Dois egos que não
se bicam!
Tania Carvalho lamenta a entrevista desgravada
No recém lançado livro
de Salimen Junior, Tânia Carvalho fala de sua demissão
nos anos 90 da TVE. E conta que apagaram as fitas dos
programas que ela tinha feito inclusive com o líder
comunista Luis Carlos Prestes. Ela não dá
o nome mas quem a demitiu da TVE foi o presidente da estatal
do começo do governo Alceu Collares, o fotógrafo
Leonid Streliaev, o alemão Uda, como é conhecido
no meio.
A partir do episódio,ficaram inimigos.
Tânia ainda fala de um episódio lamentável,segundo
ela, que teve com Luis Carlos Prates, mas não diz
o que foi. Apenas lembra que ele lhe pediu desculpas.
Enfim, as mágoas de sempre.
Alemão Uda começou no jornalismo
no começo dos anos 70, na fotografia da ZH. Chegou
lá junto com Ivan Pinheiro Machado, que depois
abandonou a profissão e foi ser livreiro.
Já Uda seguiu na profissão,
foi fotógrafo da revista VEJA e depois seguiu carreira
solo.
Hoje faz seus próprios empreendimentos, como livros.
O conheci no começo dos anos 70
quando ele andava sempre pra cima e pra baixo com a MÔNICA
sCHMITZ, que não sei que fim levou. Parece que
trabalha com moda e que reside em Londres, na Inglaterra.
Já a Tânia Carvalho não
tenho maiores relações com ela, mas fui
apresentado é o modo de dizer a apresentadora numa
tarde de sábado, no começo dos anos 70,
quando Caetano Veloso,então inciipiente na profissão
veio fazer um show em Porto Alegre.
O show seria no auditório Araujo Viana e Caetano
foi ensaiar de tardezinha. Nossa turma mais dura que rato
de igreja foi espiar o ensaio. A Tânia mandou chamar
a Brigada Militar porque segundo ela estávamos
atrapalhando o tráfego,digo o show do seu star.Depois
do ensaio,lembro bem, ela pegou Caetano a tiracolo e o
levou a churrascaria Scherezaar d, na Protásio
Alves, na subida. Era o xodó da época, tipo
um Barranco de Hoje.
Tânia sempre foi assim: sempre
se achou, como dizem os jovens de hoje.
O esquema não é lhe dar tanta importância,
que ela se aquieta.
Hoje já está sendo substituída
aos poucos pela Kátia Suman, que é digamos,
uma Tãnia Carvalho dos anos 70. Visto deste ângulo
a Tãnia fez escola.
Coleguinhas
* O serpentário ontem,dia 30/04
regurgitava. Estavam lá o filho do Daniel Krieger(advogado)
e os fotógrafos Leo Guerreiro, Assis Hoffmann e
Floriano Bortoluzzi,além do repórter Nelson
Moura. Moura lembra que Benito Giusti não foi aos
eventos da Folha da Tarde do último sábado.
Benito estará magoado porque não o chamaram
pra palestrar sobre o jornal na ARI?
* Julnho Pacheco não foi visto
na noite do dia 27/04 no lançamento do livro do
Salimen Junior. E olha que o Julinho tem muito a ver com
tudo o que está naquele livro.
*Josi Negreiros excelente profissional
procura trabalho. Quem souber de algo, me escreva que
eu aviso ela. Ela merece, pessoal.
*O Fleck, do Jornal do Turismo, que andava
por Livramento, está em Porto Alegre porque assumiu
parte da divulgação da Secretaria de Turismo
do Estado.No turismo, tem que saber vender. Senão
tá frito.
Grande verdade...
por Mario Quintana
A vida é o dever que nós
trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida..
Quando se vê, já passaram-se 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado.
Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava
o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho,
a casca dourada e inútil das horas.
Desta forma, eu digo: Não deixe de fazer algo que
gosta devido à falta de tempo, a única falta
que terá, será desse tempo que infelizmente
não voltará mais.
E X C L U S I V
O ! ! !
Este site tem a primazia de dar uma
pequena nota econômica. Porto Alegre terá
em breve um posto de gasolina apenas para atendimento
de motoqueiros. Não atenderá carros. A bandeira
é da Petrobrás. Mas antes um dono de posto
de gasolina havia oferecido a idéia a Ipiranga
que não apostou nos motoqueiros. Alguém
do meio ouviu a idéia deste dono de posto e a levou
a Petrobrás que topou o projeto. Então,
em breve, inauguração de um posto de combustíveis
que somente atenderá motoqueiros e sua motos. É
que os frentistas em geral não gostam de atender
motorqueiro porque é tudo miudeiro. Os caras chegam
lá e pedem pra botar 10 pila de gasosa. É
muito trabalho pra pouca grana.
Coleguinhas
* Segunda passada, um repórter
da Guaíba entrou antes das sete avisando que o
jogador Alexandre Xoxó( que jogou no Gremio e no
Inter) se acidentara. O apresentador Mendelski entendera
mal e repetiu no ar; como é mesmo o nome dele?
* lançamento da biografia do
Salimen Jr. no Plaza na noite de segunda(27/04) teve até
quem cometesse a falta de educação de furar
a fila.E o camarada( um médico) levado por um funcionário
do próprio hotel. Que mau exemplo!!!!
desculpa do funcionário do hotel pra quem chiou:
ah, ele tem que viajar...
Depois falam mal dos deputados!!!
*Exclusivo: o colunista Adroaldo Streck
não está agrandando com seus comentários
na coluna de O Sul a governadora Yeda Crusius( Deve sr
quando se refere a ela, é claro). Tanto que ela
tentou interferir com a direção do jorna
a respeito do conteúdo da coluna do ex-deputado,mas
a fizeram saber que não dependia deles....Quem
me contou: ora um perdigueiro, como dizia o HH, muito
bem situado.
* O livro de Salimen numa rápida
lida tem muita coisa interessante. Principalmente quando
fala da TV Difusora, que foi como que apa gada na história
da comunicação gaúcha. Quando foi
no passado uma potência, onde muita gente começou
lá....
*O livro do Salimen Jr. é muito
bom, mas tem limitações. Como o fato dos
depoimentos terem sido dados 2 anos atrás...muitos
já envelheceram.
*Por exemplo, a Maria do Carmo não
é mais da Ubra TV.
*Quem nos deve um livro de memórias
é o Carlos Bastos.
E o Danilo Groff,também.
*Tânia Carvalho chutou o pau da
barraca e contou a sua famosa demissão da TVE feita
pelo Alemão UDA, que foi o presidente lá
por uns tempos.
*O Telmo, também conhecido por
" Ratão" - que é um dos figurinhas
recém lançadas sobre a fauna do centro da
cidade - está brabo com quem lhe deu este apelido.
E procura um advogado pra processar o autor.Telmo sabe
tudo da noite, e é uma pessoa muito culta.
Coleguinhas
MARIO ROCHA, TERIA SIDO DA DIVISÃO DE CENSURA?
Mário Rocha organizou homenagem
a FT
Foi o ex-reporter da Folha da Tarde e
professor da Fabico, Mário Rocha, quem organizou
um debate sábado passado na ARI sobre os 73 anos
da extinta Folha.
Mário Eugênio Villas Boas Rocha nasceu em
03.01.1953 filho de Rubem Souza de Rocha e Branquinha
Villlas Boas da Rocha.
Foi repórter da Folha da Tarde e durante muitos
anos integrou a diretoria da ARI.
Não se tem certeza se ele pertenceu ou não
a Divisão de Censura de Diversões Públicas.
Residiu na rua Hoffamnn 578/23.
Foi casado com Saranda´(21.05.1948)
e tem a filha Eva Samaja( 17.04.1971).
Coleguinhas
JAYME COPSTEIN USAVA O "PATO" PARA CORTAR OUVINTE
Convocado por Copstein Florianão
Correa ia na Gaúcha fazer o Gaucha na Madrugada
Outro dos debatedores do último
sábado sobre o jornal Folha da Tarde foi Jayme
Copstein, nascido em Rio Grande em 7/01/1928.
Copstein foi dentista do INPS onde ingressou por concurso.
Também exerceu o cargo de professor
do Ensino Médio.
Já residiu na Gal. Neto, 372, na av. José
de Bonifácio,213/13 e na av. Venâncio Ayres
495/41.
Quando apresentava o programa Gaúcha
na Madrugada na rádio Gaúcha convocou seu
antigo colega da Caldas Junior, Florianão Correa
a ser seu produtor no programa que ele apresentava.
Só havia um " pequeno" problema: Jayme
dormia de manhã, mas Floriano tinha que estar no
DAER, onde era assessor de imprensa as 8 horas da manhã.
E Florianão estava viúvo e morava em Viamão
para onde ia no seu fusquinha.
O que começou a aconteder foi
que durante o dia colegas viam Florianão debru
çado sobre sua mesa de trabalho no DAER ,tirando
um belo ronco.E depois que saía do " expediente"
do DAER, lá pelas seis da tarde, ficava fazendo
tempo pela cidade,até a meia-noite quando então
tinha que se apresentar na Gaúcha pra atender telefonemas,escutar
ouvintes mal-humorados, reclamações e por
aí afora....
Em dois meses desta rotina, Florianão cansou e
jogou a toalha....
Jayme Copstein é filho de Bernardo
Copstein e de Léa Copstein.
A ele,quando trabalhava na redação
do Correio do Povo e era um dos áulicos do dr.
Breno Caldas- dono do jornal - atribuiu-se um episódio
muito comentada na imprensa. O de que um dia morreu o
cavalo Estensorro que ganhara muitas corridas para o dr.
Breno.
Quando Breno chegou no jornal,vindo do sítio do
Arado,depois do almoço, Jayme, muito consternado
pelo fatídico acontecimento, chegou pro patrão
e perguntou-lhe:
- Dr.Breno, de que morreu o pobre animal?
- Um peido estourou-lhe o cú, respondeu Breno,
de mau humor!
Coleguinhas
WALTER GALVANI TEM FAMA DE "FECHADOR" DE JORNAIS
Valter Galvani não se livra da
sina de ser um "fechador" de jornais
Valter Galvani( da Silveira) palestrou
no último sábado,dia 25/04, na ARI sobre
a Folha da Tarde. Galvani era seu diretor quando ela foi
fechada pelo dono, Breno Caldas, numa manhã de
um sábado,em 15/06/1984. Antes disto, Galvani já
havia participado do fechamento de outras jornais, como
o Jornal da Semana, do grupo Sinos, que tinha sua pequena
redação na rua Uruguai, em Porto Alegre.Por
isto,durante alguns anos, quando ele entrava numa redação,
o pessoal começava a se olhar com desconfiança,
como se ele fosse trazer azar.Mas era pura " maldade"
dos coleguinhas.
No dia que a Folha da Tarde fechou, Galvani fez parte
de um pequeno e seleto grupo que ouviu de Breno Caldas
a nova orientçaão de fechar tanto a Folha
da Tarde, como o Correio do Povo. Galvani não tocou
neste assunto na sua palestra de sábado passado.
Contou mais das façanhas da Folha da Tarde, como
quando eles mandaram fotografar a Praça da Alfândega
lotada de pessoas lendo a Folha da Tarde: o assunto; o
assassinato de Robert Kennedy.
Disse Galvani que as pessoas faziam fila
para comprar a Folha da Tarde " na boca da gráfica".
Galvani depois que deixou de participar de redações,
dedicou-se a escrever. Tem vários livros publicados,entre
eles um sobre a Folha da Tarde, um sobre o Correio do
Povo, um sobre o descobrimento do Brasil. Seu último
livro é uma pesquisa sobre os jornais, recheado
de pequenas historietas e foi editado pela Unisinos.
Valter Galvani nasceu em Canoas(RS). Nasceu em 06.05.1934.
Trabalhou na Folha da Tarde,entre outros jornais, como
o Jornal da Semana.
Residiu na rua Riachuelo 754/04.
Hoje vive em Guaíba, RS.
Coleguinhas
JUREMA JOSEFA
Jurema era tão fanática
pelo brizolismo que usava lenço vermelho na redação!
Outra das palestrantes do sábado,dia
25/04, na ARI, sobre a Folha da Tarde, foi a Jurema Josefa
da Silva. Ela trabalhou na extinto jornal em idos anos,
aliás, como todo mundo.
Jurema além da Folha, trabalhou
na Zero Hora e no Diário de Notícias.Atualmente
é chefe de reportagem do Correinho.
Jurema nasceu em 21.05.1948, em Lages,
Santa Catarina.´´E filha de Valdemiro Timoteo
da Silva e Maria P. da Silva. Já residiu na av.
João Pessoa,75/415.
Em 1989,quando Leonel Brizola concorreu
a presidente da República, Jurema que então
trabalhava na Economia da ZH não fazia sigilo de
suas cores partidárias:como fanática partidária
de Brizola, usava na redação do jornal,
um lenço vermelho, bem grande, enrolado no seu
pescoço.
No meio do ano de 1996 deixou o Correio
do Povo onde já estava depois de deixar a Zero
Hora para assessorar a então deputada federal Yeda
Crusius que era candidata naquele ano a prefeita de Porto
Alegre.Jurema estava tão confiante na vitória
de Yeda a prefeitura de Porto Alegre que fez uma profecia
ao Jornal da ARI:" Tenho emprego provisório
até novembro e definitivo,por quatro anos, na Assessoria
de Comunicação Social, após a certíssima
eleição e posse da deputada".
Ela errou naquele ano, mas Yeda se tornaria,
em 2006 a primeira mulher governadora dos gaúchos.
Coleguinhas
* O superintendente de Comunicação
da Assembléia Legislativa do Estado, Celso Augusto
Schoreder é frequentador, às vezes, da noite.
Um local que ia tempos atrás era o Bar do Nito,
na Auxiliadora.
*Jaime Copstein chamou Darci Demétrio
- que ganhou o prêmio ESSO com a matéria
do Caso do Homem Errado - de Demétrio XAVIER! Parece
Franco Montoro, governador paulista, que errava sempre
os nomes dos políticos.
*A Folha da Tarde completaria,ontem,dia 27/04, 73 anos,
se viva estivesse.
* Quando a Cia Jornalistica Caldas Junior
foi dos Ribeiro, por conselho de Alberto André,presidente
da ARI, todos os sábados era publicado um "cadernicho"
interno no Correinho com o nome de Folha da Tarde que
é pra conservar em seu domínio o nome do
jornal.
*Em 15/06/1984,quando fechou o Correio
do Povo, ele tinha 70 mil assinantes.
*Valter Galvani está morando em
Guaíba.
*No sábado,dia 25/04, Galvani
fez um pronunciamento apaixonado sobre o fechamento da
Folha. Pra ele, houve muitos erros...
Um Caso Sério
Por Cristina Tomazzei
Parte Final
Arrumamos tudo e descemos. José,
o porteiro da noite, nos olhou com surpresa mas disfarçou,rápido.
Devia presenciar poucas e boas.
Foi a primeira vez que entrei num BMW e espero não
ser a última. Não nos olhávamos nem
falávamos. Ele voltara a ser o o Dr. Nilo de novo.
A parede de vidro. Indiquei a direção e
chegamos no endereço em tempo recorde. Nem Nélson
Piquet faria mais rápido. Não pude nem curtir
o som maravilhoso. O prédio onde eu morava me pareceu
velho e feio. Ele morava numa cobertura no Moinhos de
Vento. Parecia estar ansioso para retornar para casa.
Ele me olhou, um sorriso frio e distante.
Não ia me dar um beijo de despedida? Tinha-se decepcionado,
se arrependido? Não era possível?
- Boa Noite, Lize.
- Boa Noite, Dr. Nilo! - frisei bem o Dr. Nilo.
Bati a porta e entrei no prédio
sem me voltar. Sua babaca, tinha sido mais uma comidinha
do chefe. Era sempre assim. O chefe usava e jogava fora.
Que loucura: não usara nem camisinha! Podia engravidar,
pegar AIDS. Bobagem! Não dormi o resto da noite,
excitada, chorando e sonhando coisas impossíveis.
Na hora de levantar, peguei no noso e não fui trabalhar
naquele dia.
Acordei dominada por um sentimento misto
de euforia e perda. Na penumbra do meu quarto, fiquei
chocando aquela recente e maravilhosa experiência.
Que loucura! espreguiçava o meu corpo satisfeito
e rolava na cama,simulando cenas vividas a noite nos braços
do meu garranhão fantástico, do meu sonho.Que
homem imprevisível! Três anos de conviivência
para descobir, repentinamente, que não sabia nada
dele, que era um misterioso desconhecido. Na maior, ele
me tomou de assalto, misturou-se comigo numa simbiose
perfeita pra, logo a seguir, desaparecer, como acontece
com os atores quando o pano cai: só nos fica a
sensação de deslumbramento e o sentimento
de perda daquela personagem cativante, que nos conquistou
totalmente mas que, ausentando-se, nos deixa o sabor amargo
da certeza de que nunca mais tornaremos a vê-la.
Quem é Nilo ou Dr. Nilo? Qiuem é este louco
impulsivo, que me desmantelou de tanto prazer?
Não o verei mais? Sua boba?Amanhã, quando
retornar ao trabalho, lá vai estar ele, lindo,
chamando: Lize, meu bem vem cá. Eu entro na sala
e chaveio a porta.Ele me toma em seus braços, me
devbora de beijos e fazemos amor em pleno horário
de expediente....Só amanhã. Trabalhar, hoje,
nem pensar. Já tinha meu plano traçado :
tomar um banho, marcar o cabelereiro e ir às compras.
Nisso,senti que abriram a porta do quarto.
Fechei os oslhos e permaneci imóvel. A porta tornou
a fechar sem ruído.
- Para faltar ao serviço, ela não deve estar
nada bem....- ouvi a voz de minha mãe comentando
para minha irmã.
Isto mesmo, suas bobas, não estou
nada bem: estou ótima! e saltei da cama.
Todo mundo comentava e elogiava o meu
novo visual. Tinha cortado o cabelo e gasto uma fortuna
nas lojas. Ia ter um chefe babando a minha volta, a partir
de agora.
Às 10 horas, o Dr. Nilo ainda
não tinha chegado, o que contrariava todas as leis
da física. Chamaram-me no Recursos Humanos .
- Elizângela - foi dizendo logo Raul,. gerente do
RH. O Dr. Nilo , de Nova Iorque, vai direto para Florianópolis,
assumir a filial.
- Como assim?
_ Ele viajou ontem para os Estados Unidos. Não
retorna mais. Eu também fui ficar sabendo disso
só hoje. De lá,segue direto para Floripa,
em caráter definitivo.
Ele falava uma língua que eu
não conhecia. Eu não acreditava....Só
comigo acontecia uma coisa dessas. Não era possível?
..... para não chegarmos ao extrremo
da demissão, considerando o teu desempenho nesses
anos todos no atendimento ao Dr. Nilo, que por sinal deu-me
ótimas referências tuas,achamos porbem re
aproveitar,provisoriamente, na Seção Pessoal,
Folha de Pagamentos. Provisoriamente, depois...
Que nobreza! Depois de usar, pelo menos
não jogou no olho da rua. Fui assinando os papéis
que Raul foi colocando na minha frente, sem ler. Se uma
jamanta ou um comboio inteiro tivessem passado por cima
de mim,mnão teriam feito tanto estrago.
- Hoje você tá uma gatona.
Se eu não fosse casado ia te fazer um convite para
jantar.
- Ah, é? Raul, não estou me sentindo bem,
ontem já passei mal. Tenho hora marcada na clínica...
Durante uma semana, me ausentei da firma.
Chorei tudo a que tinha direito. Mas sou dura na queda.
Quando reassumi meu novo cargo, o vaso quebrado em mil
pedaços já estava restaurado, com todos
os caquinhos. O trabalho de restauração
foi tão bem feito que as marcas da colagem eram
quase imperceptíveis.
Não tive mais notícias
do Dr. Nilo, do Nilo, do meu Nilo, ou evitei qualquer
possibilidade de vir a ter. Volta e meia, no entanto,
por mais que eu evitasse sempre vazava alguma coisa. Eu
vivia tão somente de lembranças daquela
noite paradisíaca, de prazer e loucuras, e todos
os sonhos impossíveis que ela desencadeou.
A empresa tinha comprado um helicóptero quase que
para uso exclusivo do Dr. Nilo. A filialganhara um novo
rumo, sob sua gestão. A maldita da Rose veio me
mostrar o Diário Catarinense, aberto na coluna
social. A u8nha vermelhaa batendo na foto do Dr. Nilo,acompanhado
da esposa e de duas crianças:" Empresário
gaúcho e esposa noticiam a espera de mais um herdeiro.Carla
Maria,arquiteta,está no quarto mês de gravidez
e muito feliz." Que dor, meu Deus! Comecei a passar
mal e coirri ao banheiro. Vomitei. Então a coisa
explodiu como uma bofetada: eu não menstruara a
cerca de três meses! Desligada, atribuía
o atraso ao fato de ser irregular. Apalpei a barriga.
Agora tudo se clareava: eu estava grávida! Grávida,
eu também! Oh, meu Deus!
Nada se cria,tudo
se copia....
Deu certo por aqui, mais precisamente
no Centro Municipal de Cultura uma idéia que é
aplicada em Madrid, capital da França e que o filho
do professor Sergius Gonzaga, secretário municipal
de Cultura, Pedro, viu e trouxe para o pai. Digamos que
é de filho para pai, não o contrário.
É o seguinte: faz-se um mutirão e lê-se
um livro. Esta é a idéia original disto.
Quarta-feira passada foi lido o Cem Anos de Solidão,
num mutirão que começou as 19h30minutos
com mais de 300 pessoas mas que ao amanhecer já
tinha apenas meia-dúzia de gatos pingados. É
que a mídia, leia-se as tevês já não
estavam mais filmando.
De qualquer modo, a ZH deu matéria,com chamada
de contracapa na sua edição dia 24/05 o
que justificou o investimento na idéia copiada
de Madrid.
Como dizia aquela lei Lavoisir que era implementada na
cozinha da JUC-5 nos anos 70 quando o boião era
uma mistura do que sobrara dos dias anteriores: nada se
cria,tudo se copia!
Agora o título da matéria da Zh de 24/04
foi um esmero: SOLIDÃO em grupo. Refere-se,claro,
ao Cem anos de Solidão.
Rescaldas da Maratona
Literária da quarta-feira da semana passada:
* O secretário da Cultura(municipal)
prof. Sergius Gonzaga não esteve presente.Estava
viajando. Destino: Buenos Aires.
* O prefetio José Fogaça
não só compareceu ao evento como deu o toque
inicial da maratona. Leu a primiera parte.
* Um dos que foi escalado para ler no
começou foi o jornalista Rafael Guimaraens, uma
espéice de celebridade literária do momento
em Porto Alegre, com o sucesdo do seu lugar a Enchente
de 1941.
* Por falar em enchente de 1941, um renomado
( eu diria mais veterano que renomado) jornalista andou
dizendo quando trabalhou de madrugada na rádio
Gaúcha que a expressão " abobado da
enchente" teve origem pelo fato de que as pessoas
" ficavam abobadas" diante do tamanho da tragédia.Na
verdade,segundo a pesquisa feita por Rafael, a expressão
veio de um doença provocada pelos ratos que fugiram
do Mercado devido às águas. Uma pesquisinha
de vez em quando faz bem e não só chutação,
como é o caso deste famoso "sabetudo".
* O novo coordenador do Livro da Secretaria
Municipal de Cultura é carioca. Nasceu no Leme.
Chama-se Daniel Weller e sua estréia no cargo foi
o lançamento do livro Enchente de 41, em março
passado,dentro da semana de Porto Alegre. O livro tem
patrocínio do Fumproarte.
* Com o livro sobre o teatro de Arena,
Rafael Guimaraens ganhou além do prêmio açorianos
de revelação literária 5 paus em
moeda sonante da prefa.
*Sábado passado, dia 25/04/09,
por sinal dia da revolução dos Cravos de
Portugual, em 1974, foi boa oportunidade de ouvir Valter
Galvani falar sobre a Folha da Tarde, que não é
nada pouco: jornal que chegou a tirar 100 mil exemplares
por dia.O " forte" da Folha era a eidtoria de
Polícia e o Esporte.
*Idéioa de ressuscitar a Follha
da Tarde não passa de maluquice. Estranho foi a
ausência de Benito Giusti, pelo menos na ARI onde
h ouve o debate com um bom público. Fazia tempos
que não se via o salão nobre com tanta gente.
*Sergio Ros, de Brasília, manda
chasque: diz que na capital federal é forte o rumor
de que não vai bem a relação conjugal
do primeiro casal do país.
Os que já
tomaram a saideira....
Claudia Lindener Rodrigues
Claudia Lindner Rodrigues encantava pela
simpatia e beleza!
Claudia Lindner Rodrigues nasceu em Porto
Alegre em 12.01.1953,filha de Ovídio Severo Rodrigues
e de Guilhermina Lindner.
Trabalhou no Correio do Povo, localizado
na av. Caldas Junior,219, onde ocupou a posição
de " redatora de arte".
No Segundo Caderno de ZH para onde foi levada pelo editor
Armando Burd também fez cobertura da área
cultural em geral, no que era uma especialista.
Ninguém da família divulgou
a data do seu falecimento e nem as causas.
Até onde se sabe, Claúdia
era solteira ao falecer.
Caco estará
no Clio dia 07/05

Claudio Barcelos Barcello
No próximo dia 07/05 no stúdio
Clio, - local onde antigamente funcionou um cineminha
do Flávio Del Mese -o apresentador do Profissão
Repórter, da TV Globo, Claudio Barcelos de Barcellos,
o popular Caco Barcellos,se apresentará em Porto
Alegre para o programa do encontros com o professor, apresentador
por Ruy Carlos Ostermann. Caco Barcellos deverá
falar de como faz suas reportagens e desde o começo
de sua profissão que começou na Folhinha
da Manhã, jornal da Cia Jornalistica Caldas Junior(CJCJ)
onde casualmente Ruy Ostermann era o diretor.
Mas quem levou Caco para a Folha da Manhã
não foi o Ruy, que nem o conhecia. Quem levou o
hoje conhecido repórter para a Folha da Manhã,segundo
conta Sandra Moura, numa biografia do Caco recém
lançada, foi o então editor internacional
da Folhinha, Jefferson Barros(falecido). Há uma
outr a grande coincidência profissional entre Caco
e o Jefferson, observou ainda a professora Sandra Moura
neste livro: foi o mesmo Jefferson Barros que anos depois
colocou o repórter gaúcho no que ele chamava
de " star system",ou seja, o círculo
das estrela, ou melhor ainda, o JN, da TV Globo. A matéria
que Jefferson colocou ali de Caco foi sobre a mrote de
Mané Garricha em 1983.
Caco Barcellos nasceu em Porto Alegre em 05.03.1950. É
filho de Nércio Pereira Barcelos(falecido) e de
Antoninha Barcelos de Barcelos.
Caco já morou com colegas e amigos na Av. Cuiabá,
na Glória e na av. Princesa Isabel, 160/1009. Isto
quando trabalhava na Folhinha da Manhã.
Foi casado em primeias núpcias com a fotógrafa
Avani Stein, com quem teve o filho Ian(cinegrafista) e
atualmente está casado com Beatriz Frejalli, com
quem tem dois filhos, Iuri e Alice.caco ainda não
tem netos.
A entrada para a conversa é franca, mas seguidamente
com a grande procura deverá hav er distribuição
de senhas.Estudantes gostam muito de comparecer a estes
eventos do Caco.
Ruy Carlos Ostermann foi quem apresentou Caco Barcelos
à Associação Riograndense de Imprensa,onde3
foi filiado em 27 de novembro de 1974. Da ARI Caco foi
desligado em 26.04.1976, por falta de pagamento(É
que nesta época já morava em S.Paulo e depois
em Nova Iorque).
Mariana,filha do
Wellington, me escreve!
Foi com suspense que abri o email da
Mariana. Pensei, pronto, agora vou levar mais um processo.
Não,era esta cartinha carinhosa. Tenho orgulho
de ter sido a primeira pessoa a saber que o Wellington
ia ser avó. Ele me ligou um dia de manhã
bem cedo pra me dizer e publiquei no boletim Fintess.
Espero que a mariana me mande seu endereço que
vou mandar um xerox desta new....
Para os leitores, aí vao a cartinha da Mariana
e a foto da neta do Wellington, com quem eu brinco mesmo
depois de morto!O edtor
----- Original Message -----
From: Mariana Landerdahl mariglander@gmail.com
To: contato@deolhoseouvidos.com.br
Cc:
Sent: Sex 24/04/09 12:01
Subject: Fwd: filha de Wellington Landerdahl
Bom dia Olides,
Sou a filha de Wellington que mora em Curitiba. Gostaria
de agradecê-lo por escrever sobre meu pai em seu
site. Meu pai foi um homem que tinha muitas histórias
para contar. Já faz mais de um ano que ele faleceu
e eu ainda penso muito nele. Chego a sonhar que estou
tentando ligar para ele e não consigo a completar
a ligação. Acho que de alguma maneira ele
deve estar em algum lugar olhando por mim, pois por algumas
vezes sinto que há uma proteção nas
coisas que eu faço. Gostaria de ter levado a minha
filha Julia para ele conhecê-la mais não
pude viajar antes, é o que eu mais me arrependo.
A Julia já completou um ano mas só temos
fotos digitais dela com 9 meses, estão em anexo.
Se precisar de alguma coisa, alguma informação
fico a disposição para ajudá-lo.
Obrigada novamente.
Mariana

Alcunhas e fatos
dos quais as pessoas e lugares não se livram..
Caminhando ontem,dia 26/04 pelo Brique
ouvi dois senhores se referindo ao LFV como o " filho
do Érico!"
Esta é uma alcunha da qual o Luis Fernando nunca
vai se livrar. Mas pensei tem outras também que
perseguem os lugares, ou as pessoas e que é como
que uma marca, ou distintito:
Cidade mais gaúcha: duas disputam
a primazia( Bagé e P.Fundo)
Cidade gaúcha mais violenta: Soledade. Não
se sabe se foi a música do Teixerinha que a consagrou
como tal, mas a verdade é que pegou.
Cidade gaúcha em que os homens s...deixa pra lá....Pelotas(dizem
até que os riograndinos não deixaram por
menos e picharam um muro de Pelotas com a seguinte frase:
monumento ao veado desconhecido...)
Outra que tem esta fama é Campinas, no interior
paulista...
Cidade onde se mente muito: Nova Bréscia(
mas também fazem at? ? o festival). Nova Bréscai
também tem fama de gente que sabe fazer churrasco.
Nas rodovias paulistas, churrascaria com nome de Nova
Bréscia é sucesso garantido.
O colega Omar de Barros Filho, o Matico,
nunca vai se livrar de um episódio ocorrido em
1974,ou 75. Fã do Jorge Mautner, ele foi vitima
de uma molecagem na Folha da Manhã,onde trabalahva
que redundou numa tremenda barriga da rádio Continental...(ver
livro sobre a rádio Continental que está
contado)
Flávio Tavares: numca vai se livrar
da pecha de ter " matado" dom Vicente Scherer,
num episódio dos anos 50/60 envolvendo ainda a
rádio Guaíba.
A ZH inicial: havia até uma expressão:
" expreme que sai sangue", porque só
dava noticiário policial.
E depois tem aquele boteco,ou barzinho onde se come todo
o dia...ali a alcunha geralmente é " MORTE
LENTA".
A vida como ela
é.
Um Caso Sério
Por Cristina Tomazzei
Parte DOIS
Ele me virou e foi me conduzindo para
a frente.Me deixei conduzir sem entender o que ele pretendia.
Parou diante da outra mesa da sala,ocupada pelo assessor
, que viajava. Com um gesto rápido da mão,jogou
todos os papéis e badulaques para o chão.
Foi-me empurrando de leve mas com pressão e eu
fiquei debruçada sobre o tampo do vidro da mesa.
Senti suas mãos erguendo minha saia e baixando
minhas calcinhas,ou melhor,arrancando. Tudo era feito
muito rápido. Virei a cabeça e o vi desfazendo-se
das calças. Um membro enorme e rijo saltou das
cuecas.
Eu tentava balbuciar um protesto mas
não saía nada. Começou a me penetrar.
Pensei que ia sentir dor pelo tamanho incomum do seu membro,
mas não. Eu estasva tão molhada que escorria
pelas pernas.Sentia um vendaval de emoções
e pr azer, como se estivesse num redemoinho de sonho.
Nunca sentira nada igual. Mesmo assim,eu queria protestar.
Me dava conta: não wera para me recusar, era por
que não estava usando camisinha. Agora não
adiantava. Sentia o seu sexo lá no fundo, num movimento
de vai-e-vem e explodi num grito acompanhado de um orgasmo
alucinante. Ele continuou me penetrando,agarrando o meu
quadril,agora, com mais violência. Eu estava totalmente
subjugada. Enquanto ele preparava o seu prazer, eu tornei
a gozar mais uma,dias vezes.Escutei a sua voz, me xingando:
- Mexe, sua p.!vagabunda! Mexe esse rabo,sua vaca!
Eu rebolava como podia na posição
incômoda e ele aumentou o ritmo das suas estocadas.
Ele começou a urrar, a gemer e a grita, enquanto
me enterrava todo o seu membro,impetuosamente. Gozei junto
com ele, a mesa se deslocando para frente até encontrar
a resistência da parede.
Ele desabou encima de mime ficamos respirando
acelerado, taquicár dicos. Sentia seu membro desinchar
lá dentro. Tinha encontrado o macho da minha vida.
Em seguida, ele me pegou no colo e me levou para o sofá
no canto da sala. Um hipnotizado pelo outro, tiramos a
roupa que nos restava. Nos jogamos um para o outro,entredevorando-nos,
com um apetite canibalesco.
Este homem me virou do avesso.Não
houve lugar onde sua língua não alcançasse,
o sweu membro avantajado não me trespassasse. Ele
usou o meu corpo e eu o dele sem nehuma limitação
de regra, sem nenhuma noção de pecado.
O impulso surgia e realizávamos. Parece que tínhamos
reservado energias a vida toda para expandirmos ali, duma
vez só.
Era um sonho-realidade que eu queria prolongar indefinidamente.
Adormecemos,abraçados.
Acordei com a voz dele.
- Lize,acorda!
Ele já se vestia. Senti uma súbita vergonha
e comecei a me vestir também. Evitávamos
nos encarar. Alguma coisa mudara. Ou eu estava sonhando
e ia acordar em seguida...
- Sabe que horas são? Duas horas.
De que ano?De que século? Recém
começávamos e ele já falava em horas?
Para mim o tempo não contava mais.Ao seu lado,
o tempo parava, o mundo desaparecia. Só ele existia.
- Vou te levar!
Continua na proxima edição....
Coleguinhas
* Elmar Bones da Costa está procurando
novo endereço. O atual, na Augusto Pestana, custa
dois mangos por mês de aluguel. Proposta da Já
Editores foi feita pra alugar a casa onde viveu oe cologista
José Lutzenberger e onde funciona parcialmente
a Fundação Gaia.
Bicudo,apesar de todas as adversidades é um lutador
e sempre sobreviveu nele o instinto de repórter,
que é mais forte do que o de empresário.
* Kenny Braga faz do Tuim,na Ladeira,
uma " livraria". Carrega na pasta livros do
Inter e ali vende e autografa ao mesmo tempo.
* Najar Tubino no dia 22/04 vendeu um
livro seu sobre ecologia pra pesquisadora Aspásica
Camargo, que veio falar sobre memória política.
* Luís Antônio Duarte, o
mais conhecido Nikão Duarte,esteve dia 22/04 vendo
palestra de Aspácia Camargo no Dante Barrone.
Nikão está terminando um livro sobre a história
da terra natal, Pinheiro Machado,mais conhecida por Cacimbinhas.
* Repórter de um veículo
de Gravataí, fez,ontem, dia 23/04 pergunta a ministra
Dilma Roussef,durante coletiva, que interessava ao deputado
estadual Frederico Antunes(PP) sobre a usina de Uruguaiana.
Ministra quis saber o que a repórter queria saber
mesmo e ela se embaralhou....
Coleguinhas
HAMILTON CHAVES QUE "MANDAVA" EM LEONEL BRIZOLA
Inaugurada sala Hamilton Chaves no Palácio
Piratini!
Leva o nome de Hamilton Moojen Chaves
a sala de imprensa do Palácio Piratini,entregue
ontem pela governador a Yeda Crusius.O nome é um
afago no PDT porque o falecido jornalista sempre foi ligado
as hostes trabalhistas,tendo sido assessor de imprensa
do Governador Leonel Brizola,quando este foi governador
do RS. Hamilton Chaves foi assessor de imprensa de Leonel
Brizola justamente durante o período da Legalidade
em agosto e setembro de 1961.Algumas más línguas
diziam que " Hamilton mandava no Brizola".
Chaves - que era amigo do compositor
Lupicínio Rodrigues - nasceu em Lagoa Vermelha
em 17.05.1925 fiulho de Elpídio R. Chaves e de
Marieta Moojen Chaves. Trabalhou,além de jornais,
no ECAD e foi assessor de imprensa da Assembléia
Legislativa do Estado, onde ocupou o cargo de assessor
de comunicação. Faleceu em 1985.Um irmão
de Hamilton foi dono do bar Clave de Lua.
Hamilton foi casado com Nilce. Tem uma filha Maria Betânia(17.05.1962).Outro
filho de Hamilton é o fotógrafo Ricardo
Chaves, o Kadão.
A vida como ela
é...
Por Cristina Tomazzei
Originalmente publicada na revista Achadas
& Perdidos, na edição número
1 em outubro de 1994.
UM CASO SÉRIO
O desejo e o prazer podem surgir nas
situações mais inesperadas. Hoje, você
vai conhecer a história de Lize. Quem sabe,amanhã
conheceremos a sua...
Aquele dia foi cheio de surpresas. Angelina
se acidentou.O Dr. Nilo xingou a mulher com palavrões
ao telefone. Logo ele, tão controlado...E minha
vida mudou completamente.
Angelina caiu na escada do sétimo.
Tiveram de carregá-la,está muito pesada.
Não fraturou o pé, apenas torceu, machucou
o quadril, também. Gorda como está, teve
sorte de não ter sido coisa pior. Vai ficar ausente,
no mínimo, 15 dias. Que dia pesado! O telefone
não pára. As pessoas estão pirando,
todo mundo está tenso. Todo mundo grita, todo mundo
tem pressa. Estou tensaq, também, como uma corda
de violino.
- Dr. Nilo, é a sua esposa.
Até o Dr. Nilo gritou,aquele. Palavrões
horríveis. Logo ele, tão calmo, tão
frio. Fechei a segunda porta da sua sala, receosa de que
algum cliente, na recepção, escutasse.Mas
ninguém escutou. Só eu, com a parabólica
ligada. Gritos abafados,furiosos.
A agenda dele estava cheia, como sempre
O telefone tocou.
- Dr. Nilo, é a sua esposa de
novo.
- NÃO VOU ATENDER! DIZ PRA ESSA P...NÃO
LIGAR MAIS!
Que é isso, meu Deus? E agora?
- O Dr. Nilo acabou de sair, correndo, para atender a
um compromisso.
Ela me bateu o telefone na cara. Que perua!
Depois, não paramos mais. Era
um entra-e-sai de clientes.Eu, correndo para lá
epara cá, providenciando cafezinho,água,
atendendo e fazendo ligações. O Dr. Nilo
havia reassumido o seu ar seguro,calmo,sorridente. Era
uma laje.Tudo voltava ao normal. Só os pal avrões
berrados é que não me saíam da cabeça:
SUA P...VAGABUNDA,MUQUIRANA! ME LARGA DE MÃO! PROCURA
UM ADVOGADO PRA TRATAR COM O MEU! Que é isso, meu
Deus? que baixaria! EWra inacreditável que tivessem
sido ditos pelo Dr. Nilo. Nos três anos em que eu
traballhava para ele, tinha sido impecável como
homem e como patrão. Sempre elegante,cheiroso,comedido,formal"
SUA F.D.P...!" Encheu a boca no sei vozeirão.
Não sei porque, lá no fundinho, gostei de
ouvir aquilo. Nunca simpatizara com ela, a esposa. Era
tão arrogante! Engoli um lanche que o boy me trouxe.
- Lize, dá um pulinho aqui, por
favor.
Nem na hora do lanche, meu Deus?
- Sim, Dr. Nilo.
- Se por acaso eu precisar, podes ficar até mais
tarde?
- Claro, Dr. Nilo. Não tem problema. O tempo que
for preciso.
- Obrigado.
Fechei a porta atrás de mim. UFA!
Que saco! Mas, na verdade, eu não me importava.
Tinha todo o tempo do mundo disponível. Era preferíve
l o trabalho duro do que o tédio.
Assim, o tempo passava mais depressa. Eu estava sem ninguém
e não queria saber de ninguém tão
cedo. Homem cansa!
Clara me ligou, convidando pra sair.
- Hoje não dá. Tou empenhada. Se o Dr. Nilo
suspender, te ligo.
Mas não suspendeu, todo mundo foi embora e eu fiquei
lá,sozinha com ele. Sentei-me diante do computador
com a pasta que ele me passou. Contratos, cartas, propostas
de negócios. Eu ficava por dentrode tudo o que
estava acontecendo de importante na empresa. Comecei a
trabalhar, concentrada. Ele quieto, na sua mesa, examinando
papéis.
SUA VACA! SUA VAGABUNDA! Incrível
como certas pessoas se escondem atrás de um cargo
e não parecem ser de carne-e-osso. O formalismo
do Dr. Nilo mantinha as pessoas à distância,
impessoalmente. Os palavrões explodidos na sua
boca me deram uma dimensão mais humana. O Dr. Nilo
era gente, descera do seu pedestal, também tinha
problemas como todos n? ?s. Apesar do poder, da riqueza,
do status socialelevado. Eu o observava com o canto do
olho, às vezes, e ele me pareceu frágil,
inseguro, neste momento.
Pela primeira vez, senti pena dele. Coitado, devia esta
vivendo uma barra!
O ar tirste o deixava mais bonito. Notou
que o observava e sorriu. Perdi o rebolado. Senti um calafrio
percorrer a minha espinha. O sorriso rápido e a
retomada do ar sério, de perfil, me fizeram achá-lo
o homem mais atraente do mundo. Era um homão. Lindo.
Um tesão. Agoira dava pra notar que eu reprimira
sempre esta atração. As minhas colegas comentavam
sobre o charme dele e me perguntavam, maliciosamente,
se ele não dava em cima de mim.
E eu sempre saindo pela tangente: não vejo nada
do que vocês vêem, bem capaz que ele ia dar
em cima de mim.
Fora do relacionamento de trabalho eu não existo
para ele. E nem ele para mim. Será que ele nunca
deu em cima de mim, mesmo?
Por mais que eu apelasse para a memória,
não me ocorria nenhum lance, uma deixa, que me
fizessem subentender uma tentativa de aproximação.De
fato, o Dr. Nilo nuncaligou para mim. E olhem que eu não
sou de jogar fora, não sou nenhuma Kim Bassinger,
mas me acham parecida com a Sharom Stone. Brincadeirinha,
nada a ver. Sou loira, cabelos médios, um nariz
grande demais para o meu rosto, óculos eum corpo
perfeito escondido debaixo dum uniforme de secretária
fora de moda. Sem falsa modéstia, me acho bonita.
Vários clientes e executivos graduados da empresa
já andaram arrastando a asa para o meu lado.Sem
contar os inúmeros colegas. Mas,depois do Jorge,
o gerente da firma anterior em que trabalhara, jurei não
me envolver com ninguém no ambiente profissional.Nunca
mais. Me vacinei. Mas o Dr. Nilo, juro, nunca percebi
nada. Talvez por isso eu tenha colocado uma parede entre
nós: só o via com os olhos de subalterna
e a recíproca também era verdadeira.
Hoje, pela primeirissima vez, eu o via como ele realmente
ra: um macho atraente,triste e cheio de problemas.
- Falta muito Lise?
Porque ele não me chamava como todos? Elizângela.
Não seria um toque, que eu não percebera?
Aquele Lize dele era muito carinhoso, íntimo. Será
que eu nunca notei? Cega total?
- Um pouco a-i-n-d-a = gaguejei.
Ele levantou e se colocou atrás
de mim, olhando a tela. Incrível como estava lenta
hoje. A coisa não andava. Eu escutava a sua respiração
e senti um calor repentino no rosto que se irradiou para
todo o corpo. Tossi de lado para disfarçar.
Ele ficou por trás de mim, revendo algumas claúsulas
do contrato. Inclinou-se para a frente, para enxergar
melhor e seu rosto ficou ao lado do meu, quase roçando.
Eu sentia uma fragância entontecedora do Azzaro,
quie era a sua colônia preferida. Meus pelos se
eriçaram, parei de respirar. Alguma coisa estava
acontecendo, meu Deus, eu tremia. Apontou na tela e me
citou um a créscimo. Meus dedos saltitavam no teclado,
descoordenamente. Saía tudo errado. Refazia. A
trremedeira não me deixava tocar nas teclas certas.
Pousou a mão no meu ombro.
- Cansada?
- N-n-ã-o. Não tem problema.
- Tira a mão do meu ombro, por favor!
Faz uma cópia do contrato. Enquanto eu reviso,
podes ir alterando os relatórios e já imprimindo.
- Ok, Dr. Nilo.
Ele voltou para a sua mesa mas a sua mão ficou
no meu ombro,queimando.
Botei o contrato pra imprimir. Olhei o relógio:19h30minutos.
Não ia terminar antes das nove. Isso,se não
houvesse muitas alterações a fazer. Com
o Dr. Nilo era assim:qundo tudo parecia estar concluído
começava tudo de novo. Tinha mania de perfeição.
Por mim,tudo bem podia amanhecer que não tinha
problema.Afinal, quem mandava era ele e pagava bem por
isso. Fechei os olhos: o seu cheiro ainda me penetrando
pelas narinas. SUA CADELA! Agora estava tão tranquilo,
tão gentil,que nem dava para a creditar que tivesse
proferido aqueles palavrões com tanta fúria,
tanta violência. Ele tinha conseguido me assustar....
Destaquei o papel da impressora, dobrei
e levei para ele. Retornei ao computador e comecei a atacar
os relatórios.
- Lize...
- Sim?
Fui até ele, que rabiscava no
contrato. Tinha feito várias alterações
que destacava com marca-texto. Apoiei-me na mesa para
acompanhar melhor o que ele me mostrava e minha perna
encostou em sua coxa. Me afastei.
Aqui, elimina tudo e transforma num parágrafo único.
A cadeira girou de leve e sua coxa tornou
a encostar na minha. Não recuei. Ele continuou,
página por página, indicando-me as mudanças.
A pressão aumentou ou foi impressão minha?
A temperatura subi...
- Não quer jantar comigo, depois?
Eu não estava entendendo. Mew
olhava dum jeito gozado. Era um convite para jantar com
ele? Era isso, mesmo?
Ergueu-se e fiquei pequenina diante dele. Ficamos nos
encarando. Ele sorria, lindão. Me pegou pelos ombros,
me puxando. Beijou-me. Eu estava mole,sem reação,
muda. Ele me apertou com mais força contra ele
e tornou a me beijar.
Engraçado. Lembrei da piada que
as gurias contaram, do ladrão violentando a vítima.
Se não tem como escapar e o ladrão é
bonito, relaxa e goza. Abracei-o também e correspondi
aos seus beijos,totalmente, alíngua morna e volumosa
dele dentroda minha boca. Que loucura!
Continua numa próxima edição....
Coleguinhas
* Segunda-feira,dia 20/04 e quarta,dia
22/04 salinha J.C. Terlera da Assembléia Legislativa
esteve interdita por causa de obras no andar superior.
*Homenagem prestada pela Assembléia
no dia 22/04 no Grande Expediente pelo seu aniversário
trouxe tantas funcionários para a casa como poucas
vezes se vê. Lotou os ele vadores!
*Farra das passagens aéreas dos
deputados federais está indo além da conta
e está dando razão a algumas viúvas
que tem saudades de épocas passadas.
* Mário Santarosa caiu das bocas
da ARI. Pediu o chapéu porque está sem tempo
de cuidar da diretoria dfe Cultura da entidade.
* Pra arrumar a ARI, só mesmo
a Eva Sopher. Chamem a veinha.
* É que a ARI já deu muitos
dividendos...
*O colega Ucha lembra que dia 27/04 próximo
haverá lançamento de livro do diretor comercial
do JC, Salimen. Diz o Ucha que o livro está excelente.
Então vamos lá.
*Rogério Mendelski,ontem,dia 22/04
disse que possivelmente durante o dia ocorreriam pancadas
de chuvas. Ora, Mendelski, seria pancadas de que? se não
de chuva? de sol|?
* Claudia Laytano e Daniel Mello, coordenador
do Livro da Secretaria Municipal de Cultura(SMC) dividem
o mesmo teto.
*Claudia Laytano já foi casada
com o colega Roger Lerina.
* Secretaria Municipal de Cultura(SMC)
lançou livro Rua da Praia, de Nilo Ruschel,depois
de negociação com herdeiros.
Direto do Passo
de Torres
por Lauro Dieckmann
O fim de semana foi excelente neste feriado prolongado
de Tiradentes. Dias luminosos e de temperatura amena.
Os mais corajosos até enfrentaram as águas
frias do mar. Além do bom tempo, o Festival de
Balonismo (21ª edição) ajudou a enfeitar
o panorama. E ainda teve um evento de motoqueiros. Só
choveu no domingo à tarde e à noite. No
mais, só tempo bom.








Editora da Cidade
relança Rua da Praia
A Editora da Cidade da Secretaria Municipal
de Cultura (SMC) está relançando o livro
Rua da Praia. Escrita pelo radialista, escritor e jornalista
Nilo Ruschel, o homem que batizou Porto Alegre de “cidade
sorriso”, a obra é uma pequena jóia
evocativa de um tempo considerado glorioso por aqueles
que o viveram. O livro registra os personagens, o comércio
e os acontecimentos marcantes da via que, até hoje,
permanece no imaginário dos porto-alegrenses como
a mais charmosa e importante da cidade.
Em Rua da Praia, Nilo Ruschel realiza
um trabalho memorialístico de extraordinário
valor histórico e documental. Graças ao
seu talento, eventos que pareciam perdidos na névoa
do passado renascem nas páginas do livro, fazendo
com que ele adquira o status de admirável crônica
de costumes. Nesta Rua da Praia de pedras rosas e pretas
(hoje cobertas pelo Calçadão), desfilaram
os políticos mais importantes do Rio Grande do
Sul, que freqüentavam a célebre alfaiataria
de Germano Peterson Jr. Intelectuais discutiam a vida
cultural na frente da Livraria do Globo. Multidões
acorriam ao Largo dos Medeiros para discutir os fatos
mais importantes do dia ao redor ou no interior da Confeitaria
Central. E, como não poderia deixar de ser, as
mais lindas e elegantes mulheres de Porto Alegre faziam
o footing vespertino na Rua da Praia.
São tantas as situações
de caráter lírico, dramático ou humorístico
descritas em Rua da Praia que fica justificada a afirmação
de Rubem Braga de que Porto Alegre se destacava por uma
rua, “na qual metade da população
assistia a outra metade passar”. Ruschel recria,
por exemplo, a era romântica da aviação,
quando os pilotos franceses Antoine de Saint Exupéry
(O Pequeno Príncipe) e Jean Mermoz eram vistos
nos cafés, se destacando na paisagem urbana pelos
seus então exclusivos casacos de casacos de couro.
O cronista também rememora os desfiles das sociedades
carnavalescas Venezianos e Esmeralda, os quais empolgavam
as multidões que se concentravam na Rua da Praia.
E vultos destacados como Júlio de Castilhos, Getúlio
Vargas e Flores da Cunha são retratados por Ruschel
com a idêntica dimensão humana de figuras
populares, como os vendedores de jornais Maria Chorona
e Negrinho Adão.
Lançado num tempo (1971) em que
os bancos, financeiras e lanchonetes tomavam conta do
cenário descrito pelo cronista, Rua da Praia logo
se esgotou. O relançamento da obra de Nilo Ruschel
é um presente da Editora da Cidade a todos os leitores
que amam Porto Alegre. Rua da Praia é o sexto número
da série Porto Alegre Revisitada da SMC, a qual
inclui títulos como Antes do túnel, –
uma história pessoal do Bom Fim (Juremir Machado
da Silva), Porto Alegre - Roteiro da paixão (Luiz
de Miranda), Moinhos de Vento - Histórias de um
bairro de Porto Alegre (Carlos Augusto Bissón)
e Anedotário da Rua da Praia I e II (Renato Maciel
de Sá Jr.).
21° Festival Internacional
de Balonismo de Torres
O 21° Festival Internacional de
Balonismo de Torres que começou na sexta-feira
passada (17/04) e se estendeu até terça-feira,
o feriado de Tiradentes, foram cinco dias de um verdadeiro
show de cores no céu na praia mais linda do Rio
Grande do Sul. A grande inovação do festival
este ano foi a evolução dos balões
incandescentes e brilhantes, formando um espetáculo
de luzes e cores, embalado com música clássica,
numa espécie de balé noturno.
Exclusivo para o site deolhoseouvidos,
o repórter fotograáfico Alfonso Abraham
esteve cobrindo o festival para sua agencia ALD Produções
Fotográfica - www.espanholfotos.blogspot.com.







Medabil investe
apesar da crise!

A Medabil, de Nova Bassano, inaugura,hoje,
dia 23/04, em Extrema(MG) a sua primeira unidade fora
do RS. Segundo os diretores Arlindo Bellibio(presidente)
Cesar Boillibio( vice de operações) e Lires
Billibio, vice de gestão) o investimento na unidade
que se inaugura hoje foi de de 70 milhõpes de reais.
A nova unidade possui uma capacidade instalada de de produção
de 70.000 mil toneladas anuais de estruturas e a nova
unidade represetnará um acréscimo de 100%
na produção atual da empresa.
A Medabil possui duas unidades de fabrico
em Nova Bassano, onde a aempresa foi fundada por Atilio
Billibio - falecido tragicamente há dois anos num
desastre aviatório -e uma em Nova Araça,
todas na Encosta Superior do Nordeste do RS.
Durante café da manhã,ontem,dia 22/04 em
que receberam a imprensa os diretores confirmaram que
a empresa pretende se expa ndir,inclusive internacionalmente.
Tem unidade em Angola e está pensando em novos
mercados. Os diretores confirmaram que a Copa do Mundo
de 2014 no Brasil já está trazendo sondandagens
pra construção de estádios e de novos
hotéis.
Campeão
da Mentira
Serafina,agora, ganhou o prêmio
de Campeão da Mentira, de Nova Bréscia.
Era só o que me faltava, como dizia o seo Dagostini,
lá de Pachamac, no interior do Peru, onde morei
dois anos no passado. O Maróstica foi lá
e papou o prêmio dos mentirosos em Nova Bréscia.]
Mas o advogado Oraldo Rodrigues,me alcançou duas
belas fotos do rio Carreiro dos primórdios dos
anos 60,quando Serafina ainda era uma vila e a metade
do que o municío mãe arrecadva que era Guaporé
vinham dos cofres de Serafina, ou La Undeze, como chamavam.
Agora o novo prefeito já veio pra Porto Alegre
e exige um delegado de polícia que faz 10 anos
que a delegacia local não tem . Não se sabe
o que o prefeito anterior fazia que não exigia
uma delegado de polícia pro local.

Serafinenses no Rio Carreiro
Nas fotos que são do acervo da
Glessy Arminda Garcia aparecem na foto um da esquerda
para a direita Glessy Arminda Garcia, Nadina Borges Soccol(
atual juiza de paz) Dila Maria Variani( que trabalahva
na central telefonica que ficava onde hoje está
a padaria Wallar. Lá quando alguém pedia
uma ligação podia ir trabalhar que de noite
ela chamava o cristão que era quando chegava a
ligação) e Lourdes Ana Varina. Nos fundos
da foto Um Aristides Rodrigues Iesbick e Jose Mauricio
Rodrigues(irmão do Oraldo). O homem de chapéu
que pesca é desconhecido. Esta foptyo como a outra
foram feitas no dia 31.01.1960,quando Serafina ainda era
distrito. Em 1961 veio a emancipação.

Férias eram sempre em Janeiro e Fevereiro
A foto Dois também feita no mesmo
dia também no rio Carreiro mostra da esq para a
diretia Nadina Borges Soccol, Glessy Arminda Garcia, Lourdes
Ana Variani, Valderei Variani e Dila Maria Variani.
As viagens de Serafina até o rio Carreiro para
tomar banho ou fazer um piquenique e tomar umas gasoas
eram feitas sempre na boléia de alguma camionete
e pela Capela Santana pela 12,ao contrário de hoje
em dia que com o asfalto vai-se ao rio Carreiro pela capela
S.Pedro.Vê-se nas fotos o mato chegando até
abeira do rio o que hoje não acontece mais porque
o camping destruiu toda a mata.
O rio Carreiro ainda não tinha a ponte - construída
no segundo mandato - e para passar de Serafina até
o Nova Bassano atravessava-se o rio em Balsa.
O local era chamado do lado de Nova Bassano de Caçador
e ali havia como ainda h´um moinho de trigo dos
Zanetti.Agradeço a gentileza de quem me cedeu as
fotos.
" Te abaixa
Assis,olha as balas, Assis..."
Assis Hoffman
Dizem as más línguas, que
Flávio Alcaraz Gomes e Assis Hoffmann,quando foram
cobrir a Guerra dos seis dias entre Israel e Egito, em
1968, não foram pro front e que os conselhos que
o radialista dava ao vivo pela rádio Guaíba
" te abaixa Assis,olha as balas..."não
passavam de uma cascata do hoje veterano repórter.
O fotógrafo Assis Hoffmann nunca confirmou nem
desmentiu esta versão que se espalhou por aí...Assis
depois de alguns anos cuidando de uma pousada que construiu
no Rosa está de volta a Porto Alegre no último
sábado disse que ficará entre a praia e
a capital gaúcha.
Ele é aos 68 anos um dos mais experientes fotógrafos
gaúchos e tem um grande acervo de fotos que andou
fazendo ao longo de uma longa trajetória.
Nascido em Santiago do Boqueirão Assis fez-se sozinho.Começou
como fotógrafo na Ultima Hora de Samuel Wainer,
onde cobriu grandes acontecimentos.Depois chefiou o departamento
fotográfico da Cia Jornalistica Caldas Junior e
também foi fotógrafo da revista A Granja.
Cobriu muitos acontecimentos internacionais como corridas
de Fórumla . Num destes eventos, fez uma foto de
um acidente que correu o mundo.Numa das corridas de Fórmula
Um esteve na corrida de Mônaco acompanhado do repórter
José A.Pinheiro Machado, o hoje conhecido Annonymus
Gourmet.
Esteve com Flávio Alcaraz Gomes na cobertura da
Guerra dos Seis Dias e
Asssi Hoffmann é de 30/09/1941. Já residiu
na Rua Riachuelo 1260/13. Depois da Última Hora
ele foi para a Zero Hora, onde foi o responsável
pelo departamento fotográfico. Com ele iniciaram
fotógrafos como Leonid Streliaev, o Alemão
Uda, o arquiteto Ivan Pinheiro Machado, hoje dono da LPM
editora,Armênio Abascal, o Cotia, já falecido.
De uma escola de fotógrafos que gosta de discutir
as pautas com os repóreteres Assis Hoffmann também
trabalhou pa ra a Editora Abril(revista Veja e Placar)e
para a revista Globo Rural da editora Globo.
Coleguinhas
* Carlos Bastos desmente que seja o
" garganta profunda" do Fernando Albrecht como
foi dito aqui.l
* Andei colecionando mais apelidos de
coleguinhas:Zeca Diabo,= Daniel de Andrade: Coronel =
Ary Florêncio M. dos Santos: Perdigueiro ou HH =
Adil Borges Fortes da Silva,Capitão = José
Erasmo Nascente: Mentiroso = Damião Ribas: Diabo
Loiro= Osmar Béssio Trindade Dentinho = Tibério
Vargas Ramos: Coreano + Ismail Fernandes.
*Libretos, editora da Clô Barcellos,
foi convidada pela Câmara Riograndense do Livro
(CRL) a ter barraca bna próxima feira do livro
de Porto Alegre.
* A enchente de 1941 está bombando.
É o livro que colocou a Libretos e o autor, Rafael
Guimarães num outro patamar. Não adianta
teimar, este negócio é assim mesmo. Livro
que não tem mídia - leia-se que não
sai no Cadernmo de Cultura da ZH, não vinga nos
pampas. Por enquanto é assim, um dia poderá
mudar, é claro.
* No domingo, dia 19/04, o Correinho
não deu uma linha sobre o episódio das três
mortes de NH.
* o nome da esposa do jornalista Luiz
Claudio Cunha que está com bolsa da CAPES pra pesquisar
a história do COOJORNAL é Maria Jandyra
Cavalcanti Cunha, a " Janda".
*Carlos Rafael Guimaraens quando era
menor e morava na rua Dinarte Ribeiro, no bairro |Moinhos
de Vento, tinha o apelido de Dodô. E diz um companheiro
de peladas dele que o Rafa, como é chamado pela
mulher Clô, era muito bom de bola. Tá aí
,se não fosse escritor, teria sido um bom boleiro.
*Carlos Rafael Guimaraens tem hoje 53
anos e dos livros que já editou, o que mais está
lhe dando projeção,sem dúvida, é
o Enchente de 41.
*Segunda-feira,dia 20/04 a salinha J.C.
Terlera na Assembléia Legislativa não abriu,
enquanto que a casa funcionou, embora não tivesse
Plenário.
*Sindicato dos jornalistas fechado dia
20/04 e a salinhaJ.C. Terlera também fechada e
com a ARI não disponibilizando nada pros autônomos
sobraram me smo os ciber café pra trabalhar.
* Mais apelidos de coleguinhas
Lumumba = Gilberto dos Santos(falecido)
Índio = Assis Hoffmann; Caçapava = Jorge
Euclides dos Santos, laboratorista; JOca= João
Carlos Ferreira da Silva; Mola = Nelson Ferrão;
Guerreiro= Luís Antônio Braga Guerreiro;
Alemão= Claúdio Dienstamnn; Florianão=
Floriano Hengist Correa; Mel= Melchíades Stricher
Filho; Antoninho= Antônio Firmo de Oliveira Gonzales;
Taninha= Tânia Helena Krüscka; Patinho= Jefferson
Barros; Cyborg = Guilherme Antônio R. de Arruda.
Coleguinhas
Rosvita, o "Carlos Froner" da Coojornal
Esposa do colega Luís Claudio
Cunha pesquisa a história da Coojornal
Com uma bolsa da CAPES a esposa do jornalista
Luis Claudio Cunha que no ano passado lançou o
livro Sequestro dos Uruguaios está pesquisando
a história da Cooperativa dos Jornalistas de Porto
Alegre que funcionou em Porto Alegre, na rua Comendador
Coruja, no bairro Floresta.
Um dos depoimentos para a pesquisa está marcado
com o editor do jornal Coojornal da Cooperativa, Elmar
Bones da Costa, o Bicudo para os primeiros dias de maio
próximo.
Um dos expoentes dos colegas que trabalharam
na Coojornal foi Rosvita Saueressig Laux que tinha entre
os colegas da cooperativa o apelido de " Capitão
Fronner"." Capitão Fronener " foi
um treinador de futebol que no passado treinou o Aimoré
de São Leopoldo, o Caxias, de Caxias onde orientou
inlusive o então zagueiro Luis Felipe Scolari e
depois marco u época no Grêmio Portoalegrense.
Rosvita tinha este apelido devido a sua
orientação enérgica nas decisões
que tomava.Nascida em 4.3.1951 em Campo Bom, é
filha de Walter Saueressig e Hildegard Saueressig.Morou
na rua Luiz Afonso,558/305.
Depois que a Coojornal fechou, Rosvita mudou-se para Brasília
e para São Paulo, onde trabalhou na Gazeta Mercantil.
Antes da Coorjornal, ela trabalhou na Folha da Manhã,
um jornal da Cia Jornalistica Caldas Junior.
Escurinho era a
arma secreta do treinador Minelli
Rubens Minelli, foto de Sergio Arnoud
A notícia de que talvez o centroavante
Luiz Carlos Machado, 59 anos, o Escurinho, tenha que amputar
uma perna por problemas de diabetes deixou o mundo futebolístico
meio consternado. Quem não lembra do Escurinho,
o temível centroavante que sempre decidia no finalzinho
da partida com gol de cabeça.
Ele era a arma secreta do treinador Rubens Minelli, do
Inter, que quando o jogo estava embatucado, colocava no
finalzinho do jogo o Escuro pra subir e matar de cabeça.
Minelli foi um treinador bicampeão brasileiro pelo
Internacional de Porto Alegre, e é sempre lembrado,
ainda mais agora que o Inter completou no dia 4 de abril
passado 100 anos.
A vida como ela
é...
Pois agora o promotor de Novo Hamburgo
vai pedir exame de DNA diante da conversadeira geral de
que amenina morta poderia ser filha do marido assassinado.Então
a menina seria produto do cunhada com a cunhada. Olha,
a vida às vezes tem destas.
Eu conheci um caso nos anos 70, em Porto
Alegre, em que sujeiro namorava uma guria mas transava
com a cunhada,ou seja, a irmã da namorada. Só
que ela engravidou e ele precisou arrumar dinheiro pra
fazer o aborto.
Muitos anos depois,o sujeiro este tornou-se famoso em
outra profissão e andava propalando a quatro ventos
que quando era mocinho era tão bom mocinho que
trabvalhava em ta´zis do pai para poder ajudar em
casa. Isto era uma meia verdade, porque ele pegou no táxi
foi pra pagar o aborto que a cunha tinha feito em vistas
de que ele a engravidara...
Choses de la vie....
Torres tem todos
os anos festival de balonismo!
Mais uma edição do festival do balonismo
em Torres. O festival do balonismo começou com dois ou
três balões e agora já é uma competição internacional.
Parabéns aos promotores. O editor.
Maratona literária
será esta noite no centro municipal de cultura
Importada de Madrid, Espanha, pelo filho
do secretário municipal de cultura, Pedro( que
é músico) Sergius Gonzaga, será testada
esta noite a partir das 19 horas no Centro Municipal de
Cultura, na av. Erico Verissimo. O evento se chama Maratona
Literária e nela constará a partir das 19
horas a leitura do livro Cem Anos de Solidão de
Gabriel Garcia Marques por convidados da SMC.Entre os
convidados pelo setor do livro da SMC estão jornalistas,-
principalmente da ZH - radialistas,escritores.
O evento deverá varrar a madrugada porque de 40
em 40 minutos haverá uma interrupção
para cafe,chimarrão e chopp.
Canil Municipal
de São Borja melhora sua estrutura e abriga dezenas
de animais
O Canil Municipal, localizado próximo
ao Estádio Vicente Goulart, na saída para Santa Luzia,
recebeu melhorias nesta última semana, permitindo melhores
condições de hospedagem para os animas. Neste sentido,
a Prefeitura de São Borja construiu piquetes para a separação
das fêmeas e machos, ergueu estrutura de madeira e brasilite
permitindo sombra e proteção contra o frio. Além disso,
o Poder Executivo destinou um funcionário exclusivamente
para executar trabalho de manutenção de água, alimentação
e medicação dos cães. A preocupação com a segurança também
foi redobrada. Uma equipe contratada pela Prefeitura realiza
vigilância de 24 horas no local. À noite, o local está
totalmente iluminado, permitindo visualização e conforto
para os animais. A diretora de Vigilância Sanitária, Janaína
Leivas, relata que está fazendo duas visitas diárias ao
Canil, inclusive em fins de semana e feriados, para certificar-se
de que os cães estão bem tratados.
foto:DECOM/PMSB

Janaína Leivas anunciou na segunda-feira
(20/04) a confirmação da vinda de dois pesquisadores da
Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz) a São Borja. Eles são
especialistas em leishmaniose e vêm fazer pesquisa de
campo no período de 11 a 18 de maio, buscando ampliar
o conhecimento existente sobre a enfermidade. Entre as
atividades, está a coleta de exemplares do mosquito-palha,
através de armadilhas. Novas trocas de informações estão
previstas com a visita dos especialistas.
Prefeitura de São
Borja recebe doação da Receita Federal
A Receita Federal do Brasil, através
do inspetor da agência de São Borja, Marcelo Lodeiro,
entregou 460 quilos de salmão fresco à Prefeitura de São
Borja, na sexta-feira (20/04) à tarde. O Poder Executivo
recebeu a doação através da Secretaria de Trabalho, Assistência
Social e Cidadania (SMTASC). De acordo com a nutricionista
da SMTASC, Mirtes Fonseca, os alimentos são muito bem
vindos tanto pela quantidade como pela qualidade. Foram
12 caixas de isopor devidamente lacradas e acondicionadas
com gelo, permitindo uma conservação adequada dos peixes.
O produto doado foi retido pela Receita Federal por constituir
excesso de carga em um transporte vindo do Chile.
foto: DECOM/PMSB

Mirtes informou que os peixes serão preparados
e servidos na alimentação do Centro de Referência em Assistência
Social (CRAS) Arneldo Matter, do Albergue Municipal e
do Restaurante Popular. Por sua vez, o inspetor Marcelo
Lodeiro destaca que a iniciativa ajuda a desmistificar
a imagem da Receita Federal sobre o destino em relação
aos produtos que são aprendidos. Lodeiro destaca que isto
representa a entrega integral de produtos do trabalho
de fiscalização em benefício da sociedade.
São Borja estréia
no Estadual Juvenil
A equipe da categoria juvenil da Associação
Esportiva São Borja (AESB) estreiou no Campeonato Gaúcho
da categoria no Estádio Municipal Vicente Goulart na tarde
do último sábado (18/04). Antes do confronto contra a
equipe do Cruzeiro, de Santiago, aconteceu ato solene
com a presença do prefeito em exercício, Jefferson Homrich,
do presidente da Câmara Municipal, vereador Farelo Almeida
e do deputado estadual Cassiá Carpes.
foto: DECOM/PMSB

A equipe treinada por Polaco realizou
um bom primeiro tempo, empatando em um a um. O time saiu
de campo aplaudido, no intervalo, pelo público presente
no Vicentão. Porém no segundo tempo, os atletas da AESB
sentiram dificuldades em relação ao preparo físico, permitindo
que o Cruzeiro fizesse mais dois gols. Resultado final
AESB 1 x 3 Cruzeiro.
Prefeitura de São
Borja renova contrato temporário de inspetores fitossanitários
A lei municipal nº 4.014/09 renovou
a contratação emergencial de dois engenheiros agrônomos,
Carlos Eduardo Engleitner e Edison Gilberto Ehle, que
atuam como inspetores fitossanitários na Ponte Internacional.
Os dois profissionais atuam junto ao Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento (MAPA) e realizam a fiscalização
das condições dos produtos que entram e saem do Brasil
pela aduana. O projeto de lei foi aprovado pela Câmara
de Vereadores, que autorizou a contratação. Essa iniciativa
atende de forma urgente à demanda por profissionais que
atuem na verificação e garantia da qualidade dos produtos,
ajudando a diminuir o tempo de demora das cargas na Ponte.
A atuação da prefeitura nesse sentido começou no ano passado,
diante do pedido de apoio das empresas situadas na aduana.
O acordo de cooperação técnica nº004/2008 com a Superintendência
Federal de Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul,
órgão do MAPA, permitiu que a necessidade fosse atendida.
Para se ter uma idéia da importância
do apoio da prefeitura, os profissionais ajudam a diminuir
o tempo de espera para a liberação das cargas e garantem
a sanidade dos produtos no que se refere ao acondicionamento.
Outro dado ilustra bem a relevância da ação da prefeitura
para colaborar com o comércio internacional: em 2007,
foram comercializados pela aduana entre São Borja e Santo
Tomé cerca de US$ 5 bilhões em mercadorias, 20% do valor
total do comércio binacional naquele ano, de acordo com
dados apresentados pela Mercovia no II Seminário Itinerante
do Mercosul (II Simerco), ocorrido em São Borja em agosto
do ano passado.
Torneio prepara
cavaleiros para The Best Jump 2009
O Pré-Jump, concurso preparatório para
cavaleiros do Rio Grande do Sul e convidados de todo país,
aconteceu no último final de semana (de 16 a 19 de abril),
na Sociedade Hípica Porto-Alegrense (SHPA) e reuniu cerca
de 170 conjuntos. O torneio ocorre desde 2005 e não é
classificatório, tem como objetivo treinar e preparar
os competidores para o The Best Jump 2009. Nos quatro
dias de evento, foram realizadas 23 provas que distribuíram
aproximadamente 10 mil reais em prêmios. A 41° edição
do The Best Jump, acontece entre os dias 29 de abril e
3 de maio na Sociedade Hípica Porto-Alegrense (SHPA).
Coleguinhas
* Repercutiu e muito a matéria
do Lucas Azevedo no site do jornal Já sobre a viúva
do ex-representante do Governo Gaúcho, em Brasília,
Marcelo Cavalcante que se matou( pelo menos ao que tudo
indica) há dois meses. " Bicudo" o editor
chefe do Jornal Já disse que foi a persistência
do repórter e a seriedade que o assunto foi tratado
que deu a dimensão que a matéria ganhou.
Rádio Guaíba ainda na sexta passada foi
atrás do assunto e deu voz no programa Espaço
Aberto, das 13 horas. Eu sei que não vai dar em
nada, mas pelo menos...
* ASSIS hOFFMANN, o índio de Santiago do Boqueirão
está de volta...apareceu no sábado passado
no barzinho da ARI.
*Também o barzinho da ARI no último sábado
o loco Marçal, João Batista. Ele ganhou
recentemente o espólio de matérias que foram
feitas pelo falecido repórter Marcão Faermann.
Marçal quer ver se há alguém interessado
pelo material que ele está sem tempo para dar um
tratame nto editorial.
*Depois de um telefonema no sábado,
o colega A. Goulart sumiu do barzinho. Tem ido mais cedo
pra casa,agora que mora mais longe da entidade....
*Caco Barcellos estará dia 7/05
no estúdio CLIO,dando entrevista no programa Encontros
com o Professor.
*O que será da POP ROCK com esta
crise toda? e da Ulbra TV?
*A Ulbra TV dizem que irá transmitir
a imagem da TV Brasil,também chamada de TV Lula.
*Sexta-feira passada, dia 17/04, as 16
hs o portal da Zero Hora ainda não trazia a notícia
da queda do reitor Ruben Becker, da Ulbra, que havia pedido
pra sair ao meio-dia E isto que o portal da ZH é
o único que tem aí e que é o mais
atualizado...
*Eu sei que estão apenas cumprindo
o dever de casa mas a cobertura do NH pro caso da doida
esta que matou marido,irmã e sobrinha é
coisa de gente grande. Tenho comprado o jornal diariamente...
* Alias, a instrução que
os repórteres do Grupo Sinos que vão a c
ampo têm dos seus chefes é de que as matérias
tenham a mesma qualidade das da ZH. Mesmo que às
vezes não tenham as condições de
produzi-las que o pessoal da ZH tem.Tá certo,tem
que nivelar por cima, mesmo..." Eles querem tudo
como a ZH" me reclamava dia atrás uma repórter
do Grupo Sinos.
* Sindicato dos Jornalistas-RS fez feriadão
de sábado a terça-feira. Já salinha
J.C. Terlera, na Assembléia Legislativa do Estado,abriu
dia 20/04,segunda.
* Jornal JA BOMFIM do Bicudo, deu matéria com viúva
- já estavam separados- do representante do Governo
Gaúcho em Brasília, Marcelo Cavalcante morto
tempos atrás, quando se atirou num lago de Brasília.
Estranho que ninguém da grande mídia gaúcha
não tenha procurado a viúva pra entrevistas.
Parece que ela prometia dizer cobras e lagartos contra
o governo do Estado. Seria isto que fez a chamada grande
mídia se calar? A rádio Guaíba, na
sexta,dia 17/04, repercutiu a matéria do Jornal
Já Bom Fim. Isto me faz lembrar nos tempos da "
ditabranda" ou ditadura, quando os jornais gaúchos
esperavam sempre a Folha de S.Paulo ou o JB dar a matéria
quando o assunto não era favorável ao Governo
militar pra depois sair atrás. Como dizia o falecido
Tarso de Castro: são desprovidos de covardia política,
estão sempre a favor do mais forte....
* Rogério Mendelski lembrou sexta,
17 / 04 , que o Sérgio Galocha - Luís Sérgio
Ferreira - também meio-atacante que nem o Escurinho,(Luiz
Carlos Machado) foi porteiro do Le Club do Salim Allem
e do Fernando Vieira. Mas uma exigência do Salim,segundo
Mendelski era que o Galocha se vestisse de " marinheiro".
* Jornal NH é difícil de ser encontrado
nas bancas do centro de Porto Alegre. Só uma banca
localizada perto da Guaspari é que tem para vender.
No dia seguinte ao crime de NH, os cinco exemplares que
a banca recebe saíram em seguida. Muitos leitores
que foram lá saíram frustados.
*Jennifer Morsch faz um bom trabalho como repórter
do NH em Porto Alegre.Tem futuro.
* Grupo Sinos, de NH, -leia-se família Gusmão
- foi chamada tempos atrás pelas chamadas "
forças vivas de Gravataí" pra fazerem
um jornal diário lá, como existe eo NH,
o SL e o jornal de Canoas, que editam. Mas foram fazer
uma pesquisa de mercado e viram que os anunciantes em
potencial seriam os sistemistas da GM, que já não
precisam anunciar, porque tem cliente, que é a
própria GM.
*Coleguinha que andava pelo interior num carro foi surpreendido
num pedágio . Estava lá o pedido de apreensão
da financeira do carro,onde ele devia mais de 3 mil reais
em prestações não pagas. Nem a alegação
de que ia prum niver de uma filha contentou os agentes
da lei. O carro ficou lá....
* Valter Todt , o popular " chefinho" almoçou
na sexta última, dia 17/04 no Gambrinus em companhia
de coleguinhas, entre eles a Jurema Josefa do Correinho...
Alça de Mira
Então, pelo visto, o que temos no Palácio
Piratini é um MATRIARCADO! Igualzito a uma redação de
um grande jornal gaúcho cuja sucursal em Brasília era
só ocupada por mulheres....e chefiado por uma!
O pedreiro deixou
o país em suspense!

PEDREIRO DEIXOU PAÍS EM SUSPENSE
Sempre que cai um 21 de abril me lembro
da morte do Tancredo Neves, por tudo aquilo que ela representou
depois daquela memorável campanha da Diretas Já!
Não há como não se lembrar, principalmente
para quem a viveu intestinamente e que participou de vigílias
na Assembléia Legislativa na noite em que a emenda
do deputado federal Dante de Oliveira seria votada, mas
que foi rejeitada.
Sabíamos todos aquela noite que iríamos
para a eleição indireta. Aliás, diziam
os mais bem informados, que Tancredo Neves - ou o Tancredo
NEVER - como o chamou o Gal. Otávio Medeiros, chefe
do temível SNI(Serviço Nacional de Informações)-
subia nos palanques da campanha das Diretas Já
e olhava os comícios com um olho enquanto conspirava
atraindo para seu lado alguns setores que pertenciam ao
Governo porque saberia que iria mesmo pruma eleição
in direta, onde ganhou de Paulo Maluf no Colégio
Eleitoral.
A morte de Tancredo, na noite de um domingo,
21 de abril de 1985 deixou o país num sentimento
muito grande.Vi cenas de comoção popular
que somente veria depois nos anos 90,quando num acidente
na curva Tamborella veio a falecer o piloto Airton Senna.
Mas o que mais me impressionou no episódio
Tancredo Neves foi a noite do enterro, 24.04.1985, quando
no cemitério de S.João del Rey(o país
inteiro parado na frente da televisão que transmitiu
em cadeia nacional )
o pedreiro que iria fechar o túmulo fez um suspense
enorme. Todas as principais autoridades presentes e o
pedreiro ali, fazendo cena, com pouca pressa de começar
a fechar o túmulo. Foi a maior " celebridade"
que apareceu para todo o país durante 10 minutos
e depois sumiu de cena.
Alguns anos depois estive em S.João
del Rey e procurei no cemitério o túmulo
do ex-presidente. O porteiro do cemitério me indicou
mai s ou menos onde ficava o túmulo, mas estranhei
que não havia nenhuma placa indicando como chegar
no túmulo.
E tempos depois li em algum local que o túmulo
do presidente que dizem se imolou pela democracia - é
uma frase um pouco demagógica mas vamos lá
- estava meio que atirado,abandonado.Rei morto, rei posto!
Memória
da Imprensa
Vilmo Medeiros
Na redação da ZH Vilmo
Medeiros havia colocado uma placa na entrada da editoria
de polícia:proibida entrada a pessoas estranhas!
No final dos anos 70,começo dos
anos 80, Vilmo Medeiros era o editor de polícia
de ZH e a redação funcionava no primeiro
andar, onde hoje está parte do comercial.
Num canto da redação estava a editoria de
polícia, mas ela era acessível apenas aos
repórteres que nela trabalhavam e superiores, porque
os demais colegas não eram convidados a entrar
lá: chegou-se ao absurdo de colocar um aviso bem
grande: PROIBIDA A ENTRADA DE PESSOAS ESTRANHAS A ESTA
EDITORIA!O absurdo disto tudo é a alta diretoria
deixar que isto fosse colocado.
Não era raro verem-se revólveres nas gavetas.Alguns
repórteres tinham porte de arma.
Começou aí uma grande discussão s
obre que tipo de reportagem policial a ZH vinha fazendo
sob a orientação do editor Vilmo Medeiros.A
que ponto havia chegado o isolamento daquela editoria
com os demais colegas. Mas não durou muito e Vilmo
Medeiros, caiu.
Com ele mudou-se para a Caldas Junior, toda a equipe,
com exceção de apenas três repórteres.
Um deles que eu lembro e que ficou na ZH foi o Milton
Galdino da Silva.
Assumiu a editoria de Polícia de ZH, com a queda
de Vilmo Medeiros e sua equipe e consequente transferência
para a Caldas Junior, o tarimbado editor José Antônio
Ribeiro, o Gaguinho.
Acusado de fazer um tipo de reportagem
mais " policialesca" Vilmo Medeiros e sua equipe
na Caldas Junior - Folha da Tarde e Folha da Manhã
passaram a dar prioridade ao " furo" jornalistico,
isto é, prisão de bandidos, acompanhamentos
de grandes batidas policiais que isto sempre rende grandes
matérias.Sabe-se que matérias policiais
sempre rendem grandes audiências. Vide os Datena,
os Caco Barcellos da vida!
Já a ZH passou a fazer um jornalismo policial mais
elaborado com a entrada de repórteres que caprichavam
mais nos textos, como Luis Alberto Scotto. E pouco depois
assumiu a editoria Wanderley Soares, que saiu da Caldas
Junior para ir pra ZH. Wanderley impôs um outro
tipo diferente de cobertura, embora a ZH sempre tenha
sido visto como " um jornal que se tu expremer sai
sangue".Hoje este papel ficou mais para o Diário
Gaúcho.
A notícia dada num jornal da ARI
com o título de Caldas Junior e RBS promovem troca-troca
de Polícia deixou o editor Vilmo Medeiros em extremo
desconforto. Numa longa missiva ao editor do jornal, pediu
demissão dos quadros da entidade.
Na carta, Vilmo toca num assunto complicado: deixa claro
que a editoria de polícia do jornal , para assumir
a cobertura do caso dos uruguaios, Lilian Celiberti e
Universindo Diaz,exigia que primeiro fossem entrevistados
os repórteres Luiz Claudio Cunha e o fot ógrafo
J.B. Scaldo que participaram dos acontecimentos do sequestro,
haja visto que foram para a av. Botafogo,onde estavam
os uruguaios, atraídos por uma informação
vinda de S.Paulo.
Vilmo em decorrência desta notícia dada no
Jornal da ARI, edição de dezembro de 1981,
desligou-se do quadro de associados da entidade.
Réquiem
para um defunto
JORNALISTAS "COMEMORAM" A FOLHA DA TARDE
Nos próximos dias seguramente
os remanescentes da Folha da Tarde vão se reunir
de novo no Copacabana- onde o jornal,quando existia, tinha
uma sala no seu nome - pra lembrar o extinto jornal. Este
ano então vão comemorar mais ainda porque
o jornal, como digo, falido e fechado há 25 anos,
completaria, 70 anos.
É um estranho hábito, este de reunir para
lembrar algo que não mais existe. Acho até
meio esquisofrênico.
De certa forma é negar um fracasso...
Normalmente, quem lidera estes encontros são o
Benito Giusti e a Jurema Josefa. Mas quando começou
iniciou de forma pequena, com 3 ou 4 pessoas e era realizado
no Clube Jangadeiros.Isto porque um dos funcionários
da FT era comodoro do Jangadeiros. Agora ele faleceu.
A Tolha da Tarde foi fechada na manhã do sábado,de
junho de 1984.Segundo narra Valter Galvani, Breno chegou
com cara de poucos amigos, reuniu os principais assessores,entre
eles o Galvani e deu a sentença:
- Comunico que os jornais estão fechados!
- Fechados até quando?
quis saber Galvani.
- Agora vamos ver a reação popular, respondeu
Breno, na sua presunção.
Eu estava de plantão na ZH, naquele sábado
à tarde e me espantei quando lá pelas 16
horas desceu ( a diretoria ficava no terceiro andar, onde
hoje é a redação e a redação
ficava no primeiro, na entrada, onde hoje é o comercial)
o superintendente da empresa, Fernando Ernesto Correa,
que vibrava com a notícia do fechamento dos jornais
concorrentes:
- Fechamos eles, fechamos eles, dizia enquanto se dirigia
para a sala do diretor-editor Lauro Schirmer que escrevia
na máquina um pequeno texto pra swair na ZH Dominical.O
público já sabia que naquele domingo não
haveria mais Correio do Povo porque a rádio Guaíba
deu um Renner em edição extraordinária.
Este foi o (triste) fim da Folha da Tarde, que nunca mais
voltou a circular.
Coleguinhas
LEILA PAIXÃO WEBER
Leila foi a inventora da palavra súper
e xoping em jornal
Tarimbada jornalista, que iniciou ainda no Diário
de Notícias, quando ficava no Morro Santa Tereza,
Leila Paixão Weber nasceu em Cruz Alta em 08.08.1941
filha de José Frederico Weber e Suzana Paixão
Weber. Leila trabalhou,além do Diário de
Notícias, na Folha da Tarde, no JC e foi assessora
de imprensa de casas noturnas.
Durante um tempo, foi assessora de imprensa do bar "
Se acaso você chegasse" e Leila, muito gozadora,
contou que os funcionários da casa a apelidaram
de " Se acaso você pagasse..."
No Jornal do Comércio, Leila assinou, no começo
dos anos 90, a coluna Nossa Cidade, onde falava em pequenos
tópicos de assuntos da cidade, repercutia assuntos
que passavam pela Câmara dos Vereadores e assuntos
também do executivo.
Entre seus endereços estão rua Cipriano
Ferrera 551/07 e rua 17 de junho 462/203.
Tem um filho, Pedro(29.03.1970).
Coleguinhas
GERSON LOPES SCHIRMER
Gerson Schirmer dormia no laboratório
e eu quase perdi o emprego
Em 1973,quando ingressei em ZH, na reportagem policial,o
jornal tinha uma escola herdada da Ultima Hora que era
sempre ter - era quase uma obsessão segundo Wanderley
Soares - o boneco do presunto, isto é, uma reprodução
da foto do morto.
E aconteceu que eu estava de plantão de madrugada
e houve um incêndio numa vila onde morreu uma criança
carbonizada. Tentei inúmeras vezes acordar o Gérson
Schirmer, que dormia pregado. O Gerson era gordão,
não tinha emagrecido como está hoje.
Sempre foi meio gourmet e gostava de apresentar grandes
rangos para os quais nos convidava, principalmente nos
domingos ao meio-dia, que ele sabia que a gente não
tinha onde cair morto.
Pois naquele sábado à noite não consegui
acordar o filho do diretor-editor. No domingo seguinte,
fui dormir mas quando o Renato Pinto, o editor de Polícia
chegou, ele viu a matéria feita mas não
tinha a foto do presunto.
E aí ficou um empurra-empurra...O Gérson
dizia que eu não o acordara e eu dizia que eu havia
tentado inúmeras vezes e ele não acordara...
Ninguém foi pra rua, mas o Renatinho teve dificuldades
em dar a matéria na segunda sem a foto do presunto.
Gerson Lopes Schirmer nasceu em Porto Alegre em 13/10/1950,filho
de Lauro Schirmer e de Lucy Carvalho Lopes.
Residiu na rua Conde de Porto Alegre,448/22.
Na ZH trabalhou muitos anos como repórter fotográfico
e também dirigiu o setor de fotografias do jornal.
Mais tarde, Gerson também dirigiu e trabalhou no
Coojornal e foi dono do restaurante Doce Vida, na rua
da República,um reduto de jornalsitas eintelecutiais.
Um sócio do Gerson neste bar foi o também
fotógrafo João Onófrio(falecido).
Depois de um tempo fora de Porto Alegre, está de
volta. No Governo de Olívio Dutra, coordenou um
projeto de memória na TVE em que muitos exilados
e expurgados das universidades deram seus depoimentos.
Gerson tem o hábito de caminhar no Parcão.
Coleguinhas
* Descobri quem é o "garganta
profunda" do Cascatinha que passou a nota sobre o
encontro dos deputados no restaurante Copacabana, na quarta
passada: nada menos que Carlos Bastos.
*Salinha J.C. Terlera, na Assembléia, agora está
mais disciplinada: o profissional tem um tempo limitado
de permanência na salinha de escritas.
*Na Guaíba,dia 16/04, o policial brigadiano Roger
Campos disse que prendeu casal de estudantes porque sentiu
" odores de maconha". Vai ver que se for prender
só por isto, tem que prender metade da cidade.Tem
um pé-sujo na Duque, que no banheiro o que mais
se sente é odores de maconha.
O Espanhol morreu!
OS AMIGOS PEDEM PARA NÃO MANDAR FLORES
Alguns leitores acharam que era o " nosso espanhol"(
fotógrafo Alfonso Abraham) que tinha morrido ao
ver este título. Mas existia um outro Espanhol,tão
ou mais famoso:o advogado criminalista paulista Waldir
Trancoso Peres, que morreu no domingo passado!
Causos de rodoviárias
Continuo com meus pequenos tópicos
contando causas que aconteceram nas rodoviárias
do interior.
Na rodoviária de Bossoroca - na região das
Missões - chegou um passageiro pra ir pruma localidade
do interior. O passageiro,evidente, era de poucas letras,
tinha pouco estudo e foi conversar com conhecidos. Depois
de um certo tempo esperou um pouquinho e começou
a se tapear e a tapear o casaco, a bombacha e não
encontrava o papelucho da passagem que havia adquirido
antes.
Voltou para o guichê e perguntou ao atendente:
- Tu não me deu a passagem tchê...
- Dei sim. Foi cobrada, o senhor pagou a passagem.
- Mas eu não achei,alegou o passageiro.
Aí é que veio a surpresa maior. O passageiro
começou a pensar e concluiu: " acho que PITEI
ela. Fiz um cigarro agora há pouco e acho que foi
com a passagem.
Quem me contou este caso porque o assistiu foi o Marco
Aurélio, concessionário da rodoviária
de Bossoroca.
Goldsztein patrocina
segunda edição de livro sobre Moinhos de Vento
A 2ª edição de Moinhos
de Vento -Histórias de um bairro de Porto Alegre,
do jornalista Carlos Augusto Bissón, já
está nas livrarias. Esta publicação
da Editora da Cidade e do Instituto Estadual do Livro
(IEL) foi lançada em outubro de 2008 e se esgotou
rapidamente. A segunda edição é patrocinada
pela Goldsztein.

Veja só o que disseram e escreveram
a respeito do livro:
"Já leu o livro de Carlos
Augusto Bisson, Moinhos de Vento - Histórias de
um bairro de Porto Alegre? Vale a pena". (Paulo Brossard,
Zero Hora, 26/01/2009)
"Uma história social da elite
gaúcha escrita com notável fluência,
na qual, tendo como ponto de referência um bairro
de Porto Alegre, é retratada toda a grandeza de
um Rio Grande do Sul que o vento levou". (Voltaire
Schilling)
"A longa e cuidadosa pesquisa resultou
numa obra que já nasce clássica, referencial
e inspiradora de novos estudos". (Jaime Cimenti,
Jornal do Comércio 24/10/2008)
"O livro é uma preciosidade.
Bem concebido, escrito num 'português culto' e apresenta
uma leitura histórica de fôlego, a qual não
dá para parar de ler". ( Luís Augusto
Fischer, Zero Hora, 28/10/2008).
"São tantas as coisas que
acontecem, e tantos os personagens importantes que circulam
na área do Moinhos de Vento, que ficamos quase
com a impressão de que a história de Porto
Alegre se fez a partir daquele pequeno espaço.
Isso, sem dúvida, se deve à qualidade do
texto e da pesquisa de Bissón". (Noeli Lisboa,
ZH Moinhos, 12/02/2009).
Não deixe de ler!
Houve uma vez um
verão em Serafina!

Na primeira foto vemos o editor e seu
irmão Paulo, no rio Carreiro. Era um belo sábado
de outono, mas o calor correspondia ao de verão.
Não havia ninguém junto ao rio, apenas meia
dúzia que tomava umas cervejas no bar da ponte
do rio Carreiro.

Na outra vemos a parentada - família
Stefenon - reunida,depois do jantar, num sábado
de março deste ano. Entre eles estão o famoso
Calixto, mais conhecido por " mala-mor".
17ª FESTA
NACIONAL DA MAÇÃ
Cerca de 70 produtores de maçãs
da região de São Joaquim/SC entregaram ontem
(16) os lotes dos frutos que irão concorrer hoje
(17), às 10 horas, na sede da Associação
dos Funcionários da Epagri, na Estação
Experimental de São Joaquim, no Concurso Nacional
de Qualidade de Maçã 2009.
Segundo o Presidente da Associação
dos Engenheiros Agronômos, entidade responsável
pelo concurso, Raul Cerqueira, cada fruticultor pode inscrever
apenas um lote por cultivar ou categoria. Cada lote é
composto por 50 (cinqüenta) frutos característicos
da cultivar (tamanho, cor e formato) e isentos de produtos
químicos que alterem seu aspecto natural. Deste
lote, o produtor selecionou 12 frutos que irão
a julgamento.
As cultivares concorrentes nesta edição
do concurso são as seguintes: Gala, Royal Gala,
Imperial Gala, Galaxy, Fuji Standart, Fuji Suprema e Kiko.
No concurso de maçã mais pesada, os produtores
poderão concorrer com um fruto da cultivar Gala,
um da cultivar Fuji e um de outras cultivares.
Serão premiadas do 1° ao 5°
lugar as cultivares Gala, Imperial Gala, Fuji Standart
e Fuji Suprema; e de 1º a 3º lugar as cultivares
Royal Gala, Galaxy e Fuji Kiku, sendo que a premiação
será de responsabilidade da Prefeitura Municipal
de São Joaquim. Também receberá premiação
a maçã Gala mais pesada; maçã
Fuji mais pesada e a maçã mais pesada de
outras cultivares. Os fruticultores participantes receberão
troféu (de premiação ou participação)
e os lotes inscritos ficarão expostos durante a
Festa Nacional da Maçã, em local de destaque.
Após o final da 17ª Festa Nacional da Maçã
os lotes inscritos serão doados a instituições
de caridade definidas pela ASSEA.
Evento impulsiona o turismo da região,
com boas notícias para os visitantes e empresários
A secretária municipal de Turismo
de São Joaquim, Maria Gorete, informou que está
liberado o tráfego para os ônibus de turismo
na rodovia SC-438, Serra do Rio do Rastro. A medida visa
a facilitar o acesso dos milhares de turistas esperados
para a 17ª Festa Nacional da Maçã,
que inicia hoje (17), na serra catarinense. A liberação,
por parte do Governo do Estado, irá vigorar até
o próximo dia 26, quando termina o evento. Mais
de 200 mil turistas deverão circular pelo Parque
da Maçã nos nove dias da festa, que terá
inúmeras atrações musicais, culturais
e gastronômicas.
Outra novidade que movimentou o município
foi a inauguração oficial do Centro de Eventos
Newton Stélio Fontanella. Com a capacidade de lotação
esgotada, cerca de mil pessoas assistiram a palestra do
conferencista em vendas, motivação, mudança
e liderança Professor Menegatti. Considerado uma
das maiores autoridades no desenvolvimento do potencial
humano e um expert em desempenho de alto nível,
ele iniciou sua carreira de sucesso junto a grandes empresas
nacionais e internacionais em São Joaquim, retornando
a sua cidade natal para esta importante inauguração
do Centro de Eventos, que irá impulsionar o turismo
de negócios na região serrana catarinense.
O prefeito de São Joaquim, José
Nérito de Souza, afirmou que o público superou
as expectativas, cuja capacidade do Centro de Eventos
é para 850 pessoas. “É um momento
ímpar para o município, pois é a
concretização de um espaço vital
para o desenvolvimento. São Joaquim está
cada vez mais rumando ao turismo e o Centro de Eventos
vai proporcionar grandes eventos”, conclui o prefeito.
Para mais informações sobre o uso do Centro
de Eventos entrar em contato com a Secretaria Municipal
de Turismo de São Joaquim, fone (49) 3233-0411,
das 09h às 11h e das 13h às 17h, de segunda
a sexta-feira.
Coleguinhas
* Fernando Albrecht foi o único
colunista que ontem dia 15/04 deu o encontro dos políticos
no restaurante Copacaba.Mérito pra ele.Nem as duas
principais colunistas políticas do stado, Rosane
de Oliveira e Taline Oppitz deram este encontro, que pode
ser o marco para as eleições majoritárias
do ano que vem.Tanto assim que os repórteres de
rádio que foram pra lá como Natália
Pianegondas, da Band AM,quando chegou lá ouviu
dos participantes: o que tu queres aqui?
Os demais ficaram sabendo por meio de sua coluna no JC
e no seu site.
* Janete, secretária da ARI, é
ouvinte da Band AM!
* Na edição de ontem,15/04,
teve duas fotos do editor. Não era isto meu propósito.
Poucas vezes gosto de colocar rminha foto.Os leitores
não gostam disto. Aprendi isto com o Lauro Schimer
que uma vez não deixou sair na ZH uma foto da Bebel
Braga,desenhista da casa. O Lauro não brincava
com isto. Raramente até por orientação
dos donos,saía foto dos familaires da família
proprietária.Só quando era um evento de
grande monta. Estão certos eles e ali aprendi que
os leitores não gostam muito disto. Uma vez um
superintendente da Rede Ferroviária Federal colocou
12 vezes a mesma foto dele numa mesma edição
do jornal da empresa. Pega mal,senhores...
*E o boato,ou seria informação de que o
Gugu Streit teria sido convidado pela rádio Guaíba
pra fazer um programa matinal lá? Não vi
mais nada...
*A história do bispo paraguaio está servindo
pra piadinhas maldosas. Então,dizem,até
o bispo era falso. Pobre Paraguai, quem não se
dá o respeito termina nisto...
*Aposto 10 contra um de que o jornal
da ARI não sai este ano...
Memória
da Imprensa:
O "jornal dos Padres".
Não há nem mais vestígio do jornal
que pertenceu a Igreja Católica- Jornal do Dia
- ( a Associação Católica de Divisão
Cultural, na rua Duque de Caxias,920) fundado em 25 de
janeiro de 1947 de e que tinha sua redação
bem pertinho do Palácio Piratini. Em forma de gozação,
muitos dos jornalistas que lá trabalharam diziam
que os padres pagavam 15 dias em dinheiro e 15 dias em
"indulgências plenárias".
Isto funcionava como uma forma de consolo para os jornalistas
que lá trabalhavam e que muitas vezes ficavam meses
sem ver a cor do dinheiro.
Muitos jornalistas tinham nos anos 50 e 60 duplo emprego,
não no sentido de um emprego em jornal e outro
no serviço público, mas sim trabalhavam
em dois veículos, uma numa rádio e um jornal
e até mesmo em dois jornais. Alguns jornalistas
trabalhavam na Úlitma Hora, jornal de orientação
petebista - financiado por Getúlio Vargas,embora
fosse feita sob a orientação de Samuel Wainer
- eao mesmo tempo no Jornal do Dia.
É conhecida a influência que o bispo de Porto
Alegre, dom Vicente Scherer tinha sobre o jornal.
Alguns dos colegas que trabalharam no Jornal do Dia são
Carlos Adamatti, Carlos Machado Fehlberg, Florianão
Correa( que levou o comunista João Bapitsta Aveline
pra lá mas que escrevia sob o pseudônimo
de Antenor Modula).Sobre este caso específico,quando
Aveline foi contratado, Florianão Correa o advertiu
de que como comunista conhecido ele não poderia
escrever no "jornal dos padres".
Aí Aveline passou a assinar uma coluna onde comentava
programas de rádio com outro nome. O que ocorria
é que Aveline não podia ir nem lá
receber o salário. Quem o recebia por ele era o
Florianão Correa e que deixava o Aveline aflito
porque demorava para repassá-lo.
Mas o jornal do Dia, o "jornal dos padres",
cobria os eventos como os demais jornais grandes. Cobriu
por exemplo, o eclipse que dia 12.11.1966 houve em Rio
Grande e em Bagé da mesma forma que os demais veículos
o fizeram.
Acidente de trem
Os irmãos que escaparam da morte
mas o tio morreu....
Walkir e Wellington Landerdahl(este último já
falecido) escaparam da morte no verão de 1967 durante
o famoso acidente na estação de Fanfa, na
altura de Rio Pardo,em que em se envolveu um trem cargueiro
e outro que transportava leite,por um acaso.Walkir trabalhava
como laboratorista da Zero Hora, quando ela ainda tinha
sede na av. Sete de Setembro, no centro da cidade. Wellington
morava ainda em Santa Maria.
A mãe de ambos, Vilma Falleira Landerdahl residia
em Triunfo. Eles marcaram de se encontrar no domingo na
casa da mãe e durante a semana ainda deram-se alguns
telefonemas pra confirmar o encontro.
Walkir teve uma surpresa desagradável na sexta-feirade
manhã.Olhou na escala de serviço no fim
de semana e notou que seu nome estava lá pra trabalhar.
O chefe Assis Hoffmann,que tinha bronca dele, colocou-o
a trabalhar.
- Eu tinha marcado pra ir a Triunfo no domingo, disse
Walkir pro chefe.
- Tu vais é trabalhar, disse-lhe o chefe.
De noite , Betinho,apelido familiar de Wellington ligou
pro imrão em Porto Alegre
- Vamos lá amanhã?
- Não posso,estou na escala.
- Ah,então também não vou.
Mal sabiam eles que estavam evitando um acidente de trem
onde morreram dezenas de passageiros.
Só que os dois esqueceram de avisar a mãe
que não iriam mais. Deixaram a véia com
o coração na mão.
Quando o trem passou pela sua casa - da Vilma - ela viu
gente abanando pela janela e logo intuiu que fossem os
filhos que estavam dentro dele e que desceriam na parada
seguinte para ir visitá-la.
Pouco depois uma vizinha veio correndo lhe avisar ocorrera
um acidente muito feio, um choque muito grande entre um
cargueiro e um leiteiro.E pior que havia inúmeros
mortos e feridos.
Correram pra lá e viram um cenário de horror.
Pedaços de gente por tudo quanto era lado, trens
retorcidos.
Os dois filhos não tinham ido e escaparam da morte.
Mas a tragédia a atingiu de qualquer modo.
Um irmão estava dentro de um dos trens e estava
se esvaindo em sangue porque cortara a veia femural e
por isto perdia sangue aos borbotões.
E acabou morrendo por causa deste acidente.
Coleguinhas
* Bicudo, ou Elmar Bones da Costa, do
Ja Bonfim, foi afanado indo pra Floripa neste feriadão.
Ele acha que foi uma senhora toda prosa, toda parlante
que estava no banco do lado do seu no ônibus. Ele
se entusiasmou com a coroa e quando foi botar a mão
no bolso, na rodoviária de Floripa, não
tinha a carteira. Pior que dinheiro não tinha muito
- o Bicudo anda meio às escassas, sempre tá
meio apertado, mas a senhora levou seus cartões
de crédito.
* Bicudo ficou entusiasmado em pegar
o Jornal da ARI pra fazer. E ele acha que já tem
até uma primeira matéria. Seria uma capa
com o Flávio Alcaraz Gomes, que segundo Bicudo,
manteve-se jornalista até o fim de sua vida.
* Coleguinha Luca foi bastante prestigiado
no lançamento do seu livro em Estrela na noite
do dia 13/4 passado. Agora teria que lançar o livro
na ARI,num sábado. Fica a sugestão pro departamento
cultural da entida de, se é que este ainda funciona...
*Mazzarino andava domingo passado pelo
Brique da Redenção. O bravo companheiro
que vez em quando tira o Guaxo está fazendo frilas
pra RBS TV de Santa Cruz do Sul.
*Nos últimos tempos, oito funcionários
do Grupo RBS - jornalistas, é claro - pediram o
boné. Rescisões foram feitas junto ao sindicato
dos jornalistas.
*Hoje, dia 15/4 Barranco, que completou 40 anos dia 11
passado,oferece almoço a jornalistas. Mas sem a
famosa Boca Livre que o sindicato da borracha, do Geraldo,
costuma dar...
A história
dos livros Traçando...
PONTE DE BROOKLYN
Traçando NY
A idéia de juntar Joaquim da Fonseca e LFV e publicar
livros com textos do último e desenhos do primeiro
foi do Sérgio Ludke, nos anos 90,quando ele dirigia
a Artes e Oficios.
Primeiro foi o Traçando Nova Iorque. Verissimo
tinha vivido lá e Fonseca também por isto
fazer o livro foi um abraço.
O livro foi publicado em 1992 e vendeu bem.
Joaquim tinha morado nos USA e bem perto da Big Aple.
Verissimo como todos sabem sempre mora uns tempos nestas
grandes cidades.
Na verdade, LFV não precisou escrever o livro porque
ele juntou as crônicas que havia mandado para os
jornais enquanto morava lá.
Aí foi um abraço.
Bastos, Indio Vargas
e JK deram no apê ocupado quando iam farrear com
as 3 gatas
JK,ou Jaime Keunecke arrumou 3 gatas
pra ele, Indio Vargas e Carlos Nene Bastos saírem
uma noite. Os dois últimos trabalhavam na Ultima
Hora, do Samuel Wainer.Carlos Machado Fehlbherg e Crlos
Bastos tinham um apartamento que usavam apenas para seus
encontros.
Um dia na redação da Ultima Hora, Bastos
chegou pro Fehlberg e perguntou:
- Vais usar o apartamento hoje?
- Não pode usar.
Só que Bastos não contou com os tradicionais
desligamentos do colega.
Os 3 pegaram as gatas e quando eram lá
pelas 3 horas da madruga,chegaram no apartamento que ficava
no 15 andar dae um prédio na Salgado Filho. Uma
delas por acaso, morava num apê do primeiro andar
do memso prédio. O apê que ela morava fora
dado a ela por um " coronel"( atenção,
era um homem que mantinha uma teúda e manteúda
como se dizia naqueles anos)
Bastos, que tinha a chave do apartamento porque ele era
dos dois, tentou abrir e não conseguiu. Estava
fechado por dentro.
Bateu e bateu até que lá
por uns minutos depois veio quem estava dormindo lá
dentro atender.
Quem é, perguntou uma voz sonolenta.
- Sou, eu o Bastos, sou dono do apartamento.
- Olha,disse Bastos, tens 15 minutos pra terminar o que
estavas fazendo e sair.
- Acontece,disse o cara, que eu estou aqui com minha esposa.
Aí complicou.
Eles três mais as gatas foram pro
apartamento da que morava lá.
De manhã lá pelas oito horas apareceu o
" coronel". Foi dar uma checadinha.
Os três mais duas namoradas se esconderam dentro
do banheiro que era bem pequeno. Ficaram lá admontados.
A sorte foi que o coronel não precisou usar a toalete,
sernão estava feita a porqueira.
Assim,depois que ele foi embora, todos
saíram livros e sãos.
Sabem pra quem o Fehlberg tinha emprestado
o apartamento. Prum primo dele, de Bagé, que era
médico.
El Borze
CEMITÉRIO DE VILA OESTE
Um leitor reclamou que falei pouco do
que tem em Vila Oeste, atual União da Serra. Não
foi bem isto que escrevi, se não estou engando,
escevi que a desunião entre Vila Oeste e Pulador
fez com que fizessem o centro administrato do novo município
num lugar ermo, sem ninguém. Sei porque estive
lá e a sensação de abandono é
muito grande.Eram cinco horas da trade de uma sexta e
recordo que havia 3 funcionários, todos loucos
pra ir embora. Imagina ficar o dia inteiro num local onde
não há nada.
O que eu disse é que a briga entre Pulador e Vila
Oeste não parece ter fim e que o que me disseram
foi que o centro administrativo onde está não
estaria dando certo e estariam pensando em levá-lo
ou pra Vila Oeste ou pra Pulador. Façam um plebiscito
e levem-no pra onde ganhar. O prefeito,reeleito,vive em
Vila Oeste, que os antigos colonos chamavam de EL BORZE,
porque deram o nome de Borges de Medeiros e eles somente
conseguiam pronunciar deste modo.
A vida como ela
é...
" Não chama meu marido de
corno porque aí estás me chamando de puta"
oorientou-o a amante...
Os fatos aqui narrados são verdadeiros. Não
serão dados os nomes pra não ter problemas.
Conheci anos atrás um advogado, que frequentava
a lancheria do Beti na Protásio Alves, logo depois
do viaduto Tiradentes, encima da Mariante. Este advogado,
fora preso político e nos últimos anos tinha
sofrido um processo de depressão e decadência
que dava pena de ver.
Morava com a mãe nos fundos da lancheria, mas quando
o conheci não estava tão decadente. Tinha
um irmão que não morava com eles, mas que
tinha virado seu inimigo.Usava a lancheria do Beti como
seu escritório. Lá dentro despachava, atendia
clientes, dava orientações,enquanto mandava
seu trago.
Tinha as pernas tortas e era muito pequeno,assim que quando
cheegava na lancheria lá pelas 11 da manhã,ele
já vinha se arrastando.
Quando o conheci não estava tão decadente,tanto
que alguns clientes o levavam pra praia, davam-lhe hospedagem
pra ele fazer os processos porque era muito inteligente
e sagaz. Seu problema,contudo, era o trago.
Quando se enfurnava no álcool,virava um chato.
Na Beti, como andava sempre na merda,tinha desenlvido
um jeito de fugir sem pagar. Talvez os donos fizessem
de conta que não vissem ele fugindo e o deixavam
ir embora de pena...
Ultimamente andava tão decadente que não
conseguia nem mai sse limpar bem quando precisava usar
a toalete.
Mas o desgraçado tinha um sendo de humor e uma
picardia que seguramente devia atrair algumas mulheres,
não todas,claro.
Arrumou uma namorada de Santa Maria que era diretora de
uma escola e que vivia com um pintor, não de paredes,
de obras, e que era muito mais moço que ela.
Mas ela sentia tesão mesmo pelo advogado. Tanto
que seguidamente viajuava a Porto Alegre pra se encontrar
com ele.
A mulher não tinha mais tesão pelo marido,
mas mantinha uma amizade muito grande pelo companheiro
e não queria se separar dele.
Quando ele estava em casa e o advogado telefonava, e ele
atendia, ele tinha um jeito de dizer que fora engano.
Estas coisas que todos os casos clandestinos sempre desenvolvem.
Acho que a graça está mais na clandestinadade
do caso do que proprimente nele. Talvez seja isto que
dê tesão.
Mas enfim o advogado,quando a coisa foi ficando séria
e ele tomando intimidades com a amante que era professora
e diretora da escola, começou a debochar do seu
marido,principalmente quando ele atendia o telefone, ele
recebeu um conselho dela:
- Olha, só tem uma coisa. Não chame meu
marido de corno, porque aí tu estás me chamando
de puta.
E assim eles levaram o caso durante uns bons anos.
Ela sempre o procurava em Porto Alegre, com uma desculpa
de que vinha ver alguma coisa do colégio.
O advogado, com o tempo, ao invés de se recuperar
foi afundando cada vez mais na sua depressão ao
ponto que ninguém mais lhe dava nem trabalho. Ficou
quase mendigando na rua.
Tinha um filho em Blumena, pra onde viajava de vez em
quando, mas lá aprontava pro filho e este o mandava
embora.
Não sei que fim levou. Sei que sua mãe morreu.É
uma das histórias mais tristes que conheci nesta
minha longa vida de repórter. Ficava com dó
dele principalmente quando ele me trazia as fotos dos
seus aureos tempos em que fora piloto e ganhara muito
dinheiro,tendo inclusive feito várias viaaviages
pela Europa.
Maior Araucária
da Serra Catarinense será conhecida
Grupo de técnicos, ambientalistas,
artistas e empresários que integram o júri
se reunirá hoje (15), às 10 horas, na Pousada
Serra Verde – Rua Pedro Mattos, 287, em São
Joaquim (SC) – para analisar os 15 pinheiros inscritos
pelos proprietários na disputa do título
de “Maior Pinheiro Araucária da Serra Catarinense”.
A imprensa poderá acompanhar e
registrar as primeiras medições, bem como
obter mais informações sobre a Mata de Araucária
catarinense, ameaçada de extinção
devido a exploração florestal na Mata Atlântica.
Além dos títulos de capital
nacional da maçã e a cidade mais fria do
país, a Prefeitura de São Joaquim (SC) quer
revelar outros atrativos turísticos. Para isso,
está promovendo um concurso que irá selecionar
o maior Pinheiro Araucária da serra catarinense.
A ação envolve os 18 municípios
da região serrana de Santa Catarina: Anita Garibaldi,
Bocaina do Sul, Bom Jardim da Serra, Bom Retiro, Campo
Belo do Sul, Capão Alto, Cerro Negro, Correia Pinto,
Lages, Otacílio Costa, Painel, Palmeira, Ponte
Alta, Rio Rufino, São Joaquim, São José
do Cerrito, Urubici e Urupema.
O concurso integra o calendário
de atrações da 17ª Festa Nacional da
Maçã, que se realizará entre os dias
17 e 26/04, no Parque Nacional da Maçã,
em São Joaquim (SC).
O resultado será divulgado dia
19 de abril. Já a premiação ocorrerá
dia 26 de abril (domingo), no Palco 1, às 14h30,
com o lançamento “Roteiros de Serra Catarinense”.
Julgamento
De acordo com o coordenador do júri,
o botânico e engenheiro agrônomo João
Rodrigues de Mattos, a seleção do maior
pinheiro localizado em um dos 18 municípios da
serra catarinense será conforme o maior perímetro
à altura do peito (1,5m do chão). Em caso
de empate, será usado o critério de maior
altura.
“Em Santa Catarina é reduzido
o estoque de plantas nativas dessa espécie. No
passado, mais de 150 serrarias trabalhavam dia e noite.
Matrizes de até 50 metros de altura e 8,5 metros
de circunferência foram derrubadas”, lamenta
Mattos.
Causos de rodoviárias
Quando me contaram esta história,
confesso que pensei num filmezinho sobre ela.
Quem me contou foi a filha do proprietário da rodoviáira
de Candelária, a Jaqueline Brass Reinze, filha
de Harro Brass.
O fato sucedeu-se em 2003. No ônibus que vinha da
localidade de Costa do Rio, no interior de Candelária,
dois jovens, um mulher e uma mulher, se conheceram. Casaram,
mas como quiserem comemorar, a rodoviária de Candelária
e o ônibus faziam parte do cenário. Vieram
de Costa do Rio toda a parentada no sábado de manhã
pro casamento. O cenário foi todo em volta da praça
central da cidade,da rodoviária, e da igreja católica.
Chegaram todos os parentes,vizinhos, padrinhos,todos vieram
no mesmo ÔNIBUS PRA CASAR NA IGREJA DE CANDELARIA.Todos
foram até a loja que aluga vestido de noiva e uma
fatiota pro noivo. Saíram de lá prontos
pra igreja.
Todos depois da igreja entraram no mesmo ônibus
e foram estacionar na frente da rodoviária da cidade.
Foram para lá para celebrar o casamento.
Almoçaram justamente no restaurante ali defronte
da rodoviária.
Beberam todas,segundo contou-me Jaqueline,que assistiu
à festa.
Quando já estavam quase todos bebuns, lá
elas cinco da tarde e iriam voltar para a pequena localidade
de Costa do Rio,onde viviam as duas famílias, houve
uma enorme confusão dentro do ônibus.
Os parentes do noivo tomaram a parte da frente do veículo
e os da noiva a parte detrás.
Só que começou a rolar uma enorme pancadaria
entre os dois lados, como se os noivos ainda tivessem
feito uma união.
A briga foi tanta,lembrou-me a Jaqueline que muita gente
pulou pelas janelas dos ônibus pra não apanhar.
E pra poder acalmar os dois lados tiveram que chamar a
Polícia.
casamentos nas
rodoviárias

CASAMENTOS NO INTERIOR
As rodoviárias,antigamente, eram também
cenário de onde saíam os noivos,parentes
pra casamentos.
Quando fiz uma exposição sobre fotos de
ônibus antigos,tempos atrás, no café
chaves, tiveram a gentileza de me mandar esta foto.
Nela estão Lúcia e Luis Chitolina, Maria
e Durvile Pagliari, Telma e Afonso Gaviraghi e as aias
são Neli e Nadir.
Local da foto é justamente na rodoviária
de Porto Mauá, na divisa com a Argentina.
Quem me mandou a foto foram familaires de Agonso e Telma
Gaviraghi.
O ônibus é da linha Porto Mauá, Santa
Rosa.
Turismo
Eis aí na foto meu irmão,Paulo, minha mãe
e a esposa do Paulo, Carolina, passeando em Serafina.
A foto foi feita em março deste ano.O editor
Eu X Eles - Coleguinhas
Passei o feriadão da Páscoa
pesquisando e anotando os apelidos dos coleguinhas. Aí
vai o resultado.
Suzi Free Way - Gilbertinho Leal
Ana Paula,ou Patrulheiro Toddy( Norberto Silveira,falecido)
Matico - Omar de Barros Filho
Frei - Elvino Remussi
Lalá- Eladir Rodrigues
Galo Cego - Noé Cardoso
Lagarto - Aldo Renato Soares
Vendedor de seguros - Alberto Blum
Paciência - Ercy Pereira Torma
Bom Cabelo ou Mondongo -Érico Sauer
Goiano- Rubens Borges,fotógrafo,falecido
Catarina - Valdir da Silva,diagramador
Pitoco - Jorge Fraga, diagramador
Beto Bironha - Roberto Hirtz, falecido
Juca Paranga - Juarez Hasse
Chiquinho - Francisco Oliveira
Cotia- Armênio Abascal,falecido
Cervejinha - Mauro Cesar Siveira
Xineco - Gilmar Eitelwein
Marimbondo - Valdir Friolin,fotógrafo
Ximba - Ademir Fontoura,diagramador
Bebê chorão - Eugênio Bortolon
Caco Barcellos - Claudio Barcelos de Barcellos
Xico Reis - Francisco Zaiter Reis
Farol Apagado - Humberto Andreatta,falecido
Mao-Mao - Maurício Sirotsky Sobrinho,falecido
Motorista de kombi,ou carregador de melancia - Bruno Augê
Ferreira
Portinho - Antônio Carlos Porto
Luca - Luis Carlos Freitag
Betinho - Wellington Landerdhal,falecido
espanhol - José Abraham,falecido
espanhol,oue espanha, Alfonso Abraham,filho do primeiro
Rango - edgar vasques
Pirulito - antônio carlos mafalda
Polaca - Rejane Lampert
Capitão- Erasmo Nascentes
Major -Arlindo Pasqualini
Bom Cabelo - Jorbe Alberto Beck Mendes Ribeiro
Indio - Assis Hoffmann
Padre- Affonso Ritter
Reverendo - Euclides Torres
JK- Jaime Keunecke
Nenê- Carlos Esquivel Bastos
Jundiá - João Baptista Aveline, falecido
Nego João - João Borges de Souza
Meia-cancha - Elaine Lerner
Loco Marçal - João Batista Marçal
Dedé- Adelia Yates Porto da Silva
Xuvisco - Luis Fonseca
Diabão - Fernando Saes
Gaguinho- José Antônio Ribeiro,falecido
Gago- Carlos Wagner
Renatão - Renato Bourrouch
Magrão- Rogério Mendelski
Gordo Ucha- Danilo Ucha
Madre Superiora - Núbia Salete Silveira
Lauro Ximia - Lauro Schirmer
Cascatinha - Fernando Albrecht
Fígado- Flávio Alcaraz Gomes
Rabo Preto - contínuo Helinho, já falecido
Rui Cachaça - Rui Cabreira, telexista
Quá-quá- Erny Quaresma
Telminho - Telmo Cúrcio da Silva,falecido
Tio Miro - Valdomiro Saores, falecido
Chavinho - Ricardo Stefanelli
Juruna - Gustavo Motta,repórter político
Alemão UDA - Leonid Streliaev,fotógrafo
Judia - Lilian Bem David, falecida
Paulo Fumaça,ou Paulo Loco - Paulo Gerson Antunes
de Oliveira
Bicudo - Elmar Bones da Costa
Capitão Fronner - Rosvita Sauressig Laux
Tadeu Picinha, ou Artur Loco - Arthur Monteiro
Peninha - Eduardo Bueno
Sugismundo - Olides Canton(ainda bem que não pegou!)
Cascalho - Antônio Carlos Contursi
Canalha - Geraldo Canalli
Professor- tanto para Ruy Carlos Ostermann,como para Clóvis
Duarte
Memória
da Imprensa
A cagada matinal do Wellington!
Encontrei,ontem,dia 12/04, no Brique duas figuraças,digo
três: o Walkir, fotógrafo dos antigos, o
Mazzarino( adriano,de encantado com sua prenda) e o fotógrafo
Galeno Rodrigues, que arrumou pra ele com o Cechin uma
banquinha e comercializa máquinas de fotografia
antigas.
O Walkir me pegou pelo braço e viemos subindo a
José de Bonifácio e começou a me
contar causos do seu irmão, o Wellington,falecido
há um ano atrás.Diz o Walkir,que foi fotógrafo,que
nos atrás ele botou um estúdio perto dos
quartéis, na rua da Praia, pra fazer painéis
e ganhar a vida,assim...
Lá empregou seu irmão Wellington, que só
quem conheceu sabe que figura era...
Se melindrava por qualquer bobagem.Mas o Walkir diz que
o irmão sempre ia começar um serviço
novo. Ia procurar cliente novo. Só que chegava
no estúdio lá pelas 11 da manhã,
ia dar uma cagada no banheiro, levava o Correio do Povo
junto e de lá só saía lá pela
uma da tarde,isto depois de ainda fazer a barba.
- Pronto, resmungava, a manhã já tinha se
ido.
De tarde,sempre tinha outras coisas pra fazer...procurar
cliente novo que é bom,nada,deixa pra depois.
O Wellington enrolava até os caras que iam lá
levar faturas atrasadas.
Ele espiava pelo agulheiro da porta e quando via que eram
eles, dava uma volta e chegava pelo lado de fora junto
do camarada que batia.
- O senhor que é o retratista? perguntava o que
queria cobrar os atrasados.
- Eu não, eu tou querendo fazer uma foto com ele,
mas ele nunca tá aí...
E o cara ia embora, matava no cansaço.
Uma noite o Wellington dormiu lá no estúdio
pra cuidar. No dia seguinte o Walkir chegou cedo, lá
pelas sete e o irmão não estava.
Chegou mais tarde e o mano quis saber porque não
ficara lá.
- Tá maluco com os ladrões lá encima
- Que ladrões, disse Walkir.
- Os ratões corrrendo de um lado pro outro....
depois de andar pelo mundo (portugal,
rússia, inglaterra, estados unidos), o fotógrafo
(ex-ZH) galeno rodrigues apareceu neste domingo (12/04)
no brique da redenção negociando máquinas
fotográficas antigas, binóculos, lunetas
etc...
aí vai um boneco dele...
ld

Demissões
* Não ia tocar no assunto, mas
como tudo aconteceu numa segunda, como ontem e ontem,segunda,
fez 17 anos daquela tarde negra, vou lembrar: completou-se
ontem,dia 13/04, 17 anos em que numa mesma tarde 46 funcionários,entre
repórteres , fotógrafos e editores foram
demitidos de ZH.Vão se passar muitos anos na história
daquele jornal antes que de novo, numa mesma tarde,sejam
demitidas 46 pessoas da redação! Falo porque
vi: até o Paulo Santana, no domingo, véspera
do dia do anúncio dos demitidos, estava que era
uma pilha,dentro do elevador do jornal! Naquela tarde,
em que ainda cumpri quatro pautas, assisti a cenas pusilâmines,
que faço votos nunca mais ter que assistir.
A nova vida (literária)
do LFV!
Como todos já sabem, mas poucos
noticiaram, Luis Fernando Verissimo, que não é
jornalista formado, nem sindicalizado,mudou de editora."
Ele era,eu acho,até compadre do pessoal lá
da LPM. Não quero fazer fofoca, mas acho que isto
atrapalhava os negócios deles.Por isto agora mudou
tudo" conta uma fonte muito próxima do LFV,
que já até publicou com ele, em parceria.O
fato é que LFV que não sabia,ou não
sabe dizer não a ninguém,agora não
negocia mais seus contratos.Tudo está com uma agente
literária, que vive no Rio de Janeiro( não
tenho seu nome,qualquer hora destas descubro).
LFV deixou a LPM onde sempre publicou e seus livros estão
sendo reeditados pela Objetiva,ou pela Cia das Letras(
que se não me engano tem o controle acionário
do Unibanco).
Inclusive, há uma grande demanda do livro Traçanado
Porto Alegre,editado em 1994, com o patrocínio
da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, feita em gestão
do prefeito Tarso Genro, mas há dificuldades da
nova agente literária liberar esta reedição.
Na editora deste livro, a Artes e Ofícios, informa-se
que o livro está esgotado." Era pra sair de
novo este ano, mas não sabemos mais" diz a
funcionária.
Todos os livros Traçando - Nova Iorque, Paris,
Madrid, Japão,Porto Alegre,Roma - foram feitos
entre LFV e o desenhista Joaquim da Fonseca.
Direto de Buenos
Aires
por lauro dieckmann
no blog de 7/4 fizeste uma eferência
ao nosso Hospital de Clínicas.
pois bem, esse HC de porto porto alegre, no que se refere
ao prédio da ramiro esquina com a protásio
tem uma história curiosa. ele começou a
ser construído nos anos 40, mas, por um erro de
cálculo, a estrutura teve de ser posta abaixo e
totalmente refeita. eu lembro que passava pela frente,
no bonde petrópolis, indo visitar uns tios que
moravam na iguaçu, e ver a obra já refeita
mas desocupada. na frente havia um portão, que
não existe mais, com o nome do hospital.
essa parte da história do HC faz
parte da história da minha família, pois
tive uma prima (falecida) que também era jornalista
(Teresinha Dieckmann Turcato), que, quando fazia estágio
no (extinto) Jornal do Dia (jornal da Igreja Católica),
fez uma reportagem sobre as obras paralisadas do HC. isso
era um dos orgulhos da família naquela época:
uma neta, sobrinha, filha, jornalista e escrevendo em
jornal.
o problema todo é que, para fazer
o projeto do HC porto-alegrense, o pessoal da Ufrgs (a
Medicina da Ufrgs era a única do gênero no
Estado) se baseou no Hospital de Clínicas de Buenos
Aires. Acontece que B. Aires é uma capital de País!
Logo, o HC de POA padeceu de uma 'doença congênita',
que foi seu superdimentionamento. comentava-se que para
fazê-lo funcionar só de energia se gastaria
o equivalente a uma cidadade do interior do Estado. então,
durante décadas, a estutura ficou abandonada, pois
não havia dinheiro para colocar o HC em funcionamento.
até que no governo do médici deu-se um jeito
e a saída foi fazê-lo funcionar como 'hospital
escola'.
nesta minha estada em b. aires, no fim
de semana passado, uma das coisas que eu fiz foi pegar
o metrô e ir fotografar os prédios munumentais
do HC e da Fac. Medicina deles, que ficam bem perto um
do outro. Eu tinha passado pelas proximidades em outra
viagem e ficara impressionado com o tamanho dos dois edifícios
e me dei conta da cagada dos gaúchos no exagero
do tamanho do hc local.
Desta vez, resolvi volvar lá para conferir e registrar
com fotos.

faculdade de medicina
Acho que o equívoco dos médicos
que tiveram a idéia de fazer o nosso HC nos moldes
do de B. Aires decorrerreu do fato de possivelmente ficarem
incomodados com uma prática que os gaúchos
tinham até meados do século passado: os
ricos (fazendeiros principalmente), quando ficavam doentes,
iam se tratar em Buenos Aires, e os remediados vinham
se tratar em Porto Alegre, os pobres, bem, já viu
não é? Então, os médicos daqui
quiseram fazer uma coisa igual ao que existe na capital
portenha, para melhorar a imagem e atrair os endinheirados
que preferiam os médicos portenhos. só esqueceram
da difereça de tamanho e 'status' que existe entre
as duas cidades...

hospital de clínicas
Causos de rodoviárias
Dedicada a Laura Peixoto, de Lajeado!
Em outubro de 2003 estive na convenção das
rodoviárias em Caxias do Sul, naquele hotel ermo,
o Samuara, onde as pessoas são " depositadas"
pra não saírem mesmo e foi ocasião
de guardar alguns causos de rodoviárias.
Quem me passou este foi o concessionário de Itaqui,
o senhor Luis Anderson Weirche.
Conta ele que assistiu a esta cena na rodoviária
que administra:
Chegou um rapaz pra conversar com outro e chega assim,
no más,
- Cumé que tu tá cumpadri!
Soube que tu mudou de emprego
- Pois é tche, o cara me despediu.
- E o teu patrão como é que é este
teu novo patrão?
- mas olha, DILICADO, DILICADO uma barbaridade.
- Mas como DILICADO, disse o interlocutor, olhando,olhando...
- Como é que eu vou te explicar como é que
é DILICADO! DILICADO como um LAÇAÇO
NAS BOLAS!....
E Mendelski ressuscitou
o aeromóvel!
Fazia tempos que a grande imprensa não
falava no aeromóvel que para uns é um elefante
branco e para outros o invento do século passado.
Mendelski, na Guaíba, dia 9/04 teve este mérito.
Fez uma boa entrevista com o Oskar Coester - que não
é engenheiro, é tecnico em aviação
- que não se recusou,inclusive, a falar do famoso
acidente que aconteceu em abril de 1989, em Jacarta, na
Indonésia, na inauguração de uma
linha do invento num parque de diversões...
No Brasil, o veículo que mais explorou este assunto
foi o Estadão, que recebeu a matéria via
France Press...
É que o presidente da Indonésia estava no
veículo quando deu-se o acidente, onde ninguém
saiu machucado.
O programa do Mendelski deve ter tido grande repercussão
porque o aeromóvel foi muito combatido principalmente
pelo engenheiro Cloraldino Severo, ex-ministro dos transportes.
Diziam nos bastidores que Severo teria uma rixa ( disputa
de beleza) com o então presidente da EBTU, Jorge
Guilherme Francisconi e por isto acabou não incentivando
o invento...
Mas seguramente que Coester sabe de muita coisa que não
quer dizer...
Devem existir " forças ocultas" - leia-se
interesses econômicos - que não deixam o
invento se implantar e ser aprovado pela população.
Agora falam num trecho entre o Trensurb e o aeroporto
Salgado Filho. Vamos ver no que vai dar...
Memória
da Imprensa!
Nunca vi uma choradeira tão grande...
A morte de Maurício Sirotsky Sobrinho em 24 de
março de 1986 surpreendeu a todo mundo, principalmente
depois que ele havia se curado de um câncer na garganta,
como narra seu filho, Pedrinho, no livro Transasom.
O matou Maurício foi um derrame na veia aorta.
Ainda tentaram trazer um especialista de S.Paulo para
operá-lo mas como lembrou Wilson Muller, o cardiologista
Fernancol Luchese, que assistia Maurício, fez o
sinal negativo com o polegar de que tudo estava perdido.
" Nem chegaram a raspar seu peito para operá-lo"
lrnbra Wilson Muller que estava no palco dos acontecimentos,
no caso o Instituto de Cardiologia, na Princesa Isabel,
que foi onde morreu Maurício no final da noite
de uma segunda-feira, dia 24/03/1986.
Coube a mim que estava de plantão num sábado
de manhã,fazer a matéria pela Zero Hora,
um mês e pouco depois de sua morte fazer a matéria
do descerramento de sua placa no salão Nobre da
ARI.
Era um sábado e poucas vezes vi familiares tão
sentidos. Principalmente as duas filhas choraram muito.
A foto mostra a dor estampada no rosto dos familiares,inclusive
do pai, seo José e da mãe, dona Rita, que
também estiveram no descerramento da placa do filho
ilustre.
O Governador Jair Soares compareceu e o então prefeito
Alceu de Deus Collares ouve na foto o filho Pedrinho falando
em nome da família.
A foto de Maurício que acabou ficando no salão
nobre da ARI é uma foto das últimas que
ele tinha feito. Estava de barba e tinha emagrecido muito.
Ênio Rockembach vice-presidente da ARI fez o papel
de mestre de cerimônias.Lamento mas não tenho
o nome do autor da foto.
Rescaldo do Bom
Dia, na Guaíba, da sexta-feira santa!
* O cônsul francês - desculpe
leitor, estou sem o nome aqui - chegou seco por um café.
Pediu um. A produtora Sirlei Pastore disse que a funcionária,
por ser feriado, não tinha ido...Toing...
* Lembrei-me do Mansueto Serafini quando era presidente
da Trensurb. Começaram a estourar greves no transporte
coletivo e no metrô. Ele dava ordens: a TITA, que
fazia o cafezinho era a única que não podia
faltar. Os demais eram todos dispensáveis...Ele
mandava o motora buscar a Tita numa vila de Viamão,onde
ela vivia.
*Ruy Strelow, Milton Ferreti Jung, Vladimir de Oliveira,
Rogério Mendelski( embora este último tenha
pouco tempo de casa) que passivo trabalhista que a Guaíba
tem se quiser se ver livre destes locutores mais antigos?
Mais Edhgar Schmidt, que ao que parece, c...e anda pra
Guaíba. Na sexta,como era feriado, nem atendeu
o telefone pra entrar e fazer seu comentário...
* Milton Ferreti Jung,dizem, foi o único que Breno
Caldas não deixou ir embora em 1984,quando o navio
começou a fazer água e todos deixaram o
barco...Já Lasier Martins, Breno impôs como
condição que não mais trabalhasse
na casa para vender o patrimônio para Renato Ribeiro.
Pelo menos dizem de cocheira...
*Wanderley Soares e Beatriz Fagundes foram os dois únicos
colunistas que na sexta-feira santa rememoraram como era
este dia antigamente. Memórias...e bem escritas,
por sinal....
*A entrevista dada por Oskar Coester, no dia 9/04 - que
não é engenheiro - chegou ao Mendelski por
indicação do comercial da rádio Guaíba.
*Há muito tempo que informei que Carlos Simon,
o juiz, estava processando o escritor Peninha, ou Eduardo
Bueno por um escrito dele no livro sobre o Grêmio.
E agora vem pelo site Brasil Imprensa Livre a notícia
de que Peninha foi condenado.
*É nesta segunda, dia 13/04, em Estrela no centro
cultura Bertoldo Gausmann, o lançamento do livro
do radialista LUCA.Boas histórias do rádio
do Vale do Taquari.
Por dentro do estúdio
Estou começando a concretizar
um sonho. O de mostrar para o leitor deste site como são
feitos alguns programas de rádio, dos mais populares
e prestigiados.Vamos ver até onde é possível...
Na sexta-feira santa,dia 10/4, consegui ver quase todo
o Bom Dia, da Guaíba, apresentado pelo Rogério
Mendelski e com locução de Vladimir Oliveira.
A seguir um relato de minhas impressões:
É noite fechada, faz frio, me viro na cama e quero
deixar esta idéia de lado.São cinco da matina.
Pouco depois salto da cama,venço o cansaço
e o sono e faço um chima. Começo a me acordar.
Ligo o rádio na Guaíba e ainda ouço
o Maurício Yuren( acho que é assim,se estiver
errado, perdão) encerrando parte do seu programa
das cinco da manhã.
O mate me acorda e no céu há ainda com todo
o resplendor uma grande lua cheia.Faz frio...
Pego um õnibus Vila Jardim na Protásio e
quando chego na Praça Parobé, dou uma paradinha
na feira do peixe, porque já estão assando
tainhas. O crepitar do braseiro me aquece( por momentos,
volto 20 anos quando estava na Cordilheira dos Andes,
numa viagem rumo ao Chille, junto com o fotógrafo
Achutti e pegamos muita neve. Nos esquentávamos
nas fogueiras que os caminhoneiros faziam porque os túneis
estavam fechados por causa da nevasca).
Volto a realidade, ou à vaca fria. Chego na portaria
da Guaíba e há 3 guardas. Todos meio com
sono. Um liga pra Sirlei Pastore,produtora do Bom Dia
me anunciando. Já vi que ela não sabia de
nada( havia ido até a Guaíba no dia anterior,combinei
com o Ataídes Miranda, mas ele se esqueceu de avisar
a produtora). Sirlei me deixou subir e aí começou
minha sorte: repórter tem que ter sorte: ela achava
que eu era um entrevistado que ela se esquecera. Por isto
me deixou subir.
Quando chego lá digo a ela que não se preocupe,
não fui lá pra dar entrevista, quero apenas
ficar vendo os bastidores do programa.
Ele me dá uma cadeira e aí começa
mesmo o meu trabalho. Olho no grande relógio que
está na frente do operador Dickson Ricaredo: são
15 pras sete. O programa vai indo ao ar, com os assuntos
de sempre e aí começa a ese destacar o trabalho
da repórter Fernmanda Bagatini,que da rua dá
atualização ao programa, porque ela está
lá vendo o que acontece: naquela hora da manhã,mesmo
sendo feraido, já haviam ocorrido dois acidentes
feios, um com um táxi com 4 passageiros e outro
um pouco depois, na frente do Clinicas,na Protásio,com
um casal que estava voltando da farra. Aí o Samu
demorou pra chegar e o Mendelkski tem um dos seus ataques:
dá um pau bonitaço no Samu . A Sirlei Pastore
do lado de fora,evidente, se prepara: na segunda vão
pedir direito de resposta.
Renato Rossi ao vivo...
Depois das sete, quase oito horas, aparece o especialista
em assuntos de carros Reanto Rossi para falar ao vivo.E
ele fica até o fim do programa, aproveitando a
presença do cônsul francês em Porto
Alegre que chega com vem com outro participante fixo do
programa, o cronista Juremir Machado.
Renato Rossi não consegue falar muito mesmo que
tenha residido na França, porque o estúdio,depois
das oito, está lotado. Sirlei Pastore inclusive
se assusta que não há microfone pra todo
mundo.
A sacação maior foi nesta etapa do programa
foi do operador que num dos intervalos conseguiu colocara
a Carla Bruni, primeira dama francesa, cantando.Mendelsi
se atrapalha e a caham ade ISABELLE, porque a confunde
com a Isabel Fogaça.
A musica é escolhida pelo operador nestes programas,
não pelo apresentador.
Vladimr Oliveira faz mais âncora ao Mendelski e
lê noticário. Não dá palpite.
Pouco se envolve nos temas, a não ser quando o
repórter Rodrigo Rodenbuch o provoca, principalmente
sobre temas,digamos, mundanos.Vladimir, um veterano locutor,
tira de letra:" ah, aí vem ele,de novo...."
Mendelksi contemporiza: sempre o nosso Rodrigo de bom
humor.
Era pra ser um dia morno, num feraido,mas o da sexta esteve
enbaladassimo até o final.Não faltou assunto,
pelo contrário, faltou tempo. Quando o locutor
Milton Ferreti Jung entrou no estúdio pra ler o
Aspecir das 9, ainda havia muita gente dentro dele se
levantando pra ir embora. Esqueceram até um celular
lá. O consul frances mostrou muita verborragia.
Até demais prum diplomata. Falou sobre tudo com
grande desenvolvtura,- sobre o Boia de Boulogne( local
de Paris preferido dos travestis brasileiros e argentinos)
disse que os vinhos gaúchos são atrozes(
vai seguramente provocar a ira dos produtores da Serra)
e citou o único que ele toma, o branco da Miolo.
Quando todos pensavam que o diplomata fosse citar uma
cidade da Serra como sua preferiada, ele cidou Herval
Grande, que muita gente nem sabe onde fica: Mendelki disse
que lá estão plantando muitos eucaliptos.
E o cônsul surpreendeu a todos principalmente porque
disse que achou o Brasil um país de jovens( oque
é) e onde ele se sente seguro,ao ponto de morar
no centro de Porto Alegre e sempre sair para caminhar
à noite.
- Então o senhor não foi assaltado?,quis
saber Mendelski.
- Sim, duas veze,s respondeu o diplomata.
Sirlei Pastore - que já foi produtora da Ulbra
TV e trabalhou no Correinho( eles não gostam deste
termo, mas vamos lá) disse que não há
reunião de pauta depois do programa. Eles apenas
combinam algum entrevistado. O programa na verdade é
todo feito na experiênca do apresentador, no seu
tino jornalistico e no talento de alguns repórteres
que o integram, principalmente da Fernanda Bagatini, que
fala das ruas.
E agora uma surpresa. O que mais os ouvintes querem ouvir
no programa é que ele fale em duas coisas que a
gente acha que não têm importancia:
- no tempo( é que tá todo mundo ar acordando,saindo
do banho, tem que saber que roupa usar aquela hora da
manhã) e a outra é da situação
do trânsito.
Uma pesquisa qualitativa que a Guaíba está
desenvolvendo já mostrou isto.
Então meus caros coleguinhas, não pensem
que é a elocubração que o grande
público quer: ele quer é serviço.
Tchau pra vocês....
Causos de rodoviárias
O terror do Quincas...
Havia em Estrela um oficial de Justiça, o Quincas,
que depois de aposentado tudo o que fazia era girar pela
cidade. Ia espalhando intrigas por tudo...Um dia chegou
de manhã cedo na estação rodoviária
e lá deu de cara com seu Eugênio Noll, o
" Mulato" - ele tinha o vício de chamar
todo mundo de mulato - que estava atendendo uma senhora
que tinha um filho brigadiano em Guaporé.
Ela pediu uma passagem pra lá pra ir visitar o
filho.
Quincas ficou ali,do ladinho, ouvindo a conversa.
Quando seo Eugênio mandou destacar o bilhete( manifesto,
naquele tempo ainda era um parto, um manifesto) Quincas,
pronto pro terror,entrou em campo, fardado e tudo:
- Seo Eugênio, ontem era sexta feira de noite né.
O sr. não escutou no rádio o que deu em
Guaporé?
- Não, o que houve?
- Mas deu um furunchu dos brabos, mataram dois brigadianos
numa vila.
A mulher entrou em pânico.
Pediram uma ligação pra Guaporé,
mas naquele tempo uma ligação demorava um
dia pra completar.
Quincas foi saindo devagarinho,deixando amulher em pânico
e seu Eugênio muito preocupado. Era tudo invenção
do Quincas, um figuraço...
livros do caio
fernando abreu em buenos aires
por lauro dieckmann
pois é, estão lançando
por lá uma edição em castelhano do
"onde andará dulce veiga" do caio f.
abreu. foi o único laçamento recente de
livro brasileiro que eu encontrei em buenos aires.
outro livro de brasileiro que encontrei foi um do jorge
amado, mas foi num sebo, um livro usado (o portenho comprou,
leu, não gostou e tascou no sebo...hehehehe).
não cheguei a manusear o livro do caio pq estava
protegido por plastico, apenas li o texto da contracapa,
bem alentado e elogioso.
as duas fotos que fiz dos exemplares disponíveis
na "el ateneo" estão ido em anexo.
Desempenho!
Em março (31 dias) foram 8.061
acessos. Desejo agradecer aos leitores, pela escolha.
Não me preocupo em dar opinião, prefiro
informação. E aos colaboradores, com destaque
para o Lauro Dieckmann e ao Espanha, fotógrafo,
sem deixar os demais de fora. Desejo lembrar aqui como
andorinha sozinha não faz verão. Estes dias
uma amiga da minha irmã viajou com ela para o Chile.
E num dos intervalos ela foi acessar o blog. Isto que
eu chamo de fidelidade.
Uma vez o falecido Tancredo Neves, governador
de Minas, foi a uma recepção. Na saída,
um assessor disse:
- Governador, nós vamos neste carro, o resto vai
naquele outro.
- Meu prezado,respondeu Tancredo, o resto não,
os demais!
" O diretor de redação",
como diz o Marcio Bueno, o saiteiro, que também
é um dos responsávels pelo desempenho! O
ex-saiteiro, o Alfredo Netto, ainda lê o blog e
me reclamou que tem pouco a Vida como ela é...
Aos leitores em
geral
Este blog voltará a ser atualizado
no próximo dia 13/04.Agradecemos a compreensão.O
editor.
Coleguinhas
* Rodrigo Rodenbuch pegou meio que pesado,ontem,dia
8/04 no programa Bom Dia, da Guaíba(rádio)
com o comandante do BOE sobre incidentes ocorridos no
Grenal do último domingo com um repórter
da emissora. Mendelski, mais gato escaldado,ficou encima
do muro...
*Rodrigo Rodenbuch é filho de brigadianos...
*O Correinho,segundo um editor do jornal, vai de vento
em popa. " Nunca vi botarem tanto dinheiro lá
dentro" disse ele, que conheceu o tempo das vacas
magras dos Ribeiro.
*O número de acessos a este site - mais de 8 mil
em março- prova que o público é sedento
de informação com responsabilidade, como
diz o slogan do Já Bom Fim...
*Mas,afinal, a diretoria do Grêmio, está
dando um baile nos coleguinhas do futebol. Já anunciaram
quarenta mil vezes Renato Portaluppi como novo treinador.
Pois aqui deste espaço acho que ainda não
é a vez dele...
* Cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém.Principalmente
quando se trata de informação.
Os gaúchos
se despedem do verão

AS PRAIAS CATARINENSES SÃO DESTINO DE GAÚCHOS
NESTE FERIADÃO
Este feriadão da Páscoa
- junto com o malho a Judas - tem como marco a despedida
que os gaúchos fazem da praia, até o finados
de primeiro de novembro,quando novamente as praias são
procuradas.
E a foto mostra um dos locais mais procurados pela chamada
" gaucholândia".Uma vez eu estava na praia
da Ferrugem( ao lado de Garopaba) e vi uma linda lebre
dando saltos nos morrinhos de areia perto da praia. Em
seguida, ela fugiu...Fui perguntar aos pescadores que
retiravam seus barcos de manhã cedo porque eles
não caçavam a lebre...eles me responderam:
- Depois que esta gauchada começou a aparecer por
aqui a gente não pode mais matar bicho nenhum que
eles nos denunciam ao Ibama.
Causos de rodoviárias
* Nossas rodoviárias são
cheias de causos. Quando a de Porto Alegre, por exemplo,
ficava na rua da Conceição, 93, um dia um
diretor da concessionária, entrou no banheiro por
distração e viu uma cena que achava que
fosse uma sacanagem do sujeito: o cara estava acocorado
de um modo esquisito, encima do vaso sanitário.
O diretor da concessionária achou que fosse uma
molecagem do usuário.Que nada, era assim mesmo,
por que o camarada nunca usava o vaso vindo dos grotões
do interior e não sabia como sentar-se no vaso.
Era daqueles sujeitos do interior acostumados a se limpar
com sabugos. E dizia-se no interior que havia um tipo
de sabugo especial para isto: limpava,escovava e penteava....
*Ari Camargo teve uma linha de ônibus entre Porto
Alegre e Vacaria. Sua primeira esposa se chamava Mariquinha.Era
uma mulher de faca na bota. " Ela chegava pro Ari
e ordenava:vamos embora fulano de tal. E ele obedecia
sem pestanejar" lembra um conhecido do casal.
Mas Mariquinha foi uma mulher de grande valor. Ela era
a cobradora do ônibus tipo jardineira. Ela ficava
do lado de fora do ônibus fazendo a cobrança
da passagem dos usuários numa época que
tudo era ainda muito precário, pelo menos neste
setor...

A RODOVIÁRIA DE CRUZ ALTA NOS ANOS 40
* A foto é da primeira estação
rodoviária de Cruz Alta. Localizou-se no centro
da cidade. Naquele dia, da década de 40, do século
passado, os transportadores da região reuniram-se
para tirar esta foto para a posteridade.O acervo da foto
percente a família Jost, concessionária
da rodoviária daquela cidade.( foto ao lado).
Cenas de Buenos
Aires
O colega Lauro Dieckmann esteve em Buenos
Aires e mandou estas fotos pro blog. A cidade que foi
considerada uma réplica de Paris - uma espécie
de capital da América do Sul - hoje já sofre,segundo
o Lauro, das mazelas da pobreza, que atinge toda a região.
Buenos Aires sempre foi o destino de brasileiros principalmente
quando a moeda é favorável ao bolso local.

cães abandonados baires
carrinheiro e cão baires

favela em baires

flanando no rio tigre

livro do caio f abreu
Dia do Jornalista
Recebemos e agradecmos a lembrança.
O editor.

Recebemos dos leitores
FELIZ PÁSCOA!!!
É o que deseja a Secco a todos
os seus amigos e parceiros.
SECCO CONSULTORIA DE COMUNICAÇÃO
Memória
da Imprensa!
Não adianta, o Portaluppi não
se livra da fama de notívago...
Não adianta só foi o Grêmio
anunciar o Renato que os torcedores, principalmente colorados,
pegaram no pé do Gaúcho, de São Valemtin(interior
de Guaporé. Havia uma lenda que o Portaluppi tinha
nascido junto ao rio Carreiro, em Serafina, verifiquei
no cartório de lá mas seu nascimento não
está registrado lá. Parece que foi mesmo
em S.Valemtim, em Dois Lajeados,antigo Esperança.)
Em 26 de setembro de 1991, o talentoso chargista Sampaulo(falecido
em fevereiro de 1999) assim anunciou a volta do Renato
aos gramados gaúchos...

Sampaulo gozando a chegada de renato Portaluppi
Direto de Buenos
Aires
por Lauro Dieckmann
a capital portenha está com alguma
semelhança com passo de torres: cheia de cães
vadios nas ruas.
ocorre que, com a crise que acomete a argentina, houve
um empobrecimento generalizado da população,
e muitos donos de cães não puderam mais
manter os animais. assim, simplesmente os largaram na
rua. e lá estão eles, esfomeados, coitados
(no passo também tem muito cão abandonado
nas ruas).
igualmente há favelas, não tantas como no
brasil, claro. em ba há uma população
de uns 30 mil favelados.
nas ruas, vê-se mendigos e pedintes em geral. o
que não havia antigamente.
ah! tem carrinheiros também, como aqui em porto
alegre. fotografei um carrinheiro com seu cão (lá,
como aqui, os carrinheiros costumam adotar cães
vadios).

também fiz foto de um coroa flanando
de barco no rio tigre (um contraponto) e, uma satisfação
cultural: a foto de uma edição argentina
de um livro do caio fernando abreu (o segundo melhor escritor
gaúcho do século passado, depois do simões
lopes neto).
não vou falar sobre preços e compras pois
não sou adepto do 'comprismo' (lá, só
comprei um dicionário da academia real espanhola
e uma tradução do ulysses do joyce para
o castelhano (a edição brasileira, do falecido
houais, é uma merda (é MERDA mesmo), além
de um suéter de acrílico - aqui, no free-shop,
uma garrafa de vodka polonesa e outra de gin inglês).

de um modo geral, a impressão
que baires passa é de capital de um povo derrotado.
o pessoal anda sujo, mal-arrumado, as mulheres escabeladas
e mal-vestidas (além de em sua maioria muito feias).
quer dizer, não nem para dizer que são 'pobres
mas limpinhos'. não, são pobres, feios e
sujos.
teve um cara (Marcos Aguinis) que escreveu na abertura
de um livro ("Pobre patria mia") que "Fuimos
ricos, cultos, educados y decentes. Em unas cuantas décadas
nos convertimos em pobres, mal educados y corruptos".
buenos aires, claro, continua linda, mas com claros sinais
de deterioração.
cheguei lá no dia do enterro do alfonsin. os jornais
deram um enorme destaque para o falecido, para contrapor
a sua seriedade e honestidade em contraponto ao casal
Kirchner, que eles simplesmente chamam de casal K (só
esquecem que o alfonsin antecipou o fim do mandato e entregou
o cargo para o menen antes da data pois não conseguia
segurar a barra do descalabro econõmico).
os argentinos, apesar de tudo, não perdem a arrogância.
os jornais não deixam e mencionar que lula foi
destaque no g-20, mas falam disso só no pé
da matéria. para eles o mundo é eua e europa.
não facilitam nada para nós, brasileiros.
vê só, o brasil sempre se preparou para uma
guerra contra argentina, mas quando os argentinos foram
à luta o foram contra ... a inglaterra (estes dias
que andei por lá também coincidiram com
mais um 'aniversário' do início da guerra
louca das malvinas).
pena tudo isso, pq, eles teriam tudo para dar certo...
(como nós!).
Os que já
tomaram a saídeira...

Betinho
Wellington Alberto(Betinho) Landerdahl(
falecido em 08.04.2008).
Com um ano de falecimento do " Betinho" que
se completa hoje,dia 08/04, abro este espaço pra
recordar os coleguinhas falecidos.Desde que era criança
lá em Serafina e que meu pai me levava nas 4 feiras
de cinza a missa e depois o padre colocava aquela cinza
em cima da cabeça, que o fantasma da morte precisa
ser exorcizado. Lembro bem que o padre dizia em latim:lembra-te
que viestes do pó, e ao pós voltarás..."
Não deixa de ser verdade,embora pareça tétrito
e fúnebre.
Perguntei ao seu irmão, o fotógrafo Walkyr
, o que ele mais gostava do irmão. Walkyr deu na
lata:
- Das piadas...
É verdade. O Betinho sempre tinha uma boa historinha,
às vezes exclusiva.
Lembro dele quando protagonizou um fuzuê na Lester
Comunicações do Saul Junior.
Ele numa merda de dar dó,, e o Saul o levara pra
fazer eventos com ele.
Aí haveria um evento em Gramado, num fim de semana.
O Betinho entesou que tinha que contratar um carro para
levá-lo. Não aceitava ir de bus.Era bem
ele este tipo de coisa...
Aí o Saul não locou o automóvel e
o Betinho bailou na curva do seu emprego.
Betinho nasceu em Santa Maria da Boca do Monte,filho de
suecos.Nasceu em 01.06.1941,filho de Gustavo Albereto
Landerdahl e de Vilma Falleiro Landerdahl.
Morava em Porto Alegre na rua Voltaire Pires, 485/16.
Este seu apartamento já foi vendido pela família.
Quem se preocupou muito com ele no final de sua vida foi
um vizinho, o Garibaldi, que atendeu o colega até
praticamente o final de seus dias.
O casal de filhos que teve não moram em Porto Alegre.
Betinho nas últimas vezes que falei com ele, andava
feliz da vida que iria ser avô.
Betinho foi apresentador( a Josi Negreiros poderá
dar mais detalhes sobre esta etapa da vida do Betinho)
na TV Educativa e foi diagramador na Folha da Tarde.
Uma vez Betinho foi na rodoviária de Santa Maria
tirar uma passagem pra Porto Alegre. Era o tempo que ainda
tinha que se escrever no bloqueto da passagem o nome do
passageiro.O atendente, meio sobrado, olhou pro Betinho
e perguntou o nome.
- Ah, já sei Betinho das moças bonitas,
disse o confiançudo.
- Não , não, disse Wellington, Frei Betto...
Poucos colegas estiveram no seu enterro, mas considerando
que no enterro da falecida Suê Duarte só
estive eu de coleguinha, até que no do Wellington
tinha bastante gente.
Parece brincadeira, mas já passou um ano desde
a morte do nosso querido colega e amigo....
Leitores de ZH
receberam CAderno de Cultura com " borão"
No sábado,dia 28/03, alguns assinantes
de ZH, receberam o Caderno de Cultura com um borrão
que não dava para se ler o cabeçalho. Falei
com um gráfico que me explicou que isto acontece
quando a bobina do papel está terminando e vai
ser substituída. Mas normalmente, com controle
de qualidade,os exemplares danificados são retirados
de circulação.

Funcionários
abraçaram o Clínicas
Por volta do meio dia de ontem,7/04,
funcionários do HCPA " abraçaram"
o Clínicas, na Zona Leste de Porto Alegre pela
manutenção do hospital com o serviço
do SUS. Ontem,dia7/04 era o dia mundial da Saúde.
No centro de Porto Alegre, na frente do prédio
da Prefeitura Municipal,os municipários discursavam
apresentando protestos pelo detrimento da saúde
em prol de outros investimentos. " Durante a Semana
de Porto Alegre, a prefeitura gastou 750 mil reais em
publicidade nos três jornais da capital enquanto
nós estamos esperando muito tempo equipamentos
nos postos de saúde" argumentou o funcionário
que protestava.
Alguns funcionários aproveitaram
a ocasião pra distribuir panfletos pedindo aos
pedestres que se manifestem junto ao Conselho Nacional
de Saúde no endereço eletrônico www.conselho.saude.gov.br/webec29/index.html
para garantir os recursos adequados a Saude.
Viamão divulga
fruticultura como alternativa de cultivo

A Associação dos Fruticultores
de Viamão entregou ao presidente da Assembleia
Legislativa, nesta segunda-feira (6), uma cesta de caquis,
resultado da primeira colheita de frutas geradas a partir
da implantação de projeto de diversificação
de culturas desenvolvido há três anos em
parceria com a Secretaria de Agricultura do município,
Emater e Ministério do Desenvolvimento Agrário.
A associação que envolve 49 produtores realiza
o plantio de variedades como figo, goiaba, ameixa e uva,
de forma orgânica. Os produtores informaram que
a produção em escala comercial inicia em
2010, podendo ser processada industrialmente no futuro.
Segundo a associação, a
colheita do próximo ano deverá alcançar
40 toneladas de frutas. A produção é
alternativa para muitos pequenos produtores da região,
que estão buscando viabilizar convênios com
a prefeitura municipal e utilizar parte da mesma na merenda
escolar. A fruticultura surge como alternativa econômica
para o município, cuja produção primária
é sustentada no leite e arroz.
O presidente da ALRS parabenizou os agricultores
por optarem pela diversificação da produção.
“A diversificação é fundamental,
quando uma cultura vai mal o agricultor pode se socorrer
de outra”, afirma Pavan. Segundo ele, Viamão
possui um diferencial positivo para a diversificação
da produção, que outros municípios
não possuem: grandes extensões de terra
boa e localização próxima aos maiores
mercados consumidores.
Lançamento
do The Best Jump 2009 será nesta quinta-feira
Consolidado como um dos melhores eventos
hípicos da América Latina, o The Best Jump
2009 - XLI Concurso de Saltos Internacional Cidade de
Porto Alegre será realizado entre os dias 29 de
abril e 03 de maio, na Sociedade Hípica Porto-Alegrense
(SHPA). O torneio terá aproximadamente 30 provas
nacionais e internacionais, reunindo os melhores cavaleiros
e amazonas do Brasil, do Uruguai, da Argentina e outros
países da América Latina. Cerca de 200 conjuntos
estão sendo esperados na 41ª edição.
O presidente de honra do The Best Jump, Jorge Gerdau Johannpeter,
vai receber convidados para o evento oficial de lançamento,
no GastroPub (Bourbon Country), a partir das 11h30, nesta
quinta-feira, dia 9. Na foto que hora publico tem a data
de 26.04.2003, quando ATINA ONASSIS esteve na Hípica
em Porto Alegre.

Fotografos atentos para Atina Onassis
A vida como ela
é...
Episódio de hoje
A mulher deu de bolsa na entrada da redação
no safado do namorado....
Os fatos aqui narrados não são verídicos.
Qualquer semelhança com a realidade é mera
coincidência...
Lá pelo final da década de 70, uma melhor
havia subido muito dentro da redação de
um jornal da capital.Épocas pré-feministas,
a mulher tinha tino jornalistico e era na realidade muito
esforçada.
Era bonita, também...
Mas tinha subido muito no esquema de poder de um jornal
que também vinha,diga-se de passagem, em ascenção.
Fora ela que coordenara a cobertura da vinda do Papa e
tudo saíra a contento.
Mas no campo pessoal, andava numa secura que vou te contar.
Andava dando tiro pra tudo quanto era lado...
Mulher com poder, os homens fogem,diziam os maldosos....
Sua secura era tamanha que um domingo de manhã
praticamente " sequestrou" um colega pra ir
pro interior tomar champgne em Garibaldi. Não deu
em nada na viagem, só porque o cara se fez apenas
de desentendido, porque ele realmente não queria
nada com ela...
A mulher em questão começou a se envolver
com um colega casado, e por cima, safado...
Vai ver o que o cara prometeu pra ela...
Sei que ela já tinha caído naquele famoso
conto de que todo homem casado promete pra sua amante:
eu vou me separar, vou casar contigo, coisa que é
claro, se a mulher dele não der um ponta pé
na bunda dele, nunca irá acontecer.
Pois romance ia de vento em popa. Encontravam-se para
jantares na casa de uma amiga de ambos. A colega em questão
morava nas cercanias do estádio Olímpico...
Perto da meia-noite o namorado tinha que ir embora, justamente
no melhor do papo,depois de um jantar regado a massa e
vinhos...
É que o alibi dele terminava ali...
Mas houve enfim uma festa muito grande onde o namorado
havia prometido que ele se apresentaria com a amante pra
todo mundo enfim saber do amor deles.
Só que na festa o cara pintou lá com a esposa,
ninguém em sã consciência iria imaginar
que fosse acontecer outra coisa.
Na festa já deu rebu...Tiveram que pedir pra ela
se acalmar, deu como se diz hoje em dia saia justa.
Mas no dia seguinte, ela foi a forra. Esperou-o na entrada
da redação e quando o safado chegou, ela
nem quis ouvir suas lamúrias de sempre. Saiu de
bolsa pra cima dele. Os guardas tiveram que segurá-la
Resumo da ópera: apesar de todo seu envolvimento
na empresa, ela foi deslocada para Brasília. Ele
ficou aqui, claro, com sua esposa.
Não se sabe quem ficou mais feliz, mas sabe-se
que os dois nunca mais se falaram.
Também apanhar de bolsa na frente dos guardas na
entrada, no começo da tarde, foi humilhante.
É por isto que um ditado muito machista sempre
diz: onde se ganha o pão não se come a carne.
Coleguinhas
* João Baptista Marçal
no sábado, dia 4/04 pinto no barzinho da ARI. Como
sempre, muito entusiasmado, o autor do dicionário
da esquerda gaúcha, publicado pela editora Palmarinca,
falou muito e contou boas histórias do finado cantor
Teixeirinha.
*Ayres Cerutti anda a procura de alguém que queira
editar o Jornal da ARI. Projeto anda mais empacado que
caminhão carregado em dia de muita chuva em estrada
de chão.
*Ah, de novo o problema do furo: primeiro a Band AM reivindicou
pra ela que o Celso Roth ia cair, depois no final do Grenal
do dia 5/04, Pedro Ernesto Denardim também anunciava
saída do treinador e finalmente o Rech, da Guaíba,
que se intitula, o fura-fura, puxava pra si o feito. Como
diz aquele ditado, filho bonito tem 500 pais. Filho feio,
nenhum...
* Sérgio Stock e Fabiano Baldasso são duas
conquistas da BAND. uM, O PRIMEIRO NA tevê e o segundo
na rádio...
*Leitor Oraldo Rodrigues, grande conhecedor de asusntos
de previdência, queixa-se que blog estava pobre
de leitura na manhã desta segunda...É que
o autor folgou no sábado e domingo. Também
sou filho de Deus. Pra ver como leitores são dificeis...
*Caco Barcellos, da Globo, Profissão Repórter,
esteve em Portinho visitando tios doentes. Mas volta aos
pagos no mês de maio quando será um dos entrevistados
do professor Ruy Ostermann, no encontros, no estúdio
Clio.
* Grenal contaminou a todos. Ontem, no sindicato dos jornalistas,
assunto não era mais a exigência do diploma,
tema que tem dominado e com razão a entidade, mas
ouvia-se brados de longe da sala... Porque o Tite, porque
o Celso Roth e com um fervor danado...
*Aliás, dois membros do sindicato dos jornalistas
estiveram na passeata do Inter do sábado: o ex-presidente
Jorge Correa e mais um funcionário da TVE, que
é colorado roxo...
* Carlos Alberto Fruet, frila do Estadão, está
fazendo fisioterapia pra recuperar a perna. Sofreu atropelamento
dia 04.12.2008.
Memória
da Imprensa

BICUDO
A imprensa gaúcha mudou muito
de uns tempos para cá. E acho que pra melhor.
Relendo um depoimento do Elmar Bones da Costa, o Bicudo,
dado ao primeiro número da revista Amanhã,
isto quando a revista ainda era um projeto da FIERGS,
em junho de 1986, achei um parágrafo do autor que
é uma preciosidade pela síntese do que era
a imprensa quando a minha geração começou
a andar em redações de jornais.Fala o Bicudo:
" Em Porto Alegre, a maioria dos meus colegas de
redação ( era regra em todas as redações)
tinha que trabalhar em alguma "assessoria "(
no governo,geralmente) para complementar sua renda.Boa
parte do noticiário regional era preenchida pelos
famosos press-releases que já vinham com título
e tudo e eram invariavelmente publicados na íntegra.Às
vezes um ou outro profissional mais zeloso ainda tentava
" reescrever" a matéria oficial, para
não ficar uma coisa muito escandalosa. Mas era
comum também o repórter que cobria determinado
setor ou secretaria ser,igualmente, o assessor de imprensa
daquela secretaria. Então, no fim do dia ele chegava
na redação trazendo no bolso o press-release
feito na repartição".
Inter, 40 anos
depois!!!!

Eu tinha tudo pra ser colorado( meu paí
é) mas sou gremista. Tudo por causa de um tio....que
torcia pro Grêmio dos anos 60....
Mas meu destino se cruzou muito até
aqui com o Inter. Diria até mais do que com o Grêmio.
No distante ano de 1969,quando cheguei
em Porto Alegre, o Inter inaugurou o Beira-Rio e o dia
6 de abril- se não me engano era Dia de Páscoa,mas
lembro que fez um frio de cão - fui acordado na
JUC-5, na Venâncio Ayres esquina Santa Terezinha,com
um foguetório como jamais ouvi depois na vida...
Nem quando o Inter foi Tri-brasileiro
nem quando foi Campeão da América, em 2006
e nem quando foi campeão do Mundo,também
em 2006.
Sábado passado, fui,sem nenhuma
pretensão acompanhar a passeata do centenário...
acho que muita gente viajou na maionese e ninguém
imaginou que i ria ter tanta gente. Deve ser efeito da
Internet... porquem nem a EPTC tinha se preparado pra
fechar a av. Cascatinha, nem a Brigada Militar contava
com tanta gente nas ruas...
A sorte é que não deu arrastão nenhum,
até porque acho que está ocorrendo um fenômeno
aí...que os sociólogos ou estudiosos do
assunto não detectaram: o Inter é time de
classe média e alta. Deixou há tempo de
ser o Clube do Povo...
Enfim, a passeata do centenário foi tranquila,
tinha tudo pra ser um grande fuzuê...
Em 1969, matava às vezes,aula,
de noite pra ir ver os jogos do Inter junto com um colega
que sendo coronel da BM não precisava pagar ingresso.
Entrávamos no estádio numa boa...
Vida longa ao Inter, pois sem ele, não haveria
graça em ser gremista!
Joias do Internacional
entram no mercado durante as comemorações do centenário
do time gaúcho
Após meses de pesquisa e trabalho,
passa a ser disponibilizada ao grande público uma
linha exclusiva de joias do Sport Club Internacional.
Com a ação, o time ingressa em um segmento
pouco explorado pelos clubes brasileiros. Integrando as
comemorações do centenário do clube,
as peças desenvolvidas pela Mináh Joias,
começam a ser comercializadas na segunda semana
de abril de 2009 nas principais joalherias gaúchas,
na loja virtual do Internacional e no Inter Sport. São
77 peças e acessórios nas linhas masculino,
feminino e infantil. Buscando atender a todos, os valores
variam de R$ 60 a 19 mil reais. “É um momento
significativo e muito especial para todos os torcedores
e amantes do futebol. Por isto a decisão do lançamento
durante o centenário. Mas vale lembrar que estas
joias vieram para ficar! Continuaremos revelando as tendências,
com grandes novidades a cada nova estação”,
adianta a empresária Miriam Slomp. Ela é
a designer das peças e a empresária responsável
pela Mináh Joias. A empresa tem a exclusividade
na produção das peças do time gaúcho.
O grande diferencial das joias do Internacional
é a versatilidade e opções não
faltam. Alianças, brincos, pingentes, pulseiras,
broches, entre outros itens foram elaborados, buscando
atender a todos os gostos e estilos. “Chamamos de
joias inteligentes. Você pode, por exemplo, comprar
um brinco e utilizá-lo também como pingente.
Em um módulo você encontra um leque de opções”,
explica o designer Cássio Orrico, da Mináh
Jóias.
A técnica de esmaltação
foi utilizada em muitas das peças da coleção
desenhadas pela equipe. “É pouco usada aqui
no Brasil, porém esta técnica é bastante
antiga. Nas joias do Internacional nós fizemos
este resgate. São pequenos detalhes que utilizamos,
mas que agregam valor. Elas estão lindas, temos
certeza que o público vai ficar bastante satisfeito
com o resultado deste trabalho”, avalia Orrico.
Os torcedores interessados também podem adiquirir
as joias pelo telefone 51 3268 0921. Outras informações
www.minahjoias.com.br.
IMAGENS DA COLEÇÃO DE JOIAS
DO INTERNACIONAL - à disposição no
site da Leed - Inteligência e Soluções
em Comunicação pelo link Galeria de Fotos
- www.leedcomunicacao.com.br.
achaque de flanelinha
em dona de carro...
A leitora Ingrid Schumacher, mâe
da Ana Fuão,atriz, foi prestigiar a filha na noite
de 02/04, no teatro Renascença(atual Lupicínio
Rodrigues) porque a filha era candidata ao prêmio
Açorianos de atriz. Quando chegou um flanelinha
pediu-lhe. Ela não tinha troco. Deu 50,00 reais
pra ele que prometeu ir ali trocar e regressaria...A Ingrid
acreditou...está esperando até agora. O
esperto sumiu no corredor de ônibus. Ela diz que
tem condições de numa acareação
identificá-lo.Ela comentou o assunto com outro
flanelinha que estava por lá que disse que era
um mau colega, porque queimava o filme deles....
Coleguinhas
A " cobra quase fumou na ARI"
Dias atrás o colega jornalista Roque Callage esteve
na ARI procurando pelo presidente ERCY TORMA e se estranhou
com o Adolar, o zelador.
- O que tu pensa que tu é aqui? disparou Roque
assim que Adolar quis saber com quem ele ia falar no prédio.
Aí o caldo entornou. Adolar, que é tri estourado,
tirou os óculos e ia partir pra cima do Roque mas
foi seguro pelo vice-presidente Ênio Rockenbach
e pela Janete, que é a secretária executiva
da entidade.
Depois Adolar desceu pro seu apartamento e tempo depois
avisaram ele que o Roque já tinha deixado o prédio
e ele voltou ao seu trabalho normal.
Por falar no zelador Adolar, que está há
mais de 10 anos na casa, ele ao que teria confidenciado
a amigos ficará apenas até o começo
de 2010 na entidade e depois pedirá o boné.
Aliás, a situação financeira da ARI
não é das mais seguras. No mês passado,
não foi mole fechar a folha de pagamento, quero
dizer quitar a folha de pagamento dos funcionários.
Eu X Eles - Coleguinhas
NAJAR TUBINO
Najar e Caco Schmidt furaram o bloqueio
no Projeto Jari pra fazer uma matéria sobre o Jari...
Depois de mais de 15 anos fora do Estado - anda va no
Mato Grosso - está de volta aos pagos o repórter
Najar Tubino - tido por uns como um aloprado e por outros
como um grande talento profissional.
Najar José Godoy Tubino nasceu em Porto Alegre
em 14.10.1955. Filho de Milton Tubino e Saturnina Godoy
Tubino. É parente,sim , do delegado Luis Fernando
Tubino.Não sei bem em que grau, mas é....
Nunca compartilhei uma redação com o Najar
e por isto o conheço só de ouvir dizer,
ou como se diz no popular, de ouvido. Mas seu inegável
talento de repórter se mostra em matérias
que fez principalmente para o COOJORNAL, onde muita gente
trabalhou e alguns poucos levaram a fama.É sempre
assim....
Uma das principais e como se diz hoje em dia investigativas
matérias que o Najar Tubino, o Caco Schmidt e o
repórter que os acompanhava fizeram foi mostrar
os bastidores do Projeto Jari, na Amazônia, do empresário
norte-americano Daniel Ludwig.
Caco e Najar não obtiveram licença pra entrar
no projeto. Ficaram pela Amazônia e assim que deu
mesmo sem ter licença pegaram um barco e entraram
no domínio do projeto Jari. Ali Najar, com seu
faro de repórter, ficou sabendo por meio de uma
chilena que morava no projeto que havia rumores entre
os funcionários mais graduados de que Daniel Ludwig
estava por pousar no pedaço por aqueles dias.
E um belo dia pouso mesmo.
O fotógrafo que acompanhava os dois repórteres
abelhudos bateu algumas chapas do megaempresário
descendo do seu jato no seu domínio.E os seguranças
queriam tirar as chapas de qualquer modo. O fotógrafo
as escondeu e eles picaram a mula, como se diz.
De uma localidade ligaram para o Osmar Trindade, da Coojornal,
avisando que estavam com o material em cima.Mas eles tinham
ido pra lá por sua conta e risco, nem a Coojornal
os estava patrocinando.
Venderam o frila pro Coojornal e pro Pasquim, mas os demais
veículos como Jornal do Brasil, a Isto é,
do Mino Carta, não quiseram comprar a matéria
porque tinham medo de represálias já que
o governo ainda era militar.
A sede do Coojornal em Porto Alegre ficava na rua Comendador
Coruja, 372.
Najar foi depois embora para S.Paulo e depois passou um
bom tempo no Mato Grosso onde especializou-se em gado,principalmente
Nelore.
De volta a Porto Alegre, está fazendo projetos
e cursos na área do meio ambiente.Reside na rua
Luiz Tamanici,61, no bairro ´Teresópolis.
Memória
da Imprensa
A rodoviária de Passo Fundo nasceu
dentro do jornal Diário da Manhã
Passo e Vacaria disputam a primazia de ser a primeira
rodoviária do Brasil. Fiz uma longa pesquisa sobre
isto em 2003 que resultou no livro No Tempo das Estações.
P.Fundo diz que começou em 1938 e Vacaria em 1939.
Mas a de Vacaria teria registrado dois anos ante sno DAER
e por isto oficialmente seria a rodoviária mais
antiga do país mas oficiosamente seria a de P.Fundo.
Disputas à parte, vale contar que a rodoviária
de P. Fundo nasceu dentro da redação do
Jornal Diário da Manhã.
Pela pesquisa que fiz Túlio Fontoura, diretor do
jornal,encontrava-se uma manhã dentro da redação
com um grupo de amigos quando adentrou,puto da vida o
presidente do Hospital da Caridade da cidade, Píndaro
Annes. Estava reclamando porque não aguentou um
ônibus que em plena madrugada parou frente a sua
casa e não parava de buzinar pra acordar um passageiro
dorminhoco que iria viajar. Píndaro achou que estava
lá como porta-voz de muitos outros moradores.
É que em 1938 como não havia rodoviárias,
os passageiros eram pegos em casa pelos ônibus quando
iam viajar . E isto era geralmente sempre de madrugada.E
quando estes ônibus vinham a Porto Alegre também
não era em
rodoviárias que largavam os passageiros, mas sim
em frente ao Preto Hotel, na Salgado Filho, onde hoje
está a loja da Brasil Telecom.
Ainda naquela tarde - cujo dia não ficou registrado
- os futuros donos da rodoviária de P.Fundo alugaram
uma peça na Av. Gal. Neto que passou à história
da cidade, como o primeiro local de rodoviária
na c apital do Planalto Médio.
Assim, até a rodoviária nasceu dentro de
uma redação de jornal.
Lançamento
do livro do Luca será um acontecimento
Iremos,sim a Estrela pro lançamento
do livro do Luca, como convida o Mazzarino. Só
que depois tem que ter trago. Na terra da Polar, não
pode faltar trago. Uma vez o Enio Rockenback foi lá
e na hora do almoço, quando o saudoso Erico Sauer
pediu pra ele escolher a marca da cerveja, ele pediu uma
Brahama na terra da Polar. que Vexame....O editor
Coleguinhas
Jornal O Sul noticiou aniversário de falecido.
* Jornal O SUL, dia 29/03/09 colocou
foto do transportador Ernani Reicheldt como aniversariante.
Seo Ernani faleceu no meio de 2008, como foi amplamente
noticiado...
Eu X Eles - Coleguinhas
Vilmo Medeiros, de óculos e calvo no aniversário
de Gelson Farias
" Você viu o cabeção
por aí, eu não...eu não...eu não...."
Se você entrasse na redação da Zero
Hora ou na Folha da Manhã e quisesse ver o Vilmo
Medeiros ,editor de Polícia, furioso e tirá-lo
do sério, era só começar a cantar
uma musiquinha muito em voga nos anos 70...você
viu o Cabeção por aí...eu não,
eu não....
Cabeça, ou Mangona a Baleia Assassina era o apelido
do colega, nascido em Cachoeira do Sul e que se mudou
pra Porto Alegre, onde ingressou no jornalismo, principalmente
o do ramo policial.
Dizem que Vilmo levava(ou leva) tudo tão a sério
que uma vez ele estava na Redação da ZH
e o editor Gaguinho Ribeiro(José Antônio)
lhe respondeu:
- Vai a pé.
A resposta era porque o Vilmo,ainda repórter, havia
perguntado ao Gago como ir até a delegacia de rua
Cristóvão Colombo.
Já no meio da tarde, Gaguinho perguntou pelo Vilmo.
Como não estava na redação esperou
o final da tarde pra ver onde seu repórter tinha
ido parar.
Chegou o Vilmo no final da tarde e todo suado. Onde tu
estávas quiseram saber?
- Ué, fui até a Cristovão Colombo
fazer minha matéria.
- Mas como?
- A pé.
O Vilmo levava tudo tão a sério que em fins
de 1981pediu por carta que seu nome " fosse exlcuído
dos quadros da Associação Riograndense de
Imprensa" porque tinham feito uma matéria
sobre sua saída da Zhero Hora e entrada na Caldas
Junior e a ida de Wanderley Soares para assumir a editoria
de Polícia de ZH.O Vilmo se queimou com a matéria
e disse que sua honra fora atingida e pediu desligamento
da entidade.
O Vilmo era assim, mas foi sempre um leal coleguinha;;;;
Terminaram as "
lembranças" do golpe de 64!
Na noite do dia 01/04, no Plenarinho
da Assembléia Legislativa do Estado, prosseguiu
o debate sobre o 31 de março, ou o movimento de
64, ou ainda, debochadamente, a Redentora. Tem um livro
de um camarada de Uruguaiana com este título, a
Redentora, não sei se não é do pai
do deputado estadual Raul Pont que era historiador.
O fato é que o debate sob o nome de A noite que
durou 21 anos- título aliás feito pelo Minhoca,
o Carlos de Ré, único militante da Juventude
Socialista do PDT a se manter no partido, porque os demais
foram todos pro PT, em 2001, na leva que levou para o
partido do presidente Lula da Silva a atual chefe da casa
civil da Presidência da República,Dilma Roussef,
da quarta-feira esquentou bem mais do que o anterior.
A professora Márcia Wasserman, da UFRGS,lembrou
a guerrilha urbana e rural pós 64 desencadeada
no RS,especificamente. E tocou num assunto que é
tabu: os tais 1 milhão de dólares que Fidel
Castro teria repassado a Leonel Brizola no exílio,
no Uruguai. Este aliás, foi u tema recorrente que
o repórter José Mitchell,quando no JB, sempre
que ia a alguma coletiva do ex-lider trabalhista, sempre
o questionava.A outra pergunta que o Mitchell insistentemente
fazia ao ex-governador gaúcho era se ele tinha
fugido pro Uruguai, em 1964, " vestido de mulher".
Terminada a palestre da professora Márcia, "
Minhoca" que foi o principal articulador dos dois
dias de debates , pediu a palavra e defendeu o ex-governador
sobre a questão dos dólares. Disse que aquele
dinheiro fora empregado na frustada guerrilha de Caparaó,
no Espírito Santo, em 1965. E que outra parte do
dinheiro fora utilizada para sustentar os exilados que
não tinham nem o que comer fora do Brasil.
O deputado Raul Pont, do PT, que presidiu a mesa tocou
num ponto também pouco mencionado sempre que se
debate a revolução,ou golpe, de 64: porque
não houve resistência.
Porque,disse Pont, que não se resistiu como de
fato se resistiu em 1961,quando os militares não
queriam dar a posse a Jango Goulart.
Um dos assessores do presidente do legislativo estadual,
Deputado Ivar Pavan(PT) disse no final do encontro que
todos os palestrantes foram entrevistados pela imprensa
da casa e que mais tarde será distribuído
um CD contendo informações sobre o tema
nas escolas,principalmente.
Lícia Peres, socióloga, viúva do
vereador Glênio Peres antes de se retirar pediu
a palavra e contou que dias atrás ficou estarrecida
ao saber, na imprensa, que uma pesquisa entre os brasileiros
de hoje aponta que 82,5% deles não sabe do que
se trata o AI-5,quando questionados sobre o tema.
Embora a Seleção Brasileira estivesse já
entrando em campo no Beira-Rio pra enfrentar o Peru pelas
eliminatórias do Copa do Mundo de 2010, na Africa
do Sul,os presentes não arredaram o pé até
o fim dos debates. Chamou a atenção da presença
nas duas noites - 31/03 e 01/04,- do ex-deputado Ney Ortiz
Borges que já com mais de 80 anos assistiu aos
dois debates.
Já o professor Dr. Enrique Padrós, da UFRGS,
uruguaio de origem,também estava com a cabeça
no futebol. Quando mencionou o estádio Nacional
de Santiago do Chile palco de muitas mortes na derrubada
do Governo democrático do presidente Salvador Allende
em 11 de setembro de 1973,disse" lá onde agora
começam a jogar o Uruguai contra o Chile".
Destaque negativo do encontro dos dois dias;nem o presidente
do MJDH, Jair Kritche, nem repórteres que escrevem
sobre a Operação Condor se fizeram presentes,
tanto para questionar os professores palestrantes, como
para os debates. Uma falha da organização
do evento.
Casa do Estudante
e ecos da Redentora
"Olides,
Como de quase tudo aí em POA,
tenho boas recordações da Casa do Estudante
da Riachuelo, onde nunca morei, e imediações.
Para quem ficava limitado ao "rango" do RU da
Azenha, almoçar na Casa do Estudante era como que,
ir ao Nirvana Gastronômico. As mesas eram de 6 lugares
e havia uma hierarquia sequencial na ordem de acesso às
travessas, principalmente da carne. Como eu já
chegava ali "queimado" no horário, era
frequente candidato ao chamado "sexto bife".
A glória era quando, nessa situação
de fim de fila, se fazia uma reivindicação
às moças que serviam e elas promoviam uma
"repescagem" trazendo um novo bife em generosas
dimensões para o ocupantre da sexta cadeira. Uma
das lembranças marcantes da época era sobre
um senhor já idoso, totalmente desligado sobre
a conjuntura, que trabalhava na portaria da Casa e que
era objeto sistemático de um trote do qual ele
sequer se dava conta. Dava-se que alguns "bandidos"
iam a outro telefone e ligavam para a Casa na hora do
almoço pedindo para falar com alguém o que
fazia com que o referido senhor fizesse uma convocação
pelo sistema de alto falantes com terminais no refeitório.
Ocorre que os autores dos telefonemas pediam para chamar
"notoriedades" da época, o que era feito
pelo senhor através de avisos do tipo: Alô,
alô Sr. Santiago Dantas: telefone, portaria! ou
Alô, alô Sr. Edison Arantes do Nascimento:
telefone, portaria, etc. O refeitório inteiro meio
que vinha abaixo com um riso só, cuja evocação
permite avaliar como eram amenas as "maldades"
praticadas na época.
Quando eu já trabalhava no
Depto. de Polícia Civil, chegava alí e estava
muito cheio, me permitia "ousar" a alternativa
da Churrasquita, que ficava ao lado. Com isso fui me tornando
um aficionado da Churrasquita, daqueles que iam lá
nos fundos escolher com o assador a costela a ser preparada.
Foi ali na Churrasquita que pela primeira vez vi feijão
branco servido cozido e frio como salada, naquele carrinho
que circulava pelas mesas com a "entrada".
Brincamos muito ontem entre os "velhos"
aqui da empresa a respeito dos 45 da redentora, comentando
sobre colocar todo mundo em forma na sala de reuniões
e ler uma "ordem do dia" a caráter, alusiva
à data. Dos meus tempos de Eletrosul tenho histórias
saborosas sobre eventos e cuidados da época pós
64. Um dia que for aí em POA te convido para tomarmos
uns chopes e te conto algumas.
Bom, encerro, pois se continuar nesse
rosário de reminiscências, não faço
mais nada nem te deixo fazer.
Abração, Saul"
Sea Shepherd Brasil
lança campanha em defesa dos tubarões
O braço brasileiro da Sea Shepherd,
ONG internacional de defesa dos mares, lança nesta
quarta-feira, dia 1º de abril, sua campanha para
proteção dos tubarões no país.
Denominada 'Campanha em Defesa dos Tubarões', tem
como objetivo conscientizar a população
sobre a importância e fragilidade desses animais,
além de punir empresas que têm causado danos
irreversíveis às populações
de tubarões no Brasil. Anualmente, mais de 100
milhões de tubarões são mortos, o
que já dizimou 90% da população mundial
desses peixes. No Brasil, cerca de 43% das espécies
estão ameaçadas de extinção
- nesse ritmo, muitas espécies estarão extintas
em menos de dez anos.
A campanha é uma extensão
dos esforços internacionais da Sea Shepherd de
proteger tubarões e combater a prática do
finning. "O finning está dizimando tubarões
por todo mundo. O animal é capturado e suas barbatanas
são cortadas. O tubarão é jogado
de volta ao mar, sangrando e incapacitado de nadar, e
tem uma morte agonizante", explica Daniel Vairo,
diretor geral voluntário da ONG. O Brasil tem sido
um grande fornecedor de barbatanas para o mercado asiático,
que tem o costume de prepará-las em sopa como prova
de status social.
O engajamento da sociedade civil é
uma grande parte da campanha, que também pretende
que restaurantes e outros estabelecimentos do varejo não
vendam produtos derivados de tubarão. A Sea Shepherd
solicita que o público promova o selo da campanha
em estabelecimentos que freqüente, e que se oponha
contra aqueles que continuem servindo e vendendo seus
derivados.
Aderindo à causa, estão
o fotógrafo de moda gaúcho Jacques Dequeker
e os atletas de kitesurfe Pedro 'Boca' Bueno e Victor
Adamo 'Pimpolho', além de Guilly Brandão,
bi-campeão mundial na modalidade. Jacques, que
trabalhou com Gisele Bündchen e Shirley Mallmann,
em seu tempo vago sai em busca dos tubarões. "Mergulho
e fotografo tubarões fazem dois anos, são
incríveis. Temos que nos dar conta que são
animais importantes para o equilíbrio do ecossistema,
e merecem nossa proteção e esforço
para desfazer a imagem de assassinos", comenta o
fotógrafo, que tem dois tubarões tatuados
em seu braço, como símbolo de seu respeito
por esses animais.
"Nós, do kite de Ilha Bela,
estamos apoiando a campanha para mostrar que, mesmo como
atletas que passam uma grande parte do tempo no mar, não
sentimos medo desses animais, que são falsamente
mostrados como vilões. Matar um tubarão
não é fazer um bem, como nos fazem acreditar.
Pelo contrário. Matar aos milhares, então,
é fazer um estrago na natureza", diz Boca.
Saiba mais
O Instituto Sea Shepherd Brasil (ISSB)
- Guardiões do Mar integra a Sea Shepherd Conservation
Society, criada em 1977, nos EUA, pelos fundadores do
Greenpeace, que pretendiam formar um movimento mais ágil,
objetivo e ativista. O Instituto Sea Shepherd é
guiado pela Constituição Brasileira e cita
o artigo 225, intitulado 'Meio Ambiente' como a obrigação
do ISSB de aplicar as disposições jurídicas
nacionais pertinentes que visam a conservação
da natureza e a proteção do meio ambiente.
Para entrevistas, 51-3251-4626 ou seashepherd@seashepherd.org.br
Fotos em www.flickr.com/photos/27811269@N02/sets/72157610129935591
Mais informações em www.seashepherd.org.br
HOMENAGEM AOS 20
ANOS DO GAPA/RS NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA
Paulo Borges, coordenador da Frente
Parlamentar de Combate à AIDS e Tuberculose, reverencia
entidade integrante da iniciativa e que comemora duas
décadas de atuação firme contra a
AIDS no Rio Grande do Sul.
"Nosso estado e o país perderam
grandes e imprescindíveis nomes das artes, da intelectualidade,
do jornalismo, da ciência, vitimados por esta enfermidade",
evidencia o deputado. Desde sua fundação,
o Grupo de Apoio à Prevenção da AIDS
fomenta e incentiva pessoas que vivem com HIV e AIDS,
e promove o surgimento de outras organizações
não governamentais que se somam ao exercício
diário de lutar pela vida e assegurar a qualidade
dessas pessoas. O Rio Grande do Sul é líder
de incidência da AIDS no Brasil, com 37 casos a
cada 100 mil habitantes.
Niver de Portinho
Afinal Porto Alegre, ou o porto dos casais
completou 237 anos mesmo agora? Eu vi um filme dia destes
no museu Hipólito José da Costa onde aparecia
o prefeito Thompson Flores em 1971 inaugurando a Restinga
e o prédio da SMOV, na Borges de Medeiros. O prefa
de então apagava as velhinhas de 231 anos naquele
distante ano de 1971. Bah, então os historiadores
tem que se entender mesmo....o editor. Clique
aqui para ver uma apresentação de imagens
de Porto Alegre.
Eu X Eles - Coleguinhas

Lauro José de Quadros
Lauro José de Quadros sempre foi
chegado numa bolinha...
Pouca gente sabe mas Lauro José de Quadros sempre
gostou de jogar uma bolinha, ou futebol de salão,
ou futebol sete.Jogávamos junto na Miguel Tostes,
numa época dos anos 80 e numa noite fizemos dois
times: motoristas e fotógrafos contra repórteres
e colunistas. Deram tanto pau no Lauro Quadros que dez
minutos depois de começado o jogo - depois sempre
tinha uma cervejada - ele tirou o time de campo e com
as pernas machucadas foi embora.
Poucos sabem mas depois que a Caldas Junior foi a falência,
onde Lauro tinha uma coluna na Folha da Manhã chamada
de "Olha Gente..." e era repórter e comentarista
esportivo da Rádio Guaíba, ele passou um
tempo trabalhando no Jornal do Comércio, onde foi
colega do Jorginho Mendes, há pouco homenageado
pela Prefeitura Municipal, durante a semana de niver do
município.
No Jornal do Comércio, José Lauro de Quadros
costumava durante os sábados à tarde jogar
uma bolinha na cancha da Brigada Militar numa cancha que
foi apelidada de " areia e sangue".
Ali jogavam pelo JC Lauro Quadros, Betto Bottega,Jorginho
Mendes, Adãozinho, que era da digramação
do jornal contra outro time.
Depois é que Lauro Quadros foi pra ZH e pra Gaúcha.
Depois pra TV COM onde durante anos apresentou o Studio
36. Hoje apresenta o Polêmica, na rádio Gaúcha
e participa do Sala de Redação,sempre com
suas piadinhas sobre sexo...É um desportista nato
e pode ser visto caminhando na Pracinha da Encol, de tarde,quando
tem mais tempo livre. Também é muito católico.
Já pertenceu a UDN,partido pelo qual foi candidato
a vereador em Porto Algre. Depois da redemocratização
foi notória sua simpatia pelo Partido dos Trabalhadores
e foi um dos primeiros comunicadores que sempre abriu
seu voto favorável ao atual presidente Lula da
Silva.
Lauro Quadros nasceu em Cornelius, interior de Osório
em 19/09/1939( tem muito nove na vida dele,então...)
Morou na av. João Pessoa,1905/22 e depois transferiu-se
para Petropolis, na avenida Protásio Alves,3176.
Suas duas principais rádios foram Guaíba
e Gaúcha. Jornais passou pela Folha da Manhã,
Folha da Tarde, Jornal do Comércio e ZH.
Briga com Falcão
Um dos incidentes que teve como comentarista foi quando
P.R. Falcão era treinador do Inter e Lauro Quadros
fez umas críticas que o treinador não gostou.
Falcão teria adentrado o Sala de Redação
pra cobrar do Lauro o comentário. Foi um episódio
que afastou os dois, tanto que levou muitos anos para
que a amizade entre ele e o " Bola-Bola" como
era conhecido Falcão se recompusesse. Depois de
um tempo isto ocorreu.
No studio 36 assisti ele uma noite, pessoalmente, receber
o presidente da FIFA João Havelange que fora lá
dar uma entrevista. Lauro soube receber a autoridade com
muito cavalherismo tanto fora do ar como dentro,tratando
aquela celebridade, que se fazia acompanhar por Éldio
Macedo, o Marrozinho, com muito carinho,sem no entanto,
parecer adulador.
Quando entreviste Amir Domingues, que foi narrador de
jogos de futebol - o que pouca gente sabe - o inquiri
pra que me dissesse quem foi no seu entender o melhor
repórter de campo que conhecera.
Pensei que Amir fosse dizer Lupi Martins.
Não, Amir escolhou Lauro Quadros. E justificou:
Lauro era um repórter muito inventivo dentro de
campo, às vezes, ele ia trabalhar de bermudas numa
época em que isto parecia o fim do mundo...
Lauro é criador de vários bordões.
Que eu me lembre agora tem o Olha Gente, que ele tinha
na Folha da Manhã e o Informação
tem prioridade, professor, no Sala de Redação.
Não quero estar enganado, mas acho que ele foi
o primeiro comunicador a chamar Ruy Ostermann de professor,
o que depois pegou em geral.
Lauro José de Quadros foi um dos repórteres
que a rádio Guaíba mandou a Rio Grande,
na famosa Operação Eclipse, em novembro
de 1966. Se um dia escrever umas memórias, espero
que conte detalhes...
Jango,afinal, foi
embora mesmo dia 1 de abril...

A fuga de Jango para o Uruguai foi num 1° de abril
Depoimento do cinegrafista Odilon Lopes,que
está guardado no Museu da Imagem e do Som, no Rio
de Janeiro, conta como foram os últimos momentos
do ex-presidente Jango Goulart, agora que se lembra os
45 anos de sua deposição pelos militares.
Narra o cinegrafista(falecido)....
Odilon Lopes trabalhou 13 anos como cinegrafista no aeroporto
Salgado Filho, em Porto Alegre.Naquele ano de 1964,segundo
conta ele, Jangou chegou a Porto Alegre na noite do dia
31 de março,sendo escoltado até a casa do
comandante do 3 Exército( Ladário Telles)
que ficava na esquina da Cristóvão Colombo
com a Rua Carlos Von Koseritz. A casa ainda é do
Exército.
"Eu passei a noite por lá. Só que
do lado de fora com a camioneta da televisão porque
eu sempre quis ser jornalista e não político.
Eu tinha desenvolvido um método de filmagem. Conseguia
filmar com a luz ambiente. Então fiquei por ali.
Na manhã do dia 1 de abril(portanto 45 anos atrás)por
volta de 6h30min, saiu da casa o então vice-prefeito
de Porto Alegre, Ajadil de Lemos(Sereno Chaise,o prefeito,
não se sabe se participou ou não destas
conversações).Eu o filmei. Só que
de fundo dava pra ver um movimento de mals sendo colocadas
num carro preto.Isso me chamou a atenção".
Pouco mais tarde, por volta de 8 horas, continua Lopes,
correu um boato de que o presidente iria visitar as instalações
da Refinaria Alberto Pasqualini. Achei muito estranho.
Afinal, o país estava em convulsão. O presidente
havia sido escoltado, na noite anterior,por tanques do
Exército pela avenida Farrpos e agora ia visitar
uma refinaria em obras? Os outros repórteres saíram
na frente para esperar Jango no local. Eu resolvi esperar
e seguir a comitiva.Quando chegamos perto do aeroporto,
o carro do presidente tomou o rumo do hangar do Departamento
Aeroviário do Estado. Não nos deixaram entrar,
mas eu como era muito ligado ao pessoal da Varig, consegui
pssar por baixo do balcão. Sai correndo e peguei
um daqueles carrinhos que transportam bagagens. Havia
dois aviões da FAB esperando. Ainda tive tempo
para pegar o Jango embarcando com a família. O
avião, ao invés de voar na direção
norte, foi para o sul, Uruguai.
Voltei e confirmei a rota. O importante dessa história
é que o desfecho do golpe militar não aconteceu
no dia 31 de março, como todos pesnam. O Jango
foi embora às 10h10 minutos da manhã do
dia 1 de abril".
Coleguinhas
* Ontem,dia 1 de abril, não é
brincadeira, é fato, o Cafezinho da POP ROCK completou
12 anos. Minha filha Ana quando fazia Medicina no Clínicas
sempre o ouvia no intervalo do almoço.
*Arthur de Faria, um dos expoentes do Cafezinho. era um
dos participantes das gravações com Yamandu
Costa, na noite do dia 31/03, no boteco da Duque de Caxias.
* Conheço apenas dois filmes onde aparecem redações
de jornais. Um do TEXTEL sobre o Mário Quintana,
onde aparece o velho Correio do Povo nos anos 70 e sua
redação, e o filme Todos os Homens do Presidente,
sobre o caso Watergate.
* O colega Benito Giusti - foi chefe de redação
da Folha da Tarde - andava ontem no ônibus T-9.
Ia pra ARI cumprir todo o ritual dos veinhos, que são
os mesmos que vão sempre na ARI...
De volta ao passado...
A morte do presidente Raul Alfonsin,
da Argentina, me faz lembrar um episódio ocorrido
nos anos 80,quando Alfonsin e José Sarney foram
inaugurara Ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu.
Ganhei o convite de uma empreiteira local pra assistir
a solenidade - a Sultepa- mas o editor chefe de ZH, Carlos
Fehlberg resolveu enviar para o evento o repórter
internacional de Mercosul, Danilo Ucha.
Não havia nem passagem pra Foz, mas Ucha foi de
ônibus até Curitiba e de lá foi pra
Foz do Iguaçu, de ônibus.
Eu fui de avião, que minha passagem tava reservada
há mais tempo.
Fwehlberg, habilidoso, me chamou a sua sala e me disse
pra ir pra viagem e pro evento, mas as matérias
eram do Ucha.
Em lá chegando, fui pra coletiva dos dois presidentes.
Era num hotel, tri luxuoso e apenas 5 repórteres
de cada um dos países seriam sorteados pra perguntar.
Não é que fui um deles....
Deixei a pergunta pro colega Ucha e não me arrependo
até hoje....
CELSO REQUER HOMENAGEM
SOLENE AO CPERS SINDICATO
Vereador pedetista protocola requerimento
visando a realização de Sessão Solene,
no dia 22 de abril, em homenagem aos 64 anos de fundação
do CPERS Sindicato e 30 anos do 16º Núcleo
do Centro dos Professores em São Borja.
Celso Lopes justifica sua proposição
como: “uma devida homenagem da Casa do Povo ao CPERS,
quando se assinala os 64 anos de fundação
desta entidade de classe, que muito dignifica os educadores
Gaúchos, bem como o 30º aniversário
de fundação do 16º Núcleo do
Centro em nossa Cidade. Criado para levar ao Governo as
principais reivindicações do Magistério,
o CPERS tem como principais bandeiras a valorização
do profissional da área educacional, melhores condições
de trabalho e a conseqüente melhoria contínua
da formação dos estudantes”.
O Líder do PDT na Câmara
Municipal destaca ainda a importância e o diferencial
que é a forte e firme atuação do
Sindicato frente às principais demandas que há
vários anos assola a educação pública,
isto faz com que nós, representantes plenos da
comunidade tenhamos orgulho e façamos a devida
reverência ao Centro dos Professores do Rio Grande
do Sul.
“Suas raízes, suas histórias,
os bons combates, a luta pela melhoria do ensino público,
de qualidade e gratuito, por uma educação
mais digna para o nosso povo, o amor pela causa educacional
e principalmente pela esperança de melhor advir
nos faz pensar em seguir os bons exemplos dos educadores
gaúchos buscando, com muito ardor, no futuro, um
país mais ético, mais justo, mais fraterno,
mais unido, mais solidário e principalmente mais
humano”; finaliza Lopes.
Causos de Rodoviárias...
Na rodoviária de Rio Pardo, duas
comadres dirigem-se a estação rodoviária.
Quando chegam nela, o agente que vende a passagem pra
mulher que viajaria para Porto Alegre levando junto para
uma temporada na capital, ouve a mãe da menina
dar o seguinte conselho:
- Olha comadre cuida bem da boceta da minha filha que
ela é virgem.
Pra espanto do agente....
Boteco fuleiro
da Duque vira cult com filmangens de Yamandu Costa
Na noite da última terça-feira,
dia 31/03, depois das discussões sobre o golpe
militar do 1964, na ALE, quem transitou pela av. Duque
de Caxias deu de cara com um auê,daqueles, na frente
do Hotel Everest, por ali. È que depois de muita
negociação, o gringo de Vila Maria, O Renato,
negociou ninguém sabe porque que grana, que a equipe
que filma a vida do boêmio Otávio Dutra -
muita gente achou que você o Olívio Dutra
porque associou o boteco com o ex-governador, que gente
maldosa e injusta - fizesse filmagens com o cantor Yamandu
Costa, de P.Fundo, no boteco do grindo.
As filmagens começaram durante a tarde do dia 31/03,
na rua André Belo. A produção pelo
visto é bem cara porque o que havia de gente na
frente do pé sujo do Renato não era mole.
E todo mundo de camiseta, escrito staff atrás.A
tietagem correu solta.. Tava lá a repórter
da ZH caneteando tudo e a fotógrafa de artes do
jornal, a Dulce Hefner. Espera-se pra hoje uma reportagem
sobre as filmagens no boteco do Vila Maria.
Durante as tardes e as noites aquele boteco - que era
usado pelos atores do Teatro de Arena pra tomar as cachaças
nos intervalos dos ensaios - enche de gambá, mas
não dos gambás do mato, dos gambás
da cidade...O Renato, às vezes, se enche com os
bebuns e alguns ele tira aos tapas lá de dentro...como
um transformista que anda sempre por lá. Na verdade,
este boteco, ou a fauna que o frequenta daria mais um
filme do Fellini, do que um documentário sobre
um boêmio de Porto Alegre, como o Otávio
Dutra, que convenhamos, ninguém sabe quem foi.Em
tempos, o pé-sejo tem almoço, bem baratinho
e fica na Duque de Caxias,1382. Do lado tem um restaurante,este
mais comportado, onde a freguesia é menos underground
do que a do boteco do Renato...
Julinho Pacheco
vendeu galáxie de Breno Caldas para o " patrulheiro
Toddy"
Recebi ontem, dia 31/03( dia dos 45 anos
da Redentora) telefonema do Julinho Pacheco sobre ma´teria
aqui do Patrulheiro Toddy.Julinho lembrou que em 1990
ele vendeu, em leilão o galáxie que pertencera
a Breno Caldas - que um dia foi o quinto homem mais rico
do Brasil - para Norberto Silveira. " O Norberto
era pequeneninho e era engraçado vendo ele sair
do galáxie que era um carrão" contou
Julinho.
Mas o mais engraçado e de contrasenso,segundo Júlio,
era que um comunista como o Norberto tinha comprado o
carrão de um dos maiores capitalistas do país.
Além do Galáxie, no leilão do Julinho,
feito no Haras do Arado foram vendidos um Mercedes-Benz
pro Cirne Lima da Prodomo e o barco Aventura que foi para
o dono das lojas Arno, de São paulo.
O advogado da família Caldas foi
o Pinheirinho, hoje mais conhecido na mídia por
Anonymus Gourmnet.
Discurso do deputado
estadual Adroaldo Loureiro
"Senhor Presidente, Sras. e Srs.
Deputados
Completam-se hoje 45 anos, em que a terrível
noite do arbítrio abateu-se sobre o Brasil e os
brasileiros. Foi no dia 31 de março de 1964 que
começou o movimento golpista que derrubou o Governo
legalmente constituído do Presidente trabalhista
João Goulart, instalando no País um regime
autoritário, que perdurou por longos vinte e um
anos, suprimindo direitos constitucionais, censurando
a imprensa, perseguindo, reprimindo e suspendendo as liberdades
democráticas.
O resgate da história e o esclarecimento
dos fatos sobre a caminhada do povo brasileiro, a sua
luta e resistência, é forma de dar conseqüência
a nossa democracia. Democracia esta que, não se
realiza, não se afirma e não se alarga,
se estiver destituída de sua própria memória.
"Não há nada mais
vivo que uma recordação", disse o poeta
Frederico Garcia Lorca. Quem não aprofunda a compreensão
de sua história passada, corre o risco de repeti-la
no futuro. E o objetivo deste grande expediente é
exatamente este: lembrar sempre, para que nunca mais aconteça.
Mais de 4 décadas se passaram,
e é nosso dever cívico refletir sobre esse
tempo de obscurantismo, com clareza e serenidade.
Senhor presidente, Sras. Deputadas e
Srs. Deputados
O regime militar implantado no Brasil
a partir de março 1964, significou um profundo
retrocesso no processo democrático brasileiro.
Cassou mandatos, fechou o Congresso Nacional, intimidou
o Poder Judiciário; reprimiu a mobilização
dos trabalhadores do campo e das cidades; tirou a estabilidade
dos funcionários públicos; estancou o amplo
debate ideológico e cultural que estava em curso
no país; e impediu a implantação
das reformas institucionais, preconizadas pelo Governo
João Goulart.
Os golpistas aproveitaram-se da crise
política iniciada em 1961, provocada pela renúncia
do Presidente Jânio Quadros, quando o Governador
gaúcho Leonel Brizola liderou o movimento pela
Legalidade, garantindo a posse de João Goulart
na Presidência, em um regime parlamentarista. No
entanto através de plebiscito, em 1963, o povo
brasileiro maciçamente, nas urnas, restabeleceu
o regime presidencialista, assegurando todos os poderes
constitucionais ao Presidente João Goulart.
Quero aqui prestar uma reverência
ao grande e saudoso líder Leonel Brizola, que foi
uma das maiores vítimas do Golpe Militar de 64.
Cassado, exilado, confinado no Uruguai, pelo temor que
tinham os golpistas de sua liderança e pela possibilidade
concreta que Brizola viesse a ser eleito Presidente do
Brasil e fazer as mudanças que o país ansiava.
Leonel Brizola esteve há 5 anos
atrás aqui nesta Casa quando se rememorava os 40
anos do Golpe Militar, e foi o último ato público
do qual participou aqui no Rio Grande, antes do seu falecimento.
Quero fazer também um desagravo
à sua memória quando são divulgados
relatórios de conteúdo mentiroso, querendo
tisnar sua imagem, mas apenas vêm confirmar que
a ditadura espionava sua vida desde 1964.
Senhor Presidente
O governo Jango foi marcado pela abertura
às organizações sociais. Aos estudantes,
movimentos populares e de trabalhadores, e suas prioridades
eram as chamadas reformas de base: agrária, tributária,
educacional e eleitoral, que até hoje não
foram efetivadas no nosso País.
No grande comício da Central do
Brasil, no dia 13 de março de 1964, diante de mais
de 150 mil pessoas, no Rio de Janeiro, Jango decretou
o monopólio das refinarias de petróleo,
fortalecendo a Petrobrás; assinou a desapropriação
de terras para fins de Reforma Agrária, e determinou
o controle da remessa de lucros pelas empresas multinacionais.
Estas ações arrojadas,
somadas à implantação do 13º
salário para os trabalhadores, à limitação
dos valores dos aluguéis populares, à criação
da Embratel, e a garantia da sindicalização
aos trabalhadores rurais, desencadearam a ira dos conservadores,
e a reação dos Estados Unidos que, em coro
com as elites brasileiras, temiam uma guinada do Brasil
para o regime socialista, já que o mundo vivia
o auge da chamada Guerra Fria entre a Rússia e
os Estados Unidos.
O perfil daquele governo nacionalista
e popular, que buscava implementar mudanças radicais
na estrutura do País, serviu como pretexto para
os conservadores, os capitalistas, os grandes proprietários
de terras e os militares golpistas que, alinhados ao capital
multinacional, contavam com o apoio político e
militar dos Estados Unidos, para deflagrar o golpe.
Farta documentação confirma
que a 4ª Frota Naval norte americana se deslocava
em direção à costa brasileira a fim
de dar suporte a um eventual ataque das tropas golpistas
à capital federal, o que poderia resultar num verdadeiro
banho de sangue. Esta foi uma das razões pela qual
o Presidente Jango abdicou do enfrentamento, defendido
por Leonel Brizola, então Deputado Federal pelo
Rio de Janeiro.
Por esta atitude, para evitar uma guerra
fratricida, Jango amargou longos 12 anos de exílio,
até sua morte em 6 de dezembro de 1976, na Argentina.
Foi o único Presidente do Brasil a ter que viver
e morrer longe da pátria.
Mas o sacrifício pessoal do Presidente
Jango não foi suficiente para aplacar a sanha odiosa
dos golpistas. A ditadura militar foi endurecendo. Vieram
o AI-5, a Lei de Segurança Nacional, o DOI-CODI,
os anos de chumbo. Violência, perseguições,
prisões, tortura, assassinatos, desaparecimentos.
O sangue generoso do povo brasileiro manchou as ruas do
país.
Heróis foram torturados e mortos,
mas surgiram outros heróis, os da resistência.
Nos parlamentos. Na Igreja Católica, através
da CNBB, sob a inspiração de D. Helder Câmara
e do gaúcho D. Aloísio Lorscheider. Dos
valorosos Comitês pela Anistia.
E neste momento, permito-me homenagear
o bravo Movimento Feminino pela Anistia do Rio Grande
do Sul. Guerreiras como Lícia Peres, Mila Cauduro,
Kita Brizola, Maria Flor Vieira, Enid Backes, Lais Rocha,
que lutaram incansavelmente para trazer de volta à
pátria os exilados; para restaurar os direitos
políticos e o regime democrático, são
dignas do nosso reconhecimento e homenagens por sua bravura
e coragem.
Saúdo também àqueles
que tombaram, e àqueles que resistiram, na luta
pela retomada da democracia no nosso País.
Senhor Presidente, Senhores Deputados.
Embora tenhamos, com sangue, suor e lágrimas,
restaurado o regime democrático, muitos fatos ainda
não foram devidamente esclarecidos. Dentre estes,
permanecem obscuras as circunstâncias sobre a morte
do Presidente João Goulart e também a situação
de 169 brasileiros desaparecidos no período. E
a consolidação da democracia, passa necessariamente,
pelo resgate desta página de nossa memória
histórica.
Uma subcomissão parlamentar desta
assembléia, por mim coordenada, aprofundou as investigações,
e em seu relatório, aprovado em julho de 2008,
aponta fortes indícios de que Jango veio a falecer
após ingerir comprimidos adulterados, contendo
substâncias químicas mortíferas.
Graças à luta de muitos,
com destaque para o Movimento de Justiça e Direitos
Humanos, coordenado por Jair Krischke, o Instituto João
Goulart, dirigido pelo neto do ex presidente, Cristopher
Goulart, ao lado de movimentos internacionais, vem a público
farta documentação sobre a famigerada Operação
Condor, que unificava as ações dos órgãos
de repressão das ditaduras do Cone Sul, comprovadamente
responsável pelos assassinatos de diversas lideranças
de oposição no Brasil, Argentina, Uruguai,
Paraguai, Chile, e Bolívia.
Os arquivos abertos nestes países,
dão conta do assassinato do General Carlos Pratts
em 1974. Em 1975, uma bomba, em Washigton, mata o chileno
Orlando Letelier, ex-ministro de Allende. Em junho de
1976 o ex-presidente da Bolívia, Juan Jose Torres,
foi executado com um tiro na cabeça e, dias após,
são fuzilados na rua, o deputado uruguaio Hector
Gutierrez e o senador Zelmar Michelini.
A revista Carta Capital, na edição
do último dia 18, publica uma reportagem exclusiva,
de 6 páginas, sob o título " A obscura
morte de Jango", exibindo documentos inéditos,
liberados pelo governo brasileiro, comprovando que Jango
era permanentemente espionado, que vêm reforçar
as conclusões do trabalho da sub-comissão
desta casa, sobre fortes indícios de que Jango
foi assassinado dentro da Operação Condor
com a participação de órgãos
da repressão do Brasil.
Senhor Presidente
Temos buscado junto ao Ministério
Público Federal, Ministério da Justiça,
Secretaria Especial Para Assuntos dos Direitos Humanos
da Presidência da República, a Ordem dos
Advogados do Brasil, em sintonia com o Instituto João
Goulart e o Movimento de Justiça e Direitos Humanos,
viabilizar a oitiva de Frederick Latrach, ex-agente da
CIA, acusado pelo presidiário uruguaio Mário
Neira Barreiro, em depoimento prestado à subcomissão,
de ter trazido do Chile o composto químico usado
para assassinar o Presidente Jango. Daí a importância
do depoimento deste ex agente, que além de tudo,
era destacado membro da Operação Condor.
É fundamental, a imediata liberação,
pelo governo brasileiro, de todos os arquivos que ainda
estão guardados.
As famílias e os mortos e desaparecidos,
vítimas da ditadura, merecem, libertar suas memórias,
que permanecem encarceradas nestes arquivos.
O Pres. João Goulart foi anistiado
pela Comissão de Anistia Política do Ministério
da Justiça em julgamento realizado durante o 20º
Congresso Nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, na
cidade de Natal, no Rio Grande do Norte, no dia 15 de
novembro de 2008. Mas a verdadeira anistia , o verdadeiro
tributo que devemos ao imortal Presidente João
Belchior Marques Goulart, é o esclarecimento das
circunstâncias nebulosas, de sua morte, só
assim o grande e digno Presidente terá sua memória
resgatada, e todos poderemos dar seguimento ao seu legado
de honra, dignidade e trabalho em prol da pátria
brasileira.
Hoje é dia de lembrar para recolher
lições. E de comemorar a vitória
da democracia e da liberdade. Ditadura nunca mais. Viva
o Brasil e o bravo povo brasileiro!
Muito obrigado".
Morreu o ex-secretário
da Agricultura de Simon Jarbas Pires Machado
Morreu no domingo,dia 29/03, o ex-secretário
da Agricultura de Pedro Simon e suplente de senador, Jarbas
Pires Machado.Aos 61, o ex-presidente da Fecotrigo faleceu
de um câncer.
No sepultamento na segunda,30/03 compareceu apenas o senador
Simon, de políticos. Em 1986, Jarbas foi suplente
do senador José Fogaça, que nunca deixou
o cargo pra que seu suplente assumisse.Jarbas foi importante
na vitória de Pedro Simon porque levou o cooperativismo
que estava sempre no PDS com Nelson Marchezan para o lado
da candidatura do PMDB que fora derrotada em 1982.
O nariz do Leka...
NELCI DE CASTRO
O locutor Nelci de Castro, o Leka, está
fora da rádio há tempos. Já foi locutor
da rádio Gaúcha, onde um dia cometeu uma
gafe durante a apresentação de um jornal
falado...sua gafe foi dizer o nome estrogonefe para um
sobrenome russo...
Leka andou depois pela Amazônia, atuando na rede
amazônica de televisão.
Agora está de volta a Porto Alegre.
Eu X Eles - Coleguinhas

ALFREDO FEDRIZZZI
A Lena Kurtz se apresentou na TVE com
vestido de festa pra ler noticioso das 9 da noite, num
sábado...
Corria o mandato de Alfredo Carlos Fedrizzi, publicitário,
na TVE, durante o governo de Pedro Jorge Simon(1987/1990).
Num sábado de noite, na TVE, tudo pronto pra entrar
o noticiário das 9 da noite. A editora Joséte
Negreiros tinha editado tudo bonitinho, resumido as matérias
que os repórteres haviam preparado com empenho
e dedicação durante o dia( muita gente tem
má vontade com os funcionários da TVE, mas
na maioria deles são altamente dedicados até
porque precisam suplantar a falta de equipamentos,de carros
e fazer suas pautas que vão no ar).
Mas voltando à vaca fria...Chega a Lena Kurtz que
estava escalada pra ler o noticioso daquele sábado
à noite. Joséte se exasperou quando a viu
em vestido de festa, com os ombros descobertos e o vestido,
digamos, um tanto de festa. Joséte logo pensou:
ela não pode entrar no ar, sob pena do presidente
nos demitir a todos.
- Mas tu não trouxestes nem um casaquinho, nada
pra colocar na hora de ir ao ar, ponderou,cautelosa a
Joséte, conhecendo o temperamento da colega.
Não, disse Lena, sem muitas delongas. E ainda disse.
É assim que vou entrar no ar, se quiserem. Não
havia nem como pensar em ela voltar pra casa, ou pedir
pro marido trazer-lhe um casaco porque o programa já
ia entrar no ar...
Joséte pensou em derrubar o programa mas depois
pensou que os deuses poderiam protegê-la e ter a
sorte de que o presidente Fedrizzi não visse o
noticioso naquela noite.
Tentou localizar o Schuller pra ir urgentemente pro TVE
pra ele apresentar o programa, mas o colega tinha viajado,
ou não o localizaram. Ainda não havia o
celular pra facilitar tanto assim a vida da editora.
Foi então que o programa começou e no monitor
Joséte viu que os decotes da colega ficaram super
sobrevalentes. Pensou. Tomara que o Fedrizzi não
veja isto.
Tanto se enganou a Joséte que quando o programa
estava começando o Fedrizzi viu aquilo e desceu
correndo de sua sala onde estava tri plugado na TVE.
No intervalo do programa ainda teve uma mini discussão
com a Lena, mas esta imposse pela dignidade...
Depois do programa, quando a Lena já estava sepreprando
para ir embora, Fedrizzi chamou a editora pro seu bunker
e desabafou:
- Desta vez passou, mas da próxima derruba o noticiário...
Uma outra do Fedrizzi quando era presidente da TVE; Um
dia encontrou-se com seu pai, o Nestor Fedrizzi, na antesala
do Palácio Piratini.Fedrizzi ia levar uns projetos
pro governador Simon e Nestor que era da Corag estava
saindo com uma braçada de projetos debaixo do braço,
porque tivera audiência com Simon.
- Olha porque que não dá pra trabalhar com
o Simon, desabafou Nestor ao filho.
Alfredo viu então que em todos os processos que
Nestor havia levado ao governador estava escrito: aguardar,
falar com Fábio Koff(chefe da casa civil). ou seja,
o governador não decidia nada...sozinho.
É por isto que dizem que quando o garção
chegava pro Simon e lhe pedia se queria o cafezinho com
açúcar ou sem, ele se exasperava: mas até
isto eu tenho que decidir....
Alfredo Carlos Fedrizzi nasceu em Joaçaba, Santa
Catarina em 22.11.1953. Filho de Nestor Carlos Fedrizzi,
já residiu na rua Rodolfo Gomes, 403/104.
Já foi chefe de produção da TV Gaúcha
e depois presidente da TVE. Atualmente é diretor
e sócio da agência Escala de Publicidade
e diretor da Federasul.
Beira-Rio
por Alfonso Abraham, www.espanholfotos.blogspot.com
O Presidente Pinheiro Borba foi idealizador
do sonho dos colorados, em 1961 percorreu todas as redações
de jornais da capital exibindo a maquete do que seria
o Gigante da Beira Rio.
A foto em anexo foi na redação da Folha
da tarde na mesma data. Passado alguns meses iniciaram
as dragagens, podemos ver nas fotos com a passagem de
um navio extamente onde está situado hoje o Gigante.
O fotógrafo José Abraham acompanhou da maquete
até o primeiro dia que a dragagem começou
a ser feita e a sequencia de toda a construção.
Pode se ver claramente em seu arquivo fotográfico
que hoje é administrado pelo seu filho Alfonso
Abraham que o Espanhol como era conhecido no meio, pensava
além de seu tempo, um verdadeiro visionário
com uma preocupação da grande foto do dia,
mas também na preocupação de preservar
a história de Porto Alegre documentando , as principais
obras de porte da cidade como: evolução
do Porto, Olímpico, viadutos, aeroporto Salgado
Filho e muitos outros angulos importantes os quais se
encontram em arquivo com mais de 15 000 negativos da cidade,
personalidades políticas, esporte em geral.
Pode se notar através de seu vasto e rico arquivo
o profissional reporter fotográfico José
Abraham não apenas se preocupava com a grande foto
do dia a dia do jornalismo a qual lhe rendeu 25 prêmios
de Jornalismo inclusive um Esso, mas na leitura que faço
de seu negativos percebo que ele era um grande documentarista
também.




Fiesta Peruana
de Abril
De: Carlos Nevado
Assunto: Fiesta Peruana de Abril
Para: joao.vargas@ufrgs.br
Hola Amigos:
Les estamos enviando la invitación de la Fiesta
Peruana del mes de
Abril, que está marcada para el próximo
viernes 03/04 (sexta-feira).
Será realizada en este día (viernes- sexta-feira)
pues la dirección del CTG ocupará el día
04 para realizar uno de sus
eventos anuales; y el sábado siguiente (11/04)
cae en medio del feriado
de Páscua.
Para esta oportunidad, contamos con un nuevo acervo
que ayudará a mejorar nuestras fiestas. Es nuestra
intención poder
mostrar las diversas manifestaciones culturales de nuestros
pueblos
latinoamericanos y sobretodo, buscamos propiciar un espacio
que fomente
la integración entre todos.
En este sentido, los invitamos a participar de nuestras
fiestas y de
todos los eventos que organizaremos este año. Deben
saber que es muy
importante y fundamental poder contar con su permanente
apoyo.
La
fiesta en si, tendrá los mismos contornos. La comida
típica peruana, el
baile animado por nuestros amigos de SALSA 3, la demostración
de danzas
típicas latinoamericanas. Además habrá
exposición y venta de artesanato
peruano (Chompas, Ponchos, mantas, camisas, chullos, chalinas
y otros).
Los
ingresos ya están a la venta, con las mismas promociones
en relación a los
aniversariantes, el descuento que se hace acreedor quien
compra sus
ingresos con anticipación (hasta el día
1°/04) y la teleentrega
gratuíta de los ingresos. Aceptamos cheque pré
con fecha hasta e día 10/04.
Tenemos varios amigos que cumplen años en
Abril, esperamos que puedan celebrar sus cumpleaños
con sus familiares y
amigos, y por supuesto, con nosotros.
Inviten a sus familiares y amigos, vengan a divertirse
y pasar buenos
y descontraídos momentos.
Un fuerte y solidario abrazo!
Carlos
CTG Estância da Azenha - Av. Aureliano
Figueiredo Pinto, 155
Valor: R$ 20,00 (individual) Compra Anticipada (hasta
el día 31/03) : R$ 18,00
Teleentrega Gratuíta: (51) 3338-5954 / 9105-5811
Adão Paiani
na Comissão de Direitos Humanos
Este ontem 31/03) na Assembléia
Legislativa do Estado o ex-ouvidor do Estado, Adão
Paiani,demitido dias atrás. Hoje,01/04 as 9 horas
deve depor na Comissão de Direitos Humanos.Pra
variar, alguns coleguinhas(jornalistas)andaram se atravessando
um noutro...por entrevistaram o Paiani ao vivo...
A presença da celebridade do momento provocou frisson
entre os jornalistas.Paiani provocou ontem mais suspense
ainda ao dizer que está sendo intimidado.Mas por
quem cara pálida?
Causo(de rodoviária)
UM
Pra contentar o meu leitor assíduo
Adriano Mazzarino, que nas horas de folga trabalha pra
viver e na hora do batente pensa o GUAXO,- quando sairá
uma próxima edição? - aí vão
uma por dia, é claro, que ninguém é
de ferro pra ler tanta coisa, causos de Rodoviárias.
O Bolha....
Trabalhava na estação rodoviária
de Estrela Décio R. Diel, que tinha o chato apelido
de " O BOLHA". Num dia que havia pouco movimento
ele estava encostado no balcão de movimento coçando
o saco, quando se aproximou uma moça e ele puxou
assunto querendo exibir-se pra ela.
- Estou com dinheiro e não se se me caso ou se
compro o carro.
A donzela" retrucou na medida,entendendo o recado
que era pra ela:
- Faz o seguinte: compra uma égua porque aí
terás condução e mulher.