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26 de janeiro
de 2015

Terlera

GOVERNADOR ZE IVO CONVERSA COM ELEONORA VIUVA DE TERLERA DURANTE VELÓRIO DE HOJE NO SALÃO JULIO DE CASTILHOS DA ALRS.

GOVERNADOR ZE IVO SARTORI NO ENTERRO DE TERLERA...NO SALÃO JULIO DE CASTILHOS DA ALRS ATRÁS DELE GILMAR SOSSELA PRESIDENTE DA CASA.

 

Terlera

O CORPO DE TERLERA DEIXA A ALRS PRA IR PRO JOÃO XXIII DEPOIS DE 124 DIAS NA CTI DO MÃE DE DEUS.

 

TERLERA

como todo fanático, JCTErlera cometeu excessos. nõs que convivemos com ele,sabemos dos excessos. mas era tudo pela noticia.

terlera foi concursado da ALRS, ñão ganhou nenhum emprego.

Ele usava claro a estrutura da casa.

Ligasva pro brizola do fone da assembléia para pegar noticias para ZH, pra sua coluna.,

é do jogo.

* tinha muito orgulho que a sala com seu nome fora aprovada por unanimidade da mesa diretora.Queriam botar a sala da imprensa com o nome do velho JBAveline, mas ganhou Terlera.

* Terlera tinha um certo que de ingenuidade. sabia que nem todos gostavam dele, mas não ligava.

* não havia feriado pra ele, mesmo depois de aposentado ia lá todos os dias.

* como cid pinheiro cabrial, que praticamente morreu dentro da ZH, terlera saiu da assembléia pro hospital e lá morreu.

 

Terlera

O EX- DEPUTADO VICTOR FACCIONI CARREGA JUNTO OS DEMAIS O CAIXÃO DE TERLERA PELOS CORREDORES DA ALRS NA SEXTA NA VIAGEM ' DEFINTIVA' DO GRANDE REPORTER QUE MORREU NO MÃE DE DEUS DE INFECÇÃO HOSPITALAR.

 

terlera

estranhei a ausência do CARLOS MACHADO FEHLBERG NO ENTERRO DO TERLERA.

Fehlberg foi quem o levou pra zero.

* e eram ' quase' amigos, naquilo que duas pessoas tão dificeis como os citados se pode chamar de amizade.

* pouco antes de ser internado, terlera me contou que tinha dado um depoimento a um gajo sobre o fehlberg .um cara que taria fazendo um livro sobre o outrora chamado de ' sinistro',entre os colegas.

* mas seguramente um grande repórter que - falo do fehlberg- que marcou uma geração de joranlistas da politica.

* terlera não me disse o que contou pro livro

* era muito cioso destas coisas pessoas, embora fosse um sincero demais. tanto que o FELIZ, um faz tudo dele na assembleia o apelidou de 'BOCAO DA ROYAL' JUSTAMENTE PORQUE O TERLERA ESCANCARAVA TUDO DOS COLEGAS E DE QUEM ESTAVA EM VOLTA.

* cesar schirmer quando presidente da assembéia, sempre que na imprensa dizia:

- estou entrando no SERPENTÁRIO.

era uma indireta pro terlera.

 

Terlera

regina lemos pra variar aproveito pra fazer um SELFIE SEM PAU COM O GOVERNADOR QUE FOI NO VELÓRIO DO TERLERA.

 

Terlera

AUTORIDADES VELAM TERLERA E JORNALISTAS ESCREVEM NA SALA QUE O HOMENAGEIA COM SEU NOME NA ALRS.

 

Memória da Imprensa:

INTRIGA DE COLLARES TIRA TERLERA DA ZH!

( O ANO ERA 1992. AUGUSTO NUNES TODO PLENIPOTENCIÁRIO TINHA ASSUMIDO NA ZH PRA FAZER UMA VARREDURA. ELES, OS QUE V IERAM DE SAMPA COM ELE, SE REFERIAM AOS QUE AQUI TRABLHAVAM NA ZH COMO OS ' ALDEÕES'.

E ARMARAM PRA TIRAR O TERLERA.PORQUE QUERIA O JOSÉ BARRIONUEVO QUE TAVA NO CP E NADA TINHA A VER COM O PEIXE.

NARRO AQUI COMO FOI A SAÍDA DO TERLERA DA ZH, CONTADA PELO POLIBIO BRAGA NO SEU LIVRO A CASA CIVIL EDITADO EM 1994 POR ELE MESMO( NENHUMQ EDITORA TERIA COLHÕES PRA EDITAR UM LIBELO DESTES).

-rECEBI ESTA carta anonima,com acusações contra ti,diz collares a polibio que era o chefe da casa civil.

-que jornalista

_ Tu conheces, é o TERLERA.

- Olha, Collares, nem vou me dar ao trabalho de responder a esta sujeira que estou lendo na vertical.Estou é me demitindo.porque perdi a confiança em ti.

_ não te precipita, vou ter que abrir uma sindicância. Acho que deves aguardar no cargo,senão vai dar a idéia de que tens algo a esconder.

- Abra a sindicância que quiseres.É um direito teu. Só que estou saindo. Vou me defender agora mesmo.Esta é uma questão que coloco no campo da honra.

- Calma, Políbio, quem sabe achamos uma saída honrosa.Poderias ser candidato a vice de Araujo.

- Ve se me respeita, Collares.Estou saindo do Governo e vou começar a atirar agora mesmo.

" O jornalista JCTERLERA cultivou durante toda a sua carreira profissional o condenável hábito de sustentar relações permissivas com o Poder.
Ele concedia e recebia favores.
Foi assim que conseguiu um emprego milionário na Assembleia Legialstiva onde possuía um gabinete exclusivo de onde recebia e despachava seu material para o jornal. Até minha conversa com Augusto Nunes sua coluna era utilizada pelo governador para mandar recados aos seus próprios secretários de Estado. Um hábito politicamente imoral que JCTERLERA cultivava desde os tempos dos governadores nomeados. Esta tarefa suja credenciou-o a conseguir favores do Estado. Umdeles foi a nomeação de sua amiguinha Cleres Gregoire. O próprio Collares atendeu o pedido de Terlera. E resolveu despachá-la paRA MEU gabinete, na Casa Civil,com a missão de vigiar todos os meus passos.

Alta, loira,feia a protegida de JCTerlera não chamou a atenção de ninguém no meu gabinete da Casa Civil.Gregoire foi parar ali como datilógrafa.Sua posição era privilegiada.

(Polibio Braga, em a Casa Civil)

 

Terlera

COLEGAS VELAM TERLERA NO SALÃO JULIO DE CASTILHOS DA ALRS NO DIA 23.01.15

 

terlera

1. vi muitos colegas no velório do veio terlera nesta sexta.armando burd, carlos bastos, gerson schirmer,gerson anzullin, regina lemos, ricardo de carli(site imprensa livre rs),sheyla, colega do falecido na alrs,sergio seppi,moema bauer,ayres cerrutti,presidente da ari,o batistinha,joão souza(foi editor do falecido na FManhã)flávio pereira,renato sagreira(TRE) francis maia, do pdt, (kolecza não foi mas pediu pra por o nome dele na lista)renatinho annes(em férias ligou)entre outros...

2. politicos:

victor josé faccioni( que foi quem apresentou a atual esposa ao terlera logo após o falecimento de sua mãe)romeu martinelli, guido moesch,arthur zanella,romulo brasil,o gov. ivo sartori, chefe da casa civil, marcio biolchi,germanobonow,entre outros.

3. esta o zanella aproveitou pra contar porque em velório onde tem politicos sempre se lembra deles...

diz o zanella que o guilherme villela contava o seguinte.

na redação do correio do povo, quando villela lá trabalhou, havia toda uma disputa, cai não cai, o ministro delfim netto.

aí entrou lá em brasilia o ministro pratini de morais, assumiu um ministério.

toda a redação ficou perplexa porque o pratini pegou aquela boca(era época da ditadura,acho que do médici)

ai o secretário de redação do correio, na dele, circunspecto, fazia os titulos e conhecendo bem a familia pratini de morais, saiu-se com esta pra todos ouvirem:

- OS PRATINI DE MORAIS SÃO COMO AS VIRGULAS DO ALEXANDRE HERCULANO(ESCRITOR PORTUGUES, NOTA DO REDATOR) ESTÃO SEMPRE BEM COLOCADAS.....

4. outra que o zanella contou ai:

ele teve uma missão em brasilia, mandado pelo prefeito Villela. o delfim netto era minsitro da fazenda e estava emperrando uma verba que tinha que vir pra prefeitura de porto alegre. não liberava.

zanella recebeu a seguinte orientação do prefeito Villea.:

- vai a brasilia e vai direto falar com o Pratini.

chegou lá no gabinete, foi recebido pelo ministro e contou sua missão.

Pratini pegou o telefone e falou ,segundo zanella, nestes termos:

- o gordo veado, o que tu tem contra o prefeito Villela, porque tu não tá liberando o dinheiro tal

Delfim teria mandado que o emissário passasse em seu ministério.

zanella foi lá, recebido especialmente por alguém, e a grana depois saiu.

 

Memórias

uma pena que o terlera não deixou pronto um livro de memórias...

* uma lástima mesmo.....

* tentei com ele inúmeras vezes pra que me ditasse. ele não quis.

 

Óbito

o missivista - não anonimo - foi colega do Terlera na ALRS.;;;e sabia muitos causos do falecido.

From: André Barrionuevo Rönnau
Sent: Sáb 24/01/15 11:43

Olides,

Estou sentido pela morte do J.C. Terlera.
Fui até o teu blog e tu ainda não tinha dado nota.

Um abraço,

André Barrionuevo

 

lerdos

são 10 da matina desta 6 feira. nem o previdi, nem o polibio, nem a coeltiva deram a morte do terlera. só mesmo nas redes sociais que não tenhoa cesso.

gaucha foi a que deu primeiro o local do enterro e velório do terlera nesta 6. é a que tem um repórter pra ligar pro mãe de deus e pedir a confirmaçãod a morte. rogério mendelski tava esperando na guaíba que alguém lhe passasse. mas ele deu já de madrugada porque um amigo o avisou. a gaúcha tem estrutura. a guaiba tá na base do amigo que lhe lige.

* com a estrutura que tem a gaúcha dá um banho de audiencia.

* sempre que ia a serafina, o motora do busun voltava ouvindo agaucha e subia fazendo o mesmo.

* na ouro e prata tambném os motoras so ouvem a gaúcha.

ate as 8 desta sexta nenhum blog tinha dado a maorte do terlera. ...os blogs não funcionam de madrugada.

* o meu só vai dar na 2, paciencia.

o jornal gente da band nesta sexta tb registrou a morte de terlera. ritter que foi seu colega na zero não o mencionou....

* andré machado andava atrás do cascatinha(em férias) pra comentar sobre terlera.

* osiris marins não entrou em detalhes. apenas falou da morte.

* estou corujando a gaucha pra ver se vão falar no terlera.

fico sabendo agora as seis e 45 minutos de sexta pelo rogério da guaíba da morte do TERLERA...

* NOTICIA ESPERADA HÁ TEMPOS....

* ENCONTREI SEU AMIGO NEI NA 4 FEIRA QUE ME DISSE QUE A MULHER DO TERLERA ESPERAVA A MORTE DELE AINDA NAQUELA NOITE.

 

ayres no galpão do nativismo.

vi o cerutti agora no galpão do nativismo. cuidado que o gringo é espaçoso. agora quer transformar a feira do livro num palco de turismo. o gringo gosta de dar trabalho pros outros.

* estes dias ele vendeu um anuncio da programa na marra pro tasca do agapio.

* só que o cesar agora quando ve o ayres se esconde num mocó que tem nos fundos do agapío....sabe que vai marchar num anuncio na marra.

* o problema da programa é encontrar a revista. procurando muito você acha uma....

* é mais rara que mosca branca.

 

IMAGEN NEWS

A REVISTA DO FLORIANO É OUTRA QUE TEM QUE TER UMA LUPA GRANDE PRA ACHAR.

* A EDIÇÃO É DESTINADA AOS QUE GANHARAM UM TROFEU QUE O FLORIANO VENDE, OPA, DIGO DÁ PROS SEUS PREMIADOS.

* NO FIM DA VIDA O WELLINGTON LANDERDHAL TRABALHAVA COM O SAUL JR. VENDENDO,DIGO PREMIANDO PESSOAS.

UMA MULHER FOI CONTATADA PELO WELLINGTON QUE SE IDENTIFICOU.

A MULHER SE ESPANTOU:

- COMO TU VAI DAR PREMIO PR AMINHA FILHA SE ELA TÁ MORTA.

E AINDA POR CIMA É DO SAUL JR. E NÃO DO GASPAROTTO(OLIDES)

 

picões da imprensa

no fundo, no fundo ,eu admiro estes picões da imprensa....

* o leigo acaba sempre marchando.

 

notiicias de coleguinhas

ALBERTO BLUM não morreu. mudou-se da av. lavras, em petropolis, agora mora no centro. Teve um avc anos atrás mas está se recuperando.

* carlos alberto kolecza está fazendo quimioterapia.

 

caio

vi o filme do caio hj no santander as 3...tinha muita gente....

* o filme vale a pena...tem os deslumbrados de sempre. mas tem depoimentos sérios.

* o caio se fodeu porque achava que tava assim do bem e do mal e que nele aids não pegava nele.

* pega sim, veio....pega no scaras de carandiru, não pegaria nele

caio virou um produto. então os editores querem vender...e nisto está implicito que não se diga aquilo que não venderia.

* engraçado não falaram que ele queimava muito fumo e que foi um dos primeiros caras de porto alegre a tomar LSd. e o caio ia fundo mesmo

 

Pistas

meu deus desta eu não sabia. mas naqueles tempos tudo era possível. era uma questão de afirmação, sei lá....

e na V tinha uns malucos lá sim, tipo olívio lamas....(olides)

Enviada: Sábado, 24 de Janeiro de 2015 22:57
Para: olidescanton@bol.com.br

Procura alguém q trabalhou na época. Coincidentemente houve uma migração de parte dos dispensados para a ZH. Foi na mesma época em q tu te juntou à Esquadrilha da Fumaça da ZH ( e ñ inventa de ter chiliques, qp, afinal, tu já entregou todos todos os maconheiros da fotografia da ZH, só o teu tu ker tirar da reta é?). É só juntar os fatos e ouvir as pessoas certas. Eu só sei isso: mandaram para a rua uma pá de gente da red da V pq estavam enviando ou recebendo a canabis via malote da sucursal. É + provável q recebendo. É uma bela história, mas eu ñ sei detalhes. Nunca perguntei. Alguém na redação da ZH ne contou, mas ñ pedi detalhes. Fico surpreso a tu ñ saibas nada disso.
Para quem resolveu dedurar os antigos os maconheiros do jornalismo gaúcho, vivos ou mortos, é um prato cheio.

 

Colocando as coisas no lugar

omissivista acha que tou viajando na batatinha

RP _ roni paganela...

Enviada: Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2015 14:47
Para: olidescanton@bol.com.br

Caso RP ñ tem mistério algum. Foi um acidente de trânsito como tantos outros, as vítimas foram trazidas PELA EMPRESA de avião para PoA. O RP, q era o caso mais grave, foi para o Cristo Redentor q à época era o melhor hospital de PoA, melhor q o Moinhos, q ainda ñ tinha o marketing q tem hoje, e, como a situação dele era irreversível, foi encaminhado para o Sarah, em Brasília. Simples assim, apesar de trágico e doloroso.
Sobre vaquinha não lembro de ouvir falar, e camiseta promocional, jamais vi alguma. Se fivesse visto teria comprado uma, com certeza.
Esta história de tabu ñ tem sentido algum. É mera fantasia tua.

 

Colocando as coisas no lugar

prezado missivista anonimo.

hoje no enterro do terlera tinha um da esquadrilha da fumaça.nem me deu o cumprimento. claro que eu sei que me queimo com estas revelações.

mas vamos lá.

CY _ carla irigaray, esposa de valter galvani

RP_ Roni Paganella

BM - Beatriz Marocco ,hj profi da Unisinos.

NE- fotografo Nico Esteves

FL - Floriano Bortoluzzi

AH_ Assis Hoffmann

aguardo dados da história dos malotes...(OC)

Enviada: Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2015 14:13
Para: olidescanton@bol.com.br

1 pelo q me lembro, a BM já era casada e ñ noiva qdo optou pelo NE. Olha no livro do Aveline, ele conta a história. Noiva era a CY q teve problemas com o Galvani, que correu com o noivo da redação, segundo me contou fonte segura. Nisso, tu tá misturando as estações.
2 tuas afirmações sobre o caso RP são puro chute, tu ñ estavas lá na época em q as coisas aconteceram e tuas fontes ñ são as melhores nem as mais confiáveis. O AH já ñ trabalhava + na ZH e o FB tenho quase certeza q também ñ. EU, SIM, ESTAVA LÁ nesta época, acompanhei todo o drama ao vivo, a cores e com som local!
3 na parte sobre a "esquadrinha da fumaça" na red da ZH, apesar de incompleta, está correta. Mas a relação dos "usuários" era maior.
4 no caso da fotógrafa, tu também delira qdo diz q a saída dela foi coisa do Mau-Mau etc etc. Ñ é por aí. Foi decisão pessoal das pessoas em questão pelo q se sou e n época. Eu estava lá!
PS: qdo é q tu vai contar a história dos malotes caregados de "erva do diabo" na sucursal local de uma importante revista lá por meados dos anos 1970?

 

Larica

AINDA ' LARICA' - AQUI NOIS DEMO AULA GRATIS....(rrsrsrs)

De: bueno.escritorio
Enviada: Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2015 00:15

exatamente, hoje se usa LARICA como a fome brutal que dá um tempo depois de se fumar maconha. e MARICA é o instrumento usado para poder se aprovaitar a PONTA, ou seja, o final do cigarro de maconha. há quem use a MARICA para fumar desde o começo, para evitar cheiro nas maoes e fazer render mais o PRODUTO. e TETO é o mal-estar que dá eventualmente em quem está sob efeito, geralmente um desmaio ou passar mal. quem está sob efeito está FORA, e se a pessoa não consegue disfarçar, em público por exemplo, é quando os outros GANHAM ela.

 

da Folha Popular de Teutônia


 

de Serafina

Mais de 150 Projetos de Lei tramitaram no Legislativo Serafinense no ano de 2014


Câmara contou com a realização de um total de 55 Sessões Plenárias

No período entre 23 de dezembro de 2014 e primeiro de fevereiro deste ano, o Poder Legislativo Municipal de Serafina Corrêa está em recesso parlamentar, ou seja, em uma pausa nas atividades ordinárias. O momento é de avaliação do trabalho realizado até o momento e de organização para mais um ano de atuação da 13ª Legislatura, agora com coordenação da Vereadora Nega Castro, eleita Presidente da Mesa Diretora para o ano de 2015.

Em 2014 com coordenação do Vereador Nelson Pedro Mezzomo o Legislativo Serafinense realizou um total de 55 Sessões Plenárias, sendo que destas 45 foram Sessões Ordinárias, 3 Sessões Solenes e 7 Sessões Especiais. Ao longo do ano a Mesa Diretora contou com 44 reuniões.

As Comissões Técnicas Permanentes também tiveram um grande volume de trabalho. A Comissão de Constituição, Justiça e Redação Final (CCJRF) realizou 42 reuniões, emitindo mais de 150 pareceres. Já a Comissão de Orçamento, Finanças e Tributação (COFT) esteve reunida em 41 encontros, tendo apresentado um total de 106 pareceres. A Comissão de Agricultura, Turismo e Meio Ambiente (CATMA) realizou 12 reuniões e despachou 7 pareceres, enquanto a Comissão de Cultura, Educação e Assistência Social (CCEAS) foi responsável por 8 pareceres e 12 encontros. Neste ano, também foi formada uma Comissão Temporária com o objetivo de tratar sobre a construção da nova sede da Câmara.

Pelo Plenário da Câmara em 2014 passaram 150 Projetos de Leis encaminhados pelo Poder Executivo Municipal e 2 Projetos de Leis com iniciativa dos Vereadores e de Comissão Técnica, sendo que os Legisladores Serafinenses também foram responsáveis por um total de 16 Emendas a Projetos. Além disso, também tramitaram 2 Projetos de Resolução Legislativa encaminhados pela Mesa Diretora; 18 Pedidos de Providências; 5 Pedidos de Informação; 6 Indicações; 2 Moções de Apoio. Também foram expedidos 2 Decretos Legislativos, 30 Requerimentos, 6 Resoluções da Mesa Diretora e 37 Portarias.

 

Circuito Verão SESC de Esportes Futebol de Areia Etapa Serafina Corrêa

No dia 13 de Janeiro deste ano teve início o Circuito Verão SESC de Esportes – Futebol de Areia, dentro da Programação da Odisseia do Carreiro 2015 e conta com a participação de 15 equipes da região, divididas em três chaves. Participam representantes de Serafina Corrêa, Dois Lajeados, Nova Araçá, Casca, Guaporé e Montauri. As rodadas vêm acontecendo às terças e quintas-feiras, no Camping Carreiro, com início às 19h 30min e em algumas rodadas, excepcionalmente, às 19h15min, quando são realizadas 5 partidas por noite. Classificam-se 8 equipes para as quartas de final, sendo as 2 melhores de cada chave e os 2 melhores terceiros colocados. A Semifinal é mata-mata que irá decidir o 3º e 4º lugar, além do 1º e 2º. Os jogos têm a duração de 15 minutos por lado, totalizando 30 minutos por partida. A previsão de encerramento é para o dia 12 de Fevereiro de 2015, com início dos jogos às 20h. O Vencedor irá representar a etapa Serafina Corrêa nas finais em Torres-RS nos dias 28 de Fevereiro e 01 de Março.

 

Mais um importante reconhecimento para o Talian

Serafina Corrêa receberá homenagem da Assembleia Legislativa, em 27 de janeiro

Língua co-oficial do Município de Serafina Corrêa, o Talian receberá mais uma reconhecimento, desta vez do Parlamento Gaúcho. A conquista do título de Referência Cultural Brasileira, entregue pelo Ministério da Cultura, em novembro de 2014, será motivo de homenagem da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul.

Na terça-feira da próxima semana (27), na Sala da Presidência, o Prefeito Ademir Antonio Presotto receberá a homenagem. A solenidade está agendada para às 14 horas, sendo que uma comitiva de autoridades serafinenses estará em Porto Alegre para acompanhar o importante evento.

A Presidente da Câmara de Vereadores de Serafina Corrêa, Vereadora Nega Castro, estará presente na solenidade, representando o Poder Legislativo e a comunidade Serafinense.


23 de janeiro
de 2015

BOMBINHAS ANOS 70.



ESTA FOTO AÍ É DE BOMBINHAS EM PORTO BELO, EM 1971.

foto do acervo de Martha Cravo Cabreira, filha únca do fundador do Bar do Beto José Alberto do Cravo.

o fundador do BB começou indo com a familia pra Camboriu(SC). primeiro ficavam em hotel, depois alugavam um apartamento.iam com um jeep com tração nas 4 rodas pra Bombinhas....passar o dia.Lembra a filha Martha.

Havia muitos terrenos vazios dos pescadores naquele começo dos anos 70.Não havia luz, nem estradas.Os pescadores diziam ao Beto que tinha que comprar um terreno.

Ele gostava era de gelar uma cerveja e ficar o dia lá. mas entrava pouco no mar, segundo a filha Martha.
- entrava e saia correndo, dava um mergulhinho, contou-me martha quando a entrevistei pro meu livro da noite, anos atrás.

Passava o dia todo debaixo do guarda-sol. Adorava uma Brahma-Extra ou uma cerveja Antarctica, a chamada ' faixa-azul".

e tinha que ser bem gelada, conta Martha.

No inverno, o fundador do BB só tomava vinho.

José Alberto morreu de um ataque cardíaco em 19 de janeiro de 2002.Numa praia de santa catarina passando férias.

Já tinha passado adiante o BB.

A praia onde faleceu ficava perto de Paranaguá(PR).

(pesquisa OC)


familia de josé alberto do cravo, fundador do BB em bombinhas(SC) em 1971. acervo de Martha Cravo Cabreira.

as casas de pescadores eram o que havia na praia...eles locavam pros veranistas. nada a ver com hoje em dia. quem conheceu, conheceu, hoje babaus....(OC)

 

RONI PAGANELLA

Não posso revelar a identidade do missivista - anonimato pra mim é coisa de veado - esclareço algumas coisas que sei do caso do fotografo Roni Paganella,acidentado em 72/73 indo pra fronteira, numequipe de trabalho da zero. na hora não era pra ele ir, era outro que pulou fora.

1. quando ingressei na zh em 1973, o assunto era comentado a boca pequena pelos colegas. mas todos tinham medo de falar no caso.

2. parecia um tabu.

3. quem me disse que o Roni teria ficado numa merda, foi abandonado depois do acidente - numa ida do gremio pra fronteira, o onibus da delegação bateu na rural ou jipe da zero que vinha atrás numa ponte em alegrete - foi o floriano Bortoluzzi, coelga dele na zh na epoca que era quem tinha sido escalado. O Assis Hoffman que tá numa casa de repouso - asilo agora tem este nome - deve saber também deste caso.

4. o Floriano me disse que o Roni estava abandonado pela empresa e que ele liderou a coleta de grana. Fez umas camisetas com autografos do Pele e do Tostão, jogadores famosos e foram leiloadas. Lembre-se que fotógrafos sempre fazem fotos de jogadores. Há uma certa súcia entre esta gente porque todos vivem do mesmo basquete....

5. foram leiloadas as camisetes e depois a dona Ione Pacheco- tia do Júlio Pacheco que entra mais tarde na história mandou o veio Maurício,su marido, fundador da RBS. cuidar mais do caso do fotografo sinistrado.

6. Ouvi do Floriano Bortoluzzi que o Roni teria estado no Moinhos.Duvido muito que o veio Mauricio, tacanho como era, fosse botar empregado em 1972,73 - quando a empresa quase atrasava salários(quando eu entrei pagava em dia)no Moinhos de Vento. Só se fosse pelo INPS..

7. o Roni deve ter estado sim mno cristo redentor,como afirma o missivista anonimo e de quem não tenho nenhum motivo denão confiar - alías um bom hospital.

8. O que o Julio Pacheco me disse é que ele quando Diretor da RBS - depois foi corrido da empresa pelo primo Nelsinho, que ninguém nunca soube o que tem contra o ' primo' - eles que são brancos que se entendam - recebeu ordens tanto do Mauricio como do filho Nelsinho - esta expressão Nelsinho eu sempre ouvi lá dentro da Zero, não diziam Nelson, diziam Nelsinho,deve ser apelido de familia que os puxa-sacos da Zero e da RBS mantinham pra mostrar-se intimos e acho que o gajo deve ter um ' complexo' por isto -ele tinha ordens de não economizar nos cuidados com o ex-funcionário que foi levado a Brasilia justamente pra receber tratamento no Hospital Sara Kubitscheck na época o único hospital que tratava de tetraplégicos no Brasil.

9. Roni ficou em cadeira de rodas, porque justamente não move o corpo da metade pra baixo. Outro fotógrafo daquele tempo que sabe disto é o Paulo Franklen que fez um transplante de rins estes tempos.

10. Aliás, um pormenor: o Paulinho Franklen sem ser hippie foi um dos primeiros caras que queimando ' unzinho' na Zero. E como fumava...

11. Armenio Abascal também queimava unzinho de dar dó.

12. O Guto se não me engano Pereira - outro fotógrafo que o Espanhol conheceu queimava unzinho que vou te contar. Não sei porque mas na fotografia ficava o antro deles. Gerson filho do diretor era um dos que mais gostavam. E havia os caretas: tipo o chefe Telminho Curcio que morreu em Floripa e que vinha da TV Gaucha-hoje RBS - trazido pelo Lauro Schirmer que também trouxe neste tempo o Gilbertinho Leal(nunca queimou) e que tá na Zero até hoje. Outros fotografos caretas eram o Espanhol, o Floriano Bortoluzzi, o Assis Hoffmann. o Nico Esteves acho que não era do ramo, assim como Adolfo Alves, já falecido.

13. Havia muito namoro também dentro da redação. o Nico Esteves começou a namorar a Beatriz Maroco justamente em 73/74. ela era noiva de um cara que nada tinha a ver com ela. O cara ia todos os dias buscar ela na redação. Acho que era um execugivo. lembro bem do cara...ou bancário, a segunda opção é mais plausível.

14. Ela deu o fora no cara e casou com o Nico- casamento às ganha, não como hoje seu só juntamas escovas - que por sinal tem duas ex no meio: ela e a Tais Furtado, ambas professoras de jornalismo na UNISINOSe ambas com dois filhos do Nico...

15. Nico hoje dá aulas na Urgs, mas não sei se contratado pela mesma. Sempre encontro ele no "bar da filo".

16. Esta história do Roni - pra voltar pro fio da meada - sempre me encucou pelo tabu que era tratado dentro da empresa.

Era um assunto que o Telminho Curcio não queria que se falasse.

17. Outro fotografo careta da época era o Galeno Rodrigues. Só fazia onda....

18. o Cotia, o Armenio Abascal, era o mais queimador de todos.Ganhava longe... Fugiu com uma colega - cujo nome não darei pra Garopaba e voltou depois da ' lua de mel', ou foram buscar eles lá. Apenas um leve problema. A caraera casada com um médico da alta sociedade.( casamento em alto estilo com Gasparotto e tudo....no Moinhos de Vento) Hoje está casada com um colega. É sobrinha de um ex-presidente da Republica e irmã de um jornalista muito talentoso.

19. O quiproquó fez com que o Lauro Schirmer - no minimo a mando do Mauricio -não deixasse mais entrar fotografa na Zero. hoje em dia isto tudo está superado, é uma grande besteria. Mas na época não era.

20. Por fim e não menos importante, quero dizer que estas lembranças tem um grande valor: são um pequeno pedaço da história da Zero que não estarão nunca em nenhumlivro oficial que se escreva sobre o assunto.Podem ficar tranquilos que não estarão no livro que a empresa vai lançar nos 50 anos do jornal.(OC)

 

BRIZOLA MULHERENGO....

1. em NY no seu ' exilio' - eu tb queria estar exilado na capital do império, ele foi dar entrevista a um casal de brasileiros quehj moravam lá. ela fotografa, ele repórter, ele hoje na globo, ela fora da mídia.

ele sentou do lado da fotógrafo e passou o tempo todo bolinando ela na frente do marido que a entrevistava.

2. Tinha outra mulher no Rio que provou união estável.Nunca a apresentou ao ' Rio Grande'

3. quando collares foi casar com dona Neuza Canabarro, Brizola teria aconselhado o súdito:

- Collares, a gente pode ter uma 'amantezinha" mas não se larga a mulher verdadeira.

4. Danilo Groff sabia muitas do ' chefe', mas levou pro túmulo.

5. segundo li no livro do colega BISSON, dona Neuza Goulart era uma mulher muito ' aberta' pro seu tempo. Pelo menos nisto o Brizola tem méritos.

6. Brizola na verdade é um grande desafio prum livro ....

7 em SB contam muitas histórias dele...

quando vinha telefonama pro Percy Penalvo avisando que queria comer isto ou aquilo. Lá ia seu Percy pedir a terceiros pra providenciar.

8. Era uma figura carismática,sem sombra de dúvidas.

9. Depois que morreu virou ' santo'....

10. Espera-se uuma graça alcansada pra pedir sua beatificação.

11. maneco Vargas me disse que Brizola era ' cruel'.

 

Praia

vou contar umas historias de cobertura de praia...hoje ficam apenas estas fotos dos anos 60/70

 

ETIMOLOGIA DA 'LARICA'

HJ OS JOVENS USAM COMO FOME.
NOS ANO S70 LARICA ERA O FIM DO BASEADO,DEPOIS TAMBÉM TINHA UM PEQUENO INSTRUMENTO DE MADEIRA USADO PRA QUEIMAR ESTE FIM DO BASEADO.

COMO A MACONHA DÁ FOME, DÁI SE ESTENDEU PRA LARICA COMO SINONIMO DE FOME. É O QUE IMAGINO.

NO DICIONARIO PORTOALEGRES DO FISCHER NADA CONSTA SOBRE O TERMO LARICA. MAS OUÇO MUITOS OS JOVENS DIZEREM

- MEU DEU UMA LARICA.

 

de serafina....

eu sei que o assunto é complicado. mas a cidade poderia salvar estes prédos já que o da familia assoni, o rnelson mandou derrubar assim que a salete cadore e a bi cervieri começaram com um surto de preservação dos prédios antigos.



claro que com grana pública que ninguém é de ferro.os prédios que ainda estão de pé.1. casa dos rodrigues, na rua ao lado do frigorifico.prédio da sociedade estrela guaporense, que graças a uma disputa judicial entre os herdeiros ainda não mexeram(há males que vem pro bem), cantina brilhante, também da SEGuaporense, que dizem onde o fioravante cervieri também botava uva pra fazer vinho, e a grafica da ENAL, num local muito valorizado. claro que isto tudo depende de grana de justificar historicamente a preservação. O IPHAN tá ai pra isto. encaminha um projeto e justifica.eu é que não vou fazer.(olides)

 

gringo chorão....

o laurinho não sabe o que é gringo chorão.

* até acho que sou um pouco pão duro sim....

* imagina o felipão dono de canoas e de caxias e sempre chorando.

* eu ia no belmior zaffari, da unesul pedir anuncio de loo pilas. ele começava uma choradeira tal que eu quase dava meu vale transporte pra ele.

* chorar é parte do negocio.

* so não chora o MP mas este tá com a guaiaca forrada.

 

Deixa de ser gringo chorão

quem não chora não mama ,seu laurinho....e aqui na minha horta costuma chover pouco(olides) mas eu faço chover.

Enviada: Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2015 Para: olidescanton@bol.com.br

Deixa de ser gringo chorão. Tu tens mais do q um leitor. Tu parece um gringon q era casado com uma prima minha ("alemoa"). No velório dela, ele estava inconsolável. Chorava e gritava q "queria ir junto" q "a vida estava acabada para ele". Comentei com meus botões: "daqui a um ano este puto já vai estar com outra mulher". Menos de um ano depois encontrei uma uma das noras do viúvo q me contou q que ele já andava de namoro com uma também viúva (e com muito melhor poder aquisitivo q a falecida). Ou seja, fez um upgrade de mulher. Como vcs gostam de fazer fita! aschaschascha!

 

Caro gringo

o rekern acordou em 2015. ewle que sempre comenta assuntos do dia aqui. é tri importante pra mim. e quero também petistas aqui,não só tucanos(olides)

De: rekern
Enviada: Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2015

Caro gringo
Não faço praia no verão, aproveito uma Porto Alegre mais vazia, sem congestionamentos e menos barulhenta. Talvez no Carnaval de um pulinho na tua Garopaba.

O coitado do Cervero só é culpado de estar no meio de um mau negócio, mas deve ter estado em outros que deu muito lucro para a Petrobras.
Acho que esta roubalheira faz parte de uma conduta institucionalizada de nosso empresariado, são eles que com seu dinheiro corrompem empregados, políticos e autoridades. Não que existam santos, mas uma boa quantia sempre ajuda nos desvios.

Venda casada boa esta do Sartori. Fica bem com os deputados, secretários, promotores e pessoal da justiça e fica de bem com seus puxa-sacos da imprensa ao abrir mão dos seus 46% de aumento. Tudo planejado. Estes teus oriundis?

 

de sb

protesto contra roubo da carta. na pr. da alfandega.

De: letier12
Enviada: Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2015

Já estou agilizando, via Juventude do PDT RS

Letier Vivian
São Borja/RS

 

Brizola

imagina o briza um velhinho de bengala(olides)

De: letier12
Enviada: Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2015

Hoje - 22 de janeiro, completam-se 93 anos do nascimento do grande líder nacionalista, visionário e autêntico: Leonel de Moura Brizola.
Muito me orgulho de seguir com firmeza seus princípios e ensinamentos.
#BrizolaVive!

Letier Vivian
São Borja/RS

 

É lícito presidente da República mentir?

Paulo Vendelino Kons*

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará."(Jo 8, 32)

“Governar é fazer crer”(Niccolò di Bernardo dei Machiavelli, *3 V 1469 +21 VI 1527, historiador, poeta, diplomata e músico de Florença)

Se falar a verdade é um dever, como avaliar uma Nação que aceita passivamente que sua chefe de Estado e concomitantemente do governo central da União convoque cadeia nacional obrigatória de emissoras de rádio e televisão e minta de forma contundente e reiterada no seu pronunciamento? E se ainda as mentiras fossem proferidas apenas no pronunciamento da presidente da República do início da noite do dia 23 de janeiro de 2013, poderia se buscar algum lenitivo. Mas não, são dezenas e dezenas de discursos e outras manifestações da chefe de Estado e de Governo que possui como característica identificadora a mentira.

Lembro que em 8 de agosto de 1974, Richard Nixon renunciava à presidência dos Estados Unidos não pela invasão à sede do Comitê Nacional Democrata, no Complexo Watergate, em Washington, Distrito de Colúmbia, mas por ter mentido de que “não sabia de nada”.

Por definição, a mentira é o discurso contrário à verdade, efetuado com o objetivo de enganar. Assim o elaborador da mentira conhece a verdade e efetua deformações intencionais sobre o verdadeiro, para atingir o seu objetivo. Portanto, a mentira não é um engano, descuido ou questão de crença. Mentir é um ato deliberado.

“Como avaliar uma Nação que aceita passivamente que sua chefe de Estado e de Governo convoque cadeia nacional obrigatória de emissoras de rádio e televisão e minta de forma contundente e reiterada no seu pronunciamento?”

Infelizmente para nós brasileiros, uma população será tanto mais facilmente enganada pelas mentiras do governo quanto menor for o seu nível de instrução e cultura: seu acesso a informações verdadeiras.

A divulgação de mentiras atua de forma a desmoralizar a Nação pois depois se descobre traída, decepcionada e se se sente revoltada como nesta quarta semana do mês de janeiro do ano do Senhor de 2015.

Outra questão prática que devemos abordar de forma especial, é a do discurso político.

Como todos sabem, o discurso político vencedor de 26 de outubro de 2014 foi mentiroso, informações erradas foram apresentadas aos eleitores. Passados menos de três meses, a mentira está escancarada e as promessas não são cumpridas. Ao contrário, está em curso um processo diametralmente oposto ao prometido.

A senhora presidente da República não se limitou a apresentar falsas promessas com relação ao futuro dos brasileiros, mas foi de tal forma contundente contra a verdade que imputou aos adversários as ações que está implementando, sem nenhum pejo.

“Richard Nixon renunciou à presidência dos Estados Unidos não pela invasão à sede do Comitê Nacional Democrata, no Complexo Watergate, em Washington, Distrito de Colúmbia, mas por ter mentido de que ‘não sabia de nada’”.

Como dissemos, a mentira é sempre o discurso contrário à verdade, com o objetivo de enganar. E infelizmente para nós brasileiros, a autora da mentira tem uma visão dogmática do mundo e se julga detentora de uma verdade absoluta. Assim a senhora presidente da República não hesita em aplicar a mentira, que julga válida, pelo conhecido princípio fanatizante de que os fins justificam os meios, a exemplo do nationalsozialistische, comunistas e seitas religiosas.

Ciente de que todo brasileiro decente - com possível exceção para as vítimas de transtorno mental - conheça múltiplos exemplos de utilização da mentira como método de gestão da atual chefe de Estado e de Governo, cito apenas, ipsis litteris, frases do pronunciamento presidencial em rede obrigatória nacional de rádio e televisão no dia 23 de janeiro de 2013 sobre energia.

E não podemos conceder a senhora presidente da República o benefício da dúvida de que ela não sabia do que estava falando, pois anteriormente fora ministra de estado de Minas e Energia. Declarou a presidente da República de que o Brasil tem energia suficiente para o presente e para o futuro “sem nenhum risco de racionamento ou qualquer tipo de estrangulamento, no curto, médio ou no longo prazo”.

Assegurou de que “com a redução de tarifas, o Brasil passa a viver uma situação especial no setor elétrico, ao mesmo tempo baixando o custo da energia e aumentando sua produção elétrica”. E atacou os que possuíam pensamento distinto: “surpreende que algumas pessoas, por precipitação, desinformação ou outro motivo, tenham feito previsões sem fundamento quando os níveis dos reservatórios baixaram e as térmicas foram normalmente acionadas. Como era de se esperar, essas previsões fracassaram”.

Ufanista continuou: “nesse novo Brasil, aqueles que são sempre do contra estão ficando para trás. Pois nosso país avança sem retrocesso em meio a um mundo cheio de dificuldades. Hoje podemos ver como erraram feio no passado os que não acreditavam”.

E finalizou: “o Brasil está cada vez maior e imune a ser atingido por previsões alarmistas. Nos últimos anos, o time vencedor tem sido os do que tem fé e apostam no Brasil. Por termos vencido o pessimismo e os pessimistas, estamos vivendo um dos melhores momentos da nossa história”.

Assim a mentira é utilizada pela presidente da República do Brasil para a manipulação dos meios de comunicação, a manipulação da administração pública e da política pública como dominação e não como serviço ao bem comum. É utilizada como estratégia de obter benefícios para os mais altos escalões da administração da República e seus grupos. E com a constante deformação e desinformação o governo central da União tenta encobrir atos de corrupção e alcançar a impunidade.

Sendo Jesus Cristo o Caminho, a Verdade e a Vida melhor compreendo agora a razões para que – antecedendo a entrada triunfal da senhora presidente da República, após a sua primeira posse – fosse arrancada do gabinete presidencial a Cruz de Cristo e banida a Bíblia Sagrada. Talvez a inconformidade com presença de símbolos que marcam a Terra de Santa Cruz há mais de cinco séculos, como manifestado pela senhora Presidente, vincula-se aos princípios e valores da praxis cristã que se opõe a mentira.

“A mentira é utilizada pela presidente da República do Brasil para a manipulação dos meios de comunicação, a manipulação da administração pública e da política pública como dominação e não como serviço ao bem comum.”

Assim, conclamo a todos para que passemos das palavras para a ação. Vamos juntos, com a graça de Deus, trabalhar para que o Brasil não mais tenha um chefe de Estado e de Governo que faça uso da mentira como método.
* Paulo Vendelino Kons, 45, bacharel em Administração pela Universidade Regional de Blumenau (FURB) e integrante do quadro permanente de servidores efetivos do município de Brusque/SC desde 1989, é Conselheiro Tutelar.

 

de sb

onde anda o prefeito que iria botar o friboi em são borja...

Sindicato dos provedores, a missão

Maurício Renner // terça, 26/08/2014 11:23

Está em curso uma nova tentativa de formar um sindicato focado nos profissionais de provedores de acesso de internet, serviços de cloud computing e outros negócios relacionados no Rio Grande do Sul.


Mariovane Gottfried Weis.

No começo do mês, foi publicado no Diário Oficial o edital de convocação para a assembleia de formação do Sindicato dos Trabalhadores e Empregados nas Empresas de Provedores de Internet do Estado do Rio Grande do Sul (Sindpirgs-RS) com data marcada para 3 de outubro no Hotel Dom Rafael, em Santa Maria, no interior do estado.
Esta é a segunda tentativa nesse sentido feita no Rio Grande do Sul. No começo do ano passado, foi fundado o Sindnet-RS, visando representar os mesmos profissionais.
A criação do novo sindicato foi combatida judicialmente pelo Sindppd-RS, sindicato que atualmente representa todos os profissionais de TI do estado, em uma disputa na qual o Sindppd-RS obteve sucessivas vitórias até o momento, mas segue em aberto.
A convocação para a primeira reunião do Sindpirgs-RS é assinada por Mariovane Gottfried Weis, ex-prefeito de São Borja, município de 61 mil habitantes à quase 600 km de Porto Alegre, na fronteira com a Argentina.
Weis teve uma passagem atribulada como prefeito, na qual teve o afastamento pedido pelo Ministério Público por mau uso de verba pública, em um processo que ainda corre.
Procurado pelo Baguete Diário, o político ligado ao PDT diz ter abandonado a política e se mudado para Santa Maria, onde trabalha na área comercial de um provedor de acesso a Internet.
Weis foi presidente da Famurgs, associação de municípios do Rio Grande do Sul, o que em tese dá a ele contatos junto a um público potencial dos serviços de um provedor de Internet por rádio, por exemplo. O ex-prefeito preferiu não revelar qual é a empresa na qual está trabalhando.
“Pela minha trajetória eu tenho experiência na fundação de sindicatos e associações”, explica Weis, afirmando que região de Santa Maria tem pelo menos 10 empresas que se enquadram no perfil de funcionário que o Sindpirgs-RS pretende representar.
Weis afirma não conhecer os profissionais que tentaram fundar o Sindnet-RS, liderados por Paulo Roberto Cornutti, um empregado da Bitcom de Caxias do Sul.
Em nota publicada em seu site, o Sindppd-RS afirma que o Sindpirgs-RS é um Sindnet-RS “repaginado” e é uma fachada de “representantes dos empresários”.
O Sindnet chegou a divulgar que seria afiliado à Federação Interestadual de Trabalhadores em Tecnologia da Informação (FEITTINF), que por sua vez é ligada à Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB). As duas entidades são lideradas por Antonio Neto, presidente do poderoso sindicato paulista Sindpd.
Weis diz que não está decidido a que federação o novo sindicato, se fundado, poderá vir a se filiar. O ex-prefeito diz "enfrentar dificuldades" para reunir os 23 nomes necessários para fundar uma organização sindical. O Baguete procurou a FEITTINF, que negou estar por trás da criação do Sindpirgs-RS e disse que a discussão para a criação do Sindnet-RS continua.
A criação de novos sindicatos é parte de uma disputa maior entre “players” mais moderados e radicais no meio sindical. No caso dos funcionários dos provedores de internet, já existem sindicatos similares em São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Paraná e Minas Gerais, todos filiados à FEITTINF.
Antonio Neto lidera há duas décadas o poderoso sindicato paulista Sindpd. O sindicalista foi recomendado pelo ex-presidente Lula nas últimas eleições do sindicato paulista.
A linha da CSB é moderada com referências a uma ideologia “varguista” de “defesa dos direitos dos trabalhadores”.
O Sindpd defendeu publicamente a desoneração da folha de pagamentos da área de TI e o sindicato divulgou posicionamentos com uma lógica "business friendly", incluindo dizer que funcionários CLT eram “mais produtivos” que PJs.
A linha ideológica de Neto e do Sindpd causa urticária no Sindppd-RS, que é filiado à Conlutas, uma organização que não tem status sindical é composta por uma série de movimentos radicais de esquerda, com proeminência ideológica do PSOL e do PSTU.
Vera Guasso, presidente do Sindppd-RS, já foi candidata pelo PSTU a diversos cargos, incluindo prefeitura de Porto Alegre. Nas eleições atuais, concorre a deputada federal. A sede do Sindppd-RS chegou a ser usada para debater a estratégia dos protestos em junho na capital, com a participação de integrantes dos chamados black blocks.
Caso seja criado e efetivamente filiado à FEITTINF, além de diminuir o poder de negociação do Sindppd-RS com o Seprorgs, por diminuir sua base de filiados, o novo sindicato arrecadará contribuições sindicais que ajudarão a financiar a FEITTINF – que já tem seis sindicatos da área de TI filiados.
Hoje, o Sindppd-RS representa uma base estimada em de 20 mil empregados, dos quais cerca de mil pagam mensalidades e o restante o imposto sindical obrigatório. Fontes ouvidas pelo Baguete falam que orçamento anual do sindicato está na casa dos “milhões de reais”.

 

do ihu.unisinos.br

Um Luís Carlos Prestes com mais cara de personagem da história do que mito. Entrevista especial com Elias Thomé Saliba

Por João Vitor Santos

“Prestes não se engajou sequer na fantasia de ‘Cavaleiro da Esperança’, resignando-se a ver a política de forma muito racional, como um conjunto de águas claras, onde as ideias deveriam comandar as vontades individuais, e não o contrário”, pontua o historiador.

Foto: Wikipedia

O professor da Universidade de São Paulo – USP Elias Thomé Saliba coloca a biografia de Daniel Aarão Reis, intitulada Luís Carlos Prestes: um revolucionário entre dois mundos, como uma obra que conta a história de um personagem com suas dicotomias. Mas sem mitologizações. “Prestes foi personagem importante porque atuou como catalisador de grande parte da história brasileira no século XX”, destaca, em entrevista por e-mail à IHU On-Line. Ainda assim, nem o próprio Prestes se colocava como o mais popular, o herói revolucionário que trazia um novo ideal de vida. Para Saliba, o grande mérito de Reis está no esforço em “separar o mito do homem real”.

E Prestes era isso mesmo, um homem com todas as suas contradições. “A grandeza de Prestes esteve na sua quase infinita capacidade de resistência às dificuldades, perseguições e derrotas nas mais de cinco décadas nas quais viveu praticamente na clandestinidade. Já as contradições resultariam da sua intrínseca inabilidade em transigir com a ideologia que abraçou e, sobretudo, em questionar as diretivas políticas emanadas pelo partido em nível internacional”.

Outro destaque da obra é a reprodução da vida simples e com poucos recursos que levou. O curioso é que nem isso fez dele nascer o mito de herói em Prestes. O livro ainda traz mais demonstrações dicotômicas do comunista que, apesar de ortodoxo na defesa dos ideais, não deixava de escrever para a mãe. “Muito raro que revolucionários, antes de partir para a luta, escrevessem para a mãe, como fez Prestes, antes de engajar-se na Coluna, informando-a dos tempos difíceis que se aproximavam e lembrando que não estava fazendo mais do que aprendera com suas lições de vida”, completa.

Elias Thomé Saliba é professor de Teoria da História pela USP desde a década de 1990, especializado em História da Cultura, com ênfase no Brasil do período republicano. Atualmente desenvolve projetos na área de História cultural do humor brasileiro. Publicou ainda artigos e capítulos de livros relacionados à área de Teoria e Epistemologia da História, Metodologia e História da historiografia.

Confira a entrevista.

IHU On–Line - Quem foi Luís Carlos Prestes para você? E esse Prestes está na obra de Daniel Aarão Reis?

Elias Thomé Saliba - Prestes foi personagem importante porque atuou como catalisador de grande parte da história brasileira no século XX. A biografia escrita por Daniel Aarão Reis é muito bem escrita e bastante sensível a esta condição do personagem, esforçando-se por separar o mito do homem real. Mas, em história, nada é absolutamente definitivo. Em biografia, mais ainda: “Todo homem é dois homens. E o mais verdadeiro é sempre o outro”, definiu Jorge Luiz Borges.

IHU On-Line - Você diz que a biografia revela grandezas e contradições. Quais?

Elias Thomé Saliba - A grandeza de Prestes esteve na sua quase infinita capacidade de resistência às dificuldades, perseguições e derrotas nas mais de cinco décadas nas quais viveu praticamente na clandestinidade. Já as contradições resultariam da sua intrínseca inabilidade em transigir com a ideologia que abraçou e, sobretudo, em questionar as diretivas políticas emanadas pelo partido em nível internacional — com as quais nem sempre ele concordou, mas, na maioria das vezes, cumpriu ou fez cumprir. Impressiona também sua vida quase espartana, simples e com pouquíssimos recursos.

Durante a Coluna, ele carregava consigo o famoso Chernoviz — um manual de cura de doenças do século XIX, muito utilizado por fazendeiros escravistas em escravos doentes. Seu primeiro exílio, junto com os sobreviventes da Coluna Prestes, asilados na Bolívia, e depois na Argentina, num velho armazém de café da Calle Gallo, como representantes comerciais de vendedores de vassouras, lembra a vida daqueles heróis sacrificiais. Mas, a partir de 1927, começa a construção do mito Prestes que, como sabemos, será eficientemente manipulado pelo poder político, sobretudo após 1930.

Daniel Aarão observa que Prestes deixou-se arrastar pela onda caudalosa que o erigia em herói sem jaça. Mas será que ele se submeteu ao ritual do personalismo emotivo como aconteceu com Vargas, o paradigma do irracionalismo populista? “A sociedade incapaz de fazer uma revolução em 1930 se comprazia agora em fazer um herói revolucionário”, escreveu Neill Macaulay. Ou seja, Prestes começou a ingressar no panteão personalista da política brasileira — papel que, a rigor, ele nunca aceitou muito bem, talvez porque adivinhasse que esta era talvez uma forma de esvaziar o seu próprio inconformismo político.

“Impressiona também sua vida quase espartana, simples e com pouquíssimos recursos”

IHU On-Line - Prestes se tornou comunista num período de ascensão da ideologia. Porém, no Brasil, foi um período de muitas derrotas do comunismo. Como ele lidou com isso e encarou as derrotas?

Elias Thomé Saliba - Como mostra a biografia escrita por Daniel Aarão, Prestes sentiu o ambiente da caserna desde os 13 anos, quando ingressou no Colégio Militar. Talvez ele tenha mantido a postura meio ascética e ultradisciplinada de militar até o final. De qualquer forma, foi no exército que ele demonstrou sua inteligência e capacidade militar — um líder cujas características principais eram a franca lealdade e o otimismo persuasivo. De qualquer forma, chama a atenção a presença, na sua vida, daquilo que ele mesmo chamava de “a sua constelação feminina”. Ou seja, a presença de mulheres de personalidades fortes e desassombradas.

Muito raro que revolucionários, antes de partir para a luta, escrevessem para a mãe, como fez Prestes, antes de engajar-se na Coluna, informando-a dos tempos difíceis que se aproximavam e lembrando que não estava fazendo mais do que aprendera com suas lições de vida. De qualquer forma, Prestes engajou-se na Coluna num momento no qual as gerações mais jovens estavam angustiadas em repensar o país e alterar profundamente o status quo. Prestes encarou muitas derrotas, mas também outros personagens, como ele, passaram por inúmeras derrotas.

“No Brasil, como disse tão bem Sérgio Buarque, a política, ao fim e ao cabo, se reduz ao conflito de um personalismo contra outro personalismo. Prestes é o exemplo de um homem aferrado aos seus princípios, intransigente em quase todas as ocasiões. Já Vargas foi bem descrito por Raymundo Faoro, como um ‘chuchu sem gosto e inodoro’”

IHU On-Line - Ícone de oposição, Prestes aparece muitas vezes, inclusive na obra de Aarão Reis, como antítese de Getúlio Vargas. Por quê?

Elias Thomé Saliba - Primeiro, porque o inconsciente coletivo no Brasil quase sempre reduz a compreensão dos conflitos ideológicos ou políticos aos personagens e aos seus perfis — reais ou mitologizados. Porque no Brasil, como disse tão bem Sérgio Buarque, a política, ao fim e ao cabo, se reduz ao conflito de um personalismo contra outro personalismo. Prestes é o exemplo de um homem aferrado aos seus princípios, intransigente em quase todas as ocasiões. Já Vargas foi bem descrito por Raymundo Faoro, como um “chuchu sem gosto e inodoro, que assume o sabor do molho com que o condimentam: ele protela, procrastina, transfere, demora, adia, prorroga esperando ninguém sabe o quê. Bem que ele sabia o que esperava”.

Descrito frequentemente como caudilho com vocação autoritária, Vargas acabou por exercer, na maioria das “horas difíceis”, um papel conciliador. Visto como político de perfil provinciano, transmutou-se no mais centralizador dos governantes brasileiros. Genericamente considerado um nacionalista, adotou a defesa da propalada soberania nacional apenas por razões táticas e pontuais, num confuso cenário internacional, sem chegar a confrontos ou rupturas profundas. Até hoje, seus inúmeros intérpretes patinam diante de figura tão escorregadia, tão avessa às categorizações conceituais. Vargas transformou-se, é certo que com a imensa ajuda dos seus órgãos de propaganda, no “nosso querido baixinho”. Usamos de diminutivos para quebrar hierarquias e tornar tudo próximo, uma forma emocional de sublimar as enormes distâncias sociais e de transfigurar a política numa ética emocional. Mais ainda do que a figura do “pai dos pobres”, de toques visivelmente demagógicos, este é o Vargas que vingou e ficou nos sedimentos mais profundos da memória coletiva. E a vinculação de sua figura ao tema da morte redentora, tão bem expresso na famosa carta-testamento, apenas reforçou a associação com o mito fundador do cristianismo. A este respeito, não custa lembrar que até no famoso cordel de Rodolfo Cavalcanti, é Jesus em pessoa que surge para julgar o baixinho, abrindo-lhe as portas do céu — e quase que dizendo: “É aqui, e só aqui, que tudo resultará certo e justo para seu povo”.
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"Muito raro que revolucionários, antes de partir para a luta, escrevessem para a mãe, como fez Prestes, antes de engajar-se na Coluna, informando-a dos tempos difíceis que se aproximavam e lembrando que não estava fazendo mais do que aprendera com suas lições de vida"

Prestes esteve, tanto quanto possível, longe disso. Acho que Prestes não se engajou sequer na fantasia de “Cavaleiro da Esperança”, resignando-se a ver a política de forma muito racional, como um conjunto de águas claras, onde as ideias deveriam comandar as vontades individuais, e não o contrário. Não tenho certeza, mas acho que Prestes, como a maioria dos comunistas brasileiros (O Barão de Itararé foi a grande exceção, claro — mas para mim Aparício foi mais groucho-marxista do que comunista), não ria muito. E isto me parece bastante revelador.

 

Governo e CPERS instalam mesa de negociação

a unica assessoria que tem mandado é esta(olides

Governo e CPERS Sindicato estiveram reunidos, na manhã desta quinta-feira (22), pela terceira vez desde o início desta gestão. O encontro instalou oficialmente o que o sindicato classifica como mesa de negociação, e serviu para que fossem tratados temas como o pagamento do piso nacional do magistério e a nomeação de professores aprovados em concurso público.

Participaram da reunião o governador José Ivo Sartori, o secretário da Educação Vieira da Cunha, a presidente do CPERS, Helenir Oliveira e outros representantes do sindicato.

“A postura, tanto do sindicato, quanto do governo, é de diálogo e construção, e isso é muito importante. É um ambiente propício para que encontremos juntos uma saída para os impasses que se apresentam, como o pagamento do piso”, avaliou o secretário Vieira da Cunha.

Sobre a questão salarial, Vieira voltou a afirmar que os cofres do Estado não suportam o impacto financeiro que o pagamento do piso resultaria, e frisou a importância do auxílio da União.

“Nós achamos que o professor precisa ser bem remunerado e concordamos com o aumento real de vencimentos dos professores, mas precisamos encontrar fonte de financiamento para esta obrigação legal. O governo Sartori quer cumprir a lei, mas precisa do apoio e da parceria do governo federal”, afirmou Vieira.

O tema, inclusive, já foi tratado pelo secretário com o ministro da Educação, durante reunião no início do mês em Brasília.

“Na primeira reunião que nós tivemos com o ministro Cid Gomes, todos os secretários de Estado da Educação disseram que o repasse de verbas federais para o pagamento do piso nacional do magistério é fundamental para que cumprir a lei. O ministro, que recém estava assumindo o cargo, disse que recebia essa nossa reivindicação como um pleito, que ele iria estudar, e dar oportunamente um retorno. Este assunto já está pautado com o governo federal”, disse o secretário.

Sobre os itens que não possuem repercussão financeira, Vieira e o governador Sartori manifestaram concordância total, principalmente na questão da nomeação de professores aprovados em concurso. Já os pedidos que precisam ser avaliados pela Secretaria da Fazenda, serão analisados nos próximos dias.

“Amanhã mesmo farei uma reunião com o secretário da Fazenda, Giovani Feltes, para avaliarmos o impacto financeiro das reivindicações (como o fim do estorno do vale-refeição) que serão objeto de estudo por parte da área fazendária. Assim que nós tivermos este estudo, daremos retorno ao CPERS Sindicato”, informa Vieira.

A presidente do CPERS, Helenir Oliveira, se disse satisfeita ao sair da reunião.

“A partir de hoje, foi formada a mesa de negociação. Foi positiva a reafirmação da nomeação de concursados, inclusive com a palavra do secretário, dizendo que isto é cumprir a constituição e isso nos deixou muito satisfeitos”, avaliou.

 

Pré-matrícula deve ser feita de 23 a 30 de janeiro

O período de pré-matrícula e confirmação de matrícula nas escolas estaduais para os candidatos que realizaram a inscrição online, de 5 a 13 de janeiro, começa nesta sexta-feira (23) e vai até a sexta-feira da próxima semana (30). Deverão ser preenchidos os dados da pré-matrícula no site da Secretaria Estadual da Educação (www.educacao.rs.gov.br) ou na escola de designação.

Esta etapa das matrículas 2014/2015 é destinada aos estudantes que pediram transferência do Ensino Fundamental, aos retardatários do 1º ano do Ensino Fundamental e Médio Politécnico.
O candidato que deseja transferência dentro do Ensino Médio Politécnico (2º e 3º ano), do magistério (2º e 3º ano), Educação Profissional Integrada ao Ensino Médio (2º e 3º ano), Educação Infantil e Educação de Jovens e Adultos (EJA) deve dirigir-se diretamente à escola.

Na pré-matrícula online, o estudante deve utilizar os mesmos dados informados no momento da inscrição. Não devem ser usadas palavras acentuadas, nem ç. Após realizar esta etapa, a documentação deve ser entregue na escola.

Importante: No período de 23 a 30 de janeiro é imprescindível que seja realizada ao menos a pré-matrícula online, pois ela garante a vaga do estudante até o início do ano letivo, em 26 de fevereiro.

 

de Serafina

SERAFINA EM MOVIMENTO

O Gabinete da Primeira Dama, juntamente com as academias, escolas, entidades e associações, estarão promovendo o evento “Serafina em Movimento”, que acontecerá no dia 07 de Março de 2015, no Ginásio Municipal Irceu Antônio Gasparin, em comemoração ao Dia da Mulher e o Lançamento do Curso de Design de Artesanato da Atuaserra. Será um evento onde os Serafinenses irão interagir com os profissionais em tempo integral, usufruindo de informações, diversão e entretenimento. O “Serafina em Movimento” tem por objetivo primordial cuidar da saúde física e emocional. Em breve mais informações. Acompanhe através do site www.serafinacorrea.rs.gov.br. Participe!

 

Vice-Prefeito Francisco Bernardo Mezzomo assume o Executivo Serafinense

Ao entardecer, do dia 21 de janeiro de 2014, foi realizada a Cerimônia de Transmissão de Cargo, onde o então Prefeito Ademir Antonio Presotto passa o Cargo de Prefeito ao Vice-Prefeito Francisco Bernardo Mezzomo, que responderá como Vice-Prefeito em Exercício, no Cargo de Prefeito Municipal, no período de 22 de Janeiro até 05 de
Fevereiro , sendo que o Senhor Ademir estará em período de férias.
Ademir Presotto, já licenciado, demonstrou todo seu respeito e confiança para com o Vice-Prefeito e ressaltou a todos os presentes:“Tenho certeza que o Chico saberá muito bem conduzir o
Município durante minha ausência”.

Ao assumir o Cargo de Prefeito, Francisco Bernardo Mezzomo, enfatizou que enquanto estiver à frente do Executivo dará continuidade aos trabalhos em andamento, e que, segundo ele, é realizado com muita competência. Ainda, os presentes, desejaram ao Senhor Ademir que descanse neste período que estará de férias e que retorne em breve, para juntos, seguirem neste ano que será de muito trabalho, e ao então Prefeito Francisco Bernardo Mezzomo, todos os servidores demonstraram satisfação e se colocaram a inteira disposição do Prefeito.


22 de janeiro
de 2015

GUAIBA COBRINDO O ATLANTICO SUL

Lauro quadros participou das primeiras jornadas da Guaíba cobrindo o litoral nos anos 60.

- Era era da região e o Flávio que criou o programa pra combater o da farroupilha me colocou lá, me contou Lauro hoje de manhã, antes de regressar a Ccanoa, onde veraneia todo ano.

* ele está em porto alegre porque veio trazer o neto argentino, de sua filha que mora em BA.

* o guri veio passar férias com a filha e os avós.

* Lauro me disse que o programa da guaíba sobre praias era sobre o tempo, mas também tinha jornalismo:

- uma vez caiu um teco-teco na praia e tinha 13 mortos. Eu fui lá no IML da praia e vi até uma moça lá com o pescoço decepado pela queda, referiu ele.

A cobertura de praia da guaíba aconteceu porque a Farroupilha, rival da rádio de breno, tinha grande penetração com o farroupilhando chamando o atlantico sul.

- eles tinham dois repórteres que faziam a colheita das noticias lá. o elodio e o sadi, diz lauro não lembrando do sobrenomo dos mesmos.

- po, reclama, faz 50 anos.

Isto tudo se deu nos anos 60.

o programa da tarde ia ao ar depois do correspondente renner, e ficava 40 minutos no ar.

- eu dirigia uma rural que a copagra tinha dado em troca de anúncios . recolhia os noticiosos, os recados. iamos de torres a quintão me contou lauro.

- dirigia a rural e depois falava no microfone.

Lauro era ajudado pela esposa que entendia de carburador.

- quando estragava o da rural,era ela que consertava, porque ia junto nas v iagens.

Primeiro eles se hospedavam num hotel de tramandai - não era o beira-mar,ainda - um outro e depois é que foram pro Bassani de capão da canoa.

- o transmissor foi colocado em imbé, na casa do PAULO MILANO, filho do plinio milano, . o paulo era genro cunhado do breno caldas, porque era casado com a ruth, irmã do dono da guaíba.

e de-lhe competição com a farroupilha, porque o flávio cobrava muito dos seus subordinados. era um cão de guarda do patrão.

enquantyo dá suas derradeiras caminhadas pela pracinha da encol, hoje um aposentado de 75 anos, o filho de arroio da conceição, hoje municipio de osório, fiz que não quer escrever livro d ememórias.

- não tenho saco, acentua.

por enquanto está apenas levando sua vida de férias. o programa foi desativado na gaúcha.

nem ele toca muito neste assunto.

mas na pracinha da encol, poucos o assediam atulamente. sabem que se aposentou.(olides canton)

 

MOTORIAS NÃO FARÃO GREVE.

PELO QUE FALEI HJ COM MOTORAS NÃO HAVERÁ GREVE DE BUSUN NESTE ANO.


passageiros aghuardam nas paradas de onibus ..;;;não vai ter greve este ano felizmente.

 

COMO NASCEU O PAU DE SELFIE, A COQUELUCHE DESTE VERÃO NOS CENTROS MAIS DESCOLADOS

nao sei se alguém patentou este pau de selfie aí...todo caso, se alguém o fez, ficou rico. mas os camelôs tão vendendo por ai. agora cá pra nóis, é de u mau gosto atroz.

ai vai a cronologia do invento

1926

Arnold hoggs ,um ingles,pos sua camara na frente de um pau de vassoura, chamou a mulher Helen para perto,acionou o disparador automático, e tirou a primeira selfie da História. Ninguém ficou sabendo. of ato foi encontrado pelo neto em 2014.

1995

o acess´porio é criado no japão e logo esquecido está no livro ' invenções japonesas inúteis"

2006

o canadense Wayne Fromm apresenta a uma rede de lojas os states sua invenção: o Quikpood, bastão extensível para fazer autoretratos. Num mundo pré-IPhone,os americanos não se interessam. o produto só estoura anos depois.

2010

a Cãmara GoPro destinada a praticantes de esportes radicais ganha seu bastão o GoPole, criado pros aventureiros registrarem suas façanhas.

2011

Hastes para selfies com celulares surgem na Asia. O americano Noah Rasheta volta delá inspirado e lança nos sates um gadget semelhante. seu produto logo é copiado em todo país, mas as vendas não decolam.

2014

preços baixos fazem do pau de selfie mania no mundo.torna-se o presente favorito do Natal e hit em viagens de fim de ano. vira coqueluche.

2015

* o treco toma conta do rio. e de outras praias chiques. mariana kalil tira sarro em seublog que ela não usa pau de selfie em punta. e aos poucos o seu uso vai sendo controlado em alguns países.

( invenções sempre tem um longo caminho. geralmente não dão certo de saída)

chupei parte desta pesquia da revista do globo(olides)

 

Terlera

é chato anunciar a agonia do terlera mas pra mim foi o maior repórter politico que conheci.(olides)então é noticia.

 

Protesto

roubaram a carta testamento da pr. da alfandega...jorge papirus hebreu protesta veementemente!!!!!!

mais protesto contra o roubo da carta testamento na pr. da alfandega!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 

Máfia

lendo o imprensa livre rs do ricardo chego a conclusão que a mafia italiana é fichinha perto desta gente....

 

PETISTA BOM BURGES...

O REKERN DEVE ESTAR EM LAGUMA PRAIA COMO UM BOM BURGUES PETISTA. NÃO MANDOU MAIS NADA PRA CÁ...

* OU ENTÃO TÁ COM MEDO DO CERVERÓ....

 

Radar

as duas são da ' radar' do prédio, a faxineira que sabe tudo ' lo que se passa...'..é uma zero hora do quarteirão.

 

Cinema

voltou o clube de cinema. neste ultimo findi teve sessão. os veinhos tão de volta!

 

magro chapadão...

tava saindo da feira agora ali do lado do olimpico e vi um garoto parada numa parada, mas que eu nunca vi onibus que parava lá. fica em frente a rotula do papa.

perguntei ao gajo que teimava uma ' larica"(fim do baseado)

- o onibus para aqui???

- o cara deu uma tragada no baseado dele, olhou e me agradecu.

- sabe que não me disse, vou lá pra parada mesmo.

tava tão desligado que nem se deu conta que aquilo não era uma parada de onbius.

 

Colocando as coisas no lugar II

recebo do leitor assiduo. acho que o único deste blog.

Enviada: Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2015 12:45
Para: olidescanton@bol.com.br

O missivista esclarece: por ter trabalhado na ZH/RBS, por isso mesmo, jamais afirmaria q ela é uma boa empresa. Tanto q tratou de saltar fora do barco logo q pode. Ñ aguentou o cheiro de esgoto. E qdo houve oportunidade, ñ quis para lá voltar.

 

Colocando as coisas no ligar III

do mesmo leitor.

RP - roni paganella

Enviada: Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2015 12:51
Para: olidescanton@bol.com.br

O RP nunca foi hospitalizado na Beneficência Portuguesa! Ele foi direto para o Cristo Redentor, q era um hospital de primeiro mundo na época!

 

Colocando as coisas no lugar V

de um leitor!

Enviada: Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2015 13:15
Para: olidescanton@bol.com.br

Como é q o RP ia ficar "atirado" se ele foi recebido como herói, mártir do jornalismo, com o Galdino fazendo cobertura desde qdo o avião estava vindo para PoA?
Olha a coleção da ZH da época.

 

Em tempo

de um leitor assiduo!

Enviada: Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2015 Para: olidescanton@bol.com.br

Deixa os moribundos morrerem em paz. Tende misericórdia.

 

do ihu.unisinos.br

Belo Monte: a anatomia de um etnocídio

Quando alguém passa num concurso do Ministério Público Federal, costuma estrear no que se considera os piores postos, aqueles para onde os procuradores em geral não levam a família e saem na primeira oportunidade. Um destes que são descritos como um “inferno na Terra” nos corredores da instituição é Altamira, no Pará, uma coleção de conflitos amazônicos à beira do monumental rio Xingu. Em 2012, Thais Santi – nascida em São Bernardo do Campo e criada em Curitiba, com breve passagem por Brasília nos primeiros anos de vida – foi despachada para Altamira. Ao ver o nome da cidade, ela sorriu. Estava tão encantada com a possibilidade de atuar na região que, no meio do curso de formação, pegou um avião e foi garantir apartamento, já que as obras da hidrelétrica de Belo Monte tinham inflacionado o mercado e sumido com as poucas opções existentes. Thais iniciava ali a sua inscrição na tradição dos grandes procuradores da República que atuaram na Amazônia e fizeram História.

A reportagem é de Eliane Brum, escritora, repórter e documentarista, publicada pelo jornal El País, 01-12-2014.

Ela já teve a oportunidade de deixar Altamira três vezes, a primeira antes mesmo de chegar lá. Recusou todas. Junto com outros procuradores do MPF, Thais Santi está escrevendo a narrativa de Belo Monte. Ou melhor: a narrativa de como a mais controversa obra do PAC, o Programa de Aceleração do Crescimento dos governos Lula-Dilma, um empreendimento com custo em torno de R$ 30 bilhões, poderá ser julgada pela História como uma operação em que a Lei foi suspensa. E também como o símbolo da mistura explosiva entre o público e o privado, dada pela confusão sobre o que é o Estado e o que é a Norte Energia S.A., a empresa que ganhou o polêmico leilão da hidrelétrica. Fascinante do ponto de vista teórico, uma catástrofe na concretude da vida humana e de um dos patrimônios estratégicos para o futuro do planeta, a floresta amazônica.

A jovem procuradora, hoje com 36 anos, conta que levou quase um ano para ver e compreender o que viu – e outro ano para saber o que fazer diante da enormidade do que viu e compreendeu. Ela se prepara agora para entrar com uma ação denunciando que Belo Monte, antes mesmo de sua conclusão, já causou o pior: um etnocídio indígena.

Nesta entrevista, Thais Santi revela a anatomia de Belo Monte. Desvelamos o ovo da serpente junto com ela.

Ao acompanhar seu olhar e suas descobertas, roçamos as franjas de uma obra que ainda precisa ser desnudada em todo o seu significado, uma operação que talvez seja o símbolo do momento histórico vivido pelo Brasil. Compreendemos também por que a maioria dos brasileiros prefere se omitir do debate sobre a intervenção nos rios da Amazônia, assumindo como natural a destruição da floresta e a morte cultural de povos inteiros, apenas porque são diferentes. O testemunho da procuradora ganha ainda uma outra dimensão no momento em que o atual governo, reeleito para mais um mandato, já viola os direitos indígenas previstos na Constituição para implantar usinas em mais uma bacia hidrográfica da Amazônia, desta vez a do Tapajós.

Thais Santi, que antes de se tornar procuradora da República era professora universitária de filosofia do Direito, descobriu em Belo Monte a expressão concreta, prática, do que estudou na obra da filósofa alemã Hannah Arendt sobre os totalitarismos. O que ela chama de “um mundo em que tudo é possível”. Um mundo aterrorizante em que, à margem da legalidade, Belo Monte vai se tornando um fato consumado. E a morte cultural dos indígenas é naturalizada por parte dos brasileiros como foi o genocídio judeu por parte da sociedade alemã.

A entrevista a seguir foi feita em duas etapas. As primeiras três horas no gabinete da procuradora no prédio do Ministério Público Federal de Altamira. Sua sala é decorada com peças de artesanato trazidas de suas andanças por aldeias indígenas e reservas extrativistas. Na mesa, vários livros sobre a temática de sua atuação: índios e populações tradicionais. Entre eles, autores como os antropólogos Eduardo Viveiros de Castro e Manuela Carneiro da Cunha.

A sala é cheirosa, porque as funcionárias do MPF costumam tratar Thais com mimos. Carismática, ela costuma produzir esse efeito nas pessoas ao redor. Dias antes da entrevista, participou da comemoração dos 10 anos da Reserva Extrativista Riozinho do Anfrísio, na Terra do Meio. Thais dormiu numa rede na porta do posto de saúde que sua ação ajudou a implantar, a alguns metros de onde acontecia um forró que durou a noite inteira. O sono era interrompido ora por casais mais animados em sua ênfase amorosa, ora por um atendimento de emergência no posto de saúde. Impassível, Thais acordou no dia seguinte parecendo tão encantada com todos, como todos com ela. “Noite interessante”, limitou-se a comentar.

A entrevista é interrompida pela chegada afetuosa de uma funcionária trazendo primeiro café e água, depois peras. É bastante notável, nas respostas de Thais, o conhecimento teórico e a consistência de seus argumentos jurídicos. Embora visivelmente apaixonada pelo que faz, em sua atuação ela se destaca por ser conceitualmente rigorosa e cerebral. Mas, na medida em que Thais vai explicando Belo Monte, sua voz vai ganhando um tom indignado. “Como ousam?”, ela às vezes esboça, referindo-se ou à Norte Energia ou ao governo. Como ao contar que, ao votar na última eleição, deparou-se com uma escola com paredes de contêiner, piso de chão batido, as janelas de ferro enferrujado, as pontas para fora, a porta sem pintura, nenhum espaço de recreação e nem sequer uma árvore em plena Amazônia. Uma escola construída para não durar, quando o que deveria ter sido feito era ampliar o acesso à educação na região de impacto da hidrelétrica.

A segunda parte da entrevista, outras três horas, foi feita por Skype. Reservada na sua vida pessoal, quando Thais deixa escapar alguma informação sobre seu cotidiano, suas relações e seus gostos, de imediato pede off.

“Não tenho nem Facebook”, justifica-se. Dela me limito a dizer que acorda por volta das 5h30 da manhã, que faz yoga e que todo dia vai admirar o Xingu. Em seu celular, há uma sequência de fotos do rio. Uma a cada dia.

Eis a entrevista.

A senhora chegou em Altamira no processo de implantação de Belo Monte. O que encontrou?

Encontrei aqui a continuação do que eu estudei no meu mestrado a partir da (filósofa alemã) Hannah Arendt. Belo Monte é o caso perfeito para se estudar o mundo em que tudo é possível. A Hannah Arendt lia os estados totalitários. Ela lia o mundo do genocídio judeu. E eu acho que é possível ler Belo Monte da mesma maneira.

O que significa um mundo em que tudo é possível?

Existem duas compreensões de Belo Monte. De um lado você tem uma opção governamental, uma opção política do governo por construir grandes empreendimentos, enormes, brutais, na Amazônia. Uma opção do governo por usar os rios amazônicos, o recurso mais precioso, aquele que estará escasso no futuro, para produzir energia. Essa opção pode ser questionada pela academia, pela população, pelos movimentos sociais.

Mas é uma opção que se sustenta na legitimidade do governo. Podemos discutir longamente sobre se essa legitimidade se constrói a partir do medo, a partir de um falso debate. Quanto a esta escolha, existe um espaço político de discussão. Mas, de qualquer maneira, ela se sustenta na legitimidade. Pelo apoio popular, pelo suposto apoio democrático que esse governo tem, embora tenha sido reeleito com uma diferença muito pequena de votos. Agora, uma vez adotada essa política, feita essa escolha governamental, o respeito à Lei não é mais uma opção do governo. O que aconteceu e está acontecendo em Belo Monte é que, feita a escolha governamental, que já é questionável, o caminho para se implementar essa opção é trilhado pelo governo como se também fosse uma escolha, como se o governo pudesse optar entre respeitar ou não as regras do licenciamento. Isso é brutal.

O Ministério Público Federal já entrou com 22 ações nesse sentido. Por que a Justiça Federal não barra essa sequência de ilegalidades?

Lembro que, quando eu trabalhava com meus alunos, discutíamos que há um conflito entre dois discursos. De um lado, há um discurso fundado na Lei, preso à Lei, e do outro lado o discurso de um Direito mais flexível, mais volátil, em que o operador tem a possibilidade de às vezes não aplicar a Lei. Eu dizia a eles que esses discursos têm de estar equilibrados, nem para o extremo de um legalismo completo, nem para o outro, a ponto de o Direito perder a função, de a Lei perder a função.

Hoje, se eu desse aula, Belo Monte é o exemplo perfeito. Perfeito. Eu nunca imaginei que eu viria para o Pará, para Altamira, e encontraria aqui o exemplo perfeito. Por quê? Quando eu peço para o juiz aplicar regra, digo a ele que essa regra sustenta a anuência e a autorização para a obra e que, se a regra não foi cumprida, o empreendimento não tem sustentação jurídica. E o juiz me diz: “Eu não posso interferir nas opções governamentais” ou “Eu não posso interferir nas escolhas políticas”. É isso o que os juízes têm dito. Portanto, ele está falando da Belo Monte da legitimidade e não da Belo Monte que se sustenta na legalidade. Assim, Belo Monte é o extremo de um Direito flexível. É o mundo em que a obra se sustenta nela mesma. Porque a defesa do empreendedor é: o quanto já foi gasto, o tanto de trabalhadores que não podem perder o emprego.

Mas, isso tudo não é Direito, isso tudo é Fato. A gente se depara com a realidade de uma obra que caminha, a cada dia com mais força, se autoalimentando. A sustentação de Belo Monte não é jurídica. É no Fato, que a cada dia se consuma mais. O mundo do tudo é possível é um mundo aterrorizante, em que o Direito não põe limite. O mundo do tudo possível é Belo Monte.

E como a senhora chegou a essa conclusão?

Eu levei quase um ano para entender o que estava acontecendo com os indígenas no processo de Belo Monte. Só fui entender quando compreendi o que era o Plano Emergencial de Belo Monte. Eu cheguei em Altamira em julho de 2012 e fui para uma aldeia dos Arara em março, quase abril, de 2013. Eu sabia que lideranças indígenas pegavam a gasolina que ganhavam aqui e vendiam ali, trocavam por bebida, isso eu já sabia. Mas só fui sentir o impacto de Belo Monte numa aldeia que fica a quase 300 quilômetros daqui. Brutal. Só compreendi quando fui até as aldeias, porque isso não se compreende recebendo as lideranças indígenas no gabinete. Eu vi.

O que a senhora viu?

O Plano Emergencial tinha como objetivo criar programas específicos para cada etnia, para que os indígenas estivessem fortalecidos na relação com Belo Monte. A ideia é que os índios se empoderassem, para não ficar vulneráveis diante do empreendimento. E posso falar com toda a tranquilidade: houve um desvio de recursos nesse Plano Emergencial. Eu vi os índios fazendo fila num balcão da Norte Energia, um balcão imaginário, quando no plano estava dito que eles deveriam permanecer nas aldeias. Comecei a perceber o que estava acontecendo quando fiz essa visita à terra indígena de Cachoeira Seca e conheci os Arara, um grupo de recente contato. E foi um choque. Eu vi a quantidade de lixo que tinha naquela aldeia, eu vi as casas destruídas, com os telhados furados, chovendo dentro. E eles dormiam ali. As índias, na beira do rio, as crianças, as meninas, totalmente vulneráveis diante do pescador que passava.

Quando Belo Monte começou, esse povo de recente contato ficou sem chefe do posto. Então, os índios não só se depararam com Belo Monte, como eles estavam sem a Funai dentro da aldeia. De um dia para o outro ficaram sozinhos. Os Arara estavam revoltados, porque eles tinham pedido 60 bolas de futebol, e só tinham recebido uma. Eles tinham pedido colchão boxe para colocar naquelas casas que estavam com telhado furado e eles não conseguiram. Esse grupo de recente contato estava comendo bolachas e tomando refrigerantes, estava com problemas de diabetes e hipertensão.

Mas o meu impacto mais brutal foi quando eu estava tentando fazer uma reunião com os Arara, e uma senhora, talvez das mais antigas, me trouxe uma batata-doce para eu comer. Na verdade, era uma mini batata-doce. Parecia um feijão. Eu a peguei, olhei para a menina da Funai, e ela falou: “É só isso que eles têm plantado. Eles não têm nada além disso”. Esse era o grau de atropelo e de desestruturação que aquele plano tinha gerado. Era estarrecedor.

Qual era a cena?

Era como se fosse um pós-guerra, um holocausto. Os índios não se mexiam. Ficavam parados, esperando, querendo bolacha, pedindo comida, pedindo para construir as casas. Não existia mais medicina tradicional. Eles ficavam pedindo. E eles não conversavam mais entre si, não se reuniam. O único momento em que eles se reuniam era à noite para assistir à novela numa TV de plasma. Então foi brutal. E o lixo na aldeia, a quantidade de lixo era impressionante. Era cabeça de boneca, carrinho de brinquedo jogado, pacote de bolacha, garrafa pet de refrigerante.

Isso foi o que eles ganharam da Norte Energia?

Tudo o que eles tinham recebido do Plano Emergencial.

Era esse o Plano Emergencial, o que deveria fortalecer os indígenas para que pudessem resistir ao impacto de Belo Monte?

Tudo o que eles tinham recebido do Plano Emergencial. O Plano Emergencial gerou uma dependência absoluta do empreendedor. Absoluta. E o empreendedor se posicionou nesse processo como provedor universal de bens infinitos, o que só seria tolhido se a Funai dissesse não. A Norte Energia criou essa dependência, e isso foi proposital. E se somou à incapacidade da Funai de estar presente, porque o órgão deveria ter sido fortalecido para esse processo e, em vez disso, se enfraqueceu cada vez mais. Os índios desacreditavam da Funai e criavam uma dependência do empreendedor. Virou um assistencialismo.

Como a senhora voltou dessa experiência?

Eu dizia: “Gente, o que é isso? E o que fazer?”. Eu estava com a perspectiva de ir embora de Altamira, mas me dei conta que, se fosse, o próximo procurador ia demorar mais um ano para entender o que acontecia. Então fiquei.

E o que a senhora fez?

Eu não sabia entender o que estava acontecendo. Pedi apoio na 6ª Câmara (do Ministério Público Federal, que atua com povos indígenas e populações tradicionais), e fizemos uma reunião em Brasília. Chamamos os antropólogos que tinham participado do processo de Belo Monte na época de elaboração do EIA (Estudo de Impacto Ambiental), para que pudessem falar sobre como esses índios viviam antes, porque eu só sei como eles vivem hoje.

Um antropólogo que trabalha com os Araweté contou como esse grupo via Belo Monte e não teve ninguém sem nó na garganta. Os Araweté receberam muitos barcos, mas muitos mesmo. O Plano Emergencial foi isso. Ganharam um monte de voadeiras (o barco a motor mais rápido da Amazônia), e eles continuavam fazendo canoas. Para os Araweté eles teriam de sobreviver naqueles barcos, esta era a sua visão do fim do mundo. E até agora eles não sabem o que é Belo Monte, ainda acham que vai alagar suas aldeias.

A Norte Energia é um provedor de bens que eles não sabem para que serve. Outra antropóloga contou que estava nos Araweté quando o Plano Emergencial chegou. Todas as aldeias mandavam suas listas, pedindo o que elas queriam, e os Araweté não tinham feito isso, porque não havia coisas que eles quisessem. Eles ficavam confusos, porque podiam querer tudo, mas não sabiam o que querer. E aí as coisas começaram a chegar. Houve até um cacique Xikrin que contou para mim como foi. Ligaram para ele de Altamira dizendo: “Pode pedir tudo o que você quiser”. Ele respondeu: “Como assim? Tudo o que me der na telha?”. E a resposta foi: “Tudo”. O cacique contou que pediram tudo, mas não estavam acreditando que iriam receber. De repente, chegou. Ele fazia gestos largos ao contar: “Chegou aquele mooonte de quinquilharias”. Tonéis de refrigerante, açúcar em quantidade. Foi assim que aconteceu. Este era o Plano Emergencial.

E o que aconteceu com os índios depois dessa intervenção?

As aldeias se fragmentaram. Primeiro, você coloca na mão de uma liderança, que não foi preparada para isso, o poder de dividir recursos com a comunidade. A casa do cacique com uma TV de plasma, as lideranças se deslegitimando perante a comunidade. Ganhava uma voadeira que valia 30, vendia por oito. Fora o mercado negro que se criou em Altamira com as próprias empresas. O índio ficou com dinheiro na mão e trocou por bebida. O alcoolismo, que já era um problema em muitas aldeias, que era algo para se precaver, aumentou muito. Acabou iniciando um conflito de índios com índios, e aumentando o preconceito na cidade entre os não índios. O pescador, para conseguir uma voadeira, precisa trabalhar muito. E a comunidade passou a ver o índio andando de carro zero, de caminhonetes caríssimas, bebendo, houve casos de acidentes de trânsito e atropelamento. Então, como é possível? Acho que nem se a gente se sentasse para fazer exatamente isso conseguiria obter um efeito tão contrário. Os índios se enfraqueceram, se fragmentaram socialmente, a capacidade produtiva deles chegou a zero, os conflitos e o preconceito aumentaram.

A senhora acha que essa condução do processo, por parte da Norte Energia, com a omissão do governo, foi proposital?

Um dos antropólogos da 6ª Câmara tem uma conclusão muito interessante. No contexto de Belo Monte, o Plano Emergencial foi estratégico para silenciar os únicos que tinham voz e visibilidade: os indígenas. Porque houve um processo de silenciamento da sociedade civil. Tenho muito respeito pelos movimentos sociais de Altamira. Eles são uma marca que faz Altamira única e Belo Monte um caso paradigmático.

Mas hoje os movimentos sociais não podem nem se aproximar do canteiro de Belo Monte. Há uma ordem judicial para não chegar perto. Naquele momento, os indígenas surgiram como talvez a única voz que ainda tinha condição de ser ouvida e que tinha alguma possibilidade de interferência, já que qualquer não índio receberia ordem de prisão. E o Plano Emergencial foi uma maneira de silenciar essa voz. A cada momento que os indígenas vinham se manifestar contra Belo Monte, com ocupação de canteiro, essa organização era, de maneira muito rápida, desconstituída pela prática de oferecer para as lideranças uma série de benefícios e de bens de consumo. Porque os indígenas têm uma visibilidade que a sociedade civil não consegue ter. Vou dar um exemplo.

Houve uma ocupação em que os pescadores ficaram 40 dias no rio, na frente do canteiro, debaixo de chuva, e não tiveram uma resposta. Aquele sofrimento passava despercebido. E de repente os indígenas resolvem apoiar a reivindicação dos pescadores, trazendo as suas demandas também. E, de um dia para o outro, a imprensa apareceu. Os indígenas eram a voz que ainda poderia ser ouvida e foram silenciados.

Com as listas de voadeiras, TV de plasma, bolachas, Coca-Cola?

No caso das ocupações de canteiro não eram nem as listas. No caso da ocupação que aconteceu em 2012, até hoje eu não entendo qual é o lastro legal que justificou o acordo feito. As lideranças saíram da ocupação e vieram para Altamira, onde negociaram a portas fechadas com a Norte Energia. Cada uma voltou com um carro, com uma caminhonete. E isso também para aldeias que sequer têm acesso por via terrestre. Então eu acho que não tem como entender o Plano Emergencial sem dizer que foi um empreendimento estratégico no sentido de afastar o agente que tinha capacidade de organização e condições de ser ouvido. É preciso deixar clara essa marca do Plano Emergencial de silenciar os indígenas.

O que é Belo Monte para os povos indígenas do Xingu?

Um etnocício. Essa é a conclusão a que cheguei com o Inquérito Civil que investigou o Plano Emergencial. Belo Monte é um etnocídio num mundo em que tudo é possível.

E o Ministério Público Federal vai levar à Justiça o etnocídio indígena perpetrado por Belo Monte?

Certamente. É necessário reavaliar a viabilidade da usina no contexto gerado pelo Plano Emergencial e pelas condicionantes não cumpridas.

A ditadura militar massacrou vários povos indígenas, na década de 70 do século XX, para tirá-los do caminho de obras megalômanas, como a Transamazônica. Aquilo que a História chama de “os elefantes brancos da ditadura”. Agora, como é possível acontecer um etnocídio em pleno século XXI e na democracia? Por que não se consegue fazer com que a lei se aplique em Belo Monte?

Eu virei uma leitora dos Estudos de Impacto Ambiental (EIAs). E os estudos mostraram uma região historicamente negligenciada pelo Estado, com povos indígenas extremamente vulneráveis por conta de abertura de estradas e de povoamentos. Então, Belo Monte não iria se instalar num mundo perfeito, mas num mundo de conflitos agrários, na região em que foi assassinada a Irmã Dorothy Stang, com povos indígenas violentados pela política estatal e com diagnóstico de vulnerabilidade crescente. É isso o que os estudos dizem.

O diagnóstico, então, mostra que Belo Monte seria um acelerador, Belo Monte aceleraria esse processo a um ritmo insuportável e os indígenas não poderiam mais se adaptar. Ou seja, Belo Monte foi diagnosticado para os indígenas como uma obra de altíssimo risco. Isso no EIA. Não é de alto impacto, é de altíssimo risco à sua sobrevivência étnica. Com base nesse diagnóstico, os estudos indicam uma série de medidas mitigatórias indispensáveis para a viabilidade de Belo Monte. A Funai avaliou esses estudos, fez um parecer e falou a mesma coisa: Belo Monte é viável desde que aquelas condições sejam implementadas.

E o que aconteceu?

Para explicar, precisamos falar daquela que talvez seja a questão mais grave de Belo Monte. Para Belo Monte se instalar numa região dessas, o Estado teve que assumir um compromisso. Você não pode transferir para o empreendedor toda a responsabilidade de um empreendimento que vai se instalar numa região em que está constatada a ausência histórica do Estado. Existe um parecer do Tribunal de Contas dizendo que a obra só seria viável se, no mínimo, a Funai, os órgãos de controle ambiental, o Estado, se fizessem presentes na região.

Belo Monte é uma obra prioritária do governo federal. Se o Ministério Público Federal entra com ações para cobrar a implementação de alguma condicionante ou para questionar o processo, mesmo que seja contra a Norte Energia, a União participa ao lado do empreendedor. A Advocacia Geral da União defende Belo Monte como uma obra governamental. Só que Belo Monte se apresentou como uma empresa com formação de S.A., como empresa privada. E na hora de cobrar a aplicação de políticas públicas que surgem como condicionantes do licenciamento? De quem é a responsabilidade? Então, na hora de desapropriar, a Norte Energia se apresenta como uma empresa concessionária, que tem essa autorização, e litiga na Justiça Federal. Na hora de implementar uma condicionante, ela se apresenta como uma empresa privada e transfere a responsabilidade para o Estado. Essa mistura entre o empreendedor e o Estado é uma das marcas mais interessantes de Belo Monte. E não só isso. Há as instâncias de decisão. O Ministério do Meio Ambiente define a presidência do Ibama.

A presidência da República define o Ministério do Meio Ambiente. Da Funai, a mesma coisa. Então é muito difícil entender Belo Monte, porque a gente tem um empreendimento que é prioritário e ao mesmo tempo a empresa é privada. Ser privada significa contratar o Consórcio Construtor Belo Monte (Andrade Gutierrez, Odebrecht, Camargo Corrêa, Queiroz Galvão, OAS e outras construtoras com participações menores) sem licitar. Ela diz que não vai fazer, que não cabe a ela fazer. E ninguém manda fazer. Então, a gente tem uma situação em que o empreendedor se coloca como soberano, reescrevendo a sua obrigação. Por exemplo: entre as condicionantes, estava a compra de terra, pela Norte Energia, para ampliação da área dos Juruna do KM 17, porque eles ficariam muito expostos com a obra.

A Norte Energia fez a escolha da área. Mas quando a Funai disse para a Norte Energia que comprasse a área, a empresa respondeu: “Não, já cumpri a condicionante. Já fiz a escolha da área, é responsabilidade do governo comprar a área”. E a Funai silenciou. E o Ibama nem tomou conhecimento. Houve uma reunião, e eu perguntei à Funai: “Vocês não cobraram a Norte Energia para que cumprisse a condicionante? Quem tem que dizer o que está escrito é a Funai e não a Norte Energia”. E se a Norte Energia diz “não”, a Funai tem que dizer “faça”, porque existem regras. Conseguimos que a Norte Energia comprasse a área por ação judicial. Mas este é um exemplo do processo de Belo Monte, marcado por uma inversão de papéis.

A Norte Energia reescreve as obrigações se eximindo do que está previsto no licenciamento. Quem dá as regras em Belo Monte? O empreendedor tem poder para dizer “não faço”? Veja, até tem. Todo mundo pode se negar a cumprir uma obrigação, desde que use os mecanismos legais para isso. Se você não quer pagar pelo aluguel, porque o considera indevido, e eu quero que você pague, o que você faz? Você vai conseguir lá em juízo, você vai recorrer da decisão. Mas não aqui. Aqui a Norte Energia diz: “Não faço”.

E o governo se omite por quê?

Não cabe a mim dizer. Há em Belo Monte questões difíceis de entender. O que justifica uma prioridade tão grande do governo para uma obra com impacto gigantesco e com um potencial de gerar energia nada extraordinário, já que o rio não tem vazão em parte do ano? O que que justifica Belo Monte? É inegável que há uma zona nebulosa. Veja o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) de Belo Monte, veja quem assina. (Aponta os nomes das empresas: Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, Odebrecht...). E, na hora do leilão, eles não participaram do leilão. Surge uma empresa criada às pressas para disputar o leilão.

Essa empresa, a Norte Energia, constituída como S.A., portanto uma empresa privada, é que ganha o leilão, que ganha a concessão. E as empreiteiras que participaram dos estudos de viabilidade? Formaram o Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM), que é um contratado da Norte Energia. E a Norte Energia, por sua vez, mudou totalmente a composição que ela tinha na época do leilão. Hoje, com muito mais aporte de capital público. Então, as empreiteiras que fizeram os estudos de viabilidade e de impacto ambiental hoje são meras contratadas, sem nenhuma responsabilidade socioambiental no licenciamento. Os ofícios que enviamos para a CCBM nunca são para cobrar nada, porque não há nenhuma condicionante para elas, nenhuma responsabilidade socioambiental. Com essa estrutura, os recursos de Belo Monte não passam por licitação. O que é Belo Monte?

Eu realmente não sei. Não é fácil entender Belo Monte. É a História que vai nos mostrar. E, quem sabe, as operações já em curso (da “Lava Jato”, pela Polícia Federal, que investigam a atuação das empreiteiras no escândalo de corrupção da Petrobrás) tragam algo para esclarecer essa nebulosidade.

No caso dos indígenas, estava previsto o fortalecimento da Funai, para que o órgão pudesse acompanhar o processo. Em vez disso, a Funai passou por um processo de enfraquecimento, articulado também no Congresso, pela bancada ruralista, que continua até hoje....

Eu visitei a aldeia Parakanã, na terra indígena Apyterewa. Quando eu cheguei lá, eu não acreditei nas casas que estavam sendo construídas. Meia-água, de telha de Brasilit. Uma do lado da outra, naquele calor. Eu perguntei para o funcionário da Funai como eles permitiram, porque os Parakanã também são índios de recente contato. E eles não ficavam nas casas, ficavam num canto da aldeia. Aí a gente foi para os Araweté, também construindo. A aldeia estava cheio de trabalhadores. Aquelas meninas andando nuas. Os pedreiros ouvindo música naqueles radinhos de celular. Eu perguntei à Funai: “Como que vocês permitem?”.

A Funai não estava acompanhando as obras, não sabia quem estava na aldeia nem de onde tinha vindo aquele projeto de casa. A Funai tinha que acompanhar os programas e ela não está acompanhando. Estava previsto o fortalecimento da Funai e aconteceu o contrário. No Plano de Proteção Territorial estava prevista uma espécie de orquestra para proteger as terras indígenas. Haveria 32 bases, se não me engano, em locais estratégicos, já que proteger o território é condição para proteger os indígenas. Esse plano é uma das condicionantes mais importantes de Belo Monte.

Na verdade, Belo Monte seria impensável sem a proteção dos territórios indígenas. E protegeria também as unidades de conservação, freando o desmatamento, porque teria ali Polícia Federal, Ibama, ICMBio, Funai, todos juntos. E isso com previsão de contratação de 120 funcionários para atuar nessa proteção. E isso tinha que anteceder a obra. Daí, em 2011 vem o pedido de Licença de Instalação, já, e o plano não tinha começado. A Funai anuiu com a Licença de Instalação desde que o plano fosse implementado em 40 dias. E diz:

“Enfatizamos que o descumprimento das condicionantes expressas nesse ofício implicará a suspensão compulsória da anuência da Funai para o licenciamento ambiental do empreendimento”. É com isso que eu me deparo. No final de 2012, os indígenas cobraram a implementação desse plano em uma ocupação dos canteiros de obra, e ficou claro que sequer havia iniciado a construção das bases. A partir daí, a Norte Energia passou a simplificar e reescrever o plano.

A Funai não tinha força para cobrar a implantação da condicionante, mas não anui com o que a Norte Energia passa a fazer. Propusemos uma ação no dia 19 de abril de 2013, que era Dia do Índio, para que cumprissem a condicionante. E que se aplicasse o que estava escrito: que o não cumprimento implicará a suspensão compulsória da anuência da Funai para o licenciamento. O juiz deferiu a liminar quase um ano depois, já em 2014. Mas qual a resposta do Judiciário? Que suspender a anuência da Funai ao licenciamento seria interferir nas opções políticas do governo. Resultado: hoje a gente está virando 2014 para 2015 e a Proteção Territorial não está em execução. Foi a última informação que eu recebi da Funai. O plano ainda não iniciou.

Essa é a situação hoje?

O Plano Emergencial era um conjunto de medidas antecipatórias indispensáveis à viabilidade de Belo Monte. Envolvia o fortalecimento da Funai, um plano robusto de proteção territorial e o programa de etnodesenvolvimento. O fortalecimento da Funai não foi feito. O plano de proteção não iniciou. E o plano de etnodesenvolvimento? Foi substituído por ações do empreendedor à margem do licenciamento, por meio das quais os indígenas foram atraídos para Altamira, para disputar nos balcões da Norte Energia toda a sorte de mercadoria, com os recursos destinados aos programas de fortalecimento.

Como é possível?

Eu realmente acho que existe uma tragédia acontecendo aqui, que é a invasão das terras indígenas, é a desproteção. A gente vê a madeira saindo. As denúncias que recebemos aqui de extração de madeira na terra indígena Cachoeira Seca, na terra indígena Trincheira Bacajá, elas são assustadoras. E eu realmente me pergunto: como? A pergunta que eu tinha feito para o juiz nesse processo era isso: “Belo Monte se sustenta no quê, se essa condicionante, que era a primeira, não foi implementada?”. Belo Monte se sustenta no fato consumado. E numa visão equivocada de que, em política, não se interfere. Como se aquela opção política fosse também uma opção por desrespeitar a Lei. O fato é que Belo Monte, hoje, às vésperas da Licença de Operação, caminha sem a primeira condicionante indígena. Eu te digo: é estarrecedor.

Belo Monte caminha, portanto, à margem da Lei?

Essa ação da Norte Energia se deu à margem do licenciamento. Se os estudos previram que Belo Monte seria de altíssimo risco, e trouxeram uma série de medidas necessárias, e o que o empreendedor fez foi isso... A que conclusão podemos chegar? Se existiam medidas para mitigar o altíssimo risco que Belo Monte trazia para os indígenas, e essas políticas não foram feitas, e em substituição a elas o que foi feito foi uma política marginal de instigação de consumo, de ruptura de vínculo social, de desprezo à tradição, de forma que os indígenas fossem atraídos para o núcleo urbano pelo empreendedor e jogados no pior da nossa cultura, que é o consumismo. E no consumismo dos piores bens, que é a Coca-Cola, que é o óleo... Ou seja: todos os estudos foram feitos para quê? Tanto antropólogo participando para, na hora de implementar a política, o empreendedor criar um balcão direto com o indígena, fornecendo o que lhe der na telha? O que aconteceu em Belo Monte: o impacto do Plano Emergencial, que ainda não foi avaliado, até esse momento, foi maior do que o próprio impacto do empreendimento. A ação do empreendedor foi avassaladora. Então, de novo, qual é o impacto de Belo Monte? O etnocídio indígena.

E o que fazer agora?

Hoje Belo Monte é uma catástrofe. Eu demorei um ano para ver, um ano para conseguir compreender e agora eu vou te dizer o que eu acho. Se a Lei se aplicasse em Belo Monte, teria que ser suspensa qualquer anuência de viabilidade desse empreendimento até que se realizasse um novo estudo e fosse feito um novo atestado de viabilidade, com novas ações mitigatórias, para um novo contexto, em que aconteceu tudo o que não podia acontecer.

É possível afirmar que a Norte Energia agiu e age como se estivesse acima do Estado?

A empresa se comporta como se ela fosse soberana. E é por isso que eu acho que a ideia aqui é como se a Lei estivesse suspensa. É uma prioridade tão grande do governo, uma obra que tem que ser feita a qualquer custo, que a ordem jurídica foi suspensa. E você não consegue frear isso no poder judiciário, porque o Judiciário já tem essa interpretação de que não cabe a ele interferir nas políticas governamentais. Só que o poder judiciário está confundindo legitimidade com legalidade. Política se sustenta na legitimidade e, feita uma opção, o respeito à Lei não é mais uma escolha, não é opcional. E aqui virou. E quem vai dizer para o empreendedor o que ele tem que fazer?

Além da questão indígena, há também a questão dos reassentamentos. Em novembro, o Ministério Público Federal de Altamira fez uma audiência pública para discutir o reassentamento de moradores da cidade, que foi muito impactante. Qual é a situação dessa população urbana com relação à Belo Monte?

De novo, como no caso dos indígenas, nós temos uma obra de um impacto enorme, numa região historicamente negligenciada, e o Estado tinha que estar instrumentalizado para que Belo Monte acontecesse. E quando nós nos demos conta, a obra está no seu pico – e sem a presença de Defensoria Pública em Altamira.

Até 2013, havia uma pessoa na Defensoria Pública do Estado, que acompanhava a questão agrária, uma defensora atuante com relação à Belo Monte, mas que precisava construir uma teoria jurídica para atuar, porque ela era uma defensora pública do Estado e as ações de Belo Monte eram na Justiça Federal. Depois, todos foram removidos e não veio ninguém substituir.

Isso na Defensoria Pública Estadual. Mas e a federal?

A Defensoria Pública da União nunca esteve presente em Altamira.

Nunca? Em nenhum momento?

Não. E a Defensoria Pública do Estado também não estava mais.

A população estava sendo removida por Belo Monte sem nenhuma assistência jurídica? As pessoas estavam sozinhas?

Sim. É incompreensível que, em uma obra que cause um impacto socioambiental como Belo Monte, a população esteja desassistida. Num mundo responsável, isso é impensável. E acho que para qualquer pessoa com um raciocínio médio isso é impensável. Então fizemos uma audiência pública para que todos pudessem realmente ser escutados. Porque um dia chegou na minha sala uma senhora muito humilde. Poucas vezes eu tinha me deparado com uma pessoa assim, por que ela veio sozinha e já era uma senhora de idade. E eu não conseguia entender o que ela falava. Eu não conseguia. Ela estava desacompanhada, desesperada, e eu falei pra ela assim: “A senhora espera lá fora, que eu vou resolver algumas coisas aqui, e eu vou com a senhora pessoalmente na empresa”. Porque o reassentamento, como ele é feito? A Norte Energia contratou uma empresa que faz o papel de intermediária entre a Norte Energia e as pessoas. Chama-se Diagonal. Então cheguei na empresa com ela.

É uma casa, as pessoas ficam do lado de fora, naquele calor de 40 graus, esperando para entrar. E, uma a uma, vão sendo chamada para negociar. Essa senhora foi lá negociar a situação dela. E ofereceram para ela uma indenização. E ela não queria uma indenização, ela queria uma casa. E ela diz: “Eu não quero a indenização, eu quero uma casa!”. Neste momento, ela está falando com um assistente social da empresa. E aí, se ela não concorda com o que está sendo oferecido, o advogado da empresa vai explicar a ela por que ela não tem direito a uma casa. E se ela continuar não concordando, esse processo vai para a Norte Energia. Para mim, isso já foi uma coisa completamente estranha. A palavra não é estranha...

Eu diria, foi uma coisa interessante. Porque a Norte Energia funciona como uma instância recursal, da indignação da pessoa contra uma empresa que é uma empresa contratada por ela. Então a revolta das pessoas é contra a empresa Diagonal. Aí o caso da pessoa vai para a Norte Energia, e a Norte Energia vai com seu corpo de advogados – 26 advogados contratados só para esse programa – fazer uma avaliação e explicar para a pessoa as regras que são aplicadas. E que, se essa pessoa não aceitar, ela tem um prazo para se manifestar. E, se ela não se manifestar nesse prazo, ou se ela não concordar, o processo vai ser levado para a Justiça, e a Norte Energia vai pedir a emissão da posse. A senhora vai ter que sair de qualquer jeito e discutir em juízo esses valores. Veja a situação com que eu me deparei. Primeiro: a senhora não tinha nenhuma condição nem de explicar a história dela, ela tinha dificuldades de falar. Porque o tempo deles é outro, a compreensão de tudo é outra. A gente está falando de pessoas desse mundo aqui, que não é o mundo de lá, é o mundo de cá. E que eu mesma não tinha capacidade de entender. Então, essa pessoa, que tem dificuldade para se expressar, como ela vai dialogar sozinha, na mesa do empreendedor, com advogados e pessoas que estão do lado de lá?

Naquele momento eu tive a compreensão de que, primeiro, existia uma confusão de papéis ali, porque a Norte Energia se apresentava como instância recursal, mas fazia o papel dela. A outra empresa também fazia o papel dela. Quem estava ausente era o Estado. Quem estava ausente era quem tinha que acompanhar essa pessoa. Então, quem estava se omitindo ali era o Estado. Para mim era inadmissível que aquela senhora estivesse sozinha negociando na mesa do empreendedor. Na audiência pública apareceu outra senhora que assinou, mas contou chorando que não sabia ler. Assinou com o dedo. Assinou uma indenização, mas queria uma casa. Isso resume a violência desse processo. Há muitos casos. Muitos. E tudo isso estava acontecendo porque a Defensoria Pública da União não estava aqui. Uma das funções da audiência pública foi chamar o Estado. A Defensoria Pública é uma instituição que está crescendo, que se fortalece, e eu acho que ela não pode deixar à margem uma realidade com risco de grande violação de direitos humanos, como é Belo Monte.

Como se explica um empreendimento desse tamanho, com milhares de remoções, sem a presença da Defensoria Pública da União?

Como você imagina uma obra com o impacto de Belo Monte sobre 11 terras indígenas, com o impacto que já ficou claro, com alto risco de destruição cultural, sem a Funai estruturada? Como a Funai está em Altamira com o mesmo número de servidores que ela tinha em 2009? Como não foi feita uma nova sede da Funai? Como não foi contratado um servidor para a Funai? E o ICMBio? Temos aqui seis unidades de conservação na área de impacto do empreendimento. Entre essas unidades, só a Estação Ecológica da Terra do Meio tem três milhões de hectares. Se você me perguntar hoje quantos gestores o ICMBio tem nessas unidades eu vou te dizer: a unidade da (Reserva Extrativista) Verde para Sempre está sem gestor. A unidade do Iriri está sem gestor, foi contratado um cargo em comissão. Ou seja, não existe servidor do ICMBio pra cuidar dessa unidade do Iriri. Para a resex Riozinho do Anfrísio também foi contratado um servidor extraquadro. Para o Parque Nacional da Serra do Padre também.

A gente tem Belo Monte com um impacto no seu ápice, no momento da maior pressão antrópica já prevista, com as unidades de conservação sem gestor. E o impacto, o desmatamento, é uma prova disso. Na Resex Riozinho do Anfrísio a extração ilegal de madeira já atravessou a unidade e chegou nos ribeirinhos. É uma região que está numa efervescência de impacto.

E o concurso público realizado para o ICMBio só previu a contratação de analistas para o Tapajós, onde o ICMBio precisa hoje fazer uma avaliação positiva para que sejam autorizados os empreendimentos das hidrelétricas lá. Eu não consigo entender como o Estado se lança a outro empreendimento sem responder pelo que está acontecendo aqui. Eu te falo isso porque você me pergunta como é possível a Defensoria Pública não estar aqui. Para mim, isso não é um susto, porque eu estou acompanhando outras instituições absolutamente indispensáveis no licenciamento de Belo Monte e totalmente defasadas. E o ICMBio é uma prova disso. E os gestores que têm aqui do ICMBio são extremamente atuantes.

Mas, sozinhos, eles não dão conta. Como é possível uma pessoa responder pelos três milhões de hectares da estação ecológica? E sem nenhum apoio? O que eu posso dizer é que, nas investigações que fizemos aqui com relação à Belo Monte, a realidade é a ausência do Estado. Num mundo em que tudo é possível, a gente consegue viver com uma realidade em que 8 mil famílias vão ser reassentadas sem que a Defensoria Pública da União tivesse sido acionada para vir para Altamira. Belo Monte é o mundo em que o inacreditável é possível.

Voltando ao início dessa entrevista, qual é a analogia que a senhora faz entre os estudos de Hannah Arendt sobre os totalitarismos e essa descrição que a senhora fez até aqui sobre o processo de Belo Monte?

Vai ficando mais claro, né? Quando eu coloquei para você que a Lei está suspensa, ou seja, as regras, os compromissos assumidos, as obrigações do licenciamento, na verdade eu pensava no Estado de Exceção. Eu entendo que essa realidade que eu descrevo é a realidade de um Estado de Exceção.

Mas, como é possível que tudo seja possível?

Quando você assiste ao governo se lançar a um novo empreendimento, desta vez no Tapajós, com outro impacto brutal, sem responder pelo passivo de Belo Monte, o que vem à mente? E a gente, nesse dia a dia de Belo Monte, assistindo a esse impacto, assistindo ao desmatamento, assistindo à questão dos indígenas, ao sofrimento da população local, assistindo às pessoas morrendo porque o hospital está superlotado, assistindo aos indígenas completamente perdidos... E então a gente vê o governo se lançar a um novo empreendimento.

A pergunta que vem é essa: como é possível? Belo Monte não acabou. Quando, um ano atrás, a então presidente da Funai (Maria Augusta Assirati) deu uma entrevista (à BBC Brasil) falando de Belo Monte, ela disse a seguinte frase: "Nenhum dos atores envolvidos estava preparado para a complexidade social, étnica e de relações públicas que foi Belo Monte”. Quando eu leio uma frase como essa, e a gente assiste ao governo brasileiro usar Belo Monte como campanha política na época das eleições, e se lançar a um novo empreendimento, eu me pergunto: o que dizer a um governo que diz que não estava preparado para Belo Monte? Belo Monte não acabou. Se você tem responsabilidade, a sua responsabilidade não acaba porque a tragédia aconteceu. Ou seja, o passivo de Belo Monte, no Xingu, fica, e o governo vai começar uma nova empreitada no Tapajós? E qual é a prova de que essa nova empreitada não vai causar um passivo como este? A prova tem que ser feita aqui em Belo Monte. A Funai tem que estar estruturada aqui. As terras têm que estar protegidas aqui. A população tem que ter sido removida com dignidade aqui. Então, quando você me pergunta de Hannah Arendt, eu lembro dessa frase da presidente da Funai.

Quando Arendt conclui o julgamento do nazista (em seu livro “Eichmann em Jerusalém”), ela diz o seguinte: “Política não é um jardim de infância”. E ela estava analisando o genocídio. Eu não tenho dúvida de dizer que aqui a gente está analisando um etnocídio, e política não é um jardim de infância. Então, a ação do Ministério Público aqui é a de responsabilizar, até onde for possível. Um dia essas ações vão ser julgadas. Belo Monte um dia será julgada.

A maioria das ações que o Ministério Público Federal está propondo, há anos, esbarram nos presidentes dos tribunais. Por quê? Qual é a sua hipótese?

Belo Monte é uma obra “sub judice”. Vai ser julgada pelo Supremo Tribunal Federal. São 22 ações, com conteúdos extremamente diversificados. A postura do Poder Judiciário de que o fundamento jurídico, o mérito da ação, fique suspenso de análise com base na decisão política, que é a suspensão de segurança, é uma decisão que não precisa de respaldo na Lei, ela busca respaldo nos fatos. A suspensão de segurança é um mecanismo extremamente complicado, porque ele abre o Direito.

Acho que é importante aqui fazer um parêntese para explicar aos leitores que o mecanismo jurídico de “suspensão de segurança” é um resquício da ditadura. Ele impede qualquer julgamento antecipado de uma ação, que poderia ser pedido por conta da urgência, da relevância e da qualidade das provas apresentadas. É concedido pela presidência de um tribunal, que não analisa o mérito da questão, apenas se limita a mencionar razões como “segurança nacional”.Assim, quando o mérito da ação é finalmente julgado, o que em geral leva anos, uma obra como Belo Monte já se tornou fato consumado. Quais são as justificativas para o uso de suspensão de segurança em Belo Monte?

Em Belo Monte as justificativas são a necessidade da obra, o prazo, o cronograma, os valores, o quanto custa um dia de obra parada ou a quantidade de trabalhadores que dependem do empreendimento. Com esses fundamentos muito mais fáticos, empíricos e políticos, o mecanismo da suspensão de segurança permite a suspensão da decisão jurídica liminar que se obtém nas ações judiciais. E, com isso, as decisões acabam perdendo a capacidade de transformação. Com uma ressalva com relação à Belo Monte: as pessoas de direito privado não podem requerer a suspensão de segurança. A Norte Energia não poderia pedir.

Quem faz isso, então, é a Advocacia Geral da União, que atua ao lado da Norte Energia nas ações judiciais. Ainda, a interpretação desse mecanismo vem permitindo que ele se sobreponha a todas as decisões – e não apenas as liminares – até o julgamento pela instância final. É um mecanismo que tem previsão legal, mas é um mecanismo extremamente complicado, porque pode se sustentar em fatos. E o Direito que se sustenta em fatos é o Direito que se abre ao mundo em que tudo é possível. O Ministério Público Federal não questiona a opção política do governo por Belo Monte, mas questiona o devido processo de licenciamento. A gente questiona a legalidade, não a legitimidade dessa opção.

Mas o fato é que essa legitimidade é obtida sem o espaço de diálogo. E hoje eu realmente acho que a sociedade deveria refletir e discutir essa opção de interferência nos rios da Amazônia. Nós já sabemos o impacto que o desmatamento vem causando, a gente sabe o valor da água, a gente sabe o valor da Amazônia. Por isso, entendo que essas decisões que podem se sustentar em fatos são perigosas para o Estado democrático de Direito, já que os fatos nem sempre têm respaldo democrático.

Na sua opinião, com tudo o que a senhora tem testemunhado, qual será o julgamento de Belo Monte no futuro?

Ah, eu acho que essa pergunta é um pouco complicada. Sinceramente, eu acho que essa questão da legitimidade de Belo Monte tem que ser discutida num debate público. Eu me coloco como procuradora da República. Estou falando da minha leitura jurídica desse processo. Agora, se perguntar para a Thais, pessoa, o que ela acha que vai acontecer com Belo Monte, eu te diria que há perguntas que precisam ser feitas. Será que o modo de vida dessa região poderia ser suportado por outras fontes de energia? Eu não tenho dúvida que sim. Na região, quem precisa de Belo Monte são as indústrias siderúrgicas, e uma mineradora canadense (Belo Sun) que vai se instalar e extrair ouro em escala industrial, na região de maior impacto de Belo Monte. Então, quem depende dessa energia é essa empresa e outras que virão.

E isso é uma coisa que tem me assustado muito com relação à Belo Monte. Uma das consequências de Belo Monte é essa possibilidade de extração de recursos minerais em escala industrial na Amazônia. E a disputa por esses recursos já começou. Fico extremamente preocupada com a possibilidade de instalação de um empreendimento minerário desse porte na região do epicentro de impacto de Belo Monte, sem que tenha sido feito o estudo do componente indígena e sem a avaliação do Ibama. Vai haver ali uma sobreposição de impactos.

É bem séria e controversa, para dizer o mínimo, a instalação dessa grande mineradora canadense, Belo Sun. Qual é a situação hoje?

Esse projeto minerário prenuncia um ciclo de exploração dos recursos naturais da Amazônia em escala industrial, que se tornará viável com Belo Monte. É também o prenúncio de um grave risco. De que grandes empreendimentos venham sobrepor seus impactos aos da hidrelétrica, sem a devida e competente avaliação.

Com isso, os impactos de Belo Monte acabam por se potencializar a uma dimensão extraordinária. E o pior, as ações mitigatórias indispensáveis ao atestado de viabilidade da hidrelétrica perigam perder a eficácia, caso não haja um cauteloso controle de sobreposição de impactos. Se a geração de energia por Belo Monte depende do desvio do curso do rio Xingu, e a viabilidade da hidrelétrica para os povos indígenas da região depende de um robusto monitoramento para que se garanta a reprodução da vida no local, como um projeto de alto impacto localizado no coração do trecho de vazão reduzida do rio Xingu pode obter atestado de viabilidade sem estudos de impacto sobre os povos indígenas? E, se quem licencia Belo Monte é o Ibama, que é o órgão federal, e quem tem atribuição constitucional de proteger os povos indígenas é a União, como esse licenciamento poderia tramitar perante o órgão estadual?

São essas questões que o Ministério Público Federal levou ao Poder Judiciário, sendo que hoje há uma sentença anulando a licença emitida, até que se concluam os estudos sobre os indígenas. Decisão que está suspensa até que seja julgado o recurso da Belo Sun pelo Tribunal Regional Federal em Brasília. Há também uma decisão recente impondo ao Ibama que participe de todos os atos desse licenciamento perante o órgão estadual. Mas, quando você me pergunta o que vai ser Belo Monte no futuro, acho que a grande questão de Belo Monte vai ser: para quem Belo Monte? Por que Belo Monte?

Há uma caixa preta em Belo Monte?

As questões nebulosas de Belo Monte, o fato de a obra ser uma prioridade absoluta, são questões que a História vai contar, e eu espero que conte rápido.

Como é viver em Altamira, no meio de todos esses superlativos?

Na verdade, a realidade me encanta. Mesmo trágica. Entende? Por mais que a gente tenha vontade de chorar, ela é impressionante. Eu me surpreendo a cada dia com as coisas que acontecem aqui, seja pelo tamanho das áreas, já que estamos falando de milhões de hectares, de grilagem de terra de 200 mil hectares, de desmatamento de 1 mil hectares. Tudo é da ordem do inimaginável. Então eu acabo tendo muito essa posição de uma intérprete da realidade. Quando eu decidi ficar em Altamira, algumas pessoas falaram: “Nossa, parabéns pelo ato de desprendimento!”. Mas, para mim, ficar em Altamira é um privilégio. Conhecer as populações tradicionais é um privilégio. Poder receber um cacique, aqui, é um privilégio. Então, a minha relação com Altamira é de que cada dia eu me curvo mais. Quando eu falo "eu me curvo mais" é no sentido de ficar mais humilde diante das pessoas daqui. Há um momento do dia em que o sol provoca uma espécie de aura dourada na Volta Grande do Xingu. Eu vou ao rio porque eu quero ver isso. E cada dia é diferente. Ele nunca está igual. Quando eu vejo o rio, eu só tenho a agradecer a possibilidade de ele existir. É como esses índios, como esses ribeirinhos. Obrigada por serem diferentes, por me mostrar um mundo diferente do que eu estava acostumada em Curitiba. Eu acho tão bonito o menino que toma banho no barril, aí a mãe penteia o cabelinho dele pro lado, coloca ele na garupa da bicicleta, e leva ele na bicicleta. Eu adoro ver... Eu adoro observar. No meu dia a dia eu vivo esse encantamento pela região, sabendo que daqui pra lá a gente tem uma floresta que atravessa a fronteira do Brasil e que é maravilhosa. E que é o que, no futuro, vai ser a coisa mais valiosa. Como eu trabalho com a questão de Belo Monte, me vem no fundo esse sentimento de tristeza por conhecer a audácia do homem de mexer naquilo, de desviar esse rio.

Quando a encontrei numa reserva extrativista, dias atrás, a senhora brincou que sentia um pouco de inveja dos ribeirinhos. Como é isso?

É que eu acho que o trabalho deles é mais importante do que o meu. Eu realmente acho. Se você tem um olhar para o outro como se ele fosse um pobre, como se fosse um desprovido, a nossa atuação é muito limitada. Hoje eu tenho um olhar para eles de que eu tenho o direito de que eles continuem vivendo assim. Porque eles conhecem uma alternativa. Então, eu hoje sinto que é um direito nosso, do mundo de cá, e não só deles. É essa a dimensão que eu te falo. Eu agora reescrevo e recompreendo o meu trabalho, porque ele ganha uma outra dimensão sob essa perspectiva. Ou seja: o Ministério Público protege as populações indígenas e tradicionais não só porque elas têm direitos, mas também porque é importante para o conjunto da sociedade que o modo de vida delas continue existindo. Elas têm o direito de se desenvolver a partir delas mesmas, e não segundo o que a gente acha que é bonito. E nós, nossos filhos, precisamos desse outro modo de vida, precisamos que vivam assim. Por isso, também, o processo de Belo Monte com relação aos indígenas é tão doloroso.

A senhora mencionou que seria importante que a sociedade fizesse um debate público sobre a interferência do Estado nos rios da Amazônia. Por que a senhora acha que a sociedade não está fazendo? Ou, dito de outro modo: por que as pessoas não se importam?

Essa é a pergunta mais difícil. Acho que a Amazônia não interessa só ao Brasil, interessa para o mundo todo. E esse impacto tem que ser discutido até a última possibilidade das fontes alternativas. O que eu quero dizer é: se a política do governo se sustenta numa legitimidade que depende da aceitação popular com relação à utilização dos rios da Amazônia como fonte geradora de energia, esse debate tem que ser feito. E hoje eu acredito que é um momento importante, porque o Brasil está vivendo a falta de água. E essa falta de água está sendo relacionada ao desmatamento da Amazônia. E o desmatamento da Amazônia aumentou, a gente sabe disso. As pessoas vêm aqui relatar o que está saindo de caminhão com madeira. É um relato que já é público, e o Brasil tem hoje, talvez, o bem mais precioso do mundo, que é a Amazônia. É por isso que esse debate é importante, porque tem que ser dada à população o espaço mais livre possível de debate, de diálogo, sobre o que se pretende fazer com seu bem mais precioso. Com o risco, inclusive, de que seja tirado dela. Por isso que é realmente importante que se discuta isso.

Acho que quando eu não vivia aqui, eu não tinha a dimensão. A gente sabe de longe, mas eu não tinha a dimensão do que estava acontecendo. É muito grande. Primeiro tira a madeira mais nobre, aí desmata, aí vem o gado. Inclusive a carne... Eu não como carne há muitos anos. Eu já tinha uma opção por ser vegetariana. Mas, agora, depois que eu vejo o que precisa para criar um boi, e o quanto isso interfere na região amazônica, eu não tenho coragem de comer carne. Carne, para mim, vem com a imagem daquele tronco que está saindo daqui. Eu sofro por ver o tamanho das toras de madeira que saem daqui. Sofro. Dói ver. Eu sofro de deixar o meu lixo aqui. Porque eu sei que Altamira não tem reciclagem. Eu levo meu lixo embora, eu não deixo o meu lixo aqui.

Leva de avião?

Eu levo meu lixo para ser reciclado em Curitiba. Porque a gente vive na fronteira da Amazônia, numa região em que a questão do lixo é extremamente complicada, e realmente tem que ter coragem para jogar, eu não consigo. Uma vez eu li um livro que se chama "Os Cidadãos Servos", de Juan Ramón Capella. E eu lembro que esse livro falava o seguinte: que as pessoas apertam a descarga do banheiro e têm a sensação de que estão limpando a sua casa. E, quando você aperta a descarga, na verdade você está sujando o mundo. Então, eu tenho essa sensação muito forte de que, quando eu coloco o meu saco de lixo na rua, em vez de fazer uma composteira, eu estou sujando o mundo, eu estou sujando a minha casa, porque a minha casa é o mundo. Acho que o debate em torno da Amazônia passa por isso. Por um debate em torno desse individualismo, da forma como as pessoas vivem centradas no consumismo, no que as pessoas buscam, que está desconectado do outro e está desconectado do mundo. Para mim é muito claro que a minha casa não acaba na porta da minha casa, a minha responsabilidade pelo mundo não acaba na porta do meu universo individual. Não é razão, é um sentimento de que a casa das pessoas está aqui, também. Nesse contexto em que a gente vive, as pessoas têm uma preocupação com o eu, com a beleza, com a estética, com o consumo. Então é muito difícil ter um debate público em torno das questões ambientais. É uma marca de uma época, mesmo. E há outra questão que eu acho mais forte ainda, e que me assusta mais em Belo Monte. Daí eu vou te explicar com um pouquinho de calma... Não vai acabar nunca a entrevista!

Fica tranquila...

Eu acho o seguinte. Eu já falei que vejo Belo Monte como um etnocídio. Quando a Hannah Arendt estuda os regimes totalitários, ela faz uma descrição do nazismo, ela faz uma descrição da política de Hitler que é muito interessante. O Hitler afirmava que tinha descoberto uma lei natural, e que essa lei natural era uma lei da sobreposição de uma raça, de um povo sobre o outro. Os judeus seriam um obstáculo que naturalmente seria superado por essa lei natural.

Quando eu digo que os estudos de Belo Monte identificaram um processo de desestruturação dos povos indígenas da região, que já tinha começado com a Transamazônica, e que Belo Monte só acelera esse processo, me vem essa imagem de Hannah Arendt dizendo que Hitler apenas descobriu uma forma de acelerar o processo de uma lei natural que ele afirmava ter descoberto. E aqui, o que Belo Monte faz a esse processo de desestruturação iniciado com a Transamazônica é acelerá-lo a um ritmo insustentável para os indígenas. E talvez seja essa a justificativa para as suspensões das decisões judiciais, e de a Lei não se aplicar aqui.

O que me assusta é a forma como a sociedade naturaliza esse processo com uma visão de que é inevitável que os indígenas venham a ser assimilados pela sociedade circundante, pela sociedade hegemônica. E aceitar que Belo Monte vai gerar a perda de referências e conhecimentos tradicionais com relação à Amazônia, a perda de outras formas de ver o mundo que poderiam ser formas de salvação, mesmo, do futuro. Então, esse processo de etnocídio é naturalizado e, por ser naturalizado, não dói para as pessoas. Não dói o fato de os índios estarem morrendo. Numa sociedade de consumo, desde que não se perca o eu hegemônico de cada um, a morte cultural de um povo não dói. Então, o que eu sinto é isso: é extremamente assustador a forma como a sociedade aceita esse processo.

É por isso, afinal, porque a maioria da população brasileira não se importa com a morte cultural dos povos indígenas, e mesmo com a morte física, nem se importa com a morte da floresta, que Belo Monte é possível apesar de atropelar a Lei?

Em última instância, as decisões judiciais também têm o respaldo da sociedade. Se essas suspensões de segurança causassem uma reação muito forte, elas não teriam legitimidade. Por que o silêncio? Como a sociedade aceita a não garantia dos direitos dos povos indígenas? Aceita porque naturaliza esse processo, que é um processo totalitário. É um processo em que o eu único, o todo, prevalece sobre o diferente. E que você não é capaz de olhar o diferente com respeito, como algo que é diferente de você, do seu eu. Isso é uma realidade, mesmo, que a gente está vivendo, de dificuldade para os povos indígenas, para as populações tradicionais, para essas culturas diferentes se manterem. Mesmo que hoje exista uma série de garantias fundamentais, de ordem internacional, na Constituição Federal, é muito difícil. E é por isso que aqui, no Brasil, quem dá a palavra sobre isso é o Supremo Tribunal Federal. E o Supremo tem que fazer isso, pela leitura da Constituição. Então um dia isso vai ser julgado. Um dia o Plano Emergencial vai ser julgado pelo Supremo. Um dia a forma como os índios não foram ouvidos nesse processo vai ser julgada pelo Supremo.

Mas aí o fato já está consumado.

É, esse é o problema. É o fato que a cada dia se consuma.

A senhora se sente impotente diante de Belo Monte, desse fato que se consuma apesar de todo o esforço, de todas as ações, e sem o apoio da sociedade, que se omite?

Acho que o Ministério Público Federal não é impotente. Mas eu penso que hoje, sozinho, apenas pela via do poder judiciário, o Ministério Público Federal não consegue fazer com que a Lei se aplique aqui. Belo Monte é um desafio ao Estado de Direito. Acima de tudo, acredito que a história tem que ser contada. E o que o Ministério Público Federal vem fazendo aqui em Altamira é a história viva de Belo Monte. E aí, eu diria: o Ministério Público não silencia. Não sei o que a História vai dizer de Belo Monte. Mas, o que eu posso dizer é que o Ministério Público Federal não silenciou.

 

de Serafina

SERAFINA EM MOVIMENTO

O Gabinete da Primeira Dama, juntamente com as academias, escolas, entidades e associações, estarão promovendo um evento “Serafina em Movimento”, que acontecerá no dia 07 de Março de 2015, no Ginásio Municipal Irceu Gasperin, em comemoração ao dia da Mulher e o Lançamento do Curso de Design de artesanato da Atuasserra. Será um evento onde os Serafinenses irão interagir com os profissionais em tempo integral, usufruindo de informações, diversão e entretenimento. O “Serafina em Movimento”, tem por objetivo primordial cuidar da saúde física e emocional. Em breve maiores informações.Acompanhe através do site: www.serafinacorrea.rs.gov.br. Participe!


21 de janeiro
de 2015

IMAGEM NEWS

estava no lançamento o BIBO NUNES que se queixou muito do DANREI, do partido dele, o PSD.

* diz que foi o deputado federal que não o deixou pegar a secretaria de turismo.

- O deputado botou um peixe dele lá, o rui, contou Bibo.

* o PSD é o mesmo do vice governador.

* Foram lá também vários colegas: Vilnei,Arno, Ayres, Espanhol,entre outros.

 

TERLERA

FALEI HOJE COM UM ADVOGADO AMIGO DO TERLERA.

ELE JÁ SABE QUE O JORNALISTA ESTÁ NA RETA FINAL.

INTERNADO NA CTI DO MAE DE DEUS DESDE 19 DE SETEMBRO, SEUS RINS JÁ NÃO FUNCIONAM.

ESTÁ SÓ NA MÁQUINA.

SUA COMPANHEIRA JÁPREPARA A PAPELADA VIA ESTE ADVOGADO.V AI FICAR COM O APE DO TERLERA E COMO PENSIONAISTA JÁ QUE TERLERA É FUNCIONARIO DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA APOSENTADO.

 

Colocando as coisas no lugar

O missivista que me desculpe. ele trabalhou na rbs por isto esta tendência em achar a empresa 'boa'.de boa eles não tem nada.

Remenberr Roni Paganella. estava atirado no Beneficiencia e o Floriano Bortoluzzi fez uma arrecadação pro colega...depois é que a dona Ione entrou em campo(olides)

D.C_ leia-se david coimbra.

Enviada: Terça-feira, 20 de Janeiro de 2015 10:45
Para: olidescanton@bol.com.br

O D.C. está sendo integralmente bancado pela RBS. Me passaram que o Duda Baleiro "deu um cheque em branco" para ele gastar o que for preciso no tratamento de saúde que ele está fazendo nos EUA. Algo parecido com o que o Adoplho Bloch fez com o então gerente da Manchete em PoA (Wallau, se não me falha a memória) qdo este se enfartou. Embora o capitalismo seja selvagem nestas empresas, eles volta e meia têm estas "recaídas" humanitárias.

 

Escolas de Tempo Integral

De: letier12
Enviada: Terça-feira, 20 de Janeiro de 2015 08:57

COLUNA DE AFFONSO RITTER DE 20/01/2015

Escolas de tempo integral

O prefeito de Veranópolis, Carlos Alberto Spanhol (PDT) vai implantar a partir de 18 de fevereiro o sistema de turno integral em seis escolas municipais de ensino fundamental. O investimento de R$ 360 mil será para contratar monitores, merendeiras, oficineiros e materiais. O processo será gradativo: neste ano serão turmas do jardim e do pré e em 2016 iniciará a do primeiro ano.

Letier Vivian
São Borja/RS

 

do unisinos.br/blogs/ihu

Além de Belo Monte e outras barragens: o crescimentismo contra as populações

“O projeto da UHE Belo Monte é um emblema desta situação de não-direito: não há norma, seja de direito ambiental, urbanístico, financeiro, e de direitos humanos, de caráter constitucional ou não, que não possa ser violada, diante da premência política de se injetar bilhões de reais (saídos dos cofres públicos) numa obra cujos resultados são duvidosos” – Maria Lúcia Navarro Lins Brzezinski.

Este é o debate da 47ª edição do Cadernos IHU, que tem como título “Além de Belo Monte e outras barragens: o crescimentismo contra as populações indígenas”.

A publicação reúne uma série de artigos que ajudam a compreender melhor os impactos da construção da usina hidrelétrica – UHE – de Belo Monte na questão dos direitos conferidos aos territórios indígenas.

Ela conta uma breve história sobre a UHE, aprofundando nos motivos que levaram ao início do projeto, desde a necessidade de energia no Brasil, além dos principais fatores que envolveram o leilão e da ajuda do governo para viabilizar a obra.

Localizada no Rio Xingú, Pará, a construção foi projetada para ser a terceira maior usina hidrelétrica do mundo. De acordo com os artigos da publicação, a história de Belo Monte é marcada pela violência e pelo desrespeito aos direitos das comunidades indígenas e de outras populações que vivem no local, que deverão sofrer os impactos da obra.

Além disso, são citados nos artigos os direitos vigentes no Brasil que protegem as comunidades indígenas, como por exemplo a Convenção 169 da OIT, a forma como os mesmos estão sendo violados e quais as principais formas de violência que estas comunidades sofrem.

Estão incluídos também os principais artigos presentes na Constituição Federal de 1988, como o 2º parágrafo do Art. 231, no qual afirma que “as terras tradicionalmente ocupadas pelos índios destinam-se a sua posse permanente, cabendo-lhes o usufruto exclusivo das riquezas do solo, dos rios e dos lagos nelas existentes”.

Esta é apenas uma das normas vigentes no país que buscam preservar os direitos reservados aos índios no Brasil. Contudo, fatos recentes na história do país levam a crer que, apesar de possuirmos leis criadas para defender a integralidade das terras indígenas, a segurança e a preservação destes povos estão sendo desrespeitados. Belo Monte é um exemplo disso, pois da forma com que o projeto vêm sendo feito, viola todos estes direitos.

 

Programação do Clube de Cinema para o próximo final de semana

No próximo Sábado (dia 24/01/2015) as 10h15min na Sala Paulo Amorim assistiremos ao filme "O Grande Hotel Budapeste" (The Grand Budapest Hotel-2013). No período entre as duas guerras mundiais, o famoso gerente de um hotel europeu conhece um jovem empregado e os dois tornam-se melhores amigos. Entre as aventuras vividas pelos dois, constam o roubo de um famoso quadro do Renascimento, a batalha pela grande fortuna de uma família e as transformações históricas durante a primeira metade do século XX. Este filme está indicado ao Oscar 2015 nas seguintes categorias: Melhor Filme - Melhor Diretor - Melhor Roteiro Original - Melhor Fotografia - Melhor Edição - Melhor Design de Produção - Melhor Figurino - Melhor Maquiagem e Cabelo - Melhor Trilha Sonora.

No próximo Domingo (dia 25/01/2015)as 10h15min na Sala Norberto Lubisco assistiremos ao Desenho Animado "As Aventuras do Avião Vermelho" (2014). A trama apresenta a história de Fernandinho, um menino de 8 anos, que perdeu a mãe há pouco tempo, tornando-se um garoto solitário, sem amigos e com problemas de relacionamento com o pai e na escola. Sem saber como lidar com a situação, o pai tenta conquistá-lo com presentes. Nada funciona até que ele dá para o filho um livro de sua infância. Encantado com a história, Fernandinho decide que precisa de um avião para salvar o Capitão Tormenta – aviador personagem do livro, que está preso no Kamchatka. A bordo do Avião Vermelho e junto com seus brinquedos favoritos, Ursinho e Chocolate, que ganham a vida com sua imaginação, Fernandinho visita lugares inusitados, como a Lua e o fundo do mar, e percorre diferentes territórios – África, China, Índia, Rússia. Ao longo dessa jornada, ele descobre o prazer da leitura, a importância de ter amigos e o amor do pai. O filme foi baseado no livro de Erico Verissimo, escrito em 1936. O projeto As Aventuras do Avião Vermelho começou a decolar em 2003 depois de uma premiação criada pela iniciativa privada e a Prefeitura de Porto Alegre para o desenvolvimento de longametragens. O orçamento foi de R$ 3 milhões. A escolha da voz do personagem principal, Avião Vermelho, aconteceu somente em abril de 2010. A equipe técnica do filme trabalhou num estúdio de animação montado no bairro Bom Fim, em Porto Alegre. O processo de animação utilizado por eles combina a tradicional técnica do desenho animado 2D, produzido em papel, com as possibilidades de movimentação espacial da animação digital 3D. - O 3D foi utilizado apenas como ferramenta para aperfeiçoar e facilitar o processo de trabalho, mas o resultado final da produçção é uma animação 2D. A previsão de estreia era para o ano de 2012.

 

de Serafina

GAROTA VERÃO 2015

Na próxima segunda-feira, 26 de janeiro, à partir das 14 horas na Secretaria municipal de Turismo, Juventude, Esporte e Lazer será realizada inscrição para as meninas interessadas em participar do Garota Verão 2015 representando o município de Serafina Corrêa na cidade de Paraí no dia 31 de janeiro. Poderão se inscrever garotas solteiras e sem filhos de 14 a 20 anos, conforme regulamento.

 

Léngoa Talian intei mesi de comunicassion Jornal Nacional - Globo TV (Hoje)

De: comercial
Enviada: Terça-feira, 20 de Janeiro de 2015 09:02

Cari Compagni

Con orgòlio e tanto onor, gavemo el piaser de dir a tuti voaltri, in spessial dopo il ricognossimento dela LÉNGOA TALIAN come RIFERENSA CULTURAL BRASILIANA – PATRIMÒNIO CULTURAL IMATERIAL DELA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL (18/11/2014), che nostro status come promotori e difusori dela Léngoa Talian – Vèneto Brasileiro ze deventà una stòria fantàstica.

Spieghemo nostra sodisfassion, perche questa bona notìssia ze vegnesta fora ntei prinsipai mesi de comunicassion, o sia, giornari, reviste, television, etc, in spesial nel Brasile, Itália i Amèrica Latina.

Nò ghe ocore dir che solamente qua sparsi in tuto el Brasile, gavemo tropo tanti seghidori. Depì de 200 stassion de ràdio transmite, al manco una volta a setimana, programa specìfico nela Léngoa Talian.

In Brasile, giornai: Zero Hora, Correio do Povo, Folha de São Paulo, Correio Riograndense, Gazeta Regional, etc. Reviste: Revista Talian, Insieme, Comunita Italiana, etc. Television: RBS Caxias do Sul, RBS Porto Alegre, Rede Globo de Televisão - Telegiornal Hoje, SBT Cascavel, SBT Nacional – Telegironal da noite, TV Senado, etc.

Invitemo a tuti a veder queste pressiose notìssie nel Yotube, o sinò nel sito dela Prefeitura Municipal de Serafina Corrêa.com.br.

Par finirla, ze pronta la materia giornalìstica che vien fora questa setimana, pol esser ancoi, ntel pi grosso telegiornale e con pi granda audiensa ntel Brasile: Jornal Nacional – Rede Globo de Televisão.

“Invitemo a tuti a veder con tanta atension, perche ze la nostra léngoa che parlarà per tuti noantri”.

Un gran strucon de vero cuor.

Dr. Paulo Massolini
Presidente FIBRA


20 de janeiro
de 2015

IMAGEM NEWS....

TOU CHEGANDO agora do lançamento do número deste ano da revista do colega fotógrafo FLORIANO BORTOLUZZI e de sua equipe.

* a revista existe desde 1981, quando o floriano fazia um pequeno boletim pro cantegril club e trabalhava de fotografo na caldas jr.

* fazia um ano e meio que a imagem news não saía...

 

MOSTARDAS, LA VOU EU....

já fiz contato neste domingo, mas no ESTRELA DO MAR, um muquifo que fica a 11 km de Mostardas não tem mais lugar na parte de cima, como me disse o marcio,seu dono, este domingo. a parte de cima é a parte do muquifo chamado estrela do mar em mostardas que tem banheiro no quarto. a parte debaixo que deve ser um carandiru, ainda tem vaga, mas ai a gent emija e caga e toma banho fora do quarto.

40 pilas a díária. vou morder meu mecenas pra passar 4 dias do carnaval lá....

diz que é um hotelizunho de pescador. eu o descobri por meio do fernandão da sauna do ritter que ia lá pescar com o telmo um funciona´rio dele.

a comida é feita no próprio hotel. eles abriram um em mostardas mesmo com garagem e ar condicionado, mas este tem que pegar onibus pra ir pra praia..
euq vou tentar o muquifo da beira do mar mesmo.

se deus quiser e tiver sol, vou ficar 4 dias indo a praia todo santo dia...até encher o saco.

a comida é feita pela mulher do dono, 20 pilas o prato simples e 28 com camarão. vou encher o cu de camarão...

mas tudo isto se meu mecenas bancar a estadia.de lá contarei e farei concorrencia a MARIANA KALIL com seus restaurantes tri caros de punta...

ESTRELA DO MAR DE MOSTARDAS É MINHA SANTO IGNÁCIO.... vou pingar meu col´rio como diz o louco do macaco simão...(olides canton)

 

SOCRATES

TAVA SEM UMLIVRO QUE ENGATASSE DEPOIS QUE LI A BIOGRAFIA DO CRIME DO BRUNO E DO COMPARSA DELE.

* COMPREI O SOCRATES DO TOM CARDOSO E NÃO TOU CONSEGUINDO PARAR DELER.

* ACHO QUE NEMVOU AO CONVESCOTE DO BORTOLUZZI DE NOITE. FICO LENDO. TALVEZ GANHE MAIS.

 

Muquifo

neste muquifo sente-se e ouve-se de tudo...o cheiro do café passado,agora, as 8 da matina, por exemplo é muito forte.

ainda bem que não é o do cigarro....

 

DE SERAFINA

OJORNAL GAZETA REGIONAL IRÁ PARAR DE CIRCULAR ALGUMAS EDIÇÕES POR MUDANÇAS NA ESTRUTURA DO JORNAL.

 

Domingos

A HAMBURGUERIA 1903 NO CENTRO. BOA OPÇÃO DE LANCHES AOS DOMINGOS QUANDO O CENTRO FICA PRATICAMENTE VAZIO....

 

Vieira

De: letier12
Enviada: Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2015

Da coluna de Affonso Ritter, no Jornal do Comércio de hoje.

Coluna publicada em 19/01/2015
?#?Escolas? de ?#?tempo? ?#?integral?
Escolas de tempo integral. Esta é a meta que o novo secretário estadual da Educação, Vieira da Cunha, perseguirá na sua gestão para melhorar a qualidade do ensino gaúcho, aliás, um dos pontos do programa de seu partido, o PDT. Ele já pediu um levantamento das escolas com estrutura para isso. Mas sua adoção será decidida pelas comunidades. Não existe, hoje, no Estado, escola de tempo integral, mas escola com atividades complementares no turno oposto ao das aulas. São mais de 40. Escola de tempo integral é a que funciona o dia inteiro com acompanhamento pedagógico, sentencia. Ele elogiou neste sentido o trabalho que realiza o governo de Pernambuco, desde Eduardo Campos, onde há 300 escolas de tempo integral.
Plano de Educação
A meta do secretário Vieira da Cunha está dentro do que prevê o novo Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado pela presidente Dilma em 26 de junho passado. Ele estabelece que, até 2024, metade das escolas públicas do País deve garantir ensino em tempo integral. Em 10 anos, 25% dos estudantes terão de passar pelo menos sete horas por dia em sala de aula.

Letier Vivian
São Borja/RS

 

Coleguinhas

david coimbra morando em prédio chic???

* bah, mas a RBS mudou mesmo...

* o meu tempo morava-se em muquifo mesmo com o salário que pagavam!!!!!!!!!!!!!!!!

* então o augusto nunes fez bem aos empregados!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!11111

 

VAI TER GREVE DE ONIBUS....

em porto alegre.

* pressão pra subir o preço da passagem.

 

FORTUNATTI TIRA O TIME DE CAMPO

po, o prefeito em férias é o testemunho de que haverá greve de busun. vai deixar a bomba na mão do ' verdureiro', com todo o respeito.

 

Política

onde anda o mariovane???

e o jefferson???

 

SOBRE A MATÉRIA NO TEU SITE

recebo dos citados da ACEG!

De: rbrafaelsouza
Enviada: Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2015

Com todo respeito que vc merece.

DEPRIMENTE TEUS COMENTÁRIOS !!!

Mais cuidado ao citar os nomes das pessoas (tenta não invadir a vida pessoal sem o devido conhecimento) e cuidado tbm com a gramática!

Rafael Souza

 

Charge

o iotti deu no figado...

por isto o brizola tinha medo de charge. qualquer mortal entende....

De: letier12
Enviada: Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2015

Olha a charge da ZH de hoje

Letier Vivian
São Borja/RS

 

Mostardas

contei pro laurinho que a dede porto e o assis hoffmann ficaram uma semana acampados na lagoa do peixe fazendo matéria sobre aves migratórias que param ali e olhem o mau humor da segundo do colega....eu tenho uma filha que fica de mau humor no domingo, o lauro é na segunda.

Enviada: Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2015 Para: olidescanton@bol.com.br

Q romântico: uma semana em mostardas fotografando passarinhos em trânsito para a Patagônia!
Se Camus, do Le Combat, ouvisse isso se retorceria no túnulo!

 

Praça Japão

COMO SE VAI DE BUSUN ATÉ A PRAÇA JAPÃO AQUI MENCIONADA E FOTOGRAFADA.

De: bueno.escritorio
Enviada: Domingo, 18 de Janeiro de 2015 23:47

pode pegar o carlos gomes da carris, vai até o final da linha. aí tu caminha 2 quadaras na plinio = a primeira é a do zaffari, a segunda é a q tem os predios chiques, só atravessar a rua tu tá na praça japao. do outro lado da plinio tem uma praça normal, dessas com bastante grama e parquinho. a praça japao funciona de terça a domingo, até as 18h. no meio-dia ela fecha, mas quem tá lá pode ficar, só nao entra ninguem até a 1 e meia da tarde. a lotação IAPI deixa em frente, também.

 

busca de casal de caseiros para fazenda em SP

Madruga publico teu anuncio....(rsrsrs...)

mas acho dificil aparecer este tipo de gente. eles querem é bolsa familia, ou seguro desemprego(olides)

From: "Madruga Duarte"
Sent: Dom 18/01/15 08:39

Recebi de um grande amigo meu, importante executivo, esse pedido:

Estou na busca de um casal p cuidar da sede da minha fazenda aqui em Itu. Fica a 60 quilometros de SP pela magnífica rodovia Castelo Branco.

Condições:

CASAL - De preferência jovem, para poder ser treinado pelo proprietário

Ele cuidará do jardim, piscina, serviços gerais, manutenção básica da sede

Ela cozinha,limpeza,roupa, servir refeições.

Normalmente os donos só passam lá fins de semana

Se tiver possibilidade dele cuidar dos cavalos e fazer pequenos trabalhos no campo será bom

Ser motorista

Terão casa com 2 quartos ao lado da sede

Salário básico 2.500 reais para o casal, podendo ser maior dependendo das habilidades (mais casa)

Terão um tipo de INSS rural em nome da fazenda

Descanso semanal de um dia

Trabalho das 7 às 17 com descanso de almoço

O dono é um importante executivo, diretor do famoso grupo AMIL e CEO (Presidente) da DASA - a maior rede de laboratórios de análises clinicas do Brsil.

A fazenda tem carro e moto - normalmente usados pelo proprietário.

Precisam ter ficha cadastral e avaliação de saúde.

É uma bela oportunidade para um casal jovem.

O dono – meu grande amigo – é uma boa de bem, educada e moderna.

Trata seu pessoal com estima e consideração.

Se tiverem possibilidade de ajudar nessa busca, ficarei grato.

Madruga

 

Procissão do Santuário de Navegantes para Igreja do Rosário reuniu milhares de fiéis


Caminhada teve início às 18h e percorreu 5,5 quilômetros

Pessoas de todas as idades percorreram as ruas de Porto Alegre no final da tarde deste domingo para acompanhar a imagem de Nossa Senhora dos Navegantes. O ato de fé e cultura faz parte da Festa de Navegantes, considerada uma das maiores celebrações religiosas do Estado e que este ano completa 140 anos. A procissão teve início às 18h, logo após a celebração da missa de despedida da santa, que ficará na paróquia de Nossa Senhora do Rosário até o dia 2 de fevereiro, data de seu retorno ao Santuário, no bairro Navegantes. A expectativa é de que cerca de 20 mil pessoas por dia visitem a igreja do Rosário durante este período.

O trajeto de 5,5 quilômetros, que passou pela avenida Sertório, Presidente Roosevelt, entrou na Farrapos e seguiu pela rua Voluntários da Pátria até a Vigário José Inácio, foi acompanhado pela comerciante, Cristiane da Silva Alves, de 27 anos. Devota de Nossa Senhora dos navegantes desde criança, este ano fez uma promessa. "Se eu passasse na prova da autoescola, caminharia na procissão de ida e de retorno levando duas velas de 1,70m", contou.

A aposentada Dina Azevedo Keisman, 57 anos, também foi agradecer a santa. Carregando três velas de 1,70m cada, ela e a irmã, Vera Regina Martins, caminharam o trajeto rezando e agradecendo pela liberdade do filho e pelo emprego conquistado.

O padre Ricardo Mostardeiro Costa ressaltou o tema do ano "Fé, cultura e solidariedade" e destacou como mensagem principal a alegria do evangelho. Ele antecipou que na procissão de retorno da imagem para o Santuário, no dia 2 de fevereiro, são aguardadas 180 mil pessoas. A caminhada terá trajeto pela avenida da Legalidade e Democracia (antiga avenida Castelo Branco) e será acompanhada pelo Núncio Apostólico Dom Giovanni D’Aniello, representante do Papa no Brasil, que conduzirá uma missa campal.

 

Produtores podem organizar caravanas para a Abertura da Colheita do Arroz


Expectativa da organização é que pelo menos 40 delegações participem do evento em Tapes

Para estimular a presença de produtores de diversas regiões do Rio Grande do Sul, a Federação das Associações dos Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) está em contato com as associações locais e núcleos do Instituto Riograndense do Arroz (Irga) para que organizem caravanas de agricultores e compareçam na 25ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz, que ocorre de 5 a 7 de fevereiro no município de Tapes (RS).

De acordo com Luís Antônio Valente, coordenador das caravanas pela Federarroz e que está se reunindo com os arrozeiros em diversas regiões do Estado, a expectativa é que pelo menos 1,5 mil pessoas venham para o evento por meio das caravanas. "Estimamos que participem cerca de 40 delegações de diversas regiões do Rio Grande do Sul", observa.

A perspectiva de Valente é que produtores de Santa Catarina também se organizem para a Abertura Oficial da Colheita do Arroz. Na última sexta-feira representantes da organização do evento, liderados pelo presidente da Federarroz, Henrique Dornelles, estiveram em Tubarão (SC) em reunião com os arrozeiros catarinenses. "Foi um encontro excelente, tivemos a presença de cinco presidentes das principais cooperativas de arroz de Santa Catarina. Acredito que teremos uma presença de produtores de lá", destaca Valente.federarroz@federarroz.com.br

Os interessados em organizar caravanas para participar da Abertura Oficial da Colheita do Arroz podem ser obtidas pelo telefone (51) 3672.1088 ou pelo e-mail federarroz@federarroz.com.br. Com o tema "Cesta básica garantida com renda no campo comprometida", a organização desta 25ª edição é da Federarroz em parceria com a Associação de Arrozeiros de Tapes.

 

de Serafina

PREFEITO ADEMIR ENTREGA DOIS VEÍCULOS NOVOS

Na manhã desta segunda feira, 19, o Prefeito Ademir Antonio Presotto entregou para as Secretarias de Trabalho e Desenvolvimento Econômico e Secretaria de Turismo, Juventude, Esporte e Lazer, os veículos Gol provenientes do resultado recebido no Leilão de Veículos e Bens do Município, na qual foi realizado em 17 de Outubro de 2014. Estes veículos facilitarão o trabalho executado pelas duas Secretarias.


19 de janeiro
de 2015

do diretodeportoalegre.blogspot.com

A calma zen da mais bela praça de Porto Alegre

por Marcio de Almeida Bueno

Sem nenhuma dúvida, a praça mais bonita de Porto Alegre é a Praça Japão, entre a Plinio Brasil Milano e o IAPI. O visitante parece estar entrando em um sonho, pois sai da zoeira automotiva e entra em um lugar aprazível, absurdamente calmo - na tradição oriental, com direito a cachoeira para refrescar os pés. Poucos frequentam o local.

Porto Alegre nas pegadas: a fonte da Carlos Trein Filho



Em plena calçada da rua Carlos Trein Filho, próximo à Plínio Brasil Milano, há uma escadaria que leva a uma fonte de água natural. O pessoal passa lá para beber - dizerm que tem gosto de água de poço, fresquinha - ou para levar para casa, em galões. Recentemente a Prefeitura colocou uma placa dizendo que se tratava de água imprópria para consumo, mas... ninguém deu muita bola.

 

CAUSOS DE PUTEDOS

UM GENERAL DE BRIGADA QUE FORA O CHEFE DO QUARTEL DE BAGÉ havia chegado em Dom Pedrito, ou estava no momento chefiando aquela unidade.

Antes de passar pelo quartel, deu umachegada na ' zona' como sediz no interior.

Como eram oito e pouco da noite, as ' chinas' ainda estavam jantando.

Diz o general que era um arroz de carreteiro, mais ovos e algumas coisitas.

Daí que ele sentou na pequena entrada do cabaré, cujo nome não lembra mais, e pediu um uísque.

O motora que o conduzia já se atracou com uma ' china', no sofá do putedo.

Já estava quase tirando a roupa da mulher, quando ela saiu-se com esta;

- EU CONHEÇO O SENHOR, NÃO SEI SE DE BAGÉ, OU DA TELEVISÃO - o gal. costumava aparecer na RBSTV de Bagé.

O general não pensou duas vezes: pagou o uísque e deu ordens pro motorista pra irem embora.

O motora já cheio de tesão não queria desgrutar da china e resistiu:

- rapaz, o advertiu, olha o teu emprego....

Temos que passar no quartel antes que feche, ordenou ao seu subordinado.

ensimento do general. em putedo não se dá cheque nem se paga nada com cartão. é tudo moeda sonante.(olides canton)

 

historias de putedos

garante o general de brigada que em Dom Pedrito no chinaredo estava escrito uma advertência:

- NÃO CUSPA NO CHÃO E NÃO LIMPE O PAU COM A CORTINA...

diz ele ainda que havia escrito com batom vermelho uma espécie de tabela entre as putas do que elas cobravam.

boquete digamos 5, boceta,digamos 10 e cuzinho, digamos 20. chegou um grosso das fazendas perguntou quanto era pra ficar com uma china. a dona lhe mostrou a tabela.ele olhou sério e fez o pedido:

me dá um boquete com cuzinho....

 

ônibus

439 TOTALMENTE LOTADO NA HORA DAS ' DOSAS' IREM DE VOLTA PRA CASA. COM TODO O RESPEITO....SÃO LINHAS SUPER CARREGADAS EM DETERMINADOS HORÁRIOS. ELAS SAEM DAS CASAS DOS ' BURGUESES DAPRACINHA DA ENCOL' E VOLTAM PROS SEUS LARES DA GRANDE PORTO ALEGRE. SEM FAZER SOCIOLOGIA É ISTO DAÍ.

 

amor de madrugada....

tá certo que gemam, mas esta madrugada aqui no prédio tava boa a foda.....

* nada contra, nada contra!!!!!!!!

* muquifo é assim mesmo a gente ouve as repercussões das ' visitas íntimas' das vizinhas.

* já morei em lugares mais discretos, ou de melhor gabarito, não que lá não se fodesse

 

SANTANDER

POR ACASO DESCOBRI QUE O SANTANDER CULTURAL TEM UMA BIBLIOTECA. ABRE AS 10 DA MATINA E VAI ATÉ 19 HS. NOS SABADOS E DOMINGOS ABRE AS 14 ATE 19 HS.

TEM LIVROS, DOIS COMPUTADORES MAS O AR CONDICIONADO ESTÁ ESTRAGADO. EU ACHO QUE É SACANAGEM PRA NÃO PAGAR LUZ..

ELES TÃO ASSIM AGORA. ECONOMIZANDO LUZ. DIA DESTES DESLIGARAM O AR CONCIONADO DO CINEMA SANTANDER. BOTEI A BOCA NO TROMBONE PORQUE PAGO 5 PILAS JUSTAMENTE PRA FICAR NO AR CONDICIONADO.

* NA BIBLIOTECA VOCE PODE PEGARUM LIVRO SOBRE A EXPOSIÇÃO MOACIR SCLIAR QUE É MUITO BOM. PEGUEM PORQUE O SANTANDER NÃO TÁ DANDO NADA. AQUILO É DINHEIRO PUBLICO DA LEI ROUANETT.

* ENGRAÇADO QUE ATÉ NO DINHEIRO PUBLICO ESTES ' GRANDES ' METEM A MÃO....

* VAI TU PEQUENO PEDIR UMA VERBA DESTAS NÃO TE DÃO NUNCA PRUM LIVRO. SEMPRE TEM MIL DESCULPAS ESFARRAPADAS.

* COMO DIZ MEU AMIGO ADVOGADO DARCI NORTE REBELLO- A FRASE É DELE - ' EM BRASÍLIA SEMPRE DEIXAM O CAMINHO ABERTO PRA CORRUPÇÃO"...TOING....!!!!!

 

santander

registro necessário: os funcionários da biblioteca são educados e só fecham no horário. neste sábado cheguei lá depois do cinema as 6 emeia e eles foram pegar os jornais que eu queria ler e que já tinham guardado.

* é que a gente tá acostumado a chegar em locais onde se é acostumado a ser tratado aos ' coices'...

* inclusive se for apenas pra ler um jornal.

 

OS ' RADARES' DO PEDAÇO



AGENOR, GARÇÃO DO AGAPIO, EM SEU LOCAL DE TRABALHO.

SEU APELIDO ENTRE OS COLEGAS É RADAR MESMO. NADA ESCAPA AO SEU REDOR....ESTÁ SEMPRE COM AS ANTENAS LIGADAS.

E SABE DE TUDO, TÃO OU QUANTO O SEU PATRÃO, TASCA.

 

O RADAR AQUI DO PRÉDIO...



A FAXINEIRA QUE VEM AOS SÁBADOS FALA COM TODO MUNDO DO QUARTEIRÃO....

SABE DE TUDO DOS ARREDORES.....

 

Terlera

Continua na CIT do Mãe de Deus.

* um colega pediu a um secretário municipal que ligasse pro hospital e visse, por favor, a situação do Terlera.,]]]

* um dos médicos que atende o Terlera disse que o quadro do colega é irreversível.

* NA ALRS, onde terlera até tem uma sala com seu nome, ninguém mais QUER SABER DO ANTIGO QUADRO.

* melhor ir na portaria do prédio onde ele morava que o porteiro sabe mais.

* cumpre-se o dito; REI MORTO, REI POSTO.

* FOI-SE O TEMPO QUE TERLERA TINHA UMA COLUNA NA PAGINA DA ZH CHAMADA DE BASTIDORES E OS SENHORES DEPUTADOS SE AJOELHAVAM PRA ELE COLOCAR UMA NOTA SOBRE SUAS ATUAÇÕES.

* E DOS GOVERNADORES QUE O USAVAM PRA ' MANDAR RECADOS ' PRA EQUIPE, COMO FAZIA PEDRO JORGE SIMON, JAIR SOARES, ALCEU COLLARES,ENTRE TANTOS OUTROS.

* ASSIM SOMOS NÓS, HÁ TEMPO PRA TUDO DEBAIXO DO CÉU...

* É BOM LEMBRAR-SE DISTO, ÁS VEZES....

 

Mãe

temos UMA FILOSOFA EM SERAFINA!

De: aline
Enviada: Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2015 13:25

olides

vi agora a foto da sua mãe. Que alegria! Ela está bem e feliz. Como você falou, deixou parte de sua história aqui..85 anos. Mas com certeza no momento está sendo mais saudável para ela por questões da idade. Isso nos leva a entender, que na vida, tudo é mutável.Só a morte, que é irreversível.

(acho que filosofei)

Grande abraço amigo Olides.

Aline Thais Chiodelli

 

do mironneto.com

Li os dois, mas nenhum teve a dignidade de citar a fonte(olides)

Jornais de Porto Alegre reproduzem notas da coluna

Dois tópicos da coluna de quarta-feira (14) foram reproduzidos nesta sexta-feira (16) por dois dos maiores craques da imprensa gaúcha. Fernando Albrecht, titular da página 3 do Jornal do Comércio, publicou nota sobre o procurado pela Justiça que foi reclamar de uma movimentação estranha próximo à sua residência no bairro Jardim. O título não poderia ser mais apropriado: "Chance para o azar".

Já o jornalista Túlio Milman, da página 2 de Zero Hora, comentou a substituição do Chocofest pelo Festival de Chocolate. Título: "Rei morto..."

 

NOMINOU

FERNANDO ALBRECHT NO JC NOMINOU O MIRON NETO SOBRE O CASO DE GRAMADO.

 

Aniversário

pra minha surpresa tu tá vivo. porque depois que tu foi achacar o bico branco em serafina, tu tinha sumido. o nosso véio terlera tá nas ulitmas(olides)

De: mazzafotos
Enviada: Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2015 15:05

Olides!

Abraço transcurso aniversário.

mazzarino

 

niver

o vereador cechim, do pmdb, que é de nova prata, também me mandou os parachoques pelo meu niver. gracias vereador. gosto do seu jeito sem meias palavras, sem ser muito sabonete o sr. diz as coisas.

 

Aniversário

recebi parabens do capincho, em termos impublicáveis, é claro, do julinho, do mendelski na guaíba, que prova que eles leem o OSUL, porque nem sabem que tava de niver(olides)

From: Julio Cesar
To: contato@deolhoseouvidos.com.br

Parabéns.
Um abração.
Júlio César

 

Aniversário

Enviada: Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2015 02:30
Para: olidescanton@bol.com.br

Feliz aniversário !!!!
Beijos
Denise

 

Caio F.

 

Pau de sefie

 

Domingo é dia da Procissão do Santuário de Navegantes para Igreja do Rosário

Caminhada pelas ruas de Porto Alegre terá início a partir das 18h

A primeira procissão da 140ª Festa de Nossa Senhora de Navegantes será neste domingo, dia 18 de janeiro, a partir das 18 horas e o percurso deve durar duas horas. A imagem será conduzida do Santuário de Navegantes seguindo pela avenida Sertório até a Presidente Roosevelt. Depois, segue até a avenida Farrapos em direção ao viaduto da Conceição, entrando na rua Voluntários da Pátria e segue até a Vigário José Inácio, para chegar à igreja de Nossa Senhora do Rosário. A imagem ficará no local até o dia 2 de fevereiro, quando acontece a tradicional procissão de retorno ao Santuário.

 

Ação coletiva do Sindicato dos Jornalistas RS beneficia toda a categoria

Em decisão que abrange toda a categoria, a justiça concedeu ganho de causa ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul (SINDJORS) em duas ações movidas contra a União. Trata-se da não incidência do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF) e da contribuição previdenciária (INSS) sobre o terço constitucional de férias gozadas. Com a decisão, fica definido que as fontes pagadoras suspendam a retenção de tais valores imediatamente, não ocorrendo mais a incidência do IRPF e do INSS sobre o terço constitucional de férias, desta forma, trazendo benefícios econômicos a todos e todas jornalistas do Estado.

Esta é uma ação coletiva movida pelo SINDJORS através do escritório jurídico Suárez & Golgo Advogados, e a decisão foi publicada nesta segunda-feira, dia 12 de janeiro. O Sindicato entende que o valor recebido pelo terço de férias refere-se a um acréscimo no período de descanso do trabalhador e este não deve ser onerado com o pagamento de impostos e contribuições, por se tratar de verba de natureza indenizatória. Por ser representante legal da categoria no Rio Grande do Sul, a ação ganha pela entidade atinge todos os jornalistas do Estado, sindicalizados ou não.

Foto: Bruna Fernanda Suptitz/SINDJORS

Os advogados Leonardo Suarez (D) e Carlos Golgo (C), apresentam a decisão ao presidente da entidade, Milton Simas (E)

Além do ganho desta causa de efeito futuro (que suspende a cobrança a partir de agora) a entidade está buscando nestas ações, o ressarcimento de cobranças já realizadas, retroativo a cinco anos a partir do ajuizamento das ações. Quando ocorrer o trânsito em julgado destas, o escritório realizará a execução dos valores de forma individualizada, para tanto, cada jornalista deverá enviar ao Sindicato a documentação necessária para que o escritório jurídico responsável pelas ações faça os cálculos e encaminhe o processo de execução.

"A ação é uma vitória de todos os trabalhadores jornalistas que, assim como as demais categorias, já sofrem com inúmeros descontos tributários em sua remuneração. Além desta conquista que já está em vigor, vamos seguir no trabalho para que tenhamos o mais breve possível o ganho retroativo aos últimos cinco anos. Acredito que toda a categoria ficará satisfeita com mais esta ação do Sindicato dos Jornalistas", declara o presidente da entidade, Milton Simas.

O documento, que pode ser acessado no site do SINDJORS, contém um modelo de procuração e de contrato. Também é preciso enviar os contracheques dos últimos cinco anos referentes aos meses em que o jornalista gozou suas férias, cópia da carteira de identidade e comprovante de residência. Na ação coletiva, o Sindicato já arcou com as despesas. Na ação individual, os interessados terão somente o custo de 15% para sindicalizados e 20% para não sindicalizados sobre o montante percebido, não ocorrendo qualquer tipo de despesa antes de cada um perceber o benefício econômico correspondente. É importante que todos já tragam suas documentações pessoais acima descritas, pois as execuções serão realizadas por ordem de chegada de tais documentos.

da Folha Popular de Teutônia

 

de Serafina

SERAFINA IN FEST


16 de janeiro
de 2015

niver

completo hoje 63 anos. minha neta que andou por ai me cantou os parabéns com apenas uma velinha. foi o niver mais sincero que vi na vida.

criança é tudo de bom....

* não ponho foto porque a mãe dela me pediu pra não por que ela é ' bem pequenininha'.

* os netos são mesmo os ' filhos com açucar' e os avós defendem os netos contra os filhos.

 

noticias da ACEG

Não são as melhores as relações entre os dois funcionários da ACEG neste momento....

* Anita, uma bonita morena de 49 anos, e Rafael SOUZA, um jovem que veio da rádio Galera(web) - que transmite todos os jogos da dupla GRENAL já foram melhores amigos.

* foi Anita que conseguiu empregar Rafael ao tempo do presidente HAROLDO SANTOS, no final do ano passado...

Noticias da ACEG(2)

José Pesci, que era o coordenador da aceg, um ex-bandeirinha, que tem 3 anos de sócio da entidade - foi mordido pela mosca azul.

Ele queria ser candidato a presidente na eleição do dia 5 de dezembro passado....

* mas foi sacaneado...disseram pra ele sair que depois voltaria e agora não foi mais chamado.

* Pesci, um bom organizador, tinha grande apoio do pessoal do interior que a aceg sempre dirigida por gente da capital costuma relegar a segundo plano....

* O atual mandato tampão do presidente Egar vaz, um radialista de Caxias, que mandava boletins pra rádio Guaíba em tempos passados, foi prorrogado no dia 5 de dezembro para mais um ou 2 anos.

* alguém que entre na justiça derruba isto porque não teria sido publicado o edital como a lei manda.

* tem gente que acha que josé pesci poderia fazer isto, mas outros que o conhecem acham que ele não o fará porque estaria advogando em causa própria já que almeja ser presidente.

* os funcionários da ACEG trabalham como condenados em dias de jogo. carregam fardões cheias de braçadeiras pros estádios pra darpros que vão trabalhar.E COMO OS DOIS MORAM EM NOVO HAMBURGO, AMBOS DEPENDEM DE TREM PRA IR PRA CASA.

QUANDO O JOGO É AS 10 DA NOITE, ELES TEM QUE SAIR ANTES PRA NÃO FICAR DEPOIS SEM CONDUÇÃO. NENHUM DOS DOIS VEM DE CARRO A PORTO ALEGRE.

RAFAEL AINDA É PEGO NA ULTIMA ESTAÇÃO DO METRO PELA ESPOSA, MAS ANITA TEM QUE IR SOZINHA PRA CASA, ONDE VIVE APENAS COM UMA GATA.

* e na aceg não tem nem ar condicionado, ao contrário do sindicato dos jornalistas bem na frente, no 13 andar, onde o ar condicionado impera.(OC)

 

de bem com a vida....

AdeliSell nunca viveu uma fase da vida tão próspera...

* Diz que perdeu tempo com muita coisa no passado.

* Melhor pra ele....

 

trinta anos aquela noite....

Pô,então faz 30 anos que ouvimos uma noite pelo alto falante do plenário da Assembleia, porque a transmissão foi proibida a votação do congresso nacional em que a emenda DANTE DE OLIVEIRA NÃO PASSOU.

SAIMOS DE LÁ JÁ TARDE DA NOITE, UM PEQUENO GRUPO, UM MAIS TRISTE QUE O OUTRO. TODOS FRUSTADOS.

TANCREDIS DEVERIA DEPOIS GANHAR NO COLEGIO ELEITORAL.

 

onde se comia a melhor BANANA SPLIT de porto?

uns dizem nas americanas, outros na banca 40 do mercado e outros dizem era na lancheria do zaffari da ipiranga. a lancheria não existe mais.

 

QUEM BANCA A MARIANA EM PUNTA???

BOM,AGORA SIM a coisa se tornou pública...como todos que trabalhamos na zh sabem que nãoé a empresa dos patricios que banca férias em punta, a grande pergunta é: QUEM BANCA AQUELAS FÉRIAS COM TODAS AQUELAS MORDOMIAS QUE A MARIANA CONTA ???

* eu chutei que seria o tal do CHICO, com todo o respeito, que é o marido,segundo ela mesma...

* mas um leitor que sabe tudo da mariana - me pediu pra não dar seu nome - me informa que quem banca é o PAPAI KALIL....

* meu deus, eu queria ser o chico...além de umamulher interessante - não digo bonita - tem um "sogrão" que banca férias paradisiácas em punta, é muita sorte na vida.

* ou então o cara é muito gostoso mesmo....

* bom disto quem deve saber é ela.....

 

INFORMAÇÃO TEM PRIORIDADE, COMO DIZ O LAURO QUADROS....

Ñ é o marido q banca a vida mansa da tua ídola: é o papai. O marido ñ tem este cacife todo.

UMLEITOR QUE PEDIU O ANONIMATO.(OLIDES)

 

punta x mariana

fiquei mais fã da mariana kalil depois que li aquele post dela contando o dia que passou naquela praia particular.onde se paga 600 dólares pra passar o dia.

* no fim do post, ela contou:

- era hora de ver la puesta del sol( bem assim como nós diziamos em EL SILENCIO, no pacificio, no começo dos anos 70,quando íamos todos os dias pra lá queimar fumo e comer ceviche, isto porqu e estávamos no Peru, ao sul de lima 50 km) e de recolher os jornais e revistas....

Pô Mariana, que belo texto poético...parabéns.....

 

ainda a mariana...

acho que a mariana kalil faz muito bem, como poucos, as cronicas do dia a dia....

* sobre moda o que escreve, nem leio. detesto moda. não entendo nada.

* me interessa o lado prosaico da vida que ela conta, como as histórias do cachorro. é uma narradora.

 

de Serafina

inverno de 2013...a ca

 

Mãe

o recado da minha irmã já diz que tá tudo bem. eu achei ela um pouco triste, mas é natural.deixou 85 anos pra trás pra ir deixar seus ossos em campinas, terra do sertanejo.

De: anamaria.canton
Enviada: Quinta-feira, 15 de Janeiro de 2015

Oi Olides, a mãe chegou bem. Fez ótima viagem.

almoço de dinossauros

 

Coleguinhas

na 4 feira almoçaram no gambrinus 3 dinossauros da imprensa gaúcha:

a saber

VALTER TODT, JUREMA JOSEFA E MARIO SANTAROSA.

* O ASSUNTO: JORNALISMO E JORNALISTAS ORA BOLAS.

* FUTEBOL É QUE NÃO IA SER....

 

Blues

não achei o negon o bicho de sete cabeças, nem uma BRASTEMP....já vi coisa melhor em termo sde blues....

 

noticias do agápio

a fabiane não tem ido trabalhar há dias...

* está prenha!

 

Sebo

o sebo das esquerdas. assim pode ser chamado o sebo ladeira, na ladeira. ali tudo o que é de esquerda vai buscar livros....

 

charlie hebdo

mandado pelo colega madruga duarte, que nos deve um livro de memórias(olides)

From: "Madruga Duarte"
Sent: Qui 15/01/15 09:48

Pessoal – deve ser raridade

pelo link abaixo, é possível acessar-se à edição de ontem, esgotada, do CH pós-atentado sofrido.

https://aventadores.files.wordpress.com/2015/01/charlie-hebdo-1178.pdf

madruga

 

Brizola

De: letier12
Enviada: Quinta-feira, 15 de Janeiro de 2015

Dez anos sem Brizola

Ícone do trabalhismo, gaúcho Leonel Brizola morreu em 21 de junho de 2004 e não deixou quadro político capaz de susbtituí-lo

Vitória Famer

FLÁVIA DE QUADROS/ARQUIVO/JC

Frasista nato, ex-governador era conhecido pelos discursos eloquentes

“Ele tinha o autoritarismo de Júlio de Castilhos, a preocupação com o social de Getúlio Vargas, a ânsia de poder de Borges de Medeiros, a simpatia e o frasismo de Flores da Cunha, o discurso de João Neves da Fontoura, o carisma e o poder de articulação de Osvaldo Aranha e a determinação de Raul Pilla.” Esse é Itagiba de Moura Brizola, ou Leonel Brizola, na definição do jornalista Carlos Bastos, que atuava na imprensa do Palácio Piratini, quando o ex-governador gaúcho, na época do PTB, liderou a Campanha da Legalidade - movimento de resistência que exigia a posse legítima do vice-presidente da República, João Goulart, em 1961, após a renúncia do presidente Jânio Quadros.

Apresentando “as virtudes e os defeitos dos grandes homens públicos que abrilhantaram a história do Rio Grande do Sul”, como havia escrito Bastos na época, Brizola era considerado tanto por fãs quanto por inimigos como um dos maiores ícones políticos do século XX.

Sua eloquência em discursos improvisados e a busca incessante pela coerência de suas convicções marcaram a postura do trabalhista, um frasista nato. “O poder de convencimento e de argumentação que Brizola tinha, a capacidade de didaticamente dizer aquilo que pensava e poder incutir na cabeça das pessoas, dos seus seguidores, eram impressionantes”, lembra Bastos. Porém, o jornalista afirma que, após uma década da morte de Brizola, “o PDT é viúvo, (a sigla) está sentindo falta de uma liderança mais forte”, aponta.

Companheiro de Brizola desde os tempos do PTB, o ex-vereador de Porto Alegre Índio Vargas, que teve seu mandato cassado pouco depois de assumir a Câmara Municipal, em 1964, carregou em seu santinho de campanha uma frase que marcava sua admiração pelo líder trabalhista: “Índio Vargas com as teses de Brizola”. Segundo o jornalista, “Brizola era muito inteligente e dotado em matéria de discernimento. Ele era muito antenado e aproveitava todas as oportunidades. A falta de medo demonstrava a sua determinação”.

Há dez anos, jornais demonstravam a crença dos militantes pedetistas na conservação das lutas do partido e na consolidação dos ideais da sigla. Centistas políticos, no entanto, avistavam o desmoronamento da ideologia da sigla, que poderia passar a não ser mais cumprida. Juliana aponta que, atualmente, vê o partido pouco preocupado com o campo ideológico em que deveria atuar. “Há pouquíssimos debates. Temos dificuldades em saber o que o partido defende. Qual a reforma política que o PDT quer, por exemplo? É contra ou a favor à criminalização? E a idade penal? Na Assembleia Legislativa, temos sete deputados e cada um defende o que quer. Vejo que se fortaleceram os projetos individuais dentro do partido, e que ele (Brizola) era o significado do projeto coletivo, que acabou. Não temos uma liderança que identifique esse nome”, desabafa.

Valorizar a educação era a principal bandeira do criador dos Cieps

Liderança carismática, Leonel Brizola também era conhecido pela luta constante pela educação. “Construiu seis mil escolas no Rio Grande do Sul em um mandato de quatro anos. Ele mesmo dizia que devia ir para o Livro dos Recordes. Mas nos dois governos no Rio de Janeiro (1983-1987 e 1991-1994), como governador, fez mais de 500 Centros Integrados de Educação Pública (Cieps). Ele era um homem determinado e impetuoso nas suas ambições”, lembra o jornalista Carlos Bastos, que trabalhou no setor de imprensa do Palácio Piratini, quando Brizola governou o Rio Grande do Sul. Os Cieps foram idealizados pelo antropólogo Darcy Ribeiro, vice-governador na primeira administração de Brizola no Rio de Janeiro.

A bandeira pela educação tinha relação com a experiência de vida do próprio Brizola. “Ele, menino pobre, que foi engraxate na rodoviária de Carazinho, onde nasceu, foi estudar na Escola Agrícola de Viamão. Depois, fazer um curso técnico no colégio Parobé, em Porto Alegre, e por fim engenharia. Tinha o caso dele. Uma pessoa sem posses que sabia que só poderia ascender na vida através da educação. Por isso, essa obsessão”, contextualiza Bastos.

Para o professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e cientista político Benedito Tadeu César, o partido fundado por Brizola, em 1979, no exílio em Lisboa, carece de herdeiros políticos. “PDT não tem hoje um espaço no espectro ideológico que ele possa ocupar”, afirma o cientista político.

O vereador do P-Sol de Porto Alegre e ex-pedetista, Pedro Ruas, diz que, com Brizola, “havia sempre a possibilidade de revolução a qualquer momento”. Ruas fez parte do partido de 1979 a 2005. O brizolista decidiu deixar a sigla por afirmar que, logo após a morte do pedetista, já havia o abandono de lutas sociais sérias pregadas pelo caudilho.

Segundo Ruas, Brizola desejava a “igualdade de oportunidades”. Além disso, aponta que o idealizador do PDT afirmava que havia “destinos sociais” que deveriam ser alterados. Por isso, o ex-governador defendia com tanta veemência a necessidade do investimento em educação.

Letier Vivian
São Borja/RS

 

Prefeitura fecha 2014 com resultado positivo

O resultado orçamentário da Prefeitura de Porto Alegre foi positivo em 2014, registrando um total de R$ 269,3 milhões, contra um valor negativo de R$ 158,6 milhões em 2013. Ao apresentar esses números, em entrevista coletiva, na tarde desta quinta-feira, 15, o prefeito José Fortunati – acompanhado pelo secretário da Fazenda, Jorge Tonetto – elogiou o esforço de toda administração municipal no enfrentamento da crise econômica, com um planejamento baseado em contratos de gestão.

 

do mironneto.com

Município quer comprar cinema por R$ 17,9 milhões

O assunto vinha sendo tratado em sigilo há pelo menos um ano, mas agora virou projeto de lei. A Prefeitura e a GramadoTur querem comprar a totalidade das ações e o prédio do Cine Embaixador S/A. A justificativa é evitar que o imóvel do Palácio dos Festivais acabe sendo vendido para a iniciativa privada, e tenha outra destinação.
Segundo avaliação de uma consultoria financeira, o valor do negócio está fixado em R$ 17,9 milhões.

Voltou das férias e quase não reconheceu a cidade

Empresário gramadense que saiu em férias no final de semana anterior ao Natal, em meio à turbulência da programação e - principalmente, do trânsito natalino, retornou segunda-feira (12). E quase não reconheceu a cidade. Movimento de carros bem mais tranquilo, facilidade para estacionar e espaço para todos.
O colunista, aliás, há anos tem a convicção de que Gramado é melhor para os gramadenses exatamente na baixa temporada de verão.

 

ABIMAQ APOIA FABRICANTES DE GUINDASTES

O Grupo de Trabalho de Guindastes da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – ABIMAQ/RS – elegeu sua nova Diretoria para o Biênio 2015/2017, já empossada. O empresário José Alfredo Marques da Rocha, da IMAP S/A Indústria e Comércio, de Santo Antonio da Patrulha foi eleito coordenador e Paulo Cesar Nonemacher da HYVA do Brasil Ltda., de Caxias do Sul e Leonardo Costa, da TKA Guindastes Ltda., de Flores da Cunha para o cargo de vice-coordenadores.

O Grupo de Trabalho foi instituído em 2010 pela ABIMAQ com vistas a identificar alternativas para enfrentar as dificuldades que afetam diretamente a competitividade das empresas fabricantes de guindastes do país.

Visando proporcionar um fórum específico e exclusivo de debates para o segmento, o Grupo de Trabalho, desde então, vem elaborando pleitos e propondo medidas junto aos governos para assegurar a sustentabilidade das empresas nacionais.

Entre os principais problemas detectados está a importação de equipamentos estrangeiros, especialmente chineses e também de países europeus, ainda que a indústria nacional esteja apta a abastecer a demanda nesta área.

O Rio Grande do Sul conta com um dos principais parques nacionais na fabricação de guindastes, com cerca de 20 empresas que atuam neste segmento.

 

DESPEDIDA

que pena que pessoas tão profissionais como a rita tenham que deixar o cargo por causa da política. mas é do jogo(oides)

De: imprensa-igtf
Enviada: Quinta-feira, 15 de Janeiro de 2015

Boa tarde

Hoje me despeço da Fundação Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore e do Governo do Estado. Agradeço a todos pela atenção durante estes quatro anos. Meu telefone continua sendo 51 9327.5434 e o e -mail ritaescobar10@yahoo.com.br.

Abraço

Rita Escobar
Imprensa Igtf
Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore
Fone: 51 32281711 / 9327.5434

 

Tancredo

De: letier12
Enviada: Quinta-feira, 15 de Janeiro de 2015

Eleição de Tancredo encerrou regime militar

Há exatos 30 anos, mineiro foi eleito o primeiro presidente civil do Brasil por ampla maioria, 480 votos contra 180

Tancredo Neves é reconhecido como vitorioso em sessão no Congresso Nacional

Em 15 de janeiro de 1985, dia de chuva forte em Brasília, uma multidão se concentrou em frente ao Congresso, parte abrigada sob uma bandeira nacional, alguns escalando as cúpulas de concreto. Lá dentro, com plenário e galerias lotados, Tancredo Neves era eleito o primeiro presidente civil no País em 21 anos, pelo mesmo instituto criado pelos militares para eleger seus generais: o colégio eleitoral.

Na sessão, que durou cerca de três horas e meia, Tancredo derrotou o candidato do extinto PDS, Paulo Maluf, que não tinha apoio unânime entre os militares. Foram 480 votos contra 180. A vitória veio no voto do deputado João Cunha (PMDB-SP), o de número 344, que garantiu a maioria ao candidato da oposição. “Tenho a honra de dizer que o meu voto enterra a ditadura funesta que infelicitou a minha pátria”, disse, entre aplausos, pouco depois das 11h30min daquela terça-feira. Quase uma hora depois, Tancredo leria seu discurso da vitória. “Esta foi a última eleição indireta do País. Venho para realizar urgentes e corajosas mudanças políticas, sociais e econômicas indispensáveis ao bem-estar do povo”.

Da mesma forma que na bancada do PDS (originário da antiga Arena, partido do governo militar), grande parte dos deputados votou em Tancredo, na oposição nem todos o escolheram. O diretório nacional do PT decidiu pela abstenção, por avaliar que o partido deveria continuar na luta por eleições diretas. Dos oito deputados, três – Bete Mendes, Ayrton Soares, então líder da bancada na Câmara, e José Eudes – votaram a favor de Tancredo e foram expulsos do PT.

Deputado à época, o senador Eduardo Suplicy (SP) diz que seguiu a orientação do diretório. “Discutimos muito o assunto entre nós, mas no fim prevaleceu a decisão do partido, embora tivéssemos por Tancredo grande respeito e admiração”. Suplicy lembra-se de ter encontrado o político mineiro nos corredores da Câmara e dito a ele que continuaria na luta pelas Diretas Já. “Tancredo entendeu e respeitou minha decisão”, relata.

As negociações que culminaram na candidatura de Tancredo pela Aliança Democrática começaram oficialmente logo após a derrota da emenda Dante de Oliveira (das Diretas) na Câmara. Integrante da dissidência do PDS à época, o deputado Simão Sessim (PP-RJ) lembra que o grupo se formou a partir da vitória de Paulo Maluf na convenção do partido, derrotando Mário Andreazza, que tinha apoio amplo entre os militares. “Houve um movimento grande de rebeldia dentro do partido e fomos pedir ao vice-presidente Aureliano Chaves que liderasse a ala dissidente contra a orientação oficial”. A partir daí, a convergência para a candidatura de Tancredo, tendo como vice o indicado pelos dissidentes, José Sarney, foi natural. “Tancredo era o nome de todas as forças, respeitado, inatacável sob todos os aspectos, a figura política mais importante daquela época”, diz Sessim.

Já o deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), que era do PDS e votou em Maluf no Colégio Eleitoral, afirma, inclusive, que Tancredo teria influenciado a vitória de Maluf contra Andreazza na convenção do PDS, já que Maluf, sem consenso no partido e entre os militares, seria opositor mais fácil de vencer no colégio eleitoral.

“Tancredo tinha sido do antigo PSD, e muitos parlamentares da Arena, também vindos do PSD, tinham amizade e simpatia por ele”, relata. “Como hábil negociador, ele viu nas discordâncias entre o vice-presidente da República, Aureliano Chaves, e militares uma chance de atrair dissidentes”.
Constituição Federal é um dos principais legados do processo de redemocratização do Brasil
Os parlamentares são unânimes em um ponto: ao colocar um fim no ciclo dos presidentes militares, a vitória de Tancredo abriu o caminho para a normalidade democrática no Brasil. “Havia um anseio, entre todos os segmentos da sociedade, para que caminhássemos em direção ao fim do arbítrio”, lembra o deputado Mauro Benevides (PMDB-CE), que em 1987/1988 foi 1º vice-presidente da Assembleia Nacional Constituinte. “A vitória de Tancredo representou um passo decisivo para que o Brasil, além da redemocratização, tivesse, três anos depois, a Constituição que Ulysses Guimarães chamou de cidadã.”

Para Roberto Freire (PPS-SP), à época deputado pelo PMDB, foram a mobilização popular pelas diretas já e as lutas pela redemocratização, que vinham desde a década de 1970, com participação de vários deputados, as responsáveis pela vitória na eleição indireta. “Naquele momento, o povo brasileiro estava nas ruas. Quando elegemos Tancredo Neves, elegemos a liberdade e a democracia”. Na avaliação de Simão Sessim, os próprios militares sabiam que o processo de redemocratização era irreversível.
Presidente eleito, Tancredo Neves não assumiu o cargo. Na noite de 14 de março, véspera da posse, foi internado no Hospital de Base de Brasília com o diagnóstico de diverticulite. Morreu em 21 de abril.

Foi empossado como presidente da República o vice, José Sarney, a quem coube conduzir o processo de redemocratização e convocar a Assembleia Nacional Constituinte, em 1987. Em 1989, na primeira eleição direta para a Presidência da República após o regime militar, foi vencedor Fernando Collor.

Letier Vivian
São Borja/RS

 

Convite

 

Secretário Vieira conversa com direção do CPERS sobre início do ano letivo

Foto: Evandro Oliveira, Seduc, divulgação

O secretário da Educação, Vieira da Cunha, e a direção do CPERS Sindicato estiveram na tarde desta quinta-feira (15) reunidos pela segunda vez desde o início do atual governo. O tema principal da conversa foi a preparação do ano letivo, cujas aulas iniciam em 26 de fevereiro. O encontro ocorreu no gabinete do secretário.

A principal preocupação da presidente do CPERS, Helenir Oliveira, é que não faltem professores no início do ano. Vieira garantiu que o tema também é tratado como extrema prioridade pela atual gestão.

“No último dia 13 encerrou o prazo das matrículas e há agora um período de ajustamentos, para que a gente possa ter o quadro estabelecido. Então, poderemos informar as possíveis deficiências, que vão resultar na necessidade de chamarmos concursados. Se não houver concursados aptos a atuar naqueles lugares em que houver necessidade de professores, utilizaremos o nosso cadastro de contratos emergenciais. O certo é que nós tomaremos todas as providências necessárias. É a nossa preocupação iniciar o ano letivo com toda a tranquilidade e com o número de professores necessário para atender bem a comunidade escolar”, afirmou o secretário.

Outro desejo manifestado pelo sindicato é de que nos casos em que não houver professor concursado habilitado para suprir determinada deficiência, seja dada prioridade aos contratados que já haviam ocupado a função. Vieira concordou com a medida, mas afirmou que a decisão precisa ser feita dentro da legalidade.

“É de nosso interesse atender a demanda do CPERS, pois eu vou ter um profissional que já tem experiência, que já está integrado àquela comunidade e àquela escola. O que nós precisamos ver é se nós vamos encontrar um caminho jurídico para reativar os contratos que já foram rescindidos pela administração anterior. Se nós encontrarmos esse caminho, eu tenho total concordância com o pleito”, disse.

O sindicato também reivindicou audiência com o governador do Estado, para instalar uma mesa formal de negociação.

“Nós vamos procurar, junto ao governador, o agendamento desta data, e aí será a ocasião oportuna para que outras questões, como o piso salarial, sejam colocadas”, informou Vieira.

 

Brasil tem espaço para crescer nas exportações de arroz

Fotos: AgroEffective/Divulgação

Organizadores da Abertura Oficial da Colheita do Arroz esperam negociadores internacionais

Com o crescimento do arroz brasileiro no cenário internacional, comprovado pelos números de exportação do grão, a Abertura Oficial da Colheira do Arroz deve ser um chamariz para o mercado externo. A ideia da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) é trazer representantes de fora do país para o município de Tapes (RS), entre os dias 5 e 7 de fevereiro, data do evento.

Segundo o presidente da Entidade, Henrique Dornelles, que concedeu entrevista coletiva à imprensa nesta quinta-feira, dia 15 de janeiro, convites foram feitos para especialistas que trabalham com mercados em potencial para o Brasil, como Oriente Médio e América Central. O objetivo é que os negociadores conheçam o sistema de produção desde o plantio até o beneficiamento do produto. "Queremos demonstrar como o nosso arroz é produzido, como temos segurança alimentar em todos os processos e que nosso arroz possui a qualidade que possui não só por uma questão natural mas também por um contexto profissional e tecnológico", destaca.

Conforme números do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), as exportações do grão em dezembro de 2014 foram as maiores do ano-safra, chegando a um volume de 177,98 mil toneladas, puxadas por uma expressiva venda realizada para o Iraque. Dornelles explica que já existia pelo setor a precepção da elevação nos embarques. Entretanto, o dirigente acredita ainda que existem gargalos na comercialização. Um dos exemplos é o retorno das relações comerciais dos Estados Unidos com Cuba depois de quase meio século de bloqueio econômico. Os cubanos são responsáveis por 10% das compras do arroz brasileiro. Os preços do produto norte-americano de qualidade similar ao brasileiro estão mais de US$ 50 por tonelada menores e o frete médio dos Estados Unidos para Cuba é mais de 60% inferior ao do Brasil para o país da América Central.

Outro problema de acordo com Dornelles é que a Costa Rica aumentou o imposto sobre de transações, especialmente do arroz, mas que os Estados Unidos ficaram de fora da tributação. "Enquanto o arroz norte-americano entra com taxa zero, nosso arroz precisa pagar 20%. São coisas que gostaríamos de externar com o objetivo de sensibilizar o governo federal de que a gente precisa tomar um outro rumo nas negociações internacionais", exclarece.

Custos de produção ainda preocupam

Com o tema "Cesta Básica Garantida, com Renda no Campo Comprometida", a 25ª edição da Abertura Oficial da Colheita do Arroz, que a Federarroz organiza em parceria com a Associação dos Arrozeiros de Tapes, busca alertar a sociedade sobre os altos custos de produção que estão comprometendo a renda do produtor. Dornelles lembra que o grão nunca esteve com patamares de preços estabilizados como no último ano, chegando a R$ 38,00 a saca de 50 quilos, mas que não há nenhuma comemoração do setor porque os custos acabam corroendo totalmente a rentabilidade dos arrozeiros. "O que eu acho mais grave é que não se tem algum planejamento ou visão estratégica de como fazer ao menos a administração dos custos. Não há uma preocupação do Ministério da Agricultura. Isso nos coloca em um momento de cautela".

Outra preocupação externada pelo presidente da Federarroz é o reajuste dos preços mínimos estipulados pelo governo federal, que atualmente é de R$ 25,80 a saca de 50 quilos, considerado um valor fora da realidade pelo setor. A estimativa para este ano é que a colheita do arroz chegue a 8,17 milhões de toneladas, conforme as últimas estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou na semana passada o que representa 0,7% a mais do que a safra anterior, com uma produtividade de 7,3 mil quilos por hectare. A área total cultivada no Rio Grande do Sul é de 1,11 milhão de hectares de acordo com o Instituto Riograndense do Arroz (Irga). Atualmente os gaúchos produzem 65% do total do arroz cultivado em todo o país.

Confira a programação

05 de fevereiro de 2015 (5ª Feira)

7h – Inscrições
7h30min - Roteiro Vitrines Tecnológicas
Local: Lavouras Experimentais
12h30min - Almoço
14h – Fórum Técnico Produtivo
Abertura do Fórum com o Presidente do Instituto Riograndense do Arroz (Irga)
Tema: Plantas Invasoras Resistentes
Palestrante Aldo Merotto Júnior - Professor, engenheiro e doutor (Ufrgs)
Debatedores: André Andres, Pesquisador Embrapa Clima Temperado, engenheiro agrônomo e doutor, e Valmir Menezes, engenheiro agrônomo, diretor Técnico da Federarroz
Painel: Exposição e Análise dos Custos de Produção 2015
Palestrante: Tiago Barata, consultor de Mercado de Arroz da Agrotendências Consultoria
18h – Happy Hour dos Patrocinadores
Local: CTG Província de São Pedro

06 de fevereiro de 2015 (6ª Feira)

7h – Inscrições
7h30min - Roteiro Vitrines Tecnológicas
Local: Lavouras Experimentais
12h30min - Almoço
14h – Fórum Técnico Comercial
Abertura do Fórum com o chefe-geral da Embrapa Clima Temperado, pesquisador Clenio Nailto Pillon
Tema 1: Mercado Internacional e as Qualidades do Arroz Brasileiro
Palestrante: Patricio Méndez del Villar, doutor, pesquisador. Centre de Coopération Internationale en Recherche - Agronomique pour le Développement (Cirad).
Tema 2: O Arroz no Contexto da Química Verde
Palestra A: Logística e Aproveitamento da Palha Verde
Palestrante: Sérgio Gindri – gerente de Pesquisa do Irga
Palestra B: Apresentação do Arroz BRS AG
Palestrante: Ariano de Martins Magalhães Júnior – pesquisador da Embrapa Clima Temperado
Palestra C: Produção de Etanol de 2ª Geração a partir da Palha do Arroz, à cargo de representante da Andritz
18h – Coquetel de entrega das homenagens: “Homem e Mulher do Arroz”, Lavoura 10 e Pioneiro do Arroz.
Local: CTG Província de São Pedro

07 de fevereiro de 2015 (Sábado)

7h – Inscrições
7h30min – Roteiro Vitrines Tecnológicas
Local: Lavouras Experimentais
10h30min – ABERTURA OFICIAL DA COLHEITA DO ARROZ 2015
12h – Pronunciamento de autoridades e convidados
13h - Almoço com produtores rurais, autoridades e convidados

Programação Paralela:
Palestra sobre Gestão, Liderança e Conhecimento
Oficina de Regulagem de Máquinas
Local: Unidade Móvel do Senar-RS

Área de Dinâmicas de Máquinas, Implementos e Tratores
Local: área a definir



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OLIDES CANTON - JORNALISTA E ESCRITOR

Nascido em 16 de Janeiro de 1952 na cidade de Serafina Corrêa-RS, Olides Canton passou nesta cidade toda a sua infância. Mudando-se para Porto Alegre, cursou a Escola Julio de Castilhos, tornando-se Bacharel em Comunicação Social pela FABICO/UFRGS em 1982. Trabalha como Jornalista desde 1970. Trabalhou na Companhia Jornalística Caldas Júnior, Jornal Zero Hora. No Jornal do Brasil e Revista Carga e Transporte atuou como free-lancer. Editor do Jornal de Bordo e Revista Fitness. Possui 9 livros publicados. Ganhou quatro prêmios de Jornalismo, um do Badesul, dois do Setcergs e um da ARI. Registro no Sindicato dos Jornalistas RS: 2776 - Registro Jornalista - Mtb 4959.

Telefone: (51) 3330-6803
e-mail: contato@deolhoseouvidos.com.br

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