" O blog das Novidades "

 

 

Dois egos que não se bicam!


Tania Carvalho lamenta a entrevista desgravada

No recém lançado livro de Salimen Junior, Tânia Carvalho fala de sua demissão nos anos 90 da TVE. E conta que apagaram as fitas dos programas que ela tinha feito inclusive com o líder comunista Luis Carlos Prestes. Ela não dá o nome mas quem a demitiu da TVE foi o presidente da estatal do começo do governo Alceu Collares, o fotógrafo Leonid Streliaev, o alemão Uda, como é conhecido no meio.

A partir do episódio,ficaram inimigos. Tânia ainda fala de um episódio lamentável,segundo ela, que teve com Luis Carlos Prates, mas não diz o que foi. Apenas lembra que ele lhe pediu desculpas. Enfim, as mágoas de sempre.

Alemão Uda começou no jornalismo no começo dos anos 70, na fotografia da ZH. Chegou lá junto com Ivan Pinheiro Machado, que depois abandonou a profissão e foi ser livreiro.

Já Uda seguiu na profissão, foi fotógrafo da revista VEJA e depois seguiu carreira solo.
Hoje faz seus próprios empreendimentos, como livros.

O conheci no começo dos anos 70 quando ele andava sempre pra cima e pra baixo com a MÔNICA sCHMITZ, que não sei que fim levou. Parece que trabalha com moda e que reside em Londres, na Inglaterra.

Já a Tânia Carvalho não tenho maiores relações com ela, mas fui apresentado é o modo de dizer a apresentadora numa tarde de sábado, no começo dos anos 70, quando Caetano Veloso,então inciipiente na profissão veio fazer um show em Porto Alegre.
O show seria no auditório Araujo Viana e Caetano foi ensaiar de tardezinha. Nossa turma mais dura que rato de igreja foi espiar o ensaio. A Tânia mandou chamar a Brigada Militar porque segundo ela estávamos atrapalhando o tráfego,digo o show do seu star.Depois do ensaio,lembro bem, ela pegou Caetano a tiracolo e o levou a churrascaria Scherezaar d, na Protásio Alves, na subida. Era o xodó da época, tipo um Barranco de Hoje.

Tânia sempre foi assim: sempre se achou, como dizem os jovens de hoje.
O esquema não é lhe dar tanta importância, que ela se aquieta.

Hoje já está sendo substituída aos poucos pela Kátia Suman, que é digamos, uma Tãnia Carvalho dos anos 70. Visto deste ângulo a Tãnia fez escola.

Coleguinhas

* O serpentário ontem,dia 30/04 regurgitava. Estavam lá o filho do Daniel Krieger(advogado) e os fotógrafos Leo Guerreiro, Assis Hoffmann e Floriano Bortoluzzi,além do repórter Nelson Moura. Moura lembra que Benito Giusti não foi aos eventos da Folha da Tarde do último sábado.
Benito estará magoado porque não o chamaram pra palestrar sobre o jornal na ARI?

* Julnho Pacheco não foi visto na noite do dia 27/04 no lançamento do livro do Salimen Junior. E olha que o Julinho tem muito a ver com tudo o que está naquele livro.

*Josi Negreiros excelente profissional procura trabalho. Quem souber de algo, me escreva que eu aviso ela. Ela merece, pessoal.

*O Fleck, do Jornal do Turismo, que andava por Livramento, está em Porto Alegre porque assumiu parte da divulgação da Secretaria de Turismo do Estado.No turismo, tem que saber vender. Senão tá frito.

Grande verdade...

por Mario Quintana

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida..
Quando se vê, já passaram-se 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado.
Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.
Desta forma, eu digo: Não deixe de fazer algo que gosta devido à falta de tempo, a única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará mais.

E X C L U S I V O ! ! !

Este site tem a primazia de dar uma pequena nota econômica. Porto Alegre terá em breve um posto de gasolina apenas para atendimento de motoqueiros. Não atenderá carros. A bandeira é da Petrobrás. Mas antes um dono de posto de gasolina havia oferecido a idéia a Ipiranga que não apostou nos motoqueiros. Alguém do meio ouviu a idéia deste dono de posto e a levou a Petrobrás que topou o projeto. Então, em breve, inauguração de um posto de combustíveis que somente atenderá motoqueiros e sua motos. É que os frentistas em geral não gostam de atender motorqueiro porque é tudo miudeiro. Os caras chegam lá e pedem pra botar 10 pila de gasosa. É muito trabalho pra pouca grana.

Coleguinhas

* Segunda passada, um repórter da Guaíba entrou antes das sete avisando que o jogador Alexandre Xoxó( que jogou no Gremio e no Inter) se acidentara. O apresentador Mendelski entendera mal e repetiu no ar; como é mesmo o nome dele?

* lançamento da biografia do Salimen Jr. no Plaza na noite de segunda(27/04) teve até quem cometesse a falta de educação de furar a fila.E o camarada( um médico) levado por um funcionário do próprio hotel. Que mau exemplo!!!!
desculpa do funcionário do hotel pra quem chiou: ah, ele tem que viajar...

Depois falam mal dos deputados!!!

*Exclusivo: o colunista Adroaldo Streck não está agrandando com seus comentários na coluna de O Sul a governadora Yeda Crusius( Deve sr quando se refere a ela, é claro). Tanto que ela tentou interferir com a direção do jorna a respeito do conteúdo da coluna do ex-deputado,mas a fizeram saber que não dependia deles....Quem me contou: ora um perdigueiro, como dizia o HH, muito bem situado.

* O livro de Salimen numa rápida lida tem muita coisa interessante. Principalmente quando fala da TV Difusora, que foi como que apa gada na história da comunicação gaúcha. Quando foi no passado uma potência, onde muita gente começou lá....

*O livro do Salimen Jr. é muito bom, mas tem limitações. Como o fato dos depoimentos terem sido dados 2 anos atrás...muitos já envelheceram.

*Por exemplo, a Maria do Carmo não é mais da Ubra TV.

*Quem nos deve um livro de memórias é o Carlos Bastos.
E o Danilo Groff,também.

*Tânia Carvalho chutou o pau da barraca e contou a sua famosa demissão da TVE feita pelo Alemão UDA, que foi o presidente lá por uns tempos.

*O Telmo, também conhecido por " Ratão" - que é um dos figurinhas recém lançadas sobre a fauna do centro da cidade - está brabo com quem lhe deu este apelido. E procura um advogado pra processar o autor.Telmo sabe tudo da noite, e é uma pessoa muito culta.

Coleguinhas


MARIO ROCHA, TERIA SIDO DA DIVISÃO DE CENSURA?

Mário Rocha organizou homenagem a FT

Foi o ex-reporter da Folha da Tarde e professor da Fabico, Mário Rocha, quem organizou um debate sábado passado na ARI sobre os 73 anos da extinta Folha.
Mário Eugênio Villas Boas Rocha nasceu em 03.01.1953 filho de Rubem Souza de Rocha e Branquinha Villlas Boas da Rocha.
Foi repórter da Folha da Tarde e durante muitos anos integrou a diretoria da ARI.
Não se tem certeza se ele pertenceu ou não a Divisão de Censura de Diversões Públicas.
Residiu na rua Hoffamnn 578/23.

Foi casado com Saranda´(21.05.1948) e tem a filha Eva Samaja( 17.04.1971).

Coleguinhas


JAYME COPSTEIN USAVA O "PATO" PARA CORTAR OUVINTE

Convocado por Copstein Florianão Correa ia na Gaúcha fazer o Gaucha na Madrugada

Outro dos debatedores do último sábado sobre o jornal Folha da Tarde foi Jayme Copstein, nascido em Rio Grande em 7/01/1928.
Copstein foi dentista do INPS onde ingressou por concurso.

Também exerceu o cargo de professor do Ensino Médio.
Já residiu na Gal. Neto, 372, na av. José de Bonifácio,213/13 e na av. Venâncio Ayres 495/41.

Quando apresentava o programa Gaúcha na Madrugada na rádio Gaúcha convocou seu antigo colega da Caldas Junior, Florianão Correa a ser seu produtor no programa que ele apresentava.
Só havia um " pequeno" problema: Jayme dormia de manhã, mas Floriano tinha que estar no DAER, onde era assessor de imprensa as 8 horas da manhã. E Florianão estava viúvo e morava em Viamão para onde ia no seu fusquinha.

O que começou a aconteder foi que durante o dia colegas viam Florianão debru çado sobre sua mesa de trabalho no DAER ,tirando um belo ronco.E depois que saía do " expediente" do DAER, lá pelas seis da tarde, ficava fazendo tempo pela cidade,até a meia-noite quando então tinha que se apresentar na Gaúcha pra atender telefonemas,escutar ouvintes mal-humorados, reclamações e por aí afora....
Em dois meses desta rotina, Florianão cansou e jogou a toalha....

Jayme Copstein é filho de Bernardo Copstein e de Léa Copstein.

A ele,quando trabalhava na redação do Correio do Povo e era um dos áulicos do dr. Breno Caldas- dono do jornal - atribuiu-se um episódio muito comentada na imprensa. O de que um dia morreu o cavalo Estensorro que ganhara muitas corridas para o dr. Breno.
Quando Breno chegou no jornal,vindo do sítio do Arado,depois do almoço, Jayme, muito consternado pelo fatídico acontecimento, chegou pro patrão e perguntou-lhe:
- Dr.Breno, de que morreu o pobre animal?
- Um peido estourou-lhe o cú, respondeu Breno, de mau humor!

Coleguinhas


WALTER GALVANI TEM FAMA DE "FECHADOR" DE JORNAIS

Valter Galvani não se livra da sina de ser um "fechador" de jornais

Valter Galvani( da Silveira) palestrou no último sábado,dia 25/04, na ARI sobre a Folha da Tarde. Galvani era seu diretor quando ela foi fechada pelo dono, Breno Caldas, numa manhã de um sábado,em 15/06/1984. Antes disto, Galvani já havia participado do fechamento de outras jornais, como o Jornal da Semana, do grupo Sinos, que tinha sua pequena redação na rua Uruguai, em Porto Alegre.Por isto,durante alguns anos, quando ele entrava numa redação, o pessoal começava a se olhar com desconfiança, como se ele fosse trazer azar.Mas era pura " maldade" dos coleguinhas.
No dia que a Folha da Tarde fechou, Galvani fez parte de um pequeno e seleto grupo que ouviu de Breno Caldas a nova orientçaão de fechar tanto a Folha da Tarde, como o Correio do Povo. Galvani não tocou neste assunto na sua palestra de sábado passado. Contou mais das façanhas da Folha da Tarde, como quando eles mandaram fotografar a Praça da Alfândega lotada de pessoas lendo a Folha da Tarde: o assunto; o assassinato de Robert Kennedy.

Disse Galvani que as pessoas faziam fila para comprar a Folha da Tarde " na boca da gráfica".
Galvani depois que deixou de participar de redações, dedicou-se a escrever. Tem vários livros publicados,entre eles um sobre a Folha da Tarde, um sobre o Correio do Povo, um sobre o descobrimento do Brasil. Seu último livro é uma pesquisa sobre os jornais, recheado de pequenas historietas e foi editado pela Unisinos.
Valter Galvani nasceu em Canoas(RS). Nasceu em 06.05.1934. Trabalhou na Folha da Tarde,entre outros jornais, como o Jornal da Semana.
Residiu na rua Riachuelo 754/04.
Hoje vive em Guaíba, RS.

Coleguinhas


JUREMA JOSEFA

Jurema era tão fanática pelo brizolismo que usava lenço vermelho na redação!

Outra das palestrantes do sábado,dia 25/04, na ARI, sobre a Folha da Tarde, foi a Jurema Josefa da Silva. Ela trabalhou na extinto jornal em idos anos, aliás, como todo mundo.

Jurema além da Folha, trabalhou na Zero Hora e no Diário de Notícias.Atualmente é chefe de reportagem do Correinho.

Jurema nasceu em 21.05.1948, em Lages, Santa Catarina.´´E filha de Valdemiro Timoteo da Silva e Maria P. da Silva. Já residiu na av. João Pessoa,75/415.

Em 1989,quando Leonel Brizola concorreu a presidente da República, Jurema que então trabalhava na Economia da ZH não fazia sigilo de suas cores partidárias:como fanática partidária de Brizola, usava na redação do jornal, um lenço vermelho, bem grande, enrolado no seu pescoço.

No meio do ano de 1996 deixou o Correio do Povo onde já estava depois de deixar a Zero Hora para assessorar a então deputada federal Yeda Crusius que era candidata naquele ano a prefeita de Porto Alegre.Jurema estava tão confiante na vitória de Yeda a prefeitura de Porto Alegre que fez uma profecia ao Jornal da ARI:" Tenho emprego provisório até novembro e definitivo,por quatro anos, na Assessoria de Comunicação Social, após a certíssima eleição e posse da deputada".

Ela errou naquele ano, mas Yeda se tornaria, em 2006 a primeira mulher governadora dos gaúchos.

Coleguinhas

* O superintendente de Comunicação da Assembléia Legislativa do Estado, Celso Augusto Schoreder é frequentador, às vezes, da noite. Um local que ia tempos atrás era o Bar do Nito, na Auxiliadora.

*Jaime Copstein chamou Darci Demétrio - que ganhou o prêmio ESSO com a matéria do Caso do Homem Errado - de Demétrio XAVIER! Parece Franco Montoro, governador paulista, que errava sempre os nomes dos políticos.
*A Folha da Tarde completaria,ontem,dia 27/04, 73 anos, se viva estivesse.

* Quando a Cia Jornalistica Caldas Junior foi dos Ribeiro, por conselho de Alberto André,presidente da ARI, todos os sábados era publicado um "cadernicho" interno no Correinho com o nome de Folha da Tarde que é pra conservar em seu domínio o nome do jornal.

*Em 15/06/1984,quando fechou o Correio do Povo, ele tinha 70 mil assinantes.

*Valter Galvani está morando em Guaíba.

*No sábado,dia 25/04, Galvani fez um pronunciamento apaixonado sobre o fechamento da Folha. Pra ele, houve muitos erros...

Um Caso Sério

Por Cristina Tomazzei

Parte Final

Arrumamos tudo e descemos. José, o porteiro da noite, nos olhou com surpresa mas disfarçou,rápido. Devia presenciar poucas e boas.
Foi a primeira vez que entrei num BMW e espero não ser a última. Não nos olhávamos nem falávamos. Ele voltara a ser o o Dr. Nilo de novo. A parede de vidro. Indiquei a direção e chegamos no endereço em tempo recorde. Nem Nélson Piquet faria mais rápido. Não pude nem curtir o som maravilhoso. O prédio onde eu morava me pareceu velho e feio. Ele morava numa cobertura no Moinhos de Vento. Parecia estar ansioso para retornar para casa.

Ele me olhou, um sorriso frio e distante. Não ia me dar um beijo de despedida? Tinha-se decepcionado, se arrependido? Não era possível?

- Boa Noite, Lize.
- Boa Noite, Dr. Nilo! - frisei bem o Dr. Nilo.

Bati a porta e entrei no prédio sem me voltar. Sua babaca, tinha sido mais uma comidinha do chefe. Era sempre assim. O chefe usava e jogava fora. Que loucura: não usara nem camisinha! Podia engravidar, pegar AIDS. Bobagem! Não dormi o resto da noite, excitada, chorando e sonhando coisas impossíveis. Na hora de levantar, peguei no noso e não fui trabalhar naquele dia.

Acordei dominada por um sentimento misto de euforia e perda. Na penumbra do meu quarto, fiquei chocando aquela recente e maravilhosa experiência. Que loucura! espreguiçava o meu corpo satisfeito e rolava na cama,simulando cenas vividas a noite nos braços do meu garranhão fantástico, do meu sonho.Que homem imprevisível! Três anos de conviivência para descobir, repentinamente, que não sabia nada dele, que era um misterioso desconhecido. Na maior, ele me tomou de assalto, misturou-se comigo numa simbiose perfeita pra, logo a seguir, desaparecer, como acontece com os atores quando o pano cai: só nos fica a sensação de deslumbramento e o sentimento de perda daquela personagem cativante, que nos conquistou totalmente mas que, ausentando-se, nos deixa o sabor amargo da certeza de que nunca mais tornaremos a vê-la.
Quem é Nilo ou Dr. Nilo? Qiuem é este louco impulsivo, que me desmantelou de tanto prazer?
Não o verei mais? Sua boba?Amanhã, quando retornar ao trabalho, lá vai estar ele, lindo, chamando: Lize, meu bem vem cá. Eu entro na sala e chaveio a porta.Ele me toma em seus braços, me devbora de beijos e fazemos amor em pleno horário de expediente....Só amanhã. Trabalhar, hoje, nem pensar. Já tinha meu plano traçado : tomar um banho, marcar o cabelereiro e ir às compras.

Nisso,senti que abriram a porta do quarto. Fechei os oslhos e permaneci imóvel. A porta tornou a fechar sem ruído.
- Para faltar ao serviço, ela não deve estar nada bem....- ouvi a voz de minha mãe comentando para minha irmã.

Isto mesmo, suas bobas, não estou nada bem: estou ótima! e saltei da cama.

Todo mundo comentava e elogiava o meu novo visual. Tinha cortado o cabelo e gasto uma fortuna nas lojas. Ia ter um chefe babando a minha volta, a partir de agora.

Às 10 horas, o Dr. Nilo ainda não tinha chegado, o que contrariava todas as leis da física. Chamaram-me no Recursos Humanos .
- Elizângela - foi dizendo logo Raul,. gerente do RH. O Dr. Nilo , de Nova Iorque, vai direto para Florianópolis, assumir a filial.
- Como assim?
_ Ele viajou ontem para os Estados Unidos. Não retorna mais. Eu também fui ficar sabendo disso só hoje. De lá,segue direto para Floripa, em caráter definitivo.

Ele falava uma língua que eu não conhecia. Eu não acreditava....Só comigo acontecia uma coisa dessas. Não era possível?

..... para não chegarmos ao extrremo da demissão, considerando o teu desempenho nesses anos todos no atendimento ao Dr. Nilo, que por sinal deu-me ótimas referências tuas,achamos porbem re aproveitar,provisoriamente, na Seção Pessoal, Folha de Pagamentos. Provisoriamente, depois...

Que nobreza! Depois de usar, pelo menos não jogou no olho da rua. Fui assinando os papéis que Raul foi colocando na minha frente, sem ler. Se uma jamanta ou um comboio inteiro tivessem passado por cima de mim,mnão teriam feito tanto estrago.

- Hoje você tá uma gatona. Se eu não fosse casado ia te fazer um convite para jantar.
- Ah, é? Raul, não estou me sentindo bem, ontem já passei mal. Tenho hora marcada na clínica...

Durante uma semana, me ausentei da firma. Chorei tudo a que tinha direito. Mas sou dura na queda. Quando reassumi meu novo cargo, o vaso quebrado em mil pedaços já estava restaurado, com todos os caquinhos. O trabalho de restauração foi tão bem feito que as marcas da colagem eram quase imperceptíveis.

Não tive mais notícias do Dr. Nilo, do Nilo, do meu Nilo, ou evitei qualquer possibilidade de vir a ter. Volta e meia, no entanto, por mais que eu evitasse sempre vazava alguma coisa. Eu vivia tão somente de lembranças daquela noite paradisíaca, de prazer e loucuras, e todos os sonhos impossíveis que ela desencadeou.
A empresa tinha comprado um helicóptero quase que para uso exclusivo do Dr. Nilo. A filialganhara um novo rumo, sob sua gestão. A maldita da Rose veio me mostrar o Diário Catarinense, aberto na coluna social. A u8nha vermelhaa batendo na foto do Dr. Nilo,acompanhado da esposa e de duas crianças:" Empresário gaúcho e esposa noticiam a espera de mais um herdeiro.Carla Maria,arquiteta,está no quarto mês de gravidez e muito feliz." Que dor, meu Deus! Comecei a passar mal e coirri ao banheiro. Vomitei. Então a coisa explodiu como uma bofetada: eu não menstruara a cerca de três meses! Desligada, atribuía o atraso ao fato de ser irregular. Apalpei a barriga. Agora tudo se clareava: eu estava grávida! Grávida, eu também! Oh, meu Deus!

Nada se cria,tudo se copia....

Deu certo por aqui, mais precisamente no Centro Municipal de Cultura uma idéia que é aplicada em Madrid, capital da França e que o filho do professor Sergius Gonzaga, secretário municipal de Cultura, Pedro, viu e trouxe para o pai. Digamos que é de filho para pai, não o contrário. É o seguinte: faz-se um mutirão e lê-se um livro. Esta é a idéia original disto. Quarta-feira passada foi lido o Cem Anos de Solidão, num mutirão que começou as 19h30minutos com mais de 300 pessoas mas que ao amanhecer já tinha apenas meia-dúzia de gatos pingados. É que a mídia, leia-se as tevês já não estavam mais filmando.
De qualquer modo, a ZH deu matéria,com chamada de contracapa na sua edição dia 24/05 o que justificou o investimento na idéia copiada de Madrid.
Como dizia aquela lei Lavoisir que era implementada na cozinha da JUC-5 nos anos 70 quando o boião era uma mistura do que sobrara dos dias anteriores: nada se cria,tudo se copia!
Agora o título da matéria da Zh de 24/04 foi um esmero: SOLIDÃO em grupo. Refere-se,claro, ao Cem anos de Solidão.

Rescaldas da Maratona Literária da quarta-feira da semana passada:

* O secretário da Cultura(municipal) prof. Sergius Gonzaga não esteve presente.Estava viajando. Destino: Buenos Aires.

* O prefetio José Fogaça não só compareceu ao evento como deu o toque inicial da maratona. Leu a primiera parte.

* Um dos que foi escalado para ler no começou foi o jornalista Rafael Guimaraens, uma espéice de celebridade literária do momento em Porto Alegre, com o sucesdo do seu lugar a Enchente de 1941.

* Por falar em enchente de 1941, um renomado ( eu diria mais veterano que renomado) jornalista andou dizendo quando trabalhou de madrugada na rádio Gaúcha que a expressão " abobado da enchente" teve origem pelo fato de que as pessoas " ficavam abobadas" diante do tamanho da tragédia.Na verdade,segundo a pesquisa feita por Rafael, a expressão veio de um doença provocada pelos ratos que fugiram do Mercado devido às águas. Uma pesquisinha de vez em quando faz bem e não só chutação, como é o caso deste famoso "sabetudo".

* O novo coordenador do Livro da Secretaria Municipal de Cultura é carioca. Nasceu no Leme. Chama-se Daniel Weller e sua estréia no cargo foi o lançamento do livro Enchente de 41, em março passado,dentro da semana de Porto Alegre. O livro tem patrocínio do Fumproarte.

* Com o livro sobre o teatro de Arena, Rafael Guimaraens ganhou além do prêmio açorianos de revelação literária 5 paus em moeda sonante da prefa.

*Sábado passado, dia 25/04/09, por sinal dia da revolução dos Cravos de Portugual, em 1974, foi boa oportunidade de ouvir Valter Galvani falar sobre a Folha da Tarde, que não é nada pouco: jornal que chegou a tirar 100 mil exemplares por dia.O " forte" da Folha era a eidtoria de Polícia e o Esporte.

*Idéioa de ressuscitar a Follha da Tarde não passa de maluquice. Estranho foi a ausência de Benito Giusti, pelo menos na ARI onde h ouve o debate com um bom público. Fazia tempos que não se via o salão nobre com tanta gente.

*Sergio Ros, de Brasília, manda chasque: diz que na capital federal é forte o rumor de que não vai bem a relação conjugal do primeiro casal do país.

Os que já tomaram a saideira....


Claudia Lindener Rodrigues

Claudia Lindner Rodrigues encantava pela simpatia e beleza!

Claudia Lindner Rodrigues nasceu em Porto Alegre em 12.01.1953,filha de Ovídio Severo Rodrigues e de Guilhermina Lindner.

Trabalhou no Correio do Povo, localizado na av. Caldas Junior,219, onde ocupou a posição de " redatora de arte".
No Segundo Caderno de ZH para onde foi levada pelo editor Armando Burd também fez cobertura da área cultural em geral, no que era uma especialista.

Ninguém da família divulgou a data do seu falecimento e nem as causas.

Até onde se sabe, Claúdia era solteira ao falecer.

Caco estará no Clio dia 07/05


Claudio Barcelos Barcello

No próximo dia 07/05 no stúdio Clio, - local onde antigamente funcionou um cineminha do Flávio Del Mese -o apresentador do Profissão Repórter, da TV Globo, Claudio Barcelos de Barcellos, o popular Caco Barcellos,se apresentará em Porto Alegre para o programa do encontros com o professor, apresentador por Ruy Carlos Ostermann. Caco Barcellos deverá falar de como faz suas reportagens e desde o começo de sua profissão que começou na Folhinha da Manhã, jornal da Cia Jornalistica Caldas Junior(CJCJ) onde casualmente Ruy Ostermann era o diretor.

Mas quem levou Caco para a Folha da Manhã não foi o Ruy, que nem o conhecia. Quem levou o hoje conhecido repórter para a Folha da Manhã,segundo conta Sandra Moura, numa biografia do Caco recém lançada, foi o então editor internacional da Folhinha, Jefferson Barros(falecido). Há uma outr a grande coincidência profissional entre Caco e o Jefferson, observou ainda a professora Sandra Moura neste livro: foi o mesmo Jefferson Barros que anos depois colocou o repórter gaúcho no que ele chamava de " star system",ou seja, o círculo das estrela, ou melhor ainda, o JN, da TV Globo. A matéria que Jefferson colocou ali de Caco foi sobre a mrote de Mané Garricha em 1983.
Caco Barcellos nasceu em Porto Alegre em 05.03.1950. É filho de Nércio Pereira Barcelos(falecido) e de Antoninha Barcelos de Barcelos.
Caco já morou com colegas e amigos na Av. Cuiabá, na Glória e na av. Princesa Isabel, 160/1009. Isto quando trabalhava na Folhinha da Manhã.
Foi casado em primeias núpcias com a fotógrafa Avani Stein, com quem teve o filho Ian(cinegrafista) e atualmente está casado com Beatriz Frejalli, com quem tem dois filhos, Iuri e Alice.caco ainda não tem netos.
A entrada para a conversa é franca, mas seguidamente com a grande procura deverá hav er distribuição de senhas.Estudantes gostam muito de comparecer a estes eventos do Caco.
Ruy Carlos Ostermann foi quem apresentou Caco Barcelos à Associação Riograndense de Imprensa,onde3 foi filiado em 27 de novembro de 1974. Da ARI Caco foi desligado em 26.04.1976, por falta de pagamento(É que nesta época já morava em S.Paulo e depois em Nova Iorque).

Mariana,filha do Wellington, me escreve!

Foi com suspense que abri o email da Mariana. Pensei, pronto, agora vou levar mais um processo. Não,era esta cartinha carinhosa. Tenho orgulho de ter sido a primeira pessoa a saber que o Wellington ia ser avó. Ele me ligou um dia de manhã bem cedo pra me dizer e publiquei no boletim Fintess. Espero que a mariana me mande seu endereço que vou mandar um xerox desta new....
Para os leitores, aí vao a cartinha da Mariana e a foto da neta do Wellington, com quem eu brinco mesmo depois de morto!O edtor

----- Original Message -----
From: Mariana Landerdahl mariglander@gmail.com
To: contato@deolhoseouvidos.com.br
Cc:
Sent: Sex 24/04/09 12:01
Subject: Fwd: filha de Wellington Landerdahl

Bom dia Olides,

Sou a filha de Wellington que mora em Curitiba. Gostaria de agradecê-lo por escrever sobre meu pai em seu site. Meu pai foi um homem que tinha muitas histórias para contar. Já faz mais de um ano que ele faleceu e eu ainda penso muito nele. Chego a sonhar que estou tentando ligar para ele e não consigo a completar a ligação. Acho que de alguma maneira ele deve estar em algum lugar olhando por mim, pois por algumas vezes sinto que há uma proteção nas coisas que eu faço. Gostaria de ter levado a minha filha Julia para ele conhecê-la mais não pude viajar antes, é o que eu mais me arrependo. A Julia já completou um ano mas só temos fotos digitais dela com 9 meses, estão em anexo. Se precisar de alguma coisa, alguma informação fico a disposição para ajudá-lo.

Obrigada novamente.

Mariana

Alcunhas e fatos dos quais as pessoas e lugares não se livram..

Caminhando ontem,dia 26/04 pelo Brique ouvi dois senhores se referindo ao LFV como o " filho do Érico!"
Esta é uma alcunha da qual o Luis Fernando nunca vai se livrar. Mas pensei tem outras também que perseguem os lugares, ou as pessoas e que é como que uma marca, ou distintito:

Cidade mais gaúcha: duas disputam a primazia( Bagé e P.Fundo)
Cidade gaúcha mais violenta: Soledade. Não se sabe se foi a música do Teixerinha que a consagrou como tal, mas a verdade é que pegou.
Cidade gaúcha em que os homens s...deixa pra lá....Pelotas(dizem até que os riograndinos não deixaram por menos e picharam um muro de Pelotas com a seguinte frase: monumento ao veado desconhecido...)
Outra que tem esta fama é Campinas, no interior paulista...

Cidade onde se mente muito: Nova Bréscia( mas também fazem at? ? o festival). Nova Bréscai também tem fama de gente que sabe fazer churrasco. Nas rodovias paulistas, churrascaria com nome de Nova Bréscia é sucesso garantido.

O colega Omar de Barros Filho, o Matico, nunca vai se livrar de um episódio ocorrido em 1974,ou 75. Fã do Jorge Mautner, ele foi vitima de uma molecagem na Folha da Manhã,onde trabalahva que redundou numa tremenda barriga da rádio Continental...(ver livro sobre a rádio Continental que está contado)

Flávio Tavares: numca vai se livrar da pecha de ter " matado" dom Vicente Scherer, num episódio dos anos 50/60 envolvendo ainda a rádio Guaíba.

A ZH inicial: havia até uma expressão: " expreme que sai sangue", porque só dava noticiário policial.
E depois tem aquele boteco,ou barzinho onde se come todo o dia...ali a alcunha geralmente é " MORTE LENTA".

A vida como ela é.

Um Caso Sério

Por Cristina Tomazzei

Parte DOIS

Ele me virou e foi me conduzindo para a frente.Me deixei conduzir sem entender o que ele pretendia. Parou diante da outra mesa da sala,ocupada pelo assessor , que viajava. Com um gesto rápido da mão,jogou todos os papéis e badulaques para o chão. Foi-me empurrando de leve mas com pressão e eu fiquei debruçada sobre o tampo do vidro da mesa. Senti suas mãos erguendo minha saia e baixando minhas calcinhas,ou melhor,arrancando. Tudo era feito muito rápido. Virei a cabeça e o vi desfazendo-se das calças. Um membro enorme e rijo saltou das cuecas.

Eu tentava balbuciar um protesto mas não saía nada. Começou a me penetrar. Pensei que ia sentir dor pelo tamanho incomum do seu membro, mas não. Eu estasva tão molhada que escorria pelas pernas.Sentia um vendaval de emoções e pr azer, como se estivesse num redemoinho de sonho. Nunca sentira nada igual. Mesmo assim,eu queria protestar. Me dava conta: não wera para me recusar, era por que não estava usando camisinha. Agora não adiantava. Sentia o seu sexo lá no fundo, num movimento de vai-e-vem e explodi num grito acompanhado de um orgasmo alucinante. Ele continuou me penetrando,agarrando o meu quadril,agora, com mais violência. Eu estava totalmente subjugada. Enquanto ele preparava o seu prazer, eu tornei a gozar mais uma,dias vezes.Escutei a sua voz, me xingando:
- Mexe, sua p.!vagabunda! Mexe esse rabo,sua vaca!

Eu rebolava como podia na posição incômoda e ele aumentou o ritmo das suas estocadas. Ele começou a urrar, a gemer e a grita, enquanto me enterrava todo o seu membro,impetuosamente. Gozei junto com ele, a mesa se deslocando para frente até encontrar a resistência da parede.

Ele desabou encima de mime ficamos respirando acelerado, taquicár dicos. Sentia seu membro desinchar lá dentro. Tinha encontrado o macho da minha vida. Em seguida, ele me pegou no colo e me levou para o sofá no canto da sala. Um hipnotizado pelo outro, tiramos a roupa que nos restava. Nos jogamos um para o outro,entredevorando-nos, com um apetite canibalesco.

Este homem me virou do avesso.Não houve lugar onde sua língua não alcançasse, o sweu membro avantajado não me trespassasse. Ele usou o meu corpo e eu o dele sem nehuma limitação de regra, sem nenhuma noção de pecado.
O impulso surgia e realizávamos. Parece que tínhamos reservado energias a vida toda para expandirmos ali, duma vez só.
Era um sonho-realidade que eu queria prolongar indefinidamente.
Adormecemos,abraçados.
Acordei com a voz dele.
- Lize,acorda!
Ele já se vestia. Senti uma súbita vergonha e comecei a me vestir também. Evitávamos nos encarar. Alguma coisa mudara. Ou eu estava sonhando e ia acordar em seguida...

- Sabe que horas são? Duas horas.

De que ano?De que século? Recém começávamos e ele já falava em horas?
Para mim o tempo não contava mais.Ao seu lado, o tempo parava, o mundo desaparecia. Só ele existia.
- Vou te levar!

Continua na proxima edição....

Coleguinhas

* Elmar Bones da Costa está procurando novo endereço. O atual, na Augusto Pestana, custa dois mangos por mês de aluguel. Proposta da Já Editores foi feita pra alugar a casa onde viveu oe cologista José Lutzenberger e onde funciona parcialmente a Fundação Gaia.
Bicudo,apesar de todas as adversidades é um lutador e sempre sobreviveu nele o instinto de repórter, que é mais forte do que o de empresário.

* Kenny Braga faz do Tuim,na Ladeira, uma " livraria". Carrega na pasta livros do Inter e ali vende e autografa ao mesmo tempo.

* Najar Tubino no dia 22/04 vendeu um livro seu sobre ecologia pra pesquisadora Aspásica Camargo, que veio falar sobre memória política.

* Luís Antônio Duarte, o mais conhecido Nikão Duarte,esteve dia 22/04 vendo palestra de Aspácia Camargo no Dante Barrone.
Nikão está terminando um livro sobre a história da terra natal, Pinheiro Machado,mais conhecida por Cacimbinhas.

* Repórter de um veículo de Gravataí, fez,ontem, dia 23/04 pergunta a ministra Dilma Roussef,durante coletiva, que interessava ao deputado estadual Frederico Antunes(PP) sobre a usina de Uruguaiana. Ministra quis saber o que a repórter queria saber mesmo e ela se embaralhou....

Coleguinhas


HAMILTON CHAVES QUE "MANDAVA" EM LEONEL BRIZOLA

Inaugurada sala Hamilton Chaves no Palácio Piratini!

Leva o nome de Hamilton Moojen Chaves a sala de imprensa do Palácio Piratini,entregue ontem pela governador a Yeda Crusius.O nome é um afago no PDT porque o falecido jornalista sempre foi ligado as hostes trabalhistas,tendo sido assessor de imprensa do Governador Leonel Brizola,quando este foi governador do RS. Hamilton Chaves foi assessor de imprensa de Leonel Brizola justamente durante o período da Legalidade em agosto e setembro de 1961.Algumas más línguas diziam que " Hamilton mandava no Brizola".

Chaves - que era amigo do compositor Lupicínio Rodrigues - nasceu em Lagoa Vermelha em 17.05.1925 fiulho de Elpídio R. Chaves e de Marieta Moojen Chaves. Trabalhou,além de jornais, no ECAD e foi assessor de imprensa da Assembléia Legislativa do Estado, onde ocupou o cargo de assessor de comunicação. Faleceu em 1985.Um irmão de Hamilton foi dono do bar Clave de Lua.
Hamilton foi casado com Nilce. Tem uma filha Maria Betânia(17.05.1962).Outro filho de Hamilton é o fotógrafo Ricardo Chaves, o Kadão.

A vida como ela é...

Por Cristina Tomazzei

Originalmente publicada na revista Achadas & Perdidos, na edição número 1 em outubro de 1994.

UM CASO SÉRIO

O desejo e o prazer podem surgir nas situações mais inesperadas. Hoje, você vai conhecer a história de Lize. Quem sabe,amanhã conheceremos a sua...

Aquele dia foi cheio de surpresas. Angelina se acidentou.O Dr. Nilo xingou a mulher com palavrões ao telefone. Logo ele, tão controlado...E minha vida mudou completamente.

Angelina caiu na escada do sétimo. Tiveram de carregá-la,está muito pesada. Não fraturou o pé, apenas torceu, machucou o quadril, também. Gorda como está, teve sorte de não ter sido coisa pior. Vai ficar ausente, no mínimo, 15 dias. Que dia pesado! O telefone não pára. As pessoas estão pirando, todo mundo está tenso. Todo mundo grita, todo mundo tem pressa. Estou tensaq, também, como uma corda de violino.
- Dr. Nilo, é a sua esposa.
Até o Dr. Nilo gritou,aquele. Palavrões horríveis. Logo ele, tão calmo, tão frio. Fechei a segunda porta da sua sala, receosa de que algum cliente, na recepção, escutasse.Mas ninguém escutou. Só eu, com a parabólica ligada. Gritos abafados,furiosos.
A agenda dele estava cheia, como sempre
O telefone tocou.

- Dr. Nilo, é a sua esposa de novo.
- NÃO VOU ATENDER! DIZ PRA ESSA P...NÃO LIGAR MAIS!

Que é isso, meu Deus? E agora?
- O Dr. Nilo acabou de sair, correndo, para atender a um compromisso.
Ela me bateu o telefone na cara. Que perua!

Depois, não paramos mais. Era um entra-e-sai de clientes.Eu, correndo para lá epara cá, providenciando cafezinho,água, atendendo e fazendo ligações. O Dr. Nilo havia reassumido o seu ar seguro,calmo,sorridente. Era uma laje.Tudo voltava ao normal. Só os pal avrões berrados é que não me saíam da cabeça: SUA P...VAGABUNDA,MUQUIRANA! ME LARGA DE MÃO! PROCURA UM ADVOGADO PRA TRATAR COM O MEU! Que é isso, meu Deus? que baixaria! EWra inacreditável que tivessem sido ditos pelo Dr. Nilo. Nos três anos em que eu traballhava para ele, tinha sido impecável como homem e como patrão. Sempre elegante,cheiroso,comedido,formal" SUA F.D.P...!" Encheu a boca no sei vozeirão. Não sei porque, lá no fundinho, gostei de ouvir aquilo. Nunca simpatizara com ela, a esposa. Era tão arrogante! Engoli um lanche que o boy me trouxe.

- Lize, dá um pulinho aqui, por favor.
Nem na hora do lanche, meu Deus?
- Sim, Dr. Nilo.
- Se por acaso eu precisar, podes ficar até mais tarde?
- Claro, Dr. Nilo. Não tem problema. O tempo que for preciso.
- Obrigado.

Fechei a porta atrás de mim. UFA!
Que saco! Mas, na verdade, eu não me importava. Tinha todo o tempo do mundo disponível. Era preferíve l o trabalho duro do que o tédio.
Assim, o tempo passava mais depressa. Eu estava sem ninguém e não queria saber de ninguém tão cedo. Homem cansa!
Clara me ligou, convidando pra sair.
- Hoje não dá. Tou empenhada. Se o Dr. Nilo suspender, te ligo.
Mas não suspendeu, todo mundo foi embora e eu fiquei lá,sozinha com ele. Sentei-me diante do computador com a pasta que ele me passou. Contratos, cartas, propostas de negócios. Eu ficava por dentrode tudo o que estava acontecendo de importante na empresa. Comecei a trabalhar, concentrada. Ele quieto, na sua mesa, examinando papéis.

SUA VACA! SUA VAGABUNDA! Incrível como certas pessoas se escondem atrás de um cargo e não parecem ser de carne-e-osso. O formalismo do Dr. Nilo mantinha as pessoas à distância, impessoalmente. Os palavrões explodidos na sua boca me deram uma dimensão mais humana. O Dr. Nilo era gente, descera do seu pedestal, também tinha problemas como todos n? ?s. Apesar do poder, da riqueza, do status socialelevado. Eu o observava com o canto do olho, às vezes, e ele me pareceu frágil, inseguro, neste momento.
Pela primeira vez, senti pena dele. Coitado, devia esta vivendo uma barra!

O ar tirste o deixava mais bonito. Notou que o observava e sorriu. Perdi o rebolado. Senti um calafrio percorrer a minha espinha. O sorriso rápido e a retomada do ar sério, de perfil, me fizeram achá-lo o homem mais atraente do mundo. Era um homão. Lindo. Um tesão. Agoira dava pra notar que eu reprimira sempre esta atração. As minhas colegas comentavam sobre o charme dele e me perguntavam, maliciosamente, se ele não dava em cima de mim.
E eu sempre saindo pela tangente: não vejo nada do que vocês vêem, bem capaz que ele ia dar em cima de mim.
Fora do relacionamento de trabalho eu não existo para ele. E nem ele para mim. Será que ele nunca deu em cima de mim, mesmo?

Por mais que eu apelasse para a memória, não me ocorria nenhum lance, uma deixa, que me fizessem subentender uma tentativa de aproximação.De fato, o Dr. Nilo nuncaligou para mim. E olhem que eu não sou de jogar fora, não sou nenhuma Kim Bassinger, mas me acham parecida com a Sharom Stone. Brincadeirinha, nada a ver. Sou loira, cabelos médios, um nariz grande demais para o meu rosto, óculos eum corpo perfeito escondido debaixo dum uniforme de secretária fora de moda. Sem falsa modéstia, me acho bonita. Vários clientes e executivos graduados da empresa já andaram arrastando a asa para o meu lado.Sem contar os inúmeros colegas. Mas,depois do Jorge, o gerente da firma anterior em que trabalhara, jurei não me envolver com ninguém no ambiente profissional.Nunca mais. Me vacinei. Mas o Dr. Nilo, juro, nunca percebi nada. Talvez por isso eu tenha colocado uma parede entre nós: só o via com os olhos de subalterna e a recíproca também era verdadeira.
Hoje, pela primeirissima vez, eu o via como ele realmente ra: um macho atraente,triste e cheio de problemas.

- Falta muito Lise?
Porque ele não me chamava como todos? Elizângela. Não seria um toque, que eu não percebera? Aquele Lize dele era muito carinhoso, íntimo. Será que eu nunca notei? Cega total?

- Um pouco a-i-n-d-a = gaguejei.

Ele levantou e se colocou atrás de mim, olhando a tela. Incrível como estava lenta hoje. A coisa não andava. Eu escutava a sua respiração e senti um calor repentino no rosto que se irradiou para todo o corpo. Tossi de lado para disfarçar.
Ele ficou por trás de mim, revendo algumas claúsulas do contrato. Inclinou-se para a frente, para enxergar melhor e seu rosto ficou ao lado do meu, quase roçando. Eu sentia uma fragância entontecedora do Azzaro, quie era a sua colônia preferida. Meus pelos se eriçaram, parei de respirar. Alguma coisa estava acontecendo, meu Deus, eu tremia. Apontou na tela e me citou um a créscimo. Meus dedos saltitavam no teclado, descoordenamente. Saía tudo errado. Refazia. A trremedeira não me deixava tocar nas teclas certas. Pousou a mão no meu ombro.

- Cansada?
- N-n-ã-o. Não tem problema.
- Tira a mão do meu ombro, por favor!
Faz uma cópia do contrato. Enquanto eu reviso, podes ir alterando os relatórios e já imprimindo.
- Ok, Dr. Nilo.
Ele voltou para a sua mesa mas a sua mão ficou no meu ombro,queimando.
Botei o contrato pra imprimir. Olhei o relógio:19h30minutos. Não ia terminar antes das nove. Isso,se não houvesse muitas alterações a fazer. Com o Dr. Nilo era assim:qundo tudo parecia estar concluído começava tudo de novo. Tinha mania de perfeição. Por mim,tudo bem podia amanhecer que não tinha problema.Afinal, quem mandava era ele e pagava bem por isso. Fechei os olhos: o seu cheiro ainda me penetrando pelas narinas. SUA CADELA! Agora estava tão tranquilo, tão gentil,que nem dava para a creditar que tivesse proferido aqueles palavrões com tanta fúria, tanta violência. Ele tinha conseguido me assustar....

Destaquei o papel da impressora, dobrei e levei para ele. Retornei ao computador e comecei a atacar os relatórios.
- Lize...
- Sim?

Fui até ele, que rabiscava no contrato. Tinha feito várias alterações que destacava com marca-texto. Apoiei-me na mesa para acompanhar melhor o que ele me mostrava e minha perna encostou em sua coxa. Me afastei.
Aqui, elimina tudo e transforma num parágrafo único.

A cadeira girou de leve e sua coxa tornou a encostar na minha. Não recuei. Ele continuou, página por página, indicando-me as mudanças. A pressão aumentou ou foi impressão minha? A temperatura subi...

- Não quer jantar comigo, depois?

Eu não estava entendendo. Mew olhava dum jeito gozado. Era um convite para jantar com ele? Era isso, mesmo?
Ergueu-se e fiquei pequenina diante dele. Ficamos nos encarando. Ele sorria, lindão. Me pegou pelos ombros, me puxando. Beijou-me. Eu estava mole,sem reação, muda. Ele me apertou com mais força contra ele e tornou a me beijar.

Engraçado. Lembrei da piada que as gurias contaram, do ladrão violentando a vítima. Se não tem como escapar e o ladrão é bonito, relaxa e goza. Abracei-o também e correspondi aos seus beijos,totalmente, alíngua morna e volumosa dele dentroda minha boca. Que loucura!

Continua numa próxima edição....

Coleguinhas

* Segunda-feira,dia 20/04 e quarta,dia 22/04 salinha J.C. Terlera da Assembléia Legislativa esteve interdita por causa de obras no andar superior.

*Homenagem prestada pela Assembléia no dia 22/04 no Grande Expediente pelo seu aniversário trouxe tantas funcionários para a casa como poucas vezes se vê. Lotou os ele vadores!

*Farra das passagens aéreas dos deputados federais está indo além da conta e está dando razão a algumas viúvas que tem saudades de épocas passadas.

* Mário Santarosa caiu das bocas da ARI. Pediu o chapéu porque está sem tempo de cuidar da diretoria dfe Cultura da entidade.

* Pra arrumar a ARI, só mesmo a Eva Sopher. Chamem a veinha.

* É que a ARI já deu muitos dividendos...

*O colega Ucha lembra que dia 27/04 próximo haverá lançamento de livro do diretor comercial do JC, Salimen. Diz o Ucha que o livro está excelente. Então vamos lá.

*Rogério Mendelski,ontem,dia 22/04 disse que possivelmente durante o dia ocorreriam pancadas de chuvas. Ora, Mendelski, seria pancadas de que? se não de chuva? de sol|?

* Claudia Laytano e Daniel Mello, coordenador do Livro da Secretaria Municipal de Cultura(SMC) dividem o mesmo teto.

*Claudia Laytano já foi casada com o colega Roger Lerina.

* Secretaria Municipal de Cultura(SMC) lançou livro Rua da Praia, de Nilo Ruschel,depois de negociação com herdeiros.

Direto do Passo de Torres

por Lauro Dieckmann

O fim de semana foi excelente neste feriado prolongado de Tiradentes. Dias luminosos e de temperatura amena. Os mais corajosos até enfrentaram as águas frias do mar. Além do bom tempo, o Festival de Balonismo (21ª edição) ajudou a enfeitar o panorama. E ainda teve um evento de motoqueiros. Só choveu no domingo à tarde e à noite. No mais, só tempo bom.

Editora da Cidade relança Rua da Praia

A Editora da Cidade da Secretaria Municipal de Cultura (SMC) está relançando o livro Rua da Praia. Escrita pelo radialista, escritor e jornalista Nilo Ruschel, o homem que batizou Porto Alegre de “cidade sorriso”, a obra é uma pequena jóia evocativa de um tempo considerado glorioso por aqueles que o viveram. O livro registra os personagens, o comércio e os acontecimentos marcantes da via que, até hoje, permanece no imaginário dos porto-alegrenses como a mais charmosa e importante da cidade.

Em Rua da Praia, Nilo Ruschel realiza um trabalho memorialístico de extraordinário valor histórico e documental. Graças ao seu talento, eventos que pareciam perdidos na névoa do passado renascem nas páginas do livro, fazendo com que ele adquira o status de admirável crônica de costumes. Nesta Rua da Praia de pedras rosas e pretas (hoje cobertas pelo Calçadão), desfilaram os políticos mais importantes do Rio Grande do Sul, que freqüentavam a célebre alfaiataria de Germano Peterson Jr. Intelectuais discutiam a vida cultural na frente da Livraria do Globo. Multidões acorriam ao Largo dos Medeiros para discutir os fatos mais importantes do dia ao redor ou no interior da Confeitaria Central. E, como não poderia deixar de ser, as mais lindas e elegantes mulheres de Porto Alegre faziam o footing vespertino na Rua da Praia.

São tantas as situações de caráter lírico, dramático ou humorístico descritas em Rua da Praia que fica justificada a afirmação de Rubem Braga de que Porto Alegre se destacava por uma rua, “na qual metade da população assistia a outra metade passar”. Ruschel recria, por exemplo, a era romântica da aviação, quando os pilotos franceses Antoine de Saint Exupéry (O Pequeno Príncipe) e Jean Mermoz eram vistos nos cafés, se destacando na paisagem urbana pelos seus então exclusivos casacos de casacos de couro. O cronista também rememora os desfiles das sociedades carnavalescas Venezianos e Esmeralda, os quais empolgavam as multidões que se concentravam na Rua da Praia. E vultos destacados como Júlio de Castilhos, Getúlio Vargas e Flores da Cunha são retratados por Ruschel com a idêntica dimensão humana de figuras populares, como os vendedores de jornais Maria Chorona e Negrinho Adão.

Lançado num tempo (1971) em que os bancos, financeiras e lanchonetes tomavam conta do cenário descrito pelo cronista, Rua da Praia logo se esgotou. O relançamento da obra de Nilo Ruschel é um presente da Editora da Cidade a todos os leitores que amam Porto Alegre. Rua da Praia é o sexto número da série Porto Alegre Revisitada da SMC, a qual inclui títulos como Antes do túnel, – uma história pessoal do Bom Fim (Juremir Machado da Silva), Porto Alegre - Roteiro da paixão (Luiz de Miranda), Moinhos de Vento - Histórias de um bairro de Porto Alegre (Carlos Augusto Bissón) e Anedotário da Rua da Praia I e II (Renato Maciel de Sá Jr.).

21° Festival Internacional de Balonismo de Torres

O 21° Festival Internacional de Balonismo de Torres que começou na sexta-feira passada (17/04) e se estendeu até terça-feira, o feriado de Tiradentes, foram cinco dias de um verdadeiro show de cores no céu na praia mais linda do Rio Grande do Sul. A grande inovação do festival este ano foi a evolução dos balões incandescentes e brilhantes, formando um espetáculo de luzes e cores, embalado com música clássica, numa espécie de balé noturno.

Exclusivo para o site deolhoseouvidos, o repórter fotograáfico Alfonso Abraham esteve cobrindo o festival para sua agencia ALD Produções Fotográfica - www.espanholfotos.blogspot.com.

Medabil investe apesar da crise!

A Medabil, de Nova Bassano, inaugura,hoje, dia 23/04, em Extrema(MG) a sua primeira unidade fora do RS. Segundo os diretores Arlindo Bellibio(presidente) Cesar Boillibio( vice de operações) e Lires Billibio, vice de gestão) o investimento na unidade que se inaugura hoje foi de de 70 milhõpes de reais.
A nova unidade possui uma capacidade instalada de de produção de 70.000 mil toneladas anuais de estruturas e a nova unidade represetnará um acréscimo de 100% na produção atual da empresa.

A Medabil possui duas unidades de fabrico em Nova Bassano, onde a aempresa foi fundada por Atilio Billibio - falecido tragicamente há dois anos num desastre aviatório -e uma em Nova Araça, todas na Encosta Superior do Nordeste do RS.

Durante café da manhã,ontem,dia 22/04 em que receberam a imprensa os diretores confirmaram que a empresa pretende se expa ndir,inclusive internacionalmente. Tem unidade em Angola e está pensando em novos mercados. Os diretores confirmaram que a Copa do Mundo de 2014 no Brasil já está trazendo sondandagens pra construção de estádios e de novos hotéis.

Campeão da Mentira

Serafina,agora, ganhou o prêmio de Campeão da Mentira, de Nova Bréscia. Era só o que me faltava, como dizia o seo Dagostini, lá de Pachamac, no interior do Peru, onde morei dois anos no passado. O Maróstica foi lá e papou o prêmio dos mentirosos em Nova Bréscia.]
Mas o advogado Oraldo Rodrigues,me alcançou duas belas fotos do rio Carreiro dos primórdios dos anos 60,quando Serafina ainda era uma vila e a metade do que o municío mãe arrecadva que era Guaporé vinham dos cofres de Serafina, ou La Undeze, como chamavam.
Agora o novo prefeito já veio pra Porto Alegre e exige um delegado de polícia que faz 10 anos que a delegacia local não tem . Não se sabe o que o prefeito anterior fazia que não exigia uma delegado de polícia pro local.


Serafinenses no Rio Carreiro

Nas fotos que são do acervo da Glessy Arminda Garcia aparecem na foto um da esquerda para a direita Glessy Arminda Garcia, Nadina Borges Soccol( atual juiza de paz) Dila Maria Variani( que trabalahva na central telefonica que ficava onde hoje está a padaria Wallar. Lá quando alguém pedia uma ligação podia ir trabalhar que de noite ela chamava o cristão que era quando chegava a ligação) e Lourdes Ana Varina. Nos fundos da foto Um Aristides Rodrigues Iesbick e Jose Mauricio Rodrigues(irmão do Oraldo). O homem de chapéu que pesca é desconhecido. Esta foptyo como a outra foram feitas no dia 31.01.1960,quando Serafina ainda era distrito. Em 1961 veio a emancipação.


Férias eram sempre em Janeiro e Fevereiro

A foto Dois também feita no mesmo dia também no rio Carreiro mostra da esq para a diretia Nadina Borges Soccol, Glessy Arminda Garcia, Lourdes Ana Variani, Valderei Variani e Dila Maria Variani.
As viagens de Serafina até o rio Carreiro para tomar banho ou fazer um piquenique e tomar umas gasoas eram feitas sempre na boléia de alguma camionete e pela Capela Santana pela 12,ao contrário de hoje em dia que com o asfalto vai-se ao rio Carreiro pela capela S.Pedro.Vê-se nas fotos o mato chegando até abeira do rio o que hoje não acontece mais porque o camping destruiu toda a mata.
O rio Carreiro ainda não tinha a ponte - construída no segundo mandato - e para passar de Serafina até o Nova Bassano atravessava-se o rio em Balsa.
O local era chamado do lado de Nova Bassano de Caçador e ali havia como ainda h´um moinho de trigo dos Zanetti.Agradeço a gentileza de quem me cedeu as fotos.

" Te abaixa Assis,olha as balas, Assis..."


Assis Hoffman

Dizem as más línguas, que Flávio Alcaraz Gomes e Assis Hoffmann,quando foram cobrir a Guerra dos seis dias entre Israel e Egito, em 1968, não foram pro front e que os conselhos que o radialista dava ao vivo pela rádio Guaíba " te abaixa Assis,olha as balas..."não passavam de uma cascata do hoje veterano repórter.
O fotógrafo Assis Hoffmann nunca confirmou nem desmentiu esta versão que se espalhou por aí...Assis depois de alguns anos cuidando de uma pousada que construiu no Rosa está de volta a Porto Alegre no último sábado disse que ficará entre a praia e a capital gaúcha.
Ele é aos 68 anos um dos mais experientes fotógrafos gaúchos e tem um grande acervo de fotos que andou fazendo ao longo de uma longa trajetória.
Nascido em Santiago do Boqueirão Assis fez-se sozinho.Começou como fotógrafo na Ultima Hora de Samuel Wainer, onde cobriu grandes acontecimentos.Depois chefiou o departamento fotográfico da Cia Jornalistica Caldas Junior e também foi fotógrafo da revista A Granja.
Cobriu muitos acontecimentos internacionais como corridas de Fórumla . Num destes eventos, fez uma foto de um acidente que correu o mundo.Numa das corridas de Fórmula Um esteve na corrida de Mônaco acompanhado do repórter José A.Pinheiro Machado, o hoje conhecido Annonymus Gourmet.
Esteve com Flávio Alcaraz Gomes na cobertura da Guerra dos Seis Dias e
Asssi Hoffmann é de 30/09/1941. Já residiu na Rua Riachuelo 1260/13. Depois da Última Hora ele foi para a Zero Hora, onde foi o responsável pelo departamento fotográfico. Com ele iniciaram fotógrafos como Leonid Streliaev, o Alemão Uda, o arquiteto Ivan Pinheiro Machado, hoje dono da LPM editora,Armênio Abascal, o Cotia, já falecido.
De uma escola de fotógrafos que gosta de discutir as pautas com os repóreteres Assis Hoffmann também trabalhou pa ra a Editora Abril(revista Veja e Placar)e para a revista Globo Rural da editora Globo.

Coleguinhas

* Carlos Bastos desmente que seja o " garganta profunda" do Fernando Albrecht como foi dito aqui.l

* Andei colecionando mais apelidos de coleguinhas:Zeca Diabo,= Daniel de Andrade: Coronel = Ary Florêncio M. dos Santos: Perdigueiro ou HH = Adil Borges Fortes da Silva,Capitão = José Erasmo Nascente: Mentiroso = Damião Ribas: Diabo Loiro= Osmar Béssio Trindade Dentinho = Tibério Vargas Ramos: Coreano + Ismail Fernandes.

*Libretos, editora da Clô Barcellos, foi convidada pela Câmara Riograndense do Livro (CRL) a ter barraca bna próxima feira do livro de Porto Alegre.

* A enchente de 1941 está bombando. É o livro que colocou a Libretos e o autor, Rafael Guimarães num outro patamar. Não adianta teimar, este negócio é assim mesmo. Livro que não tem mídia - leia-se que não sai no Cadernmo de Cultura da ZH, não vinga nos pampas. Por enquanto é assim, um dia poderá mudar, é claro.

* No domingo, dia 19/04, o Correinho não deu uma linha sobre o episódio das três mortes de NH.

* o nome da esposa do jornalista Luiz Claudio Cunha que está com bolsa da CAPES pra pesquisar a história do COOJORNAL é Maria Jandyra Cavalcanti Cunha, a " Janda".

*Carlos Rafael Guimaraens quando era menor e morava na rua Dinarte Ribeiro, no bairro |Moinhos de Vento, tinha o apelido de Dodô. E diz um companheiro de peladas dele que o Rafa, como é chamado pela mulher Clô, era muito bom de bola. Tá aí ,se não fosse escritor, teria sido um bom boleiro.

*Carlos Rafael Guimaraens tem hoje 53 anos e dos livros que já editou, o que mais está lhe dando projeção,sem dúvida, é o Enchente de 41.

*Segunda-feira,dia 20/04 a salinha J.C. Terlera na Assembléia Legislativa não abriu, enquanto que a casa funcionou, embora não tivesse Plenário.

*Sindicato dos jornalistas fechado dia 20/04 e a salinhaJ.C. Terlera também fechada e com a ARI não disponibilizando nada pros autônomos sobraram me smo os ciber café pra trabalhar.

* Mais apelidos de coleguinhas

Lumumba = Gilberto dos Santos(falecido) Índio = Assis Hoffmann; Caçapava = Jorge Euclides dos Santos, laboratorista; JOca= João Carlos Ferreira da Silva; Mola = Nelson Ferrão; Guerreiro= Luís Antônio Braga Guerreiro; Alemão= Claúdio Dienstamnn; Florianão= Floriano Hengist Correa; Mel= Melchíades Stricher Filho; Antoninho= Antônio Firmo de Oliveira Gonzales; Taninha= Tânia Helena Krüscka; Patinho= Jefferson Barros; Cyborg = Guilherme Antônio R. de Arruda.

Coleguinhas


Rosvita, o "Carlos Froner" da Coojornal

Esposa do colega Luís Claudio Cunha pesquisa a história da Coojornal

Com uma bolsa da CAPES a esposa do jornalista Luis Claudio Cunha que no ano passado lançou o livro Sequestro dos Uruguaios está pesquisando a história da Cooperativa dos Jornalistas de Porto Alegre que funcionou em Porto Alegre, na rua Comendador Coruja, no bairro Floresta.
Um dos depoimentos para a pesquisa está marcado com o editor do jornal Coojornal da Cooperativa, Elmar Bones da Costa, o Bicudo para os primeiros dias de maio próximo.

Um dos expoentes dos colegas que trabalharam na Coojornal foi Rosvita Saueressig Laux que tinha entre os colegas da cooperativa o apelido de " Capitão Fronner"." Capitão Fronener " foi um treinador de futebol que no passado treinou o Aimoré de São Leopoldo, o Caxias, de Caxias onde orientou inlusive o então zagueiro Luis Felipe Scolari e depois marco u época no Grêmio Portoalegrense.

Rosvita tinha este apelido devido a sua orientação enérgica nas decisões que tomava.Nascida em 4.3.1951 em Campo Bom, é filha de Walter Saueressig e Hildegard Saueressig.Morou na rua Luiz Afonso,558/305.
Depois que a Coojornal fechou, Rosvita mudou-se para Brasília e para São Paulo, onde trabalhou na Gazeta Mercantil. Antes da Coorjornal, ela trabalhou na Folha da Manhã, um jornal da Cia Jornalistica Caldas Junior.

Escurinho era a arma secreta do treinador Minelli


Rubens Minelli, foto de Sergio Arnoud

A notícia de que talvez o centroavante Luiz Carlos Machado, 59 anos, o Escurinho, tenha que amputar uma perna por problemas de diabetes deixou o mundo futebolístico meio consternado. Quem não lembra do Escurinho, o temível centroavante que sempre decidia no finalzinho da partida com gol de cabeça.
Ele era a arma secreta do treinador Rubens Minelli, do Inter, que quando o jogo estava embatucado, colocava no finalzinho do jogo o Escuro pra subir e matar de cabeça. Minelli foi um treinador bicampeão brasileiro pelo Internacional de Porto Alegre, e é sempre lembrado, ainda mais agora que o Inter completou no dia 4 de abril passado 100 anos.

A vida como ela é...

Pois agora o promotor de Novo Hamburgo vai pedir exame de DNA diante da conversadeira geral de que amenina morta poderia ser filha do marido assassinado.Então a menina seria produto do cunhada com a cunhada. Olha, a vida às vezes tem destas.

Eu conheci um caso nos anos 70, em Porto Alegre, em que sujeiro namorava uma guria mas transava com a cunhada,ou seja, a irmã da namorada. Só que ela engravidou e ele precisou arrumar dinheiro pra fazer o aborto.
Muitos anos depois,o sujeiro este tornou-se famoso em outra profissão e andava propalando a quatro ventos que quando era mocinho era tão bom mocinho que trabvalhava em ta´zis do pai para poder ajudar em casa. Isto era uma meia verdade, porque ele pegou no táxi foi pra pagar o aborto que a cunha tinha feito em vistas de que ele a engravidara...
Choses de la vie....

Torres tem todos os anos festival de balonismo!

Mais uma edição do festival do balonismo em Torres. O festival do balonismo começou com dois ou três balões e agora já é uma competição internacional. Parabéns aos promotores. O editor.

Maratona literária será esta noite no centro municipal de cultura

Importada de Madrid, Espanha, pelo filho do secretário municipal de cultura, Pedro( que é músico) Sergius Gonzaga, será testada esta noite a partir das 19 horas no Centro Municipal de Cultura, na av. Erico Verissimo. O evento se chama Maratona Literária e nela constará a partir das 19 horas a leitura do livro Cem Anos de Solidão de Gabriel Garcia Marques por convidados da SMC.Entre os convidados pelo setor do livro da SMC estão jornalistas,- principalmente da ZH - radialistas,escritores.
O evento deverá varrar a madrugada porque de 40 em 40 minutos haverá uma interrupção para cafe,chimarrão e chopp.

Canil Municipal de São Borja melhora sua estrutura e abriga dezenas de animais

O Canil Municipal, localizado próximo ao Estádio Vicente Goulart, na saída para Santa Luzia, recebeu melhorias nesta última semana, permitindo melhores condições de hospedagem para os animas. Neste sentido, a Prefeitura de São Borja construiu piquetes para a separação das fêmeas e machos, ergueu estrutura de madeira e brasilite permitindo sombra e proteção contra o frio. Além disso, o Poder Executivo destinou um funcionário exclusivamente para executar trabalho de manutenção de água, alimentação e medicação dos cães. A preocupação com a segurança também foi redobrada. Uma equipe contratada pela Prefeitura realiza vigilância de 24 horas no local. À noite, o local está totalmente iluminado, permitindo visualização e conforto para os animais. A diretora de Vigilância Sanitária, Janaína Leivas, relata que está fazendo duas visitas diárias ao Canil, inclusive em fins de semana e feriados, para certificar-se de que os cães estão bem tratados.

foto:DECOM/PMSB

Janaína Leivas anunciou na segunda-feira (20/04) a confirmação da vinda de dois pesquisadores da Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz) a São Borja. Eles são especialistas em leishmaniose e vêm fazer pesquisa de campo no período de 11 a 18 de maio, buscando ampliar o conhecimento existente sobre a enfermidade. Entre as atividades, está a coleta de exemplares do mosquito-palha, através de armadilhas. Novas trocas de informações estão previstas com a visita dos especialistas.

Prefeitura de São Borja recebe doação da Receita Federal

A Receita Federal do Brasil, através do inspetor da agência de São Borja, Marcelo Lodeiro, entregou 460 quilos de salmão fresco à Prefeitura de São Borja, na sexta-feira (20/04) à tarde. O Poder Executivo recebeu a doação através da Secretaria de Trabalho, Assistência Social e Cidadania (SMTASC). De acordo com a nutricionista da SMTASC, Mirtes Fonseca, os alimentos são muito bem vindos tanto pela quantidade como pela qualidade. Foram 12 caixas de isopor devidamente lacradas e acondicionadas com gelo, permitindo uma conservação adequada dos peixes. O produto doado foi retido pela Receita Federal por constituir excesso de carga em um transporte vindo do Chile.

foto: DECOM/PMSB

Mirtes informou que os peixes serão preparados e servidos na alimentação do Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) Arneldo Matter, do Albergue Municipal e do Restaurante Popular. Por sua vez, o inspetor Marcelo Lodeiro destaca que a iniciativa ajuda a desmistificar a imagem da Receita Federal sobre o destino em relação aos produtos que são aprendidos. Lodeiro destaca que isto representa a entrega integral de produtos do trabalho de fiscalização em benefício da sociedade.

São Borja estréia no Estadual Juvenil

A equipe da categoria juvenil da Associação Esportiva São Borja (AESB) estreiou no Campeonato Gaúcho da categoria no Estádio Municipal Vicente Goulart na tarde do último sábado (18/04). Antes do confronto contra a equipe do Cruzeiro, de Santiago, aconteceu ato solene com a presença do prefeito em exercício, Jefferson Homrich, do presidente da Câmara Municipal, vereador Farelo Almeida e do deputado estadual Cassiá Carpes.

foto: DECOM/PMSB

A equipe treinada por Polaco realizou um bom primeiro tempo, empatando em um a um. O time saiu de campo aplaudido, no intervalo, pelo público presente no Vicentão. Porém no segundo tempo, os atletas da AESB sentiram dificuldades em relação ao preparo físico, permitindo que o Cruzeiro fizesse mais dois gols. Resultado final AESB 1 x 3 Cruzeiro.

Prefeitura de São Borja renova contrato temporário de inspetores fitossanitários

A lei municipal nº 4.014/09 renovou a contratação emergencial de dois engenheiros agrônomos, Carlos Eduardo Engleitner e Edison Gilberto Ehle, que atuam como inspetores fitossanitários na Ponte Internacional. Os dois profissionais atuam junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e realizam a fiscalização das condições dos produtos que entram e saem do Brasil pela aduana. O projeto de lei foi aprovado pela Câmara de Vereadores, que autorizou a contratação. Essa iniciativa atende de forma urgente à demanda por profissionais que atuem na verificação e garantia da qualidade dos produtos, ajudando a diminuir o tempo de demora das cargas na Ponte. A atuação da prefeitura nesse sentido começou no ano passado, diante do pedido de apoio das empresas situadas na aduana. O acordo de cooperação técnica nº004/2008 com a Superintendência Federal de Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul, órgão do MAPA, permitiu que a necessidade fosse atendida.

Para se ter uma idéia da importância do apoio da prefeitura, os profissionais ajudam a diminuir o tempo de espera para a liberação das cargas e garantem a sanidade dos produtos no que se refere ao acondicionamento. Outro dado ilustra bem a relevância da ação da prefeitura para colaborar com o comércio internacional: em 2007, foram comercializados pela aduana entre São Borja e Santo Tomé cerca de US$ 5 bilhões em mercadorias, 20% do valor total do comércio binacional naquele ano, de acordo com dados apresentados pela Mercovia no II Seminário Itinerante do Mercosul (II Simerco), ocorrido em São Borja em agosto do ano passado.

Torneio prepara cavaleiros para The Best Jump 2009

O Pré-Jump, concurso preparatório para cavaleiros do Rio Grande do Sul e convidados de todo país, aconteceu no último final de semana (de 16 a 19 de abril), na Sociedade Hípica Porto-Alegrense (SHPA) e reuniu cerca de 170 conjuntos. O torneio ocorre desde 2005 e não é classificatório, tem como objetivo treinar e preparar os competidores para o The Best Jump 2009. Nos quatro dias de evento, foram realizadas 23 provas que distribuíram aproximadamente 10 mil reais em prêmios. A 41° edição do The Best Jump, acontece entre os dias 29 de abril e 3 de maio na Sociedade Hípica Porto-Alegrense (SHPA).

Coleguinhas

* Repercutiu e muito a matéria do Lucas Azevedo no site do jornal Já sobre a viúva do ex-representante do Governo Gaúcho, em Brasília, Marcelo Cavalcante que se matou( pelo menos ao que tudo indica) há dois meses. " Bicudo" o editor chefe do Jornal Já disse que foi a persistência do repórter e a seriedade que o assunto foi tratado que deu a dimensão que a matéria ganhou. Rádio Guaíba ainda na sexta passada foi atrás do assunto e deu voz no programa Espaço Aberto, das 13 horas. Eu sei que não vai dar em nada, mas pelo menos...

* ASSIS hOFFMANN, o índio de Santiago do Boqueirão está de volta...apareceu no sábado passado no barzinho da ARI.

*Também o barzinho da ARI no último sábado o loco Marçal, João Batista. Ele ganhou recentemente o espólio de matérias que foram feitas pelo falecido repórter Marcão Faermann. Marçal quer ver se há alguém interessado pelo material que ele está sem tempo para dar um tratame nto editorial.

*Depois de um telefonema no sábado, o colega A. Goulart sumiu do barzinho. Tem ido mais cedo pra casa,agora que mora mais longe da entidade....

*Caco Barcellos estará dia 7/05 no estúdio CLIO,dando entrevista no programa Encontros com o Professor.

*O que será da POP ROCK com esta crise toda? e da Ulbra TV?

*A Ulbra TV dizem que irá transmitir a imagem da TV Brasil,também chamada de TV Lula.

*Sexta-feira passada, dia 17/04, as 16 hs o portal da Zero Hora ainda não trazia a notícia da queda do reitor Ruben Becker, da Ulbra, que havia pedido pra sair ao meio-dia E isto que o portal da ZH é o único que tem aí e que é o mais atualizado...

*Eu sei que estão apenas cumprindo o dever de casa mas a cobertura do NH pro caso da doida esta que matou marido,irmã e sobrinha é coisa de gente grande. Tenho comprado o jornal diariamente...

* Alias, a instrução que os repórteres do Grupo Sinos que vão a c ampo têm dos seus chefes é de que as matérias tenham a mesma qualidade das da ZH. Mesmo que às vezes não tenham as condições de produzi-las que o pessoal da ZH tem.Tá certo,tem que nivelar por cima, mesmo..." Eles querem tudo como a ZH" me reclamava dia atrás uma repórter do Grupo Sinos.

* Sindicato dos Jornalistas-RS fez feriadão de sábado a terça-feira. Já salinha J.C. Terlera, na Assembléia Legislativa do Estado,abriu dia 20/04,segunda.

* Jornal JA BOMFIM do Bicudo, deu matéria com viúva - já estavam separados- do representante do Governo Gaúcho em Brasília, Marcelo Cavalcante morto tempos atrás, quando se atirou num lago de Brasília. Estranho que ninguém da grande mídia gaúcha não tenha procurado a viúva pra entrevistas. Parece que ela prometia dizer cobras e lagartos contra o governo do Estado. Seria isto que fez a chamada grande mídia se calar? A rádio Guaíba, na sexta,dia 17/04, repercutiu a matéria do Jornal Já Bom Fim. Isto me faz lembrar nos tempos da " ditabranda" ou ditadura, quando os jornais gaúchos esperavam sempre a Folha de S.Paulo ou o JB dar a matéria quando o assunto não era favorável ao Governo militar pra depois sair atrás. Como dizia o falecido Tarso de Castro: são desprovidos de covardia política, estão sempre a favor do mais forte....

* Rogério Mendelski lembrou sexta, 17 / 04 , que o Sérgio Galocha - Luís Sérgio Ferreira - também meio-atacante que nem o Escurinho,(Luiz Carlos Machado) foi porteiro do Le Club do Salim Allem e do Fernando Vieira. Mas uma exigência do Salim,segundo Mendelski era que o Galocha se vestisse de " marinheiro".

* Jornal NH é difícil de ser encontrado nas bancas do centro de Porto Alegre. Só uma banca localizada perto da Guaspari é que tem para vender. No dia seguinte ao crime de NH, os cinco exemplares que a banca recebe saíram em seguida. Muitos leitores que foram lá saíram frustados.

*Jennifer Morsch faz um bom trabalho como repórter do NH em Porto Alegre.Tem futuro.

* Grupo Sinos, de NH, -leia-se família Gusmão - foi chamada tempos atrás pelas chamadas " forças vivas de Gravataí" pra fazerem um jornal diário lá, como existe eo NH, o SL e o jornal de Canoas, que editam. Mas foram fazer uma pesquisa de mercado e viram que os anunciantes em potencial seriam os sistemistas da GM, que já não precisam anunciar, porque tem cliente, que é a própria GM.
*Coleguinha que andava pelo interior num carro foi surpreendido num pedágio . Estava lá o pedido de apreensão da financeira do carro,onde ele devia mais de 3 mil reais em prestações não pagas. Nem a alegação de que ia prum niver de uma filha contentou os agentes da lei. O carro ficou lá....

* Valter Todt , o popular " chefinho" almoçou na sexta última, dia 17/04 no Gambrinus em companhia de coleguinhas, entre eles a Jurema Josefa do Correinho...

Alça de Mira

Então, pelo visto, o que temos no Palácio Piratini é um MATRIARCADO! Igualzito a uma redação de um grande jornal gaúcho cuja sucursal em Brasília era só ocupada por mulheres....e chefiado por uma!

O pedreiro deixou o país em suspense!


PEDREIRO DEIXOU PAÍS EM SUSPENSE

Sempre que cai um 21 de abril me lembro da morte do Tancredo Neves, por tudo aquilo que ela representou depois daquela memorável campanha da Diretas Já!
Não há como não se lembrar, principalmente para quem a viveu intestinamente e que participou de vigílias na Assembléia Legislativa na noite em que a emenda do deputado federal Dante de Oliveira seria votada, mas que foi rejeitada.
Sabíamos todos aquela noite que iríamos para a eleição indireta. Aliás, diziam os mais bem informados, que Tancredo Neves - ou o Tancredo NEVER - como o chamou o Gal. Otávio Medeiros, chefe do temível SNI(Serviço Nacional de Informações)- subia nos palanques da campanha das Diretas Já e olhava os comícios com um olho enquanto conspirava atraindo para seu lado alguns setores que pertenciam ao Governo porque saberia que iria mesmo pruma eleição in direta, onde ganhou de Paulo Maluf no Colégio Eleitoral.

A morte de Tancredo, na noite de um domingo, 21 de abril de 1985 deixou o país num sentimento muito grande.Vi cenas de comoção popular que somente veria depois nos anos 90,quando num acidente na curva Tamborella veio a falecer o piloto Airton Senna.

Mas o que mais me impressionou no episódio Tancredo Neves foi a noite do enterro, 24.04.1985, quando no cemitério de S.João del Rey(o país inteiro parado na frente da televisão que transmitiu em cadeia nacional )
o pedreiro que iria fechar o túmulo fez um suspense enorme. Todas as principais autoridades presentes e o pedreiro ali, fazendo cena, com pouca pressa de começar a fechar o túmulo. Foi a maior " celebridade" que apareceu para todo o país durante 10 minutos e depois sumiu de cena.

Alguns anos depois estive em S.João del Rey e procurei no cemitério o túmulo do ex-presidente. O porteiro do cemitério me indicou mai s ou menos onde ficava o túmulo, mas estranhei que não havia nenhuma placa indicando como chegar no túmulo.
E tempos depois li em algum local que o túmulo do presidente que dizem se imolou pela democracia - é uma frase um pouco demagógica mas vamos lá - estava meio que atirado,abandonado.Rei morto, rei posto!

Memória da Imprensa


Vilmo Medeiros

Na redação da ZH Vilmo Medeiros havia colocado uma placa na entrada da editoria de polícia:proibida entrada a pessoas estranhas!

No final dos anos 70,começo dos anos 80, Vilmo Medeiros era o editor de polícia de ZH e a redação funcionava no primeiro andar, onde hoje está parte do comercial.
Num canto da redação estava a editoria de polícia, mas ela era acessível apenas aos repórteres que nela trabalhavam e superiores, porque os demais colegas não eram convidados a entrar lá: chegou-se ao absurdo de colocar um aviso bem grande: PROIBIDA A ENTRADA DE PESSOAS ESTRANHAS A ESTA EDITORIA!O absurdo disto tudo é a alta diretoria deixar que isto fosse colocado.
Não era raro verem-se revólveres nas gavetas.Alguns repórteres tinham porte de arma.
Começou aí uma grande discussão s obre que tipo de reportagem policial a ZH vinha fazendo sob a orientação do editor Vilmo Medeiros.A que ponto havia chegado o isolamento daquela editoria com os demais colegas. Mas não durou muito e Vilmo Medeiros, caiu.
Com ele mudou-se para a Caldas Junior, toda a equipe, com exceção de apenas três repórteres. Um deles que eu lembro e que ficou na ZH foi o Milton Galdino da Silva.
Assumiu a editoria de Polícia de ZH, com a queda de Vilmo Medeiros e sua equipe e consequente transferência para a Caldas Junior, o tarimbado editor José Antônio Ribeiro, o Gaguinho.

Acusado de fazer um tipo de reportagem mais " policialesca" Vilmo Medeiros e sua equipe na Caldas Junior - Folha da Tarde e Folha da Manhã passaram a dar prioridade ao " furo" jornalistico, isto é, prisão de bandidos, acompanhamentos de grandes batidas policiais que isto sempre rende grandes matérias.Sabe-se que matérias policiais sempre rendem grandes audiências. Vide os Datena, os Caco Barcellos da vida!
Já a ZH passou a fazer um jornalismo policial mais elaborado com a entrada de repórteres que caprichavam mais nos textos, como Luis Alberto Scotto. E pouco depois assumiu a editoria Wanderley Soares, que saiu da Caldas Junior para ir pra ZH. Wanderley impôs um outro tipo diferente de cobertura, embora a ZH sempre tenha sido visto como " um jornal que se tu expremer sai sangue".Hoje este papel ficou mais para o Diário Gaúcho.

A notícia dada num jornal da ARI com o título de Caldas Junior e RBS promovem troca-troca de Polícia deixou o editor Vilmo Medeiros em extremo desconforto. Numa longa missiva ao editor do jornal, pediu demissão dos quadros da entidade.
Na carta, Vilmo toca num assunto complicado: deixa claro que a editoria de polícia do jornal , para assumir a cobertura do caso dos uruguaios, Lilian Celiberti e Universindo Diaz,exigia que primeiro fossem entrevistados os repórteres Luiz Claudio Cunha e o fot ógrafo J.B. Scaldo que participaram dos acontecimentos do sequestro, haja visto que foram para a av. Botafogo,onde estavam os uruguaios, atraídos por uma informação vinda de S.Paulo.
Vilmo em decorrência desta notícia dada no Jornal da ARI, edição de dezembro de 1981, desligou-se do quadro de associados da entidade.

Réquiem para um defunto


JORNALISTAS "COMEMORAM" A FOLHA DA TARDE

Nos próximos dias seguramente os remanescentes da Folha da Tarde vão se reunir de novo no Copacabana- onde o jornal,quando existia, tinha uma sala no seu nome - pra lembrar o extinto jornal. Este ano então vão comemorar mais ainda porque o jornal, como digo, falido e fechado há 25 anos, completaria, 70 anos.

É um estranho hábito, este de reunir para lembrar algo que não mais existe. Acho até meio esquisofrênico.
De certa forma é negar um fracasso...
Normalmente, quem lidera estes encontros são o Benito Giusti e a Jurema Josefa. Mas quando começou iniciou de forma pequena, com 3 ou 4 pessoas e era realizado no Clube Jangadeiros.Isto porque um dos funcionários da FT era comodoro do Jangadeiros. Agora ele faleceu.
A Tolha da Tarde foi fechada na manhã do sábado,de junho de 1984.Segundo narra Valter Galvani, Breno chegou com cara de poucos amigos, reuniu os principais assessores,entre eles o Galvani e deu a sentença:

- Comunico que os jornais estão fechados!
- Fechados até quando?
quis saber Galvani.
- Agora vamos ver a reação popular, respondeu Breno, na sua presunção.
Eu estava de plantão na ZH, naquele sábado à tarde e me espantei quando lá pelas 16 horas desceu ( a diretoria ficava no terceiro andar, onde hoje é a redação e a redação ficava no primeiro, na entrada, onde hoje é o comercial) o superintendente da empresa, Fernando Ernesto Correa, que vibrava com a notícia do fechamento dos jornais concorrentes:
- Fechamos eles, fechamos eles, dizia enquanto se dirigia para a sala do diretor-editor Lauro Schirmer que escrevia na máquina um pequeno texto pra swair na ZH Dominical.O público já sabia que naquele domingo não haveria mais Correio do Povo porque a rádio Guaíba deu um Renner em edição extraordinária.
Este foi o (triste) fim da Folha da Tarde, que nunca mais voltou a circular.

Coleguinhas


LEILA PAIXÃO WEBER

Leila foi a inventora da palavra súper e xoping em jornal

Tarimbada jornalista, que iniciou ainda no Diário de Notícias, quando ficava no Morro Santa Tereza, Leila Paixão Weber nasceu em Cruz Alta em 08.08.1941 filha de José Frederico Weber e Suzana Paixão Weber. Leila trabalhou,além do Diário de Notícias, na Folha da Tarde, no JC e foi assessora de imprensa de casas noturnas.
Durante um tempo, foi assessora de imprensa do bar " Se acaso você chegasse" e Leila, muito gozadora, contou que os funcionários da casa a apelidaram de " Se acaso você pagasse..."
No Jornal do Comércio, Leila assinou, no começo dos anos 90, a coluna Nossa Cidade, onde falava em pequenos tópicos de assuntos da cidade, repercutia assuntos que passavam pela Câmara dos Vereadores e assuntos também do executivo.
Entre seus endereços estão rua Cipriano Ferrera 551/07 e rua 17 de junho 462/203.
Tem um filho, Pedro(29.03.1970).

Coleguinhas


GERSON LOPES SCHIRMER

Gerson Schirmer dormia no laboratório e eu quase perdi o emprego

Em 1973,quando ingressei em ZH, na reportagem policial,o jornal tinha uma escola herdada da Ultima Hora que era sempre ter - era quase uma obsessão segundo Wanderley Soares - o boneco do presunto, isto é, uma reprodução da foto do morto.
E aconteceu que eu estava de plantão de madrugada e houve um incêndio numa vila onde morreu uma criança carbonizada. Tentei inúmeras vezes acordar o Gérson Schirmer, que dormia pregado. O Gerson era gordão, não tinha emagrecido como está hoje.
Sempre foi meio gourmet e gostava de apresentar grandes rangos para os quais nos convidava, principalmente nos domingos ao meio-dia, que ele sabia que a gente não tinha onde cair morto.

Pois naquele sábado à noite não consegui acordar o filho do diretor-editor. No domingo seguinte, fui dormir mas quando o Renato Pinto, o editor de Polícia chegou, ele viu a matéria feita mas não tinha a foto do presunto.
E aí ficou um empurra-empurra...O Gérson dizia que eu não o acordara e eu dizia que eu havia tentado inúmeras vezes e ele não acordara...
Ninguém foi pra rua, mas o Renatinho teve dificuldades em dar a matéria na segunda sem a foto do presunto.
Gerson Lopes Schirmer nasceu em Porto Alegre em 13/10/1950,filho de Lauro Schirmer e de Lucy Carvalho Lopes.

Residiu na rua Conde de Porto Alegre,448/22.
Na ZH trabalhou muitos anos como repórter fotográfico e também dirigiu o setor de fotografias do jornal.
Mais tarde, Gerson também dirigiu e trabalhou no Coojornal e foi dono do restaurante Doce Vida, na rua da República,um reduto de jornalsitas eintelecutiais. Um sócio do Gerson neste bar foi o também fotógrafo João Onófrio(falecido).
Depois de um tempo fora de Porto Alegre, está de volta. No Governo de Olívio Dutra, coordenou um projeto de memória na TVE em que muitos exilados e expurgados das universidades deram seus depoimentos.
Gerson tem o hábito de caminhar no Parcão.

Coleguinhas

* Descobri quem é o "garganta profunda" do Cascatinha que passou a nota sobre o encontro dos deputados no restaurante Copacabana, na quarta passada: nada menos que Carlos Bastos.

*Salinha J.C. Terlera, na Assembléia, agora está mais disciplinada: o profissional tem um tempo limitado de permanência na salinha de escritas.

*Na Guaíba,dia 16/04, o policial brigadiano Roger Campos disse que prendeu casal de estudantes porque sentiu " odores de maconha". Vai ver que se for prender só por isto, tem que prender metade da cidade.Tem um pé-sujo na Duque, que no banheiro o que mais se sente é odores de maconha.

O Espanhol morreu!


OS AMIGOS PEDEM PARA NÃO MANDAR FLORES

Alguns leitores acharam que era o " nosso espanhol"( fotógrafo Alfonso Abraham) que tinha morrido ao ver este título. Mas existia um outro Espanhol,tão ou mais famoso:o advogado criminalista paulista Waldir Trancoso Peres, que morreu no domingo passado!

Causos de rodoviárias

Continuo com meus pequenos tópicos contando causas que aconteceram nas rodoviárias do interior.
Na rodoviária de Bossoroca - na região das Missões - chegou um passageiro pra ir pruma localidade do interior. O passageiro,evidente, era de poucas letras, tinha pouco estudo e foi conversar com conhecidos. Depois de um certo tempo esperou um pouquinho e começou a se tapear e a tapear o casaco, a bombacha e não encontrava o papelucho da passagem que havia adquirido antes.
Voltou para o guichê e perguntou ao atendente:
- Tu não me deu a passagem tchê...
- Dei sim. Foi cobrada, o senhor pagou a passagem.
- Mas eu não achei,alegou o passageiro.
Aí é que veio a surpresa maior. O passageiro começou a pensar e concluiu: " acho que PITEI ela. Fiz um cigarro agora há pouco e acho que foi com a passagem.
Quem me contou este caso porque o assistiu foi o Marco Aurélio, concessionário da rodoviária de Bossoroca.

Goldsztein patrocina segunda edição de livro sobre Moinhos de Vento

A 2ª edição de Moinhos de Vento -Histórias de um bairro de Porto Alegre, do jornalista Carlos Augusto Bissón, já está nas livrarias. Esta publicação da Editora da Cidade e do Instituto Estadual do Livro (IEL) foi lançada em outubro de 2008 e se esgotou rapidamente. A segunda edição é patrocinada pela Goldsztein.

Veja só o que disseram e escreveram a respeito do livro:

"Já leu o livro de Carlos Augusto Bisson, Moinhos de Vento - Histórias de um bairro de Porto Alegre? Vale a pena". (Paulo Brossard, Zero Hora, 26/01/2009)

"Uma história social da elite gaúcha escrita com notável fluência, na qual, tendo como ponto de referência um bairro de Porto Alegre, é retratada toda a grandeza de um Rio Grande do Sul que o vento levou". (Voltaire Schilling)

"A longa e cuidadosa pesquisa resultou numa obra que já nasce clássica, referencial e inspiradora de novos estudos". (Jaime Cimenti, Jornal do Comércio 24/10/2008)

"O livro é uma preciosidade. Bem concebido, escrito num 'português culto' e apresenta uma leitura histórica de fôlego, a qual não dá para parar de ler". ( Luís Augusto Fischer, Zero Hora, 28/10/2008).

"São tantas as coisas que acontecem, e tantos os personagens importantes que circulam na área do Moinhos de Vento, que ficamos quase com a impressão de que a história de Porto Alegre se fez a partir daquele pequeno espaço. Isso, sem dúvida, se deve à qualidade do texto e da pesquisa de Bissón". (Noeli Lisboa, ZH Moinhos, 12/02/2009).

Não deixe de ler!

Houve uma vez um verão em Serafina!

Na primeira foto vemos o editor e seu irmão Paulo, no rio Carreiro. Era um belo sábado de outono, mas o calor correspondia ao de verão. Não havia ninguém junto ao rio, apenas meia dúzia que tomava umas cervejas no bar da ponte do rio Carreiro.

Na outra vemos a parentada - família Stefenon - reunida,depois do jantar, num sábado de março deste ano. Entre eles estão o famoso Calixto, mais conhecido por " mala-mor".

17ª FESTA NACIONAL DA MAÇÃ

Cerca de 70 produtores de maçãs da região de São Joaquim/SC entregaram ontem (16) os lotes dos frutos que irão concorrer hoje (17), às 10 horas, na sede da Associação dos Funcionários da Epagri, na Estação Experimental de São Joaquim, no Concurso Nacional de Qualidade de Maçã 2009.

Segundo o Presidente da Associação dos Engenheiros Agronômos, entidade responsável pelo concurso, Raul Cerqueira, cada fruticultor pode inscrever apenas um lote por cultivar ou categoria. Cada lote é composto por 50 (cinqüenta) frutos característicos da cultivar (tamanho, cor e formato) e isentos de produtos químicos que alterem seu aspecto natural. Deste lote, o produtor selecionou 12 frutos que irão a julgamento.

As cultivares concorrentes nesta edição do concurso são as seguintes: Gala, Royal Gala, Imperial Gala, Galaxy, Fuji Standart, Fuji Suprema e Kiko. No concurso de maçã mais pesada, os produtores poderão concorrer com um fruto da cultivar Gala, um da cultivar Fuji e um de outras cultivares.

Serão premiadas do 1° ao 5° lugar as cultivares Gala, Imperial Gala, Fuji Standart e Fuji Suprema; e de 1º a 3º lugar as cultivares Royal Gala, Galaxy e Fuji Kiku, sendo que a premiação será de responsabilidade da Prefeitura Municipal de São Joaquim. Também receberá premiação a maçã Gala mais pesada; maçã Fuji mais pesada e a maçã mais pesada de outras cultivares. Os fruticultores participantes receberão troféu (de premiação ou participação) e os lotes inscritos ficarão expostos durante a Festa Nacional da Maçã, em local de destaque. Após o final da 17ª Festa Nacional da Maçã os lotes inscritos serão doados a instituições de caridade definidas pela ASSEA.

Evento impulsiona o turismo da região, com boas notícias para os visitantes e empresários

A secretária municipal de Turismo de São Joaquim, Maria Gorete, informou que está liberado o tráfego para os ônibus de turismo na rodovia SC-438, Serra do Rio do Rastro. A medida visa a facilitar o acesso dos milhares de turistas esperados para a 17ª Festa Nacional da Maçã, que inicia hoje (17), na serra catarinense. A liberação, por parte do Governo do Estado, irá vigorar até o próximo dia 26, quando termina o evento. Mais de 200 mil turistas deverão circular pelo Parque da Maçã nos nove dias da festa, que terá inúmeras atrações musicais, culturais e gastronômicas.

Outra novidade que movimentou o município foi a inauguração oficial do Centro de Eventos Newton Stélio Fontanella. Com a capacidade de lotação esgotada, cerca de mil pessoas assistiram a palestra do conferencista em vendas, motivação, mudança e liderança Professor Menegatti. Considerado uma das maiores autoridades no desenvolvimento do potencial humano e um expert em desempenho de alto nível, ele iniciou sua carreira de sucesso junto a grandes empresas nacionais e internacionais em São Joaquim, retornando a sua cidade natal para esta importante inauguração do Centro de Eventos, que irá impulsionar o turismo de negócios na região serrana catarinense.

O prefeito de São Joaquim, José Nérito de Souza, afirmou que o público superou as expectativas, cuja capacidade do Centro de Eventos é para 850 pessoas. “É um momento ímpar para o município, pois é a concretização de um espaço vital para o desenvolvimento. São Joaquim está cada vez mais rumando ao turismo e o Centro de Eventos vai proporcionar grandes eventos”, conclui o prefeito. Para mais informações sobre o uso do Centro de Eventos entrar em contato com a Secretaria Municipal de Turismo de São Joaquim, fone (49) 3233-0411, das 09h às 11h e das 13h às 17h, de segunda a sexta-feira.

Coleguinhas

* Fernando Albrecht foi o único colunista que ontem dia 15/04 deu o encontro dos políticos no restaurante Copacaba.Mérito pra ele.Nem as duas principais colunistas políticas do stado, Rosane de Oliveira e Taline Oppitz deram este encontro, que pode ser o marco para as eleições majoritárias do ano que vem.Tanto assim que os repórteres de rádio que foram pra lá como Natália Pianegondas, da Band AM,quando chegou lá ouviu dos participantes: o que tu queres aqui?
Os demais ficaram sabendo por meio de sua coluna no JC e no seu site.

* Janete, secretária da ARI, é ouvinte da Band AM!

* Na edição de ontem,15/04, teve duas fotos do editor. Não era isto meu propósito. Poucas vezes gosto de colocar rminha foto.Os leitores não gostam disto. Aprendi isto com o Lauro Schimer que uma vez não deixou sair na ZH uma foto da Bebel Braga,desenhista da casa. O Lauro não brincava com isto. Raramente até por orientação dos donos,saía foto dos familaires da família proprietária.Só quando era um evento de grande monta. Estão certos eles e ali aprendi que os leitores não gostam muito disto. Uma vez um superintendente da Rede Ferroviária Federal colocou 12 vezes a mesma foto dele numa mesma edição do jornal da empresa. Pega mal,senhores...

*E o boato,ou seria informação de que o Gugu Streit teria sido convidado pela rádio Guaíba pra fazer um programa matinal lá? Não vi mais nada...

*A história do bispo paraguaio está servindo pra piadinhas maldosas. Então,dizem,até o bispo era falso. Pobre Paraguai, quem não se dá o respeito termina nisto...

*Aposto 10 contra um de que o jornal da ARI não sai este ano...

Memória da Imprensa:

O "jornal dos Padres".

Não há nem mais vestígio do jornal que pertenceu a Igreja Católica- Jornal do Dia - ( a Associação Católica de Divisão Cultural, na rua Duque de Caxias,920) fundado em 25 de janeiro de 1947 de e que tinha sua redação bem pertinho do Palácio Piratini. Em forma de gozação, muitos dos jornalistas que lá trabalharam diziam que os padres pagavam 15 dias em dinheiro e 15 dias em "indulgências plenárias".

Isto funcionava como uma forma de consolo para os jornalistas que lá trabalhavam e que muitas vezes ficavam meses sem ver a cor do dinheiro.

Muitos jornalistas tinham nos anos 50 e 60 duplo emprego, não no sentido de um emprego em jornal e outro no serviço público, mas sim trabalhavam em dois veículos, uma numa rádio e um jornal e até mesmo em dois jornais. Alguns jornalistas trabalhavam na Úlitma Hora, jornal de orientação petebista - financiado por Getúlio Vargas,embora fosse feita sob a orientação de Samuel Wainer - eao mesmo tempo no Jornal do Dia.
É conhecida a influência que o bispo de Porto Alegre, dom Vicente Scherer tinha sobre o jornal.

Alguns dos colegas que trabalharam no Jornal do Dia são Carlos Adamatti, Carlos Machado Fehlberg, Florianão Correa( que levou o comunista João Bapitsta Aveline pra lá mas que escrevia sob o pseudônimo de Antenor Modula).Sobre este caso específico,quando Aveline foi contratado, Florianão Correa o advertiu de que como comunista conhecido ele não poderia escrever no "jornal dos padres".
Aí Aveline passou a assinar uma coluna onde comentava programas de rádio com outro nome. O que ocorria é que Aveline não podia ir nem lá receber o salário. Quem o recebia por ele era o Florianão Correa e que deixava o Aveline aflito porque demorava para repassá-lo.

Mas o jornal do Dia, o "jornal dos padres", cobria os eventos como os demais jornais grandes. Cobriu por exemplo, o eclipse que dia 12.11.1966 houve em Rio Grande e em Bagé da mesma forma que os demais veículos o fizeram.

Acidente de trem

Os irmãos que escaparam da morte mas o tio morreu....

Walkir e Wellington Landerdahl(este último já falecido) escaparam da morte no verão de 1967 durante o famoso acidente na estação de Fanfa, na altura de Rio Pardo,em que em se envolveu um trem cargueiro e outro que transportava leite,por um acaso.Walkir trabalhava como laboratorista da Zero Hora, quando ela ainda tinha sede na av. Sete de Setembro, no centro da cidade. Wellington morava ainda em Santa Maria.

A mãe de ambos, Vilma Falleira Landerdahl residia em Triunfo. Eles marcaram de se encontrar no domingo na casa da mãe e durante a semana ainda deram-se alguns telefonemas pra confirmar o encontro.
Walkir teve uma surpresa desagradável na sexta-feirade manhã.Olhou na escala de serviço no fim de semana e notou que seu nome estava lá pra trabalhar. O chefe Assis Hoffmann,que tinha bronca dele, colocou-o a trabalhar.
- Eu tinha marcado pra ir a Triunfo no domingo, disse Walkir pro chefe.
- Tu vais é trabalhar, disse-lhe o chefe.
De noite , Betinho,apelido familiar de Wellington ligou pro imrão em Porto Alegre
- Vamos lá amanhã?
- Não posso,estou na escala.
- Ah,então também não vou.
Mal sabiam eles que estavam evitando um acidente de trem onde morreram dezenas de passageiros.
Só que os dois esqueceram de avisar a mãe que não iriam mais. Deixaram a véia com o coração na mão.
Quando o trem passou pela sua casa - da Vilma - ela viu gente abanando pela janela e logo intuiu que fossem os filhos que estavam dentro dele e que desceriam na parada seguinte para ir visitá-la.

Pouco depois uma vizinha veio correndo lhe avisar ocorrera um acidente muito feio, um choque muito grande entre um cargueiro e um leiteiro.E pior que havia inúmeros mortos e feridos.
Correram pra lá e viram um cenário de horror. Pedaços de gente por tudo quanto era lado, trens retorcidos.
Os dois filhos não tinham ido e escaparam da morte. Mas a tragédia a atingiu de qualquer modo.
Um irmão estava dentro de um dos trens e estava se esvaindo em sangue porque cortara a veia femural e por isto perdia sangue aos borbotões.
E acabou morrendo por causa deste acidente.

Coleguinhas

* Bicudo, ou Elmar Bones da Costa, do Ja Bonfim, foi afanado indo pra Floripa neste feriadão. Ele acha que foi uma senhora toda prosa, toda parlante que estava no banco do lado do seu no ônibus. Ele se entusiasmou com a coroa e quando foi botar a mão no bolso, na rodoviária de Floripa, não tinha a carteira. Pior que dinheiro não tinha muito - o Bicudo anda meio às escassas, sempre tá meio apertado, mas a senhora levou seus cartões de crédito.

* Bicudo ficou entusiasmado em pegar o Jornal da ARI pra fazer. E ele acha que já tem até uma primeira matéria. Seria uma capa com o Flávio Alcaraz Gomes, que segundo Bicudo, manteve-se jornalista até o fim de sua vida.

* Coleguinha Luca foi bastante prestigiado no lançamento do seu livro em Estrela na noite do dia 13/4 passado. Agora teria que lançar o livro na ARI,num sábado. Fica a sugestão pro departamento cultural da entida de, se é que este ainda funciona...

*Mazzarino andava domingo passado pelo Brique da Redenção. O bravo companheiro que vez em quando tira o Guaxo está fazendo frilas pra RBS TV de Santa Cruz do Sul.

*Nos últimos tempos, oito funcionários do Grupo RBS - jornalistas, é claro - pediram o boné. Rescisões foram feitas junto ao sindicato dos jornalistas.
*Hoje, dia 15/4 Barranco, que completou 40 anos dia 11 passado,oferece almoço a jornalistas. Mas sem a famosa Boca Livre que o sindicato da borracha, do Geraldo, costuma dar...

A história dos livros Traçando...


PONTE DE BROOKLYN

Traçando NY

A idéia de juntar Joaquim da Fonseca e LFV e publicar livros com textos do último e desenhos do primeiro foi do Sérgio Ludke, nos anos 90,quando ele dirigia a Artes e Oficios.
Primeiro foi o Traçando Nova Iorque. Verissimo tinha vivido lá e Fonseca também por isto fazer o livro foi um abraço.
O livro foi publicado em 1992 e vendeu bem.
Joaquim tinha morado nos USA e bem perto da Big Aple. Verissimo como todos sabem sempre mora uns tempos nestas grandes cidades.
Na verdade, LFV não precisou escrever o livro porque ele juntou as crônicas que havia mandado para os jornais enquanto morava lá.
Aí foi um abraço.

Bastos, Indio Vargas e JK deram no apê ocupado quando iam farrear com as 3 gatas

JK,ou Jaime Keunecke arrumou 3 gatas pra ele, Indio Vargas e Carlos Nene Bastos saírem uma noite. Os dois últimos trabalhavam na Ultima Hora, do Samuel Wainer.Carlos Machado Fehlbherg e Crlos Bastos tinham um apartamento que usavam apenas para seus encontros.
Um dia na redação da Ultima Hora, Bastos chegou pro Fehlberg e perguntou:
- Vais usar o apartamento hoje?
- Não pode usar.
Só que Bastos não contou com os tradicionais desligamentos do colega.

Os 3 pegaram as gatas e quando eram lá pelas 3 horas da madruga,chegaram no apartamento que ficava no 15 andar dae um prédio na Salgado Filho. Uma delas por acaso, morava num apê do primeiro andar do memso prédio. O apê que ela morava fora dado a ela por um " coronel"( atenção, era um homem que mantinha uma teúda e manteúda como se dizia naqueles anos)
Bastos, que tinha a chave do apartamento porque ele era dos dois, tentou abrir e não conseguiu. Estava fechado por dentro.

Bateu e bateu até que lá por uns minutos depois veio quem estava dormindo lá dentro atender.
Quem é, perguntou uma voz sonolenta.
- Sou, eu o Bastos, sou dono do apartamento.
- Olha,disse Bastos, tens 15 minutos pra terminar o que estavas fazendo e sair.
- Acontece,disse o cara, que eu estou aqui com minha esposa.

Aí complicou.

Eles três mais as gatas foram pro apartamento da que morava lá.
De manhã lá pelas oito horas apareceu o " coronel". Foi dar uma checadinha.
Os três mais duas namoradas se esconderam dentro do banheiro que era bem pequeno. Ficaram lá admontados. A sorte foi que o coronel não precisou usar a toalete, sernão estava feita a porqueira.

Assim,depois que ele foi embora, todos saíram livros e sãos.

Sabem pra quem o Fehlberg tinha emprestado o apartamento. Prum primo dele, de Bagé, que era médico.

El Borze


CEMITÉRIO DE VILA OESTE

Um leitor reclamou que falei pouco do que tem em Vila Oeste, atual União da Serra. Não foi bem isto que escrevi, se não estou engando, escevi que a desunião entre Vila Oeste e Pulador fez com que fizessem o centro administrato do novo município num lugar ermo, sem ninguém. Sei porque estive lá e a sensação de abandono é muito grande.Eram cinco horas da trade de uma sexta e recordo que havia 3 funcionários, todos loucos pra ir embora. Imagina ficar o dia inteiro num local onde não há nada.
O que eu disse é que a briga entre Pulador e Vila Oeste não parece ter fim e que o que me disseram foi que o centro administrativo onde está não estaria dando certo e estariam pensando em levá-lo ou pra Vila Oeste ou pra Pulador. Façam um plebiscito e levem-no pra onde ganhar. O prefeito,reeleito,vive em Vila Oeste, que os antigos colonos chamavam de EL BORZE, porque deram o nome de Borges de Medeiros e eles somente conseguiam pronunciar deste modo.

A vida como ela é...

" Não chama meu marido de corno porque aí estás me chamando de puta" oorientou-o a amante...

Os fatos aqui narrados são verdadeiros. Não serão dados os nomes pra não ter problemas.

Conheci anos atrás um advogado, que frequentava a lancheria do Beti na Protásio Alves, logo depois do viaduto Tiradentes, encima da Mariante. Este advogado, fora preso político e nos últimos anos tinha sofrido um processo de depressão e decadência que dava pena de ver.
Morava com a mãe nos fundos da lancheria, mas quando o conheci não estava tão decadente. Tinha um irmão que não morava com eles, mas que tinha virado seu inimigo.Usava a lancheria do Beti como seu escritório. Lá dentro despachava, atendia clientes, dava orientações,enquanto mandava seu trago.
Tinha as pernas tortas e era muito pequeno,assim que quando cheegava na lancheria lá pelas 11 da manhã,ele já vinha se arrastando.
Quando o conheci não estava tão decadente,tanto que alguns clientes o levavam pra praia, davam-lhe hospedagem pra ele fazer os processos porque era muito inteligente e sagaz. Seu problema,contudo, era o trago.
Quando se enfurnava no álcool,virava um chato.
Na Beti, como andava sempre na merda,tinha desenlvido um jeito de fugir sem pagar. Talvez os donos fizessem de conta que não vissem ele fugindo e o deixavam ir embora de pena...
Ultimamente andava tão decadente que não conseguia nem mai sse limpar bem quando precisava usar a toalete.
Mas o desgraçado tinha um sendo de humor e uma picardia que seguramente devia atrair algumas mulheres, não todas,claro.
Arrumou uma namorada de Santa Maria que era diretora de uma escola e que vivia com um pintor, não de paredes, de obras, e que era muito mais moço que ela.
Mas ela sentia tesão mesmo pelo advogado. Tanto que seguidamente viajuava a Porto Alegre pra se encontrar com ele.
A mulher não tinha mais tesão pelo marido, mas mantinha uma amizade muito grande pelo companheiro e não queria se separar dele.
Quando ele estava em casa e o advogado telefonava, e ele atendia, ele tinha um jeito de dizer que fora engano. Estas coisas que todos os casos clandestinos sempre desenvolvem. Acho que a graça está mais na clandestinadade do caso do que proprimente nele. Talvez seja isto que dê tesão.
Mas enfim o advogado,quando a coisa foi ficando séria e ele tomando intimidades com a amante que era professora e diretora da escola, começou a debochar do seu marido,principalmente quando ele atendia o telefone, ele recebeu um conselho dela:
- Olha, só tem uma coisa. Não chame meu marido de corno, porque aí tu estás me chamando de puta.

E assim eles levaram o caso durante uns bons anos.
Ela sempre o procurava em Porto Alegre, com uma desculpa de que vinha ver alguma coisa do colégio.
O advogado, com o tempo, ao invés de se recuperar foi afundando cada vez mais na sua depressão ao ponto que ninguém mais lhe dava nem trabalho. Ficou quase mendigando na rua.
Tinha um filho em Blumena, pra onde viajava de vez em quando, mas lá aprontava pro filho e este o mandava embora.
Não sei que fim levou. Sei que sua mãe morreu.É uma das histórias mais tristes que conheci nesta minha longa vida de repórter. Ficava com dó dele principalmente quando ele me trazia as fotos dos seus aureos tempos em que fora piloto e ganhara muito dinheiro,tendo inclusive feito várias viaaviages pela Europa.

Maior Araucária da Serra Catarinense será conhecida

Grupo de técnicos, ambientalistas, artistas e empresários que integram o júri se reunirá hoje (15), às 10 horas, na Pousada Serra Verde – Rua Pedro Mattos, 287, em São Joaquim (SC) – para analisar os 15 pinheiros inscritos pelos proprietários na disputa do título de “Maior Pinheiro Araucária da Serra Catarinense”.

A imprensa poderá acompanhar e registrar as primeiras medições, bem como obter mais informações sobre a Mata de Araucária catarinense, ameaçada de extinção devido a exploração florestal na Mata Atlântica.

Além dos títulos de capital nacional da maçã e a cidade mais fria do país, a Prefeitura de São Joaquim (SC) quer revelar outros atrativos turísticos. Para isso, está promovendo um concurso que irá selecionar o maior Pinheiro Araucária da serra catarinense.

A ação envolve os 18 municípios da região serrana de Santa Catarina: Anita Garibaldi, Bocaina do Sul, Bom Jardim da Serra, Bom Retiro, Campo Belo do Sul, Capão Alto, Cerro Negro, Correia Pinto, Lages, Otacílio Costa, Painel, Palmeira, Ponte Alta, Rio Rufino, São Joaquim, São José do Cerrito, Urubici e Urupema.

O concurso integra o calendário de atrações da 17ª Festa Nacional da Maçã, que se realizará entre os dias 17 e 26/04, no Parque Nacional da Maçã, em São Joaquim (SC).

O resultado será divulgado dia 19 de abril. Já a premiação ocorrerá dia 26 de abril (domingo), no Palco 1, às 14h30, com o lançamento “Roteiros de Serra Catarinense”.

Julgamento

De acordo com o coordenador do júri, o botânico e engenheiro agrônomo João Rodrigues de Mattos, a seleção do maior pinheiro localizado em um dos 18 municípios da serra catarinense será conforme o maior perímetro à altura do peito (1,5m do chão). Em caso de empate, será usado o critério de maior altura.

“Em Santa Catarina é reduzido o estoque de plantas nativas dessa espécie. No passado, mais de 150 serrarias trabalhavam dia e noite. Matrizes de até 50 metros de altura e 8,5 metros de circunferência foram derrubadas”, lamenta Mattos.

Causos de rodoviárias

Quando me contaram esta história, confesso que pensei num filmezinho sobre ela.

Quem me contou foi a filha do proprietário da rodoviáira de Candelária, a Jaqueline Brass Reinze, filha de Harro Brass.

O fato sucedeu-se em 2003. No ônibus que vinha da localidade de Costa do Rio, no interior de Candelária, dois jovens, um mulher e uma mulher, se conheceram. Casaram, mas como quiserem comemorar, a rodoviária de Candelária e o ônibus faziam parte do cenário. Vieram de Costa do Rio toda a parentada no sábado de manhã pro casamento. O cenário foi todo em volta da praça central da cidade,da rodoviária, e da igreja católica.
Chegaram todos os parentes,vizinhos, padrinhos,todos vieram no mesmo ÔNIBUS PRA CASAR NA IGREJA DE CANDELARIA.Todos foram até a loja que aluga vestido de noiva e uma fatiota pro noivo. Saíram de lá prontos pra igreja.
Todos depois da igreja entraram no mesmo ônibus e foram estacionar na frente da rodoviária da cidade. Foram para lá para celebrar o casamento.
Almoçaram justamente no restaurante ali defronte da rodoviária.
Beberam todas,segundo contou-me Jaqueline,que assistiu à festa.

Quando já estavam quase todos bebuns, lá elas cinco da tarde e iriam voltar para a pequena localidade de Costa do Rio,onde viviam as duas famílias, houve uma enorme confusão dentro do ônibus.
Os parentes do noivo tomaram a parte da frente do veículo e os da noiva a parte detrás.
Só que começou a rolar uma enorme pancadaria entre os dois lados, como se os noivos ainda tivessem feito uma união.
A briga foi tanta,lembrou-me a Jaqueline que muita gente pulou pelas janelas dos ônibus pra não apanhar.
E pra poder acalmar os dois lados tiveram que chamar a Polícia.

casamentos nas rodoviárias


CASAMENTOS NO INTERIOR

As rodoviárias,antigamente, eram também cenário de onde saíam os noivos,parentes pra casamentos.

Quando fiz uma exposição sobre fotos de ônibus antigos,tempos atrás, no café chaves, tiveram a gentileza de me mandar esta foto.

Nela estão Lúcia e Luis Chitolina, Maria e Durvile Pagliari, Telma e Afonso Gaviraghi e as aias são Neli e Nadir.

Local da foto é justamente na rodoviária de Porto Mauá, na divisa com a Argentina.
Quem me mandou a foto foram familaires de Agonso e Telma Gaviraghi.
O ônibus é da linha Porto Mauá, Santa Rosa.

Turismo



Eis aí na foto meu irmão,Paulo, minha mãe e a esposa do Paulo, Carolina, passeando em Serafina. A foto foi feita em março deste ano.O editor

Eu X Eles - Coleguinhas

Passei o feriadão da Páscoa pesquisando e anotando os apelidos dos coleguinhas. Aí vai o resultado.

Suzi Free Way - Gilbertinho Leal
Ana Paula,ou Patrulheiro Toddy( Norberto Silveira,falecido)
Matico - Omar de Barros Filho
Frei - Elvino Remussi
Lalá- Eladir Rodrigues
Galo Cego - Noé Cardoso
Lagarto - Aldo Renato Soares
Vendedor de seguros - Alberto Blum
Paciência - Ercy Pereira Torma
Bom Cabelo ou Mondongo -Érico Sauer
Goiano- Rubens Borges,fotógrafo,falecido
Catarina - Valdir da Silva,diagramador
Pitoco - Jorge Fraga, diagramador
Beto Bironha - Roberto Hirtz, falecido
Juca Paranga - Juarez Hasse
Chiquinho - Francisco Oliveira
Cotia- Armênio Abascal,falecido
Cervejinha - Mauro Cesar Siveira
Xineco - Gilmar Eitelwein
Marimbondo - Valdir Friolin,fotógrafo
Ximba - Ademir Fontoura,diagramador
Bebê chorão - Eugênio Bortolon
Caco Barcellos - Claudio Barcelos de Barcellos
Xico Reis - Francisco Zaiter Reis
Farol Apagado - Humberto Andreatta,falecido
Mao-Mao - Maurício Sirotsky Sobrinho,falecido
Motorista de kombi,ou carregador de melancia - Bruno Augê Ferreira
Portinho - Antônio Carlos Porto
Luca - Luis Carlos Freitag
Betinho - Wellington Landerdhal,falecido
espanhol - José Abraham,falecido
espanhol,oue espanha, Alfonso Abraham,filho do primeiro
Rango - edgar vasques
Pirulito - antônio carlos mafalda
Polaca - Rejane Lampert
Capitão- Erasmo Nascentes
Major -Arlindo Pasqualini
Bom Cabelo - Jorbe Alberto Beck Mendes Ribeiro
Indio - Assis Hoffmann
Padre- Affonso Ritter
Reverendo - Euclides Torres
JK- Jaime Keunecke
Nenê- Carlos Esquivel Bastos
Jundiá - João Baptista Aveline, falecido
Nego João - João Borges de Souza
Meia-cancha - Elaine Lerner
Loco Marçal - João Batista Marçal
Dedé- Adelia Yates Porto da Silva
Xuvisco - Luis Fonseca
Diabão - Fernando Saes
Gaguinho- José Antônio Ribeiro,falecido
Gago- Carlos Wagner
Renatão - Renato Bourrouch
Magrão- Rogério Mendelski
Gordo Ucha- Danilo Ucha
Madre Superiora - Núbia Salete Silveira
Lauro Ximia - Lauro Schirmer
Cascatinha - Fernando Albrecht
Fígado- Flávio Alcaraz Gomes
Rabo Preto - contínuo Helinho, já falecido
Rui Cachaça - Rui Cabreira, telexista
Quá-quá- Erny Quaresma
Telminho - Telmo Cúrcio da Silva,falecido
Tio Miro - Valdomiro Saores, falecido
Chavinho - Ricardo Stefanelli
Juruna - Gustavo Motta,repórter político
Alemão UDA - Leonid Streliaev,fotógrafo
Judia - Lilian Bem David, falecida
Paulo Fumaça,ou Paulo Loco - Paulo Gerson Antunes de Oliveira
Bicudo - Elmar Bones da Costa
Capitão Fronner - Rosvita Sauressig Laux
Tadeu Picinha, ou Artur Loco - Arthur Monteiro
Peninha - Eduardo Bueno
Sugismundo - Olides Canton(ainda bem que não pegou!)
Cascalho - Antônio Carlos Contursi
Canalha - Geraldo Canalli
Professor- tanto para Ruy Carlos Ostermann,como para Clóvis Duarte

Memória da Imprensa

A cagada matinal do Wellington!

Encontrei,ontem,dia 12/04, no Brique duas figuraças,digo três: o Walkir, fotógrafo dos antigos, o Mazzarino( adriano,de encantado com sua prenda) e o fotógrafo Galeno Rodrigues, que arrumou pra ele com o Cechin uma banquinha e comercializa máquinas de fotografia antigas.

O Walkir me pegou pelo braço e viemos subindo a José de Bonifácio e começou a me contar causos do seu irmão, o Wellington,falecido há um ano atrás.Diz o Walkir,que foi fotógrafo,que nos atrás ele botou um estúdio perto dos quartéis, na rua da Praia, pra fazer painéis e ganhar a vida,assim...

Lá empregou seu irmão Wellington, que só quem conheceu sabe que figura era...
Se melindrava por qualquer bobagem.Mas o Walkir diz que o irmão sempre ia começar um serviço novo. Ia procurar cliente novo. Só que chegava no estúdio lá pelas 11 da manhã, ia dar uma cagada no banheiro, levava o Correio do Povo junto e de lá só saía lá pela uma da tarde,isto depois de ainda fazer a barba.
- Pronto, resmungava, a manhã já tinha se ido.

De tarde,sempre tinha outras coisas pra fazer...procurar cliente novo que é bom,nada,deixa pra depois.
O Wellington enrolava até os caras que iam lá levar faturas atrasadas.
Ele espiava pelo agulheiro da porta e quando via que eram eles, dava uma volta e chegava pelo lado de fora junto do camarada que batia.
- O senhor que é o retratista? perguntava o que queria cobrar os atrasados.
- Eu não, eu tou querendo fazer uma foto com ele, mas ele nunca tá aí...
E o cara ia embora, matava no cansaço.
Uma noite o Wellington dormiu lá no estúdio pra cuidar. No dia seguinte o Walkir chegou cedo, lá pelas sete e o irmão não estava.
Chegou mais tarde e o mano quis saber porque não ficara lá.
- Tá maluco com os ladrões lá encima
- Que ladrões, disse Walkir.
- Os ratões corrrendo de um lado pro outro....

depois de andar pelo mundo (portugal, rússia, inglaterra, estados unidos), o fotógrafo (ex-ZH) galeno rodrigues apareceu neste domingo (12/04) no brique da redenção negociando máquinas fotográficas antigas, binóculos, lunetas etc...
aí vai um boneco dele...

ld

Demissões

* Não ia tocar no assunto, mas como tudo aconteceu numa segunda, como ontem e ontem,segunda, fez 17 anos daquela tarde negra, vou lembrar: completou-se ontem,dia 13/04, 17 anos em que numa mesma tarde 46 funcionários,entre repórteres , fotógrafos e editores foram demitidos de ZH.Vão se passar muitos anos na história daquele jornal antes que de novo, numa mesma tarde,sejam demitidas 46 pessoas da redação! Falo porque vi: até o Paulo Santana, no domingo, véspera do dia do anúncio dos demitidos, estava que era uma pilha,dentro do elevador do jornal! Naquela tarde, em que ainda cumpri quatro pautas, assisti a cenas pusilâmines, que faço votos nunca mais ter que assistir.

A nova vida (literária) do LFV!

Como todos já sabem, mas poucos noticiaram, Luis Fernando Verissimo, que não é jornalista formado, nem sindicalizado,mudou de editora." Ele era,eu acho,até compadre do pessoal lá da LPM. Não quero fazer fofoca, mas acho que isto atrapalhava os negócios deles.Por isto agora mudou tudo" conta uma fonte muito próxima do LFV, que já até publicou com ele, em parceria.O fato é que LFV que não sabia,ou não sabe dizer não a ninguém,agora não negocia mais seus contratos.Tudo está com uma agente literária, que vive no Rio de Janeiro( não tenho seu nome,qualquer hora destas descubro).
LFV deixou a LPM onde sempre publicou e seus livros estão sendo reeditados pela Objetiva,ou pela Cia das Letras( que se não me engano tem o controle acionário do Unibanco).
Inclusive, há uma grande demanda do livro Traçanado Porto Alegre,editado em 1994, com o patrocínio da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, feita em gestão do prefeito Tarso Genro, mas há dificuldades da nova agente literária liberar esta reedição. Na editora deste livro, a Artes e Ofícios, informa-se que o livro está esgotado." Era pra sair de novo este ano, mas não sabemos mais" diz a funcionária.
Todos os livros Traçando - Nova Iorque, Paris, Madrid, Japão,Porto Alegre,Roma - foram feitos entre LFV e o desenhista Joaquim da Fonseca.

Direto de Buenos Aires

por lauro dieckmann

no blog de 7/4 fizeste uma eferência ao nosso Hospital de Clínicas.
pois bem, esse HC de porto porto alegre, no que se refere ao prédio da ramiro esquina com a protásio tem uma história curiosa. ele começou a ser construído nos anos 40, mas, por um erro de cálculo, a estrutura teve de ser posta abaixo e totalmente refeita. eu lembro que passava pela frente, no bonde petrópolis, indo visitar uns tios que moravam na iguaçu, e ver a obra já refeita mas desocupada. na frente havia um portão, que não existe mais, com o nome do hospital.

essa parte da história do HC faz parte da história da minha família, pois tive uma prima (falecida) que também era jornalista (Teresinha Dieckmann Turcato), que, quando fazia estágio no (extinto) Jornal do Dia (jornal da Igreja Católica), fez uma reportagem sobre as obras paralisadas do HC. isso era um dos orgulhos da família naquela época: uma neta, sobrinha, filha, jornalista e escrevendo em jornal.

o problema todo é que, para fazer o projeto do HC porto-alegrense, o pessoal da Ufrgs (a Medicina da Ufrgs era a única do gênero no Estado) se baseou no Hospital de Clínicas de Buenos Aires. Acontece que B. Aires é uma capital de País! Logo, o HC de POA padeceu de uma 'doença congênita', que foi seu superdimentionamento. comentava-se que para fazê-lo funcionar só de energia se gastaria o equivalente a uma cidadade do interior do Estado. então, durante décadas, a estutura ficou abandonada, pois não havia dinheiro para colocar o HC em funcionamento. até que no governo do médici deu-se um jeito e a saída foi fazê-lo funcionar como 'hospital escola'.

nesta minha estada em b. aires, no fim de semana passado, uma das coisas que eu fiz foi pegar o metrô e ir fotografar os prédios munumentais do HC e da Fac. Medicina deles, que ficam bem perto um do outro. Eu tinha passado pelas proximidades em outra viagem e ficara impressionado com o tamanho dos dois edifícios e me dei conta da cagada dos gaúchos no exagero do tamanho do hc local.
Desta vez, resolvi volvar lá para conferir e registrar com fotos.


faculdade de medicina

Acho que o equívoco dos médicos que tiveram a idéia de fazer o nosso HC nos moldes do de B. Aires decorrerreu do fato de possivelmente ficarem incomodados com uma prática que os gaúchos tinham até meados do século passado: os ricos (fazendeiros principalmente), quando ficavam doentes, iam se tratar em Buenos Aires, e os remediados vinham se tratar em Porto Alegre, os pobres, bem, já viu não é? Então, os médicos daqui quiseram fazer uma coisa igual ao que existe na capital portenha, para melhorar a imagem e atrair os endinheirados que preferiam os médicos portenhos. só esqueceram da difereça de tamanho e 'status' que existe entre as duas cidades...


hospital de clínicas

Causos de rodoviárias

Dedicada a Laura Peixoto, de Lajeado!

Em outubro de 2003 estive na convenção das rodoviárias em Caxias do Sul, naquele hotel ermo, o Samuara, onde as pessoas são " depositadas" pra não saírem mesmo e foi ocasião de guardar alguns causos de rodoviárias.

Quem me passou este foi o concessionário de Itaqui, o senhor Luis Anderson Weirche.

Conta ele que assistiu a esta cena na rodoviária que administra:
Chegou um rapaz pra conversar com outro e chega assim, no más,
- Cumé que tu tá cumpadri!
Soube que tu mudou de emprego
- Pois é tche, o cara me despediu.
- E o teu patrão como é que é este teu novo patrão?
- mas olha, DILICADO, DILICADO uma barbaridade.
- Mas como DILICADO, disse o interlocutor, olhando,olhando...
- Como é que eu vou te explicar como é que é DILICADO! DILICADO como um LAÇAÇO NAS BOLAS!....

E Mendelski ressuscitou o aeromóvel!

Fazia tempos que a grande imprensa não falava no aeromóvel que para uns é um elefante branco e para outros o invento do século passado.
Mendelski, na Guaíba, dia 9/04 teve este mérito. Fez uma boa entrevista com o Oskar Coester - que não é engenheiro, é tecnico em aviação - que não se recusou,inclusive, a falar do famoso acidente que aconteceu em abril de 1989, em Jacarta, na Indonésia, na inauguração de uma linha do invento num parque de diversões...
No Brasil, o veículo que mais explorou este assunto foi o Estadão, que recebeu a matéria via France Press...
É que o presidente da Indonésia estava no veículo quando deu-se o acidente, onde ninguém saiu machucado.
O programa do Mendelski deve ter tido grande repercussão porque o aeromóvel foi muito combatido principalmente pelo engenheiro Cloraldino Severo, ex-ministro dos transportes.
Diziam nos bastidores que Severo teria uma rixa ( disputa de beleza) com o então presidente da EBTU, Jorge Guilherme Francisconi e por isto acabou não incentivando o invento...
Mas seguramente que Coester sabe de muita coisa que não quer dizer...
Devem existir " forças ocultas" - leia-se interesses econômicos - que não deixam o invento se implantar e ser aprovado pela população.
Agora falam num trecho entre o Trensurb e o aeroporto Salgado Filho. Vamos ver no que vai dar...

Memória da Imprensa!

Nunca vi uma choradeira tão grande...

A morte de Maurício Sirotsky Sobrinho em 24 de março de 1986 surpreendeu a todo mundo, principalmente depois que ele havia se curado de um câncer na garganta, como narra seu filho, Pedrinho, no livro Transasom.

O matou Maurício foi um derrame na veia aorta. Ainda tentaram trazer um especialista de S.Paulo para operá-lo mas como lembrou Wilson Muller, o cardiologista Fernancol Luchese, que assistia Maurício, fez o sinal negativo com o polegar de que tudo estava perdido. " Nem chegaram a raspar seu peito para operá-lo" lrnbra Wilson Muller que estava no palco dos acontecimentos, no caso o Instituto de Cardiologia, na Princesa Isabel, que foi onde morreu Maurício no final da noite de uma segunda-feira, dia 24/03/1986.

Coube a mim que estava de plantão num sábado de manhã,fazer a matéria pela Zero Hora, um mês e pouco depois de sua morte fazer a matéria do descerramento de sua placa no salão Nobre da ARI.
Era um sábado e poucas vezes vi familiares tão sentidos. Principalmente as duas filhas choraram muito.

A foto mostra a dor estampada no rosto dos familiares,inclusive do pai, seo José e da mãe, dona Rita, que também estiveram no descerramento da placa do filho ilustre.
O Governador Jair Soares compareceu e o então prefeito Alceu de Deus Collares ouve na foto o filho Pedrinho falando em nome da família.
A foto de Maurício que acabou ficando no salão nobre da ARI é uma foto das últimas que ele tinha feito. Estava de barba e tinha emagrecido muito.
Ênio Rockembach vice-presidente da ARI fez o papel de mestre de cerimônias.Lamento mas não tenho o nome do autor da foto.

Rescaldo do Bom Dia, na Guaíba, da sexta-feira santa!

* O cônsul francês - desculpe leitor, estou sem o nome aqui - chegou seco por um café. Pediu um. A produtora Sirlei Pastore disse que a funcionária, por ser feriado, não tinha ido...Toing...

* Lembrei-me do Mansueto Serafini quando era presidente da Trensurb. Começaram a estourar greves no transporte coletivo e no metrô. Ele dava ordens: a TITA, que fazia o cafezinho era a única que não podia faltar. Os demais eram todos dispensáveis...Ele mandava o motora buscar a Tita numa vila de Viamão,onde ela vivia.

*Ruy Strelow, Milton Ferreti Jung, Vladimir de Oliveira, Rogério Mendelski( embora este último tenha pouco tempo de casa) que passivo trabalhista que a Guaíba tem se quiser se ver livre destes locutores mais antigos?
Mais Edhgar Schmidt, que ao que parece, c...e anda pra Guaíba. Na sexta,como era feriado, nem atendeu o telefone pra entrar e fazer seu comentário...

* Milton Ferreti Jung,dizem, foi o único que Breno Caldas não deixou ir embora em 1984,quando o navio começou a fazer água e todos deixaram o barco...Já Lasier Martins, Breno impôs como condição que não mais trabalhasse na casa para vender o patrimônio para Renato Ribeiro. Pelo menos dizem de cocheira...

*Wanderley Soares e Beatriz Fagundes foram os dois únicos colunistas que na sexta-feira santa rememoraram como era este dia antigamente. Memórias...e bem escritas, por sinal....
*A entrevista dada por Oskar Coester, no dia 9/04 - que não é engenheiro - chegou ao Mendelski por indicação do comercial da rádio Guaíba.

*Há muito tempo que informei que Carlos Simon, o juiz, estava processando o escritor Peninha, ou Eduardo Bueno por um escrito dele no livro sobre o Grêmio. E agora vem pelo site Brasil Imprensa Livre a notícia de que Peninha foi condenado.
*É nesta segunda, dia 13/04, em Estrela no centro cultura Bertoldo Gausmann, o lançamento do livro do radialista LUCA.Boas histórias do rádio do Vale do Taquari.

Por dentro do estúdio

Estou começando a concretizar um sonho. O de mostrar para o leitor deste site como são feitos alguns programas de rádio, dos mais populares e prestigiados.Vamos ver até onde é possível...

Na sexta-feira santa,dia 10/4, consegui ver quase todo o Bom Dia, da Guaíba, apresentado pelo Rogério Mendelski e com locução de Vladimir Oliveira.
A seguir um relato de minhas impressões:

É noite fechada, faz frio, me viro na cama e quero deixar esta idéia de lado.São cinco da matina. Pouco depois salto da cama,venço o cansaço e o sono e faço um chima. Começo a me acordar. Ligo o rádio na Guaíba e ainda ouço o Maurício Yuren( acho que é assim,se estiver errado, perdão) encerrando parte do seu programa das cinco da manhã.
O mate me acorda e no céu há ainda com todo o resplendor uma grande lua cheia.Faz frio...

Pego um õnibus Vila Jardim na Protásio e quando chego na Praça Parobé, dou uma paradinha na feira do peixe, porque já estão assando tainhas. O crepitar do braseiro me aquece( por momentos, volto 20 anos quando estava na Cordilheira dos Andes, numa viagem rumo ao Chille, junto com o fotógrafo Achutti e pegamos muita neve. Nos esquentávamos nas fogueiras que os caminhoneiros faziam porque os túneis estavam fechados por causa da nevasca).
Volto a realidade, ou à vaca fria. Chego na portaria da Guaíba e há 3 guardas. Todos meio com sono. Um liga pra Sirlei Pastore,produtora do Bom Dia me anunciando. Já vi que ela não sabia de nada( havia ido até a Guaíba no dia anterior,combinei com o Ataídes Miranda, mas ele se esqueceu de avisar a produtora). Sirlei me deixou subir e aí começou minha sorte: repórter tem que ter sorte: ela achava que eu era um entrevistado que ela se esquecera. Por isto me deixou subir.
Quando chego lá digo a ela que não se preocupe, não fui lá pra dar entrevista, quero apenas ficar vendo os bastidores do programa.
Ele me dá uma cadeira e aí começa mesmo o meu trabalho. Olho no grande relógio que está na frente do operador Dickson Ricaredo: são 15 pras sete. O programa vai indo ao ar, com os assuntos de sempre e aí começa a ese destacar o trabalho da repórter Fernmanda Bagatini,que da rua dá atualização ao programa, porque ela está lá vendo o que acontece: naquela hora da manhã,mesmo sendo feraido, já haviam ocorrido dois acidentes feios, um com um táxi com 4 passageiros e outro um pouco depois, na frente do Clinicas,na Protásio,com um casal que estava voltando da farra. Aí o Samu demorou pra chegar e o Mendelkski tem um dos seus ataques: dá um pau bonitaço no Samu . A Sirlei Pastore do lado de fora,evidente, se prepara: na segunda vão pedir direito de resposta.

Renato Rossi ao vivo...

Depois das sete, quase oito horas, aparece o especialista em assuntos de carros Reanto Rossi para falar ao vivo.E ele fica até o fim do programa, aproveitando a presença do cônsul francês em Porto Alegre que chega com vem com outro participante fixo do programa, o cronista Juremir Machado.
Renato Rossi não consegue falar muito mesmo que tenha residido na França, porque o estúdio,depois das oito, está lotado. Sirlei Pastore inclusive se assusta que não há microfone pra todo mundo.

A sacação maior foi nesta etapa do programa foi do operador que num dos intervalos conseguiu colocara a Carla Bruni, primeira dama francesa, cantando.Mendelsi se atrapalha e a caham ade ISABELLE, porque a confunde com a Isabel Fogaça.
A musica é escolhida pelo operador nestes programas, não pelo apresentador.

Vladimr Oliveira faz mais âncora ao Mendelski e lê noticário. Não dá palpite. Pouco se envolve nos temas, a não ser quando o repórter Rodrigo Rodenbuch o provoca, principalmente sobre temas,digamos, mundanos.Vladimir, um veterano locutor, tira de letra:" ah, aí vem ele,de novo...." Mendelksi contemporiza: sempre o nosso Rodrigo de bom humor.

Era pra ser um dia morno, num feraido,mas o da sexta esteve enbaladassimo até o final.Não faltou assunto, pelo contrário, faltou tempo. Quando o locutor Milton Ferreti Jung entrou no estúdio pra ler o Aspecir das 9, ainda havia muita gente dentro dele se levantando pra ir embora. Esqueceram até um celular lá. O consul frances mostrou muita verborragia. Até demais prum diplomata. Falou sobre tudo com grande desenvolvtura,- sobre o Boia de Boulogne( local de Paris preferido dos travestis brasileiros e argentinos) disse que os vinhos gaúchos são atrozes( vai seguramente provocar a ira dos produtores da Serra) e citou o único que ele toma, o branco da Miolo.

Quando todos pensavam que o diplomata fosse citar uma cidade da Serra como sua preferiada, ele cidou Herval Grande, que muita gente nem sabe onde fica: Mendelki disse que lá estão plantando muitos eucaliptos.
E o cônsul surpreendeu a todos principalmente porque disse que achou o Brasil um país de jovens( oque é) e onde ele se sente seguro,ao ponto de morar no centro de Porto Alegre e sempre sair para caminhar à noite.
- Então o senhor não foi assaltado?,quis saber Mendelski.
- Sim, duas veze,s respondeu o diplomata.

Sirlei Pastore - que já foi produtora da Ulbra TV e trabalhou no Correinho( eles não gostam deste termo, mas vamos lá) disse que não há reunião de pauta depois do programa. Eles apenas combinam algum entrevistado. O programa na verdade é todo feito na experiênca do apresentador, no seu tino jornalistico e no talento de alguns repórteres que o integram, principalmente da Fernanda Bagatini, que fala das ruas.
E agora uma surpresa. O que mais os ouvintes querem ouvir no programa é que ele fale em duas coisas que a gente acha que não têm importancia:
- no tempo( é que tá todo mundo ar acordando,saindo do banho, tem que saber que roupa usar aquela hora da manhã) e a outra é da situação do trânsito.
Uma pesquisa qualitativa que a Guaíba está desenvolvendo já mostrou isto.
Então meus caros coleguinhas, não pensem que é a elocubração que o grande público quer: ele quer é serviço.
Tchau pra vocês....

Causos de rodoviárias

O terror do Quincas...

Havia em Estrela um oficial de Justiça, o Quincas, que depois de aposentado tudo o que fazia era girar pela cidade. Ia espalhando intrigas por tudo...Um dia chegou de manhã cedo na estação rodoviária e lá deu de cara com seu Eugênio Noll, o " Mulato" - ele tinha o vício de chamar todo mundo de mulato - que estava atendendo uma senhora que tinha um filho brigadiano em Guaporé.
Ela pediu uma passagem pra lá pra ir visitar o filho.
Quincas ficou ali,do ladinho, ouvindo a conversa.
Quando seo Eugênio mandou destacar o bilhete( manifesto, naquele tempo ainda era um parto, um manifesto) Quincas, pronto pro terror,entrou em campo, fardado e tudo:
- Seo Eugênio, ontem era sexta feira de noite né. O sr. não escutou no rádio o que deu em Guaporé?
- Não, o que houve?
- Mas deu um furunchu dos brabos, mataram dois brigadianos numa vila.
A mulher entrou em pânico.
Pediram uma ligação pra Guaporé, mas naquele tempo uma ligação demorava um dia pra completar.
Quincas foi saindo devagarinho,deixando amulher em pânico e seu Eugênio muito preocupado. Era tudo invenção do Quincas, um figuraço...

livros do caio fernando abreu em buenos aires

por lauro dieckmann

pois é, estão lançando por lá uma edição em castelhano do "onde andará dulce veiga" do caio f. abreu. foi o único laçamento recente de livro brasileiro que eu encontrei em buenos aires.

outro livro de brasileiro que encontrei foi um do jorge amado, mas foi num sebo, um livro usado (o portenho comprou, leu, não gostou e tascou no sebo...hehehehe).

não cheguei a manusear o livro do caio pq estava protegido por plastico, apenas li o texto da contracapa, bem alentado e elogioso.

as duas fotos que fiz dos exemplares disponíveis na "el ateneo" estão ido em anexo.

Desempenho!

Em março (31 dias) foram 8.061 acessos. Desejo agradecer aos leitores, pela escolha. Não me preocupo em dar opinião, prefiro informação. E aos colaboradores, com destaque para o Lauro Dieckmann e ao Espanha, fotógrafo, sem deixar os demais de fora. Desejo lembrar aqui como andorinha sozinha não faz verão. Estes dias uma amiga da minha irmã viajou com ela para o Chile. E num dos intervalos ela foi acessar o blog. Isto que eu chamo de fidelidade.

Uma vez o falecido Tancredo Neves, governador de Minas, foi a uma recepção. Na saída, um assessor disse:
- Governador, nós vamos neste carro, o resto vai naquele outro.
- Meu prezado,respondeu Tancredo, o resto não, os demais!

" O diretor de redação", como diz o Marcio Bueno, o saiteiro, que também é um dos responsávels pelo desempenho! O ex-saiteiro, o Alfredo Netto, ainda lê o blog e me reclamou que tem pouco a Vida como ela é...

Aos leitores em geral

Este blog voltará a ser atualizado no próximo dia 13/04.Agradecemos a compreensão.O editor.

Coleguinhas

* Rodrigo Rodenbuch pegou meio que pesado,ontem,dia 8/04 no programa Bom Dia, da Guaíba(rádio) com o comandante do BOE sobre incidentes ocorridos no Grenal do último domingo com um repórter da emissora. Mendelski, mais gato escaldado,ficou encima do muro...

*Rodrigo Rodenbuch é filho de brigadianos...

*O Correinho,segundo um editor do jornal, vai de vento em popa. " Nunca vi botarem tanto dinheiro lá dentro" disse ele, que conheceu o tempo das vacas magras dos Ribeiro.

*O número de acessos a este site - mais de 8 mil em março- prova que o público é sedento de informação com responsabilidade, como diz o slogan do Já Bom Fim...

*Mas,afinal, a diretoria do Grêmio, está dando um baile nos coleguinhas do futebol. Já anunciaram quarenta mil vezes Renato Portaluppi como novo treinador. Pois aqui deste espaço acho que ainda não é a vez dele...
* Cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém.Principalmente quando se trata de informação.

Os gaúchos se despedem do verão


AS PRAIAS CATARINENSES SÃO DESTINO DE GAÚCHOS NESTE FERIADÃO

Este feriadão da Páscoa - junto com o malho a Judas - tem como marco a despedida que os gaúchos fazem da praia, até o finados de primeiro de novembro,quando novamente as praias são procuradas.

E a foto mostra um dos locais mais procurados pela chamada " gaucholândia".Uma vez eu estava na praia da Ferrugem( ao lado de Garopaba) e vi uma linda lebre dando saltos nos morrinhos de areia perto da praia. Em seguida, ela fugiu...Fui perguntar aos pescadores que retiravam seus barcos de manhã cedo porque eles não caçavam a lebre...eles me responderam:
- Depois que esta gauchada começou a aparecer por aqui a gente não pode mais matar bicho nenhum que eles nos denunciam ao Ibama.

Causos de rodoviárias

* Nossas rodoviárias são cheias de causos. Quando a de Porto Alegre, por exemplo, ficava na rua da Conceição, 93, um dia um diretor da concessionária, entrou no banheiro por distração e viu uma cena que achava que fosse uma sacanagem do sujeito: o cara estava acocorado de um modo esquisito, encima do vaso sanitário.

O diretor da concessionária achou que fosse uma molecagem do usuário.Que nada, era assim mesmo, por que o camarada nunca usava o vaso vindo dos grotões do interior e não sabia como sentar-se no vaso.

Era daqueles sujeitos do interior acostumados a se limpar com sabugos. E dizia-se no interior que havia um tipo de sabugo especial para isto: limpava,escovava e penteava....

*Ari Camargo teve uma linha de ônibus entre Porto Alegre e Vacaria. Sua primeira esposa se chamava Mariquinha.Era uma mulher de faca na bota. " Ela chegava pro Ari e ordenava:vamos embora fulano de tal. E ele obedecia sem pestanejar" lembra um conhecido do casal.
Mas Mariquinha foi uma mulher de grande valor. Ela era a cobradora do ônibus tipo jardineira. Ela ficava do lado de fora do ônibus fazendo a cobrança da passagem dos usuários numa época que tudo era ainda muito precário, pelo menos neste setor...


A RODOVIÁRIA DE CRUZ ALTA NOS ANOS 40

* A foto é da primeira estação rodoviária de Cruz Alta. Localizou-se no centro da cidade. Naquele dia, da década de 40, do século passado, os transportadores da região reuniram-se para tirar esta foto para a posteridade.O acervo da foto percente a família Jost, concessionária da rodoviária daquela cidade.( foto ao lado).

Cenas de Buenos Aires

O colega Lauro Dieckmann esteve em Buenos Aires e mandou estas fotos pro blog. A cidade que foi considerada uma réplica de Paris - uma espécie de capital da América do Sul - hoje já sofre,segundo o Lauro, das mazelas da pobreza, que atinge toda a região.

Buenos Aires sempre foi o destino de brasileiros principalmente quando a moeda é favorável ao bolso local.


cães abandonados baires


carrinheiro e cão baires


favela em baires


flanando no rio tigre


livro do caio f abreu

Dia do Jornalista

Recebemos e agradecmos a lembrança. O editor.

Recebemos dos leitores

FELIZ PÁSCOA!!!

É o que deseja a Secco a todos os seus amigos e parceiros.

SECCO CONSULTORIA DE COMUNICAÇÃO

Memória da Imprensa!

Não adianta, o Portaluppi não se livra da fama de notívago...

Não adianta só foi o Grêmio anunciar o Renato que os torcedores, principalmente colorados, pegaram no pé do Gaúcho, de São Valemtin(interior de Guaporé. Havia uma lenda que o Portaluppi tinha nascido junto ao rio Carreiro, em Serafina, verifiquei no cartório de lá mas seu nascimento não está registrado lá. Parece que foi mesmo em S.Valemtim, em Dois Lajeados,antigo Esperança.)
Em 26 de setembro de 1991, o talentoso chargista Sampaulo(falecido em fevereiro de 1999) assim anunciou a volta do Renato aos gramados gaúchos...


Sampaulo gozando a chegada de renato Portaluppi

Direto de Buenos Aires

por Lauro Dieckmann

a capital portenha está com alguma semelhança com passo de torres: cheia de cães vadios nas ruas.
ocorre que, com a crise que acomete a argentina, houve um empobrecimento generalizado da população, e muitos donos de cães não puderam mais manter os animais. assim, simplesmente os largaram na rua. e lá estão eles, esfomeados, coitados (no passo também tem muito cão abandonado nas ruas).
igualmente há favelas, não tantas como no brasil, claro. em ba há uma população de uns 30 mil favelados.
nas ruas, vê-se mendigos e pedintes em geral. o que não havia antigamente.
ah! tem carrinheiros também, como aqui em porto alegre. fotografei um carrinheiro com seu cão (lá, como aqui, os carrinheiros costumam adotar cães vadios).

também fiz foto de um coroa flanando de barco no rio tigre (um contraponto) e, uma satisfação cultural: a foto de uma edição argentina de um livro do caio fernando abreu (o segundo melhor escritor gaúcho do século passado, depois do simões lopes neto).
não vou falar sobre preços e compras pois não sou adepto do 'comprismo' (lá, só comprei um dicionário da academia real espanhola e uma tradução do ulysses do joyce para o castelhano (a edição brasileira, do falecido houais, é uma merda (é MERDA mesmo), além de um suéter de acrílico - aqui, no free-shop, uma garrafa de vodka polonesa e outra de gin inglês).

de um modo geral, a impressão que baires passa é de capital de um povo derrotado. o pessoal anda sujo, mal-arrumado, as mulheres escabeladas e mal-vestidas (além de em sua maioria muito feias). quer dizer, não nem para dizer que são 'pobres mas limpinhos'. não, são pobres, feios e sujos.
teve um cara (Marcos Aguinis) que escreveu na abertura de um livro ("Pobre patria mia") que "Fuimos ricos, cultos, educados y decentes. Em unas cuantas décadas nos convertimos em pobres, mal educados y corruptos".
buenos aires, claro, continua linda, mas com claros sinais de deterioração.
cheguei lá no dia do enterro do alfonsin. os jornais deram um enorme destaque para o falecido, para contrapor a sua seriedade e honestidade em contraponto ao casal Kirchner, que eles simplesmente chamam de casal K (só esquecem que o alfonsin antecipou o fim do mandato e entregou o cargo para o menen antes da data pois não conseguia segurar a barra do descalabro econõmico).
os argentinos, apesar de tudo, não perdem a arrogância.
os jornais não deixam e mencionar que lula foi destaque no g-20, mas falam disso só no pé da matéria. para eles o mundo é eua e europa. não facilitam nada para nós, brasileiros.
vê só, o brasil sempre se preparou para uma guerra contra argentina, mas quando os argentinos foram à luta o foram contra ... a inglaterra (estes dias que andei por lá também coincidiram com mais um 'aniversário' do início da guerra louca das malvinas).
pena tudo isso, pq, eles teriam tudo para dar certo... (como nós!).

Os que já tomaram a saídeira...


Betinho

Wellington Alberto(Betinho) Landerdahl( falecido em 08.04.2008).

Com um ano de falecimento do " Betinho" que se completa hoje,dia 08/04, abro este espaço pra recordar os coleguinhas falecidos.Desde que era criança lá em Serafina e que meu pai me levava nas 4 feiras de cinza a missa e depois o padre colocava aquela cinza em cima da cabeça, que o fantasma da morte precisa ser exorcizado. Lembro bem que o padre dizia em latim:lembra-te que viestes do pó, e ao pós voltarás..." Não deixa de ser verdade,embora pareça tétrito e fúnebre.

Perguntei ao seu irmão, o fotógrafo Walkyr , o que ele mais gostava do irmão. Walkyr deu na lata:
- Das piadas...

É verdade. O Betinho sempre tinha uma boa historinha, às vezes exclusiva.

Lembro dele quando protagonizou um fuzuê na Lester Comunicações do Saul Junior.
Ele numa merda de dar dó,, e o Saul o levara pra fazer eventos com ele.
Aí haveria um evento em Gramado, num fim de semana. O Betinho entesou que tinha que contratar um carro para levá-lo. Não aceitava ir de bus.Era bem ele este tipo de coisa...
Aí o Saul não locou o automóvel e o Betinho bailou na curva do seu emprego.

Betinho nasceu em Santa Maria da Boca do Monte,filho de suecos.Nasceu em 01.06.1941,filho de Gustavo Albereto Landerdahl e de Vilma Falleiro Landerdahl.

Morava em Porto Alegre na rua Voltaire Pires, 485/16.
Este seu apartamento já foi vendido pela família.

Quem se preocupou muito com ele no final de sua vida foi um vizinho, o Garibaldi, que atendeu o colega até praticamente o final de seus dias.

O casal de filhos que teve não moram em Porto Alegre. Betinho nas últimas vezes que falei com ele, andava feliz da vida que iria ser avô.

Betinho foi apresentador( a Josi Negreiros poderá dar mais detalhes sobre esta etapa da vida do Betinho) na TV Educativa e foi diagramador na Folha da Tarde.
Uma vez Betinho foi na rodoviária de Santa Maria tirar uma passagem pra Porto Alegre. Era o tempo que ainda tinha que se escrever no bloqueto da passagem o nome do passageiro.O atendente, meio sobrado, olhou pro Betinho e perguntou o nome.

- Ah, já sei Betinho das moças bonitas, disse o confiançudo.
- Não , não, disse Wellington, Frei Betto...

Poucos colegas estiveram no seu enterro, mas considerando que no enterro da falecida Suê Duarte só estive eu de coleguinha, até que no do Wellington tinha bastante gente.

Parece brincadeira, mas já passou um ano desde a morte do nosso querido colega e amigo....

Leitores de ZH receberam CAderno de Cultura com " borão"

No sábado,dia 28/03, alguns assinantes de ZH, receberam o Caderno de Cultura com um borrão que não dava para se ler o cabeçalho. Falei com um gráfico que me explicou que isto acontece quando a bobina do papel está terminando e vai ser substituída. Mas normalmente, com controle de qualidade,os exemplares danificados são retirados de circulação.

Funcionários abraçaram o Clínicas

Por volta do meio dia de ontem,7/04, funcionários do HCPA " abraçaram" o Clínicas, na Zona Leste de Porto Alegre pela manutenção do hospital com o serviço do SUS. Ontem,dia7/04 era o dia mundial da Saúde. No centro de Porto Alegre, na frente do prédio da Prefeitura Municipal,os municipários discursavam apresentando protestos pelo detrimento da saúde em prol de outros investimentos. " Durante a Semana de Porto Alegre, a prefeitura gastou 750 mil reais em publicidade nos três jornais da capital enquanto nós estamos esperando muito tempo equipamentos nos postos de saúde" argumentou o funcionário que protestava.

Alguns funcionários aproveitaram a ocasião pra distribuir panfletos pedindo aos pedestres que se manifestem junto ao Conselho Nacional de Saúde no endereço eletrônico www.conselho.saude.gov.br/webec29/index.html para garantir os recursos adequados a Saude.

Viamão divulga fruticultura como alternativa de cultivo

A Associação dos Fruticultores de Viamão entregou ao presidente da Assembleia Legislativa, nesta segunda-feira (6), uma cesta de caquis, resultado da primeira colheita de frutas geradas a partir da implantação de projeto de diversificação de culturas desenvolvido há três anos em parceria com a Secretaria de Agricultura do município, Emater e Ministério do Desenvolvimento Agrário. A associação que envolve 49 produtores realiza o plantio de variedades como figo, goiaba, ameixa e uva, de forma orgânica. Os produtores informaram que a produção em escala comercial inicia em 2010, podendo ser processada industrialmente no futuro.

Segundo a associação, a colheita do próximo ano deverá alcançar 40 toneladas de frutas. A produção é alternativa para muitos pequenos produtores da região, que estão buscando viabilizar convênios com a prefeitura municipal e utilizar parte da mesma na merenda escolar. A fruticultura surge como alternativa econômica para o município, cuja produção primária é sustentada no leite e arroz.

O presidente da ALRS parabenizou os agricultores por optarem pela diversificação da produção. “A diversificação é fundamental, quando uma cultura vai mal o agricultor pode se socorrer de outra”, afirma Pavan. Segundo ele, Viamão possui um diferencial positivo para a diversificação da produção, que outros municípios não possuem: grandes extensões de terra boa e localização próxima aos maiores mercados consumidores.

Lançamento do The Best Jump 2009 será nesta quinta-feira

Consolidado como um dos melhores eventos hípicos da América Latina, o The Best Jump 2009 - XLI Concurso de Saltos Internacional Cidade de Porto Alegre será realizado entre os dias 29 de abril e 03 de maio, na Sociedade Hípica Porto-Alegrense (SHPA). O torneio terá aproximadamente 30 provas nacionais e internacionais, reunindo os melhores cavaleiros e amazonas do Brasil, do Uruguai, da Argentina e outros países da América Latina. Cerca de 200 conjuntos estão sendo esperados na 41ª edição.

O presidente de honra do The Best Jump, Jorge Gerdau Johannpeter, vai receber convidados para o evento oficial de lançamento, no GastroPub (Bourbon Country), a partir das 11h30, nesta quinta-feira, dia 9. Na foto que hora publico tem a data de 26.04.2003, quando ATINA ONASSIS esteve na Hípica em Porto Alegre.


Fotografos atentos para Atina Onassis

A vida como ela é...

Episódio de hoje

A mulher deu de bolsa na entrada da redação no safado do namorado....

Os fatos aqui narrados não são verídicos. Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência...

Lá pelo final da década de 70, uma melhor havia subido muito dentro da redação de um jornal da capital.Épocas pré-feministas, a mulher tinha tino jornalistico e era na realidade muito esforçada.
Era bonita, também...
Mas tinha subido muito no esquema de poder de um jornal que também vinha,diga-se de passagem, em ascenção.
Fora ela que coordenara a cobertura da vinda do Papa e tudo saíra a contento.

Mas no campo pessoal, andava numa secura que vou te contar. Andava dando tiro pra tudo quanto era lado...

Mulher com poder, os homens fogem,diziam os maldosos....
Sua secura era tamanha que um domingo de manhã praticamente " sequestrou" um colega pra ir pro interior tomar champgne em Garibaldi. Não deu em nada na viagem, só porque o cara se fez apenas de desentendido, porque ele realmente não queria nada com ela...

A mulher em questão começou a se envolver com um colega casado, e por cima, safado...

Vai ver o que o cara prometeu pra ela...
Sei que ela já tinha caído naquele famoso conto de que todo homem casado promete pra sua amante: eu vou me separar, vou casar contigo, coisa que é claro, se a mulher dele não der um ponta pé na bunda dele, nunca irá acontecer.

Pois romance ia de vento em popa. Encontravam-se para jantares na casa de uma amiga de ambos. A colega em questão morava nas cercanias do estádio Olímpico...
Perto da meia-noite o namorado tinha que ir embora, justamente no melhor do papo,depois de um jantar regado a massa e vinhos...
É que o alibi dele terminava ali...

Mas houve enfim uma festa muito grande onde o namorado havia prometido que ele se apresentaria com a amante pra todo mundo enfim saber do amor deles.
Só que na festa o cara pintou lá com a esposa, ninguém em sã consciência iria imaginar que fosse acontecer outra coisa.

Na festa já deu rebu...Tiveram que pedir pra ela se acalmar, deu como se diz hoje em dia saia justa.

Mas no dia seguinte, ela foi a forra. Esperou-o na entrada da redação e quando o safado chegou, ela nem quis ouvir suas lamúrias de sempre. Saiu de bolsa pra cima dele. Os guardas tiveram que segurá-la

Resumo da ópera: apesar de todo seu envolvimento na empresa, ela foi deslocada para Brasília. Ele ficou aqui, claro, com sua esposa.

Não se sabe quem ficou mais feliz, mas sabe-se que os dois nunca mais se falaram.
Também apanhar de bolsa na frente dos guardas na entrada, no começo da tarde, foi humilhante.
É por isto que um ditado muito machista sempre diz: onde se ganha o pão não se come a carne.

Coleguinhas

* João Baptista Marçal no sábado, dia 4/04 pinto no barzinho da ARI. Como sempre, muito entusiasmado, o autor do dicionário da esquerda gaúcha, publicado pela editora Palmarinca, falou muito e contou boas histórias do finado cantor Teixeirinha.

*Ayres Cerutti anda a procura de alguém que queira editar o Jornal da ARI. Projeto anda mais empacado que caminhão carregado em dia de muita chuva em estrada de chão.

*Ah, de novo o problema do furo: primeiro a Band AM reivindicou pra ela que o Celso Roth ia cair, depois no final do Grenal do dia 5/04, Pedro Ernesto Denardim também anunciava saída do treinador e finalmente o Rech, da Guaíba, que se intitula, o fura-fura, puxava pra si o feito. Como diz aquele ditado, filho bonito tem 500 pais. Filho feio, nenhum...

* Sérgio Stock e Fabiano Baldasso são duas conquistas da BAND. uM, O PRIMEIRO NA tevê e o segundo na rádio...

*Leitor Oraldo Rodrigues, grande conhecedor de asusntos de previdência, queixa-se que blog estava pobre de leitura na manhã desta segunda...É que o autor folgou no sábado e domingo. Também sou filho de Deus. Pra ver como leitores são dificeis...
*Caco Barcellos, da Globo, Profissão Repórter, esteve em Portinho visitando tios doentes. Mas volta aos pagos no mês de maio quando será um dos entrevistados do professor Ruy Ostermann, no encontros, no estúdio Clio.

* Grenal contaminou a todos. Ontem, no sindicato dos jornalistas, assunto não era mais a exigência do diploma, tema que tem dominado e com razão a entidade, mas ouvia-se brados de longe da sala... Porque o Tite, porque o Celso Roth e com um fervor danado...

*Aliás, dois membros do sindicato dos jornalistas estiveram na passeata do Inter do sábado: o ex-presidente Jorge Correa e mais um funcionário da TVE, que é colorado roxo...

* Carlos Alberto Fruet, frila do Estadão, está fazendo fisioterapia pra recuperar a perna. Sofreu atropelamento dia 04.12.2008.

Memória da Imprensa


BICUDO

A imprensa gaúcha mudou muito de uns tempos para cá. E acho que pra melhor.
Relendo um depoimento do Elmar Bones da Costa, o Bicudo, dado ao primeiro número da revista Amanhã, isto quando a revista ainda era um projeto da FIERGS, em junho de 1986, achei um parágrafo do autor que é uma preciosidade pela síntese do que era a imprensa quando a minha geração começou a andar em redações de jornais.Fala o Bicudo:

" Em Porto Alegre, a maioria dos meus colegas de redação ( era regra em todas as redações) tinha que trabalhar em alguma "assessoria "( no governo,geralmente) para complementar sua renda.Boa parte do noticiário regional era preenchida pelos famosos press-releases que já vinham com título e tudo e eram invariavelmente publicados na íntegra.Às vezes um ou outro profissional mais zeloso ainda tentava " reescrever" a matéria oficial, para não ficar uma coisa muito escandalosa. Mas era comum também o repórter que cobria determinado setor ou secretaria ser,igualmente, o assessor de imprensa daquela secretaria. Então, no fim do dia ele chegava na redação trazendo no bolso o press-release feito na repartição".

Inter, 40 anos depois!!!!

Eu tinha tudo pra ser colorado( meu paí é) mas sou gremista. Tudo por causa de um tio....que torcia pro Grêmio dos anos 60....

Mas meu destino se cruzou muito até aqui com o Inter. Diria até mais do que com o Grêmio.

No distante ano de 1969,quando cheguei em Porto Alegre, o Inter inaugurou o Beira-Rio e o dia 6 de abril- se não me engano era Dia de Páscoa,mas lembro que fez um frio de cão - fui acordado na JUC-5, na Venâncio Ayres esquina Santa Terezinha,com um foguetório como jamais ouvi depois na vida...

Nem quando o Inter foi Tri-brasileiro nem quando foi Campeão da América, em 2006 e nem quando foi campeão do Mundo,também em 2006.

Sábado passado, fui,sem nenhuma pretensão acompanhar a passeata do centenário... acho que muita gente viajou na maionese e ninguém imaginou que i ria ter tanta gente. Deve ser efeito da Internet... porquem nem a EPTC tinha se preparado pra fechar a av. Cascatinha, nem a Brigada Militar contava com tanta gente nas ruas...
A sorte é que não deu arrastão nenhum, até porque acho que está ocorrendo um fenômeno aí...que os sociólogos ou estudiosos do assunto não detectaram: o Inter é time de classe média e alta. Deixou há tempo de ser o Clube do Povo...
Enfim, a passeata do centenário foi tranquila, tinha tudo pra ser um grande fuzuê...

Em 1969, matava às vezes,aula, de noite pra ir ver os jogos do Inter junto com um colega que sendo coronel da BM não precisava pagar ingresso. Entrávamos no estádio numa boa...
Vida longa ao Inter, pois sem ele, não haveria graça em ser gremista!

Joias do Internacional entram no mercado durante as comemorações do centenário do time gaúcho

Após meses de pesquisa e trabalho, passa a ser disponibilizada ao grande público uma linha exclusiva de joias do Sport Club Internacional. Com a ação, o time ingressa em um segmento pouco explorado pelos clubes brasileiros. Integrando as comemorações do centenário do clube, as peças desenvolvidas pela Mináh Joias, começam a ser comercializadas na segunda semana de abril de 2009 nas principais joalherias gaúchas, na loja virtual do Internacional e no Inter Sport. São 77 peças e acessórios nas linhas masculino, feminino e infantil. Buscando atender a todos, os valores variam de R$ 60 a 19 mil reais. “É um momento significativo e muito especial para todos os torcedores e amantes do futebol. Por isto a decisão do lançamento durante o centenário. Mas vale lembrar que estas joias vieram para ficar! Continuaremos revelando as tendências, com grandes novidades a cada nova estação”, adianta a empresária Miriam Slomp. Ela é a designer das peças e a empresária responsável pela Mináh Joias. A empresa tem a exclusividade na produção das peças do time gaúcho.

O grande diferencial das joias do Internacional é a versatilidade e opções não faltam. Alianças, brincos, pingentes, pulseiras, broches, entre outros itens foram elaborados, buscando atender a todos os gostos e estilos. “Chamamos de joias inteligentes. Você pode, por exemplo, comprar um brinco e utilizá-lo também como pingente. Em um módulo você encontra um leque de opções”, explica o designer Cássio Orrico, da Mináh Jóias.

A técnica de esmaltação foi utilizada em muitas das peças da coleção desenhadas pela equipe. “É pouco usada aqui no Brasil, porém esta técnica é bastante antiga. Nas joias do Internacional nós fizemos este resgate. São pequenos detalhes que utilizamos, mas que agregam valor. Elas estão lindas, temos certeza que o público vai ficar bastante satisfeito com o resultado deste trabalho”, avalia Orrico. Os torcedores interessados também podem adiquirir as joias pelo telefone 51 3268 0921. Outras informações www.minahjoias.com.br.

IMAGENS DA COLEÇÃO DE JOIAS DO INTERNACIONAL - à disposição no site da Leed - Inteligência e Soluções em Comunicação pelo link Galeria de Fotos - www.leedcomunicacao.com.br.

achaque de flanelinha em dona de carro...

A leitora Ingrid Schumacher, mâe da Ana Fuão,atriz, foi prestigiar a filha na noite de 02/04, no teatro Renascença(atual Lupicínio Rodrigues) porque a filha era candidata ao prêmio Açorianos de atriz. Quando chegou um flanelinha pediu-lhe. Ela não tinha troco. Deu 50,00 reais pra ele que prometeu ir ali trocar e regressaria...A Ingrid acreditou...está esperando até agora. O esperto sumiu no corredor de ônibus. Ela diz que tem condições de numa acareação identificá-lo.Ela comentou o assunto com outro flanelinha que estava por lá que disse que era um mau colega, porque queimava o filme deles....

Coleguinhas

A " cobra quase fumou na ARI"

Dias atrás o colega jornalista Roque Callage esteve na ARI procurando pelo presidente ERCY TORMA e se estranhou com o Adolar, o zelador.

- O que tu pensa que tu é aqui? disparou Roque assim que Adolar quis saber com quem ele ia falar no prédio.

Aí o caldo entornou. Adolar, que é tri estourado, tirou os óculos e ia partir pra cima do Roque mas foi seguro pelo vice-presidente Ênio Rockenbach e pela Janete, que é a secretária executiva da entidade.

Depois Adolar desceu pro seu apartamento e tempo depois avisaram ele que o Roque já tinha deixado o prédio e ele voltou ao seu trabalho normal.

Por falar no zelador Adolar, que está há mais de 10 anos na casa, ele ao que teria confidenciado a amigos ficará apenas até o começo de 2010 na entidade e depois pedirá o boné.

Aliás, a situação financeira da ARI não é das mais seguras. No mês passado, não foi mole fechar a folha de pagamento, quero dizer quitar a folha de pagamento dos funcionários.

Eu X Eles - Coleguinhas


NAJAR TUBINO

Najar e Caco Schmidt furaram o bloqueio no Projeto Jari pra fazer uma matéria sobre o Jari...

Depois de mais de 15 anos fora do Estado - anda va no Mato Grosso - está de volta aos pagos o repórter Najar Tubino - tido por uns como um aloprado e por outros como um grande talento profissional.
Najar José Godoy Tubino nasceu em Porto Alegre em 14.10.1955. Filho de Milton Tubino e Saturnina Godoy Tubino. É parente,sim , do delegado Luis Fernando Tubino.Não sei bem em que grau, mas é....

Nunca compartilhei uma redação com o Najar e por isto o conheço só de ouvir dizer, ou como se diz no popular, de ouvido. Mas seu inegável talento de repórter se mostra em matérias que fez principalmente para o COOJORNAL, onde muita gente trabalhou e alguns poucos levaram a fama.É sempre assim....

Uma das principais e como se diz hoje em dia investigativas matérias que o Najar Tubino, o Caco Schmidt e o repórter que os acompanhava fizeram foi mostrar os bastidores do Projeto Jari, na Amazônia, do empresário norte-americano Daniel Ludwig.

Caco e Najar não obtiveram licença pra entrar no projeto. Ficaram pela Amazônia e assim que deu mesmo sem ter licença pegaram um barco e entraram no domínio do projeto Jari. Ali Najar, com seu faro de repórter, ficou sabendo por meio de uma chilena que morava no projeto que havia rumores entre os funcionários mais graduados de que Daniel Ludwig estava por pousar no pedaço por aqueles dias.

E um belo dia pouso mesmo.
O fotógrafo que acompanhava os dois repórteres abelhudos bateu algumas chapas do megaempresário descendo do seu jato no seu domínio.E os seguranças queriam tirar as chapas de qualquer modo. O fotógrafo as escondeu e eles picaram a mula, como se diz.

De uma localidade ligaram para o Osmar Trindade, da Coojornal, avisando que estavam com o material em cima.Mas eles tinham ido pra lá por sua conta e risco, nem a Coojornal os estava patrocinando.

Venderam o frila pro Coojornal e pro Pasquim, mas os demais veículos como Jornal do Brasil, a Isto é, do Mino Carta, não quiseram comprar a matéria porque tinham medo de represálias já que o governo ainda era militar.

A sede do Coojornal em Porto Alegre ficava na rua Comendador Coruja, 372.

Najar foi depois embora para S.Paulo e depois passou um bom tempo no Mato Grosso onde especializou-se em gado,principalmente Nelore.
De volta a Porto Alegre, está fazendo projetos e cursos na área do meio ambiente.Reside na rua Luiz Tamanici,61, no bairro ´Teresópolis.

Memória da Imprensa

A rodoviária de Passo Fundo nasceu dentro do jornal Diário da Manhã

Passo e Vacaria disputam a primazia de ser a primeira rodoviária do Brasil. Fiz uma longa pesquisa sobre isto em 2003 que resultou no livro No Tempo das Estações. P.Fundo diz que começou em 1938 e Vacaria em 1939. Mas a de Vacaria teria registrado dois anos ante sno DAER e por isto oficialmente seria a rodoviária mais antiga do país mas oficiosamente seria a de P.Fundo.

Disputas à parte, vale contar que a rodoviária de P. Fundo nasceu dentro da redação do Jornal Diário da Manhã.

Pela pesquisa que fiz Túlio Fontoura, diretor do jornal,encontrava-se uma manhã dentro da redação com um grupo de amigos quando adentrou,puto da vida o presidente do Hospital da Caridade da cidade, Píndaro Annes. Estava reclamando porque não aguentou um ônibus que em plena madrugada parou frente a sua casa e não parava de buzinar pra acordar um passageiro dorminhoco que iria viajar. Píndaro achou que estava lá como porta-voz de muitos outros moradores.
É que em 1938 como não havia rodoviárias, os passageiros eram pegos em casa pelos ônibus quando iam viajar . E isto era geralmente sempre de madrugada.E quando estes ônibus vinham a Porto Alegre também não era em
rodoviárias que largavam os passageiros, mas sim em frente ao Preto Hotel, na Salgado Filho, onde hoje está a loja da Brasil Telecom.

Ainda naquela tarde - cujo dia não ficou registrado - os futuros donos da rodoviária de P.Fundo alugaram uma peça na Av. Gal. Neto que passou à história da cidade, como o primeiro local de rodoviária na c apital do Planalto Médio.
Assim, até a rodoviária nasceu dentro de uma redação de jornal.

Lançamento do livro do Luca será um acontecimento

Iremos,sim a Estrela pro lançamento do livro do Luca, como convida o Mazzarino. Só que depois tem que ter trago. Na terra da Polar, não pode faltar trago. Uma vez o Enio Rockenback foi lá e na hora do almoço, quando o saudoso Erico Sauer pediu pra ele escolher a marca da cerveja, ele pediu uma Brahama na terra da Polar. que Vexame....O editor

Coleguinhas


Jornal O Sul noticiou aniversário de falecido.

* Jornal O SUL, dia 29/03/09 colocou foto do transportador Ernani Reicheldt como aniversariante. Seo Ernani faleceu no meio de 2008, como foi amplamente noticiado...

Eu X Eles - Coleguinhas


Vilmo Medeiros, de óculos e calvo no aniversário de Gelson Farias

" Você viu o cabeção por aí, eu não...eu não...eu não...."

Se você entrasse na redação da Zero Hora ou na Folha da Manhã e quisesse ver o Vilmo Medeiros ,editor de Polícia, furioso e tirá-lo do sério, era só começar a cantar uma musiquinha muito em voga nos anos 70...você viu o Cabeção por aí...eu não, eu não....

Cabeça, ou Mangona a Baleia Assassina era o apelido do colega, nascido em Cachoeira do Sul e que se mudou pra Porto Alegre, onde ingressou no jornalismo, principalmente o do ramo policial.

Dizem que Vilmo levava(ou leva) tudo tão a sério que uma vez ele estava na Redação da ZH e o editor Gaguinho Ribeiro(José Antônio) lhe respondeu:
- Vai a pé.

A resposta era porque o Vilmo,ainda repórter, havia perguntado ao Gago como ir até a delegacia de rua Cristóvão Colombo.

Já no meio da tarde, Gaguinho perguntou pelo Vilmo. Como não estava na redação esperou o final da tarde pra ver onde seu repórter tinha ido parar.

Chegou o Vilmo no final da tarde e todo suado. Onde tu estávas quiseram saber?
- Ué, fui até a Cristovão Colombo fazer minha matéria.
- Mas como?
- A pé.

O Vilmo levava tudo tão a sério que em fins de 1981pediu por carta que seu nome " fosse exlcuído dos quadros da Associação Riograndense de Imprensa" porque tinham feito uma matéria sobre sua saída da Zhero Hora e entrada na Caldas Junior e a ida de Wanderley Soares para assumir a editoria de Polícia de ZH.O Vilmo se queimou com a matéria e disse que sua honra fora atingida e pediu desligamento da entidade.

O Vilmo era assim, mas foi sempre um leal coleguinha;;;;

Terminaram as " lembranças" do golpe de 64!

Na noite do dia 01/04, no Plenarinho da Assembléia Legislativa do Estado, prosseguiu o debate sobre o 31 de março, ou o movimento de 64, ou ainda, debochadamente, a Redentora. Tem um livro de um camarada de Uruguaiana com este título, a Redentora, não sei se não é do pai do deputado estadual Raul Pont que era historiador.

O fato é que o debate sob o nome de A noite que durou 21 anos- título aliás feito pelo Minhoca, o Carlos de Ré, único militante da Juventude Socialista do PDT a se manter no partido, porque os demais foram todos pro PT, em 2001, na leva que levou para o partido do presidente Lula da Silva a atual chefe da casa civil da Presidência da República,Dilma Roussef, da quarta-feira esquentou bem mais do que o anterior.

A professora Márcia Wasserman, da UFRGS,lembrou a guerrilha urbana e rural pós 64 desencadeada no RS,especificamente. E tocou num assunto que é tabu: os tais 1 milhão de dólares que Fidel Castro teria repassado a Leonel Brizola no exílio, no Uruguai. Este aliás, foi u tema recorrente que o repórter José Mitchell,quando no JB, sempre que ia a alguma coletiva do ex-lider trabalhista, sempre o questionava.A outra pergunta que o Mitchell insistentemente fazia ao ex-governador gaúcho era se ele tinha fugido pro Uruguai, em 1964, " vestido de mulher".

Terminada a palestre da professora Márcia, " Minhoca" que foi o principal articulador dos dois dias de debates , pediu a palavra e defendeu o ex-governador sobre a questão dos dólares. Disse que aquele dinheiro fora empregado na frustada guerrilha de Caparaó, no Espírito Santo, em 1965. E que outra parte do dinheiro fora utilizada para sustentar os exilados que não tinham nem o que comer fora do Brasil.

O deputado Raul Pont, do PT, que presidiu a mesa tocou num ponto também pouco mencionado sempre que se debate a revolução,ou golpe, de 64: porque não houve resistência.
Porque,disse Pont, que não se resistiu como de fato se resistiu em 1961,quando os militares não queriam dar a posse a Jango Goulart.

Um dos assessores do presidente do legislativo estadual, Deputado Ivar Pavan(PT) disse no final do encontro que todos os palestrantes foram entrevistados pela imprensa da casa e que mais tarde será distribuído um CD contendo informações sobre o tema nas escolas,principalmente.

Lícia Peres, socióloga, viúva do vereador Glênio Peres antes de se retirar pediu a palavra e contou que dias atrás ficou estarrecida ao saber, na imprensa, que uma pesquisa entre os brasileiros de hoje aponta que 82,5% deles não sabe do que se trata o AI-5,quando questionados sobre o tema.

Embora a Seleção Brasileira estivesse já entrando em campo no Beira-Rio pra enfrentar o Peru pelas eliminatórias do Copa do Mundo de 2010, na Africa do Sul,os presentes não arredaram o pé até o fim dos debates. Chamou a atenção da presença nas duas noites - 31/03 e 01/04,- do ex-deputado Ney Ortiz Borges que já com mais de 80 anos assistiu aos dois debates.
Já o professor Dr. Enrique Padrós, da UFRGS, uruguaio de origem,também estava com a cabeça no futebol. Quando mencionou o estádio Nacional de Santiago do Chile palco de muitas mortes na derrubada do Governo democrático do presidente Salvador Allende em 11 de setembro de 1973,disse" lá onde agora começam a jogar o Uruguai contra o Chile".

Destaque negativo do encontro dos dois dias;nem o presidente do MJDH, Jair Kritche, nem repórteres que escrevem sobre a Operação Condor se fizeram presentes, tanto para questionar os professores palestrantes, como para os debates. Uma falha da organização do evento.

Casa do Estudante e ecos da Redentora

"Olides,

Como de quase tudo aí em POA, tenho boas recordações da Casa do Estudante da Riachuelo, onde nunca morei, e imediações. Para quem ficava limitado ao "rango" do RU da Azenha, almoçar na Casa do Estudante era como que, ir ao Nirvana Gastronômico. As mesas eram de 6 lugares e havia uma hierarquia sequencial na ordem de acesso às travessas, principalmente da carne. Como eu já chegava ali "queimado" no horário, era frequente candidato ao chamado "sexto bife". A glória era quando, nessa situação de fim de fila, se fazia uma reivindicação às moças que serviam e elas promoviam uma "repescagem" trazendo um novo bife em generosas dimensões para o ocupantre da sexta cadeira. Uma das lembranças marcantes da época era sobre um senhor já idoso, totalmente desligado sobre a conjuntura, que trabalhava na portaria da Casa e que era objeto sistemático de um trote do qual ele sequer se dava conta. Dava-se que alguns "bandidos" iam a outro telefone e ligavam para a Casa na hora do almoço pedindo para falar com alguém o que fazia com que o referido senhor fizesse uma convocação pelo sistema de alto falantes com terminais no refeitório. Ocorre que os autores dos telefonemas pediam para chamar "notoriedades" da época, o que era feito pelo senhor através de avisos do tipo: Alô, alô Sr. Santiago Dantas: telefone, portaria! ou Alô, alô Sr. Edison Arantes do Nascimento: telefone, portaria, etc. O refeitório inteiro meio que vinha abaixo com um riso só, cuja evocação permite avaliar como eram amenas as "maldades" praticadas na época.

Quando eu já trabalhava no Depto. de Polícia Civil, chegava alí e estava muito cheio, me permitia "ousar" a alternativa da Churrasquita, que ficava ao lado. Com isso fui me tornando um aficionado da Churrasquita, daqueles que iam lá nos fundos escolher com o assador a costela a ser preparada. Foi ali na Churrasquita que pela primeira vez vi feijão branco servido cozido e frio como salada, naquele carrinho que circulava pelas mesas com a "entrada".

Brincamos muito ontem entre os "velhos" aqui da empresa a respeito dos 45 da redentora, comentando sobre colocar todo mundo em forma na sala de reuniões e ler uma "ordem do dia" a caráter, alusiva à data. Dos meus tempos de Eletrosul tenho histórias saborosas sobre eventos e cuidados da época pós 64. Um dia que for aí em POA te convido para tomarmos uns chopes e te conto algumas.

Bom, encerro, pois se continuar nesse rosário de reminiscências, não faço mais nada nem te deixo fazer.

Abração, Saul"

Sea Shepherd Brasil lança campanha em defesa dos tubarões

O braço brasileiro da Sea Shepherd, ONG internacional de defesa dos mares, lança nesta quarta-feira, dia 1º de abril, sua campanha para proteção dos tubarões no país. Denominada 'Campanha em Defesa dos Tubarões', tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância e fragilidade desses animais, além de punir empresas que têm causado danos irreversíveis às populações de tubarões no Brasil. Anualmente, mais de 100 milhões de tubarões são mortos, o que já dizimou 90% da população mundial desses peixes. No Brasil, cerca de 43% das espécies estão ameaçadas de extinção - nesse ritmo, muitas espécies estarão extintas em menos de dez anos.

A campanha é uma extensão dos esforços internacionais da Sea Shepherd de proteger tubarões e combater a prática do finning. "O finning está dizimando tubarões por todo mundo. O animal é capturado e suas barbatanas são cortadas. O tubarão é jogado de volta ao mar, sangrando e incapacitado de nadar, e tem uma morte agonizante", explica Daniel Vairo, diretor geral voluntário da ONG. O Brasil tem sido um grande fornecedor de barbatanas para o mercado asiático, que tem o costume de prepará-las em sopa como prova de status social.

O engajamento da sociedade civil é uma grande parte da campanha, que também pretende que restaurantes e outros estabelecimentos do varejo não vendam produtos derivados de tubarão. A Sea Shepherd solicita que o público promova o selo da campanha em estabelecimentos que freqüente, e que se oponha contra aqueles que continuem servindo e vendendo seus derivados.

Aderindo à causa, estão o fotógrafo de moda gaúcho Jacques Dequeker e os atletas de kitesurfe Pedro 'Boca' Bueno e Victor Adamo 'Pimpolho', além de Guilly Brandão, bi-campeão mundial na modalidade. Jacques, que trabalhou com Gisele Bündchen e Shirley Mallmann, em seu tempo vago sai em busca dos tubarões. "Mergulho e fotografo tubarões fazem dois anos, são incríveis. Temos que nos dar conta que são animais importantes para o equilíbrio do ecossistema, e merecem nossa proteção e esforço para desfazer a imagem de assassinos", comenta o fotógrafo, que tem dois tubarões tatuados em seu braço, como símbolo de seu respeito por esses animais.

"Nós, do kite de Ilha Bela, estamos apoiando a campanha para mostrar que, mesmo como atletas que passam uma grande parte do tempo no mar, não sentimos medo desses animais, que são falsamente mostrados como vilões. Matar um tubarão não é fazer um bem, como nos fazem acreditar. Pelo contrário. Matar aos milhares, então, é fazer um estrago na natureza", diz Boca.

Saiba mais

O Instituto Sea Shepherd Brasil (ISSB) - Guardiões do Mar integra a Sea Shepherd Conservation Society, criada em 1977, nos EUA, pelos fundadores do Greenpeace, que pretendiam formar um movimento mais ágil, objetivo e ativista. O Instituto Sea Shepherd é guiado pela Constituição Brasileira e cita o artigo 225, intitulado 'Meio Ambiente' como a obrigação do ISSB de aplicar as disposições jurídicas nacionais pertinentes que visam a conservação da natureza e a proteção do meio ambiente.

Para entrevistas, 51-3251-4626 ou seashepherd@seashepherd.org.br
Fotos em www.flickr.com/photos/27811269@N02/sets/72157610129935591
Mais informações em www.seashepherd.org.br

HOMENAGEM AOS 20 ANOS DO GAPA/RS NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA

Paulo Borges, coordenador da Frente Parlamentar de Combate à AIDS e Tuberculose, reverencia entidade integrante da iniciativa e que comemora duas décadas de atuação firme contra a AIDS no Rio Grande do Sul.

"Nosso estado e o país perderam grandes e imprescindíveis nomes das artes, da intelectualidade, do jornalismo, da ciência, vitimados por esta enfermidade", evidencia o deputado. Desde sua fundação, o Grupo de Apoio à Prevenção da AIDS fomenta e incentiva pessoas que vivem com HIV e AIDS, e promove o surgimento de outras organizações não governamentais que se somam ao exercício diário de lutar pela vida e assegurar a qualidade dessas pessoas. O Rio Grande do Sul é líder de incidência da AIDS no Brasil, com 37 casos a cada 100 mil habitantes.

Niver de Portinho

Afinal Porto Alegre, ou o porto dos casais completou 237 anos mesmo agora? Eu vi um filme dia destes no museu Hipólito José da Costa onde aparecia o prefeito Thompson Flores em 1971 inaugurando a Restinga e o prédio da SMOV, na Borges de Medeiros. O prefa de então apagava as velhinhas de 231 anos naquele distante ano de 1971. Bah, então os historiadores tem que se entender mesmo....o editor. Clique aqui para ver uma apresentação de imagens de Porto Alegre.

Eu X Eles - Coleguinhas


Lauro José de Quadros

Lauro José de Quadros sempre foi chegado numa bolinha...

Pouca gente sabe mas Lauro José de Quadros sempre gostou de jogar uma bolinha, ou futebol de salão, ou futebol sete.Jogávamos junto na Miguel Tostes, numa época dos anos 80 e numa noite fizemos dois times: motoristas e fotógrafos contra repórteres e colunistas. Deram tanto pau no Lauro Quadros que dez minutos depois de começado o jogo - depois sempre tinha uma cervejada - ele tirou o time de campo e com as pernas machucadas foi embora.

Poucos sabem mas depois que a Caldas Junior foi a falência, onde Lauro tinha uma coluna na Folha da Manhã chamada de "Olha Gente..." e era repórter e comentarista esportivo da Rádio Guaíba, ele passou um tempo trabalhando no Jornal do Comércio, onde foi colega do Jorginho Mendes, há pouco homenageado pela Prefeitura Municipal, durante a semana de niver do município.

No Jornal do Comércio, José Lauro de Quadros costumava durante os sábados à tarde jogar uma bolinha na cancha da Brigada Militar numa cancha que foi apelidada de " areia e sangue".
Ali jogavam pelo JC Lauro Quadros, Betto Bottega,Jorginho Mendes, Adãozinho, que era da digramação do jornal contra outro time.

Depois é que Lauro Quadros foi pra ZH e pra Gaúcha. Depois pra TV COM onde durante anos apresentou o Studio 36. Hoje apresenta o Polêmica, na rádio Gaúcha e participa do Sala de Redação,sempre com suas piadinhas sobre sexo...É um desportista nato e pode ser visto caminhando na Pracinha da Encol, de tarde,quando tem mais tempo livre. Também é muito católico. Já pertenceu a UDN,partido pelo qual foi candidato a vereador em Porto Algre. Depois da redemocratização foi notória sua simpatia pelo Partido dos Trabalhadores e foi um dos primeiros comunicadores que sempre abriu seu voto favorável ao atual presidente Lula da Silva.

Lauro Quadros nasceu em Cornelius, interior de Osório em 19/09/1939( tem muito nove na vida dele,então...) Morou na av. João Pessoa,1905/22 e depois transferiu-se para Petropolis, na avenida Protásio Alves,3176.
Suas duas principais rádios foram Guaíba e Gaúcha. Jornais passou pela Folha da Manhã, Folha da Tarde, Jornal do Comércio e ZH.

Briga com Falcão

Um dos incidentes que teve como comentarista foi quando P.R. Falcão era treinador do Inter e Lauro Quadros fez umas críticas que o treinador não gostou. Falcão teria adentrado o Sala de Redação pra cobrar do Lauro o comentário. Foi um episódio que afastou os dois, tanto que levou muitos anos para que a amizade entre ele e o " Bola-Bola" como era conhecido Falcão se recompusesse. Depois de um tempo isto ocorreu.

No studio 36 assisti ele uma noite, pessoalmente, receber o presidente da FIFA João Havelange que fora lá dar uma entrevista. Lauro soube receber a autoridade com muito cavalherismo tanto fora do ar como dentro,tratando aquela celebridade, que se fazia acompanhar por Éldio Macedo, o Marrozinho, com muito carinho,sem no entanto, parecer adulador.

Quando entreviste Amir Domingues, que foi narrador de jogos de futebol - o que pouca gente sabe - o inquiri pra que me dissesse quem foi no seu entender o melhor repórter de campo que conhecera.
Pensei que Amir fosse dizer Lupi Martins.

Não, Amir escolhou Lauro Quadros. E justificou: Lauro era um repórter muito inventivo dentro de campo, às vezes, ele ia trabalhar de bermudas numa época em que isto parecia o fim do mundo...

Lauro é criador de vários bordões. Que eu me lembre agora tem o Olha Gente, que ele tinha na Folha da Manhã e o Informação tem prioridade, professor, no Sala de Redação. Não quero estar enganado, mas acho que ele foi o primeiro comunicador a chamar Ruy Ostermann de professor, o que depois pegou em geral.

Lauro José de Quadros foi um dos repórteres que a rádio Guaíba mandou a Rio Grande, na famosa Operação Eclipse, em novembro de 1966. Se um dia escrever umas memórias, espero que conte detalhes...

Jango,afinal, foi embora mesmo dia 1 de abril...


A fuga de Jango para o Uruguai foi num 1° de abril

Depoimento do cinegrafista Odilon Lopes,que está guardado no Museu da Imagem e do Som, no Rio de Janeiro, conta como foram os últimos momentos do ex-presidente Jango Goulart, agora que se lembra os 45 anos de sua deposição pelos militares.

Narra o cinegrafista(falecido)....

Odilon Lopes trabalhou 13 anos como cinegrafista no aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre.Naquele ano de 1964,segundo conta ele, Jangou chegou a Porto Alegre na noite do dia 31 de março,sendo escoltado até a casa do comandante do 3 Exército( Ladário Telles) que ficava na esquina da Cristóvão Colombo com a Rua Carlos Von Koseritz. A casa ainda é do Exército.

"Eu passei a noite por lá. Só que do lado de fora com a camioneta da televisão porque eu sempre quis ser jornalista e não político. Eu tinha desenvolvido um método de filmagem. Conseguia filmar com a luz ambiente. Então fiquei por ali. Na manhã do dia 1 de abril(portanto 45 anos atrás)por volta de 6h30min, saiu da casa o então vice-prefeito de Porto Alegre, Ajadil de Lemos(Sereno Chaise,o prefeito, não se sabe se participou ou não destas conversações).Eu o filmei. Só que de fundo dava pra ver um movimento de mals sendo colocadas num carro preto.Isso me chamou a atenção".

Pouco mais tarde, por volta de 8 horas, continua Lopes, correu um boato de que o presidente iria visitar as instalações da Refinaria Alberto Pasqualini. Achei muito estranho. Afinal, o país estava em convulsão. O presidente havia sido escoltado, na noite anterior,por tanques do Exército pela avenida Farrpos e agora ia visitar uma refinaria em obras? Os outros repórteres saíram na frente para esperar Jango no local. Eu resolvi esperar e seguir a comitiva.Quando chegamos perto do aeroporto, o carro do presidente tomou o rumo do hangar do Departamento Aeroviário do Estado. Não nos deixaram entrar, mas eu como era muito ligado ao pessoal da Varig, consegui pssar por baixo do balcão. Sai correndo e peguei um daqueles carrinhos que transportam bagagens. Havia dois aviões da FAB esperando. Ainda tive tempo para pegar o Jango embarcando com a família. O avião, ao invés de voar na direção norte, foi para o sul, Uruguai.
Voltei e confirmei a rota. O importante dessa história é que o desfecho do golpe militar não aconteceu no dia 31 de março, como todos pesnam. O Jango foi embora às 10h10 minutos da manhã do dia 1 de abril
".

Coleguinhas

* Ontem,dia 1 de abril, não é brincadeira, é fato, o Cafezinho da POP ROCK completou 12 anos. Minha filha Ana quando fazia Medicina no Clínicas sempre o ouvia no intervalo do almoço.

*Arthur de Faria, um dos expoentes do Cafezinho. era um dos participantes das gravações com Yamandu Costa, na noite do dia 31/03, no boteco da Duque de Caxias.

* Conheço apenas dois filmes onde aparecem redações de jornais. Um do TEXTEL sobre o Mário Quintana, onde aparece o velho Correio do Povo nos anos 70 e sua redação, e o filme Todos os Homens do Presidente, sobre o caso Watergate.

* O colega Benito Giusti - foi chefe de redação da Folha da Tarde - andava ontem no ônibus T-9. Ia pra ARI cumprir todo o ritual dos veinhos, que são os mesmos que vão sempre na ARI...

De volta ao passado...

A morte do presidente Raul Alfonsin, da Argentina, me faz lembrar um episódio ocorrido nos anos 80,quando Alfonsin e José Sarney foram inaugurara Ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu.

Ganhei o convite de uma empreiteira local pra assistir a solenidade - a Sultepa- mas o editor chefe de ZH, Carlos Fehlberg resolveu enviar para o evento o repórter internacional de Mercosul, Danilo Ucha.

Não havia nem passagem pra Foz, mas Ucha foi de ônibus até Curitiba e de lá foi pra Foz do Iguaçu, de ônibus.

Eu fui de avião, que minha passagem tava reservada há mais tempo.

Fwehlberg, habilidoso, me chamou a sua sala e me disse pra ir pra viagem e pro evento, mas as matérias eram do Ucha.

Em lá chegando, fui pra coletiva dos dois presidentes. Era num hotel, tri luxuoso e apenas 5 repórteres de cada um dos países seriam sorteados pra perguntar.
Não é que fui um deles....
Deixei a pergunta pro colega Ucha e não me arrependo até hoje....

CELSO REQUER HOMENAGEM SOLENE AO CPERS SINDICATO

Vereador pedetista protocola requerimento visando a realização de Sessão Solene, no dia 22 de abril, em homenagem aos 64 anos de fundação do CPERS Sindicato e 30 anos do 16º Núcleo do Centro dos Professores em São Borja.

Celso Lopes justifica sua proposição como: “uma devida homenagem da Casa do Povo ao CPERS, quando se assinala os 64 anos de fundação desta entidade de classe, que muito dignifica os educadores Gaúchos, bem como o 30º aniversário de fundação do 16º Núcleo do Centro em nossa Cidade. Criado para levar ao Governo as principais reivindicações do Magistério, o CPERS tem como principais bandeiras a valorização do profissional da área educacional, melhores condições de trabalho e a conseqüente melhoria contínua da formação dos estudantes”.

O Líder do PDT na Câmara Municipal destaca ainda a importância e o diferencial que é a forte e firme atuação do Sindicato frente às principais demandas que há vários anos assola a educação pública, isto faz com que nós, representantes plenos da comunidade tenhamos orgulho e façamos a devida reverência ao Centro dos Professores do Rio Grande do Sul.

“Suas raízes, suas histórias, os bons combates, a luta pela melhoria do ensino público, de qualidade e gratuito, por uma educação mais digna para o nosso povo, o amor pela causa educacional e principalmente pela esperança de melhor advir nos faz pensar em seguir os bons exemplos dos educadores gaúchos buscando, com muito ardor, no futuro, um país mais ético, mais justo, mais fraterno, mais unido, mais solidário e principalmente mais humano”; finaliza Lopes.

Causos de Rodoviárias...

Na rodoviária de Rio Pardo, duas comadres dirigem-se a estação rodoviária. Quando chegam nela, o agente que vende a passagem pra mulher que viajaria para Porto Alegre levando junto para uma temporada na capital, ouve a mãe da menina dar o seguinte conselho:
- Olha comadre cuida bem da boceta da minha filha que ela é virgem.

Pra espanto do agente....

Boteco fuleiro da Duque vira cult com filmangens de Yamandu Costa

Na noite da última terça-feira, dia 31/03, depois das discussões sobre o golpe militar do 1964, na ALE, quem transitou pela av. Duque de Caxias deu de cara com um auê,daqueles, na frente do Hotel Everest, por ali. È que depois de muita negociação, o gringo de Vila Maria, O Renato, negociou ninguém sabe porque que grana, que a equipe que filma a vida do boêmio Otávio Dutra - muita gente achou que você o Olívio Dutra porque associou o boteco com o ex-governador, que gente maldosa e injusta - fizesse filmagens com o cantor Yamandu Costa, de P.Fundo, no boteco do grindo.

As filmagens começaram durante a tarde do dia 31/03, na rua André Belo. A produção pelo visto é bem cara porque o que havia de gente na frente do pé sujo do Renato não era mole. E todo mundo de camiseta, escrito staff atrás.A tietagem correu solta.. Tava lá a repórter da ZH caneteando tudo e a fotógrafa de artes do jornal, a Dulce Hefner. Espera-se pra hoje uma reportagem sobre as filmagens no boteco do Vila Maria.

Durante as tardes e as noites aquele boteco - que era usado pelos atores do Teatro de Arena pra tomar as cachaças nos intervalos dos ensaios - enche de gambá, mas não dos gambás do mato, dos gambás da cidade...O Renato, às vezes, se enche com os bebuns e alguns ele tira aos tapas lá de dentro...como um transformista que anda sempre por lá. Na verdade, este boteco, ou a fauna que o frequenta daria mais um filme do Fellini, do que um documentário sobre um boêmio de Porto Alegre, como o Otávio Dutra, que convenhamos, ninguém sabe quem foi.Em tempos, o pé-sejo tem almoço, bem baratinho e fica na Duque de Caxias,1382. Do lado tem um restaurante,este mais comportado, onde a freguesia é menos underground do que a do boteco do Renato...

Julinho Pacheco vendeu galáxie de Breno Caldas para o " patrulheiro Toddy"

Recebi ontem, dia 31/03( dia dos 45 anos da Redentora) telefonema do Julinho Pacheco sobre ma´teria aqui do Patrulheiro Toddy.Julinho lembrou que em 1990 ele vendeu, em leilão o galáxie que pertencera a Breno Caldas - que um dia foi o quinto homem mais rico do Brasil - para Norberto Silveira. " O Norberto era pequeneninho e era engraçado vendo ele sair do galáxie que era um carrão" contou Julinho.
Mas o mais engraçado e de contrasenso,segundo Júlio, era que um comunista como o Norberto tinha comprado o carrão de um dos maiores capitalistas do país.
Além do Galáxie, no leilão do Julinho, feito no Haras do Arado foram vendidos um Mercedes-Benz pro Cirne Lima da Prodomo e o barco Aventura que foi para o dono das lojas Arno, de São paulo.

O advogado da família Caldas foi o Pinheirinho, hoje mais conhecido na mídia por Anonymus Gourmnet.

Discurso do deputado estadual Adroaldo Loureiro

"Senhor Presidente, Sras. e Srs. Deputados

Completam-se hoje 45 anos, em que a terrível noite do arbítrio abateu-se sobre o Brasil e os brasileiros. Foi no dia 31 de março de 1964 que começou o movimento golpista que derrubou o Governo legalmente constituído do Presidente trabalhista João Goulart, instalando no País um regime autoritário, que perdurou por longos vinte e um anos, suprimindo direitos constitucionais, censurando a imprensa, perseguindo, reprimindo e suspendendo as liberdades democráticas.

O resgate da história e o esclarecimento dos fatos sobre a caminhada do povo brasileiro, a sua luta e resistência, é forma de dar conseqüência a nossa democracia. Democracia esta que, não se realiza, não se afirma e não se alarga, se estiver destituída de sua própria memória.

"Não há nada mais vivo que uma recordação", disse o poeta Frederico Garcia Lorca. Quem não aprofunda a compreensão de sua história passada, corre o risco de repeti-la no futuro. E o objetivo deste grande expediente é exatamente este: lembrar sempre, para que nunca mais aconteça.

Mais de 4 décadas se passaram, e é nosso dever cívico refletir sobre esse tempo de obscurantismo, com clareza e serenidade.

Senhor presidente, Sras. Deputadas e Srs. Deputados

O regime militar implantado no Brasil a partir de março 1964, significou um profundo retrocesso no processo democrático brasileiro. Cassou mandatos, fechou o Congresso Nacional, intimidou o Poder Judiciário; reprimiu a mobilização dos trabalhadores do campo e das cidades; tirou a estabilidade dos funcionários públicos; estancou o amplo debate ideológico e cultural que estava em curso no país; e impediu a implantação das reformas institucionais, preconizadas pelo Governo João Goulart.

Os golpistas aproveitaram-se da crise política iniciada em 1961, provocada pela renúncia do Presidente Jânio Quadros, quando o Governador gaúcho Leonel Brizola liderou o movimento pela Legalidade, garantindo a posse de João Goulart na Presidência, em um regime parlamentarista. No entanto através de plebiscito, em 1963, o povo brasileiro maciçamente, nas urnas, restabeleceu o regime presidencialista, assegurando todos os poderes constitucionais ao Presidente João Goulart.

Quero aqui prestar uma reverência ao grande e saudoso líder Leonel Brizola, que foi uma das maiores vítimas do Golpe Militar de 64. Cassado, exilado, confinado no Uruguai, pelo temor que tinham os golpistas de sua liderança e pela possibilidade concreta que Brizola viesse a ser eleito Presidente do Brasil e fazer as mudanças que o país ansiava.

Leonel Brizola esteve há 5 anos atrás aqui nesta Casa quando se rememorava os 40 anos do Golpe Militar, e foi o último ato público do qual participou aqui no Rio Grande, antes do seu falecimento.

Quero fazer também um desagravo à sua memória quando são divulgados relatórios de conteúdo mentiroso, querendo tisnar sua imagem, mas apenas vêm confirmar que a ditadura espionava sua vida desde 1964.

Senhor Presidente

O governo Jango foi marcado pela abertura às organizações sociais. Aos estudantes, movimentos populares e de trabalhadores, e suas prioridades eram as chamadas reformas de base: agrária, tributária, educacional e eleitoral, que até hoje não foram efetivadas no nosso País.

No grande comício da Central do Brasil, no dia 13 de março de 1964, diante de mais de 150 mil pessoas, no Rio de Janeiro, Jango decretou o monopólio das refinarias de petróleo, fortalecendo a Petrobrás; assinou a desapropriação de terras para fins de Reforma Agrária, e determinou o controle da remessa de lucros pelas empresas multinacionais.

Estas ações arrojadas, somadas à implantação do 13º salário para os trabalhadores, à limitação dos valores dos aluguéis populares, à criação da Embratel, e a garantia da sindicalização aos trabalhadores rurais, desencadearam a ira dos conservadores, e a reação dos Estados Unidos que, em coro com as elites brasileiras, temiam uma guinada do Brasil para o regime socialista, já que o mundo vivia o auge da chamada Guerra Fria entre a Rússia e os Estados Unidos.

O perfil daquele governo nacionalista e popular, que buscava implementar mudanças radicais na estrutura do País, serviu como pretexto para os conservadores, os capitalistas, os grandes proprietários de terras e os militares golpistas que, alinhados ao capital multinacional, contavam com o apoio político e militar dos Estados Unidos, para deflagrar o golpe.

Farta documentação confirma que a 4ª Frota Naval norte americana se deslocava em direção à costa brasileira a fim de dar suporte a um eventual ataque das tropas golpistas à capital federal, o que poderia resultar num verdadeiro banho de sangue. Esta foi uma das razões pela qual o Presidente Jango abdicou do enfrentamento, defendido por Leonel Brizola, então Deputado Federal pelo Rio de Janeiro.

Por esta atitude, para evitar uma guerra fratricida, Jango amargou longos 12 anos de exílio, até sua morte em 6 de dezembro de 1976, na Argentina. Foi o único Presidente do Brasil a ter que viver e morrer longe da pátria.

Mas o sacrifício pessoal do Presidente Jango não foi suficiente para aplacar a sanha odiosa dos golpistas. A ditadura militar foi endurecendo. Vieram o AI-5, a Lei de Segurança Nacional, o DOI-CODI, os anos de chumbo. Violência, perseguições, prisões, tortura, assassinatos, desaparecimentos. O sangue generoso do povo brasileiro manchou as ruas do país.

Heróis foram torturados e mortos, mas surgiram outros heróis, os da resistência. Nos parlamentos. Na Igreja Católica, através da CNBB, sob a inspiração de D. Helder Câmara e do gaúcho D. Aloísio Lorscheider. Dos valorosos Comitês pela Anistia.

E neste momento, permito-me homenagear o bravo Movimento Feminino pela Anistia do Rio Grande do Sul. Guerreiras como Lícia Peres, Mila Cauduro, Kita Brizola, Maria Flor Vieira, Enid Backes, Lais Rocha, que lutaram incansavelmente para trazer de volta à pátria os exilados; para restaurar os direitos políticos e o regime democrático, são dignas do nosso reconhecimento e homenagens por sua bravura e coragem.

Saúdo também àqueles que tombaram, e àqueles que resistiram, na luta pela retomada da democracia no nosso País.

Senhor Presidente, Senhores Deputados.

Embora tenhamos, com sangue, suor e lágrimas, restaurado o regime democrático, muitos fatos ainda não foram devidamente esclarecidos. Dentre estes, permanecem obscuras as circunstâncias sobre a morte do Presidente João Goulart e também a situação de 169 brasileiros desaparecidos no período. E a consolidação da democracia, passa necessariamente, pelo resgate desta página de nossa memória histórica.

Uma subcomissão parlamentar desta assembléia, por mim coordenada, aprofundou as investigações, e em seu relatório, aprovado em julho de 2008, aponta fortes indícios de que Jango veio a falecer após ingerir comprimidos adulterados, contendo substâncias químicas mortíferas.

Graças à luta de muitos, com destaque para o Movimento de Justiça e Direitos Humanos, coordenado por Jair Krischke, o Instituto João Goulart, dirigido pelo neto do ex presidente, Cristopher Goulart, ao lado de movimentos internacionais, vem a público farta documentação sobre a famigerada Operação Condor, que unificava as ações dos órgãos de repressão das ditaduras do Cone Sul, comprovadamente responsável pelos assassinatos de diversas lideranças de oposição no Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, e Bolívia.

Os arquivos abertos nestes países, dão conta do assassinato do General Carlos Pratts em 1974. Em 1975, uma bomba, em Washigton, mata o chileno Orlando Letelier, ex-ministro de Allende. Em junho de 1976 o ex-presidente da Bolívia, Juan Jose Torres, foi executado com um tiro na cabeça e, dias após, são fuzilados na rua, o deputado uruguaio Hector Gutierrez e o senador Zelmar Michelini.

A revista Carta Capital, na edição do último dia 18, publica uma reportagem exclusiva, de 6 páginas, sob o título " A obscura morte de Jango", exibindo documentos inéditos, liberados pelo governo brasileiro, comprovando que Jango era permanentemente espionado, que vêm reforçar as conclusões do trabalho da sub-comissão desta casa, sobre fortes indícios de que Jango foi assassinado dentro da Operação Condor com a participação de órgãos da repressão do Brasil.

Senhor Presidente

Temos buscado junto ao Ministério Público Federal, Ministério da Justiça, Secretaria Especial Para Assuntos dos Direitos Humanos da Presidência da República, a Ordem dos Advogados do Brasil, em sintonia com o Instituto João Goulart e o Movimento de Justiça e Direitos Humanos, viabilizar a oitiva de Frederick Latrach, ex-agente da CIA, acusado pelo presidiário uruguaio Mário Neira Barreiro, em depoimento prestado à subcomissão, de ter trazido do Chile o composto químico usado para assassinar o Presidente Jango. Daí a importância do depoimento deste ex agente, que além de tudo, era destacado membro da Operação Condor.

É fundamental, a imediata liberação, pelo governo brasileiro, de todos os arquivos que ainda estão guardados.

As famílias e os mortos e desaparecidos, vítimas da ditadura, merecem, libertar suas memórias, que permanecem encarceradas nestes arquivos.

O Pres. João Goulart foi anistiado pela Comissão de Anistia Política do Ministério da Justiça em julgamento realizado durante o 20º Congresso Nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, na cidade de Natal, no Rio Grande do Norte, no dia 15 de novembro de 2008. Mas a verdadeira anistia , o verdadeiro tributo que devemos ao imortal Presidente João Belchior Marques Goulart, é o esclarecimento das circunstâncias nebulosas, de sua morte, só assim o grande e digno Presidente terá sua memória resgatada, e todos poderemos dar seguimento ao seu legado de honra, dignidade e trabalho em prol da pátria brasileira.

Hoje é dia de lembrar para recolher lições. E de comemorar a vitória da democracia e da liberdade. Ditadura nunca mais. Viva o Brasil e o bravo povo brasileiro!

Muito obrigado".

Morreu o ex-secretário da Agricultura de Simon Jarbas Pires Machado

Morreu no domingo,dia 29/03, o ex-secretário da Agricultura de Pedro Simon e suplente de senador, Jarbas Pires Machado.Aos 61, o ex-presidente da Fecotrigo faleceu de um câncer.
No sepultamento na segunda,30/03 compareceu apenas o senador Simon, de políticos. Em 1986, Jarbas foi suplente do senador José Fogaça, que nunca deixou o cargo pra que seu suplente assumisse.Jarbas foi importante na vitória de Pedro Simon porque levou o cooperativismo que estava sempre no PDS com Nelson Marchezan para o lado da candidatura do PMDB que fora derrotada em 1982.

O nariz do Leka...


NELCI DE CASTRO

O locutor Nelci de Castro, o Leka, está fora da rádio há tempos. Já foi locutor da rádio Gaúcha, onde um dia cometeu uma gafe durante a apresentação de um jornal falado...sua gafe foi dizer o nome estrogonefe para um sobrenome russo...

Leka andou depois pela Amazônia, atuando na rede amazônica de televisão.

Agora está de volta a Porto Alegre.

Eu X Eles - Coleguinhas


ALFREDO FEDRIZZZI

A Lena Kurtz se apresentou na TVE com vestido de festa pra ler noticioso das 9 da noite, num sábado...

Corria o mandato de Alfredo Carlos Fedrizzi, publicitário, na TVE, durante o governo de Pedro Jorge Simon(1987/1990).
Num sábado de noite, na TVE, tudo pronto pra entrar o noticiário das 9 da noite. A editora Joséte Negreiros tinha editado tudo bonitinho, resumido as matérias que os repórteres haviam preparado com empenho e dedicação durante o dia( muita gente tem má vontade com os funcionários da TVE, mas na maioria deles são altamente dedicados até porque precisam suplantar a falta de equipamentos,de carros e fazer suas pautas que vão no ar).
Mas voltando à vaca fria...Chega a Lena Kurtz que estava escalada pra ler o noticioso daquele sábado à noite. Joséte se exasperou quando a viu em vestido de festa, com os ombros descobertos e o vestido, digamos, um tanto de festa. Joséte logo pensou: ela não pode entrar no ar, sob pena do presidente nos demitir a todos.

- Mas tu não trouxestes nem um casaquinho, nada pra colocar na hora de ir ao ar, ponderou,cautelosa a Joséte, conhecendo o temperamento da colega.

Não, disse Lena, sem muitas delongas. E ainda disse. É assim que vou entrar no ar, se quiserem. Não havia nem como pensar em ela voltar pra casa, ou pedir pro marido trazer-lhe um casaco porque o programa já ia entrar no ar...
Joséte pensou em derrubar o programa mas depois pensou que os deuses poderiam protegê-la e ter a sorte de que o presidente Fedrizzi não visse o noticioso naquela noite.
Tentou localizar o Schuller pra ir urgentemente pro TVE pra ele apresentar o programa, mas o colega tinha viajado, ou não o localizaram. Ainda não havia o celular pra facilitar tanto assim a vida da editora.

Foi então que o programa começou e no monitor Joséte viu que os decotes da colega ficaram super sobrevalentes. Pensou. Tomara que o Fedrizzi não veja isto.
Tanto se enganou a Joséte que quando o programa estava começando o Fedrizzi viu aquilo e desceu correndo de sua sala onde estava tri plugado na TVE.
No intervalo do programa ainda teve uma mini discussão com a Lena, mas esta imposse pela dignidade...
Depois do programa, quando a Lena já estava sepreprando para ir embora, Fedrizzi chamou a editora pro seu bunker e desabafou:
- Desta vez passou, mas da próxima derruba o noticiário...
Uma outra do Fedrizzi quando era presidente da TVE; Um dia encontrou-se com seu pai, o Nestor Fedrizzi, na antesala do Palácio Piratini.Fedrizzi ia levar uns projetos pro governador Simon e Nestor que era da Corag estava saindo com uma braçada de projetos debaixo do braço, porque tivera audiência com Simon.
- Olha porque que não dá pra trabalhar com o Simon, desabafou Nestor ao filho.
Alfredo viu então que em todos os processos que Nestor havia levado ao governador estava escrito: aguardar, falar com Fábio Koff(chefe da casa civil). ou seja, o governador não decidia nada...sozinho.
É por isto que dizem que quando o garção chegava pro Simon e lhe pedia se queria o cafezinho com açúcar ou sem, ele se exasperava: mas até isto eu tenho que decidir....

Alfredo Carlos Fedrizzi nasceu em Joaçaba, Santa Catarina em 22.11.1953. Filho de Nestor Carlos Fedrizzi, já residiu na rua Rodolfo Gomes, 403/104.
Já foi chefe de produção da TV Gaúcha e depois presidente da TVE. Atualmente é diretor e sócio da agência Escala de Publicidade e diretor da Federasul.

Beira-Rio

por Alfonso Abraham, www.espanholfotos.blogspot.com

O Presidente Pinheiro Borba foi idealizador do sonho dos colorados, em 1961 percorreu todas as redações de jornais da capital exibindo a maquete do que seria o Gigante da Beira Rio.
A foto em anexo foi na redação da Folha da tarde na mesma data. Passado alguns meses iniciaram as dragagens, podemos ver nas fotos com a passagem de um navio extamente onde está situado hoje o Gigante. O fotógrafo José Abraham acompanhou da maquete até o primeiro dia que a dragagem começou a ser feita e a sequencia de toda a construção. Pode se ver claramente em seu arquivo fotográfico que hoje é administrado pelo seu filho Alfonso Abraham que o Espanhol como era conhecido no meio, pensava além de seu tempo, um verdadeiro visionário com uma preocupação da grande foto do dia, mas também na preocupação de preservar a história de Porto Alegre documentando , as principais obras de porte da cidade como: evolução do Porto, Olímpico, viadutos, aeroporto Salgado Filho e muitos outros angulos importantes os quais se encontram em arquivo com mais de 15 000 negativos da cidade, personalidades políticas, esporte em geral.
Pode se notar através de seu vasto e rico arquivo o profissional reporter fotográfico José Abraham não apenas se preocupava com a grande foto do dia a dia do jornalismo a qual lhe rendeu 25 prêmios de Jornalismo inclusive um Esso, mas na leitura que faço de seu negativos percebo que ele era um grande documentarista também.

Fiesta Peruana de Abril

De: Carlos Nevado
Assunto: Fiesta Peruana de Abril
Para: joao.vargas@ufrgs.br

Hola Amigos:
Les estamos enviando la invitación de la Fiesta Peruana del mes de
Abril, que está marcada para el próximo viernes 03/04 (sexta-feira).
Será realizada en este día (viernes- sexta-feira)
pues la dirección del CTG ocupará el día 04 para realizar uno de sus
eventos anuales; y el sábado siguiente (11/04) cae en medio del feriado
de Páscua.
Para esta oportunidad, contamos con un nuevo acervo
que ayudará a mejorar nuestras fiestas. Es nuestra intención poder
mostrar las diversas manifestaciones culturales de nuestros pueblos
latinoamericanos y sobretodo, buscamos propiciar un espacio que fomente
la integración entre todos.
En este sentido, los invitamos a participar de nuestras fiestas y de
todos los eventos que organizaremos este año. Deben saber que es muy
importante y fundamental poder contar con su permanente apoyo.
La
fiesta en si, tendrá los mismos contornos. La comida típica peruana, el
baile animado por nuestros amigos de SALSA 3, la demostración de danzas
típicas latinoamericanas. Además habrá exposición y venta de artesanato
peruano (Chompas, Ponchos, mantas, camisas, chullos, chalinas y otros).
Los
ingresos ya están a la venta, con las mismas promociones en relación a los
aniversariantes, el descuento que se hace acreedor quien compra sus
ingresos con anticipación (hasta el día 1°/04) y la teleentrega
gratuíta de los ingresos. Aceptamos cheque pré con fecha hasta e día 10/04.
Tenemos varios amigos que cumplen años en
Abril, esperamos que puedan celebrar sus cumpleaños con sus familiares y
amigos, y por supuesto, con nosotros.
Inviten a sus familiares y amigos, vengan a divertirse y pasar buenos
y descontraídos momentos.
Un fuerte y solidario abrazo!
Carlos

CTG Estância da Azenha - Av. Aureliano Figueiredo Pinto, 155
Valor: R$ 20,00 (individual) Compra Anticipada (hasta el día 31/03) : R$ 18,00
Teleentrega Gratuíta: (51) 3338-5954 / 9105-5811

Adão Paiani na Comissão de Direitos Humanos

Este ontem 31/03) na Assembléia Legislativa do Estado o ex-ouvidor do Estado, Adão Paiani,demitido dias atrás. Hoje,01/04 as 9 horas deve depor na Comissão de Direitos Humanos.Pra variar, alguns coleguinhas(jornalistas)andaram se atravessando um noutro...por entrevistaram o Paiani ao vivo...
A presença da celebridade do momento provocou frisson entre os jornalistas.Paiani provocou ontem mais suspense ainda ao dizer que está sendo intimidado.Mas por quem cara pálida?

Causo(de rodoviária) UM

Pra contentar o meu leitor assíduo Adriano Mazzarino, que nas horas de folga trabalha pra viver e na hora do batente pensa o GUAXO,- quando sairá uma próxima edição? - aí vão uma por dia, é claro, que ninguém é de ferro pra ler tanta coisa, causos de Rodoviárias.

O Bolha....

Trabalhava na estação rodoviária de Estrela Décio R. Diel, que tinha o chato apelido de " O BOLHA". Num dia que havia pouco movimento ele estava encostado no balcão de movimento coçando o saco, quando se aproximou uma moça e ele puxou assunto querendo exibir-se pra ela.
- Estou com dinheiro e não se se me caso ou se compro o carro.
A donzela" retrucou na medida,entendendo o recado que era pra ela:

- Faz o seguinte: compra uma égua porque aí terás condução e mulher.

 

 
 
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Espaço dos Leitores

Olides!
Faltou dizer que a Jurema Josefa ia para o aeroporto esperar o Brizola toda vez que ele vinha a Porto Alegre. Vinha em carreata abanando o tal lenço vermelho como fã número UM do seu ídolo. Sobre a Tânia Carvalho, ela nunca gostou muito de falar de sua demissão da TVE. Todos sabem que a causa foi o atrito com o pessoal da Neusa Canabarro lá instalado. O tal de fotógrafo-presidente cumpriu direitinho a ordens recebidas do Palácio Piratini, assim como o fez com outros funcionários. No fim das contas, a apresentadora ganhou na Justiça uma bela indenização e o direito de voltar a trabalhar na emissora. Não o fez porque não quis. Abdicou do direito por já estar na TV COM. abs
Josi Negreiros

Mau caro Olides.
Foi com satisfação que entrei no "deolhoseouvidos" e revi fotos dos velhos tempos de reportagem policial - algumas das quais também guardo como recordação -, que te foram cedidas pelo pelo estimado Gelson Farias. Como colaboração, na foto "Tropa de elite", saiu o nome de um colega como Ripol Ferreira, quando na realidade trata-se de José Danter Ripol, o "Dogão", com o qual também trabalhei no Diário Catarinense, anos mais tarde.
Fico à disposição do colega em meu e-mail.
Um abraço.
Leopoldo Ruzicki

Olides:
estava este internauta na manhã de hoje (24/4) com o rádio ligado na Guaíba enquanto aguardava o boletim do tempo do prof. Eugênio.
Assim, acabei ouvindo parte do programa do Mendelsky, justamente quando entrou, falando do Rio de Janeiro, o Juremir. Que desastre!
O Juremir tem por hábito criticar a tudo e a todos (só elogia os autores franceses que ele traduz), mas, não resta dúvida, que ele exerce esse papel de "enfant terrible" no estilo dele, sem copiar de ninguém e, afinal, o que a gente gosta mesmo é de ver o circo pegar fogo, não é? Portanto, neste mar de chatos dos 'comunicadores' locais até que se sai bem.
Pois bem, o Juremir começou mencionando que o dia estava bonito, mas logo foi interrompido por esta "Tânia Carvalho de calças" que é o Rogério, que queria saber se os motoristas de táxi cariocas "continuam chamando os passageiros de Doutor" (que sendo se oportunidade!). O Juremir não entendeu bem e respondeu que sim, "mesmo aos que não tem diploma". E o Rogério, de cá, teve de explicar que "aí é que estava o inusitado".
O Juremir, então, passou a falar que o dia de ontem foi feriado no Rio (dia de São Jorge) e passou a ridicularizar o feriado carioca, dando a entender que o homenageado era um santo de segunda ordem.
Aí, o Rogério voltou a "cortar o embalo" do colega, observando que há feriados locais, que cada cidade escolhe o seu etc, etc...
O Juremir pretendendo continuar com sua ironia, seguiu observando que os cariocas poderiam fazer uma semana de feriados (Dia do Descobrimento, Tiradentes, São Jorge etc...).
Então, o "Tânia Carvalho de calças" voltou a esfriar o assunto, lembrando que os uruguaios têm uma semana inteira de feriados, que é a apropriadamente chamada de Semana do Turismo, onde os que podem saem para viajar.
Aí, o Juremir ficou sem assunto e tiveram de encerrar a participação dele no programa.
E, como sempre me ocorre quando vejo esses atropelos cometidos por apresentadores de rádio e TV locais, lembrei que o Flávio Alcaraz, nesse aspecto, é perfeito no rádio: não "se atravessa" enquanto o interloucutor está falando. Este mérito, pelo menos, o Flávio tem.
LD

Olides, e nós, leitores do teu blog o que temos a ver com os gostos da Janete? Se é por isso, sou ouvinte do Macedo (Gaúcha Hoje) e nem por isso tenho de ser notícia. E o eclipse, hein? A Maria tem urticária quando tocas nesse assunto. Tá bom o blog, com notícias e informações mais curtas.
abs/Josi

Oi Olides!
O Vilson Romero edita um informativo com o nome da ARI? Não entendi, então, porque o Ayres busca alguém para fazer um jornal se já tem alguém utilizando oficialmente o nome da associação numa publicação! Leia abaixo. IMPRENSA | Terça-feira, 14 de Abril de 2009 | 16:45
‘Tambor da Aldeia’ repercute queixa de repórter contra a BM
Uma denúncia apresentada contra ação da Brigada Militar pelo jornalista Rodrigo Oliveira, repórter da Rádio Guaíba, é um dos destaques da edição desta semana do ‘|Tambor da Aldeia’, boletim informativo editado pelo Departamento de Direitos Sociais e Imprensa Livre da ARI (Associação Riograndense de Imprensa). Outro fato destacado é a ação apresentada pelo árbitro Carlos Simon contra a editora Ediouro e o jornalista Eduardo Peninha Bueno. ‘Tambor da Aldeia’ é editado pelo jornalista Vilson Antonio Romero e aceita sugestões e indicações pelo endereço imprensalivre@ari.org.br.
Josi Negreiros

Oi Olides, tudo bom?
Teu site continua sempre bão!!!! Q linda a foto do Inter na beirinha do rio!
Tô repassando p os estrelenses teu causo de rodoviária q conta do Bolha! Adoro esses causos! Merece um livro!
Um grande abraço!
Laura

"mundo cão" era o nome da série de filmes italianos que exploravam o baixo mundo. daí, ficou sinônimo de exploração da baixaria pelos diversos meios de comunicação.
algumas coisas eram reais, outras "cascata", para impressionar os bobos.
o primeiro passou por aqui lá por 1965. eu assisti o cine capitólio. era proibido para menores. foi o primeiro filme proibido para menores de 18 aos que eu assisti.
ld

Prezado Sr.Editor do Jornal Fitness: Olides Canton!
Venho por meio desta, parabenizar a voce e sua equipe e também o historiador Israel Lopes, pela informação histórica , o qual tomei conhecimento ao ler na edição de fevereiro de 2009, Um irmão de Honório Lemes. Acredito que tods os jornais, deveriam sempre colocar algo, sobre a hitória do passado seja do RGS, Imigração Alemã, italiana e outras etnias. Pois é uma forma de trazer ao público em geral, uma dosagem de nossa Cultura.
Atenciosamente
Roberto Dillenburg Heberle
Sócio-Fundador do INGERS
Email: roheberle@terra.com.br
Porto Alegre-Rio Grande do Sul-Brasil
Pesquisando: Dillenburg, Diefenthäler
Diefenthaeler, Franzen, Heberle,
von Reisswitz, Schapke.
Demais Gernealogias Germanicas

Olides!
Tu é impossível. Guardas as estórias na algibeira e publicas quando ninguém mais lembra. Esse episódio entre a Lena e o Fedrizzi ocorreu há muitos anos, em 1990 ou 1991, creio.
abs
Josi Negreiros

Maringá -Paraná -Brasil, 25 de março de 2009
Somos o jornal O DIÁRIO DE MARINGÁ, líder do Norte do Estado do Paraná, Brasil. Estamos filiados a ANJ - Associação Nacional de Jornais, WAN, NAA, ADI PR - Associação dos Diários do Interior do Paraná, ADI BRASIL - Associação do Diários do Interior do Brasil. Também pertencemos ao IVC ? Instituto Verificador de Circulação.
Tivemos um incidente com algumas redes de supermercados que operam em nossa cidade. Veiculamos, semanalmente, uma tabela de serviço ao leitor com preços de produtos que estão sendo praticados pelos supermercados. Ao fazer a lista da semana, importantes redes se negaram a permitir o ingresso de nossos pesquisadores.
Diante disso, fizemos a capa da edição de nosso jornal de terça-feira, dia 23 de março de 2009 que está produzida abaixo:

A repercussão na comunidade foi enorme. Diante dos inúmeros protestos de clientes, na tarde do mesmo dia, essas redes voltaram atrás em suas decisões e liberaram as listas. Vejam a publicação abaixo em nossa capa de hoje:

Queremos divulgar este fato para deixarmos clara a nossa opção: somos um jornal pró-leitor. Defendemos intransigentemente os seus direitos.
FRANKLIN VIEIRA DA SILVA
DIRETOR PRESIDENTE
Avenida Mauá, 1988 -Vila Operária -Maringá, Paraná, Brasil. Telefone: +55 44 3221-6055
Site: www.odiariomaringa.com.br -E-mail: redacao@odiariomaringa.com.br

 

 
 


Olides Canton - Jornalista e Escritor


Nascido em 16 de Janeiro de 1952 na cidade de Serafina Corrêa-RS, Olides Canton passou nesta cidade toda a sua infância. Mudando-se para Porto Alegre, cursou a Escola Julio de Castilhos, tornando-se Bacharel em Comunicação Social pela FABICO/UFRGS em 1982. Trabalha como Jornalista desde 1970. Trabalhou na Companhia Jornalística Caldas Júnior, Jornal Zero Hora. No Jornal do Brasil e Revista Carga e Transporte atuou como free-lancer. Editor do Jornal de Bordo e Revista Fitness. Possui 9 livros publicados. Ganhou quatro prêmios de Jornalismo, um do Badesul, dois do Setcergs e um da ARI. Registro no Sindicato dos Jornalistas RS: 2776 - Registro Jornalista - Mtb 4959.

Telefone: (51) 3330-6803
e-mail: contato@deolhoseouvidos.com.br

Autor de inúmeros livros, Olides Canton firmou-se como um
exímio contador de histórias contemporâneas.
Conheça agora as obras do autor

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Os textos e imagens publicados neste site são de inteira responsabilidade de Olides Canton.

 


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