleia
teve restringida sua ação para debater um reajuste
melhor. “Precisamos recuperar no RS uma política
de reajuste real. Mas para isso, é preciso que tenhamos
maior espaço para o diálogo aqui na Assembleia”,
arrematou Maria Helena.
“É curioso que hoje se fala em novo momento. Não
podemos esquecer das manifestações de figuras
ilustres do PT como o ex-presidente Lula, o senador Paulo Paim
e o ex-governador Olívio Dutra, que criticavam a adoção
dos salários regionais no ano de 2002”, lembrou
Maria Helena. O projeto do novo mínimo regional, fixando
faixas entre R$ 610,00 e R$ 663,40, teve o voto favorável
da bancada do PMDB.
Assessoria de Imprensa PMDB-RS / Assembleia
Legislativa
ESCÂNDALO DOS PARDAIS
PMDB propõe atuação independente
da Assembleia
A partir da posição que o líder da bancada
do PMDB, deputado Giovani Feltes, levou à reunião
da Mesa Diretora, a Assembleia Legislativa decidiu que não
integrará a sindicância interna anunciada pelo
Governo do Estado para investigar as denúncias de corrupção
nos contratos do DAER. “Não podemos declinar da
nossa competência constitucional de fiscalizar os atos
do Poder Executivo, ainda mais quando estamos no processo de
formação de uma CPI”, salientou Feltes.
No encontro realizado na manhã desta terça-feira,
5, ficou definido que a Assembleia deverá acompanhar
as apurações internas através das suas
comissões permanentes. “Assim diz o Regimento Interno
e é preciso destacar a conduta isenta do presidente Adão
Vilaverde (PT)”, acrescentou o líder peemedebista.
Caso a Assembleia aceitasse participar como convidada da sindicância
que o governo denomina de força-tarefa, entende Feltes,
os deputados não teriam a autonomia que está definida
na Constituição.
Depois de assinar o requerimento de formação da
CPI dos Pardais, a bancada do PMDB insiste na ideia de uma investigação
por parte da Assembleia. “Nada impede o governo de fazer
as suas apurações, mas a sociedade gaúcha
espera saber com maior transparência o que vem ocorrendo
no DAER”, reforça Feltes. Ele classifica como fundamental
a abertura dos envelopes da licitação sobre os
controladores de velocidade que estava em andamento no órgão
e que foi suspensa depois das denúncias do escândalo.
Assessoria de Imprensa PMDB-RS / Assembleia Legislativa
Giovani Feltes homenageia os 84 anos
de emancipação de Novo Hamburgo
No período do Grande Expediente desta terça-feira
(5), o deputado Giovani Feltes (PMDB) homenageou os 84 anos
de emancipação de Novo Hamburgo. “Mais do
que exemplo de empreendedorismo de sua gente para os municípios
vizinhos do chamado Vale do Sapateiro, Novo Hamburgo igualmente
é citação recorrente para todo o Rio Grande
e para o Brasil quando mencionamos o rol de comunidades que,
verdadeiramente, buscaram um modelo elogiável de crescimento
econômico, social e cultural”, destacou o parlamentar.
Feltes resgatou aspectos históricos da emancipação
política do município, que, no início do
século passado, era ligado ao então 2º Distrito
de São Leopoldo. Coube a três representantes da
Vila de Novo Hamburgo – Jacob Kroeff Neto, Pedro Adams
Filho e Leopoldo Petry – buscar a autonomia política
e administrativa junto a Borges de Medeiros, no ano de 1924.
“Novo Hamburgo buscou sua emancipação porque
tinha necessidade de crescer e, assim o fez, sem qualquer prejuízo
ao município-mãe, como relatam os documentos da
época”, registrou o orador do Grande Expediente.
O parlamentar destacou também iniciativas e ações
que fizeram de Novo Hamburgo um polo de desenvolvimento econômico
e social. Citou a importância do legado cultural dos imigrantes,
do protagonismo dos moradores, do trabalho das instituições
de ensino públicas e privadas, da preservação
das tradições realizada pelos clubes sociais e
da contribuição efetiva dada pelos veículos
de comunicação. Feltes não deixou de salientar
a importância da evolução do setor coureiro-calçadista
para o desenvolvimento do município, conhecido como a
Capital do Calçado.
Homenagem
Feltes realizou uma homenagem especial ao atual prefeito do
município, Tarcísio Zimmermann, e aos ex-prefeitos
presentes Alceu Mosmann, Miguel Henrique Schmitz, José
Airton dos Santos, Cleonir Bassani e Jair Foscarini. Ao final
do período do Grande Expediente, o Hino de Novo Hamburgo,
com letra e música de Délcio Tavares, foi interpretado
pelo músico Issur Koch.
Participações
Associaram-se à homenagem, em apartes, os deputados João
Fischer (PP), Luis Lauermann (PT), Edson Brum (PMDB), Gerson
Burmann (PDT), Lucas Redecker (PSDB), Raul Carrion (PCdoB),
Cassiá Carpes (PTB), Heitor Schuch (PSB) e Adolfo Brito
(PP).
Também estiveram presentes na homenagem autoridades como
o secretário estadual de Ciência, Inovação
e Desenvolvimento Tecnológico, Cleber Prodanov, vereadores
do município, o presidente da Fenac, Elivir Desiam, entre
outros.
Assessoria de Imprensa PMDB-RS / Assembleia Legislativa
Textos: Vanessa Canciam - MTB 2060
Audiência pública sobre
bicicletas é nesta quinta-feira
A Câmara Municipal de Porto Alegre realizará,
às 18h30min desta quinta-feira (7/4), audiência
pública para avaliar a circulação de bicicletas
na cidade. Proposto pela Mesa Diretora do Legislativo, o evento
foi agendado depois do episódio ocorrido no bairro Cidade
Baixa em fevereiro, quando um motorista atropelou diversos ciclistas
que participavam de um ato público. A audiência
será realizada no Plenário Otávio Rocha
da Câmara (Avenida Loureiro da Silva, 255).
Claudete Barcellos (reg. prof. 6481)
Bah, o isento tá de volta....
Os leitores tavam com saudade....
A defesa dos idefensáveis
A Folha de São Paulo foi quem inaugurou
a defesa dos idefensáveis, definindo o golpe de 1º
de abril de 1964 como "ditabranda", tentando colocar
para baixo do tapete as torturas e assassinatos dos militares
que tomaram o Brasil de assalto. Agora vem o Noblat criar o
"fascista bonzinho" para homenagear o perigoso Bolsonaro.
E não está sozinho nesta triste empreitada, Fernando
de Barros e Silva, na reincidente Folha, o acompanha mais ou
menos nestes termos. Provavelmente, num dia destes aparecerá
alguém desta imprensa aí, defendendo o Adolf,
chamando-lhe de fofinho.
Remindo Sauim
A REVOLUÇÃO DE PRIMEIRO DE ABRIL (2)
Por Carlos Chagas
Na tarde do dia 31, sob o comando do general Cunha Mello, deixam
a Vila Militar, no Rio, contingentes do Regimento Escola de
Infantaria e do Regimento Sampaio, acrescidos de um batalhão
de artilharia. São forças muito superiores às
que o general Mourão Filho deslocara de Juiz de Fora
e que, naquele momento, chegavam à divisa entre Minas
e o Estado do Rio. Às margens do rio Paraibuna, fizeram
a tradicional parada para reajustamento do dispositivo. Do outro
lado posiciona-se a tropa legalista. Dá para se verem
os oficiais de lá e de cá. Fixam-se ninhos de
metralhadora, vai acontecer batalha de graves consequências.
Acontece que pela manha, bem cedo, já
com seus tanques na estrada de Juiz de Fora para o Rio, o general
Mourão Filho telefonara ao general Castelo Branco, anunciando
a rebelião. São coisas das revoluções
brasileiras, durante as quais todos os telefones funcionam.
O então chefe do Estado Maior do Exército tomou
um susto. Afinal, o golpe estava previsto para dali a alguns
dias, até que os últimos contatos fossem feitos
com generais e governadores de diversas regiões do país.
Castelo mandou Mourão recuar, refluir e explicar que
tudo não passava de um exercício para treinamento
de tropa. Mourão dera à aventura o nome de “Operação
Popeye”. Rejeitou com veemência a proposta, dizendo
que saíra para vencer ou morrer.
Diante do fato consumado, Castelo fardou-se
e, antes de rumar para o ministério da Guerra, ligou
para o general Antônio Carlos Muricy, comprometido com
a conspiração. Pediu-lhe para reunir alguns coronéis
e seguir até a estrada de Juiz de Fora, a fim de assumir
a chamada “ponta” das tropas revoltadas. Uma forma
de controlar Mourão Filho. Entre os oficiais que Muricy
conseguiu reunir num carro de passeio, sem características
militares, estava o tenente- coronel Walter Pires. Fizeram contato
com os mineiros antes que o general Cunha Mello deixasse os
quartéis da Vila Militar.
Já era noite de 31 de março quando
o marechal Odílio Denis, dando apoio no local ao general
Mourão Filho, fica sabendo que à frente dos contingentes
legalistas, do outro lado do rio Paraibuna, está o coronel
José Raimundo, que havia sido seu ajudante-secretário,
quando ministro da Guerra. Pede que o genro, major Gustavo,
à paisana, atravesse a ponte no seu carro particular,
procure o coronel e faça com que se dirija ao telefone
de uma padaria, do lado adversário. Ele mesmo, marechal
Denis, vai para o telefone de um açougue, do lado revoltoso.
O transito também funciona normalmente em nossas revoluções.
O diálogo é singular: “Raimundo, você
está contra mim?” “Nunca, marechal! Não
sabia que o senhor estava aí. Estou com o senhor!”
Não foi apenas por isso que desmanchou-se
o esquema armado para defender a legalidade. Boa parte dos seus
oficiais rejeitava João Goulart. Até o I Batalhão
de Caçadores, sediado ali perto, em Petrópolis,
havia-se revoltado. Uma constrangedora conversa entre os generais
Cunha Mello e Antônio Carlos Muricy selou o resultado
da batalha que não houve. Deu-se prazo de duas horas
para que os já então ex-governistas retornassem
a seus quartéis, na Vila Militar, seguindo-se depois
os revoltosos, já então num festivo desfile, felizmente
sem tiros nem sangue.
Em São Paulo, ainda na manhã
do dia 31, o comandante do II Exército, Amaury Kruel,
recebe telefonema de seu compadre, João Goulart. O presidente
quer saber se pode contar com ele. Pressionado por outros generais
e coronéis, Kruel hesita. Diz que se Jango mandar prender
os principais lideres sindicais, livrando-se dos comunistas
dispostos em seu governo, ele o apoiaria. A proposta é
indigna, recusada com um “passe bem”. Estava selada
a sorte do governo, pois antes mesmo de Kruel dar a ordem, regimentos
do II Exército já se lançavam na via Dutra,
no rumo do Rio de Janeiro. A conspiração estava
tão bem organizada que três dos principais restaurantes
de luxo de São Paulo vão se encarregar de enviar
almoço e jantar para os soldados em marcha.
No Rio, encontram-se os generais Castelo Branco
e Costa e Silva. O ministério da Guerra esta acéfalo,
respondendo pelo expediente o general Moraes Âncora, cercado
de oficiais legalistas, coisa que não acontece nos andares
dos gabinetes dos dois conspiradores. As escadas estão
bloqueadas, os elevadores não funcionam. Pode haver tiroteio.
Alunos da Escola de Comando e Estado Maior do Exército,
sediado na Urca e comandando pelo general Jurandir Mamede são
mandados para o ministério, fazendo a segurança
de Castelo. Mesmo assim, ele e Costa e Silva decidem refugiar-se
em “aparelhos” já antes definidos, na Zona
Sul da cidade. No fim do dia 31, chegam ao ponto de onde não
há retorno.
Jango sente fugir-lhe o tapete dos pés.
Naquele longo primeiro dia de abril, malogra a tentativa de
formar uma cadeia da legalidade, no Laranjeiras, pois apenas
a Rádio Mayrink Veiga e a Rádio Nacional transmitem
apelos de resistência. O ministro da Justiça, Abelardo
Jurema, é o principal orador, mas à medida em
que a tarde chega, vão sumindo da sede carioca do governo
ministros e auxiliares. O presidente abandona o palácio,
vai para o aeroporto Santos Dumont, embarcando para Brasília,
onde imagina resistir.
O Globo e o Jornal do Brasil são invadidos
por pelotões dos Fuzileiros Navais, aparentemente leais
ao governo, comandados pelo almirante Aragão, que proíbe-os
de circular no dia seguinte, 2 de abril. Deixa pequena guarnição
em suas oficinas.
Na Escola de Comando e Estado Maior do Exército,
inteiramente revoltada, majores e coronéis organizam-se
para participar do movimento. São informados de que o
Forte Copacabana se revoltara, mas a sede da Artilharia de Costa,
ao lado, permanece com o governo. Assim, o coronel Montagna,
um de seus instrutores, reúne um grupo de alunos que,
em automóveis particulares, tomam o rumo da avenida Francisco
Otaviano, estacionando ao largo. Antes, avisaram o jornalista
Flávio Cavalcanti, da TV-Rio, exatamente defronte ao
quartel a ser atacado. Naqueles idos as câmeras eram verdadeiros
dinossauros, funcionando até com rodinhas. A solução
foi abrir um buraco na parede, e a invasão vai para o
ar, ao vivo, numa transmissão que reflete a tendência
da maioria dos meios de comunicação. Foi meio
frustrante toda a operação, pois quem sofreu foi
apenas o sentinela, esbofeteado pelo coronel Montagna. Lá
dentro, um sargento é baleado, mas o general comandante
encontrava-se no ministério da Guerra. A Artilharia de
Costa vira revolucionária.
Ao mesmo tempo, no palácio Laranjeiras,
já sem o presidente João Goulart, a tropa da Polícia
do Exército encarregada de protegê-lo abandona
os postos. Ficaram apenas dois tanques, cujas guarnições
comandadas por um tenente resolvem aderir ao movimento rebelde,
numa ação destinada a produzir muitas fotografias
e grande publicidade. Os carros de combate saem vagarosamente
do Parque Guinle, dirigindo-se ao palácio Guanabara,
poucos quarteirões adiante, onde o governador Carlos
Lacerda permanecia encastelado e protegido por caminhões
da limpeza urbana. Antes, pedira ajuda ao general Castelo Branco,
pelo telefone. Ouviu que não poderia receber um único
pelotão do Exército, já que ninguém
controlava nada e tudo era confusão. Muitos civis, lacerdistas,
formavam barreira junto à sede do governo carioca, alguns
armados de revolveres. Lacerda trocara o terno por um blusão
de couro, com uma metralhadora INA trespassada no peito. Mas
estavam todos desprotegidos. A Polícia Militar da Guanabara
não dispunha de armamento pesado.
Ao avistar os dois tanques se aproximando,
na ponta da Avenida Farani, todos se apavoraram. Primeiro, temiam
uma invasão dos Fuzileiros Navais, do almirante Aragão.
Agora, julgam-se atacados pelo Exército. Pânico
e exortações patrióticas do tipo “resistir
ou morrer” serão superados quando entram em ação
dois oficiais à paisana, filhos do falecido general Alcides
Etchegoien. Estavam lá para apoiar Lacerda e decidem
apropriar-se da adesão. Sobem nos tanques, são
informados e vão informando tratar-se de um ato de solidariedade
ao governador. Terminam aclamados pela multidão. Durante
semanas os jornais noticiarão sua “heróica
intervenção”, mas os tanques já haviam
se passado para o lado deles. (Continua amanhã)
Cosmam discute situação de transplantes
A Comissão de Saúde e Meio Ambiente
(Cosmam) da Câmara Municipal de Porto Alegre realiza reunião
nesta terça-feira (5/3), às 9h30min, na sala 301,
com o objetivo de discutir a situação dos transplantes
de órgãos no Estado. Na reunião deverá
ser traçado um panorama entre oferta e demanda, além
de ser esclarecido como funcionam as listas de doentes à
espera de órgãos como córneas, fígado,
rins, pulmões e coração. Estão convidadas
autoridades da área da saúde dos Executivos estadual
e municipal, médicos especialistas e pessoas que tenham
relatos a fazer sobre sua situação como transplantado
ou como integrante de filas de espera.
Fernando Cibelli de Castro (reg. prof. 6881)
Angela Guedes em Cannes fotografa Arnold
schwarzenegger
quando deixa suas mãos registradas na
Calcada da Fama de Cannes
Presente cobrindo o MIPTV a colunisa social do Jornal Boca Angela
Guedes fotografa quando Arnold schwarzenegger deixa sus mãos
registradas na Calcada da Fama de Cannes, no dia 04 de abril
em plena rua de Cannes. Sua presença deve-se ao fato
dele estar produzindo o desenho animado O Governardor que será
vendido para o mundo todo.Novas notícias serão
enviadas em breve, pois no mesm dia, a colunista participou
da conferencia de imprensa do lançamento do desenho animado,
com Arnold presente, e da Serie Camelot com a presença
dos Atores, Joseph Fiennes, Eva Green e jamie campbell bower,
Inclusive com foto da colunista com os atores.
Ainda em Cannes, os brasileiros que mois fizeram sucesso em
Cannes, foram os produtores da Trotamundo Films, em seu primeiro
dia de MIPDOC bateram recorde de visualizações
que totalizou 77 interessados, um número muito acima
de qualquer média brasileira. É Balneário
Camboriú se apresentando para o mundo. E é bom
ver empresas como a FG Empreendimentos e a AMFRI abrançando
essaidéia e também mostrando sua cara
Coleguinhas
Serginho Ros faz uma biopsia, hoje....
Legalidade...
O " logo" que está no site
foi mandado fazer pela Câmara de Vereadores de São
Borja que vai promover uma série de eventos sobre o fato
histórico em si. Começa dia 18 próximo
com um encontro com o jornalista Carlos Bastos, que coordena
o evento pela ALE.
Legalidade(1)
O professor Sergius Gonzaga, secretário
da cultura de Porto Alegre, acha que o episódio é
o maior evento do século passado, no RS.
Legalidade(2)
Até hoje, ninguém conseguiu provar
quem é o autor da palavra LEGALIDADE...hÁ Varias
versões, apenas versões....
Legalidade (3)
Pelo andar da carruagem, a Câmara Municipal
de São Borja não vai fazer feio nos 50 anos da
Legalidade. E isto que é apenas um poder e fica a 630
km da capital....
*Adeli Sell e as pesquisas .....
do site Sul 21
Faltando um ano e meio para as eleições para Prefeitura
de Porto Alegre, sem definições de candidatos,
sem o mínimo debate e acordos sobre alianças,
a que(m) serve(m) as pesquisas neste momento? Colocar nomes
que jamais disputarão as eleições em Porto
Alegre, para que fim? Colocar nomes que podem querer disputar,
mas não passaram pelo crivo do partido para quê?
Deixar de fora nomes que já se colocaram claramente na
disputa obedece que intenção?
Estas e tantas outras perguntas são necessárias
para nós que militamos na política local bem como
as mesmas devem ser as do nosso eleitor.
Eu sou presidente do Partido dos Trabalhadores em Porto Alegre,
jamais fui consultado sobre a posição do Diretório,
sobre possíveis nomes a concorrer. Não estou acusando
a empresa pela pesquisa que fez. Com os nomes postos pode até
ser este o resultado que foi jogado para a mídia local.
O que mais apavora alguém que milita com fé e
com ética na política é a grande possibilidade
de que os nomes colocados na pesquisa possam ter saído
das hostes de nosso partido. No entanto, comemoro o fato de
que não faltaram criticas de diversos jornalistas e tantos
outros órgãos de imprensa local. Sinal de que
ainda existe ética a preservar e vergonha de manipulações.
E para isto tivemos uma resposta à altura na Resolução
aprovada por unanimidade na Comissão Executiva Municipal
do Partido dos Trabalhadores da capital, a qual, repito, tenho
o prazer de presidir. Deixamos claro que o partido local e sua
direção serão os protagonistas do processo
sucessório. Respeitando os debates com nossas direções
superiores, nós vamos decidir com os nossos organismos
de base, nosso Diretório, os 10 diretórios zonais,
os inúmeros núcleos de base e as setoriais.
Eu sei que ao longo destes próximos meses seremos surpreendidos
com outras tantas pesquisas como esta última, que foi
divulgada recentemente, com a presença de nomes que não
vão concorrer e com a ausência de nomes que sabidamente
vão concorrer. É um jogo que não contribui
com o processo democrático, mas infelizmente nossa sociedade
em suas diversas formas de organização ainda utiliza
artimanhas e jogos, às vezes sujos, para atrapalhar a
trajetória de pessoas idôneas e sustentar as sabidas
safadezas de outros.
Isto tudo não vai me fazer recuar de meus propósitos.
Posso até não ser o candidato escolhido pelo meu
PT, mas será num jogo limpo, como foi o processo que,
contra todos os prognósticos, me elegeu seu presidente.
Mas ninguém tem o direito de omitir de uma pesquisa o
único nome colocado interna e publicamente para a disputa.
Que vença a democracia, a ética e o jogo limpo.
* Vereador e presidente do PT-POA
GEISEL TEVE QUE
APELAR
O Serginho diz uns termos aí que eu não vou dar
bola....porque bicha velha não sou eu,não eu sou
bicha nova....
bicha velha é ele....
Mas faço uma correção: esta viagem do presidente
Ernesto Geisel foi feita em 1976 e acabou sendo uma viagem histórica
porque o HUMBERTO BARRETO,seu assessor de imprensa( que o Serginho
nem nomina, isto sim é que é ciume...)conseguiu
que Geisel recebesse durante aviagem de Tóquio a Kyoto,feita
dentro de um trem,todos os jornalistas convidados pra ir com
a comitiva....
E costuma-se nominar esta entrevista a cada
jornalista nesta viagem como o começo da abertura LENTA
GRADUAL E SEGURA( se algum engraçadinho achar isto pouco,
que retroceda na História pra ver o que ela representou...quem
viveu aqueles tempos,sabe do que estou falando, quando nas redações
dos jornais se era perseguido pela Polícia Federal...)
GEISEL TEVE QUE
APELAR
Sergio Ross


Dias atrás, o fotógrafo Orlando Brito,um dos
cobrões da fotografia, que mora aqui em Brasília,foi
almoçar comigo no restaurante,que o Olides não
gosta
que eu de o nome. Coisa de ciumes de bicha velha...Mas
tudo bem.
O Britinho, como eu chamo o meu amigo, levou de presente para
mim a foto que eu publico aqui em baixo. É uma foto de
uma viagem que o Presidente
Ernesto Geisel,fez ao Japão em 1974.
Foi uma das viagens mais importantes, que
o Presidente,meu conterrâneo, fez durante o seu governo.
Geisel tentou vender um monte de coisas que estravamos produzindo
no país. Foi um sucesso. Mas para se exibir,coisa que
não era do tipo do Presidente,
ele levou documentos e fotos da nossa primeira usina atômica,Angra
Um.
Só que nas esperas da viagem o Estado de
São Paulo,comandado na época,pelo Carlos Chagas,fez
um levantamento e descobriu que Angra Um, está construída
até hoje, sobre um terreno não adequado e chamado
de “terreno podre”. Geisel informado na última
hora,ficou apavorado e fez o que jamais pensaria em fazer na
sua vida. Pegou o telefone e ligou diretamente para o senhor
Júlio Mesquita Netto,o todo poderoso dono do Estadão,pedindo
que o jornal não publicasse a matéria,enquanto
ele,Geisel, estivesse em viagem pelo Japão. Julio Mesquita
atendeu o pedido. Não publicou nada e Geisel pode então,
brilhar à vontade na Terra do Sol Nascente.
Na foto que o Britinho me deu, ele escreveu como dedicatória
o seguinte texto:
“ Amigo Sergio Ross,se lembra da nossa viagem
a Tóquio, em1977,com o Presidente Geisel ????? Pois então
estamos aqui. Você, o Adão Nascimento (um grande
fotografo do Estadão),Antonio Monteiro,(velho
repórter do Correio Braziliense), Feichas Martins(reporter
do Jornal de Brasília), Claudio Alves
(fotógrafo da Manchete) Murilo Mello Filho(Diretor na
época,da Revista Manchete) e eu. Bons tempos...
OBrito “
NICO FAGUNDES
E SEU GALPÃO...
TENHO OUVIDO EM ALGUNS DOMINGOS O PROGRAMA
GALPÃO DO NATIVISMO, DO NICO e de sua esposa, e com o
filho dele, o Mano, que dizem que é bruxo....
O Nico continua,apesar de já meio aleijado
como ele se diz, com sua sinceridade de sempre: no domingo passado,
disse que nos tempos antigos, na quinta-feira santa, ainda se
podia dar uma trepadinha, não sexta, nem pensar. No rádio,choca
um pouco....
Mas como é o Nico, ninguém dá
muita importância e seu jeitão sincero de dizer
as coisas...
E o mais engraçado são as brigas
que ele tem com sua mulher: estes dias disse um desaforo do
tipo: é a tua mãe...
Deve ter muita gente que o detesta, mas o gaudério
é assim mesmo....
Recebo do Mazzarino
Respostas:
1) vou dia 20, à noite(chego de surpresa,
como disse aquele jogador defutebol...)
2) e já tenho dois compromissos(se não
chover) ir a pé até o Carreiro, na sexta e também
ir no túmulo do meu avó Frederico Sgnaolin, que
fica na capela da Saúde...( esta´é perto,
uns 3 km..já o Carreiro são oito km,mais 8 de
volta dá 16, b oa pernada...)
Gringo!
Na sexta-f., mandei jornais.
mazzarino
(Quando vais a Serafina?)
O Giba-Giba é tão histórico
que eu achei que já tivessem TOMBADO ELE>...
O conheci,acho, no começo dos anos 70,quando
namorava a Mariazinha Baladão que era tri apaixonada
por ele..Imagina, o pai da Mariazinha,milico, devia adorar que
a filha namorasse um negro ,com fama de queimar unzinho....
DEpois eles se separaram e a Mariazinha foi
pro Peru, com o Júlio Zanotta Vieira, com quem teve a
filha Baé, que pelo que sei anda ,ou andava no Nepal.
O Júlio hoje está cuidando da mãe e a Mariazinha
está em Floripa, no Pantano do Sul,onde mora....
Mas,enfim, como eu dia dizendo....
Giba Giba faz turnê por 5 cidades
do RS em abril

Nome histórico da música gaúcha apresenta
show “Somos Somas” acompanhado de banda rejuvenescida
e o tradicional Sopapo
O músico, cantor, compositor e ativista cultural Giba
Giba é o convidado do próximo mês de abril
para cinco apresentações dentro do Circuito SESC
RS de Música. As cidades que terão a oportunidade
de assistir a esse que é um dos maiores ícones
vivos da cultura e música afro-brasileira, são:
São Leopoldo (06.04), Caxias do Sul (09.04), Passo Fundo
(13.04), Erechim (14.04) e Carazinho (15.04).
Artista natural de Pelotas com mais de 40 anos de trajetória
e atuação, Giba Giba é um percussionista
reconhecido nacionalmente, sendo considerado pela crítica
especializada um dos maiores expoentes na utilização
do tambor Sopapo, instrumento que faz parte da identidade gaúcha,
destaque que lhe rendeu uma elogiada participação
no recém lançado documentário “O
Grande Tambor”, produzido pelo Coletivo Catarse. Participou
ainda no final do ano passado de dois importantes eventos, a
3º Edição do Perc POA, que reuniu os maiores
nomes da percussão do sul do Brasil, e o espetáculo
“Universo pelos Sons”, realizado no teatro Bourbon
Country, onde dividiu o palco com outros grandes nomes como
Fernando do Ó, Giovani Berti, Marcelinho da Cuíca
e o recentemente falecido pianista Geraldo Flach.
Giba Giba, ganhador do Prêmio Açoarianos de Música
1994 de melhor CD com seu álbum solo “Outro Um”,
irá mostrar ao público em abril seu mais recente
espetáculo “Somos somas”, já apresentado
com sucesso no Brasil Rural Contemporâneo realizado no
Cais do Porto da capital em maio de 2010. Sua banda de apoio
é formada pelos músicos Filipe Narcizo, Lucas
Kinoshita, Marquinho Farias, Edu do Nascimento, Didi e Pingo.
No repertório de “Somos somas”, serão
apresentados clássicos do repertório do artista
gaúcho como Feitoria (Giba Giba e Maria Betânia
Ferreira); Lugarejo (Giba Giba e Wanderley Falkemberg); Sopapo
(Giba Giba, Toneco, Ivaldo Roque, Pery Souza, Maria Betânia),
Cabobu (Giba Giba), entre outros.
Circuito SESC RS de Música apresenta GIBA GIBA
Serviço:
06/04/11 - São Leopoldo
Teatro Municipal (R.Osvaldo Aranha, 934)
20 horas
Ingressos:R$ 10,00 público em geral
R$ 7,00 empresários
R$ 5,00 comerciários,estudantes e idosos
09/04/11 - Caxias do Sul
Teatro SESC (R.Moreira César, 2462)
20 horas
Ingressos: R$ 10,00 público em geral
R$ 7,00 empresários
R$ 5,00 comerciários,estudantes e idosos
13/04/11 - Passo Fundo
Teatro SESC (Av.Brasil, 30)
20 horas
Ingressos: R$ 20,00 público em geral
R$ 5,00 comerciários
R$ 10,00 estudantes, maiores de 60 anos e Titulares do cartão
ON (jornal O Nacional)
R$ 15,00 empresários
14/04/11 - Erechim
Auditório da URI (Universidade Regional do Alto Uruguai)
Campus de Erechim (av. Sete de Setembro, 1621)
20 horas
Ingressos: 1 kg de alimento não-perecível que
será doado para o Projeto Mesa Brasil SESC
15/04/11 - Carazinho
Opera Bier- Bier Site (Av. Flores da Cunha, 777)
20 horas
Ingressos: R$ 10,00 público em geral
R$ 8,00 empresários
R$ 5,00 comerciários, estudantes e idosos
Informações:
http://www.sesc-rs.com.br
http://twitter.com/sesc_rs
Telefone Sesc: (51) 3284 2000
Atenciosamente,
Guto Villanova
Assessor de imprensa – MS2 Produtora
Argentina
Não sei o que fiz na outra encarnação
pra ter que aturar o Mazza e o Serginho nesta...
Encantado e Bento....porque vocês não
se juntam e vão se jogar no rio das Antas, os dois....
Gringo!
01) - Essa reportagem do Gerson é fantástica.
Vai render muito.
02) - Agora, sobre a Cristina não se eleger...?
Estive lá em março e o cenário, com a morte
de K.,
é fazer da dupla um novo símbolo. Mas aguardemos.
03) - Viva Serafina, a cidade que prosperou quando alguns
partiram para a cidade grande.
abraço,
mazzarino
Energia o tema central da feira
O tema dominante da Feira Industrial de Hannover, que começou
nesta segunda (04), por certo será a energia. Pelo menos
este foi o tom de todos os pronunciamentos feitos na sua abertura,
neste domingo (03) a partir do discurso da chanceler Angela
Merkel. E o que motivou esta virada foi o acidente nuclear do
Japão. A palavra de ordem é desembarcar da energia
nuclear, em alemão Ausstieg, e partir para novos caminhos.
O problema é encontrar novas fontes confiáveis
e economicamente viáveis de energia, afirmou Merkel.
"O fato de sermos contra não significa que estamos
trabalhando a favor de uma nova era", afirmou Merkel, que
anda de muletas, em decorrência de recente cirurgia no
menisco, tendo a seu lado o primeiro-ministro francês,
François Fillon, já que a França é
a parceira da feira este ano. Apesar de tudo isso, os demais
discursos da abertura afirmaram que as instalações
nucleares alemãs são as mais seguras do mundo.
do blog do affonso ritter, de Hannover, Alemanha.
Movimento de Justiça e Direitos
Humanos gaúcho repudia agressão ao jornalista
Vitor Vieira no TCE
O Movimento de Justiça e Direitos Humanos do Rio Grande
do Sul (MJDH) emitiu nota oficial na última quinta-feira,
em repúdio à agressão sofrida pelo jornalista
Vitor Vieira cometida pelo "sargento Sérgio",
da segurança do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande
do Sul, sob comando do presidente da Corte de Contas, conselheiro
João Osório, na presença dos conselheiros
Algir Lorenzon e Cezar Miola.
A agressão ocorreu no andar térreo
do Tribunal de Contas. Diz a nota oficial do Movimento de Justiça
e Direitos Humanos: "O MOVIMENTO DE JUSTIÇA E DIREITOS
HUMANOS - MJDH repudia e protesta contra a agressão sofrida
pelo jornalista VITOR VIEIRA, editor de www.videversus.com.br,
no Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul por ordem
de seu presidente, Conselheiro JOÃO OSÓRIO, ocorrida
no fim da tarde de ontem (30), em suas instalações.
Lugar público de acesso irrestrito da cidadania como
deveria ser, absolutamente não pode servir de abrigo
a leões de chácara ou quem os comande como se
fora uma boate, mormente para afrontar a liberdade de imprensa
ou seu exercício. Custa crer que ainda recentemente,
este mesmo MJDH que se uniu à sociedade em solidariedade
a seu Presidente, em face de carta ameaçadora recebida
pelo regular exercício de suas altas funções,
venha agora obrigar-se a erguer a voz contra a mesma autoridade,
por abuso em seu exercício. Porto Alegre, 31 de março
de 2011-5ªf. Movimento de Justiça e Direitos Humanos
- MJDH".
do blog vide versus.
Do Rio....
Recado da minha filha....Renata...

As amiguinhas dotam ao teatro juntas: estavam
tão animadas e felizes,
a peça foi o de menos!
DE São Borja
Festival da Barranca,sai, ou não???
Não vi nada na FSB sobre o festival da Barranca que sempre
acontece nas semanas santas...
Pelo menos o Nico Fagundes no último
domingo falou nele....
´Pra quem não sabe é uma turma de gaudérios
- eles chamam de encontro dos espíritos - que se reunem
pra compor num local perto do Uruguai e no último dia,
no sábado de noite, sai uma musica vencedora...
Pra entrar lá, não pode ser mala,
não...
Só convidado....!!!!
Tem gente que vem de longe, do Mato Grosso,deixa
oa vião no aeroporto, pega um táxi e se manda
pra fazenda onde é feito o encontro.
Postal vem aí...
O deputado Alexandre Postal(PMDB) chega na
Assembléia hoje, dia 5.04,depois de alguns dias na China,
pra onde viajou a convite.
Não se sabe se assina ou não
a CPI dos Pardais...A expectativa é pelo sim...mas em
política todo cuidado é pouco....
Salvem as praias catarinenses!
Por Luiz Oscar Matzenbacher

Ao fundo a Enseada da Encantada, a Ilha de Porto Belo e a cidade
de Porto Belo, raros exemplos de preservação da
natureza.
A capa do jornal Diário Catarinense
do último domingo mostra que na Ilha de Santa Catarina,
município de Florianópolis, a poluição
do mar tem aumentado. As fotos são impressionantes, com
os canos de grande proporção surgindo das ruas
e lançando água contaminada por esgoto cloacal
nas praias mais lindas do Sul do Brasil.
A reportagem aponta outros municípios do Litoral Norte
Catarinense, cujas praias apresentam quinzenalmente as mesmas
tristes placas de advertência da Fundação
Catarinense de Proteção Ambiental (FATMA), com
os dizeres - IMPRÓPRIA PARA BANHO.
Surge agora a informação de que os projetos de
estações de tratamento e de redes de esgotos vão
sair do papel. Em Itapema e Porto Belo as tubulações
já estão sendo enterradas na areia e nas principais
ruas e avenidas. Por incrível que pareça, Balneário
Camboriú, que chega a reunir mais de um milhão
de veranistas na alta temporada, apresenta segundo o monitoramente
da FATMA os menores índices de poluição
do Litoral Norte de SC.
O segredo para tal fato surpreendente é muito simples.
Em Balneário Camboriú as redes de coleta de esgotos
e as estações e tratamento de efluvios urbanos
já coletam e tratam mais de 95% dos dejetos líquidos
dos domicílios desta cidade balneária.
O Litoral de Santa Catarina faz parte da lista dos dez litorais
mais lindos do mundo. Merece ser preservado.
Do site Opera Mundi
Nestes dias em que discutimos racismo, valer a pena ler a ótima
matéria do site Opera Mundi sobre o avanço da
extrema-direita na França. Curioso é que a aviação
francesa pode ir bombardear a Líbia para “proteger”
a população, mas a França não pode
receber seus protegidos que, desesperados com a guerra, se apinham
em barcos precários para fugir dos combates e das bombas.
Marine Le Pen: de salto alto, extrema-direita francesa avança
e ‘repagina’ discurso contra imigrantes
Em 14 de março, um dia de sol e tempo bom, mais de 15
barcos, com cerca de 1,4 mil pessoas, desembarcaram na ilha
italiana de Lampedusa, atual porta de entrada para milhares
de imigrantes ilegais do Norte da África. A presidente
do partido de extrema-direita francesa Frente Nacional (FN)
Marine Le Pen, que visitava a localidade, não poderia
ter encontrado cenário melhor para seu discurso contra
a imigração ilegal. “Empobrecidas, Europa
e França não têm mais condições
de hospedar todos os imigrantes”, disse aos jornalistas.
“Eu tenho compaixão por estas pessoas”, garantiu,
“mas ‘nosso barco’ está muito frágil.
Não podemos carregar mais pessoas, senão vamos
afundar.”
Na França, o discurso de Marine agrada a muitos. Menos
de uma semana após a viagem à Lampedusa, no primeiro
turno das eleições locais de 20 de março,
mais de 15% dos eleitores escolheram candidatos da FN. “Não
é pouca coisa, especialmente para uma eleição
que era pouco favorável ao partido”, afirmou ao
Opera Mundi Christophe Forcari, jornalista do jornal Libération
e autor do livro Le Pen, o último combate. No segundo
turno, domingo (27/03), a FN confirmou o bom desempenho. “Isso
significa que o potencial de Marine Le Pen para as próximas
eleições presidenciais é muito alto”,
alertou Forcari.
As pesquisas de intenção de voto, publicadas desde
o início de 2011, confirmam que a nova líder da
extrema-direita deve figurar no segundo turno da eleição,
previsto para abril de 2012. Segundo o instituto Harris, em
enquete do início de março, Marine superaria até
mesmo o presidente Nicolas Sarkozy e a secretária do
Partido Socialista, Martine Aubry, com 23% dos votos. Seria
um resultado superior ao do pai, o líder histórico
da FN Jean-Marie Le Pen, que surpreendeu em 2002 ao chegar ao
segundo turno com Jacques Chirac, ultrapassando o socialista
Lionel Jospin.
Do blog o Tijolaço!!!!
Visitas do site no mês de março
Tivemos 12936 visitas no mês de março.
Agradecemos a todos os nossos leitores.
BANCADA TUCANA ASSINA CPI DOS PARDAIS
O líder tucano na Assembleia Legislativa, deputado Jorge
Pozzobom, entregou na tarde desta quarta-feira (30.03) requerimento
assinado pela bancada endossando a criação da
CPI do Daer. Pozzobom ressaltou o fato de que “foi acolhido
o pedido do PSDB para que seja investigado desde o primeiro
contrato de licitação celebrado entre o Daer e
as empresas fornecedoras”.
“É fundamental que sejam apuradas as denúncias
noticiadas. Assinamos o requerimento da comissão parlamentar
de inquérito porque precisamos se houve fraude nas licitações
dos contratos e se a comunidade gaúcha vem sendo lesada
com o desvio dos recursos provenientes das multas aplicadas.
Isso é fazer oposição com seriedade e responsabilidade”,
conclui Pozzobom.
ALVOROÇO NA ARGENTINA: ENVOLVIMENTO
DOS BARÕES DA IMPRENSA EM AMEAÇAS, ASSASSINATOS,
SEQUESTROS DURANTE A DITADURA
De Buenos Aires
Gelson Farias
monopolio do papel na argentina
Olides.... Tem mais merda para jogar neste
ventilador, por aqui. Este material estava escondido, mas com
ajuda da Enriqueta, foi mais fácil. Ela naõ pode
publicar nada aqui, por que.. trabalha no Clarín e outra
que não quer sofrer represálias. O certo que a
cobra vai fumar. Pelos acontecimentos, pode escrever que a Cristina,
não ganha mais as eleições... Um abraço
Gelson.
Gelson Farias
051-85252352
e-mail: gelson.aargentina@hotmail.com
msn: gelsonnunesfarias@hotmail.com
Olides
Parece que a briga da presidente Cristina e o grupo Clarín,
vai pegar realmente fogo. Começaram a jogar a merda no
ventilador. A verdade e a mentira esta vindo à tona.
É como se os maiores jornais do Brasil tivessem o monopólio
do papel de imprensa, conseguido graças à extorsão
mediante tortura, assassinato e desaparecimento de pessoas com
a ajuda da mão forte da CIA. A rigor, um ciclo está
se fechando na Argentina. A queda iminente e provável
do grupo midiático Clarín (jornais, rádios,
tevês) é uma parte da história, e não
é à toa que tem como protagonistas duas mulheres
fortes, Lidia Papaleo de Graiver e Cristina Kirchner. Lembra
da matéria que fiz na ESMA, e inclusive mandei um farto
material, pois agora, diante da briga entre Clarin e Cristina,
resolvi buscar mais subsídios no mesmo lugar, na ESMA
a respeito do caso. E veja o que consegui. Isto é apenas
o começo, uma pontinha deste imenso iceberg.
A presidente Cristina Fernández de Kirchner é
uma mulher corajosa. Ela está mexendo com o thriller
mais palpitante da Argentina. Suspense total. Ou como chamaríamos
a uma história que está sendo contada desde janeiro
de 1976, por ocasião de um jantar servido pelos generais
Jorge Rafael Videla e Roberto Eduardo Viola ao bilionário
casal David Graiver e Lidia Papaleo de Graiver, então
donos da empresa Papel Prensa, e prossegue até nossos
dias, com a ameaça de quebra da espinha dorsal dos dois
principais diários da Argentina? É como se os
maiores jornais do Brasil estivessem envolvidos em crimes de
lesa humanidade para lograr êxito no controle do papel
de imprensa com o qual editam seus diários.
Ingredientes: mortes violentas jamais explicadas, milhões
de dólares (a preços da década de 70),
CIA, sabotagem, queda de avião, muitos bancos envolvidos,
a O.P.M. Montoneros, um banqueiro que financia a esquerda, grupo
Abril/Civita, organizações Bunge y Born, seqüestro
dos irmãos Born, compra de bancos em Nova York, seqüestro
em massa da família Graiver, tortura, extorsão,
dois presidentes argentinos, não por acaso, gorilas,
assassinatos, Martínez de Hoz (que seria o cérebro
do caso Papel Prensa, e ainda vive), jornais Clarín e
La Nación como monopolizadores de todo o papel destinado
à imprensa argentina, etc.

Cristina Kirchner: Parem!.. Eu explico
A psicóloga de olhos verdes, Lidia
Papaleo, está com 66 anos, hoje. É viúva
do conhecido "banqueiro dos Montoneros", David Graiver,
morto misteriosamente aos 35 anos de idade no acidente fatal
de um avião Jet Falcon de sua propriedade, quando viajava
de Nova York, onde trabalhava durante os dias úteis,
para Acapulco no México, onde morava e convivia com a
sua família nos finais de semana.

David Graiver
Quando morre no suspeito acidente, até hoje inexplicado,
David Graiver era dono de um império avaliado em 200
milhões de dólares, hoje, certamente mais que
um bilhão, corrigidos. Entre suas posses se podiam somar
vários imóveis rurais e urbanos herdados de sua
família judia, e mais: dois bancos na Argentina, dois
bancos em Nova York, um banco na Bélgica e um banco em
Israel. Sem esquecer a própria empresa de papel e celulose
Papel Prensa, praticamente um monopólio na fabricação
e distribuição de matéria-prima para todos
os jornais argentinos.

Lidia Papaleo esposa de David Graiver
Dudi Graiver, como era conhecido, era também
rico em amigos. Em parte, pelo casamento com Lidia Papaleo,
uma mulher forte e influente junto ao marido, e que havia sido
companheira de um jornalista de esquerda chamado Jarito Walker,
editor da revista política El Descamisado. A relação
de Graiver com Jarito Walker lhe valeu uma aproximação
com a Organização Político-Militar Montoneros,
um dos braços armados do peronismo, através do
adjunto do comandante Mario Firmenich, Roberto Quieto.
A propriedade parcial da Papel Prensa foi
conseguida em 1973, graças à intervenção
de Josef Ber Gelbard, ministro de Economia tanto dos presidentes
"peronistas" Raúl Lastiri e Héctor Cámpora,
quanto do próprio Perón e Isabelita, quando o
líder de massas já havia morrido. O montonero
(ex-PC) Gelbard foi um aliado determinante de Graiver na pressão
sobre os ítalo-argentinos Civita (grupo Abril) para que
estes vendessem cerca de 30% das ações da Papel
Prensa. Outros 25% das ações eram do Estado e
os 49% restantes estavam pulverizadas em cerca de 30 mil acionistas
anônimos.

Videla, Eva Perón e Massera
No conturbado governo de Isabelita Perón (na foto ao
lado com Videla e Almirante Massera), grupos de extrema direita
começam a se organizar à sombra generosa do peronismo.
Eram conhecidos e temidos como a Triple A, a rigor, forças
para policiais comandadas de dentro do governo de Isabelita
pelo "bruxo" José Lopez Rega. Todos eram peronistas
e mesmo assim se matavam mutuamente em plena luz do dia, ora
eram os sindicalistas, os autores, ora os Monto, as vítimas,
ora a milícia fascista e palaciana de Lopez Rega, com
a discreta aprovação da presidenta Maria Estela
Martínez de Perón. E vice-versa. Os militares
assistiam de camarote blindado, prontos para intervir como porta-vozes
dos interesses das oligarquias latifundiárias e de suas
próprias armas corporativas.
Numa tarde quente de janeiro de 1976, o casal
Graiver estava veraneando em seu bangalô em Punta del
Este, litoral uruguaio. O telefone toca e no outro lado da linha
estava o comandante do Exército argentino, Jorge Rafael
Videla, subordinado à temerária presidente Isabelita.
O general-comandante estava convidando Dudi e Lidia para jantar
naquela noite de verão. Eles aceitaram e seguiram para
Buenos Aires de avião alugado. No jantar, estavam os
três, o casal e Videla, e juntou-se a eles o subcomandante,
general Roberto Eduardo Viola Redondo. O jantar foi indigesto,
os dois gorilas estavam comunicando ao influente casal que o
golpe estava marcado para março daquele ano, portanto,
a menos de dois meses. E assim aconteceu o "pronunciamento
militar" de 24 de março de 1976, como os jornais
oligárquicos chamavam os golpes militares na América
Latina, em décadas passadas.
Desde o início do governo de Isabelita e com as ameaças
e assassinatos da Triple A, os Graiver já haviam se mudado
para o eixo Acapulco-Nova York. Mas Dudi Graiver jamais deixou
abandonado o interesse negociais e, sobretudo as propriedades
na Argentina. O resgate pelo seqüestro dos irmãos
Born (do grupo Bunge y Born), operado pelos guerrilheiros Montoneros
em setembro de 1974, estava investido nos bancos de David Graiver.
Foram 60 milhões de dólares que circularam pelos
bancos Graiver de Buenos Aires, Nova York, Bruxelas e Tel-Aviv.
Em março de 1976, mês e ano do golpe gorila de
Jorge Rafael Videla contra Isabelita, os bancos de Graiver remuneraram
a organização guerrilheira peronista com 193 mil
dólares, só de juros, segundo o jornalista investigativo
argentino, que vive na Suíça, Juan Gasparini.
Hoje, essa quantia não ficaria por menos de meio milhão
de dólares ao mês.
Nunca um golpe militar é puramente
obra de militares, limitados e parvos que são para as
coisas da política, da economia e da gestão pública
como um todo. Videla, assim, leva Martínez de Hoz, membro
de secular oligarquia argentina, para exercer o cargo de ministro
da Economia. Atualmente se sabe que Martínez de Hoz foi
um dos ideólogos do golpe e do regime autodenominado
de Processo de Reorganização Nacional, ou simplesmente
Processo, que durou até 1983, abortado pela derrota argentina
na Guerra das Malvinas.
Martínez de Hoz está sendo atualmente
processado por seus inúmeros crimes, em especial os que
extorquiam grandes empresários mediante tortura para
que endossassem a "venda" de suas empresas e bens
para militares influentes na ditadura que controlavam com grande
violência e crueldade. Foram dezenas de comerciantes,
proprietários rurais, industriais e banqueiros que tiveram
seus bens roubados debaixo de tortura nos inúmeros aparelhos
repressivos clandestinos das três armas militares. O cérebro
deste processo fordista de saque consentido e operado pelo aparelho
estatal foi o ministro da Economia, José Alfredo Martinez
de Hoz, apelido Joe, que está agora com 85 anos.

Ministro da Economia, José Alfredo Martinez de Hoz,
O método pragmático e objetivo de Martínez
de Hoz (ao lado, sorrindo com o general Videla) que foi empregado
à família Graiver para subtrair-lhe o controle
da empresa de celulose Papel Prensa. A ditadura civil-militar
precisava vencer e impor uma versão ideologizada dos
atos abomináveis que cometiam. Para tanto, nada mais
justo e adequado do que creditar à mídia impressa
o papel que lhe cabe na escrita de um novo consenso, ainda que
parido pela vaca fardada da coerção. Os diários
Clarín, La Nación, La Razón (hoje extinto)
já haviam sido parceiros no golpe de 24 de março,
assim como os dois jornais de Jacob Timmermann, La Opinión
e La Tarde, este dirigido pelo seu filho Héctor, ex-embaixador
argentino nos EUA e atual ministro de Relações
Exteriores do governo Cristina Kirchner. Héctor Timmermann
registre-se, está, no presente momento, assumindo uma
posição correta, reclamando justiça e pela
completa solução do misterioso caso.
No segundo semestre de 1976, nos meses posteriores
ao golpe, Lidia Papaleo de Graiver e seus familiares sofrem
pressão quase insuportável até que concordam
em repassar o controle da Prensa Papel para as empresas que
representavam o Clarín, La Nación e la Razón.
Os ativos são calculados em 8,3 milhões de dólares,
bem abaixo do preço efetivo de mercado, especialmente
se fosse considerado o caráter monopolista e estratégico
da empresa papeleira. Lidia cedeu não só pela
pressão sofrida, mas também pela insolvência
que rondava as demais empresas e negócios da família.
A morte prematura e misteriosa de David em agosto de 1976 desencadeou
uma iliquidez em série nos negócios dos Graiver,
era ele que conduzia pessoalmente todos os investimentos cruzados
e interdependentes dos ativos financeiros que possuiam. Lidia
e familiares estavam acuados, economicamente abalados, politicamente
pressionados, e biologicamente em risco.
O jornalista Juan Gasparini assegura que tem a mão pesada
da CIA no acidente que levou a vida de Graiver. Para ele, os
militares argentinos e Washington não iriam tolerar que
o financiador ou gerente financeiro de um grupo político
considerado terrorista, como os Montoneros, fosse dono de dois
bancos no coração de Nova York e ainda por cima
manejar dinheiro mal havido sem que as autoridades pudessem
sequer intervir. Logo, a ação de sabotagem no
avião foi uma saída honrosa tanto para a Casa
Branca quanto para a Casa Rosada.
Depois disso a situação estava em plano inclinado,
deslizando rápido para o completo desastre. Culminou
que em março de 1977, a repressão argentina desencadeou
a Operação Amiga, que consistiu no seqüestro
de 24 pessoas ligadas às empresas Graiver. A violência
se abateu sobre Lidia Papaleo e mais 23 familiares, empregados,
e executivos do grupo Graiver, sendo que dois indivíduos
ligados ao falecido Dudi Graiver, de nome Rubinstein e Sajón,
já estavam mortos e desaparecidos. Nesta fase há
um interregno de perguntas sem respostas, em parte, devido ao
trauma sofrido pela viúva de Graiver, que não
quis ou não pôde se manifestar. Osvaldo Papaleo,
irmão de Lidia, sustentou por algum tempo que a Papel
Prensa foi adquirida pelo Clarín e La Nación enquanto
a família Graiver e os empregados estavam seqüestrados
e sendo torturados em algum covil policial ou militar.

Soldados argentinos durante a guerra das Malvinas
O certo é que Lidia Papaleo de Graiver
sofreu torturas na prisão. Um torturador perguntava sempre
sobre o dinheiro dos Montoneros, chamando-a de "guacha
de mierda". O sofrimento foi maior quando desenvolveu um
tumor no cérebro, tendo sido operada no próprio
cárcere, segundo conta o jornalista Juan Gasparini no
seu livro sobre David Graiver. Lidia só foi solta em
agosto de 1982, quando a ditadura já havia perdido a
Guerra das Malvinas para a Inglaterra de Margaret Thatcher,
e estava nos seus estertores, tanto que o ditador Leopoldo Galtieri
já havia renunciado. Foi sucedido ainda por outro ditador,
o último, Reynaldo Bignone, que depois passou a presidência
para o presidente eleito Raúl Alfonsín, em dezembro
de 1983.
Antes de ganhar a liberdade, Lidia passou
por choques elétricos e pontas de cigarros acesos sobre
a pele nos centros militares de tortura conhecidos como Poço
Banfield e Posto Vasco, ambos na província de Buenos
Aires, sob a custódia do Departamento Central de Polícia.
Finalmente, foi submetida à farsa judicial de um Conselho
de Guerra, onde foi humilhada e acusada de crimes contra o Estado.
O jornalista Juan Gasparini garante ainda que o policial Miguel
Etchecolatz, Diretor de Investigações da Polícia
Bonaerense, violentou Lidia depois de uma prolongada sessão
de tortura física e psicológica. De fato, é
certo que muitos psicopatas desenvolvem grande excitação
sexual depois de assistirem cenas de sofrimento alheio, especialmente
vendo a dor feminina. Lidia, já em liberdade, ainda sofreria
um câncer mamário, mas isso não a impediu
de se dedicar à sua profissão de psicóloga
e casar novamente, desta vez com um estadunidense chamado Steve
Tage.
Segundo depoimento de um irmão de Lidia
à imprensa portenha, ela não mexeu mais no áspero
tema de sua vida porque considerava que este é um assunto
de Estado. Ela não acreditava que as suas agruras e sofrimentos
pudessem ser resolvidos por denúncias vagas na imprensa,
em livros, em instâncias partidárias, em ONG's,
ou na Justiça comum. Não, ela acredita - segundo
seu irmão - que este é um problema para o Estado
argentino resolver. Tudo leva a crer que uma mulher, Cristina
Fernández de Kirchner, entendeu o recado de Lidia Papaleo
de Graiver.

Invasão do Clarín por oficiais de justiça,
ano passado
Trata-se, sim, de uma questão de Estado. Foram cometidos
"crimes de lesa humanidade" em série, segundo
consta na denúncia da promotoria argentina. Uma família
foi violentada, torturada e dela foi esbulhado um bem material
- Papel Prensa - que hoje está servindo de instrumento
de luta política pela mídia crioula e oligárquica
para que a Argentina retorne a um tempo em que as cidadãs
e os cidadãos eram torturados, mortos e desaparecidos.
O assunto Papel Prensa é estratégico. É
uma disputa pelo Estado. Não é de graça
que o editorial do jornal Clarín assume um tom confessional
quando disse há dois dias que "o Governo avança
em Papel Prensa para controlar a palavra impressa". É
como disse um articulista do jornal Página/12 ontem,
essa admissão do Clarín em Direito se chamaria
"confissão da parte" ou "relevo de provas",
já em Psicologia pode-se chamar de "projeção".
De qualquer forma, é sim um mecanismo de defesa que consiste
em atribuir a terceiros ou ao mundo que o rodeia os erros ou
desejos pessoais.
Colaboração de leitor
Proteja o Brasil do Bolsonaro
O Deputado Jair Bolsonaro não tem vergonha de se dizer
racista e homofóbico em rede nacional. Precisamos mostrar
que nós não somos o Brasil retrógrado e
preconceituoso que ele representa. Assine a petição
agora pela lei anti-homofobia para ampliar direitos contra o
preconceito e violência a todos os brasileiros:
O Deputado Jair Bolsonaro deu uma entrevista
homofóbica e racista chocante em rede nacional -- expondo
o preconceito terrível que ainda assombra o Brasil. Enquanto
já existem leis que protegem pessoas contra a descriminação,
pessoas trans, gays e lésbicas ainda não tem nenhuma
proteção legal.
Somente no ano passado 250 pessoas foram assassinadas
por serem trans ou homossexuais. A homofobia é real e
ela mata. Mesmo assim não há lei que proteja pessoas
GLBT da discriminação. Ainda se pode demitir alguém
somente pela pessoa ser gay e a violência homofóbica
não é punida como crime de preconceito.
Vamos direcionar a nossa indignação
contra o Bolsonaro em uma ação concreta, acabando
com este ataque à igualdade. Vamos pressionar o Congresso
a aprovar a lei anti-homofobia que irá salvar vidas inocentes
e ampliar proteções para todos os brasileiros.
A petição será entregue em uma marcha massiva
em Brasília. Clique abaixo para assinar:
http://www.avaaz.org/po/homofobia_nao/?vl
O Brasil se orgulha em ter uma cultura aberta
e tolerante, se colocando como líder na luta por proteções
aos direitos humanos no mundo. Mas o nosso país é
também um dos lugares mais perigosos do mundo para transexuais
-- que sofrem uma violência brutal e execuções
sumárias. Até mesmo o Deputado Jean Wyllys recebeu
ameaças de morte por defender direitos GLBT no Congresso
Nacional.
Nosso país sofre com uma mentalidade
discriminatória retrógrada e perigosa que não
reflete a sociedade que a maioria de nós quer.
20 Deputados já pediram investigação
sobre Bolsonoro pela quebra de decoro parlamentar por racismo.
Agora nós precisamos de uma lei contra crimes de homofobia
e violência contra a população GLBT do Brasil.
Assine a petição abaixo por igualdade e justiça--
ela será entregue em Brasilia com a ajuda dos nossos
amigos do All Out e grupos GLBT brasileiros:
http://www.avaaz.org/po/homofobia_nao/?vl
A Avaaz se mobilizou contra a legislação
na Uganda que queria executar gays -- e a proposta foi derrotada!
Nós estamos organizando uma campanha contra a prática
brutal de estuprar mulheres para "curá-las"
do lesbianismo. Agora chegou a hora de nós lutarmos contra
a discriminação e violência aqui no nosso
país.
Com esperança,
Emma, Graziela, Luis, Alice, Ben, Iain e toda
a equipe Avaaz
Leia mais:
Jair Bolsonaro dá entrevista polêmica
no 'CQC', veja:
http://www.jb.com.br/cultura/noticias/2011/03/29/jair-bolsonaro-da-entrevista-polemica-no-cqc-veja/
Número de assassinatos de homossexuais
bate recorde no País:
http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4881858-EI6578,00.html
Grupo de parlamentares entrará com representação
contra Bolsonaro por quebra de decoro:
http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/03/29/grupo-de-parlamentares-entrara-com-representacao-contra-bolsonaro-por-quebra-de-decoro-924120754.asp
Bolsonaro rasga Constituição
a cada frase, diz movimento gay:
http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5037642-EI7896,00-Bolsonaro+rasga+Constituicao+a+cada+frase+diz+movimento+gay.html
Saiba mais sobre All Out, uma nova organização
internacional de direitos GLBT:
http://allout.org/pt/index
'Estou me lixando para movimento gay', diz
Jair Bolsonaro:
http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5037535-EI7896,00-Estou+me+lixando+para+movimento+gay+diz+Jair+Bolsonaro.html
A Avaaz é uma rede de campanhas globais de 5,6 milhões
de pessoas que se mobiliza para garantir que os valores e visões
da sociedade civil global influenciem questões políticas
internacionais. ("Avaaz" significa "voz"
e "canção" em várias línguas).
Membros da Avaaz vivem em todos os países do planeta
e a nossa equipe está espalhada em 13 países de
4 continentes, operando em 14 línguas.
DE são paulo
Por Valdir dos Santos (frileira....)
Oi Olides, festa foi igual a todas as outras que eu fui. Nenhuma
novidade interessante.
Alguns destaques:
1. A Man Latin America, peoprietária
da marca Volkswagen foi grande vencedora do Prêmio Lótus:
maior volume de vendas (48.469 caminhões ante 34.341
em 2009 + 41,66%), ultrapassando a Mercedes-Benz, histórica
vencedora (46.505, 43,84% mais que os 32.332 de 2009). A MAN
obteve 30,23% do mercado de 2010 e a MB, 28,46%.
2. MAN ganha o prêmio máximo: "Caminhão
do Ano", com o semipesado Constellation 24.450, desbancando
o histórico vencedor, L 1620, da Mercedes-Benz
3. O médio VW Constellation 13.180 da MAN, foi o mais
vendido, com 8.264 unidades vendidaas, detendo 54,98% do mercado
de médios; O MB 1318 detém apenas 22,45%.
4. A MAN venceu também na categoria semipesados com o
Constellation 24.250 (19.327 vendidos em 2010, 56,94% mais quee
os 12.315 de 2009).
5. No segmento de pesados, venceu a Scania, com 15.408 caminhões
vendidos, tendo aumentado 85,10% sobre 2009 - 8.324. O modelo
mais vendido, no entanto, foi da Volvo o FH 440 Tractor.
6. Na venda de chassis de ônibus, nenhuma conseguiu se
aproximar da Mercedes-Benz, que ganhou os prêmios de chassi
do ano (o urbano OF 1722), chassi rodoviário O43 500
RS e marca do ano em ônibus, com a venda de 15.209, 31,83%
mai que em 2009, conquistando 48,83% do mercado
7. Em caminhões a MB venceu a categoria caminhão
leve, com o modelo 710, que deve deixar de ser fabricao em 2012,
quando entra em vigor a nova etapa do Proconve fase7.
8. A venda total de cminhões em 2010 bateu recorde histórico:
170.701, 50,28% mais que os 113.592 vendiddos em 2009. A venda
de ônibus aumentou 30,45%, de 23.877 para 31.148.
Acho que é isto.
Abraço,
Valdir
OPERAÇÃO CONDOR: GENERAL ARGENTINO CABANILLAS
CONDENADO A PRISÃO PERPÉTUA
De Buenos Aires
Gelson Farias

Justo castigo: estes são os colaboradores e torturadores
do regime militar presos
Olides.
Num conturbado julgamento que começou na manhã
de sexta-feira, e terminou na madrugada de hoje, 01 de Abril,
na Justiça Militar UM, aqui em Buenos Aires, o general
argentino, Eduardo Cabanillas, foi condenado à prisão
perpétua por ter dirigido em 1976 um centro de tortura
no quadro da Operação Condor, um acordo entre
ditaduras sul-americanas, noticiou a AFP. Por outro lado, as
fotos deste mural em cima, são de colaboradores e torturadores
do regime militar da argentina. Ao todo, são mais de
dois mil colaboradores que devem ser ainda julgados. E pode
ter certeza que serão condenados.

Juízes Federais que condenaram os torturadores
"Condenamos Eduardo Cabanillas há
prisão perpétua por cinco homicídios agravados,
29 detenções ilegais e 29 casos de tortura",
sentenciou o tribunal no fim do julgamento do centro "Automotores
Orletti", emblemático da Operação
Condor.

General Eduardo Cabanillas, o primeiro de terno escuro (careca)
Um nome importante para o militares dido como
o quebra galho, responsável por uma centenas de prisões,
torturas e assassinatos, antigo agente da policial Argentina,
Raul Guglielminetti ( foto abaixo chegando no tribunal algemado)
e mais conhecido por "Mayor Guastavino", foi condenado
a 20 anos de prisão, enquanto dois membros dos serviços
de informações, Eduardo Ruffo e Horacio Martinez
Ruiz, foram condenados a 25 anos de prisão.

Automóvel Orletti era um centro de
tortura e extermínio da Secretaria de Estado de Inteligência
da Argentina que funcionou de junho de 1976 em uma garagem,
alugada. da O general Otto Paladino, era o chefe dos toruradores
e membro da SIDE que mantinha uma coordenação
com o Serviço de Informações e inteligência
do Uruguai, Chile e Brasil Neste campo da concenyração,
morreram mais de 300 pessoas entre argentinos, uruguaios, bolivianos,
cubanos que foram presos ilegalmente e tiveram suas liberdades
retiradas a força do convivio da família e da
sociedade. Era Mayoy Gustavino, o Raúl Guglielminetti
que escolhia os presos para serem julgados e posteriormente
torturados. Era ele com a ajuda do médico Gustavo Rionne
( que morreu ano passado de derrame) que administravam a “droga”
, o Pervitin, nos presos, horas antes ou dias antes das torturas.
Eles riam diante das sessões de torturas e das dificuldades
dos presos de falar por causa do efeito da droga. Muitos não
agüentavam os choques elétricos ou o afogamento
nos tanques com água suja de urina e fezes e morriam.
Muitos dos corpos ficaram expostos no chão da pequena
cela para junto co os outros presos. Muitos dos cadáveres
ficaram ali mais de semanas. O cheiro da putrefação
era insuportável.

O Pervitin era dado para os presos para ter resistência
física
A droga, de codinome D-IX, ( Pervitin) foi
testado no norte do campo de concentração de Sachsenhausen,
em Berlim, onde os prisioneiros carregado com pacotes de £
45 foram relatados para ter marchado 70 milhas sem descanso.
... "soldados nazistas usavam a droga, que vícia
para ter a luta mais longa. O mesma droga, era utilizada admistrada
aos prisioneiros do campo de concentyração de
Orletti como calmante. Assim, mesmo debilitados -- pois não
eram alimentados por dias -- mas com a ação da
droga no organismo eles permaneciam mais tempo lúcidos
para serem interrogados e torturados.
A Operação Condor criada pelas
ditaduras da Argentina, Chile, Paraguai, Brasil, Bolívia
e Uruguai tinha por objetivo eliminar aqueles que se opunham
aos regimes. As organizações de defesa dos direitos
humanos calculam que entre 1976 e 1983 o número de mortos
e desaparecidos, na Argentina, ronde os 30 mil.

Esta era a cela no campo de concentração de Orletti,
onde ficaram mais 300 presos, amontoados, dormindo no piso molhado.
Aqui, muitos homens e mulheres foram torturados e mortos a mando
dos militares. Os Cadáveres dos prisioneiros ficaram
expostos semanas. O mau cheiro era insuportável.
A REVOLUÇÃO DE PRIMEIRO DE ABRIL (1)
Por Carlos Chagas
O dia é hoje, não ontem, como impuseram com medo
da confusão com o dia da mentira. Não foi a 31
de março que os militares tomaram o poder, no longínquo
1964. Nesse dia saíram dos quartéis, mas só
a primeiro de abril o presidente João Goulart deixou
o palácio Laranjeiras, no Rio, passando por Brasília.
Já na madrugada do dia 2 voou para Porto Alegre, de lá
tomando o rumo do exílio no Uruguai.
A pergunta que se faz é como tudo pode
acontecer sem derramamento de sangue nem respeito às
instituições então vigentes. A resposta
clássica é de que elas, as instituições,
não valiam mais nada, postas em frangalhos pela conspiração
que vinha de muito tempo, liderada pelas forças econômicas
apavoradas com a marcha das reformas de base, prometidas por
Jango. Dias antes ele havia nacionalizado as refinarias de petróleo
e assinado decreto para desapropriar terras ao longo das rodovias
e ferrovias federais, para efeito de reforma agrária.
Prometia participação dos empregados no lucro
das empresas, co-gestão e ampliação dos
direitos trabalhistas implantados décadas antes por Getúlio
Vargas.
Diversos grupos militares conspiravam alegando
a iminência do comunismo ou, pelo menos, do estabelecimento
de uma república sindicalista no Brasil. Empresários,
na medida da amizade e do conhecimento com generais e coronéis,
há muito financiavam a campanha de descrédito
do governo, valendo-se dos principais meios de comunicação,
financiados com recursos nacionais e americanos. Os egressos
da Escola Superior de Guerra, o chamado grupo da Sorbonne”,
com Cordeiro de Farias, Ademar de Queirós, Jurandir Mamede
e,chefe de todos, Humberto de Alencar Castello Branco. Até
meses antes, não articulavam a queda do governo Goulart,
mas a formação de um esquema militar capaz de
impedir um golpe dado de cima para baixo. Havia o grupo paulista,
estabelecido ao redor do governador Ademar de Barros, com coronéis
radicais dispostos a prender o comandante do II Exército,
Amaury Kruel, se ele não aderisse à conspiração,
compadre que era do presidente da República. No Rio,
em torno do general Costa e Silva, funcionava uma espécie
de sublegenda da sofisticada “Sorbonne”, militares
mais radicais e dispostos ao rompimento da legalidade. O governador
da Guanabara, Carlos Lacerda, atuava como peão da propaganda
anti-Goulart, mas como não sabia guardar segredo, viu-se
taticamente posto à margem de planos conspiratórios.
Em Minas, depois da adesão do governador Magalhães
Pinto, impulsionado pelo ex-ministro da Guerra, Odilio Denis,
preparavam uma ação militar os generais Luís
Carlos Guedes e Olimpio Mourão Filho, comandando também
a Polícia Militar mineira.
Todos os grupos se uniram, mesmo implicitamente,
depois do célebre comício na Central do Brasil,a
13 de março, sexta-feira, quando João Goulart
discursara como uma espécie de presidente rebelde, prestes
a atropelar a Constituição e o Congresso, infenso
às reformas e divido de alto a baixo. No dia 30, contrariando
conselhos de correligionários tão díspares
quanto Tancredo Neves, Santiago Dantas e Tenório Cavalcanti,
Jango não cancelou sua ida ao Automóvel Clube,
quando discursaria para sargentos do Exército, empenhados
em quebrar os rígidos regulamentos da hierarquia castrense.
Os da Marinha, junto com marinheiros e fuzileiros navais, já
se haviam rebelado de verdade, constituindo um verdadeiro soviete
na força. Anistiados em poucas horas, só deram
pretexto à oficialidade naval para romper qualquer tipo
de diálogo. O ministro da Marinha se demitira, o presidente
não encontrou um só almirante do serviço
ativo que aceitasse substituí-lo, fixando-se num velhinho
reformado que integrava o Tribunal Marítimo e que ao
tomar posse declarara um absurdo “com,o custa derrotar
o capitalismo agonizante”.
Goulart foi e, como não podia deixar
de ser, empolgou-se com os discursos revolucionários
e até superou os demais oradores. Era a linguagem radical
que os conspiradores queriam ouvir, como estímulo final
ao golpe.
Faltava apenas a precipitação,
de que se encarregou o general Mourão Filho, em Juiz
de Fora. Ex-chefe do serviço secreto da Ação
Integralista Brasileira, autor do falso Plano Cohen que serviu
de pretexto para a decretação do Estado Novo,
em 1937, tratava-se de um general de Divisão prestes
a passar para a reserva. Comandava a Infantaria Divisionária
e pouco depois da meia noite, já na madrugada do dia
31, botou a tropa na rua. Desceria a estrada União e
Indústria, ligando a “Manchester Mineira”
ao Rio, ainda que com tanques obsoletos e fraca artilharia.
Esperava que outros contingentes militares se rebelassem em
todo o país, mas não tinha certeza.
Pela manhã, Jango foi acordado no palácio
Laranjeiras com a notícia de uma rebelião limitada
a Minas. Em Belo Horizonte, o governador Magalhães Pinto
ocupara postos de gasolina e mandara prender líderes
sindicais, liberando um manifesto considerado insuficiente pelo
general Mourão. Logo realizou-se uma reunião do
presidente com alguns ministros, mas Jair Dantas Ribeiro, da
Guerra, encontrava-se hospitalizado. Substituía-o chefe
de gabinete, general Moraes Âncora. O ministro da Aeronáutica
sugeriu que uma esquadrilha de caças levantasse vôo
e paralisasse a tropa que descia a serra com bombas incendiárias.
O presidente assustou-se: “vai morrer gente, inclusive
moradores da região, não vai?” “Vai”.
“Então não quero”. Acertou-se que
uma tropa do Regimento Escola de Infantaria, aliás, muito
maior e mais bem equipada, comandada pelo general Cunha Melo,
deixaria Vila Militar e deteria os rebeldes ainda na fronteira
entre os estados do Rio e de Minas. (Continua amanhã)
De São Borja
EMPREENDEDORISMO
Prefeitura realiza sorteio dos camelôs
DECOM/PSB
Centro de Comércio Popular; Sorteio Centro de Comércio
Popular
Foram sorteados na última terça-feira (29/03)
os espaços que serão ocupados pelos ambulantes
no Centro de Comércio Popular. O Centro funcionará
na rua General Marques, nº 1325, e terá 11 estandes.
A inauguração deve ocorrer nos próximos
dias, após os últimos ajustes no local.
O sorteio contou com a presença de representantes dos
camelôs, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico
e Relações Internacionais (SMDERI), da Auditoria
Geral Interna e do Gabinete do Prefeito.
Além de ser uma reivindicação do comércio
local e instituições financeiras, o Centro atende
a exigência do Ministério Público que notificou
a Prefeitura para encontrar uma solução ao comércio
de rua em São Borja.
Confira a ordem definida através do sorteio:
1 – Jonir Falcão
2 – Antônio Alberto da Silva Dias
3 – Luis Flores dos Santos
4 – Osvaldo Pires Cardoso
5 – Erivelton Pereira
6 – Antônio Flores
7 – Horácio Goulart dos Santos
8 – Catia da Rosa Andrade
9 – Luiz Fernando D. Carvalho
10 – João Carlos Flores dos Santos
11 – Tadeu G. Falcão (artesanato)
Informativo Deputado Luciano
Deputado tenta garantir viatura para transporte
de presos em Santo Cristo
O deputado Luciano entrou em contato com a
Susepe (Superintendência dos Serviços Penitenciários)
para solicitar que seja destinada uma viatura para o transporte
de presos no município de Santo Cristo. A demanda foi
encaminhada a Luciano pelo administrador do presídio
local, Clairton Reni Karnikowski. Luciano argumentou que a viatura
utilizada atualmente é emprestada da 3ª Delegacia,
pois o único veículo disponível encontra-se
estragado. Ele acrescentou que o alto custo do conserto torna
inviável a utilização da viatura.
OLIDES CANTON TAMBÉM É HUMOR
Redação inteligente!
A professora disse para os seus alunos:
'Vocês têm duas horas para fazer uma redação,
quem terminar pode ir pra casa '
A redação deverá conter
quatro temas:
1º. Sexo.
2º. Monarquia.
3º. Religião.
4º. Mistério.
Podem começar.
Joãozinho, como sempre, ...foi o primeiro a entregar
(em menos de 1 minuto)
Sua redação dizia:
COMERAM A RAINHA. MEU DEUS! QUEM FOI
ESCOLA DO LEGISLATIVO
A ditadura no Rio Grande do Sul é revelada no seminário
Memória, Verdade e Justiça Mariela Carneiro- MTE
13928 | Agência de Notícias 08:30 - 01/04/2011
Painelistas relataram experiências vividas durante o período
militar
Histórias e memórias do passado
de três homens que viveram na pele, de formas bem distintas,
a época da ditadura militar no estado foram contadas
na noite desta quinta-feira (31) no Plenarinho da Assembleia
Legislativa durante o seminário Memória, Verdade
e Justiça: Marcas das Ditaduras do Cone Sul. A mesa chamada
“Memórias da Resistência no Rio Grande do
Sul”, foi mediada pelo professor do IFCG/UFRGS, Cesar
Augusto Guazzelli, e pelo deputado Jeferson Fernandes (PT).
Os painelistas foram o deputado estadual Raul Pont (PT), o prefeito
de Porto Alegre cassado em 1964, Sereno Chaise, e o ex-presidente
do Parlamento gaúcho, Antenor Ferrari.
Antes dos depoimentos dos convidados, o público assistiu
à apresentação do músico e compositor
Raul Ellwanger. A atividade é promovida pela Assembleia
Legislativa – por meio da Escola do Legislativo Deputado
Romildo Bolzan –, pelas Secretarias da Administração
e dos Recursos Humanos e da Cultura e pela Universidade Federal
do Rio Grande do Sul (UFRGS).
O prefeito, o bancário sindicalista e o estudante
“Que Deus permita que nunca mais ocorra isso no nosso
País”. Dessa forma, Sereno Chaise finalizou um
discurso em que relembrou o dia em que seus direitos políticos
foram cassados, quatro meses após ter tomado posse como
prefeito de Porto Alegre em uma eleição, numa
vitória nas urnas denominada pelo mediador Guazzelli,
como ‘estrondosa’. Ele contou que no dia seguinte
foi até a prefeitura, limpou suas gavetas e chamou os
funcionários para se despedir. De acordo com ele, o golpe
não iniciou em 1964, como todos pensam, iniciou 10 anos
antes e só conseguiu tomar o poder na quarta tentativa.
“Foi um período muito triste, onde ninguém
era respeitado. Tenho orgulho em estar aqui contando essas histórias
não para remexê-las, mas sim para que não
esqueçamos dessa época onde só imperava
o direito da força bruta”, definiu.
Antenor Ferrari relatou detalhadamente uma história que,
segundo ele, “não consta nos registros e nem nas
estatísticas”. Ele viveu o início da ditadura
em Caxias do Sul, quando trabalhava em um banco e era integrante
da direção do sindicato, recém saído
do movimento estudantil. Em 64, logo após o anúncio
do golpe, foi preso e permaneceu por semanas no que chamou de
‘um porão fedido, sem assoalho, sem banheiro, com
água e esgoto correndo e com apenas um meio colchão
para sentar’. Após ser libertado, decidiu atuar
na política e veio para Porto Alegre trabalhar com o
então deputado estadual Pedro Simon, época que,
de acordo com ele, havia muita perseguição política
aos integrantes do MDB, partido consentido pelos militares.
Em seguida, Ferrari também se elegeu deputado, cargo
que, segundo ele, o permitiu trabalhar em favor dos direitos
humanos em plena época de ditadura. “Iniciamos
o Movimento da Justiça e dos Direitos Humanos da Assembleia,
que depois veio a se tornar a comissão que existe até
hoje. Na comissão pude colocar a minha alma a serviço
de quem sofreu o mesmo que eu sofri”, contou.
O mais jovem entre os três, Raul Pont expôs o ponto
de vista de um jovem que ingressou na universidade no mesmo
ano em que foi imposto o golpe. “Como a gente reage nesses
momentos?’, questionou. E ele mesmo respondeu que a reação
mais óbvia de quem via até mesmo o presidente
do Centro Acadêmico e professores universitários
serem cassados era mesmo questionar. “Aquilo nos causava
uma revolta, a gente tinha que entender porque. Que golpe foi
esse? O que era aquela ditadura? Por que foi tão fácil?
Quem sustentou?”. Ele conta que então, se tornou
consenso entre os participantes da resistência, a necessidade
de saber quais partidos políticos essa grande parcela
de insatisfeitos queriam e precisavam. Raul, um dos fundadores
do Partido dos Trabalhadores, considera que essas preocupações
foram muito importantes com o que veio a acontecer depois na
história do País e fundamentais para que houvesse
a redemocratização.
Esteve também presente na mesa a presidente da Asociación
Abuelas de Plaza de Mayo, Estela de Carlotto, que palestra no
terceiro e último dia. Estela, que foi muito aplaudida
pela plateia, fez uma breve saudação ao final
dos discursos.
Programação do 3º dia
1º de abril, na UFRGS (Salão de Atos II) 18h –
Intervenção teatral: Tribo de Atuadores Ói
Nóis Aqui Traveiz 19h – Mesa: “Memória,
Verdade e Justiça: Os Direitos Humanos e os Deveres do
Estado”
Convidados:
- Maria do Rosário - Ministra da Secretaria de Direitos
Humanos da Presidência da República.
- Estela de Carlotto – Presidente da Asociación
Abuelas de Plaza de Mayo. Sua filha foi sequestrada e enviada
a um centro de detenção clandestino quando estava
grávida de três meses. O corpo de sua filha lhe
foi devolvido. Seu neto, no entanto, não lhe foi entregue.
Até hoje, Estela segue em sua busca. A ditadura argentina
sequestrou e expropriou a identidade de mais de 500 crianças.
Até o presente momento, cerca de cem crianças
tiveram suas identidades restituídas.
Suzana Keniger Lisbôa – Integrante da Comissão
de Familiares dos Mortos e Desaparecidos. Seu
Eugênio Dutra encaminha pedidos de melhorias para São
Borja ao Governo do Estado
O vereador Eugênio Dutra (PP), entregou na Secretaria
Estadual de Saúde pedido para queseja designado para
São Borja mais um médico legista
Segundo o vereador a designação de mais um médico
legista, servira para diminuir o sofrimento de uma família
por precisar deslocar seu ente querido até a cidade de
São Luiz Gonzaga para que seja realizada autópsia,
procedimento que dura em média dez horas, sem notícias,
sem explicações e sem orientações.
Abraço...
Fonte: Assessoria do Vereador Eugênio
Dutra
DE LONDRES
Não se sabe se é uma aparição,ou
não, mas o Laurinho Dieckmann num restaurante em Londres
dias atrás, teve a " sensação"
de ter visto o Armando Garcia de Garcia...grande criador de
ovelhas....na região de São Chico de Paula.
Golpe na Cúria....
A pedido do Laurinho Dieckmann, que quer ser
informado deste prejuízo dos padres, porque ele foi "
coroinha".
Olha, o que ouvi na rádio Guaíba,
no Mendelski, foi dito pelo padre que assessora a cúria....(
nem lembro o nome do padre, porque voz de padre é toda
igual, a não ser do pe. Augusto Dalvit, que era peculiar...)
Foi o seguinte,caro Laurinho...
Os portugueses(olha eles aplicando em nós...)
arrumariam 12 milhões de reais como doação(
veja bem, doação) pra arrumar igrejas nossas aqui,
de Triunfo, de Montenegro, da Conceição(ali na
Independência em Porto Alegre) e me parece que até
a catedral( esta catedral me lembra uma redação
de jornal onde nós ambos ( os dois) labutamos em outras
eras...os banheiros tavam sempre em obras, mas sempr emesmo,
durante 15 anos sempre demoliam,depois arrumavam estes banheiros...)
Bão, como ia dizendo, mas pra que este
fundo fosse liberado, a Cúria teria que depositar 2,5
milhões de reais numa conta..em Portugual, me parece...e
foi o que foi feito...( os padres da nossa cúria alegaram
que este dinheiro eles tinham porque os fiéis tinham
feito doações aqui, apesar da nossa eterna pindaíba,
agora que não somos mais país de terceiro mundo
e segundo o Lula estamos céleres voando pra país
de primeiro...que eu sei, quem voava muito era ele quando presidente....)
E alguns bispos até viajaram no fim
do ano, ou no começo pra Portugual pra estreitar os relacionamentos,
como se diz.
Bom, segundo o Mendelski, que tu conheces muito
bem que é sempre bem informado, lá os nossos religiosos
foram recebidos por uma mulher, dentro de uma igreja, que usava
óculos escuros(meu deus, quanto disfarce...)
Bão,caro Laurinho, você sabe que
os padres devem ter se dado conta que caíram num golpe
do vigário( no caso os vigários são eles...)
e registraram um BO e agora tudo está sendo feito via
delegado de polícia.
Só que o intermediário de toda
esta doação portuguesa é o vice consul
português local,segundo dizem por aí...
Bão, pra ti que não gosta de
fofoca, um coleguinha nosso assessora estes consulados e ele
está internado num hospital, porque quando eclodiu este
movimento - o povo chamaria a isto jogar merda no ventilador,
mas como estamos falando de ambientes educados,refinados, nãos
e usam estes termos chulos - ele teve que colocar um cateter
no seu bobo,....
Abraços pra ti, Laurinho, quando tiver
mais detalhes, seu puder mando...
Espero que vás ao cemitério de
Montmarte,onde estão enterrados Sartre e Simone de Bouvoir,aqueles
dois escritores que nunca se casaram e que como dizem os jovens
de hoje,apenas "ficavam..." Ah, apenas cultura inútil:
no Montmartre, no cemitério, também está
enterrado o líder do THE DOORS..;..que morreu há
uma pá de anos...
do site Videversus
TCE gaúcho emite nota para tentar desmentir
agressão ao jornalista Vitor Vieira, editor de Videversu
Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul divulgou nota
oficial sobre o episódio ocorrido no inicío da
noite de quarta-feira, no andar térreo do prédio
central do Tribunal de Justiça do Estado, quando o jornalista
Vitor Vieira, editor de Videversus, foi agredido, pelas costas,
por um indivíduo careca, que usava camisa e calça
pretas, com porte de praticante de lutas marciais. Este segurança,
que não estava identificado, como os demais militares
da Brigada Militar, fardados, que exerciam a segurança
na portaria do prédio do Tribunal de Contas do Estado
do Rio Grande do Sul, foi o autor da agressão ao jornalista
Vitor Vieira, atingindo-o pelas costas, golpeando violentamente
seu braço direito e para trás, e depois para cima,
quase produzindo uma fratura, e o conduziu de maneira forçada
para fora do prédio do TCE/RS, jogando-o contra a traseira
de carro estacionado na calçada. Ele só não
continuou a agressão porque foi contido verbalmente pelos
conselheiros Algir Lorenzon e Cezar Miola. Videversus divulga
a nota oficial do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande
do Sul para depois e comentá-la e informar seus leitores.
Diz a nota, divulgada no site do TCE (http://tinyurl.com/45d4fsn),
às 17h39m, no final do expediente, em sua íntegra:
"Ao início da noite desta quarta-feira (30) um incidente
lamentável ocorreu no andar térreo da sede do
Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul. No momento
em que se preparavam para deixar a Corte de Contas, por volta
das 19h20, os Conselheiros Algir Lorenzon, Cezar Miola e o Presidente
João Osório Ferreira Martins foram abordados pelo
Sr. Vitor Vieira. Visivelmente alterado, o referido Sr. cobrava
providências do TCE quanto à necessidade de anular
processo licitatório referente à coleta de lixo
do município de Porto Alegre. Os três Conselheiros
ouviram o Sr. Vitor Vieira pacientemente. Os Conselheiros Algir
Lorenzon e Cezar Miola tentaram dialogar, explicando que o TCE
não encontrou - pelo menos até o presente momento
- irregularidades que justifiquem a anulação do
certame mencionado. Estas tentativas foram infrutíferas
e o Sr. Vitor Vieira prosseguiu em seu discurso em tom cada
vez mais alto e rude. Neste momento, o Presidente João
Osório deu a conversa por encerrada, dizendo que o respeito
com o qual o TCE estava tratando o interlocutor não encontrava
reciprocidade. Vitor Vieira, então, ligou o gravador
que portava. Ato contínuo, o Presidente do TCE afirmou,
entre outras coisas, que se Vitor Vieira desejava uma gravação,
deveria gravar que ele não era jornalista. Neste momento,
cada um dos presentes se afastou do local e o Sr. Vitor Vieira
foi convidado a se retirar da sede do Tribunal pelo sargento
Viçosa, guarda patrimonial do CVMI (Nota da Redação
- Comissão Voluntária de Militares Inativos).
Vitor Vieira foi conduzido respeitosamente, conforme as imagens
gravadas, pelo sargento Sérgio (que aparece no vídeo
vestindo camisa preta). Já fora da sede, o Conselheiro
Miola ainda retomou o diálogo com Vitor Vieira. Tudo
isto testemunhado por inúmeros servidores, inclusive
pelo Diretor de Comunicação do TCE, jornalista
Marcos Rolim. É absolutamente inverídica e caluniosa
a afirmação feita pelo Sr. Vitor Vieira de que
teria sido agredido fisicamente. Pelo contrário, o TCE
ofereceu a este senhor toda a consideração devida
à cidadania. Ele foi recebido em audiência pelo
Conselheiro Algir Lorenzon, quando este esteve no exercício
da Presidência; foi recebido pela área técnica
do TCE e por diferentes servidores. Ao longo da quarta feira,
entretanto, o Sr. Vitor Vieira ofendeu em vários momentos
e aos gritos os técnicos e os Conselheiros do TCE, fato
testemunhado por dezenas de pessoas. Esta Corte desconhece as
razões deste comportamento ou os interesses tão
contrariados do Sr. Vitor Vieira no que se refere à disputa
de empresas que atuam no setor da coleta de lixo urbano e lastima
que um cidadão que se apresenta como jornalista se comporte
de forma tão pouco profissional e tão incivilizada.
As imagens gravadas pela câmera do TCE
podem ser acessadas no link: http://www.tce.rs.gov.br/Download/camera_06.zip)".
Essa é a nota oficial do Tribunal de Contas do Estado
do Rio Grande do Sul. Cabe uma primeira constatação:
o jornalista afirmou, desde a ocorrência da agressão,
que tinha sido agredido por um individuo que vestia camisa e
calça pretas, careca, com porte de lutador de armas marciais,
que não tinha identificação. A nota oficial
do Tribunal de Contas se encarrega de identificá-lo como
sendo o "sargento Sérgio". Segundo ponto: o
vídeo divulgado pelo Tribunal de Contas do Estado do
Rio Grande do Sul é escandalosamente editado para não
mostrar a agressão sofrida pelo jornalista Vitor Vieira.
As imagens captadas pela "câmera 6", de um conjunto
de mais de oito câmeras existentes no local, foram propositadamente
aceleradas, para eliminar trechos inteiros de gravação.
Com respeito ao restante da nota, Videversus publica arquivo
de som, captado por seu gravador, que demonstra que a conversa
que ele manteve com os conselheiros Algir Lorenzon e Cezar Miola
foi absolutamente normal, sem qualquer agressão, uma
conversa em que os argumentos foram apresentados com firmeza,
por um jornalista - Vitor Vieira - à procura de informações
sobre os procedimentos do Tribunal de Contas do Estado na investigação
de irregularidades na licitação de lixo da prefeitura
de Porto Alegre. Na madrugada desta quinta-feira, pelo próprio
site do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul, o
jornalista Vitor Vieira protocolou pedido no sistema eletrônico
da Corte de Contas, solicitando preservação das
imagens das câmeras de segurança, e recebeu recibo
do sistema eletrônico (conforme se vê na imagem
abaixo). O requerimento tem os seguintes termos: "Exmo.
Senhor Presidente do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande
do Sul: U r g e n t e - Pedido de preservação
e não destruição de gravações
- Vitor Édison Calsado Vieira, jornalista, editor do
site Videversus, portador da cédula de identidade RG
6.xxx.xxx SSP/SP, que recebe comunicações pelos
e-mails upacarai@yahoo.com.br e videversus@videversus.com.br,
ou pelo telefone celular (51) 9652-4645, ou ainda à Rua
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx, nesta Capital, vem por meio do presente
requerer que a Presidência da Casa providencie na preservação
integral e não destruição das gravações
de vídeo das câmeras de segurança do andar
térreo do prédio do Tribunal de Contas do Estado
do Rio Grande do Sul, e também das gravações
de vídeo das câmeras localizadas na parte frontal
à portaria do referido prédio, desde as 17h40
do dia 30 de março de 2011, até pelo menos as
21h, que registram o episódio de agressão deste
Requerente por pessoa não identificada, usando camiseta
preta, calça preta, careca, por ordem do presidente da
Casa, Conselheiro João Osório Martins, fato presenciado
e que ganhou intervenção impeditiva pelos Senhores
Conselheiros Cezar Miola e Algir Lorenzon, para fins de promoção
de ação penal. Pede deferimento. Porto Alegre,
31 de março de 2011 - Vitor Vieira - Jornalista –
Editor de Videversus".
Veja a seguir o recibo dado pelo sistema eletrônico do
Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul ao editor
de Videversus, jornalista Vitor Vieira, ao pedido de preservação
na íntegra das gravações das câmeras
de segurança do andar térreo do prédio
do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul:
"
Rixa no
Menino Deus!
O editor do FOLHA DO PORTO,Bertrand Kolecza faz um trabalho
hercúleo deixando nas portarias dos prédios residenciais
seus jornais. Acontece que nem todos os moradores gostam de
ver o jornal dentro de sua caixa de correspondência.
Um destes moradores do Menino DEus que recebia
o jornal, o dentista Luis Carlos Montanari, um dia se deu ao
trabalho de ligar pro editor do jornal.
- Alô, eu gostaria que vocês não
deixassem mais o jornal na minha caixa de correspondência
- Por que, quis saber o editor
- Porque não gosto do que vocês
escrevem....
- Ah, então LIMPA O CU COM ELE respondeu
Bertrand.
Montanari,f urioso, ligou de volta mas o telefonema
caiu na caixa postal.
E deixou uns recados que segundo ele são
impublicáveis....
Coleguinhas
Como o Laurinho Dieckmann está viajando e ele sempre
foi muito próximo ao João Batista Marçal,
liguei pro nosso conhecido pesquisador de notícias e
histórias de jornais e da esquerda gáucha.
Era 3 e meia de sexta e o Marçal já
estava acordado porque não adianta ligar de manhã,
que ele dorme. E que fica de noite acordado tomando umas guaranás,
dizem....
Pois o Marçal( que muitos,entre eles o Paulo Roberto
Tavares, do Correinho) dizem ser o Zambiazi que não deu
certo) me deu notícias dele.
1) caiu dia destes e levou 10 pontos na cuca...Sim, abriu várias
crateras. Ele tava chegando em casa com sacolas do super e escafedou-se
machucando-se todo.
Enquanto se recuperava do tombo e e dos 10
pontos, teve que ter um certo resguardo. O Marçal, quando
vem a Porto Alegre, de tarde passa na livraria Palmarinca do
seu amigo Rui e de tardezinha manda uns talagaços( vocês
pensam que é canha, é guaraná, mesmo...)
Outra noticia que ele me deu:
está contente porque ganhou coleções
de pesquisas de dois malucos que passaram a vida pesquisando
sobre a imprensa gaúcha.Gabriel Pereira Borges Fortes,
morto em 2006 e Fernando Roma, morto este antes em 1983.
Um dos filhos, um desembargador, pegou tudo o que os dois tinham
juntado e deu pro Marçal, que está organizando
porque quer publicar.
Diz que tem tudo sobre todos os jornais que foram publicados
no RS
Laurinho pede socorro,desde Londres,onde
estava...
No tempo do exílio, o Caetano mandava
notícias via INTELSAT( quem ainda lembra o que era?)
e hoje o Diekcmann se vale da internet...
Ora bolas, claro que sei quem é o Armando
garcia de Garcia. falava três vezes por semana na Guaíba,
pro Flário. E o conheci pessoalmente, no quarto do Firmino
Fernandes Lima Netto, no Moinhos de Vento, quando o ZORRILHO
padecia de câncer e estava lá internado.
Oi, Olides,
Coloca no saite, para eu ler em Paris, esta história
do golpe da ou na Cúria Metropolitana. Tentei ler no
clikerrebeesse, mas não abriu no iPhone a matéria
deles. Como ex-aluno de colégio de padres, estes assuntos
me interessam. Coloca um textinho (não precisa set tijolão
como aquele cara de B.Aires. Texto grande ninguém lê.
Muito menos na net).
Em tempo: agora, na outra mesa do restaurante dr onde estou
acessando a net, tem um coroa q é a cara de 'seu' Armando
Garcia de Garcia, conheces?
Enviado via iPhone
MOVIMENTO DE JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS/Brasil INFORMA:
A primeira impressão sobre o trailer
sugere que muita gente que nunca gostou de novela vira aficicionado...
Trailer COMPLETO de Amor e Revolução
- SBT – 2011
http://www.youtube.com/watch?v=8jIGzXzvZvg
Coleguinhas
Olyr Zavaschi, titular da coluna Almanaque de ZH está
de licença de saúde porque está tratando
de um câncer. Faz quimioterapia de 15 em 15 dias, mas
leva uma vida normal.
MENSALÃO
A Revista Época desnudou o mensalão.
Claro que há gente de outros partidos envolvidos, mas
agora, de acordo com o relatório da Polícia Federal,
a coisa ficou clara em relação ao PT e Lula.
O relatório é da POLÍCIA FEDERAL, POLÍCIA
FEDERAL, POLÍCIA FEDERAL..........
E o presidente Honório Caos ( Honoris Causa, em português
, numa tradução lulista ) não sabia de
nada?
Os caras pagaram seu segurança e ele não sabia
de nada?
Milhões para sua campanha e ele não sabia de nada?
?Não quero nem saber e tenho raiva de quem sabe? é
um dito ...
E o Daniel Dantas e os R$ 50 milhões para o PT?
O Dantas não era bandido?
Pera aí.... A Revista Época não pertence
às Organizações Globo ? Do consórcio
Veja/Folha/Globo?
O que ? Não vais me dizer que este relatório do
Polícia Federal é falso.
Foi a Globo que forjou?
E o Joaquim Barbosa, agora, diante deste relatório da
POLÍCIA FEDERAL, que, segundo consta, lhe foi entregue
no final de fevereiro, fará o que? Absolverá todos
no seu despacho ?
Na época a coisa ficou nebulosa; agora na ÉPOCA
a névoa se desfaz..
Eh,eh,eh,eh....
SERGIO OLIVEIRA
CHARQUEADAS - RS
Coleguinhas
Laurinho Dieckmann também curou um câncer..E
está a toda pela Europa. Fica nervoso, é claro,
a cada revisão, mas quem não ficaria.....Hoje
em dia câncer não é mais o bicho papão
que já foi.
Coleguinhas
Ouço sempre o MOTIVOS DE CAMPO da rádio
da UFRGS....o que gosto é que é ao vivo e rádio
ao vivo é outra coisa. Programa em compota não
tem graça...
No de sábado, o apresentador, disse
que o estúdio da rádio parecia um ESCRITÓRIO
RURAL de Lavras do Sul,onde ele se criou...ficou bem poético....
DE Paris,
Por Lauro Dieckmann
Oi, Olides,
Acho q nao. Mas podes dar uma conferida se
AGG ainda vive.
Aqui em Paris e 'printemps', mas hoje de tarde estava gelido
e chovia. Ao entardecer melhorou. Conexao e ruim. E penoso atualizar
o blog e mandar e mail. Melhor a acesso pelo iPhone q pelo netbook.
So q meu netbook e nacional, da Positivo do Parana, coisa muito
fraquinha. O q pode explicar a dificuldade. Na volta vou dar
para o Mensageiro da Caridade. Para ajudar a Curia a tapar o
rombo.
Abraco
Coleguinhas
O programa CONVERSADEJORNALISTA nosados na rádio daUFRGS
devemudar,me disse ontem o Glei Santana, que o apresenta juntocom
Enio Rockembach...
Oporgrama deverá trazer entrevistas
aovivo,tipo entrevista coletiva.
Tomara que peguemais porqueestámodorrento!!!!
Dicas de findi....
Quem puder,ou gosta disto, subir a Serra e
ir a Farias Lemos no domingo é uma boa: tem aquelas festas
da vindima lá....diz o gringo que falou no programa dos
italianos domngo passado, na Guaíba:
- gavemo fato in tel ano passado para veder cosa vegnea fora....(
fizemos no ano passado pra ver no que ia dar....)
E pelo visto deu em coisa boa, porque vão
repetir. Claro ao meio-dia, tem aqueles almoços de gringos,
com galetos e afins....
ou como diz meu amigo Tasca:
programa de gingo é assim:
10 da manhã: chimarrão
11: santa missa
12: galeto com polenta
( eu vou ler meu livro sobre o Sarney....)
"SERPENTE" DA URUGUAI
CHEGA AOS 80 ANOS!

da esq para a direita: Octacilio Dias, Leo Guerreiro, Nelson
Moura....visitante do grupo e Monteirinho...no " serpentário"
da Uruguai...
Um dos mais assíduos no serpentário
da Uruguai, o colega Nelson Moura, chega aos 80 anos no dia
8 de abril próximo. Nelson Moura é assíduo
no café da rua Uruguai, onde uma turma sempre ocupa uma
mesa central pra falar mal do governo, dos jornalistas colorados(
porque a "maioria" - dois - é gremista,entre
outros assuntos.
A rotina é geralmente quebrada com a
chegada de uma moça bonita, lá pelas onze, quando
o Moura, principalmente, espicha os olhos pra chegada da atração
matinal...
Depois o assunto volta a ser geralmente o mesmo...O
papo das " serpentes" é feito ainda de muitas
recordações, lembranças. O fotógrafo
aposentado Otacílio Dias que mora em Dois Irmãos
também comparece vez por outra e neste dia da foto estava
lá pra sorte do registrador de plantão...
O serpentário da Uruguai é um
café onde se reune principalmente um público que
fala muito de times de futebol(Grêmio e Inter)
É engraçado porque ele corresponde
a muitos destes cafés do interior, onde uma turma se
reune diariamente, antes e depois do almoço....
É
a vida é também feita da rotina....
Zulke e Bordignon buscam apoio à
UERGS junto ao senador Paim

da esquerda para a direita, Bordignon, Prodanov, Paim e Zulke.
Crédito: assessoria dep. Ronaldo Zulke
O deputado federal Ronaldo Zulke (PT) e o deputado estadual
Daniel Bordignon (PT) participaram da reunião com o senador
Paulo Paim e o secretário estadual da Ciência,
Inovação e Desenvolvimento Tecnológico,
Cleber Prodanov, na última quarta-feira (30) em Brasília.
Acompanhou o encontro o diretor executivo da secretaria, Gilmar
Valadares. Na pauta, demandas da secretaria e apoio à
Universidade Estadual do Rio Grande do Sul.
Paulo Paim pediu a Zulke que transmita à bancada federal
o compromisso do senador em destinar R$ 10 milhões, via
emenda parlamentar, anualmente, à UERGS.
Zulke informa que projeto da RMPOA ao
PAC 2
deve ser protocolado até segunda-feira
Até a próxima segunda-feira (4) o governo do Estado
deve protocolar projeto de interesse da Região Metropolitana
de Porto Alegre junto ao PAC da Mobilidade Urbana. A informação
foi obtida em reunião agendada pelo deputado federal
Ronaldo Zulke (PT) com o secretário executivo do PAC,
Maurício Muniz, do Ministério do Planejamento,
com prefeitos e deputados da região, realizada na última
quarta-feira (30).
Estiveram presentes os prefeitos de Novo Hamburgo, Tarcísio
Zimmermann, de São Leopoldo, Ary Vanazzi, de Sapucaia
do Sul, Vilmar Ballin, de Gravataí, Rita Sanco, secretários
de Esteio e Canoas, e os deputados estaduais Daniel Bordignon
e Luís Lauermann.
“O projeto deve dialogar com o sistema de transporte metropolitano,
principalmente com o Trensurb e o futuro metrô de Porto
Alegre”, destaca Zulke.
Coleguinhas
O titular da coluna Almanaque, da ZH, Olyr
Zavaschi está em licença de saúde.
Memórias da reportagem
Gaspari e o fotógrafo JAPONES....
Esta foi contada na mesa - mais inteligente de Brasília(diz
o Serginho Ros)
Elio Gaspari foi a Brasília pra fazer uma matéria
sobre esmeraldas, em Goias. Em Brasília, contratou um
fotografo , um japonês e foram pra zona da extração...
Era um cafundó de judas, onde o diabo
tinha largado as botas...
Chegaram num muquifo brabo e o dono alugou
um quartão pros dois, mas colocou uma cortina pra deixar
a coisa um pouco mais privada...
O fotógrafo foi dormir, depois de jantar,
na pequena pensão, mas Gaspari foi pro putedo da cidade.
De lá voltou com uma puta e depois do
encontro, ele a ofereceu pro colega, que aquela altura já
dormia a sono solto....
- Vamos trepar? perguntava Gaspari pro fotógrafo...
- Não, não sou disto, não,
dizia o colega,achando que a coisa era com ele.....
Coleguinhas
Não pegaram bem, em alguns setores,
as denúncias que o colega Políbio Braga vem postando
contra o secretário Mauro Knijnik....
Mas ele tem todo o direito de fazê-las....
JORNALISTA VITOR VIEIRA É AGREDIDO NO TRIBUNAL
DE CONTAS GAÚCHO SOB ORDENS DO PRESIDENTE JOÃO
OSÓRIO
Do site Videversus.....
O jornalista Vitor Vieira, editor do site jornalístico
Videversus, foi agredido no início da noite desta quarta-feira
dentro do prédio do Tribunal de Contas do Estado do Rio
Grande do Sul, por uma pessoa sem identificação
que estava reunida com os sargentos da Brigada Militar componentes
da segurança da Corte na portaria localizada no andar
térreo do prédio. Essa pessoa, vestindo camiseta
preta, calça preta, careca, com fisionomia e gestos de
lutador de artes marciais, agiu sob o comando do presidente
do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul, conselheiro
João Osório, que determinou a expulsão
do jornalista do prédio, depois de despejar uma enxurrada
de ofensas verbais. Participavam da cena, e foram testemunhas
da agressão, os também conselheiros Algir Lorenzon
e Cezar Miola, além do chefe da assessoria de imprensa
do TCE, Marcos Rolim. Vitor Vieira estava na portaria do Tribunal
de Contas desde as 17h50 desta quinta-feira, quando chegou à
portaria pedindo para falar com os conselheiros Algir Lorenzon
e Cezar Miola. De seus gabinetes foi informado de que os mesmos
estavam em reunião na presidência da Casa, e não
poderiam atender. Por meio da recepcionista da portaria, o jornalista
Vitor Vieira mandou avisar que os esperaria, porque tinha enorme
urgência para conversar com eles. O tema da conversa seria
a licitação para coleta do lixo conteinerizada
realizada pela Prefeitura de Porto Alegre, concorrência
que foi denunciada ao Tribunal de Contas pelo jornalista Vitor
Vieira, há cerca de dois meses, como sendo um certame
de cartas marcadas. Na representação, o jornalista
Vitor Vieira pediu que o Tribunal de Contas expedisse a) uma
liminar para suspender a licitação e b) também
que fosse determinada a execução de uma auditoria
especial no processo da licitação denunciada,
promovido pelo Departamento Municipal de Limpeza Urbana da Prefeitura
Municipal de Porto Alegre, comandada pelo prefeito José
Fortunatti (PDT).
esclarecimento:
O TCE tem o mesmo espaço,se quiser, pra dar sua versão
oepisódio ocorreu,ontem, quinta-feira.
e no entardecer já repercutia na ALE....
site do transporte
O site feito pelo estudante sobre todos os itinerários
de õnibus de Porto Alegre mostra o quanto os donos dos
ônibus( leia-se a ATP) e a própria EPTC, no caso
o poder público, se lixam pros seus usuários,
no caso os passageiros. O piá, um estudante da UFRGS,
montou um site que bombou em acessos porque todo mundo precisa
saber os itinerários dos ônibus que vão
usar...
Isto sim que se chama utilidade pública...
Vamos ver se a prefeitura pelo menos lhe concede
uma destas tantas honrarias que no niver da cidade sempre dão
....
memória

Historinha que se passou pós Revolução
de 1964...
Marco Paulo Rabello, dono da Construtora Rabello,
de Minas, foi responder um IPM, poucos meses depois de eclodido
o movimento...
Durante o interrogatório, o militar lhe pergunta:
- Porque o senhor deu um apartamento pra Leila Diniz, se ela
está namorando o diretor do DNER( dos tempos do Jango...)
Rabello reagiu,indignado, não com a
pergunta do militar, mas com o fato em si:
- Ah,.quer dizer que ele está me corneando,
é???!!!!
OS JUROS MATARAM JOSÉ ALENCAR
Por Carlos Chagas
Não foi o câncer que matou José Alencar.
Foram os juros. Pelo menos para quem acredita que a saúde
do ser humano é influenciada pelo seu pensamento, suas
preocupações e suas tristezas. Espírito
e matéria integram-se de forma indelével. Sendo
assim, que nos perdoem os ex-presidentes do Banco Central, desde
o governo Fernando Henrique até Henrique Meirelles, nos
oito anos do Lula. Claro que sem intenção explícita,
mas foram todos algozes do saudoso vice-presidente da República.
Sem esquecer os ministros da Fazenda que concordavam em gênero,
número e grau com a política do Banco Central.
Com ênfase para Antônio Palocci e Guido Mantega.
Perguntará algum desavisado se o Lula
também não entra nesse rol, mas a verdade é
que os dois jogavam de parelha. Alencar criticava de público
a alta dos juros, até de corpo presente, diante dos ministros
e do presidente. Este nenhuma providência tomava para
silenciar o substituto. Ao contrário, sorria maliciosamente.
Diante de queixas repetidas de Palocci, dizia apenas nada poder
fazer. O seu vice era livre para opinar sobre o que bem quisesse.
Mas mandava o então ministro da Fazenda continuar com
a estratégia econômica.
Não consta do livro sobre a vida de
José Alencar, escrito pela jornalista Eliane Cantanhede,
qualquer referência a conversas que ele terá tido
com o Lula a respeito dos juros. Não errará, no
entanto, quem supuser que chegavam às gargalhadas, em
função do estímulo do presidente para o
seu vice continuar no mesmo diapasão. Era a forma de
o Lula aceitar o modelo econômico herdado do sociólogo,
mas deixando aberta a janela do protesto e da discordância,
pela voz de Alencar.
Mesmo assim, como os juros continuaram na estratosfera,
terminaram por fulminar o empresário vitorioso, sempre
preocupado com a legião de pequenos companheiros que
não tiveram a sua sorte. Doía-lhe na alma a situação
precária dos pequenos comerciantes e industriais menores,
incapazes de enfrentar a política de juros e sempre à
beira da falência. A Coteminas conseguiu sobreviver e
até se ampliou, mas quantas fábricas têxteis
e outras atividades empresariais malograram?
Estão desafiados todos os que negarem
ligação entre a frustração de José
Alencar diante dos juros exorbitantes e o câncer que o
abateu, mesmo depois de muita luta e muita resistência.
TRISTE TEMPORADA
Pode ser coincidência, talvez seja uma
forma de testarem a presidente Dilma, mas a temporada de greves
começa forte. Os médicos conveniados com planos
de saúde vão parar. Os juízes federais
também. A polícia civil de Brasília já
parou. Os transportes públicos em diversas capitais tem
sido interrompidos. Operários de obras do PAC, com ênfase
para usinas hidrelétricas em construção,
chegaram a manifestações de força.
Parecem querer provocar o novo governo. Levá-lo
a uma reação veemente ou, no reverso da medalha,
mostrar sua frouxidão. Entre esses dois extremos a presidente
deve equilibrar-se. Seria bom que o governo procurasse identificar
as entidades responsáveis por esse surto grevista. Provavelmente
identificam-se em termos ideológicos.
CONFIRMAÇÃO
Não se passaram mais do que 24 horas
para a confirmação da briga de foice em quarto
escuro verificada no ninho dos tucanos. Geraldo Alckmin, José
Serra e Aécio Neves disputam, desde já, a futura
indicação presidencial para as eleições
de 2014. O governador de São Paulo fez um novo movimento,
depois de sedimentar bases políticas muito fortes no
interior do estado. Durante a sessão do Senado que homenageou
a memória de Mário Covas, assim como quem, não
quer nada, Alckmin lançou a candidatura de Serra à
prefeitura de São Paulo, ano que vem. Será a forma
de afastá-lo da sucessão federal de dois anos
depois, pois duas vezes não se renuncia a um mandato
tão importante.
José Serra não comentou a estocada,
mas o senador Aloysio Nunes Ferreira reagiu na hora, dizendo
ser fora de cogitação a candidatura municipal
do ex-governador, que continua no plano federal. Como a iniciativa
permanece com o atual governador paulista, vamos aguardar o
que ele tem reservado para Aécio Neves...
IMPASSE
Mesmo sob o fictício comando da OTAN,
a coalizão que bombardeia a Líbia é dirigida
mesmo pelos Estados Unidos. França, Inglaterra e Itália,
para nem citar a Noruega, carecem de oxigênio financeiro
para continuar gastando bilhões em mísseis, sobrevôos
de aviões de caça e mobilização
de belonaves. Calcula-se que com mais uma semana esses países
refluirão os ataques, deixando as ações
bélicas para os americanos.
Aqui as coisas se complicam, não por
falta de dólares, mas de sinceridade. Até a imprensa
conservadora de Nova York e Washington já questiona os
motivos da continuação do bombardeio: se é
para salvar a vida de inocentes beduínos rebeldes que
Kadaffi vinha sacrificando, por que insistir na destruição
de Trípoli, onde o ditador é absoluto e não
precisa matar ninguém? Os “marines” vão
desembarcar, apesar das negativas de Obama, por que sem eles
Kadaffi permanecerá no poder? Mas se for assim, não
estarão os Estados Unidos construindo um novo Iraque
ou um novo Afeganistão?
Feira de Artesanato

A terceira edição da Feira Intermunicipal
de Artesanato acontecerá em São Domingos do Sul
no dia 09 de abril de 2011. O evento reunirá artesãos
e a comunidade de vinte municípios da região:
Paraí, Ciríaco, David Canabarro, Serafina Corrêa,
Montauri, Veranópolis, Santo Antônio do Palma,
Cotiporã, Vanini, Lagoa Vermelha, Muliterno, Marau, Gentil,
Casca, Tapejara, Água Santa, Guabiju, São Domingos
do Sul, Nova Araçá e São Jorge. A Feira
Intermunicipal de Artesanato acontecerá no Salão
Paroquial de São Domingos, dia 09 de abril, das 9h às
19h e a entrada é gratuita. Participe, haverá
exposição, venda e oficinas de artesanato.
Por: Adriana Sabadin – Assessora de Imprensa
Prefeitura Municipal de Serafina Corrêa - RS
Corneta do Goulart
*No chimarrão da quarta, na ARI, o Goulart me corneteou
porque leu notícia aqui que veio do CH. Me esqueci de
assinar, então tá feito o registro ....sempre
que não me esqueço, assino de onde tiro notícias..
*Andrea,coleguinha do cinema que vai no chimarrão da
ARI, contou que enturmou num romance via internet com um guapo
argentino....
Diz ela que o cara já dava ordens pra
ela, até que ela se insurgiu e mandou o castelhano catar
coquinhos....
*Repórter Vanessa fazia ontem,quinta, programa de índio
de manhã cedo,dentro de um ônibus que vinha de
Guaíba pra Porto Alegre pra fazer matéria sobre
passageiros que sãot ratados,segundo ela, como se estivessem
em lata de sardinha....
Bah, quantas matérias fiz assim nos
anos passados. Nas vilas de Canoas, filas e mais filas pra pegar
o bus, na madruga, na hora que o pessoal pega no serviço
e em obras e indústrias. Hoje como blogueiros, a gente
pode pegar mais tarde, mas que vida dentro de redação
é pesada, isto é...
*Só não é pesada a vida nas redações
pros apresentadores, que ficam na bem boa...mas alguns vieram
da reportagem onde comeram o pão que o diabo amassou.
Um deles é o Osiris Marins que era da Aeronautica e que
quando começou na Gaúcha chegava fardado de milico,trocava
de roupa, botava uma civil e deixava a de milico no armário....
*Carlos Wagner costumava chamar estas matérias
de EU ME Odeio....MAS o que fazer? alguém tem que fazer....
E alguns são predestinados: a própria
Nelcira Nascimento uma vez se atirou de um paraquedas pra fazer
matéria....Diziam na redação que era maldade
da chefe Núbia Silveira(hoje no site sul 21 ) que queria
matar a Nelcira. Pura maldade, deu tudo certo com a Nelcira,
grande repórter, hoje aposentada,vivendo em Belém
Novo.
IBAMA NÃO QUER ASFALTO ATÉ
CANION DO ITAIMBEZINHO....
Esta ME CONTOU um engenheiro: o prefa de Cambará
do Sul, depois de muita luta, descolou uma nota junto ao Ministério
do Turismo pra fazer um asfalto até o canion do Itaimbezinho(
hoje não tem...)
O cara se virou pra caramba pra isto: lobbvy,
viagens a Brasília, contatos com deputados e senadores.
Aí um dia foram pra reunião com
o pessoal que cuida do parte,ligados ao Meio Ambiente( parece
que é o IBAMA)
Os caras botaram na mesa:
- primeiro o prefa faz uns outros servicinhos
pra nós dentro do parque, descola uma grana pra isto
e depois nós liberamos o asfalto na estradinha...
Aí o prefa( não sei o nome) perdeu
as estribeiroas:
- Escrevam logo num papel que vocês não querem
que eu pavimente o trecho até o parque...
Haja saco!!!!!!!
Texto confuso....
O leitor Hermes Dutra me falou ontem sobre um texto confuso
neste site....
Se ele puder mandar dizer qual é, gostaria
de saber para tentar explicar melhor.
Sem demagogias, mas a nossa razão de ser são os
leitores...
19ª Festa do Milho Verde de Santo
Amaro da Imperatriz (SC)

Evento mais saboroso da região
será entre 8 e 10 de abril e tem diversas atrações
Conhecida como o Verde Vale das Termas, Santo Amaro da Imperatriz
é a primeira estância hidromineral do país.
É rica em natureza, cenários e paisagens. Com
cerca de 21 mil habitantes, a cidade é calma e hospitaleira.
As águas termais jorram da terra a uma temperatura de
41,5°C e suas propriedades terapêuticas têm
fama internacional. Porém, apesar destes atrativos, a
economia do município é baseada na agricultura,
com o cultivo do tomate, da batata e principalmente do milho.
A cidade é a maior produtora de milho verde in natura
do Estado. Cerca de 40% da economia gira em torno desta produção,
que chega a 35 milhões de espigas ao ano e abastece os
litorais de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.
É neste cenário que ocorre anualmente a Festa
do Milho Verde, que já está em sua 19ª edição.
O evento, que teve a visita de mais de 38 mil pessoas em 2010,
será realizado entre os dias oito e dez de abril, no
parque de exposições Prefeito Orlando Becker.
A projeção para este ano é de que o público
ultrapasse a margem de 40 mil pessoas. A cidade é beneficiada
pela festa tanto em turismo como na economia, pois mostra o
artesanato local, a gastronomia e o trabalho de um ano inteiro.
A festa comemora a safra do grão que, além de
ser o produto que gera emprego e renda é muito energético,
pois traz em sua composição vitaminas A e do complexo
B, proteínas, gorduras, carboidratos, cálcio,
ferro, fósforo e amido.
O evento
O evento, de caráter popular, é uma vitrine para
expor o trabalho dos agricultores filiados ao Sindicato dos
Trabalhadores Rurais, promotor do evento. A festa reúne
desde o artesanato, que é feito à base do milho,
até a rica gastronomia, também produzida com o
grão. A pamonha gigante, tradicionalmente feita para
distribuição gratuita teve, em 2010, mais de 500
quilos. A festa valoriza os produtos, a cultura, os agricultores,
movimenta a economia e ainda projeta o município para
o país e o mundo.
A 19ª Festa do Milho Verde está repleta de atrações.
O evento agrega lazer e cultura, envolvendo toda a família
com gastronomia típica, música, parque de diversões,
3ª Exposição e venda de Orquídeas,
feira multisetorial, feira de artesanato, praça de alimentação,
desfile para escolha de rainha e princesas e muito mais. Os
shows asseguram diversão para todos os gostos. Jeito
Moleque e João Neto e Frederico são os shows nacionais.
Já entre os regionais estão Rodrigo Barreto, Banda
Fórum, Guto e Kaik, Junior e Alessandra, Grupo Fronteiras,
entre outras atrações.
Gastronomia
Os visitantes poderão apreciar mais de 30 pratos típicos
à base de milho verde, dos mais variados e inusitados.
Além da pamonha gigante, haverá estrogonofe, pudim,
risoto, pastel, bolo, suco, maionese, polenta, sorvete, entre
outros pratos. Só quem participar da festa poderá
conhecer a grande diversidade de produtos que tem como principal
ingrediente um dos alimentos mais nutritivos que existem. Ao
contrário do trigo e o arroz, que são refinados
durante seus processos de industrialização, o
milho conserva sua casca, que é rica em fibras, fundamental
para a eliminação das toxinas do organismo. Cada
100 gramas do alimento tem cerca de 360 Kcal, sendo 70% de glicídios,
10% de protídeos e 4,5% de lipídios.
Toda a renda arrecadada com a venda de ingressos da festa é
destinada à educação, saúde e assistência
social dos agricultores rurais associados ao Sindicato, que
hoje atende 350 famílias, totalizando 1200 pessoas. A
entidade oferece aos associados atendimento médico (clínico
geral); atendimento odontológico; execução
do processo de previdência social; auxílio doença;
aposentadoria por idade; pensão por morte; auxílio
maternidade; declarações de renda aos agricultores
e preenchimento de guias para atendimento médico em instituições
conveniadas, entre outros benefícios.
Confira a programação
Dia 08/04 – Sexta-feira
19h00 – Abertura dos portões
20h00 – Abertura oficial do evento
21h00 – Escolha da Rainha e Princesas da 19ª Festa
do Milho Verde
22h30 – Show com Rodrigo Barreto
23h30 – Show com a Banda Fórum
Dia 09/04 – Sábado
11h00 – Abertura dos portões
11h30 – Almoço colonial com gastronomia típica
e churrasco
13h00 – Início da Cobrança de Ingresso
13h00 – Atrações diversas como a 3ª
Exposição e Venda de Orquídea, feira multisetorial,
feira de artesanato, praça de alimentação,
entre outros atrativos
17h00 – DJ
21h00 – Show Guto e Caique
22h30 – Junior e Alessandra
00h30 – Show nacional JEITO MOLEQUE
Dia 10/04 –Domingo
09h30 – Abertura dos portões
10h00 – Missa Campal
11h00 – Atrações diversas como a 3ª
Exposição e Venda de Orquídea, feira multisetorial,
feira de artesanato, praça de alimentação,
entre outros atrativos
12h00 – Almoço típico à base de milho
verde e churrasco
12h30 – Banda de Música de Santo Amaro da Imperatriz
13h00 – Início da Cobrança de Ingresso
15h00 – distribuição gratuita da PAMONHA
GIGANTE
16h00 – Show com Grupo Fronteiras
19h30 – Show nacional JOÃO NETO E FREDERICO e encerramento
da 19ª Festa do Milho Verde
Ingressos
Os ingressos já estão à venda nas lojas
Koerich de Santo Amaro, Palhoça, centro de Florianópolis,
bairros Kobrasol e Barreiros em São José; Supermercados
Imperatriz de Santo Amaro, Ponte do Imaruim em Palhoça,
shopping Itaguaçu em Barreiros São José;
no Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santo Amaro da Imperatriz
e no Posto Esso, também em Santo Amaro ou pelo site www.blueticket.com.br.
No primeiro dia ingresso apenas no local.
Valores
- O valor para o dia 8 é R$10,00;
- Para os dias 9 e 10 antecipado R$ 20,00 e na hora R$ 25,00;
- Área VIP custa R$ 30,00.
Serviço:
O que: 19ª Festa do Milho Verde de Santo Amaro da Imperatriz
Quando: 8 a 10 de abrilLocal: Parque de Exposições
Prefeito Orlando Becker
Informações: www.festamilhoverde.com.br
Coleguinhas
Blog ACERTO DE CONTAS( DA ZH ON LINE)
Morre Miguel Pergher....
Ué, que acerto de contas foi este????
Remindo
Cadê o Remindo????alguém viu por
aí...
Tendo que guentar gozação do
Matz e o Remindo " fujão" sumido. Ele tinha
que pegar este pião, mas me deixou na mão.....Acho
que se assustou com as puadas do Charqueadas.....
O Mundial de Clubes será no Japão?
Guentar gozação do colorado Matz,
tá demais. dizendo que sou esmeraldino? quem era era
o MANOSSO, não eu...eu torço pelo Grêmio,
desde criança.....
Olides, imortal é o Juventude? No fundo
és um esmeraldino, gringo?
O Mundial de Clubes será no Japão?
Por Luiz Oscar Matzenbacher
A Sportv anunciou que não iria transmitir o jogo do Inter,
atual Bicampeão da América, pela Copa Libertadores.
Preferia os jogos de acesso ao acesso às oitavas de final
da Copa Brasil. Aos vencedores classificados as batatas, dizia
a incoerente Sportv. Só os dotados de poderes extraordinários
poderiam adivinhar que seria no Canal 123 da Sky. Mas atenção
colorados que moram ao norte dos rios Mampituba, Uruguai e Pelotas,
a transmissão, alertei, iria ser através da Bandsports
(27 da Sky). Com a Bandsports o Inter ainda não perdeu
em 2011. Mais uma garantia de obtenção da classificação
antecipada na Libertadores. Às 23h50min, no Gigante da
Beira-Rio, vimos no placar os dois primeiros clubes brasileiros
classificados para as oitavas de final da Libertadores: O Inter
que venceu ao Jorge Willstermann por 3 x 0 e Cruzeiro que foi
à Assunção e venceu o Guarany por 2 x 0.
O Inter ainda ainda não está matematicamente classificado,
mas tem mais chance de chegar a ser o primeiro do grupo, pois
ainda lhe faltam dois jogos e pode chegar a 16 pontos. Já,
o Cruzeiro, terá que derrotar o Estudiantes e a torcida
de La Plata, a mais fanática da Província de Buenos
Aires para ser o primeiro entre os 16 classificados às
oitavas. É mais difícil ganhar do Estudiantes
que do Tolima. Por falar em Tolima, depois de eliminar o Corinthians,
levou seis do Cruzeiro. Uma enfiada de seis. O Corinthians teria
levado uma dúzia?
Acho que o mais forte candidato brasileiro ao título
de Campeão da América/2011 ainda é mesmo
o Cruzeiro. O Inter corre por fora e costuma atropelar na reta
final. Já, o Grêmio, Fluminense e Santos, se chegarem
às oitavas, vão entrar provavelmente como segundos
dos grupos e terão que decidir os confrontos de ida e
volta em campo dos adversários. Mas há ainda uma
dúvida sobre o destino dol clube que vier a ser o Campeão
da América. Depois dos terremotos e do tsunami, o Mundial
de Clubes da FIFA/2011 vai ser realizado mesmo no Japão?
A palavra deve ser dada com urgência à Toda Poderosa
FIFA! Haverá tempo de organizar o Mundial de Clubes em
outro país?
Coleguinhas
*O Portinho(Antônio Carlos Porto) voltou a ser internado
no Mãe de DEus.
*MIguelão Perguer, falecido ontem, era amigo de um turma
de jornalistas
*Otacílio Dias, fotógrafo, mora em Dois Irmãos(
às vezes é visto no serpentário tomando
café com colegas...)
*Os três porquinhos são chamados Nando Gross, Maurício
Saraiva e um terceiro que agora não lembro o nome. A
turma de gremistas que os vê na TV Com dizem que eles
são todos colorados...
*O radialista Jayme Copstein está em
Porto Alegre. Presidiu reunião da ARI,ontem.
*Bar do espanhol, na ARI, deverá abrir
também aos sábados....