ARQUIVO: OUTUBRO 2008

 
 

Dia dos mortos, dia de lembrar ou de comemorar

Hoje (31/10) estava lembrando que uma vez estava no interior do Chile,viajando para uma matéria junto com o fotógrafo Luis Eduardo Achutti pra fazer uma matéria pra revista Eu Rodo da Volvo, de Curitiba. E como era bem nesta época,véspera de finados, via no interior do Chile as estações de trem super abarrotadas de gente. Gente humilde, do povo, como se diz. Fui ver então que no Chile há uma tradição muito grande das pessoas visitarem seus mortos nos cemitérios onde estão enterrados. Sei também de ouvir dizer e de ler em livros que no México o Dia de Finados é um dia muito comemorado. Os vivos bebem à toa, em comemoração ou em lembrança dos mortos...

Túmulo do Teixerinha
Uma vez estava de plantão na ZH num feriado de Dia de Finados e me mandaram dar uma volta pelos cemitérios pra fazer uma matéria descrevendo o ambiente de dia de finados. Entrei no cemitério da Santa Casa de Misericórdia e chamou-me logo a atenção um grande número de pessoas em volta de um túmulo. Havia ali um toca-discos instalado e uma mulher comandava o espetáculo:
- Foi a Mary Terezinha que matou ele, gritava a mulher, quase histérica.
Era um fã do Finado Teixeirinha que homenageava o cantor no dia de finados. Durante muitos anos passei a ir todos os dias de finados no Cemitério da Santa Casa pra ver o tumulto em volta do seu túmulo. No outono passado estive lá no enterro do empresário Jean Vardaramatos e como ele foi enterrado logo atrás do túmulo do Teixeirinha,lembrei-me das vezes que estive lá em Finados vendo o espetáculo dos fãs em volta do túmulo, ouvindo suas cantigas.

A celebração dos mortos no México é feita diante de muita tequila, a cachaça deles.
Também tenho familiares já desaparecidos. Não estarei em Serafina,onde estão sepultados, mas possivelmente hoje lembrar-me-ei deles...

Quando éramos crianças, diziam os adultos simplesmente pra nos assustar que os mortos, no seu dia, saíam do túmulo, vestidos de branco e saíam a passear.Isso nos criava um pavor terrível de noite... Quando penso na morte, me lembro de um pequeno poema que está no final do livro Journey to Ixtlan( Viagem a Ixtlan) do Carlos Castanheda. O poema é do espanhol( ou será mexicano?) Juan Ramon Jimenez e se chama El Viaje Definitivo( A Viajem Definitiva).

"  ... e eu partirei. Mas os pássaros ficarão, cantando:
e meu jardim ficará, com sua árvore verdejante,
com seu poço dágua.
Em muitas tardes os céus serão azuis e plácidos,
e os sinos da torre repicarão,
como repicam esta tarde.
Aqueles que me amaram passarão,
e a cidade explodirá de novo cada ano.
Mas meu espírito sempre vagará nostálgico
no mesmo recanto escondido de meu jardim florido."

Não é um belo poema pra ser colocado numa lápide?

Título curioso


Selecionei esta preciosidade publicada esta semana pelo jornal NH do Grupo Sinos.Será mais um dos títulos que o Sérgio Becker, que se especializou no assunto, poderá colocar na próxima edição do seu livro que publicou sobre estes títulos dados pelos coleguinhas. O desta semana do NH  é realmente engraçado: o que que está debaixo da água? a região, o rio?

Apoio


Foto de Alfonso Abraham Blog

Durante a campanha de segundo turno Fogaça foi na sede do PPS, pedir apoio ao partido  que foi eleito pela primeira vez Prefeito, foi recepcionado com aplausos. Luis Fernando Morais foi um dos primeiros a comprimentar Fogaça é um dos secretários que deverá permanecer pelo excelente trabalho que está fazendo junto a secretaria. O secretário desenvolveu vários trabalhos dando uma nova visibilidade turistica ao município, como : Caminhos Rurais e muitos outros. 

Coleguinhas

O episódio da não-posse dos novos diretores da TVE Ricardo Azeredo e Pedro Macedo provocou alguns frissons. Ercy Pereira Torma, presidente da ARI, que é do conselho da TVE, queria se demitir dele. Mas foi dissuadido por alguns colegas de diretoria que o fizeram ver de que se ele se demitisse estaria parecendo que fora uma demissão mandada efetuar pelo própria governadora Yeda Crusius. São os meandros da política. Nikão Duarte ficara seis anos como assessor de imprensa de Renan Proença na Fiergs. Quando assumiu Paulo Tigre, passaram-se alguns dias e ele não era recebido pelo novo presidente. Pediu as contas. Foi pra PUC. De lá saiu agora pra montar, junto com Sérgio Lagranha, uma empresa de assessoria de imprensa.

Sauer, um especialista em eventos, está montando uma exposição sobre o ex-presidente da ARI, Antoninho Gonzalez, morto em 8.8.1996.Antoninho foi juiz classista do TRT. Mas dia destes uma estudante de direito, a Neusa Nunes , procurou alguma coisa no TRT e descobriu seu nome no meio da lista dos desembargadores do órgão.Desembargador o Antoninho nunca foi porque não tinha curso de Direito.Ercy Pereira Torma,atual presidente da ARI conta sempre que Antoninho sabia tantas coisas de bastidores que ele vivia o incentivando a escrever um livro contado tudo.
- Não posso Ercy,dizia Antoninho. Porque aí vou ter que dar os nomes, sem dar os nomes não tem graça e não dá pra dar os nomes...

Coleguinhas

* Dia 31/10, Yeda Crusius deu posse aos  novos diretores da TVE e FM Cultura, Ricardo Azeredo e Pedro Macedo.

* O Sup. de Comunicação Social da Assembléia Legislativa do Estado jornalista Carlos Bastos confirmou que a mesa diretora da casa resolveu cancelar, em novembro, publicidade nos blogs. Notícia dada aqui dias atrás em primeiro mão.

* Sandra Hahn, da agência Estado e mais repórter do Correinho, no último dia 30/10 foram à Sociedade de Engenheira ouvir o engenheiro da Petrobrás Luiz Carlos Cronemberger Mendes falar sobre a camada Pré-Sal. Mas nem ficaram pra palestra: ele disse que não anunciaria novidade nenhuma, tudo o que poderia dizer " era o que estava nos jornais". Coleguinhas foram embora.Nem esperaram sua palestra.
* Os amigos torcem pela recuperação do presidente da Associação Riograndense de Imprensa(ARI), Ercy Pereira Torma.

* A Associação Cultural Italiana do RS(ACIRS) estuda reformular o programa "Domênica Italiana",apresentado todos os domingos, das 8h30min às 9h30min na rádio Guaíba. A diretoria da ACIRS quer colocar patrocinadores - o programa tem um custo mensal de 6 mil reais  -  e dar mais espaço aos italianos do interior do Estado, pra que participem mais por telefone.

* Estreou um programa " Sala de Imprensa" dentro da TV Assembléia. Primeiro programa debateu reportagem policial.Nada contra os convidados que foram levados a falar mas entendo que tinha gente na praça com mais autoridade pra falar no assunto.E não sou eu...enfim melhor que nada!

Eu x Eles – Coleguinhas
No " olho do furacão" da TVE


Pedro Fernando Garcia Macedo

O jornalista Pedro Fernando Garcia Macedo - nascido em Pelotas(RS) em 29.06.1948 -  'tenho álibi  pra ser v....´diz sempre com seu humor fino - poderia largar de manhã seu casaco que ele seguramente rumaria sozinho para o Morro Santa Tereza. É que Macedo,  já trabalhou seis vezes na televisão estatal. Agora viu-se no " olho do furacão" da nova crise da TVE pois tendo sido ele indicado pela governadora Yeda pra dirigir a FM Cultura ainda não teve seu nome  aprovado pelo Conselho da TVE. Pois então junto com Ricardo Azeredo, o novo presidente da TVE , está e não está na estatal das comunicações.Mas já está dando expediente diário na  emissora.

" Nasci em Pelotas, no dia de São Pedro e São Paulo. Meu nome era para ser Fernando. Paulo não podia ser porque tenho um irmão com este nome" conta ele sobre a origem do nome. E de repente se dá conta de que " estou completando 60 anos!" Pedro leva  um susto ao dizer isto...
Rodou por muitas redações. Filho de Antônio C.T. de Macedo e de Aurora G. de Macedo veio para Porto Alegre. Trabalhou na Folha da Manhã, jornal da Cia Jornalística Caldas Junior. Logo que veio para Porto Alegre morava na Barão do Gravataí,671/12.Depois foi para o " Estadão"( sucursal localizada  na Andrade Neves,centro da capital) para onde por sinal foram muitos jornalistas oriundos da Caldas Junior, como Rogério Mendelski, Sérgio Becker,entre outros. No Estadão ficou de 1971 a 1977. Depois foi para o Esporte da Zero Hora, onde fazia esporte amador. Passou ainda pelo SBT,Diário Catarinense, RBS TV, rádio Gaúcha, jornal O SUL. Esteve um tempo no site freelancer,foi para uma editora de Florianópolis, mas lá " não me acertei" informa o pelotense.Pedro Macedo trabalhou também duas vezes como assessor de imprensa da Fiergs e lá também realizou outros dois trabalhos como freelancer.Foi ainda superintendente de Comunicação da Assembléia Legislativa do RS.

A "Confraria"da TVE
Pedro Macedo faz parte de uma " confraria" formada no tempo em que quem dirigia a TVE era um grupo de jornalistas ligados ao ex-governador Antônio Britto Filho (1994 /1998).Eram eles: José Antônio Vieira da Cunha, o Vieirinha( atual dono do site Coletiva.Net)Flávio Porcello( hoje assessor de imprensa da UFRGS) Flávio Dutra( hoje trabalhando na imprensa da  prefeitura de Porto Alegre) Liana Zogbi, Antônio Bavaresco. " Este grupo se reúne até hoje" diz Macedo.Nesta época, o atual secretário municipal de turismo, Luis Fernando Morais,chegou a ocupar por 30 dias a presidencia da TVE enquanto Vieirinha, o novo presidente, se desincompatibilizava da Plural Comunicações.
" O senhor ganhou ou perdeu do Roland Garros?"

Macedo gosta de contar uma gafe que cometeu quando trabalhava no Estadão.  A Copa Davis era disputada na Associação Leopoldina Juvenil em 1975. Entre os astros estavam José Mandarino(espanhol) e Thomás Koch( gaúcho de Santa Cruz do Sul), Pedro ouvia o Mandarino falando em Roland Garros e resolveu lascar:
- Mas o senhor ganhou ou perdeu deste cara?Todos à volta riram pelo desconhecimento de Macedo sobre o que Mandarino estava falando.
(Roland Garros foi um célebre piloto de avião francês - " que matou muito alemão" - e que depois foi abatido pelos alemães.Para homenageá-lo foi batizado um parque de esportes de Paris com seu nome. E é neste parque que se disputa o célebre torneio de tênis Roland Garros.)

Bom Dia Engenharia
Engenheiro da Petrobrás anunciou Pré-Sal na Bacia de Pelotas (RS)

Eng. Luiz Carlos, da Petrobrás, veio explicar Pré-Sal.
Composição da Mesa: esq. para dir.: Luiz Cronemberger Mendes, Gerente do Ativo de Produção Sul da Bacia de Santos/SP; Hilário Pires, Vice-presidente da SERGS e Percy Louzada de Abreu, Conselheiro da SERGS,
ex-presidente da REFAP. Foto: Nídia Klein

Usando de muita cautela, diante de uma pergunta formulada por um representante da Caixa-RS, o engenheiro Luiz Carlos Cronemberger Mendes, Gerente do Ativo de Produção Sul da Unidade de Negócio da Bacia de Santos da Petrobás informou que existe uma " Bacia de Pelotas" de Pré-Sal,de onde no futuro poderá ser extraído petróleo. Mas não deu maiores detalhes,dizendo que isto é para mais adiante.A presença do engenheiro da Petrobrás deu-se dia 30/10 no " Bom Dia Engenharia" da SERGS. Mendes discorreu por cerca de uma hora e meia falando sobre a Petrobrás,seu passado, como foram descobertos os campos de petróleo da Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, de onde a estatal retira hoje 80% do petróleo que extrai em solo brasileiro. Citando cifras astronômicas ele informou que a Petrobrás produz hoje 1,9 milhões de barris de óleo por dia.
E que nos próximos 5 anos estão previstos investimentos de 100 bilhões de dólares em novos campos de petróleo e em tecnologia pela estatal. Quando a Petrobrás vai abrir um novo poço tem que ter bons indícios de que ali vá encontrar petróleo porque é um elevado risco. Principalmente pelo custo do investimento. Mendes disse que uma sonda tem o custo diário entre 100 mil a 600 mil dólares. O engenheiro Luiz Carlos foi ciceroneado na SERGS pelo engenheiro Percy Louzada Abreu, funcionário aposentado da Petrobrás, mas que não o conhecia porque atuavam em setores diferentes.

Balaio!

Na próxima quinta-feira,dia 06/11, às 15h30min, o senador Pedro Simon(PMDB) estará dando autógrafos dos calhamaços de discursos que ele faz no Senado e que os transforma em livros. Vamos lá...

A L&PM Editores convida para o lançamento e sessão de autógrafos do livro


Operação Condor
O SEQÜESTRO DOS URUGUAIOS
uma reportagem dos tempos da ditadura

de Luiz Cláudio Cunha
Dia 7 de novembro, sexta-feira, 18h30
No Pavilhão de Autógrafos da 54ª Feira do Livro
de Porto Alegre - Praça da Alfândega - Centro

Coleguinhas

Sérgio Lagranha e Nikão Duarte estão montando uma assessoria de imprensa. Nikão vem da PUC e Lagranha do Diário Popular de Pelotas.

Eu x Eles - Coleguinhas
Nilson Guimarães, o copidesque rebelde...

João Baptista Aveline conta em seu livro de memórias, Macaco Preso para Interrogatório, alguns episódios sobre a vida deste copidesque que nasceu em 25/07/1926.Nilson era funcionário da Tribuna Gaúcha, jornal do Partido Comunista Brasileiro(PCB) e em 1964, em função do fechamento do regime, ele ficou desempregado, como muitos outros. Foi trabalhar na revista a Granja, de Luis Carlos Pinheiro Machado e Nelson Gonzales.E lá criava caso. Não queria bater o ponto. O gerente, paciencioso, tolerava, talvez porque soubesse que Nilson era " aculherado" de João Baptista Aveline, que dirigia a Granja. Nilson entrou para a Prefeitura de Porto Alegre em 1964 onde exercia o cargo de redator.Na revista A Granja trabalhou quando ela ficava na Rua Vigário José Inácio,263.

Nilson morou na Rua Guilherme Alves, 97 e na av. Flamengo,120.Casou com uma pessoa simples e humilde, como ele, que fazia a limpeza do jornal A Tribuna Gaúcha. Tiveram dois filhos. João B. Aveline narra como foi sua morte:
" Num fim de tarde de uma sexta-feira,quase ao anoitecer,Nilson procurou o tesoureiro do PCB . Foi levar sua contribuição mensal.Era a última.No sábado de manhã um de seus filhos telefonou para a sede do Partido: " o pai faleceu",disse. Um colapso cardíaco havia fulminado Nilson Guimarães na madrugada.Antigo pedido que havia feito à família foi atendido:
- Quando eu morrer nada de mãos postas. Quero ir com uma mão das mãos sobre o peito .A outra,estendida ao lado do corpo, como Lênin, no mausoléu da Praça Vermelha".

Eu x Eles – Coleguinhas
Os jornalistas que bebiam (ou) que bebem!

O engraçado disto tudo, desta relação entre jornalismo e álcool é que na própria Associação Riograndense de Imprensa há um barzinho. E ele foi colocado lá depois que morreram seguidamente três jornalistas. O presidente Alberto contava sempre que diante destas mortes ele chamou prum debate um médico cardiologista. O médico depois de muito conversar,chegou a conclusão de que o jornalismo é uma profissão muito estressante e que a ARI deveria mesmo abrir um bar,onde os profissionais pudessem desopilar e descontrair um pouco. Tudo isto é pra falar do Nilson Guimarães, um jornalista que já faleceu e que trabalhou em vários órgãos. Nilson nasceu em 25.07.1926. Trabalhou em vários veículos,entre eles a Granja e ZH e foi funcionário público municipal,onde teve o cargo de redator.Ingressou na prefeitura municipal em 1964, provavelmente assim que Célio Marques Fernandes assumiu no lugar do cassado Sereno Chaise.
Nilson também trabalhou na revista A Granja quando sua redação ficava na rua Vigário José Inácio,263. Lá também trabalhou o diagramador Fraguinha, o Pitoco.
Nilson morou na rua Guilherme Alves,97 e outro de seu endereço é Av. Flamengo,120. Pra falar do Nilson vou copiar a crônica que João Baptista Aveline escreveu sobre seu "aculherado" que era o Nilson. A crônica consta do livro " Macaco Preso para Interrogatório".

Um poliglota que só falava o português

" Nilson Guimarães  foi um dos mais inteligentes e criativos jornalistas que a imprensa do Rio Grande do Sul já produziu na sua especialidade.Começou sua vida  profissional no diário Tribuna Gaúcha, de propriedade do então Partido Comunista Brasileiro, que circulou a partir da metade  dos anos 40 e deixou de existir em 1957, pouco depois da realização do XX Congresso do Partido Comunista da extinta União Soviética. Nilson foi um competente profissional de cozinha, que no jarzão jornalístico quer dizer de retaguarda, ou seja, o que não aparece. A especialidade dele, copidesque,l aquele que dá forma definitiva aos textos. A finalização do Nilson era o que de melhor se pode exigir de um jornalista. Muitas vezes o relato fiel, mas descrito de forma rotineira,sem expressão, ganhava vida e brilho nas mãos do Nilson. Com isso,todos ganhavam, o jornal e o leitor,também o repórter. A menor parcelo do lucro ficava com ele, um trabalhador anônimo. Outra habilidade: Nilson traduzia de vários idiomas. embora não falasse nenhuma língua estrangeira. Tradução literal, à base de dicionário, mas de bom nível, consideradas as expressões técnicas,gíria inclusive.Nilson Guimarães era uma pessoa tímida,um homem humilde. Quando trabalhou na Tribuna Gaúcha conheceu Maria, sua companheira para toda a vida. Uma pessoa simples também, humilde como ele,que fazia a limpeza na redação. Tiveram dois filhos. Por tudo isso, não era comum ver o Nilson batendo papo numa roda de amigos, colegas do jornal. Exceção na mesa do bar  na hora do trago. Esse era o eu fraco.viciado sem volta,embora consciente do problema, com várias tentativas. de iniciativa própria, para se livrar do mal." Devo ter um problema que me aflige, não sei qual seja, e me refugio no álcool", dizia, e saía  para a gozação: " Quando estou alegre, bebo para festejar.Quando estou triste, por sofrimento". Apesar de introvertido, Nilson, com os mais íntimos, mantinha uma conversa boa e agradável; um companheiro preparado para quaisquer discussões.

Comunista, era tolerante com aqueles que percebia ignorantes ou mal informados.Seu grau de compreensão era enorme.Chegava a atitudes de grandeza. Certa vez emprestou dinheiro a um amigo. Passado algum tempo. o tal amigo não só não o pagou como passou a esquivar-se,negando-lhe até o comprimento. Nilson comentou: " A pobreza, comumente,torna as pessoas coitadas,sem vergonha".Quando bebia,entretanto,ficava intransigente,fazia provocações.Em relação aos poderosos, nutria por eles um desprezo olímpico. isso se manifestava pelas mais diferentes formas.  Freqüentemente uma fina ironia. Em 1964,com o golpe militar, como aconteceu a vários jornalistas,, Nilson Guimarães perdeu o emprego na Última Hora, que fechou. Foi trabalhar numa revista agropecuária ( A Granja). O regulamento da casa dizia que , atopdos aqueles que chegassem atrasados ao serviço, era dado o direito de se explicarem por escrito num papelucho impresso que já estava no lugar do cartão-ponto. Com ele isso acontecia seguidamente, pois não se sentia bem na nova empresa. A inconformidade se manifestava através de uma certa indisciplina.Provavelmente como não se sentisse muito comprometido com o novo trabalho - a final a matéria prima não era gente e a disciplina não era o seu forte - ele não levava muito a sério o novo emprego, embora cumprisse  com exemplar dedicação as tarefas de copidescar os textos encomendados a agrônomos e veterinários. Por isso,certa vez, ele se justificou,escrevendo em alemão, que estava chegando atrasado naquele diaq  em " conseqüência de uma insuportável erupção nas extremidades dos membros inferiores ".  A suprema gozação, dele e dos companheiros de trabalho, era a anotação do gerente: "Procede". Isso provocava gargalhadas na pequena sala do Departamento de Pessoal e da Redação. Outras vezes a justificativa era dada em outro idioma. Tudo dependia do estado de espírito do Nilson no momento. O gerente devia ser um poliglota.

Na Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Porto Alegre,onde também trabalhou, Nilson deixou muitas histórias, revelando toda a sua criatividade na forma como explicitava sua rebeldia e o seu desamor ao convencional.Nesse emprego, também era evidente seu desconforto por estar compulsoriamente fora do mercado de trabalho, tudo em decorrência do golpe militar, que levou os empresários a uma certa defensiva, evitando empregar determinados profissionais, conhecidos por suas preferências político-ideológicas. Todos assinavam diariamente o livro-ponto. Nilson,não. Quando o chefe de imprensa, José Goulart, por sinal um exemplo de tolerância, reclamava, o Nilson ia lá, de caneta em punho, e tacava seu nome no atrasado e no adiantado, ou seja, o que estava devendo, mais umas dez ou 15 assinaturas. Fazia isso com raiva. Na Prefeitura, a contrariedade era ainda maior do que na revista. Nesta, informações sobre bovinos,ovinos e eqüinos; lá , notícias, oficiais. No jornal,apesar dos pesares, era melhor. Mas havia uma espécie de compensação: os coquetéis que o prefeito oferecia, principalmente a banqueiros, em busca de empréstimos, geralmente para pagamento da folha. A equipe comparecia. Junto com ela, o Nilson. Um dia ele se meteu numa conversa entre dois banqueiros. Eles falaram sobre os papas da economia. Não citaram Karl Marx.Nilson perguntou se eles não o conheciam, se não tinham lido nada , o Capital, por excemplo.Eles responderam negativamente.     

A vida como ela é....
O " preço" de uma aventura pra uma mulher adiante do seu tempo

" Fugaram pra santa", diria a ocorrência policial.... que nunca foi registrada,é evidente. Os fatos aqui narrados são fantasiosos. Qualquer coincidência com a realidade é mera casualidade. No final da década de 60,começo dos anos 70, quando muitos jovens estavam desiludidos da política partidária  por causa da forte repressão - víviamos sob a égide do AI-5 -  muitos partiram para as drogas,experiências lisérgicas, como ir nos morros de Garopaba colher hongos alucinógenos,ingeri-los porque diziam que dava " barato". Num certo  local de trabalho, dois colegas também resolveram se aventurar. Ele era um porraloca, mas muito talentoso. Como nem todo talentoso precisa ser porraloca, mas este era... Ela era uma mulher muito adiante do seu tempo... Namorava um médico, de família rica, de " nome e sobrenome" como se diz, mas como isto ela também tinha, tava se lixando pra isto. Ela vai ver queria era aventurar-se, viver novas experiências... E sumiram....os dois,sem serem naqueles tempos namorados "oficiais".. Foi um deus-nos-acuda....Na volta,depois de muitos rolos, ele continuou no seu local de trabalho, mas ela teve a profissão abortada por causa deste incidente...seus chefes de então eram muito machistas e conservadores. Não agüentaram a ousadia da mulher...Dele agüentaram,é claro, porque o gajo era muito bom.

Apertem os cintos

Fim de publicidade em blogs. Um anunciante cancelará mídia em vários blogs em novembro.

Estilhaço

O coleguinha Márcio Bueno que faz o site do sindicato dos jornalistas do RS ficou fora do ar nesta semana porque no último domingo foi atingido por um estilhaço num olho. Mas sexta-feira,31/10, estará de volta.

Uma manhã no Clínicas

Junto com a Martha que cuida dos meus pais em Serafina estive na manhã de quarta-feira,dia 29/10 na sala do Gesso no HCPA porque minha mãe tinha consulta com o traumato, ela que operou o joelho várias vezes por causa da osteoporose. Ali vi de tudo: gente que vem de longe, de Santa Catarina apra se tratar com a equipe do famoso "Dr Marchequi", como os pacientes dizem.Havia um lá que estava de muletas e que viera de S.João, do lado de SC, junto a Torres. Todos vem pelos carros das prefeituras do interior, da chamada ambulaterapia. Havia uma senhora que contou que vinha de Cidreira uma vez por semana pra tentar agendar uma consulta pra filha. A filha precisa de uma cirurgia porque levou um tombo de bicicleta. E a mãe corre pra cá e pra lá atrás de consulta. Depois de ficar duas horas e pouco sentado ali vendo os dramas de cada um, saí de lá sinceramente pensando que os problemas de quem tem saúde não são nada. Um senhor de meia idade estava furioso porque o dr. "Marchequi" havia marcado para tirar-lhe o gesso de uma contusão da perna e o médico não estava. Furioso, ele berrava:
- Vim de Gramado para isto... 
 Mas o Clínicas atende muito bem quem precisa dele.

Eu x Eles - Coleguinhas
O " Florianão" com medo do esquecimento!
 

" Quando eu morrer, ninguém mais vai saber quem eu fui. Ninguém vai ir ao meu enterro",desabafou o Floriano Correa, nos anos 80,enquanto íamos para uma inauguração de uma estrada do interior, no governo de Pedro Simon(PMDB). E parece que 20 anos atrás estava fazendo uma profecia que vai se cumprir. Florianão, como o conhecem seus colegas,chefiou as mais importantes redações como, Última Hora, RBS TV, rádio Guaíba,entre outros.Nascido Floriano Hengist Correa em 08.06.1927 em Porto Alegre.Florianão também foi funcionário público estadual.Trabalhou primeiro como redator na Secretaria  Obras Públicas  e depois foi transferido para o DAER,onde se aposentou.É muito conhecida uma história sua quando chefiava o departamento de notícias da rádio Guaíba e editava o influente noticioso Correspondente Renner: ele deu uma notícia "contra" o secretário de Obras e quando chegou pro turno da tarde, foi impedido de subir. " Tu não pode",disse o guarda.O secretário ouvira o noticioso e determinou que Florianão não ingressasse mais na sua sala de trabalho.

Desligado

Florianão fazia o tipo  desligado. Andava sempre com o pensamento nas nuvens. A gente falava alguma coisa com ele, e ele perguntava:
- Ah, o que?
E ainda nesta época foi convocado pelo colega Jaime Copstein a ajudá-lo como produtor no Gaúcha na Madrugada, na rádio Gaúcha.Florianão trabalhava de dia no DAER e de noite não podia ir até Viamão e voltar. Esperava em algum lugar chegar a meia-noite, ou um pouco antes e ir até a rádio pra começar seu trabalho. Saía de lá altas horas da madrugada e tinha que pegar um " corujão" pra ir dormir em Viamão. No outro dia levantava cedo,ia pro DAER e começava tudo de novo. Resultado: no serviço público, Florianão andava dormindo encima da cadeira.
Em pouco mais de um mês ele abandonou o bico que havia arrumado. Mas era um bom redator e prestava muita atenção em quem era quem a sua volta.

Secretário o escanteou...

Quando o secretário dos transportes do governo Pedro Simon,Adão Faraco assumiu, ele prontificou-se em ajudar na secretaria. Mas foi escanteado,deixado lá na sua cadeira no DAER.
Quando Adão saiu pra concorrer encontrou o Florianão na entrada do prédio do DAER e o convocou a trabalhar pra ele:
 - Muito obrigado. Eu estou fora, disse o Floriano,magoado.

Roubei a notícia do telex

Florianão resolveu ir pra Imbé passar 30 dias de férias junto com a filha Betina. Ele era viúvo.Eu fui no DAER como fazia quase todo dia e vi uma moça na sala da imprensa passando um telex pro interior. Quis que me mostrasse o conteúdo. Era diretor-geral o Eudes Missio. Olhei o telex e vi que tinha coisa boa ali. O DAER estava suspendendo o envio de gasolina a todas as capatazias do interior porque a Ipiranga não recebera e não daria mais combustível. Pedi um xerox do telex, a funcionário não me deu. Pedia pra copiar,ela deixou.Cheguei na ZH e fiz uma ligação a Ipiranga. Confirmaram a notícia. No outro dia estava na capa do jornal.
O Florianão na praia foi comprar o jornal e pegou o primeiro ônibus que tinha de lá pra Porto Alegre. Apresentou-se pro diretor-geral e ali terminaram suas férias naquele ano. O Floriano também teve que administrar outra saia justa com Missio. A Marta Gleich fez uma matéria na ZH e no dia seguinte Missio queria que ela não participasse da coletiva onde ele explicaria a denúncia de ZH.

Florianão teve que convencer o Missio de que ela teria que ir sim.Finalmente conto um fato que pro meu orgulho acabei arrumando casamento de novo pro Florianão.
Um dia falávamos pelo telefone - era uma sexta-feira - e houve uma linha cruzada entre duas mulheres. Elas quiseram marcar encontro conosco no sábado, mas eu não quis ir. O Floriano marcou e acabou casando com a mulher com a qual combinou naquela noite. A história acabou saindo na revista Isto é, se não me engano...Nunca mais vi o Floriano, nem tenho seu telefone. Devido ao seu novo casamento, ele se afastou de mim, mas não foi com o único colega que isto me acontece...Muitos tempos atrás o encontrei na Galeria Chaves, caminhando de bengala..Me disse que estava bem, mas não me deu seu telefone...O isolamento dele vai acabar com que morra no esquecimento mesmo.

Em tempo:

João Aveline sabia e tinha muitas histórias com o Florianão. Numa delas foi muito engraçado.Florianão o convidou pra trabalhar no Jornal do Dia, dos padres, mas como o nome do Aveline era muito queimado por ser do PCB, ele assinava a coluna como " Antenor Modula". Eram comentários sobre o rádio...Quem recebia pela coluna era o Florianão. E aí o Aveline tinha que correr atrás do seu dinheiro...Era engraçado com os dois - dois sujeitos muito diferentes - se respeitavam. O Florianão tinha uma queixa do seu ex-patrão, Maurício Sobrinho.
Acontece que Maurício quis contratar o Geraldo Canalli por uma fortuna. O Floriano era o chefe do jornalismo da TV Gaúcha e Maurício o chamou pra demitir o Canali que estava custando muito caro. Floriano quis se negar, mas depois teve que dar a notícia ao subordinado. Outro coleguinha que conhece muitas histórias do Floriano é o Serginho Araujo.Quando Serginho estava na secretaria dos transportes, e Floriano no DAER, eles almoçavam diariamente juntos.Floriano Correa também era o encarregado de ir na casa da mãe do Carlos Fehlberg,seu colega,  avisá-la quando o filho tinha plantões maiores no jornal. E ele sempre levava um xingão, porque a velha era uma fera.

Eu   X    Eles – Coleguinhas
O professor de matemática que virou repórter policial!


Milton Galdino da Silva

Quando entrei pra reportagem policial da ZH, em 1973, tinha lá um repórter que era temido pelos colegas pelos trotes que gostava de passar principalmente nos focas. Tratava-se do Milton Galdino da Silva. Seu apelido era " churrasquinho" ou " Churrasco". Agora o Lauro Dieckmann, que foi também seu colega na reportagem policial de ZH, diz que eles o chamavam de " Babão da Paineira". Desconheço a origem do apelido. Quanto a " churrasquinho" havia duas versões sobre o apelido: uma que ele fora fazer uma matéria com os vendedores de carne de gato no centro da cidade; daí o churrasquinho. Outra versão dava conta que Galdino - como era conhecido - dava " carteiraço" na churrascaria do Teixeirinha na BR-290. Como foca, fui vítima de um dos trotes que o Galdino aplicava nos novatos: um começo de tarde,chego pra trabalhar e ele telefona não sei de onde. Toca o telefone e uma voz se faz passar por um policial rodoviário dizendo que caíra um ônibus da ponte do Guaíba e que não havia sobreviventes. Trêmulo, desliguei o telefone e fui correndo pra sala da fotografia pegar um repórter. Mas vi que lá o Telminho Cúrcio( chefe da fotografia) não me dava bola e até achei que ficou desdenhando.É que eles já sabiam que era um trote do Galdino.

Mas o Galdino também era camarada e ajudava os novatos.Principalmente quando não sabiam nem por onde começar uma matéria,ou quando queriam saber quem era o tal personagem que a polícia andava procurando. Coisas do dia-a-dia da reportagem policial. Galdino é de Guaíba, se não estou enganado. Nasceu a 08.05.1938.É filho de Luiz Galdino da Silva e de Anna Galdino da Silva. Tem dois filhos, um casal, com sua última esposa, a Eclair(nascida em 14.01.1951) e que é falecida. Sua primeira esposa também é falecida, assim que Galdino, na vida pessoal, ficou viúvo duas vezes. Quando o conheci, morava na rua Barbedo, 697/14. Depois mudou-se para a rua Gonçalo de Carvalho,390.

Demissão

Involuntariamente,lembrou Lauro Dieckamnn, Galdino provocou a demissão do controlador de vôo e ex-colega de ZH, Ney Barros, quando houve um acidente automobilistico com o fotógrafo de ZH, Roni Paganella, no ano de 1970." Milton Galdino resolveu ir na torre de controle falar com o cara e saber como estava o estado da vítima(Roni)E colocou a informação no jornal(ZH) dizendo isso,que tinha falado com o controlador etc e tal" ,lembrou-me Lauro.Como conseqüência a Aeronaútica demitiu Ney já que é proibido o controlador falar com estranhos durante o trabalho e não pode também ficar nesta de tirar informações sobre o estado de saúde de quem está no avião". Bom, a que se lembrar que o ano era 1970, ano do regime militar extremamente fechado....

Motel da Marli

Quando fecharam o motel da Marli - daí o nome de viaduto da Marli usado até hoje - Milton Galdino da Silva foi incumbido pelo seu chefe e editor de Polícia Antônio Manoel de Oliveira de fazer uma reportagem  sobre o " impacto " que o fechamento do motel que fora o primeiro grande motel de Porto Alegre havia provocado.O fechamento do motel da Marli foi uma determinação do delegado de costumes da época, Mathias Flack, hoje juiz de direito.
Milton tinha como missão entrevistar até as putas da Mônica, um cabaré que tinha no bairro Cristal. Galdino foi entrevistar o delegado que havia determinado o fechamento do motel e este foi pedir ao diretor de Zh, Lauro Schirmer pra não dar a matéria.Lauro solicitou ao editor que a matéria fosse cancelada. Antônio ficou puto da vida, mas teve que obedecer.

Acidente

Milton Galdino da Silva sofreu um acidente de carro, daqueles carros rural willys que a ZH usava no seu  começo e  que de dia serviam aos repórteres e de madrugada entregavam jornal. Era o que tinha. O Milton ficou quase um ano de licença por causa do acidente. Quando voltou a trabalhar fez uma reportagem sobre clínica de aborto e ganhou até elogio do dono da ZH, Maurício Sirotsky.

Professor

Ao contrário de muitos outros colegas da reportagem policial do final dos anos 60 e começo dos anos 70, Milton não era funcionário da Polícia Civil. Ele era professor de Matemática e dava aulas no Colégio Estadual Protásio Alves. Estes dias no barzinho da ARI alguém contou quem levou o Galdino pra redação da ZH a fazer reportagem policial. Se não estou enganado,teria sido o Wanderley Soares que o teria apresentado ao falecido Gaguinho( José A. Ribeiro). Mas se não foi o Wanderley,alguém daquele tempo.

Fleury

Quando houve a tentativa do seqüestro do consul norteamericano em Porto Alegre,também nos anos 70,  o delegado Sérgio Paranhos Fleury, do DOI-CODI de S.Paulo teria vindo num jatinho pra Porto Alegre pra solucionar o caso, isto é, prender os seqüestradores. No aeroporto Salgado Filho, houve uma rebelião do DOPS gaúcho contra a presença do policial paulista  e ali foi feito um acordo: Fleury voltou a S.Paulo,sem sair do aeroporto e a investigação ficou por conta dos policiais gaúchos. Milton Galdino da Silva teria presenciado este fato mas ele não chegou a ser publicado. Eram tempos de uma censura dura...

Quebra-galho

Outras coisas que posso dizer do Galdino - muitas brincadeiras dele não dá pra contar - é que sempre se prontificou muito a quebrar o galho de todo mundo. Se alguém tinha alguma dificuldade, o Galdino resolvia. Não sei se é porque é sua religião ou algo assim...

O lado poeta

Milton já publicou um livro de poesias e tem um livro de memórias pronto, mas nunca o publica. Sei também que ele sabe muita coisa que vai levar pra o túmulo. Foi muito amigo do advogado Jorge Krieger de Mello, que lhe era uma grande fonte, principalmente no começo dos anos 70,quando havia muitos presos políticos.Além de aposentado pelo Ministério Público, para onde entrou, Milton Galdino montou junto com os filhos uma imobiliária para cuidar dos imóveis que os filhos herdaram. O cabelereiro Hoff, que foi diagramador de ZH, disse que Galdino aparece de vez em quando no Shopping Total. O ex-repórter comprou um " bonsai" - uma planta chinesa - e vai a uma loja do shopping tratar do assunto.

CRL espera que Conselho de Cultura aprove a LIC pra Feira do Livro!

Na coletiva dada dia 28/10 os dirigentes da Câmara Riograndense do Livro,em especial seu presidente,João Carneiro disse não trabalhar com a hipótese de que o Conselho Estadual de Cultura(CEC) não aprove a solicitação de 700 mil reais que a instituição está fazendo para a 54 feira do livro de Porto Alegre." Não contamos com esta hipótese",disse Carneiro.O CEC se reúne dia 30/10 pra analisar esta solicitação.O custo total da feira do livro que abre no próximo dia 31/10 e dura 17 dias, será de 2 milhões e 400 mil reais. Mas Carneiro acha isto pouco se comparado com os 5 milhões de reais que custa a FLIP, ou seja, a feira internacional de Literatura de Parati, no Rio de Janeiro. " Nossa feira tem um público estimado em  em 1 milhão e 700 mil pessoas nos seus 17 dias".

Dinheiro Público

Metade do valor do custo da feira do livro de Porto Alegre advém de dinheiro público conseguido através da LIC(Lei Incentivo à Cultura) e da Lei Rouanett( Lei federal). Pra esta edição, 700 mil são da LIC e 850 mil são da Lei Rouanett. O restante da verba para chegar aos 2 milhões e 400 mil reais são empresas que colocam e dos próprios participantes. Entre os maiores patrocinadores ,segundo o presidente da CRL, estão CEEE,Zaffari,Gerdau,Copesul,Caixa-RS,Refap.

" GABO" não vem!

Mesmo sendo a Colômbia o país estrangeiro homenageado, a CRL não conseguiu trazer a " estrela" maior da literatura latinoamericana, Gabriel Garcia Marques, que venceu o Nobel de literatura de 1983, com " Cem Anos de Solidão."Juçara Rodrigues, da CRL, responsável pela parte internacional da CRL disse que " Gabo,parece, não está viajando tanto assim".Mas informou que a feira do livro de Porto Alegre não desistiu de trazer,numa outra oportunidade o autor de Cem Anos de Solidão. Mas uma estrela menor estará na 54 feira do Livro: Eduardo Galeano, o uruguaio,autor de Veias Abertas da América Latina.

Muitos analfabetos

Juçara Rodrigues, da área executiva da CRL,disse ainda que uma pesquisa feita pela instituição no público gaúcho encontrou muita gente com mais de 50 anos no RS que é analfabeto. Por isto a CRL quer trabalhar este público.

Vilas

A CRL informou ainda Juçara, irá visitar três vilas da periferia de Porto Alegre com ônibus incentivando a leitura nos três sábados que decorrem da Feira do Livro. Há,conforme ela, uma preocupação, para que este público seja integrado no contingente de leitores

O Patrono reclamou do preço

O patrono da 54 Feira do Livro, o escritor e professor Charles Kiefer, com seu jeito simplório, parecia o menos vaidoso durante a apresentação do evento. Falou pouco.Mas mostrou duas preocupações: uma em que os leitores participem na escolha dos próximos patronos da feira do livro. A sua sugestão é para que 10% dos votos fiquem com os leitores que depositariam seus votos em urnas colocadas em livrarias.A outra preocupação do patrono é com o preço dos livros. Como professor, ele disse que está cansado de recomendar livros a alunos que alegam não ter dinheiro pra pagar 30,00 ou 40 reais por um livro.

Balaio

* A assessoria de imprensa da feira ficou de novo com Cristiane Ostermann. Cristiane já teve um bom jornal, o  CDF, mas teve que desistir dele por pressões...digamos,assim, laterais...

*O fotógrafo Luis Ventura fará de novo as fotos pela feira do livro. O gajo voltou mais gordo de Blumenau, acho que foi chopp em excesso..

*Elmar Bones da Costa, o Bicudo, confirmou que a Ja Editores vendeu cerca de 250 exemplares do livro Rolo Compressor no dia do seu lançamento.

*A Matriz é a agência que fez a campanha da feira do livro. É do Luiz Coronel e é a agência do Zaffari, um dos maiores patrocinadores do evento.

*Valmaro Paz, que andou em retiro em S. Borja, estava ontem na coletiva da feira do livro.

* Interessante que os repórteres jovens não perguntam. As coletivas modernas parecem todas um grande happening, um desfile de vaidades, onde coleguinhas vão pra se exibir.É por isto que o jornalismo em geral está esta chatice e esta mesmice que se vê por aí....

*Parece que pros jovens repórteres perguntar é incomodar a celebridade que está lá na frente.O cara não convocou pruma coletiva? Então tem é que perguntar, por mais incômoda que a pergunta seja. Eu não sou amigo de fonte...Vai ver que é por isto que não me chamam pras coletivas. agora me caiu a ficha...

* Onde anda o ex-presidente da CRL,Júlio Zanotta Vieira, que foi o responsável pela internacionalização do evento? Sumiu????

* Juçara Rodrigues, a executiva da CRL, comanda há anos a feira do livro de Porto Alegre.

* Há quem defenda que Feira do Livro de Porto Alegre, Jornada Literária de P.Fundo,Festival de Cinema de Gramado, e Semana Farroupilha são quatro eventos que não deveriam passar mais pela LIC.E a prestação de contas, como seria?

Correção:

*A ATM não mais comercializará vales a partir de 15 de janeiro de 2009. Mas eles continuarão sendo aceitos. Não tem data pra encerrar o seu aceite pelo cobrador.Hoje a passagem está sendo feita para o cartão magnético.

* ATM e RTI - os responsáveis pelo transporte regular do Estado - tem se reunido todas as segundas,de tarde, na ATM. Só peso pesado: Hugo Fleck( Ouro e Prata),Pedro Teixeira( Planalto), Sérgio Tadeu Pereira(Sogil) e o advogado Darci Norte Rebello,entre outros históricos do transporte coletivo, como Ilso Pedro Menta.

* Todos estes transportadores,na verdade, há anos estavam dentro da Federação das Empresas de Transportes Rodoviários. Lá se reuniam às quintas,antes do almoço. Depois almoçavam juntos na Federasul.

* Seo Omar Fontoura, que Darci Rebello chamava de o " sexogenário " era quem cuidava da Federação.Já é falecido, mas era um manancial da memória do transporte coletivo do RS.

* Da tanto que um destes transportadores ia na Federação, um dia um amigo chegou pra esposa dele e perguntou:
- Onde que teu marido sempre vai às quintas que nunca o vejo?
- Ah, ele almoça na Federação
- Esta Federação é loira ou morena? quis saber o curioso.

Balaio

*  Jornalistas notaram que a feira do livro deste ano está mais pobre. Ganharam mesma sacola que o ano passado.

* Observador de colegas: os jovens repórteres não perguntam. Recebem tudo por email. É por isto que os jornais são o que são hoje...

*Release da feira do livro lembra que livro mais vendido no ano passado foi o das piadas do cafezinho. em segundo o tal do livreiro de cabul.

* apostas de livros locais que devem vender bem: o do rolo compressor, do Inter, o do bairro moinhos de vento, do Bisson, entre outros.

*Juçara Rodrigues, da CRL, disse que teve gente que vai participar da feira e que quando ficou sabendo que a LIC não sairia prontificou-se a abrir mão de cachês. Então quer dizer que tem cachês...ué, eu não sabia, achei que faziam tudo pela causa da leitura.
...
* Quanta conversa fiada...

Coleguinhas

1) Ciúmes do pessoal do SBT do RS por causa dos grandes investimentos que a Record tem feito por aqui.Mesmo assim, com equipamentos defasados, o SBT mantém o segundo lugar no RS em audiência. Deve ser a garra dos funcionários. Mas a chefe local, tem insistido com o SBT de SP pra que mande mais recursos...

2) O deputado Adão Villaverde(PT) iniciou ontem,dia 28/10 o " terceiro turno" na Assembléia Legislativa. Registrou da tribuna a agressão feita domingo último,dia da eleição, ao repórter da FSPaulo,Graciliano Rocha, por um militante. A agressão foi feita no comitê do candidato José Fogaça.

Uma foto da Festa


O espanhol fez esta foto pros amigos aqui, a chamada "festa da vitória" 
www.espanholfotos.blogspot.com

Durante o afogamento Nelson  imaginou a mãe vendo seu corpo chegar em Uruguaiana


Soldado Floriano na moto 

Há uns 15 dias atrás, durante minhas conversas  de domingo de manhã com o meu amigo e colega José Nelson Gonzalez - que foi da A Hora e da Tribuna Gaúcha - ele me lembrou de como quase se afogou  quando serviu no 14 Regimento de Cavalaria Independente, em D. Pedrito,  em 1945. Seu quase afogamento aconteceu no rio Santa Maria,  depois de um treinamento com cavalos. Eles foram para a beira do rio Santa Maria para dar banho aos cavalos - era o mês de abril de 1945 - e Nelson entrou pra dentro do rio. Pisou e não sentiu mais o chão. Havia pisado num daqueles famosos redomoinhos que a água cava à beira dos barrancos e onde sempre morre gente afogada. Nelson , então um jovem( ele nasceu em 1926)em Uruguaiana, " desceu" e subiu duas ou três vezes, até que um colega, o Floriano, que estava dentro da água, o agarrrou e o levou consigo. Mas enquanto Nelson descia e subia do buraco, o colega que no mínimo era um conhecer de água e de nadar, o advertia:
- Não te agarra em mim ...

É que a pessoa que está se afogando, geralmente quando está desesperada se agarra e leva junto quem tenta salvá-lo. Esta é a causa   que muita gente que vai tentar salvar alguém que está se afogando, morre afogado...Nelson relatou-me que enquanto descia e subia do rio ele pensou na mãe esperando pelo seu corpo em Uruguaiana. É impressionamte uma pessoa que passa por uma experiência tão radical.É,diz ele, como se a vida da gente passasse toda ela num filme, rapidamente. Nelson foi salvo pelo colega de quartel. Nunca mais se viram. Ele lembra que o nome do colega era Floriano. E que tinha uma moto que levara  da serra onde vivia pra D. Pedrito, pro quartel. Os soldados que serviram neste ano faziam até treinamento pra ir pra Segunda Guerra Mundial, mas como ela terminou antes, não houve necessidade. Na foto que publico, Floriano é o soldado que está montado na moto e que foi quem salvou o meu amigo e colega... Os demais são os soldados daquela turma naquele ano em D. Pedrito.

Eduardo Belmonte ajudou a localizar viúva de goleiro do Rolo Compressor

O repórter Eduardo Belmonte, da rádio Cultura AM,de S. Borja, ajudou alguns meses atrás, por solicitação de Valter Gonçalves dos Santos, diretor de Esportes da rádio Gaúcha, de Porto Alegre, que fosse localizado um goleiro que jogou no Rolo Compressor do Inter e que Kenny Braga,que agora lançou um livro pela Ja Editores,estava precisando reunir dados. Belmonte, bom repórter que é, foi à luta e descobriu numa vila de S. Borja apenas a viúva do falecido goleiro. Mas conseguiu levantar os dados que devem estar transcritos no livro de Kenny Braga, lançado na sexta-feria, dia 24/10 no Mercado Público. Segundo informações extraoficiais, apenas na noite do autógrafo a Ja Editores vendeu 250 exemplares do livro sobre a história do Rolo Compressor.Há quem afirme que será um dos livros mais vendidos da próxima feira do livro de Porto Alegre.

Eu x Eles - Coleguinhas - Najar Tubino


Najar Tubino

O repórter investigativo Najar  José Godoy Tubino está de volta aos pampas,depois de ter passado uma temporada no Mato Grosso.Sábado passado estava no barzinho da ARI e bateu um longo papo com o Glei Soares, quem sabe dali saia algum projeto. Nunca trabalhei com o Najar, mas sei de sua fama como repórter policial. Ele nasceu em Porto Alegre em 14.10.1955, portanto não cozinha na primeira fervura.Najar é filho de Milton Tubino e de Saturnina Godoy Tubino.Sua esposa é Rosangela, nascida em 11.09.1956. Não tenho  o currículocompleto  do Najar, mas se não me falha a memória andou pela ZH, Folha da Manhã e com certeza na Coojornal. Lá foi onde fez uma matéria mais polêmica, quando passou um longo tempo investigando uma denúncia de que numa delegacia de Polícia daquele município cometiam-se abusos com presos comuns. A matéria foi publicada e foi aquele bafafá....No Mato Grosso para onde havia se mudado, Najar Tubino editava uma revista agropecuária.

Fim da parceria entre ATM  X  ATP

A partir do próximo dia 07/11 a Associação Metropolitana de Transportadores de Passagerios(ATM) e Associação dos Transportadores de Passageiros de Porto Alegre(ATP) não manterão mais o convênio em que uma vendia as fichas da outra.  Quem quiser fichas de Porto Alegre, terá que ir na ATP ou nos seus postos. Quem quiser vales e fichas dos ônibus da região metropolitana de Porto Alegre terá que ir comprar direto na ATM, na sua loja localizada no Largo Visconde do Cairu. Erico Michels, gerente da ATM informa ainda que a partir de  15 janeiro de 2009 fichas e vales metropolitanos não serão mais aceitos sendo aceito apenas o cartão magnético.Maiores informações acesso o site da ATM com quem este site tem link.

Eu x Eles - Coleguinhas - Fernanda Bagatini


Fernanda Bagatini ao lado do pai

A apresentadora do " Acorda Rio Grande" junto com Ticiano Kesller, da rádio Guaíba é da nova safra de talentos do rádio.Além de apresentadora, Fernanda é repórter do programa " Bom Dia" apresentado por Rogério Mendelski. Fernanda Bagatini na verdade é Fernanda Bagatini da Silva.Ela usa apenas o sobrenome da mãe, haja visto que seus pais são separados. Ela nasceu em Porto Alegre e tem 31 anos.Se formou em Jornalismo na Famecos,da PUC.
Fernanda Bagatini teimou em ser jornalista. Primeiro ela fez vestibular  pra Psicologia na Ulbra. Depos se arrependeu e entrou pro jornalismo. Seu pai, o misto de garção e maitre - hoje aposentado - é meu vizinho na av. Lavras e seguidamente o ouço falando com orgulho do desempenho da filha no jornalismo.

" A minha guria  desde que era pequeninha  já era muito falante. Muito falante" conta Antônio Gomes da Silva. " Quando era bem pequeninha ela já pegava o pente de pentear o cabelo e começava a falar como se fosse microfone. Ela ia pro telefone e fazia de conta que tava telefonando. Eu sempre dizia assim: minha filha tu vais ser jornalista" relata Antônio.Fernanda foi crescendo,crescendo e foi pro colégio das freiras pra estudar. Foi indo, foi indo e lá pelas tantas e quando tinha que decidir o que faria na vida Antônio lhe sugeriu:
- Faz jornalismo na UFRGS quie tu vais passar...Fernanda não fez.Foi fazer Psicologia na Ulbra.

O pai se assustou:
- Mas como minha filha, psicologia na Ulbra? " Quase cai duro" relembra Antônio. E deu um conselho a filha:
- Tu nasceu pra ser jornalista.

Porém o garção se conformou.
- Bom, minha filha, se é o que tu gostae tá bom pra ti, tá legal..
Mas a avisou:
- Eu não gostei diz ele.

Fernanda fez um ano de Psicologia na Ulbra e passou por média. Um dia seu pai Antônio ficou sabendo que a filha  estava estudando Jornalismo na PUC. Tinha entrado no vestibular do meio do ano.Quando completou 21 anos e meio já estava formada.

Pai coruja

O pai ficou tão feliz com a formatura da filha que pagou uma promessa. Lhe havia dito que assim que ela se formasse, ele a levaria a uma viagem pela Europa. E foram: Antônio, a filha Fernanda e a mulher de Antônio,Eunice.

" Assim que ela se formou eu fiz este passeio pra ela conhecer Portugual e Espanha.
Eu fiz um pacote pela Soletur e ficamos oito dias em Portugual e oito dias na Espanha. Ela disse que até hoje este foi o melhor presente da vida dela, que ela jamais vai esquecer" conta orgulhoso o pai.

Antes de ir para a Rádio Guaíba, Fernanda Bagatini fez estágio na rádio Gaúcha.
Quando ela retornou da viagem a Europa,a rádio Guaíba a convidou pra ingressar em seus quadros.E foi contratada.
Fernanda Bagatini pertence a nova geração de talentos do rádio gaúcho.Os gremistas diriam que ela só tem um defeito: é colorada.
Se não " abatumar" vai longe.
Na foto que publico está seu pai Antônio, a radialista e na frente dos dois a esposa de Antônio, Eunice.A foto é de setembro de 1998 e foi feita na cidade de Porto, em Portugual.Num restaurante.

Coleguinhas

1) O imbróglio com a repórter da TVE Bete Lacerda a tornou uma celebridade.

2) Poucos coleguinhas na coletiva da Mária do Rosário, do PT, no último domingo. " Rei morto, rei posto".Todos, ela também, já sabia que a eleição estava perdida...

3) Quando Alceu Collares foi pro segundo turno contra Tarso Genro, no domingo de manhã, vi o candidato do PDT com três repórteres o acompanhando no dia do pleito.Ali deu pra ver que o PT já tinha ganho a eleição.

4) O candidato da CIA( Central Inteligency Agencia) foi o mínimo que disseram do colega Fernando Gabeira, que perdeu no Rio de Janeiro.

5)O Copacabana na Cidade Baixa já foi restaurante de jornalistas. Tem até uma sala lá com o nome de Folha da Tarde. Mas o seu gerente, Zé Vitola, pediu as contas. Comprou por 30 mil reais o Dom Giovani, num bairro mais fino, o Rio Branco.
6) Batista Filha acha  que tem alguma coisa pra  Ricardo Azeredo e Pedro Macedo  não assumirem a diretoria da TVE além do  conselho da TVE não ter sido consultado  como tem se alegado.

O ex-presidente Jango se responsabilizava pelo parente em Porto Alegre

O parente do ex-presidente João Goulart, o Jango, Luis Antônio Dornelles Fonseca- que reside em S. Borja(RS) tem guardado uma caderneta escolar que pertenceu ao seu tio Belchior onde tem a assinatura do ex-presidente da República que se responsabilizava pelo parente junto ao colégio onde este estudava  quando ambos residiam  em Porto Alegre. Este poder ser um documento que será aproveitado no futuro museu de Jango a ser inaugurado dia 6 de dezembro vindouro em S. Borja.Um parente do dono desta caderneta diz ter certeza de ter visto na casa de Luís Antônio também uma faca prateada com as iniciais  J.G. que seria João Goulart.

Preparativos para a Feira do Livro

Hoje, dia 28/10 as 8h30min no Grande Hotel, café da manhã onde CRL explicará a próxima feira do livro.

Encontro de conterrâneos de Vila Maria(RS)

Nos dias 15 e 16 de novembro, conterrâneos nascidos em Vila Maria, a 250 km de Porto Alegre vão se enconrar no municipio. Vila Maria como todos sabem fica na " Grande Serafina Correa"!. Quem me deu o convite, foi o dono do boteco na av. Duque, defronte ao hotel Everest.Neste boteco sempre vou com os amigos quando saio da ARI. O dono é de Vila Maria e seu pai, com 84 anos ainda vive e também fica no boteco. O boteco é uma verdadeira assembléia permanente. Estão sempre em sessão lá. Discutem de tudo, futebol, política. E o gringo que é o dono, dá umas puteadas nos caras, porque alguns passam da conta....Pra se algum conterrâneo de Vila Maria quiser ir faça contato com  o fone 54 - 3359-1200. E boa festa. 

Barzinho da ARI

Foi escassa, uma vez mais, a participação no barzinho da ARI no sábado,dia 25/10.
Tem gente achando que a redução pra meia hora do conversa de jornalista, o programa feito ao vivo ali pra rádio da UFRGS, é um dos motivos da baixa freqüência. Pode ser.

Apareceu Najar Tubino, que há anos não se via pela ARI.  Está de volta a Porto Alegre,depois de ter andado pelo Mato Grosso.

Najar fez umas matéria há anos no Coojornal onde narrava uma situação meio complicada: jogavam bola com a cabeça de um preso, ou algo assim. A cabeça do sujeito estava dentro de um saco. Coisa de arrepair. Claro que deu um bufafá tremendo. O episódio teria acontecido em Alvorada, e Najar ficou um bom tempo por lá pra conseguir a matéria. Teve que morrar lá por isto, ou morava lá e descobriu a matéria....

E parece que finalmente os ite da ARI vai voltar.

Livro

Alphagroup 1967

Um convite aos velhos amigos...mutuca. Veja no anexo.

A vida como ela é...

Os fatos aqui narrados não são verídicos. Eles são fantasiosos, por isto qualquer semelhança com a realidade é mera casualidade...

Episódio de hoje: "Fez um filho com um solteirão, mesmo sendo casada..."

O solteirão tinha um filho, com uma mulher casada, mas deixou um baita restaurante...Todo mundo sabia que ele ' comia ' aquela mulher,disse-me alguém que conhecia a história de perto. Todo mundo menos o marido, ou o marido também?  O cara-, sócio 50 por cento de um restaurante muito conhecido -  morreu no meio da década de 90, de repente, houve muito ranger e choro, mas nenhuma viúva o pranteou, simplesmente porque era um solteirão. Ligado à cultura italiana, sempre foi muito citado numa coluna de um grande humorista da capital, que fazia muito sucesso justamente pela forma debochada e escrachada que escrevia...

A morte do solteirão,em 1996, foi meia de surpresa, pelo menos não sabiam que ele andasse com alguma doença. Os parentes foram pranteá-lo, mas nenhuma " viúva" se apresentou. Ele havia doado parte do que era seu a um sobrinho, ou a uma irmã,alguma coisa deste tipo.

Só que depois da morte, a mãe do filho que ele teve ( não se sabe se sabia do filho  ou não) procurou seus direitos. Apesar de estar casada, abriu o jogo com o marido:
- Olha este filho não é teu, é do fulano. Se nós fizermos o DNA vai dar batata. E ficaremos com 50 por cento daquele restaurante.
O marido aceitou ser corno por toda  aquela baita herança ali prontinha,esperando...

O DNA não deu outra, mostrou quem era o pai mesmo...
Bons advogados,quando têm  perspectiva de uma boa causa, não perdem tempo.

E eis que a mulher herdou a metade do famoso restaurante - não dou mais dicas senão vão dizer que o fato é real - e o sobrinho que estava lá e que herdara 20 por cento caiu fora. Mas um dos sócios, que ainda vive, comprou da mulher os 50 por cento. Assim, ela recebe hoje uma bela grana sem sair de casa. Fez o filho com o cara certo.O marido é corno, mas está vivendo nababescamente assim como o filho...É isto que dá fazer filho em mulher de outro.

Coleguinhas

1) Pô a ZH não brinca mesmo. Na sexta,dia 24/10 deu toda a notícia do livro do Rolo Compressor. Só não citou o nome da editora. Eu cito: Já Editores.

2) Na sexta,dia 24/10, Jorge Correa chegou no sindicato dos jornalistas  com uma sacola cheinha de propaganda de um candidato a prefeito. Teve gente que achou que já era uma urna ambulante,antecipada e já queria depositar ali seu voto.

3) Lauro Dieckmann me socorre: Geraldo Canali é de Lages(SC).
4) Serginho Araujo está no gabinete do deputado-cantor, Mano Changes(PP).

5) O  jornal NH pode perder sua repórter Jennifer, da sucursal de Porto Alegre, por causa do excesso de carga de trabalho.

Coleguinhas

Burocratas da UFRGS "cassam" meia hora do " Conversa de Jornalista"!

Vamos ver se o Flávio Porcello -que foi repórter e sabe a importância de um programa jornalístico -  que assumiu a assessoria de imprensa da Universidade Federal do RGS(UFRGS) consegue reverter uma situação: algum burocrata da UFRGS cortou meia hora do programa de rádio " Conversa de Jornalista" apresentado todos os sábados,diretamente do barzinho da ARI.
É verdade que o responsável pelo bar - não o garção - continua comprando uns amendois duros, daqueles que quebram os dentes, mas não precisa por isto cortar meia hora do programa.

Muita gente vai no barzinho no sábado com a esperança de que o microfone lhe seja colocado a sua frente para dizer algumas poucas palavras. É pouco, mas pra alguns, é muito.

Vamos lá Porcello, vamos voltar a ter uma hora de " Conversa de Jornalista". Dizem que o tal burocrata da UFRGS tem ojeriza aos programas de " gente de fora " da universidade. Deve ser um purista. Mal sabe ele que a UFRGS é mantida pelo dinheiro dos impostos públicos e à sociedade deve reverter seus benefícios.

O "Conversa de Jornalista" foi inaugurado no ano de 2000. O falecido presidente Alberto André deu entrevista quando da abertura do programa. Ele é apresentado sábado entre 12 e 13 horas diretamente do barzinho da ARI. Agora tem um pessoal da Cruz Vermelha que vai lá falar mal do álcool, logo ali que é um dos lociais onde mais se consome álcool....

A apresentação do programa é dos radialistas Ênio Rockembach e Glei Soares. Os mal-falantes dizem sempre um bordão: " microfone aberto, Ercy por perto" querendo dizer que o nosso presidente Ercy Torma não pode ver a latinha que se atraca a falar.

Uma repórter  que vivia de mal com a vida


Beatriz Alcaraz Marocco

Beatriz Alcaraz Marocco nasceu em 27.09.1949 em Porto Alegre. Filha de Paulo Marocco e de Leda Alcaraz (será parente do Flávio?) Marocco. Trabalhou na Zero Hora e na Folha da Manhã,( se não me falha a memória também foi repórter da Veja) .Hoje dedica-se à vida acadêmica na Unisinos. Recentemente publicou um livro sobre comunicação social.

Quando entrei na ZH,em 1973, pela primeira vez, me lembro que ela era noiva de um sujeito,totalmente diferente dela, um rapaz,alto,sempre bem vestido, que vivia na redação.Participava da vida da redação, tinha amigos lá, porque freqüentava a ZH todos os dias. Ficava mais no Esporte, se não me engano. E tinha uma profissão diferente  dela. Me parece que era dentista? ou médico, ou advogado...Só não me lembro do nome dele.

Hoje vejo pouco a Beatriz. Moramos no mesmo bairro, o Petrópolis.Às vezes a vejo, aos domingos, descendo a Rua Ijuí, passando do lado do prédio onde vivo. Sempre anda acompanhada de uma filha.Quando cruzo com ela na rua, ela nem me comprimenta .Não é a única ex-colega que faz isto.Eu sempre digo, colega não é amigo.

Para falar da Beatriz, escolhi uma crônica do  saudoso João Baptista Aveline  sobre ela. A tirei do seu livro de memórias, Macaco Preso para Interrogatório,  em que ele descreve, com extrema sensibilidade, como a Beatriz era na redação. Ele que foi seu chefe sabia do humor da subordinada.Mas atenção: a Beatriz era muito competente e se não estou enganado,andou ganhando um prêmio ARI ou um Esso.

Duas Malas. Uma sem alça
Por João Baptista Aveline

Uma repórter amarga. Parecia estar permanentemente de mal com a vida.  Quando recebia uma pauta, não manifestava o menor entusiasmo. Também não reclamava. Saía. Ia à luta.De volta à redação,sem falar com ninguém, nem perguntar nada ao chefe de reportagem ( geralmente os repórteres consultavam sobre como deviam abrir a matéria, quantas laudas, etc.) escrevia seu texto, bem construído, às vezes com certpo brilho. O assunto, colocado de forma clara para o leitor, não dava margem a equívocos. A única pergunta que fazia na entrega do texto não tinha mais do que três palavras: " Mais alguma coisa?"

Ela estava noiva de um cara muito legal que vivia na redação. Por causa dela, é claro, mas também porque tinha ligação com aturma de uma das editorias. Terminado o trabalho dela, lá se iam os dois. Ele,alegre,feliz da vida. Ela,ao contrário, no tom de sempre.

Casaram. Ela tirou férias e por um bom período ficou longe da redação. Voltou na mesma." At´mais casmurra",futricaram alguns. Fechada. Sem dar a mínima para o que acontecia ao redor dela. Nem a lua-de-mel fora capaz de dar mais vida àquele rostinho bonito. Estimada e respeitada pelos colegas, ninguém ousava fazer perguntas sobre sua vida. Mas a impressão era a de que se tratava de  pessoa sem felicidade, para não dizer infeliz. 

No jornal,eram freqüentes pautas no interior do Estado ou fora dele. Isto entusiasmava. Maioria jovem, gostava de viajar. Menos ela. Quando escalada,aceitava, às vezes, com certa relutância. Mas não refugava. Nos festivais de cinema de Gramado,além da cobertura especializada, duplas da reportagem geral reforçavam o trabalho. Todos adoravam. Menos ela.
 Num destes festivais, feita a escala, ela perguntou muito discretamente se havia alguma outra para o interior. O chefe de reportagem( no caso o próprio narrador desta história) respondeu afirmativamente. " Então, se for possível, quero ir nesta",disse ela. " Tudo bem" , respondeu o chefe pra lá de satisfeito.
Era um problema a menos, pois quem fosse escalado para o interior, em tempo de festival, fora de Gramado, se considerava preterido; mais do que isso, perseguido.

   Quando a escala já estava em fase de conclusão, um repórter fotográfico se aproximou também discretamente do chefe de reportagem, numa abordagem quase de sussurro: " Se der pra me deixar fora de Gramado, me agrada. Se for possível me escalar para esta outra pauta no interior, eu topo."
O chefe de reportagem achou esquisito o pedido do fotógrafo( era o fotógrafo Nico Esteves), mas aceitou. Afinal era outro problema resolvido, pois os fotógrafos disputavam com redobrado empenho, quase no tapa, a chance de fotografar as estrelas do festival( O festival de cinema de Gramado, nos anos 70,quando nasceu era sempre no verão, janeiro ou fevereiro).

   Numa outra ocasião, a repórter cara-amarrada recebeu uma pauta no interior, uma viagem à fronteira. Sintomaticamente, o mesmo fotógrafo perguntou se dava para " ir naquela viagem". Meio cabreiro, o chefe de reportagem concordou, mas não resisitiu:

  - Por que que tu estás te escalando?

   - Gosto de sair da rotina. E também tô afim de fazer umas compras do outro lado.

    Viajaram, o trabalho foi feito. Ela na dela. Ele na dele. De vez em quando, de passagem, se falavam na redação, numa conversa que não durava mais do que alguns segundos.

     Nas redações dos jornais, além das notícias que vêm da rua, há as da casa.  Algumas dão manchete com a duração de vários dias; os detalhes vão aflorando e as especulações também. Pois um dia a bomba estourou: a repórter que vivia de mal com a vida se separara do marido. "  Mas como, a lua-de-mel nem acabou",diziam. Outros afirmavam: " Foi o marido que não agüentou. A mulher nem ria".Ela percebia a fuxicaria, mas, impassível, continuava o seu trabalho, sem se perturbar. E mais, na medida em que o tempo passava, a cara ia se desamarrando, a fisionomia mais descontraída, um certo brilho nos olhos.

     E uma outra bombas, para vibração do público interno: a repórter e aquele fotógrafo( Nico Esteves) estavam de caso. Era verdade." Eu sempre desconfiei", dizia um repórter que se vangloriava de saber tudo que se passava na redação. " Que papelão. Coitado do marido", exclamava uma repórter, louca por um drama.

  O tempo,senhor do esquecimento, foi andando. A repórter e o fotógrafo agora dando uma de marido e mulher, convivendo com os demais, que terminaram assimilando. Até parabéns receberam. O comportamento dela mudou totalmente. De casmurra passou à alegria de viver. Ele,discreto por temperamento, ficou mais solto. Vieram os filhos.

    Um dia, um repórter conhecido por sua sutileza de elefante dançando balê( o narrador se refere ao titular deste site )perguntou a ela: " O que te deu na cabeça de trocar um marido legal, boa gente e de futuro, por um cara pelado?"

Num misto de sarcasmo e deboche, um risinho no canto de boca denotando um certo desprezo pela pobreza mental do interlocutor, olhos revirados, ela respondeu com voz cadenciada: " Não te devo satisfaç´~ao alguma, mas como sei que, fuxiqueiro como és, isto te deixa felzi, vou premiar a tua curiosidade. Muito jovem, comecei a namorar meu marido de cartório. A família ficou mais encantada com ele do que eu. Deu força. À medida que o tempo passava, eu me distanciava dele, enquanto meus pais e irmãos mais se agarravam a ele. Ficamos noivos. Tudo na base do atropelo. Chegou a hora do casamento. Apavorada, na última  semana, tentei desmanchar tudo. Um terremoto caiu em cima de mim. Casei. A realidade do dia-a-dia, o corpo-a-corpo, me levaram ao desespero. Tomei a decisão."
 Boquiaberto, o repórter ouviu todo sem piar.

- Satisfeito? Perguntou ela ao cara-de-pau.

 - Não precisava me explicar tanto,disse ele meio sem jeito.

 Com o marido legal, ela não chegou a viver três meses. Com o de fato, uns 15 ou 16 anos.

 Madura, pés na terra, sem amargura, mas também sem muita expansão, feliz com os filhos que tem, ela avaliou numa síntese bem-humorada num encontro de supermercado, para um velho amigo:
  -Duas MALAS. Uma sem alça, impossível de carregar,durou pouco. A outra, com alça, deu para agüentar mais tempo.

Nova temporada da comédia "Como Agarrar um Marido antes dos 40"

 

Volta em curtíssima temporada a comédia “Como Agarrar um Marido antes dos 40”, que faz apenas seis apresentações no Teatro Hebraica, de 25/10 a 09/11, sábado às 21h e domingo às 20h. A peça aborda de forma divertida e bem-humorada um dos assuntos mais badalados do mundo contemporâneo: a busca pela alma gêmea. Lúcia (Marlise Damine), uma bem-sucedida advogada, percebe que vai fazer 40 anos e ainda está solteira. Ela entra em total desespero e resolve achar de qualquer maneira um marido nos seis meses que ainda lhe restam antes da fatídica data. A história conta todas as investidas, atropelos e aventuras da protagonista na busca de um grande amor antes do seu 40º aniversário. Completam o elenco Suzi Martinez, que vive uma psicóloga separada e bem resolvida e Denizeli Cardoso, que encarna uma doméstica linguaruda e de santo forte.

Clique AQUI para ver o vídeo no Youtube da peça.


Serviço:
O que? “Como Agarrar um Marido Antes dos 40”
Quando? De 25/10 a 09/11/2008. Sábado às 21h e domingos às 20h
Onde? Teatro Hebraica – João Telles, 508 - Bom Fim – Fone:30123855
Quanto? R$ 25,00 com 50% de desconto para o Clube do Assinante ZH e idosos
40% para estudantes e associados do SINPRO.

Eu x Eles - Coleguinhas
Roberto Marinho(falecido), dono das Organizações Globo,
ligava pra sucursal pra saber como tinha ido seu cavalinho!


Afonso Licks

Todo plantão de domingo de tarde, na redação da Rua da Praia, do Jornal O Globo, reservava uma surpresa para o repórter Afonso Roberto Licks que mandava matéria para o Rio de Janeiro dos acontecimentos de fim de semana principalmente da área política e dos assuntos do Cone Sul. Lá pelas sete da noite, geralmente o " Santinho" - o fotógrafo Maurecy Santos - atendia o telefone e era Roberto Marinho, em pessoa, que queria saber como tinha ido seu cavalo que corria no Hipódromo do Cristal. Afonso informava ao patrão, mas Santinho se esmerava ao lado do ouvido do repórter:
- Diz aí pro "homi" que as fotos ficaram muito boas, as fotos do cavalinho ficaram muito boas, com os olhinhos azuis, dizia Santinho, que exigia que Afonso transmitisse o recado ao patrão.
Hoje Afonso não está mais em redações de jornal - todas as sucursais fecharam, menos da F.de S. Paulo e do Estadão - está na assessora de comunicação do BRDE,depois de ter trabalhado na imprensa do Palácio Piratini na gestão do governador Germano Rigotto, quando Ibsen Pinheiro foi secretário de Comunicação Social.Afonso também assessorou na parte de imprensa o deputado federal(PMDB),Ibsen Pinheiro. Afonso nasceu em Montenegro - é irmão do músico Augusto Licks, um dos fundadores do " Engenheiros do Hawaí" -  em 03.09.1953, filho de Jacob Otto Licks e Irma Maria Licks. Casou com Helena( nascia em 22.02.1952) e tem o filho Alonso( nascido em 25.09.1979). 

Eu x Eles - Coleguinhas
Joabel Pereira, do rádio para assessoria


Joabel Pereira

O atual secretário " informal" da Comunicação Social do Palácio Piratini, Joabel  José Pereira nasceu em Santa Maria da Boca do Monte em 10.01.1949. Como todo capricorniano, é obstinado.Hoje exerce um poder muito influente junto à governadora Yeda Crusius que deve ouvi-lo sobre muitos setores da Comunicação. Joabel é filho de Ignácio Alves Pereira e Beatriz Santos Pereira. Começou como radialista na Rádio Guaranthan S/A , de Santa Maria e trabalhou ainda no Jornal A Razão, de Santa Maria. É jornalismo provisionado sob número 5911( não tem faculdade,portanto). Na Cia Jornalística Caldas Junior,em Porto Alegre, para onde foi depois de Santa Maria, trabalhou na rádio Guaíba,, no Correio do Povo e na Folha da Tarde.Também trabalhou na rádio Pampa, na década de 80, quando a Caldas quebrou e um grupo de profissionais transferiu-se da Guaíba para a Pampa.

Joabel foi muito amigo - além de compadre - de outro jornalista santamariense, o finado Vitor Moraes. Foi Joabel que acompanhou toda a enfermidade do amigo e colega. No dia do enterro,  ocorrido no ano de 1996,sumiu. Disse que tinha que acompanhar um profissional a quem dava assessoria. Ninguém entendeu aquele sumiço. Ele pode ter entendido. Joabel também foi assessor do Tribunal de Justiça do RS. Foi casado com Olga Maria( nascida em 01.05.1953) e teve a filha Karen Luciane( nascida em 22.01.1974).

Eu x Eles - Coleguinhas
Uma militante do jornalismo na área da educação

Ema Teresinha  Martins Reginatto Belmonte ganhou dia 23/10 na Câmara Municipal uma láurea pelos 41 anos de militância no jornalismo proposta pelo vereador João A. Dib(PP). Bem que a Ema merece. Conheço-a desde os finais dos anos 70 e começo dos 80,quando ela ia na Secretaria Municipal dos Transportes(SMT) pela antiga e extinta Folha da Tarde e eu ia pela ZH para cobrir as tradicionais coletivas de imprensa que o então secretário Jarbas Macedo Haag costumava dar duas vezes por semana, às terças e as quintas. E sempre havia assunto: é que estávamos na época da implantação dos corredores de ônibus e não havia dia que não tivesse alguma bronca no trânsito em decorrência ainda da fusão das empresas de ônibus que estava sendo implantada na gestão do prefeito Guilherme Socias Villela. Nascida em Júlio de Castilhos, em 29/08/1941, filha de Ricardo Pedro Reginatto e de Elita Martins Reginatto. Ema foi professora da Secretaria Estadual da Educação(SEC).Também trabalhou na Delegacia Regional do Ministério da Educação e Cultura(MEC).Ema pertenceu aos quadros da Folha da Tarde e do Correio do Povo. Com a volta deste último, continuou na empresa. Mudou-se para Brasília, com o marido, quando o ex-governador Jair Soares foi assumir o Ministério da Previdência. Ema teve um drama muito grande na vida com a perda de um filho. Nesta época fui testemunha de sua dor, que ela procurou não externar muito publicamente. Grande Ema, sempre dedica ao jornalismo.   

Aventuras de um bagual

Como em todo evento de grande porte aberto ao público, nos bastidores da 31ª edição da Expointer não poderiam faltar os episódios e personagens pitorescos. Passaram por lá, desde os infiltrados – aqueles que dizem que são, sem jamais terem sido -, mais conhecidos como penetras, os tradicionais pagadores de mico, até um certo Tchê Bagual, apelido carinhoso que lhe conferi. Versátil e bem-humorado, Tchê Bagual trabalhou, se divertiu, animou a turma do jornalismo, e de quebra conquistou amizades e a simpatia dos habitantes temporários da casa da imprensa no parque de exposições. Radialista profissional, nas horas vagas de sua profissão oficial como policial civil, Tchê Bagual foi uma animação à parte nos bastidores da imprensa da maior e mais tradicional feira de agronegócios da América Latina. Sujeito versátil, o policial- radialista, ou vice-versa, conseguia arranjar tempo durante os almoços, jantares e coquetéis, para se alimentar e ao mesmo tempo contar suas piadas de corno e de gaudério, suas preferidas.

Apesar de declarar o radialismo como sua verdadeira paixão, o bagual não titubeava ao explicar a causa do desgaste na ponta de seus sapatos. Com seu jeitão gozador, contava de maneira cômica e ao mesmo tempo orgulhosa, que os arranhões na ponta do seu pisante eram conseqüência dos ossos do ofício, de tanto “pedalar” porta, nos barracos das vilas em que a polícia “dá batida”. Questionado sobre a veracidade da informação, ele não hesitava em ilustrar a história, simulando a ação. Mas Tchê Bagual não foi só alegria, trabalho e diversão. Se revezando entre a cabine de rádio na Expointer, os eventos em que a imprensa costumava comparecer em massa e os plantões na polícia, o bagual mais que versátil ainda arranjou tempo e espaço para correr atrás de um dos seus maiores sonhos. Apesar de se dizer feliz com a vida que tem, confessou que sua felicidade ficaria completa, de fato, se conseguisse realizar seu maior sonho de aquisição: namorar e se casar com uma jornalista. Com seu modo diferente de narrar histórias, contou que já andou “raspando na trave”. Namorou, tempos atrás, por uns três meses, uma profissional de imprensa. Não deu certo – dizia ele, ao mesmo tempo em que afirmava, com firmeza, que a esperança é a última que morre e que por isso não iria desistir.
Na determinação quase obstinada deste ser otimista e de bem com a vida em realizar seu sonho, nem mesmo a autora desta crônica, tendo em vista o fato de pertencer ao nicho em questão, escapou de uma investida...Quem sabe?! Na próxima Expointer... Ou não.....Tchê Bagual jura, de pés juntos, que não está morto quem peleia. ( Enviado por Rê Oliveira )

Coleguinhas

 1) Não ia meter o bedelho neste negócio de posse da nova diretoria da TVE. Mas vá lá. Só pra informar que durante o Governo Germano Rigotto foi contratado uma consultora que apurou que a tv estatal e a  FM Cultura custam a bagatela de 500 mil dólares mensais aos cofres públicos.

 2) Outra da TVE: não sei se é lenda: mas falam que no Governo Jair Soares, ou Amaral de Souza, não tenho bem a certeza, o governador tinha tomado a decisão de fechar tudo aquilo. Aí teria chamado o Cândido Norberto ou o falecido José A. daudt - dois ex-presidentes da instituição - pra saber a opinião deles. O governador teria ouvido: " vais passar pra história como o governador que fecheou a TVE" . Aí ele deu prá trás.

 3) Ontem,encontrei o fotógrafo Floriano Bortoluzzi, da Imagen News, no serpentário, da Rua Uruguai.Ele, quie trabalhava na Cia Jornalística Caldas Junior nesta época ( Bortoluzzi diz que o acidente aconteceu em 1970) me contou que o acidente com o fotógrafo Roni Paganella aconteceu quando o colega dele e o motorista  Vitor, da ZH, estavam  indo para um jogo na Fronteira Oeste(S. Borja). A Rural Willys em que Paganella  viajava colado no ônibus do Grêmio que ia jogar contra um time de S. Borja.Como o ônibus deixava muita poeira, foi ao passar numa ponte que o motorista da Rural Willys se perdeu e despencou. Paganella sofreu graves ferimentos na medula e conseguiram pelo pronto socorro salvar-lhe a vida. Segundo Floriano, hoje o ex-fotógrafo é radialista e vive em Brasília. Lá ele se tratou no Hospital Sarah Kubitschek.

Eu x Eles - Coleguinhas
O único repórter do Sul que o JN punha no ar

Na última terça-feira, dia 21/10, como sempre faz 15 minutos antes das 19 hs, o Cristiano Nunes, gerente do Sindicato dos Jornalistas-RS começou a fazer o que ele mais gosta de fazer nos fins de tarde:
 - Fechando, fechando...diz o Cristiano aos associados que estão pelas salas fazendo seus trabalhos,imersos em preocupações. Sem dó nem piedade, o gerente do Sindicato vai fechar e fecha mesmo...Esta é uma rotina diária na vida do sindicato dos jornalistas, mas ela foi quebrada neste dia quando um  " vulcão" entrou porta adentro, berrando, para espanto do Cristiano:
 -  Deixa eu ir no banheiro que tou me mijando, mas vai me arrumando os telefones do Torves, do Schröeder. Canali deu mais um terceiro nome que não lembro,agora. Era o Geraldo Valente Canali que " dava" ordens bem ao seu estilo no Sindicato dos Jornalistas-RS. Canali, como é conhecido no meio jornalistico - não faça trocadilhos com seu sobrenome porque é encrenca na certa -  nasceu em 28/02/1949 no estado de Santa Catarina(desconheço o município, mas se não me falha a memória é Criciúma). Seus pais - que uma vez quando eu voltava de Garopaba(SC) de mochila nas costas me deram uma carona -  são Ulderico Santo Geremia Zelindo Canali e Maria Lígia da Costa Valente Canali.
Chefe de reportagem
Quando conheci o Geraldo Canali, ele era chefe de reportagem da Geral da ZH e tinha como subchefe o saudoso Sérgio Quintana, casado,então com a Balala Campos. Corria o ano de 1973 e o Canali mandou o novato repórter Licínio Silveira a Palmeira das Missões. Lá estavam em festa porque o município comemorava o centenário ou então era uma festa de erva-mate. Licínio foi para lá e trouxe uma matéria onde mais desagradou do que agradou as autoridades do município, conhecido também pela sua violência.Licínio dizia na matéria que as balas corriam soltas em Palmeira das Missões, onde a briga entre chimangos e maragatos ainda estava acirrada já no final do século XX. Canali segurou a barra do Licínio Silveira, mas a direção queria demitir o novato repórter que era uma grande promessa.(Hoje vive em Moçambique,  é cineasta). Quando era chefe de reportagem,no começo dos anos 70, tinha o colega Caio Fernando Abreu como um dos seus admiradores. Diz o diagramador Hoffmeister, o Hof, que o Caio tinha ciúmes da esposa do Canali, a Dina Streliaev e comentava com ele: " essa polaca feia aí...."O Canali depois foi para a TV Gaúcha e na redação da ZH pintava de vez em quando... Na TV Gaúcha foi apresentador e repórter. Núbia Silveira, que foi sua editora diz que durante o dia ela o procurava para discutir a pauta do dia. Ele desconversava. Aí ela ia aprontando as matérias e na hora de ir ao ar,quando entrava no estúdio, Canali começava a querer mudar tudo. Vamos trocar isto, vamos trocar aquilo.
- Agora não dá mais, agora é tarde, dizia-lhe a Núbia.
Canali pegou tanto crédito junto a Central Globo de Jornalismo que o chefe do jornalismo local da TV Gaúcha, Carlos Bastos, não conseguia emplacar uma matéria no JN se não fosse feita pelo Canali. Assim uma vez ele tentou mandar matérias do Carlos Dornelles, mas a Alice Maria, a toda-poderosa chefe da Globo, não quis. Dornelles foi para o Rio de Janeiro fazer um cursinho junto a TV Globo e num mês já estava na capital carioca trabalhando e emplacando matérias diárias no JN.
Premiado
Em 1983, Gealdo Canali ganhou o Prêmio ARI de Jornalismo, no item Televisão com a matéria "  Os ladrões de Gado".Depois que saiu da RBS colocou um jornal alternativo, o OI,depois OI Menino Deus com o qual seus repórteres ganharam duas ou três vezes o Prêmio ARI de Jornalismo. Quando Canali vendeu o OI a Hélio Gama houve um grande impasse porque ele queria que seu nome continuasse a constar no expediente. Hélio Gama não queria, e para que a a venda tivesse uma concretização acharam o seguinte acerto: o nome de Canali sairia apenas como fundador do periódico. Com o tempo, seu nome sumiu do expediente.
Professor e grevista
Canali foi ser professor da Fabico, da UFRGS, de onde está aposentado. Também teve vida sindical e numa das greves na RBS, ou na rádio Gaúcha , ele diz que " piqueteou " um dos donos:
- Ele vivia nos chamando de companheiros,compnaheiros. Então no dia da greve, eu estava na portaria fazendo piquetes, ele chegou pra trabalhar e eu o convoquei a entrar na greve. Ele vivia me chamando de companheiro, eu o convoquei pra greve,então, diz Canali.
Hoje o outrora inquieto e talentoso repórter vive em Maceió para onde se mudou já que sua esposa atual passou num concurso da Universidade local.Canali lembra com saudades que foi o primeiro repórter a encontrar Leonel de Moura Brizola em Nova Iorque quando este foi expulso de Montevideo, em 1977." Cheguei antes que o Contursi(Carlos) e do Fontourinha(Hélio) diz orgulhoso pelo feito. E lembra que Brizola andava numa peladeira desgraçada, ele e a dona Neuza. E que era ele que geralmente pagava o cheeseburger na hora do almoço.

Homenagem

Deputado Alberto Oliveira também lembrou de José A. Daudt na homenagem que a Assembléia Legislativa do Estado fez dia 21/10,de tarde, ao programa Gaúcha Repórter. Daudt - assassinado há 20 anos - foi o criador do programa.

Eu    x   Eles - Coleguinhas

A respeito do que escrevi sobre um acidente com o fotógrafo de ZH, Roni Paganella, recebi uma longa carta do colega Lauro Dieckmann que trabalhou na ZH no final dos anos 60 e começo dos anos 70. Reproduzo aqui o que ele mandouem 20/10/2008
 " Não tem nada disso do avião que trazia o Roni Paganella ter pousado na BR-290, o avião pousou normal no Salgado Filho. O problema é que o cara que era o controlador da torre era um ex-funcionário de ZH e que fora redator do " Conto do Dia", uma coluninha que saía na Editoria de Polícia. Primeiro, o cara foi demitido da ZH porque  fez uma crônica sobre um judeu que pagava os funcionários no fim da tarde de sexta-feira e os caras só podiam descontar o cheque na segunda. Isso foi no início,quando o Maurício(Sobrinho) e o Jayme(Sirotsky) compraram a ZH do Ari de Carvalho e o jornal vivia uma situação financeira precária. O personagem da crônica era o dono de uma loja, mas isso era apenas para disfarçar, a gozação era com o Maurício(Sobrinho) mesmo. Bom,esse cara que eu não lembro o nome, também era controlador de tráfego aéreo e trabalhava no Salgado Filho.
Ocorre que quando houve o acidente do Roni(Paganella), o Milton Galdino, o " Babão da Paineira", resolveu ir na torre, falar com o cara e saber como estava o estado da vítima. E colocou a informação no jornal,dizendo isso, que tinha falado com o controlador etc e tal...bom, com isso, a Aeronaútica demitiu oc ara, já que é proibido o controlador falar com estranhos durante o trabalho e não pode também ficar nessa de tirar informações sobre o estado de saúde de quem está no avião. Outra curiosidade é que o controlador esse que havia sido redator da ZH acabou ganhando uma puta indenização trabalhista e montou um bar na Cristóvão Colombo. Mas acabou bebenbdo o bar....Abração Lauro Dieckmann
No dia 21/10/2008, o colega voltou a falar no assunto do pouso do avião.
 " A M... que deu na demissão do controlador foi que ele falou com o Milton Galdino sobre o estado do Roni.
 Por isso que a Aeronaútica demitiu o cara. O Milton mencionou isso na matéria sobre o acidente etc e tal...Aliás, seria uma boa tu levantares a historinha desse cara que escrevia o " caso do dia" e que também era controlador  de vôo e que foi pra rua tanto da Zero Hora quanto da Aeronaútica. Era um cara tipo Stanislau Ponte Preta ou Carlos Nobre. Um tipo bem daquela época....Lauro Dieckmann

Coleguinhas

1)Fernando Albrecht socorre o colega Lauro Dieckmann e informa que o autor da coluninha  " Caso do Dia" em ZH era Ney Barros, que foi também  controlador de vôo.

2)Hoje,dia 23/10 na Câmara Municipal, colega Ema Reginatto , do Correinho, recebe laurea proposta pelo vereador João A. Dib pelos seus 41 anos de militância no jornalismo.

3)Conheci a Ema quando fazia cobertura das coletivas do Jarbas Haag, na SMT, no começo dos anos 80, com Porto Alegre sofrendo grandes mudanças no trânsito. Profissional correta e séria...

4)Voltaire Porto especializou-se em ler notas que a Coletiva.Net dá no dia anterior no programa do Rogério Mendelski.

5)A apresentadora do " Acorda Rio Grande" Fernanda Bagatini - usa apenas o sobrenome da mãe - completou 10 anos de rádio Guaíba em outubro de 2008.

6)Encontrei o agrônomo José Lauro de Quadros, ex delegado regional do IBDF. Passou por cirurgia, mas está se recuperando... Hoje Quadros está na Ageflor, onde é assessor técnico...

7) Geraldo Canalli, que vive em Maceió(Alagoas) anda pelo Portinho...Falaram que ele iria capitanear um jornal diário em Porto Alegre bancado pelo Hugo Chavez, mas mais uma vez isto tudo é boataria...Seria um grande jornal de " esquerda",diziam. Ficou no papo....

Coleguinhas

1) Presidente do sindicato dos jornalistas,José Nunes, gosta do horário de verão: quando chega em casa, em S. Leo, pode e tem sol ainda pruma caminhada.

2)Situação inusitada num jornal da grande Porto Alegre: a repórter que fica na capital fica sem editor porque o jornal não paga hora extra e o editor avisa à repórter que irá embora porque esgotou seu banco de horas. E o repórter o que tem a ver com isto?

3) O radialista Arnaldo de Souza, que apresentava o programa " SabeTudo" em Santa Maria, morreu de cirrose.

Um parente de minha mãe governa União da Serra


Foto Studio D

Tenho um parente no poder. Mais precisamente, prefeito pela segunda vez de um importante municipio - tem 1 e 600 e poucos eleitores - União da Serra. Trata-se de Amarildo Sabadini, cuja mãe,  Adélia Fonini é parente da minha mãe,Vilma, cuja mãe era Rosa Fonini.Os restos mortais da minha falecida avó - que não cheguei a conhecer porque faleceu jovem - foram levados do cemitério de Vila Oeste(atual União da Serra) pelo médico César Fonini, que formou-se em Porto Alegre e foi viver em Chapecó.
" Estava tudo atirado lá no túmulo de Vila Oeste. O César pegou os poucos de ossos que tinham ficado lá e os levou pro cemitério de Chapecó" disse-me estes tempos Vilma, que ainda era pequena quando sua mãe faleceu se não me engano de uma meningite. Rosa Fonini trabalhava na roça e se sentiu mal. Quando foi para casa já estava muito mal e no começo do século passado, naquele cafundó de judas,até que conseguissem um médico em Guaporé, ela havia falecido.
Parentesco
O grau de parentesco do prefeito Amarildo com minha mãe não é muito de meu conhecimento. Mas o Amarildo é um bom quadro do PMDB. Desde que União da Serra - na verdade existe apenas um centro administrativo - porque o município é formado por Vila Oeste ( antiga " El Borze" ) como diziam os colonos, e Pulador, dois pequenos vilarejos, tornou-se município em 1992, Amarildo Sabadini sempre concorreu. Perdeu uma eleição para prefeito, ganhou uma e agora outra. Antes ele trabalhou no gabinete do deputado estadual Alexandre Postal(PMDB) na Assembléia Legislativa do RS. Nesta eleição de 5 de outubro,elegeram-se 4 vereadores do PMDB e um do PT. Finalmente pode-se dizer que o PT chegou aos grotões,porque chegar nas encostas do rio Guaporé não é pra qualquer partido. Minha mãe sempre diz que Vila Oeste não tem indústria, mas a colônia é muito forte. Hoje ela é formada principalmente por criadores de frangos, do frigorífico de Montenegro. A ligação asfáltica é a grande reivindicação do município, que está ligado com internet com o resto do mundo. Não há hotéis - apenas uma pequena pousada - e nem hospitais. Lá tudo depende de Serafina Correa ou de Guaporé. Antigamente, Vila Oeste era Vila Oeste de Guaporé, depois foi Borges de Medeiros( que os colonos só chamavam de " El Borze" ) porque não sabiam pronunciar o português e depois ficou em União da Serra. Enfim,posso me orgulhar. Tenho um parente no poder....
Leis draconianas no Grupo Sinos
Sucursais de Taquara e Porto Alegre estão trabalhando diariamente,sem folga nos fins de semana. Apenas uma folga mensal.

Correção

Núbia Silveira faz uma correção no que escrevi aqui sobre ela: ela foi da RBS TV para ZH e não da Caldas Junior.

Fogaça discursando na esquina democrática


Depois da caminhada pela rua da Praia fogaça subiu no palanque e discursou. Foto de Alfonso Abraham

Eu x Eles - Coleguinhas
A editora que chorava quando lhe cortavam páginas!

Núbia Salette Marques Silveira, ou simplesmente Núbia, nasceu em Minas do Butiá a 19/11/1946,filha de Ayr Azambuja Silveira(falecido) e de Naura  Marques Silveira. Como ela mesma disse ao auditório num congresso  do Sindicato dos Jornalistas do RS, em 2002, ela já " rodou muita bolsinha" por aí. A Núbia quis,evidentemente, dizer que já passou por muitas redações. Que eu saiba ela trabalhou nos extintos Diário de Notícias e Folha da Manhã, na rádio Guaíba, Zero Hora, TV Gaúcha, Estado de S. Paulo,(Estadão,em Brasília),TVE e ultimamente no Governo do Estado(gestão Germano Rigotto) e na Assembléia Legislativa, nos dois últimos anos.De 1967 a 1970 a Núbia exerceu a função de auxiliar administrativo,como funcionário efetivo, do Juizado de Menores localizado na rua Cel. Vicente,382. Nunca tinha visto a Núbia até que no começo dos anos 80,quando Carlos Alberto Kolecza deixou a ZH - num episódio que até hoje ninguém entendeu bem os motivos - Núbia foi chamada para substituí-lo na chamada Editoria de Geral. A Otília Riet, que havia trabalhado junto do Kolecza formando uma grande dupla - que fez a cobertura de grandes movimentos sociais, como o Grito do Campo, o começo das invasões de terras pelo MST e dos acampamentos de Encruzilhada Natalino - foi embora para Brasília e Núbia e o Eugênio Bortolon, que vinham da falida Caldas Junior ocuparam os seus lugares trazidos pelo Carlos Fehlberg e pelo Lauro Schirmer, que eram os cabeças do jornal naqueles anos.

No começo confesso que achei a nova chefe " durona". Mais prum general do que qualquer coisa. Não dava mole nos repórteres. Na sua vingança diária, os motoristas e fotógrafos se referiam a ela, como a " madre superiora". É que a Núbia mandava mesmo. E de-lhe reunião antes do expediente pra discutir pautas, modos de trabalhar etc e tal... E depois da redação, se deixassem a Núbia arrastava todo mundo prum restaurante pra continuar falando de jornal. É a sua vida. No final dos anos 80, a Núbia deixou a redação da ZH. Não recordo se foi pra Santa Catarina, ou pro Estadão, em Brasília, ou S. Paulo.Depois que ela se estabeleceu no Diário Catarinense em Floripa, muitos ex-repórteres que haviam trabalhado com ela, passaram a visitá-la em Floripa. Eram mais visitas de amigos do que de colegas de trabalho. Estranhei vendo a chefe chorar meio que escondida...Numa tarde de sexta-feira, tive o meu primeiro encontro com uma " faceta" da Núbia pouco conhecida, ou que pelos eu não conhecia. Eram lá pelas  seis ou sete da noite, e vi a Núbia em prantos na sua mesa, disfarçando, mas chorova sem dó nem piadade...Tirava os óculos, limpava as lágrimas, soluçava, voltava a tirar os óculos... Achei que acabara de receber a notícia da morte de um ente muito querido, ou de um familiar. Aí falei com a Iara Mello, copidesque - colega que já morreu - e lhe perguntei o que havia acontecido:
- É que o Fehlberg tirou páginas da Geral pro domingo,ou pra segunda...

Tive vontade de pegar um relho e dar na Núbia...Chorar por causa de espaço em jornal...Ora,onde já se viu isto... Mas era comum ver a Núbia na redação chorando quando lhe tiravam espaço de sua editoria na luta diária que ela tinha com a direção do jornal pelas matérias que sua editoria aprontava. Sou testemunho de como ela lutava pelos seus repórteres, ou pelas suas matérias. Ela e o velho e saudoso João Aveline faziam isto com a mesma garra. Um fato que me aconteceu com ela mostra como ela lutava pela sua editoria. Um dia fui convidado pra inauguração da ponte da Amizade,entre Brasil,Paraguai e Argentina. O convite me veio pela empreiteira Sultepa. A Núbia queria que eu fosse fazer a cobertura, mas o Fehlberg quis mandar o Danilo Ucha, que era o repórter do Mercosul.
Ficaram os dois naquela discussão.... Até que o Fehlberg - que nunca me chamara a sua sala - me chamou lá e me explicou porque ele tinha decidido mandar o Ucha. Lembro bem da frase:
- Eu tenho que ver o jornal como um todo.

É que o Ucha fazia a cobertura do Mercosul e naquela solenidade tinha dois presidentes presentes, o José Sarney, do Brasil e o Raul Alfonsin, da Argentina.
E aí como era do seu jeito salomonico, Fehlberg achou a saída:
- Tu vais aproveita o convite, mas o Ucha faz a matéria.

Fui e dei sorte.  Na coletiva dos presidentes, dos seis brasileiros que podiam fazer perguntas no hotel onde foi feita a coletiva de imprensa, fui um dos selecionados. Fiz a pergunta e o Ucha aproveitou para a matéria dele. Mas também havia o lado exigente da Núbia. Num feriadão de carnaval, tive que voltar num domingo pra cobrir a escala do carnaval. Minha pauta era um baile infantil no Teresópolis Tenis Clube.Pior, eu havia adquirido um desenteria violenta fruto de caldo de cana, mas mesmo assim cumpri meu horário na tabela de carnaval...Como eu digo, com a Núbia, não tem colher...

Promoção
O Nilson Mariano, que ainda está na ZH e que é autor de um livro sobre desaparecidos na América do Sul lembrou-me estes dias que tem uma dívida de gratidão com a colega. Ele teve um deslocamento de retina em l986, precisou ausentar-se para operar a vista e quando voltou a Núbia, que já era sua chefe na ZH, lhe deu uma promoção...

A "famosa" carteirinha da ARI

Nos "escombros" da Associação Riograndense de Imprensa(ARI) que agora vêm a tona com a arrumação dos arquivos foram " descobertas" algumas das famosas carteirinhas que a entidade dava quando a gente se associava. Era uma carteirinha de couro e dentro dela guardava-se os comprovantes de pagamento de mensalidade. Estas carteirinhas foram disputadas porque muita gente que a conseguia a usava para furar bailes,entrar em coquetéis e acho que até viajar de avião com metade do valor... O Telmo, um dos vernissólgos - que já teve uma coluna em jornal assinada por ele - conseguiu do falecido presidente Alberto André uma destas carteirinhas, mas agora não consegue renová-la.

Rei morto, rei posto!!

Ontem,dia 21/10, a Assembléia Legislativa do Estado homenageou o programa Gaúcha Repórter, pelos seus 25 anos. A presença do atual apresentador, Lasier Martins tudo bem. Mas não vi ninguém, nem o deputado estadual Alberto Oliveira (PMDB) o proponente da homenagem lembrar do falecido José A. Daudt ( que por sinal foi deputado estadual, da casa, do mesmo partido de Alberto) que criou o programa. Daudt era tão talentoso e inventido que pegou um horário morto do rádio, depois do meio-dia e o transformou num programa jornalístico de alcance estadual.

Reta final de campanha Fogaça - líder na pesquisa -  faz corpo-a-corpo



  
Fotos: JCR Angel

O prefeito José Fogaça e seu vice, José Fortunatti fizeram corpo-a-corpo na estação rodoviária e nas vilas de Porto Alegre. São os derradeiros dias da campanha municipal. Domingo, dia 26, é  voto.

Coleguinhas

1)Eunice Jacques, de quem falei aqui, faleceu em março de 1997. Câncer de pulmão. Fumava 4 maços de cigarro por dia.

2) O Lauro Dickmann que mandou mensagem sobre o acidente do Roni Paganella não entendeu: eu sempre ouvi dizer que o avião tinha descido na BR-290 em Alegrete. Nunca desmenti nada sobre o pouso no Salgado Filho.

3) Se algum parente do Roni Paganella, ou o próprio se manifestar,seria legal...

4) O técnico em som Celso Costa, da rádio Guaíba, esteve na sexta-feira,17/10 no serpentário da Uruguai.Aos 77 anos gosta de lembrar de quando trabalhou na campanha a presidência como técnico colocando voz em postes nas praças públicas por onde Getúlio Vargas passava para fazer a campanha. Ele,segundo o relato de Nelson José Moura, que o escutou a falar no serpentário - é um café que assim apelidei porque ali falam mal de todo mundo, pra falar mal não se paga imposto - ia na frente instalando o som pro Getúlio falar nos comícios de 1950. E em todo o lugar que iam a comida era sempre peru com farofa. Até que ao chegar a Rio Grande, o próprio candidato a presidente exigiu que fosse peixe o prato servido...já que estavam na terra do peixe... Como no almoço pros jornalistas que acompanhavam Getúlio não foi servido peixe, o candidato chamou os responsáveis pela cozinha e determinou que fossem fazer um peixe, nem que para isto fosse preciso ir pescá-lo... 

Curso: Inglês na Hotelaria

Dois terços da humanidade fala, escreve ou compreende a língua inglesa. 100% da economia global é feita através de negociações onde a língua inglesa é indispensável e os hotéis são o ponto de convergência dos executivos de negócios de todo o mundo. Por isso, falar inglês no atendimento aos hóspedes de uma cidade como Porto Alegre, é indispensável para o desenvolvimento da carreira dos profissionais da hotelaria. Este curso tem a finalidade de promover a qualificação consciente dos profissionais envolvidos com a venda e atendimento em hotéis, em busca da máxima eficiência e da qualidade contínua deste relacionamento. Obtenha a informação completa, clicando aqui.

Coleguinhas

1) Mário Santarosa, assumiu, dia 16/10, o departamento de concursos da ARI. Eleito, não tinha aparecido,ainda. Já estavam querendo mandá-lo chamar por edital....

2)  Roger Lerina, da contracapa de ZH, foi o mestre-de-cerimônia da inauguração do cinema do sindicato dos bancários,dias atrás.

Eu x Eles - Coleguinhas
O velho " Espanhol"

Falecido em 1997, o fotógrafo  José Abraham Diaz, conhecido de todos por " espanhol" nascido na  Espanha, deixou um sucessor, o filho Alfonso que é uma grife em fotografia para políticos. Segundo Leo Guerreiro, outro veterano da fotografia gaúcha, o filho é melhor do que o pai em fotografar paisagens.
Vaidades à parte, os dois são bons fotógrafos e tive o privilégio de conhecer a ambos, mais ao filho do que ao velho " espanha". Ao morrer, José Abraham deixou um imenso legado de fotografias, que seu filho Alfonso mandou codificar por meio de uma bibliotecária. Os negativos passam de mil e estão guardados e catalogados pelo filho. Há muitas fotos sobre os portos gaúchos, pelo fato de " Espanhol" ter sido durante muitos anos fotógrafo do DEPREC,atual SPH. Sobre futebol, tem muitos do Internacional do tempo do estádio dos Eucaliptos e do Cruzeiro Futebol Clube, do Estádio da Montanha, que alguns chamavam de " Colina Melancólica". José Abraham Diaz nasceu em  13/03/1921 e  foi fotógrafo da Caldas Junior e do DEPREC.Há muitas histórias sobre o " velho espanhol" principalmente uma que muitos contam e que na boca de cada um tem uma versão diferente. Trata-se de uma vez quando o coronel Jeffeson Cardin ia tentar impor uma ação guerrilheira no RS,comandada do Uruguai, pelo ex-governador Leonel de Moura Brizola.A Folha da Tarde teria mandado Valter Galvani, mais o velho Espanhol para fazer a cobertura da ação dos guerrilheiros e quando chegaram a Três Passos, Espanhol, muito contrariado, olhou em volta e nada notou de diferente naquela tarde modorenta na pequena cidadezinha.

- Que mierda de revolucion es esta que no ham matado nil el cura ni derrubado la iglesia? indignou-se Espanhol, acostumado que estava com as bombas que aprendera a soltar na Espanha lutando contra os franquistas.

Há quem conte esta mesma versão do episódio localizando-o em Quaraí. Bom,então tá, né, o local não importa, importa que teria acontecido mesmo o comentário do velho anarquista Espanhol. No DEPREC onde trabalhava na assessoria de imprensa, Espanhol um dia ligou para lá e começou a fazer galanteios com a coleguinha que havia atendido. Nada demais...mas a colega começou a desmontar seus truques...
- Para com isto, Espanho, disse ela,identificando de quem era a voz.

O filho Alfonso acha que a fotografia de maior sensibilidade do seu pai foi uma que ele fez dentro do porto de Porto Alegre mostrando um portuário durante seu trabalho. Na Caldas Junior ficou famosa uma foto do Espanhol que um dia chegou ao trabalho e pegou a máquina correndo porque na frente do prédio da Caldas Junior viu um operário que trabalhava em condições precárias de segurança. Espanhol intuiu que o camarada iria cair de lá...Foi o que aconteceu... ele fez um filmezinho da queda e com isto ganhou o Prêmio ARI de Jornalismo... O filho Alfonso pensa em homenagear o pai editando um pequeno livro contando a vida do espanhol que saiu da Espanha pra virar nome de prêmio de jornalismo no RS.

Eu x Eles - Coleguinhas
Uma mulher amante dos cachorros mas que não levava ninguém de compadr
e


Eunice Jacques recebe carteira do trabalho em 1970

Eunice Jacques era de Bagé, se não estou enganado.Começou como repórter na Sucursal do Jornal do Brasil no final dos anos 60,começo dos 70,quando a sucursal ainda ficava no atual prédio da Associação Riograndense de Imprensa, na av. Borges de Medeiros, região central de Porto Alegre. Repórter obstinada, ela foi longe. Virou, depois de sair do JB - de onde tirou uma grande grana porque moveu uma ação trabalhista na rescisão de seu contrato de trabalho com a empresa - editora de Segundo Caderno do Jornal ZH e depois foi para a editoria de Economa e ali implantou uma reformulação. Muito exigente, queria dos seus repórteres espírito investigativo e aplicação principalmente com a elaboração dos textos. Eunice foi também quem criou os cursos de aperfeiçoamento de textos dentro da própria ZH. Nunca trabalhei com ela... Depois da Economia, subiu mais um degrau dentro da organização do jornal e virou a titular da editoria de Opinião. Segundo sua grande amiga Terezinha Mello Farias, a " Tereca" era a falecida Eunice quem escrevia os discursos de Jayme Sirotsky. Quando ela não podia ou não estava, era Nilson Souza, que ainda é o editor de Opinião do jornal. Durante um bom período a falecida repórter cobriu pela Jornal do Brasil os assuntos ligados a exilados políticos do cahamado " Cone Sul". Quando eles começaram a voltar para o Brasil, ela fez, por exemplo, uma célebre matéria para a ZH, decorrente de uma longa entrevista com Flávio Tavares. Posso estar enganado mas tenho quase certeza que foi ela também que cobriu para a ZH o episódio da Flávia Schilling que esteve presa no Uruguai.Por isto Eunice tinha uma boa visão em geral sobre acontecimentos ligados a expurgados em geral e banidos do país.
Briga de mulheres "cachorreiras"
Eunice Jacques como amante de cachorros conhecia tudo da vida dos bichinhos. E começou a escrever uma pequena coluna, me parece que saía aos sábados, sobre os bichos. Esta coluna fazia sucesso entre os criadores e amantes dos bichos, mas depois de um certo tempo, não sei bem o motivo, ela teve um grande desentendimento com a presidente do Kennel Club do RS, outra conhecedora profunda de cachorros e jurada em concursos nacionais e internacionais, Leila Rebello. De amigas, as duas passaram a inimigas. A coluna dela passou a nem mais mencionar o nome da Leila. Isto durou anos, não sei se se reconciliaram antes da morte de Eunice motivada por um câncer de pulmão. Eunice fumou durante um tempo quatro carteiras de cigarro por dia. Quando morreu Eunice ainda trabalhava em ZH. Ficou célebre uma história ocorrida entre um colega que foi visitá-la no Hospital Moinhos de Vento,onde estava internada, poucos dias antes dela morrer. O colega em questão foi o Benito Giusti que depois da visita apareceu no Irpapos, um grupo de bate-papo na rua da Praia. Quando ele contou que havia visitado a Eunice no hospital,alguém lhe perguntou como ela ia...
- Está com um bom aspecto,disse Benito,querendo contemporizar. No dia seguinte, Eunice morreu.
Assim a gafe do Benito virou piada entre aqueles colegas. Quando alguém pergunta por alquém, o outro responde:
- Como está o seu aspecto ?
 A foto que ilustra esta matéria édo acervo da ARI. O ano é 1970 e Eunice está recebendo sua carteira profissional. Foram identificados da esq. para a direita, aos fundos o falecido presidente da ARI, Antoninho Gonzalez, a Eunice, - única mulher do grupo, de óculos - Abdias Silva( jornalista da Folha da Tarde e um " dos caciques" da Folha,depois mudou-se para Brasília) Ary Alcântara que devia ser então o delegado regioal do Trabalho, foi também deputado estadual e federal, é de Pelotas, está de óculos na foto e é quem está entregando a carteira profissional para Eunice) Luis Carlos Costa, do Correio do Povo e delegado de Polícia Alberto André, o " eterno presidente da ARI" e nos fundos o Irmão Elvo Clemente que um dia chegou a reitor da PUC.

Eu   x   Eles – Coleguinhas
A triste história do fotógrafo que ficou tetraplégico num acidente indo para uma cobertura!



Roni Luiz Paganella

Quando entrei pela primeira na ZH, em 1973, a redação ficava no primeiro andar e seu Maurício Sirotsky, o dono do jornal, gostava de se misturar aos repórteres e fotógrafos principalmente em dias de comemoração, como dia do aniversário do jornal- acho que é em maio,ou abril - e nos finais de ano. Seo Maurício - que o falecido chefe da fotografia Telmo Cúrcio da Silva chamava de " Mao-Mao" vinha tomar chopp junto com a redação e o diagramador Fraguinha( o " Pitoco", ou Jorge Fraga) principalmente enchia a a cara,tanto que depois da festa,enquanto o chopp ainda rolava nos copos dos funcionários saindo dos barris que eram improvisados dentro da própria redação,era levado para casa. Depois dos atos comemorativos da festa em si, a vida da redação voltava ao normal, porque o jornal precisava circular no outro dia. Não sei quem ainda está vivo e que pegou estava fase da ZH. Fiz este enorme "nariz de cera" aí de cima porque foi nesta época que ouvi falar pela primeira vez de um acidente ocorrido alguns anos antes com um fotógrafo que na verdade nunca conheci, nem antes,nem depois do acidente. Trata-se de Roni Luiz Paganella. Nascido em 25.08.1949 ele acabou tetraplégico muito cedo, num acidente que vou narrar depois. Roni é filho de Gentil Paganella e de Rosa Berton e morava nos anos 70 nba rua Demétrio Ribeiro,973/apartamento 403.Sua função na ZH era de repórter-fotográfico.
 No meu livro Pauta, o Avesso dos Bastidores( à venda no Sindicato dos Jornalistas-RS) conto o que houve com o Roni. É isto:"  No final dos anos 60, o fotógrafo Rony Paganella estava indo a São Borja fazer um jogo de futebol. Se não estou enganado, viajava com ele o repórter Claudio Brito. Acidentou-se na altura de Alegrete e teve que ser apanhado por um táxi aéreo do comandante Callefi.Como conseqüência do acidente, Paganella ficou paralítico da metade do corpo para baixo e tinha urgência em ser transferido a Porto Alegre. Montaram um esquema do táxi aéreo aterrisar em plena pista da BR-290 e por causa disto quem autorizou a operação levou um gancho de seis meses da Aeronaútica. O fotógrafo Floriano Bortoluzzi( hoje dono da revista Imagem News) comandou uma campanha entre os colegas para angariar fundos e levá-lo a Brasília para um tratamento no Hospital Sarah Kubitschek. Mas ele ficou tetraplégico. 

Blogueiros ficaram sem internet na Assembléia Legislativa do Estado

Na última quinta,dia 16/10, a internet ficou todo dia fora do ar na Assembléia Legislativa do Estado. Deu pane. E muitos coleguinhas blogueiros que vão atualizar seus sites não puderam fazê-lo em virtude da pane...

Ecos da Praça da Matriz

1) O comandante geral da Brigada Militar, cel. Paulo Roberto Mendes comandou a operação da última quinta-feira, dia 16/10 contra a Marcha dos Sem, do celébre porão do Palácio Piratini. Há quem diga que ele se refugiou na sala dos fotógrafos e de lá mandava fotografar isto ou aquilo.

2) Passei pela Praça da Matriz, quando a Marcha dos Sem subia a Borges de Medeiros e vinha em direção ao Palácio Piratini. Ouvi - ninguém me contou - um cidadão falar sobre os protestos da seguinte forma:
- Vocês,dizia o cidadão - um senhor de uns 60 anos, de cor branca tem que baixar o cacetete nesta turma aí.  E o brigadiano, já postado, da trope de choque, o esclarecia:
 - Eles são apenas massa de manobra! Eles são apenas massa de manobra!
Massa de manobra de quem,cara pálida?
3) Se não se acalmarem os ânimos,com bomberios dos dois lados, ainda vai dar coisa mais feia do que já vimos...é que tem gente interessada num cadáver.

A " esquerda festiva"

Nunca ninguém soube quem é o autor da frase " esquerda festiva".Zuenir Ventura, no excelente livro " 1968, o ano que não terminou" diz que até hoje não se sabe a origem do termo, mas ele nasceu devido às bebedeiras em geral dentro dos bares de Ipanema, no RJ,quando a ditadura mostrou sua cara mais cruel,depois da edição do AI-5 em dezembro de 1967. Pois na última quinta,dia 16/10, no chalé da Praça XV de Novembro, estava lá a esquerda festiva de Porto Alegre. Pelo menos boa parte dela. Intelectuais,poetas,jornalistas( que em geral adoram uma boca livre, mas neste dia não tinha) foram prestigiar o lançamento do livro do jornalista João Batista Marçal, que lançou a O Dicionário da Esquerda Gaúcha. Meu Deus,até o Jango está nele. Jango um latifundiário esquerda? Ainda bem que estes conceitos terminaram,senão era de dar um nó na cuca da gente...

Rigor na imprensa do Detran

Coleguinha de jornal da região metropolitana procurou na tarde de sexta,dia 17/10, a assessora de imprensa do Detran, Tânia Bampi pra uma entrevista sobre novas carteiras de habilitação.E então ficou sabendo que teria que dar o número fixo do seu jornal para ela poder dar retorno. Pro seu celular não. E como ela estava fora do jornal, ficou o impasse. Será que é um efeito da CPI do Detran...

CONVITE II FESTCAMPO 2008 - BRUNCH DE LANÇAMENTO OFICIAL EM PORTO ALEGRE

FESTCAMPO   OVINOSCHOPPING

Caríssimo Olides: Estás intimado para participar deste Brunch de lançamernto da II FESTCAMPO 2008 na próxima quinta-feira 23. Não falte, pois será uma honra receber-te! Abração do leitor diário, Jornalista Vanderlei Cunha - Assessor de Imprensa e Comunicação Social II FESTCAMPO 2008.

Bombas na praça

Ainda os acontecimentos da Marcha dos Sem da quinta,dia 16/10:
1) Jogaram ovos dos edifícios próximos sobre os manifestantes
2) Cel Paulo Mendes,comandante da BM, ficou sim na frente do Palácio Piratini coordenando  o enfrentamento com os manifestantes. Então não é verdade que ele tenha ficado apenas noporão do Palácio Piratini durante o enfrentamento;
3) Depois dos incidentes, BM deu coletiva.
4) Cel Paulo Mendes seguramente tá agradando a alguns e desagradando a outros.

Da coluna do Mazzarino, no Jornal Antena
" Política x  Motel "

O cara veio  para o Vale do Taquari para um curto período. Nas baladas noturnas cruzou com uma gata muito interessante.Morena, na faixa dos 25-30 anos, atraía os olhares por onde passava. E o olhar do visitnte e o dela se cruzaram. Ela apresentou-se como assessora de imprensa de candidato. Nos dias seguintes aconteceu um novo encontro e entre os assuntos " o candidato". E assim era " o meu candidato pra cá, o meu candidato pra lá". De tal encontro aconteceu um convite para um jantar acompanhado de um bom vinho. E a gata mantendo o discurso de "meu candidato pra cá, meu candidato pra lá". Do jantar rumaram para o motel numa bela suite, na RS-130 ( O Mazzarino, explica aí pra galera o que é a RS-130 e qual sua importância pra região, senão ninguém vai entender??) E no papo que antecedia a " festa" a assessora acrescentava " o meu candidato pra cá, o meu candidato pra lá". Conclusão: nervoso de tanto ouvir sobre o candidato da moça, o conquistador acabou broxando!  Não agüentou o papo e finalizando a conversa acrescentou: " Afinal de contas porque tu não dá pra o teu candidato de uma vez por todas!!!!...." Ou seja, a ideologia foi mais forte que o instinto de fertilidade... 

Barzinho da ARI

1)Cerca de 20 freqüentadores estiveram no sábado,dia 18/10 no barzinho da ARI. Muitos vão sempre, outros pintam de vez em quando, outros ainda aparecem quando precisam pedir um favor ao presidente ERCY TORMA.
2) Houve alguma coisa com o historiador Sérgio da Costa Franco que ia sempre lá e não tem pintado no pedaço.
3)José Antônio Severo apareceu neste último sábado,junto com Elmar Bones, o Bicudo.
4) Kenny Braga distribuiu " pirulitos" sobre lançamento de seu livro sobre o Rolo Compressor, do Inter, na próxima sexta-feira, na banca 40, do Mercado Público de POA.
5) Presidente Ercy Torma, da ARI não tem pintado no barzinho...pode ser deliberado...

Turbulência não afeta venda de veículos em Porto Alegre 

Revendas independentes poderão ser maisatingidas com aumento de taxas dos bancos A turbulência da economia mundial não afetou ainda a venda de automóveis e caminhões na Grande Porto Alegre. De acordo com levantamento do Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores), nos primeiros 10 dias de outubro, quando o nervosismo atingiu o ponto mais alto, as vendas de veículos foram praticamente iguais ao mesmo período de setembro, com uma retração de 4%. Foram comercializados 2.132 veículos nos primeiros 10 dias de outubro em Porto Alegre, contra 2.225 no mesmo período de  setembro. O resultado de outubro ainda foi prejudicado pelo fato das concessionárias não terem aberto suas portas no dia 5 de outubro, data do primeiro turno da eleição municipal.“Apesar da diminuição dos prazos de financiamentos, houve uma adequação dos juros por parte dos bancos das montadoras, que subsidiam determinadas operações”, afirma Roberto Petersen, diretor da Panambra.

Em alguns casos, como na compra de Fox, Space Fox, Pólo, Pólo Sedan e Beetle, o Banco Volkswagen oferece uma taxa mensal de 0,99%, contra o 1,98% praticado na venda de outros modelos. Na linha Jetta, a taxa é de 0% para quem der uma entrada de 50% e parcelar em 24 meses.A Panambra mantém as suas previsões de comercialização para 2008. Em setembro, mês do início da fase mais aguda da crise financeira internacional, a empresa comercializou no varejo 255 veículos em Porto Alegre, número 8,5% superior ao registrado no mesmo período de 2007.As concessionárias de montadoras que possuem bancos próprios serão favorecidas neste novo cenário, ao contrário das revendas independentes. A opinião é do advogado Maurivan Botta, especialista em estruturação de empresas financeiras, ao prever que o crédito ficará mais seletivo após a passagem mais aguda da crise mundial. "O grupo que possui financeira conhece melhor o seu cliente e pode viabilizar o crédito com menor risco", avalia Botta. Segundo ele, as empresas que investiram suas reservas na estruturação de uma financeira própria poderão diminuir os efeitos de uma eventual queda de vendas com condições de crédito mais adequadas ao consumidor. A avaliação é extensiva a outras áreas da economia, como os setores de móveis e eletrodomésticos.

A venda de caminhões segue aquecida e com fila de espera em alguns modelos. Entre janeiro e setembro, a venda de caminhões novos em Porto Alegre aumentou  67,4%, passando de  839 unidades para 1405 unidades. Para Luiz Carlos Paraguassu, diretor da Sabrico, concessionária Volkswagen de caminhões, as operações de venda continuam normais. “O Banco Volkswagen opera com a mesma taxa e 90% dos financiamento é feito através do Finame, que é uma linha repassada pelo BNDES”, comenta Paraguassu. Por enquanto, os prazos mais utilizados para a compra de caminhões são de 48 e 60 meses, revela o executivo.  Jornalista responsável:Miron Neto – Reg. 5.14916/10/08

Exclusivo:  As preocupações  com as " dívidas monstruosas" da candidata do PT

Na última quarta-feira, dia 15/10 a deputada federal Maria do Rosário (PT) esteve no Hotel Plaza São Rafael debatendo com o Clube de Opinião - grupo de jornalistas - as suas preocupações para uma futura possível administração. Enquanto respondia às questões formuladas pelos repórteres - compareceram apenas cinco, liderados por Gilberto Simões Pires,atual presidente do Clube de Opinião - Maria do Rosário foi anotando suas preocupações num bloco de um repórter . Entre suas anotações está escrito
- funcionalismo
- ambulancioterapia
 - camelôs
- centro de compras
- educação(sublinhado) e a última e a mais misteriosa: dívidas MONSTRUOSAS..
 Embaixo escreveu LULA e fez uma flechinha em direção a alguns sóis... Resta saber que dívidas são estas que preocupam a deputada candidata da Frente Popular a Prefeitura da cidade. Seriam ainda as dívidias oriundas de uma ação impetrada pelas empresas de ônibus por causa da intervenção no sistema de 1989, na gestão do ex-prefeito Olívio Dutra?

Fogaça

No dia anterior, quem esteve no Clube de Opinião debatendo com o prefeito José Fogaça foram seis integrantes do clube. O clube ainda meio esvaziado. A titular da Pagina 10 de ZH, Rosane de Oliveira, que antes participava, mandou correspondência aos colegas dizendo que está impossibilitada de participar porque atua em quatro frentes e não tem tempo,segundo esta circular, nem de freqüentar as reuniões do colégio dos filhos.

Que clube é este?

O Clube de Opinião, no meio jornalístico é tido como de " direita". Isto porque quando foi criado, no governo de Olívio Dutra,ele o foi justamente para contrabançar os ataques que certos setores da mídia vinham tendo de parte daquele governo. O Clube sobreviveu ao fim do governo de Dutra e agora meio que perdeu sua razão de ser...

Eu x Eles - Coleguinhas
O "SABETUDO" de Santa Maria da Boca do Monte



Arnaldo Francisco Souza 

Quem sabe muitas histórias dele é o Taylor Diniz ( que alguns  o conhecem   pela alcunha de   " marido da Rosane de Oliveira" )  que diz que o ex-vereador santamariense e ex-radialista ARNALDO Francisco de Souza " era um figuraço". Arnaldo de Souza nasceu em Santa Maria em 11.07.1944 filho de Moysés Motta de Souza e de Emília Rosado de Souza. Foi,ou é casado com  Norminha, nascida em 26.12.1945 e com ela teve os filhos  Arlete Luciane nascida em 11.10.1965 e Claudia Maria nascida em 14.08.1963.

Arnaldo de Souza trabalhou principalmente na rádio IMEMBUÍ onde era " locutor e redator" segundo uma ficha da própria emissora. Residiu,ou reside na rua Alvarez de Azevedo,16 na própria Santa Maria.
Taylor Diniz que nasceu em Júlio de Castilhos diz que até lá se escutava o programa " Sabetudo" que o Arnaldo apresentava sempre no horário nobre da manhã. O Sabetudo era um programa que explorava muito o filão policial e policialesco dos assuntos de Santa Maria. Uma vez houve o caso de uma criança que caiu num poço e o programa foi apresentado ao vivo de lá durante muitas horas, provocando um grande sensacionalismo, mas dando muita audiência à rádio Imembuí. O Sabetudo noticiava a partir das 7 horas da manhã as prisões, os estupros, os assaltos, os batedores de carteira que vinham de cidades vizinhas para Santa Maria ou os nativos que iram delinqüir e se davam mal. De manhã cedo,sempre entrava alguém do presídio estadual que na década de 70, quando o Sabetudo teve seu apogeu,  era localizado na rua Valle Machado. E Arnaldo Souza desde o estúdio da Imembuí sempre anunciava em voz alta e bom tom as prisões que haviam ocorrido naquela noite ou madrugada. E dizia:
- Agora vamos ver quem dormiu na Valle Machado...

Um dia aconteceu o inesperado

Ele próprio havia se metido numa confusão num cabaré localizado junto a BR, na saída de Santa Maria( que é a região dos putedos em Santa Maria) e acabara levado para o " casarão da Valle Machado". De madrugada foi liberado e de manhã cedo já estava a postos no estúdio pra apresentar o Sabetudo. Mas o imprudente do noticiarista que transmitia a lista dos detidos na noite anteiror lascou o nome dele em pleno ar como um dos que haviam dormindo no casarão naquela noite. Segundo Taylor Diniz, que me contou esta episódio ficou um constrangimento na rádio, mas depois tudo foi esquecido.

Quebrou o pau na ACIRGS

A Associação Cultural Italiana do RGRANDE SUL fez uma reunião na última terça,dia 14/10 que iniciou às 19 horas e somente terminou por 23 horas. A entidade debateu suas contas financeiras e principalmente quanto custa a manutenção do programa " Domenica Italiana" que é veiculada das 8h30 as 9h30 na rádio Guaíba,todos os domingos. O programa é todo ele sustentado pela entidade e não tem patrocínio. Os participantes debateram o custo da produtora do programa para a entidade e o que a Acirgs paga a emissora para veículado. Deverão vir novidades sobre este assunto nos próximos dias... 

Crise na Ulbra

Modéstia à parte fui um dos primeiros espaços a noticiar a crise financeira da Ulbra. Tempos atrás dei apenas um linha onde informava que o sindicato dos jornalistas havia recebido denúncias sobre atraso ou não pagamento dos profissionais da Ulbra TV. Hoje(16/10) ouvi na Guaíba que a dívida da instituição chega a 2 bilhões de reais e que três hospitais seriam vendidos para quitar as dívidas...Professores sem receber, funcionários sem receber, é uma grande crise porque abrange muita gente, talvez seja uma das maiores depois da Varig...

Programe-se: Filme no sábado!

No próximo sábado,dia 18/10, A Sociedade Psicanalítica de Porto Alegre e a Casa de Cultura Mário Quintana vão promover a exibição do filme Brilho Eterno de uma mente sem lembranças. O filme começa as 9h30 minutos e depois tem debates. A entrada é franca. O filme passa na sala Eduardo Hirtz, na rua dos Andradas,736.

Final de ano deve ampliar abertura de postos de trabalho no setor de transportes
projeta grupo Vitória Provedora Logística

Apesar da instabilidade do mercado nos últimos meses , o setor de transportes de cargas está vivendo um bom momento, especialmente em função da proximidade com o final de ano, abrindo a possibilidade de contratação de novos funcionários, fixos e temporários. A afirmação partiu do diretor administrativo-financeiro da transportadora Vitória Provedora Logística, Marcus Vinícius Couto da Silva, durante a divulgação do balanço  dos últimos meses de atuação do grupo. Em relação ao mesmo período do ano passado, a empresa gaúcha registrou um crescimento de 58,73% em seu faturamento nos meses de julho, agosto e setembro e uma ampliação de 84,18% no volume de cargas transportadas. Para atender a demanda foi necessário adquirir mais seis caminhões novos, o que também permitiu um acréscimo de 10% na contratação de mão de obra especializada. A Vitória Provedora Logística é representante exclusiva da mineira Patrus Transportes Urgentes no Rio Grande do Sul. “Por ser uma empresa que possui vasta experiência neste mercado, altamente capacitada, nossa parceria com a Patrus, aliada a chegada do final de ano, está movimentando nossos depósitos. O crescimento era esperado, mas as expectativas iniciais estão sendo superadas. Acredito que teremos que abrir novas vagas, especialmente temporárias, algo entre  08 a 11% até dezembro,” projeta Silva.  A Vitória Provedora Logística tem matriz em Porto Alegre e filiais em Caxias do Sul e Santo Antônio da Patrulha. Outras informações www.vitlog.com.br.

"Crista de Galo" não podia ouvir seu apelido

Esta quem a contou aqui na imprensa da Assembléia Legislativa do Estado foi o superintendente,Carlos Bastos,quando o avisei de que o agrônomo Taio Pinheiro Machado havia morrido no sábado à noite. Bastos lembrou que ele e Taio uma noite entraram no bar STYLUS, que ficava na av. Independência e lá estava também o prefeito Sereno Chaise. Mais ao fundo havia um senhor, italianão, que era todo vermelhão e que na praia tinha o apelido de " crista de galo" mas ele detestava este apelido. Taio e Bastos bolaram a seguinte estratégia. Taio que sabia o apelido e o horror que o italianão tinha dele, foi ao banheiro. Quando o cliente levantou-se,pagou a conta e ia saindo, Bastos berrou alto:
 - Crista de galo! O cidadão deu meia volta na rua e regressou pensando que quem lhe gritara o apelido fora Sereno Chaise que também sabia que seu apelido era aquele.O camarada foi cobrar de Sereno a provocação. E Sereno, na mesa, olhava pro Bastos e comentava:
 - Pô vocês hein...
 Tudo terminou assim. O Taio ficou mais um tempo no banheiro depois saiu dele.

 

Eu x Eles
Coleguinhas: O bento-gonçalvense Sérgio Ros

Conheci o fotógrafo Sérgio Vargas Ros,em 1984, quando cobria a área de transportes da ZH e acompanhava as andanças do então ministro dos Transportes, Cloraldino Severo. Sérgio, ou Serginho, era seu assessor de imprensa e tinha ao seu lado o também gaúcho Adão Osmar Oliveira.Muitas vezes recebia um telefonema dele de Brasília me convidando para acompanhar o ministro e ele só dizia:
- Teu PTA está no aeroporto. Retira lá.
Eu tinha todo um desdobre pela frente. Tinha que convencer a minha superiora, a editora Núbia Silveira, de que a pauta era boa. Geralmente era porque o Serginho é bom jornalista, senão não teria chefiado a Sucursal da Manchete em Brasília.
Fizemos muitas viagens juntos naquela jornada, algumas que foram verdadeiros programas de índio, como inspecionar com o ministro à frente, a BR-364, no trecho Porto Velho, a Cuiabá.Comemos ali muita poeira, porque o Bruno Augê Ferreira,- " motorista de kombi" -  do Correio do Povo - naquele tempo não era Correinho - abria a janela do carro do DNER deixando o pó tomar conta de tudo. Tínhamos que colocar nossas mochilas dentro de sacos plásticos de lixo pra poder usar depois a roupa quando chegávamos no hotel.O calor naquelas paragens era quase insuportável, mas graças a Deus nos acampamentos onde dormíamos sempre havia um ar condicionado.

Foi ali que vi pela primeira vez a " utilidade" de uma boneca plástica. Num dos acampamentos de uma empreiteira, não lembro qual agora, acho que foi a CRAlmeida, havia uma boneca plástica bem grande. Era pros engenheiros desafogarem as mágoas,ou " afogarem" o ganso,  é o modo de dizer....O Serginho só pra sacanear a turma, como tínhamos que madrugar, colocava uma fita com uma música do Teixeirinha e de manhã cedo, acordávamos com aquele música gauchesca a todo volume...Sérgio Vargas Ros é filho do médico de Bento Gonçalves Miguel A. R. Ros - que foi amigo do ex-presidente Ernesto Geisel - e de Juracy Vargas Ros e nasceu em 03.11.1933 - vai completar 75 anos então em novembro que vem - e foi casado com a Iara, de Pelotas, que já faleceu.Antes, no seu tempo de jovem, diz que foi noivo da conhecida comunicadora Ivete Brandalise. Foi também jogador de futebol e jogou na ponta-esquerda do Grêmio Foot-Ball Portoalegrense.É um dos jornalistas mais antigos ainda em atividade, porque dias atrás voltou ao Ministério dos Transportes, de onde fora demitido no tempo da " Nova República ". Eler tem a inscrição número 209, da Associação Riograndense de Imprensa(ARI). Serginho trabalhou nos primeiros tempos da hoje poderosa RBS,tanto que trabalhou na empresa quando ela ainda era Rede Gaúcha de Comunicações. Depois entrou pra revista Manchete e neste tempo em Porto Alegre morou na rua Jacinto Gomes 250/201. Foi também jornalista e repórter fotográfico da Última Hora (UH) de Samuel Wainer. Em Brasília onde vive há muitos anos conhece como poucos os meandros do poder. Hoje convive diariamente com o famoso colunista político Carlos Chagas. Me informou que Chagas irá lançar um livro sobre a Censura à Imprensa no tempo do Governo Militar. Em Brasília, Serginho Ros foi chefe de uma equipe da pesada. Entre eles Marco Aurélio, o " Cururu", que hoje tem uma rádio em Quaraí e tentou ser prefeito da cidade e não se elegeu. Outro que trabalhou com ele foi o " Galo Cego", ou seja, Noé Cardoso, que depois conseguiu a rádio Sucesso e abandonou Brasília para dedicar-se à rádio que conquistara. Também conviveu com Serginho Ros o jornalista  Carlos Alberto Berendorf, que atualmente vive na Itália.

Uma das filhas de Serginho tem uma posada em Arraial do Ajuda, no sul da Bahia, mas ele não consegue ficar lá um tempo com a filha. Precisa estar sempre na capital federal para ficar por dentro das últimas. Agora que a Justiça o reintegrou ao Ministério dos Transportes ele pensa em logo se aposentar.

Coleguinhas
 " QUIIIII.....LAAAANNCCEEE!!!!"

Autor do famoso bordão " Que Lance", Celestino Moreira Valenzuela nasceu em 09.06.1928. Trabalhou nas rádios da Universidade Federal do Rio Grande do Sul,  Gaúcha e na RBS TV onde foi locutor de futebol e numa transmissão lhe saiu o  bordão " que lance", que um superior aconselhou a adotar durante as narrações esportivas.O bordão o tornou conhecido na narração esportiva do Estado.Celestino Valenzuela foi também apresentador do Jornal do Almoço, da RBS TV, junto com Mário do Carmo.Depois que se aposentou,raramente aparece na mídia. Mora numa praia - ninguém nunca disse qual - e vez que outra é visto no Shopping Center Praia de Belas, em Porto Alegre.

Coleguinhas

Situação sui generis na Assembléia Legislativa na tarde de terça,dia 14/10. O deputado Luis F. Záchia,muito procurado pela imprensa nos dias anteriores, assunto do momento dos repórteres, na saída do plenário, nem foi assediado pelos repórteres que preferiram continuar a entrevista em andamento com o presidente da casa, deputado Alceu Moreira.Mas a repórter Ieda Risco, da rádio ABC foi encima dele. Está tudo o que o deputado Záchia disse em seu  blog. O deputado, no entando, não quis gravar o que declarou.

No programa do Rogério Mendelski, o Bom Dia, na Guaíba, repórteres que entram ao vivo aderiram ao catastrofismo. Quem liga o rádio acha que o mundo está desabando. Calma pessoal....A exceção é o Rodrigo Rodemburg que entra sempre com bom humor matinal tirando sarro do locutor Wladimir Oliveira....

Coleguinhas: A RAZÃO,de Sta. Maria, faz 74 anos!

O veterano jornal de Santa Maria da Boca do Monte completou 74 anos no último dia 9 de outubro.Ainda hoje é dirigido pela diretora, Maria Zaira Silveira de Grandi. Viúva de Luizinho de Grandi, ela assumiu a Razão quando mataram seu marido,durante um assalto, nos anos 80. Celito de Grandi era seu sócio, mas o Jornal ficou somente com dona Zaira.Ainda hoje ela demonstra restrições ao cunhado tanto que quando ele ocupou a superintendência da Assembléia Legislativa do Estado, foi difícil convencê-la a noticiar o fato no seu jornal.A Razão é um jornal que está entranhado na sociedade santamariense. Tanto assim que no último sábado,dia 11/10, foi o único jornal da cidade a publicar meia página de anúncio com a coligação que venceu as eleições para prefeito de Santa Maria. O outro jornal, o Diário de Santa Maria, do Grupo RB, que circula há 6 anos na cidade, não publicou este tijolaço.Mesmo com atraso no pagamento dos salários dos jornalistas - chegou meses em que o salário era pago em apenas 4 prestações - a Razão comprou a rádio Santamariense, que pertenceu a família Ugalde.

Mudou todas as instalações e trouxe a rádio para perto da redação do jornal A Razão.Há quem diga em Santa Maria que a proprietária do jornal mais veterano da cidade dificilmente vai se desfazer dele enquanto viver.As pesquisas,contudo, indicam que o concorrente já tem o dobro de leitores do que a Razão, em apenas 6 anos.Mas A razão continua de nariz empinado, como se diz. Quem foi rei, sempre quer continuar majestade. 

Eu x Eles
Coleguinhas: O "Bocão da Royal"


João Carlos Terlera

O jeito franco do repórter João Carlos Casarotto Terlera já lhe valeu de um freqüentador assíduo da imprensa  da Assembléia Legislativa do Estado, o " Félix" o apelido de " Bocão da Royal". Félix quer dizer com isto que Terlera espalha tudo, inclusive notícias .Terlera nasceu em 10.03.1941, filho de Pedro Lourenzo Terlera e de Magdalena Casarotto Terlera  em Muçum,onde viveu parte da infância.
Depois mudou-se com a mãe para Estrela, onde iniciou no jornalismo na Rádio Alto Taquari. Lá também atuou como correspondente da Cia Jornalística Caldas Junior.Na rádio de Estrela, fazia de tudo, inclusive e principalmente transmitir jogos do Estrela Futebol Clube como narro no meu livro sobre este clube do Vale do Taquari.No último Jornal da Noite, Danilo Ucha diz que Terlera, durante 30 anos exerceu um poder de oráculo da política do Estado tanto que nenhum político iniciava a carreira sem antes ir falar com ele. Já Elvino Remussi, que trabalhou com Terlera no jornal ZH testemunhou muitos políticos que iam lhe pedir por favor que ele colocasse uma notinha na sua coluna " Bastidores" que assinou durante anos naquele jornal.

Hoje, Terlera,depois de se desligar da ZH, assina uma coluna dominical no jornal ABC do Grupo Sinos, aos domingos.A Assembléia Legislativa,onde ele trabalhou por 45 anos, o homenageou no ano passado com uma sala para jornalistas que leva seu nome. Tenho uma historinha que evidencia o poder que J.C. Terlera tinha junto principalmente ao editor chefe da ZH, durante muitos anos. Carlos Machado Fehlberg. No final dos anos 80, as rodovias gaúchas viviam uma crise sem precedentes e todo dia o jornal falava da buraqueira que as estradas no Brasil haviam-se transformado. Eram matérias e mais matérias. O fotógrafo Loir Gonçalves, que sabia tudo do nosso Litoral Norte, porque ia seguidamente a Torres,onde tinha casa - hoje mudou residência para lá - um dia na redação falou-me de uma rodovia que estavam abrindo entre Tramandaí e Torres, hoje a conhecida Estrada do Mar. Era no final do governo Simon, lá por l989. Peguei o Loir e num dia percorremos todo o trecho que realmente já tinha muitas obras. Voltamos recheados de fotos e de material. Mas antes de irmos a redação passamos na Assembléia e comentamos com o Terlera a matéria.
Não sei até hoje o que o Terlera falou naquele dia pro Fehlberg que a matéria da Estrada do Mar não saía mais...Ficou quase um mês na gaveta da ZH, até que num domingo finalmente foi publicada. E eu me retorcendo todo porque achei que algum outro jornal iria nos furar...Hoje quando lembro o episódio com o Terlera ele dá gargalhadas, do seu estilo...
Grande JOTACE...só não o chamem de Casarotto que ele não gosta!!!
Outra historia do Terlera:
 Ele se internou no Hospital Ernesto Dornelles de uma feita pra se tratar de alcoolismo. E o médico que o tratava deixava de propósito a porta de seu quarto aberta pra ele ouvir os lamentos e dificuldades de respirar de um paciente.

Terlera pediu ao médico fechar a porta.
- Não disse o médico, este paciente sofre de cirrose. É prát i ver que tens que parar de beber
- Ah, não isto não, isto é terrorismo, protestou o repórter.

Médicos debatem avanços no tratamento de doenças vasculares

De hoje (quinta-feira -16/10) a sábado (18/10), no Sheraton Porto Alegre Hotel, angiologistas e cirurgiões vasculares participam do IX Encontro de Angiologia e de Cirurgia Vascular do Cone Sul e do I CCA -  Congresso Internacional de Cirurgia de Aorta presididos, respectivamente, pelos gaúchos Dr. Luiz Francisco Costa e Dr. Adamastor  Pereira. Nos encontros promovidos pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular – SBACV – RS,  ministram conferências médicos dos estados do sul do Brasil, São Paulo, Rio de Janeiro e mais sete convidados do exterior. Entre eles, está a maior autoridade mundial na área, o italiano Roberto C.R. Chiesa. O especialista conta, nesta quinta-feira, às 15h35 “Lições aprendidas em mais de 9 mil procedimentos de carótida” . Palestras, simpósios, mesas redondas, debates e discussões de casos clínicos fazem parte da  programação ancorada em 15 temas oficiais da especialidade e que pode ser conferida no site www.plenariumcongressos.com.br   O IX Encontro de Angiologia e Cirurgia Vascular do Cone Sul aborda as doenças vasculares do sistema arterial e venoso. Essas enfermidades causam danos à circulação. Provocam estreitamento ou obstrução dos vasos com alteração do fluxo sanguíneo para braços, pernas, cérebro, rins e outros órgãos. A incidência cresce na medida em que a idade avança. O processo natural de envelhecimento humano, com a degeneração e calcificação do sistema vascular, contribui para o aparecimento dos sintomas. Nos idosos, o diagnóstico leva à incapacidade e morbidade, provocando dependência e afetando a qualidade de vida. As patologias vasculares venosas mais comuns são varizes e tromboses. Mais graves são as doenças vasculares arteriais que se manifestam pela formação de placas de gordura como o ateroma, que limita a circulação nas pernas.O I Congresso Internacional de Cirurgia da Aorta debate os avanços no tratamento das moléstias da principal artéria do organismo, a aorta, que recebe o sangue ejetado do coração e distribui para todo o corpo. Entre outros temas, está em pauta uma das doenças consideradas mais graves pelos cirurgiões vasculares: o aneurisma de aorta abdominal. A patologia é assintomática e indolor, mas pode matar. Na fase inicial, quando ainda há chances de tratamento clínico, é descoberta só através de rx ou ultra-sonografia pedida por outro motivo. O aneurisma, ou seja, a dilatação anormal pode se formar em qualquer ponto da artéria, sendo mais comum no trecho abdominal. Como um balão inflável, essa “bolha” pode aumentar de tamanho e se romper. De 40 a 50% dos pacientes morrem antes de chegar no hospital, outros 40% têm óbito pós-operatório. Cerca de 5% da população masculina e 0,4% da feminina têm a disfunção a partir dos 55 anos de idade. Quando o aneurisma atinge um diâmetro igual ou maior que 5cm, o tratamento indicado é cirurgia convencional para "costurar" uma artéria artificial no lugar da lesão ou um procedimento mais recente, a cirurgia endovascular, que consiste  na introdução de uma prótese, por dentro da própria artéria, a partir da virilha. Através de pequenas incisões, uma endoprótese é inserida por um cateter pela artéria femoral até o local da lesão, onde é liberada e o aneurisma excluído. A maioria dos aneurismas de aorta está relacionada com a aterosclerose, que acomete quem têm pressão alta, diabetes ou níveis altos de colesterol no sangue. Também é mais comum em fumantes, estressados, sedentários ou pessoas com antecedentes familiares.PrevençãoOs cirurgiões vasculares advertem que há fatores de risco – hereditariedade, idade, por exemplo - sobre os quais as pessoas não podem agir, mas que elas podem e devem evitar os perigos modificáveis. É preciso adotar um  estilo de vida mais saudável. Praticar exercícios físicos regularmente, não fumar, controlar a pressão arterial e ter uma boa alimentação são algumas das recomendações. Alguns temas em debate nesta quinta-feira:8h – Vantagens e Desvantagens da cirurgia de varizes com laser8h45 – Cirurgia de varizes em 200810h20 – Angioplastia da aorta15h35 – Roberto Chiesa (ITA) ministra conferência s/ procedimentos em carótida17h30 – Estratégias para o tratamento endovascular abaixo do joelho.

Coleguinhas

1)Sandro Schreiner, que trabalhou com o ex-governador Rigotto e que estava no site FreeLancer, foi convidado a trabalhar no comitê de José Fogaça.

2)Segunda-feira última, dia do lançamento do livro " 15 maneiras de ser feliz " do J.L. Prévidi, no bar Pedrini, Flávio Pereira esteve lá cumprimentando o amigo. Depois foi jantar num restaurante na frente com a esposa e lá deu de cara com o lobista Lair Ferst e um filiado  do PSDB. Ferst, como se recorda, é um dos indiciados da recente Operação Rodin, da Polícia Federal.

3) Ontem falei com o ex-vereador Arthur Zanella que está no comitê de reeleição de José Fogaça. Ele lembrou de uma historinha de sua falecida mãe: alguém lhe perguntou quantos filhos ela tinha e a velha saiu-se com esta:
- Tenho oito, meu senhor. Mas vivo só o Arthur que é vereador.
Zanella diz que não é verdade que ela tenha dito isto mas como está no livro Pisando na Bola do João Bosco Vaz, já virou lenda...
4)Esta é de limpar a baba de tanta maldade: Piadinha maldosa que anda correndo entre alguns jornalistas depois do lançamento recente de um livro de auto ajuda sobre modos de ser feliz: um deles, dizem estes coleguinhas, é não pagar as contas e quando elas chegam pelo correio,rasgá-las e colocá-las no cest do lixo.
5) Antigamente, quando as redações recebiam muitos releases emfolhas de papel, de pura maldade, o editor dizia pro redator:
- Esta tu deixa pra cesta?
- Como ?
- Não é pra sexta-feira,é pra cesta do lixo!

Auto-ajuda

Atenção leitores, descobri outro grande filão, o da auto-ajuda. Nem o Paulo Coelho vai poder comigo agora...

 1) Bomba, bomba, achei mais uma das receitas de felicidade. É deixar que o avalista do cheque especial  da gente pague a conta...na Justiça,depois que o oficial de justiça tentou notificar durante muito tempo o dono deste cheque especial.

2)Outra receita de felicidade é rasgar as contas quando elas chegam. Teu sócio liga do outro lado do mundo perguntando se está tudo ok, e você responde:
- Tudo bem mesmo
- Mas não tem conta pra pagar?
- Tudo bem já disse não te preocupes..
Na volta o sócio descobre que as contas chegaram, mas o responsável as rasgava e colocava no cesto do lixo. Tiveram que ser pagas com juros...

3) Outra receita de felicidade é não pagar o colégio, por exemplo, quando ele é particular....

Um dia ainda escrevo um livro e vou virar best seller sobre receitas de felicidade ou sobre pílulas pra não envelhecer... não adianta, o mundo é mesmo de quem sabe vivê-lo não dos que levam tudo a  sério.

Lados opostos

Apesar de serem casados com parentes - a mulher do Carlos Bastos é prima-irmã da mulher do Paulo Odone - os dois estão apoiando chapas diferentes na eleição do Grêmio.
Bastos está com Duda Kroeff e Odone com Antônio Martins.
É a quinta eleição do Grêmio que eles apoiam correntes diferentes dentro do clube.

O enterro do Betinho
Por Imara Stalbaum


Foto 1: Os amigos fizeram o que o Betinho pediu. Beberam.
Foto 2: Tendo à frente os dois filhos, o caixão contendo o corpo de Betinho
é carregado até a sepultura no cemitério da Lagoa da Conceição, em Floripa.

“Pessoal: eis um endereço que jamais gostaria de lhes enviar. No entanto, para quem quiser conferir, o site da Petra, nossa caçula (minha e do Mafalda) contém as fotos do nosso último encontro com Betinho. Para quem não foi ao enterro informo que Betinho desejava um velório despojado de flores e de velas, porém regado a música e a cerveja. Por isso Cezinha tocou seu violão e cantou no cemitério, por isso bebemos e brindamos à memória de Beto. No caso, foi só atravessar a rua do cemitério da Lagoa da Conceição (Florianópolis) e dar início, entre lágrimas e risos, a um encontro que Nelson Rodrigues certamente transformaria em crônica: http://www.petramafalda.com.br/?page_id=158

Apesar do enterro e da missa de 7º dia realizada ontem, 6ª feira, e da qual não participei, ainda penso, ao percorrer o bairro de Coqueiros, que Betinho surgirá numa esquina qualquer, rindo, tirando um sarro, de bem com a vida.  Entre todos os mortos que já chorei até agora, é o que mais falta me faz. Não disponho do endereço eletrônico de Belmiro Sauthier, Dário Berger, delegada Lúcia Stefanovich (atenção Nikolas), Júlio Cavalheiro, Régis Mallmann, Armando Burd, Vilmo Medeiros...Quem puder repassar esta mensagem a eles prestará um imenso favor. Grande abraço
Imara Stallbaum/Mafalda Press
www.mafaldapress.com.br

Não fique mal na Assembléia Legislativa que os médicos tem que ser agendados....

Incrível...os médicos da Assembléia Legislativa estão atendendo apenas com agendamento. Então não fique mal, não se sinta mal que o “doutor" pode não lhe atender.... Mas não fizeram um juramento quando se formaram????

Coleguinhas

JK está aprendendo computação com aulas particulares. Antes fazia suas matérias todas na máquina de escrever.

Sobreviventes dos Andes 36 anos depois

Comemorou-se (é o modo de dizer) 36 anos da tragédia dos sobreviventes dos Andes que tiveram que comer carne humana na Cordilheira dos Andes o que chocou o mundo. Dois anos atrás, estava em Bento Gonçalves no seminário do Setcergs quando vi no programa que dois deles falariam no sábado pela manhã. Fui pra palestra e saí comovido dela. Não há como não ficar....

Fiz uma série de reportagens para a publicação FITNESS que está neste site. Assim querendo ler o depoimento de Álvaro Mancino e José Inciarte em reportagens especiais, CLIQUE AQUI.

Coleguinhas: Eu x  Eles
O "repórter" que não era chegado num banho...

Nas minhas tertúlias de domingo de manhã com o meu já adiantado na idade amigo José Nelson Gonzalez,- 82 anos -  recordamos sempre alguns colegas e ele sempre lembra dos seus do tempo da Tribuna Gaúcha, um jornal do Partido Comunista Brasileiro(PCB) onde muita gente militou, como João Aveline, Ibsen Pinheiro, Antônio Carlos Ribeiro e  outros. Neste último domingo falamos sobre  Iram Feijó Ferrer que trabalhou na Tribuna Gaúcha e que já é falecido.Ele entrou pra Associação Riograndense de Imprensa em maio de 1963, indicado pelo próprio Gonzalez.Iram,lembrou Nelson, não era chegado num banho. E sempre se incomodava quando algum colega da redação o advertia de que ele estava fedendo." Pra que tomar banho? " perguntava e se rebelava. Nelson que além de colega era amigo de Iram o convidava pra sua casa pra almoçar, mas a esposa Celina,depois de um tempo passou a reclamar da presença do repórter de cheiro ruim por falta de banho:
- Não me traz mais o Iram aqui , ordenava ela.

Pelos cálculos do amigo José Nelson, Iram trabalhou na Tribuna Gaúcha entre os anos de 1948,1949 e 1950.Não se tem a data de seu falecimento, mas até 1981 Iram manteve sua contribuição em dia junto a ARI. Nascido em Rio Grande em 13.06.1930, Iram era filho de  Alcides Peixe Ferrer( só podia morar  mesmo em Rio Grande) e Claudestina Feijó Ferrer. Residiu na Rua Princesa Isabel,160/701 em Porto Alegre.Depois mudou-se para a rua André da Rocha, 20/11. Depois da Tribuna Gaúcha, Nelson nunca mais soube onde andava seu colega e amigo. Perderam-se de vista. Mas Iram fundou uma revista chamada de Revista Higiene e Saúde, que funcionou na av. Voluntários da Pátria,527/sala 27. Na ARI, Iram tinha a ficha de número 588. 

Coleguinhas: Eu  x   Eles

A Imara Stallbaum tem mandado alguns tópicos pro site, mas ela teve capricho mesmo foi me informar e me enviar fotos sobre o enterro do Betinho Hirtz,o que tem muito valor. A Imara é uma colega que nasceu em  11.09.1952 senão estou enganado em Porto Alegre. É filha do comandante da Varig, Egon Erich Stallbaum e de dona Ivony Stallbaum que residem no 4 distrito de Porto Alegre, mais precisamente na rua Pereira Franco, 174. Imara formou-se na Fabico,onde conheceu seu primeiro marido, Antônio Britto Filho, de quem divorciou-se seis meses após o casamento. Começou a profissão de jornalista na Folhinha da Manhã. Espero não estar errado, mas disto tenho quase certeza. Depois mudou-se para a Zero Hora,onde no final dos anos 70 e começo dos anos 80 teve sua época de ouro como repórter. Ali colecionou prêmios. Em 1979 Imara venceu o prêmio ARI de Jornalismo com a matéria " A crise dos colonos" que ganhou o primeiro lugar no RS. Em 1980, também pela ZH, ela ganhou o terceiro lugar no Prêmio ARI de Jornalismo com a série de matérias sobre " Igreja no Rio Grande".Em 1981 ela voltou a ganhar o primeiro lugar no prêmio ARI de Jornalismo com a reportagem sobre Alimentação pela ZH.


Depois desta etapa, Imara mudou-se para a Espanha, onde ficou trabalhando para os veículos da RBS, como preparação para a Copa do Mundo de 1982 que se realizaria ali. Em Madrid residiu na Cajje  Ramon Aguinaga,15/apto 601. Depois da Europa, Imara junto com seu segundo marido, Antônio Carlos Mafalda, retornou ao Brasil, mas largou o RS. Transferiu-se para Coqueiros,na Grande Floripa, onde a visitei uma única vez, nos anos 90. Com Mafalda, tem três filhos, se não estou errado e já é avó.. Me parece que hoje a Imara está dando aulas na faculdade ou fazendo algum outro trabalho ligado à área acadêmica. Mas foi uma grande repórter, " cria" de Carlos Alberto Kolecza. Além da inteligência, que não era pouca, a Imara era também bonita...O Cid Pinheiro Cabral, que Deus o tenha, sentava na sua frente quando ia bater sua coluna de futebol e o velho passava horas ali demorando pra que a coluna ficasse pronta. Às vezes esquecia os óculos,voltava e dava mais uma olhadinha na Imara. A amiga e colega vai perdoar esta minha inconfidência, mas é necessária que a conte... 

O texto emocionado que me enviou sobre a morte e o enterro do seu colega e amigo Betinho Hirtz, desde Floripa, ressuscitou a grande repórter que a Imara foi...O engraçado disto tudo é que ela e o marido faziam matérias junto e dava certo,quando tinha tudo pra não dar...Tanto que o júri da ARI em 1979 entendeu por dar o primeiro lugar em fotografia para Antônio Carlos Mafalda, com a mesma matéria de prêmio que a Imara ganhou, a " A Crise dos colonos"... Pelo que entendi dos seus emails, hoje a Imara está trabalhando na agência do marido, a MafaldaPress.

Coleguinhas: Eu x Eles
" Um grande repórter com tragédias na vida pessoal"!

Osmar Béssio Trindade está atualmente pelo Norte do país, depois de ter passado um tempo em Maputo, Moçambique.Conheci o Trindade  quando não havia ainda abraçado a profissão e ia no Jornal da Semana pra visitar a Lorena Paim, que ia lá " pegar uma pautinha" como o Trindade dizia  aos frilas que iam buscar trabalho avulso.Lembro que o Jornal da Semana ficava na rua Uruguai, onde  é o Banco do Brasil, ao lado, acho que no atual prédio do BRDE.Lá trabalhava a diagramadora Mariazinha Baladão, o " alemão Franz" de Novo Hamburgo, o Juarez Fonseca, se não estou enganado.Depois trabalhei com o Trindade na Folhinha da Manhã, quando era meu superior, mas por um período de apenas dois meses em 1974, durante o primeiro semestre. Sempre com muita paciência, Trindade explicava aos repórteres o que ele queria provar com a pauta que era distribuída diariamente.

Osmar Trindade é nascido em Santana do Livramento em 11.10.1936( fez niver poucos dias atrás) e tem outro irmão jornalista, o Riomar, que reside há anos no Rio de Janeiro.Osmar é filho de  Beltrão Trindade e de Bruna Béssio Trindade. Não tenho esta informação mas com certeza deve ter começado na Platéia de Santana do Livramento.Depois da Folha da Manhã, Trindade foi um dos articuladores da fundação da Cooperativa dos Jornalistas de Porto Alegre e esteve preso no Presídio Madre Peletier - junto com Bicudo, Rosvita e Rafael - por causa de uma matéria sobre relatórios secretos do Exército que eles divulgaram . A matéria rendeu um Prêmio Esso Nacional ao Coojornal, mas eles foram em cana...Quando saiu da cadeia e a Coojornal começou a ruir por pressões da ditadura, Trindade foi trabalhar em Moçambique levado pelo Licínio de Azevedo, que mora lá desde 1976. As negociações para sua ida a Moçambique foram todas feitas na minha casa...portanto estou ao par delas...De Moçambique, Trindade voltou ao Brasil mas nunca mais morou no RS.Foi para o Norte do país e lá trabalha num jornal.Seu primeiro casamento foi com Eny com quem teve os filhos Jefferson(nascido em 3.01.1966)  e Márcio Jailton ( nascido em 01.12.1969).Ambos seus filhos morreram. Um quando caiu de uma sacada no edifício onde a família residia, bem em frente ao prédio do Correio do Povo. O outro filho que Trindade e sua ex-esposa perderam foi há poucos anos atrás num acidente.Trindade teve outro casamento, este com a colega Lenora Vargas, do qual nasceu o filho Tércio, que,como sua mãe, reside em Porto Alegre. 

O bispo da greve de fome em Porto Alegre.

Conferência: "UMA VIDA PELA VIDA". Veja o programa

Fogaça

Na sexta-feira,dia 10/10 começaram os conchavos pro segundo turno da eleição em Porto Alegre. O prefeito José Fogaça foi ao encontro dos dirigentes do PP, na sede do partido, na Praça da Matriz, em Porto Alegre.Foto de Alfonso Abraham ( " espanhol")

"Seo" ULYSSES que nunca mais apareceu


Ulisses Guimarães em 12 de outubro de 1992 uma segunda-feira a última foto dele vivo

Na expressão acima ,simples, dita pelo   dono do cyber onde escaneei a foto do ex-presidente do PMDB UYsses Guimarães - morto na segunda-feira, 12/10/1992 - junto com outras 4 pessoas - está o sentimento de uma nação.  Naquela  terça-feira,dia 13/10/1992 fui a São Paulo para a cobertura de um salão do automóvel e quando tomei o ônibus de Cumbica em direção ao centro, o motorista do ônibus,dirigindo-se a um colega disse o seguinte, lamuriento:
- E o Ulisses,hein!
Era São Paulo lamentando a morte de um grande líder político daquele Estado e do país. Estava ribombando naquela manhã a notícia da morte do velho Ulisses de guerra morto no mar de Angra dos Reis. Narro a seguir um trecho do livro de A.C. SCARTEZINI da biografia de Ulysses Guimarães quando ele conta a morte do " Senhor Diretas". "O helicóptero para o vôo entre São Paulo e Angra, Ulisses mesmo arrumou com o amigo empresário paulsita Jorge Chammas Neto, o Jorgito. Na sexta-feira,pela manhã eles chegaram. Ulysses,Mora,Severo e Henriqueta no helcóptero. Desceram no gramado do Hotel Portogalo e comentaram que o vôo não fora bom Problemas de mau tempo. O piloto Jorge Comeratto precisou se desviar das ameças que estavam nas nuvens. Escolheu a rota pela orla, seguindo as praias, voando baixo e sem muita velocidade. Precisou multiplicar por três a duração da viagem, que, em boas condições, não levaria uma hora. Aterissaram e foram para a casa de Guinle encontrar o resto do pessoal, que vinha por terra. Archer e Maria da Glória, saindo do Rio. Celina e Eduardo, de São Paulo.
 " Somos mesmo uns bravos" Mora comentou sobre a viagem.
Logo chegava um mensageiro do hotel. O presidente Itamar Franco telefonara atrás de Ulysses. A casa na praia, para garantir o sossego dos ocupantes, não tinha telefone. Ulysses foi ao hotel. Itamar queria ouvi-lo sobre a nomeação do deputado goiano Lázaro Barboza, do partido, para ministro da Agricultura. Ulysses não tinha nada contra, c0nversou alguns minutos com Itamar,deu entrevista a jornalistas que estavam ali em busca do piloto Ayrton Senna e retornou ao seu sossego na casa. À noite, os assuntos na mesa do jantar foram o telefonema e a viagem de helicóptero. Mora falava dos receios que sentiu durante a viagem: 
- Nunca andei tão perto do mar. Contei todas as praias de Santos a Angra.
 O helicóptero, por causa das condições de viagem decididas pelo piloto, chegara a Angra quase sem combustível. No sábado, um dia preguiçoso, como convinha ao repouso, Ulysses tinha compromisso apenas com a leitura dos jornais, o que não deixava de fazere. Era a única obrigação, distante do telefone. À tarde trocava idéias com Severo na varanda quando surgiu o vizinho, Ayrton Senna, a bordo de um jet-ski. O piloto o identificou e confidou par a um passeio. Ulysses se lembrou de Fernando Collor e resistiu ao convite: 
- Obrigado, meu filho. Esta história de jet-ski já deu muita confusão neste país.
No domingo, almoço na Ilha Grande. Foram de barco almoçar com o empresário paulsita Israel Klabin, num casarão de 363 anos, na praia dos Piratas. A segunda -feria era o dia da volta. 12 d eoutubro. Ulysses leu os jornais e foi com Archer ao hotel telefonar para S. Paulo atrás de pessoas ligadas a Jorgito. Queria voltar mais cedo e pediu que o helicóptero chegasse a Angra a tempo de decolar às três da tarde. Almoçaram,descansaram e foram para o hotel tomar o helicóptero. Precisaram esperar pelo aparelho, que chegou com um atraso de quase vinte minutos. O piloto Comeratto explicou o atraso: 
- Peguei uma forte chuva durante a viagem. Mora se assustou e pediu a Comeratto:
- Não me deixe mais assustada ainda. O piloto tranquilizou o grupo:
- Está chovendo , mas dá para fazer a viagem.

Embarcaram. Ulysses na frente, no banco ao lado do piloto. Acenava da janela para as pessoas na piscina do hotel. Dez minutos de vôo. O helicóptero  branco desce no aeroporto de Angra para se abastecer.Ali, Ulysses teve a última conversa sobre  política de sua vida. Conversa de minutos, mas conversa.Aproximou-se dele o adminsitrador do aeroporto, Alceo Braga Lopes. Ulysses tomou a iniciativa. Perguntou-lhe como fora a eleição de prefeito em Angra, nove dias antes.Eleitor do PDT de Brizola, Lopes provocou Ulysses e seu PMDB:
 -Aqui, vencemos o senhor. Mas quem levou foi o PT.
O PDT chegara na frente do PMDB na disputa pela prefeitura, mas perdera para o PT. Ulysses encoerrou o diálogo com sua última frase conhecida:
 - AINDA BEM QUE ESTAMOS VIVENDO POLÍTICA!
E foi-se.Em terra, Lopes acompanhou com os olhos a evolução do aparelho. " A névoa impedia a visão dos morros a dois quilômetros, mas no litoral a visibilidade era melhor" recordava no dia seguinte , no mesmo local.Nessa circunstância, o piloto preferiu a rota da orla, e não comunicou seu plano de vôo ao aeroporto. Não era obrigado a fazê-lo.Ainda não tinha trinto minutos de vôo, quando foi visto em dificuldade. Enfrentava uma chuva de granizo.A cena foi percebida por um pescador, o empresário Arthur Vicintim Filho. Ele não se esqueceu do que viu: 
-  O aparelho vinha costeando o litoral. Voava baixo, a uns cinquenta metros do nível da água, com farol ligado. O helicóptero ciscava, procurava um buraco no meio das nuvens para atravessá-las. 
Não se teve notícia de de outra visão posterior do vôo, mas pode se presumir que o helicóptero perdeu a visibilidade ao penetrar nas nuvens,enfrentou ventos de cem quilômetros por hora e despencou com violência no mar.Momentos antes das seis da tarde, Celina, já em S. Paulo, depois de uma viagem de carro com o marido Eduardo, estranhou a demora da chegada de Ulysses e Mora.Telefonou para o o Ri em busca de informações com Archer, que também estava em casa depois da viagem por terra.Archer telefonou para o Hotel Portogalo e recebeu a confirmação de que o helicóptero,modelo Esquilo, prefixo PT-HMK, levantara vôo e não retornara por dificuldadade em continuar a viagem.Acionou a Líder Táxi Aéreo pra aum rastreamento na área, em busca do helicóptero. Nada foi visto no rastreamento.Pediu providências ao Ministério da Aeronáutica , que acionou seu serviço de operações de salvamento, o Salvaero.À noite, Itamar Franco recebia a notícia do desaparecimento do aparleho com as cinco pessoas a bordo.Na terça-feira, surge o primeiro corpo. O corpo do piloto Comeratto, que estava ao lado de Ulysses no helicóptero, parece, próximo à praia do Sono, encontrado por Vicintin Neto, que pescava no mesmo local e fora o último a ver o aparelho em vôo.A dois quilômetrpos dali surge, mais tarde, o corpo de Severo Gomes. A quatro quilôemtros, encontra-se o corpo de Mora. No sábado, o corpo de  Henriqueta. O corpo de Ulysses não seria encontrado.O mar em seus mistérios eternos, seria o último repouso de Ivanhoé. 

Deputado Paulo Azeredo entra com pedido de cassação da candidatura de Percival de Oliveira

A Coligação Montenegro Mais (PDT, PSDB, PR, PTB, PRB) juntamente com o candidato à prefeito de Montenegro Paulo Azeredo e o vice Ivan Zimmer, entraram com pedido de cassação do registro da candidatura para prefeito de Percival de Oliveira e Marcos Griebeler (PMDB, PP, PV, PPS, DEM). Conforme o advogado da Coligação Montenegro Mais, Dr Lucas Ceccacci (OAB/RS 70664 A e OAB/SP 208666 )foi requerida a cassação do registro da candidatura de Percival de Oliveira, reeleito prefeito, sob acusação de abuso de poder econômico, político e de autoridade, e informou ainda que foi enviado à Justiça Eleitoral um vasto material, incluindo documentos e provas, baseadas em denúncias de irregularidades encaminhadas pela própria comunidade. O Processo foi protocolado às 17 horas do dia 5 de outubro e está autuado na 31º Zona Eleitoral de Montenegro sob o nº 274603108.Maiores Informações: Assessoria de Comunicação da Coligação Montenegro Mais - Jorn. Cristina Mazzei MTb 9404 - 51 8122 0085

Morreu Pilla Vares


Retrato do Pilla Vares quando jovem

Não vou dar aqui o cronológico do Luiz Paulo Pilla Vares.Outros espaços já o fizeram.  Sei que quando estudava no Julinho costumava reunir-se na sua casa, melhor do seu pai, numa rua do bairro Petrópolis, junto com o atual secretário de assuntos internacionais,Marco Aurélio Garcia e o falecideo jornalista Marcos Faermann( Marcão). Eles se encontravam pra discutir política e filosofia, óbvio.

Morreu o Pilla!
Tive apenas relações profissionais com o conhecido jornalista, mas me dava bem com ele. Era uma pessoa muito simples. Anadva de ônibus como qualquer mortal. Na ZH, nos anos 70, tinha como companheiros inseparáveis de trago no " Porta Larga " o falecido Gaguinho( José Antônio Ribeiro), Paulo Maciel, também já falecido,o  carnavalesco "Roxo" ( Carlos Alberto Barcellos) porque ambos eram Embaixadores do Samba, Fernando Albrecht( " Cascatinha") Carlos Esquivel Bastos  e o Paulo Santana.

Morreu o Pilla!
No Porta-Larga - boteco localizado na av. Erico Verissimo, ao lado do prédio da ZH - segundo relembra Fernando Albrecht, Pilla Vares mudava tanto de opinião política que os gajos inventaram: " El PILLA es mobile, muda conforme el viento". Quiseram adaptar a famosa ópera...

Morreu o PIlla!
Numa ocasião,contam os companheiros de bar, Pilla Vares arrumou uma namorada e a levou ao Bar Pedrini. Em lá chegando,Pilla teria partido pra os amassos. A companheira pediu um tempo e reagiu:
- Pera aí, Pilla,calma, vamos conversar!
Ele protestou:
- Conversar eu converso com o "Xuvisco"( Luís Fonseca) no Porta-Larga!

Morreu o Pilla!
De uma outra feita e quem lembra o episódio foi uma colega sua,editora de ZH durante muitos anos, era uma sexta-feira à noite, dia em que o jornal baixava três edições: sábado,domingo e segunda. Pilla baixava o Segundo Caderno, mas ficava na secretaria do jornal, porque também fazia a capa do jornal.
Ele vinha até a diagramadora e insistia para que ela baixasse suas páginas. E ela ocupada baixando outras. Até que a diagramadora, lá pelas 9 da noite, aprontou pro Pilla. Subiu na sua mesa e berrou bem algo diante de sua insistência:
- Pilla, eu não vou pro motel contigo,hoje!
Ele se abaixou e de quatro saiu pelo corredor indo parar na secretaria onde era seu local de trabalho.

Morreu o Pilla!
No céu, seguramente pra onde o Pilla foi, devem tê-lo aguardado pruma roda de samba o Gaguinho, o Sampaulo, Paulo Maciel,Roxo, João Baptista Aveline( pra discutirem política) Carlos Nobre,entre outros com os quais ele se dava... 

Coleguinhas

1) O serpentário, que é aquele café da rua Uruguai, " bombava " na última sexta-feira, dia 10/04. Ao grupo dos veteranos aposentados juntou-se o editor da revista Imagem News, Floriano Bortoluzzi.

2) Tânia Jamardo Faillace, que tem um livro de 5 mil páginas pronto, apareceu no evento do Plaza, da Sociedade de Engenharia representando uma ONG.
Não foi convidada pra almoçar pela produção, mas ela nem aí. Saiu e voltou mais tarde pra ver o debate sobre investimentos pra Copa de 2014.

3)De um olheiro bem informado: as aruaças acontecidas na madrugada do dia 10/10 em frente ao Cord - quando taxistas se enfrentaram com jovens - eram o produto de um final de uma das festas da Bia...

4)Enquanto Manoela DÁvila, derrotada à prefeitura passeava em Lisboa, o seu vice, deputado estadual Berfran Rosado(PPS) - que é engenheiro - participou do evento da Sociedade de Engenhaira, no dia 10/10.Não quis dar declaraçãoes a este blog: "a hora é de ficar quieto" disse.

5) Luiz Paulo Pilla Vares, falecido na quinta,dia 09/10 entrou na bancada da Assembléia Legislativa como CC por indicação do deputado estadual Ronaldo Zulke(PT) da DS( Democracia Socialista).

6)Paulo Velhinho , muito conhecido  lobista, chegou e apenas almoçou no evento da Sociedade de Engenharia, dia 10/10. Findo o almoço,retirou-se.Uma vez assisti a um debate em que ele era convidado e confessou não ter lido o livro sobre o qual falaria. O Autor quase lhe cortou a palavra....
7) Salto alto tomou conta do staff do prefeito José Fogaça. Tem assessor dele achando que vai três por um...

8)No evento da Sociedade de Engenharia sobre as obras da Copa 2014, acusaram de nenhum candidato a prefeito de Porto Alegre ter mencionado o evento: não é verdade: Manoela DÁvila, do PCdo B vivia falando na Copa. Tanto que no debate da RBSTV da véspera da eleição, a colega Luciana Genro a acusou de até " prometer gol".

Faz um ano que morreu Lupi Martins

Uma missa  rezada na Igreja Menino Deus dia 9/10 lembrou o primeiro ano de falecimento do radialista Lupi Costa Martins que nasceu em Rio Pardo em 03.05.1944. Era filho de Antônio Pereira Martins e de Teupompolina Martins.Lupi trabalhou em vários locais: Rádio e TV Guaíba, Radiobrás e Empresa Brasileira de Notícias(EBN). Nos últimos de sua vida, editou um jornal, o Jornal da Hípica. Teve a filha Grace Carolina, nascida em 23.11.1979.
De estilo muito descontraído gostava muito de brincar com os colegas e com os jogadores de futebol.No meu livro Pauta, o avesso das redações conto o seguinte: " Lupi Martins foi cobrir o Grêmio pela Guaíba em Curitiba e saiu a dar umas voltas pelo centro acompanhado do ponto esquerda Éder ( aquela cabecinha luminosa que colocou merda no sapato do treinador Tele Santana) e mais alguns jogadores do Grêmio. Passaram por um lago e o Lupi, pensando que o Éder soubesse nadar, deu um empurrão que colocou o ponta-esquerda do Grêmio dentro da água. Lupi Martins e os demais jogadores do Grêmio ficaram preocuapdos porque Éder não conseguia sair do lago. Por pouco  não morre afogado, de uma brincadeira feita pelo radialista que achava que Éder, malandro como era, fosse exímio nadador. Éder conseguiu se segurar num barquinho que havia e saiu do lago". No dia da morte do radialista Pedro Carneiro Pereira no autódromo de Tarumã, o colega Alberto Blum estava se dirigindo ao estádio em Vitória Espírito Santo para trabalhar prum jogo do Grêmio. Encontrou o Lupi Martins chorando copiosamente,saindo do estádio, dizendo que não haveria transmissão pela Guaíba por causa da morte do narrador.... Lupi também fazia das suas...Num jatinho oficial, ele viajava pra cobrir uma inauguração pro interior do Estado. Se apertou e resolveu o problema. Pegou um saquinho plástico que tinha no jatinho, foi " lá atrás" e fez suas necessidades...

A certidão de nascimento do Ercy

Começou a maldade. Limpa a boca que a baba é puro fel.... com as fotos que tenho publicado, um coleguinha nosso muito conhecido,colunsita de um diário e falante num programa cedo de uma rádio( já disse quem é,pô) já apelidou o acervo da ARI que está sendo reconstituído pelas arquivistas "Josi" e Maria  Ragagnin Osmarini de " A certidão de nascimento do Ercy". Ercy, é claro, é o presidente da entidade, Ercy Pereira Torma...

Gordo Ucha relançou livro


Foto: Arfio Mazzei

No dia 6/10 o repórter Danilo Ucha relançou - pela segunda vez - seu livro sobre carne de carneiro, agora com capa dura. A 50,00 pila,assim mesmo vendeu bem.

O cardápio foi uma salada como entrada feita com carne de cabeça de ovelha e depois um carreteiro. Teve vários papa-coquetéis presentes, o que segundo Arthurz Zanella,sempre é garantia de sucesso de uma festa. E um dos papacoquetéis me disse que vai lançar uma coluna num site chamada " coluna do Vernissólogo"!

Muitos amigos e leitores foram comprar o livro do Ucha (Danilo) na segunda,dia 6/10, que teve sessão de autógrafos no Shopping Total. Fazia um frio fora de época, mas o pessoal agüentou no osso do peito pra comer a salada com carne de cabeça de ovelha. Coisas do gordo Ucha...

Coleguinhas

O Emanuel Mattos não assimilou a derrota da Manuela. Que é isto,companheiro? Também votei nela, na bonitona, e não tou nem aí. Vamos agora de Fogaça....

Chapas diferentes

O jornalista Carlos Bastos que é conselheiro do Grêmio, apóia a chapa de  Duda Kroeff.

Barzinho da ARI

1)Muita pouca gente no barzinho neste último sábado,dia 11/12. Mário Rocha esteve lá e contou uma boazinha de um corretor de textos da Folha da Tarde quando ele era repórter lá. Faz tempo isto. Vou aproximar a historinha pro meu próximo livro sobre jornalistas....

2)Ayres Cerutti agora concatena uma exposição sobre o falecido presidente da ARI Antoninho Gonzalez.

3) E o que mais se temia se confirmou: perderam dos depoimentos dos Dindos feitos nos anos de 1994 ou 95, quando muitos jornalistas depuseram pra história do jornalismo. Os dados foram entregues pra editora Sagra Luzzatto, que ao que parece fechou. Não acharam mais nada. Como diz o ditado, quem não cuida do seu o diabo carrega....

4) Imara Stalbaum manda notícias de Floripa chorando seus mortos. Betinho Hirtz, Olívio Lamas e Telminho Cúrcio. Lá vamos nós....

5) Sabiam que o fundador do Jornal O Pioneiro, Bernardino Conte ainda vive. Tem 88 anos está meio entreverado mas ainda vive em Porto Alegre. É pai do célebre autor de Bailei na Curva,Júlio Conte..

Coleguinhas

Descobri mais um jornalista santanense: Roberto Kovalich Amado. Acho que está na TV Globo.

Faleceu o engenheiro "Taio" Pinheiro Machado

Faleceu no sábado passado,dia 11/10, o engenheiro agrônomo José Carlos( " Taio") Pinheiro Machado depois de uma enfermidade que o levou a uma UTI.Segundo sua sobrinha, Ângela Pinheiro Machado " Taio" sofreu uma cirurgia de um aneurisma e teve uma infecção pulmonar. Isto tudo o levou 3 semanas a uma UTI.

" Taio" foi muito ligado ao Esporte Clube Cruzeiro,onde era dirigente, junto do seu falecido irmão " Tonico" Antônio Ribas Pinheiro Machado Neto. " taio" também foi conhecido na boemia de Porto Alegre, pois gostava da noite, durante um certo período de sua vida.

Nos últimos anos o encontrava sempre caminhando pela pracinha André Forster, de manhã, depois que se aposentou da prefeitura municipal. Ele foi um dos que coordenou a campanha  " Petraco neles", quando o engenheiro foi candidato ao senado pelo nanico PSB.

" taio" poderá agora juntar-se ao irmão falecido há dez anos e formar um pequeno clube no céu, se é que pra lá foi. Junto com Ernani Reichelt, outro cruzeirista de carteirinha , que faleceu há dois meses atrás, poderá reeditar os tempos de glória da " Colina Melancólica".

Pessoa Simples

" Taio" era uma pessoa muito simples e dado com todo mundo.Muito amigo dos garções da noite, principalmente os da Churrascaria Barranco que freqüentou muito nos primeiros anos dela, já que morava na av. Protásio Alves,  a 200 metros da famosa churrascaria. Lembro por exemplo de uma noite em que " Taio" disse pra esposa Rosária que iria até o Barranco comprar cigarros. Ele não voltou a noite toda...
Ficou tomando chopp e depois madrugada adentro jogando palitinhos com os garções da casa.

Participei de uma festa em que o compositor Taiguara - um "prestista" tocou durante a noite toda. Foi uma das noites em que vi o " taio" mais feliz cantando ao lado do  Taiguara.  

Coleguinhas

Paulo Burd está chefiando a comunicação da Secretaria Estadual da Saúde. Conheço o Paulo do tempo do Jornal da Semana, na Uruguai, quando a diagramadora era a " Mariazinha Baladão".

O fotógrafo Carlinhos Rodrigues foi aposentado da ZH. Completou sessentinha,adeus tia chica...

Podem tomar nota e me cobrar: o editoral assinado pelo  Ricardinho Stefanelli, diretor de  ZH em 12/12, sobre o " Boró" Mauro Torrales é o canto do cisne do veterano editor de Esportes. É sempre assim: enchem a bola e mandam pra casa...

Freitas, o último lambe-lambe da cidade-pede socorro




Fotos de Alfonso Abraham especial e exclusivo para o site de Olides Canton

Freitas é o último lambe-lambe da cidade e do estado. Assim diz ele :o Freitas!
- Quando em uma época Porto Alegre contava com sete lambe-lambes, todos concentrados aqui na  praça Quinze.
- Comecei trabalhar com 1965 com meu pai, aqui mesmo na Praça! mas era outra época, época romântica, vinham todas as famílias importantes da cidade fotografar, é! se foi aquele tempo em que faziamos 70 a 80 retratos por dia.
- O papel fotográfico era barato, e os produtos  químicos, tinha várias lojas que vendiam, Acambial, Casa Berman, Masson de várias marcas .
- Hoje com esta história de digital! tá difícil  só existe um fornecedor , a Casa do Filme e é uma fortuna um envelope com 15 folhas de papel.
- Não tenho mais condições de ficar aqui na Praça dia de semana venho só sábado, e domingo no Bric da redenção  no bric tem domingo que faço duas fotos tem outros que melhora.
-  Eu cobro! uma 10 e duas 15 reais!
 
 Um pequeno relato de um personagem que faz parte do patrimônio cultural da cidade!
Que será o próximo projeto fotográfico de Alfonso Abraham a ser exposto no Centro de Cultura Municipal e depois no Mercado Municipal, ainda sem data marcada.
 

ARACRUZ convida para o sétimo concerto da temporada 2008
ORQUESTRA DE CÂMARA DA ULBRA

Homenagem à genialidade de Piazzolla, Gnattali e Mendelssohn
Solista convidado : Ricardo Kubala - Viola | São Paulo/Brasil
Regência e direção artística: Tiago Flores
12 de outubro de 2008 [domingo] 19 horas
SALA DE CONCERTOS LEOPOLDINA
( Associação Leopoldina Juvenil )

"Domingo Clássico Juvenil"
Rua Marquês do Herval, 280 - Porto Alegre | RS
E N T R A D A F R A N C A
A arte musical inovadora e potencializadora de três grandes compositores internacionais são apresentadas pela Orquestra de Câmara da Ulbra no domingo, 12 de outubro na Sala de Concertos Leopoldina (rua Marquês do Herval, 280) em Porto Alegre. A entrada é franca e o concerto começa às 19 horas. Deixando a noite ainda mais especial, Tiago Flores e o conjunto de cordas recebem um dos mais elogiados violistas brasileiros, o paulista Ricardo Kubala - que foi integrante da Orquestra da Ulbra como 1º violista. Mestre em Música e com aperfeiçoamento em importantes instituições alemãs, o experiente solista e camerista integrou destacadas formações orquestrais no Brasil e exterior, onde realizou turnês por vários países da Europa e América do Norte (veja resumo biográfico em anexo).

O programa reserva para a abertura, do pioneiro Astor Piazzolla (1921-1992), Melancólico Buenos Aires, que recebeu arranjo de Arthur Barbosa, músico e compositor integrante da Orquestra da Ulbra para a qual fez a versão em 2006, registrada em CD que ganhou naquele mesmo ano o Troféu Açorianos de melhor intérprete de música instrumental. Na seqüência, fazendo homenagem aos 20 anos da morte do gaúcho Radamés Gnattali (1906-1988) e tendo como solista o paulista Ricardo Kubala, será interpretado o Concerto para viola e orquestra de cordas. Obra de 1967 impregnada de elementos da cultura popular brasileira, mas de caráter clássico, já demonstrava a "brasilidade" proposta pelo autor que com integridade e estilo brilhou na mesma intensidade na música erudita e popular. Suas contribuições para uma identidade nacional à música erudita, bem como suas pesquisas, excepcionais arranjos, criações e incentivos para o estilo popular mudaram para sempre a música do Brasil.

Na conclusão, a Orquestra da Ulbra antecipa comemorações aos 200 anos de nascimento do alemão Felix Mendelssohn Bartholdy (1809-1847), comemorados em 2009, executando as Sinfonias nºs 1 e 6 (do conjunto de doze sinfonias curtas escritas para orquestra de cordas) registrando a singularidade e sensibilidade do múltiplo e precoce compositor germânico que as escreveu entre 1820 e 1824 (portanto antes de completar 15 anos!). Leves e originais são composições que prenunciam as qualidades do representante máximo da elegância musical do século dezenove, e que seria também o grande responsável pela redescoberta de Bach, que contribuiria para sempre com o enriquecimento da cultura musical em todo o mundo.

A apresentação, com patrocínio da ARACRUZ Celulose, é promovida pela Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), e tem apoios especiais do Ministério da Cultura, Lei de Incentivo à Cultura (MinC), Hotel Blue Tree Towers Porto Alegre, Associação Leopoldina Juvenil, Singular Produções e Print24.

 


Sergs promove debate sobre pac da infra-estrutura e a copa de 2014
          

A Sociedade de Engenharia do Rio Grande do Sul (SERGS) realiza nesta sexta-feira (10) o debate “PAC da Infra-Estrutura e a Preparação para a Copa de 2014”. O evento acontece a partir das 8h30min, no Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre.  A abertura será feita pelo presidente da SERGS, Newton Quites, pelo presidente do Sinduscon/RS, Carlos Alberto Aita, pelo presidente do SICEPOT, Athos Cordeiro, pelo presidente da Federação Brasileira de Associações de Engenheiros – FEBRAE, do Rio de Janeiro, Carlos Moura e pelo presidente do SINAENCO/RS, Edgar Cândia. Às 10h, haverá apresentação a cargo de Ricardo Paranhos, diretor de Mobilidade Urbana da Secretaria Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades, Ricardo Paranhos; do secretário de Turismo, Esporte e Lazer do RS, Heitor Gularte; do representante da Câmara Brasileira da Indústria da Construção – CBIC, de Brasília, Luis Fernando Melo Mendes e do diretor de Infra-Estrutura Terrestre do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes, DNIT, Hideraldo Caron.  Às 12h30min, durante almoço, falará o presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva – SINAENCO, de São Paulo, José Roberto Bernasconi. Para às 14h, está previsto debate com a participação do presidente do Internacional, Vitorio Piffero, do presidente do Grêmio, Paulo Odone e do diretor de Marketing da Federação Gaúcha de Futebol – FGF, Wesley Cardia. Atenção imprensa: favor confirmar presença com a todt comunicação – fones (51) 3228.7270/3228.7261 ou e-mail todtcom@terra.com.br 

Acervo da ARI tem muita traça e cupim!


Maria Osmarini de óculos e Jonete Negreiros acervo Ari 

As técnicas Maria Ragagnin Osmarini|( de óculos) e Jonete(" Josi" ) Negreiros trabalham diariamente na conservação do arquivo da Associação Riograndense de Imprensa(ARI). As duas profissionais que trabalham por conta de um financiamento que conseguiram junto a um órgão espanhol acham que precisarão de mais tempo para concluir o que começaram algunas dias atrás. O projeto contempla a recuperação da mem´poria da Associação Riograndense de Imprensa(ARI) que nos últimos anos ficou mais abandonadaàs traças e cupins que qualquer outra coisa....

Pernas frouxas

Um correspondente bancário( aquele que faz empréstimos pros veinhos) gaúcho já tomou suas precauções diante da crise bancária norteamericana. Segunda-feira última, dia 06/10, cortou vários fornecedores. Na dura, mesmo sem a concordância de quem fora contratado.É por precaução,disse a representante do correspondente. Por enquanto, este correspondente - um dos maiores do Estado - só teria cortado fornecedores e não funcionários.

Lançamento do livro sobre carne de cordeiro do "Gordo " Ucha

Na última segunda,dia 5/10 no Shopping Total, foi lançado o livro Cordeiro e suas receitas do colega Danilo Ucha.Lançamento muito concorrido, com mutia gente,amigos,clientes,fornecedores na Alameda dos Escritores.Danilo ficou autografando até tarde da noite.Aos presentes foi servido um pequeno coquetel, com vinhos e espumante. Mas alguns dos que foram buscar o autógrafo do Ucha preferiraram se retirar para comer num restaurante porque como o evento estava sendo feito ao ar livre estava muito frio. A noite a presença de muita gente, principalmente do " vernissólogo" Telmo e sua companheira. Sorry, periferia, como dizia Ibraim Sued...

Hoje é o aniversário da morte de guerrilheiro que foi ídolo de parte da minha geração!


Che Guevera toma mate em 1961 em Punta del Este

Hoje, 08/10, completam-se  41 anos da morte do líder guerrilheiro Ernesto de La Siena, o médico conhecido mundialmente por El CHE! No mundo todo, muitos relatos serão feitos sobre sua morte, sobre quem o matou, quem mandou matá-lo na localidade boliviana conhecida por La Higuera, que hoje virou quase um ponto turístico. Se Guevara tivesse sobrevivido, ele teria o nome que tem hoje?
São todas perguntas.

Nos anos 70,quando éramos jovens e nos vendiam qualquer peixe, não era nada fácil encontrar alguém que andasse na rua com o rosto do El CHE. Hoje as camisetas são vendidas nas boutiques mais finas do mundo.
Na verdade, perdeu o sentido. Usar uma camiseta com a foto do Che naqueles anos de ditadura ferrenha no país, queria dizer uma coisa, hoje outra totalmente diferente. Quando passou a peça Hair, em Porto Alegre - em outubro de 1971 - eu fui pra frente do Teatro Leopoldina(atual da OSPA) com uma camiseta contendo uma foto do Jimi Hendrix( guitarista que morreu de overdose) tentando furar e entrar pra ver o espetáculo. Claro que vi... Pedro Ruas, hoje eleito vereador pelo PSOL, foi mais corajoso: foi com uma camiseta com a foto de CHE! Quando me encontro com ele, sempre me lembra do fato... Reproduzo aqui um trecho do jornalista Flávio Tavares que está num livro recente que lançou sobre o falecido Guerrilheiro:

" Após duas horas de bombardeio,relata Flávio Tavares, em seu livro, um jornalista uruguaio fez-lhe uma pergunta jocoso e provocativa: " a pergunta parecerá supérflua" disse o jornalista, " mas quero saber como vive, o que come, se bebe, se fuma e- com perdão das damas - se gosta de mulheres".

A resposta imediata:
" Vim aqui para responder a todas as perguntas. Até de mau gosto... Deixaria de ser um revolucionário se deixasse de cumpir tão-só um de meus deveres revolucionários e de meus deveres conjugais só por gostar das mulheres. Trabalho de 16 a 18 horas ao dia.
Durmo seis, se posso, ou menos até. Não bebo, não fumo. Não vou a nenhum tipo de diversão; tenho uma missão a cumprir e, por ela, devo sacrificar o lar, os prazeres comuns , a segurança pessoal e, talvez, sacrificar minha vida.Mas é um compromisso que adquiri com o povo e do qual não posso me desligar até o fim da minha vida".Pensando bem, como são chatos os revolucionários...
Me lembrei muito do falecido João Baptista Aveline...

Jogo Duro

Ontem,dia 07/10, primeiro dia útil na Assembléia Legislativa do Estado depois do chamado " recsso branco" a portaria estava revistando todo mundo que entrava. As bolsas dos visitantes e funcionários passavam pelo crivo da vigilância que alegava ser esta uma nova orientação da mesa diretora. Então tá, quem não deve, não teme!

O que não fazem por uma boquinha

Paulão, Luiz Negrinho, Roque Rauber, todos candidatos a vereador por Porto Alegre que apareceram com zero votos no final. O que houve com eles??

O que eles não fazem por uma boquinha I

O colega Paulo Quevedo, de Estrela, fez apenas 140 votos como candidato a vereador na sua cidade.Ontem, quando lhe telefonei, estava meio decepcionado porque achava que conseguiria os 400 necessários para se tornar vereador." Estou aqui cheio de dívidas" queixou-se o diretor do jornal Folha de Estrela, que já respondeu uma batelada de processos mas se saiu bem em todos. Quevedo disse que entrou de candidato mais pra ajudar o partido, o PP, mas o candidato a prefeito, José Danbram, ficou em terceiro lugar. Quem ganhou em Estrela foi o atual prefeito Celso  Bronströp(PPS) por apenas 14 votos sobre Rafael Mallmann( PSDB) filho do falecido prefeito de Estrela, Gabriel Mallmann. Quevedo disse que ontem mesmo o prefeito foi pra rádio e desancou o pau sobre ele que durante a campanha o atacou muito. Sempre no campo político evidente, nada pessoal...

Faz como eu, Vechio, não te mete em política

A derrota do colega jornalista em Estrela fez-me lembrar uma história que Sereno Chaise,ex-prefeito de Porto Alegre,sempre conta sobre Getúlio Vargas. Dinarte Dornelles, primo-irmão de Getúlio Vargas vivia se metendo contra José Vechio, presidente do PTB, no RS.Vechio foi a S. Borja e de lá para a fazenda do Itu, onde estava "autoexilado" Getúlio Vargas. Vechio teria passado a tarde se queixando a Getúlio de Dinarte Dornelles e de João Goulart para Getúlio. No final da tarde, Getúlio convidou sua visita para dar uma caminhada pela fazenda. A certa altura, parou, colocou a mão no companheiro e filosofou:
- Faz como eu Vechio, não te mete em política.... 

Coleguinhas

1) Ricardo Azeredo e Pedro Macedo, até a última segunda, não tinham dado as caras na TVE. Foram anunciados dias atrás como os novos diretores de lá....

2)Sérgio Lagranha que andava em Pelotas no Diário Popular voltou a Porto Alegre. Não há,ainda,nada de concreto sobre a compra daquele periódico pela RBS como chegou a ser noticiado pelo próprio Diário Popular....

3)Wilson Rocha Müller,depois de uma cirurgia , está indo a todos os eventos possíveis. Segunda esteve no lançamento do livro sobre carne de cordeiro do Danilo Ucha.

4)Liana Milanez, a " Baiana" que foi presidente da TVE na gestão do governador Rigotto, está na TV Brasil, no Rio de Janeiro. Seu marido, Newton Pereira, que mora em Sampa, faz ponte aérea indo e vindo entre as duas capitais.

5) Repórter de TV contou a este colunista que Joabel Pereira está cumprindo à risca novas funções como " escudeiro"da governadora Yeda Crusius." Estes dias ele chegou na coletiva e pediu pra ninguém perguntar sobre determiando assunto, que a governadora não responderia sobre isto" me disse a repórter, que me pediu não revelar a fonte....mas se precisar eu revelo.

6)Rogério Mendelski,ontem, dia 7/10, voltou a ser mais incisivo sobre seus pontos de vista. Havia tempo que andava num onda " ZEN"!!!!

7) Morreu Mário Luiz Mazeron. Ele foi cremado,ontem às 10 horas. O radialista Mário Mazzeron trabalhava na rádio Guaíba desde 1994. Morreu de um infarto no Hospital Santa Rita,onde estava internado desde setembro passado tratando-se de um câncer.
Sempre foi ligado ao turfe e por isto era protegido tanto de Breno Caldas - que tinha cavalos no prado - como do outro dono da Guaíba, Carlos Ribeiro, que também é ligado a corridas de cavalo.A rádio Guaíba lhe prestou uma homenagem,ontem, com o repórter Jackson Lagos fazendo um breve histórico de Mazzeron e repetindo sua voz narrando um Grande Prêmio Bento Gonçalves.
Na Guaíba, Mazzeron apresentou,durante anos, o Jornal da Noite,entre 23hs e 24 horas.Vergara Marques, que o trouxe para o rádio, contou episódios sobre suja vida...
Não era colega de minhas relações. Falei apenas uma vez com ele, no dia do lançamento da candidatura do prefeito José Fogaça, à reeleição. Ele caminhava pela av. Loureiro da Silva e o parei para lhe perguntar um episódio sobre a falecida colega Suê Duarte, também da Guaíba.
Mazzeron tinha aquilo que se chamava de " voz aveludada".Entrará pra história da radiofonia gaúcha.

O vereador do PSOL que já andou no ninho do PDT!


Vereador Pedro Ruas com a turma de Brizola

O segundo vereador mais votado da capital,Pedro Fagundes Ruas, do PSOL, fez 13.569 votos já militou  no PDT, partido do qual chegou a ser presidente estadual. Pelo partido de Leonel Brizola, ele foi eleito vereador de Porto Alegre. Agora volta à Câmara Municipal  por outro partido, saído das entranhas do PT.

Na foto, Pedro Ruas é o primeiro a partir da esquerda para a direita. Ela foi feita em 1998 pelo fotógrafo Gaudêncio, de S. Borja, em 1998. Depois de Ruas está Percy Penalvo(amigo de Jango e de Brizola,já falecido) o próprio ex-governador, o maitre da Cantina  Itália, de S. Borja,Lair Fontella e Anerom da Rocha e no outro lado da mesa,sentados, aparecem Matheus Schmidt, Sereno Chaise e o ex-prefeito de S. Borja, Florência Aquino Guimarães. A foto faz parte do acervo do PDT de S. Borja.

COLUNA ‘DE OLHOS E OUVIDOS” DA EDIÇÃO DO FITNESS DE NUMERO 113

* Dia 29/08 morreu o “ Barão” meio que de vereda. Dias antes o colega Ayres Cerutti o encontrou-o na Praça da Alfândega e viu que o velho estava meio lento, meio devagar. Barão foi fundador do Jornal Kronica, entre outras coisas. Anos atrás, conto no meu Livro Pauta, Barão chegou pro colega A. Goulart e lhe segredou:
- Vais ganhar um troféu Kronica, mas arruma um patrocinador.
Goulart não procurou patrocinador. Ficou sem o troféu.

* Dia 09/09: o repórter Sérgio Bueno, do Valor Econômico, ocupava a mesa Um do Barranco.
* Dia 10/09: Rogério Mendelski disse na rádio Guaíba  que prefeito Telmo Thompson Flores morreu. “ Morreu pra ti” filho ingrato como diria aquele político mineiro. O ex-prefeito de Portinho vive em Floripa.

Prêmio ARI de Jornalismo:


*Estes dias a colega “Jose” reclamava que trabalhou na edição da matéria sobre conflito da Praça da Matriz em 8.8.1990 e que o Prêmio ARI saiu para TVE em nome do presidente Alfredo FEDRIZI. Ele foi inscrito no nome do presidente da instituição. Falha é do regulamento da ARI que permite isto. Regulamento do prêmio,deveria, a meu modo de ver rever este item. Geralmente  acontece dos chefes inscreverem as matérias nos seus nomes. Acho que inscrição deve ser feito no nome de quem fez a reportagem, é tarefa do novo diretor de concursos da ARI, Mário Santarosa.

* Renato Rossi,colunista de carros e motos do Grupo Record do RS não viajou ao México pra conhecer o carro CATIVA da GM porque não obteve vistos a tempo. Viajaria com a esposa.

* Um dos convidados neste Grupo de profissionais, Fernando Albrecht, voltou relatando dificuldades sérias nos aeroportos em geral. Exigências muito rigorosas em vistos e esperas muito longas não valem mais a pena para viajar, disse ele.

* Morte do presidente do Grupo ZAFFARI, Marcello Zaffari, dia 13/09, só saiu publicado na capa de O SUL, do mesmo dia,como convite de enterro. Já no jornal ABC, do Grupo sinos, saiu como notícia. ZH e Correinho como já tavam na rua circulando, às 16h30min, hora da morte, só deram na segunda seguinte.

* Jornal Gazeta Veranense, de Veranópolis, circula sem um profissional responsável. Sindicato dos Jornalistas-RS encaminhou denúncia a DRT neste sentido.
* Antoninho Mello, dono do restaurante Gambrinus, no Mercado Público, grava comentarios para o programa de televisão de Cléber Moreira, Flávio Portela e Renato Sagreira. No canal 20, da NET. Vai ao AR nas quartas. Ele grava às segundas

* Mário Santarosa ainda não assumiu a diretoria da ARI.

VEJA A EDIÇÃO COMPLETA CLICANDO AQUI


Comemoração comité Pref. Fogaça (PMDB-POA RS)



Fogaça e Fortunatti - ambos são José Alberto - comemoram a ida pro segundo turno em 5/10.
Fotos Vinicius Reis

Coleguinhas

1) Domingo,dia 5.10,dia de eleição, ouvia pela Gaúcha quando Claudio Brito fez uma piadinha referindo-se ao resultado da eleição de Rio Grande,onde venceu Fábio Branco(PMDB)
- Lá comentou ele com Antônio C. Macedo,  o Macedão, tem que votar em Branco pra ganhar!
Toing. Como anda criativa esta turma....

2) Agora a cobertura da Guaíba das eleições, principalmente na hora do resultado foi de doer. Vinha com vários minutos de atraso,dando os resultados. E ainda os apresentavam como grande novidade. Não caiu a ficha da turma da Caldas Junior!

3)Armando Burd foi um acréscimo de qualidade na cobertura de eleições da Bandeirantes que cada vez mais está tomando o espaço da Guaíba,tanto no futebol, como no jornalismo.Burd acrescentou na equipe da Band AM a memória, já que alguns apresentadores falam ouvindo o galo cantar mas sem saber muito de onde ....

4)Como agilidade, ninguém vence a Gaúcha. Tem estrutura.

5) No final da noite, a Guaíba, sabendo que tinha levado um " banho" da concorrência na agilidade, pegou-se na pesquisa da Methodus e dê-lhe pau nas pesquisas " erradas" ,segundo eles, do Ibope.

6) Uma " guerrinha" entre as rádios é boa...quem ganha são os ouvintes....

7)Deoli Gräff é dono do Jornal Vale Notícias de Lajeado(RS).

8) O ouvinte Volnei Davila ligou ontem,dia 6/10 pro programa Acorda Rio Grande, da Guaíba.Disse que era de Cachoeirinha. Fernando Bagatini lhe pergunta no ar:
- O sr acorda cedo pra ir pro trabalho?
- Não, eu sou aposentado! Acordo as duas horas porque durmo as dez!
Toing...é nisto que dá se antecipar....

9) O fotógrafo Árfio Mazzei - enteado do "gordo" Danilo Ucha - fez uma relação dos jornalistas que  se tornaram conhecidos em Santana do Livramento.
Aí vão alguns nomes coletados por Mazzei:
Os irmãos Riomar e Osmar Trindade, Elmar Bones da Costa( Bicudo) Valdoar Teixeira( " Raja") Danilo Ucha, Kenny Braga, Carlos Urbim, Miriam Gusmão, Jorge Escosteguy, Glênio Lemos(atual advogado) Rui Arteche, Árfio Mazzei, Ário Mazzei, Waldir Friolin( que era conhecido lá por " Marimbondo"), Carlos A. Kolec a( trabalhou no jornal A Platéia) Vera Guimarães,Sérgio Mazzei, Bonocore,Toscano, que foi dono do jornal A Platéia,quando o periódico esteve no seu auge,José Carlos Torves, Dionara Mello. Alguns anos atrás, diz Árfio estes colegas fizeram um " encontro dos jornalistas santanenses".
Árfio recorda que quando a Platéia esteve no auge, era distribuído de avião pela região, indo até Santa Maria, na região central do Estado.

Comentário sobre as recentes eleições municipais

1) O vereador Claudio Sebenello(PSDB) bateu de frente com donos de restaurantes e bares da noite portoalegrense. Ele distribuiu um santinho onde no currículo dizia ser o autor da Lei Seca. Foi o que bastou. Se formou uma corrente de donos de bares - tendo como bunker um bar-restaurante muito conhecido da av. Protásio Alves - e acabou fora da Câmara Municipal de Porto Alegre.Foi avisado que isto aconteceria!

2) Em Serafina Correa, ganhou a Oposição, o PP coligado com o PT. Já havia quem achasse que o PMDB lá seria eterno. Que nada!!!Mesmo com o decorador Walmor Assoni indo pra lá fazer campanha pra situação!

3) Meu amigo Paulo Quevedo, dono da Folha de Estrela, pelo menos até a noite de domingo, não tinha emplacado como vereador do município. Quevedo concorreu pelo PP..." Foi mais pra ajudar o candidato a prefeito",disse-me durante a campanha...

4)  Claudio Britto, na rádio Gaúcha, revelou um dado curioso. Quando foi mediar um debate em P.Fundo o próprio candidato do PPS,deputado estadual Luciano Azevedo, lhe confidenciou que o prefeito Airton Dipp (PDT) seria reeleito. Fora do ar,claro...

Eleições: Em S. Borja, o berço do " trabalhismo" que mostrou sua força


Mariowane Weis reeleito em São Borja – RS

"Não vamos perder pra estes ´caras´! Foi a frase que ouvi num dos últimos dias da 23 feira do livro de S. Borja, realizada no final de setembro da boca de um partidário da candidatura  do prefeito Mariowane Weis(PDT).Muita gente do PDT estava assustada com uma enorme carreata que o PP havia feito no sábado à tarde,dia 27/09." Tão dando um tanque cheio de gasolina pra participar da carreata" diziam pela cidade. Outros comentavam que os ranchos eram distribuídos a rodo pelas vilas.
Nos dias finais da campanha, havia gente do PP torcendo para que o candidato do PT, o atual vice-prefeito Rene,  fizesse 7 mil votos com o que contavam que ganhariam a eleição.
Mariowane Weis - filho do falecido prefeito de S. Borja, Mário Weis - reelegeu-se e está prometendo um frigorífico para a cidade.

Durante seus  quatro anos de administração - Weis ganhou do caudilho Jucão Alvarez em 2004 por apenas 200 votos de vantagem- enfrentou quisilhas internas com o próprio partido. O advogado Clair Ribas, presidente do PDT local concluiu seu mandato e no final estava apoiando a eleição do vice, Rene.
Diz-se que o motivo seria as desavenças que teve com o prefeito porque a esposa de Clair iniciou a gestão como secretária e depois foi substituída.
Foi para a Câmara Municipal como CC e de lá também saiu.Atualmente ambos atuam num importante escritório de advogacia local.

Na foto acima, feita em 21/06/2008, vemos os " cardeais" do PDT nacional e estadual em visita ao mausoleu de Getúlio Vargas na Praça XV de Novembro, no centro de S. Borja. Da esquerda para a direita, o deputado federal Vieira da Cunha(PDT), Pompeo de Mattos(PDT) deputado federal, Matheus Schmidt, ex-presidente do PDT regional, atrás dele Juliana Brizola, neta de Leonel Brizola - que se elegeu domingo como vereadora do PDT em Porto Alegre, Mariowane Weis, prefeito de S. Borja, que venceu a eleição no último domingo. Foto acervo do PDT de S. Borja.

Coleguinhas

Arthur Roberto de Oliveira Hirtz (Betinho, ou Beto Bironha)Faleceu no último dia 02/10/08 em Floripa, onde viveu nos últimos 20 anos. Beto Bironha como era chamado pelos colegas nasceu em 20.07.1938, em Porto Alegre(RS). Filho de Pedro Hirtz e de Aracy de Oliveira Hirtz trabalhou em Zero Hora, Diário de Notícias, Caldas Junior, Diário Catarinense e foi também funcionário do Departamento de Diversões  Públicas, uma espécie de censura do passado.Em Florianópolis e S. José onde residia assessorou políticos.
Foi casado com Leni Consuelo e teve dois filhos Ricardo, nascido em 29.03.1965 e Eduardo nascido em 20.03.1966. Betinho faleceu no último dia 02/10,08 em Florianópolis depois de ficar dois meses internado num hospital. Teve um AVC.

Filme

Hoje, 07/10, às 19 horas, passará o filme sobre o presidente Jango na sala Dante Barrone, da Assembléia Legislativa do Estado

Coleguinhas

João Batista Marçal estava fulo,ontem, na Assembléia Legislativa porque vai lançar um livro - Dicionário Ilustrado da Esquerda Gaúcha - dia 15/10 no Solar dos Câmara e querem lhe cobrar uma " taxa" de um salário mínimo.

Filme sobre Jango foi feito no ano passado

O filme que passa hoje de noite, 7/10 - na Assembléia Legislativa sobre o ex-presidente JJoão Goulart, o Jango, ou Janguinho, como era chamado na família, foi feito durante o ano passado, se não estou enganado pela TV Câmara, ou com o auxílio dela.

Sei que o filho de Jango, João Vicente, estava junto da equipe que esteve em S. Borja para as filmagens.
E a equipe queria pegar imagens de S. Borja terra natal do ex-presidente e onde ele está enterrado -é natural que tem toda uma mística em cima disto - mas da torre da BrasilTelecom não foi possível. O chefe de gabinete da prefeitura - que é governada pelo PDT - até que tentou obter licença com a empresa em Uruguaiana mas não autorizaram de jeito nenhum.

 Então os cinegrafistas tiveram que se contentar com  subir num edifício não muito alto e pegar de lá as melhores imagens possíveis.

Depois de S. Borja a equipe seguiu para a Argentina para fazer filmagens dos locais onde Jango viveu e provavelmente morreu em Curuzu-Cutiá.
Lá por 77 ou 78, não recordo com certeza, estive com o falecido fotógrafo Ruben Borges, o Goiano, em Curuzu Cutiá, atrás de indícios de um possível atentado contra a vida do ex-presidente.

Não sei se foi minha incompetência, se foi porque era regime militar tanto na Argentina como no Brasil, mas o fato é que não levantamos nada. Voltamos de mãos abanando. A pauta na época nem recordo de quem foi.

Sobrou-nos tomar muita cerveja importada. Nos locais onde procuramos documentos ou algo que pudesse ser algum indício de atentado contra a vida do ex-presidente, não nos levaram a sério.

Estou curioso pra ver o filme que o MJDH está promovendo...
Espero que não seja uma catilinária.... 

Classe média fascista de Porto Alegre debocha de Vera Guasso!

Escrevo ainda sem que as urnas estejam abertas. Mas ontem, dia da votação, vi dois fatos lamentáveis do preconceito, intolerância,e falta de respeito por parte de alguns elementos da classe média com a candidata do PSTU a prefeita de Porto Alegre, Vera Guasso." Ah, vai lá votar na Vera Guasso" dizia um senhor de forma desaforada prum amigo que encontrou  no café estrategicamente colocado na frente do Supermercado Nacional, na frente da Pracinha do Encol. No colégio S. Manoel onde votei também ouvi esta mesma conversa entre dois senhores que se encontraram. Um dentro do carro e o outro do lado de fora. Acho que independente de cada um - cada um vota no seu preferido - um pouco de respeito pelos que não são semelhantes a nós, faz parte da civilidade. A candidata do PSTU pode não ser tão bonitinha como a Manuela - aliás em que votei - mas merece o respeito de todos...

Coleguinhas

1) Lasier Martins na rádio Gaúcha contou ontem- 5.10 -  pouco antes das 17 horas que estes tempos durante uma cobertura de eleições um repórter entrou falando em Santo Antônio. Lasier, disse:
- O que tem aí em Santo Antônio da Patrulha?
- Lasier, estou falando do bairro Santo Antônio e não de Santo Antônio. 

ATM deixará de vender passagens para Porto Alegre

A notícia já havia sido anunciada aqui...Mas agora é oficial. Um informe distribuído pela ATM a seus clientes diz que " a partir de novembro de 2008" as passagens de Porto Alegre serão comercializados apenas nos pontos de venda da ATP.Acabou a parceria. Efeitos da bilhetagem eletrônica!

Fogaça

No dia 03/10, sexta, véspera da eleição com todas as pesquisas lhe sorrindo com o primeiro lugar, o prefeito José Fogaça estava "levitando" em Porto Alegre. Foto de João Carlos Rangel, o " Joca".

Barzinho da ARI

No sábado, dia 04/10, pouca freqüência no barzinho da ARI. Meia dúzia de gatos pingados seria a melhor expressão.

Estória relatada pelo historiador S.da Costa Franco. No tempo que trabalhou numa instituição bancária, um grande bicheiro de Porto Alegre seria o fiador de um frigorífico que falira e que estava pedindo um empréstimo a este banco. O bicheiro - dono de banca de jogo do bicho - apresentou junto a instituição bancária um monte de escrituras de imóveis dos quais era dono. Não serviu como prova. Aí arrumaram algo assim como ele ser vendedor de um tipo de motos e aí o banco aceitou-o como fiador do empréstimo.

O livro de memórias do historiador S. da Costa Franco está praticamente esgotado. Como é edição paga do próprio bolso, não se sabe se ele mandará tirar mais...

Esta posso dar os nomes. O editor do Jornal do Mercado, Fabrício telefonou a S. da Costa Franco pra ele ser colaborador. Como Franco achou que ele ia lhe oferecer em pagamento algo como 50,00 reais por coluna,adiantou-se e disse:
- Quando tu fores o Roberto Marinho tu me pagas!

O programa Conversa de Jornalista, feito desde a ARI, pela rádio da UFRGS, foi reduzido pra meia hora de duração. Vai ao ar entre 12 e 12h30minutos.

Coleguinhas

1) Demorou mas não muito. Na capa do caderno Arte e Agenda do Correinho do sábado,4/10 está lá um grande título" Deus é um grande estadista". Quase toda a página é dedicada a nova " obra" literária do bispo Edir Macedo.

2) No exemplar póstumo  do jornal Kronica feito pelo jornalista Barão antes de falecer em 29/08 passado, ele dá um pau no colega Wilson Muller porque este lhe enviara uns artigos que já haviam sido publicados em outros órgãos de imprensa.

3) Vou recolher algumas excentridades do " Barão " e qualquer dia as publico.

Lei dura na Assembléia

Na portaria da Assembléia Legislativa do Estado, baixou uma lei dura: funcionário têm suas sacolas revistadas pelos guardas.Tem gente achando que isto é assédio moral....

Morre um (grande) repórter que usava métodos discutíveis


"Tropa de Elite" da reportagem policial: comandante geral da Brigada Militar. CEL.Milton Wairich, repórteres Leopoldo Rusick,Vilmo Medeiros("Cabeção") Gélson Farias, Milton Galdino da Silva ( " Churrasquinho") Eli, do Museu de Comunicação Social José Hipólito da Costa,Roberto Hirtz("Ovelha",ou " Beto Bironha") - com os chuchus na mão- Sérgio Motta ("Geléia) também estão na foto Sérgio Lima, Rippol Ferreira, Irani Martins. Local: Bailão do Darci Silva, na av. Assis Brasil, em PAlegre. Ano 1979. À exceção de Milton Galdino, de ZH, os demais repórteres trabalhavam na CJCJ. Foto: Arquivo pessoal de Gélson Farias.

Recebo de Imara Stallbaum:
“ Olides, pouco depois da meia-noite de 5ª feira (2-10), Mafalda recebeu um telefonema informando que Betinho Hirtz havia falecido. Embora ele estivesse entubado há cerca de dois meses na UTI do Hospital Universitário aqui em Floripa, fiquei catatônica e comecei a contar nossos mortos recentes, embora correndo o risco de errar na ordem: Telmo Cúrcio, Olivio Lamas, Betinho... O filho dele, "Fincão" vinha acompanhando Betinho no hospital e ainda está usando o celular do Betinho, que é o (48) 9727- 8645. Por favor, informa a rapaziada sobre mais esta baixa".

Morreu na madrugada do último dia 02/10 (quinta-feira), em Floripa, onde viveu nos últimos anos, o colega Roberto Hirtz- que tinha vários apelidos " Ovelha", " Betinho", " Betinho Bironha",entre outros. Quem me avisou da morte foi Imara Stalbaum, que também vive lá. Nunca tive relações de amizade com ele. O conhecia desde os tempos que trabalhou no Diário de Notícias, na av. S. Pedro. Sabia de sua fama de repórter furungador, mas também sabia que seus métodos, às vezes, não eram propriamente os mais convencionais.Como repórter sei que aplicava a máxima" os fins justificam os meios".Não foi o único na vida que conheci aplicando estes métodos, diga-se a bem da verdade. Ao que me consta, Roberto Hirtz sempre foi repórter policial. E da pesada.Se tivesse escrito um livro de memórias sobre os " bandidos"que conheceu seria um documentário interessante.Se o deixou escrito, é dever de alguma faculdade de comunicação publicá-lo. Eu sabia que ele estava doente. Fiquei sabendo porque alguém me contou que o colega Vilmo Medeiros estava indo a Florianópolis justamente para visitá-lo,sabendo de sua enfermidade. "Betinho" , ou o " Beto Bironha" começou na reportagem policial no antigo Diário de Notícias. Depois foi pra Zero Hora e se não me falha a memória o editor Vilmo Medeiros o levou também para trabalhar na antiga Caldas Junior quandoele trocou a ZH por um jornal daquela empresa. Deve ter participado daquela aventura que foi o jornal do Maurício Sirotsky em 1974, que não durou muito.

Foi " Betinho" quem primeiro noticiou a prisão do seqüestrador dos 6 garotos de classe média do bairro Moinhos de Vento,em Porto Alegre, em 1978,se é que não estou enganado.Para tanto usou aquilo que chamei acima de métodos não muito convencionais.
Santino, o seqüestrador, já tinha recebido a grana do resgate e era alta.
Até onde eu sei, Roberto Hirtz "colocou" os pés na porta da casa da mãe do seqüestrador e deu um carteiraço de policial. A velhinha entregou onde estava o filho. Daí em diante, foi um tapa em cego.E Betinho Hirtz levou as glórias de ter sido o primeiro repórter que noticiou sua prisão. Outros reivindicam esta façanha, como Paulo Gerson Antunes de Oliveira, que então trabalhava na sucursal de O Globo. Eu trabalhava na ZH, quando houve o seqüestro dos seis  garotos, não na editoria de polícia,mas acompanhei razoavelmente bem o caso e me lembro de como o Betinho conseguiu localizar a pista de onde andava o Santino. Quem foi repórter policial, ou iniciou na profissão pela reportagem policial, como foi meu caso,sempre acompanha estas grandes coberturas que são a alma do jornalismo.O Betinho se foi. Que fiquem as lições positivas de sua atuação como colega. 

Coleguinhas I - Deoli Gräff

É mais um dos 22 correspondentes que a rádio Guaíba AM demitiu há cerca de seis meses atrás.Nasceu em Arroio do Meio( na região do Vale do Taquari) em 10.07.1959. Hoje vive em Lajeado,onde além de ser correspondente do Correio do Povo, também possui um jornal próprio, a Folha de Lajeado.Foi diretor da Empresa Jornalística GPM Ltda. É também autor de um livro que narra a história de das gráficas gaúchas. É filho de  Erno Gräff e de Heda Gräff. Na rádio Guaíba,sempre entrava no noticioso que ia ao ar entre 23 e 24 horas,trazendo notícias de todo o interior do Estado.

Coleguinhas II - " A República de Vacaria"

Enir Maria Grigol é atualmente a chefona da imprensa da Federação das Indústrias do Estado do RS(Fiergs), a poderosa entidade que congrega praticamente todo o PIB gaúcho. O presidente da entidade, Paulo Tigre,também é nascido em Vacaria, como ela, e por isto chamei que lá tem uma " República de Vacaria". Enir substituiu  Nikão Duarte, que foi para a PUC - já saiu de lá também.Enir nasceu em 19.05.1956 em Vacaria filha de Achylles Guilherme Grigol e Claudina Girotto grigol. Portanto é " gringa". Trabalhou na antiga CRT ( Companhia Riograndense de Telecomunicações) privatizada no Governo de Antônio Britto(hoje Brasil Telecom), na TV 2 Guaíba, hoje TV Record, e no Jonral do Comércio,onde editou economia.

Imprensa: O "cardeal Richelieu" da ARI


Adolar

A Oposição diz em pequenas conversas que ele tem mais poder dentro da Associação Riograndense de Imprensa(ARI) que alguns diretores. Há quem diga até que ele é o " cardeal Richelieu" da entidade, ou seja, mandaria no " rei", isto é, no presidente Ercy Torma. Não acredito. Acho que isto é intriga  da Oposição. Agora que passar pela barreira do Adolar - que é oficialmente o zelador do prédio da ARI não é mole, ah, isto não é...que o diga um fotógrafo que há pouco tempo se mudou para Brasília e voltou de achando que podia. O cara pintou na ARI e na entrada nem te ligo pro Adolar.
- Onde é que tu pensas que vais? quis saber o zelador.
O fotógrafo não respondeu.
Foi corrido de lá e jurou nunca mais voltar. Adolar já trabalhou muito e em muitos lugares. Gosta de falar principalmente do tempo de sua juventude, quando viveu em Rio Grande, justamente a terra do presidente Ercy Torma. Mas é uma pessoa simples, sabendo falar com ele, ele deixa ir até a secretaria da entidade. Seu lazer é simples. Viaja muito para a região do Vale do Taquari,quando está de folta, para visitar parentes de sua esposa. Ele é o "xerifão" do barzinho da ARI. Só quemmanda mais que ele no barzinho é o responsável por ele, Verdi Fachini, que nos últimos tempos "cortou" os amendoins.
Se a feira do livro de Porto Alegre tem em Júlio La Porta seu xerife, a ARI tem no Adolar seu xerife.
Na foto acima, Adolar foi pego em fraglante com seu novo "brinquedo" um mata moscas elétrico, que ganhou do diretor Verdi Fachini. Agora ele não briga mais só com estranhos que vão tentar entrar no prédio, ele briga também com as moscas, as verdadeiras. Muita gente que o procura já lhe deram um nome: " Seo ARI". Quando chegam na entidade, perguntam logo por ele. Por isto que alguns oposicionistas pra destilar o veneno o chama de " cardela Richilieu" o que mandava no rei....

Movimento de Justiça e Direitos Humanos informa: documentário “Jango em 3 atos”

Será exibido em pré-estréia, no dia 07 de outubro,no auditório Dante Barone -  Assembléia Legislativa. O ex-agente do serviço secreto do Uruguai, Mario Neira Barreiro espionou durante quatro anos a família de João Goulart no exílio. Em encontro emocionante com João Vicente, filho de Jango, ele revela a Operação Escorpião, criada pelo serviço de inteligência uruguaio para controlar os passos dos exilados. Eleito vice-presidente em 1960, Jango soube da renúncia de Jânio Quadros quando estava em visita a China. Em documento exclusivo só agora revelado, o primeiro presidente parlamentarista do Brasil, diz que a saída de Jânio foi o momento mais dramático da vida dele. Acusado de comunista foi deposto pelo regime militar em 1964.

A morte de Jango ainda desperta a curiosidade dos brasileiros. Oficialmente a causa foi um ataque cardíaco. Não foi feita autópsia do corpo nem no Brasil nem na Argentina. Em carta enviada aos filhos que moravam em Londres, na Inglaterra, divulgada pela primeira vez, Jango avisa que tem medo de morrer.No filme, o ex-agente do serviço secreto uruguaio diz que Jango foi morto a pedido do governo brasileiro. Segundo Mário Neira Barreiro o ex-presidente teria sido envenenado com um comprimido colocado dentro dos remédios controlados que Jango tomava para problemas cardíacos. Mário Neira Barreiro, está preso desde 2003, na Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas, no Rio Grande do Sul, acusado de assalto a banco cometido em solo gaúcho. O detento é parte da trama que deu origem ao livro O Beijo da Morte de Carlos Heitor Cony e Anna Lee.. Com base em farta documentação liberada recentemente pelo governo federal, grande esforço de pesquisa e produção a TV Senado produziu o documentário Jango em 3 Atos. O filme mostra a vida, o governo e o exílio no Uruguai e Argentina. Apresenta depoimentos que mostram como as ditaduras agiram de modo coordenado na América do Sul.  O Jango morreu em seis de dezembro de 1976, em Mercedes, na Argentina. Foi sepultado na cidade gaúcha de São Borja, onde nasceu. O trabalho cinematográfico tem direção de Deraldo Goulart que também dirigiu os documentários Niemeyer por Niemeyer, O Tempo de Erico e Getúlio do Brasil. A produção de Jango em 3 Atos contou com o apoio do Instituto Presidente Goulart com a cessão de documentos e fotos do acervo da família.

Programa de fim de semana

Não se esqueça de ir votar,domingo, dia 05/10/2008!
Quem estiver em S. Borja, vale a dica:
Existem três museus na cidade,sempre abertos aos domingos de manhã:

1) Museu Getúlio Vargas
2)Museu Aparício Silva Rillo ( Missões jesuíticas)
3) Museu Ergológico de Estância, localizado  na Rua João Palmeiro, 2318, sede do grupo amador de Arte os Angüeras. Abre das 9hs-12hs.

Gaudério do Gambrinus se pilcha mesmo no dia de "patricinhas" e "mauricinhos"


Foto divulgação

Mesmo aos sábados, dias em que o restaurante Gambrinus vira point de " patricinhas" e " mauricinhos" o garção e carregador de pratos, Sérgio Pereira, costuma ir trabalhar pilchado no Gambrinus, do Mercado Público."As pessoas acham bacana" diz ele na sua simplicidade. Durante a Semana Farroupilha, Sérgio trabalhou todos os dias pilchado e houve receptividade entre os freqüentadores do já famoso restaurante." Tirei foto até com um japonês", diz Pereira. Sérgio trabalha no Gambrinus há cerca de 12 anos. Antes ele trabalhara na Associação dos Permissionários do Mercado Público e também na Casa de Portugual onde criou vínculos maiores com Antoninho Melo, o dono do Gambrinus.

" Beto" outro sócio do Gambrinus também apóia a idéia de Pereira ir trabalhar pilchado,assim como a gerente Marlene. Segundo o garção,andar pilchado lhe dá até certa notoriedade. Ele diz que muitos freqüentadores do restaurante se queixam de que na capital dos gaúchos há muita pouca gente que anda pela rua pilchado." Eu digo pra eles que isto existe mais no campo e menos na cidade" conta Pereira.

Memória da Imprensa: Jornal JA foi editado porTarso de Castro

Logo que rompeu com a turma do Pasquim, depois de sua prisão em 1970, Tarso de Castro ,mais Luís Carlos Maciel e Martha Alencar, junto com um fotógrafo  montarasm o jornal JA que queria dizer Jornal de Amenidades. Lia sempre este jornal, mas acho que foi mais uma tentativa de Tarso de reagir à prisão. O jornal não pegou.Não sei bem o porquê. L.C. Maciel e Martha Alencar estão aí e poderiam dizer melhor do que eu porque...

Estes dias no niver do Jornal do Mercado, o Emílio Chagas me disse que ele tinha colecionado todos os exemplares do JA.
Os deu pra Minouche, quando morava em Sampa. A Minouche tinha começado a namorar o Tarso - que a roubou do Licínio de Azevedo - e Emílio fez uma presença pra Minouche, uma portuguesa que arrasou corações vazios nos anos 70 em Sampa.
Emílio ficou sem uma coleção que poucos ou ninguém tem.

Desempenho!

O prestígio dos leitores fez com que durante Setembro este site tivesse 5.308 acessos, média de 176 por dia. Brincando, brincando a gente vai dando o recado. Sempre lembrando que o Alfredo, "o saiteiro" é peça fundamental nisto. Além, é claro, dos colegas que mandam artigos e dos leitores que também nos enviam coisas úteis.

Meu pai (e dos meus oito irmãos) completa 80 anos hoje


Alfredo Canton completa 80 anos hoje,dia 03/08

Nascido num 03/10/1928, meu pai, Alfredo Canton(foto) completa hoje 80 anos de idade, sempre tendo vivido em Serafina Correa( antiga La Ùndeze). Foi agricultor a vida toda,até aposentar-se e ir morar mais perto da cidade.Todos, menos uma filha que faleceu aos 4 anos, os filhos migraram para longe de S. Correa.
A " colônia" que ele recebeu de herança do seu falecido pai, José, já foi vendida e virou sítio de lazer.
Não sei o que os leitores têm a haver com isto, mas fica o registro. Na foto, Alfredo,cujo nome todo por extenso é Alfredo Guerino Francisco Canton - seu apelido de infância foi " guerra" - cada um dos nomes atendia a uma solicitação dos familiares está de óculos escuros que ele usa para se proteger da luz artificial,ou solar. Por isto, o Calixto, meu primo, o apelidou de " Stevie Wonder". Apenas uma brincadeira de uma pessoa íntima....

Coleguinhas

1)Dia 01/10, diretoria da ARI esteve em Imbé fechando negócio de um terreno que a entidade tinha lá e foi vendido.

2) ARI vai manter a barraca na Feira do Livro de Porto Alegre!

3)Livro do Bisson está em stand by. Publicação que será feita pela Secretaria Municipal da Cultura está parada porque a prioridade foi editar um livro de Paulo Ruschel - autor da música os Homes de Preto,ou Charqueada - sobre Porto Alegre. Uma pesquisa feita em livrarias apontou que o livro tem procura, portanto a SMC vai reeditá-lo. Herdeiros de Paulo Ruschel abriram mão dos direitos autorais o que abriu caminho para esta nova edição
SMC também editou tempos atrás o Anedotário da Rua da Praia...

Butuí FM, em S. Borja, já transmitiu jogo internacional


Íbaro Rodrigues diretor da Butuí FM, de São Borja

Butuí é o rio das Mutucas, é um rio que atravessa S. Borja. Sei que lá no município tem uma barragem com este nome e também havia uma marca de um arroz chamado Butuí.
 Sempre que vou ao município,procuro visitar esta simpática rádio, que fica bem pertinho do centro. Ela tem um prediozinho nos fundos de uma rua e tem sempre algum programa ao vivo. A primeira vez que fui lá, o fiz convidado por um grupo de jovens,alunos da Unipampa, que queriam fazer comigo uma entrevista sobre meu livro Getúlio Vargas, Depoimentos de um filho.Era um final de tarde, de um domingo, e achei os jovens muito entusiasmado. Depois este mesmo grupo lançou um livro sobre a memória da imprensa de S. Borja, onde eles contam alguma coisa da história da Butuí FM.

Morte de Brizola: No dia 21 de junho passado, estive na " terra dos presidentes" - como S. Borja gosta de chamar-se - para os 4 anos de morte do líder trabahista. No domingo,dia 22, cheguei no finalzinho da tarde pra conversar com alguém na Butuí FM. Não me dei conta que o cidadão que estava sentado no estúdio estava na verdade apresentando um programa que tem lá sobre militares - há na cidade dois quartéis - e eu fui entrando no estúdio.

Ele parou de falar,acho que estava no intervalo, ou algo assim, e depois de falar comigo me explicou que estava ao vivo na Butuí FM. Ele tem um programa que apresenta aos domingos à noite nesta rádio. O que os ouvintes imaginaram que aconteceu neste intervalo, não sei porque foi um bom tempo que eu e ele falamos enquanto fazia silêncio no microfone... A Butuí FM tem todas as tardes  de segunda a sexta-feira, um programa gaudério apresentado pelo Deco Molinos, uma pessoa muito conhecida no meio tradicionalista de S. Borja e da região. O Molinos me disse que ele nunca fora radialista." Quem me convidou foi o Íbaro( Rodrigues), o dono da rádio,me disse ele. 

Fui pesquisar no livro sobre memória da imprensa de S. Borja editado em 2007 pelos alunos da Unipampa e encontrei lá que a história da Butuí FM está intimamente ligada a trajetória pessoal do radialista Íbaro. Quando era vereador, em 1998,ele fez um pedido de uma concessão de uma rádio comunitáira para S. Borja. Essa vontade,segundo disse Íbaro aos alunos da Unipampa,sempre foi como radialista e não como vereador. Em 1997, Íbaro foi como narrador à S. Paulo cobrir a Copa São Paulo de Futebol Júnior, em Bragança Paulista, a convite da rádio Caxias AM, de Caxias do Sul. Fez amizade com o radialista João Belchior Goulart, cujo nome é uma homenagem ao ex-presidente da República,Jango, de S. Borja. Conta Íbaro: como eu era sanborjense fechou todas.Ele me convidou pra conhecer a rádio comunitária  da Igreja Católica que ele trabalhava em Bragança Paulista. Fiquei 20 dias conhecendo o processo da rádio comunitária" contou Íbaro aos alunos da Unipampa.

Cardeal: Um locutor muito conhecido em S. Borja, Paulo César Ribas Lopes, o " Cardeal" contou aos alunos da Unipampa:
- Íbaro estava indeciso quanto ao nome.Ele lembrou do rio Butuí, que passa pela cidade , pesquisou e descobriu que significa rio das Mutucas". Rodrigues queria inicialmente fazer uma rádio apenas para jovens.Por isto o nome inicial da rádio seria " Jovem Sul". Outra idéia era fazer uma rádio apenas para os sanborjenses nativistas e o nome então seria " Rádio Angüera". O locutor Cardeal foi muito importante para o começo da Butuí FM.Ele tinha uma empresa de equipamentos de som para eventos. Foi então pedir emprego na rádio Fronteira FM,quando ficou sabendo que Íbaro Rodrigues estava abrindo uma nova rádio. Ele conta:
- Fui até a casa do Íbaro e me apresentei como o Cardeal que tava a fim de trabalahr na rádio e que tinha experiência com som.Quatro dias depois ele me ligou dizendo que queria falar comigo.
Ele me disse que tinha comprado um transmissor só que não tinha mesa de som,microfone,toca CD. Como eu tinha estes equipamentos acabei emprestando a ele e trabalhando na Butuí FM". A rádio Butuí FM foi colocada no ar em caráter experimental em 9/7/2001, às 16 hs, com a música, " Agenda Rabiscada".O primeiro locutor  a fazer a comunicação ao vivo  foi Íbaro Rodrigues,ainda em caráter experimental.

Oficialmente a Butuí FM foi inaugurada em 01/08/2001 com a voz do locutor Eduardo Belmonte.

" Cardeal" contou aos alunos da Unipampa que ele foi o primeiro operador de mesa e a primeira  voz " no ar" foi a do radialista Nelson Oliveira que gravara esta mensagem: da terra dos presidentes, transmite a rádio comunitária Butuí FM. O programa mais ouvido da rádio é o " Bricão da Butuí" que vai ao ar aos sábados entre 12hs e 14 horas.A Butuí tem hoje cerca de 20 profissionais. Rodrigues contou aos alunos da Unipampa que a Butuí FM foi a primeira emissora comunitária  a transmitir um jogo de futebol internacional, no caso entre River Plate e Grêmio , realizado no Monumental de Nunes, em B. Aires. Por ser seu dono um ex-locutor de jornadas esportivas, Íbaro Rodrigues dá prioridade,quando pode, a tranmissão de futebol. Assim que a Butuí FM fez  também a transmissão  da eliminatória entre Brasil e Argentina também em Buenos Aires no ano que classificou o Brasil para a Copa da Alemanha, de 2006.  

Caminhada de Fogaça no dia 30/09


Seu assessor Pascual Ianni, com óculos pendurados, morde a unha de nervoso. Foto de Vinicius Reis


Coleguinhas que fazem a rádio Cultura AM, de S. Borja!

1) José Carlos " Deco" Almeida

Gostei do que o colega Antônio Britto escreveu sobre o colega DECO Almeida, cujo nome é José Carlos, quando este completou 25 anos de coluna social na F. de S. Borja: " Nas manhãs frias de S. Borja. Relembro as manhãs frias de S. Borja. E o compromisso inicial de cada dia: ir aos estúdios da rádio, eu começando a carreira política, para falar de planos, sonhos e os temas que marcaram uma vida inteira - o preço do arroz, o sonho da ponte, a crise da Metade Sul, a vida do Brasil. Do outro lado da mesa,também jovem, o Deco, com seu estilo agudo, perguntas firmes, querendo saber da política e de um pouco mais. Envelhecemos juntos nessa rotina. Fui candidato,deputado, ministro, governador,sempre passando por ali e pelo Deco." Agora sou eu quem fala: estou aqui na mesa onde escrevo este texto e abro a porta da sala que deixa os jornalistas num aquário. A secretária, quem nos atende do lado de fora é a Rosa Loureiro, de S. Borja. Lhe perguntou a queima roupa:
- Conheces o Deco Almeida. Ela responde:
- Era muito conhecido,diz a Rosa, que recém chegou  de Fernando de Noronha, onde estava, de férias. Era  um colunista social lá de S. Borja.Ele era muito conhecido, não sei agora,né? comenta ela.

Estou no estúdio da rádio Cultura AM na manhã do dia 27/09, passado e recém terminou o noticiário que a Gaúcha de Porto Alegre transmitiu. Deco Almeida está na mesa do estúdio e enquanto são lidos alguns comentários gravados, ele  toca  o telefone do estúdio.
 - Ah,sim secretária, a senhora ligue em cinco minutos...

Chama o colega Edson Arce e avisa que Mônica Leal quer falar sobre as fraudes da LIC desde Porto Alegre.
Antes porém coloca no ar, via fone, o comentarista José Antônio Degrazia que vai comentar um debate entre os candidatos a prefeito logo mais à noite. Deco Almeida deixa o estúdio  e volta pra sua sala de onde comanda a rádio Cultura AM. Me parece ser os olhos e ouvidos do dono, Roque Auri Andres. Nem sei o cargo oficial que ocupa, mas deve ser o de gerente, pelas decisões imediatas que toma e no que é obedecido pela pequena equipe que toca a Cultura AM. Naquele momento é horário nobre da rádio Cultura AM. A cidade inteira ouve o " Giro da Notícia" para saber das últimas. " São entre 30 a 40 mil ouvintes" me informe Edson Arce.Prova desta grande audiência foi que durante o dia duas pessoas me comentaram que haviam ouvido minhas ponderações no programa " Giro da Notícia". Eu havia conseguido " vender meu peixe" ao Deco Almeida algumas horas antes. Foi na abertura da 23 Feira do Livro, em que ele como funcionário público municipal foi o que fez o protocolo do evento. Solicitei-lhe um espaço na rádio e sem maiores delongas marcou para as 8h30minutos. Cheguei bem antes quando ainda estava no ar um programa religioso, dos padres. José Carlos Almeida, o Deco, iniciou ainda em meados da  década de 80 na Cultura AM, quando junto com Mário Aquino apresentava o programa Jornal da Cultura, no horário das 12h30min à uma hora.

2) Alberi Côgo

Nas noites calorentas de Porto Alegre,quando dormir sem ar condicionado é quase impossível, costumava ficar acordado sempre para ouvir o jornal da rádio Guaíba AM, que ia ao ar entre 23hs e 24 horas que transmitia boletins de todo o interior do Estado. E não raras vezes, ouvia um locutor com voz emocionada transmitindo assuntos da fronteira, mais precisamente, de S. Borja.
O interessante era que o locutor, que eu nunca vira na vida, dava uma paradinha antes de assinar seu boletim: DE S. Borja.....Alberi Côgo. Fui conhecê-lo dias atrás, ou melhor ele veio conversar comigo porque eu nem seu nome sabia. Só vi aquele sujeito atracado na máquina de escrever as 7horas e 30 minutos na pequena redação da rádio Cultura AM enquanto o Belmonte ligava pras delegacias atrás de assuntos. Na saída da minha entrevista ele veio perguntar-me o que eu sabia da Guaíba. Contou-me emocionado de que os correspondentes do interior da emissora foram demitidos todos - parece que foram 22 - e que ele  ainda mandam notícias para o Correinho. Estes correspondentes  foram chamados para uma reunião em Porto Alegre onde lhes afirmaram que não haveria dispensa.

Albino

Alberi Côgo é " albino" e não pode se expor à luz solar. Ele conta atualmente com o coleguismo do Belmonte que faz fotos para ele, porque o Correio do Povo exige agora que na central do interior as matérias tenham fotografia. E como o fotógrafo Mário Aguiar está praticamente aposentado - ou não comparece ao trabalho - quem fotografa para Côgo é Belmonte. 
Mas vi no seu semblante o medo de perder mais este emprego.
Pouco sabia do colega Alberi Côgo, e fui portanto pesquisar no excelente trabalho de pesquisa " Memórias sobre a imprensa em São Borja" - que recomendo - e lá descobri que o Alberi Côgo foi um dos que participou da inclusão de flashes noticiosos na rádio Fronteira FM, do mesmo grupo, nos anos 80.

A dupla " Maria Cupim" e a " Traça" trabalham duro pra arrumar arquivo da ARI!

Duas profissionais - a arquviista Maria  Ragagnin Osmari( formada em arquivologia pela UFSM) e a jornalista aposentada Josete Negreiros - trabalham duro pra tirar pó, traças e cupins dos arquivos da Associação Riograndense de Imprensa(ARI).Muitos documentos importantes já foram totalmente danificados por cupins e traças. Denominadas pelo zelador Adolar - que ultimamente descobriu um mata-moscas elétrico e anda correndo pelas escadas  catando moscas e as incendiando - de dupla sertaneja " Maria Cupim " e a " Traça" as duas profissionais tem muito trabalho pela frente, ainda. O diretor da ARI, Ayres Cerutti, vai lá despachar de vez em quando e aproveita pra bicar o cafezinho que as duas se fazem. Até cafeteira tiveram que levar de casa para a sede da vetusta entidade.

Segundo Maria  Ragagnin Osmari " até agora só mexemos nas correspondências, documentos e jornais taxados dos anos 70 em diante". É muito cedo,acrescentou ela,para afirmar se os documentos da ARI estavam em pior estado do que se imaginava. A limpeza e posterior encaixotamento da documentação das duas profissionais envolvem fichas  de inscrição dos associados - um verdadeiro documento da memória da imprensa gaúcha desde a fundação da entidade - fotografias, relatórios e taxação dos jornais. " Ainda não entramos no período mais anterior da entidade" disse Maria que já arrumou o arquivo dos 200 anos da Santa Casa de Porto Alegre, do arquivo histórico Moyses Velhinho, do Hospital Lazarotto, do Sindicato Médico-RS e já fez parcerias com o Iphan( Instituto Histórico,Artístico Nacional).  O trabalho de restauro do arquivo da ARI está sendo feito com uma verba obtida  pelo programa ADAI( Apoyo al Desarollo de Archivos Iberoamericanos) do qual participam países como Brasil,Espanha, Portugual, Colômbia e Uruguai. A verba obtida para a ARI foi de 6 mil euros e já foi liberada. 

Palanque

Segundo o repórter Gerson Anzullin, da rádio Guaíba, a eleição em Caxias do Sul será " ganha" por um " minguinho". Ou seja, está embatucada!

Canteiro de obras

A joint venture formada entre a Construtora Tedescpo e o Zetch Groupp já deu frutos: participará de parte da construção do prédio da duplicação da Aracuz Celulose, em Guaíba. Valor para 50 milhões de reais...

Coleguinhas

1) Jornal da Capítal, de Júlio Ribeiro, completou um ano e fez jantar no Gambrinus, na noite do dia 29/09

2) Jornal do Mercado Público,editado por Fabrício Scalco, completou um ano. O projeto foi criado pelo publicitário Emílio Chagas, que agora está meio saindo fora do projeto, embora seu nome ainda esteja no expediente. Fabrício é um rapaz de 23 anos,de Carazinho e que Emílio conheceu durante uma palestra do repórter Caco Barcellos, em P.Fundo,anos atrás.
O jornal está dando certo, mas tem a colaboração da associação dos permissionários do Mercado Público. Tira 10 mil exemplares e circula mensalmente.

3) Moah, editor do Jornal " Marca da Cal" do Sindicato dos Árbitros, esteve na festa do Jornal do Mercado na noite do dia 30/09, na Taberna no segundo andar do Mercado.

4) José C. Torves, da Fenaj, que circulou pelo Sul  retornou a Brasília.

"Lei Seca"

Não convidem pra mesma mesa o vereador Claudio Sebenello(PSDB)  e aturma dos restaurantes de Porto Alegre. No santinho em que pede votos, Sebenello gaba-se de ter criado a Lei Seca, o que pros donos de restaurantes é a mesma coisa que falar de corda em casa de enforcado. Pela internet e por outros meios, nos últimos circularam mensagens dos donos de restaurantes pedindo aos garções e outros afins não votarem nele....

Revista Tição ainda é lembrada

Em S. Borja, numa pequena conversa com alunos de uma faculdade local me perguntaram sobre a revista Tição, que circulou em Porto Alegre,apenas durante alguns números e que foi feita por um grupo de intelectuais e jornalistas de cor. Segundo Emílio Chagas, foi ele e mais o jornalista Jorge Freitas que fundaram a publicação. Era editada na sua casa, mas depois ela foi " apadrinha" dentro do Sindicato dos Jornalistas, pelo seu então presidente, Antônio Oliveira. Vera Daisy Barcellos, uma das jornalistas que participou do projeto disse que a Tição foi enviada até mesmo para a Europa.

" A revista abordava assuntos ligados aos negros" disse Emílio Chagas, que informou que ele esteve em S. Paulo,convidado da revista Isto É, por causa da Tição para discutir jornalismo feito apenas para esta parte da sociedade. Seja como for, a Tição deixou de circular... Outros jornalistas que participaram do projeto foram Janice Ramos, Jones Lopes da Silva e Vera Cordoso.

Jornal CS zona sul escolhe sua "Garota 2008"

O jornal de bairro CS Zona Sul que circula em todos os bairros da zona suld e Porto Alegre, há 19 anos, está anunciando a realização da 13ª edição do evento "Garota CS Zona Sul 2008", que vai ocorrer no dia 04 de outubro próximo, com início às 22 horas, na Associação Atlética Banco do Brasil (AABB-POA), que localiza-se na avenida Cel. Marcos, 1000. O evento, já tradicional naquela região, vai reunir 25 candidatas, jovens entre 14 e 21 anos. As vencedoras (Garota, 1ª e 2ª princesas), além de vários presentes oferecidos pelos anunciantes do jornal, vão ganhar ainda um fim de semana no Parque Beto Carrero, em Santa Catarina, com direito a levar um acompanhante. O "Garota CS Zona Sul" por tratar-se de um evento institucional, não exige nenhuma taxa de inscrição das candidatas e ainda presenteia o vestido do desfile para cada uma.

Troféu "Daniel Dutra" aos destaques do ano

No mesmo evento de escolha da "Garota CS Zona Sul 2008", o jornal CS Zona Sul vai entregar o Troféu "Daniel Dutra" aos Destaques do Ano 2008. Os agraciados deste ano vãos er as seguintes personalidades e instituições: Eva Sopher (Cultura), Nestor Nadruz (Meio Ambiente), Rodrigo Gonzales Ouriques (Profissional Liberal), Juremir Machado da Silva (Literatura), Marley Soares (Comunicação), Clube do Comércio (Clube Social), Rede Plaza de Hotéis (Especial 50 Anos), Festival de Teatro de Bonecos de Canela (Evento Cultural), Restaurante Água Doce Cachaçaria (Gastronomia), Hotel Pousada Sossego do Major-Gramado (Hotelaria), Parque Beto Carrero World (Turismo) e Associação de Arte Francisco Lisboa (Artes Plásticas).

Enviado por uma leitora: Definição de Avó

Artigo redigido por uma menina de 8 anos e publicado no Jornal do Cartaxo, em Floripa. Uma beleza !!! 'Uma Avó é uma mulher que não tem filhos, por isso gosta dos filhos dos outros. As Avós não têm nada para fazer, é só estarem ali. Quando nos levam a passear, andam devagar e não pisam nas flores bonitas e nem nas lagartas. Nunca dizem 'Some daqui' !'. Normalmente são gordas, mas mesmo assim conseguem abotoar os nossos sapatos. Sabem sempre que a gente quer mais uma fatia de bolo ou então, uma fatia maior. As Avós usam óculos e, às vezes, até conseguem tirar os dentes. Quando nos contam histórias, nunca pulam pedaços e não se importam de contar a mesma história várias vezes. As Avós são as únicas pessoas grandes que sempre têm tempo para nós. Não são tão fracas como dizem, apesar de morrerem mais vezes do que nós. Toda a gente deve fazer o possível por ter uma Avó, ainda mais se não tiver Televisão'.

Coleguinhas que fazem a Rádio Cultura AM, de S. Borja
I - Eduardo Belmonte


Belmonte entrevista o mala do ano 2006 Eloi Amaral

Tem 43 anos e é um dos principais " motores" da Rádio Cultura AM, de S. Borja. Costuma chegar cedo pela manhã e já começa a ligar para suas fontes, a maioria delas ligada a Polícia,Bombeiros,Corpo Naval,entre outras. Mas na noite anterior, Belmonte pode ser visto circulando em sua moto buscando notícias em S. Borja, ou simplesmente andando em eventos da cidade para colher notícias.

Belmonte cobre também a parte política da cidade. Quando Leonel Brizola era vivo ia muito a S. Borja, ele "colava" no ex-governador.Tem um monte de fitas gravadas com Brizola. Eu o incentivei a dar conhecimento ao público destas fitas, mas Belmonte não quer...
A grande vantagem de Belmonte emS. Borja é que ele não é funcionário de nenhum dos poderes e isto lhe dá uma certa independência.

Belmonte pode ser visto tanto no cemitério Jardim da Paz,quando alguma autoridade está visitando os túmulos de Jango ou de Brizola, como no bar La Barca, onde se reúnem os " vagos" da cidade pra bater papol, ver um filme ou simplesmente conversar.

É no bar La Barca,aliás,que todos os anos é feita a escolha do " Mala do Ano". E Belmonte está sempre lá pra entrevistar o " escolhido".

II - Edson Arce


Edson Arce entrevista Leonel Brizola vice de Lula em 1998

Edson Arce  chega cedo  na na Rádio Cultura AM para apresentação do programa noticioso matinal " Giro da Notícia" onde tem a contribuição do diretor da rádio Deco Almeida e a redação de textos de Alberi Cogo.

Arce está mais ligado a outro veículo do grupo, o jornal Folha de S. Borja( 36 anos de circulação).
Arce nasceu em  14/11/1957 em Itacurubi.
Iniciou sua vida de repórter em 1990 na Cultura AM. Antes estudara Letras.
Além de Jornalista, Edson Arce é compositor e cantor tendo participado de festivais. Gosta de escrever poemas e algumas  estórias...
Além de trabalhar na Cultura AM e na Folha de S. Borja, Edson Arce faz parte do grupo de funcionários da Câmara Municipal de S. Borja,onde atua como mestre de cerimônias durante os eventos da instituição.Na 21 Feira do Livro de S. Borja, em 2006. Edson Arce publicou um livro de estórias  chamado Ria... mas nem tudo é de graça. A seguir dois episódios deste livro:

a) Enxergando pouco

O Vô Gaudêncio é daqueles indivíduos que aproveita o tempo para ficar observando o movimento nas estradas do Rincão do Meio, mas já com visão bastante embaçada. Um certo dia estava garoando e como dizem alguns, o tempo estava meio lusco-fusco. Ao lado do netinho observava uma figura preta ao longe e muito curioso perguntou:

- Meu netinho, quem será aquele xirú que vem lá longe de poncho! E o netinho:
- Que nada vô! Aquilo lá é um urubu que está sentado em cima de um poste!

  
b)Cobra das grandes!

Quem não lembra os tempos das grandes tropeadas em que vários homens a cavalo levavam por diante centenas de animais bovinos estrada a fora. Pois é, seu Bastião, lá do Passo das Carretas, contratava tropeadas juntava outros peões e seguia levando gado para outras fazendas ou até para matadouros.Numa certa e longa tropeada, os tropeiros chegaram quase de noite em uns matos do Icamaquã e resolveram ali acampar, pois tinha aguada para os animais, bastante lenha para o fogo de chão e abrigo ao pé das árvores.

Desencilharam os cavalos e um dos peões, Jair, encontrou um tronco bem grosso onde colocou o arreio, pelegos, carona e demais apetrechos da encilha. No outro dia bem cedo, cadê os equipamentos do " xirú" e até o tronco havia sumido. Jair encontrou uma marca deixada por dentro do mato e que se foi campo e resolveu segui-la. Depois de uns cinco quilômetros, o tropeiro alcansou uma cobra sucuri com 12 metros de largura e da altura de um tonel de 200 litros. Em cima  do bicho estava os arreios do Jair, que não se animou a chegar muito perto. Perdeu o material, mas evitou de ser engolido pelo descomunal réptil.

Fotos da Porto Alegre antiga


O edifício da Prefeitura Municipal de Porto Alegre construído em 1906


A Av. Júlio de Castilhos

 

 
 
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Espaço dos Leitores

Grande Olides,
Que prazer ver a cara do livro no teu belíssimo blog, que evoca tantas lembranças boas e tantos amigos queridos!
Agora falta ver a tua cara lá na praça, na sexta à noite, no lançamento do livro.
Te espero lá. um baita abraço, Luiz Claudio Cunha

Oi colega, faço três correções em informes do teu blog e repasso uma informação:
1º — Não sou arquivista. Sou formada em jornalismo, pela Unisinos. Estou a ajudar a Maria, a verdadeira arquivista, por considerar o projeto de recuperação do arquivo da ARI — que conta a vida da nossa categoria — um excelente exercício de resgate das estórias e histórias dos colegas de ontem, hoje e de sempre.
2º — É Enir GRIGOL (grafia correta do sobrenome da nossa colega) . E ela tbém foi apresentadora da TVE, na gestão Collares, cedida do ex-CRT, aonmde era funcionária, hoje Brasil Telecom. Ainda apresentou um programa sobre economia da TVCom.
3º — Meu nome correto é Joséte
4º — O Celestino Valenzuela mora em Cidreira. abraço/Josi

Olides,,outra coisa:  acho que a marocco não ganhou esses prêmios que mencionaste.
pelo que eu sei, ela ganhou um prêmio da benfam, uma associação que se dedicava ao controle da natalidade. o negócio deles era implantar dispositivos DIU no útero das mulheres, para que elas evitassem a gravidez. E eram contestados, acusados de esterilizarem as mulheres etc. por isso resolveram instituir um prêmio de jornalismo, na tentativa de melhorar a imagem. Esse, sim, a Beatriz ganhou. Abraço, lauro d.

Caro amigo Olides: A diversidade de noticias do teu Blog bem como a competência das matérias aqui apresentadas, mostram a maturidade profissional alcançada. Portanto, também já estás plenamente habilitado à ser avô! Cumprimentos, Um abraço e boa sorte. Paulo Tschiedel

Muito obrigado pela matéria do meu pai no site, fiquei emocionado e muito agradecido. Apenas queria corrigir , quanto ao prêmio do homem  que  , despencou de um andaime e com sua habilidade fez uma sequencia inclusive o operário no ar. Com este trabalho o pai ganhou premio ARI de Jornalismo e Prêmio Esso os dois foram primeiro lugar. Foi muito positivo o trabalho dele e oportuno porque foi em uma época que o Ministro do Trabalho  Prieto fazia uma campanha sobre acidente do trabalho. E toda imprensa brasileira falava este assunto, veio daí toda legislação de proteção ao trabalhador, cintos, mascaras etc...Tenho o diploma aqui no stúdio! Obrigadão mais uma vez. Alfonso Abraham

Oi Olides,Ando super ocupada com o trabalho na universidade. Aulas e pesquisa, mais marido, filhas e cachorros. Sobra pouco tempo. Quando a coisa melhorar, mando alguma coisa.Beijao, Heloiza Herscovitz  

Lendo matéria de seu blog identifiquei algo sobre São Borja, especialmente sobre a vitoria dos que querem tornar São Borja livre das garras dos aproveitadores e opressores do povo. Porém devo ressaltar que sua matéria erra qundo cita a diferença de votos da eleição passada, não foi 200, e sim 297, por outro lado a foto exposta na sua matéria não condiz com a realidade, pois é do aniversário de morte do DR. Getúlio, frente ao mausoléu, não tem nada a ver com a eleição do Mariovane, então temos que separar as coisas, o jornalismo presupõem credibilidade, ética, fidelidade para com as fontes, temos que ter respeito pelo leitor, ou seremos mais um a se aproveitar deste expediante para locupletar-se. Abraços Sidnei Fenerharmel - Membro do diretório do PDT de São Borja


Alô meu caro amigo jornalista Olides tudo bem? Lendo matéria de seu blog identifiquei algo sobre São Borja, especialmente sobre a vitória dos que querem tornar São Borja livre das garras dos aproveitadores e opressores do povo. Porém devo ressaltar que sua matéria erra quando cita a diferença de votos da eleição passada, não foi 200, e sim 297, por outro lado a foto exposta na sua matéria não condiz com a realidade, pois é do aniversário de morte do DR. Getúlio, frente ao mausoléu, não tem nada a ver com a eleição do Mariovane, então temos que separar as coisas, o jornalismo presupõem credibilidade, ética, fidelidade para com as fontes, temos que ter respeito pelo leitor, ou seremos mais um a se aproveitar deste expediante para locupletar-se. Abraços Sidnei Fenerharmel.

A Enir Gregol (acho que é gregol e não grigol como registraste) não foi editora de economia do jc. ela foi chefe de reportagem (e muito ruim, diga-se de passagem). PS.: descobri teu site/blog pelo jornaleco do ucha. Também trabalhei como Betinho Hirtz, na zh... Abração, Lauro Dieckmann

Meu caro Olides, bom ler teu blog. Aqui, como sempre, quando precisares de algo, favor contatar. Sabe que eu funciono muito com e-mail que nos facilita a vida. Abraços, Adeli Sell

Olides: 01) - Na segunda te envio exemplares do Antena (Encantado) e A hora (Lajeado). 02) - Em paralelo, de lajeado, te remeto um exemplar do 'A Hora', que antecedeu as eleições. Na minha coluna entrevistei os taxistas e citei uma frase tua usada no site. 03) - Deveria ter sido mais agil, mas estava com atividade eleitorais
(assessoria) e o jornalismo.Em breve tudo volta ao normal. Observ: A históira do nesto Dalla lasta e o Guazelli é verdadeira. Eu publiquei o fato como aconteceu. Não foi no barro, foi nogabinete do prefeito pois Guazelli visitava acidade. Adriano Mazzarino

Corrigindo amigo: O que eles não fazem por uma boquinha I O colega Paulo Quevedo, de Estrela, fez apenas 160 votos como candidato a vereador na sua cidade.Ontem, quando lhe telefonei, estava meio decepcionado porque achava que conseguiria os 550 necessários para se tornar vereador." Estou aqui cheio de dívidas" - (eu não te disse isto mas é verdade) queixou-se o diretor do jornal Folha de Estrela, que já respondeu uma batelada de processos mas se saiu bem em todos. Quevedo disse que entrou de candidato mais pra ajudar  o candidato a prefeito, José Adão Braun, ficou em terceiro lugar. Quem ganhou em Estrela foi o atual prefeito Celso  Bronstrüp (PPS) por apenas 14 votos sobre Rafael Mallmann(PSDB) filho do falecido prefeito de Estrela, Gabriel Mallmann. Quevedo disse que ontem mesmo o prefeito foi pra rádio e desancou o pau sobre ele que durante a campanha o atacou muito. Sempre no campo político evidente, nada pessoal... Valeu. estou às ordens. Quevedo

Olides: A bem da verdade, aquela história de diretores ou editores de veículos, ou ainda apresentadores de programas, inscreverem matérias em seu nome no Prêmio ARI, burlando o regulamento, pertence ao passado. Nos últimos dez anos, quando o concurso foi coordenado por mim, este truque não funcionou mais. Só é premiado o verdadeiro autor da matéria. O júri tem sido rigoroso neste sentido, para frustração de muita gente. ET: Como estou em processo de mudança de endereço, vou permanecer alguns dias fora do ar na internet. Mas, voltaremos...Abraços, A.Goulart

Gringo, aí vai a programação do Porto Poesia 2, um evento que faz a cidade respirar poesia durante uma semana. O primeiro foi lá no Espaço Cultural Erico Verissimo, muito bom em todos os sentidos. Neste tem nomes de peso, como o Donald Schuller, Armindo Trevisan, Oliveira Silveira, Nei Duclós, Maria Carpi. E terá uma mesa bem interessante, que discutirá a relação de poesia e jornalismo, coordenada pelos Josés Weis e Antônio, entre muitas outras. É pegar gravador, câmera e registrar, principalmente para quem está buscando elementos para o resgate da memória, vida e obra de Heitor Saldanha, nosso grande poetas das nuvens e subsolo. Apareça. Emilio Chagas.

 
 



Olides Canton - Jornalista e Escritor


Nascido em 16 de Janeiro de 1952 na cidade de Serafina Corrêa-RS, Olides Canton passou nesta cidade toda a sua infância. Mudando-se para Porto Alegre, cursou a Escola Julio de Castilhos, tornando-se Bacharel em Comunicação Social pela FABICO/UFRGS em 1982. Trabalha como Jornalista desde 1970. Trabalhou na Companhia Jornalística Caldas Júnior, Jornal Zero Hora. No Jornal do Brasil e Revista Carga e Transporte atuou como free-lancer. Editor do Jornal de Bordo e Revista Fitness. Possui 9 livros publicados. Ganhou quatro prêmios de Jornalismo, um do Badesul, dois do Setcergs e um da ARI. Registro no Sindicato dos Jornalistas RS: 2776 - Registro Jornalista - Mtb 4959.

Telefone: (51) 3330-6803
e-mail: contato@deolhoseouvidos.com.br

Autor de inúmeros livros, Olides Canton firmou-se como um
exímio contador de histórias contemporâneas.
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